BA4 - Base das Lajes

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Get_It

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #90 em: Fevereiro 02, 2016, 01:42:31 am »
Hoje deverá passar pelas Lajes um F-35A italiano com destino aos Estados Unidos. Será acompanhado por um Eurofighter Typhoon e um KC-767.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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raphael

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #91 em: Fevereiro 02, 2016, 05:19:06 pm »
Se não avariar entretanto...
Mas que belas fontes de informação.
Spotters sempre com intel fidedigna.
Aterra hoje...um dia de atraso... 8)
« Última modificação: Fevereiro 03, 2016, 03:21:56 pm por raphael »
Um abraço
Raphael
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Lusitano89

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #92 em: Março 22, 2016, 11:52:13 am »
Pentágono assume ao Congresso: não há uso alternativo para as Lajes


O Departamento de Defesa dos EUA entregou hoje ao Congresso um relatório que afasta a hipótese de a Base das Lajes receber um centro de informações, que está planeado para Inglaterra, ou qualquer outro uso alternativo, confirmou o Pentágono.

"A Base Aérea de Croughton, no Reino Unido, continua a localização ótima para o Complexo de Análise de Informação Conjunta. Com base em requisitos operacionais, as Lajes não são a localização ideal", disse um porta-voz do Pentágono à agência Lusa.

A mesma fonte garantiu que "dados os requisitos operacionais das missões atuais, neste momento não existem usos alternativos para as Lajes."

O Pentágono ressalvou, no entanto, que "irá continuar a considerar o valor estratégico da presença dos EUA e da NATO nos Açores."

Este relatório, exigido pela lei de Orçamento das Forças, deverá incluir ainda uma avaliação completa das valências da base.

"Compreendemos que a simplificação da nossa presença nas Lajes tem um impacto nas pessoas da Terceira. Estamos a implementar este plano em coordenação próxima como o governo de Portugal e a comunidade dos Açores", concluiu o Pentágono.

Augusto Santos Silva não desarma

O ministro dos Negócios Estrangeiros português disse hoje à Lusa que ainda tem esperança numa solução para a presença dos EUA nas Lajes, apesar de o relatório entregue pelo Pentágono excluir usos alternativos para a base.

"Mantemos a esperança de que a importância estratégica das Lajes seja bem compreendida, tendo como consequência que aquela estrutura possa ser plenamente aproveitada, também, pelas Forças Armadas dos EUA, com os fins de defesa e segurança que entender convenientes", disse Augusto Santos Silva à Lusa.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, entrevistado em Nova Iorque, onde participou esta segunda-feira num debate do Conselho de Segurança da ONU, sublinhou que "o processo de decisão norte-americano ainda não está concluído".

"Ainda não está concluído, porque sabemos das diligências havidas no Congresso e da interação entre a administração e o Congresso. Sabemos que os vários pontos dessa interação não estão todos esgotados", disse Augusto Santos Silva.

O chefe da diplomacia portuguesa referia-se às investigações que decorrem no Congresso sobre a manipulação de estudos para justificar a instalação do centro em Inglaterra.

"Não conhecemos ainda a reação do Congresso e, portanto, aguardamos o desenvolvimento normal do processo de decisão interno dos EUA", disse ainda o ministro.

O presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, disse este mês que a apresentação do referido relatório seria "a última oportunidade" para uma "boa saída" para aquela infraestrutura militar.

A 08 de janeiro de 2015, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, anunciou uma redução de 500 militares na base das Lajes, na ilha Terceira, Açores.

Atualmente, ainda devem estar colocados na base das Lajes quase 400 militares norte-americanos, que até setembro de 2016 serão reduzidos para 165.


>> http://www.dn.pt/portugal/interior/pentagono-assume-ao-congresso-nao-ha-uso-alternativo-para-as-lajes-5088930.html
« Última modificação: Março 22, 2016, 12:04:27 pm por Lusitano89 »
 

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Turlu

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #93 em: Junho 28, 2016, 05:26:46 pm »
EXPRESSO 2016/06/26

Portugal e EUA estudam criação de base espacial no aeroporto das Lajes

criação de uma base espacial no Aeroporto Internacional das Lajes, na ilha Terceira, onde possam ser feitos lançamentos low cost de foguetões com microsatélites e grandes constelações de satélites, está a ser estudada pelo Ministério da Ciência, governo regional dos Açores, NASA, agência americana de meteorologia e oceanos (NOAA), Departamento de Energia dos EUA, dez universidades portuguesas e americanas e várias empresas.

