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Conflitos do Presente / Re: Venezuela
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 12, 2026, 03:26:10 pm »
Claim of US Sonic Weapon Use in Venezuela Gains Attention After Leavitt Post

https://thedefensepost.com/2026/01/12/us-sonic-weapon-venezuela/
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Força Aérea Portuguesa / Re: BA4 - Base das Lajes
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 12, 2026, 03:21:28 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 12, 2026, 03:19:44 pm »
Grande imbróglio...
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 12, 2026, 03:11:26 pm »
Obrigado @CJ  ;)

No link é possível ver o "60+03" a realizar o voo de teste. Do que tenho lido, falta o certificados de aeronavegabilidade... A acompanhar!

As autoridades das Bermudas recusam passar o CAA (Certificado de Avaliação de Aeronavegabilidade) ao aparelho, veremos então o que decidirá a FAP.

Sabes qual o motivo? Obrigado
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Marinha Portuguesa / Re: Modernização dos Lynx Mk95A
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 12, 2026, 03:10:05 pm »
Não me fiz entender, 2 LYNX por BD, em termos de número.  Não de embarque.
Estando 2 embarcados, ficam outros 2 para substituição, manutenção,  treino...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 12, 2026, 03:07:02 pm »
Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Política em Portugal
« Última mensagem por P44 em Janeiro 12, 2026, 03:03:55 pm »
 :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por P44 em Janeiro 12, 2026, 03:03:31 pm »
Mas o Nuno Rogeiro já sabe distinguir um F16 de um F15?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 12, 2026, 02:33:18 pm »
O Gripen não é o caça ideal devido ao seu alcance como o numero de utilizadores. Se o Canada não entrar no Gripen existem menos 130 unidades vendidas como vai ser o futuro o mercado de upgrades e peças?
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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 12, 2026, 02:32:45 pm »
https://eco.sapo.pt/opiniao/a-participacao-da-industria-nos-investimentos-em-defesa/

A participação da indústria nos investimentos em Defesa

A afirmação internacional das nossas empresas é um passo necessário para a criação de resiliência na Defesa Nacional e para um apoio de proximidade aos Ramos militares no desempenho das suas missões.

Ogoverno de Portugal que tomou posse em 2024 assumiu como prioridade política a Defesa Nacional. Esta prioridade significou que Portugal recuperou, após décadas de secundarização da segurança, o que a História nos ensina sobre o retorno do investimento nesta área: em soberania e independência nacional; num futuro com paz; e na prosperidade da comunidade.

Como o investimento em Defesa realizado por cada país tem uma forte correlação com a dimensão da sua indústria, uma vez que o Estado é o seu principal cliente, uma das prioridades do Ministério da Defesa Nacional é potenciar a participação das empresas portuguesas como forma de acelerar o desenvolvimento económico e aumentar o emprego. A opção pelo investimento em Defesa e o duplo uso militar e civil que a tecnologia potencia é, por isso, uma aposta na criação de riqueza.

As cimeiras de Washington, em 2024, e a de Haia, em 2025, consolidaram a expansão das capacidades militares de Portugal dentro da NATO, estabelecendo um compromisso com a produção e o reforço da indústria para garantir o efeito dissuasor baseado em vantagens tecnológicas. Neste âmbito, os investimentos em produtos e no equipamento das Forças Militares previstos até 2030 — onde se incluem navios, blindados, viaturas tácticas, sistemas não tripulados e anti-drone, satélites, munições e sistemas de artilharia e de antiaérea — são uma excelente oportunidade para a indústria Nacional.

