Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020

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Cabeça de Martelo

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #15 em: Dezembro 05, 2018, 10:15:30 am »
É pena que pelo menos uma GAC do Exército Português não tenha algo assim.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #16 em: Dezembro 07, 2018, 01:44:46 pm »
Exercício conta com primeiro tiro do lançador múltiplo de foguetes do Sistema ASTROS 2020 na Região Nordeste do Brasil


Citar
Recife (PE) – No dia 22 de novembro, no Campo de Instrução Marechal Newton Cavalcanti (CIMNC), foi realizado, pela primeira vez no Nordeste, o exercício de tiro do Lançador Múltiplo de Foguetes ASTROS 2020, equipamento composto de foguetes SS80, SS60, SS40 e SS30, de alta tecnologia, com capacidade para disparar 190 foguetes em 16 segundos e que está presente nas atividades de instrução do Exército Brasileiro há cerca de 20 anos.

O Lançador Múltiplo de Foguetes ASTROS 2020 é um sistema de apoio de fogo de longo alcance e alta precisão que faz parte dos Programas Estratégicos do Exército. O sistema é formado por viaturas mecanizadas com tecnologia avançada que incluem radares, computadores, navegação por GPS, sistemas de comunicação por rádio digital, estações meteorológicas e sistemas mecânicos e hidráulicos.

A coordenação tática ficou a cargo do 6° Grupo de Mísseis e Foguetes, do Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes do Exército, ambos situados em Formosa (GO), que apoiou a 10ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Recife (PE) durante a realização do Adestramento Avançado 2018.

Para a demonstração, foi deslocado para o campo um módulo reduzido composto por uma viatura posto meteorológico, uma viatura de remuniciamento, uma viatura oficina veicular eletrônica, uma viatura posto comando controle e duas viaturas lançadoras universais.

A atividade foi conduzida com pleno êxito e os resultados foram acima dos previstos pela coordenação do Exército.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/comando-militar-do-nordeste-coordena-primeira-execucao-de-tiro-lancador-multiplo-de-foguetes-do-sistema-astros-2020/8357041




« Última modificação: Setembro 16, 2020, 09:42:40 pm por Vitor Santos »
 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #17 em: Fevereiro 10, 2019, 01:58:17 pm »
Avibras testará dois mísseis táticos de cruzeiro em Base de lançamento de foguetes da FAB


Citar
Entre os dias 25 de fevereiro e 1 de março será realizada no CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno) a Operação ASTROS XVII, com o lançamento de dois mísseis táticos MTC-300 (AV-TM 300) em desenvolvimento pela Avibras.

A Capitania dos Portos já expediu mensagem de ativação de área perigosa na área de lançamento para o período previsto.


 
Até agora foram realizados 16 voos de ensaio. Há ao menos mais quatro em fase de agendamento antes do começo da produção de pré-série.

A Avibras Avibras Aeroespacial está desenvolvendo o Míssil Tático de Cruzeiro (MTC) de 300 Km em parceria com o Exército Brasileiro (EB).

O MTC-300 tem uma cabeça de guerra de 200 kg, utiliza um motor foguete no lançamento e durante o voo de cruzeiro, subsônico, a propulsão é feita por uma turbina desenvolvida também pela Avibrás.

A navegação é feita por uma combinação de plataforma inercial e GPS.

A arma está no limite do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, o MTCR, do qual o Brasil é signatário. O acordo restringe o raio de ação máximo a 300 quilômetros e as ogivas a 500 quilos.


FONTE: https://www.forte.jor.br/2019/02/04/avibras-testara-dois-misseis-taticos-de-cruzeiro-na-barreira-do-inferno/
« Última modificação: Fevereiro 10, 2019, 01:58:48 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #18 em: Abril 05, 2019, 03:24:36 pm »
Astros: Lançadores de Foguetes Múltiplos dos Fuzileiros Navais


 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #19 em: Outubro 03, 2019, 01:42:36 pm »

O Programa ASTROS 2020 tem por objetivo equipar a Força Terrestre com um Sistema de Artilharia de Mísseis e foguetes com alta tecnologia agregada, capaz de atingir alvos entre 15 e 300 km, a partir das plataformas das viaturas do Sistema ASTROS. Com início no ano de 2012 e previsão de término em 2023, o Programa contempla projetos de pesquisa e desenvolvimento, de aquisição e modernização de viaturas do Sistema ASTROS, e de construções de  Organizações Militares.

