O Reapetrechamento da Marinha

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Duarte

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3060 em: Hoje às 07:34:38 pm »
Aqui a grande incógnita é o que pretendem fazer com as BD e as VdG depois de 2030… quais se mantêm e quais são abatidas/vendidas? As BD têm ESSM e Harpoon block II, mas pelo que percebi (posso estar errado), não há grande intenção de as equipar com sonar rebocado ou com radar de longo alcance melhor, pelo que neste momento são razoáveis fragatas GP para emprego em missões de baixa e média intensidade, mas pouco mais… as VdG vão ter sanar rebocado e radar melhorado (certo? Alguém que me corrija se eu estiver enganado), mas os mísseis não vão ser modernizados (os SeaSparrow vão-se manter ou vão ser eliminados?) e vão levar o segundo Phalanx à proa, sendo a intenção transformá-los os em navios principalmente ASW.

Indo as FREEM ocupar o nicho de alta intensidade (NATO, defesa ABM se comprarem os Aster 30 B1 e B1 NT, etc.),  NPO 3S a defesa ASW costeira (e, presumivelmente, os 1S e 2S a luta MCM), a grande necessidade é luta AsW oceânica no triângulo estratégico português e nos acessos a Gibraltar. Isso, e o fato de que as VdG vão estar acabadinhas de terminarem o MLU em 2030, leva-me a crer que a intenção poderá ser vender as BD (que ainda vão render uns trocos decentes) e manter as VdG até meados da década e serem substituídas por EPC ou fragatas usadas em segunda mão (FREMM IT ASW?)

A Marinha planeia substituir cinco fragatas antigas por seis novas, mas isso só começará depois da assinatura do contrato FREMM e da sua construção.
Sem o MLU das VdG, haveria um “gap” operacional crítico.

O que sabemos:  o MLU já estava previsto desde 2020
O orçamento para modernizar as Vasco da Gama foi aprovado em 2020, mas só agora avançou devido a atrasos e prioridades anteriores (como a modernização das Bartolomeu Dias). O programa foi formalmente autorizado em 2022 com um teto de 120 milhões de euros.

A NSPA já lançou o concurso e o processo está em execução

O que o MLU realmente faz:
O MLU não transforma as fragatas, apenas garante que continuam seguras e operacionais por mais uns anos:

Revisão estrutural e mecânica
Atualização de sistemas de combate e comunicações
Modernização de sensores selecionados
Trabalhos de prolongamento de vida útil
Integração de novos sistemas de navegação e C2

É um programa de sobrevivência apenas, não de salto tecnológico.

O plano deve ser:

2026–2030: MLU das Vasco da Gama para manter 5 fragatas operacionais, que deve ser o mínimo exigido pela NATO

2030–2035: Chegada das FREMM EVO, substituição faseada das fragatas mais antigas, ou em pior estado.

2035–2045: Entrada de EPC, mais FREMM, outras fragatas em segunda mão ou fragatas ECV?  Substituição final das MEKO remanescentes

Sem o MLU, a Marinha não conseguiria cumprir compromissos NATO nem manter presença no Atlântico.
« Última modificação: Hoje às 07:35:14 pm por Duarte »
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“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3061 em: Hoje às 07:46:56 pm »
Aqui a grande incógnita é o que pretendem fazer com as BD e as VdG depois de 2030… quais se mantêm e quais são abatidas/vendidas? As BD têm ESSM e Harpoon block II, mas pelo que percebi (posso estar errado), não há grande intenção de as equipar com sonar rebocado ou com radar de longo alcance melhor, pelo que neste momento são razoáveis fragatas GP para emprego em missões de baixa e média intensidade, mas pouco mais… as VdG vão ter sanar rebocado e radar melhorado (certo? Alguém que me corrija se eu estiver enganado), mas os mísseis não vão ser modernizados (os SeaSparrow vão-se manter ou vão ser eliminados?) e vão levar o segundo Phalanx à proa, sendo a intenção transformá-los os em navios principalmente ASW.

