Exército Argentino

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Argentino
« Responder #45 em: Dezembro 16, 2017, 11:04:20 am »


Não sabia que o Exército Argentino também tinha Galil.

http://iwi.net/galil/galil-sniper/
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Vitor Santos

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Re: Exército Argentino
« Responder #46 em: Dezembro 19, 2017, 12:56:27 am »


Não sabia que o Exército Argentino também tinha Galil.

http://iwi.net/galil/galil-sniper/

Tradicionalmente eles são apreciadores de equipamentos israelenses.
 

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mafets

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Re: Exército Argentino
« Responder #47 em: Janeiro 28, 2018, 02:33:30 pm »
http://www.helis.com/database/modelorg/2301/
Citar
Argentina army finally gets 20 ex Italian Carabinieri AB206


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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tenente

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Vitor Santos

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Re: Exército Argentino
« Responder #49 em: Abril 16, 2020, 05:41:11 am »
Daniel Defense M4A1, los nuevos fusiles para las TOE del Ejército Argentino


Citar
Aquila International, representante oficial de la empresa norteamericana Daniel Defense, ha publicado recientemente una serie de imágenes y vídeos donde se aprecia como serán los nuevos fusiles para las Tropas de Operaciones Especiales del Ejército Argentino. Se trata del DD M4A1, modelo que ya es de dotación en la Agrupación Comandos Anfibios de la Infantería de Marina y en el Grupo Alacrán, perteneciente a Gendarmería Nacional Argentina. El puntapié inicial para la adquisición de este material, junto a otro equipamiento, se dio el año pasado con una serie de licitaciones que oportunamente informamos en ZM y que tienen como objetivo mejorar las capacidades de las TOE. El armamento y accesorios licitados eran de los más variado, entre ellos fusiles 5,56mm como los ya citados, fusiles para tiradores especiales, ametralladoras ligeras, pistolas y pistolas-ametralladoras.

La licitación por los fusiles 5,56mm apuntaba a la compra de 164 unidades. De acuerdo a los requisitos técnicos/operacionales, el modelo de fusil a seleccionar debería ser provisto con 11 cargadores del tipo P-MAG Gen 3 (Magpul), disponer de una mira óptica de combate avanzada Trijicon ACOG 3.5×35 LED y contar con rieles Picatinny, culata telescópica, empuñadura delantera, entro otros detalles. Los accesorios deberían incluir kit de mantenimiento y repuestos, funda, campanas de fogeo, etc.


Cabe recordar que el material en cuestión pudo ser evaluado por las TOE durante el 1er Congreso de Modernización y Equipamiento Militar realizado en noviembre del año pasado, en las instalaciones que la IMARA cuenta en Baterías y en el Polígono de Campo de Mayo, perteneciente a Ejército. Durante las jornadas que duró el evento, se puso a disposición del personal una importante variedad de armamento, entre el cual se encontraban los fusiles Daniel Defense M4A1 y Mk18 equipados con sistemas de puntería Trijicon ACOG y MRO.

Tal como se aprecia en la imagen de portada y del artículo, la característica distintiva de los DD M4A1 para Ejército es el escudo nacional, cuyo proceso de grabado por láser se puede apreciar en uno de los vídeos recientemente publicados por Aquila International. De acuerdo a lo informado por su Mánager General para Sudamérica, Gastón Benavidez, la adquisición de los fusiles Daniel Defense corresponde a la última gran adquisición de armas portátiles realizada por el Ejército Argentino. El mencionado material ya se encuentra alistado en EEUU, aguardando la finalización de procesos administrativos que se vieron ralentizados por la actual crisis desatada por la pandemia de COVID19.

Como mencionamos oportunamente, esta adquisición junto con a otro equipamiento (armamento, accesorios, etc) es el resultado de un largamente esperado e importante proceso de modernización para las Tropas de Operaciones Especiales, las cuales verán incrementar sus capacidades materiales notablemente.

