Guerra Colonial: Experiências/Testemunhos Pessoais

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Portucale

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« Responder #90 em: Novembro 28, 2008, 12:03:19 am »
Video interessante sobre a guerra no ultramar pois tem várias imagens raras, principalmente de helicopteros e aviões durante operações.
Ao minuto 5 e 21 segundos pode-se ver um AlouetteIII que de um lado tem um lançador de rokets e do outro parecem duas metrelhadoras.
Imagem rara..........

http://www.youtube.com/watch?v=xX9RPMZ9 ... re=related
Eis aqui
quase cume da cabeça da Europa toda
O Reino Lusitano
onde a Terra se acaba
e o Mar começa.

Versos de Camões
 

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Ricardo

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« Responder #91 em: Novembro 30, 2008, 05:23:59 pm »
 

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NaVeG

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Direitos adquiridos por veteranos da Guerra no Ultramar
« Responder #92 em: Dezembro 02, 2008, 11:48:37 am »
Citação de: "Ryan"
O meu pai é um Ex-combatente que esteve no ativo no tempo da guerra do Ultramar onde esteve incorporado num contingente com destacamento em África , onde perdeu camaradas e apesar de ter sido operado, felizmente  sobreviveu atê hoje tendo actualmente 62 anos e eu gostaria de saber quais são os seus direitos e indemenizações ?
e onde se pode informar e açeder aos subsídios a que os ex-combatentes tem acesso ?
Desde já agradeço a vossa atenção a toda informação que possam dar.
Comprimentos


Consulte
http://ultramar.terraweb.biz/ContagemdoTempo_SM_informacoesdoMDN.htm
«antes morto, que español... »[/b]
 

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Daniel

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« Responder #93 em: Fevereiro 01, 2009, 05:35:01 pm »
A Minha Guerra - Arquimínio Carrasco Marcão - Companhia de Caçadores Pára-Quedistas 121, Guiné 1970-1972
"A bala entrou no joelho e saiu entre as pernas"


Citar
Sou um deficiente das Forças Armadas, ferido por uma rajada de metralhadora. Uma evacuação de 18 camaradas feridos com gravidade e de seis mortos nunca mais me saiu da memória.


Parti para a Guiné num avião DC6 de carga, no dia 27 de Dezembro de 1970, com escala em Cabo Verde (ilha do Sal). A maior diferença que senti foi a temperatura: cá estava frio e lá muito calor, e levávamos as fardas de Inverno. E os mosquitos até parecia que não comiam há meses, atacando-nos sem piedade.

Fiz parte do 4.º pelotão (‘Os Vingadores’) da Companhia 121 do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas 12. Fui enviado para Mansabá, onde recebi o baptismo de fogo, durante um ataque do inimigo, com canhões sem recuo. Fui arrastado para um abrigo por um camarada, para me proteger, porque ainda não sabia o que fazer nestas situações. Tive muita dificuldade em sair dali, pois o medo era mais que muito. Felizmente, o ataque só resultou nalguns buracos no chão e pouco mais.

Antes, e após uma estadia de alguns dias em Bissau, fomos para Farim. Aqui, houve um acidente com um camarada chegado nesse dia. Após um bom almoço de javali (tipo carne à alentejana) e bem bebido, foi até à piscina, onde acabou por morrer afogado. E para piorar a situação parece que a família não sabia que ele estava no Ultramar.

Passado alguns dias, fomos fazer uma operação com um chefe do grupo de Comandos Africanos e um camarada fez fogo com o lança-granadas RPG 7, mesmo por baixo de um ninho de abelhas. Foi atacado de tal maneira pelos insectos que ficou com o corpo tão inchado que parecia ter o dobro e teve de ser evacuado de helicóptero, acabando por recuperar dos ferimentos.

Mas a situação que mais me marcou aconteceu em Gampará. Este aquartelamento foi construído por nós (páras e fuzileiros especiais) e quando ainda não havia nada, dormíamos em buracos abertos por nós. Penso que tinha uma posição estratégica, porque por ali passava um rio e, na outra margem, ficava Gadamael Porto e mais abaixo o famoso Guileje.

