PS: Não me admirava nada que a Espanha só não saia da NATO, porque assim que o fizesse, podia ter que ir para a guerra com a Argélia e/ou Marrocos. Neste último bastava uma disputa por Ceuta/Canárias.
A questão de Ceuta não é claro que o artigo 5 pudesse ser usado.
Já as Canarias não ha duvidas que estão ao abrigo do artigo 5
Ceuta é recoonhecida internacionalmente como território espanhol e, logo, parte integrante da UE. Logo, o artº 5º - se é que o mesmo ainda tem alguma validade - poderia naturalmente ser invocado, em caso de Espanha assim o decidir.
E o que eu disse, foi que Espanha se calhar só não sai da NATO, para evitar ter que defender sozinha os seus territórios.
Se a Espanha saísse, não haveria Artigo 5⁰ para eles.
Que produto não-americano faz sentido?
E tudo bem usados, coisa e tal. mas a certa altura teremos de comprar algo novo e as carcaças que temos podem tb eventualmente, cair de velhas...
Quanto a algo novo???
Depende do programa de aquisição a que te refiras.
No caso dos caças a curto prazo, nenhum caça europeu faz sentido. Portanto de caças novos só F-35, ou Kaan/KF-21 como plano B (desenhados para ter maior sobrevivabilidade e teoricamente mais baratos).
Em segunda-mão, fazia sentido F-16, pelas facilidade óbvias com os custos de transição e formação de pessoal.
Nas fragatas está tudo bem com as FREMM, sendo que no máximo uma futura classe complementar (EPC ou ECV por exemplo), poderia receber RAM/SeaRAM como CIWS de mísseis, e o Mk-41. O SeaRAM fazia particularmente sentido, por partilhar grande parte dos componentes do Phalanx, o que facilitava a logística.
No caso dos helis navais, o NH-90 além de problemática é caro de operar. E igualmente importante, as 2 alternativas (Lynx Wildcat e MH-60R) são superiores na variedade de armamento que podem levar.
O futuro heli da MGP tem que ser capaz de fazer ASW, mas também ASuW contra USVs, e quiçá lidar com drones aéreos lentos. E já agora receber Spike NLOS.
Numa hipotética compra de MLRS, terias alternativas ao HIMARS como Astros, Chunmoo e PULS.
Para capacidade BMD em terra, com a compra das FREMM EVO, fazia sentido SAMP/T ou uma futura versão do IRIS-T.
No EP, é dos poucos casos em que, caso se procurasse uma alternativa aos ST5 devido aos seus problemas, os L-ATV (americano) seriam os principais candidatos. Apenas os Mowag Eagle me parecem um concorrente sério.
Na substituição dos P-3, se fosse decidida a curto prazo, seria obviamente o P-8. A médio prazo, apostaria no A321 MPA, em conjunto com a França. O Kawasaki P-1 seria interessante, mas improvável.
UCAVs MALE, a curto prazo iria para os MQ-9B, a médio prazo EuroDrone. Uma solução tipo Akinci podia ser considerada.
Aeronaves AAR, a opção principal seria o MRTT.
Na maior parte dos exemplos, existem alternativas equiparáveis às opções americanas. Só nos caças (e para já nos MPA) e respectivo armamento é que não existe.