Vou repetir-me... não comparem a posição de quem já tinha contratos assinados (ou concursos e negociações já decididas) com quem (nós!) estava a começar o processo; e não comparem um avião ter motores, parafusos, alguns sensores de empresas americanas com a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante (e ser 5G, com o desconhecimento da "dependência" que isso acarreta).
Não comparem as capacidades operacionais do F-35, com as dos 4.5G, que custam o mesmo mas não cumprem o mesmo.
Não comparem a compra de 4.5G europeus com a compra de 6G europeus, nem assumam ao comprar um 4.5G europeu, vamos automaticamente comprar um 6G.
Não comparem a realidade da FAP com F-35, que atingiria um novo patamar tecnológico, de igualdade ou mesmo superioridade face a potenciais adversários, mesmo que tenham o ponto negativo da dependência americana;
Com a realidade da FAP com Eurocanards, que continuariam e, desvantagem numérica e tecnológico face a potenciais adversários, e que em cima disso seriam completamente inúteis face à materializade uma ameaça americana.
Não comparem também o pragmatismo de aguentar os F-16 até perceber o que acontece do outro lado do Atlântico e/ou como correm os programas 6G, com o "pragmatismo" de estourar milhares de milhões em caças 4.5G que apenas vão garantir a obsolescência da FAP durante 30/40 anos.