Indústria de Defesa do Brasil

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #255 em: Novembro 21, 2020, 08:22:51 am »
SCBR - INOVADOR DRONE DE COMBATE NACIONAL TUPAN 300

Conheça o inovador projeto de drone de combate nacional que esta sendo desenvolvido pelas empresas nacionais SIATT e TURBOMACHINE com financiamento do fundo F.I.TUPAN.

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #256 em: Novembro 24, 2020, 09:12:04 pm »
FAB e AVIBRAS firmam parceria para desenvolver míssil de cruzeiro MICLA-BR


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O Comando da Aeronáutica participará do desenvolvimento conceitual de um míssil de cruzeiro junto à AVIBRAS

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a AVIBRAS Indústria Aeroespacial celebraram, nesta segunda-feira (23), um Memorando de Entendimentos com o objetivo de formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver mísseis de cruzeiro de longo alcance, com a contribuição da FAB, no que tange ao compartilhamento de expertises e necessidades militares globais para mísseis dessa classe.

O Anúncio termina em 15s
O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, recebeu o Diretor-Presidente da AVIBRAS Indústria Aeroespacial, João Brasil Carvalho Leite. Também estiveram presentes na ocasião o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; o Vice-Chefe do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Sérgio Roberto de Almeida; o Chefe da Sexta Subchefia do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Jefson Borges; e o Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic.

O objetivo deste Memorando foi formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver uma família de mísseis de cruzeiro de longo alcance. Este projeto conta com a participação da Força Aérea, principalmente no compartilhamento de expertises, de forma a colaborar com o desenvolvimento de um produto confiável, eficiente e de tecnologia avançada, em atendimento às necessidades operacionais da Força Aérea.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, recebeu o Diretor-Presidente da AVIBRAS Indústria Aeroespacial, João Brasil Carvalho Leite. Também estiveram presentes na ocasião o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; o Vice-Chefe do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Sérgio Roberto de Almeida; o Chefe da Sexta Subchefia do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Jefson Borges; e o Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic.

O objetivo deste Memorando foi formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver uma família de mísseis de cruzeiro de longo alcance. Este projeto conta com a participação da Força Aérea, principalmente no compartilhamento de expertises, de forma a colaborar com o desenvolvimento de um produto confiável, eficiente e de tecnologia avançada, em atendimento às necessidades operacionais da Força Aérea.


De acordo com o Tenente-Brigadeiro Bermudez, a contribuição inicial da FAB no projeto será na área de desenvolvimento conceitual. “É um momento marcante para a Força Aérea, uma vez que este documento sintetiza tudo que foi pensado e discutido e, agora, estamos dando os primeiros passos para colocar em prática”, complementou.

O Tenente-Brigadeiro Damasceno acrescentou: “Nós estamos alinhando, hoje, estratégias e caminhos de ação. Dentro dos projetos estratégicos da FAB, este é um dos mais importantes. Será a concretização de um projeto para uso real de um avião de guerra, que é o F-39 Gripen”, disse.

Segundo o Presidente da AVIBRAS, o trabalho em conjunto com a Força Aérea é de longa data. “A parceria com a Aeronáutica é histórica. É a consagração de um trabalho conjunto que começou em 2004. Agora vamos, de fato, trabalhar em um projeto que vai fazer a diferença para o País e isto nos enche de orgulho”, disse.



Características do projeto a ser desenvolvido pela AVIBRAS

O MICLA-BR, assim denominado no Plano Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER), é um projeto nacional de desenvolvimento de um míssil de cruzeiro de longo de alcance, com propulsão baseada em motor a reação, para lançamento a partir de plataformas aéreas.

Com os conhecimentos a serem adquiridos durante o desenvolvimento do MICLA, será possível projetar uma família de mísseis semelhantes, utilizando tecnologia de ponta, para aplicação em variados cenários de conflito armado pelas Forças Armadas brasileiras.

Os benefícios a serem gerados com esta iniciativa vão além do incremento na capacidade de defesa de nossa nação, pois contribuirá para o fomento da Base Industrial de Defesa, gerando empregos, evolução tecnológica, e até mesmo divisas por meio da possibilidade de exportação de produtos tecnológicos de alto valor agregado.

FONTE: Força Aérea Brasileira

 :arrow: https://www.aereo.jor.br/2020/11/24/fab-e-avibras-firmam-parceria-para-desenvolver-missil-de-cruzeiro-micla-br/
 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #257 em: Novembro 25, 2020, 03:18:03 am »
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #258 em: Novembro 28, 2020, 06:08:55 pm »
SCBR - EMBRAER Super Tucano a melhor aeronave turboélice de ataque leve


O Embraer Super Tucano é uma aeronave turboélice projetada para ataque leve, contra-insurgência, apoio aéreo aproximado, missões de reconhecimento aéreo em ambientes de baixa ameaça, bem como para treinamento de pilotos.

