Apetece-me gritar bem alto, FO...

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3810 em: Fevereiro 24, 2026, 10:17:56 am »
E eu a ler "fãs de Therion? Porque carga de água o @P44 está chateado e mete isso neste tópico?!"  :mrgreen:

Piadista  :G-bigun:
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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3811 em: Fevereiro 25, 2026, 01:59:38 pm »
Os "diferentes"

Ministro da Agricultura tem duas casas na capital e €43.660 em rendimentos prediais, mas pediu (e está a receber) subsídio de alojamento de €724. Dezanove ministros e secretários de Estado pediram o mesmo apoio.

👉Leia mais no link na bio e na edição impressa.

📸Lusa, Miguel Baltazar, André Azevedo e João Pedro Domingos
https://www.facebook.com/100064632946246/posts/pfbid0fXHgKExScqi7Q7q9dR83JFiP2JEnHkfx7eZu4vqvkb9qfCuGsYwgXuwsTnvdKuJ7l/

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3812 em: Fevereiro 25, 2026, 02:25:37 pm »
Mas as casas que ele tem estão desocupadas? Ou - pior - já lá vivia / a usava?

Sendo que "duplicar" a residência, deixando a família para trás, implica mais despesas.
« Última modificação: Fevereiro 25, 2026, 02:26:55 pm por LM »
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3813 em: Fevereiro 25, 2026, 06:39:12 pm »
Mas as casas que ele tem estão desocupadas? Ou - pior - já lá vivia / a usava?

Sendo que "duplicar" a residência, deixando a família para trás, implica mais despesas.

Acho que o ponto deverá ou deveria ser este.
 

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3814 em: Março 05, 2026, 12:19:54 pm »
Citar
O Estado português tem sempre dinheiro. Só não tem para os portugueses.

Seis meses. Foi há seis meses que um homem morreu no Elevador da Glória. Trabalhador da Carris. Pai de família. Esmagado enquanto cumpria o seu turno. Seis meses depois, os filhos continuam sem bolsa de estudo.
E o Governo? O Governo prometeu um relatório de investigação no próprio dia da tragédia. "Resultados divulgados com a maior celeridade possível", garantiram .

Passaram-se seis meses. O relatório nunca existiu.

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) reconheceu, após insistência do jornal Público e uma queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos, que não fez nenhum relatório.
A desculpa? "Aguardámos pelas investigações de outras entidades. Depois de lermos o relatório preliminar do GPIAAF, entendemos que as principais questões já estavam esclarecidas. Não fazia sentido avançar com diligências adicionais" .

Tradução: um homem morreu, mas investigar dá trabalho. Arquiva-se.

OS ESQUECIDOS DE SEMPRE

Este padrão não é novo. É a cara do Estado português.

Entre-os-Rios, 4 de março de 2001. A ponte Hintze Ribeiro cai. 59 pessoas morrem. 36 corpos nunca foram encontrados. As famílias continuam, 25 anos depois, a rezar o terço à beira-rio. Não têm corpos para enterrar. Não têm culpados: os engenheiros foram absolvidos. Não têm justiça .

Pedrógão Grande, 17 de junho de 2017. 66 pessoas ardem vivas. 253 ficam feridas. Centenas de casas destruídas. Oito anos depois, ainda há 21 casas por reconstruir. Uma família esperou oito anos por uma indemnização de 150 mil euros. Avelino Ferreira, operador de máquina que morreu a combater incêndios em Oleiros, não estava nas datas "certas" do calendário governamental. A mulher e os filhos tiveram de ir a tribunal. Oito anos à espera.

Tiago Cacais, outubro de 2024. Motorista da Carris Metropolitana. Queimado vivo dentro do autocarro durante os tumultos em Santo António dos Cavaleiros. Segundo e terceiro graus na cara, pulmões, mãos, pés. Coma induzido. Um ano e meio depois, continua de baixa. Queixa-se de abandono. "O homem esquecido porque não pertence aos grupos certos, apenas um português trabalhador comum", escreveu uma página de apoio .

Elevador da Glória, setembro de 2025. Um guarda-freio morre. Os filhos esperam por bolsa. O relatório nunca existiu.

A TEMPESTADE KRISTIN: 2,5 MIL MILHÕES EM DIAS

A 26 de janeiro de 2026, a tempestade Kristin atingiu Portugal. Em fevereiro, o Conselho de Ministros já tinha aprovado um pacote de 2,5 mil milhões de euros em medidas de apoio .

