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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 09:46:29 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 09:30:39 am »
Constelação do Atlântico coloca mais três satélites em órbita até junho

Os mais recentes cinco satélites a juntarem-se à Constelação implicaram uma aposta de 67 milhões de euros, num investimento global previsto de 110,6 milhões.

AConstelação do Atlântico vai colocar durante o primeiro semestre mais três satélites em órbita, elevando para seis o número de equipamentos a orbitar a Terra. O projeto, que integra a Agenda NewSpace, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pode evoluir até 16 satélites. Os mais recentes cinco satélites a juntarem-se à Constelação implicaram uma aposta de 67 milhões de euros, num investimento global previsto de 110,6 milhões.

“A aceleração da entrada em operação da Constelação do Atlântico constitui um fator crítico para assegurar o seu papel estratégico no sistema europeu de Observação da Terra. Foi com este objetivo que foi lançado um concurso público internacional que envolve também uma componente abrangente e estruturada de transferência de conhecimento e capacitação, para além do fornecimento de satélites óticos, em linha com os objetivos aprovados de reforço e consolidação industrial da Agenda New Space Portugal”, explica fonte oficial do CEiiA, entidade que lidera o projeto que envolve ainda a Força Aérea Portuguesa, o CTI Aeroespacial, a N3O e a GEOSAT, ao ECO/eRa

O concurso público internacional realizou-se no último trimestre do ano passado, tendo sido avaliadas 34 propostas. “Em particular, foram submetidas propostas pelas seguintes entidades: Deimos Engineering, OHB Sweden, Open Cosmos, Iceye, Telespazio Iberica, Satlantis, Satellogic e Endurosat”, detalha a mesma fonte.

A Iceye ganhou os lotes 1 e 4, “referentes ao desenvolvimento de um satélite VHR NexGen e de dois satélites VHR NexGen —, tendo a Satellogic vencido o lote 7, “referente ao desenvolvimento de dois satélites VHR Light NexGen”, explica fonte oficial.

“Com este modelo de gestão da cadeia de valor foi possível assegurar um investimento de 67 milhões de euros, no quadro da reprogramação da Agenda NewSpace Portugal, que prevê para este conjunto de cinco satélites de nova geração um volume de investimento global de 110,6 milhões euros“, informa fonte oficial do CEiiA.

Destes cinco equipamentos, três irão até junho juntar-se aos equipamentos da Constelação já em órbita. “A Constelação do Atlântico tem neste momento em órbita três satélites — o Geosat2 e dois satélites VHR Light da Agenda New Space Portugal — e durante o primeiro semestre de 2026 será reforçada com mais três satélites (um VHR Light e dois SAR)”, detalha.

Constelação do Atlântico na Defesa da Europa
A Constelação do Atlântico foi destacada por Ursula Von der Leyen no seu discurso do Estado da União em setembro do ano passado, apontado como o exemplo do novo momento da aposta na defesa europeia. “É o maior projeto no setor espacial da história portuguesa, com dois satélites já em órbita e mais em desenvolvimento.”

As capacidades que o país está a desenvolver no setor do espaço foram igualmente realçadas pelo comissário Europeu para a Defesa e Espaço, Andrius Kubilius, durante a sua visita. “Portugal tem demonstrado ótimos exemplos de como usaram o dinheiro da União Europeia, por exemplo, para desenvolver uma constelação de satélites, como a constelação Atlantis”, afirmou Andrius Kubilius, em entrevista ao ECO/eRadar

“Portugal está a fazer um excelente trabalho em várias frentes. Fiquei particularmente impressionado com o que estão a fazer no setor espacial. Tive a oportunidade de visitar o centro de comando espacial militar e, realmente, é notável. Portugal está a sair-se muito bem na produção de drones, bem como na área da aeronáutica. O que vi no centro de engenharia e desenvolvimento CEiiA são exemplos realmente muito bons”, afirmou ainda.

