Notícias Geoestratégicas do Brasil

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Lusitano89

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #60 em: Fevereiro 15, 2019, 09:18:10 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #61 em: Fevereiro 16, 2019, 09:24:42 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #62 em: Março 12, 2019, 06:55:57 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #63 em: Março 18, 2019, 08:57:14 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #64 em: Março 21, 2019, 05:55:05 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #65 em: Maio 08, 2019, 05:50:29 pm »
 

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #66 em: Junho 18, 2019, 07:12:25 pm »
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #67 em: Junho 20, 2019, 06:46:29 pm »
Brasil foi aceito como aliado extra-Otan


Citar
O presidente Jair Bolsonaro disse nesse sábado (15) em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que o Brasil foi aceito pelos Estados Unidos (EUA) como um aliado extra-Otan, a Organização do Tratado do Atântico Norte. De acordo com Bolsonaro, com a “aliança” o país terá mais assistência no campo militar e também no mercado de defesa.

“Com muito orgulho, anuncio que há pouco colhemos um dos frutos da nossa viagem aos Estados Unidos, ao sermos aceitos pelo presidente Donald Trump como aliado extra-Otan”, disse Bolsonaro ao discursar em um evento militar na cidade gaúcha. “Possibilidade que permite nos equiparmos melhor e interagir mais com o mercado de defesa”, acrescentou

O presidente participou da Festa Nacional da Artilharia (Fenart), no 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, que marca o aniversário do marechal Emílio Luiz Mallet.

Em seu discurso, ele voltou a defender o armamento da população. “Nossa vida tem valor, mas tem algo muito mais valoroso do que a nossa vida, que é a nossa liberdade. Além das Forças Armadas, defendo o armamento individual para o nosso povo, para que tentações não passem na cabeça de governantes para assumir o poder de forma absoluta. Temos exemplo na América Latina. Não queremos repeti-lo. Confiando no povo, confiando nas Forças Armadas, esse mal cada vez mais se afasta de nós”, disse.

Bolsonaro afirmou ainda que é preciso mais que o Parlamento para implementar as medidas políticas. “Precisamos, mais que um Parlamento, do povo ao nosso lado para que possamos impor uma política que reflita paz e alegria para todos nós”.

FONTE: Agência Brasil - https://www.forte.jor.br/2019/06/16/brasil-foi-aceito-como-aliado-extra-otan/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #68 em: Agosto 01, 2019, 09:52:35 pm »
Brasil e Argentina têm mais convergências que divergências

O Gen Ex R Sergio Westphalen Etchegoyen, concedeu importante entrevista ao jornal argentino INFOBAE


O Sergio Westphalen Etchegoyen, ex-Chefe do Estado-Maior do Exército Brasileiro e ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) sob o presidente Michel Temer brasileiro, adverte que Brasil e Argentina têm diante de si uma tremenda oportunidade dada a natureza complementar dos seus desenvolvimentos tecnológicos e os seus interesses comuns o Atlântico Sul.

"Hoje podemos causar danos a uma sociedade, um estado ou uma região sem agressão armada", disse o General-de-Exército Sérgio Westphalen Etchegoyen, formado na Academia Militar das Agulhas Negras(AMAN) e com uma longa história no Exército Brasileiro, além de ter sido assessor do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, e ministro do ex-presidente Michel Temer.

"A guerra está sendo substituída por conflitos em outras áreas", acrescentou o oficial militar aposentado, em uma conversa que executa os temas mais quentes no tabuleiro de xadrez geopolítico internacional e seu impacto sobre a nossa região.

- Em um cenário em que o multilateralismo está em declínio e os poderes estão emergindo novamente em diferentes regiões do mundo, você acredita que a ordem democrática liberal está em risco?