A base espacial é a principal componente do projeto de instalação de um grande centro de investigação internacional nos Açores, que começou a ser publicamente discutido a 10 de junho nas celebrações do Dia de Portugal em Nova Iorque, numa conferência que reuniu responsáveis de todas estas instituições e empresas. E que vai continuar com novas conferências a 27 de junho na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, a 4 de julho em Lisboa, a 19 de setembro em Bruxelas e em novembro e dezembro em três universidades americanas que têm parcerias com Portugal: o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e as universidades do Texas em Austin e Carnegie Mellon.

O centro de investigação vai chamar-se AIR Center (Azores International Research Center) e o objetivo é desenvolvê-lo em infraestruturas já existentes no arquipélago dos Açores, como o aeroporto das Lajes, as instalações de medição da radiação atmosférica do Departamento de Energia do Governo dos EUA na ilha Graciosa ou o Departamento de Oceanografia e Pesca (DOP) da Universidade dos Açores na ilha do Faial. Note-se que os Açores acolhem também estações da Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas Espaciais nas ilhas das Flores e de Santa Maria, a Estação de Rastreio de Satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) e a Estação Sensor Galileu (o GPS europeu), igualmente em Santa Maria.

“A evolução da tecnologia tem sido muito rápida e permitiu democratizar o acesso ao espaço”, afirma ao Expresso o ministro da Ciência. Manuel Heitor (ver entrevista) recorda que “há cinco anos o lançamento de um satélite custava no mínimo quatro milhões de euros e hoje custa apenas 150 mil, enquanto os satélites mais pequenos pesavam 50kg e hoje pesam 1kg”. A tendência na indústria é colocar constelações de satélites no espaço, pelo que “ter uma base espacial no meio do Atlântico, numa localização muito favorável para esse tipo de lançamentos, é uma grande vantagem. E o aeroporto das Lajes tem todas as infraestruturas adequadas e espaço aéreo livre para acolher uma base de acesso low cost ao espaço”.

Sete projetos em discussão

Além da base espacial, que poderá ter o nome de Atlantic Spaceport, estão em discussão mais seis projetos. Um deles é o ASORES, Plano de Ação para a Sustentabilidade, Proteção Operacional e Resiliência da Terra e dos Sistemas Espaciais, promovido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), NASA, ESA, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e consórcio empresarial C3P. O outro é a instalação em São Miguel do centro de dados da grande antena parabólica de 32 metros do futuro radiotelescópio SKA, que vai ser construída na ilha.

O SKA, um projeto global que envolve mais de 100 instituições de 21 países, incluindo Portugal, terá uma rede de centenas de milhares de antenas concentradas principalmente na África do Sul e na Austrália, e começará a funcionar em 2023.

Nesta área há ainda um terceiro projeto, a construção de um radar de rastreio e vigilância do lixo espacial. O boom dos satélites comerciais, governamentais e militares em todo o mundo fez crescer para um milhão o número de objetos em órbita à volta da Terra, fragmentos de satélites desativados e de foguetões. Estes objetos podem chocar com os satélites ativos, a Estação Espacial Internacional ou qualquer nave lançada da Terra. E se decaírem das suas órbitas atuais, muitos deles não se vão desintegrar totalmente ao atravessarem a atmosfera, devido à sua dimensão, podendo atingir qualquer zona habitada do planeta. Uma síntese da FCT sobre os sete projetos sublinha que “os Açores podem tirar partido do seu reduzido tráfego aéreo e localização geográfica única para acolherem um radar de rastreio e vigilância espacial e assegurar a cobertura permanente sobre o Atlântico”.

