Novo MDN

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PereiraMarques

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Re: Novo MDN
« Responder #120 em: Janeiro 06, 2017, 10:37:13 am »
À falta de melhor tópico...

Decreto-Lei n.º 2/2017 - Diário da República n.º 5/2017, Série I de 2017-01-06105711787
DEFESA NACIONAL
Aprova o regime de entrada de navios de guerra, de aeronaves e de forças terrestres estrangeiras

https://dre.pt/application/file/a/105714586
 

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Lightning

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Re: Novo MDN
« Responder #121 em: Janeiro 24, 2017, 11:29:14 pm »
Ministro da Defesa Nacional recebe Director da NPSA
http://www.defesa.pt/Paginas/MinistrodaDefesaNacionalrecebeDirectordaNPSA.aspx

Vamos lá tratar de negócios  ;D
 
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Re: Novo MDN
« Responder #122 em: Fevereiro 07, 2017, 09:20:09 am »
https://www.facebook.com/113078412060406/photos/a.116282621739985.10902.113078412060406/1425830420785192/?type=3&theater
Citar
Operacional

 
Radio Renascença, 05FEV2017: «...O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considera que seria "um desastre" se o papel da NATO diminuísse e defende o reforço das capacidades europeias, posições que levará na segunda-feira ao encontro com os homólogos do sul da Europa.
"Portugal defende muito claramente a organização e considera que seria um desastre se porventura o seu papel fosse diminuído", afirmou o governante à agência Lusa, antecipando o encontro do Porto, no qual receberá os ministros da Defesa de Espanha, França e Itália...» Perante estas declarações, aguarda-se agora o contributo que Portugal irá dar para reforçar as capacidades da NATO.
Segundo o EMGFA (dados oficiais portanto), as Forças Armadas Portuguesas dispõem de 32.992 militares, dos quais 680 estão empenhados em missões internacionais, e destes 213 em missões da NATO. No primeiro semestre deste ano Portugal vai retirar o batalhão que está empenhado na KFOR/Kosovo (181 militares, a única força de combate que mantemos actualmente em missões NATO) e os 13 militares empenhados na operação Active Endeavour no Mediterrâneo (destacamento P-3 CUP +) fazem uma saída por mês nesta missão.
A não ser que haja novas missões (ainda não anunciadas), a participação portuguesa na NATO para a segurança na Europa e no Mundo será assim este Destacamento da Força Aérea no Mediterrâneo, com 1 aeronave e 13 militares uma vez por mês e 10 militares do Afeganistão (Missão Resolute Support): 23 militares.



Saudações
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Re: Novo MDN
« Responder #123 em: Fevereiro 11, 2017, 04:16:44 pm »
Nota: Isto já é uma noticia de Janeiro de 2017 mas como não encontrei referência aqui no fórum...

Citar
A Lei de Programação Militar teve uma taxa de execução de 97% em 2016, disse, esta quarta-feira, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerando "satisfatórios" os resultados do investimento. continua...

http://observador.pt/2017/01/18/lei-de-programacao-militar-com-taxa-de-execucao-de-97-em-2016/

Para os mais distraídos ou que tenham mais problemas com a pesquisa no fórum aqui fica o link da LPM https://dre.pt/application/file/67241977

Cumprimentos
 

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rbp

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Re: Novo MDN
« Responder #124 em: Março 07, 2017, 12:54:21 pm »

Ministro da Defesa considera “um avanço” novo centro de comando militar da UE
6/3/2017, 14:51
1
O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou "um avanço" o acordo alcançado em Bruxelas entre os 28 para a criação de uma estrutura central europeia de planificação e condução operacional de missões e operações militares.


O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou “um avanço” o acordo alcançado esta segunda-feira em Bruxelas entre os 28 para a criação de uma estrutura central europeia de planificação e condução operacional de missões e operações militares.

Em declarações aos jornalistas após uma sessão de trabalho conjunta entre ministros da Defesa e ministros dos Negócios Estrangeiros dos 28, José Alberto Azeredo Lopes referiu que “Portugal destacou como positivo o desenvolvimento de estruturas de planeamento e condução de missões e operações”. “É um termo muito longo e muito complicado, mas essencialmente visa integrar no plano europeu uma forma de coordenação militar daquilo que também tem já a ver com a Defesa”, de missões de mandato não executivo, ou seja, que não envolvam combate, caso das missões de treino que a UE tem na Somália, no Mali e na República Centro-Africana.