 :arrow:  https://www.zona-militar.com/2020/04/10/daniel-defense-m4a1-los-nuevos-fusiles-para-las-toe-del-ejercito-argentino/
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Exército Argentino
« Responder #50 em: Abril 16, 2020, 10:21:38 am »
Pelo que li em vários artigos sobre esta espingarda-automática, estas AR-15 são de topo.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Exército Argentino
« Responder #51 em: Maio 01, 2020, 10:14:00 pm »
 
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Re: Exército Argentino
« Responder #52 em: Maio 01, 2020, 10:19:53 pm »
Infografia do Exército Argentino (2019):


 

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Re: Exército Argentino
« Responder #53 em: Julho 07, 2020, 02:21:19 pm »
EUA autorizam a venda de 27 blindados Stryker M1126 a Argentina


Citar
No final da tarde de ontem, dia 06/07, a Departamento de Estado dos EUA determinou a aprovação de uma possível venda militar de 27 (vinte e sete) Veículos Blindados de Transporte de Tropas (VBTP) 8×8 Stryker M1126, e equipamentos relacionados, a Argentina por um custo estimado de 100 milhões de dólares (US$).

A Defense Security Cooperation Agency (DSCA, ou Agência de Cooperação em Segurança de Defesa) entregou a certificação exigida, notificando o Congresso sobre essa possível venda.

O Governo da Argentina solicitou a compra dos veículos, equipados com metralhadoras Browning M2HB .50’’ (12,7×99 mm), lançadores de granadas de fumaça M6, periscópios para motoristas AN/VAS-5, intercomunicadores AN/VIC-3, sistema de rádio terrestre e aéreo de canal único AN/VRC-91E (SINCGARS), ferramental especial, equipamentos de teste, peças sobressalentes,  treinamento, manuais técnicos e serviços de suporte técnico e logístico.

O papel de contratante principal ficará a cargo da General Dynamics Land Systems (GDLS) e não haveriam contratos de compensação conhecidos em relação a essa venda potencial, cuja implementação exigirá a atribuição temporária de 2 (dois) representantes de empreiteiros dos EUA na Argentina para apoiar o programa. Lembrando que este aviso de uma possível venda é exigido por lei e não significa que a venda foi concluída.

No comunicado da DSCA destacam-se os seguintes parágrafos:

“Essa venda proposta apoiará as metas de política externa e os objetivos de segurança nacional dos Estados Unidos, melhorando a segurança de um grande aliado não pertencente à OTAN, que é um parceiro estratégico na América do Sul.
A venda proposta melhorará a capacidade da Argentina de enfrentar ameaças atuais e futuras, aumentando as capacidades operacionais e forçando a disponibilidade. A Argentina usará os veículos Stryker para conduzir operações de estabilidade em apoio à ajuda a desastres e obrigações internacionais de manutenção da paz. A Argentina não terá dificuldade em absorver esses veículos em suas forças armadas. A venda proposta deste equipamento não alterará o equilíbrio militar básico na região”.


Depois do fiasco que foi a aquisição dos 4 (quatro) blindados 6×6 chineses Norinco WMZ551B1, em 2008, para serem utilizados no Haiti (mas que foram tão mal nos testes de recebimento que nunca foram enviados), e da avaliação do IVECO VBTP-MSR 6×6 Guarani, no final de 2012, parece que o Exército Argentino irá utilizar o financiamento do FMS (Foreign Military Sales, ou programa de vendas militares estrangeiras), dos EUA, para dar um alento a sua Força Mecanizada.


Na América do Sul, o Stryker M1126 é utilizado pelo Exército da Colômbia, desde de 2014, que possui atualmente 32 veículos, conhecidos localmente como “Gladiador”.

 :arrow:  https://tecnodefesa.com.br/eua-autorizam-a-venda-de-27-stryker-m1126-a-argentina/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Argentino
« Responder #54 em: Agosto 30, 2020, 05:12:28 pm »
VAE y VAPE: los VCBR Argentinos


A finales de la década de 1970 la Argentina mantenía importantes diferendos limítrofes con Chile. En la Navidad de 1978 las tensiones casi desembocan en una guerra entre ambos países, que fuera evitada por la mediación del Cardenal Samoré, enviado del Papa Juan Pablo II. Los análisis realizados por el Ejército Argentino evidenciaban que el principal blindado con que contaba el país, los M4 Sherman que fueran repotenciados desde de 1976, eran insuficientes. Por su parte, el Programa TAM se encontraba aún en fase de prototipo.

