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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 20, 2026, 06:53:03 pm »
Sem perceber como vão ser as EPC é complicado fazer cenários; mas parece-me que 3 FREMM Evo como "hight" e 3 EPC como "low" (e 3 submarinos + 6 NPO 3S) já é um salto gigantesco. É suficiente? depende se é como vê a marinha, como nós vemos, como vê o Ministério das Finanças, de como vê o eleitor.

Pois aí está o grande incógnito. Quais os planos da Marinha (que devem ter em conta com certeza os requisitos da NATO). O meu cenário proposto de 3 FREMM mais 3 ou 4 MMPC foi feito tendo em conta a miséria de meios a que nos habituamos. 3 FREMM +  3 ou 4 MMPC e 10 NPOs é um salto enorme mesmo assim. Mas como estamos em tempos de vacas gordas e ameaças tanto de leste como de oeste  ::) e vislumbra-se um SAFE 2.0, e se calhar um SAFE 3.0 se o tiririca se lembrar de querer anexar outro território europeu que não lhe pertence  :mrgreen:  Vamos pensar como ricos  :mrgreen: :

3 FREMM novas, + duas ou mesmo três FREMM novas e / ou uma combinação de novas e usadas com MLU no SAFE 2.0.
Questiono neste caso a necessidade de EPC/MMPC a curto prazo, a não ser para ir substituindo os NPO1S/2S lá para os lados de 2035 e além....

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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 20, 2026, 06:52:37 pm »
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.

Excepto provas cabais do avanço da construção... uma fotucha, 2 linhas de informação, será pedir muito??
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por LM em Janeiro 20, 2026, 06:37:46 pm »
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LM em Janeiro 20, 2026, 06:32:30 pm »
Sem perceber como vão ser as EPC é complicado fazer cenários; mas parece-me que 3 FREMM Evo como "hight" e 3 EPC como "low" (e 3 submarinos + 6 NPO 3S) já é um salto gigantesco. É suficiente? depende se é como vê a marinha, como nós vemos, como vê o Ministério das Finanças, de como vê o eleitor.   
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 20, 2026, 05:58:58 pm »
1. Marinha — 3,55 mil milhões de euros

2 fragatas (classe FREMM EVO)
Custo: 1,8–2,0 mil milhões de euros

3 MMPCs (família EPC) *   ou possivelmente SAMP/T para a FAP
Custo: 750–900 milhões de euros

1 novo submarino (SSK) totalmente financiado + 1 opção
Custo: 900 milhões de euros

Candidatos: Type 214/212CD, Scorpène, HDS-1500

Pacote USV/UAV
Custo: 80–120 milhões de euros

Subtotal da Marinha: 3,55 mil milhões de euros

2. Exército — 1,15 mil milhões de euros

1-2 baterias MLRS (K239 Chunmoo)
Custo: 225M a 450M de euros
6-8 ou 12–16 lançadores
Apoio de fogo profundo apoiando ambas as brigadas FT2045


Sistema de defesa antiaérea em camadas (IRIS-T SLM + Stinger ou Mistral/Skynex)
Custo: 400–500 milhões de euros
Médio alcance + SHORAD/C-RAM
Função: defender Lisboa, bases-chave e brigadas destacadas

Contra-UAS + Guerra Electrónica
Custo: 150–200 milhões de euros
Sistemas de proteção de brigada e de base

Mobilidade Protegida (Boxer)
Custo: 150–200 milhões de euros
mais Artec Boxer
Função: colmatar as restantes lacunas de mobilidade na frota Boxer

Subtotal do Exército: 1,15 mil milhões de euros

3. Força Aérea — 800 M€
Aeronaves de Patrulha Marítima (MPA)
Custo: 250–350 milhões de euros
ATR-72 MPA ou Airbus A320 MPA

UAVs MALE
Custo: 200–300 milhões de euros
Eurodrone ou Falco Xplorer


Entrada no programa de caças
Custo: 200–250 milhões de euros
Rafale / Eurofighter / Gripen E / KF-21

SAMP/T. 800-900M. *. em lugar dos MMPC da Marinha

Subtotal Força Aérea: 800 M€. (ou 1,7MM)

EMGFA, projetos transversais aos ramos, uso comum — 300 M€

Produção de munições
Custo: 100–150 milhões de euros
155 mm, 120 mm, 40 mm, armas ligeiras

Modernização da MRO naval e aérea
Custo: 120–150 milhões de euros
Manutenção para fragatas, MMPCs, SSKs, MPA

Infraestrutura conjunta C4ISR
Custo: 50–80 milhões de euros
Rede de comando segura e interoperável com a NATO

Subtotal Transversal: 300 M€

Total do SAFE 2.0: 5,80 mil milhões de euros
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 20, 2026, 05:44:10 pm »
É um facto que umas fremm usadas era a melhor solução mas não deve existir tripulações. As EPC vão ter vários "sabores" no nosso caso só fará sentido umas bem equipadas porque já temos os NPOS...
Em 2035, os NPO mais recentes 1S e 2S, terão quase 20 anos e os mais antigos quase 30… seria recomendável vendê-los enquanto valem alguma coisa e substituí-los por 4 EPC em configuração de patrulha.

Quanto à questão das tripulações, é um problema em 2026, só o será em 2036 se quiserem, i.e., não investirem em RH qualificados e devidamente remunerados.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 20, 2026, 05:37:42 pm »
É um facto que umas fremm usadas era a melhor solução mas não deve existir tripulações. As EPC vão ter vários "sabores" no nosso caso só fará sentido umas bem equipadas porque já temos os NPOS...
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 20, 2026, 05:24:26 pm »
Já aqui existe boas ideias vou só juntar algumas penso serem positivas

Exército:

- Comprar a licença da Scar e produzir em portugal substituição de todas G3 com estas serem reservas de guerra.

-Continuar com o Programa do boxer com a compra de mais variantes incluindo o Skyranger.

- Reservas de munição de artilharia, mísseis anti aéreos,  anticarro,  etc em quantidade industrial!


Força aérea:

- compra de um caça europeu me parece inevitável dado os episódios recentes estamos a falar de chantagem o que se nos torna um alvo  mais fácil se dependemos de fornecimento de manutenção de um único caça...

- Continuação com o projecto dos satélites aumentando a ambição do programa.

- Defesas anti aéreas e electrónicas para todas as bases importantes.

- Reservas de mísseis europeus.


Marinha

- EPCs ( sem aumento dos efectivos da marinha é a solução mais racional e se for necessário reduzir os NPOs)

- Submarinos (existe a possibilidade para o safe2 mais países entrarem nesse programa a Coreia é um deles...)

- Veículos anfíbios para os fuzileiros para juntar ao futuro navio anfíbio aqui falado...
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 20, 2026, 05:23:42 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
Vai ser muito difícil o GCAP falhar… se fossem só europeus, talvez, mas com o Japão e, possivelmente, Canadá e Austrália ao barulho, duvido… quanto aos outros, concordo que se corre o risco de a montanha parir um rato…
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 20, 2026, 04:56:45 pm »
Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)

Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros

Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?

Esqueci-me de uma coisa que é muito necessária em caso de conflito na Europa: guerra de minas!

Precisamos de minas, de equipamentos de lançamento de campos de minas e, claro está, de desminagem.
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