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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Janeiro 17, 2026, 05:22:19 pm »
E Andorra crl?  :N-icon-Axe:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 17, 2026, 05:20:40 pm »
Para ficarem mais sossegados  :mrgreen:

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Resposta curta: **sim — todos os relatos fidedignos indicam que o FREMM EVO português manterá a configuração completa de 32 células VLS**, porque os navios que Portugal está a negociar são os mesmos cascos básicos do FREMM EVO já em construção para Itália.

Vamos analisar isto com mais detalhe e relacioná-lo com o que as fontes realmente dizem.

---

## 🇵🇹 O FREMM EVO português terá 32 VLS?

### 🔍 O que confirmam os relatos
Os relatos disponíveis de dezembro de 2025 — incluindo Meta-Defense, ItaMilRadar e CNN Portugal — descrevem Portugal a selecionar o **FREMM EVO da Fincantieri**, e não uma variante modificada ou inferior.

A configuração básica do FREMM EVO (configuração italiana) inclui:

- **Sistema de lançamento vertical (VLS) Sylver A50/A70 com 32 células** para mísseis Aster 15/30 e futuros mísseis
- **Conjunto de radar de banda dupla Leonardo**
- **Conjunto ASW melhorado**
- **Baía de missão de comprimento total**
- **Canhão 127/64 LW com capacidade para Vulcano**

Nenhum dos relatos sugere uma redução do número de VLS ou uma configuração "light" para Portugal.

---

## 🛠 Porque é que Portugal provavelmente receberá os 32 VLS completos

### 1. **Portugal está a negociar os navios que já estão em construção**

Referiu isso — e coincide com os relatos.

A Meta-Defense observa explicitamente que o FREMM EVO já está em produção e que Portugal está a seleccionar o projecto italiano tal como está.

Se Portugal assumir a responsabilidade por navios já em fase de produção, grandes alterações estruturais (como a redução do número de células do VLS) são extremamente improváveis.

### 2. **O financiamento do programa SAFE incentiva a normalização** O programa SAFE da UE está a financiar estes navios com empréstimos favoráveis. A normalização em toda a frota da UE é um objetivo fundamental.

Uma variante com VLS reduzido contradiria esta lógica.

### 3. **Necessidade estratégica de Portugal para defesa aérea de área** A frota atual de Portugal não tem capacidade antiaérea (AAW).

Um FREMM EVO com 32 células e capacidade para mísseis Aster oferece:

- Defesa aérea de área para grupos de batalha da NATO
- Capacidade adjacente à defesa antimíssil balística (Aster 30 Block 1NT)
- Uma substituição viável para a classe Vasco da Gama

Reduzir o VLS comprometeria todo o propósito da aquisição.

### 4. **O projeto italiano do FREMM EVO não é modular na secção VLS**
O bloco VLS dianteiro do FREMM EVO está estruturalmente integrado.

Reduzi-lo para 16 células exigiria:

- Redesenho do convés
- Reequilíbrio da distribuição do peso

Portugal não estaria disposto a pagar por isso.

---

## 📌 Então, o que é que Portugal vai realmente receber?

Com base em todas as evidências disponíveis:

| Recurso | Configuração provável portuguesa |

|--------|--------------------------------|

| **Células VLS** | **32 Sylver A50/A70** |

| **Míssil AAW principal** | Aster 15/30 |

| **Canhão principal** | 2 x 76/62 mm Strales naval guns |

| **Radar** | Leonardo AESA de banda dupla |

| **Sistema ASW** | Pacote italiano completo |

| **Helicóptero** | Substituição do NH90 ou Super Lynx |

Cada linha acima reflecte a **configuração básica do FREMM EVO** que Portugal está a seleccionar.

---

## 🧭 Implicação estratégica
Se Portugal receber os dois primeiros navios já em construção, a Marinha passará subitamente de uma frota de patrulha de baixa capacidade para **uma das forças de fragatas antiaéreas/anti-submarinas mais capazes do Atlântico**, ficando apenas atrás da Espanha e da França na região.


.

Bom... não é despiciendo referir que a região é composta pelas marinhas da França, de Espanha e de Portugal......  :mrgreen:
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 17, 2026, 05:14:02 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 17, 2026, 05:12:52 pm »
Para ficarem mais sossegados  :mrgreen:

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Resposta curta: **sim — todos os relatos fidedignos indicam que o FREMM EVO português manterá a configuração completa de 32 células VLS**, porque os navios que Portugal está a negociar são os mesmos cascos básicos do FREMM EVO já em construção para Itália.

Vamos analisar isto com mais detalhe e relacioná-lo com o que as fontes realmente dizem.

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## 🇵🇹 O FREMM EVO português terá 32 VLS?

### 🔍 O que confirmam os relatos
Os relatos disponíveis de dezembro de 2025 — incluindo Meta-Defense, ItaMilRadar e CNN Portugal — descrevem Portugal a selecionar o **FREMM EVO da Fincantieri**, e não uma variante modificada ou inferior.

A configuração básica do FREMM EVO (configuração italiana) inclui:

- **Sistema de lançamento vertical (VLS) Sylver A50/A70 com 32 células** para mísseis Aster 15/30 e futuros mísseis
- **Conjunto de radar de banda dupla Leonardo**
- **Conjunto ASW melhorado**
- **Baía de missão de comprimento total**
- **Canhão 127/64 LW com capacidade para Vulcano**

Nenhum dos relatos sugere uma redução do número de VLS ou uma configuração "light" para Portugal.

