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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 20, 2026, 04:22:02 pm »

As EPC nao poderao ser construídas em Portugal na West Sea?
Se a Marinha vai receber 3 EVO até 2031 e manter 2 VG e 2 BD até 2035, a que acrescem os NPO actualmente em construção (será??), a prioridade seguinte se calhar deviam ser os 4 submarinos e só depois então a venda dos NPO 1S e 2S e a aquisição (de construção nacional seria simpático....) de 3 EPC LRM..... digo eu, que hoje acordei inspirado....
5 Bi talvez... Mais que isso? Com a situação financeira do país e o resto dos compromissos, incluindo uma tríade nuclear, um novo PA nuclear, novos MBTs, etc? Boa sorte…Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).
https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/
Várias observações se me levantam assim de depender…
1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.
2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…
3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…
A segunda fase(construção do prototipo) tem um orçamento de €5B. Acho que a França consegue investir sozinha, mas os espanhóis também vão contribuir.
Vocês estão a esquecer-se que, com a modernização das VdG a avançar, a MGP deve chegar a 2035 com 7 fragatas. As 3 FREMM EVO, as 2 BD e as 2 VdG modernizadas (e suposição de que a 3ª VdG foi encostada de vez ou já só conta como OPV).É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…
Este número, poderá representar as metas NATO, o que explicaria o porquê de avançarmos com a modernização das VdG em simultâneo à construção das EVO, com entregas de ambas com 1 ou 2 anos de diferença.
Se isto se confirmar, a Marinha teria que substituir 4 fragatas a partir de 2035, e não apenas 2.
E é provavelmente aqui que podem entrar as EPC, com 3/4 unidades na versão Full, se a intenção for ter 6/7 combatentes de superfície.
Também não é impossível a Marinha optar por uma 4ª FREMM EVO, através de um hipotético SAFE 2.0, e comprar 3 EPC Full + 3 LRM.
Uma coisa é certa... estão confirmadas. 😉
"11:10 – The construction of the new Portuguese Navy frigates as an opportunity for cooperation, Mario Mattioli, President, Federazione del Mare"
Isso saiu adonde?
Será que por aqui vai "transpirar" alguma coisa do estado do processo?
https://x.com/search?q=portuguese%20navy
Vocês estão a esquecer-se que, com a modernização das VdG a avançar, a MGP deve chegar a 2035 com 7 fragatas. As 3 FREMM EVO, as 2 BD e as 2 VdG modernizadas (e suposição de que a 3ª VdG foi encostada de vez ou já só conta como OPV).É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…
Este número, poderá representar as metas NATO, o que explicaria o porquê de avançarmos com a modernização das VdG em simultâneo à construção das EVO, com entregas de ambas com 1 ou 2 anos de diferença.
Se isto se confirmar, a Marinha teria que substituir 4 fragatas a partir de 2035, e não apenas 2.
E é provavelmente aqui que podem entrar as EPC, com 3/4 unidades na versão Full, se a intenção for ter 6/7 combatentes de superfície.
Também não é impossível a Marinha optar por uma 4ª FREMM EVO, através de um hipotético SAFE 2.0, e comprar 3 EPC Full + 3 LRM.