Reforma do Exército

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mafets

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Re: Reforma do Exército
« Responder #120 em: Outubro 16, 2020, 03:05:02 pm »
Uma das razões porque se está a usar a NSPA:

Portugal pagou o equivalente a três submarinos, mas só recebeu dois. O valor do terceiro submarino que PP suprimiu foi para a corrupção. Toda a gente viu excepto a justiça.



E muitas outras negociatas...

Caso dos Nh90 só para citar um. Mas esse passa entre os pingos da chuva... :mrgreen: :mrgreen:

https://visao.sapo.pt/atualidade/politica/2015-01-13-os-milhoes-que-voaramf806357/

Citar
Portugal já gastou mais de 120 milhões com helicópteros que nunca receberá. Saiba tudo sobre este tema e conheça a história com 24 anos atribulados



Só por curiosidade. As aquisições gregas do Mp2 e do S300. Mas não só...  ;)

Citar
The principal buyers of Russian weapons are India, Vietnam, China and Bangladesh in Asia; Iran and Iraq in the Middle East; Algeria in Africa and Nicaragua in Latin America while a number of NATO countries and the U.S. allies also have acquired Russian military products.

Greece is one of the biggest buyers of Russian arms. At various times, Russia supplied Greece with air-defense systems, including the S-300 systems, air-cushion landing ships, anti-tank missile systems, infantry fighting vehicles, hand-held anti-tank grenade launchers, artillery installations, military transport helicopters Mi-26, as well as small arms for special forces.

https://www.aa.com.tr/en/politics/us-allies-continue-buying-weapons-from-russia/1653985





Cumprimentos

P.S.Em termos de equipamento acho a aquisição de um sistema AA apenas de curto alcance como escassa. A substituição dos M113 parece ser outro dos pontos óbvios. Agora, o material é um problema pois existe a necessidade de meios humanos que passa não apenas por incentivos à contratação como mexer na composição das unidades e sua localização geográfica.     
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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FCosta

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Re: Reforma do Exército
« Responder #121 em: Outubro 16, 2020, 03:48:52 pm »
Está a colocar a responsabilidade das compras da defesa toda nos militares não entendo por quê. Entenda:
- em compras de verba baixa, sem grande dimensão, os militares identificam as lacunas e entregam os requisitos ao ministério da defesa que faz o concurso (seja NSPA ou concurso próprio. Não se esqueça que as empresas que vendem sentem se mais “seguras” ao vender via NSPA porque o pagamento é certo.) São exemplo disto as SCAR (os requisitos apontavam para a FN SCAR ou para a HK 416, foi selecionada a FN SCAR porque a HK iria demorar muito mais tempo a entregar as armas) e os ST5, assim como os novos sistemas de defesa aérea.

-Compras estratégicas, de grande volume e valor associado são sobretudo feitas por acordo entre estados, sendo responsabilidade do ministério da Defesa. Aqui, joga-se sobretudo em termos políticos.
Exemplo disto são os F-16, as Fragatas M, os P3, os KC-390...

Depois, há outro ponto que são as compras de “oportunidade”. Nem sempre estão programadas, e podem ocorrer por diversos motivos, por exemplo:
- Os L-ATV são resultado da visita de Mike Pompeo a Portugal, assim como seriam os UH-60 que foram falados e como provavelmente serão os M777 caso não haja hipótese de comprar o CAESAR.

