Vou repetir-me... não comparem a posição de quem já tinha contratos assinados (ou concursos e negociações já decididas) com quem (nós!) estava a começar o processo; e não comparem um avião ter motores, parafusos, alguns sensores de empresas americanas com a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante (e ser 5G, com o desconhecimento da "dependência" que isso acarreta).
Certo. Mas não nos podemos esquecer, que mesmo sendo propriedade intelectual e em parte material dos EUA, o F35 é um caça global com uma boa parte dos componentes produzidos por empresas de defesa, fora dos EUA, e com uma linha de montagem em Itália. Mesmo tendo "a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante", com os problemas que acarreta, não deixa de ser um avião feito um pouco por todo o lado. Quando é pensado em deixar cair encomendas, temos de contar com a quebra industrial que isso acarreta para empresas desde o Canada ao Japão. No nosso caso, mesmo a LM tem acenado às industrias de defesa nacional, e esta continua a ter um avanço significativo no que diz respeito a tecnologia, quer perante a SAAB, Airbus ou mesmo Dassault.
Saudações
P.S. Tendo em conta um possível volte face, no que diz respeito à decisão F35, provavelmente, concordo, tendo em conta o resultado das eleições nos EUA, a integração de sistemas Airbus no aparelho turco Hurjet parece-me ser um caminho interessante, sobretudo se for repetido no Kaan.
a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante 