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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 31, 2026, 05:48:46 pm »
O Fenneck vai ser substituído por um Piranha V 6x6

Mesmo nas brigadas médias com Boxer? ou só nas forças ligeiras?
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 31, 2026, 05:36:33 pm »
O Fenneck vai ser substituído por um Piranha V 6x6
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 31, 2026, 05:29:14 pm »
Se vierem os Typhoon para MR e os F-35 para Ovar, tem de ser construídos os HAS.


Absolutamente! E façam-nos já  nos números e com as dimensões necessárias para poderem albergar um GCAP, no caso de daqui a uns anos se optar pelo mesmo. Na BA5 mas não só

Depois acordaram.

A probabilidade de Portugal operar Typhoon, F-35 e mais tarde substituir os Typhoon por GCAP deve ser tão grande, quanto a de te sair o Euromilhões.

O mais engraçado é que num tópico há quem discuta uma FA minimalista, com caças mais baratos, e noutros discutem uma FA maximalista, com mais aeronaves e em 2 modelos distintos.  ::)

Mas no pior cenário passamos de 28 para 24 F-16.

Demorado vai ser recuperar a base, se as capacidades de manutenção de motores, simuladores de voo, etc, tiverem sido muito danificadas.

Supostamente o MLU aos outros 3 F-16 terá sido cancelado, ficando a FAP apenas com 25 F-16. O que nos colocaria com 21 caças.

Se isto é verdade, poderá ser uma opção voltar a mudar de ideias e avançar com a modernização dos 3, para pelo menos garantir 24 aeronaves.

Não sei... se alguém tivesse dito há 1 ano que Portugal iria adquirir 3 FREM EVO eu era capaz de ter dado a mesma resposta...

Mas seja lá como for, falava-se da contrução de HAS. E a serem feitos de raíz é capaz de ser melhor fazê-los com visão (leia-se, com várias opções de aeronaves em aberto) e não criar limitações ou necessidade de demolir e construir de novo porque faltam 30cms em largura ou 40 em altura.
Digo eu, claro está!
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 31, 2026, 05:28:26 pm »

Não dava para uns Boxer CRV?

A versão CRV está  a ser construída sob licença na Austrália, para os seus Armoured Cavalry Regiments e usa uma torre diferente da RCT30.

A Bundeswehr declarou em vários documentos de modernização que os Aufklärungsbataillone (batalhões de reconhecimento) necessitam de um veículo de reconhecimento com torre e blindagem reforçada para operar em conjunto com as novas brigadas médias.
Veremos o qual a versão de reconhecimento do Boxer que será desenvolvida. Eles precisam  de substituir as Fennek obsoletas em breve com algo mais protegido e capaz.

Mais uma incógnita para o Exército, qual a versão de Boxer para os ERec.? Para já se calhar continuam as Pandur? Boxer RCT30 ou Schakal com sensores e equipamento adicional? Ou esperam pela nova versão?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 05:21:13 pm »
Se vierem os Typhoon para MR e os F-35 para Ovar, tem de ser construídos os HAS.


Absolutamente! E façam-nos já  nos números e com as dimensões necessárias para poderem albergar um GCAP, no caso de daqui a uns anos se optar pelo mesmo. Na BA5 mas não só

Depois acordaram.

A probabilidade de Portugal operar Typhoon, F-35 e mais tarde substituir os Typhoon por GCAP deve ser tão grande, quanto a de te sair o Euromilhões.

O mais engraçado é que num tópico há quem discuta uma FA minimalista, com caças mais baratos, e noutros discutem uma FA maximalista, com mais aeronaves e em 2 modelos distintos.  ::)

Mas no pior cenário passamos de 28 para 24 F-16.

Demorado vai ser recuperar a base, se as capacidades de manutenção de motores, simuladores de voo, etc, tiverem sido muito danificadas.

Supostamente o MLU aos outros 3 F-16 terá sido cancelado, ficando a FAP apenas com 25 F-16. O que nos colocaria com 21 caças.

Se isto é verdade, poderá ser uma opção voltar a mudar de ideias e avançar com a modernização dos 3, para pelo menos garantir 24 aeronaves.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 05:13:09 pm »
Citar
Se este drone desse para o PNM, seria usado primariamente para testar/treinar até à chegada do navio "a sério".

Foi para esse tipo de coisas que o PNM nasceu...

Sim, o problema é que a dimensão do convés de voo, em particular a sua largura, limitam o tipo de drones que podem realisticamente ser testados.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 05:09:51 pm »
Ninguém referiu o teor da noticias apelidando como brinquedo, como se fosse uma virgem ofendida.

Mas é precisamente ao desacreditar os equipamentos militares junto da opinião pública que, mais tarde, se tornou mais  fácil justificar o desinvestimento que foi feito.

Enquanto não for valorizado o papel das Forças Armadas num país, bem como a necessidade de dispormos dos melhores equipamentos, continuará a ser mais fácil haver desinvestimento — ou que os investimentos cheguem sempre em último lugar.

A questão é que aquilo quanto muito foi um termo infeliz, e nada mais, em que o conteúdo da notícia em si explica a finalidade do equipamento.

Muito mais graves são outras notícias que são escritas com agendas por trás.

E o Lampuka considerou aquilo "desinformação". Ora de um termo infeliz a desinformação, ainda vai alguma diferença.

Não o vi a reclamar quando várias notícias afirmaram que o KC-390 era uma aeronave de transporte estratégico.
Ou quando chamaram os Super Tucanos de "caças".