As compras de "oportunidade" ... serão realmente assim tão "oportunidade" (vantajosas)?! ... para mim compras de "oportunidade" pensava eu, era uma equipa que no MDN e com base na LPM e outros requisitos... estava constantemente a "monitorizar" o mercado e as decisões dos outros "MD" .... em buscas do tipo (e isto é um ambiente competitivo):
- Os cortes de outros MDs que planeiam "alienar" equipamentos que podem ser transformados em "oportunidades" de aquisição de usados e outros... ;
- Andamos à decadas a debater do LPD,... pelo menos, nunca esqueço isso "In December 2010, it was announced that a Bay-class vessel, later identified as Largs Bay, would be decommissioned in April 2011 as part of the Strategic Defence and Security Review" ... porque foi para a RAN e não por exemplo para a MP ?...
- (Entrar no inicio é fácil) mas "oportunidades de entrar em projectos"em fases mais avançadas em que " factores de risco já foram mitigados" e o nível de previsibilidade é superior... ou então comprar ou vender posições de carteira de encomendas para isso ... é preciso saber e agir...ex: "Romania to buy H215 helos from Airbus-IAR consortium 2017 - 15 or 16 of the H215 helicopters"...nos tugas com projecto F16 com a Roménia, e a GALE a "quinar" há mais de uma decada, seria uma oportunidade de comprar uma posição ou as opções dum contracto(porque infelizmente a tendência dos custos dos equipamentos de defesa é sempre a subir), a Roménia ao colocar essa encomenda para fixar a linha de produção da Airbus-IAR lá .... poderia ter sido uma "oportunidade" surfar essa onda talvez, ou até a agora para os helicopteros SAR ou para combate a incêndios... o inverso aconteceu ... a Roménia viu a oportunidade de reforçar a sua esquadra de F16 (rápidamente) com mais 5xF16 e negociou com PT.   
https://www.defensenews.com/air/2017/11/03/romania-to-buy-h215-helos-from-airbus-iar-consortium/
(fast forward... eles acabaram por deixar pendurados a Airbus que equaciona fechar a fábrica na roménia.... podia tem feito um negócio triangular de troca directa + cash dos 5xF16 (Gov Portugal) <-> nxH215 (Gov Roménia) <-> Airbus (fabricante)... isto é outra foram explorar oportunidades...
https://cde.news/airbus-helicopters-considers-giving-up-factory-in-romania/
- Estar sempre a sondar o mercado para ler uma oportunidade de ser um "launch customer" numa região, com a vantagens ou de negociação ou de montagem de um suporte center ... dou um exemplo que vi ontem "olhei o mapa" de vendas globais da KIA Defense, e vi que não tinha footprint na europa, vi que já tinha em marrocos (que também é cliente do VAMCAT)... pensei logo, o primeiro cliente europeu NATO da Kia Defense pode ter vantagens... esqueci logo o L-ATV e pensei no Kia LTV:
http://military.kia.com/en/kia/about-kia/global-sales-status.do
- etc
       
(não tenho o entendimento que relativamente ao exposto acima, as FFAA sejam dos melhores, na "prospecção", na "preparação" e no "tratamento" destas "oportunidades"... falta-nos agilidade...talvez ) 

- O que quiz dizer, foi o que para si entende como uma "oportunidade" do Mike Pompeo para Portugal, noutro angulo pode ser entendido como os USA a "selecionar" um determinado "catalogo de equipamentos de defesa" da "sua agenda" e a ditar a "selecção" da "nossa agenda", veja-se o tipo de pressão que alguns governos têm tido para selecionar o F35,... mas sem ser negativo ... a palavra chave que para mim retive, no racional que expôs, não foi "oportunidade", a palavra chave para mim seria "selecção" e nem sempre são coincidentes.... melhor que "oportunidade" é controlar a "selecção" dos equipamentos que mais nos interessam, preferencialment nem que seja via linha de financiamento... a selecção depois é para os peritos, não um "cozinhado" há pressa numa visita relâmpago.
« Última modificação: Outubro 16, 2020, 11:37:44 pm por FCosta »
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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FCosta

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Re: Reforma do Exército Novo
« Responder #122 em: Outubro 17, 2020, 08:00:51 am »
Está a colocar a responsabilidade das compras da defesa toda nos militares não entendo por quê. Entenda:
- em compras de verba baixa, sem grande dimensão, os militares identificam as lacunas e entregam os requisitos ao ministério da defesa que faz o concurso (seja NSPA ou concurso próprio. Não se esqueça que as empresas que vendem sentem se mais “seguras” ao vender via NSPA porque o pagamento é certo.) São exemplo disto as SCAR (os requisitos apontavam para a FN SCAR ou para a HK 416, foi selecionada a FN SCAR porque a HK iria demorar muito mais tempo a entregar as armas) e os ST5, assim como os novos sistemas de defesa aérea.

-Compras estratégicas, de grande volume e valor associado são sobretudo feitas por acordo entre estados, sendo responsabilidade do ministério da Defesa. Aqui, joga-se sobretudo em termos políticos.
Exemplo disto são os F-16, as Fragatas M, os P3, os KC-390...

Depois, há outro ponto que são as compras de “oportunidade”. Nem sempre estão programadas, e podem ocorrer por diversos motivos, por exemplo:
- Os L-ATV são resultado da visita de Mike Pompeo a Portugal, assim como seriam os UH-60 que foram falados e como provavelmente serão os M777 caso não haja hipótese de comprar o CAESAR.