As três missões militares executivas da UE — “Sophia”, contra a imigração ilegal no Mediterrâneo; “Atalanta”, contra a pirataria no Corno de África; e “Althea”, na Bósnia-Herzegovina -, continuarão a ser comandadas a partir de quartéis-generais estabelecidos nos Estados-membros. Segundo o ministro da Defesa, trata-se de “um avanço que torna, ou pode vir a tornar, mais eficiente a ação da UE nesta área, que aparentemente tem custos absolutamente contidos e finalmente não implica sequer novas infraestruturas ou novas capacidades ao nível organizacional”.

Azeredo Lopes sublinhou que se verificava “que nas missões da UE havia um hiato entre a dimensão militar, no terreno, operacional, de planeamento, e depois uma centralização mínima ao nível da própria União que fizesse falar ou que permitisse uma interlocução entre o terreno e um plano também militar na UE”, ou seja, “faltava uma interlocução centralizada a nível militar”, e “é isso que agora é alcançado”.

“E sei do que falo porque foi algo que eu ouvi dos comandantes de duas missões que tive ocasião de visitar, a EUTM (Missão de Treino da UE) Mali e EUTM República Centro-Africana: a relativa dificuldade em fazer perceber rapidamente que a tomada de decisão também é cada vez mais pressionante em teatros de operações que como é sabido são bastante exigentes”, afirmou. Questionado sobre se a decisão de criar esta espécie de “quartel-general” para missões não executivas é um passo no sentido da criação de um exército europeu, Azeredo Lopes disse que é prematuro afirmá-lo, mas argumentou que não deixa de ser mais um passo “no sentido de um reforço das capacidades e da atuação comum dos Estados-membros da UE”.

“Quanto a um exército comum, não lhe sei dizer. Admito que sim, mas também podia admitir que não, uma vez que estamos numa fase ainda embrionária de um processo que, repito, pela positiva, muitos não conceberiam sequer que já pudesse estar neste plano em 2017”, declarou.


http://observador.pt/2017/03/06/ministro-da-defesa-considera-um-avanco-novo-centro-de-comando-militar-da-ue/
 

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rbp

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Re: Novo MDN
« Responder #125 em: Março 07, 2017, 01:00:28 pm »
 

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rbp

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Re: Novo MDN
« Responder #126 em: Março 10, 2017, 07:02:51 pm »
Sempre que Bruxelas se aventurava por uma maior integração militar chocava de frente com Londres. A saída britânica elimina um obstáculo, cria muitos outros, mas permitiu já à União Europeia dar o primeiro passo para criar um quartel-general europeu, ainda que camuflado e embrionário

“Centro de comando” ou “quartel-general europeu” eram palavras interditas em Bruxelas até há uns meses. A ideia de uma maior integração militar dos 28 esbarrava ou no ‘veto’ de Londres ou na resistência dos estados em criar estruturas similares às da NATO. A saída britânica da União Europeia (UE) e a chegada à Casa Branca de um presidente que considera a Aliança Atlântica “obsoleta” alterou o sentido de urgência militar da UE ou, pelo menos, retirou muitas reservas. Assim nasceu, por unanimidade, o primeiro quartel-general europeu ou o seu embrião, para driblar sensibilidades: nova capacidade de coordenação (MPCC).

“É uma célula de planeamento operacional e de coordenação para missões militares não executivas, como as missões de treino que hoje existem na República Centroafricana, Somália e Mali”, explica à VISÃO Isabel Nunes, Chefe de Equipa Multidisciplinar do Centro de Estudos e Investigação do Instituto de Defesa Nacional. Até hoje não havia um comando central neste tipo de missões – sem uso da força –, ao qual é preciso recorrer em caso de défices ou imprevistos, como falta de pessoal.

O novo órgão deve arrancar em abril, com uma equipa de 30 pessoas, e ser integrado no Estado-Maior da UE (EMEU) que funciona hoje na Avenida Cortenbergh, em Bruxelas. Sob a liderança do finlandês Esa Pulkkinen, que também comanda o EMEU, a nova célula assessora o corpo diplomático europeu e, com o tempo, ambiciona tutelar também missões executivas. Por enquanto, Londres é contra. Mas os ministros da Defesa da UE, que aprovaram no início desta semana o MPCC, prevêem rever o modelo até ao final de 2018, numa altura em que se espera ultimar o acordo de divórcio entre o Reino Unido e o resto da comunidade europeia.

