Mensagens recentes

Páginas: 1 2 3 4 [5] 6 7 8 9 10
41
Indústrias de Defesa / Re: Programa Espacial Brasileiro
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 03:23:20 pm »
Empresa some com R$ 24 milhões em prestação de conta e governo cancela projeto de foguete brasileiro

Agência federal cobra devolução do dinheiro após problema em prestação de contas; companhia diz agir dentro do contrato e seguir princípios de responsabilidade e ética

https://www.terra.com.br/byte/ciencia/empresa-some-com-r-24-milhoes-em-prestacao-de-conta-e-governo-cancela-projeto-de-foguete-brasileiro,145077043b711ffb92a2b32b57b764f0ei1327nt.html

 ::)
42
Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:14:38 pm »
A tal mão de obra que o Partido Socialista importou às carradas.


Para o Duarte é culpa do Chega

Enquanto forem acertando contas só entre eles ainda não tá mau....

Nisso concordo

E esperar que não haja "danos colaterais"

De resto que se matem todos
43
Armada Espanhola / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:11:39 pm »
All of the F-100 class AEGIS frigates are currently deployed.
According to the UK Defense Journal:

"The frigate Álvaro de Bazán (F-101) is integrated into the French aircraft carrier strike group centred on Charles de Gaulle and is taking part in the Orion 26 exercise. The frigate Almirante Juan de Borbón (F-102) is serving as flagship of NATO’s Standing Naval Maritime Group One (SNMG1), while Blas de Lezo (F-103) is operating in the United States as part of the U.S. Navy’s COMPTUEX certification exercise. Meanwhile, Méndez Núñez (F-104) is supporting the joint activation Eagle Eye as part of Spain’s National Air Defence System, and Cristóbal Colón (F-105) is participating in NATO’s Steadfast Dart 26 exercise in the Baltic Sea."

44
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:55:52 pm »

Excepção seria para uma eventual versão C-UAS, ou mesmo caso haja a possibilidade de integrar MANPADS no lugar dos Spike (que desconheço se é ou não possível).


é possível:  Twin‑Stinger Missile Launcher (TSML) https://esut.de/2024/02/meldungen/47834/der-skyranger-vertrag-ist-unterschrieben/

Para o Pel. C-UAS/MANPAD seria ideal. Cada Boxer destes poderia transportar uma ou duas equipas Stinger para apear além de usar os da torre e o canhão.
45
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:54:48 pm »
Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?

Dependeria certamente do que querias "redesenhar".

Se for só adicionar doca alagável, essa é a parte fácil.

Se for para redesenhar o MPSS9000 para o tornar um navio de 170m de comprimento, 14000t de deslocamento, com convés de voo consideravelmente maior e fazer com que este navio muito maior atinja pelo menos os 18 nós, já seria um trabalho muito mais difícil.

Pelos custos envolvidos, e tempo demorado, ias buscar um Dokdo, que era capaz de ficar mais barato.
46
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:43:56 pm »
Citar
| **Custo de aquisição** | 350–450 milhões de euros, dependendo da configuração |

Pois, nunca serão estes valores.

Um Mistral (de 21000t) custava em 2012, 450M. O mesmo navio construido hoje provavelmente custaria 700-800M, ou mais. A versão 140 dificilmente custaria menos de 600M.

Não é o fim do mundo, mas também não é barato. Se incluirmos o tão necessário armamento para auto-defesa mais sensores decentes, e as lanchas de desembarque, o custo sobe mais um bom bocado.
47
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:37:43 pm »
Com a visita do Mistral, o sonho molhado da MGP voltou ao de cima...Não era mau BHP 140...

Vai ser preciso dobrar o Corpo de Fuzileiros e triplicar a frota de helis da Marinha.  :G-beer2:

Não necessariamente.

Qualquer navio anfíbio de grandes dimensões que fosse adquirido, capaz de transportar 500 ou mais militares, acabaria por transportar não só Fuzileiros, como pessoal e material de outros ramos.

