Engenharia de Combate e Construção do EB

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Vitor Santos

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Engenharia de Combate e Construção do EB
« em: Setembro 03, 2015, 02:01:35 pm »
Engenharia de Combate



















































 

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #1 em: Abril 11, 2019, 02:07:09 pm »
Centro de Instrução de Engenharia de Construção do Exército Brasileiro



O Centro de Instrução de Engenharia de Construção (CIECnst) atualmente é o único estabelecimento de ensino da Força Terrestre que tem, como missão precípua, a formação e aperfeiçoamento técnico-profissional dos quadros oriundos da Engenharia de Construção do Exército Brasileiro.

Desde a sua criação, que se deu por meio da Portaria nº 108-Cmt Ex, de 1º de março de 2005, o CIECnst é responsável pela capacitação de integrantes das organizações militares de Engenharia, sobretudo daquelas ligadas ao Sistema de Obras de Cooperação, no tocante às técnicas peculiares das atividades da Engenharia de Construção. Além de atender às demandas internas, o CIECnst tem recebido, também, militares das outras Forças, de nações amigas e de outros órgãos públicos ao longo de seus pouco mais de dez anos de existência.

O CIECnst está sediado na cidade de Araguari (MG), na região do Triângulo Mineiro, e funciona dentro das instalações do 2º Batalhão Ferroviário (antigo 11º Batalhão de Engenharia de Construção), subordinado administrativa e operacionalmente. Além disso, o CIECnst encontra-se subordinado também ao Departamento de Engenharia de Construção, que é o órgão gestor do Curso de Equipamento de Engenharia para oficiais e sargentos; ao Comando Militar do Planalto, gestor dos estágios gerais; à Diretoria de Obras de Cooperação, que atua como órgão de coordenação dos estágios setoriais; e, finalmente, à Diretoria de Educação Técnica Militar, de quem recebe orientação técnico-pedagógica.

Reconhecido nacional e internacionalmente, o CIECnst hoje é um centro de excelência no que diz respeito à formação e ao preparo dos recursos humanos que atuam nas diversas frentes de trabalho da Engenharia de Construção do Exército Brasileiro, nos mais longínquos rincões do País.

Ivan Plavetz

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/centro-de-instrucao-de-engenharia-de-construcao-do-exercito-brasileiro/
 

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #2 em: Abril 11, 2019, 02:07:49 pm »
Engenharia de Construção do Exército Brasileiro





























 

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #4 em: Abril 11, 2019, 02:55:15 pm »
A história da Engenharia Militar brasileira

Por que o Dia da Engenharia é comemorado em 10 de abril?


A história da Engenharia Militar brasileira remete ao Brasil Colônia, quando os portugueses, frente à ameaça de perder o território recém-conquistado, iniciaram a construção de vários fortes em pontos estratégicos do solo brasileiro.

No dia 10 de abril de 1866, o Tenente Coronel João Carlos de Villagran Cabrita foi atingido por uma bala de canhão durante uma batalha.

Ele estava à frete do Exército Brasileiro como Tenente-Coronel do 1º Batalhão de Engenharia de Combate, durante a Guerra do Paraguai.

Além disso, se tornou o Patrono da Arma da Engenharia. A data de sua morte virou o Dia da Engenharia oficial no Brasil, como forma de homenageá-lo.


A Guerra do Paraguai

Para entender melhor o porquê desta escolha para o Dia da Engenharia, vamos relembrar a Guerra do Paraguai.

Tudo começou quando um barco que transportava o então presidente da província de Mato Grosso foi preso pelo exército paraguaio. Isso aconteceu porque o presidente do Paraguai da época, o ditador Francisco Solano López, se opôs à intervenção brasileira que ajudou a por fim na Guerra Civil do Uruguai.

López sonhava em formar o Grande Paraguai, que abrangeria parte da Argentina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Uruguai e o próprio Paraguai.

Aquilo era o início da Guerra do Paraguai, que também ficou conhecida como Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra Grande. Foi o maior conflito armado internacional da América do Sul.

O Forte Coimbra, localizado em Corumbá, Mato Grosso do Sul, é uma das heranças da Engenharia durante a Guerra do Paraguai

De um lado estava o Paraguai e do outro, a Tríplice Aliança, formada por Brasil, Argentina e Uruguai.

A guerra durou de de dezembro de 1864 a março de 1870.