O turboélice foi projetado para operar em condições de alta temperatura e umidade em terrenos extremamente acidentados, o Super Tucano é altamente manobrável, possui baixa assinatura de calor, incorpora aviônicos de quarta geração e sistema de armas para fornecer munições guiadas com precisão.
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #259 em: Dezembro 02, 2020, 02:34:58 am »
SCBR-  Brigadeiro informa embargos dos EUA contra projetos nacionais de defesa, aeronáutica e espaço


Durante a realização do “62º FPB - Fórum de Debates Projeto Brasil” em 17/12/2008 na cidade de São José dos campos (SP) o brigadeiro da Aeronáutica Venâncio Alvarenga Gomes  apresentou os diversos embargos sofridos pelos projetos desenvolvidos pelas forças armadas.
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #260 em: Dezembro 08, 2020, 09:30:34 pm »
 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #261 em: Dezembro 18, 2020, 12:29:57 pm »
Exército Brasileiro dá anuência para IMBEL fabricar a pistola Sig Sauer P 320


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No dia de hoje, 17 de dezembro, foi publicado no Diário Oficial da União o Despacho Decisório C EX Nº 164, de 09 de dezembro de 2020, assinado pelo comandante do Exército, general-de-exército Edson Leal Pujol, que autoriza a anuência para a parceria entre a Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) e a empresa Sig Sauer USA, visando a nacionalização e produção das pistolas P 320, no calibre 9×19 mm, nas versões básicas, M17 e M18, nas instalações da Fábrica de Itajubá (FI), em Minas Gerais.

De acordo com a IMBEL, foram realizadas várias tratativas com diversos fabricantes internacionais, buscando trazer para a empresa novas tecnologias e processos fabris em suas linhas de produção e no seu portfólio de produtos e serviços, sendo que com a Sig Sauer USA, as mesmas foram iniciadas durante a LAAD Security 2018.

A anuência brasileira é apenas uma parte do processo, faltando ainda a anuência do Governo dos Estados Unidos, e esta ainda não tem previsão.

Caso seja aprovada, a linha de produção das pistolas IMBEL/Sig Sauer P 320 vai trazer uma grande renovação no mercado brasileiro de armas de fogo, seja civil ou militar/policial, em um momento em que empresas estrangeiras estão tentando ganhar espaço.

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/exercito-brasileiro-da-anuencia-para-imbel-fabricar-a-pistola-sig-sauer-p-320/

 

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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #262 em: Janeiro 14, 2021, 05:16:21 pm »
Taurus Armas fecha venda de 12 Mil fuzis T4 para o Exército das Filipinas


A Taurus Armas S.A. divulgou (26DEZ2020), que, após o fuzil Taurus T4 ser aprovado nos rigorosos testes qualificatórios de resistência realizados nas Filipinas, a empresa oficialmente fechou a venda de 12.412 unidades dessa arma para suprir o Exército Filipino.

Para a Taurus, a transação é significativa, tanto pela quantidade envolvida, como pelo fato de ser a primeira força militar do mundo a adotar o fuzil T4, já que, até então, a arma só era adotada por forças policiais no Brasil e em outros países.

A entrega de todo o lote será realizada durante o primeiro semestre de 2021.
O preço ofertado pela fabricante brasileira foi de 590,78 dólares por unidade, o que significará um significativo ingresso de mais de 35 milhões de reais nos cofres da companhia.

O fuzil T4, produzido na planta da Taurus no Brasil, deverá ser o primeiro fuzil automático no calibre 5.56 produzido fora dos Estados Unidos a ser adquirido pelo Exército Filipino. Em todas as licitações internacionais anteriores, o Exército das Filipinas adquiriu esse tipo de armamento de fabricantes norte-americanos.

A arma é baseada na consagrada plataforma M4/M16, amplamente empregada pelas Forças Armadas em todo o mundo e, principalmente, pelos países membros da OTAN, por ser considerada extremamente confiável, leve e de fácil emprego e manutenção.

A adoção do Taurus T4 pelo Exército das Filipinas comprova, mais uma vez em nível mundial, a excelente qualidade das armas produzidas pela Taurus, decorrente do exigente protocolo de desenvolvimento de produtos do Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia da empresa.


Parceria com empresa filipina

A Taurus estabelecerá uma parceria com a empresa filipina Trust Trade, que prestará serviços de pós-venda nesse país (assistência técnica e reposição de peças). Esta empresa é a responsável pela distribuição exclusiva dos produtos das brasileiras Taurus Armas, CBC/Magtech e Condor Tecnologias Não-Letais, além de importadora e distribuidora internacional líder em armas de fogo, munições e acessórios nesse país asiático, atendendo às necessidades da polícia, agentes da lei, militares e civis para transações individuais, no atacado e institucionais.
 