Míssil Tático de Cruzeiro MTC 300

Desenvolvimento do MTC 300 para o Sistema ASTROS, atendendo aos conceitos de letalidade seletiva e proteção, entregando Produtos de Defesa (PRODE) de elevado valor tecnológico.


 :arrow:  http://www.epex.eb.mil.br/images/pdf/REVISTA-EPEX_2018_S-MARCA-compressed.pdf
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #20 em: Fevereiro 03, 2020, 12:49:29 pm »
Inauguração do Comando de Artilharia do Exército


Formosa (GO) – Quem compareceu ao Forte de Santa Bárbara, em Formosa (GO), para inauguração do Comando de Artilharia do Exército, conferiu de perto como a tecnologia pode ser usada na defesa da nossa pátria. A inauguração do comando faz parte de um programa de transformação e modernização da Força Terrestre, que objetiva a ampliação da capacidade operacional e do poder de dissuasão do Exército.

Segundo o Comandante de Artilharia do Exército, General de Brigada Valério Luiz Lange, o local foi escolhido por diversos motivos. O principal deles foi prover a unidade de esforços para o Exército e para as Forças Armadas.“Aqui nós podemos coordenar melhor a doutrina, as operações e a logística que envolvem os mísseis e foguetes”, afirmou.

Para o Comandante Militar do Planalto, General de Divisão Sérgio da Costa Negraes, essa inauguração é um marco muito importante, pois o Comando Militar de Área recebe uma tropa com um alto poder dissuasório.

O comando é a unidade do Exército Brasileiro responsável pela artilharia de mísseis e foguetes. Nessa área, o destaque é para o sistema de lançamento de mísseis e foguetes Astros 2020, com tecnologia totalmente brasileira. Segundo o Comandante do Exército, General de Exército Edson Leal Pujol, com a inauguração do comando em Formosa, o Exército deu um salto quantitativo e qualitativo no sistema de apoio de fogo. “Estamos saindo do campo tático operacional e entrando na área estratégica, o que proporciona uma maior capacidade de dissuasão para a Força Terrestre e para a defesa das nossas fronteiras e do nosso território”, enfatizou.

O Programa Astros 2020, do Exército Brasileiro, prevê ainda o desenvolvimento do primeiro míssil tático de cruzeiro, uma arma teleguiada que poderá levar até 200 kg de carga bélica e alcançar uma distância de até 300 km.

“Hoje o Exército concretiza mais um projeto significativo: o Astros 2020. É um orgulho ver o poder dissuasório das Forças Armadas aumentado com essa centralização dos meios de foguetes e possíveis mísseis ”, comemorou o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.

Para o Vice-Presidente Antônio Hamilton Martins Mourão, a inauguração do Comando de Artilharia contribui muito com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação. “A pesquisa e o desenvolvimento que vêm sendo feitos, principalmente do nosso míssil guiado, é uma tecnologia que vai servir em outros campos”, explicou.

O final da cerimônia de inauguração foi marcado pelo lançamento de foguetes, como demonstração do poder dissuasório da Força Terrestre.

Comando de Artilharia do Exército

Inicialmente sediado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, o Comando de Artilharia do Exército, composto por dois Grupos de Mísseis e Foguetes e outras três organizações militares de apoio, fixa sua sede no Forte Santa Bárbara, Formosa, no estado de Goiás.

O Comando de Artilharia do Exército, estabelecido em sua nova sede, será o responsável pela artilharia de mísseis e foguetes do Exército Brasileiro, empregando os mais modernos sistemas de defesa existentes no mundo.


