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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 24, 2026, 06:41:51 pm »
Quanto ao título,  não estranho. Faz parte da retórica e desinformação em torno das FA's, de forma a desacreditar e diminuir a sua importância.
Aliás,  mesmo por aqui sofremos do mesmo.
É ver novos equipamentos a chegar e o pessoal a "botar abaixo" constantemente.
Se fosse para criticar,  andavam cá como melgas...
Hoje fui consultar aleatoriamente as páginas mais antigas deste tópico.
Impressionante e ao mesmo tempo revelador, quer da maledicência persistente, muitas vezes com argumentos fúteis. Quer das reais capacidades/conhecimentos de alguns "expertos" que arrogantemente adivinhavam e garantiam tudo e afinal o tempo tirou-lhes a razão.
Ainda bem,  para Portugal, as FA's e todos nós.
Mais um passo importante na modernização da FAP.
Blue skies and tailwinds ao Rhino-04.  :G-beer2:
Mais um sapito para engolir para alguns… e eu continuo a rir-me.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 24, 2026, 06:39:15 pm »
Quanto ao título,  não estranho. Faz parte da retórica e desinformação em torno das FA's, de forma a desacreditar e diminuir a sua importância.
Aliás,  mesmo por aqui sofremos do mesmo.
É ver novos equipamentos a chegar e o pessoal a "botar abaixo" constantemente.
Se fosse para criticar,  andavam cá como melgas...
Hoje fui consultar aleatoriamente as páginas mais antigas deste tópico.
Impressionante e ao mesmo tempo revelador, quer da maledicência persistente, muitas vezes com argumentos fúteis. Quer das reais capacidades/conhecimentos de alguns "expertos" que arrogantemente adivinhavam e garantiam tudo e afinal o tempo tirou-lhes a razão.
Ainda bem,  para Portugal, as FA's e todos nós.
Mais um passo importante na modernização da FAP.
Blue skies and tailwinds ao Rhino-04.  :G-beer2:
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 24, 2026, 06:35:56 pm »
Venha o SAFE 2.0 e 3.0 o quanto antes.

Citar
Nova estratégia de defesa dos Estados Unidos limita apoio militar aos aliados europeus

O documento de 34 páginas deixa claro que a principal prioridade de Washington passa a ser a defesa do território nacional e do hemisfério ocidental, bem como a dissuasão da China.

Rui Frias
Publicado a: 24 Jan 2026, 17:23

Os Estados Unidos preparam-se para alterar de forma significativa a sua estratégia de defesa, reduzindo o apoio militar aos aliados europeus e exigindo que estes assumam um papel mais ativo na sua própria segurança. A mudança consta da nova Estratégia de Defesa Nacional para 2026, divulgada pelo Pentágono na sexta-feira (23), e está alinhada com a doutrina política de Donald Trump, centrada no princípio de America First. O documento de 34 páginas deixa claro que a principal prioridade de Washington passa a ser a defesa do território nacional e do hemisfério ocidental, bem como a dissuasão da China. Nesse contexto, a Europa deixa de estar no centro das preocupações estratégicas dos EUA. “Os aliados tomarão a iniciativa face a ameaças que são menos graves para nós, mas mais relevantes para eles, com um apoio crucial, embora mais limitado, por parte dos Estados Unidos”, lê-se no relatório.

Trata-se de uma rutura com a linha seguida em anos anteriores. A anterior estratégia, publicada durante a presidência de Joe Biden, classificava a China como o maior desafio estratégico e a Rússia como uma ameaça “aguda”. Agora, Moscovo é descrita como uma ameaça “persistente, mas gerível” para os países da ala oriental da NATO, enquanto Pequim surge num tom mais contido, com apelos a relações “respeitosas”. Apesar de sublinhar que os Estados Unidos continuarão comprometidos com a Europa, o Pentágono é claro ao afirmar que esse envolvimento será condicionado. A administração Trump tem vindo a pressionar os países europeus para aumentarem o investimento em defesa e já admitiu, em várias ocasiões, a possibilidade de reduzir o papel americano na NATO. Esta nova estratégia parece confirmar essa intenção.

A mudança está a ser acompanhada com apreensão em várias capitais europeias, sobretudo num contexto de guerra na Ucrânia. Washington tem intensificado a pressão sobre Kiev para alcançar um acordo de paz com Moscovo, mesmo com exigências territoriais russas ainda em cima da mesa, tendo decorrido nos últimos dois dias uma reunião tripartida entre delegações dos EUA, Rússia e Ucrânia em Abu Dhabi.