Con este panorama las autoridades comenzaron las tratativas para el desarrollo de un programa local de construcción de Vehículos de Combate a Rueda (VCBR). Su menor sofisticación permitiría la construcción de un importante número que, en el futuro, podría complementar a los vehículos de la familia TAM. Del programa surgirían dos prototipos: el VAE (Vehículo Anfibio de Exploración) y el VAPE (Vehículo Anfibio Pesado de Exploración).

En el mes de enero de 1979, el gobierno de facto argentino comenzó los contactos con empresas francesas y argentinas para evaluar la posibilidad de fabricar un total de 1.000 vehículos blindados a rueda. La fabricación sería realizada por TAMSE, abarcando la posibilidad de su venta y exportación a terceros países. Durante aquellos primeros meses, los vehículos estaban basados en el VCA VCI 6×6 de origen francés, cuyo peso rondaba las 12 toneladas y que prestaba servicio en el Ejército de Tierra Francés desde 1976. 

El Vehículo de Combate Blindado a Rueda Argentino seria empleado principalmente para el transporte de infantería. No obstante, dentro de los análisis, el Ejército Argentino solicitó una versión que contara con un mayor poder de fuego para equipar a las unidades de exploración. Dentro de las negociaciones emprendidas por las autoridades nacionales, se encontró la empresa.

Societe des Materiels Spéciaux (consorcio conformado por Renault Vehicules Industriels y Creusot-Loire) que se asociaría con la empresa argentina ASTARSA.


A su vez, la empresa Panhard se asociaría con TENSA (empresa argentina especializada en frenos para vehículos) participando en el desarrollo y contrucción de dos prototipos.

El primero de los VCBR 6×6 sería denominado VAE (Vehículo Anfibio de Exploración), siendo propulsado por un motor de 260 HP. Se evaluó la posibilidad de equiparlo con un motor nacional Perkins de 250 HP. Estaba equipado con una torreta FL 20 con un cañón de 20mm. Si bien, como se ha indicado, se previa su uso para exploración, su misión principal sería el transporte de tropas.

Por su parte, el segundo de los VBCR, destinado a misiones de exploración, tendría la denominación de VAPE (Vehículo Anfibio para Exploración). Visualmente era muy diferente del VAE al contar como armamento principal un cañón de 90 mm montado en una torreta samm A.R 90. Era impulsado por un motor diésel con una potencia de 254 HP a 2.600 rpm. Poseía una caja de cambios de 6 velocidades que le permitía alcanzar una velocidad de 100 Km/H.


Ambos vehículos estaban equipados con dos hidrochorros Messier-Dowty que le otorgaban capacidades anfibias. Los estudios a los que fueron sometidos indicaron que poseían una buena movilidad en el agua. 

Entre las innovaciones que incluía el VAPE, se hallaba una bomba en el compartimento del motor cuyo funcionamiento era eléctrico. En caso de ingreso de agua al motor, esta era evacuada por medio de una cañería conectada a una boca localizada en la parte frontal izquierda del vehículo. Además, estaba dotado de un malacate accionado por un motor hidráulico. Tenia una capacidad de 6 toneladas con 60 metros de cable, siendo accionado desde el puesto del conductor.

Para la seguridad de la tripulación, el VAPE estaba equipado con protección QBR (Química, Biológica, Radioactiva); sistema de protección contra incendios que se produjeran en el compartimento del motor, como extintores en su interior.


En total fueron fabricados dos prototipos de cada modelo respectivamente. La construcción fue realizada en Francia entre los años 1979 y 1980. Fueron enviados a la Argentina para ser armados y sometidos a pruebas en los diversos entornos del país donde operarían. En base a información suministrada por Ricardo Sigal Fogliani, los resultados obtenidos de las evaluaciones fueron auspiciosos.