As compras de "oportunidade" ... serão realmente assim tão "oportunidade" (vantajosas)?! ... para mim compras de "oportunidade" pensava eu, era uma equipa que no MDN e com base na LPM e outros requisitos... estava constantemente a "monitorizar" o mercado e as decisões dos outros "MD" .... em buscas do tipo (e isto é um ambiente competitivo):
- Os cortes de outros MDs que planeiam "alienar" equipamentos que podem ser transformados em "oportunidades" de aquisição de usados e outros... ;
- Andamos à decadas a debater do LPD,... pelo menos, nunca esqueço isso "In December 2010, it was announced that a Bay-class vessel, later identified as Largs Bay, would be decommissioned in April 2011 as part of the Strategic Defence and Security Review" ... porque foi para a RAN e não por exemplo para a MP ?...
- (Entrar no inicio é fácil) mas "oportunidades de entrar em projectos"em fases mais avançadas em que " factores de risco já foram mitigados" e o nível de previsibilidade é superior... ou então comprar ou vender posições de carteira de encomendas para isso ... é preciso saber e agir...ex: "Romania to buy H215 helos from Airbus-IAR consortium 2017 - 15 or 16 of the H215 helicopters"...nos tugas com projecto F16 com a Roménia, e a GALE a "quinar" há mais de uma decada, seria uma oportunidade de comprar uma posição ou as opções dum contracto(porque infelizmente a tendência dos custos dos equipamentos de defesa é sempre a subir), a Roménia ao colocar essa encomenda para fixar a linha de produção da Airbus-IAR lá .... poderia ter sido uma "oportunidade" surfar essa onda talvez, ou até a agora para os helicopteros SAR ou para combate a incêndios... o inverso aconteceu ... a Roménia viu a oportunidade de reforçar a sua esquadra de F16 (rápidamente) com mais 5xF16 e negociou com PT.   
https://www.defensenews.com/air/2017/11/03/romania-to-buy-h215-helos-from-airbus-iar-consortium/
(fast forward... eles acabaram por deixar pendurados a Airbus que equaciona fechar a fábrica na roménia.... podia tem feito um negócio triangular de troca directa + cash dos 5xF16 (Gov Portugal) <-> nxH215 (Gov Roménia) <-> Airbus (fabricante)... isto é outra foram explorar oportunidades...
https://cde.news/airbus-helicopters-considers-giving-up-factory-in-romania/
- Estar sempre a sondar o mercado para ler uma oportunidade de ser um "launch customer" numa região, com a vantagens ou de negociação ou de montagem de um suporte center ... dou um exemplo que vi ontem "olhei o mapa" de vendas globais da KIA Defense, e vi que não tinha footprint na europa, vi que já tinha em marrocos (que também é cliente do VAMCAT)... pensei logo, o primeiro cliente europeu NATO da Kia Defense pode ter vantagens... esqueci logo o L-ATV e pensei no Kia LTV:
http://military.kia.com/en/kia/about-kia/global-sales-status.do
- etc
       
(não tenho o entendimento que relativamente ao exposto acima, as FFAA sejam dos melhores, na "prospecção", na "preparação" e no "tratamento" destas "oportunidades"... falta-nos agilidade...talvez ) 

- O que quiz dizer, foi o que para si entende como uma "oportunidade" do Mike Pompeo para Portugal, noutro angulo pode ser entendido como os USA a "selecionar" um determinado "catalogo de equipamentos de defesa" da "sua agenda" e a ditar a "selecção" da "nossa agenda", veja-se o tipo de pressão que alguns governos têm tido para selecionar o F35,... mas sem ser negativo ... a palavra chave que para mim retive, no racional que expôs, não foi "oportunidade", a palavra chave para mim seria "selecção" e nem sempre são coincidentes.... melhor que "oportunidade" é controlar a "selecção" dos equipamentos que mais nos interessam, preferencialment nem que seja via linha de financiamento... a selecção depois é para os peritos, não um "cozinhado" há pressa numa visita relâmpago.

Sobre tentar ressuscitar "GALE" do EP mas desta vez de bem com a FAP + compras de "Oportunidade" e entre Estas & e alinhamentos estratégicos entre estados PT e Roménia (não tem de ser SÓ PT/US pode ser TAMBÉM PT/Ro) que podem crescer de dimensão:

0) Podia esta boa relação FAP/FAR (do projecto F16) ser uma base para uma colaboração mais estratégica e bi direccional de alinhamento de necessidades e partilha de aquisições, agilizando/acelerando processo de modernização de ambos os países com poupanças de escala de custos e equilibrio da balança comercial de defesa PT/Ro... extender o projecto F16 MLU FAR (venda mais n conversões) ... partilhar um projecto H215 FAR (compra de n unidades)? 


