A SCAR da FN Herstal no Exército

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #120 em: Janeiro 03, 2020, 09:31:18 pm »
O CEMGFA também podia deixar o Exercito comprar helicópteros, mas em Portugal é cada um na sua casinha. :-X

Para que precisa o Exército de helicópteros próprios? Não somos ricos para andar aqui a dar um helicóptero diferente para cada ramo. Nem sequer traz qualquer vantagem operacional, sem ser para dizer "também tenho". Vantajoso é ter todos os helicópteros debaixo do mesmo "tecto", com o mesmo comando, os mesmos mecânicos, os mesmos meios de treino, e, quando for para se destacar helicópteros para uma qualquer missão no estrangeiro, pode-se decidir como é composto o destacamento, se vão 2 H-60, ou 2 Merlin, ou 1 Merlin e 1 H-60, etc, etc.

Parece que anda tudo preocupado com o rótulo na garrafa "helicóptero do ramo x". Não custa nada assumir os helicópteros como um meio conjunto que beneficia os três ramos.
 
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #121 em: Janeiro 03, 2020, 09:47:01 pm »
O CEMGFA também podia deixar o Exercito comprar helicópteros, mas em Portugal é cada um na sua casinha. :-X

Para que precisa o Exército de helicópteros próprios? Não somos ricos para andar aqui a dar um helicóptero diferente para cada ramo. Nem sequer traz qualquer vantagem operacional, sem ser para dizer "também tenho". Vantajoso é ter todos os helicópteros debaixo do mesmo "tecto", com o mesmo comando, os mesmos mecânicos, os mesmos meios de treino, e, quando for para se destacar helicópteros para uma qualquer missão no estrangeiro, pode-se decidir como é composto o destacamento, se vão 2 H-60, ou 2 Merlin, ou 1 Merlin e 1 H-60, etc, etc.

Parece que anda tudo preocupado com o rótulo na garrafa "helicóptero do ramo x". Não custa nada assumir os helicópteros como um meio conjunto que beneficia os três ramos.

correcto e afirmativo !

Abraços
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #122 em: Janeiro 03, 2020, 10:27:36 pm »
O CEMGFA também podia deixar o Exercito comprar helicópteros, mas em Portugal é cada um na sua casinha. :-X

Para que precisa o Exército de helicópteros próprios? Não somos ricos para andar aqui a dar um helicóptero diferente para cada ramo. Nem sequer traz qualquer vantagem operacional, sem ser para dizer "também tenho". Vantajoso é ter todos os helicópteros debaixo do mesmo "tecto", com o mesmo comando, os mesmos mecânicos, os mesmos meios de treino, e, quando for para se destacar helicópteros para uma qualquer missão no estrangeiro, pode-se decidir como é composto o destacamento, se vão 2 H-60, ou 2 Merlin, ou 1 Merlin e 1 H-60, etc, etc.

Parece que anda tudo preocupado com o rótulo na garrafa "helicóptero do ramo x". Não custa nada assumir os helicópteros como um meio conjunto que beneficia os três ramos.

Porque é que a Marinha deve ter helicópteros?

Um Apache só serve os interesses do exercito, a Força Área não tem interesse em comprar um helicóptero que vai competir em tipo de missões com o F-16 e que custa mais que um F-16.

Quando caminhamos para um mundo de drones, ainda ficarmos limitados ás casinhas, vai ter custos no futuro.
 

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dc

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #123 em: Janeiro 03, 2020, 11:58:30 pm »
A Marinha tem helicópteros próprios por causa das fragatas, e são um meio orgânico destas, com a sua própria equipa de manutenção. No entanto, não se disse em lado nenhum que não podiam fazer parte de um comando conjunto de helicópteros, porque deviam. E os Merlin, apesar de serem da FAP, não correspondem aos requisitos dos três ramos no que respeita a um heli pesado de transporte? E o que seria diferente com os Hawk? Nada, tanto na perspectiva de transportar carga e soldados, evacuações médicas, escoltar os Merlin em missões CSAR, dar apoio aéreo próximo. E quando se defende aqui uma versão naval, é mesmo para poderem fazer isto tudo a partir do futuro LPD e/ou AOR, e para partilhar o maior número de componentes para quando viessem Seahawk para substituir os Lynx mais tarde. Não percebo qual é a dúvida. Se acham necessário ter 8 hélis desta família, mas 4 Blackhawk e outros 4 Rescue Hawk, que seja, mas é desnecessário criar uma unidade aérea no EP só porque sim.

