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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 08, 2026, 08:07:59 pm »
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Piadas e Anedotas
« Última mensagem por MMaria em Fevereiro 08, 2026, 07:58:56 pm »
They can track every dollar I owe, but somehow they lose track of BILLIONS when it’s government spending.

“Trillions appear overnight for pandemics and wars, but there’s never money for our streets, our schools, or our towns — so where the hell is our money really going?”


https://x.com/MatrixMysteries/status/2020493327523848452

 :mrgreen:
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 07:28:35 pm »
Russia names three suspects in shooting of general

https://www.bbc.com/news/articles/cy7j6xe8862o

A grand super-impotência nem sequer consegue proteger os seus...
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Mundo / Re: Notícias sobre a OTAN
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 07:13:05 pm »
Quatro anos e 1,2  milhões de baixas, uma economia em ruínas, para quê?  ::)

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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Piadas e Anedotas
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 08, 2026, 06:57:17 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 06:54:34 pm »

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No entanto, temos que ser realistas. O orçamento não é ilimitado. As razões políticas e geo-estratégicas não podem ser "varridas debaixo do tapete".
Se aplicarmos a tua lógica de que "o F-35 é melhor e só devemos comprar o caça melhor, porque não fazê-lo põe os pilotos em risco" a todos os caças que Portugal já operou, faz sentido?

Não é comparável com o passado. Portugal quando não comprou o melhor caça da época, acabou por optar por um modelo muito mais barato. E quando eram em segunda-mão, eram baratérrimos, quase dados.

Actualmente fala-se numa alternativa pior (4.5G), que custa o mesmo que o modelo topo de gama (5G).

Isto é o equivalente a teres em cima da mesa a opção de um F-4 Phantom e do F-15, ambos custarem o mesmo, e ainda escolheres o F-

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No caso dos F-16 havia opções melhores, mais eficazes e mais caras. Será que a compra F-16 foi má e não prestou? Segunda a tua lógica, sim foi a decisão errada...

O único erro na escolha dos F-16 no início dos anos 90, foi a versão, por não termos optado pelo Block 40 ou mesmo Block 50.

De resto, foi a escolha que fazia mais sentido, não perdendo nada para os adversários.

Já o segundo lote, foi a opção óbvia, que pecou foi por tardia e pela demora na modernização. Claro que nessa altura o ideal se calhar teria sido aproveitar a "boleia" dos EAU e ir buscar 20 Block 60 novos. Mas o dinheiro não dava para tudo.

Podias depois era dizer que a FAP devia era ter 2 modelos de caças, que podiam ter sido F-16 e F-15. Mas os custos eram proibitivos.

Portugal sempre optou pelo caça que podia operar, que podia comprar (ou receber a baixo custo) que cumprisse minimamente os requisitos. Sempre foi o caso. Nunca tivemos caças "state of the art". O nosso ambiente operacional, o nosso teatro de operações é mais perigoso que os da Suécia, da França, da Espanha?

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Did Portugal ever field top‑tier fighter jets?
1. F‑84G Thunderjet (1953–1974)
Status at the time:

When Portugal received the F‑84G in the early 1950s, it was already becoming outdated in the US.

It was a modern jet for Portugal and a major leap from propeller aircraft, but not cutting‑edge by global standards.

Verdict: 
➡️ Not state‑of‑the‑art, but a solid first‑generation jet that gave Portugal real jet capability.

2. F‑86F Sabre (1958–1980)
Status at the time:

The F‑86F was a legendary fighter, but by the time Portugal got it (late 1950s), it was no longer the top dog.

The US and USSR were already moving to supersonic fighters (F‑100, MiG‑19, MiG‑21).

Verdict: 
➡️ Very capable, but not cutting‑edge when Portugal acquired it.

3. Fiat G.91 (1965–1993)
Status at the time:

A light strike/recon jet, not a high‑end fighter.

Useful for COIN and colonial war missions, but not a top‑tier air‑superiority platform.

Verdict: 
➡️ Not state‑of‑the‑art, but well‑suited to Portugal’s needs.

4. A‑7P Corsair II (1981–1999)
Status at the time:

A very capable strike aircraft, but not a fighter and not cutting‑edge by the 1980s.

Portugal got refurbished US Navy A‑7Bs.

Verdict: 
➡️ Strong strike capability, but not a top‑tier fighter.

