A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #630 em: Setembro 15, 2020, 11:07:29 am »
Nos tempos idos em que se começou a falar do mluzito das BD, acho que li que a BD seria modernizada na Holanda e a FdA em Portugal, logo suponho que no AA.

Responsabilidades por isso não ter acontecido? Ninguém sabe, ninguém viu.

Venham mais umas medalhas
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Luso

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #631 em: Setembro 15, 2020, 02:55:47 pm »
Para memória futura:

Arsenal do Alfeite. Vai o histórico estaleiro recuperar ou afundar-se de vez?
15 SET 2020
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/15-set-2020/arsenal-do-alfeite-vai-o-historico-estaleiro-recuperar-ou-afundar-se-de-vez-12715680.html

Arsenal do Alfeite. Vai o histórico estaleiro recuperar ou afundar-se de vez?
Sangria de quadros, obras adiadas, construções atrasadas, a degradação do estaleiro do Alfeite compromete as missões da Marinha e a nova administração já está em rutura com diretores e chefes.


© Paulo Spranger/Global Media

"Há uma missão, uma estratégia, uma equipa, um relacionamento natural com a Armada, abertura ao mundo", afirmou o Presidente da República na sua única visita ao estaleiro do Alfeite, em julho de 2017. Deixou uma "mensagem de confiança e esperança" no futuro deste histórico estaleiro e assinalou como "viragem histórica" o plano em curso na empresa.

Tibério Rodrigues e António Pereira, da comissão de trabalhadores da Arsenal do Alfeite, S.A., recordam estas palavras com alguma nostalgia e, principalmente, com desalento. "Desde que fomos transformados numa empresa com capitais públicos, em 2009, já vamos na quinta administração. Há promessas, planos, estudos, mas o que vemos é o estaleiro cada vez mais degradado e a esperança a morrer", sublinham.

Na última década, a saída de quadros, técnicos e operários, tem sido dramática, esvaziando o estaleiro da mão-de-obra qualificada essencial para a confiança dos clientes nacionais e internacionais. Obras, como a de uma nova doca que permitiria receber mais navios para reparação, não saíram do papel.

Até a tão promovida e anunciada construção de dois novos salva-vidas, com material moderno e tecnologia de ponta, está muito atrasada: o prazo de conclusão era final de 2018, mas só um dos dois navios está agora em fase de testes.

A Marinha, a sofrer diretamente com sucessivos atrasos na manutenção dos seus navios, cada vez mais recorre a estaleiros estrangeiros, ficando dependente das prioridades das armadas de outros países.

"Sem o Arsenal do Alfeite capaz a breve prazo, tenho a certeza de que a Marinha ficará inoperacional em pouco tempo, em meia dúzia de meses. E estamos perto disso. É preciso uma administração que conheça o negócio da indústria naval e que modernize o Arsenal com equipamentos e pessoas. Neste ano, praticamente, a Marinha não vai navegar com as fragatas. É inacreditável", assevera o ex-chefe do Estado-Maior da Armada, Melo Gomes.

Nem planos nem estratégias
Com uma nova administração desde maio passado, não se conhece ainda estratégia nem planos concretos. Quando substituiu a administração anterior, dirigida por um oficial superior da Marinha, o contra-almirante José Garcia Belo (2018-2020), o Ministério da Defesa justificou o seu afastamento, seis meses antes do final da comissão de serviço, para "reorientar" o estaleiro.

A equipa de Belo conseguira aumentar em 48% o volume de negócios e reduzir num ano o prejuízo de estaleiro de 4,5 para 1,9 milhões de euros. Na opinião de várias fontes ouvidas pelo DN, militares e civis que prestam e prestaram serviço no Arsenal e na Marinha, o seu trabalho estava a conseguir reconquistar a confiança do mercado nacional e internacional da indústria naval.

A própria comissão de trabalhadores reconhece que, neste período, "havia bastante trabalho com a Marinha" e se sentiu "alguma mudança".

Garcia Belo também não quis falar ao DN, mas numa audição parlamentar, a pedido do PCP, em julho passado, não deixou de assinalar que não recebeu "nenhuma orientação estratégica" do Ministério da Defesa, desde que tomou posse, em 2018.

No balanço do seu mandato, desde 2018, o almirante destacou, perante os deputados da comissão de Defesa, o "alinhamento" do Arsenal "com a Marinha", dado que antes "estavam de costas voltadas", e a capacitação para fazer a manutenção dos dois submarinos - Arpão e Tridente -, resultado de um contrato com um estaleiro alemão".

O novo presidente, José Miguel Fernandes, escolhido pelo Ministério da Defesa, não quis falar ao DN. Pela primeira vez na história, o conselho de administração (CA) não integra nenhum oficial da Marinha.

José Fernandes era administrador executivo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova e já presidiu o organismo do Tribunal Constitucional que fazia o controlo dos financiamentos dos partidos políticos.

Em 2013, tinha sido vogal do CA da Arsenal do Alfeite, S.A., de onde saiu marcado por várias decisões polémicas, como despedimentos de técnicos especializados e em rutura com a Marinha, incluindo conflitos com o então comandante da base do Alfeite.

Tensão com os quadros superiores
A sua ação está a ser acompanhada à lupa pelos trabalhadores e pelos dirigentes mais antigos da casa, a quem não causou uma primeira boa impressão.

No início do mês provocou já alguns momentos de tensão, ainda não sanados, quando chamou diretores, chefes de serviço e chefes de divisão, para propor um reajustamento de contratos que levaria a reduções salariais. Alguns pediram demissão, em protesto. Estão em causa, em boa parte dos casos, quadros altamente experientes, militares e civis.

Os vários interlocutores que partilharam com o DN as suas preocupações dizem que a sangria de quadros tem sido dramática e é apontada como uma das causas para o declínio das capacidades do estaleiro.

Antes de 2009, quando o Arsenal se tornou uma sociedade anónima, havia mais de 1200 trabalhadores, entre quadros técnicos e operários. Logo a seguir, regista a comissão de trabalhadores, os recursos humanos ficaram reduzidos a cerca de 700, e atualmente são 465.

"Há uma grande instabilidade social nos estaleiros", afiança António Pereira, técnico com mais de 20 anos de trabalho no Arsenal, que receia também que haja cortes na área da produção, onde estão os operários qualificados.

Fonte oficial do gabinete do ministro da Defesa tranquiliza a comissão de trabalhadores: "Não se prevê qualquer redução no efetivo dos trabalhadores do Arsenal, muito pelo contrário, pretende-se estancar o processo de perda de efetivos que ocorreu na última década. É preciso implementar uma política de recursos humanos de captação, formação e retenção de mão-de-obra qualificada e captação de técnicos especializados, com vista a dar resposta às futuras exigências que procederão da nova estratégia a implementar no âmbito da economia de Defesa", responde.

Quanto à situação dos quadros superiores, o gabinete de João Gomes Cravinho alega que "não se verificou qualquer proposta de redução salarial. Verificou-se, sim, um ajustamento ao nível das comissões de serviço, harmonizando as mesmas no sentido de serem mais coerentes com, precisamente, as demais categorias profissionais".

Segundo ainda esta fonte oficial, a razão para esta medida está no "facto de a reestruturação organizacional, desenhada pela atual administração, ter em vista a melhoria do funcionamento do estaleiro, o que implica, entre muitos outros aspetos, otimizar direções e divisões, para potenciar uma maior eficiência".

Marinha debilitada
A principal vítima da situação no estaleiro é mesmo a Marinha. Neste momento, confirmaram ao DN fontes do ramo, "já há missões a ser recusadas devido ao acumular de navios inoperacionais".

Ao que o DN apurou, junto do fontes militares, pelo menos até meio da passada semana, a frota estava em mínimos históricos: estavam a navegar apenas a fragata Corte Real (das cinco existentes), um navio-patrulha oceânico (dos quatro) - quatro lanchas de fiscalização (em nove) e um dos dois submarinos Tridente (o Arpão está na doca do Alfeite em manutenção, já a derrapar prazos).

"Como exemplo do extremo a que se chegou na exiguidade de meios, na Madeira, à falta de lanchas de fiscalização, este trabalho está a ser feito por uma lancha hidrográfica. Além de a sua tripulação ser constituída essencialmente por cientistas, tem a particularidade de não navegar a mais de oito nós (cerca de 14 km/h), enquanto qualquer pequeno pesqueiro anda a mais de 14 nós", sublinha um oficial ouvido pelo DN.

É impossível dissociar do declínio do estaleiro dos públicos e assumidos atrasos na manutenção e reparação dos navios da nossa Armada.

"A manutenção dos navios da Marinha constitui uma das preocupações centrais, procurando-se inverter a tendência dos últimos 15 anos de acumulação de défice de manutenção dos meios navais", dizia ao DN, em fevereiro passado, o porta-voz do chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Mendes Calado.

Apontava o caso das corvetas, cujos atrasos de manutenção "variam entre um e três anos". No caso das lanchas de fiscalização e hidrográficas, a situação era ainda mais grave, com "um défice de manutenção acumulado, que varia entre os dois e os nove anos".

Desta vez, o gabinete do CEMA não quis responder ao DN sobre a relação com a Arsenal do Alfeite e o trabalho previsto.

Por outro lado, como assinala uma outra fonte do setor, a dependência da Marinha de estaleiros estrangeiros vai aumentando. "Não é conhecida nenhuma medida para o estaleiro vir a ganhar competências nos novos meios da Marinha, nomeadamente a MLU [Mid-Life Upgrade], em curso na Holanda, dos navios da classe Bartolomeu Dias. Pode significar que a médio prazo o Alfeite deixe de aceitar trabalhos tecnológicos, o que já vai acontecendo por falta de formação. E sublinhe-se que o Arsenal tem qualificações únicas na reparação de sistemas de armas, torpedos e mísseis. Isto coloca a Marinha numa situação de dependência de estaleiros estrangeiros, como os da Marinha holandesa, ou de empresas privadas", reflete este quadro superior da construção naval.

Alerta esta fonte que, "por um lado, a Marinha dependerá do estrangeiro para o cumprimento das suas missões, o que leva a questões de soberania nacional; por outro, esta dependência pode fazer que os preços subam e, quando se entra no mundo das empresas privadas, cujo principal objetivo é o lucro, várias questões se põem: e se, no meio, surgir um cliente que pague melhor? No contrato seguinte, será diferente? Ou muda o orçamento cobrado à Marinha?"

Lembra ainda que "a maior dependência de fabricantes estrangeiros implica uma vida útil de equipamentos muito mais curta. Para os fabricantes, a estratégia é vender novo, não manter o velho. Daí que, ao fim de cinco anos, um equipamento é descontinuado, e ao fim de dez é obsoleto. No mercado de consumo pode não ser crítico, mas na indústria militar, onde os preços são muitíssimo elevados, é fatal".

Esta fonte interroga-se: "Haverá intenção de entregar o apelativo orçamento para manutenção da Marinha a privados? Se assim for, em menos de uma década, a Marinha ficará altamente dependente de terceiros, que dificilmente alinharão a sua estratégia empresarial com a estratégia da Marinha e do país."