Já não me lembro exactamente da hora, mas era de noite. Um grupo, em que me incluía, saiu para uma operação e ainda não tínhamos andado uma hora quando ouvimos um rebentamento que nos deixou alerta e muito preocupados, pois sabíamos que algo de grave se tinha passado. Não tardaram cinco ou dez minutos quando ouvimos uma segunda explosão, muito mais forte! Deslocámo-nos de imediato na direcção que os nossos camaradas tinham seguido e, quando lá chegámos, havia homens completamente perdidos no espaço e no tempo e outros mortos, feitos em bocados. O meu camarada furriel Cardiga Pinto chegou numa Berlié, segurando as entranhas com uma mão e fazendo-nos adeus com a outra. Morreu quando o descarregavam da viatura. Eu estive com o enfermeiro, que se encontrava em estado muito grave e muito agitado, e só acalmava quando lhe afagava os pés. Foram momentos muito dolorosos, que ainda hoje estão na minha mente. Ainda por cima, como de noite não se faziam evacuações, havia uma grande revolta dentro de nós ao vermos os nossos camaradas a morrer. O único médico, alguns enfermeiros e socorristas faziam o impossível e sentiam-se completamente impotentes. Quando amanheceu, chegaram os helicópteros, aos cinco de cada vez, para fazerem a evacuação. Levaram 18 camaradas feridos em estado grave e seis mortos.

Um dos camaradas não foi encontrado e, nessa manhã, um pelotão de voluntários, onde eu estava incluído, foi procurar o Almeida, pensando que estaria perdido e desorientado. Mas não, o pior tinha acontecido! Nesse dia fatídico, o Almeida tinha recebido a notícia do nascimento de um filho e muitos camaradas tinham-se oferecido para ir na missão em seu lugar, mas por motivos de castigo essa possibilidade foi negada. Pior ainda, faltava-lhe menos de um mês para acabar a comissão. Nesta missão, houve camaradas que subiram aos mangueiros para recolher destroços que estavam pendurados devido à explosão (mochilas, armas, trapos e outros artigos).

Eu regressei ferido. Fui apanhado numa emboscada, por sinal a segunda de que éramos alvo na mesma tarde, quando já tinha 19 meses de comissão e ia ser distinguido com o Prémio Governador. Depois deram-me um louvor. Era para cumprir uma comissão de 24 meses, que não acabei porque fui ferido em combate. Uma rajada de metralhadora atingiu-me de raspão na barriga, no braço esquerdo e, o mais grave, na perna esquerda: a bala entrou junto ao joelho e saiu entre pernas.

Tive sorte porque entrou entre o tendão e o joelho, mas não acertou nem no tendão nem nos ossos. Cortou a veia femoral, mas não acertou na artéria. Fui ferido quase ao anoitecer. Mais uns dez minutos e não seria evacuado, nem aguentaria até ao amanhecer, pois a hemorragia era muito grande na saída do ferimento. Ainda ficou uma bala dentro do meu cantil, que transportava junto da anca e no fusto da metralhadora MG42 havia marcas de dois tiros. Segundo os médicos, fizeram-se operações em teatros de guerra que foram autênticos milagres e o meu foi um deles.

Estive no Hospital Militar de Bissau cerca de um mês e depois fui evacuado para Lisboa – no dia 26 de Junho de 1972, num avião da TAP. Quando fui ferido pesava por uns 70 quilos e quando cheguei a Lisboa tinha menos de 40, mas recuperei. Passei sete anos com internamentos nos hospitais e foi considerado incapaz para o serviço militar e classificado como deficiente das Forças Armadas. Nesta missão, onde não era para participar porque ia receber o Prémio Governador, fui como voluntário. O prémio ficou sem efeito e deram-me em substituição um louvor, relativo à minha participação na operação ‘Pato Azul’, na zona de Quinara.

