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P.S. 2 - Gostava de saber a razão de o MLU ter sido cancelado. Se temos uma decisão política ou militar. A aguardar.  ::)

Doar peças para a frota operacional
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Força Aérea Portuguesa / Re: Notícias da FAP
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 11:50:50 am »
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Uma centena de pilotos 'voou' da Força Aérea em doze anos
No ano passado foram 18, o terceiro pior ano do período em análise. Ainda assim, ramo fala em evolução positiva.

Sérgio A. Vitorino
Jornalista

02 de fevereiro de 2026 às 01:30

Quase uma centena de pilotos-aviadores abandonou os quadros permanentes da Força Aérea (FAP) nos últimos 12 anos; 18 dos quais em 2025, que foi o terceiro pior ano do período em análise. Apesar do elevado número, num ramo que há muitos anos lida com a falta de pilotos, a FAP assinala ao CM que se está a contrariar "a tendência de subida que se vinha observando desde 2022". As 18 saídas de 2025 são "menos 25% do que em 2024, ano em que se registaram 24 saídas". Os militares abandonam em busca de melhores condições na aviação civil, que em média paga o triplo que o Estado (2500 contra 7500 euros/mês brutos).

https://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/uma-centena-de-pilotos-voou-da-forca-aerea-em-doze-anos
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Mundo / Re: Independência Tecnológica Europeia
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 11:45:28 am »
EU launches government satcom program in sovereignty push

Eight satellites from five different member states are currently being pooled as part of GOVSATCOM. The Commission hopes this is the first step towards less dependence on the US - whose own communication systems are a lot more mature.
European Union member states now have access to European-made "secure and encrypted" satellite communication, the bloc's Commissioner for Defence and Space announced on Tuesday.

"Last week we started GOVSATCOM operations," Andrius Kubilius said from the European Space Conference on Tuesday, referring to the European Union Governmental Satellite Communications programme. "That means all member states can now have access to sovereign satellite communication. Military and government. Secure and encrypted. Built in Europe, operated in Europe, under European control."

He described it as the "first step in satellite connectivity". Expanded coverage and bandwidth set for 2027, while the operationalisation of the Infrastructure for Resilience, Interconnectivity and Security by Satellite (IRIS²), a multi-orbital constellation of 290 satellites, is now expected in 2029 instead of 2030.

These efforts are all part of plans to reduce the EU's dependence on foreign space services, such as Starlink, which is owned by Elon Musk. They also go hand-in-hand with the EU's efforts to bolster the bloc's defence capabilities and readiness before the end of the decade, a point when some intelligence agencies estimate Russia could attack another European country.

"Competition is competition"
GOVSATCOM, which offers bandwidth to member states to transmit data, currently involves eight satellites from five different member states, but is open to all. The Commission is now analysing a Ukrainian request for access, Euronews understands.

Kubilius said in a group interview Euronews took part in on the sidelines of the conference that the launch of GOVSATCOM "really gives very much needed services for, specifically, our military and security people" and shows Europe is "starting to be less dependent" on US space services.

Asked about Europe's lag given Starlink became fully operational in 2021, Kubilius expressed confidence that IRIS² will ultimately offer a better service.

"Things are developing very rapidly globally, new technologies are coming. We are really planning to have good, well-advanced technologies to be used, like with navigation. There was existing GPS service, an American one, but then we built Galileo."

"Galileo we built as a better version of navigation system: three times more precise, five billion consumers if I'm correct. So competition is competition," he said.

A "virtual European Space Command"
He conceded too that Europe is behind when it comes to sovereign satellite launches, especially when it comes to reusable launchers.

"Yes, we are behind Elon Musk, but we understand how important it is to have good and effective transportation systems, and we shall build them," Kubilius said, adding that money in the bloc's next budget will be earmarked for that.

The Commission has proposed to boost the funds allocated to space and defence in the 2028-2034 multi-annual financial framework to €131 billion.

The Space Commissioner also urged member states on Tuesday to focus on interoperability as they build up their space assets. Germany, for instance, has announced it will spend €35 billion on military space capabilities by 2030, and other member states are following suit.

Strategic enablers, which include space assets, have been designated among the nine priority defence capability areas for member states to invest in as part of the Commission's 2030 defence readiness roadmap.

The Commission confirmed to Euronews that member states that have subscribed to its SAFE loan for defence scheme have asked for money to purchase equipment covering all nine priority areas, including strategic enablers.

"If you protect only your own country, your own army, we shall not learn to fight as Europe. We will not deter Putin. We will not succeed in our defence," Kubilius said in his speech, in which he pitched the idea of a "virtual European Space Command".

"There is no process for mobilising European assets for our joint defence. It’s not clear who does what," Kubikius said. "I see this partnership as a cooperation framework".

https://www.euronews.com/my-europe/2026/01/27/eu-now-has-its-own-secure-and-encrypted-satellite-communication-system-kubilius-says
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Exército Português / Re: Artilharia do Exército
« Última mensagem por nelson38899 em Hoje às 11:31:01 am »
Uma solução para a tropa e fuzileiros

https://www.facebook.com/reel/1429016182348846
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:23:20 am »
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Portugal / Re: Sector Ferroviário
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 10:52:08 am »
Contratos de 36 mil milhões de euros na China travam linha Violeta do Metro de Lisboa

Bruxelas aponta também a concessão, por parte da China, de uma redução fiscal e de uma transferência de fundos à fornecedora de material circulante subcontratada pelo consórcio da Mota-Engil.

Depois de, em novembro passado, ter aberto uma investigação ao concurso da linha Violeta do Metro de Lisboa, a Comissão Europeia veio agora dizer que foram apurados três indícios da presença de subvenções estrangeiras, que considera serem provas “suficientes” de que a Portugal CRRC — fornecedora de material circulante do consórcio da Mota-Engil — “beneficiou indiretamente”, revela esta segunda-feira o Jornal de Negócios (acesso pago).

De acordo com Bruxelas, houve fornecimento de bens e serviços sob a forma de contratos públicos, adjudicados à casa-mãe, a chinesa CRRC Tangshan, “com um valor potencialmente superior a 36 mil milhões de euros nos três anos anteriores à notificação”, sendo que “não é possível confirmar que estes contratos públicos foram adjudicados na sequência de procedimentos de concurso concorrenciais, transparentes e não discriminatórios”. Por esta razão, conclui, “não se pode excluir que estes tenham conferido uma vantagem específica direta à CRRC e uma vantagem específica indireta à Portugal CRRC”.

O Executivo comunitário aponta as mesmas vantagens relativamente a uma “transferência de fundos sob a forma de subvenções estatais, concedidas à CRRC na China, com um valor de cerca de 471 milhões de euros nos três anos anteriores à notificação”, bem como no que se refere à “perda de receitas sob a forma de uma redução fiscal de 10 pontos percentuais relativamente à taxa normal de imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas de 25% aplicável às empresas residentes” na China, concedida à CRRC naquele país, “de forma contínua nos três anos anteriores à notificação”.

https://eco.sapo.pt/2026/02/02/contratos-de-36-mil-milhoes-de-euros-na-china-travam-linha-violeta-do-metro-de-lisboa/

Tecnicamente chama-se concorrência desleal às empresas europeias, através de subsídios encapotados!
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Brown-water navy
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:31:22 am »
A canhoneira Tete em águas fluviais de Moçambique



Saudações
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:16:37 am »
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sugeriu ao Governo português o desenvolvimento de um projeto de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico, ideia que será analisada “com muita atenção”.

A porta está escancarada... é só saber aproveitar.

Só isso justificaria meio programa de NPC's. O Algarve precisaria de 3, baseados em VR Sto António, Faro e Lagos ou Sagres (assumindo que um NPO ficaria em Portimão). Não percebo como esse concurso parece ter-se extinto....

https://www.jn.pt/pais/artigo/marinha-deixa-esperanca-de-construir-em-viana-oito-navios-de-patrulha-costeira/17758317

Saudações

P.S. Interessante o NPA 500 BR

https://www.naval.com.br/blog/2023/08/03/enquanto-se-aguarda-o-npa500br-o-tempo-passa-os-atuais-navios-patrulha-da-mb/#google_vignette



Mas a MP tinha aquele projecto de NPC com convés de vôo que ficou deserto... depois disso nada foi feito, pelo menos tanto quanto sei..

Não sei se não terá "morrido". Segundo a noticia querem lançar concurso público para 8 NPC com um custo de 15  milhões por unidade. Provavelmente aproveitando o SAFE.

Saudações

A notícia é de Maio25. Já podiam ter lançado 3 concursos para NPC, se o quisessem....
Na notícia dizem que vão lançar, não dizem quando nem a que horas. Tipo as Marlin dos NPO.  ;)

Saudações
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Cartoons
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 10:11:12 am »
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