Estas 2 instâncias estão mais próximas de desinformação, do que o termo "brinquedo".
E podem ser bem mais penalizadoras para o investimento.

Bastava ver que se a FAP quiser comprar caças ou cargueiros estratégicos, a opinião pública vai ficar com a opinião de que comprámos recentemente esse tipo de meios.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 31, 2026, 04:55:57 pm »
Pelo que sei, a única diferença entre o A50 e o A70 é o comprimento, pelo que não vejo qual o problema de levar 4xA50 em vez de 1xA70+3xA50.  Atualmente, o A70 só está certificado para disparar MdCN (o qual, por sua vez, apenas está certificado para o A70), pelo que se as nossas fragatas o terão, ou não, será uma decisão iminentemente política de introduzir na  Marinha de superfície a capacidade de atacar alvos a longa distância, em terra ou no mar.

Quanto ao Stratus LO, vai ser incorporado nos MK41 Strike Length nas T26 e T31 da Royal Navy e substituir o MdCN na Marine Nationale, pelo que depreendo que seja para instalar nos A70.

Para mim, importante mesmo, é que um dos lançadores A50 tenha a capacidade triple pack que está a ser desenvolvida. Um mínimo de 16xAster + 24 CAMM já seria uma capacidade AA interessante.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 04:48:17 pm »
Cada vez estou menos inclinado para os F-35, aqui temos mais um exemplo. Se isto acontecesse a aviões F-35 era um balurdio em reparação, ou se as aeronaves forem dadas como perdidas é um balurdio perdido, e numa frota pequena, cada aeronave perdida é um grande golpe.

A única grande vantagem do F-35 é a sua capacidade stealth e ter capacidade de entrar no dia 1 em espaço aéreo contestado num conflito de alta intensidade.

Mas para o dia -a-dia em QRA em Monte Real, patrulhas regulares de CAP, poder fazer vários destacamentos por exemplo Açores ou outros, missões de CAS, ou até conflitos convencionais mas depois da primeira vaga, penso que um bom número de aviões como o Gripen (24 a 30) nos iam servir bem. Tem muito boa tecnologia, é relativamente barato e até tem uma boa capacidade anti-navio com o míssil RBS15.

E se um dia no futuro o governo quiser apertar a carteira, o F-35 ia sofrer logo o embate, o Gripen não.

Qualquer caça novo que comprasses, seria um balúrdio a reparação.

Depois a ideia de que a frota do F-35 seria pequena, e a de um 4.5G não seria, é uma falácia.
Os custos de aquisição são aproximadamente os mesmos, logo no máximo terias uma diferença de 2 ou 3 aeronaves.

A outra questão, é que quantos mais caças tens, mais shelters precisas de construir. Se tiveres 24 shelters, consegues guardar a totalidade dos 24 F-35, mas com o mesmo n⁰ de shelters não consegues fazer o mesmo para 30 Gripens. O prejuízo era maior nos Gripens neste exemplo hipotético.

A única vantagem do Gripen é o custo de operação. Vais comprar um avião pior, só porque é mais barato de operar?

Ao fazer parte do grupo de países operadores de F-35, terás também vantagens, o que equilibra as contas dos custos ao longo da sua vida.

Os F-16 têm boa capacidade anti-navio, basta querer dar-lhes os Harpoon. O F-16 também poderá receber JSM e LRASM. O F-35 idem, com vantagem de poder transportar 2 JSM internamente. O argumento dos RBS15 é irrelevante.

Se um futuro Governo quiser apertar o cinto, isto vai afectar qualquer modelo de caça. Achar que o Gripen não vai ser afectado é uma ilusão.

A realidade nua e crua, é que nos próximos 20 anos vamos assistir a uma proliferação de caças furtivos no mundo, incluindo nesta região. Sejam eles turcos, americanos, indianos, russos, chineses, sul-coreanos ou europeus, eles vão aparecer. Além destes, começam também a surgir UCAVs furtivos ou de RCS bastante reduzido, com capacidade ar-ar, incluindo BVR.

Perante estas ameaças, seria imprudente depender de caças 4.5G.

Agora, é como disse antes.
Se queres manter a FAP a fazer os mínimos, com QRAs e pouco mais, compras um FA-50 ou equivalente, que custa cerca de metade do Gripen.
Se a intenção é investir nos próximos anos 5000-6000M em 24-30 caças, estes têm que ser F-35 (plano A) ou KF-21 ou Kaan (plano B com caças de RCS mais reduzido).
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 31, 2026, 04:39:17 pm »
Agora percebo porque Portugal só compra meia dúzia de mísseis.

https://www.facebook.com/reel/1550486139596855

Já sabia de longa data que misseis precisam de sofrer manutenção, revisões e mudança de componentes com limite de vida para restaurar potencial em asa mas mesmo assim não compreendo porque Portugal compra meia dúzia de munições de cada vez, dado que paises como Belgica e Holanda, e Dinamarca com a mesma dimensão demográfica que Portugal têm centenas.

A resposta é só uma: caroço, cacau, bagalhuço.

Para que possam ver o PIB per capita destes 4 países é o seguinte:
Bélgica: ~44.800 EUR (2024)
Dinamarca: 71.000 EUR (2024)
Holanda: > 50.000 EUR
Portugal: ~ 26.000 EUR (2024)

Está tudo dito, "penso eu de que"....
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