 :arrow:  http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/10995548
 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #21 em: Fevereiro 03, 2020, 12:59:26 pm »
A doutrina de emprego do sistema Astros: Apoio logístico ao grupo de mísseis e foguetes


O presente artigo baseia-se em práticas e observações colhidas de manuais doutrinários da Força Terrestre (F Ter) e visa a esclarecer alguns fatos e a tecer algumas considerações do apoio logístico ao Grupo de Mísseis e Foguetes (GMF) nas operações.

Vale ressaltar que o presente trabalho ainda não se constitui em fundamento doutrinário, mas destina-se a orientar o planejamento em exercícios de combate e os temas de estudo das escolas militares, bem como preparar uma nota doutrinária sobre o assunto.

Sua pertinência é fato, uma vez que o apoio logístico proveniente do escalão apoiador ao grupo de mísseis e foguetes ainda não é bem delineado dentro da estrutura operacional da artilharia de mísseis e foguetes do Exército Brasileiro (EB).

Assim, para melhorar o entendimento sobre o presente tema e como considerações iniciais vale registrar os princípios da logística, os quais devem sempre ser considerados e determinantes para a escolha de qualquer linha de ação tática. Outra informação válida nesse momento, refere-se à configuração da cadeia logística, a qual se baseia no acrônimo FAMES:

Flexibilidade (estruturas com mínima rigidez preestabelecida);
Aptabilidade;
Modularidade (a partir de uma estrutura básica mínima, receber módulos que lhe ampliem seu poder de combate ou lhe agreguem capacidades); Elasticidade; e Sustentabilidade.

A expressão “logística na medida certa” sintetiza a capacidade que EB possui de prever e prover o apoio logístico necessário para garantir maiores possibilidades nas operações, seja em alcance, em manobra e/ou duração em combate, sempre levando em consideração os princípios da logística e a sigla FAMES.

Com relação aos níveis de execução e de articulação da logística em operações, registra-se que existe a necessidade de a cadeia logística estar presente, desde a zona de combate (níveis I e II), zona de administração (nível III) até a zona de interior (nível IV).

Entende-se como atividades logísticas da Força Terrestre os seguintes campos de atuação: saúde, engenharia, transporte, manutenção, salvamento, recursos humanos e suprimento.

Dessa forma, este artigo alerta sobre a necessidade de maiores esclarecimentos e padronizações sobre o apoio logístico ASTROS (Artillery Saturation Rockets System, em inglês), nas funções: transporte (Trnp), manutenção (Mnt), suprimento (Sup) e salvamento (Slv), pois, devido às características do sistema, são essas que necessitam de uma previsão particular e pormenorizada.

O CENTRO DE LOGÍSTICA DE MÍSSEIS E FOGUETES

No ano de 2018, o Centro de Logística de Mísseis e Foguetes (C Log Msl Fgt) foi concebido com o intuito de convergir esforços e estruturar o apoio prestado aos GMF, em tempo de paz (zona de interior).

O centro é responsável também pelo planejamento, pela coordenação, pela implantação e pelo controle do suporte logístico integrado (SLI) do sistema de mísseis e foguetes, que tem como objetivo obter altos índices de disponibilidade do material do programa ASTROS e reduzir os custos com o ciclo de vida desse produto estratégico de defesa.

Como visto na Figura 3 (galeria de fotos abaixo), a organização militar logística do Forte Santa Bárbara (FSB) não é operacional. Essa unidade atua somente na zona de interior, contradizendo o entendimento sobre os níveis de execução e articulação da logística em operações.

A magnitude que envolve a constituição organizacional do ASTROS leva em consideração o elevado consumo de suprimentos das classes III e V, aliado à complexidade do transporte e do manejo desses materiais, nas operações. A continuidade e o sucesso nessas atividades dependem da doutrina, envolvendo o planejamento e a execução de toda a cadeia logística de apoio aos GMF.

Evidencia-se, também, que o sistema consegue atuar desde os mais altos escalões de artilharia (batendo prioritariamente alvos de níveis estratégico e operacional – centro de gravidade inimigo) até os escalões subordinados que necessitem de apoio de fogo adicional (alvos em nível tático).

