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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Força Aérea Francesa
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:30:50 am »
Euronews followed a surprise military exercise that tested the French Air and Space Force’s ability to evacuate bases and remain combat-ready in case of an attack

https://www.euronews.com/2026/01/30/race-against-time-how-the-french-army-prepares-in-the-case-of-an-air-strike
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Se vierem os Typhoon para MR e os F-35 para Ovar, tem de ser construídos os HAS.


Absolutamente! E façam-nos já  nos números e com as dimensões necessárias para poderem albergar um GCAP, no caso de daqui a uns anos se optar pelo mesmo. Na BA5 mas não só
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Infelizmente foi atingida a base dos caças em Portugal, mas vejam o lado positivo de Portugal até ter um bom número de bases aéreas e permitir a dispersão dos seus meios aéreos, helicópteros, aviões de carga, de patrulhamento marítimo, pelo menos não estão os "ovos todos no mesmo cesto".

E existirem várias bases também pode permitir uma melhor salvaguarda das aeronaves pois podem ser enviadas para outra mais segura, neste caso isso não foi feito, mas acredito que foi porque a meteorologia não previu um temporal tão forte.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 12:02:03 am »
Vou inventar um bocado.

Gostava de ter um D.João II, com doca para levar lanchas de desembarque que possam desembarcar veículos, hangar para uns 4(?) Black Hawk e a pista de drones também dar para Black Hawk, para assim poderem operar vários Black Hawk em simultâneo.

Talvez o PNM de 9.000 ton desse para isto?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 30, 2026, 11:58:27 pm »
Acho que algum pessoal aqui está a exagerar, até parece que se perdeu metade dos F-16, há imagens de dois F-16 danificados e li nas notícias falarem de quatro. Mas ainda ninguém assumiu qualquer perda total, por isso pode até ser possível recuperar alguns ou todos.

Já vi F-16 a fazer aterragens em que partiam o trem todo com a pancada e ser tudo reparado.
Sei de um F-16 português que o piloto se ejectou no solo num exercício no estrangeiro, a cadeira de ejecção queimou todo o interior do cockpit, e foi tudo reparado.

Mas no pior cenário passamos de 28 para 24 F-16.

Demorado vai ser recuperar a base, se as capacidades de manutenção de motores, simuladores de voo, etc, tiverem sido muito danificadas.

Esta tarde estive próximo da BA5 para levar bens de primeira necessidade para os meus pais. Para conseguir carregar-lhe os telefones conduzi até à Base, e o nível de destruição é assustador. Centenas de árvores partidas, quase todas as estruturas com telhados de chapa destruídas, postes de eletricidade caídos... Até a capela está destruída.  :-\
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 30, 2026, 11:58:14 pm »
Para a semana o filme que vai estar em exibição em todas as BA's e unidades da Força Aérea será E Tudo O Vento Levou.

Sessões duplas em Monte Real.....  :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: C-295 M na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 30, 2026, 11:55:37 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Plataforma Naval Multifuncional
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 30, 2026, 11:51:43 pm »
O conceito, não o projecto definitivo.
Não me leves a mal, mas a MP não tem neste momento a engenharia necessária a desenvolver sozinha um projecto daquela envergadura.
E não o digo em tom crítico, apenas realista.
É o tipo de capacidade que demora décadas a conseguir.
A prova disso foi o projecto NPO2000 e todas as suas sucessivas falhas e alterações.
Ainda sabemos construir, e mesmo essa capacidade esteve perto de se perder.
Projectar... duvido muito.

Bem, sejamos francos: a Marinha não tem de saber desenvolver um projecto de construção de um navio. Para isso existem os estaleiros que têm essa capacidade. À Marinha exige-se, isso sim, saber muito bem o que quer e necessita, tomar decisões em parceria com o construtor e, naturalmente, acompanhar o processo de construção e fazer os ensaios e provas de mar quando da entrega dos meios.
Por acaso o Exército desenvolve projectos de construção de carros de combate? Ou da Força Aérea espera-se também que saiba construir um caça ou um helicóptero??

Até pode acontecer que haja alguém nos ramos com uma competência e dotes excepcionais - como houve no passado, com a construção das corvetas - mas não é esse o seu fim último.


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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 30, 2026, 11:30:24 pm »
Mas quanto às três bancarrotas causadas em 1977, 1983 e 2011 pelos desgovernos do PS não há nada a dizer.

Mas gosto particularmente das comparações dos tempos atuais com os tempos de Estado Novo, quando poderiam comparar a situação económica e social do Estado Novo, com as da 1ª Republica ou mesmo com os últimos anos da Monarquia.

