Economia nacional

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Daniel

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Re: Economia nacional
« Responder #330 em: Fevereiro 09, 2021, 09:46:06 am »
Portugal só recupera nível de dívida pré-Covid em 2028
https://eco.sapo.pt/2021/02/09/portugal-so-recupera-nivel-de-divida-pre-covid-em-2028/
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De acordo com as projeções dos técnicos da Comissão Europeia, Portugal só conseguirá recuperar o nível de dívida pública pré-Covid em 2028. A dívida pública portuguesa subiu 16,5 pontos percentuais num só ano por causa da crise pandémica e reverter este aumento vai demorar pelo menos oito anos, de acordo com as últimas projeções dos técnicos da Comissão Europeia no relatório Debt Sustainability Monitor 2020 divulgado na passada sexta-feira. Só em 2028 é que Portugal voltará a ter um rácio (116,8% do PIB) inferior ao nível pré-Covid (117,2% do PIB em 2019. No cenário base (há cenários melhores e piores) da Direção-Geral para os Assuntos Económicos e Financeiros, a dívida pública portuguesa terá atingido um pico em 2020 nos 135,2% do PIB — valor desatualizado face aos 133,7% apurados pelas autoridades estatísticas na semana passada — e passará o resto da década a cair até chegar ao nível anterior à pandemia em 2028.

Contudo, o ritmo da queda será lento e no final de 2030 o rácio ainda continuará acima do “limiar psicológico” dos 100% do PIB. Apesar de parecer pouco uma vez que a dívida continuará num nível elevado, os técnicos notam que Portugal (a par do Chipre e da Irlanda) será dos países da UE que mais vai reduzir o endividamento nos próximos anos.

A boa notícia é que os custos de manter essa dívida pública, a terceira mais elevada da União Europeia neste momento, continuarão a descer ao longo dos anos. Em 2018, Portugal pagou uma fatura de juros equivalente a 3,4% do PIB, mas em 2020, apesar da subida do endividamento, esse custo baixou para 2,9% e assim vai continuar até atingir os 1,8% do PIB no final da década.

Este é o resultado da política de juros baixos do Banco Central Europeu (BCE), assim como da confiança dos investidores de que Portugal é capaz de reembolsar a sua dívida no médio prazo, como mostra o próximo gráfico. Os técnicos explicam que esta é uma diferença significativa face à crise financeira mundial de 2008/2009 em que os custos de financiamento aumentaram, em vez de descerem. Além disso, relembram que nos últimos anos os países têm aumentado a maturidade da dívida pública, contribuindo para “mitigar os ricos de stress financeiro”.

Ainda assim, Portugal faz parte dos oito países europeus identificados pela Comissão Europeia como sujeito a um “elevado risco” no médio prazo, junto da Bélgica, Espanha, França, Itália, Roménia, Eslovénia e Eslováquia (a Grécia tem uma análise especial, diferente dos restantes Estados-membros). No longo prazo, o risco é “médio” e a posição orçamental aparenta ser melhor do que a de outros países europeus, mas cautela é a palavra de ordem por causa dos custos com o envelhecimento e os cuidados de saúde continuados.
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Re: Economia nacional
« Responder #331 em: Fevereiro 09, 2021, 11:35:50 am »
Inédito. Portugal paga taxa abaixo de zero para se financiar a 10 anos

A grande questão é porquê? Essa malta gosta de perder dinheiro? Deram em filantropos? Pois é........
A resposta é simples, graças ao Mario Draghi quando esteve na Presidência do BCE (esse capitalista que foi Vice-Presidente do Goldman Sachs), salvou o Euro e muitos países da UE ao “obrigar” o BCE a comprar dívida de países com ratings baixos como o caso português (desde que pelo menos 1 agência de notação de crédito internacional cotasse a nossa dívida como investimento. No nosso caso tivemos a sorte da DBRS nunca nos ter puxado o tapete). Na prática o BCE serviu de almofada dos países do Euro (principalmente os aflitos) ao comprar toda a dívida dos aflitos que não tivesse compradores! Com essa jogada (que eu afirmo de mestre), o BCE deu o sinal que defende o Euro contra qualquer especulador e pode fazê-los falir se quiser…….. Obviamente que os aspectos positivos para os países é a colocação da dívida toda que pretenderem, conseguirem garantir sempre comprador e melhor de tudo, as taxas baixam consecutivamente, como é agora o caso de termos taxas negativas a 10 anos, ou a rondar os 0%!!!!!! Nem os americanos têem semelhante benesse!!!!!!
Neste momento, se pedirmos emprestado a 10 anos, pagamos menos que americanos, japoneses, UK, Suécia….. a nossa taxa de juro ronda os 0% a 10 anos!!!! Os americanos pagam 1,15% e o Brasil paga 7,5%
https://tradingeconomics.com/portugal/government-bond-yield
Com esta medida e com a nossa gigantesca dívida, conseguimos poupar vários milhares de milhões de euros em juros, principalmente se fizermos rolar a dívida (substituir a dívida cara do passado por dívida nova muito mais barata)