Indo as FREEM ocupar o nicho de alta intensidade (NATO, defesa ABM se comprarem os Aster 30 B1 e B1 NT, etc.),  NPO 3S a defesa ASW costeira (e, presumivelmente, os 1S e 2S a luta MCM), a grande necessidade é luta AsW oceânica no triângulo estratégico português e nos acessos a Gibraltar. Isso, e o fato de que as VdG vão estar acabadinhas de terminarem o MLU em 2030, leva-me a crer que a intenção poderá ser vender as BD (que ainda vão render uns trocos decentes) e manter as VdG até meados da década e serem substituídas por EPC ou fragatas usadas em segunda mão (FREMM IT ASW?)

A Marinha planeia substituir cinco fragatas antigas por seis novas, mas isso só começará depois da assinatura do contrato FREMM e da sua construção.
Sem o MLU das VdG, haveria um “gap” operacional crítico.

O que sabemos:  o MLU já estava previsto desde 2020
O orçamento para modernizar as Vasco da Gama foi aprovado em 2020, mas só agora avançou devido a atrasos e prioridades anteriores (como a modernização das Bartolomeu Dias). O programa foi formalmente autorizado em 2022 com um teto de 120 milhões de euros.

A NSPA já lançou o concurso e o processo está em execução

O que o MLU realmente faz:
O MLU não transforma as fragatas, apenas garante que continuam seguras e operacionais por mais uns anos:

Revisão estrutural e mecânica
Atualização de sistemas de combate e comunicações
Modernização de sensores selecionados
Trabalhos de prolongamento de vida útil
Integração de novos sistemas de navegação e C2

É um programa de sobrevivência apenas, não de salto tecnológico.

O plano deve ser:

2026–2030: MLU das Vasco da Gama para manter 5 fragatas operacionais, que deve ser o mínimo exigido pela NATO

2030–2035: Chegada das FREMM EVO, substituição faseada das fragatas mais antigas, ou em pior estado.

2035–2045: Entrada de EPC, mais FREMM, outras fragatas em segunda mão ou fragatas ECV?  Substituição final das MEKO remanescentes

Sem o MLU, a Marinha não conseguiria cumprir compromissos NATO nem manter presença no Atlântico.
Eu não estou a colocar em causa a necessidade de extensão de vida das VdG, só estou curioso para saber quais vão ser as fragatas abatidas ao serviço quando as FREMM chegarem, porque a Marinha não tem tripulações para sete fragata e 10 NPO…

Quanto ao número eventual de fragatas, onde viste que a Marinha pretende operar seis? Tens alguma fonte?

P.S.- E já li em vários sítios que as VdG iam ter os Harpoon retirados, um Phalanx adicionado à leoa e um sonar rebocado adicionado. Precisaria de ir ver se encontro as referências (já foi há algum tempo) e  não sei se a intenção se mantém, ou se é mesmo só colar com cuspo para ver se aguentam mas cinco ânimos..
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3062 em: Hoje às 09:09:46 pm »

Eu não estou a colocar em causa a necessidade de extensão de vida das VdG, só estou curioso para saber quais vão ser as fragatas abatidas ao serviço quando as FREMM chegarem, porque a Marinha não tem tripulações para sete fragata e 10 NPO…

Quanto ao número eventual de fragatas, onde viste que a Marinha pretende operar seis? Tens alguma fonte?

P.S.- E já li em vários sítios que as VdG iam ter os Harpoon retirados, um Phalanx adicionado à leoa e um sonar rebocado adicionado. Precisaria de ir ver se encontro as referências (já foi há algum tempo) e  não sei se a intenção se mantém, ou se é mesmo só colar com cuspo para ver se aguentam mas cinco ânimos..

O Subsea referiu aqui o desejo da Marinha de ter 6 fragatas. Este número deve-se com certeza não só às reais necessidades da Marinha, mas também, é de supor por algum target NATO? Mas já vi esta afirmação em vários lugares:

Citar
“A Marinha Portuguesa já está a procurar substituto para a sua atual frota de três fragatas da classe Vasco da Gama e duas da classe Bartolomeu Dias.”

“Portugal busca seis nuevas fragatas de hasta 6.000 toneladas, lo que da opciones a las F-110 españolas”

O aumento da força naval de 5 para 6 fragatas é referido como objetivo estratégico.

https://www.infodefensa.com/texto-diario/mostrar/5366331/portugal-busca-seis-nuevas-fragatas-hasta-6000-toneladas-da-opciones-f-110-espanolas

Parece-me que a classe Bartolomeu Dias será a primeira a ser desativada, seguida da classe Vasco da Gama.
Esta é a única sequência que faz sentido quando se conjuga a idade dos navios (as duas classes são mais ou menos da mesma geração, embora as BD são ligeiramente mais novas), o histórico de modernização e o atual plano de regeneração da Marinha Portuguesa.

