F-35A Lightning II na FAP

  • 4558 Respostas
  • 1115110 Visualizações
*

Pilotasso

  • Perito
  • **
  • 354
  • Recebeu: 266 vez(es)
  • Enviou: 183 vez(es)
  • +64/-67
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4545 em: Hoje às 07:07:11 pm »
@Subsea7, o que se passa com a Airbus? Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc. O segredo é a alma do negócio, ou a coisa deu com os burros na água?

Se me permites responder uma parte antes do Subsea7, ao que parece espanha pretende agora ficar com 6 dessas unidades num golpe de face a semana passada...

https://aviationnews.eu/news/2026/02/spain-strengthens-air-power-with-expansion-of-a400m-transport-fleet-to-twenty-aircraft/

Citação de: aviationnews
Spain Strengthens Air Power with Expansion of A400M Transport Fleet to Twenty Aircraft
Aviation News – Spain has reached a landmark agreement with Airbus to integrate six additional A400M Atlas aircraft into its national fleet
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Charlie Jaguar

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 2115
  • Recebeu: 989 vez(es)
  • Enviou: 951 vez(es)
  • +479/-2255
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4546 em: Hoje às 07:20:01 pm »
Citar
14 F-35* e 28 caças doutro modelo, com o máximo de transferência de tecnologia e participação da industrial nacional.

Era o cenário mais ou menos consensual aqui no fórum,  salvo raras excepções (os ranhosos 🤣).

Só que entretanto tivemos o efeito Trump,  como aqui lhe gostam de chamar.

Também partilho do teu *, com a diferença de que essa confiança demorará mais de uma década a recuperar,  o que provavelmente não será compatível com os nossos interesses.
O que se passou e está a passar é demasiado grave para se resolver em meia dúzia de anos, senão estará aberto mais um perigoso precedente.
Que sirva de lição para todos...
João Pereira
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2101
  • Recebeu: 1592 vez(es)
  • Enviou: 658 vez(es)
  • +421/-138
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4547 em: Hoje às 07:26:38 pm »
Para mim, é absolutamente essencial que Portugal adquira F-35 para pelo menos uma esquadra, porque em qualquer cenário de alta intensidade é o único meio adequado. Posto isto, colocam-se as óbvias questões do custo de manutenção e operação e da dependência tecnológica dos Estados Unidos, por isso estou com Duarte… um mix Hi-Lo, com uma esquadra (14-16 aparelhos) de F-35 e uma esquadra reforçada de 20-24 eurocanards (para manter um destacamento permanente nas Lajes), preferencialmente Gripen, para a missões Lo (QRA, DCA, ataque marítimo, policiamento aéreo), talvez represente um equilíbrio aceitável. Mesmo as questão dos custos de sustentar duas cadeias logísticas diferentes pode ser uma não-questão, devido aos custos de operação e manutenção mais elevados do F-35.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Bubas

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 2115
  • Recebeu: 989 vez(es)
  • Enviou: 951 vez(es)
  • +479/-2255
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4548 em: Hoje às 07:27:07 pm »
Citar
Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc.

Não acredito que a FAP decida alguma coisa antes do novo (pelo menos primeiro) caça.

O pack da AIRBUS pode ter tido tanto de completo como de complexo/exigente.

Mas realmente há um silêncio "ensurdecedor" para esses lados,  contrastando com o trabalho diplomático dos EUA e a promoção "porta a porta" da SAAB.
João Pereira
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2101
  • Recebeu: 1592 vez(es)
  • Enviou: 658 vez(es)
  • +421/-138
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4549 em: Hoje às 07:33:03 pm »
Citar
Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc.

Não acredito que a FAP decida alguma coisa antes do novo (pelo menos primeiro) caça.

O pack da AIRBUS pode ter tido tanto de completo como de complexo/exigente.