Ao lado de França, o reino britânico exibe o maior músculo militar da UE e daí os estados-membros terem acordado para a necessidade de uma maior organização militar. O Brexit, no entanto, está de longe de pôr fim a projectos conjuntos ou parcerias militares entre os dois lados do Canal da Mancha. “A aprovação do MPCC é reativa ao Brexit, mas o Reino Unido não tem interesse em ficar marginalizado”, acredita Isabel Nunes. Portugal, por exemplo, advoga que algumas estruturas “sejam inclusivas até para estados não-membros da UE ou que deixem de o ser”, disse o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, depois da reunião em Bruxelas.

A área de Defesa é mais sensível para países que atravessam uma situação económica frágil, como a portuguesa. Por sistema, Portugal assinala o interesse em pertencer ao núcleo duro de uma cooperação estruturada permanente na área da Defesa, mas tudo depende do esforço financeiro.O Governo português “é favorável a um reforço progressivo e gradual” da dimensão militar, indicou Azeredo Lopes, antes de sublinhar que os gastos militares enfrentam, como outras rubricas, o colete de forças do Pacto de Estabilidade e o Tratado Orçamental. Portugal “tem três militares no EMUE e um no gabinete do chairman do Comité Militar da União Europeia”, adianta à VISÃO o ministério da Defesa, que antecipa “um incremento das necessidades” e “novas vagas”.


http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2017-03-10-Brexit-acelera-criacao-de-um-quartel-general-europeu
 
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Re: Novo MDN
« Responder #127 em: Março 12, 2017, 08:24:17 pm »
Maior cooperação europeia na defesa: é inevitável e benéfico
11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 00:00
Jorge Domecq
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Durante muito tempo tratada como um aspeto marginal da política externa e de segurança comum (PESC), a defesa surge agora como uma das principais prioridades na agenda europeia. Em 2016, várias sucessivas iniciativas da UE e dos Estados membros colocaram a defesa em primeiro plano.

Mais do que isso: numa altura em que os líderes europeus se preparam para reunir em Roma no dia 25 de março para o sexagésimo aniversário dos Tratados de Roma, num dos períodos mais desafiantes e turbulentos que a União já enfrentou, a defesa é apontada como uma área em que o projeto europeu poderia ser revigorado com sucesso.

Partilho esta ambição, chegou a hora de tornar a defesa uma genuína questão de interesse europeu.

Sejamos honestos. Nós europeus não temos outra alternativa credível a não ser unir forças, refletir e tomar medidas quanto à segurança e defesa numa abordagem mais europeia, superando as fronteiras nacionais. As ameaças crescentes na nossa vizinhança, o futuro da nossa relação transatlântica e a revolução tecnológica em curso na escala global deveriam convencer até os mais céticos de que, neste momento, a Europa não tem outra solução do que fazer mais e melhor pela sua própria segurança.

Em termos políticos, uma abordagem europeia mais cooperativa e mais forte no âmbito da defesa parece inevitável. Falando sem rodeios, a alteração da ordem global obrigará, mais cedo ou mais tarde, as nações europeias a unir-se e a agir coletivamente, caso queiram continuar a poder proteger os seus interesses e os seus cidadãos.

No entanto, a pressão externa não deverá ser o único fator de ação. Na verdade, existem inúmeras outras razões mais práticas que mostram que uma melhor cooperação europeia no âmbito da defesa faria todo o sentido.

Mais do que tudo, a questão orçamental.

Atualmente, o mercado europeu de defesa está seriamente fragmentado. Os orçamentos são planificados e gastos a nível nacional por 28 ministérios da Defesa sem qualquer coordenação adequada. Trata-se de um processo dispendioso e, muitas vezes, leva à duplicação dos esforços e de gastos, uma vez que cada Estado membro tenta abranger todo o espetro das capacidades de defesa. Um melhor planeamento, aliado a aquisições conjuntas, agrupamento e partilha de capacidades de defesa podem portanto permitir controlar melhor as despesas militares e economizar grandes somas financiadas pelos contribuintes. As estimativas(*) sugerem que os governos europeus poderiam poupar cerca de um terço (!) daquilo que gastam em equipamento militar caso decidissem coordenar os investimentos. Estamos a falar de milhares de milhões de euros que poderiam ser poupados ou libertados para um investimento adicional a longo prazo.

Mas a relação custo-benefício não é a única vantagem. A interoperabilidade e o aumento da eficiência são também resultados igualmente importantes numa abordagem mais cooperativa nas despesas da defesa.