Mas nem tudo foram tragédias. Também passei por alguns momentos de alegria. E houve outros casos até engraçados, mas de que só nos rimos no fim e às vezes do mal. Um dia, um grupo da companhia de Cavalaria, que estava connosco, saiu numa patrulha e foi atacado por um enxame de abelhas – o que é terrível. O posto de rádio deles tinha o nome de código ‘Sorte’. Portanto, a mensagem deles para a base foi a seguinte: 'Aqui Sorte... Sorte, o azar persegue-me, escuto, fomos atacados por abelhas!!' Tudo não passou de umas picadelas e até dizíamos que o inimigo preparava as emboscadas perto dos vespeiros.

Noutra altura, sofremos uma emboscada e, quando passei pelo apontador de morteiro, que tinha disparado uma granada, a arma estava enterrada até há boca, porque o chão era mole. Conclusão, tive de o ajudar, pois toda a gente corria para a frente de batalha. Depois, no quartel é que foi rir do camarada Calhau!

'NOS TEMPOS LIVRES SOU BOMBEIRO VOLUNTÁRIO E MERGULHADOR'

Antes de ir para a tropa fui pintor de automóveis. Alistei-me na Escola de Tropas Pára-Quedistas em Tancos, em 1969, como volutário. Depois, fui chamado para assentar praça na primeira incorporação de 1970, fiz a recruta, o 59.º Curso de Para-quedismo e o Curso de Combate e fui para a Guiné, a 27 de Dezembro de 1970. Regressei ferido, num avião da TAP, para o Hospital da Estrela, onde estive internado três anos e fui assistido durante mais quatro. Fui considerado incapaz para o serviço militar e reformado. Quando me senti capaz fui trabalhar para a Lisnave, de onde sai com a reforma antecipada. Regressei à minha terra com a família, mulher e filha, de 33 anos. Nos tempos livres sou bombeiro voluntário em Portel e mergulhador bombeiro.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Lancero

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« Responder #94 em: Fevereiro 01, 2009, 07:05:56 pm »
Publicada no Jornal do Exército, em Março de 1969.

"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Lancero

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« Responder #95 em: Abril 01, 2009, 09:16:50 pm »
Citar
Ministério da Defesa Nacional e Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra promovem estudo sobre “Os Filhos da Guerra Colonial”
01.04.2009 O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, preside amanhã à cerimónia de assinatura de um protocolo, entre o ministério da Defesa e o Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, com vista à elaboração de um estudo sobre «Os Filhos da Guerra Colonial».

Com esta iniciativa, pretende-se promover o conhecimento científico sobre a Guerra Colonial Portuguesa e os seus efeitos nas gerações pós-guerra, nomeadamente através do estudo dos factores de vulnerabilidade e diagnóstico no Distúrbio de Stress Pós-Traumático.

O Ministério da Defesa Nacional associa-se assim ao projecto de investigação “Os Filhos da Guerra Colonial: pós-memória e representações”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e levado a cabo por uma vasta equipa de investigadores do CES (das áreas  de Estudos Culturais, Estudos para a Paz e Medicina), com a colaboração do Hospital Militar de Coimbra e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

O protocolo, cuja cerimónia de assinatura terá lugar amanhã, dia 2 de Abril, às 16 horas, no Salão Nobre do Ministério da Defesa Nacional, será assinado pelo director do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Boaventura Sousa Santos, e pelo Director-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar do Ministério da Defesa Nacional, Alberto Coelho.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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TOMSK

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« Responder #96 em: Abril 28, 2009, 11:26:37 am »
Fortalezas na selva



Expresso
Rui Cardoso
0:01 Quinta-feira, 26 de Jun de 2008  
     
Durante os 13 anos do conflito as forças portuguesas fortificaram mais do que se supõe e até suportaram cercos.
 
De 1961 até 1974 os combates em Angola, Moçambique e Guiné não se resumiram a emboscadas, ataques a colunas e golpes de mão no meio da selva. Esta ideia, tida como inquestionável pela maior parte das pessoas, fica aquém da realidade. A fortificação dos quartéis portugueses foi uma necessidade cada vez mais premente, à medida que os movimentos de libertação se tornavam mais activos e recebiam armamento mais sofisticado.