Acho que a classe Bartolomeu Dias será a primeira a ser desativada por dois factos de reportagens recentes deixam claro:

https://defensearchives.com/editorials/portugals-frigate-mlu/

A classe Bartolomeu Dias já concluiu a sua modernização completa em 2022, e esta modernização foi concebida apenas para a manter operacional até meados da década de 2030.

Entraram ao serviço em 1994-1995, sendo ligeiramente mais novas que a classe Vasco da Gama, mas a sua modernização foi mais ligeira e concebida como uma ponte, não como um prolongamento da vida útil como a que se está a fazer às duas VdG.

A Marinha espera que estes navios se mantenham operacionais até cerca de 2035, após o que serão substituídos pelas primeiras entregas das FREMM EVO.

Porque é que a classe VdG será retirada mais tarde? Embora entraram ao serviço entre 1991 e 1992, pelo que são um pouco mais antigas que as BD, no entanto agora estão a receber um MLU especificamente para prolongar a sua vida útil até 2035 e talvez além.

Como o MLU está a acontecer agora, a Marinha pretende manter a classe Vasco da Gama em serviço durante mais tempo, provavelmente até ao início da década de 2040, dependendo dos calendários de entrega das FREMM e, posteriormente, das EPC, ECV, etc.

Isto é apenas especulação minha, mas acho que os factos confirmam mais esta possibilidade. Só o facto de haver concurso NSPA para adicionar 2 x RWS 12,7mm às VdG (e não as BD) indica que estas são para ser usadas por mais tempo. Pormenor, mas significativo.
« Última modificação: Hoje às 09:43:40 pm por Duarte »
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3063 em: Hoje às 09:49:02 pm »
Citar
P.S.- E já li em vários sítios que as VdG iam ter os Harpoon retirados

Acho improvável.. a Marinha adquiriu kits Harpoon Block II em 2024 para modernizar o inventário existente .
Estes kits destinam‑se a manter a capacidade antinavio ativa até à chegada das FREMM EVO.
Remover os Harpoon agora seria contraditório com a modernização recente do inventário e com a necessidade de manter capacidade de superfície até 2035–2040.

Quanto aos Phalanx extra, mais depressa vão parar nos NRE+, mas o concurso NSPA fala em "additional CIWS"

Citar
Government Furnished Equipment will be a second Phalanx CIWS (Portugal is said to have two more in stock), a Towed Array Sonar with an active and passive mode, 12.7mm RWS, SATCOM, etc.

The vessels current armament will only be refurbished, this includes the 100mm main gun, the Phalanx currently installed, the Mk.29 launcher for RIM-7 Sea Sparrow, HSCLCS V6/7 Harpoon launchers and sonar.

Below is the scope of supply for the ships, and a graph detailing who supplies which systems via NSPA.

« Última modificação: Hoje às 10:07:19 pm por Duarte »
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3064 em: Hoje às 10:42:58 pm »
Citar
P.S.- E já li em vários sítios que as VdG iam ter os Harpoon retirados

Acho improvável.. a Marinha adquiriu kits Harpoon Block II em 2024 para modernizar o inventário existente .
Estes kits destinam‑se a manter a capacidade antinavio ativa até à chegada das FREMM EVO.
Remover os Harpoon agora seria contraditório com a modernização recente do inventário e com a necessidade de manter capacidade de superfície até 2035–2040.

Quanto aos Phalanx extra, mais depressa vão parar nos NRE+, mas o concurso NSPA fala em "additional CIWS"

Citar
Government Furnished Equipment will be a second Phalanx CIWS (Portugal is said to have two more in stock), a Towed Array Sonar with an active and passive mode, 12.7mm RWS, SATCOM, etc.

The vessels current armament will only be refurbished, this includes the 100mm main gun, the Phalanx currently installed, the Mk.29 launcher for RIM-7 Sea Sparrow, HSCLCS V6/7 Harpoon launchers and sonar.

Below is the scope of supply for the ships, and a graph detailing who supplies which systems via NSPA.