Em comparação com os Estados Unidos, as forças armadas europeias possuem demasiados diferentes tipos de equipamentos militares. Em 2016, por exemplo, os Estados membros da UE tinham 20 diferentes tipos de aviões de combate (em comparação com seis nos Estados Unidos), 29 tipos de fragatas (face a quatro nos Estados Unidos) e 20 tipos de veículos de combate blindados (face a dois nos Estados Unidos). O planeamento, aquisição e operação de meios numa perspetiva cooperativa contribuiria consideravelmente para uma melhor interoperabilidade das forças armadas dos Estados membros.

Desta forma, a agregação e partilha de recursos são fundamentais para garantir que as forças armadas europeias se tornem mais eficazes e interoperáveis e que o dinheiro dos cidadãos e contribuintes europeus seja utilizado da melhor forma possível.

Promover tal cooperação, estabelecer e desenvolver projetos cooperativos entre os Estados membros interessados é a missão da agência. Desde a sua criação em 2004, a agência tornou-se o principal centro para a cooperação no âmbito da defesa da UE com competências e redes de trabalho que não ficam atrás de nenhuma outra. A experiência demonstra claramente que, se os Estados membros tiverem vontade política para se envolver seriamente nesta cooperação, a AED garantirá resultados.

Hoje, num momento em que as linhas institucionais da UE entre a segurança interna e externa são cada vez mais ténues, vale a pena relembrar que os Estados membros, desde o início, sempre consideraram a AED a sua principal ferramenta e veículo para melhor cooperarem a nível de defesa. De facto, é na AED que os governos dos Estados membros decidem em conjunto as prioridades em termos de desenvolvimento de capacidades de defesa e a melhor forma de as gerir. O apoio que a Comissão Europeia está disposta a fornecer através do recentemente adotado Plano de Ação Europeu de Defesa (PAED) é muito bem-vindo neste contexto.

Cooperação na defesa é necessária e urgente. Não podemos permitir que esta importante questão se arraste em debates políticos ou institucionais que não se focam no nosso objetivo comum: fortalecer a defesa europeia. Para tal, a Europa precisa de tirar o máximo partido das ferramentas que tem ao seu dispor. A AED é certamente uma delas.

A União Europeia encontra-se numa encruzilhada. Decisões ambiciosas e visionárias são necessárias para manter o projeto europeu vivo e a florescer. Compete aos nossos líderes tomar essas decisões em conjunto.

Diretor executivo da Agência Europeia de Defesa


http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/maior-cooperacao-europeia--na-defesa-e-inevitavel-e-benefico-5718126.html
 

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Re: Novo MDN
« Responder #128 em: Março 29, 2017, 10:22:45 pm »


Amanhã vejo com mais calma.
 

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Re: Novo MDN
« Responder #129 em: Março 30, 2017, 12:09:45 am »
1:27:30. Se fosse na Ucrânia já estavam à chapada...

O nível destas comissões e destes deputados é um bocado... Barrasco...  :o
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Novo MDN
« Responder #130 em: Março 30, 2017, 10:07:34 pm »
Pior audição de que eu tenho memoria. Perder 4 horas nisto.
 

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mafets

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Re: Novo MDN
« Responder #131 em: Março 31, 2017, 10:59:24 am »
Se fosse para uma treta qualquer arranjava-se logo dinheiro para pessoal... >:(

http://observador.pt/2017/03/28/efetivos-governo-e-chefes-militares-em-confronto/
Citar
Ministério não vê problema no facto de os tetos de efetivos não serem atingidos. A falta de voluntários está a sobrecarregar os militares no terreno e ameaça a prontidão operacional, avisam os ramos.

Governo e militares têm visões diferentes sobre a questão dos efetivos. Onde o secretário de Estado da Defesa não vê qualquer problema — “não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas”, diz Marcos Perestrello ao Observador —, a Marinha e a Força Aérea falam abertamente de uma sobrecarga do pessoal que “dificulta a gestão dos períodos legais de descanso”. Os militares apontam ainda a “acumulação de cargos” como forma de ultrapassar as carências internas.

Faltam mais de três mil tropas aos quadros dos três ramos. Para os chefes militares, de acordo com as respostas recolhidas pelo Observador, há problemas ou limitações devido à falta de recursos humanos nas Forças Armadas. Mas o Governo diz que não é isso que os ramos lhe comunicam. Segundo o secretário de Estado da Defesa, “no dia em que entenderem que têm recursos insuficientes para cumprir as missões”, as chefias militares “têm de afirmá-lo ao poder político e esse dia ainda não chegou”, disse Perestrello esta quarta-feira na comissão de Defesa, no Parlamento.