Mas realmente há um silêncio "ensurdecedor" para esses lados,  contrastando com o trabalho diplomático dos EUA e a promoção "porta a porta" da SAAB.
Também não deixa de ser interessante que o próprio propagandista-mor da Saab afirmou na semana passada que ainda na houve contactos diretos com a FAP…
 

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 2115
  • Recebeu: 989 vez(es)
  • Enviou: 951 vez(es)
  • +479/-2255
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4550 em: Hoje às 07:38:36 pm »
Para mim, é absolutamente essencial que Portugal adquira F-35 para pelo menos uma esquadra, porque em qualquer cenário de alta intensidade é o único meio adequado. Posto isto, colocam-se as óbvias questões do custo de manutenção e operação e da dependência tecnológica dos Estados Unidos, por isso estou com Duarte… um mix Hi-Lo, com uma esquadra (14-16 aparelhos) de F-35 e uma esquadra reforçada de 20-24 eurocanards (para manter um destacamento permanente nas Lajes), preferencialmente Gripen, para a missões Lo (QRA, DCA, ataque marítimo, policiamento aéreo), talvez represente um equilíbrio aceitável. Mesmo as questão dos custos de sustentar duas cadeias logísticas diferentes pode ser uma não-questão, devido aos custos de operação e manutenção mais elevados do F-35.

Assim de repente,  começo a ver o EF apenas num cenário em que não existia o F35.  Aliás,  a AIRBUS fez questão de assumir que a sua solução permitia à FAP operar um modelo único, algo bastante ambicioso, mas provavelmente também caro.
Não será fácil justificar essa opção, não G5,  senão com um pack abrangente e atrativo ou grandes retornos económicos...

O GRIPEN tem sempre a cartada EMBRAER/co-produção... e isso poderia "diluir" os custos de aquirir e operar o F35.

Teoricamente é um avião mais barato de adquirir e operar, e perfeitamente capaz para a grande maioria das nossas missões.

Porque não acredito em apenas F35.
João Pereira
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2101
  • Recebeu: 1592 vez(es)
  • Enviou: 658 vez(es)
  • +421/-138
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4551 em: Hoje às 07:45:57 pm »
Para mim, é absolutamente essencial que Portugal adquira F-35 para pelo menos uma esquadra, porque em qualquer cenário de alta intensidade é o único meio adequado. Posto isto, colocam-se as óbvias questões do custo de manutenção e operação e da dependência tecnológica dos Estados Unidos, por isso estou com Duarte… um mix Hi-Lo, com uma esquadra (14-16 aparelhos) de F-35 e uma esquadra reforçada de 20-24 eurocanards (para manter um destacamento permanente nas Lajes), preferencialmente Gripen, para a missões Lo (QRA, DCA, ataque marítimo, policiamento aéreo), talvez represente um equilíbrio aceitável. Mesmo as questão dos custos de sustentar duas cadeias logísticas diferentes pode ser uma não-questão, devido aos custos de operação e manutenção mais elevados do F-35.

Assim de repente,  começo a ver o EF apenas num cenário em que não existia o F35.  Aliás,  a AIRBUS fez questão de assumir que a sua solução permitia à FAP operar um modelo único, algo bastante ambicioso, mas provavelmente também caro.
Não será fácil justificar essa opção, não G5,  senão com um pack abrangente e atrativo ou grandes retornos económicos...

O GRIPEN tem sempre a cartada EMBRAER/co-produção... e isso poderia "diluir" os custos de aquirir e operar o F35.

Teoricamente é um avião mais barato de adquirir e operar, e perfeitamente capaz para a grande maioria das nossas missões.

Porque não acredito em apenas F35.
Sim, claramente, no que diz respeito ao EF. Tendo custos de operação bem mais elevados que o Gripen, apenas faz sentido num cenário ambicioso de transição futura para o GCAP, com uma esquadra de novos e uma de modernizados, como já aqui disse várias vezes. Para missões apenas de “carácter doméstico”, como referi acima, o Gripen faz bem mais sentido economicamente.
« Última modificação: Hoje às 08:01:02 pm por JohnM »
 

*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 7644
  • Recebeu: 8983 vez(es)
  • Enviou: 6071 vez(es)
  • +10243/-3046
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4552 em: Hoje às 07:46:40 pm »
@Subsea7, o que se passa com a Airbus? Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc. O segredo é a alma do negócio, ou a coisa deu com os burros na água?

Se me permites responder uma parte antes do Subsea7, ao que parece espanha pretende agora ficar com 6 dessas unidades num golpe de face a semana passada...

https://aviationnews.eu/news/2026/02/spain-strengthens-air-power-with-expansion-of-a400m-transport-fleet-to-twenty-aircraft/

Citação de: aviationnews
Spain Strengthens Air Power with Expansion of A400M Transport Fleet to Twenty Aircraft
Aviation News – Spain has reached a landmark agreement with Airbus to integrate six additional A400M Atlas aircraft into its national fleet

Bem sei, amigo Pilotasso. Daí ter referido as 7 células remanescentes, e que Espanha agora está ativamente a tentar vender. Veremos se não irão parar todas à Turquia.

