Não sei se deva rir ou chorar

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #225 em: Setembro 26, 2017, 12:46:09 pm »
as propostas dos candidatos às Autárquicas:

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Espaço especial para mulheres nos transportes públicos. Instalação de uma divisória para evitar situações de assédio – Joana Amaral Dias, do partido Nós, Cidadãos!

Criação de uma moeda local. O candidato do PS à Câmara da Guarda, Eduardo Brito, defende a criação de uma nova moeda, o “sancho”, que seria utilizada exclusivamente no comércio local, dificultando a saída de dinheiro do município.

O cabeça de lista do Livre à Câmara de Ponta Delgada, José Azevedo, também defende a criação de uma moeda local, para “facilitar as trocas entre os agentes económicos”. Francisco Guerreiro, do PAN, quer introduzir a moeda “cascalho” em Cascais.

Formação em Direito Penal para ciganos

O candidato do PSD à Câmara de Loures, André Ventura, propõe no seu programa “formação obrigatória” para a etnia cigana em Direito Penal, Direitos Humanos e Direitos das Mulheres. As pessoas que não frequentarem a formação ficarão sem os apoios sociais do município, como habitação.

Faro, destino do amor

O candidato independente à Câmara de Faro, Humberto Correia, quer potenciar o turismo e transformar a cidade no “destino do amor”. Também promete “valorizar as mulheres”, através da realização de desfiles de moda e concursos de beleza. Humberto Correia defende ainda “bailaricos em Faro todas as semanas”.

Krav Maga em Lisboa

Pedro Cardoso, candidato do CDS à Junta da Freguesia da Penha de França, em Lisboa, aposta forte na segurança. Quer mais polícia nas ruas, guardas nocturnos e cidadãos mestres em Krav Maga, a famosa arte marcial israelita de defesa pessoal.

"Reconhecido como o melhor sistema de defesa pessoal deve ser difundido e incentivado entre a população, principalmente a feminina, para legítima defesa", afirma a candidatura.

Anti-gaivotas

O candidato do PSD à Câmara do Porto, Álvaro Santos Almeida, quer acabar com o que diz ser a “praga das gaivotas”, que considera um “perigo para a saúde pública”, juntamente com o lixo que se acumula na cidade “fora dos locais próprios”.

Desconto nas sepulturas

José Couto, candidato do PS à Junta de Freguesia de Sabrosa, em Paredes, promete reduzir o preço das sepulturas para metade – de 1.500 euros para 750 euros - e até fez um cartaz sobre isso.

http://rr.sapo.pt/noticia/94174/as_propostas_mais_exoticas_e_polemicas_da_corrida_autarquica?utm_source=rss

Muitas são mesmo para rir.

Cumprimentos,
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #226 em: Setembro 26, 2017, 06:26:13 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #227 em: Setembro 29, 2017, 09:42:16 pm »
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #228 em: Outubro 24, 2017, 12:00:08 am »
Juíz justifica agressão dizendo que "Bíblia pune o adultério com a morte"


 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #229 em: Novembro 04, 2017, 04:08:12 pm »



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« Última modificação: Novembro 04, 2017, 08:10:29 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #230 em: Dezembro 28, 2017, 09:57:29 am »
Maduro acusa Portugal de sabotar a importação de pernil de porco

O presidente venezuelano acusou Portugal de sabotar a importação de pernil de porco. Ministro Augusto Santos Silva diz que "o governo português não tem o poder de sabotar pernil de porco".



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou esta quarta-feira Portugal de sabotar a importação de pernil de porco por parte do governo venezuelano, que não cumpriu a promessa de distribuir entre o povo este tradicional alimento de Natal.

“O que se passou com o pernil? Fomos sabotados e posso falar de um país em particular: Portugal. Estava tudo pronto, comprámos todo o pernil que havia na Venezuela, mas tínhamos que importar e sabotaram a compra”, disse Nicolás Maduro.

O Presidente da Venezuela referiu que fez um plano e acertou os pagamentos, mas que “foram perseguidos e sabotados os barcos” que traziam o pernil. Nicolás Maduro lamentou ainda que alguns países tenham bloqueado as contas bancárias que iriam ser utilizadas para efetuar os pagamentos.
..............

