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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Subsea7 em Fevereiro 04, 2026, 11:52:59 pm »
Não vejo problema de virem as 3 FREEM e 3 ou 4 MEKO A200, ou mesmo as EPC...
3,5 % do PIB permite isso...
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por sivispacem em Fevereiro 04, 2026, 11:48:50 pm »
14.000 t de deslocamento??? Mas isso passa no canal do Alfeite?!?!?!  :mrgreen:
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Expansão portuguesa
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 04, 2026, 11:02:40 pm »
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: O melhor caça da Luftwaffe em 1944?
« Última mensagem por Apone em Fevereiro 04, 2026, 11:01:24 pm »
Focke-Wulf Fw 190 “Dora” – Opiniões dos pilotos (Episódio 3)

Em Setembro de 1944 a Jagdwaffe atravessava um ponto crucial da sua existência, sob pressão de uma enorme lista de prioridades e enfraquecida por deficiências fora do seu controlo.  Sem alternativas, os pilotos de caça alemães continuaram a batalhar com determinação, geralmente de aeródromos rudimentares com escasso apoio de manutenção, contra um inimigo significativamente mais poderoso e com reservas e recursos que a Luftwaffe apenas podia sonhar.  O Major Hans-Ekkehard Bob, que comandava na altura o segundo gruppe da JG 3 em Evreux, equipada com o venerável Messerschmitt Bf 109G, relembra a constante presença de caças inimigos;

“Por vezes éramos atacados logo na descolagem, o que acabava por bloquear completamente a pista.  A nossa situação era péssima.  Calculávamos que o adversário gozava de uma vantagem de 10-para-1 em caças.  As nossas operações eram, sem exagero, um mero exercício de auto-preservação.”

Outro experiente piloto de Bf 109G, o Sargento Herbert Kaiser, que serviu na JG 1, recorda;

“Éramos obrigados a descolar em pequenas formações, geralmente dois ou quatro aviões, para fugir aos caças Aliados que patrulhavam directamente sobre os nossos aeródromos.  Para atingirmos o alvo tínhamos de voar por entre montes e vales aproveitando qualquer cobertura disponível.  Ao voar a apenas uns metros do chão evitávamos o radar inimigo mas também aumentavam as hipóteses de nos espetarmos contra uma montanha.  Só ganhávamos alguma altitude ao atingir o ponto de ataque.  As probabilidades de sobrevivência eram fracas, podíamos contar pelos dedos de uma mão quantos dias poderíamos durar.” 

Extraordinária foto de um Focke-Wulf Fw 190D-9 em pleno mergulho a alta velocidade após um ataque a um bombardeiro médio Martin B-26 Marauder da Nona Força Aérea, poucos instantes após a largada de bombas, durante uma intercepção em 1944.     


O quarto gruppe da JG 3 começou a receber os “Dora” em Fevereiro de 1945, pouco depois do Tenente Oscar Romm ser promovido a comandante;

“A primeira vez que vi o “Dora-9” foi em Dezembro de 1944 em Stargard, perto de Stettin, tinha acabado de ser entregue da fábrica da Focke-Wulf em Marienburg.  Eu estava ansioso de receber estes aviões porque era óbvio que muito brevemente estaríamos a lutar em duas frentes; por um lado contra os Russos e, no outro, os Ingleses e Americanos.  E o “Dora” seria o avião ideal para os enfrentar.  Consegui equipar um staffel completo (cerca de 12 caças) e uns poucos mais de reserva.  Salvamos alguns aviões de bases prestes a ser conquistadas pelo inimigo, apesar dos riscos envolvidos.  Todos os nossos “Dora” estavam equipados com o motor Jumo 213A e injecção de água-metanol MW 50, capaz de atingir 2240cv.  Como caça de superioridade aérea manobrava melhor que o Fw 190A e era mais rápido em todos os regimes.  Durante combates entre os 3000-7300 metros, usual contra os Russos, o “Dora” conseguia manter curvas apertadas em potência sem perder velocidade.  No anterior Fw 190A era necessário reduzir a velocidade para “puxar” melhor em curva.  No mergulho, a aceleração do motor Jumo do “Dora” era muito superior á do “190A”; podia deixar os Yakovlev Yak-3 e Yak-9 Russos literalmente “pendurados”.”

Outro piloto com vasta experiência, o Tenente Hans Hartings, descreveu assim as dificuldades em combater o P-51 Mustang:

“Atacar um P-47 era uma coisa, mas o P-51 era um problema muito diferente.  Mesmo um piloto fenomenal não conseguia fugir de um Mustang em curva com o ‘190’.  Está fora de questão.  Eu tentei.  Fora de questão.”

O piloto Heinz Gehrke da JG 26 elogia a velocidade e o avançado sistema eléctrico do Fw 190 embora continuasse a preferir o Messerschmitt Bf 109;

“O “Dora” era um pássaro selvagem.  Tudo era eléctrico.  Trem de aterragem, flaps, compensadores, tudo accionado por simples interruptores ou botões.  Ah, e o pássaro era veloz!  No Bf 109, totalmente armado e equipado, conseguia atingir 500-520km/h a baixa altitude – o D-9 era uns bons 50-60km/h mais rápido.  Mesmo assim, em termos de prazer de pilotagem preferia o Messerschmitt, apesar de todos os problemas na descolagem e aterrarem.”   

Durante Agosto o Terceiro Exército do General Patton irrompeu pela França e perseguiu os sobreviventes da Werhmacht até às fronteiras do Reich enquanto o Sexto Exército se aproximava pelo Sul, seguindo a fronteira da Suíça.  E com o enorme sucesso da ofensiva Soviética em Julho-Agosto na Operação Bagration, os Alemães viam-se completamente cercados e com poucas opções.


