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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 03:45:51 pm »

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E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
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E quando é que foi mesmo a última operação 'que se veja' com lançamento de paraquedistas?? Kolwezi em 78?? Dien Bien Phu antes disso??

A verdade é que a era dos lançamentos em massa acabou na II GG, onde desastres como Creta e a Operação Market Garden foram determinantes para esse resultado.  A partir daí (após a operação Varsity e as duas excepções acima referidas) as forças parquedistas continuaram a existir mas a sua doutrina de utilização - e os meios utilizados, nomeadamente com a massificação do helicóptero - são muito diferentes.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 21, 2026, 03:42:03 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 03:03:04 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

Diminuir diminui. Mas é como fazeres tuning a um Porsche 911, e depois comparar os tempos em pista com um protótipo de Le Mans.

Naquilo que importa, que é a sobrevivabilidade em combate, o "live to fight another day", é severamente pior que o F-35.

E a pior parte, é que nenhum 4.5G pode ser visto como uma opção "Tier 2 para países pobres" face ao F-35, porque têm custos idênticos.

E se vais pagar o mesmo, mais vale comprar a opção Tier 1.
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Portugal / Re: Segurança Social
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 21, 2026, 02:53:22 pm »
Neste momento a maior riqueza de Portugal é o ouro do Banco de Portugal, devido ao disparo do preço do ouro, que ronda os 133€ por grama, avalia os 382 500Kg de ouro do Banco de Portugal em 50 mil milhões de euros, mas logo a seguir e que já este ano quase de certeza vai ultrapassar esse activo, será o Fundo da Segurança Social, que tem neste momento mais de 47 mil milhões de euros em activos!

Ministra anuncia transferência de 5,5 mil milhões de euros para “almofada” das pensões

Ministra anuncia maior transferência "de sempre" para a chamada "almofada" das pensões: 5,5 mil milhões de euros. Palma Ramalho sublinha que, desta forma, está a ser reforçada a proteção das reformas.

A ministra do Trabalho anunciou esta quarta-feira que vão ser transferidos 5,5 mil milhões de euros para o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), isto é, para a chamada “almofada” das pensões. Numa audição parlamentar, Maria do Rosário Palma Ramalho adiantou também que, num ano, menos três milhões de pessoas recorreram aos balcões da Segurança Social, fruto do programa de digitalização desse sistema.

“Pelo segundo ano consecutivo, o Governo procederá a uma transferência não obrigatória dos saldos da Segurança Social para o FEFSS, desta vez no valor de 5,5 mil milhões de euros, o que é o maior valor de sempre, reforçando assim a proteção das pensões”, sublinhou a governante, perante os deputados.

De notar que, no final de 2025, o FEFSS valia cerca de 42 mil milhões de euros, o que corresponde, segundo o Ministério do Trabalho, a cerca de 24,8 meses de pensões, isto é, mais de dois anos, o que significa que já não é obrigatório o Governo fazer transferências.

Além disso, a tutela salienta que a carteira cresceu seis mil milhões de euros em 2025, com a contribuição de dotações no valor de 4,5 mil milhões de euros e rentabilidade no valor de 1,5 mil milhões de euros.

Em resposta ao deputado socialista Hugo Oliveira, a ministra do Trabalho garantiu ainda que não é intenção do Governo privatizar o FEFSS.

Por outro lado, na audição parlamentar desta quarta-feira, a ministra do Trabalho aproveitou para destacar que, num ano, menos três milhões de pessoas recorreram aos balcões da Segurança Social, fruto do programa de transformação digital desse sistema, o “Primeiro pessoas”.

“Já se retirou três milhões de pessoas das filas da Segurança Social só num ano de execução, aumentando assim a eficiência dos serviços“, frisou a ministra, que indicou que, neste âmbito, inicia-se este mês a automação do sistema contributivo.

Perante os deputados, a ministra Palma Ramalho realçou ainda que o emprego atingiu máximos e o desemprego mínimos em 2025, mas admitiu que o país enfrenta cinco bloqueios que importa resolver: a produtividade, a pobreza, a sustentabilidade do setor social e solidário, a qualidade dos serviços públicos e o desemprego jovem.

Sobre esse último ponto, apesar da diminuição já registada, defendeu que esse continua a ser “um obstáculo à autonomia” dos jovens e um “convite à emigração“.

Já sobre a produtividade, atirou que não se pode “ambicionar salários de primeiro mantendo os níveis de produtividade que não ultrapassam 75% da média europeia“.

https://eco.sapo.pt/2026/01/21/ministra-anuncia-transferencia-de-55-mil-milhoes-de-euros-para-almofada-das-pensoes/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 02:46:11 pm »
E mesmo esses a partir do momento em que têm um radar activo ficam mais iluminados que uma árvore de Natal num quarto escuro.... Mas pelo menos não há risco para vidas humanas.

