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Força Aérea Portuguesa / Re: Notícias da FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 09:21:58 am »
Defesa, transparência e interesse nacional: o teste à ambição portuguesa

https://www.dn.pt/opiniao/defesa-transparncia-e-interesse-nacional-o-teste-ambio-portuguesa
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 08:11:39 am »
Põe mais tabaco nisso...😂

KF-21? Eu, que sempre bati na tecla do caça europeu?

Fui sempre contra a vinda do F35 sem condições e negociação convenientes. BA4...

Defendi sempre ser impensável o F35 como único caça da FAP. E muito menos que fosse "a única hipótese".

Que Portugal deveria priorizar modelos europeus, entre eles o GRIPEN, sobretudo como segundo caça, e apenas se o negócio for apelativo. Seja economicamente, seja por trazer algo "agarrado" dos suecos, que destaco o AEW&C, G6....

A história do motor, fake ou não,  não coloca a dependência operacional do GRIPEN em patamares sequer comparáveis ao F35. Mas mesmo assim,  se tal poderá efetivamente por em causa a sua utilização futura é simples... risca.

Sempre questionei (e questiono) a supremacia tão alargada propagandeada do F35 relativamente aos caças europeus, sobretudo nos TO's com maior probabilidade de se efetivarem nas nossas FA's.

Deves estar a confundir-me com alguém, mas não há problema.
Abraço
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:27:42 am »
Antes tínhamos 5 fragatas. As Bartolomeu Dias e as Vasco da Gama. 5!

Actualmente e fruto das circunstâncias, podemos especular que teremos como certas 6? Será
esse o valor mínimo? 7 não?

Antes tínhamos 7 fragatas e 10 corvetas.  :mrgreen:

E a partir de 1980 das 7 fragatas tinha 4+1
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: ARMADA AUSTRALIANA
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:26:35 am »


 At the Indo-Pacific 2025 naval exhibition in Sydney, Rear Admiral Stephen Hughes, Head of Navy Capability for the Royal Australian Navy (RAN), outlined a strategic pivot toward a more automated and lethal surface fleet. Central to this vision is the acquisition of 11 Upgraded Mogami-class frigates from Mitsubishi Heavy Industries (MHI), a deal valued at approximately $10 billion (AUD).

As the RAN prepares for its lowest hull count since World War II, dropping to nine vessels during the transition, Hughes emphasized that the move is an exchange of "quantity for high-end capability."

Rear Admiral Hughes identified four pillars that will define the RAN’s capability through the 2030s: 🔻

📌 Surface Combatants: Transitioning from the aging Anzac-class to the Mogami and Hunter-class fleets.

📌 Submarines: Sustaining the Collins-class while integrating nuclear-powered AUKUS assets.

📌 C5I: Enhancing Command, Control, Communications, Computing, Intelligence.

📌 Autonomy: Rapidly scaling the Ghost Shark (UUV), Speartooth (LUUV), and Bluebottle (USV) programs.

The Upgraded Mogami-class frigate (or "New FFM") is a generational leap for the Royal Australian Navy, providing a "1-for-1.5" capability boost over the aging Anzac-class. By doubling the displacement to 6,200 tonnes, the Mogami significantly increases both firepower and endurance. 🔻

📌 Massive Arsenal: Its 32 "Strike Length" cells can house a mix of long-range Tomahawk cruise missiles or up to 128 ESSM Block 2 interceptors, offering far superior air defense and strike options.

📌 Smart Design: Advanced automation, including a 360-degree augmented reality "Advanced Integrated CIC", cuts the required crew in half. This directly addresses Australia’s naval recruitment challenges.

📌 Persistence: With a 10,000-nautical-mile range and high mechanical reliability, these ships are designed to remain on station in the Indo-Pacific for nearly 10 months of the year.

While utilizing a Japanese hull and sensor suite, including the UNICORN integrated mast and OPY-2 AESA radar, the Australian variants will be customized with Western weaponry: 🔻

📌 Air Defense: ESSM Block 2 and SeaRAM.

📌 Surface Strike: Naval Strike Missiles (NSM).

📌 Anti-Submarine: Mark 54 Lightweight Torpedoes.

📌 VLS Capacity: The 32-cell "strike length" silos provide the latent capability to carry Tomahawk cruise missiles or SM-6 long-range interceptors.

Transition and Industrial Plan: The "no-change" requirement for the first vessels is designed to prevent "customer-injected" delays, ensuring the first delivery remains on track for 2029. 🔻

📌 Global Build: The first three ships will be built at MHI’s Nagasaki shipyard in Japan to secure early production slots.