O fim da guerra se deu com a morte de Lopez pelas mãos de um militar brasileiro. O Paraguai sofre consequências graves até hoje.

Acredita-se que 75% da população paraguaia tenha morrido durante a guerra. Além disso, perdeu praticamente 40% do território para o Brasil e Argentina.


A Arma da Engenharia

Por que o exército tem tanta importância para o Dia da Engenharia? Vamos entender melhor a Arma de Engenharia.

Ela tem por missão auxiliar a Mobilidade, a Contramobilidade e a Proteção, além de prestar o Apoio Geral de Engenharia, um fator que multiplica o poder de combate das tropas.

No Brasil, a Arma de Engenharia começou um pouco antes da chegada da Família Real, tempo em que a manutenção do território dependia da construção de fortificações militares que levassem as tropas portuguesas sobretudo ao longo do extenso litoral brasileiro.

Chega junto com a Corte, o Real Corpo de Engenheiros, dando início à formação dos oficiais dessa Arma.

Além da Guerra do Paraguai, a Engenharia do Exército Brasileiro coleciona outros feitos importantes para a história do Brasil.

Na 2ª Guerra Mundial, a primeira tropa brasileira a cumprir missão em território italiano foi a 1ª Companhia do 9º Batalhão de Engenharia.

Já a Engenharia da Força Expedicionária Brasileira foi incansável na tarefa de manter em condições de trafegabilidade as estradas vitais ao desenvolvimento das operações, além de lançar pontes e limpar campos de minas traiçoeiras, dentre outras inúmeras missões.

Entre os destaques recentes está a participação da Engenharia Brasileira na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti.


A BRAENGCOY(Companhia Brasileira de Engenharia de Força e Paz) é a principal responsável nos trabalhos de reconstrução do país, visando sua normalidade institucional e política.

Ao longo de todo o território brasileiro, as Organizações Militares de Engenharia da Força Terrestre executam diversas obras de interesse nacional, demandadas pelos órgãos públicos federais, estaduais e municipais.


Nesse sentido, têm contribuído para o desenvolvimento e para a segurança nacional, de forma permanente, há mais de cem anos, executando serviços nos setores de infraestrutura hidroviária, rodoviária, portuária, aeroportuária, além de trabalhos em prol do meio ambiente.

Com esse propósito, o Exército emprega 11 Batalhões de Engenharia de Construção, espalhados por todo o Brasil.


O Dia da Engenharia é uma (merecida) homenagem
 
Durante a Guerra do Paraguai, existia a possibilidade de retomada da Ilha da Redenção, localizada no meio do Rio Paraná, por parte do exército paraguaio. Isso fez com que os engenheiros comandados por João Carlos de Villagran Cabrita trabalhassem incansavelmente.


Foram apenas 4 dias de trabalho, desde a posse da ilha na madrugada de 6 de abril até a batalha no dia 10 de abril.

O trabalho dos engenheiros do exército brasileiro foi essencial para a vitória. Dos 3.260 combatentes, 55 mortos eram brasileiros e 600, paraguaios.


Infelizmente, entre as perdas estava Cabrita, atingido por uma bala de canhão. A alegria de vencer a batalha se contrapôs à tristeza de perder o líder que foi responsável pelo seu sucesso.

O Dia da Engenharia é uma homenagem mais do que merecida a este bravo guerreiro!

Brasil protege a Ilha da Redenção do exército paraguaio em abril de 1866

FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/por-que-o-dia-da-engenharia-e-comemorado-em-10-de-abril/
 

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Lusitano89

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #6 em: Novembro 05, 2019, 11:54:46 am »
Exército recebe modernas portadas IRB e caminhões TATRA 8×8


Citar
No final de outubro de 2019, desembarcaram no Porto de Paranaguá-PR as viaturas, os módulos Centrais e de rampa das novas Portadas IRB System, da empresa General Dynamics European Land Systems, adquirida no início deste ano, e destinadas ao 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (5º BE Cmb Bld), o Batalhão JUAREZ TÁVORA, de Porto União-SC.

A equipe de Logística do 5º BE Cmb Bld recebeu esse sistema e realizou todos os preparativos de translado do Porto a unidade em duas etapas, sedo o primeiro lote recebido no dia 25 e o segundo no dia 28, ambos sendo transportados em viaturas especializadas, chegando à unidade no dia seguinte.