Sin embargo, una combinación de factores hizo naufragar el proyecto. La crisis económica e inflacionaria de principios de los 80´, como la falta de presupuesto, provocó que el programa fuera dejado de lado para 1981. De los cuatro prototipos producidos, tres fueron enviados a CITEFA, siendo destinados posteriormente al Escuadrón de Demostración de la Escuela de Caballería, y por último enviados a TAMSE; la restante unidad fue cedida a ASTARSA.

En base a las fuentes consultadas por Zona Militar, el desarrollo de ambos VCBR hubiera dotado al Ejército Argentino de una nueva capacidad de transporte y exploración. No obstante, los beneficios del programa surgen por comparación con otros blindados producidos por la empresa brasileña ENGESA. Mientras Argentina daba por tierra al desarrollo de los VCBR, desde Brasil surgieron los vehículos blindados EE-11 Urutu y EE-09 Cascavel. Ambos vehículos no solo son empleados aún por el Ejército Brasileño, sino que fueron exportados a diversos países de la región y el mundo, entre los que se encuentran Colombia, Ecuador, Venezuela, Emiratos Árabes Unidos y Arabia Saudita, inclusive.  Aproximadamente fueron construidas 1.500 unidades.

Han pasado casi 40 años desde que el Programa VAE y VAPE llegaran a su prematuro final. Aún el Ejército Argentino busca incorporar vehículos blindados a rueda para sus despliegues, recibiendo ofertas de diversos países y fabricantes del mundo. Mientras tanto, el Ejército Brasileño se encuentra en pleno proceso de incorporación de los nuevos VBTP-MR Guarani, que reemplazarán a los ya antiguos Urutu y Cascavel.



Desde el equipo de redacción de Zona Militar deseamos agradecer especialmente a Ricardo Sigal Fogliani por los datos, información y fotografías brindadas para la confección de este artículo.

 :arrow:  https://www.zona-militar.com/2020/08/19/vae-y-vape-el-viejo-proyecto-de-vcbr-que-fracaso/
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Argentino Novo
« Responder #55 em: Agosto 30, 2020, 05:31:16 pm »
La necesaria modernización del FAL: Evolución del kit FAMCa y las variantes para tirador destacado


Entre los proyectos que mantiene en ejecución el Ejército Argentino con el objetivo de actualizar e incrementar capacidades, destaca la modernización del fusil FAL, iniciativa que surge ante la necesidad de cubrir un nicho que estaba muy por debajo de las exigencias operacionales modernas y que constituye la principal herramienta de la infantería.

Pese a que a lo largo de sus años de servicio el FAL ha destacado por su confiabilidad y rusticidad, su diseño indudablemente quedó muy atrasado respecto a los estándares actuales, condición que no era ignorada por el Ejército. A los fines de revertir esta situación, distintos organismos de la fuerza aunaron esfuerzos para la elaboración preconceptual del proyecto, proceso que incluyó todas las etapas de investigación y desarrollo.

Lógicamente, el proyecto no fue ajeno a la realidad del contexto nacional. Pese a ello, la Dirección General de Investigación y Desarrollo y la Facultad de Ingeniería del Ejército fueron cumpliendo los hitos del proyecto, refinando los requerimientos en base a las experiencias de las evaluaciones, todo ello con el objetivo de llegar a los diseños finales.

En base a lo mencionado, se pudieron definir tres modelos (uno de ellos en dos variantes):

FAMA (Fusil Argentino Modelo Asalto) versión compacta para paracaidistas y tropas especiales.
FAMCa (Fusil Argentino Modelo Carabina) versión compacta para tropas blindadas, mecanizadas y de montaña.
FAMTD (Fusil Argentino Modelo Tirador Destacado) en versión cañon pesado y cañón liviano.

Como resulta sabido, el diseño final que se adoptaría sería el FAMCa, modelo que conjugó algunas de las características propuestas en el FAMA. Una vez que el proyecto de modernización ganó tracción, se dieron los pasos necesarios para iniciar la producción de preserie: adquisición de los kits de modernización a la empresa norteamericana DSArms, compra de miras réflex Meprolight M21 y la firma de un convenio interadministrativo con Fabricaciones Militares para el ensamblado de los prototipos en la Fábrica Militar Fray Luis Beltrán (FMFLB)

El kit inicial estuvo compuesto por siete piezas provistas por DSArms: conjunto rail-guardamanos Picatinny, conjunto de cajón de mecanismos, culata regulable Magpul CTR, grip delantero de aluminio, empuñadura tipo M249, selector de tiro ambidiestro y bolsa recolectora de vainas.


