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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Pilotasso em Fevereiro 06, 2026, 06:41:15 pm »
Mais produção europeia para o F-35, neste caso uma empresa na Finlandia. Quanto mais o orangotango laranja ameaça mais a Europa quer o F-35.
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Patria, Pratt & Whitney agree on F135 engine final assembly for Finland’s F-35 Lightning II programme
Fonte:
https://defence-industry.eu/patria-pratt-whitney-agree-on-f135-engine-final-assembly-for-finlands-f-35-lightning-ii-programme/

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Patria Begins Lockheed Martin F-35 Engine Assembly
Fonte:
https://aviationweek.com/defense/aircraft-propulsion/patria-begins-lockheed-martin-f-35-engine-assembly
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 06, 2026, 06:38:12 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Fevereiro 06, 2026, 06:36:25 pm »
Não quero ser chato, mas...

tenho um 5G que a única vantagem parece ser a furtividade. Ou outrosparecem ser mais rápidos mais manobraveis em dogfight, levam mais carga, tem maior alcance...

Se estiver errado digam e eu apago.

Depois temos os outros 4,5 que não são furtivos, mas tem o resto das coisas...

Agora alguem descobre um radar que acaba com a furtividade dos 5gen.

Como é que os 4,5gen perdem?
Eles já eram detetados antes, nada muda ai. Deixam de ser alvos de caças furtivos pois esses agora deixaram de se esconder.

Os 4,5 gen perdem como? Isto se a revolução for a detecção dos 5gen.

Não pode ser um radar a furar a furtividade (pelo menos tal como a furtividade funciona hoje em dia), tem de ser outro tipo de sensor completamente diferente. Um que não seja fintado pela geometria da fuselagem que dissipam e refletem as ondas de radio do emissor para direções diferentes  da do receptor (do radar adversário). As leis da física que afetam a propagação dos sinais de radar assim o ditam. A somar a isto apenas algumas gamas frequências permitem guiar armas. A detecção é diferente de rastreamento e muita gente confunde as 2.  As gamas de frequência que podem permitir detectar e rastrear ao mesmo tempo são limitadas, e muitas vezes recorre-se a modos de funcionamento distintos do radar (em caças) ou mesmo com sensores em equipamentos separados (em navios ou instalações de terra). Em teoria os radares de comprimento de onda elevado podem ser usados contra furtividade mas não podem guiar armas e geralmente é do tipo de radar mais vulneravel a "jamming" e ruido de fundo.

Relativamente a outras capacidades de 5G VS 4.5G por exemplo o F-35 tem cobertura superior dos sensores, em 360º por 360º (a contribuição do radar obviamente não é total) por intermédio de various sensores combinados que inclui IR (DASS). Como tal o F-35 consegue detectar lançamentos de misseis lançados seja do ar ou em terra, e o piloto pode observar os alvos através do cockpit por realidade aumentada. Algo que o EF não tem.
Historicamente os caças que foram abatidos foram aqueles que nunca se aperceberam do perigo e não porque o seu avião tinha ou não uma taxa de manobra diferente da do adversário. É de se pensar nisto.
O F-35 pode ser usado como multiplicador de força avançado tipo mini-AEW/AWACS identificando definindo alvos de forma passiva de forma silenciosa (geralmente sem se detectado), algo que os euracanards novamente são bastante mais limitados.
Se eu fosse responsável militar eu quereria que os meus Homens e máquinas tivessem as melhores hipóteses de regressar á base e não ter quaisquer outras considerações económicas (pela entrevista do CEMFA, com as 4 opções disponíveis não é um fator) ou dramas palacianos.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 06, 2026, 05:59:40 pm »
Para o Duarte é culpa do Chega

Era uma rede de roubo de bagagem no aeroporto?

Que comparação....
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Bubas em Fevereiro 06, 2026, 05:42:59 pm »
Verdade, mas seria um navio moderno. O mistral 140 não é um conceito algo datado?

Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?

O MPSS tem limitações por ter o convés de voo demasiado pequeno. E a intenção deve ser usar UAVs maiores.

Com as modificações que seriam necessárias, devias acabar com um navio de dimensões semelhantes ao mini-Mistral, e preço também idêntico.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Bubas em Fevereiro 06, 2026, 05:40:01 pm »
Deixo só aqui uma resposta de jeito de alguem com quem eu ando sempre à turra e à massa.

Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?

Dependeria certamente do que querias "redesenhar".

Se for só adicionar doca alagável, essa é a parte fácil.

Se for para redesenhar o MPSS9000 para o tornar um navio de 170m de comprimento, 14000t de deslocamento, com convés de voo consideravelmente maior e fazer com que este navio muito maior atinja pelo menos os 18 nós, já seria um trabalho muito mais difícil.

