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Itália insiste que as primeiras duas FREMM EVO são para a Marinha Italiana. É a posição oficial e repetida.
As duas primeiras FREMM EVO (as que Portugal queria “desviar”) estão alinhadas com a saída das FREMM vendidas à Grécia.
A Marina Militare quer manter o seu número de fragatas e não aceita ficar com um “buraco” operacional.
A narrativa italiana é consistente: “As primeiras duas unidades são nossas; Portugal terá de esperar por slots seguintes.”
Isto destrói a ideia inicial de receber navios já em construção.
Do lado português: silêncio total! O governo português: não anunciou contrato, não anunciou MoU, não anunciou LOA, não anunciou calendário...
A Marinha também está calada, o que normalmente significa que não há acordo político fechado.
Se houvesse, já teríamos visto uma visita oficial a Roma, assinatura pública, comunicados conjuntos, declarações do MDN, entrevistas do CEMA
Nada disso aconteceu. Estão à espera do dinheiro SAFE chegar para fechar o contrato?