La entrega de la primera tanda de fusiles FAMCa tuvo como destinatario a la Compañía de Comandos 602, el Regimiento de Asalto Aéreo 601 y al Regimiento de Infantería Paracaidista 2. La experiencia con el FAMca implicó la presencia de nuevos parámetros (en especial aquellos relacionados a la mira Mepro M21) lo que derivó en una serie de informes elevados por las mencionadas unidades con el objetivo de brindar su evaluación acerca del rendimiento de los fusiles.

Refinando el FAMCa.

La experiencia con las primeras tandas del FAMCa derivó en una serie de modificaciones destinadas a perfeccionar el diseño. Estas incluyeron:

Guardamanos: El guardamanos original Picatinny se reemplazó por otro de tipo M-LOK, más liviano, moderno y mejoras para su instalación.

Culata: Con la adición de carrilleras se proporcionó una mejora ergonómica para uso del fusil con miras ópticas tipo réflex o punto rojo.

Tapa cajón de mecanismos y montaje de mira: Se reemplazó el modelo inicial de tapa larga por uno acortado, el cual permite la utilización de la manija de transporte. Se acortó el largo de los tornillos de fijación, para adaptarlos al espesor del FAL.

Empuñadura: Se mantiene el modelo tipo M249, entregándose instalada de fábrica al cajón de mecanismos para asegurar un correcto ensamble y control de calidad.

Selector de tiro: Ambidiestro, con tolerancias según especificaciones originales del FN FAL.

Bolsa colectora de vainas: Se reemplazó la tela original por tela cordura 500 de mayor resistencia.

Resorte recuperador: Se modificó el diseño de los resortes recuperadores, con el fin de que el resorte interior se mantenga prisionero dentro del resorte exterior.

Grip vertical y paneles protectores: Se modifica pensando en la reducción del peso frontal y para disminuir la temperatura del guardamano (mediante paneles de polímero). El grip vertical de aluminio se reemplazó por uno de polímero.

Palanca retén de cargador y manivela de carga: Se reemplazaron los modelos originales por otros mejorados que permiten mejor manipulación con guantes.

Se agregan secciones de riel Picatinny y sistema de quitado rápido para correa porta-fusil.

Se provee kit de instalación.

Se modifica el orificio de toma de gases según especificaciones recomendadas para cañón de 16 pulgadas.

Se ofrece una opción a la Meprolight M21 (sufre efecto washout/ceguera ante cambio de luminosidad), en este caso la mira punto rojo Trijicon MRO HD, con retículo de 2MOA/65MOA. Opcional, el magnificador 3X Trijicon.



La adopción de estas modificaciones terminaría por pulir las características y rendimientos del FAMCa, no solo brindando una nueva vida al FAL, sino que también lo ubica próximo a los estándares modernos que se ven en los distintos modelos de fusiles que actualmente se ofrecen en el mercado. Nada mal para un fusil que tiene más de seis décadas de servicio y cuya logística está mas que absorbida por el Ejército Argentino. Su modernización no solo implica un menor gasto si se pensara en reemplazarlo por un nuevo modelo, sino que también extenderá su horizonte de vida útil manteniendo estándares actualizados.

Fusil Argentino Modelo Tirador Destacado – FAMTD

Modelo que vendría a ocupar un nicho que ha tenido gran desarrollo en las última décadas pero que se encuentra vacío en el Ejército Argentino: tiro de precisión dentro de la sección de infantería. El tirador destacado es aquel que se encuentra entrenado y equipado para ofrecer a la fracción fuego sostenido de precisión. Citando un pasaje de la nota «Tiradores selectos: Más allá de la precisión«, podemos agregar que en lo que respecta a su sistema de armas, generalmente está constituido por un fusil de dotación debidamente modificado (óptica, cañón, bípode) que le permita batir objetivos a distancias de hasta 600 metros.

