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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Notícias (Armadas/Sistemas de Armas)
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 19, 2026, 02:52:07 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Janeiro 19, 2026, 02:28:16 pm »
Quando vieram os leopard, disseram-me que não havia tripulações suficientes e que muitas das vezes eram sargentos que faziam o trabalho de soldados.

Isso é um problema da BrigMec, não dos Leopard. Com um pouco de reorganização, encostavam algumas variantes dos M-113, e transitavam as tripulações para o veículo que é militarmente mais relevante. O número de veículos não aumentou.

No caso da FAP, não só já existe falta de pessoal, como o número de aeronaves ao serviço vai aumentar drasticamente, sem que em momento algum se tenha conseguido recrutar pessoal suficiente para este aumento.

Neste caso dos ST, não me admirava que o atraso na formação de pilotos, se deva ao número limitado destes que o ramo tem, e como tal enviar 4 ou 5 para o Brasil para receber formação fosse uma grande machadada na operacionalidade.
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Portugal / Re: Segurança Informática e Ciberdefesa
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 19, 2026, 02:11:46 pm »
CNPD abre quase 500 Processos por Violação de Dados e aponta Falha Humana


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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 19, 2026, 02:01:46 pm »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

As queixas vêm da parte da indústria de Defesa nacional que não foi envolvida no processo.

Basicamente, todos querem ganhar dinheiro com o maior investimento na Defesa, e empresas que não tenham recebido qualquer encomenda com o SAFE, devem estar insatisfeitas com a situação.

É aí que o investimento além do SAFE (LPM) é igualmente importante, com prazos mais alargados, e regras menos restritas, e é com a LPM que devemos olhar para as IdD.

Entretanto, a revisão da LPM deve ser apresentada nos próximos meses. Provavelmente está pendente da aprovação total do SAFE.


Vários artigos falam no SAFE como oportunidade para criar uma "Autoeuropa da Defesa".

O programa que mais potencial tem para ser a "Autoeuropa da Defesa", é o dos Boxer se:
-forem produzidos em Portugal todos os veículos nacionais comprados com o SAFE
-forem encomendados mais veículos para o EP, atingindo cerca de 200 viaturas para a Brigada Média
-a nossa fábrica ficar com uma fatia significava (mais de 5%) dos 3000 Boxer que o Exército Alemão pretende.

Num segundo patamar, teórico ainda, seria a participação formal no programa EPC, com a construção dos navios em Portugal, em que:
-se construiriam 3/4 na versão Full para substituir as VdG e BD;
-construiriam 3/4 na versão LRM para substituir os 4 NPO originais.

Totalizando 6 a 8 corvetas, cuja construção podia ser feita em Viana, e a instalação do armamento e sensores feito no Alfeite (à pala do know-how ganho com o programa das FREMM EVO).

Somando a isso a produção de drones UCAV e FPV e de loitering munitions e assino por baixo,

Assim haja capital, visão e capacidade de decisão... 
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 19, 2026, 02:00:53 pm »
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por dc em Janeiro 19, 2026, 01:46:42 pm »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

As queixas vêm da parte da indústria de Defesa nacional que não foi envolvida no processo.

Basicamente, todos querem ganhar dinheiro com o maior investimento na Defesa, e empresas que não tenham recebido qualquer encomenda com o SAFE, devem estar insatisfeitas com a situação.

É aí que o investimento além do SAFE (LPM) é igualmente importante, com prazos mais alargados, e regras menos restritas, e é com a LPM que devemos olhar para as IdD.

Entretanto, a revisão da LPM deve ser apresentada nos próximos meses. Provavelmente está pendente da aprovação total do SAFE.


Vários artigos falam no SAFE como oportunidade para criar uma "Autoeuropa da Defesa".

O programa que mais potencial tem para ser a "Autoeuropa da Defesa", é o dos Boxer se:
-forem produzidos em Portugal todos os veículos nacionais comprados com o SAFE
-forem encomendados mais veículos para o EP, atingindo cerca de 200 viaturas para a Brigada Média
-a nossa fábrica ficar com uma fatia significava (mais de 5%) dos 3000 Boxer que o Exército Alemão pretende.

Num segundo patamar, teórico ainda, seria a participação formal no programa EPC, com a construção dos navios em Portugal, em que:
-se construiriam 3/4 na versão Full para substituir as VdG e BD;
-construiriam 3/4 na versão LRM para substituir os 4 NPO originais.

Totalizando 6 a 8 corvetas, cuja construção podia ser feita em Viana, e a instalação do armamento e sensores feito no Alfeite (à pala do know-how ganho com o programa das FREMM EVO).
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por P44 em Janeiro 19, 2026, 01:16:02 pm »
Em termos de comunicação continuo a achar que fazem muito pouco
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Re: Política em Portugal
« Última mensagem por P44 em Janeiro 19, 2026, 01:15:06 pm »
Já eu acho que o seguro vai ganhar com uma perna às costas

1a volta:


O pinipon teve uma votação à altura dele  :mrgreen:
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 19, 2026, 01:12:21 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por dc em Janeiro 19, 2026, 12:57:56 pm »
Os submarinos coreanos não vão ter de ser adaptados a standards NATO?

Os KSS-III da ROKN, possuem vários sistemas NATO. A Marinha sul-coreana opera regularmente com a US Navy, e possui sistemas NATO, portanto não deverá haver grandes dificuldades em integrar submarinos numa Marinha NATO.

Talvez fosse necessário mudar os torpedos e mísseis, e eventualmente o sonar, independentemente de optarmos por KSS-III ou algo mais pequeno.
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