Vamos ver o que está lá dentro:

· 400 milhões para estradas e ferrovia
· 200 milhões para autarquias
· 20 milhões para património cultural
· 500 milhões em linhas de crédito
· 1.000 milhões para reconstrução

A Caixa Geral de Depósitos disponibiliza linhas de crédito com taxa fixa de 2,15% no primeiro ano, spread 0%, isenção de comissões (poupa cerca de 1.260 euros) e carência de capital até 6 meses .

Parece bonito. Agora leiam com atenção: é um crédito. É uma dívida. As pessoas que perderam a casa vão ter de a pagar outra vez, com juros.

Para as empresas, a mesma história. Linhas de apoio que são dívida. Indexadas à Euribor. Com um ano de carência. Depois, pagam durante cinco anos.

E o melhor de tudo: um ministro disse, sobre as vítimas da tempestade: "É suposto terem recebido o ordenado do mês passado".

Tradução: "Não se queixem. Se estão sem casa, usem o salário de janeiro. Se acabou, problema vosso."

2,5 mil milhões em linhas de crédito para as pessoas se endividarem, e um ministro a mandar as vítimas viverem com o ordenado do mês passado.

E AS ASSOCIAÇÕES? QUANTO CUSTAM?

A Câmara de Lisboa aprovou, em maio de 2025, um apoio de 175 mil euros à associação Variações para a realização do EuroPride 2025 . A proposta foi assinada por Carlos Moedas (PSD) e aprovada com abstenção do PS e PCP. A oposição (Livre, Cidadãos Por Lisboa, BE) votou contra.

Porquê?
Porque a associação Variações estava envolvida em polémicas. A ILGA, a AMPLOS e a rede ex aequo abandonaram a organização. O Turismo de Portugal abriu uma auditoria à Variações.
O presidente da associação, Diogo Vieira da Silva, estava a ser investigado por desvio de dinheiro, abuso de confiança e burla .

Mesmo assim, a Câmara deu 175 mil euros. E há mais: os vereadores do Livre estimaram que os apoios não financeiros (logística, espaços, etc.) poderiam ascender a mais de 300 mil euros .

Ou seja: meio milhão de euros para um evento cuja organização estava sob investigação.

Trata-se de perguntar: com que critérios se gasta o dinheiro público?

Porque, entretanto, o primeiro-ministro vê futebol com 20 mil euros em três anos de Sport TV paga por nós. A factura: 7.023 euros em 2026, outros 7.023 em 2027, 4.682 em 2028.
Tudo para que o primeiro-ministro e os seus assessores possam ver a bola sem sair do gabinete.

E os filhos do guarda-freio continuam sem bolsa.

AS CIRURGIAS DE REDESIGNAÇÃO SEXUAL: QUANTO CUSTA

O SNS financia cirurgias de redesignação sexual.

Desde 2017, foram realizadas 408 cirurgias de redesignação sexual no SNS.
Apenas dois hospitais públicos fazem estas operações: o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e o Hospital de Santo António, no Porto.
No CHUC, foram realizadas 364 cirurgias entre 2017 e julho de 2024. No Hospital de Santo António, 44 cirurgias desde 2022.

Ou seja: o SNS financia, mas e as  esperas com os doentes oncológicos. Como esperam os que precisam de próteses. Como esperam todos os portugueses que dependem do SNS e que nascem em ambulâncias ou morrem enquanto esperam por socorro.

Estas cirurgias custam dinheiro. Muito dinheiro. E ninguém sabe ao certo quanto. Os valores estão escondidos em contratos, em protocolos, em "produção adicional" paga a hospitais privados.

O que se sabe é que um único dermatologista do Hospital de Santa Maria recebeu cerca de 700 mil euros em três anos por cirurgias adicionais. Setecentos mil euros. Para um médico. Em três anos.

O PADRÃO: MORTOS, ESQUECIDOS E ENDIVIDADOS

Vamos fazer contas.

· EuroPride 2025: 175 mil euros diretos + 300 mil em apoios não financeiros = 475 mil euros para um evento cuja organização estava sob investigação .

· Sport TV no Parlamento: 20 mil euros em três anos para o primeiro-ministro ver futebol.

· Cirurgias de redesignação sexual: 408 operações.