Há sobretudo 2 vertentes das forças armadas que defendo que deviam fazer parte de um comando conjunto para os 3 ramos, as baterias AA (nomeadamente de médio/longo alcance, quando as tivéssemos) e os helicópteros. Por serem meios que os 3 ramos podem usufruir/necessitar nas diversas missões internacionais que temos, e até a nível nacional.

E falando em Apaches, para já é muito improvável que sejam adquiridos, mas caso fossem...
Desde quando é que a FAP ter acesso a um meio extra com capacidade de executar CAS e missões do género, seria negativo para a sua operacionalidade? Caças têm de ter infraestruturas dedicadas para a sua operação, Apaches podem operar a partir de qualquer lugar a minutos da zona onde são necessários (ou até de navios), permitem dar apoio a forças de reacção rápida e em operações de choque. Será que a FAP não beneficiaria mesmo de helicópteros deste género? Ainda para mais com o escasso número de pilotos e caças disponíveis para tanta missão? Não é à toa que a maioria dos países da NATO tem hélis deste género.
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #124 em: Janeiro 04, 2020, 12:50:35 am »
Se quisermos ser precisos: a maioria dos exércitos dos países da NATO têm helis de ataque.  :mrgreen: E depois há três ou quatro países NATO com helis de ataque nas respectivas forças aéreas. Até os ingleses, que mantém os helis de transporte pesado na RAF, acham por bem que os helis de ataque sejam alocados ao BA. Mas o que é importante é dispor dos equipamentos, quem os opera é uma questão secundária.
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Red Baron

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #125 em: Janeiro 04, 2020, 01:40:48 am »
A Marinha tem helicópteros próprios por causa das fragatas, e são um meio orgânico destas, com a sua própria equipa de manutenção. No entanto, não se disse em lado nenhum que não podiam fazer parte de um comando conjunto de helicópteros, porque deviam. E os Merlin, apesar de serem da FAP, não correspondem aos requisitos dos três ramos no que respeita a um heli pesado de transporte? E o que seria diferente com os Hawk? Nada, tanto na perspectiva de transportar carga e soldados, evacuações médicas, escoltar os Merlin em missões CSAR, dar apoio aéreo próximo. E quando se defende aqui uma versão naval, é mesmo para poderem fazer isto tudo a partir do futuro LPD e/ou AOR, e para partilhar o maior número de componentes para quando viessem Seahawk para substituir os Lynx mais tarde. Não percebo qual é a dúvida. Se acham necessário ter 8 hélis desta família, mas 4 Blackhawk e outros 4 Rescue Hawk, que seja, mas é desnecessário criar uma unidade aérea no EP só porque sim.

Há sobretudo 2 vertentes das forças armadas que defendo que deviam fazer parte de um comando conjunto para os 3 ramos, as baterias AA (nomeadamente de médio/longo alcance, quando as tivéssemos) e os helicópteros. Por serem meios que os 3 ramos podem usufruir/necessitar nas diversas missões internacionais que temos, e até a nível nacional.

E falando em Apaches, para já é muito improvável que sejam adquiridos, mas caso fossem...
Desde quando é que a FAP ter acesso a um meio extra com capacidade de executar CAS e missões do género, seria negativo para a sua operacionalidade? Caças têm de ter infraestruturas dedicadas para a sua operação, Apaches podem operar a partir de qualquer lugar a minutos da zona onde são necessários (ou até de navios), permitem dar apoio a forças de reacção rápida e em operações de choque. Será que a FAP não beneficiaria mesmo de helicópteros deste género? Ainda para mais com o escasso número de pilotos e caças disponíveis para tanta missão? Não é à toa que a maioria dos países da NATO tem hélis deste género.