Mas não é só ao espaço que o futuro AIR Center se poderá dedicar. Um laboratório no Departamento de Oceanografia e Pesca da Universidade dos Açores na cidade da Horta, na ilha do Faial — o Lab-Horta@DOP & Cold Water Coral Lab —, com infraestruturas que permitam a recriação artificial das condições naturais do ambiente do mar profundo, irá abrir oportunidades de investigação nas fontes hidrotermais, ecossistemas, biologia marinha, geologia e oceanografia. Depois, o modelo de incubação de empresas da ESA que já existe em Portugal (incubadora em rede em Coimbra, Porto e Cascais) pode ser replicado nos Açores, atraindo capitais privados da UE e EUA. O documento da FCT propõe a instalação de um campus que acolha empresas inovadoras “de elevado risco e elevado retorno” (startup).

Fausto Brito e Abreu, secretário do Mar, Ciência e Tecnologia do governo regional dos Açores, admite ao Expresso que “a ligação do AIR Center com as negociações entre Portugal e os EUA sobre o futuro da Base das Lajes será óbvia quando se acordarem as compensações para os Açores, embora os processos sejam paralelos”. Nesta fase de discussão do projeto do centro de investigação internacional no arquipélago “estamos a tentar que todo o processo chegue a um nível de maturação tal, que se torne irreversível quando chegar a nova Administração americana saída das eleições presidenciais de novembro”.
Com gente tola e toiros, paredes bem altas! - ditado popular da Ilha Terceira
 

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Daniel

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #94 em: Fevereiro 26, 2020, 11:48:07 am »
Cônsul diz que Portugal deve tomar a iniciativa se quiser rever o Acordo das Lajes
https://tvi24.iol.pt/internacional/ponta-delgada/consul-diz-que-portugal-deve-tomar-a-iniciativa-se-quiser-rever-o-acordo-das-lajes?_ga=2.244528901.1011124771.1582632852-1594700727.1529937894

Citar
A cônsul dos Estados Unidos em Ponta Delgada, Kathryn Ryan Hammond, declarou que se Portugal quiser rever o Acordo Bilateral de Cooperação e Defesa com os Estados Unidos deve dar o "primeiro passo".

Em entrevista concedida à agência Lusa, a propósito dos 225 anos do consulado norte-americano, em Ponta Delgada, o "mais antigo do mundo continuamente operacional", a cônsul nos Açores referiu que "se o Governo português pretender olhar o Acordo Bilateral, o Governo dos Estados Unidos irá discutir esta questão, usando a Comissão Bilateral para encetar conversações". Para  Kathryn Hammond, o país deve dar o "primeiro passo", apontando que Portugal "é um dos nossos parceiros e aliados: sei que este assunto, muito importante, tem sido discutido ao nível mais alto do Pentágono".
Portugal e os Estados Unidos assinaram, em Lisboa, em 1995, o Acordo de Cooperação e Defesa, que inclui também o acordo técnico, que regulamenta a utilização da Base das Lajes e outras instalações militares portuguesas, e o acordo laboral, que regula a contratação de trabalhadores nacionais na base açoriana. Foi criada ao abrigo do Acordo a Comissão Bilateral Permanente, com a missão de promover a sua execução e a cooperação entre os dois países.Questionada sobre a intenção do presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, de rever o Acordo Bilateral, a cônsul disse que ambos os governos "discutem sempre, ao mais alto nível, sobre questões como o Acordo", bem como o ambiente, entre outros dossiês. Em janeiro, Vasco Cordeiro considerou no parlamento dos Açores que se trata de "uma relação profundamente desequilibrada em prejuízo" de Portugal "e por isso é que deve ser alterada".

O governante açoriano lembrou que a iniciativa de revisão do acordo entre Portugal e EUA compete ao Estado português, adiantando que os interesses dos Açores devem ficar salvaguardados nessa futura revisão. O chefe do executivo disse também que essa eventual revisão do Acordo não compromete as boas relações que atualmente existem entre Portugal e os Estados Unidos. Para a cônsul dos Estados Unidos, "se o Governo dos Açores considera que a relação entre ambos os países está 'desequilibrada' é uma conversa que terá que ter com o Governo português", sublinhando que as conversações entre ambos os países acontecem "ao mais alto nível".