E não só. Pelo preço de 1 AWACS tripulado de médio/grande porte (dependendo do modelo), compras 2 a 4 UAVs em variante AEW. Pelo preço de 3 AWACS tripulados, compras 6 a 12 UAV AEW.

É muito mais "tolerável" perder 1 de UAV AEW de vários que tu tens, sem perder um tripulante com o seu abate, do que perder 1 dos teus 3 AWACS mais a sua tripulação.

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?

Se o espaço aéreo não for permissivo, seja através de SEAD, seja através de superioridade aérea face ao adversário, tu pura e simplesmente não vais lançar paraquedistas.

Vão de helicóptero, a muito baixa altitude, se tiveres com sorte.

A piada é que as nossas FA não estão talhadas para proporcionar as condições necessárias ao lançamento de Paraquedistas num conflito de média ou alta intensidade.

Falta o SEAD, o armamento stand-off lançado por terra, ar e mar, faltam as munições ar-ar para os caças, as baterias anti-aéreos que criem uma "no fly zone" perto da linha da frente.

Então a ideia de lançar Paraquedistas atrás das linhas do inimigo, é apenas um mito.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 02:28:29 pm »
Mas esse 'problema' de operar perto da linha não seria com quaisquer aeronaves do tipo?

Ademais, por que um reabastecedor com os pods instalados estaria lançando pqds a baixa altitude? São missões -e configurações, diferentes...

Além dos pods de autodefesa electrónicas ele também lança seus fogos e retalhos...



 ::)

Sim, e onde é que se está a dizer que é só uma limitação do KC? Lado nenhum.

Mesmo com os pods EW, é aconselhado a que se mantenham este tipo de aeronaves longe de forças opositoras. Os AWACS estão carregadinhos de contra-medidas, e não é isso que lhes permite operar em espaço aéreo contestado.

Agora, não ter pods EW e de reabastecimento em simultâneo, implica cuidado extra no emprego da aeronave.
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 02:20:43 pm »
Em cada 10 a 12 anos estamos a reequipar uma esquadra.  A ideia é que (se é para ter 3 esquadras em BA5, BA8 e BA4) a sua substituição seja mais espalhada no tempo.
Sendo a evolução mais ou menos assim:

2 Esq. F-16 + 1 EF usados modernizados ou outro 4,5G a†é 2029

1 Esq. F-16 + 1 Esq EF modernizados + 1 Esq EF novos 2034. ou então 2 Esq. EF usados, + 1 EF novos

1 Esq EF modernizados + 1 Esq EF novos + 1 Esq. 6G até 2040

1 Esq EF novos + 2 Esq. 6G 2045 +

Se não hover disponibilidade suficiente de F-16 para equipar uma esquadra (13-15)  até 2034, considera-se uma segunda esquadra de EF usados (2 Esq. com 30 EF )

De onde veio essa ideia de 3 esquadras? Um boato que alguém inventou? Se esse boato fosse para 5 esquadras, com um total de 100 caças, também se acreditava?  ???

Se 2 esquadras de 20 aviões cada já é irrealista, não só pela parte financeira como pela falta de pessoal, como é que vamos ter 3? 3 esquadras com 12 aeronaves cada só para dizer que são 3 esquadras?

A haver uma "3ª esquadra" esta quanto muito seria a Esquadra 103 com uma aeronave de treino a jacto armada, ou uma Esquadra UCAV que tanta falta faz. Com o poder de um determinado lobby, ainda vais é gramar com uma esquadra adicional de STs.

Em vez de nos preocuparmos com uma pseudo 3ª Esquadra de caças, devíamos pensar nos drones Loyal Wingman que devem complementar o futuro caça da FAP.


Em matéria de caças, deixei logo o veto ao tema, porque comprar Eurocanards novos era uma idiotice financeira, e o SAFE supostamente não contempla meios em segunda-mão. Isto certamente ajudará a criar um SAFE 2.0 mais realista.
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 01:54:29 pm »
Não conseguimos manter dois submarinos modernos e vamos conseguir adquirir e manter isso tudo?  ???

Num contexto de 3,5% do orçamento para a Defesa, sim. E por falar nisso, repararam como esse patamar de despesa deixou de ser tema de conversa??

Porque nunca vais gastar esse dinheiro.

Neste momento, nem aos 2% chegas, e da maneira que têm sido feitas as escolhas, o reforço do investimento na Defesa tem sido quase totalmente feito com o SAFE.

Tirando uma ou outra compra pontual, de valor reduzido, e a negociata do 6⁰ KC, que outro programa é que surgiu nos últimos 2 anos, fora da LPM e do SAFE?

Vamos ver agora o que vai estar incluído na revisão da LPM, e vamos ver se não vão inscrever nela as compras do SAFE para inflacionar a despesa.
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 01:41:29 pm »
Não sei, mas é sem dúvida uma questão que precisava de ser esclarecida.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 21, 2026, 01:24:22 pm »


Não é sobre as fragatas mas toda a "economia azul" o que inclui estaleiros
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