Estamos vivendo uma tentativa de reorganizar a distribuição de poder no mundo. A bipolaridade da Guerra Fria terminou. O colapso da União Soviética, a recuperação da Rússia, a ascensão da China, as decisões americanas e o desenvolvimento da Orla do Pacífico na Ásia Oriental geraram reações, que acredito serem naturais em um momento de redistribuição de poder no Tabuleiro de xadrez do mundo. Os altos e baixos da democracia são parte de tudo isso. Quando os Estados Unidos mudam suas atitudes políticas desde a chegada do presidente Trump ao poder, não porque os cidadãos estão cansados ??ou fartos. No Brasil temos uma expressão que diz: "Para ficar na mesma situação, é preciso mudar muito". Isto é, permanecer como a superpotência, os Estados Unidos tem que mudar e como tem uma elite que pensa, entende e sabe "jogar" o jogo estratégico de longo prazo, procura soluções que favoreçam ao país, mas não acho que o conceito de "democracia liberal" esteja em risco.
 
- Como você vê, no cenário atual, o papel da Europa e da OTAN?

A Europa vive uma grande discussão interna. Com a criação da OTAN, muitos dos países europeus delegaram parte da sua defesa e soberania à Aliança Atlântica. Hoje existe um consórcio que reúne diferentes capacidades militares para beneficiar uma associação de países. No entanto, mesmo em uma associação pacífica de países, há divergências e interesses incompatíveis. O que temos hoje na Europa é uma grande potência econômica, que é a Alemanha, e uma grande potência militar, que é a França. O que acontece, então, é que quem tem o poder militar não tem a capacidade econômica e, vice-versa, quem tem a capacidade econômica não tem o poder militar.
 
- Como impacta a enorme influência da China e seu choque com os interesses dos Estados Unidos na região?

É um momento particularmente complexo, mas abre uma fantástica oportunidade para o Brasil e a Argentina e, consequentemente, para a América do Sul. A China tem ocupado na América do Sul as lacunas deixadas pelos Estados Unidos. E em questões de geopolítica, não há vácuos de poder. Se alguém deixa um espaço vazio, é rapidamente ocupado por outro. Hoje a China tem liquidez para ocupar esse vácuo. A política externa dos Estados Unidos está muito focada com o que acontece no hemisfério norte. A janela que abre para nossos países deriva do seguinte fato da realidade: o mundo continuará a depender de três elementos básicos, que são: comida, água e energia.

A América do Sul, onde vive apenas 6% da população mundial, tem um superávit estratégico. Ela cobre 12% da superfície terrestre e concentra pelo menos 25% da terra arável, 25% de reservas de água doce e, mais importante, é autossuficiente em energia e pode exporta-la nas suas diferentes formas. Nossas elites e nossos governos precisam levar em conta que essa é a grande riqueza que vamos deixar para as futuras gerações. Apesar de estarmos longe das grandes decisões internacionais, podemos aprofundar os relacionamentos e alinhar nossos interesses para trabalharmos juntos, é possível construir um cluster que reúna o que o mundo precisará.
 
 “A América do Sul concentra 25% da terra arável do mundo, 25% das reservas de água doce conhecidas e pode exportar energia em suas diversas formas.”

- Para analisar a ligação entre o Brasil e a Argentina, você usa um conceito que é o da "ditadura da geografia". Que significa?

O que chamo de "ditadura da geografia", é o Brasil e a Argentina estão condenados a serem vizinhos e o que eles têm que decidir é se querem ser bons ou maus vizinhos. Se nos unimos e concordamos, temos uma superfície que nos permite controlar todo o Atlântico Sul. Isso não significa que negamos o acesso a qualquer pessoa, mas que se trata de proteger nossa herança. Acredito que uma estratégia está faltando em nossos políticos porque eles ainda não perceberam a importância de nossa posição. O Brasil e a Argentina têm muito mais convergências do que divergências. Precisamos alinhar os interesses comuns e a proteção de nossas soberanias e induzir os países da América do Sul a fazer o mesmo. Temos que deixar claro para o mundo que uma agressão contra um país sul-americano é uma agressão à América do Sul.

