Alemanha

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Duarte

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Re: Alemanha
« Responder #60 em: Janeiro 25, 2026, 02:16:25 am »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next
 

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PTWolf

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Re: Alemanha
« Responder #61 em: Janeiro 25, 2026, 06:59:55 pm »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults

O nosso também não está lá?
 

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yuwanko

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Re: Alemanha
« Responder #62 em: Janeiro 25, 2026, 07:58:08 pm »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults

O nosso também não está lá?

Sim algum, menos de 25 toneladas, a maior parte está em Portugal e no Uk.
 

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Duarte

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Re: Alemanha
« Responder #63 em: Janeiro 26, 2026, 03:28:57 am »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults

O nosso também não está lá?

Sim algum, menos de 25 toneladas, a maior parte está em Portugal e no Uk.

25 toneladas são cerca de $4 MM aos preços correntes. Podem financiar um segundo programa SAFE  :mrgreen:
слава Україна!
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yuwanko

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Re: Alemanha
« Responder #64 em: Janeiro 26, 2026, 07:57:06 pm »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults

O nosso também não está lá?

Sim algum, menos de 25 toneladas, a maior parte está em Portugal e no Uk.

25 toneladas são cerca de $4 MM aos preços correntes. Podem financiar um segundo programa SAFE  :mrgreen:

É verdade, ainda é dinheiro, mas são uns 6% das reservas de ouro de Portugal.
 

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Viajante

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Re: Alemanha
« Responder #65 em: Janeiro 28, 2026, 03:34:31 pm »
Alemanha não quer depender de Elon Musk para a guerra e vai fabricar a sua própria “Starlink militar”

A Alemanha não quer depender da Starlink de Elon Musk e está a planear a sua constelação de guerra. Em pano de fundo está uma corrida: a de quem controlará as futuras infraestruturas críticas de comunicações militares na Europa.



Durante décadas, a segurança europeia assentou em infraestruturas críticas controladas a partir dos Estados Unidos.

Mas, com a guerra de volta ao continente e as comunicações espaciais transformadas num ativo militar decisivo, a Alemanha começa a assumir que não pode dar-se ao luxo de depender de Elon Musk nem de Washington para algo tão básico como comunicar e combater em caso de conflito.
Alemanha: conversações para uma rede própria de satélites

Rheinmetall e OHB mantêm conversações preliminares para apresentar uma proposta conjunta destinada a criar uma rede de comunicações por satélite em órbita baixa para a Bundeswehr, um sistema que em Berlim já é descrito abertamente como um “Starlink para o exército alemão”.

A iniciativa procura captar parte do ambicioso plano alemão de investir 35.000 milhões de euros em tecnologia espacial militar, com o objetivo de se dotar de uma infraestrutura segura, soberana e especificamente concebida para uso militar, reduzindo a dependência de serviços norte-americanos como o Starlink, propriedade da SpaceX.



Um tema estratégico e político em 2026

O pano de fundo do projeto será um dos grandes temas de 2026 e é tanto estratégico como político, já que a guerra na Ucrânia demonstrou até que ponto as comunicações por satélite em órbita baixa podem ser decisivas quando as redes terrestres são destruídas ou degradadas.

Embora o Starlink e a sua versão militar, Starshield, se tenham tornado activos-chave para Kiev, muitos países europeus desconfiam de basear capacidades críticas num fornecedor privado estrangeiro, o que acelerou os planos para construir redes nacionais ou europeias sob controlo estatal.
Ambição espacial e prioridades da NATO

Com este programa, a Alemanha ambiciona tornar-se o terceiro maior investidor mundial em tecnologia espacial, apenas atrás dos Estados Unidos e da China, segundo a consultora Novaspace.

As autoridades militares alemãs já definiram as especificações técnicas e preparam o concurso, dando prioridade à cobertura do flanco oriental da OTAN, onde Berlim destaca uma brigada permanente de 5.000 soldados na Lituânia como parte do seu reforço defensivo.



Rheinmetall e a expansão para o espaço

Tradicionalmente associada a tanques, artilharia e munições, a Rheinmetall está a alargar rapidamente a sua presença a novos domínios, impulsionada pelo rearmamento alemão.

No final do ano passado, obteve o seu primeiro grande contrato espacial, até 2.000 milhões de euros, para desenvolver em conjunto com a Iceye uma constelação de satélites de radar capazes de operar à noite e com mau tempo, o que a coloca numa posição sólida para agora aspirar a um sistema de comunicações militares em órbita baixa.
O papel da OHB e a concorrência europeia

Para a OHB, terceiro maior fabricante europeu de satélites e fornecedor do sistema de navegação Galileo, o projeto representa uma oportunidade-chave para reforçar o seu negócio militar.

A empresa enfrenta a possível criação de um gigante espacial europeu resultante da fusão das divisões da Airbus, Thales e Leonardo, uma operação que o seu diretor-executivo considera potencialmente anticoncorrencial e que poderá deixar a OHB em desvantagem se não ampliar a sua escala e capacidades.

O simples anúncio das conversações fez disparar a cotação da OHB, refletindo até que ponto o setor encara a despesa militar espacial alemã como um catalisador de oportunidades.
Um projeto ainda em fase inicial

Dito isto, o projeto encontra-se ainda numa fase inicial, sem comentários oficiais das empresas nem do Ministério da Defesa, e enquadra-se numa concorrência crescente por contratos multimilionários que definirão quem controla as futuras infraestruturas críticas de comunicações militares na Europa.

https://pplware.sapo.pt/internet/alemanha-nao-quer-depender-de-elon-musk-para-a-guerra-e-vai-fabricar-a-sua-propria-starlink-militar/

Para quem tenha dúvidas de que a actual NATO, com a participação americana, está morta....... mesmo que os democratas regressem ao poder. A confiança nos EUA morreu!!!!!!
Quem é que confia que ao abrigo do artigo 5º da NATO, o cabeça laranja vem ajudar algum país europeu?

O que eu faria ao nível da UE? Criava uma força Europeia com os elementos afectos à NATO e como símbolo colocava a Cruz de Cristo ou da Ordem de Cristo  :mrgreen:
« Última modificação: Janeiro 28, 2026, 03:39:57 pm por Viajante »
 
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Re: Alemanha
« Responder #66 em: Fevereiro 02, 2026, 06:27:09 pm »
слава Україна!
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Re: Alemanha
« Responder #67 em: Fevereiro 10, 2026, 01:40:53 am »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next