O envolvimento da indústria está a ser concretizado de quatro diferentes formas:

Compras diretas de equipamentos e sistemas a empresas portuguesas;
Atração de investimento estrangeiro na construção de capacidades na Defesa que incluem fornecimentos nacionais;
Compras a empresas portuguesas de componentes e produtos que são integrados nas aquisições realizadas pelos Ramos militares;
Encontros entre empresas portuguesas e grandes fabricantes facilitando a sua entrada nas cadeias de fornecimento a nível internacional.
Desenvolvendo a visão estratégica do Ministério da Defesa Nacional, a idD Portugal Defence tem a missão de promover o papel da Indústria na construção de capacidade e de resiliência na Defesa, reforçando a ligação entre as necessidades dos Ramos militares e o conhecimento, a tecnologia e as capacidades disponibilizadas pela Indústria. Para garantir o envolvimento da indústria atua em duas dimensões — aquisições e desenvolvimento tecnológico — que refletem a orgânica da NATO — Comando Aliado Operacional na Europa e o Comando Aliado para a Transformação nos EUA — e dos próprios Ramos nacionais — planeamento e logística, por um lado, e inovação tecnológica, por outro.

Nos investimentos previstos, a idD promove a participação da indústria em cinco fases:

Atualização de contactos das empresas para garantir que pudessem ter acesso a estas oportunidades — o que aconteceu com todas as que fizeram a atualização;
Manifestação de interesse que incluiu a forma como cada entidade poderia integrar o fornecimento dos equipamentos e produtos previstos;
Organização da informação recebida de várias dezenas de empresas sobre a sua capacidade de fornecimento por tipo de equipamento e produto a adquirir;
Envio desta informação aos Ramos para ser considerada nas aquisições a realizar;
Integração na lista de possíveis fornecedores entregues aos potenciais fabricantes dos equipamentos a adquirir.
A concretização destas aquisições pelo Estado português serão o passo seguinte neste processo que visa integrar ao máximo a indústria de Defesa Nacional. Note-se, contudo, que este processo não garante, só por si, as vendas de qualquer uma das 420 empresas e centros de investigação nacionais. A participação da indústria que atua na Defesa, e de novas empresas, está, antes de mais, dependente da posse de tecnologia e de capacidade produtiva que respondam às necessidades militares.

Uma vez que a indústria de Defesa Nacional, na maioria de pequena e média dimensão, não está atualmente preparada para fabricar todos os sistemas de armas necessários para equipar os Ramos militares, o seu desenvolvimento futuro passa também pela maior afirmação internacional de áreas de especialização para ganhar escala, desenvolver tecnologias, estabelecer parcerias, controlar as diferentes fases das cadeias de valor e obter custos de produção médios mais baixos de modo a poder praticar preços e condições de venda competitivos.

A afirmação internacional das nossas empresas é, por isso, um passo necessário para a criação de resiliência na Defesa Nacional e para um apoio de proximidade aos Ramos militares no desempenho das suas missões. As grandes áreas de especialização e de maior competitividade da Indústria de Defesa portuguesa são as seguintes:

Consultoria e programação informática: sistemas de Comando e Controlo, Simulação, Cibersegurança e outras aplicações no Espaço e submarinas;
Reparação, manutenção e remodelação naval, aérea e terrestre;
Engenharia e design: materiais compósitos, mecânica de precisão, aeronáutica militar, etc.;
Equipamento elétrico e eletrónico: comunicações, sensores, fontes de energia autónomas e componentes diversos;
Têxtil, vestuário e calçado como botas, fardamento e proteção operacional;
Sistemas não tripulados em vários domínios: aéreos, de superfície, submarino e terrestre.
O reforço destas vantagens competitivas complementa as oportunidades geradas pelo novo investimento em Defesa, tanto o nacional como o dos aliados, e ajuda a criar condições para que a indústria nacional avance para a produção de novas plataformas aéreas, terrestres e navais, alargue o desenvolvimento de sistemas não tripulados em ar, terra, mar e submarinos, e incorpore mais tecnologia inovadora como Inteligência Artificial, já usada em drones, ou física quântica aplicada em comunicações encriptadas.

Mais do que um benefício imediato, os investimentos que Portugal está a fazer vão potenciar a indústria e alargar a autonomia futura da Defesa Nacional.
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