Governo promete investimento
Confrontado pelo DN, o gabinete de Gomes Cravinho assegura que "a Arsenal do Alfeite, S.A. vai continuar a ter a Marinha como parceiro estratégico, não estando prevista qualquer alteração nesse domínio. O Arsenal é uma empresa cujo acionista único é e continuará a ser o Estado português, através da IdD - Portugal Defence, S.A., que opera no mercado da Defesa e que tem como missão principal manter a esquadra da Marinha".

Quanto à falta dos essenciais recursos humanos, modernização de equipamentos e novas docas, fonte oficial avança que "o investimento no Alfeite passará, entre outros aspetos, pelo reforço da capacidade de alagem para várias unidades ao longo dos próximos anos. A par deste aspeto, a empresa terá também como prioridade a estabilização dos aspetos ligados à manutenção, assegurando autofinanciamento e capacidade para dar retorno ao investimento que nela tem sido feito".

Sobre o facto de a Marinha ter de recorrer cada vez mais a estaleiros no estrangeiro para reparar os seus navios, o gabinete diz que "a questão deverá ser colocada à Marinha" - que, como foi referido, não respondeu.

No entanto, sublinha, "Portugal tem um know-how ímpar no setor naval e o objetivo é criar um cluster naval que inclua competências únicas que sejam reconhecidas nacional e internacionalmente".

Solicitadas informações sobre os investimentos que estão previstos para os estaleiros, a mesmo porta-voz indica que "estão a ser estudados vários projetos que implicarão investimentos no curto, médio e longo prazo, que irão sendo anunciados".

Erro histórico?
Quando Marcelo visitou o estaleiro em 2017 viviam-se momentos de algum alento, após anos de grandes dificuldades financeiras e sem perspetivas de negócios. Nesta altura, havia seis milhões de euros em cofre para alargar uma doca, obra fulcral para a aumentar a capacidade do Arsenal.

Havia uma carteira de encomendas, que incluía a modernização das fragatas da Marinha, a construção de lanchas salva-vidas e a reparação dos submarinos Tridente. Mas a verba para o cais ficou cativada pelo Ministério das Finanças e nunca foi feita até hoje.

A falta desta nova doca é crítica para o estaleiro, pois limita drasticamente a sua capacidade para receber mais navios. Neste momento, o único espaço disponível para acolher embarcações de grandes dimensões está ocupado com o submarino Arpão, para uma manutenção durante 18 meses.

Deveria estar pronto neste ano, mas não deverá estar, também por atrasos provocados pela pandemia. Os estaleiros não pararam, mas os técnicos alemães que integravam a equipa não vieram. Depois será a vez do outro submarino, estando previsto o mesmo tempo de permanência na doca.

"A manutenção dos dois submarinos é o projeto prioritário, no entanto não gera receitas condizentes com o impacto que tem nos restantes trabalhos do estaleiro. Desde logo a impossibilidade de docar uma fragata. A ocupação de 18 meses da única doca de grande dimensão que um estaleiro dispõe para faturar apenas cinco milhões de euros é um negócio de vantagem duvidosa", sublinha um antigo quadro superior do Alfeite que acompanhou o processo.

O desinvestimento na modernização de equipamentos, espaços e mão-de-obra acabou por ser fatal para a construção dos dois salva-vidas. O contrato, no valor de três milhões de euros, foi assinado com a Marinha em fevereiro de 2017, e anunciava-se a sua entrega ao Instituto de Socorros a Náufragos até ao final de 2018.

"Tivemos de equipar tudo de novo, pois a construção destes salva-vidas implicava tecnologia e material que não tínhamos. Foi demorado", explica um ex-dirigente do Arsenal. Estamos em setembro de 2020 e ainda nenhum dos salva-vidas foi entregue. Ao que o DN apurou, está um único construído em fase de testes.

O enigma sobre o futuro do Arsenal do Alfeite mantém-se indecifrável. Como tinha sublinhado, já cética, a comissão de trabalhadores, as declarações de boas intenções não chegam e já foram muitas.

"Estes estaleiros têm 81 anos e capacidades técnicas únicas no país. Existindo a Marinha, tem de existir o Arsenal. São indissociáveis. A transformação do Arsenal do Alfeite em empresa sociedade anónima foi um erro histórico", concluem os representantes dos trabalhadores."



Comentário:

1.º A Marinha é mesmo para desmantelar;

2.º Todos os orgãos de soberania, começando no Tio Celito, assim como o topo das chefias militares são objectivamente incompetentes e negligentes e/ou  traidores:

- Tio Celito - Presidente da República;

Kosta do Castelo, PM

~Tio Titi, Ministro da Defesa

Marco António Costa - Presidente da Comissão Parlamentar Permanente de Defesa Nacional;

. Almirante Silva Ribeiro  - CEMFA;

- Almirante Calado - CEMA
« Última modificação: Setembro 15, 2020, 03:11:49 pm por Luso »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #632 em: Setembro 15, 2020, 03:04:58 pm »
Isto não é puxar a brasa à minha sardinha, longe disso, mas ainda ninguém reparou que esta é a segunda vez que se partilha a notícia em outros tantos tópicos após aqui o ter feito pouco antes das 9h?  :-\
« Última modificação: Setembro 15, 2020, 03:08:35 pm por Charlie Jaguar »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #633 em: Setembro 15, 2020, 03:14:24 pm »
Isto não é puxar a brasa à minha sardinha, longe disso, mas ainda ninguém reparou que esta é a segunda vez que se partilha a notícia em outros tantos tópicos após aqui o ter feito pouco antes das 9h?  :-\

Lamento se estou aqui a repetir o que alguém já fez. Todavia pergunto: o artigo já foi aqui copipeistado?
É que um link é um link (links há muitos!) e um texto e este é um - oh que texto!
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #634 em: Setembro 15, 2020, 03:29:47 pm »
Entretanto o Porto de Sines encomenda lá fora o que podia ser feito no Alfeite.

https://twitter.com/SafehavenMarine/status/1305733342441213952
Abbati, medico, potronoque intima pande
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #635 em: Setembro 15, 2020, 03:56:57 pm »
Isto não é puxar a brasa à minha sardinha, longe disso, mas ainda ninguém reparou que esta é a segunda vez que se partilha a notícia em outros tantos tópicos após aqui o ter feito pouco antes das 9h?  :-\

Lamento se estou aqui a repetir o que alguém já fez. Todavia pergunto: o artigo já foi aqui copipeistado?
É que um link é um link (links há muitos!) e um texto e este é um - oh que texto!