A aquisição desse equipamento se deu dentro do Programa Estratégico do Exército OCOP (Obtenção da Capacidade Operacional Plena), visando a modernização de sua Engenharia de Combate com a aquisição de pontes de alta capacidade e multifuncionais, e o pedido para aquisição desse material foi emitido no final de 2017.

O IRB, ou Improved Ribbon Bridge, é sistema para travessia de rios ou lagos, funcionando como uma ponte flutuante ou como uma jangada, para veículos ou equipamentos pesados em combate, e está em uso Exército e Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, onde foi testado em combate, e diversas outras forças pelo mundo.


Possui a capacitação de carga militar (ou Military Load Classification – MLC) padrão OTAN para 80 toneladas, o que a torna apta a transportar qualquer blindado da atualidade, incluindo os modernos Carros de Combates Pesados (MBT), e mantém total interoperabilidade com o sistema FSB (Floating Support Bridge), atualmente em uso pelo Exército Brasileiro.

Uma característica que merece destaque são os três (3) Veículos de Transporte Especial – Engenharia Transporte de Portada (VTE-Eng TRNP PRTD). Trata-se de caminhões tchecos Tatra 8×8, que utilizam o mesmo chassi (T 815 -7) e componentes mecânicos dos veículos do Sistema ASTROS 2020, sendo este a provável escolha pelo modelo.

FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/exercito-recebe-modernas-portadas-irb-e-caminhoes-tatra-8x8/
 

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #7 em: Novembro 22, 2019, 01:49:02 pm »
5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado recebe Equipagem IRB

A Improved Ribbon Bridge System pode ser operada como uma balsa de vários compartimentos (quando separada), ou pode converter-se em uma ponte flutuante com ampla capacidade de cruzamento a seco para cargas de até MLC80 Tracked / 96 Wheeled (oitenta toneladas parado e noventa e seis toneladas em movimento).

A General Dynamics European Land Systems cumpriu um contrato com a Comissão do Exército Brasileiro para a produção e entrega da Equipagem Improved Ribbon Bridge System (IRB).

Além da IRB, a empresa entregou caminhões próprios para transportar os seus componentes, paletes para adaptador de ponte, um barco de manobra/montagem de ponte, bem como um serviço de Suporte Logístico Integrado (ILS).

A entrega foi completada em novembro de 2019, sendo o Quinto Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, ou 5º BE Cmb Bld (Porto União-SC), a unidade contemplada.

O Exército Brasileiro já emprega o moderno Floating Support Bridge (FSB) produzido pela empresa.

Os sistemas FSB e IRB são interoperáveis ​​e oferecem recursos de mobilidade essenciais para forças armadas em todo o mundo.

A Improved Ribbon Bridge System pode ser operada como uma balsa de vários compartimentos (quando separada), ou pode converter-se em uma ponte flutuante com ampla capacidade de cruzamento a seco para cargas de até MLC80 Tracked / 96 Wheeled (oitenta toneladas parado e noventa e seis toneladas em movimento).

O sistema está em serviço em todo o mundo apoiando as operações de combate ou manutenção da paz, bem como missões humanitárias e ambientais.

O IRB é totalmente interoperável com os sistemas legados de pontes flutuantes da General Dynamics European Land Systems, incluindo a Ponte de Suporte Flutuante, a Ribbon Bridge Padrão (SRB), a Ponte Anfíbia M3 e o Sistema de Balsas.

Cronologia da entrega e capacitação de pessoal

22 de outubro – Em Curitiba (Paraná), foram centralizados, no Quartel do 5° Batalhão Logístico, os meios para a atividade de recebimento da nova equipagem IRB destinada ao 5° BE Cmb Bld.

24 de outubro – No Porto de Paranaguá, militares do EB realizaram os reconhecimentos e preparativos para o recebimento da nova Portada IRB System destinada ao Batalhão Juarez Távora. Na ocasião, foi reconhecida a área de desembarque dos contêineres bem como a estrutura a ser utilizada pelas viaturas durante a missão.

26 de outubro – O 5º BE Cmb Bld recebe o primeiro contêiner com peças da Portada IRB System, em uma operação logística que envolveu diversas Organizações Militares com pessoal capacitado, desde o descarregamento no Porto de Paranaguá até a conferência do material em Porto União.



28 de outubro – Militares do 5º BE Cmb Bld e equipe de apoio logístico, no Porto de Paranaguá, recebem a segunda leva de material da Portada IRB System, realizando a conferência e preparação para o transporte em viaturas especializadas.