A CAPACIDADE DE MANUTENÇÃO ORGÂNICA DOS GRUPOS DE MÍSSEIS E FOGUETES

Os grupos de mísseis e foguetes possuem a capacidade de realizar a manutenção orgânica, como segue:

Viaturas blindadas oficinas (VB Ofn), orgânicas das baterias de mísseis e foguetes (Bia MF), são capazes de oferecer manutenção até o 3º escalão aos usuários (Gp Log da Seç Cmdo da Bia MF);
Pessoal logístico, que mobilia a turma de Mnt do Gp Log da Seç Cmdo da Bia MF, é capacitado para atuar, também, até o 3º escalão – com auxílio da viatura blindada remuniciadora ASTROS (VB Remn) –, pois muitas das manutenções superiores ao 1º escalão, pela característica do peso do material tratado, têm necessidade do uso do guindaste para acesso a determinados componentes (desde que naquele momento não comprometa o emprego da Vtr no remuniciamento das lançadoras múltiplas universais – LMU); e
Todas as Vtr ASTROS possuem, como componente, cofres de ferramentas para realização das manutenções de 1º escalão e de 2º escalão, havendo necessidade da viatura oficina para realizar todo o 3º escalão de manutenção e para complementar o ferramental de 2º escalão como, por exemplo, o torquímetro.
“Outro fator que também influencia na gestão da manutenção orgânica dos GMF está ligado ao BACKLOG¹, pois ultrapassando uma medida de tempo pré-estimada – possivelmente pelo oficial de logística (E4) da força enquadrante (em caso de operações) – a viatura ou o componente danificado deverá ser transferido da área de trens da bateria até a área de trens do grupo, assim, sucessivamente, até chegar à AVIBRAS².”
A estrutura organizacional de escalões de manutenção dentro do EB estabelece que o usuário deva realizar a manutenção dos equipamentos até o 1º escalão, porém não existe empecilho para exceção à regra, como é o caso da Aviação do Exército.

O CENTRO DE LOGÍSTICA DE MÍSSEIS E FOGUETES: UMA NOVA PROPOSTA OPERATIVA/OPERACIONAL

Quando ativada em operações, a estrutura organizacional do Cmdo Art Ex é denominada de Cmdo Art da Força Terrestre Componente (FTC). Sendo assim, o mesmo poderá ocorrer com a organização militar logística do Forte Santa Bárbara, podendo vir a evoluir para um batalhão de manutenção, suprimento, transporte e salvamento de mísseis e foguetes (B tl Mnt Sup Trnp Slv Msl Fgt), com a estrutura descrita abaixo.

Comando (Cmdo) e seu Estado-Maior (EM);
Centro de Operações Logísticas (COL);
Companhia de Comando e Serviço (Cia Cmdo Sv);
Companhia Logística de Manutenção de Mísseis e Foguetes (Cia Log Mnt Msl Fgt);
Companhia Logística de Suprimento de Mísseis e Foguetes (Cia Sup Mnt Msl Fgt); e
Companhia Logística de Transporte e Salvamento de Mísseis e Foguetes (Cia Trnp e Slv Msl Fgt).
NÍVEIS DE APOIO DO BATALHÃO DE MANUTENÇÃO, SUPRIMENTO, TRANSPORTE E SALVAMENTO DE MÍSSEIS E FOGUETES

Para melhor se enquadrar na estrutura logística vigente no EB, o Btl Mnt Sup Trnp Slv Msl Fgt deve operar, de forma plena (ideal para a força), nos quatro níveis de articulação da logística militar, durante as operações – com a flexibilidade de módulos para exercer as funções logísticas de manutenção, suprimento, transporte e salvamento, nos níveis I, II e III.