Não faz mal Luso, é só mesmo para a notícia não andar espalhada por diferentes tópicos. E sim, neste mesmo tópico volta só uma página atrás que está lá devidamente colocado e sublinhado. ;)
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #636 em: Setembro 15, 2020, 04:08:09 pm »
Isto não é puxar a brasa à minha sardinha, longe disso, mas ainda ninguém reparou que esta é a segunda vez que se partilha a notícia em outros tantos tópicos após aqui o ter feito pouco antes das 9h?  :-\

Lamento se estou aqui a repetir o que alguém já fez. Todavia pergunto: o artigo já foi aqui copipeistado?
É que um link é um link (links há muitos!) e um texto e este é um - oh que texto!

Não faz mal Luso, é só mesmo para a notícia não andar espalhada por diferentes tópicos. E sim, neste mesmo tópico volta só uma página atrás que está lá devidamente colocado e sublinhado. ;)

Charlie, o texto é magnífico porque é revelador da atitude do regime perante o tema da Defesa Nacional.
A meu ver, a "essência da coisa" encaixa-se em coisas como a privatização do treino de pilotos, se necessário até em Espanha.
https://www.jn.pt/nacional/forca-aerea-contrata-empresa-espanhola-para-formar-pilotos-11824222.html

O artigo do DN desfaz, na minha opinião, os discurso pantomineiro das chefias político-militares e revela definitivamente a irrelevância e negligência do Presidente da República e do Parlamento. Tudo isto revela que sistema político português falhou em toda a linha, sem existir ninguém a fazer os escrutínios que deve fazer.
Pudera: são todos globalistas (PR. , presidente da assembleia da república, oposição, etc).
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #637 em: Setembro 15, 2020, 04:09:29 pm »
E já agora aproveitando o ensejo, depois de se ler com atenção o artigo de hoje no DN sobre o Arsenal e o estado actual da Marinha, é com descrença ou humor que se deve ler sobre as Grandes Opções do Plano para 2021 em diante. ::)

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Grandes Opções do Plano: Investimento na Defesa com "papel fundamental" na recuperação pós-pandemia
13.09.2020 às 22h00

Lusa

O investimento na economia da Defesa poderá ter "um papel fundamental na tarefa prioritária de recuperação da crise pandémica" a partir de 2021, assinala o Governo nas Grandes Opções do Plano (GOP), prometendo "continuar a investir" nas Forças Armadas

"A despesa em defesa é, em primeiro lugar, um investimento nas capacidades necessárias para garantir a liberdade, a segurança e a salvaguarda da vida dos portugueses, mas é igualmente um investimento no tecido económico, na inovação tecnológica, em empresas pequenas, médias e grandes, em novos empregos, e numa maior capacidade exportadora", lê-se no documento que será debatido e votado no parlamento em conjunto com o Orçamento de Estado para 2021. O Governo considera "fundamental continuar a investir em meios e equipamentos para que as Forças Armadas possam cumprir cabalmente as suas missões" e se assumam como "um eficaz garante último da segurança e do bem-estar da população e atuem como uma reserva estratégica indispensável à resiliência do Estado face a emergências complexas". No documento, o executivo realça que a política de Defesa Nacional é "um indispensável instrumento da política externa e de afirmação de Portugal no mundo".

A nível bilateral, o executivo destaca "o papel da política de Cooperação no Domínio da Defesa, principalmente no relacionamento com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e com a República Democrática de Timor-Leste, para a eficácia e a unidade da política externa portuguesa e para o reforço da credibilidade e visibilidade de Portugal no quadro internacional". Por outro lado, as GOP sublinham a necessidade de "prosseguir a adaptação da Defesa Nacional e a transformação das Forças Armadas, por forma a responder tanto aos desafios da inovação tecnológica cada vez mais acelerada, incluindo as novas ameaças decorrentes da utilização abusiva do ciberespaço, como aos compromissos assumidos com os nossos aliados, que representam uma garantia coletiva vital na dissuasão de ameaças à nossa segurança"."O investimento em defesa gerará também valor acrescentado na investigação, na indústria e na inovação e contribuirá para a recuperação, a renovação e a internacionalização da economia portuguesa" e "será ainda crucial na projeção internacional do país, assegurando a interoperabilidade com aliados e o cumprimento cabal das missões de paz e segurança internacionais com que nos comprometemos, nomeadamente no quadro da ONU, da UE e da NATO".

No documento, o Governo reitera a intenção de promover o alargamento do Regime de Contrato Especial e a conclusão do estudo de viabilidade sobre a criação de um quadro permanente de Praças no Exército e na Força Aérea, assinalando também a importância de procurar "novas soluções de recrutamento, retenção e requalificação, a par da aposta na formação, que permitam dar resposta nomeadamente às exigências de áreas tecnologicamente mais densas, como a ciberdefesa e o domínio espacial". Na área do património, as GOP manifestam a intenção do executivo em ampliar a relação com as autarquias, uma vez que "os municípios são um parceiro privilegiado para que os imóveis disponíveis para rentabilização continuem a servir o interesse público, e a sua rentabilização possa prosseguir os interesses, protegidos por lei, das Forças Armadas".