Agregando al concepto del binomio tirador destacado/fusil de precisión, «su capacidad de proveer fuego preciso y discriminado lo convierten en un elemento indispensable para un amplio abanico de misiones, ya sea en situaciones de combate o en tareas de establecimiento de paz y estabilidad, así como en operaciones de contra-insurgencia, ya que permite reducir al mínimo posibles bajas de civiles no combatientes.«

Entre las principales funciones encontramos:

– Fuego de precisión en enfrentamientos de corto alcance.
– Eliminación de tiradores selectos enemigos.
– Observación y sobre-vigilancia en zonas claves de circulación, puestos de control peatonal y vehicular.
– Proporcionar cobertura al elemento de asalto durante su ingreso y egreso del objetivo.
– Cubrir avenidas de aproximación específicas con respecto a la posición de la unidad.
– Proveer fuego de distracción al elemento de asalto.
– Cubrir instalaciones vitales y obstáculos.
– Durante el asalto, proveer apoyo a la fracción cuando ametralladoras, lanzagranadas o morteros no puedan prestar su apoyo ante el temor de fratricidio o daños colaterales.
El FAMTD se pensó en dos versiones, una de cañón pesado y otra de cañón liviano. Ambos modelos cuentan con las modificaciones necesarias previamente mencionadas, a lo que se suma la provisión de nuevos componentes apuntados a mejorar las características ergonómicas. Con el fin de aggiornar el FAMTD, DSArms por medio de Aquila International ofrece un kit actualizado con mejoras en sistemas ópticos entre otros accesorios.

Para el FAMTD cañón liviano se ha propuesto un nuevo guardamanos M-LOK, culata ajustable y rebatible de propósito especial, , bípode Magpul, mira telescópica Leupold Mark 5 HD 3-18×44 con retículo iluminado TMR MRAD, montaje Leupold Mark IMS, compensador de boca y supresor Daniel Defense WAVE FH.

El FAMTD de cañón pesado mantiene similar configuración salvo por una culata Magpul PRS2 y por la mira variable de combate Trijicon VCOG 1-8X28 con retículo iluminado MRAD. Ambos modelos comparten parte del kit utilizado para el FAMCa, por lo que se mantiene compatibilidad entre todos los modelos modernizados.


Avanzar con la familia FAMTD supone un lógico paso dentro del proyecto de modernización del fusil FAL. Cabe recordar que fue durante la Tercera Jornada de Logística Militar, realizada el año pasado en la Escuela Superior de Guerra, donde se expusieron los planes para el proyecto. Al respecto se expresaron el por entonces Director de Arsenales, General de Brigada Sergio Pucheta y el ex Director General de Material del Ejército, General de Brigada (R) Gustavo Booth, mencionando que la planes pretenden abarcar 11000 unidades sin uso del FAL que el Ejército actualmente mantiene en sus depósitos. La proyecciones para la conversión a lo largo de los años 2020, 2021 y 2022 estipulaba ejecutar los trabajos en 1500, 1600 y 5000 fusiles respectivamente, quedando 2000 unidades remanentes a determinar.

Agradecimientos: Aquila International y a Gastón Benavidez, Gerente General para Sudamérica.

Fotos: Aquila International

Foto de portada: Presentación del FAMCa realizada en Boulogne. Créditos: Ejército Argentino


 :arrow: https://www.zona-militar.com/2020/08/26/la-necesaria-modernizacion-del-fal-evolucion-del-kit-famca-y-las-variantes-para-tirador-destacado/
« Última modificação: Agosto 30, 2020, 05:46:25 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Argentino
« Responder #56 em: Agosto 30, 2020, 05:43:06 pm »
La compra de un 8×8 para el Ejército Argentino


Desde el año 2008, el Ejército Argentino tiene entre sus planes la incorporación de un vehículo de combate a ruedas en versión 8×8, destinado inicialmente según los proyectos de evolución, a equipar dos brigadas: en primer lugar, a una Brigada Mecanizada, con preponderancia de vehículos de combate de infantería y transporte de personal y unos pocos dotados con cañón de altas prestaciones, para su regimiento de caballería. En segundo lugar, una brigada blindada a ruedas, esencialmente similar a la anterior, pero con una proporción inversa de vehículos con cañón para sus regimientos de caballería y pocos VCI y VCTP, para su único regimiento de infantería mecanizado.