As VdG não podem, nem vão poder, disparar os Harpoon Block II, nem os ESSM Block II… os Harpoon e os SeaSparrow das VdG estão obsoletos (e mais vão estar em 2030) e não se perde muito em os retirar de serviço… quando as FREMM chegarem, vão ser elas a garantir a capacidade anti-navio e anti-aérea, sendo ambas muito superiores ao que as BD têm…
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3065 em: Hoje às 10:48:53 pm »

Eu não estou a colocar em causa a necessidade de extensão de vida das VdG, só estou curioso para saber quais vão ser as fragatas abatidas ao serviço quando as FREMM chegarem, porque a Marinha não tem tripulações para sete fragata e 10 NPO…

Quanto ao número eventual de fragatas, onde viste que a Marinha pretende operar seis? Tens alguma fonte?

P.S.- E já li em vários sítios que as VdG iam ter os Harpoon retirados, um Phalanx adicionado à leoa e um sonar rebocado adicionado. Precisaria de ir ver se encontro as referências (já foi há algum tempo) e  não sei se a intenção se mantém, ou se é mesmo só colar com cuspo para ver se aguentam mas cinco ânimos..

O Subsea referiu aqui o desejo da Marinha de ter 6 fragatas. Este número deve-se com certeza não só às reais necessidades da Marinha, mas também, é de supor por algum target NATO? Mas já vi esta afirmação em vários lugares:

Citar
“A Marinha Portuguesa já está a procurar substituto para a sua atual frota de três fragatas da classe Vasco da Gama e duas da classe Bartolomeu Dias.”

“Portugal busca seis nuevas fragatas de hasta 6.000 toneladas, lo que da opciones a las F-110 españolas”

O aumento da força naval de 5 para 6 fragatas é referido como objetivo estratégico.

https://www.infodefensa.com/texto-diario/mostrar/5366331/portugal-busca-seis-nuevas-fragatas-hasta-6000-toneladas-da-opciones-f-110-espanolas

Parece-me que a classe Bartolomeu Dias será a primeira a ser desativada, seguida da classe Vasco da Gama.
Esta é a única sequência que faz sentido quando se conjuga a idade dos navios (as duas classes são mais ou menos da mesma geração, embora as BD são ligeiramente mais novas), o histórico de modernização e o atual plano de regeneração da Marinha Portuguesa.

Acho que a classe Bartolomeu Dias será a primeira a ser desativada por dois factos de reportagens recentes deixam claro:

https://defensearchives.com/editorials/portugals-frigate-mlu/

A classe Bartolomeu Dias já concluiu a sua modernização completa em 2022, e esta modernização foi concebida apenas para a manter operacional até meados da década de 2030.

Entraram ao serviço em 1994-1995, sendo ligeiramente mais novas que a classe Vasco da Gama, mas a sua modernização foi mais ligeira e concebida como uma ponte, não como um prolongamento da vida útil como a que se está a fazer às duas VdG.

A Marinha espera que estes navios se mantenham operacionais até cerca de 2035, após o que serão substituídos pelas primeiras entregas das FREMM EVO.

Porque é que a classe VdG será retirada mais tarde? Embora entraram ao serviço entre 1991 e 1992, pelo que são um pouco mais antigas que as BD, no entanto agora estão a receber um MLU especificamente para prolongar a sua vida útil até 2035 e talvez além.

Como o MLU está a acontecer agora, a Marinha pretende manter a classe Vasco da Gama em serviço durante mais tempo, provavelmente até ao início da década de 2040, dependendo dos calendários de entrega das FREMM e, posteriormente, das EPC, ECV, etc.

Isto é apenas especulação minha, mas acho que os factos confirmam mais esta possibilidade. Só o facto de haver concurso NSPA para adicionar 2 x RWS 12,7mm às VdG (e não as BD) indica que estas são para ser usadas por mais tempo. Pormenor, mas significativo.
Concordo, só acho que os prazos que avanças não são realistas. A Marinha não consegue guarnecer 7 fragatas e 10 NPO entre 2030 e 2035-40, duas ou três das fragata atuais vão ter que ser retiradas/vendidas em 2030 para guarnecer as FREMM. Ambos achamos que o mas provável é serem as BD. Se as venderem, juntamente com os Harpoon II e os ESSM II, só vai aumentar ao preço de venda e torná-las mais desejáveis… se vamos migra para a linha logística da MBDA, então esses mísseis tornam-se redundantes…