- Por que o Senhor acha que a União das Nações Sul-Americanas (UNASUL) e o Conselho Sul-Americano de Defesa, do qual o Brasil foi um grande promotor, não prosperou?

Acho que foram iniciativas ideológicas. Temos vivido no Brasil uma tentativa de governar com dogmas ideológicos, que são semelhantes às crenças religiosas, e provavelmente não serão discutidos. Os líderes pensaram que, se não conseguissem explicar a realidade a partir desses dogmas, era porque a realidade estava errada. Tentar governar países tão complexos do ponto de vista econômico e social a partir de posições dogmáticas não funciona. Isso gerou muita  perda de tempo.
 
- Qual é a sua visão do sistema multilateral de tomada de decisões que está sendo discutido atualmente pelas principais potências?

Eu tenho uma posição muito crítica sobre o sistema internacional e seus instrumentos. A ONU vive, em algum momento, sustentada por sua burocracia e pelos interesses dos países que a mantêm. Tornou-se uma criatura tão poderosa que não desaparecerá, mas é possível que perca relevância se não enfrentar uma reforma integral e não se atualizar.
 
- Na época, o Brasil elevou sua ambição para ocupar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Essa afirmação ainda está em vigor?

É uma questão difícil de resolver, mas permanece válida. A posição atual do Itamaraty - e eu concordo com isso - é fazer um esforço para manter a questão em discussão. Basta lembrar quantas vezes o Conselho de Segurança foi ignorado em assuntos de sua competência e poderes contra as regras, como aconteceu nos Balcãs e Síria, por exemplo. Se alguém insiste na questão da reforma das instituições da ONU, é possível que algum tipo de mudança na governança internacional seja alcançada.
 
 “Precisamos nos alinhar e defender os interesses comuns da Argentina e do Brasil para proteger nossa soberania e induzir os outros países sul-americanos a fazer o mesmo.”


- Que tipo de complementaridade pode ser dada entre Argentina e Brasil em questões tecnológicas?

Os brasileiros não conhecem a capacidade tecnológica da Argentina. Temos um bloco econômico que precisa ser fortalecido e há questões estratégicas. Por exemplo, temos que decidir como proteger nosso universo cibernético e nos perguntar se vamos contratar proteção estrangeira ou se vamos ter nosso próprio modelo. No desenvolvimento da indústria aeroespacial, as capacidades que têm a INVAP são fantásticas na produção de satélites, mas faltam outras habilidades e infraestrutura que tem o Brasil como o privilegiado Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, ou o desenvolvimento de vetores e o combustível. No setor nuclear, o Brasil estava preocupado com sua capacidade de enriquecer urânio, enquanto a Argentina estava preocupada em agregar valor ao desenvolvimento de reatores. Temos que estabelecer reuniões entre autoridades políticas, que são seguidas de visitas a empresas e centros tecnológicos para que possamos iniciar essa troca de experiências. Isso não vai acontecer no curto prazo, mas você tem que começar assim.

- Em um nível continental, como o Senhor vê o papel das Forças Armadas na luta contra o narcotráfico e o crime organizado?

O crime organizado é a principal ameaça à integridade social de um país. Quando sofremos uma ameaça dessa magnitude, o Estado tem o dever de usar todos os instrumentos à sua disposição e à sua disposição. Cada instituição possui capacidades e talentos que podem ser complementados, e os militares têm capacidade de planejamento, inteligência e logística que a polícia não possui. No Brasil, estamos fazendo um grande esforço para integrar a estrutura do Estado em um nível vertical (municípios, estados, governo federal) e horizontal (com seus vizinhos). Cada país tem sua peculiar estrutura de segurança pública para combater o crime. O importante é que os países sejam capazes de formar plataformas para que essas estruturas se conectem com as estruturas dos países vizinhos. Temos de encontrar soluções que, respeitando as nossas soberanias, sejam eficazes no combate ao crime. Talvez a iniciativa mais forte que pode ser alcançada nesse sentido, considerando as capacidades tecnológicas argentinas e a complementaridade com a Argentina, é construir juntos um sistema de controle de fronteiras. Se pudermos dar um passo como este, estaríamos dando uma grande demonstração para o mundo e para a região.
 