Citar
Os helicópteros ligeiros destinados às missões do Exército, com blindagem e armados, vão ser operados e geridos pela Força Aérea, reeditando o modelo de emprego conjunto da Guerra Colonial.

Segundo diferentes fontes ouvidas pelo DN, os aparelhos vão ser adquiridos até 2022 e no quadro da revisão da Lei de Programação Militar (LPM), cuja proposta foi apreciada nesta sexta-feira no Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN).

O programa de helicópteros novos, que é uma das grandes prioridades da nova LPM, acabou por ser uma das razões que levaram o Exército a manifestar reservas - votando mesmo contra - à proposta consensualizada entre o governo e as chefias militares em sede de Conselho Superior Militar (CSM)

Quando os helicópteros para servir uma força são comprados a revelia dessa força diz muito sobre o estado atua das Forças Armadas.
 

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LM

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #126 em: Janeiro 04, 2020, 10:51:16 am »
Se o numero / tipo de helicópteros nas nossas FA fossem superiores teria lógica (à semelhança do que se faz no resto da NATO) que parte deles fossem para o exercito... mas tendo em conta a nossa (triste) realidade, mesmo que venham meia dúzia de HH-60H, criar mais uma estrutura no exercito para os helicópteros era "um tiro no pé"...
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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dc

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #127 em: Janeiro 04, 2020, 01:18:54 pm »
Citar
Os helicópteros ligeiros destinados às missões do Exército, com blindagem e armados, vão ser operados e geridos pela Força Aérea, reeditando o modelo de emprego conjunto da Guerra Colonial.

Segundo diferentes fontes ouvidas pelo DN, os aparelhos vão ser adquiridos até 2022 e no quadro da revisão da Lei de Programação Militar (LPM), cuja proposta foi apreciada nesta sexta-feira no Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN).

O programa de helicópteros novos, que é uma das grandes prioridades da nova LPM, acabou por ser uma das razões que levaram o Exército a manifestar reservas - votando mesmo contra - à proposta consensualizada entre o governo e as chefias militares em sede de Conselho Superior Militar (CSM)

Quando os helicópteros para servir uma força são comprados a revelia dessa força diz muito sobre o estado atua das Forças Armadas.

Aí é que está o erro. Os helicópteros não são para servir "uma força", são para servir em missões dos 3 ramos. Ora se tivermos uma missão com um Merlin destacado algures pelo mundo (RCA), e seja preciso um helicóptero de ataque para o escoltar, ou não envias nada, ou compras um helicóptero próprio para a FAP para a missão? Ou se os Fuzileiros estiverem destacados numa missão, na qual seja igualmente preciso apoio aéreo armado, também têm de comprar um helicóptero próprio? Ou ficam dependentes dos Lynx com o canhão de à porta? A resposta é não, caso tivéssemos helicópteros de ataque, ou qualquer tipo de héli armado, estes estariam disponíveis para as necessidades dos 3 ramos, tal como os Merlin, tal como potencialmente os H-60 em qualquer das versões que seja.

A ideia de um comando conjunto de helicópteros, não diz absolutamente nada de negativo do estado das FA, diz sim que se pretende reduzir custos desnecessários com mordomias e aumentar a operacionalidade das diferentes forças de asa rotativa. Não temos centenas de helicópteros para andar aqui a espalhar pelas casinhas de cada um.
« Última modificação: Janeiro 04, 2020, 03:05:52 pm por dc »
 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #128 em: Janeiro 04, 2020, 03:24:16 pm »
Para nós o melhor exemplo é o holandês. Com 28 Apaches, estes fazem parte da Força Aérea daquele país, tal como os restantes helicópteros que possuem.

