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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:35:44 pm »Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?
O MPSS tem limitações por ter o convés de voo demasiado pequeno. E a intenção deve ser usar UAVs maiores.
Com as modificações que seriam necessárias, devias acabar com um navio de dimensões semelhantes ao mini-Mistral, e preço também idêntico.
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:32:31 pm »Que confusão.
Misturar o Crossover com o PNM, que são 2 conceiros completamente diferentes não faz qualquer sentido.
Depois a ideia aí apresentada, fala no D. João II, fala em aumentar o seu tamanho, de 108m pra 125/135m, mas o deslocamento passa das 7000t para as 4500/5500.
Os valores para os navios não são realistas.
Baralhaste por completo a IA.
Misturar o Crossover com o PNM, que são 2 conceiros completamente diferentes não faz qualquer sentido.
Depois a ideia aí apresentada, fala no D. João II, fala em aumentar o seu tamanho, de 108m pra 125/135m, mas o deslocamento passa das 7000t para as 4500/5500.
Os valores para os navios não são realistas.
Baralhaste por completo a IA.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 06, 2026, 04:16:57 pm »É OT e não quero começar essa discussão aqui, mas como referiste isso, sinto-me obrigado a dizer que posso estar enganado, mas acho que nunca ninguém aqui defendeu duas frotas de caça como solução preferencial (a não ser numa fase transitória, como é óbvio)… só se falou nisso porque o SubSea7 a certa altura disse que essa hipótese estava a ser discutida na FAP depois desta ter percebido que no atual contexto político é quase impossível o governo aprovar a compra de uma frota única de F-35… então aí sim, começou a discussão aqui… mas voltemos ao assunto em questão...Não vejo problema de virem as 3 FREEM e 3 ou 4 MEKO A200, ou mesmo as EPC...Eu até diria mais, não deveria ser difícil 6 EPC FCM ou 4 EPC FCM + 2 FREMM ASW usadas para acabar de substituir as atuais fragatas e os dois primeiros NPO… o meu problema é mais com o adicionar de uma linha logística completamente diferente (equipamentos, armamento, CMS, etc.) ao comprar MEKO A200.
3,5 % do PIB permite isso...
O problema de adicionar uma linha logística, também se aplicava ao suposto interesse em 2 frotas de caças completamente diferentes. Mas quem levantasse estas questões é que era burro.
Mas eu concordo que pode ser problema criar outra linha logística com fragatas completamente diferentes. Agora era bom perceber primeiro qual o motivo de se considerar as A200 como opção, em vez de mais FREMM ou EPC ou PPAs ou outra coisa qualquer da Fincantieri.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:14:15 pm »
Também me cheira que a questão das 6 fragatas passa por aqui... Acabem rapidamente o MLU das VdG, vendam-nas, depois vendam as BD e comprem estas 3 A200 à Marinha alemã.
Ou vendam também os NPO 1s e 2S e comprem mais 3 FREMM EVO
Não faria mais sentido mais 3 FREMM ou 3 fragatas com capacidade AAW?
Fazer sentido fazia. Se o problema for dinheiro, é que pode levar à escolha de outro tipo de navio.
Também existem factores como o envolvimento ou não da indústria nacional, se a intenção é também substituir 2 ou 4 primeiros NPO pela mesma classe.
Nem sequer se sabe qual a organização da MGP após receber as 3 FREMM e as VdG modernizadas. Se as EVO vão susbtituir as VdG directamente, mantendo a Marinha 5 fragatas (3 EVO e 2 BD), ou se vai operar tudo junto, ficando com 3 EVO, 3 VdG e 2 BD.
Há uma grande diferença entre substituir apenas as 2 BD em 2035, ou substituir 3 VdG e 2 BD.
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Apone em Fevereiro 06, 2026, 04:09:39 pm »Boas notícias.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por LM em Fevereiro 06, 2026, 04:06:21 pm »E do que se abdica para ter um LPD/ LHD - porque ter programas como o PRR a pagar 70% acontece no D. João II por ser um navio cientifico. Para além de que ter 1 unidade é sempre assumir que pode não estar disponível quando for necessário; e se é para "fazer parelha" com o D. João II... só para missões civis.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:02:17 pm »Não vejo problema de virem as 3 FREEM e 3 ou 4 MEKO A200, ou mesmo as EPC...Eu até diria mais, não deveria ser difícil 6 EPC FCM ou 4 EPC FCM + 2 FREMM ASW usadas para acabar de substituir as atuais fragatas e os dois primeiros NPO… o meu problema é mais com o adicionar de uma linha logística completamente diferente (equipamentos, armamento, CMS, etc.) ao comprar MEKO A200.
3,5 % do PIB permite isso...
O problema de adicionar uma linha logística, também se aplicava ao suposto interesse em 2 frotas de caças completamente diferentes. Mas quem levantasse estas questões é que era burro.

Mas eu concordo que pode ser problema criar outra linha logística com fragatas completamente diferentes. Agora era bom perceber primeiro qual o motivo de se considerar as A200 como opção, em vez de mais FREMM ou EPC ou PPAs ou outra coisa qualquer da Fincantieri.
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Marinha Portuguesa / Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Última mensagem por P44 em Fevereiro 06, 2026, 03:54:26 pm »https://www.facebook.com/100077060711788/posts/914700774441938/
Viaturas anfíbias 4x4 LARC-V do Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa em acção na lezíria alagada do Rio Tejo | Salvaterra de Magos | 5 de Fevereiro de 2026
Chegada de duas viaturas anfíbias 4x4 LARC-V, 408 e 414, afectas ao Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa, a 5 de Fevereiro de 2026, em preparação de entrada em zonas alagadas nas margens de lezíria do Rio Tejo, junto ao Convento de Jericó, georreferenciação 39.01481, -8.81256, em Salvaterra de Magos, de onde prosseguiram, em colaboração com os Bombeiros Voluntários de Benavente, até Vila Franca de Xira, recolhendo pessoas e animais que ficaram isolados pela subida do nível das águas em resultado da depressão Leonardo, referenciada desde 2 de Fevereiro de 2026.
A 1 de Fevereiro de 2026, na sequência da tempestade Kristin, e após reunião de Conselho de Ministros extraordinário, o Governo da República Portuguesa declarou a situação de calamidade em Portugal até 8 de Fevereiro de 2026, entretanto prorrogada até 15 de Fevereiro de 2026. Na manhã de 6 de Fevereiro de 2026 foi activado em Benavente o Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil.
Com base num projecto da década de 1950 da norte-americana Borg Warner Corporation, a LARC-V entra ao serviço do Corpo de Fuzileiros Portugueses em Fevereiro de 1983, num conjunto de 15 unidades, de fabrico norte-americano, provenientes da Marinha Alemã. São então afectas ao Grupo de Lanchas Anfíbias, na dependência da Unidade de Apoio de Meios Aquáticos (UAMA), actualmente, e desde 1994, a Unidade de Meios de Desembarque (UMD). O acrónimo original, LARC-V, corresponde a "Lighter, Amphibious Resupply, Cargo, 5 ton", correspondendo "V" ao numeral romano para "5" [ton] da sua capacidade de carga (5 toneladas curtas). A Marinha Portuguesa fez corresponder ao acrónimo a expressão de "Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga.
Em termos de capacidade de carga a LARC-V conta com um porão que lhe permite transportar até 25 militares totalmente equipados ou 4,5 toneladas de carga (num espaço de 14,5 metros quadrados; 4,88 x 2,97 metros). Desloca um total máximo de 14 toneladas, com 10,67 metros de comprimento, 3,05 metros de boca e 3,25 metros de altura, comum calado de 0,9 metros. Propulsionada por um motor Cummins V8 Diesel com 305 hp, tem uma autonomia de 400 km em terra e de 40 milhas (74 km) na água. Tem uma velocidade máxima em terra de 48 km/h (reduzida para 16km/h em modo de tracção integral) e de 8,5 nós na água.
Vídeo via Bombeiros Voluntários de Benavente. Foto em contexto de estrada por Angela Ferreira. Fotos em contexto ribeirinho a partir de vídeo por Tiago Rodrigues Xaninha
Viaturas anfíbias 4x4 LARC-V do Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa em acção na lezíria alagada do Rio Tejo | Salvaterra de Magos | 5 de Fevereiro de 2026
Chegada de duas viaturas anfíbias 4x4 LARC-V, 408 e 414, afectas ao Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa, a 5 de Fevereiro de 2026, em preparação de entrada em zonas alagadas nas margens de lezíria do Rio Tejo, junto ao Convento de Jericó, georreferenciação 39.01481, -8.81256, em Salvaterra de Magos, de onde prosseguiram, em colaboração com os Bombeiros Voluntários de Benavente, até Vila Franca de Xira, recolhendo pessoas e animais que ficaram isolados pela subida do nível das águas em resultado da depressão Leonardo, referenciada desde 2 de Fevereiro de 2026.
A 1 de Fevereiro de 2026, na sequência da tempestade Kristin, e após reunião de Conselho de Ministros extraordinário, o Governo da República Portuguesa declarou a situação de calamidade em Portugal até 8 de Fevereiro de 2026, entretanto prorrogada até 15 de Fevereiro de 2026. Na manhã de 6 de Fevereiro de 2026 foi activado em Benavente o Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil.
