Portugueses, retomemos o espirito de Aljubarrota!

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Portugueses, retomemos o espirito de Aljubarrota!
« em: Agosto 14, 2007, 04:12:47 pm »
Portugueses, retomemos o espírito de Aljubarrota!

A 14 de Agosto de 1385, a uns 12 quilómetros a sul de Leiria, travou-se a batalha de Aljubarrota, entre o exército português chefiado por D. João I de Portugal e o exército invasor de D. João I de Castela; nessa peleja, uma das mais decisivas da nossa História, pouco mais de 6 mil portugueses fizeram frente a cerca de 36 mil castelhanos.
A brilhante vitória das nossas armas foi o prémio merecido por aqueles que não desistiram de lutar pela liberdade e integridade da Pátria, que não se intimidaram com o poder e número dos inimigos e também com o tempo que durariam as provações e nem recearam o montante dos sacrifícios em bens e vidas. Aqueles nossos antepassados deram-se totalmente à Pátria da qual somos herdeiros e continuadores.
Invadindo Portugal com um poderoso exército, propunha-se o rei castelhano esmagar as reduzidas forças que se opunham às suas pretensões ao trono de Portugal; apoiava-se o intruso nos direitos que, ao uso da época, lhe assistiam pelo casamento com a filha do nosso Rei D. Fernando, falecido anos antes e sem deixar sucessor.
A batalha de Aljubarrota pôs termo feliz a uma crise em que a independência de Portugal esteve em grave risco. Porém, já então estava suficientemente amadurecido o sentimento da nossa identidade nacional, distinta e acima de qualquer outra consideração que não fosse o querer colectivo dum povo homogéneo e unido, herdeiro de um passado talhado a golpes de heroísmo e caldeado na comunhão de aspirações por um futuro ousado e maravilhoso, impelido nas asas do sonho e da aventura.
A independência de Portugal ficara assim consolidada, graças à vontade indómita de um povo que preferia morrer lutando, para continuar em liberdade o que dele sobrevivesse, do que ficar prisioneiro e desonrado sob o jugo de estranhos. A magnífica lição que colhemos daquele acontecimento impõe-nos o dever e a honra de continuar Portugal.
Como ensinamentos avultam o da fé nos destinos duma Pátria livre, o da confiança nas virtudes dos chefes naturais saídos da comunidade nacional e, também, o da fidelidade ao passado histórico da Grei.
A fé nos destinos da Pátria tem as suas raízes no mais puro patriotismo e não carece de outros fundamentos porque a consciência cívica é naturalmente inclinada a ter fé no objecto de sua afeição; ama-se naturalmente a Pátria de que somos parte e para ela queremos o melhor porvir, tal como se ama sem reservas a mãe que nos deu o ser, nos acarinhou e nos criou com mil cuidados e sacrifícios, a quem queremos feliz e honrada.
Foi admirável a confiança depositada pelo povo nos seus chefes naturais, em homens como o Mestre de Aviz que assumiu as responsabilidades da governação do Reino, ou como o Condestável D. Nuno Álvares Pereira, verde em anos, mas modelo de bravura e distinto na chefia militar; e também em homens como João das Regras, delegado popular nas Cortes, onde conduziu com rara mestria e muita tenacidade a defesa da única solução que interessava a Portugal, ou ainda como Álvaro Pais que foi a alma do levantamento e fiel intérprete da vontade popular.
O nosso passado histórico não contava então mais de 250 anos, mas já era muito rico de sucessos vividos em acções heróicas concretizadas na construção duma Pátria livre e na consolidação dum Estado soberano; esse passado implicava a existência dum instinto colectivo nascido de trabalhos e perigos partilhados, verdadeira consciência cívica impondo aos Portugueses completa fidelidade à sagrada herança dos seus Avós.
É nosso dever não nos deixarmos sucumbir ante a magnitude do desastre de 1974; pelo contrário, hoje mais do que nunca, com os olhos postos nos exemplos dos nossos maiores, tal como em Aljubarrota, cerremos fileiras formando um quadrado único e coeso, sobre o qual se erga altiva apenas a Bandeira das Quinas, e contra o qual se desfaçam os assaltos dos inimigos internos e externos de Portugal!
Alternativa Portugal

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SSK

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« Responder #1 em: Agosto 14, 2007, 06:42:37 pm »
Não se coloque em causa o meu patriotismo.

Mas este texto cheira-me a um manifesto, ou estarei errado...
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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« Responder #2 em: Agosto 14, 2007, 07:12:25 pm »
Citação de: "SSK"
Não se coloque em causa o meu patriotismo.

Mas este texto cheira-me a um manifesto, ou estarei errado...


Não está errado. Mas é um manifesto alternativo, independente e apartidário.
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Cabecinhas

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« Responder #3 em: Agosto 16, 2007, 12:20:16 am »
:Bajular:  :Bajular:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Duarte

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« Responder #4 em: Agosto 16, 2007, 03:14:19 am »
Citar
Não está errado. Mas é um manifesto alternativo, independente e apartidário.


Apartidário?! Valha-nos Deus, como haverá o país de prosperar sem partidos?? :?:   :lol:
« Última modificação: Agosto 16, 2007, 12:21:18 pm por Duarte »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
"Even the dumbest among us can see the writing on the wall for Putin"
 

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rsf

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« Responder #5 em: Agosto 16, 2007, 10:07:14 am »
Não estou filiado em nenhum partido.
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Luso

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« Responder #6 em: Agosto 16, 2007, 11:17:02 am »
Citação de: "SSK"
Não se coloque em causa o meu patriotismo.

Mas este texto cheira-me a um manifesto, ou estarei errado...


Ah, SSK! Não me diga que não seria um bom manifesto... :mrgreen:
Isto é um Limited hangout. Boa parte dos participantes são bots militares. Evitar.
 

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Sintra

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« Responder #7 em: Agosto 17, 2007, 02:57:35 am »
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É nosso dever não nos deixarmos sucumbir ante a magnitude do desastre de 1974; pelo contrário, hoje mais do que nunca, com os olhos postos nos exemplos dos nossos maiores, tal como em Aljubarrota, cerremos fileiras formando um quadrado único e coeso, sobre o qual se erga altiva apenas a Bandeira das Quinas, e contra o qual se desfaçam os assaltos dos inimigos internos e externos de Portugal!


 Ó Cristo  :?
 O desastre de 1974...
 

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nestor

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« Responder #8 em: Agosto 19, 2007, 04:36:11 am »
Citação de: "Sintra"
Citar
É nosso dever não nos deixarmos sucumbir ante a magnitude do desastre de 1974; pelo contrário, hoje mais do que nunca, com os olhos postos nos exemplos dos nossos maiores, tal como em Aljubarrota, cerremos fileiras formando um quadrado único e coeso, sobre o qual se erga altiva apenas a Bandeira das Quinas, e contra o qual se desfaçam os assaltos dos inimigos internos e externos de Portugal!

 Ó Cristo  :shock:

Saludos.