📌 Sovereign Build: The remaining eight ships will be constructed at the Henderson Defence Precinct in Western Australia under a Strategic Shipbuilding Agreement with Austal.

📌 Maintenance Synergy: Australia will "ingest" the Japanese data-driven maintenance system, allowing for real-time monitoring of gas turbines and diesels across a combined fleet of over 35 vessels between the two nations.

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LightningBolt em Hoje às 06:44:41 am »
Gostaria que fossem 7 (novas se possível) e 3 Submarinos KSS-III ou HDS-2300.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 05:36:47 am »
Antes tínhamos 5 fragatas. As Bartolomeu Dias e as Vasco da Gama. 5!

Actualmente e fruto das circunstâncias, podemos especular que teremos como certas 6? Será
esse o valor mínimo? 7 não?

Antes tínhamos 7 fragatas e 10 corvetas.  :mrgreen:
Mas algumas delas não eram assim tão bem armadas...

Detalhes insignificantes...  :mrgreen: 
As próximas 17 serão mais bem armadas.  8)
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Portugal / Re: Relações Externas de Portugal
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 05:30:29 am »
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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 05:26:23 am »
La Brigada Paracaidista presenta al Ejército portugués el vehículo Vamtac aerolanzable

Citar
Esta versión, con dos configuraciones, se emplea para el transporte y municionamiento del obús Light Gun

Representantes del Ejército de Tierra portugués han tenido la oportunidad de conocer de primera mano las capacidades del Vamtac ST5 en su versión aerolanzable que utiliza la Brigada Paracaidista del Ejército español.

En concreto, el Grupo de Artillería de Campaña (Gacapac) VI de la Bripac ha presentado a artilleros paracaidistas lusos este vehículo fabricado por la española Urovesa. Esta versión está diseñada para el transporte y municionamiento del obús Light Gun L-118.

Por un lado está la configuración de transporte de munición que cuenta con cabina simple. La parte posterior del vehículo está reservada a los proyectiles. Y por otro lado una variante diseñada para el arrastre de la pieza con cabina doble que permite el traslado de la dotación de la pieza y dispone de los implementos necesarios para el transporte del obús. La principal característica de estos vehículos es que son aerolanzables.

Este tipo de presentaciones forma parte del amplio calendario de actividades bilaterales en el que los ejércitos de España y Portugal intercambian conocimientos y experiencias en ámbitos muy diversos (logística, entrenamiento, simulación...).

Entre las acciones programadas cada año se encuentra, por ejemplo, la formación de las tripulaciones de los carros de combate Leopard 2A6 lusos en los simuladores de las brigadas donde el Ejército de Tierra española opera este mismo carro en la versión 2E.
Vamtac lusos

El Ejército de Tierra portugués ya conoce bien el vehículo español. Urovesa suministró una flota de 139 vehículos Vamtac en distintas versiones entre 2018 y 2021, a través de un contrato de 60 millones de euros, gestionado por la Agencia de Adquisiciones de la OTAN (NSPA).

Portugal adquirió cuatro versiones diferentes del Vamtac: transporte de tropas (107), puesto de mando (7), evacuación médica (13) -en dos configuraciones, ambulancia y equipo de médico de emergencia-, y operaciones especiales (12). Estos vehículos han participado en despliegues internacionales en República Centroafricana y más recientemente en la misión de la OTAN en Eslovaquia que lidera España.

Portugal también ha elegido este vehículo como la plataforma para su nuevo sistema móvil de defensa aérea de baja cota, el Forceshield de Thales. Esta solución incluye lanzadores de misiles Starstreak y LMM sobre Vamtac, además de radares, mando y control y comunicaciones.

 
https://www.infodefensa.com/texto-diario/mostrar/5748321/brigada-paracaidista-presenta-ejercito-portugues-vamtac-aerolanzable
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 05:22:50 am »
Antes tínhamos 5 fragatas. As Bartolomeu Dias e as Vasco da Gama. 5!

Actualmente e fruto das circunstâncias, podemos especular que teremos como certas 6? Será
esse o valor mínimo? 7 não?

Antes tínhamos 7 fragatas e 10 corvetas.  :mrgreen:
Mas algumas delas não eram assim tão bem armadas...
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Indústrias de Defesa / Re: OGMA
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 05:10:49 am »
AXISCADES Signs Strategic Partnership With OGMA Portugal to Expand Aerospace and Defence MRO

https://angelnews.in/stocknews/axiscades-ogma-strategic-partnership-aerospace-defence-mro/
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