https://eco.sapo.pt/opiniao/a-farsa-orcamental-continua-mesmo-em-tempos-de-pandemia/
Primeiro eram os orçamentos retificativos, depois o Centeno descobriu uma estratégia muito melhor e que não precisa de autorização humilhante no Parlamento, as cativações (que até já vem no “kit” inicial que a geringonça ía aprovando!!!!!!!!!).  O resultado final é igual aos orçamentos retificativos, mas na prática passam despercebidos ao público, só os serviços se queixam!!!!!
O caso dos portáteis oferecidos aos alunos carenciados é exemplar, o governo já não contava cumprir a promessa porque era o exemplo mundial de como lidar com a crise…….. entretanto o novo confinamento lá veio obrigar o governo a cumprir a promessa e abrir os cordões à bolsa!!!!!
Outras estratégias são o exemplo recente da Forças Armadas, para além das cativações, agora existem as rendas de ocupação dos espaços pelas Forças Armadas. São exemplos de contabilidade criativa ou desorçamentação tão típica dos políticos, prometem mundos e fundos, mas na prática, em vez do porco sai um chouriço!!!!!!!

Portugal só recupera nível de dívida pré-Covid em 2028
https://eco.sapo.pt/2021/02/09/portugal-so-recupera-nivel-de-divida-pre-covid-em-2028/
A dívida não será o maior problema, até porque somos dos países que menos investem na recuperação económica: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/portugal-foi-dos-paises-que-menos-gastaram-na-resposta-a-crise
Devido obviamente à nossa enorme dívida.
Mas o maior tormento que vamos passar, vai ser a recuperação da devastada economia. Sem estímulos e com confinamentos e semi-confinamentos, que só vão terminar quando estivermos pelo menos 70% de nós vacinados ou com anticorpos da Covid-19. Já nem falo nos sectores que até conseguem vender alguma coisa, mas eu pergunto o que vai ser da restauração, hotelaria, vestuário, calçado e restantes serviços que estão encerrados?
« Última modificação: Fevereiro 09, 2021, 11:37:52 am por Viajante »
 
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Re: Economia nacional
« Responder #332 em: Fevereiro 20, 2021, 09:36:46 am »
Está prestes a rebentar a bomba-relógio nas moratórias?
https://visao.sapo.pt/atualidade/economia/2021-02-20-bomba-relogio-nas-moratorias/
Citar
O adiamento do pagamento de prestações de crédito foi uma das principais armas de Portugal para mitigar os efeitos da crise, e o País está entre os que mais usaram este apoio. Mas depois de terem sido um balão de oxigénio para milhares de famílias e empresas, as moratórias podem ter-se tornado uma armadilha para a recuperação da economia

Preços das casas a subir, incumprimento nos empréstimos a descer e dinheiro guardado em depósitos a pulverizar recordes. À primeira vista, estes indicadores até poderiam estar associados a tempos de fulgor económico, mas têm-se repetido nos últimos meses, apesar de estarmos a atravessar um dos maiores choques económicos de sempre. Esses sinais de resistências são aparentes e devem-se em grande parte às moratórias de crédito, um balão de oxigénio que permitiu aliviar os encargos com prestações dos empréstimos bancários. Porém, o prolongamento da crise e o elevado recurso a este instrumento podem ter criado uma bomba-relógio em risco de explodir quando começar a recuperação económica pós-Covid-19.

O Presidente da República já deu a entender que a medida poderá ter de ser novamente estendida no tempo. Marcelo Rebelo de Sousa disse, em entrevista do Diário de Notícias, que, já que a economia apenas vai regressar ao ponto em que estava antes da pandemia em 2023 ou em 2024, faz sentido “não pensar em mais seis meses ou mais um ano [de moratórias], mas em mais três ou quatro anos”. O prazo das moratórias já foi prolongado por duas vezes, e as prestações dos empréstimos de quem aderiu a esse mecanismo poderão continuar suspensas até final de setembro.
Mas não será simples continuar a estender o prazo das moratórias. Essa decisão depende do aval da Autoridade Bancária Europeia (EBA) que permitirá aos bancos não contabilizarem o crédito com pagamentos suspensos como malparado. As agências de rating e os investidores internacionais já começam a apontar o dedo aos bancos dos países em que as moratórias foram mais utilizadas, dizendo que estão a mascarar a má qualidade dos ativos. E a ordem do Banco de Portugal é para que se comece a reduzir o recurso a esse mecanismo. Porquê? Porque, com os pagamentos dos empréstimos suspensos e com a economia num caos, o que acontecerá quando essas prestações tiverem de voltar a ser pagas?