Voltando ao tópico, os Fuzileiros deviam sim receber algumas SCAR, sobretudo para uniformizar o tipo de arma usada em operações conjuntas e claro está, conferir aos militares desta força uma arma mais leve, prática e moderna.
 

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tenente

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #129 em: Janeiro 15, 2020, 03:55:48 pm »
IAV 2020: FN Herstal Highlights deFNder RWS

FN Herstal will showcase the deFNder remote weapon station (RWS) at International Armoured Vehicles (IAV 2020) in London next week.


deFNder Medium offers users an innovation-driven, scalable solution to counter airborne, land and sea threats. (Photo: FN Herstal)

The deFNder family of RWS is an example of the integrated technologies that meet modern defence and security challenges. It combines FN Herstal’s long-standing expertise in firearms with intelligent modular architecture and the latest integrated electronics, optronics and software innovations. The combat-proven deFNder Medium provides superior performance in:

• self-defence;
• infantry fire support;
• combat missions;
• operations in urban areas;
• border control;
• critical infrastructure protection.

It can be integrated onto new and in-service mobile or static platforms, including unmanned ground vehicles (UGV) and communicates with existing Battle Management Systems (BMS). The deFNder Medium is highly modular and comes with an extensive range of customer-specific options and accessories to meet today’s operational requirements. It can mount any 7.62mm or .50cal. FN machine gun, including the M3R with its exceptionally high rate of fire of 1,100rpm. It can be equipped with a wide range of optical sensors, gyroscopic stabilization, target tracking, laser range finder, ballistic computer, links and case collector, smoke grenade launchers and weapon protective cover, all fully qualified by FN Herstal.

https://www.monch.com/mpg/news/land/6605-iav-2020-fn-herstal-defnder-rws.html

Não será por falta de opções que não se irão colocar sistemas RWS 7,62/12,7 nos ST5 e nos Pandur .

Abraços

 

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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #130 em: Janeiro 20, 2020, 06:35:11 pm »




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    • http://www.warriors.pt
« Última modificação: Março 27, 2020, 12:04:59 pm por ACADO »
The way of the Warrior(s) - www.warriors.pt:
" Only fools and dead Men don´t change their minds. Fools won´t and dead Men can´t !! "
 
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #132 em: Março 27, 2020, 04:31:56 pm »
Not a valid vimeo URL
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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #133 em: Março 31, 2020, 03:16:35 pm »




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Re: A SCAR da FN Herstal no Exército
« Responder #134 em: Abril 01, 2020, 04:04:30 pm »
Ou seja, nas secções PARA a ML (2x) seria 5,56mm mas teria Atirador Especial (2x) equipado com 7,62mm...? Ou seria o 5,56mm com um cano (mira, etc) diferentes?

Há várias questões em aberto, porque:

-Adquire-se 300 Espingardas Automáticas SCAR H;
-Adquire-se 550 (quinhentas e cinquenta) Espingardas de Precisão (7,62 mm).

Porquê a diferença de designação?

Será que alguma unidade de escalão Batalhão vai ser armada integralmente com SCAR H? Será que as primeiras serão distribuídas a unidades de pequeno escalão e as segundas a unidades de escalão superior? Não faria sentido, já que 300 das primeiras e 550 das segundas.

Secções de Paraquedistas constituídas por oito militares, o comandante da Equipa ou Esquadra armado com SCAR L, Atiradores Granadeiro com SCAR L e FN40GL MK2, 2 Atiradores Especiais com SCAR L/H (?) e Atiradores de ML com a Minimi 5,56 Mk3?

Já agora, penso que as SCAR L são todas com canos de 368mm.

"The SCAR-H STD comes with a 16 inch barrel and will be outfitted for use as a designated marksman rifle, bolstering platoon-sized infantry elements. Snipers at the company level will be issued the SCAR-H PR, which uses a 20 inch barrel, a two-stage match trigger, and comes with an optional folding buttstock. Both the SCAR-H and the H PR are built to fire the 7.62 NATO round."

Agora que já passou algum tempo já alguém sabe como serão distribuídas as STD e H PR...?
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