Quem são os portugueses que exportam porco para a Venezuela?

O governo venezuelano não especificou exatamente que portugueses, ou que empresas nacionais, é que sabotaram o Natal na Venezuela. Mas uma empresa portuguesa que fechou recentemente um acordo para a exportação de pernil de porco para a Venezuela é a Agrovarius, do Grupo Varius (a holding chama-se Iguarivarius). No final de 2016, o Jornal de Negócios escreveu que a empresa tinha fechado um acordo para fornecer porco para a Venezuela num contrato de 14 mil toneladas de carne.

Na altura, fonte da empresa disse ao jornal que esse contrato valia 63,5 milhões de euros. Mas já em 2015 a empresa tinha vendido cerca de 12 mil toneladas à Venezuela, um país com o qual tem relações desde 2008, no âmbito do acordo entre Portugal e aquele país sul-americano, estabelecido durante o governo Sócrates.

Nesse ano de 2015, adiantou a empresa, foram vendidas à Venezuela três mil toneladas de pernil de porco congelado. Em 2010, o grupo “voltou a fornecer aquele país a quem vendeu 2.500 toneladas, num esforço conjunto de um consórcio conseguido por três empresas nacionais”, segundo a mesma fonte.

O Observador está a tentar contactar a empresa, por telefone, para questionar se estará envolvida neste incidente e para confirmar, também, se o ex-ministro de Sócrates Mário Lino continua como administrador do grupo, cargo que ocupava pelo menos até ao final de 2016. A notícia será atualizada caso o contacto seja possível.
.................
http://observador.pt/2017/12/28/maduro-acusou-portugal-de-sabotar-a-importacao-de-pernil-de-porco/#comment-post-2425455-1779881

Coloquei aqui a notícia nem tanto pelo facto de Maduro fazer uma acusação absurda a Portugal, por não fazer chegar o pernil de porco congelado antes do Natal. O que destaco é o facto deste negócio ter sido feito pelo governo de Sócrates, onde Mário Lino (Ministro do Jamais na Margem Sul) era Ministro e...... por coincidência é Administrador da empresa responsável pelo negócio de dezenas de milhões de euros de exportações! Transparência acima de tudo!!!!!!
 
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #231 em: Dezembro 28, 2017, 08:49:25 pm »
Já coloquei noutro separador a informação:

Deu à pouco na RTP, uma reportagem a referir que a empresa portuguesa Iguarivarius, tinha um contrato de venda de 63,5 milhões de euros para a Venezuela (firmado em 2008). Uma das empresas que fornece a Iguarivarius é a também portuguesa Raporal. Esta última empresa refere que dos 63,5 milhões de euros fornecidos, a Venezuela ainda está a dever 40 milhões de euros, de vendas de vários anos!!!!!! Foi um negócio ruinoso para as empresas portuguesas!!!!!!!!
 
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #232 em: Janeiro 06, 2018, 11:57:21 am »
Empresa holandesa só emprega trabalhadores portugueses nas suas estufas em Odemira

Esta opção contraria o argumento dos empresários agrícolas que se queixam da dificuldade em recrutar mão-de-obra local por fazer demasiadas exigências e não querer trabalhar.

CARLOS DIAS



Os empresários agrícolas portugueses que investem na produção intensiva em estufas e túneis de plástico ou vidro no concelho de Odemira insistem em contratar estrangeiros alegando que os locais não se sujeitam aos salários e aos ritmos de trabalho impostos por um modelo que requere mão-de-obra intensiva em certas alturas do ano. Mas há excepções: uma empresa holandesa não poupa elogios aos portugueses e é com eles, e só com eles, que conta.

A opção por mão-de-obra estrangeira acabou por alterar a realidade social e demográfica do concelho de Odemira. A freguesia de S. Teotónio já é considerada a “capital da Bulgária em Portugal”. Dos cerca de 6000 habitantes, quase metade são estrangeiros. E em cada cinco bebés, só um é de pais portugueses.

