F-35A Lightning II na FAP

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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4650 em: Março 11, 2026, 02:03:25 pm »
Não nos devemos esquecer, e eu sou um ferveroso europeista (lembro-me muito bem como éramos antes de 1986 e depois disso, melhoramos imenso a todos os níveis, excepto talvez a zona de Setúbal, mas isso porque sempre foi vermelha, não entende o que o capitalismo quer dizer), que Portugal também é Atlantista, sempre o foi!

Generalização absurda e perfeitamente dispensável, meu caro. Queres ver que só no Norte é que existe gente íntegra, democrática, de cariz europeísta e atlantista???  ???

Infelizmente, vocês aí em cima têm muito essa mania de pensarem que detêm a bússola moral da nação, o que não podia ser menos verdade. Tenho família beirã e transmontana, e por isso falo com conhecimento de causa. Sendo nós uma única nação, ninguém pode reivindicar primazia disto ou daquilo sobre os demais. Sem falar que recorrentemente metem Lisboa e Península de Setúbal no mesmo saco, o que é um perfeito disparate e revelador do desconhecimento desta realidade local e regional.

E se voltássemos antes aos méritos ou deméritos do sistema de armas Lockheed Martin F-35 Lightning II?  ::)

Caro Charlie, estou apenas e tão só a referir-me à destruição da base industrial que foi dizimada no pós-25 de Abril!
CUF
Lisnave
Setenave
Siderurgia Nacional
..........

Um rol enorme de destruição da capacidade industrial do país!!!!

Já que refere os seus laços familiares às Beiras, certamente reconhece que os polos industriais de Aveiro, Viseu, Leiria avançaram muitíssimo mais que Setúbal. E se acrescentarmos Braga, Viana do Castelo, Porto......... É a isso que me refiro!

São factos que aconteceram e não vale a pena escondê-los!
 
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4651 em: Março 11, 2026, 02:18:16 pm »
Calma, Sines acabou de entrar conversação. Hoje em dia sempre que há um projecto colossal é sempre em Sines.

Fiquei curioso e mesmo sabendo que a informação pode não ser a mais correcta, usei o google dos burros (grok) para perguntar em quantas andamos.

Citar
Embora Setúbal mantenha importância absoluta (por exemplo, com a Autoeuropa e indústrias químicas), a sua quota no total nacional diminuiu, passando de um centro dominante para uma posição mais secundária face ao crescimento de outras regiões.As regiões que viram a sua importância industrial aumentar foram principalmente o Norte e o Centro de Portugal. No Norte, o foco em indústrias exportadoras como têxteis, calçado, metalomecânica e, mais recentemente, automóvel e eletrónica impulsionou o crescimento, beneficiando de mão-de-obra qualificada e investimentos estrangeiros. No Centro, setores como moldes, cerâmica, papel, plásticos e agroalimentar expandiram-se, com polos em áreas como Aveiro, Leiria e Coimbra. Esses ganhos ocorreram sobretudo a partir dos anos 1980-1990, com a modernização económica e fundos europeus, transformando essas regiões em motores da produção industrial nacional (o Norte representa cerca de 41% da produção transformadora atual, e o Centro cerca de 23%).Os 5 distritos com maior produção industrial em Portugal, com base em dados mais recentes (2022-2024, considerando volume de negócios, VAB setorial e produção transformadora de fontes como INE e análises regionais), são:

Porto - Líder absoluto, com forte presença em metalomecânica, têxteis, calçado e logística industrial.
Lisboa - Concentra indústrias de alta tecnologia, farmacêutica e serviços industriais, apesar do foco em serviços.
Aveiro - Destaque em química, papel, metalurgia e cerâmica, com polos industriais dinâmicos.
Braga - Crescente em têxteis, calçado, automóvel e eletrónica, beneficiando de exportações.
Setúbal - Ainda relevante em automóvel (Autoeuropa), química e energia, mas com declínio relativo histórico.
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4652 em: Março 11, 2026, 02:28:59 pm »
Agora falando meramente no que é importante para Portugal e para o nosso futuro.

Sim, é verdade que o Trump está a começar a perder as suas bases e o que vemos no "x" não reflete a realidade, apenas o que os bots e o dono da rede social querem propagandear.

A verdade é que meia UE substituiu os seus F-16/18 por F35 e que, em 2030 o caça mais numeroso na Europa será o F35. Dito isto, a não ser que Portugal embarque num dos projectos de caças de 6ª geração, não haverá qualquer benefício em comprar um caça de 4.ª geração, já que o escolhido será o nosso caça para as próximas três décadas.