O C-130 aguenta até ao início da década de 2030, mais que isso acho bastante arriscado. E como a ideia de dotar futuramente os Bisontes com 2/3 A400M continua ainda a pairar no ar, queria saber se as coisas continuam encaminhadas num possível pacote Airbus, ou se já foi tudo por água abaixo.

Desculpem o OT.
« Última modificação: Hoje às 10:05:00 pm por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 

*

Lampuka

  • Investigador
  • *****
  • 2115
  • Recebeu: 989 vez(es)
  • Enviou: 951 vez(es)
  • +479/-2255
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4553 em: Hoje às 07:55:13 pm »
Citar
Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc.

Não acredito que a FAP decida alguma coisa antes do novo (pelo menos primeiro) caça.

O pack da AIRBUS pode ter tido tanto de completo como de complexo/exigente.

Mas realmente há um silêncio "ensurdecedor" para esses lados,  contrastando com o trabalho diplomático dos EUA e a promoção "porta a porta" da SAAB.
Também não deixa de ser interessante que o próprio propagandista-mor da Saab afirmou na semana passada que ainda na houve contactos diretos com a FAP…

Não sei quem é,  mas sei que o Diretor da SAAB que anda por cá assume o objetivo prioritário de instalarem-se industrialmente em Portugal e sermos aliados estratégicos no fabrico e desenvolvimento futuro do GRIPEN.
Aliás,  vêem em Portugal uma das poucas possibilidades de estabelecerem este tipo de acordo,  por sermos dos poucos países europeus livres/disponíveis para tal.

E há pressão de algumas empresas portuguesas interessadas nesse sentido.

Penso que já não estaremos a falar apenas de caças,  mas sim de parcerias económicas significativas.

João Pereira
 

*

Bubas

  • Analista
  • ***
  • 680
  • Recebeu: 208 vez(es)
  • Enviou: 742 vez(es)
  • +230/-98
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4554 em: Hoje às 08:05:41 pm »
Realmente o Costa tem dessas coisas.
Já por cá foi proposto pelo PS como candidato, não foi eleito primeiro ministro pelo povo, mas sim pela Assembleia da República, que essa sim eleita pelo povo.
Na Comissão europeia foi proposto pelo Conselho Europeu (chefes de governo eleitos nos seus países) e eleito pelo Parlamento Europeu que esse sim foi eleito por sufrágio universal direto.

Ou seja, cá como lá António Costa nunca foi eleito pelo povo...


Caro Bubas, ninguém votou no Costa para comissário.  Nem no Barroso,  ou na Ursula...
Quando votamos em Portugal, fazemo-lo para eleger os nossos deputados no PE, não os que nos governam em Bruxelas.
E isso parece-me uma das grandes falhas do sistema eleitoral na UE.
 

*

JohnM

  • Investigador
  • *****
  • 2101
  • Recebeu: 1592 vez(es)
  • Enviou: 658 vez(es)
  • +421/-138
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4555 em: Hoje às 08:10:31 pm »
Citar
Deixei de ouvir falar no Typhoon, nos 7 A400M excendentários da encomenda espanhola, no MRTT, etc, etc.

Não acredito que a FAP decida alguma coisa antes do novo (pelo menos primeiro) caça.

O pack da AIRBUS pode ter tido tanto de completo como de complexo/exigente.

Mas realmente há um silêncio "ensurdecedor" para esses lados,  contrastando com o trabalho diplomático dos EUA e a promoção "porta a porta" da SAAB.
Também não deixa de ser interessante que o próprio propagandista-mor da Saab afirmou na semana passada que ainda na houve contactos diretos com a FAP…

Não sei quem é,  mas sei que o Diretor da SAAB que anda por cá assume o objetivo prioritário de instalarem-se industrialmente em Portugal e sermos aliados estratégicos no fabrico e desenvolvimento futuro do GRIPEN.
Aliás,  vêem em Portugal uma das poucas possibilidades de estabelecerem este tipo de acordo,  por sermos dos poucos países europeus livres/disponíveis para tal.

E há pressão de algumas empresas portuguesas interessadas nesse sentido.