1) Podiam os velhos "Pumas" ser alvo de uma modernização/life extension com novas "zero hours airframes" ... 5-10 airframes...?

2) O que isso significaria em termos de redução de % de custo quando comparado com com H215 novos, isto é, a % de valor que podia ser reciclado ? 10-40% ????

3) Essa versão, que seria uma nova versão, chamemos-lhe os "PUMAS RECICLADOS PT"  fazia sentido ser para que versão que função ... ataque, naval, firefight ?
   
4) A possibilidade de ligação ao "Angulo Romeno" dos seus PUMAS + IAR BARSOV + AirBus ...ver 4.1) e de partilhar uma mesma estratégia de selecção/aquisição com beneficios comuns?

5) A possibilidade de ligação ao "Angulo Sul Africano" , um novo batch versão, chamemos-lhe "Rooivalk NG/MLU kit"...ver 5.1), capitalizando o desenvolvimento já feito pela Denel no Denel Rooivalk ("its development is closely connected to the Atlas Oryx transport helicopter, both aircraft being based on the Aérospatiale SA 330 Puma and having started development at the same time.")
Que quantidade poderiam ser 12xSA (as MLU)+ 24xRo +  6xPt ? Todos partilhando os mesmo requisitos? Quase como um "AS330 SOCATA version 2.0" com grandes componentes todos eles já com provas dadas e desenvolvimento finalizados, a version of partial % SA 330 + % Rooivalk Airframe structures + % Airbus HForce or Paramount based "stand-alone weapons system (SAWS)" ??

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4.1) Notas sobre o "Angulo Romeno":
https://www.roec.biz/project/the-known-unknowns-of-romanias-defense-modernization-plans/
"Helicopters
Since 1968, Romania has been a producer of military and civilian helicopters. In contrast with other Warsaw Pact nations, Romania license built and later developed its own versions of western helicopters. Currently, the Romanian Air Force operates 66 IAR-330 L/M and IAR-316B helicopters.[95] These are licensed produced versions of Aérospatiale SA-330 Puma and SA-316B Alouette III helicopters. However, this aircraft is approaching the end of its operational life, with most of the airframes being more than 30 years old.[96] This situation affects not only the armed forces, but also the Ministry of Interior, which operates Russian Mi-8/17 helicopters for search and rescue and firefighting operations, as well as a small number of newer and lighter Airbus EC-135 helicopters.

In 2014-2015 Romania began exploring options for replacing its ageing military helicopter fleet. However, no acquisition program has been put forward. Romania needs to replace its transport helicopters, light helicopters (for training and other missions) and to acquire naval helicopters for its new ships. Furthermore, after almost 20 years, Romanian decision-makers have expressed interest in acquiring attack helicopters, to increase its anti-tank and close air support capabilities.

Given Romania’s experience in manufacturing this type of aircraft and the need of many of its neighbors to replace their aging military and civil helicopter fleets, the Romanian government would like the country to become a helicopter hub in the region. However, Romania is in competition with Poland and Hungary to become such a hub. Poland is better positioned in this respect hosting manufacturing facilities of three major international helicopter producers: Sikorsky Helicopters (subsidiary of Lockheed Martin), Airbus Helicopters and AgustaWestland. In Hungary, Airbus will open a manufacturing facility for helicopter components after Budapest ordered 20 H145M light helicopters and 16 H225M Caracal medium transport helicopters.[97]

Romania has conducted talks with three helicopter manufacturers: Airbus Helicopters, Bell Helicopter and Sikorsky Helicopters. Airbus Helicopters has maintained the longest presence in the country and has been considered favorite to win orders in any modernization process because of its strong industrial relationship with Romania’s aviation industry, previous use of its products by the military and political clout.[98] In 2016 Airbus opened at IAR Ghimbav, near Brașov, a manufacturing facility for H215M helicopters.[99] The European giant has shifted the entire production line for both the civilian version and military of the H215 helicopter from France to Romania. Airbus has asked the government to order a minimum of 16 helicopters to start production.[100]

Surprisingly, Romania has expressed a strong preference for acquiring U.S. made helicopters. The preference for U.S. made helicopters has to do with Romanian forces first hand operational experience in Afghanistan and Iraq while among government and military officials it is felt that the American rotorcraft are superior to European ones.