Agora comparem:

· Entre-os-Rios (2001): 36 mortos. 25 anos depois, sem corpos, sem culpados. Indemnização: 50 mil euros por vítima na altura. O mesmo que a Sport TV durante três anos.

· Pedrógão Grande (2017): 66 mortos. Oito anos depois, ainda há 21 casas por reconstruir. Uma família esperou oito anos por uma indemnização de 150 mil euros.

· Tiago Cacais (2024): motorista queimado vivo. Um ano e meio depois, ainda espera.

· Filhos do guarda-freio do Elevador da Glória (2025): seis meses depois, zero. Nem relatório, nem bolsa.

E para as vítimas da tempestade Kristin (2026): crédito. Dívida. Euribor. E um ministro a sugerir que usem o ordenado do mês passado.

A PERGUNTA QUE FICA

Se há 475 mil euros para uma festa sob investigação, 20 mil para o primeiro-ministro ver futebol, e 2,5 mil milhões em linhas de crédito para as pessoas se endividarem...

Onde estão os 50 mil euros para as famílias de Entre-os-Rios?
Onde estão os 150 mil euros para as vítimas de Pedrógão que ainda esperam?
Onde está a bolsa de estudo para os filhos do guarda-freio?
Onde está o relatório do Elevador da Glória, que nunca existiu?

A resposta é simples: não há.

Não há porque o dinheiro acabou. Acabou nas associações e nas ideologias. Acabou nas festas. Acabou nos protocolos. Acabou na Sport TV.

Para os portugueses comuns, para os que morrem a trabalhar, para os que ardem vivos, para os que perdem a casa e ouvem "use o ordenado do mês passado"...

Para esses, nunca há.

---

É esta a alma do governo português.
É este o respeito por quem perde tudo.
É esta a prioridade: linhas de crédito, Euribor, e um conselho para se desenrascarem.

O ordenado do mês passado.
Guarda essa frase. Grava-a a ferros na memória.

Porque da próxima vez que um ministro aparecer na televisão a falar de "apoios" e "solidariedade", tu já sabes o que ele quer dizer:

"Use o ordenado do mês passado. E se não chegar, vá ao banco. Nós temos linhas de crédito à sua espera."

Os filhos do guarda-freio, esses, que esperem. Que usem o ordenado do pai. Ah, esperem. O pai morreu. Não tem ordenado.

Pois. Esqueci-me desse pormenor.

O governo também.

A crítica é aos sucessivos Governos, à máquina, à hipocrisia de quem gasta com futebol e esquece os mortos.
A crítica é à falta de prioridades.
A crítica é a um Estado que sabe ser rápido quando quer — mas só para uns. De preferência com cartão do partido e quotas em dia.

Partilha este texto.
Para que não digam que não avisámos.
Para que os politicos como o ministro do ordenado saiba que há gente que não esquece.
Para que as 36 almas de Entre-os-Rios, os 66 mortos de Pedrógão, o Tiago Cacais e os filhos do guarda-freio saibam que alguém, pelo menos alguém, ainda se lembra que eles existem.

WHISTLEBLOWER.Pt

*Os cães ladram e a caravana passa*
 

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Kalil

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3815 em: Março 05, 2026, 11:31:58 pm »
Felizmente, para nos elucidar um pouco desta vez sobre o ataque ao Irão, lá tivemos hoje mais uma entrevista exclusiva do grande líder AV na tv nacional. Desta vez na CNN, um dos órgão de comunicação social controlado pelos malucos do bloco, como é do conhecimento geral.

Já no jornal Eco, também completamente controlado pelo BE, foi a vez de Passos Coelho partilhar as suas ideias, que ja não se ouviam desde a semana passada.


Estes radicais de extrema esquerda são realmente péssimos, sobretudo a controlar a comunicação social. Entrevistas semanais às principais vozes da direita radical e/ou conservadora, e esquecem-se de entrevistar um gajo do pcp ou do be de vez em quando.

Depois, querem ganhar eleições assim.
 

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Tiamate

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3816 em: Março 06, 2026, 12:09:21 pm »
Eleições. É a palavra chave.

É que essas já passaram...
Vamos ver se esses convites continuam antes das próximas.
 

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Kalil

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3817 em: Março 06, 2026, 01:13:46 pm »
Errado.
O conceito chave é, manipulação das massas.
 
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MMaria

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3818 em: Março 08, 2026, 12:38:27 pm »
O gajo paga mais caro para receber tratamento VIP no voo e, no fim...