5. F‑16A/B Block 15 (1994–present)
Status at the time:

When Portugal received its first F‑16s in the mid‑1990s, the Block 15 was not state‑of‑the‑art.

The cutting‑edge variants were Block 40/50 with LANTIRN, AMRAAM, and advanced avionics.

Verdict: 
➡️ Modern, but not top‑tier.


Dado os conflitos europeus com o 6 gen, apostar nisso ainda por cima como observador teso, tem tudo para correr mal...
A solução é clara, F-35A !

É sem dúvida a única escolha viável em termos técnicos...a não ser que nos queiramos juntar-nos ao projeto 5G russo  :mrgreen:
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Russia, Middle East mulling joint production of fifth-generation warplanes. https://tass.com/economy/2083533


Mas para comprarmos F-35, ignoramos as considerações geopolíticas?  ??? Se o teu vizinho ameaça-te, insulta-te, vais fazer um negócio de biliões com ele? Eu não, mando-o mamar na quinta pata do cavalo.  8)
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha Sueca
« Última mensagem por P44 em Fevereiro 08, 2026, 06:48:03 pm »
Saab in partnership with Babcockplc will offer the Arrowhead 120 frigate design for the Swedish Luleå class frigate competition. (More details to  follow next week)

The A-120 was originally developed for the UK Type 31 competition in 2017, but Babcock successfully pitched the larger Arrowhead 140 based on the Iver Huitfeldt frigate instead.

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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por LM em Fevereiro 08, 2026, 06:42:34 pm »
Se forem parecidos com os peruanos e implicar haver mais unidades de SSK... a tonelagem é o que menos me preocupa; alias presumo e confio que quem vive e gere a arma submarina perceba o que necessita e que o "óptimo é inimigo do bom".   
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 06:22:29 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 05:55:12 pm »

Nós já somos clientes da TKMS de longa data com as VDG e continuaríamos com as novas MEKO 200, na realidade a novidade aqui é a relação com FICANTIERI.
As VDG e BD têm pouco valor militar, se tivermos oportunidade de comprar a MEKO A-200 com condições vantajosas até 2030 poderíamos vender as VDG e BD pouco tempo depois das provas de mar das novas classes.
Eu não percebo porque, para equipamento novo surge sempre a questão das linhas logísticas quando isso não foi obstáculo no passado para as BD VS VDG. Corrijam-me se não estou enganado mas geralmente as VDG até continuaram a ter maior prontidão que as BD? (no sentido se a TKMS é um bom fabricante deveríamos continuar a ter meios desse fabricante, não?)

Nada contra a A200 nem a TKMS. Não seria uma má escolha em si. Apenas acho estranho enveredarmos por uma nova classe de fragatas logo após termos escolhido outra há tão pouco tempo?  ???  Mas se o negócio for bom...  :G-beer2:
Imagino que as chefias da Marinha vêm na conjuntura atual uma oportunidade única a não perder, com ameaças de dois lados, programa SAFE e outro SAFE 2.0 no futuro.

Não depender de apenas uma fonte para meios de combate principais nos três ramos das forças armadas, sejam fragatas, ou cacas, ou outros tem os seus benefícios, mas também tem um custo. Querermos apoiar e estabelecer boas relações com os aliados, tanto do norte como do sul também tem a sua lógica. Comprar Mistral 140 à França seria um esforço para agradar a todos os aliados principais, especialmente depois da não escolha das FDI.  c56x1

As BD foram uma compra de ocasião, se houvesse dinheiro e vontade, tínhamos comprado mais 2-3 Meko 200/360 e feito um MLU às atuais há 16-18 anos atrás...
Mesmo assim as BD têm mais em comum com as VdG do que as A200 terão com as FREMM EVO.

A Marinha tem um longo historial de ter mais que uma classe de fragatas (e estarem INOP por longos períodos por falta de pessoal, material, dinheiro, pecas e manutenção, etc.) , portanto nada de novo.  ::)  Não "apostar tudo no mesmo cavalo" tem a sua lógica, mas também tem um preço. Se houver de facto um aumento para 3,5% talvez possamos pagar a factura.

Quanto à questão da operacionalidade, VdG vs BD, acho que as BD têm sido "pau para toda a obra" ultimamente e as VdG andam desaparecidas (excepto a que está em MLU de momento).
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