Nota DefesaNet

Não foi mencionado na entrevista as atividades da empresa argentina FAdeA (Ex FMA) no fornecimento de peças em materiais compostos para a aeronave de transporte multimissão KC-390.

 :arrow:   http://www.defesanet.com.br/br_ar/noticia/33536/BR-AR---Etchegoyen--Brasil-e-Argentina-tem-mais-convergencias-que-divergencias/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #69 em: Agosto 01, 2019, 09:56:47 pm »
EUA designam oficialmente Brasil como um aliado prioritário extra-OTAN


Medida aproxima militarmente os países e facilita ao Brasil comprar armas e equipamentos de defesa dos EUA. Assunto tinha sido discutido entre os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro durante encontro em Washington, em março

Os Estados Unidos designaram oficialmente nesta quarta-feira (31) o Brasil como um aliado prioritário extra-OTAN, cumprindo uma promessa feita em março, durante encontro entre os presidentes dos dois países, Donald Trump e Jair Bolsonaro, em Washington.

Isso aproxima militarmente os países e facilita ao Brasil comprar armas e equipamentos de defesa dos EUA. Na América Latina, apenas a Argentina tinha esse título anteriormente.

O que é um aliado prioritário extra-Otan?

Ser um aliado prioritário extra-Otan aproxima militarmente o Brasil dos Estados Unidos. Ao entrar nessa classificação, o Brasil consegue:

Tornar-se comprador preferencial de equipamentos e tecnologia militares dos EUA;
Participar de leilões organizados pelo Pentágono para vender produtos militares;
Ganhar prioridade para promover treinamentos militares com as Forças Armadas norte-americanas.
Ao todo, 17 países receberam essa classificação do governo norte-americano. Veja na arte abaixo.


O que é a Otan?
A Otan foi fundada em 1949, logo no início da Guerra Fria, como um pacto militar dos países alinhados com os Estados Unidos. Após o esfacelamento da União Soviética em 1991, algumas nações que antes faziam parte do bloco comunista – como Polônia e Hungria – passaram a integrar a organização.

Um dos princípios da organização, hoje com 29 países, garante aos integrantes o princípio de defesa coletiva. Ou seja: um eventual ataque a um ou mais países-membros do grupo será encarado como uma agressão a todos os demais integrantes.

O professor de relações internacionais Carlos Gustavo Poggio, especialista em Estados Unidos, comenta que o interesse de Trump na Otan é reticente desde a campanha presidencial em 2016.

“Trump chegou a chamar a Otan de obsoleta, acusou países europeus de tirarem vantagem do acordo”, relembrou Poggio.

Trump, então, pressionou os integrantes do bloco a investirem mais em segurança – o que foi atendido pelas lideranças da Otan no ano passado, que firmaram uma meta de gastos de 2% do PIB com defesa até 2024. O norte-americano, então, elogiou a medida. “A Otan está muito mais forte agora do que há dois dias”, disse Trump, em julho.

FONTE: G1

 :arrow:  https://www.forte.jor.br/2019/08/01/eua-designam-oficialmente-brasil-como-um-aliado-prioritario-extra-otan/
 

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Lusitan

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #70 em: Fevereiro 11, 2020, 04:44:22 pm »
https://www.janes.com/article/94223/brazilian-strategy-scenario-portrays-france-as-future-threat

Brazilian strategy scenario portrays France as future threat

A recently emerged 45-page confidential draft by the Brazilian Ministry of Defence (MoD) includes a section that paints France as a major future threat.

The paper, named 'Defense Scenarios 2040', outlines possible scenarios aimed at redefining Brazil's future foreign policy strategy, taking into account regional and global geopolitical trends.