“Quando as moratórias terminarem, vai ser um risco enorme, mas a sua continuação ad aeternum também não resolve o problema”, afirma Susana Peralta à VISÃO. A professora de Economia da Nova SBE avisa que “pode haver uma avalanche de malparado numa situação de risco generalizado”. O Conselho das Finanças Públicas alertava, ainda em outubro, para “o risco associado às moratórias de crédito, pois a eventual incapacidade de solvência dos compromissos por parte desses agentes poderá implicar perdas para o sistema financeiro e, consequentemente, obrigar à intervenção do Estado”. Desde então, esse perigo aumentou, já que a economia teve nova recaída, devido ao recrudescimento do vírus.

O governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, numa audição perante os deputados, no passado mês de dezembro, sublinhou “a necessidade de, assim que possível, se retomar” os pagamentos das prestações e recomendou aos bancos, aos devedores e ao Estado para se prepararem para o fim dessa proteção. No relatório do supervisor bancário sobre os principais riscos e vulnerabilidades à estabilidade financeira, divulgado no final de 2020, a palavra moratória aparece 140 vezes. Também a CMVM, o regulador do mercado de capitais, elencou o fim das moratórias como um dos principais riscos para este ano. “As moratórias e o reconhecimento de perdas constituem uma das principais vulnerabilidades do setor financeiro. Uma maior duração da pandemia irá agravar a probabilidade de incumprimento”, afirmou a instituição num relatório divulgado nesta semana.
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Re: Economia nacional
« Responder #333 em: Março 01, 2021, 11:36:55 am »
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Re: Economia nacional
« Responder #334 em: Março 03, 2021, 09:17:29 pm »

In the lead up to the Eurozone Crisis, Portugal's Economy was an outlier.
Whilst many economies went on an incredible run, the Portuguese Economy did not have such a good time.
Not only underperforming the average eurozone growth rate, but unemployment actually rose from 3.8% to 7.5% between the millennium and 2008.
Compare this against the likes of Greece, Spain and Italy, all of which had seen significant declines in unemployment.
Raising the question of why? Why had Portugal’s Economy stagnated in what were supposed to be the good times?
What was the impact of its long history as a colonial power? And to what extent did a 19th Century letter from Pope Leo the 13th influence its wider economic approach?
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Re: Economia nacional
« Responder #335 em: Março 09, 2021, 12:39:33 pm »
https://eco.sapo.pt/2021/03/09/pib-portugues-com-quinta-maior-queda-homologa-da-ue-no-quarto-trimestre/

https://ec.europa.eu/eurostat/en/web/products-euro-indicators/-/2-09032021-AP

A economia portuguesa cresceu 0,2% no quarto trimestre em cadeia (face ao terceiro trimestre), mas caiu 6,1% em termos homólogos (face ao quarto trimestre de 2019). Esta queda homóloga foi a quinta maior da Zona Euro, de acordo com os dados do Eurostat divulgados esta terça-feira, apenas superada pelas contrações registadas por Malta (-6,2%), Grécia (-7,9%), Espanha (-9,1%) e Itália (-6,6%).
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Re: Economia nacional
« Responder #336 em: Março 24, 2021, 11:02:01 pm »

A campanha internacional de promoção MADE IN PORTUGAL naturally das fileiras Casa e Materiais de Construção é uma ação de cross-selling desenvolvida pela AICEP que dará a conhecer ao mundo o melhor da oferta de Portugal em matéria de decoração e lifestyle.

O objetivo desta campanha totalmente digital, é captar o interesse da procura internacional, dando a conhecer a inovação ancorada na qualidade e tradição dos produtos produzidos em Portugal e a sua oferta de valor diferenciadora.
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Re: Economia nacional
« Responder #338 em: Março 26, 2021, 08:10:35 pm »


 :snip: :snipersmile: :2gunsfiring: :N-icon-Gun: :G-bigun: :N-icon-Axe:
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Re: Economia nacional
« Responder #339 em: Março 29, 2021, 11:37:44 am »


 :snip: :snipersmile: :2gunsfiring: :N-icon-Gun: :G-bigun: :N-icon-Axe:

Escolhemos talvez a pior solução relativamente ao ex-BES e actual Novo Banco, com culpas do actual e anteriores governos, porque se é verdade que foi um que resolveu acabar com o antigo BES em 2014, foi o actual governo que privatizou o Novo Banco em 2017.