Portanto, a minha posição (que tem muito pouca relevância) é: se vamos entrar para um projecto de desenvolvimento de caças de 6ª geração, poderá ser importante adquirir os caças actuais do dito construtor/consórcio; senão, é para esquecer e vamos comprar o F35.
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4653 em: Março 11, 2026, 02:38:24 pm »
De referir que Sines pertence ao distrito de Setúbal por isso é apenas um desviar um pouco mais abaixo da indústria. Outras notas importantes o distrito deu um salto grande em termos turísticos na região de grândola sem mencionar é essa região vai ter o novo aeroporto de Lisboa. O distrito de Setúbal vai ser um dos maiores polos desenvolvimento em Portugal
 
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4654 em: Março 11, 2026, 02:42:08 pm »
São vários os candidatos a substituir os antigos F-16 da Força Aérea Portuguesa. A abertura formal do processo para a compra dos novos caças portugueses ainda não começou, mas os candidatos multiplicam-se. Saiba quais são.
➡️ https://l.euronews.com/Cl3f
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4655 em: Março 11, 2026, 06:55:12 pm »
Agora falando meramente no que é importante para Portugal e para o nosso futuro.

Sim, é verdade que o Trump está a começar a perder as suas bases e o que vemos no "x" não reflete a realidade, apenas o que os bots e o dono da rede social querem propagandear.

A verdade é que meia UE substituiu os seus F-16/18 por F35 e que, em 2030 o caça mais numeroso na Europa será o F35. Dito isto, a não ser que Portugal embarque num dos projectos de caças de 6ª geração, não haverá qualquer benefício em comprar um caça de 4.ª geração, já que o escolhido será o nosso caça para as próximas três décadas.

Portanto, a minha posição (que tem muito pouca relevância) é: se vamos entrar para um projecto de desenvolvimento de caças de 6ª geração, poderá ser importante adquirir os caças actuais do dito construtor/consórcio; senão, é para esquecer e vamos comprar o F35.

O interesse de Portugal por um caça de 6G é meramente académico e sem qualquer compromisso, visto que seremos apenas observadores desse peep show.
Escolher um caça de 6G em intenção apenas, que nunca seria garantido, e ainda por cima tornar isso um fator de seleção (limitador de opções) do substituto dos F-16 seriam um brutal tiros nos pés, para o presente e futuro. É como um cão com 2 ossos.
« Última modificação: Março 11, 2026, 06:59:18 pm por Pilotasso »
 
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4656 em: Março 11, 2026, 11:03:34 pm »
Agora falando meramente no que é importante para Portugal e para o nosso futuro.

Sim, é verdade que o Trump está a começar a perder as suas bases e o que vemos no "x" não reflete a realidade, apenas o que os bots e o dono da rede social querem propagandear.

A verdade é que meia UE substituiu os seus F-16/18 por F35 e que, em 2030 o caça mais numeroso na Europa será o F35. Dito isto, a não ser que Portugal embarque num dos projectos de caças de 6ª geração, não haverá qualquer benefício em comprar um caça de 4.ª geração, já que o escolhido será o nosso caça para as próximas três décadas.

Portanto, a minha posição (que tem muito pouca relevância) é: se vamos entrar para um projecto de desenvolvimento de caças de 6ª geração, poderá ser importante adquirir os caças actuais do dito construtor/consórcio; senão, é para esquecer e vamos comprar o F35.

O interesse de Portugal por um caça de 6G é meramente académico e sem qualquer compromisso, visto que seremos apenas observadores desse peep show.
Escolher um caça de 6G em intenção apenas, que nunca seria garantido, e ainda por cima tornar isso um fator de seleção (limitador de opções) do substituto dos F-16 seriam um brutal tiros nos pés, para o presente e futuro. É como um cão com 2 ossos.
Isto.
E ainda temos o pequeno problema de o único 6G com "raízes" (mais ou menos) Europeias e que está a evoluir "razoavelmente" ser o GCAP que tem o ligeiro incoveniente (para Portugal) de ser um gigantesco Bisonte (tipo... do tamanho de um F-111 ou Flanker), dito de outra maneira, o preço de aquisição e manutenção vai ser... inenarrável.
Isto é esperar pelo fim das mid terms Norte Americanas (Janeiro de 2027), se não existir "macacada" (leia-se "tentativa despudorada de acabar/gamar" as eleições) é encomendar duas esquadras de F-35A...
Se existir "macacada" é abrir concurso e pedir RFP's á SAAB, Dassault, Airbus e KAI.
 
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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4657 em: Hoje às 09:20:30 am »
Agora falando meramente no que é importante para Portugal e para o nosso futuro.

Sim, é verdade que o Trump está a começar a perder as suas bases e o que vemos no "x" não reflete a realidade, apenas o que os bots e o dono da rede social querem propagandear.