A Estratégia de Defesa divulgada pelo Pentágono vem na sequência da Estratégia de Segurança Nacional publicada em dezembro pela administração Trump, que provocou indignação entre aliados europeus por afirmar que a Europa enfrenta uma “desaparição civilizacional” e manifestar simpatia por forças políticas de extrema-direita no continente.

Das Coreias à Gronelândia, passando pela “paz estável” com a China

No Indo-Pacífico, o foco da nova estratégia de defesa norte-americana é impedir que a China imponha um domínio regional, sem referência direta a Taiwan. Segundo a Associated Press, o novo documento político considera a China como uma força consolidada na região do Indo-Pacífico, que só precisa ser dissuadida de dominar os EUA ou seus aliados. O objetivo “não é dominar a China; nem estrangulá-la ou humilhá-la”, afirma o documento, que acrescenta: “Isso não exige mudança de regime nem qualquer outra luta existencial”. “O presidente Trump procura uma paz estável, comércio justo e relações respeitosas com a China”, afirma o documento.

Na península coreana, os EUA admitem também um papel mais limitado na dissuasão da Coreia do Norte, transferindo para Seul a responsabilidade principal. Já na América Latina, a estratégia é assertiva: Washington pretende “restaurar o domínio militar” no hemisfério ocidental, evocando uma atualização da histórica Doutrina Monroe. O documento menciona também especificamente o acesso ao Canal do Panamá e à Gronelândia, na semana em que Trump afirmou ter chegado a um "entendimento para um futuro acordo" sobre segurança no Ártico com o líder da NATO, Mark Rutte, que ofereceria aos EUA "acesso total" à Gronelândia, território da Dinamarca, membro da aliança atlântica.

O documento, com o subtítulo “Restaurar a paz através da força”, reflete uma visão fortemente nacionalista e uma redefinição das alianças tradicionais. E, para os velhos aliados europeus, a mensagem é inequívoca: os Estados Unidos continuarão presentes, mas já não como garante central da segurança do continente. A responsabilidade, avisa Washington, passa agora a ser sobretudo europeia.

https://www.dn.pt/internacional/nova-estratgia-de-defesa-dos-estados-unidos-limita-apoio-militar-aos-aliados-europeus

Bom, o agente Krasnov reservou-me mais um serão com leitura indigesta...  :gren:

https://media.defense.gov/2026/Jan/23/2003864773/-1/-1/0/2026-NATIONAL-DEFENSE-STRATEGY.PDF
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 24, 2026, 06:25:22 pm »
Chegada do "26904" hoje a Beja.

(Crédito e fotos: Ivo Rodrigues)


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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 24, 2026, 06:19:50 pm »
Citar
(...) Segundo a Força Aérea, o avião efetuou a travessia transatlântica sem escalas, que “foi possível graças à incorporação do ‘kit’ de reabastecimento aéreo, permitindo uma viagem de oito horas de voo contínuo”. De acordo com a FAP, este sistema é “passível de instalação rápida em qualquer aeronave KC-390 da frota” e integra “depósitos adicionais de combustível no interior da fuselagem e ‘pods’ de reabastecimento montados sob as asas”. (...)

Cá está então a confirmação pela FAP.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 24, 2026, 06:17:51 pm »
Posso estar enganado, mas os C-295 não estão aptos a serem reabastecidos no ar tal como se encontram agora. Falta-lhes a manga (como o KC tem, por cima do cockpit) para o poderem ser....

Falta-lhes a lança/sonda de reabastecimento.



Mas como o Gonçalo perguntou em teoria, de facto teoricamente os nossos C-295M podem ser equipados para serem reabastecidos em voo. Basta querer.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 24, 2026, 06:17:41 pm »
Certificado,  penso que só estão o GRIPEN,  o F5-EM e o A-1M.
O que também é normal porque ainda existem poucos países a operar e apenas Brasil e Portugal (em breve) com essa capacidade.
Posso estar enganado,  mas a FAP vai dar uma grande ajuda à EMBRAER nessa valência, porque terão interesses comuns em certificar vários modelos.
Assim de repente,  C295,  EH101, RAFALE,  EUROFIGHTER...



 :arrow: https://www.airway.com.br/fab-conclui-campanha-de-reabastecimento-em-voo-de-helicopteros/

Mas isto é com o C130.