Além do investimento em meios, equipamentos e nos recursos humanos, o Governo sublinha que a Lei de Programação Militar será executada de forma a gerar valor que se "traduza num efeito multiplicador da capacidade operacional, nomeadamente apostando em programas conjuntos e de duplo uso, isto é, que tenham uma aplicabilidade em missões civis, como a experiência da resposta à covid-19 mostrou ser fundamental".

https://expresso.pt/politica/2020-09-13-Grandes-Opcoes-do-Plano-Investimento-na-Defesa-com-papel-fundamental-na-recuperacao-pos-pandemia

P.S. Deixei de ler quando logo no início está escrito que o Governo considera fundamental continuar a investir em meios para as Forças Armadas poderem continuar a cumprir cabalmente a sua missão. Mas pronto, com a manutenção da lenga-lenga do duplo uso pode ser que se materializem o LPD, helicópteros de evacuação, etc, etc. Só os F-35 é que não estou a ver qual poderia ser o seu uso civil... ::)
« Última modificação: Setembro 15, 2020, 04:12:18 pm por Charlie Jaguar »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #638 em: Setembro 15, 2020, 04:19:29 pm »
Apagar fogos com JDAM´s!  :mrgreen:

 
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« Responder #639 em: Setembro 15, 2020, 04:26:55 pm »
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https://expresso.pt/politica/2020-09-13-Grandes-Opcoes-do-Plano-Investimento-na-Defesa-com-papel-fundamental-na-recuperacao-pos-pandemia

P.S. Deixei de ler quando logo no início está escrito que o Governo considera fundamental continuar a investir em meios para as Forças Armadas poderem continuar a cumprir cabalmente a sua missão. Mas pronto, com a manutenção da lenga-lenga do duplo uso pode ser que se materializem o LPD, helicópteros de evacuação, etc, etc. Só os F-35 é que não estou a ver qual poderia ser o seu uso civil... ::)


O artigo "Alfeite" condena como reles propaganda de nível municipal toda essa palheta sobre a defesa nacional.
O sistema todo é um embuste. Não há hoje mais motivos para pensar o contrário e muito menos para conceder o benefício da dúvida.
Aldrabões de quinta categoria. Meros vigaristas, Não passam disso.
« Última modificação: Setembro 15, 2020, 04:28:56 pm por Luso »
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« Responder #640 em: Setembro 15, 2020, 05:30:29 pm »
E já agora aproveitando o ensejo, depois de se ler com atenção o artigo de hoje no DN sobre o Arsenal e o estado actual da Marinha, é com descrença ou humor que se deve ler sobre as Grandes Opções do Plano para 2021 em diante. ::)

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Grandes Opções do Plano: Investimento na Defesa com "papel fundamental" na recuperação pós-pandemia
13.09.2020 às 22h00

Lusa

O investimento na economia da Defesa poderá ter "um papel fundamental na tarefa prioritária de recuperação da crise pandémica" a partir de 2021, assinala o Governo nas Grandes Opções do Plano (GOP), prometendo "continuar a investir" nas Forças Armadas

"A despesa em defesa é, em primeiro lugar, um investimento nas capacidades necessárias para garantir a liberdade, a segurança e a salvaguarda da vida dos portugueses, mas é igualmente um investimento no tecido económico, na inovação tecnológica, em empresas pequenas, médias e grandes, em novos empregos, e numa maior capacidade exportadora", lê-se no documento que será debatido e votado no parlamento em conjunto com o Orçamento de Estado para 2021. O Governo considera "fundamental continuar a investir em meios e equipamentos para que as Forças Armadas possam cumprir cabalmente as suas missões" e se assumam como "um eficaz garante último da segurança e do bem-estar da população e atuem como uma reserva estratégica indispensável à resiliência do Estado face a emergências complexas". No documento, o executivo realça que a política de Defesa Nacional é "um indispensável instrumento da política externa e de afirmação de Portugal no mundo".

A nível bilateral, o executivo destaca "o papel da política de Cooperação no Domínio da Defesa, principalmente no relacionamento com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e com a República Democrática de Timor-Leste, para a eficácia e a unidade da política externa portuguesa e para o reforço da credibilidade e visibilidade de Portugal no quadro internacional". Por outro lado, as GOP sublinham a necessidade de "prosseguir a adaptação da Defesa Nacional e a transformação das Forças Armadas, por forma a responder tanto aos desafios da inovação tecnológica cada vez mais acelerada, incluindo as novas ameaças decorrentes da utilização abusiva do ciberespaço, como aos compromissos assumidos com os nossos aliados, que representam uma garantia coletiva vital na dissuasão de ameaças à nossa segurança"."O investimento em defesa gerará também valor acrescentado na investigação, na indústria e na inovação e contribuirá para a recuperação, a renovação e a internacionalização da economia portuguesa" e "será ainda crucial na projeção internacional do país, assegurando a interoperabilidade com aliados e o cumprimento cabal das missões de paz e segurança internacionais com que nos comprometemos, nomeadamente no quadro da ONU, da UE e da NATO".

No documento, o Governo reitera a intenção de promover o alargamento do Regime de Contrato Especial e a conclusão do estudo de viabilidade sobre a criação de um quadro permanente de Praças no Exército e na Força Aérea, assinalando também a importância de procurar "novas soluções de recrutamento, retenção e requalificação, a par da aposta na formação, que permitam dar resposta nomeadamente às exigências de áreas tecnologicamente mais densas, como a ciberdefesa e o domínio espacial". Na área do património, as GOP manifestam a intenção do executivo em ampliar a relação com as autarquias, uma vez que "os municípios são um parceiro privilegiado para que os imóveis disponíveis para rentabilização continuem a servir o interesse público, e a sua rentabilização possa prosseguir os interesses, protegidos por lei, das Forças Armadas".