For three years Romania has conducted talks with Bell Helicopter and the U.S. government for the acquisition of 45 attack and transport helicopters.[101] The Defense Ministry would like to acquire 24 AH-1Z Viper attack helicopters and 21 UH-1Y Venom medium combat helicopters.[102]

Furthermore, Romanian authorities have opened negotiations with Bell Helicopter for the production and assembly of attack helicopters at IAR Ghimbav.[103] Although such a facility will not preclude the production of H215M helicopters by Airbus, it would be controlled by Romanian government which owns the majority stake in IAR Ghimbav. From a technological point of view, Bell Helicopter has the added advantage of being involved in the development of tiltrotors[104] and Romania could benefit from a potential technology transfer.

Another U.S. company interested in modernizing Romania’s helicopter fleet is Lockheed Martin through its subsidiary Sikorsky Helicopters. Lockheed Martin has proposed that Romania acquire UH-60M Black Hawk helicopters to replace the current helicopter fleet, while establishing in Romania a maintenance center for all of its European customers.[105] The maintenance facility will be developed with Romaero, near Bucharest, with which Lockheed Martin signed a memorandum of understanding in 2018.[106] This is an ambitious proposal by the American company, but it is clear that the Romanian government wants a manufacturing facility, not just a maintenance one. However, the deployment of U.S. forces in Romania and the issue of interoperability may help the American manufacturer.

The approach chosen by the Romanian government to modernize its helicopter fleet raises a number of issues. First, the lack of an approved program and budget that will form the basis of an acquisition process. The National Defense Council (CSAT) has approved programs for transport, combat search and rescue and medevac helicopters for the armed forces for 2019-2028, but this is far from an acquisition program.[107] Currently the total number of helicopters (attack, combat/transport, naval and light helicopters) required by Romania is unknown. There is a requirement on the table for 45 helicopters, but that in itself raises a different set of issues. Romania’s interest in attack helicopters is legitimate given the need to increase anti-tank capabilities. However, what stands out in the negotiations with Bell Helicopter is the acquisition of 21 UH-1Y Venom medium helicopters which are in the same class as the H215M. Romania is likely to operate two types of medium helicopters if the government agrees to order aircraft from both manufacturers.

The only explanation for such an outcome is that Romanian planners want to distribute helicopter operations among all three service branches. After the Air Force, the Romanian Naval Forces were the first service branch to employ helicopters in their operations and the Land Forces may follow its example. According to Romanian officials, the first class of pilots from the Land Forces was inducted into the Air Force Academy in 2017. It seems that the Romanian Land Forces will have its own light aviation service in the near future. ( :mrgreen: :mrgreen: Romanian GALE  :mrgreen: :mrgreen:)[/size][/color]

The second issue is more delicate and deals with the handling of negotiations by the Romanian government. Airbus has publicly expressed concerns regarding the way negotiations are handled. The Franco-German conglomerate is dissatisfied that it has built a manufacturing facility in Romania from the ground up, but no major orders are forthcoming. In addition, Romanian authorities have expressed a clear preference for the product of one of their major American competitors. Furthermore, with support from the French and German governments,[108] Airbus has asked for a transparent acquisition process.[109] ( :mrgreen: :mrgreen: a famosa "Opacidade" das aquisições militares  :mrgreen: :mrgreen:)

Finally, current negotiations regarding Romania’s helicopter “program” have been concentrated on the acquisition of attack and medium helicopters. However, Romania also needs light helicopters for training, special forces operations and battlefield observation and target acquisition. This is an issue that needs to be resolved soon, given the age of IAR-316B Alouette III helicopters used for training by the Romanian Air Force. It is likely that Romania will make a decision concerning the modernization of its helicopter flee in the near future (2019-2020).(...)"

