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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 03:03:11 pm »
Meus amigos,  janeiro fora e nada de novidades...
Nem por cá,  nem de Itália, não transpira nada das negociações.
É obra.

O Melo declarou na Turquia que a primeira fragata chegará em 2029

E uma outra em 2030, creio...
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:00:23 pm »
Meus amigos,  janeiro fora e nada de novidades...
Nem por cá,  nem de Itália, não transpira nada das negociações.
É obra.

O Melo declarou na Turquia que a primeira fragata chegará em 2029
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 02:58:49 pm »
Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.

As coisas que tu escreves não são argumentos, são invenções da tua cabeça facilmente refutadas com a mínima variável do mundo real.

No fim, tu dizes que o ST é o meio ideal para C-UAS, mas basta colocar a questão de qual o meio mais adequado para fazer C-UAS (e podes substituir C-UAS por ISR) de forma propongada, por exemplo 24h seguidas, que o teu argumento cai por água abaixo.

Spoiler alert:
Para cumprir uma missão de 24h seguidas, ISR num TO estrangeiro ou C-UAS numa área crítica, um UCAV serve, com operadores confortavelmente em terra. Com Super Tucanos, precisas de 3 aeronaves diferentes, e 3 pilotos diferentes, cada um a ter que voar pelo menos 8h.

Felizmente não temos falta de pilotos! Oh wait.

Se o plano é incentivar ainda mais a saída de pilotos da FAP, o ST é o caminho.

Cada drone da FAP precisa de 3 pilotos para cada missão e são pilotos mesmo não é operadores como noutros países. Os drones estão limitados as torres de comunicação.

O A29 segundo a empresa ainda estão a tentar passar os alvos do Eletro-óptico para os sistemas do avião. Vamos ver quanto tempo vão demorar a receber alvos via Link16. depois falta ainda integrar as armas.

O sistema antidrone que neste momento temos é uma caçadeira.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:57:26 pm »
Não era o ChatGPT, mas o Copilot.

O ChatGPT diz:

Citar
Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])

Eis porquê:

---

## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3

O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])

* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])

---

## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*

O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:

* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.

* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])

Contexto:

* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.

---

## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?

**Teoricamente**:

* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])

Mas no *D. João II*:

* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.

* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.

* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.

Assim, a resposta prática é:

### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**

Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:

* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV

Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])

---

## 🧠 Resumo

* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.

---

Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

Mas, como o DJ2 é um navio científico e oceanográfico, nada dista interessa. Futuras versões armadas e maiores serão outra história.  c56x1

Ao menos aí já fala da largura do TB3 e do convés do navio.

É que mesmo que o convés de voo tenha 12m de largura, continua a precisar de uma margem de erro face à ilha para operar em segurança. O TB3 consegue ser mais largo que o convés de voo, cerca de metade da asa esquerda ficaria de fora.

Já relativamente à distância de descolagem e aterragem, esta não vai ser igual à que teria com base em terra, pois a velocidade do navio, e o vento por ela causado, permitem reduzir ambas as distâncias.

Agora se será o suficiente ou não, não sei, nem se isso afectaria o payload.

A não ser que o plano passe por comprar um LHD tipo Anadolu frito na Turquia.
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Brown-water navy
« Última mensagem por mafets em Hoje às 02:53:40 pm »
President Masaryk in chez service (1932)



With the German (1941-1945)





Saudações

P.S. Monitor SMS Szamos (1907,1917 e 1921)







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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:44:54 pm »
O Eurocanard usado não faz parte do que a ida à Turquia poderá ter revelado. 
Já todos percebemos que será uma realidade a breve trecho.
Só não temos ainda é a confirmação de quantos, de onde vêm, e qual a tranche... dos provavelmente EF.

O foco do MDN no caça furtivo (não é à toa a maquete que ele carrega), e as características deste, é que me fazem pensar no resto.

Poderemos ter em breve uma FAP com uma esquadra de caças não tripulados, a complementar caças tradicionais.

Algo que, com jeito, poderá fazer de nós os segundos no mundo com essa capacidade.