“Portugal desempenha um papel muito relevante devido à sua posição geográfica estratégica, tanto no Mediterrâneo como no Atlântico. Os Açores desempenham um papel muito relevante e podem desempenhar um papel ainda mais importante com o desenvolvimento de capacidades de lançamento espacial”, referiu ainda o comissário europeu.

“Temos vindo a discutir a possibilidade de criar aquilo a que chamamos uma vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico. Atualmente, a União Europeia está a desenvolver, com os Estados-Membros da Europa de leste, na região fronteiriça, um projeto emblemático conhecido como vigilância do flanco oriental. Sugeri às autoridades militares e governamentais [portuguesas] que analisassem a possibilidade de desenvolver também um projeto regional comum semelhante, que pudéssemos chamar de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico. Existem algumas questões de defesa que unem muito dos países da região, como por exemplo, a proteção de cabos submarinos ou o controlo de uma grande parte da área atlântica. Há muitas questões em que Portugal pode ter grande influência”, apontou.

A Constelação do Atlântico faz parte da agenda “NewSpace Portugal” que, inicialmente, tinha um apoio do PRR de 137,36 milhões de euros, e viu o seu nível de ambição aumentar com a reprogramação das agendas mobilizadoras, com um aumento dos incentivos de 279 milhões de euros.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:12:43 am »
Sem pilotos ou com avarias: cinco aviões Super Tucano da Força Aérea estão em terra

Citar
Os cinco aviões A-29N Super Tucano que a Força Aérea Portuguesa (FAP) recebeu, no ano passado, ao abrigo de um contrato de aquisição do Governo celebrou com a Embraer, não estão a voar. Uma das aeronaves teve uma avaria técnica e as restantes quatro não têm pilotos nem mecânicos.

https://www.jn.pt/nacional/artigo/sem-pilotos-ou-com-avarias-cinco-avioes-super-tucano-da-forca-aerea-estao-em-terra/18041247

Isto explica o porquê de só terem sido entregues 4...  ???

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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por nelson38899 em Hoje às 08:36:47 am »
Quando vieram os leopard, disseram-me que não havia tripulações suficientes e que muitas das vezes eram sargentos que faziam o trabalho de soldados.
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:25:44 am »
No DN de hoje:

https://www.dn.pt/opiniao/aprovao-em-bruxelas-do-programa-safe-para-portugal-com-incertezas-para-as-indstrias-de-defesa-nacional

Foi notícia esta quinta-feira a aprovação do envelope financeiro do Programa SAFE para que Portugal possa apetrechar de novas capacidades as Forças Armadas Portuguesas, mas vem acompanhada de preocupações.

Dias antes, em audiência na Comissão de Defesa, na Assembleia da República, a direção do AED Cluster dava conta da “falta de envolvimento da indústria” e que Portugal se arrisca a “não criar a Autoeuropa da Defesa”.

Foi com apreensão e estupefação que ouvi, em audiência na Comissão de Defesa Nacional, realizada na passada terça-feira, na Assembleia da República, José Neves.

O Presidente do AED Cluster afirmou que não tinham sido ouvidos, nem envolvidos pelo Governo Português ao longo de todo o processo de candidatura ao SAFE – programa para reforço da Defesa Europeia.

O AED Cluster representa mais de 170 empresas do sector da Defesa, com um volume de negócios superior a 2,1 mil milhões de euros anuais, sendo que 90% são produtos para exportação.

Este facto torna clara a importância do sector para a economia portuguesa. Em causa estão as capacidades de investigação, inovação, de criação de produtos com elevado valor acrescentado, mas também da capacidade de criar empregos altamente qualificados que tornam este sector económico capaz de ampliar a economia nacional no futuro.

O Partido Socialista ouviu com preocupação, na Comissão de Defesa, que Portugal corre o “risco de não criar a Autoeuropa da Defesa neste momento em que investimos 5,8 mil milhões de euros”, ao não envolver a Indústria de Defesa Nacional - IDN.

