O problema é que não existe um plano real para resolver o problema, nem uma avaliação séria das opções. Vai tudo ao sabor do vento, e no fim nada se resolve.
Neste momento, nem sequer está assente em cimento a quantidade de aviões que se pretende. Nem o real estado de cada uma das células F-16.
Supões? Ou tens informação sobre isso?
Quanto ao resto, daquilo que foi sendo perceptível, havia um plano A da FAP, F-35, duas esquadras, 20 a 30 unidades. E pressões para que existissem outras opções.
Depois um plano B que a FAP teve de "engolir" com a chegada de Trump. A obrigatoriedade de alguma coisa europeia. Resolveram com 1 esquadra F-35 e outra de EF usados, muito menos F-35 do que EF.
Com muita pressão pelo GRIPEN a ser entretanto exercida politicamente.
E agora, com o cenário atual, não têm outro remédio senão preparar um plano C, sem F-35.
Já tenho pena deles... nunca mais acabam os planos e nada de aviões.