Por obvias razones presupuestarias, esencialmente, la concreción de estos planes se ha visto indefinidamente postergada. Pero también en parte a la indecisión de los responsables que en distintas oportunidades, debieron avanzar con estos proyectos y no lo hicieron.

Es así que en 2011, una comisión de especialistas del ejército, viajó a Europa para visitar y conocer en funcionamiento, a los principales vehículos de combate que estaban entrando en servicio, entre los que se podía mencionar al VBCI francés, al Boxer alemán, al PANDUR 2 austríaco, al Mowag Piranha III suizo y al Freccia italiano, el cual resultaría el favorito (entre otras razones por ser un derivado del Centauro, un 8×8 armado con un potente cañón de 105 mm que disparaba la misma munición que el TAM) aunque por razones de su costo elevado, sería descartado.

Además, Italia era su único usuario, a diferencia de otros vehículos que habían sido adquiridos por numerosos países (cabe citar al Piranha suizo que junto a sus versiones LAV y Stryker norteamericanas, es empleado por más de 45 países).  También se evaluó en 2012 el 6×6 Guaraní, producido en Brasil por IVECO y cuyo diseño fue procesado en el centro de diseño de Iveco situado en Córdoba. De este vehículo, se espera desarrollar una versión 8×8 armada con un cañón de 105 mm, para reemplazar a los EE) Cascabel en las unidades mecanizadas del Exercito Brasilero.

En 2015 pareció cerrarse un acuerdo con China para la adquisición del VN 1 y versiones derivadas, el cual fue congelado por el gobierno de Macri (lamentablemente por razones esencialmente presupuestarias y no porque fuera el resultado de un análisis de conveniencia respecto a sus prestaciones y capacidades).

Se intentó infructuosamente ir por unos Pandur 2, incluso por la versión estadounidense del Piranha, el Stryker mencionado, recibiéndose una oferta tanto por vehículos nuevos como por vehículos usados reacondicionados a nuevo.

Hoy el modelo chino vuelve a entrar en escena, pero con independencia del modelo final elegido, no es posible aceptar o descartar alguno de ellos en base a datos concretos.

Uno de los problemas que afectan desde hace años a las FFAA argentinas, es la forma en que los proyectos de inversión en materia de defensa se concretan.

La normativa establece una serie de pasos, estudios análisis de costo de adquisición y de vida útil, rendimiento en operaciones, etc, en base a bibliografía y datos técnicos dados por los fabricantes y nunca por un concurso o competencia real en base a pruebas objetivas en el terreno y con las tropas que los deberán operar.

Con frecuencia se elige y propone un modelo que “calce” en el presupuesto que se aprecia se puede obtener y en base a ello se inician las negociaciones, quedando atados de algún modo a una suerte de monopolio con el fabricante, quien puede determinar a su conveniencia, cuándo entrega, qué entrega, cuándo cobra, cuáles son las compensaciones industriales, etc, sabiendo que una vez elegido su producto, es muy difícil (salvo que aparezca un competidor que patee el tablero con precios y ventajas), que se seleccione a otro proveedor.

Cualquier país serio, con independencia de su capacidad económica, emplea otros mecanismos de adquisición. La famosa compulsa, la competencia mano a mano, la atención de las necesidades reales de sus soldados, son tenidas en cuenta y a la hora de adquirir, son los fabricantes los que deben hacer el esfuerzo por presentar lo mejor de sí, otorgar las mejores condiciones crediticias, ofrecer las mayores compensaciones (las que no necesariamente implican el fomento de la industria militar relacionada, sino que se negocian en otras áreas si el país proveedor está interesado) y fundamentalmente, los usuarios saben que se elegirá la mejor combinación de precio, capacidades del material, posibilidades de mantenimiento, etc.