Penso que já não estaremos a falar apenas de caças,  mas sim de parcerias económicas significativas.
Sim, é mesmo a ele que me refiro. Todos aqui lemos a entrevista que ele concedeu a um dos jornais…
 

*

sivispacem

  • Investigador
  • *****
  • 2081
  • Recebeu: 1265 vez(es)
  • Enviou: 1403 vez(es)
  • +629/-787
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4556 em: Hoje às 08:14:56 pm »
Realmente o Costa tem dessas coisas.
Já por cá foi proposto pelo PS como candidato, não foi eleito primeiro ministro pelo povo, mas sim pela Assembleia da República, que essa sim eleita pelo povo.
Na Comissão europeia foi proposto pelo Conselho Europeu (chefes de governo eleitos nos seus países) e eleito pelo Parlamento Europeu que esse sim foi eleito por sufrágio universal direto.

Ou seja, cá como lá António Costa nunca foi eleito pelo povo...


Caro Bubas, ninguém votou no Costa para comissário.  Nem no Barroso,  ou na Ursula...
Quando votamos em Portugal, fazemo-lo para eleger os nossos deputados no PE, não os que nos governam em Bruxelas.
E isso parece-me uma das grandes falhas do sistema eleitoral na UE.

Ai o grau de conhecimento da CRP.... Em Portugal o "povo" não elege primeiro-ministro nenhum. Elege sim os deputados para a AR que depois aprova um governo (e um pm, claro).
Cumprimentos,
 

*

Bubas

  • Analista
  • ***
  • 680
  • Recebeu: 208 vez(es)
  • Enviou: 742 vez(es)
  • +230/-98
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4557 em: Hoje às 08:24:57 pm »
Desculpe, mas fiquei sem perceber se me estava a corrigir?

Realmente o Costa tem dessas coisas.
Já por cá foi proposto pelo PS como candidato, não foi eleito primeiro ministro pelo povo, mas sim pela Assembleia da República, que essa sim eleita pelo povo.
Na Comissão europeia foi proposto pelo Conselho Europeu (chefes de governo eleitos nos seus países) e eleito pelo Parlamento Europeu que esse sim foi eleito por sufrágio universal direto.

Ou seja, cá como lá António Costa nunca foi eleito pelo povo...


Caro Bubas, ninguém votou no Costa para comissário.  Nem no Barroso,  ou na Ursula...
Quando votamos em Portugal, fazemo-lo para eleger os nossos deputados no PE, não os que nos governam em Bruxelas.
E isso parece-me uma das grandes falhas do sistema eleitoral na UE.

Ai o grau de conhecimento da CRP.... Em Portugal o "povo" não elege primeiro-ministro nenhum. Elege sim os deputados para a AR que depois aprova um governo (e um pm, claro).
 

*

Patrao

  • Membro
  • *
  • 36
  • Recebeu: 75 vez(es)
  • Enviou: 11 vez(es)
  • +7/-5
Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4558 em: Hoje às 10:18:25 pm »
Caro Bubas, ninguém votou no Costa para comissário.  Nem no Barroso,  ou na Ursula...
Quando votamos em Portugal, fazemo-lo para eleger os nossos deputados no PE, não os que nos governam em Bruxelas.
E isso parece-me uma das grandes falhas do sistema eleitoral na UE.

A União Europeia usa um sistema eleitoral indirecto, nós os eleitores elegemos os deputados e eles por sua vês elegêm a Presidente e os Comissários Europeus. Muitas das Democracias Europeias usam exactamente o mesmo método, Espanha, Itália, Alemanha, Reino Unido e até Portugal.

Diz que “Quando votamos em Portugal, fazemo-lo para eleger os nossos deputados no PE, não os que nos governam em Bruxelas.” Mas na realidade é também o que acontece em Portugal ninguém votou no Paulo Rangel para MNE ou em nenhum dos outros Ministros estes foram todos indicados ou propostos pelo Primeiro Ministro e nomeados pelo  Presidente da Républica. E mesmo o Primeiro Ministro é nomeado pelo Presidente. Um caso um bocado raro foi em 2004 quando o Durão Barroso saiu para a Comissão o então Presidente Jorge Sampaio nomeou o Pedro Santana Lopes para Primeiro Ministro sem um único eleitor ter votado nele.

Conclusão a eleição da Comissão Europeia é tão democrática como a do Governo Português.