Sem dúvida! Ainda me lembro de estarmos "desconfiados" da empresa, ie dos contratos dos ramos com ela (em vez da Tekever).
De forma legitima porque efetivamente na altura os drones estavam atrás dos da Tekever.
O que a malta às vezes esquece-se é que tudo o que hoje é grande, nasce pequeno e cabe ao país apoiar e ajudar a potenciar estas empresas, retirando posteriormente dividendos.
O mesmo se poderia dizer sobre outras áreas como a industria naval, onde poderiamos e deveriamos liderar a nivel de drones navais (embora acredito tenhamos dado um passo importante com a parceria com a Ucrania)