Os módulos, de acordo com a conveniência e possibilidades, devem atuar dentro das seguintes estruturas logísticas já desdobradas no terreno:

Nível I Mnt – Módulo 1: em reforço (área de trens do grupo ou bateria), como apoio direto a um grupo ou bateria e/ou inserido na base logística de brigada mais central da área de ação do GMF;
Nível II Mnt – Módulo 2: inserido na base logística terrestre mais eixada com os elementos do GMF apoiados à frente ou eixada com a estrutura logística à frente que também presta apoio ao grupo; e
Nível III Mnt – Módulo 3: inserido na base logística conjunta eixada com os elementos do GMF apoiados à frente ou eixada com a estrutura logística à frente que também presta apoio ao grupo.
Deve, também, possuir flexibilidade diante das estruturas dispostas no terreno, sendo necessária a realização de um estudo (nível estado-maior) para a definição de qual órgão logístico, já desdobrado, receberá os meios (módulos) do Btl Mnt Sup Trnp Slv Msl Fgt.

A unidade de comando, a localização, o aproveitamento de instalações, a economia de meios, o esforço principal, a proximidade dos objetivos e outros aspectos serão levados em consideração, conforme os princípios da logística descritos na Figura 1.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A doutrina de emprego dos GMF permite que suas Bia MF sejam empregadas, quando desejado, de forma descentralizadas e a grandes distâncias uma das outras, dificultando o fluxo logístico interno do grupo.

Consequentemente, para facilitar e não sobre carregar as missões das áreas de trens (AT) dos GMF, é factível que o apoio seja prestado de forma descentralizada. Diante do exposto, para que os módulos (1, 2 e 3), quando ativados, possuam a capacidade desejada deverão ser divididos em duas equipes.

 :arrow:  https://www.defesa.tv.br/a-doutrina-de-emprego-do-sistema-astros-apoio-logistico-ao-grupo-de-misseis-e-foguetes/
 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #22 em: Fevereiro 04, 2020, 11:42:04 am »

Citar
"O Avibras AV-MTC navega impulsionado por uma turbina, movida a querosene de aviação. A precisão, medida em erro circular provável, é menor ou igual a 30 metros. O míssil possui cabeça de guerra (WH – Warhead) unitária e também múltipla (MW – Multiple Warhead). Cada veículo lançador ASTROS2020 pode portar e disparar dois mísseis MTC-300. Importante observar que o míssil adquirido pelo Exército possui alcance muito maior que os 300 km previstos pelo Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (Missile Technology Control Regime – MTCR), pois essa restrição se aplica a exportações do sistema. Os mísseis brasileiros, exclusivos, terão quantos quilômetros de alcance julgarmos necessários para realizar a defesa do Brasil.

Sendo uma arma de defesa de longo alcance e com alto índice de precisão, o MTC-300 poderá ser usado em missões de destruição de grandes infraestruturas, a exemplo de usinas hidrelétricas e refinarias de petróleo. O EB encomendou inicialmente 100 unidades do míssil, a serem entregues entre 2020 e 2023. Tudo isso consta na PORTARIA Nº 431-EME, de 10 de outubro de 2017, que aprova a Diretriz de Implantação do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, e a previsão de sua conclusão é para o inicio da próxima década (2023), se os recursos programados forem devidamente destinados."

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/avibras-mtc-do-exercito-brasileiro-arma-mais-poderosa-do-continente/
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #23 em: Fevereiro 04, 2020, 05:57:52 pm »

Inauguração do Comando de Artilharia do Exército Brasileiro
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #24 em: Fevereiro 09, 2020, 08:33:13 pm »
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #25 em: Fevereiro 13, 2020, 01:51:27 am »
« Última modificação: Setembro 16, 2020, 09:19:48 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #26 em: Abril 18, 2020, 05:53:04 pm »
Organização típica de um Grupo de Mísseis e Foguetes do Exército Brasileiro


Citar
Considerando-se apenas as viaturas do sistema ASTROS:

Uma (1) Bateria de Comando (Bia C), composta por:
Uma (1) Viatura de Comando e Controle (AV-VCC): para o Comando e Controle das diversas missões de tiro do sistema a nível unidade (Três Bias LMFs);
Três (3) Baterias de Mísseis e Foguetes (Bias LMFs), cada uma composta por:
Uma (1) Viatura Posto de Comando e Controle (AV-PCC): para o Comando e Controle das diversas missões de tiro do sistema a nível bateria.
Seis (6) Viaturas Lançadora Múltipla Universal (AV-LMU): capaz de disparar cinco tipos de foguetes com calibres diferentes e, em breve, os mísseis em desenvolvimento;
Três (3) Viaturas Remuniciadora (AV-RMD): para reabastecimento da AV-LMU, carregando duas cargas completas para cada viatura lançadora;
Uma (1) Viatura Unidade Controladora de Fogo (AV-UCF): realiza os procedimentos de direção de tiro (computador para o cálculo dos elementos de tiro) usando radar para rastreamento com posterior correção dos foguetes disparados;
Uma (1) viatura Posto Meteorológico (AV-MET): possibilita o levantamento das condições meteorológicas da posição de tiro;
Uma (1) Viatura Oficina Móvel Veicular (AV-OFVE): possibilita a manutenção eletrônica e mecânica de campo (3º Escalão) das viaturas do sistema.

Poder de fogo:

Cada Grupo de Mísseis e Foguetes do Exército Brasileiro possui dezoito (18) Viaturas Lançadora Múltipla Universal (AV-LMU).
Cada Viatura Lançadora Múltipla Universal (AV-LMU) pode ser municiada com 32 foguetes SS-30, 16 foguetes SS-40 ou 4 foguetes SS-60.
A dotação orgânica de um Grupo de Mísseis e Foguetes é balizada pelo número de rajadas completas existentes na Bateria de Comando (Bia C) e na Bateria de Mísseis e Foguetes (Bia LMF).
Cada Viatura Remuniciadora (AV-RMD) detém o dobro de contêineres lançadores da Viatura Lançadora Múltipla Universal (AV-LMU). Isso dá capacidade para o Grupo de Mísseis e Foguetes carregar cinco rajadas por Bateria, o que representa uma quantidade considerável de munição transportado no TO.

Dotação de munição orgânica de uma Bateria de Mísseis e Foguetes (Bia LMF):

192 foguetes SS-30, ou 96 SS-40 ou 24 SS-60 dentro dos lançadores nas Viaturas Lançadora Múltipla Universal (AV-LMU).
192 foguetes SS-30, ou 96 SS-40 ou 24 SS-60 nas Viaturas Remuniciadora (AV-RMD) do Grupo de Remuniciamento (Gp Rem) da Bateria de Tiro da Bia LMF (Três Viaturas).
384 foguetes SS-30, ou 192 SS-40 ou 48 SS-60 nas Viaturas da Turma de Remuniciamento (Tu Rem), do Grupo de Logística da Seção de Comando e Logística da Bia LMF (seis viaturas).

Fonte: https://bdex.eb.mil.br/jspui/bitstream/123456789/3971/1/TCC_Castilho.pdf?fbclid=IwAR2Y4pHSFZOAAIM9TyS7nwZ4EkLr1D36gkKW21rD8-mrVUQV527YPOTI8OA


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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #27 em: Maio 27, 2020, 07:42:38 pm »
Centro de Avaliações do Exército recebe componentes do radar de rastreio do Sistema ASTROS


Citar
Rio de Janeiro (RJ) – No período de 19 a 21 de maio, o Centro de Avaliações do Exército (CAEx) – “Campo de Provas da Marambaia” – procedeu, em São Bernardo do Campo (SP), ao recebimento em fábrica dos conjuntos pedestal e antena do radar de rastreio que integrará o Sistema Transportável de Rastreamento de Engenhos em Voo (STREV). A implementação do STREV faz parte do Projeto de Instrumentação de Campo de Instrução, que consta do Plano Estratégico do Exército (PEEx) 2020-2023 e integra o Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020.