Todos os anos é publicado um decreto-lei que fixa os efetivos dos três ramos para o ano seguinte. A poucos dias do final do ano passado, esse diploma trazia más notícias para aqueles que ainda alimentavam a esperança de ver reforçadas as fileiras do Exército, Força Aérea e Marinha. Pelo quarto ano consecutivo, o universo global de efetivos não iria sofrer qualquer alteração. Os valores atuais foram fixados em 2013 por José Pedro Aguiar-Branco, ministro da Defesa de Pedro Passos Coelho, num tempo em que nenhuma decisão de gestão interna (pelo menos, aquelas que significassem um aumento de custos) passava sem a aprovação da troika.

A pensar no decreto-lei em vigor desde dezembro de 2016, o Ministério da Defesa entende que o documento apenas “fixa o efetivo máximo ideal” a integrar em cada um dos ramos. O mesmo é dizer que não se considera haver uma obrigatoriedade de o universo de militares alcançar, até ao último homem, o número estabelecido como “ideal” pelo mesmo executivo.

Consideramos que não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas” e que “o número de efetivos cumpre o necessário pelo quadro das missões” previsto para os três ramos, refere o secretário de Estado Marcos Perestrello, em resposta às questões do Observador.
O governante destaca que, desde 2011, “este foi o ano em que se registaram mais candidaturas” – mais de 11 mil – “e também o ano em que mais militares foram incorporados” – cerca de 3.900. Não refere, no entanto, apesar da pergunta nesse sentido, quantos candidatos foram recusados. O Governo não dispõe, “neste momento”, desses dados, justifica a tutela.

Apesar disso, Marcos Perestrello ensaia a ideia de que “as provas de ingresso são exigentes” e que os chumbos ao ingresso nas Forças Armadas se explicam com a “incapacidade” de os interessados alcançarem os requisitos apresentados por cada um dos ramos.

Faltam militares? É fazer as contas

A posição do Governo é a de que os efetivos estão assegurados. Do lado de cada um dos ramos, a perspetiva é outra, ainda que seja expressa em diferentes tons. Mesmo assim, numa análise ramo a ramo, rapidamente se constata que o tal “máximo ideal” previsto na lei não é alcançado num único caso.


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« Responder #132 em: Março 31, 2017, 09:40:19 pm »
Citar
Ministério não vê problema no facto de os tetos de efetivos não serem atingidos. A falta de voluntários está a sobrecarregar os militares no terreno e ameaça a prontidão operacional, avisam os ramos.

Governo e militares têm visões diferentes sobre a questão dos efetivos. Onde o secretário de Estado da Defesa não vê qualquer problema — “não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas”, diz Marcos Perestrello ao Observador —, a Marinha e a Força Aérea falam abertamente de uma sobrecarga do pessoal que “dificulta a gestão dos períodos legais de descanso”. Os militares apontam ainda a “acumulação de cargos” como forma de ultrapassar as carências internas.

Coitado o homem não tem culpa de não perceber que as forças armadas também são portuguesas o que significa que para cada individuo a trabalhar existem cinco a gerir. Para isto funcionar são preciso pelo menos 30000X5=150000  ;D
 

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Re: Novo MDN
« Responder #133 em: Novembro 24, 2017, 08:07:47 pm »
Ora ate o Sr. Joao Soares do PS e da mesma opiniao do que eu...Paulo Portas o melhor MDN de sempre

O actual, tem posto a LPM a funcionar, o problema e que e um cinico e gosta de complicar e tenta argumentar que nao devemos chegar aos 2% do PIB na Defesa, pela qualidade e quantidade das nossas forcas destacadas...enfim argumenta contra ter mais dinheiro no seu Ministerio  ::)

https://www.noticiasaominuto.com/politica/906121/portas-foi-um-excelente-ministro-da-defesa-se-nao-mesmo-o-melhor

 

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« Responder #134 em: Novembro 25, 2017, 12:20:41 am »
Portas à parte. O engraçado que é que mudam os partidos, as cores e os ministros mas continuam na Comissão de Defesa praticamente as mesmas pessoas. Portanto, são e foram sempre o factor em comum que existe cada vez que estas estratégias e negócios dão origem a problemas.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

 

Lei nº5/2006 (Novo regime jurídico das armas e munições)

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