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5.1) Notas sobre o "Angulo Sul Africano":
"Airbus' HForce is a unique, exhaustive, and flexible weapon system ideal for defence agencies seeking light attack mission capabilities.(...) HForce is the latest-generation Airbus weapon system. It is modular and incremental, and can be fitted onto any military version of Airbus’ commercial helicopter range (H125M, H145M, H225M). HForce offers a large array of weapons, modern and easy target acquisition and a high level of targeting accuracy, formerly reserved for high-end attack helicopters."  -> a the top adaptation for Rooivalk of what is done to H145 combat scoot (if Rooivalk was a good fit for that adaptation).. ... um racional similar ao projecto da Argélia/Paramount Mil Mi24+"SAWS" Super Hind mas com o "twist" de em vez de ter por base um airframe comercial/utilitario/militar tipo H145  ter por base um airframe(body) de ataque o do Rooivak (em si a transmissão, engine, tail boom AS330/H215 based) ???

https://www.defenceweb.co.za/industry/industry-industry/paramount-and-motor-sich-collaborate-on-helicopter-modernisation/
« Última modificação: Outubro 17, 2020, 08:06:54 pm por FCosta »
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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Re: Reforma do Exército
« Responder #123 em: Outubro 17, 2020, 07:43:13 pm »
Está a colocar a responsabilidade das compras da defesa toda nos militares não entendo por quê. Entenda:
- em compras de verba baixa, sem grande dimensão, os militares identificam as lacunas e entregam os requisitos ao ministério da defesa que faz o concurso (seja NSPA ou concurso próprio. Não se esqueça que as empresas que vendem sentem se mais “seguras” ao vender via NSPA porque o pagamento é certo.) São exemplo disto as SCAR (os requisitos apontavam para a FN SCAR ou para a HK 416, foi selecionada a FN SCAR porque a HK iria demorar muito mais tempo a entregar as armas) e os ST5, assim como os novos sistemas de defesa aérea.

-Compras estratégicas, de grande volume e valor associado são sobretudo feitas por acordo entre estados, sendo responsabilidade do ministério da Defesa. Aqui, joga-se sobretudo em termos políticos.
Exemplo disto são os F-16, as Fragatas M, os P3, os KC-390...

Depois, há outro ponto que são as compras de “oportunidade”. Nem sempre estão programadas, e podem ocorrer por diversos motivos, por exemplo:
- Os L-ATV são resultado da visita de Mike Pompeo a Portugal, assim como seriam os UH-60 que foram falados e como provavelmente serão os M777 caso não haja hipótese de comprar o CAESAR.

E por falar em "compras da defesa" ....
Um exemplo de contracto similar, em termos de forma, não em termos de valor seria possível nas FFAA portuguesas considerando os requisitos de "contractação pública" para "compras de defesa" em Portugal, em termos de "requisitos legais"?!  ... onde quero chegar é se o "enquadramento legislativo" não se adequa às especificidades da "compras da defesa" então as "compras da defesa" têm de ter um "enquadramento específicos da defesa"(alteração) para que o Estado Português, e especificamente o o MDN, consiga ser mais AGIL NAS AQUISIÇÕES E NOS RELACIONAMENTOS COM OS FORNECEDORES... todos ficariam a ganhar:
- A imagem dos Estado Português melhorada, que deve ter a imagem de ser um "cliente horrivel" tal o nível de entropia que  envolvem os seus projectos de aquisição de defesa.
- Os contribuintes/cidadãos (em termos do melhor uso dos seus impostos), se o nível de previsibilidade for maior para os fornecedores, então os fornecedores Markup ou Markdown os preços conforme o volume e o risco.
- Os militares \ Ramos : porque recebem os seus equipamentos a tempo e podem partilhar requisitos e as condições dum mesmo contracto.

Se a selecção dos equipamentos já é complexa ... depois de acrescentarmos o enquadramento do "framework" legislativo Português .... e ainda o enquadramento dum "framework" financeiro português ... os fornecedores com base no risco todos devem fazer Markup dos preços... ?!

O Exemplo: realço os aspectos peculiares.
"Saab Awarded Carl-Gustaf Weapon Contract from U.S. Army
(Source: Saab; issued Oct. 15, 2020)
Saab has signed a multi-year framework contract with the U.S. Army for the latest version of the Carl-Gustaf multi-role, man-portable shoulder-fired weapon, known as the M3E1 in U.S. Army service and M4 globally. Saab has been awarded an $87 million MUSD (approximately 770 MSEK) Indefinite Delivery, Indefinite Quantity contract for M3E1 weapons with an initial order of $9.2 million MUSD (approximately 80 MSEK) with deliveries in 2021.

The contract is an indefinite delivery and quantity contract allowing the U.S. Army to place orders for the latest version of the Carl-Gustaf weapon during a 7-year period for a value of up to approximately $87 million (770 MSEK). The Carl-Gustaf weapons in this framework contract will be operated by the U.S. Army, Marine Corps and Special Operations Command."
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

 

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