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Força Aérea Portuguesa / Re: LUS-222 na FAP
« Última mensagem por tenente em Janeiro 08, 2026, 04:11:44 pm »
Já lá aterrou um ATR72...
Mas as limitações operativas são obviamente consideráveis.
Mesmo o actual Q200 opera assim.
Sinceramente,  sendo também para transporte de passageiros,  é pena o LUS-222 não ter acautelado essa parte. Seria um compromisso dimensão/capacidades muito interessante.

Um atr mesmo o 42 para descolar com pmd necessita de mais de 1100m, por isso a limitacao em termos de peso nao e grande, eh muito grande, logo para este tipo de operacao eh uma aeronave nada adequada em termos de seguranca ocupacao/custos de operacao.
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Força Aérea Portuguesa / Re: LUS-222 na FAP
« Última mensagem por tenente em Janeiro 08, 2026, 04:00:48 pm »
Falta aí um pequeno (grande) pormenor.
Os passageiros desta rota não são militares. São sobretudo a população local e visitantes.
Por uma questão de conforto foi definido pelo GRA, já há muitos anos, que entre outras coisas, os aviões teriam de ter cabine pressurizada, mais confortável e silenciosa.
O Q200 foi o primeiro,  naquela rota, a cumprir esse requisito.
O DORNIER 228, que operava anteriormente,  não tinha.
O CASA também não tem.
E, se forem verificar,  a cumprir com esse requisito (entre outros), não existem grandes opções.
Infelizmente,  e contrariando o que eu pensava,  o LUS-222 também não tem, pelo que provavelmente a minha dedução inicial estará errada e, afinal,  não será essa a opção pela qual a SATA aguarda.
É pena, e provavelmente poderia ter sido um detalhe a avaliar na concepção do modelo.
A não ser que o GRA deixe "cair" esse requisito,  não teremos LUS-222  nos Açores,  pelo menos nestas funções.
Parece um pormenor insignificante,  mas quem já viajou nos dois tipos de cabine entende a importância, sobretudo para quem o faz como meio de transporte regular.

Mas onde eh que eu falei em pax militares ?
Sei perfeitamente que 99,9% dos voos sao utilizados por civis, dai O twin otter mencionado por mim, pois eh uma excelente aeronave STOL, desenhada para uso civil e nao militar ?

Ja voei em 295, com configuracao de cabine com cadeiras exactamente iguais as do antigo 732QC da TAP, com o mesmissimo conforto de uma aeronave comercial a TH.

Se o projecto do L222, for como se apregoa de uma aeronave civil, e, militar, nada impede que exista uma versao civil com a cabine de transporte pax, podendo ser convertido em aeronave de carga.

A companhia aerea que efectuava voos nocturnos de correio, com 737, durante o dia utilizava as aeronaves em voos comerciais regulares, a seguranca e o conforto dos pax eram e sao prioritarios como tal nunca por esse motivo essas aeronaves QC, deixaram de operar devodo a essas premissas aeronauticas.

O que a aviacao tem de muitissimo bom eh que esta tudo mas  mesmo tudo, inventado, pensado e regulado, nao adianta andar a reinventar a roda.

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Força Aérea Portuguesa / Re: LUS-222 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 08, 2026, 03:59:55 pm »
Já lá aterrou um ATR72...
Mas as limitações operativas são obviamente consideráveis.
Mesmo o actual Q200 opera assim.
Sinceramente,  sendo também para transporte de passageiros,  é pena o LUS-222 não ter acautelado essa parte. Seria um compromisso dimensão/capacidades muito interessante.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Inteligência Artificial (IA)
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 08, 2026, 03:55:34 pm »
Dois em cada três Portugueses usam IA pelo menos uma vez por Mês


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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 08, 2026, 03:50:58 pm »

Woman in Minnesota fatally shot by ICE agent during raid, video shows

https://www.theguardian.com/us-news/2026/jan/07/minneapolis-shooting-immigration-crackdown

Esqueceu-se que na América, quando um policia diz para parar, É PARA PARAR

Não estava na Europa dos coninhas de sabão, que até fogem dos bandidos e ainda lhes pedem desculpa por os estarem a "oprimir"

Quantos vídeos queres de algo semelhante acontecer nos EUA e os agentes não começarem logo a disparar à queima roupa? Não é "Policia" é ICE, coisas MUITO diferentes.

Após a execução de um cidadão americano pelo ICE, estamos assim:

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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Saúde & Ciência
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 08, 2026, 03:50:07 pm »
Teste com picada no dedo pode detetar Alzheimer mais cedo com elevada precisão


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Força Aérea Portuguesa / Re: LUS-222 na FAP
« Última mensagem por tenente em Janeiro 08, 2026, 03:41:03 pm »
Provavelmente estarão à espers deste...

"ATR 42-600S (STOL): Esta é a opção comercial mais promissora e realista para o futuro. A ATR desenvolveu uma variante específica "S" (de STOL) do seu popular turboélice ATR 42, concebida para operar em pistas de exatamente 800 metros."

Nunca imaginei que o LUS-222 fosse sem cabine pressurizada...