Vencida a insurreição de Fevereiro de 1961, no norte de Angola, as forças portuguesas ocuparam pontos estratégicos que haviam servido de base aos inssurectos, como foi o caso de Nambuangongo. Conforme explicou o coronel Carlos Matos Gomes, orador na sessão de dia 25 de Junho do Curso Livre de História Militar (promovido pelo Centro de História da Universidade de Lisboa), estas primeiras posições defensivas destinavam-se a afirmar o domínio sobre os territórios reconquistados. A ameaça a enfrentar eram ataques em massa de combatentes mal treinados e equipados com armas ligeiras. Por estas duas razões tinham algo de castelos medievais, com torres altas de vigilância, destinadas a detectar, ao longe, a aproximação do inimigo e dar cobertura aos vigias.

Contudo, a guerra, não só se estendeu à Guiné e a Moçambique, como, aos poucos, os movimentos guerrilheiros começaram a receber armamento cada vez mais sofisticado que, em 1973/74, equivalia ou ultrapassava o utilizado pelas forças portuguesas. Assim, à medida que os combatentes independentistas aprendiam a usar lança-foguetes, morteiros e peças de artilharia, os "castelos" sofreram a mesma evolução que as fortalezas medievais no século XVI e XVII: prescindiram das torres, perderam altura, engrossaram os muros e, sobretudo, enterraram-se.

Matos Gomes, que combateu no terreno como oficial de cavalaria e é autor de diversos livros sobre os conflitos em África, projectou diversas fotos mostrando a estrutura típica de um quartel português em finais dos anos 60: um perímetro aproximadamente circular, rodeado por arame farpado e desmatado à volta, com trincheiras e abrigos subterrâneos, espaldões e outras protecções para os morteiros e peças de artilharia.Um heliporto e, eventualmente, uma pista completavam a estrutura. Hoje a selva tomou conta da maior parte destas fortificações.

José Varandas, docente da Faculdade de Letras e um dos organizadores do curso quis saber a razão de, havendo desmatação à volta, existirem, quase sempre, árvores de grande porte dentro do perímetro defensivo. "Se fossem os americanos, teriam cortado tudo. Mas nós, com as nossas origens rurais, se calhar custava-nos deitar as árvores abaixo. Para além do que nos davam sombra e alguma protecção contra o fogo inimigo", explicou Matos Gomes.

Estas fortificações de terra, madeira e arame farpado, embora muitas vezes atacadas e, nalguns casos com sucesso, nunca foram alvo de cercos prolongados visando a sua conquista. "A guerra de guerrilha tem sempre uma componente política. E, mais que conquistar posições que não conseguiriam manter por muito tempo, os movimentos independentistas visavam sucessos psicológicos que trouxessem para o seu lado as populações, ou desmoralizassem as tropas regulares". Estas, como explicou o conferencista, tinham muitas vezes que fazer trabalhos de engenharia, saúde pública ou educação que deveriam ter cabido a uma administração civil que raramente funcionava.

Até finais de 1973 viveu-se um relativo equilíbrio estratégico. A artilharia da guerrilha, por vezes mais numerosa e de maior alcance que a dos defensores, só podia flagelar de noite, visto que de dia se exporia à intervenção dos aviões e helicópteros portugueses.Contudo, nos últimos meses da guerra, a chegada ao teatro de operações dos mísseis solo-ar Strella pôs fim à supremacia aérea das forças portuguesas, dificultando a sua intervenção no apoio às posições atacadas. Isso aconteceu na Guiné, forçando ao abandono de posições como Guileje, enquanto em Tete (Moçambique) a Frelimo conseguia derrubar alguns aviões do regime branco da Rodésia (actual Zimbabwe) que operavam nessa zona de fronteira em conjugação com as forças portuguesas.

Na Guiné, a situação chegou a inverter-se relativamente ao começo da guerra, com o exército português a destruir estradas e pontes no extremo sueste do país para dificultar a eventual progressão de veículos blindados que se sabia já fazerem parte do arsenal do PAIGC. Alguns quartéis, como Bedanda, chegaram a ser rodeados por valas e outros obstáculos anti-carro, na previsão de ataques de veículos de combate inimigos.
Se esse confronto nunca ocorreu, já os meios motorizados utilizados pelas forças portuguesas tiveram que ser adaptados à realidade de um novo tipo de combate. Os camiões Berliet foram carregados de sacos de areia e outras protecções para resistirem ao rebentamento das minas anti-carro.