Além do investimento em meios, equipamentos e nos recursos humanos, o Governo sublinha que a Lei de Programação Militar será executada de forma a gerar valor que se "traduza num efeito multiplicador da capacidade operacional, nomeadamente apostando em programas conjuntos e de duplo uso, isto é, que tenham uma aplicabilidade em missões civis, como a experiência da resposta à covid-19 mostrou ser fundamental".

https://expresso.pt/politica/2020-09-13-Grandes-Opcoes-do-Plano-Investimento-na-Defesa-com-papel-fundamental-na-recuperacao-pos-pandemia

P.S. Deixei de ler quando logo no início está escrito que o Governo considera fundamental continuar a investir em meios para as Forças Armadas poderem continuar a cumprir cabalmente a sua missão. Mas pronto, com a manutenção da lenga-lenga do duplo uso pode ser que se materializem o LPD, helicópteros de evacuação, etc, etc. Só os F-35 é que não estou a ver qual poderia ser o seu uso civil... ::)

CG, somos geridos por um grupelho de politicozecos, incompetentes, oportunistas, aldrabões e também corruptos do melhor.

Como é possivel que as FFAA, se encontrem no estado de operacionalidade e efectivos que actualmente tem, quando anualmente, o Orçamento que possuem é de cerca de 2500/2900 milhões ??

Só é possivel com um massivo desvio de verbas, as ditas cativações, e com uma aplicação errada das verbas que são alocadas aos poucos projectos de reequipamento, pois, tais valores, se totalmente/devidamente e atempadamente aplicados seriam suficientes para equipar e muito bem umas FFAA de mais de 38.000 efectivos, quando actualmente não possuimos mais de 26.000 !!

Os exemplos aqui aflorados, sobre modernizações e aquisições, bem demonstram o interesse que os ditos responsáveis sejam eles politicos ou Militares, tem na manutenção das diversas instituições Militares, nenhuns, apenas querem manter os seus interesses enquanto podem, nada mais !!!

É por este e outros motivos que eu simplesmente deixei intervir em alguns tópicos, pois a merda é sempre a mesma só as moscas é que mudam, todos os partidos que compoêm ou já fizeram parte de governos, e, os diversos PR, o objectivo é só um, desmembrar, destruir as FFAA Nacionais, demore o tempo que demorar.

Abraços
« Última modificação: Setembro 15, 2020, 05:33:02 pm por tenente »
 
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asalves

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #641 em: Setembro 15, 2020, 05:38:57 pm »
Depois de ler atentamente o artigo, fiquei com a sensação que se pode depreender do mesmo que o atraso no MLU da(s) BD se deve a outras prioridades nos estaleiros de Den Helder, neste caso colocando (e bem) a Marinha Holandesa em primeiro lugar em detrimento dos pelintras portugueses. Seria caso para dizer "vejam e aprendam", mas com um Ministro da Defesa que quando há questões e polémicas com os ramos diz à CS para ir perguntar aos mesmos, penso que não é preciso dizer mais nada pois assim não se vai mesmo a lugar algum. ::)




Eu acho é que tem a ver mais com guito do que outra coisa, certamente existe um contrato com um prazo de execução, e duvido que os estaleiros não cumpram esse prazo de execução.

Secalhar o guito ainda não chegou (como o guito para alargar a doca), ou o desconto no preço foi tão grande que é tipo as oficinas que tem aqueles carros para ir arranjando quando há buracos.
 

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HSMW

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #642 em: Setembro 15, 2020, 08:04:03 pm »
Mas o contrato não tem caderno de encargos? O prazo de pagamento não é a 90 dias após a conclusão dos trabalhos?
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Kalil

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #643 em: Setembro 16, 2020, 11:32:51 am »
Isto não é puxar a brasa à minha sardinha, longe disso, mas ainda ninguém reparou que esta é a segunda vez que se partilha a notícia em outros tantos tópicos após aqui o ter feito pouco antes das 9h?  :-\

Mea culpa, eu postei no tópico das notícias da Marinha sem confirmar se já tinha sido colocada a notícia antes noutro tópico.
Foi somente uma hora depois, mas, de facto, o artigo encaixa nos dois tópicos, é uma notícia sobre o zero naval..
 
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PereiraMarques

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #644 em: Setembro 16, 2020, 09:02:11 pm »
Desta vez calhou à dentista  :mrgreen:

Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020,cfoi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 20 de fevereiro de 2020 pela 7100497 Capitão-de-mar-e-guerra MN MARIA CORREIA DINIZ JÚDICE HALPERN DINIZ, Diretora do Centro de Medicina Naval, à 9100697 Primeiro-tenente TSN-MD ANA CATARINA PAIS MAMEDE RAMOS NUNES, o qual se publica:
A 9100697 Primeiro-tenente Técnica Superior Naval, Médica Dentista ANA CATARINA PAIS MAMEDE RAMOS NUNES destacou, após mais de quatro anos de comissão no Centro de Medicina Naval (CMN) para o Instituto Universitário Militar a fim de frequentar o Curso de Promoção a Oficial Superior.
Durante a sua longa comissão, desempenhou as funções de Chefe da Unidade de Saúde Oral (USO) e foi evidente a forma diligente, organizada e eficaz com que liderou a equipa de médicos dentistas e aí assistentes operacionais auxiliares de ação médica, sob a sua chefia direta, acumulando ainda, a prestação de cuidados de saúde aos utentes do CMN.
No contexto específico do Departamento de Cuidados de Saúde Primários (DCSP), demonstrou elevado espírito de iniciativa no seu desempenho profissional, tendo participado em todas as atividades do DCSP, nomeadamente na revisão de protocolos, na atualização e implementação das diretrizes para OS aprontamentos médico-sanitários, em conformidade com os STANAG’S em vigor, com elevado impacto ao nível da prontidão operacional dos militares assistidos. Teve ainda participação fundamental ao nível da organização logística do seu serviço e acompanhamento das obras de remodelação da USO. Estabeleceu novas regras de gestão de material, de acordo com normativo vigente, reorganizou as aquisições de material estabelecendo com a Direção de Saúde e o seu Departamento Logístico Sanitário relações de cordialidade transparência e eficácia, que se traduziram numa redução significativa do desperdício de material, otimização dos consumos, relativamente aos seus prazos de validade e à demora-média das correntes de abastecimento.
A sua proatividade, traduziu-se também, na promoção das atividades de formação contínua da sua equipa e por um contributo significativo no planeamento de oportunidades formativas para todos os médicos dentistas da unidade, quer a nível específico (especialização complementar em periodontologia e endodontia) bem como na indigitação para cursos no âmbito capacidade de formação da Marinha. De salientar ainda o seu empenho pessoal na formação específica das assistentes operacionais auxiliares de ação médica, na área da assistência dentária e processos de esterilização do material da USO, no sentido de as promover profissional e pessoalmente, contribuindo assim para o desiderato da Direção do CMN que pretendia estimular o desenvolvimento pessoal de cada um.
Além da sua permanente disponibilidade, excelente formação técnico-profissional, dinamismo e elevada vontade de bem servir, a 1TEN TSN-MD Ana Ramos Nunes distingue-se, pela sua enorme empatia e espírito de camaradagem demonstrado, tendo granjeado a estima de todos os utentes, colaboradores e camaradas do CMN.
Assim, é com grande satisfação e justiça que, ao abrigo da competência que me é conferida pelo n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, louvo a 9100697 Primeiro-tenente TSN Médica Dentista ANA CATARINA PAIS MAMEDE RAMOS NUNES, pela
forma muito competente e profissional como desempenhou as exigentes e relevantes funções de Chefe de Unidade de Saúde Oral, que contribuíram significativamente para a eficiência, prestígio e cumprimento da missão do Centro de Medicina Naval e, consequentemente, da Marinha.

[...]
Medalha Militar da Cruz Naval – 3.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea c) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 3.ª Classe, aos seguintes militares:
9100697 Primeiro-tenente TSN MD ANA CATARINA PAIS MAMEDE RAMOS NUNES
[...]


Mais uma do "protocolo"...

Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 25 de junho de 2020, pelo 24581 Contra-almirante CARLOS MANUEL PARREIRA COSTA OLIVEIRA SILVA, Chefe do Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada, à 9101009 Segundo-tenente TSN-COM ANA FILIPA PINHO GOMES, o qual se publica:
A 9101009 Segundo-tenente Técnica Superior Naval de Comunicação ANA FILIPA PINHO GOMES, presta serviço no Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada há cerca de três anos, desempenhando a função de Adjunta do Chefe do Serviço de Protocolo.
Militar muito dedicada, bastante competente e com uma elevada capacidade de organização, alia um vasto conjunto de qualidades pessoais e profissionais a uma experiência, conhecimento e saber acumulado, que a distinguem na exigente área do protocolo.
A tenente Ana Gomes teve um papel determinante na preparação e execução dos eventos associados às comemorações do Dia da Marinha, nomeadamente no Dia da Marinha de 2018, em Peniche, e no Dia da Marinha de 2019, que pela primeira vez se realizou numa cidade do interior, em Coimbra. As cerimónias e os diferentes eventos associados constituíram um enorme desafio de organização e preparação, atenta a especificidade própria de cada região, e o facto de terem contribuído para a promoção da imagem externa da Marinha.
Ao longo deste período houve ainda um número significativo de efemérides que tiveram a coordenação do Gabinete, ou a intervenção e apoio próximo do Gabinete, tanto na área cultural com a realização de concertos pela Banda da Armada, como operacional com as cerimónias de batismo de novos navios, bem como a comemoração de datas relevantes como os 700 anos da Marinha, os 100 anos da Aviação Naval e muitos outros eventos, que exigiram a coordenação interna e externa de diferentes fases do processo de planeamento e execução.
O planeamento das diversas ações de representação, a organização de visitas de altas entidades nacionais e estrangeiras, e os inúmeros eventos e ações protocolares realizados durante o período da sua comissão, constituíram um enorme desafio para a tenente Ana Gomes, sendo reveladores de uma militar competente, disponível, e com qualidades pessoais e militares que se distinguem e que muito contribuem para a promoção da imagem da Marinha no exterior.
Assim, é-me particularmente grato dar público testemunho do meu apreço e consideração pela 9101009 Segundo-tenente TSN-COM ANA FILIPA PINHO GOMES, pelo elevado mérito alcançado no trabalho por si realizado, pela dedicação ao serviço e pela
competência profissional demonstrada de uma forma consistente ao longo de toda a comissão, cujas ações muito têm contribuído para o prestígio e o cumprimento da missão do Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada e, consequentemente, da Marinha.

[...]
Medalha Militar da Cruz Naval – 3.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea c) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 3.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
9101009 Segundo-tenente TSN COM ANA FILIPA PINHO GOMES


E das Relações Públicas...

Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 1 de julho de 2020, pelo 22278 Vice-almirante JORGE MANUEL NOVO PALMA, Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, à 9100316 Subtenente TSN-RP ANDREIA SOFIA SEQUEIRA CORREIA, o qual se publica:
Presta serviço no Estado-Maior da Armada desde 2 agosto de 2016 a 9100316 Subtenente da classe de Técnico Superior Naval — Relações Públicas ANDREIA SOFIA SEQUEIRA CORREIA.
Durante este período, desempenhou, com reconhecida eficácia e eficiência, as funções de oficial de Estado-maior adjunta do Chefe da Área de Representação, Diplomacia e Protocolo da Divisão de Relações Externas e, desde março de 2018, as exigentes funções de Ajudante de Ordens do Vice-almirante Vice-chefe do Estado-Maior da Armada.
Oficial muito responsável e competente, a tenente Andreia Correia evidencia um excelente conjunto de qualidades e aptidões pessoais das quais se destacam a capacidade de organização, dedicação, determinação, iniciativa, eficácia e espírito de cooperação,
correspondendo de forma pronta e meritória aos desafios que lhe são colocados, o que concorre determinantemente para os elevados níveis de desempenho mostrados.
No cumprimento das suas atribuições, a tenente Andreia Correia vem demonstrando ser uma oficial muito leal e aprumada, com uma extraordinária vontade de bem servir, o que aliado a uma sólida formação profissional, contribuiu significativamente para a boa imagem da Marinha, designadamente durante as ações de representação em diversas atividades com destaque para as do âmbito do Plano Anual de Atividades do Grupo de Adidos, assim como as de natureza protocolar associadas ao programa de celebração do Dia da Marinha e do Dia de Portugal. Igualmente, é de inteira justiça realçar o apoio ao secretariado da Comissão de
Acompanhamento para a participação da Marinha nas Comemorações do 5.º Centenário da Viagem de Circum-Navegação de Fernão de Magalhães, apoiando diretamente a coordenação dos projetos da Divisão de Relações Externas em Enterprise Project Managemém (EPM). Já nas escrupulosas funções de Ajudante de Ordens do Vice-almirante Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, evidencia um grande profissionalismo, iniciativa, elevada determinação e rigor na preparação e execução dos processos, a que acresce; um espírito de cooperação exemplar, recentemente patenteado no apoio à organização das reuniões periódicas para a resposta da Marinha à COVID-19, afirmando-se como uma briosa oficial de Estado-maior.
As suas qualidades pessoais e sociais, reconhecidas e enaltecidas pela comunidade dos adidos acreditados em Portugal e também por todos os que com ela privaram neste Estado-Maior, contribuíram para um excelente espírito de camaradagem e bom funcionamento das divisões e do gabinete de apoio ao Vice-chefe do Estado-Maior da Armada.
Assim, é com particular agrado e de inteira justiça que, ao abrigo da competência que me é conferida pelo n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, louvo a 9100316 Subtenente da classe de Técnico Superior Naval - Relações Públicas ANDREIA SOFIA SEQUEIRA CORREIA, pelas qualidades pessoais, militares e profissionais evidenciadas no desempenho das suas funções no Estado-Maior da Armada que contribuíram de forma muito significativa para o cumprimento da missão do Estado-Maior da Armada e, consequentemente, da Marinha.

[...]
Medalha Militar da Cruz Naval – 3.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea c) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 3.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
9100316 Subtenente TSN RP ANDREIA SOFIA SEQUEIRA CORREIA


E claro...mais um copeiro!

Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 16 de setembro de 2019, pelo 21085 Capitão-de-mar-e-guerra ARMANDO PEREIRA DA COSTA VALENTE TINOCO, Comandante da Base Naval de Lisboa, ao 604190 Cabo TFD CARLOS ALBERTO PEREIRA GONÇALVES, o qual se publica:
Após cumprir quatro anos e meio de comissão na Base Naval de Lisboa vai destacar o 604190 Cabo TFD CARLOS ALBERTO PEREIRA GONÇALVES que ao longo deste período desempenhou as funções inerentes ao cargo de Copeiro da Messe de Oficiais, nas quais
manifestou elevado aprumo, rigor e empenho.
O Cabo TFD Gonçalves demonstrou uma robusta formação e experiência profissional e grande capacidade de trabalho, em que a atenção aos detalhes de execução e o elevado brio colocado nas tarefas, aliados ao grande sentido das responsabilidades, fizeram com que se constituísse, no dia-a-dia, uma referência e uma mais-valia para a Messe de Oficiais e para o apoio aos eventos desenvolvidos pela Base Naval de Lisboa em ações de protocolo do Comando Naval.
Para além de um excelente desempenho, o elevado espírito de cooperação e camaradagem que o Cabo TFD Gonçalves sempre evidenciou no trabalho de equipa muito contribuíram para os resultados alcançados pela Subsecção do Rancho, conquistando pela
sua conduta, a confiança, o respeito e a admiração de todos aqueles que com ele trabalharam.
Militar exemplar, disciplinado, possuidor de uma elevada integridade de caráter e um profundo sentido do dever, atitudes que aliadas a uma grande dedicação ao serviço, lhe granjearam o respeito e a consideração dos superiores, pares e subordinados, tornando-o digno de ser apontado como um exemplo a seguir.
Assim, é com grande satisfação e de inteira justiça que, ao abrigo da competência que me é conferida pelo n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, louvo o 604190 Cabo TFD CARLOS ALBERTO PEREIRA GONÇALVES, pelas suas elevadas qualidades militares, profissionais e humanas, amplamente reveladas no desempenho das funções que lhe foram atribuídas, que muito contribuíram para o prestígio e cumprimento da missão da Base Naval de Lisboa e, consequentemente, da Marinha.

Medalha Militar da Cruz Naval – 4.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 28 de julho de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea d) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 4.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
604190 Cabo TFD CARLOS ALBERTO PEREIRA GONÇALVES
 

 

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