Gil Oliveira, proprietário de uma exploração de framboesas, justificava ao PÚBLICO em 2015 que a contratação de estrangeiros se deve ao facto da mão-de-obra portuguesa “ser, em média, mais fraca”. E avançou com um exemplo: em média, a recolha dos pequenos frutos ronda os 4,5 quilos por hora e por pessoa “mas as mulheres búlgaras conseguem colher entre seis a sete quilos”, salientando ainda a necessidade que têm de laborar aos fins-de-semana nas épocas da colheita.

Como a mão-de-obra local, dizem, não se adapta a ritmos de trabalho que chegam a durar 12 horas e a temperaturas que superam os 30º graus na época da apanha, contratam-se búlgaros, tailandeses, vietnamitas, nepaleses, romenos, brasileiros e naturais do Bangladesh.

A excepção vem de fora

No entanto, há pelo menos um exemplo que contraria o preconceito em relação à mão-de-obra local. A empresa Amigo Plantas Portugal, na herdade dos Arneirinhos, que se dedica ao cultivo e tratamento de plantas suculentas no lugar de Cavaleiro, freguesia de S. Teotónio é propriedade do empresário holandês Gerard Van Langen. Foi adquirida há quatro anos, tem 20 hectares de área, mas apenas 3,5 hectares têm estufas para “preservação dos valores ambientais do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina”, justifica o empresário holandês. Trabalham na cultura das plantas cerca de meia centena de portugueses, “enquanto outros permanecem inscritos numa lista na expectativa de poderem ser chamados”, assinala a agrónoma Teresa Traquina, portuguesa e responsável técnica da exploração.

Gerard Van Langen explica que os trabalhadores “ganham acima da média” e têm trabalho para o ano inteiro. A sua formação é determinante. Teresa conta o caso de um jovem do Cavaleiro que depois de um período de aprendizagem executou todos os sistemas de irrigação existentes nos 3,5 hectares de estufas e agora é responsável pelo seu funcionamento. O mesmo acontece com os serviços de contabilidade e de gestão atribuídos a funcionários locais e “em quem Gerard deposita toda a confiança”, observa jovem técnica.

O empresário holandês esclarece que a contratação de trabalhadores locais está vinculada à vontade de fazer parte da comunidade: “Gostamos de aqui estar, não apenas pelo negócio, mas sobretudo pelos amigos que vamos fazendo com um sorriso na cara”. Diz ter boas razões para acreditar na competência dos portugueses, dedicação e sobretudo “vontade de trabalhar”.

Tudo comprado em Portugal

Desde que chegou a Odemira, o empresário holandês já investiu mais de dois milhões de euros, praticamente sem apoios da banca e do Estado português. Gerard explica que “todo o material necessário para a produção das suculentas, turfa, fertilizantes, material de rega e de estufas, as reparações, as viaturas, os serviços necessários ao nosso funcionamento” é adquirido em Portugal e boa parte na própria região.

A empresa tem 130 trabalhadores nas suas plantações de suculentas dispersas pela Holanda e em Odemira. Produz mais de 450.000 exemplares por semana que vende a mais de mil clientes, que inclui as grandes superfícies comerciais como o Aldi, Lidl, Carrefour, Tesco e Ikea. Todas as semanas partem do Cavaleiro rumo à Holanda três a quatro camiões TIR, carregados de suculentas que depois seguem para o mercado mundial, incluindo Portugal. Dali saem cerca de 80 variedades diferentes. 

As plantas nascem no Quénia, onde são recolhidas as estacas. Estas são enviadas para a exploração no Cavaleiro, perto do oceano, onde Gerard Van Langen diz ter encontrado as condições ideais para as suculentas iniciarem o seu crescimento. “Elas gostam de sol e o Inverno holandês não o garante entre o fim de Setembro e Maio”, acrescenta Teresa Traquina. Algo que não falta no litoral alentejano.

As preocupações ambientais são destacadas pela técnica portuguesa. A empresa recorre à alta tecnologia para manter uma elevada densidade de plantas por cada metro quadrado. Este tipo de cultura necessita de pequena quantidade de água na rega e as plantas que crescem em vasos com turfa ”raramente precisam de fertilizantes e pesticidas químicos”, explica Teresa Traquina, frisando que as plantas são sujeitas a análises periódicas “para avaliação dos resíduos químicos”. Esta é outra das grandes diferenças em relação a outras culturas praticadas no Perímetro de Rega do Mira, que recorrem a elevadas doses de fertilizantes, água e pesticidas variados.   

https://www.publico.pt/2018/01/05/local/noticia/empresa-holandesa-so-emprega-trabalhadores-portugueses-nas-suas-estufas-em-odemira-1797487
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #233 em: Janeiro 11, 2018, 03:36:10 pm »
National Action: Six alleged neo-Nazis appear in court charged with joining banned terrorist group

Five men and one woman indicate they will plead not guilty to terror offences.