A modernização desse radar, de fabricação francesa e anteriormente adquirido pelo Exército Brasileiro em 1974, no contexto do desenvolvimento do antigo Sistema ASTROS, representa uma etapa fundamental para a consecução do STREV. O equipamento é um dos componentes primordiais para conferir a almejada capacidade de rastreio de engenhos em voo ao sistema em questão.


O objetivo do recebimento e da inspeção em fábrica, realizados por engenheiros militares do CAEx, foi acompanhar e fiscalizar a execução dos serviços no radar modernizado, de acordo com os requisitos estabelecidos pelo Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) com a empresa contratada Omnisys, subsidiária do Grupo Thales e que integra a Base Industrial de Defesa (BID).

Após concluído, o STREV conferirá uma nova e importante capacidade de teste e avaliação ao CAEx, possibilitando o rastreio do voo de mísseis, foguetes, munições de armamento pesado e sistemas aéreos remotamente pilotados (SARP), constituindo-se, dessa forma, em uma singular ferramenta laboratorial e metrológica transportável e customizada para apoiar a pesquisa e o desenvolvimento desses produtos de defesa pelo Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército (SCTIEx) e pela BID.

Antes da missão, a equipe do CAEx recebeu as devidas orientações de saúde e os equipamentos de proteção individual, de forma a cumprir as medidas sanitárias preventivas estabelecidas nas diretrizes do Comandante do Exército e do Chefe do DCT para a prevenção e o combate à COVID-19 e nas Notas Técnicas expedidas pela Diretoria de Saúde acerca do assunto, a fim de preservar a saúde dos militares e de seus familiares e manter a capacidade operativa dos quadros do SCTIEx.

Fonte: CAEx - https://www.defesaaereanaval.com.br/exercito/centro-de-avaliacoes-do-exercito-recebe-componentes-do-radar-de-rastreio-do-sistema-astros
 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #28 em: Setembro 16, 2020, 09:24:08 pm »
Míssil Tático de Cruzeiro está em fase final, diz ministro


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O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse hoje (15), em Manaus, que o projeto de criação de um míssil brasileiro capaz de percorrer 300 quilômetros de distância até seu alvo final está “em fase final de desenvolvimento”.

“Falta muito pouco para ele complementar a artilharia de foguetes do Exército brasileiro, dando-nos um poder dissuasório muito grande”, respondeu o ministro ao ser perguntado sobre o atual estágio de produção do Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300 – cujo desenvolvimento, junto com o Foguete Guiado SS-40, faz parte do Projeto Estratégico Astros 2020, lançado em 2011, durante o governo Dilma Rousseff, que, à época, concedeu R$ 45 milhões de crédito para aquisição de todo um novo sistema com alta mobilidade e capaz de lançar mísseis e foguetes a longas distâncias.

Com alcance de até 300 quilômetros de distância e uma precisão de até 30 metros, o armamento desenvolvido pela companhia nacional Avibrás ampliará o poderio bélico brasileiro, podendo ultrapassar os limites do território nacional e atingir alvos estratégicos muito além da capacidade dos foguetes hoje em uso no Brasil. Atualmente, a família de foguetes Astros compreende quatro modelos com menor alcance que variam entre 30, 40, 60 e 80 quilômetros.

O principal objetivo do AV-TM 300, conforme sugere o ministro ao mencionar o “poder dissuasório” do armamento, é desencorajar eventuais ameaças externas. Além disso, o projeto Astros 2020 prevê outras iniciativas para dotar o país de “meios capazes de prestar um apoio de fogo de longo alcance, com elevada precisão e letalidade”. Entre estas iniciativas está a implantação de unidades militares de mísseis e foguetes, de um centro de instrução e de bases administrativas.

A previsão inicial era de que as primeiras unidades do AV-TM 300 fossem entregues ao Exército ainda este ano, mas ao ser questionado sobre os prazos, Silva respondeu acreditar na “possibilidade” de serem entregues entre 2021 e 2022.