Não houve bancarrotas. Deves estar a fazer confusão com as empresas do Trump.  8). https://www.snopes.com/news/2016/08/01/donald-trumps-bankruptcies/
Portugal não sofreu um incumprimento soberano no sentido estrito e técnico em 1977, 1983 ou 2011.
O que aconteceu nos três casos foi que Portugal perdeu o acesso aos mercados financeiros e teve de solicitar resgates ao FMI (e mais tarde à UE) para evitar um incumprimento efetivo.
Cada crise teve causas estruturais diferentes, mas todas partilharam o mesmo padrão: choques externos + desequilíbrios internos + crescimento fraco + restrições fiscais/monetárias.

Não houve incumprimento. Para perceber a diferença é ver os casos da Rússia e da Argentina.
O último incumprimento da Rússia ocorreu em 2022 devido a sanções que bloquearam os canais de pagamento, enquanto a Argentina já declarou moratória por diversas vezes, sendo a mais famosa em 2001 — o maior incumprimento soberano da história.

Os casos de 1977 e 1981 com certeza que nada tinham a ver com o rescaldo da política ignorante, estéril e miópica do estado novo durante décadas e 13 anos de guerra "orgulhosamente sós" e teimosamente estúpidos que consumia 40% do orçamento de estado?
Vamos analisar bem os detalhes:
Resgate do FMI em 1977: causa: choque petrolífero + instabilidade pós-revolução (idiotas extremistas tanto da esquerda como da direita) + défice externo (FMI)
Resgate do FMI em 1983: Segundo choque petrolífero + inflação + fragilidades estruturais (FMI)
Resgate da UE/FMI em 2011: Crise económica mundial, crise da zona euro + década de estagnação + dívida elevada (UE, BCE, FMI).

Atualmente a classificação de crédito de Portugal é A+ pela S&P e A3 pela Moody’s, indicando uma melhor situação financeira em comparação com a Rússia, este país exemplar dos tó-tós da extrema direita.
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Mundo / Metais Preciosos e Terras Raras
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 30, 2026, 11:19:45 pm »
Derrocada nos metais preciosos. Prata afunda 22% e ouro já cai mais de 11%

Os metais preciosos estão a perder bastante terreno, com destaque para a prata, que ontem tinha atingido um máximo histórico acima de 121 dólares. Já o ouro perde mais de 10%.



 A prata está a viver uma sessão de fortes quedas. O metal precioso segue a mergulhar 22,1% para 90,20 dólares por onça, naquela que é a maior queda diária desde 2008.

Este “selloff” estendeu-se aos restantes metais preciosos, com destaque para o ouro, que recua 11,40% para 4.762,73 dólares por onça, naquela que é a descida mais acentuada desde a década de 80.

Já a platina cai 16% e se fechar com este nível de perdas será um recorde diário de queda. Nos metais industriais, o cobre segue a desvalorizar em torno de 4%, depois de ter ontem atingido um máximo histórico acima dos 14.000 dólares por tonelada.

A prata, depois de registar uma subida em torno de 150% em 2025, arrancou este ano com a mesma força, numa corrida desenfreada até à meta dos 100 dólares por onça, que atingiu — e superou — a 23 de janeiro. Mas não se ficou por aí e foi continuando a ganhar terreno. Na sessão de ontem, 29 de janeiro, marcou um novo recorde, nos 121,65 dólares. 

 No ano passado, a procura de metais preciosos pelos investidores foi muito visível, com o estabelecimento de recordes sucessivos no ouro, prata e também platina. A tendência acelerou neste mês de janeiro, numa altura em que os investidores foram apostando mais em ativos-refúgio devido aos receios em torno de um “debasement” do dólar e da independência do banco central dos EUA, bem como das tensões comerciais e geopolíticas.

No entanto, a sessão desta sexta-feira está a ser de forte derrocada, muito à conta do nome indicado por Donald Trump para ser o próximo presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, Kevin Warsh – o que deu um impulso ao dólar, moeda em que são denominados os metais preciosos e industriais.

A apreciação da nota verde minou o sentimento entre os investidores que estavam a aplicar mais dinheiro em metais depois de o Presidente dos EUA ter sinalizado a disposição para deixar a moeda enfraquecer.

 E poderá a debilitação dos metais preciosos prosseguir? No caso da prata, a equipa Markets 360, do BNP Paribas alertava, numa análise ao comportamento da prata feita em inícios deste ano, para o facto de o nível dos 100 dólares poder não ser sustentável depois de ser atingido.

Essa sustentabilidade está em causa precisamente porque a equipa de estrategas e economistas do banco francês previa uma correção para breve, atendendo a que a escassez física do metal parece estar a dar sinais de alívio.

Além disso, “estamos céticos quanto à imposição de tarifas dos EUA sobre as importações de metais preciosos, não vemos restrições às exportações chinesas de prata, apesar de um novo regime de licenciamento de vendas ao exterior, e consideramos que a questão da colateralização da prata na Índia como fonte de suporte dos preços já tenha chegado ao fim”, escreveram os analistas do BNP Paribas no “research” a que o Negócios teve acesso.

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/materias-primas/detalhe/prata-afunda-mais-de-22-e-a-maior-queda-diaria-desde-2008#loadComments
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