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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Bubas em Janeiro 29, 2026, 08:09:53 pm »
Poderíamos discutir filosofias de sistemas em vez de aviões em particular?
O que estaríamos a comprar ao escolher um avião?
O sistemas futuros serão ecossistemas e não apenas máquinas. Quem tem a filosofia que melhor se adapta a Portugal?
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 29, 2026, 07:58:49 pm »
Marinha vai receber 12 novos navios nos próximos cinco anos num esforço de modernização

Nuno Melo fez questão de assinalar que o esforço do Governo não se resume a estas duas embarcações.

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, destacou esta quinta-feira que a Marinha vai receber, até 2030, doze novos navios, entre reabastecedores, porta-drones e fragatas, num esforço que pretende construir o ramo "dos próximos trinta anos".

Durante a cerimónia que assinalou o início da construção do primeiro de dois navios reabastecedores e logísticos, que vão ser construídos nos estaleiros da ADA, na Turquia, Nuno Melo fez questão de assinalar que o esforço do Governo não se resume a estas duas embarcações

"Nos próximos cinco anos, até ao final da década, em 2030, serão entregues à Marinha doze novos navios, não é coisa pouca", sublinhou o governante.

Nuno Melo enumerou o porta-drones D. João II, que está a ser construído na Roménia e será entregue em 2026, os Navios de Patrulha Oceânico (NPO's), cuja primeira embarcação vai chegar em 2027, o primeiro reabastecedor logístico em 2028, a primeira de três fragatas de nova geração em 2029 e "as restantes" até ao final da década.

"Este é um ímpeto reformista que a Marinha vem imprimindo a si própria, que a tutela vem executando do lado da Marinha desde o primeiro dia", sublinhou o ministro.

Nuno Melo fez questão de salientar que, "num momento em Portugal realiza o maior investimento em democracia no equipamento e modernização das Forças Armadas" -- com verbas avultadas de diversas frentes, que incluem Lei de Programação Militar (5,5 mil milhões de euros até 2034), SAFE (empréstimos europeus de 5,8 mil milhões), além do Orçamento do Estado (3,7 mil milhões) -- "é mesmo muito importante que os portugueses compreendam que este esforço é estratégico e é de interesse nacional".

O Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante Nobre de Sousa, afirmou que, apesar de Portugal estar a adquirir dois navios reabastecedores logísiticos, pretende continuar com o projeto de construção do navio polivalente logístico, que se mantém no sistema de forças, por se tratarem de "capacidades diferentes".

Ainda não há prazos previstos para este projeto, que deverá ser revisitado no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM).

Sobre a LPM, Nuno Melo adiantou que o Governo pretende criar um grupo de trabalho "transversal", com representantes dos ramos das Forças Armadas, da Secretaria Geral de Defesa e Direção-Geral de Política de Defesa Nacional, à semelhança do que foi feito para a escolha dos investimentos do SAFE, empréstimos europeus.

https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/marinha-vai-receber-12-novos-navios-nos-proximos-cinco-anos-num-esforco-de-modernizacao
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 29, 2026, 07:31:00 pm »


Os KC390 já temos.  :mrgreen:
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Exército Português / Re: Notícias do Exército Português
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 29, 2026, 07:20:18 pm »
O que é feito do Regimento de Apoio Militar de Emergência, criado há 10 anos?

Não era para situações como a que estamos a viver?

https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/nuno-melo-as-foras-armadas-esto-empenhadas-no-apoio-populao
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 29, 2026, 06:11:44 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 05:52:00 pm »
Quantas tempestades com ventos desta categoria temos em Portugal?
A própria tempestade evolui de forma galopante e, para azar da FAP,  passou em cheio na Base.
Os F16 atingidos estavam num hangar de manutenção,  alguns deles parcialmente desmontados. Um deles nem tem motor.
Não sendo impossível de evitar, convenhamos que também não deveria ser fácil fazê-lo.
Faz-me lembrar uma famosa tempestade que presenciei no dia de Natal, há mais de 30 anos, e que atingiu particularmente o porto de Ponta Delgada. 
Perderem-se sete barcos/navios e só se salvaram os que conseguiram abandonar o porto no último momento e sob condições que nunca mais vi.
Um fenómeno raro, localizado,  praticamente imprevisível, que só não teve piores consequências por sorte.
Aqui parece-me que foi o mesmo, ganhou força ao invés de perder como é costume ao se aproximar do continente.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 29, 2026, 05:47:58 pm »
Entretanto, a caravana passa.. fica bem…

Como diz o outro: "Contra factos, não há argumentos!"
Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 29, 2026, 05:43:46 pm »
São pelo menos quatro os F16 atingidos pela tempestade. Danos de milhões na base de Monte Real

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Os danos devido à tempestade Kristin ocorreram quando os fortes ventos 'rebentaram' os grandes portões do hangar, que caíram em cima de duas das aeronaves de supremacia e defesa aérea. Um terceiro foi empurrado pelo vento para cima do nariz do quarto F16. O CM sabe que os restantes estavam abrigados nos chamados 'shelters'.

https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/sao-pelo-menos-quatro-dos-f16-atingidos-pela-tempestade-danos-de-milhoes-na-base-de-monte-real
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Força Aérea Portuguesa / Re: UH-60A Black Hawk na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 29, 2026, 05:41:40 pm »
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🚁 Concluída a aceitação provisória do 6.º UH-60 Black Hawk

A Força Aérea concluiu hoje a aceitação provisória do sexto helicóptero UH-60, o segundo na versão Lima. Nos próximos dias, a aeronave seguirá para a Base Aérea N.º 8, em Maceda, reforçando a Esquadra 551 – “Panteras”.

Com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), foram adquiridos nove UH-60, correspondendo seis à versão Lima que se destaca por integrar  motores avançados, guincho externo e radar meteorológico.

Estes helicópteros destinam-se a fortalecer a capacidade do Estado no combate aos incêndios rurais, que começa a ser implementada de forma faseada ainda este ano.

Concluída aceitação provisória do sexto helicóptero UH-60

https://www.emfa.pt/noticia-5505-Conclu%C3%ADda%20aceita%C3%A7%C3%A3o%20provis%C3%B3ria%20do%20sexto%20helic%C3%B3ptero%20UH-60
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 05:38:31 pm »
O Eurocanard usado não faz parte do que a ida à Turquia poderá ter revelado. 
Já todos percebemos que será uma realidade a breve trecho.
Só não temos ainda é a confirmação de quantos, de onde vêm, e qual a tranche... dos provavelmente EF.

O foco do MDN no caça furtivo (não é à toa a maquete que ele carrega), e as características deste, é que me fazem pensar no resto.

Poderemos ter em breve uma FAP com uma esquadra de caças não tripulados, a complementar caças tradicionais.

Algo que, com jeito, poderá fazer de nós os segundos no mundo com essa capacidade.

E algo que até poderá ser um passo gigantesco no sentido do que muitos defendem ser o combate aéreo do futuro. 
Não só a utilização dos Loyal Wingman, mas os próprios caças não tripulados em missões a sólo.

E esse passo,  ao ser dado agora, poderá colocar o F35 ou qualquer outro G5 na prateleira até nova avaliação, porque caberá ao KIZILELMA a parte das missões FAP que seriam do G5.

As tais mais arriscadas para o G4.5, de ataque em profundidade,  áreas altamente contestadas... reduzindo ainda mais o risco de perdas humanas e provavelmente com um investimento e custos operacionais muito menores.

Estaríamos numa linha da frente tecnológica,  se bem que diferente da inicialmente prevista.
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