Sem isso, e sabendo que a adaptação e cooperação industrial leva tempo, considero que será impossível reduzir de 15 para 5 anos o investimento em Defesa em Portugal, bem como impulsionar a Base Tecnológica e Industrial de Defesa.

Não considero que a Indústria de Defesa Nacional deva ser parte ativa nas escolhas das capacidades a adquirir para cada um dos ramos das Forças Armadas, cabendo apenas a cada Ramo essa decisão. No entanto, parece óbvio a todos que se não forem ouvidas e envolvidas as IDN, não será possível contribuir e beneficiar deste envelope financeiro – o maior da nossa história democrática.

O mínimo que o Governo Português deveria ter feito era um levantamento de capacidades produtivas e de inovação das nossas IDN e cruzá-las com as escolhas estratégicas de cada um dos Ramos, sentando todos à mesa.

Por exemplo, o envolvimento das IDN para aquisição das anunciadas novas fragatas da classe EVO, permitiria estabelecer um plano de tudo o que nelas queremos produzido em Portugal, trazendo investimento para o País, gerando emprego e produzindo riqueza. Caso não aconteça, não estamos a falar de investimentos, mas de apenas despesas na Defesa Nacional.

Sabemos (pela imprensa) que Portugal inscreveu no SAFE novas fragatas, drones, satélites, sistemas de defesa e artilharia de longo alcance, blindados e carros de combate. Se optarmos por aquisições a países estrangeiros, em modelo “Chave na mão” limitamos o crescimento das IDN e, desta forma, desperdiçamos o empréstimo de 5,8 mil milhões do SAFE.

Um empréstimo que será pago por outros Governos que não o atual – sendo que falamos de um empréstimo de longo prazo com um período de carência de 10 anos e um pagamento até 45 anos, o que significa que Portugal poderá iniciar o pagamento deste empréstimo a partir de 2036 e até 2069.

Acompanho a preocupação do AED Cluster: num momento em que os indicadores da economia portuguesa parecem estagnar e em que ficaremos sem a alavanca do PRR, a Defesa pode ser um sector estruturante para a nossa Economia. Só integrando e envolvendo o ecossistema das IDN neste processo de Investimentos, poderemos concretizar uma oportunidade histórica de fazer da Defesa um sector de referência para a economia portuguesa. Aí sim…. Teremos investimentos em Defesa e não gastos! Seremos utilizadores finais e não produtores de capacidades!

Mas o SAFE não foi criado com o objectivo de investir nas Indústrias de Defesa locais. Foi feito para começar a tapar os buracos na Defesa de diversos países, de forma rápida e pragmática, e com recurso a produtos provenientes dos países elegíveis.

O investimento na indústria nacional, tem de vir é dos tais 3.5% que dissemos que íamos investir na Defesa, onde uma parte desse investimento pode e deve ser feito com envolvimento da nossa indústria.

Convém é que a indústria de defesa nacional produza material que as FA precisem, e não produzir tralha que depois as FA vão comprar só por comprar, sem reais ganhos operacionais.

O erro até agora, tem sido a falta de clarividência face aos sectores onde realisticamente queremos envolver a nossa indústria.

Quando leio o PS a ficar preocupado, quem fica arrepiado sou eu

Os cêntimos todos longe, longe dessa gente
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Re: Política em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:13:07 am »
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:20:23 am »
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:55:26 am »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LightningBolt em Hoje às 03:10:45 am »
Podem estranhar ter concordado com uns e com outros. Concordo com a personalidade polémica com sentido de humor polémico, e por vezes agitadora e diferenciadora... não disse para melhor atenção.

Concordo com os que afirmam que ele era por vezes criança, sobranceiro e mal-educado.

Mas de volta ao tópico.  :G-beer2:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 02:19:18 am »
Para bens ao senhor 12%, que um pinheiro lhe cresça no sitio apropriado.
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