Com base num projecto da década de 1950 da norte-americana Borg Warner Corporation, a LARC-V entra ao serviço do Corpo de Fuzileiros Portugueses em Fevereiro de 1983, num conjunto de 15 unidades, de fabrico norte-americano, provenientes da Marinha Alemã. São então afectas ao Grupo de Lanchas Anfíbias, na dependência da Unidade de Apoio de Meios Aquáticos (UAMA), actualmente, e desde 1994, a Unidade de Meios de Desembarque (UMD). O acrónimo original, LARC-V, corresponde a "Lighter, Amphibious Resupply, Cargo, 5 ton", correspondendo "V" ao numeral romano para "5" [ton] da sua capacidade de carga (5 toneladas curtas). A Marinha Portuguesa fez corresponder ao acrónimo a expressão de "Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga.
Em termos de capacidade de carga a LARC-V conta com um porão que lhe permite transportar até 25 militares totalmente equipados ou 4,5 toneladas de carga (num espaço de 14,5 metros quadrados; 4,88 x 2,97 metros). Desloca um total máximo de 14 toneladas, com 10,67 metros de comprimento, 3,05 metros de boca e 3,25 metros de altura, comum calado de 0,9 metros. Propulsionada por um motor Cummins V8 Diesel com 305 hp, tem uma autonomia de 400 km em terra e de 40 milhas (74 km) na água. Tem uma velocidade máxima em terra de 48 km/h (reduzida para 16km/h em modo de tracção integral) e de 8,5 nós na água.
Vídeo via Bombeiros Voluntários de Benavente. Foto em contexto de estrada por Angela Ferreira. Fotos em contexto ribeirinho a partir de vídeo por Tiago Rodrigues Xaninha
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 06, 2026, 03:52:01 pm »Concordo… eu falei em desembarque anfíbio porque a Marinha continua a falar em LPD, não em LHD, embora tenham todos ficado muito excitados com o Mistral, que é um LHD. Tenho muito mais facilidade em aceitar um LHD, pelos motivos que apontas, que um LPD… Se for para ir para um LHD, então sim, deve-se debater nível de ambição, requisitos operacionais, custo aceitável, etc. e só depois decidir qual a melhor plataforma (MPSS/Mistral Mini/Dokdo, etc.). Para mim, tudo começa com a definição do conceito operacional.Ante de começar (ou manter) sonhos molhados com LPDs e Mistral e outros que tais, gostaria que alguém me dissesse qual o requisito operacional para um navio com essa tipologia. Basicamente, de entre o conjunto de missões da Marinha, este elefante branco serve para quê? Que país africano vamos invadir com um batalhão de fuzos? Ou vamos fazer um desembarque oposto em caso de guerra com a Rússia, quando os Marines americanos e ingleses, por exemplo, já chegaram à conclusão que é suicidio nos dias de hoje? Com este dinheiro posso comprar duas FREMM usadas; se lhe juntar o preço dos helicópteros, posso em alternativa, comprar dois submarinos coreanos e ainda levar troco para casa… Se alguém me convencer que é útil e não apenas uma maneira de satisfazer vaidades, então aí começo a opinar sobre modelos. Mas isso sou eu…
Tecnicamente, este criticismo pode ser feito a outras fantasias que por vezes surgem mas FA. Desde logo a ideia de 2 modelos de caças, cujo propósito seria estritamente "agradar a gregos e troianos", sem qualquer vantagem operacional.
A compra de um LHD ou qualquer tipo de navio para o papel de "NAVPOL", terá que responder a 3 grandes questões:
-Há dinheiro?
-Há pessoal?
-Esta capacidade vai exigir cortes noutro lado?
Se a resposta a alguma das 2 primeiras perguntas for Não, e consequentemente à 3ª for Sim, então é simples, existem outras prioridades.
Se as respostas forem Sim/Sim/Não, então é aqui que se pergunta qual o nível de ambição, qual o orçamento, qual o propósito deste tipo de navio, e que opções existem.
No caso dos navios de convés corrido, acho um erro debater o assunto meramente com base no desembarque anfíbio. Até porque para isso, existem alternativas mais baratas, ou até que permitem recorrer a navios mais pequenos e baratos para desembarcar tropas.
A questão principal parece-me mesmo a operação de UAVs/UCAVs de asa fixa de média/grande dimensão, que seriam impossíveis de operar no PNM ou MPSS9000.
Se a ideia é usar UCAVs de asa fixa, na classe do MQ-9B STOL, e eventualmente derivados com variante AEW, é obviamente necessário algo muito maior que o MPSS9000.
Se não for para usar UCAVs de maior porte, nem faz sentido um LHD.
A utilidade deste tipo de navio (que pelo preço do mini-Mistral, mais valia encomendar um Dokdo), vai depender inteiramente dos meios adquiridos para serem utilizados a partir dele.
Se comprares UUVs e USVs para tirar partido da doca alagável de maiores dimensões, e UCAVs maiores, o leque de missões aumenta exponencialmente.
Incluir um UAV de asa fixa AEW, faz uma grande diferença na capacidade de aviso antecipado da frota, por exemplo contra mísseis a voar a baixa altitude.
Mas lá está - nível de ambição.
Se não for para tirar partido das vantagens que o navio oferece, não vale a pena algo tão grande.

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