Não há qualquer indício de que nos vai ser exigido uma unidade de aviação SOF, nem um SOLTG exige tal. Um SOLTG tem que ter acesso a uma SOATU ou aviação (helis) nacional. Acesso. Não precisa de ser integrado. Sabemos porque atualmente o nosso SOLTG é certificado pela NATO sem o ter.
Precisa é de ter pessoal qualificado em coordenar apoio aéreo, JTAC, planeamento, integração, etc. Muitas desta valências são exteriores à FOpEsp até.
Eu apenas mencionei que havendo uma unidade destas ficaria sob um comando SOF. Já foi falado aqui na potencial compra de Chinooks, e caberá à UHAPE estas missões, juntamente com UH-60 devidamente equipados e pessoal treinado com cursos SOF.
https://www.nshq.nato.int/trainingPara FA pequenas , as unidades de aviação têm obrigatoriamente que ser "full spectrum" no leque de missões atribuídas.
Falei nos paras, porque em muitos exércitos o recrutamento para as SOF vem precisamente deste tipo de unidade (no RU o Para Regiment é fonte de recrutamento para SAS, tal como nos EUA Airborne é fonte de recrutamento primário para as SOF deles. Já em Portugal não sei se ainda se faz recrutamento direto de civis para a FOEsp? Aumentem os salários que aparecem mais candidatos. Claro que "canibalizar" os paras ou comandos para formar um segundo SOLTG não é ideal, estas unidades já têm falta de pessoal. Mas o pessoal terá que vir de algum lado.
As instalações do CTOE acho que não devem acomodar o pessoal de um segundo SOLTG?
Lamego não dispõe de espaço, infraestruturas ou capacidade de alojamento para acolher dois SOLTG totalmente independentes, pelo menos não de acordo com as normas da NATO.
Se Portugal chegar a formar realmente dois SOLTGs, o segundo precisará quase de certeza de ser baseado noutro quartel. Felizmente não faltam regimentos
fantasma para albergar un segundo SOLTG.

Pessoal será mais difícil.