E algo que até poderá ser um passo gigantesco no sentido do que muitos defendem ser o combate aéreo do futuro. 
Não só a utilização dos Loyal Wingman, mas os próprios caças não tripulados em missões a sólo.

E esse passo,  ao ser dado agora, poderá colocar o F35 ou qualquer outro G5 na prateleira até nova avaliação, porque caberá ao KIZILELMA a parte das missões FAP que seriam do G5.

As tais mais arriscadas para o G4.5, de ataque em profundidade,  áreas altamente contestadas... reduzindo ainda mais o risco de perdas humanas e provavelmente com um investimento e custos operacionais muito menores.

Estaríamos numa linha da frente tecnológica,  se bem que diferente da inicialmente prevista.

Realidade a breve trecho com base em quê? Boatos?
A FAP vai ser obrigada a receber um caça que não quer? É isso?

É mais uma compra estritamente política que ignora todos os critérios técnicos?

E um binómio loyal wingman furtivo + caça 4.5G não-furtivo, coloca o caça tripulado como o ponto fraco.
Basicamente, o meio não tripulado tem mais sobrevivabilidade que o meio avião que tem o piloto lá dentro. É uma inversão da doutrina que se pretende com os Loyal Wingman.


Ridículo é no meio disto tudo não se considerar um caça que, não sendo 5G puro, pelo menos tenha maior sobrevivabilidade que os 4.5G.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:32:19 pm »
Mais 10k de azia... valha-nos São Timóteo.
 blx2x1

Tu é que ficaste aziado com o termo brinquedo.  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 02:26:36 pm »
Citar
sugeriu ao Governo português o desenvolvimento de um projeto de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico, ideia que será analisada “com muita atenção”.

A porta está escancarada... é só saber aproveitar.

Só isso justificaria meio programa de NPC's. O Algarve precisaria de 3, baseados em VR Sto António, Faro e Lagos ou Sagres (assumindo que um NPO ficaria em Portimão). Não percebo como esse concurso parece ter-se extinto....
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:25:36 pm »
Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.

As coisas que tu escreves não são argumentos, são invenções da tua cabeça facilmente refutadas com a mínima variável do mundo real.

No fim, tu dizes que o ST é o meio ideal para C-UAS, mas basta colocar a questão de qual o meio mais adequado para fazer C-UAS (e podes substituir C-UAS por ISR) de forma propongada, por exemplo 24h seguidas, que o teu argumento cai por água abaixo.

Spoiler alert:
Para cumprir uma missão de 24h seguidas, ISR num TO estrangeiro ou C-UAS numa área crítica, um UCAV serve, com operadores confortavelmente em terra. Com Super Tucanos, precisas de 3 aeronaves diferentes, e 3 pilotos diferentes, cada um a ter que voar pelo menos 8h.

Felizmente não temos falta de pilotos! Oh wait.

Se o plano é incentivar ainda mais a saída de pilotos da FAP, o ST é o caminho.
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Exército Português / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 02:21:37 pm »
Parece que ouviram a minha questão  :mrgreen: :mrgreen:

Kristin: Limpeza de terrenos, geradores e tendas. Como as Forças Armadas estão a ajudar a população

Mas que puta de karma o nosso, de ter de sustentar esta gente, dizem os judeus que são o povo escolhido, ponham os olhos nos ucranianos

Citar
O número de efetivos no terreno a prestar este apoio não foi indicado, mas o CEMFA lista o tipo de apoio que, neste momento, está a ser prestado. “Alojamento e alimentação, fornecidos pelo Exército, para 34 refugiados ucranianos (15 crianças e 19 viúvas de guerra) no Regimento de Transportes, em Lisboa”, refere.

Devias tu estar no lugar deles, não basta terem que fugir da terra deles e ainda foram sujeitos a isto.

Da mais elementar humanidade! Note-se que são viúvas e orfãos de guerra que tinham chegado no início de Janeiro a Portugal para um suposto período de 'descompressão'.
São, pois, nossos convidados. Só por isso se justificaria a nossa assistência.
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