 
A representante dos Estados Unidos disse ainda o seu país não pretende promover mais nenhuma redução do efetivo militar e civil na Base das Lajes, nos Açores, mantendo o seu interesse na infraestrutura. A cônsul nos Açores referiu que não tem "conhecimento de mais alguma redução", havendo, neste momento, ao serviço, na Base das Lajes, cerca de 400 civis portugueses e 160 militares. Kathryn Hammond recorda que é a única cônsul que não é honorária, algo que pretende "sublinhar o relacionamento dos Estados Unidos com os Açores". Em janeiro de 2015, o secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, confirmava a decisão do Pentágono de promover um 'downsize' da Base das Lajes, no âmbito do qual se reduziu de 900 para 400 os trabalhadores portugueses e de 650 para 165 o pessoal militar e civil norte-americano. A medida provocou impactos económicos e sociais na ilha Terceira. Para Kathryn Hammond, apesar da redução de pessoal, a Base das Lajes continua a ser "absolutamente importante" para o Estados Unidos, sendo neste momento o que os especialistas em geoestratégia e relações internacionais denominam de "base adormecida", que poderá ser reativada, a qualquer momento, se necessário.

 
A cônsul norte-americana declarou, a propósito da poluição ambiental na Base das Lajes, que "os peritos de ambos os lados estão a discutir este assunto, estando-se a tentar apurar mais sobre esta matéria para se agir. Kathryn Hammond anunciou que o embaixador dos Estados Unidos em Portugal, George E. Glass, vai estar de visita a várias ilhas dos Açores, em maio, a propósito das comemorações dos 225 anos do Consulado de Ponta Delgada. Vai ser cunhada uma moeda comemorativa da efeméride com nove estrelas, representando cada uma das ilhas dos Açores, a par de 16 outras estrelas, representativas dos estados norte-americanos, no século XVI. A moeda contempla ainda uma imagem da bandeira do Espírito Santo, figura da qual os açorianos são devotos.   JME // EL Lusa/Fim 
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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MATRA

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #95 em: Fevereiro 26, 2020, 12:12:06 pm »
Posso estar enganado, mas com esta administração americana, não vale a pena estar a mexer muito no acordo das Lajes.

Daqui a uns 5 ou 6 anos talvez, sim sou daqueles que acha que, apesar de tudo, o Trump vai levar o caneco outra vez, e se há algo que ele não é, é expansionista, e como não vê o Atlântico como um problema/oportunidade, não me parece que se tenha algo a ganhar com renegociar o acordo agora, e o governo deve saber disso.

Pode ser que nos saia a sorte grande com quem o vier substituir, ou algo mude a nível estratégico, que permita à Lajes serem relevantes novamente, e aí podia-mos tirar os respectivos dividendos,  como o cof.. cof.. F35 cof... cof...  :mrgreen:
An appeaser is one who feeds a crocodile — hoping it will eat him last.
Sir Winston Churchill
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George Lucas, 2005
 

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luis simoes

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #96 em: Fevereiro 26, 2020, 02:00:21 pm »
se calhar os chineses fariam muito melhor que esta adm Trump....digo eu....estes nao brincam em servixo,,,,
 

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dc

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Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #97 em: Fevereiro 26, 2020, 09:48:37 pm »
Posso estar enganado, mas com esta administração americana, não vale a pena estar a mexer muito no acordo das Lajes.

Daqui a uns 5 ou 6 anos talvez, sim sou daqueles que acha que, apesar de tudo, o Trump vai levar o caneco outra vez, e se há algo que ele não é, é expansionista, e como não vê o Atlântico como um problema/oportunidade, não me parece que se tenha algo a ganhar com renegociar o acordo agora, e o governo deve saber disso.

Pode ser que nos saia a sorte grande com quem o vier substituir, ou algo mude a nível estratégico, que permita à Lajes serem relevantes novamente, e aí podia-mos tirar os respectivos dividendos,  como o cof.. cof.. F35 cof... cof...  :mrgreen:

Não tenho estado dentro da política americana, desde que acalmou a situação com o Irão. Mas na altura tinha certas dúvidas da possível reeleição do Trump. Infelizmente os americanos gostam de americanices, logo tudo é possível, ainda mais quando as principais estações televisivas apoiam Trump.
 

 

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