O Novo Banco quando nasceu não cumpria os rácios de capital, tinha um enorme buraco no seu balanço e as soluções não eram famosas:
- Liquidar o Banco (secalhar a melhor opção), implicava o estado agravar o seu déficite em 10, 11, 12 mil milhões de euros talvez. E na altura Portugal ía saír do período de assistência da Troika, pelo que essa solução foi logo descartada para não ficar o governo da altura com a factura toda para pagar;
- Nacionalizar o banco. Já que pagamos, porque não ficarmos com o banco? Era também uma boa solução, mas tinha o problema da 1ª solução, ía agravar o déficite do estado. Não podia podíamos cometer o mesmo erro de entregar mais um banco nacionalizado à CGD, ou corríamos o risco de acontecer o mesmo que no BPN, esvaziar o BPN dos seus melhores clientes e abandonar completamente a gestão do banco, porque no fim de contas é concorrente da CGD........ a nacionalizar, deveria ser totalmente independente para ser viável;
- A última solução que é a conhecida e talvez a pior, foi escolhida pelos nossos políticos só porque era a solução mais barata na altura, porque a maior parte da dívida quem a assume não é o Estado, é o Fundo de Resolução (que pertence a todos os bancos a operarem no país). Apesar do Estado emprestar dinheiro ao Fundo de Resolução para este injectar no Novo Banco, quem fica a dever são todos os bancos e não o Estado......

Resumindo, temos cá uns estrategas para nos lixarem!!!
 
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Re: Economia nacional
« Responder #340 em: Abril 03, 2021, 12:04:58 pm »
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Re: Economia nacional
« Responder #341 em: Abril 06, 2021, 11:34:22 pm »
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Re: Economia nacional
« Responder #342 em: Abril 13, 2021, 10:15:36 pm »

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Re: Economia nacional
« Responder #343 em: Abril 16, 2021, 03:13:13 pm »
Economia portuguesa volta a acelerar em abril face ao primeiro confinamento, indica o Banco de Portugal

A atividade económica em Portugal está a crescer mais de 20% face ao primeiro confinamento, sinaliza o indicador diário de atividade económica (DEI), calculado pelo Banco de Portugal. Na semana terminada a 11 de abril, este indicador acelerou face à semana anterior

Com a reabertura do país a avançar mais um passo após a Páscoa, a economia portuguesa voltou a acelerar face ao primeiro confinamento, há um ano, e está a crescer acima dos 20%. É esse o sinal dado pelo indicador diário de atividade económica (DEI), publicado pelo Banco de Portugal (BdP), cujos dados foram atualizados esta quinta-feira.

"Na semana terminada a 11 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) apresentou uma variação homóloga superior à da semana anterior", escreve o BdP, numa nota publicada na sua página na Internet.

Depois de ter voltado a terreno positivo em meados de março - ao fim de um ano em valores negativos - o DEI acelerou e tem registado variações homólogas acima dos dois dígitos.

Segundo os dados do banco central, a média móvel semanal deste indicador, na semana centrada em 8 de abril - que abrange o período entre 5 de abril e 11 de abril - aponta para um crescimento homólogo da atividade económica em Portugal de 23,1%. Isto quando a mesma média móvel referente à semana centrada em 1 de abril sinalizava um incremento de 20% em termos homólogos.

A explicação para estes fortes crescimentos prende-se com o desconfinamento em curso no país, que deu mais um passo após a Páscoa, ou seja, precisamente a partir de 5 de abril, que corresponde ao início da semana em análise pelo BdP. Essa reabertura do país leva a uma dinamização da atividade económica.

Ao mesmo tempo há um forte efeito de base. Recorde-se que no mesmo período do ano passado Portugal estava em confinamento geral, por causa da primeira vaga da pandemia de covid-19, e a atividade económica caiu a pique.


Para mitigar a influência na análise económica deste efeito de base muito marcado, o BdP calcula ainda a taxa bienal do DEI, o que corresponde a acumular as taxas de variação deste indicador, em dias homólogos, para dois anos consecutivos.

Esta taxa bienal, em termos de média móvel semanal, indica uma queda de 2,9% em termos homólogos na semana centrada em 8 de abril, o que compara com um recuo de 1,3% na semana centrada em 1 de abril.

O DEI sumaria um conjunto de informação de natureza quantitativa e frequência diária, como o tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, o consumo de eletricidade e de gás natural, a carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e as compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes. Por isso, permite traçar, em tempo real, um quadro da evolução da atividade económica no país.

Os dados atualizados são divulgados semanalmente pelo Banco de Portugal, à quinta-feira, com informação até ao domingo precedente. A informação disponibilizada refere-se aos valores diários e à média móvel semanal deste indicador.

https://expresso.pt/economia/2021-04-15-Economia-portuguesa-volta-a-acelerar-em-abril-face-ao-primeiro-confinamento-indica-o-Banco-de-Portugal-89f78c6e
« Última modificação: Abril 16, 2021, 03:13:52 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Economia nacional
« Responder #344 em: Abril 17, 2021, 08:43:31 am »
970M enterrados hoje na TAP
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