29 de outubro – Comboio Militar transportando peças e equipamentos da nova Portada IRB System destinada ao 5º BE Cmb Bld parte do Porto de Paranaguá. A segunda leva de material, constando de Viaturas, Módulos Centrais e de Rampa da Portada IRB System, chega a cidade de Porto União no mesmo dia.




30 de outubro – A equipe de Logística do 5º BE Cmb Bld realiza o carregamento e transporte até o Batalhão Juarez Távora, da Embarcação de Manobra da Portada IRB System e diversos subconjuntos de acessórios.


31 de outubro – O 5º BE Cmb Bld recebe as novas Viaturas Operacionais TATRA 8×8 que fazem parte da Portada IRB System. Uma comitiva da Diretoria de Material de Engenharia (DME) sediada em Brasilia (DF), que acompanhou todo o processo a partir do dia 29, retorna a capital federal.



3 de novembro – O Cabo Recalcatti é o primeiro militar brasileiro a conduzir as Viaturas TATRA 8×8 importadas da República Tcheca, em território nacional, durante os trabalhos entre Paranaguá e Porto União. Nos período de 1º a 3 de novembro, o 5º BE Cmb Bld recebeu os 5 módulos (3 Centrais e 2 de rampa) que compõem a Portada IRB System.

4 de novembro – Tem  início, no quartel do 5° BE Cmb Bld, a entrega técnica e o estágio teórico e prático de operação e manutenção das Viaturas TATRA para militares do 5° BE Cmb Bld, 3° BE Cmb, 6° BE Cmb e do 12° BE Cmb Bld.

8 de novembro – O 5° BE Cmb Bld realiza as instruções técnicas de lançamento da Portada IRB System, no lago de pontagem da Unidade.


15 de novembro – Em União da Vitória (Paraná), o 5° BE Cmb Bld realizou no Rio Iguaçu, o treinamento de operação dos Equipamentos e da Portada IRB System. Foram treinados o lançamento no Rio Iguaçu de três módulos flutuantes, mais o lançamento da Embarcação de Manobra. A seguir, ocorreu a montagem e a navegação do conjunto pelo rio.




15 de novembro – O 5º BE Cmb Bld realizou uma cerimônia de encerramento e certificação dos militares que realizaram o “Treinamento de Direção e Manutenção do Veículo TATRA T815-2”, que equipa a Portada IRB System.

16 a 19 de novembro – O 5° BE Cmb Bld realiza a instrução de Navegação da Portada Improved Ribbon Bridge System no Rio Iguaçu, transportando a VBE Eng Leopard A1 BR, que faz parte da sua dotação operacional.


FONTE: http://tecnodefesa.com.br/5o-batalhao-de-engenharia-de-combate-blindado-recebe-equipagem-irb/
 

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Re: Engenharia de Combate e Construção do EB
« Responder #8 em: Novembro 22, 2019, 01:52:22 pm »
Em Santa Catarina, Exército demonstra portada pesada com capacidade de carga padrão OTAN


Citar
Porto União (SC) – Na quinta-feira, dia 21 de novembro, a 5ª Divisão de Exército (5ª DE) participou da demonstração de lançamento da moderna portada pesada IRB (Improved Ribbon Bridge) System, realizado no 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (5º BEC Bld). A portada pesada IRB System é composta por três módulos centrais e dois de rampa fabricados pela empresa alemã General Dynamics European Land System (GDELS), por três caminhões Tatra 8x8, de fabricação tcheca, e por uma embarcação de manobra americana Birdon.

O material, recebido pelo Batalhão entre os dias 25 e 28 de outubro, possui a capacidade de carga militar padrão OTAN para 80 toneladas, o que o torna apto a transportar qualquer blindado da atualidade, como o das fotos, em que transporta uma Viatura Blindada Especial de Engenharia Leopard 1 A5, sendo necessário cerca de 24 militares para operá-lo. A Portada ainda aumenta a mobilidade da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada ao transpor meios blindados em cursos d'água de vulto.

A demonstração técnica teve a supervisão de técnicos das empresas fabricantes. A aquisição desse equipamento ocorreu dentro do Programa Estratégico do Exército OCOP (Obtenção da Capacidade Operacional Plena), visando à modernização da Engenharia de Combate da Força Terrestre.


FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/10776898
 

 

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