Six alleged neo-Nazis have appeared in court charged with joining the banned terrorist group National Action.

Nathan Pryke, 26, Adam Thomas, 21, Claudia Patatas, 38, Darren Fletcher, 28, Daniel Bogunovic, 26, and 24-year-old Joel Wilmore were arrested in coordinated raids by armed police across the Midlands and North last week.

They all indicated that they would plead not guilty to a charge of being concerned in commission, preparation and instigation of acts of terrorism by being members of National Action.

He also denied intending to stir up racial hatred by posting National Action-branded stickers at the Aston University campus in Birmingham.

Mr Thomas, of Waltham Gardens in Banbury, indicated a not guilty plea to possessing information of a kind likely to be useful to a person committing or preparing an act of terrorism, namely the Anarchist Cookbook.

The five men gave their identities as British while Ms Patatas, of Waltham Gardens in Banbury, told the court she is Portuguese.

Mr Fletcher, of Kitchen Lane in Wolverhampton, also faces five counts of breaching an anti-social behaviour order.

The defendants, including Mr Pryke, of Dartford Road in March, and Mr Wilmore, of Bramhall Moor Lane in Stockport, were remanded in custody ahead of a hearing at the Old Bailey on 19 January.

National Action became the first far-right terrorist group to be banned by the Government in December 2016, making membership a criminal offence carrying a sentence of up to 10 years' imprisonment.

The Government has since proscribed two of its aliases, Scottish Dawn and NS131 (National Socialist Anti-Capitalist Action), which had been operating in the Midlands.

Tuesday’s hearing came a day after a self-professed Nazi who gave speeches describing Jewish people as “parasites” was convicted of stirring up racial hatred in an unrelated case.

The man, who cannot be named for legal reasons, made one of the speeches on the Blackpool promenade in March 2016 at a far right-demonstration, during which he claimed that Adolf Hitler had got it wrong by showing mercy to Jewish people.

He told people who attended the demonstration that the British had fought on the wrong side of the Second World War and should have supported the Nazis, adding: “We need to start focusing on the real enemy. The real enemy is the Jew…you can call me Nazi, you can call me fascist. That is what I am.”

In another speech at a gathering of far-right groups in North Yorkshire, he said Jewish people needed to be eradicated and claimed he was recruiting for National Action – which had not been proscribed at the time - as one of its supporters. He will be sentenced at a later date.

Additional reporting by PA

 http://www.independent.co.uk/news/uk/crime/national-action-trial-latest-updates-neo-nazis-terorrist-group-westminster-banned-white-supremacist-a8149931.html

« Última modificação: Janeiro 12, 2018, 11:08:18 am por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #234 em: Janeiro 31, 2018, 02:22:27 pm »
Democracy Index 2017
Free speech under attack

A report by The Economist Intelligence Unit

Citar
The Economist Intelligence Unit’s
Democracy Index 2017

The Economist Intelligence Unit’s Democracy Index provides a snapshot of the state of democracy worldwide for 165 independent states and two territories. This covers almost the entire population of
the world and the vast majority of the world’s states (microstates are excluded). The Democracy Index is based on five categories: electoral process and pluralism; civil liberties; the functioning of government; political participation; and political culture. Based on its scores on a range of indicators within these categories, each country is then itself classified as one of four types of regime: “full democracy”; “flawed democracy”; “hybrid regime”; and “authoritarian regime”. A full methodology and explanations can be found in the Appendix.
This is the tenth edition of the Democracy Index, which began in 2006. It records how global democracy fared in 2017. The results are discussed in this introduction and in greater detail in the
review of the regions that follows. A special focus of this year’s report is the state of media freedom around the world and the challenges facing freedom of speech. In this part of the report, we present
our Media Freedom Index and global ranking. The report discusses the importance of free speech for advancing and strengthening democracy and examines the constraints on exercising freedom of
expression around the world. We look at how media freedom and freedom of expression are faring in every region.