Exercício

Uma bateria do sistema de lançadores múltiplos de foguetes Astros 2020, já em uso pelo Exército, foi deslocada de Formosa (GO), a cerca de 90 quilômetros do centro de Brasília (DF), até a região de Manaus, onde, até o próximo dia 23, efetivos das Forças Armadas participam de um exercício militar coordenado pelo Exército.

Batizado de Operação Amazônia, o treinamento envolve cerca de 3.600 militares, e simula um ataque externo à região amazônica. “Fiquei impressionado com a concentração estratégica dos meios, particularmente do Exército brasileiro”, comentou o ministro da Defesa, que chegou ontem (14) à região para acompanhar o exercício militar.

De acordo com Silva, foram necessários dois meses para transportar a bateria do sistema de lançadores de foguetes pertencente ao 6º Grupo de Mísseis e Foguetes de Formosa até próximo a capital amazonense. “Foram dois meses de deslocamento até ele ser posicionado nos pontos para treinamento. O que demonstra a mobilidade dos meios do Exército.”

Presente no exercício, o comandante do Exército, Edson Leal Pujol, destacou a importância dos militares brasileiros estarem aptos a atuar na região. “A preparação para estarmos aptos a defender este rincão da Nação é extremamente importante. É um esforço muito grande, mas é nosso dever para com a sociedade brasileira nos prepararmos e treinarmos para se, um dia, houver a necessidade de defendermos nossa Amazônia. Por tudo que ela representa em termos de riquezas minerais, biodiversidade, para a economia e para a vida dos brasileiros”, disse Pujol.

 :arrow:  https://www.forte.jor.br/2020/09/16/missil-tatico-de-cruzeiro-esta-em-fase-final-diz-ministro/

 

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Vitor Santos

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Re: Sistema de mísseis e foguetes ASTROS 2020
« Responder #29 em: Setembro 16, 2020, 09:30:29 pm »
Astros como força dissuasora


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Os 20 disparos de foguetes do Astros realizados pela Artilharia do Exército hoje (15/09), no quilômetro 61 da rodovia AM-010, causaram impressão positiva no Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, no Comandante do Exército, Edson Leal Pujol, e no Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, também Comandante do Teatro de Operações Norte da Operação Amazônia.

Os 4 disparos de foguetes SS-40, inicialmente, e 16 na sequência com os SS-30, mostraram a vanguarda tecnológica da artilharia brasileira, a partir do Forte de Santa Bárbara em Formosa/GO. Sob o comando do General de Brigada Valério Luiz Lange, a artilharia de foguetes brasileira está muito bem posicionada no panorama das forças de dissuasão na América Latina. "Nós nos mobilizamos por 3.600 quilômetros, distância similar à de Paris até Moscou”, destacou.

O Comandante do Exército frisou que os disparos foram totalmente satisfatórios, o que evidencia que a tecnologia nacional do Astros se apresenta com eficiência e dentro das conformidades das necessidades do Exército. Ele observou, também, que o foguete de 80 quilômetros faz parte do arsenal brasileiro e que o míssil tático de 300 quilômetros está em fase avançada de desenvolvimento.

No entendimento do Ministro da Defesa, a Operação Amazônia está mostrando a capacidade de mobilização, logística e combate do Exército Brasileiro em conjunto com a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira, que também participam da operação. Especificamente sobre os disparos dos foguetes Astros, ele se mostrou plenamente satisfeito.

O Comandante do Teatro de Operações Norte, General de Exército Theophilo, no âmbito do conflito entre as nações Vermelha (força invasora) e Azul, que partiu para a contraofensiva disparando nas posições dos vermelhos localizadas em Manacapuru, destacou que com essa barreira de fogos profundos dos foguetes Astros, as forças vermelhas foram afetadas. Segundo ele, isso permitirá a entrada das forças terrestres de Azul no terreno invadido, conquistando novas posições, o que fará a diferença no conflito de forma favorável a Manaus, capital da nação Azul.

Jornalista ANTONIO XIMENES

 :arrow:  http://www.cma.eb.mil.br/operacoes/index.php?option=com_content&view=article&id=351&catid=59&Itemid=383

 

 

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