Eu também suponho que os 24M sejam para os 4 navios, incluindo os trabalhos neles. Mas também pode ser só a compra, ficando a despesa de os colocar a navegar na mesma parcela da modernização.
Munições e essas coisas suponho que façam parte da segunda parcela. Despachar as munições de 40mm e 20mm faz todo o sentido, se não pretendemos usar em mais lado nenhum.
O único contexto em que veria como racional guardar munições de 40mm, era se desenvolvessemos um upgrade para transformar as Bofors numa RWS (pegando no que está a ser feito para a RWS nacional). Mas duvido que isso acontecesse, ou que existam munições suficientes para o justificar.
Eu não falei nos Sea Sparrow nem Harpoon, apenas no canhão de 76mm, radar. Eventualmente algum módulo de combate à poluição ou assim.
E eu não sei os objectivos da R. Dominicana. Podem achar útil (e uma oportunidade única de ter) um canhão mais poderoso em navios, com mais capacidade anti-aérea, anti-navio e de ataque a alvos em terra. Principalmente se emparelhado com um radar director de tiro, e um radar capaz de detectar ameaças aéreas e de superfície.
Duvido que incluam Harpoon e Sea Sparrow (certamente dependentes da aprovação americana). Mas que seria um salto de capacidades brutal, lá isso seria.
Terei pena é se não lhes conseguirmos vender uns drones nacionais, nem que os incluíssemos no pacote, servindo de soft-power + "publicidade" para a região.
A peça de 76mm seria possível, mas talvez overkill para as necessidades e missões previstas: luta contra o narcotráfico e crime organizado do outro lado da ilha (Haiti), patrulha da ZEE e controle de imigração ilegal vinda do Haiti. Será que ainda existem estes módulos 76mm na Dinamarca ou foram vendidas à Lituânia?
A quantia do pacote de upgrades opcionais é bem clara, até 24,37M, portanto devem ter algo muito específico em mente, não é uma quantia aleatória.
Bofors 40mm é muito mais provável como parte do pacote de 24M? Ou será upgrade extra? Acho uma 12,7mm pouco para as necessidades da RD.
Utilizar canhões Bofors de 40 mm e Oerlikon de 20 mm dos stocks portugueses para os navios da classe Tejo da Marinha Dominicana é absolutamente plausível, é uma das poucas opções realistas de modernização que se enquadram nos limites estruturais da plataforma, na cadeia logística existente da Marinha Dominicana, e de armamento excedente disponível em Portugal. Só das corvetas BA devem existir pelo menos oito Bofors 40 mm/L70?
Uma solução simples e viável e compatível com a doutrina da Marinha Dominicana.
Os upgrades de 6M extra devem ser talvez uma arma RWS tipo Marlin, mais EO, IR, etc?
Eu acho que já vendemos viaturas (da Jacinto talvez?), para a polícia nacional da RD. Estarei enganado? Vender drones também não seria fora das possibilidades.