Norway 1
Iceland 2
Sweden 3
New Zealand 4
Denmark 5
Ireland =6
Canada =6
Australia 8
Finland =9
Switzerland =9

Cabo Verde =23
Costa Rica =23
Chile =26
Portugal =26


Timor-Leste 43

Brazil 49

Mozambique 115

Angola 125

Guinea-Bissau 157

http://pages.eiu.com/rs/753-RIQ-438/images/Democracy_Index_2017.pdf?mkt_tok=eyJpIjoiWkRKbU1HWmxNVEUwTW1FdyIsInQiOiJPdlltVFV0blFRQzZNVERCZHhVeitZRElmUGplOHh3NWs1d2wzVzdRS1JvNU1kVmUxQVRESU9LbEVSOVwvR1F4aG1PV1NlS0ZZcng4NzBcLzVNZ09JOUxiZU5TTEVPekVHayttOTRqQkQ5TkNzWGNtRlowQTZ0UzlUK0pDdm9PVGlcLyJ9
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #235 em: Janeiro 31, 2018, 05:33:50 pm »
"Sweden 3"

Completamente falso.
O politicamente correcto na Suécia é tal que na prática se vive uma censura que será, pelo que tenho visto e lido, draconiana.
Até já se fala na Suécia como estado falhado devido às políticas selvagens de imigração, que roçam a autofagia e autogenocídio.

E depois, se é da "The Economist" é no mínimo suspeito...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #236 em: Fevereiro 01, 2018, 12:04:07 pm »
"Sweden 3"

Completamente falso.
O politicamente correcto na Suécia é tal que na prática se vive uma censura que será, pelo que tenho visto e lido, draconiana.
Até já se fala na Suécia como estado falhado devido às políticas selvagens de imigração, que roçam a autofagia e autogenocídio.

E depois, se é da "The Economist" é no mínimo suspeito...

Não são eles dominados à décadas pela esquerda caviar?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #237 em: Fevereiro 11, 2018, 10:59:36 am »
É cada uma. É como se fosse uma realidade alternativa.

Comboio de alta velocidade é «tabu» e está adiado por «muito tempo»
(11 de Fevereiro de 2018)
Citação de: LUSA
O primeiro-ministro, António Costa, assegura numa entrevista publicada este domingo pelo diário espanhol ABC que a construção de uma linha para comboios de alta velocidade entre Lisboa e Madrid está adiada por «muito tempo» porque é uma questão «tabu» em Portugal.

«A alta velocidade é um tema tabu na política portuguesa e vai sê-lo por muito tempo», disse António Costa, acrescentando que «um dia» terá de se olhar para este tipo de rede ferroviária, que está a crescer na maior parte da Península Ibérica e na qual Portugal «estará de fora».

Para o chefe do Governo, «infelizmente» houve um tempo em que o grande tema de diferenciação política entre esquerda e direita era o investimento público em infra-estruturas, como a linha de alta velocidade entre Lisboa e Madrid ou a construção de um novo aeroporto na capital portuguesa. "Não há nenhum lugar no mundo em que a direita e a esquerda se diferenciem por ser pró ou contra o TGV", disse Costa.

«Também perdemos a oportunidade de fazer um novo aeroporto», acrescentou o primeiro-ministro português, considerando que agora se tem de «afastar todos esses temas do debate partidário».

O Governo socialista de José Sócrates tinha decidido avançar com a linha de alta velocidade e a construção do novo aeroporto de Lisboa, mas o Governo de Pedro Passos Coelho travou esses dois grandes investimentos públicos quando chegou ao poder em 2011 para aplicar medidas de austeridade negociadas em troca do empréstimo da troika.

Noutra parte da entrevista ao ABC, António Costa assegura que será candidato nas próximas eleições, «se gozar de boa saúde».

(...)

O chefe do Governo evitou responder a uma pergunta sobre se seria possível o crescimento económico actual sem que se tivesse passado pelos «anos duros de austeridade» do anterior Governo do PSD «encarregado de activar as medidas impostas pela troika». «Não vou abrir uma luta sobre o passado. O passado, passado está», afirmou António Costa, acrescentando que «o importante é que Portugal virou a página» e conseguiu alcançar o défice orçamental «mais baixo» da democracia e o crescimento «mais forte» desde o início do século, assim como começado a reduzir a dívida e o desemprego.

(...)
Fonte: https://www.publico.pt/2018/02/11/politica/noticia/costa-comboio-de-alta-velocidade-e-tabu-e-esta-adiado-por-muito-tempo-1802784

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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LM

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #238 em: Março 06, 2018, 09:53:24 am »
Não sei se este tópico é o ideal... mas tenho lido (e visto no youtube) algumas acções do "politicamente correcto" e dos SJW e é preocupante - conquistaram as universidades e a seguir...

Uma interessante entrevista (onde entrevistado demonstrou uma paciência - porque quem não é politicamente correcto, mesmo que com dados e justificações, é "mau") =>
https://www.youtube.com/watch?v=aMcjxSThD54

Quando ele (tenta) falar em uma universidade: https://www.youtube.com/watch?v=Y3RilH1oyrI

Mas o politicamente correcto / SJW mereciam um tópico...



 

 
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
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Viajante

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #239 em: Março 06, 2018, 11:01:03 am »
Não sei se este tópico é o ideal... mas tenho lido (e visto no youtube) algumas acções do "politicamente correcto" e dos SJW e é preocupante - conquistaram as universidades e a seguir...

Uma interessante entrevista (onde entrevistado demonstrou uma paciência - porque quem não é politicamente correcto, mesmo que com dados e justificações, é "mau") =>
https://www.youtube.com/watch?v=aMcjxSThD54

Quando ele (tenta) falar em uma universidade: https://www.youtube.com/watch?v=Y3RilH1oyrI

Mas o politicamente correcto / SJW mereciam um tópico...

Sim, é verdade.
Recordo-me perfeitamente de uma disciplina do meu 1º ano de faculdade, em 92, chamava-se: Introdução ao Estudo das Ciências do Comportamento, e recordo-me muito bem do professor Romano (julgo que Catedrático em Psicologia), ter referido categoricamente que por exemplo a homossexualidade é um desvio anormal do comportamento humano (obviamente, para quem estava a ensinar os complexos de Electra e Édipo). Se fosse hoje, apedrejavam o homem!
Atenção, estou a falar da linha de pensamento em psicologia dos anos 90 (sou de gestão, mas temos muitas disciplinas de psicologia), alguém adulto fisicamente, que tem preferências por outro do mesmo sexo, quer dizer que ficou preso na pré-adolescência quando todos nós passamos pelos complexos de Electra e Édipo...... etc. E essa pessoa era considerada que tinha um atraso comportamental em relação à sua idade. Por essa mesma linha de pensamento o incesto é condenado (Complexo de Electra e Édipo) e a pedofilia também! Agora a homossexualidade é normal e natural....... tenho de fazer uma fogueira com os meus livros e cadernos da licenciatura, porque estava tudo errado!!!!!!!

Interessante que ouvi ontem 2 convidados (acho que na SIC) a referirem a dramática reviravolta que se está a dar na Europa, quando comentavam as eleições em Itália. A senhora dizia que tudo isto se assemelha aos anos 30 da Europa, e o senhor replicava que não, o que estamos a assistir é exactamente ao que se passou quando colapsou o império Romano! E é precisamente isso que vejo na Europa em relação aos EUA, Rússia, China ........... podemos ter os países mais ricos do mundo, mas estamos a colapsar, fraquejar e já nem sequer querem ouvir o que a Europa tem para dizer, de tão insignificante que nos tornamos. Agora os Presidentes "cool" têem ou vão ter mandatos vitalícios!!!!! (China, Rússia e os EUA também ponderam!!!!). Nós por cá temos países quase ingovernáveis e não conseguimos ver essa "queda do império romano", novamente!
 

 

Aqueles que fizeram a Abrilada de 74 a chorar!

Iniciado por Miguel

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Última mensagem Novembro 16, 2010, 06:59:02 pm
por typhonman