O mesmo se aplica a helicópteros. Com a FAP a ter mais helicópteros, e com o Exército a ter os seus helis próprios, é de esperar que um navio destes operasse helis dos 3 ramos, em vez de se compre ainda mais helis para a MGP.

Só para contextualizar, os 4 Merlin CSAR da FAP são embarcáveis (cauda e pás dobráveis), e foram adquiridos nessa configuração já a pensar no NAVPOL.

Igualmente interessante, é que as FREMM EVO permitirão o embarque dos mesmos Merlin, podendo participar por exemplo em missões de resgate de civis no exterior.

Mais uma razão para se fazer MLU à frota Merlin.
48
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:27:39 pm »
Porque estão a sofrer MLU para operarem durante mais 10 anos. Assim sendo teremos a certa altura, 3, e possivelmente até 4 classes de fragatas em simultâneo!
Em 2030 já teremos pelo menos 2 FREMM EVO. As duas VdG MLUzinho ainda servirão durante mais 5 anos pelo menos. Podem estar encostadas no Alfeite até, sei lá.. mas até as FREMM atingirem FOC ainda vai levar uns tempos além de 2030.  As BD continuarão a navegar até 2034-35? Encomendar A200 pelo meio, para entrega neste período 2034-36? isto faz sentido?

Tu estás a falar de uma situação temporária, em que no momento da chegada da primeira A200, continuaria a operar pelo menos alguma das fragatas antigas.
Era o mesmo que substituir os F-16 todos por F-35, e depois dizer Portugal ia operar 2 modelos de caças porque durante X tempo a FAP continuaria a operar F-16 até à entrega total dos novos aviões.

Ou seja, é apenas uma fase transitória, que não deve ser contabilizada como "a MGP iria operar 3 FREMM EVO, 2/3 A200 e 2 VdG".

Em termos orgânicos, o plano da MGP seria quanto muito substituir todas as BD e VdG pelas A200.

Citar
Podem haver muito boas razões para comprar as A200.  Um negócio com SSK seria bom com certeza, mas sem sabermos os detalhes apenas especulamos.
O tal mix high-low que parece que a Marinha queria ter poder ser a razão principal? Mas isto era no tempo das vacas magras  :mrgreen:
Agora com o SAFE e um potencial SAFE 2.0, acho muito preferível termos 5-6 FREMMM e o low bem podem ser os 10 NPOs, e a seus eventuais substitutos: MMPC , PPA EVO, ou outro meio mais ligeiro que as FREMM, mas mais capaz que um NPO.

Como não sabemos o possível racional por trás do suposto interesse nas A200, é difícil dizer se é ou não boa ideia.

O SAFE não faz milagres. Quanto mais gastares no SAFE, mais tens de pagar nas décadas seguintes (podendo afectar futuras LPMs).

Um eventual SAFE 2.0, a existir, tem que ser muito bem pensado. 5800M não dá para tudo.

Claro que é possível que dê para mais 2 ou 3 EVO, tal como é possível que a fatia da MGP seja mais reduzida.

Os eventuais substitudos dos NPO nunca seriam PPA EVO. Estes tem 6000+ toneladas, e são funcionalmente fragatas AAW. No máximo uns PPA Light, mas pelo preço nem compensam. Quanto muito uma corveta. A excepção seria se a substituição dos 4 NPO originais e das restantes fragatas, fosse feita por uma só classe de fragatas leves.
50
Força Aérea Portuguesa / Re: Substituição de Epilson
« Última mensagem por nelson38899 em Hoje às 02:12:51 pm »
Ainda vão voar mais uns tempos

Citar
Organização: Estado-Maior da Força Aérea
 
Título: Aquisição de material e sobresselentes para o sistema de armas Epsilon

Data-limite: 5 de Março
Valor: 243.058,00 EUR
Páginas: 1 2 3 4 [5] 6 7 8 9 10