A verdade é que meia UE substituiu os seus F-16/18 por F35 e que, em 2030 o caça mais numeroso na Europa será o F35. Dito isto, a não ser que Portugal embarque num dos projectos de caças de 6ª geração, não haverá qualquer benefício em comprar um caça de 4.ª geração, já que o escolhido será o nosso caça para as próximas três décadas.

Portanto, a minha posição (que tem muito pouca relevância) é: se vamos entrar para um projecto de desenvolvimento de caças de 6ª geração, poderá ser importante adquirir os caças actuais do dito construtor/consórcio; senão, é para esquecer e vamos comprar o F35.

O interesse de Portugal por um caça de 6G é meramente académico e sem qualquer compromisso, visto que seremos apenas observadores desse peep show.
Escolher um caça de 6G em intenção apenas, que nunca seria garantido, e ainda por cima tornar isso um fator de seleção (limitador de opções) do substituto dos F-16 seriam um brutal tiros nos pés, para o presente e futuro. É como um cão com 2 ossos.
Isto.
E ainda temos o pequeno problema de o único 6G com "raízes" (mais ou menos) Europeias e que está a evoluir "razoavelmente" ser o GCAP que tem o ligeiro incoveniente (para Portugal) de ser um gigantesco Bisonte (tipo... do tamanho de um F-111 ou Flanker), dito de outra maneira, o preço de aquisição e manutenção vai ser... inenarrável.
Isto é esperar pelo fim das mid terms Norte Americanas (Janeiro de 2027), se não existir "macacada" (leia-se "tentativa despudorada de acabar/gamar" as eleições) é encomendar duas esquadras de F-35A...
Se existir "macacada" é abrir concurso e pedir RFP's á SAAB, Dassault, Airbus e KAI.

O GCAP seria um completo absurdo.

Questiono o seguinte, faz algum sentido escolher o principal meio aéreo do país para as próximas décadas, certamente o maior investimento nas FA, de acordo com as eleições de outro país? E daqui a 3 anos? E daqui a 7 anos? Uma decisão estratégica deste nível não se pode basear em momentos da história que flutuam ao ritmo dos ciclos eleitorais.

As instituições e a organização da política americana são suficientemente débeis para termos chegado a este momento. A estrutura de poder americana não pode garantir que isto não se agravará ou que não se poderá repetir no futuro. E actualmente, a linha oficial é que a Europa, unida, é um adversário a abater. Eu não encararia isto de forma leviana.
 

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Miguel

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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4658 em: Hoje às 09:30:04 am »
Trump esta FINITO
E o MAGA tambem.

Foi uma liçao para muita gente.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: F-35A Lightning II na FAP
« Responder #4659 em: Hoje às 10:35:33 am »
Agora falando meramente no que é importante para Portugal e para o nosso futuro.

Sim, é verdade que o Trump está a começar a perder as suas bases e o que vemos no "x" não reflete a realidade, apenas o que os bots e o dono da rede social querem propagandear.

A verdade é que meia UE substituiu os seus F-16/18 por F35 e que, em 2030 o caça mais numeroso na Europa será o F35. Dito isto, a não ser que Portugal embarque num dos projectos de caças de 6ª geração, não haverá qualquer benefício em comprar um caça de 4.ª geração, já que o escolhido será o nosso caça para as próximas três décadas.

Portanto, a minha posição (que tem muito pouca relevância) é: se vamos entrar para um projecto de desenvolvimento de caças de 6ª geração, poderá ser importante adquirir os caças actuais do dito construtor/consórcio; senão, é para esquecer e vamos comprar o F35.

O interesse de Portugal por um caça de 6G é meramente académico e sem qualquer compromisso, visto que seremos apenas observadores desse peep show.
Escolher um caça de 6G em intenção apenas, que nunca seria garantido, e ainda por cima tornar isso um fator de seleção (limitador de opções) do substituto dos F-16 seriam um brutal tiros nos pés, para o presente e futuro. É como um cão com 2 ossos.
Isto.
E ainda temos o pequeno problema de o único 6G com "raízes" (mais ou menos) Europeias e que está a evoluir "razoavelmente" ser o GCAP que tem o ligeiro incoveniente (para Portugal) de ser um gigantesco Bisonte (tipo... do tamanho de um F-111 ou Flanker), dito de outra maneira, o preço de aquisição e manutenção vai ser... inenarrável.
Isto é esperar pelo fim das mid terms Norte Americanas (Janeiro de 2027), se não existir "macacada" (leia-se "tentativa despudorada de acabar/gamar" as eleições) é encomendar duas esquadras de F-35A...
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Foi feito assim devido a um dos sócios principais, o Japão. A Ásia é outra realidade e a "ditadura das distâncias" está sempre presente. Basta ver o caça japonês que eles fizeram com base no F16, o Mitsubishi F-2. Esse caça é maior e tem mais alcance que o F16 exactamente por causa do que escrevi acima.
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