No lugar dos vinhos finos, aérea americana é flagrada servindo vinho em caixa a passageiros de rota premium

https://aeroin.net/no-lugar-dos-vinhos-finos-aerea-americana-e-flagrada-servindo-vinho-em-caixa-a-passageiros-de-rota-premium/?amp

 ::)
Eu não vim para explicar, eu vim para confundir
Chacrinha
 

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P44

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3819 em: Março 19, 2026, 01:50:28 pm »



ajuste direto por €74.999,40 (60 cêntimos abaixo do limite que obrigaria a um concurso público)
😂😂😂

Cuidado com o ventura uhhhh o terrorista que vai mudar a constituição feita pelo dr Marcelo e a sua seita do bem
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papatango

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3820 em: Março 19, 2026, 02:26:03 pm »
Relativamente à questão de Entre os Rios, consegui apurar o seguinte:

Citar
A tragédia de Entre-os-Rios, ocorrida a 4 de março de 2001, envolveu um longo processo de indemnizações e custos judiciais. Sobre o valor mencionado de 50.000 euros, os pontos-chave, com base nos resultados de pesquisa, são:
Indemnizações Iniciais: O Estado português indemnizou as famílias das 59 vítimas mortais com cerca de 50.000 euros por família, acrescido de complementos por herdeiro.
Custos Judiciais: Mais tarde, em 2009, foi noticiado que a justiça pretendia cobrar cerca de meio milhão de euros em custas judiciais às famílias das vítimas, e não que havia 50.000 euros por pagar pelas famílias.
Apoio do Estado: Inicialmente, os herdeiros foram confrontados com custos processuais, mas houve forte pressão para a intervenção do Governo e do Presidente da República para libertar as famílias desses pagamentos.
Valor da Indenização: A Associação dos Familiares das Vítimas da Tragédia de Entre-os-Rios (presidida por Horácio Moreira) discutiu na época estas questões financeiras, incluindo a possibilidade de pedidos de indemnização simbólicos de um euro.


Resumo: O valor de 50.000 euros refere-se à indemnização média paga pelo Estado a cada família, e não a uma dívida remanescente por pagar pelas mesmas.

Ou seja, no post do P44, que não tem como é normal, link ou qualquer referência, esta foi a primeira das mentiras ...
O numero de mentiras mete impressão, e como é normal entre os criminosos extremistas, a receita é, cinco mentiras, misturadas com uma verdade, para se alguém se queixar da falta de vergonha, ter sempre algo para atirar que não pode ser constestado ...

E o chorrilho continua, como por exemplo com a referencia às familias vitimas dos incendios de 2017, esquecendo, apenas por acaso e porque afinal não conta para nada, que uma enorme quantidade dos pedidos feitos ao estado, ou seja, A TODO NÓS, eram FRAUDULENTOS ...

Ou seja: vamos esquecer a corja de FdP que nos quiseram roubar a torto e a direito, coitadinhos, e à pala disso vamos criticar o Estado por agora duvidar quanto à atribuição de subsidios.
E vamos esquecer os FdP LADRÕES acima de tudo, porque não eram brasileiros, não eram paquistaneses, não eram hindustânicos, nem africanos...  ::) ::) ::) ::)

E haja paciencia  c56x1 c56x1 c56x1
Porque a mentira suja, colocada neste fórum com plena consciencia,  constitui por ela mesma razão para nos apetecer gritar bem alto, o tema do tópico.
« Última modificação: Março 19, 2026, 02:31:12 pm por papatango »
É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
Contra a Estupidez, não temos defesa
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papatango

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Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Responder #3821 em: Março 19, 2026, 02:45:51 pm »
Citar
ajuste direto por €74.999,40 (60 cêntimos abaixo do limite que obrigaria a um concurso público)
😂😂😂

Cuidado com o ventura uhhhh o terrorista que vai mudar a constituição feita pelo dr Marcelo e a sua seita do bem

70000 Euros para um palácio, é um valor ridiculo
Uma vivenda T5 no Restelo, para renovar vai custar, muito mas muito mais que isso.

E não há problema com o Ventura, porque se ele lá chegar, tem uma gigantesca fila de interessados, que acham que como todos roubam, a seguir são eles.

O outro no Aeroporto nem esperou para chegar ao poder, começou a roubar as malas mal chegou a deputado ...

Quem não os conhecer que os compre ...
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