El VN1 chino aparenta ser un buen vehículo, pero es empleado solo por cuatro países, incluido China. En Sudamérica, es usado por la infantería de marina venezolana. Esto limita en gran parte, la posibilidad de obtener repuestos, sobre todo los más complejos,  en otro país que no sea China.

Interpretación digital del VCBR VN-1 del Ejército Argentino. Imagen – Alejandro Klichowski.

Aunque puede ser fabricado siguiendo ciertos estándares occidentales, es muy probable que la adecuación completa al sistema logístico del Ejército Argentino, encarezca su producto y lo lleve a igualar casi al mismo precio que un modelo occidental.

El Stryker (o LAV, o Piranha según las versiones), puede resultar inicialmente más caro, pero emplea muchos componentes comerciales, y por el enorme número de usuarios, pueden obtenerse repuestos en muchos países. Brasil, Chile, Colombia, Perú emplean versiones 8 x 8 y Chile y Uruguay, una versión 6×6 más antigua pero con muchos componentes comunes.

La transformación de las Medium Brigade del US ARMY en brigadas pesadas, dejará libres cerca de 2000 unidades usadas del Stryker para reventa o como fuente de repuestos, lo que podría permitir alcanzar con vehículos a un costo inferior, las dos brigadas a ruedas previstas en los planes originales del ejército.

Por otra parte, el grado de interoperabilidad de este vehículo es único.

Y si vuelve el Guaraní al ruedo, habrá que hacer otros análisis. El Guaraní impresionó muy bien a los militares que en 2012 lo analizaron y probaron. Es un vehículo de elevada tecnología, con muchos componentes comerciales que incluso se pueden producir en la fábrica IVECO de Córdoba, y que permitirían una integración militar con Brasil muy necesaria para afianzar la unión Sudamericana tan propugnada por los últimos gobiernos.

Se sabe la predilección militar por un 8×8 en vez de un 6×6, pero esta predilección no tiene bases objetivas sino que considera tendencias de otros países  (las mismas tendencias que no se siguen cuando el mundo incrementa el número de tanques y en Argentina no se avanza con el TAM2C, listo para producirse desde hace 7 años).

Francia, país con enorme experiencia en el diseño y empleo de blindados a ruedas, ha seleccionado como futuros vehículos blindados al Griffon y al Jaguar, ambos 6 x 6. Además, y a pesar del VBCI 8×8, emplea desde hace décadas, a los AMX10 RC con cañón de 105 mm, a los VAB para infantería y a los ERC 90, todos 6×6.


Turquía produce y emplea indistintamente 6×6 PARS y ARMA junto a sus versiones 8×8. Quizás antes de descartar, habría que probar.

Está claro que cualquier fabricante, quiere vender, no importa si son 10, 100 o 1000. La entrada en un mercado es de algún modo un certificado de garantía por el cual competirá con otros fabricantes para posicionarse mejor.

Hoy que se habla nuevamente de la necesidad del 8×8, ¿no sería conveniente invitar a los distintos fabricantes a presentar sus productos, hacerlos competir en el país en las mismas condiciones en que sus soldados los emplearán, escuchar sus ofertas de pago y crédito y fundamentalmente, decidir en base a lo QUE REALMENTE NECESITAN SUS FFAA?.

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High Tech "Battlelab" para o Exército Britânico

Iniciado por JLRC

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Última mensagem Outubro 28, 2004, 11:04:28 pm
por JLRC
Grupo de Aviação Ligeira do Exército Osprey...Apache/Tiger

Iniciado por Boina_Verde

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Última mensagem Setembro 19, 2007, 12:28:14 pm
por Luso
Imagem da nova espingarda de assalto do exército americano

Iniciado por lf2a

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Última mensagem Outubro 01, 2004, 05:43:15 pm
por lf2a
Para que serve o Grupo de Aviação Ligeira (Exército)

Iniciado por papatango

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Última mensagem Maio 14, 2008, 01:00:06 am
por tyr
Exército, Alemanha, França,Inglaterra, TOPS Pesquisa

Iniciado por Heer.Skuda

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Última mensagem Junho 15, 2007, 01:11:48 am
por Nuno Bento