Terminamos com o relato do Tenente Karl-Heinz Ossenkop, um jovem piloto destacado para a elite JG 26 em Agosto de 1944, “fresco” da unidade de treino operacional JG 103.  Ossenkop representava o típico jovem piloto da Jagdwaffe, obrigado a aprender rapidamente, e em condições desfavoráveis, a melhor forma de defender os céus da Alemanha – e sobreviver.  Em inferioridade numérica e com constantes mudanças de base, era um período desmoralizante, com poucas razões para celebrar ou manter o optimismo.  Assim que chegou á JG 26, Ossenkop foi destacado como “asa” de um piloto veterano que o aconselhou a manter-se sempre bem colado a ele, olhar constantemente para trás e nem sequer pensar em atacar o inimigo durante as primeiras seis semanas.  Ganhar experiência era a chave da sobrevivência, não a busca de glória.  Sensatamente, Ossenkop prestou atenção.  Em Dezembro a JG 26 recebeu os primeiros “Dora-9”, conforme o próprio relembra;

“Fiquei impressionado com a qualidade de construção dos novos aviões.  As junções dos painéis de alumínio eram muito lisas, o que ajudava a reduzir o arrasto aerodinâmico.  Os aviões construídos na fábrica em Sorau eram, na minha opinião, os melhores.  O meu “Preto 8” (Schwarz-8), com o sistema MW 50 e sem nenhuma carga externa, atingia 600km/h a 20-30 metros do altitude.  Comparado com o Fw 190A-8, o “Dora”; 1) era mais rápido e atingia maior altitude; 2) usufruía de melhor visibilidade, devido á canópia em “bolha”; 3) era mais silencioso – o motor Jumo vibrava muito menos do que o radial BMW 801; 4) manobrava melhor no plano horizontal e em ângulos de ataque elevados; 5) sofria menor efeito de “torque”; e 6) a autonomia era superior.

“Sim, inicialmente tínhamos as nossas dúvidas mas assim que ganhamos confiança no Fw 190D sentimos que podíamos lutar de igual-para-igual contra os Aliados e até, em certas situações, superiorizarmo-nos em combate.  Por exemplo, frente ao Hawker Tempest, o “Dora” subia e acelerava melhor, era praticamente igual em manobras a baixa altitude mas no mergulho o Tempest era superior.  Acontecia o mesmo contra o enorme P-47 Thunderbolt; o nosso “Dora” era superior em curva, subida e velocidade em voo nivelado mas totalmente batido em voo de mergulho.  Nunca tentem fugir de um P-47 em mergulho.  Nunca.”


O Tenente Karl-Heinz Ossenkop da JG 26 voou com o Fw 190 “Dora” durante os últimos meses da guerra, incluindo na malfadada Operação Bodenplatte, a última cartada ofensiva da Luftwaffe.  Nessa missão o leme e estabilizador horizontal do “Dora” de Ossenkop ficou em farrapos após um “encontro imediato” com a hélice…. de outro “Dora”!  Conseguiu regressar, a muito custo, á base em Twenthe onde fez uma aterragem de emergência. 


Com a produção a bom ritmo e a recepção entusiástica dos pilotos garantida, restava agora ao Fw 190D demonstrar real capacidade em acção.  Mas como seria o dia-a-dia operacional de uma unidade de caça da Luftwaffe em finais de 1944?
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Mundo / Re: Metais Preciosos e Terras Raras
« Última mensagem por MMaria em Fevereiro 04, 2026, 10:55:01 pm »
Brasil avalia planos dos EUA para aliança de minerais críticos

País participou de reunião em Washington em que J.D. Vance apresentou plano para reunir aliados; governo diz estar aberto, mas quer contrapartidas e valor agregado.
...
Sem responder diretamente sobre a reunião nesta quarta-feira, a pasta [Min. Minas e Energia] afirmou ainda que a atuação brasileira é pautada pelo fortalecimento da cooperação ​internacional, pela atração de investimentos, ⁠pelo desenvolvimento tecnológico e ⁠industrial no país e pela inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, em diálogo com diferentes ‌parceiros, incluindo Estados Unidos, União Europeia, China e outros atores estratégicos.
...
https://www.infomoney.com.br/mundo/brasil-avalia-planos-dos-eua-para-alianca-de-minerais-criticos/

Sds
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Subsea7 em Fevereiro 04, 2026, 10:30:53 pm »
Efetivamente a Marinha, volta a estar de olho no Mistral 140, enquadrável num SAFE 2.0....Ficando opções turcas e coreanas em 2º plano...
Será?
Aguardar ....
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Red Baron em Fevereiro 04, 2026, 10:29:09 pm »
Eu tambem gostava de ter um ferrari?

Preciso? Não
Tenho como pagar? Não
Tenho como manter? Não

Mas que é muita giro é  c56x1

Quero correr em Le Mans
Contrato pilotos,mecânicos e engenheiros.
Construo a fabrica da equipa.
Mas depois não compro os motores para o carro porque são muito caros.

 c56x1
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Pilotasso em Fevereiro 04, 2026, 10:21:14 pm »
Vocês não podem ter um cartão de crédito... :feliz:
não há fome que não dê em fartura  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 04, 2026, 10:09:27 pm »
Vocês não podem ter um cartão de crédito... :feliz:
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Pilotasso em Fevereiro 04, 2026, 10:00:39 pm »
Com a visita do Mistral, o sonho molhado da MGP voltou ao de cima...Não era mau BHP 140...

Seguiram do Alfeite 2 autocarros cheios para ir espreitar o bicho à Rocha do Conde d'Óbidos.



Isso sim seria uma grande aquisição a fazer a França, e colocava Portugal num patamar não desprezável entre as marinhas europeias.
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