Outros receberam torres blindadas, reaproveitadas dos mais diversos veículos. Matos Gomes mostrou uma foto de uma Berliet improvisadamente blindada, carregada de munições e abastecimentos e com uma tripulação de meia-dúzia de soldados, tendo à rectaguarda uma pipa de vinho. "Se calhar, as naus que iam para a Índia eram tão improvisadas como aquele camião mas não se portaram pior", concluíu Matos Gomes
 

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Flying Frog

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« Responder #97 em: Maio 11, 2009, 01:50:26 pm »
Estou a estudar de cerca o conflicto na Rhodesia. Os Rhodesianos e os Portugueses colaboraram em varios acocasoes.  O sentimento dos Rhodesianos era que os Portugueses tinham equipo e capacidades excepcionais (Muitas Alouette cuando os Rhodesianos nunca tiveram mais de 40, Pumas, etc) mas que nao fizeram os esforço de sacar o maximo beneficio desse material. Cuando se realizara uma operaçao aeromovel, noa se fizera persecuçao dos guerillos superviventes, etc. O sentimento dos Rhodesianos foi que os Portugueses nao queriam ganar a guerra. E certo tambem que os Rhodesianos nao tiveram a oportunidade de ver todas as unidades Portuguesas em operaçoes, entao seguramente, esa opiniao nao coresponde totalmente a realidade, mas do que e podido leer (limitaçoe de muniçao, falta de equipo de remplaço para os vehiculos), nao sempre se fiz o melhor uso das capacidades excepcionales das Forças Armadas Portuguesas naqueles conflictos....
Pobre Mexico, tan lejos de Dios y tan cerca de Estados Unidos.

Protect the Planet.

O meu Portuges nao e perfecto. Si vem alguma falta nas minhas respostas podem corregirme.
 

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Lancero

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« Responder #98 em: Maio 12, 2009, 10:55:41 pm »
Requintes de anglo-saxões. "Nós somos os bons que fazemos tudo bem. Os 'Porks' não sabem fazer a guerra..."
Leia tudo com umas pitadas de sal.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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André

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« Responder #99 em: Maio 13, 2009, 12:01:33 am »
Não é de estranhar, quando o fundador da Rodésia, Cecil Rhodes disse isto dos portugueses ...  :evil:  :evil:  :evil:  :evil:

 

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TOMSK

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« Responder #100 em: Maio 13, 2009, 12:34:23 am »
Homem de merd* !!!
:N-icon-Axe:
 

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JPM

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« Responder #101 em: Maio 17, 2009, 02:05:27 am »
Citação de: "André"
Não é de estranhar, quando o fundador da Rodésia, Cecil Rhodes disse isto dos portugueses ...  :evil:  :evil:  :evil:  :evil:


Cecil Rhodes morreu em 1902, não tem nada a ver com a guerra colonial. Rhodes disse isso num período em que a nossa ambição de ligar Angola e Moçambique colidia com a ambição Inglesa de ligar o Cairo ao Cabo.


Uma leitura interessante:
http://www.rhodesianforces.org/Mozambique1968-72.htm
 

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André

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« Responder #102 em: Maio 17, 2009, 02:09:07 am »
Citação de: "JPM"
Citação de: "André"
Não é de estranhar, quando o fundador da Rodésia, Cecil Rhodes disse isto dos portugueses ...  :evil:  :evil:  :evil:  :roll:  :roll:

 

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Ricardo

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« Responder #103 em: Maio 26, 2009, 02:21:24 pm »
ZPU-4 do PAIGC:
 

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cromwell

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« Responder #104 em: Maio 26, 2009, 09:11:42 pm »
Citação de: "André"
Não é de estranhar, quando o fundador da Rodésia, Cecil Rhodes disse isto dos portugueses ...  :evil:  :evil:  :evil:  :twisted:
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

 

"Memórias da Guerra - 1961-1974"

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