Filipinas e Índia credenciam a Taurus no imenso mercado asiático

O fornecimento de fuzis e pistolas para as forças armadas e policiais das Filipinas e a joint venture com a indiana Jindal Defense estabelecem um cenário promissor para a Taurus Armas, pois credenciam a empresa junto ao imenso mercado asiático, pressupondo novos e significativos negócios no maior e mais inexplorado mercado mundial para armamentos leves.

Como exemplo, recentemente a Índia solicitou 10 unidades do Fuzil T4 para submetê-los a testes, haja vista que pretende fazer uma licitação que poderá variar entre 350.000 e 500.000 fuzis CQB (Close Quarters Battle - arma mais curta que o fuzil de assalto, destinada ao combate aproximado) para suas unidades de Infantaria, especialmente as que atuam nas regiões da fronteira com o Paquistão.

O pioneirismo da Taurus e da CBC, sendo parceiros de primeira hora do Primeiro-Ministro indiano Narendra Modi em seu Programa Make in India (concretizado por meio das joint ventures já firmadas com a Jindal Defence e com a SSS Defence, respectivamente), poderá pesar favoravelmente na balança das negociações para a escolha do novo fuzil CQB indiano.

Além desse fator, poderão também pesar também no negócio a afinidade ideológica e os interesses comerciais mútuos entre o PM Modi e o Presidente Jair Bolsonaro, bem como a ambição geopolítica da Índia nas Américas, tendo o Brasil como epicentro. Correndo por fora, há ainda o fato (noticiado pela imprensa indiana) de o governo desse país asiático ter grande interesse em firmar uma parceria com a Embraer, visando sua divisão de jatos comerciais.

 :arrow:  https://www.defesanet.com.br/bid/noticia/39187/Taurus-Armas-fecha-venda-de-12-Mil--fuzis-T4-para-o-Exercito-das-Filipinas-/
 
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Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Responder #263 em: Janeiro 14, 2021, 05:25:06 pm »
Embraer estuda adicionar aeronaves não tripuladas ao portfólio

Concepção do drone Falcão da Harpia Sistemas S.A., joint venture formada em setembro de 2011 e encerrada em janeiro de 2016

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A Embraer Defesa e Segurança pode adicionar sistemas de aeronaves não tripuladas (UAS) e um avião de transporte militar híbrido-elétrico ao seu portfólio de plataformas de defesa, disse o presidente-executivo da empresa em uma entrevista exclusiva à Aviation Week.

Oito meses desde que as joint ventures planejadas com a Boeing nos negócios comerciais da Embraer e o transporte militar KC-390 se desfizeram, a fabricante brasileira continua focada em ampliar seu portfólio de produtos de defesa, que inclui uma parceria com a Saab para projetar uma versão de dois lugares do Gripen JAS 39, além de desenvolver aeronaves de alerta antecipado e controle, um avião de ataque leve e pequenos satélites.


O primeiro projeto que poderá ser revelado ainda este ano é um programa revivido para desenvolver um grande UAS para os militares brasileiros, como pretendia a joint venture Harpia formada em 2011 com a subsidiária da Elbit Systems, AEL Sistemas e Avibras, que interrompeu o desenvolvimento cinco anos depois em meio a restrições de gastos do governo.

“Acreditamos nesse mercado – temos que estar lá”, diz Jackson Schneider, CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Talvez possamos anunciar algo em 10 meses.”



A antiga joint venture Harpia forneceu poucos detalhes sobre o programa UAS, exceto  liberar uma imagem conceitual de um projeto de monomotor. A aeronave de média altitude e longa duração visava fornecer vigilância das remotas fronteiras ocidentais do Brasil com um link de controle além da linha de visada.

Qualquer programa futuro pode evitar o foco em uma solução de plataforma única para um novo UAS e se concentrar apenas no mercado de defesa para aplicações, diz Schneider.

“Estamos analisando uma família inteira”, diz Schneider. “A defesa já é um mercado onde este produto é mais do que um conceito; é requerido. E os outros mercados talvez precisem de mais tempo para confiar nessa tecnologia”.

À medida que as frotas C-95 e C-97 se aproximam da aposentadoria, um novo conceito surgiu para substituí-las. O conceito de Short Take-Off Utility Transport (STOUT) foi apresentado em novembro pelo brigadeiro Antonio Moretti Bermudez, comandante da FAB. A Embraer e a Força Aérea assinaram um memorando de entendimento em dezembro de 2019 para iniciar as pesquisas para tal aeronave.

O conceito revelado em novembro mostra uma aeronave com cauda em T e fuselagem comparável em comprimento à do EMB-120, embora mais larga. A aeronave STOUT também usaria um sistema de propulsão híbrido-elétrico com quatro propulsores.

Os requisitos da FAB incluem uma aeronave que possa operar nas pistas de pouso não pavimentadas da região amazônica do Brasil enquanto transporta até 6.600 libras (3.000 kg) de carga.


 :arrow:  https://www.aereo.jor.br/2021/01/14/embraer-estuda-adicionar-aeronaves-nao-tripuladas-ao-portfolio/