Mas o sistema de reastecimento é o mesmo, 'probe-and-drogue'
Correto. Mas nisso também o A400 já está certificado.
O KC-390 é que ainda não.
Seremos nós a fazê-lo,  caso assim seja decidido,  para o EH101.
Os brasileiros deverão proximamente certificar o AAR do H225M a partir do KC-390.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 24, 2026, 06:16:52 pm »
È lamentável o titulo....

https://cnnportugal.iol.pt/forca-aerea-portuguesa/aviao/forca-aerea-recebeu-um-brinquedo-novo-que-lhe-permite-fazer-algo-que-nao-conseguia-fazer-antes/20260124/697508a8d34e0ec52ec2a8d4

ForçA Força Aérea Portuguesa recebeu este sábado o quarto de seis aviões KC-390 adquiridos pelo Estado português à construtora aeronáutica brasileira Embraer, que chegou com um ‘kit’ de reabastecimento aéreo incorporado
A Força Aérea Portuguesa (FAP) recebeu este sábado o quarto de seis aviões KC-390 adquiridos pelo Estado português à construtora aeronáutica brasileira Embraer, que chegou com um ‘kit’ de reabastecimento aéreo incorporado, anunciou este ramo militar.

Em comunicado, a FAP indicou que esta aeronave aterrou, às 10:00, na Base Aérea n.º 11 (BA11) de Beja, após a cerimónia de entrega realizada nas instalações da Embraer, no Brasil, e de uma pausa técnica, no Recife, também naquele país.


Segundo a Força Aérea, o avião efetuou a travessia transatlântica sem escalas, que “foi possível graças à incorporação do ‘kit’ de reabastecimento aéreo, permitindo uma viagem de oito horas de voo contínuo”.

“A entrega do ‘kit’ de reabastecimento aéreo assinala um marco histórico para a Força Aérea, que passa a dispor, pela primeira vez, da capacidade de reabastecimento em voo”, assinalou.

De acordo com a FAP, este sistema é “passível de instalação rápida em qualquer aeronave KC-390 da frota” e integra “depósitos adicionais de combustível no interior da fuselagem e ‘pods’ de reabastecimento montados sob as asas”.

A solução, frisou, possibilita “a configuração da aeronave como ‘tanker’, sempre que necessário”.

“Esta nova capacidade permitirá aumentar significativamente o alcance e a autonomia das aeronaves, reforçando sobretudo a projeção da Força Aérea e de Portugal em missões e atividades conjuntas no âmbito da NATO e de países aliados”, destacou.

A FAP recordou que os KC-390 equipam a Esquadra 506 – “Rinocerontes”, sediada na BA11, e que esta aeronave é “a quarta aeronave entregue à Força Aérea, de uma frota de seis, além de um simulador”.

“A Esquadra 506 tem como missão principal o transporte aéreo geral e estratégico, assegurando, entre outras, missões de transporte de pessoal e carga, sobretudo no apoio a missões no estrangeiro”, acrescentou.

Em 2019, Portugal acordou adquirir à brasileira Embraer cinco aeronaves KC-390 e um simulador, com o objetivo de substituir os Hércules C-130.

Mais recentemente, o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, anunciou a intenção de compra de um sexto avião KC-390 da Embraer para a Força Aérea, a aquisição de um segundo simulador e a venda de 10 outros aviões para países da NATO.

No âmbito deste processo, foram introduzidas modificações à aeronave para a adequar aos requisitos estabelecidos por alianças como a NATO, Nações Unidas e União Europeia, que fazem com que as aeronaves possam ser adquiridas por outros países com um lucro para o Estado português que ronda os 10 milhões de euros por cada aeronave.

Portugal vai também albergar o centro europeu de formação de pilotos das aeronaves KC-390, na BA11.

O KC-390 é um avião de transporte militar multifacetado, com valências que vão desde o combate a incêndios florestais, a realização de operações de busca e salvamento, evacuações médicas e missões de ajuda humanitária.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 24, 2026, 06:13:19 pm »
Teoricamente o KC-390 já provou ser capaz de reabaster helicópteros em voo.
Durante testes, validaram  a operação a 120kts, por isso será uma questão de treino e certificação.
A pergunta será,  qual a utilidade, no contexto atual,  para utilizar essa capacidade no EH101?
Mesmo no C295 penso ser discutível,  tendo em conta as missões atuais.
Ou estou enganado?

Posso estar enganado, mas os C-295 não estão aptos a serem reabastecidos no ar tal como se encontram agora. Falta-lhes a sonda, tal como o KC tem, por cima do cockpit...
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 24, 2026, 06:10:14 pm »
Teoricamente o KC-390 já provou ser capaz de reabaster helicópteros em voo.
Durante testes, validaram  a operação a 120kts, por isso será uma questão de treino e certificação.
A pergunta será,  qual a utilidade, no contexto atual,  para utilizar essa capacidade no EH101?
Mesmo no C295 penso ser discutível,  tendo em conta as missões atuais.
Ou estou enganado?
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