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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: O SOBREVIVENCIALISMO
« Última mensagem por legionario em Fevereiro 01, 2026, 11:59:08 am »Ninguém para nos contar experiências pessoais recentemente vividas ? ...timidos talvez ? ...ou talvez à espera do final do filme para se pronunciar ?
...estou curioso para saber quantos é que foram apanhados de surpresa e que nem um garrafão de água tinham em casa
Mesmo no meio de uma desgraça é preciso saber sacar os aspectos positivos, como por exemplo abrir os olhos e saber perceber as nossas fragilidades pessoais ...e o mesmo no que diz respeito às fragilidades das instituições. Há Juntas de freguesias, lares e supermercados que nem a porcaria de um gerador tinham.
Muito pessoal incluindo muitos autarcas apressam-se a apontar o dedo ao Governo e à Proteção Civil esquecendo que as primeiras medidas de proteção começam em nossa casa e nas nossas autarquias. Os serviços de socorro, diante de grandes problemas não conseguem acudir a toda a gente ao mesmo tempo. Os autarcas em vez de chorar e de ranger os dentes deveriam ter previsto, deveriam saber que as situações excecionais acabam por acontecer tarde ou cedo. Os pontos sensiveis são a energia e a água. Mas também : que cada um reflicta e que aja em função das suas necessidades sem estar à espera que um super presidente da Câmara ou um superministro desembarque à sua porta com uma varinha mágica para lhe resolver os problemas na hora.
Quanto aos particulares, reparei que há uma grande evolução para melhor, muitos já estavam preparados e de uma forma geral o povo ficou sereno, mas , mas, mas , ainda se viram muitas pessoas a fazer fila com os garrafões na mão diante de um ponto de distribuição de água. O pessoal tem que se mentalizar e estar sempre preparado para se aguentar sózinho (em familia, vizinhança) durante os primeiros embates. Em vez de choramingar e de suplicar ajudas e ajudinhas : arregacem as mangas.
O país continua em alerta durante os próximos dias, tivemos alguns dias para folgar as costas, espero que todos tenham aproveitado para se precaver e sobretudo espero que tudo isto acabe sem muitas perdas de vidas humanas.
...estou curioso para saber quantos é que foram apanhados de surpresa e que nem um garrafão de água tinham em casa

Mesmo no meio de uma desgraça é preciso saber sacar os aspectos positivos, como por exemplo abrir os olhos e saber perceber as nossas fragilidades pessoais ...e o mesmo no que diz respeito às fragilidades das instituições. Há Juntas de freguesias, lares e supermercados que nem a porcaria de um gerador tinham.
Muito pessoal incluindo muitos autarcas apressam-se a apontar o dedo ao Governo e à Proteção Civil esquecendo que as primeiras medidas de proteção começam em nossa casa e nas nossas autarquias. Os serviços de socorro, diante de grandes problemas não conseguem acudir a toda a gente ao mesmo tempo. Os autarcas em vez de chorar e de ranger os dentes deveriam ter previsto, deveriam saber que as situações excecionais acabam por acontecer tarde ou cedo. Os pontos sensiveis são a energia e a água. Mas também : que cada um reflicta e que aja em função das suas necessidades sem estar à espera que um super presidente da Câmara ou um superministro desembarque à sua porta com uma varinha mágica para lhe resolver os problemas na hora.
Quanto aos particulares, reparei que há uma grande evolução para melhor, muitos já estavam preparados e de uma forma geral o povo ficou sereno, mas , mas, mas , ainda se viram muitas pessoas a fazer fila com os garrafões na mão diante de um ponto de distribuição de água. O pessoal tem que se mentalizar e estar sempre preparado para se aguentar sózinho (em familia, vizinhança) durante os primeiros embates. Em vez de choramingar e de suplicar ajudas e ajudinhas : arregacem as mangas.
O país continua em alerta durante os próximos dias, tivemos alguns dias para folgar as costas, espero que todos tenham aproveitado para se precaver e sobretudo espero que tudo isto acabe sem muitas perdas de vidas humanas.

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