O atr42/600 se operar no Corvo, e repito se operar, nao consegue operar com PMD, as operacoes estarao sempre limitadas ah TORA e TODA, logo para uma aeronave a necessitar de 800m, o comprimento da dita pista, o seu peso maximo nunca sera atingido.
Se for utilizado um novo atr42/300/400, com menor PMD,  que necessite de uma distancia inferior para a descolagem, ja podera ser viavel a sua utilizacao plena, mas para tal tem de se efectuar testes de performance, para certificar a aeronave,  tripulacoes de cockpit para este tipo de missao/operacao.

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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 08, 2026, 03:33:38 pm »
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 08, 2026, 03:28:05 pm »
https://cnnportugal.iol.pt/guerra-na-ucrania/russia/russia-sem-reservas-perdas-humanas-e-materiais-na-ucrania-travam-planos-de-expansao/20260108/695f8e07d34e0ec52ec1d5a6

Rússia sem reservas: perdas humanas e materiais na Ucrânia travam planos de expansão

Um relatório do Institute for the Study of War conclui que a Rússia não consegue simultaneamente substituir as pesadas perdas na Ucrânia e criar reservas estratégicas, tendo formado apenas quatro das 17 divisões previstas para 2025, muitas delas incompletas e menos mecanizadas
As Forças Armadas russas estão a enfrentar dificuldades crescentes para repor as perdas humanas e materiais sofridas na guerra na Ucrânia e, ao mesmo tempo, criar reservas estratégicas para o futuro. A conclusão é do mais recente relatório do Institute for the Study of War (ISW), que alerta para a incapacidade de Moscovo em cumprir os ambiciosos planos de reorganização militar anunciados para 2026.

De acordo com o observador militar ucraniano Kostyantyn Mashovets, citado pelo ISW, o comando militar russo conseguiu formar "apenas quatro novas divisões das 17 divisões de manobra e até nove brigadas que estavam previstas para 2025". Mesmo essas unidades recém-criadas estarão longe de atingir o efetivo e a capacidade operacional definidos na doutrina militar russa antes da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022.

As quatro divisões identificadas são a 68.ª Divisão de Infantaria Motorizada e a 71.ª Divisão de Infantaria Motorizada, ambas no Distrito Militar de Leninegrado, bem como a 55.ª Divisão de Infantaria Naval, formada a partir da antiga 155.ª Brigada da Frota do Pacífico, e a 120.ª Divisão de Infantaria Naval, proveniente de uma unidade da Frota do Báltico.

Segundo Mashovets, estas formações não seguem o modelo tradicional das divisões mecanizadas russas do período pré-guerra. Em vez disso, Moscovo tem optado por criar unidades mais leves, com forte componente de infantaria de assalto e uso limitado de veículos blindados. Estas divisões dispõem de menos carros de combate, menor capacidade logística e sistemas reduzidos de artilharia e defesa aérea orgânica.

Para o ISW, esta mudança estrutural reflete não apenas uma adaptação tática, mas sobretudo as restrições impostas pelas perdas em combate e pela incapacidade da indústria russa em produzir veículos blindados em número suficiente.

A transformação das forças russas confirma uma tendência já observada no campo de batalha: a aposta em assaltos de infantaria em massa, infiltrações e combates posicionais, em detrimento de ofensivas mecanizadas de grande escala, refere o relatório. Esta abordagem tem permitido a Moscovo manter pressão constante sobre as linhas ucranianas, mas à custa de elevadas baixas humanas.

O instituto cita também dados do Estado-Maior da Ucrânia que indicam que a Rússia sofreu cerca de 416 mil baixas ao longo de 2025, o que corresponde a uma média diária de mais de 1.100 soldados, o equivalente à "perda de uma divisão inteira a cada dez dias".

Sem margem para criar reservas em 2026
As perspetivas para 2026 não são animadoras para o Exército russo. Mashovets antecipa um aumento das baixas à medida que as tropas russas tentarem avançar sobre posições ucranianas cada vez mais fortificadas, incluindo na região de Donetsk. 

O relatório do ISW sublinha ainda que a Rússia dificilmente conseguirá gerar um excedente de 70 mil militares em 2026, número considerado insuficiente para formar as divisões de manobra planeadas e, muito menos, para criar uma verdadeira reserva estratégica.

Esta avaliação coincide com declarações recentes do chefe da inteligência militar ucraniana, Kyrylo Budanov, que afirmou, em dezembro, que Moscovo continua a recorrer constantemente às suas reservas operacionais para sustentar as operações na Ucrânia, sem conseguir consolidar uma força de reserva autónoma

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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 08, 2026, 03:21:55 pm »
Mais um canal de bots para manipular a opiniao publica e pago por drama farming

Foi criado há 10 dias, e repete exactamente o mesmo que outros.

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Tens razão, desde que deste o alerta, verifiquei vários canais a serem criados todos com a mesma retorica sobre este assunto, que tem um fundo de verdade que é a Europa esta a desligar-se da indústria de armamento dos USA ( mesmo que seja a longo prazo )

Agora resta saber quem tem interesse em passar esta informação, será os europeus para dar sinal que estão a fazer alguma coisa a nível estratégico? será os democratas americanos para  denigrir   a imagem do trump? será a própria indústria de armamento americano?  ( ai o trump já anunciou um aumento de 50% no investimento na defesa )

fica as questões.
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