Relativamente a este tema, aguardo pacientemente a publicação de novidades sa aquisição das EVO.
Se a configuração for algo no estilo que todos desejamos, com os 32 VLS, 8 deles capazes de suportar mísseis com capacidade de ataque em profundidade a alvos terrestres, com a integração dos mísseis necessários à intercepção de mísseis balísticos, e com a incorporação de pelo menos um helicóptero full ASuW/ASW, penso que teremos de acalmar os nossos desejos.
Não existirão nos próximos 5 anos (até à chegada das EVO) investimentos em mais fragatas e, possivelmente, o foco será a aquisição de submarinos.
As VDG e BD vão manter-se por cá mais 10 anos e, possivelmente, em 2030 começaremos a negociar outras 3 fragatas para recebermos em 2035.
Entretanto incorporamos 3 EVO, 2 NRE, 1 PNM e 6 NPO. A juntar a 2 BD e 2 VDG, não me parece mau, sobretudo se comparado com a realidade atual.
A dúvida será se vêm submarinos até lá, via LPM.
Tudo isto pode ser alterado com o aparecimento em 2 ou 3 anos de um novo SAFE, que poderá potenciar o acelerar de alguns investimentos ou o aparecimento de outros, os tais sonhos da MP, que continuo a não entender bem.
Penso que "dispersarem" a conversa dos submarinos para um LPD, por exemplo, a ser verdade, é um péssimo trabalho da MP perante a classe política, que se vai limitar a não avançar com nenhum.
Mais, tendo o tabu "submarinos" sido ultrapassado pelo anterior CEMA, sem grande ruído, só tinham a ganhar capitalizando o foco nessa aquisição para aproveitar o momento.
Abraço