Pelos custos envolvidos, e tempo demorado, ias buscar um Dokdo, que era capaz de ficar mais barato.


É só mesmo para chatear não é...

A Damen não tem outras versões do MPSS? Uma delas até com deck inundável.
PRR???? Lá está modo parvalheira.
Uma pessoa faz uma pergunta para gente mais sabedora e aparece sempre os chico espertos que nada acrescentam. Acha que é uma sujestão sem logica nenhuma? Apresente as razões.
Seria dificil à Damen transformar de 9000T para 12000T? seria assim tão difícil ter um deck inundável maior?


Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?

Seria mais fácil transformar o T2 onde vivo num T7 com uma sala de 80m2.... Ah, e não nos esqueçamos do financiamento do PRR, logo apenas para fins civis....

Não, não era para chatear. Era mesmo para ajudar a que você abrisse a pestana e se se deixava de colocar questões antes de pensar um pouco nelas.... Mas já vi que é um caso difícil.
Saudações do alegado chico esperto
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 06, 2026, 05:39:44 pm »
Mas isso não é para o Skyranger?

Estamos a falar da RCT30, torre diferente.

Sim, mas é um add-on externo. Parece ser possível com a torre RCT30

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Sim — tecnicamente é perfeitamente possível. 
A torre RCT30 foi concebida desde a origem para aceitar módulos externos de mísseis, e um lançador duplo de Stinger encaixa dentro dessas capacidades. O que muda é apenas a integração e o software, não a arquitetura física.

Vamos por partes.

🔧 1. A torre RCT30 é “missile‑ready” por design
A RCT30 (a mesma usada no PUMA alemão) tem:

pontos de fixação externos no lado direito da torre

alimentação elétrica disponível para módulos adicionais

interfaces digitais para integração de armas guiadas

capacidade de FCS para integrar novos perfis de tiro

Normalmente estes pontos são usados para o lançador Spike LR/LR2, mas não são exclusivos.
Ou seja: qualquer módulo compatível pode ser montado ali, incluindo Stinger.
O TSML é compatível com plataformas Boxer
O Twin‑Stinger Missile Launcher é um módulo externo, leve e independente, já integrado pela Rheinmetall em:

Skyranger 30

RapidRanger / Atlas RC

Outras plataformas 8×8 e 4×4

Como é um módulo externo, não exige alterações estruturais profundas — apenas integração mecânica e software.

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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:25:46 pm »
Mas isso não é para o Skyranger?

Estamos a falar da RCT30, torre diferente.
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:24:27 pm »
O XO 139CF não tem nada a ver com o PNM.

E nunca na vida operaria um TB3.

Claro que os Crossover são uma alternativa ao navio anfíbio clássico. Mas não é para tentar fazer com que operem TB3.

Tecnicamente, até uma classe da versão mais pequena 131C ou 121SF, podia servir de alternativa ao NAVPOL, e de substituição dos 4 NPO originais. 4 navios assim já preenchiam o espaço entre NPOs e fragatas, e cumprir tarefas de desembarques anfíbio.

Mas lá, está, é perceber qual é o plano para o ramo, e o que se pretende em termos de fragatas (mais EVO, EPCs, ambos, nenhum,...) do que substitui os 4 NPO originais (XO, EPC, NPO4S, outro?), e qual é a ambição para o NAVPOL.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:14:22 pm »
É OT e não quero começar essa discussão aqui, mas como referiste isso, sinto-me obrigado a dizer que posso estar enganado, mas acho que nunca ninguém aqui defendeu duas frotas de caça como solução preferencial (a não ser numa fase transitória, como é óbvio)… só se falou nisso porque o SubSea7 a certa altura disse que essa hipótese estava a ser discutida na FAP depois desta ter percebido que no atual contexto político é quase impossível o governo aprovar a compra de uma frota única de F-35… então aí sim, começou a discussão aqui… mas voltemos ao assunto em questão...

Tecnicamente não é OT, porque todos estes temas acabam por estar ligados (financeiramente) entre si.

Essa opção tinha consequências financeiras graves, e também operacionais, e me deixou-me a impressão que foi uma solução improvisada em cima do joelho, meio que um acto de desespero, de garantir a compra de F-35 nem que para isso se "engolisse o sapo" dos Eurocanard.


A questão das fragatas, estou curioso para ver de onde vem o interesse. Foi da conversa do MDN com a embaixadora alemã? Foi uma proposta que ficou em stand-by aquando da início do processo da escolha das fragata via SAFE, que não cumpria os requisitos todos do SAFE, mas que oferecia um pacote muito interessante que interessou à MGP, e com a encomenda alemã passa a ser elegível para um hipotético SAFE 2.0?

Ou será a MGP à procura fora do SAFE de uma opção "governo a governo" que permita ter uma segunda classe de fragatas a bom preço, pagas pela LPM?
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