In one scenario France by 2035 would announce unrestricted support to a United Nations demand to intervene after the Ianomami indigenous people claimed independence from Brazil. Two years later France would then mobilise a large military contingent in French Guiana, including aircraft and ships. The scenario does not however go so far as to envisage a military conflict. The Brazilian State of Amapá shares a 730 km-long border with French Guiana.

French President Emmanuel Macron and his Brazilian counterpart Jair Messias Bolsonaro engaged in a diplomatic spat in August 2019 when large fires erupted in Brazil's Amazonian region. Declarations by Macron were widely seen as political interference in Brazilian internal affairs by a large proportion of the country that included military and political elites.

The draft also envisages continuous worsening relations with France following the events of 2019 and a crisis caused by the discontent of the Ianomami tribes. France is also seen as a hindrance to the implementation of a trade agreement between South American nations and the European Union.

However, the scenario involving France omits, be it intentional or not, that the European nation has been a first-rank military ally to Brazil, a source for the acquisition of major defence equipment and an important defence-industrial partner.

Brazil and France launched a strategic partnership in May 2006 and formally established it in December 2008.
 

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dc

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #71 em: Fevereiro 11, 2020, 08:01:06 pm »
A forma como qualquer gato pingado pode chegar ao poder no Brasil, incendiar a maior "fábrica" de oxigénio deste planeta e fingir que não teve responsabilidade nenhuma directa ou indirectamente, e quando algum país levanta a vós face à gravidade da situação, ainda se vêm fazer de vítimas... é hilariante.

Mas é o mal de quem manda, quando só conseguem ver lucro à frente dos olhos, mesmo que isso signifique dizimar vida aos mais diversos níveis, e quando alguém os contraria, é uma ameaça à sua soberania, direitos, etc. Curioso que viu-se isto com o senhor da Casa Branca, que saiu logo de acordos ambientais e nucleares.
 
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Vitor Santos

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Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Responder #72 em: Julho 24, 2020, 03:10:49 am »
Poder Executivo entrega atualizações da PND, END e LBDN ao Congresso Nacional


Brasília, 22/07/2020 - O Poder Executivo entregou, nesta quarta-feira (22), as atualizações da Política Nacional de Defesa (PND), Estratégia Nacional de Defesa (END) e Livro Branco da Defesa Nacional (LBDN) ao Congresso Nacional.

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, acompanhado dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Força Aérea, passou os documentos para as mãos do Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, logo após reunião do Conselho de Defesa Nacional, no Palácio do Planalto.

"Não é uma nova política. A essência é completamente a mesma. Como é uma política de Estado, independe de governo, ela perpassa os governos. É praticamente a mesma política e a mesma estratégia de 2012 e de 2016 com algumas atualizações", afirmou o Ministro da Defesa.


As atualizações são encaminhadas ao Congresso Nacional pelo Executivo, atendendo ao que estabelece a Lei Complementar 136/2010, segundo a qual os três documentos devem ser enviados ao Legislativo a cada quatro anos, com suas respectivas atualizações, a partir de 2012.

Como são documentos de Estado, consolidados ao longo dos anos, não há grandes diferenças em relação às versões anteriores. As atualizações apresentadas são pontuais, incluindo alguns desafios contemporâneos.

PND, END e LBDN

A Política Nacional de Defesa é o principal documento de planejamento da defesa do país. Ele estabelece objetivos e diretrizes para o preparo e emprego da capacitação nacional, com o envolvimento dos setores militar e civil, em todas as esferas de poder.

A Estratégia Nacional de Defesa, por sua vez, pretende definir como fazer o que se determinou na PND.

Já o chamado Livro Branco de Defesa Nacional apresenta uma visão geral da defesa e das Forças Armadas, tendo como principal propósito permitir transparência, promovendo assim a confiança mútua entre os países.

Documento em PDF: https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/copy_of_estado-e-defesa/pnd_end_congressonacional_22_07_2020.pdf

 :arrow:  https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/poder-executivo-entrega-atualizacoes-da-pnd-end-e-lbdn-ao-congresso-nacional
 

 

182 anos da independencia "politica" do Brasil

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