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## 🛠 Porque é que Portugal provavelmente receberá os 32 VLS completos

### 1. **Portugal está a negociar os navios que já estão em construção**

Referiu isso — e coincide com os relatos.

A Meta-Defense observa explicitamente que o FREMM EVO já está em produção e que Portugal está a seleccionar o projecto italiano tal como está.

Se Portugal assumir a responsabilidade por navios já em fase de produção, grandes alterações estruturais (como a redução do número de células do VLS) são extremamente improváveis.

### 2. **O financiamento do programa SAFE incentiva a normalização** O programa SAFE da UE está a financiar estes navios com empréstimos favoráveis. A normalização em toda a frota da UE é um objetivo fundamental.

Uma variante com VLS reduzido contradiria esta lógica.

### 3. **Necessidade estratégica de Portugal para defesa aérea de área** A frota atual de Portugal não tem capacidade antiaérea (AAW).

Um FREMM EVO com 32 células e capacidade para mísseis Aster oferece:

- Defesa aérea de área para grupos de batalha da NATO
- Capacidade adjacente à defesa antimíssil balística (Aster 30 Block 1NT)
- Uma substituição viável para a classe Vasco da Gama

Reduzir o VLS comprometeria todo o propósito da aquisição.

### 4. **O projeto italiano do FREMM EVO não é modular na secção VLS**
O bloco VLS dianteiro do FREMM EVO está estruturalmente integrado.

Reduzi-lo para 16 células exigiria:

- Redesenho do convés
- Reequilíbrio da distribuição do peso

Portugal não estaria disposto a pagar por isso.

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## 📌 Então, o que é que Portugal vai realmente receber?

Com base em todas as evidências disponíveis:

| Recurso | Configuração provável portuguesa |

|--------|--------------------------------|

| **Células VLS** | **32 Sylver A50/A70** |

| **Míssil AAW principal** | Aster 15/30 |

| **Canhão principal** | 2 x 76/62 mm Strales naval guns |

| **Radar** | Leonardo AESA de banda dupla |

| **Sistema ASW** | Pacote italiano completo |

| **Helicóptero** | Substituição do NH90 ou Super Lynx |

Cada linha acima reflecte a **configuração básica do FREMM EVO** que Portugal está a seleccionar.

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## 🧭 Implicação estratégica
Se Portugal receber os dois primeiros navios já em construção, a Marinha passará subitamente de uma frota de patrulha de baixa capacidade para **uma das forças de fragatas antiaéreas/anti-submarinas mais capazes do Atlântico**, ficando apenas atrás da Espanha e da França na região.

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 17, 2026, 04:53:14 pm »
Oxalá venham mesmo nesta configuração com 32 VLS de origem!!!

Tudo até agora indica que sim.
Citar
e disporranno di 32 celle VLS (16 SYLVER A50 e 16 SYLVER A70,

https://www.rid.it/shownews/7423/impostata-la-prima-fremm-evo
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Portugal / Re: Sector Rodoviário
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 17, 2026, 04:35:03 pm »
T3 E01 Plataforma portuguesa resolve maior dor dos motoristas Uber e Bolt em Portugal


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Mundo / Re: Mobilidade
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 17, 2026, 04:06:08 pm »
Metro de Viena: raves, encontros e o coração subterrâneo da cidade 🚇


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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 04:04:39 pm »
Citar
New renders of Italy's upcoming FREMM-EVO project.





Oxalá venham mesmo nesta configuração com 32 VLS de origem!!!
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Marinha Portuguesa / Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 03:57:30 pm »
Meios anfíbios novos neste momento parece-me que só fazem sentido depois de se ter contratada a construção de algum tipo de navio anfíbio.

Até lá, existem mais prioridades de reequipamento nos Fuzileiros.
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 03:55:18 pm »
E valerá a pena trocar VLSs por capacidade de sobrevivência?

Mantenho que adoraria ver 3 a 4 KSS-III Batch II ao serviço da MdG. Só perguntaria de antemão se a integração de Teseo Mk2/E nos VLS seria possível.

Estou muito longe de ser um especialista em submarinos.
Dito isto, não conheço razões pelas quais a capacidade VLS anula ou é trocada por capacidade de sobrevivência.

A minha preferência pessoal prende-se com 3 fatores:
- Parceria/tech transfer com a RoK.
- Falta de capacidade de slots para construção de subs europeus nos anos vindouros.
- Flexibilidade operacional/capacidade de disuassão oferecida por submarinos com VLS.

O factor mais importante para preferir subs sul-coreanos a europeus, é essencialmente o preço.

Ainda para mais quando os subs sul-coreanos com VLS, são ainda assim mais baratos que subs europeus mais pequenos e sem VLS.


Agora, a questão dos VLS em submarinos tem que ser debatida com base na globalidade da MGP, isto é, se o ramo vai ter VLS suficientes nas fragatas para AAW e ainda land-attack.

Se as FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 dos quais forem Sylver A70, então deixa de ser estritamente necessário ter submarinos com VLS para land-attack.
Se as FREMM EVO não tiverem capacidade land-attack de longo alcance, nem as supostas EPC, seria necessário usar submarinos para esse fim, com os VLS.

Também é possível que no futuro se arranjem sistemas contentorizados de lançamento dos ditos mísseis, mas é preciso força de vontade e navios com espaço.
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