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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 07, 2026, 11:23:28 pm »



 :Soldado2:
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Força Aérea Portuguesa / Re: UH-60A Black Hawk na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Fevereiro 07, 2026, 09:59:48 pm »
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Rich Enderle CEO, Ace Aeronautics I could not be more proud to announce that Ace Aeronautics has been selected by the Portuguese Air Force to build an additional four UH60L Black Hawks, growing their fleet size to a total of 13 aircraft. These aircraft demonstrates the true flexibility and dependability of this airframe, as well as its ability to transition rapidly from one mission to another. It also demonstrates that Ace is there to deliver not only quality airframes equipped with the state of the art Garmin G5000 cockpit, but full spectrum support for for many many years to come. “We are Ace, how can we help?”

https://www.linkedin.com/posts/rich-enderle-6157006_i-could-not-be-more-proud-to-announce-that-activity-7425954447979290624-IGmo/
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2026, 09:58:39 pm »
Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?

O que estás a pensar é na versão de 9000 toneladas, que tem outras capacidades e seria armada e equipada devidamente.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2026, 09:56:03 pm »
Eu vou continuar a bater no ceguinho, a partir do momento em que comprarmos as Fremm Evo, só faz sentido que o que vier for também da Fincantieri. Já coloquei aqui a Fragata equivalente às Meko A200, também temos a versão FC das EPC que prometem ser extremamente silenciosas, armadas e equipadas qb com equipamentos europeus.

As Meko A200 era criar confusão a todos os níveis. Ter o Zé Marinheiro a trabalhar com armamentos e equipamentos totalmente diferentes, de classe para classe para mim não faz sentido.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2026, 09:46:43 pm »
Small. Do tamanho dos Albacora.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Fevereiro 07, 2026, 09:25:59 pm »
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Israel’s Elbit Systems has shown a concept of a specialized variant of the C-390 Millenium for ISR and SIGINT at the Singapore Airshow.
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Elbit is Working on an Electronic Warfare, ISR Variant of C-390 Millenium

https://theaviationist.com/2026/02/07/elbit-ew-isr-variant-c-390-millenium/
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por LightningBolt em Fevereiro 07, 2026, 08:39:24 pm »
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He added, “I understand that a Korean company is participating in the Portuguese Navy’s small submarine acquisition project, which is scheduled to be ordered in 2027.

출처 : 경찰뉴스24(http://www.policenews24.co.kr)

 ::) ???

small...
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: U. S. Navy
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 07, 2026, 08:30:44 pm »
https://www.instagram.com/reel/DUBdQOlEb82/

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Taking care of our warfighters and righting past wrongs are top priorities for @SecWar and @secnav. Under Secretary Hung Cao signed an apology letter to our warriors of conscience who were unjustly removed from service by the unlawful COVID-19 vaccine mandate, and we are working hard to welcome them back



Imaginem só porque é que alguém numa força militar, que já aceita uma longa lista de vacinas obrigatórias, de repente acreditaria que esta vacina tinha a intenção de o prejudicar?
O instinto é concluir imediatamente que "o julgamento desta pessoa deve ser péssimo", mas a realidade é mais complexa e, francamente, mais interessante.

Permitam-me explicar de uma forma que respeite a psicologia humana, a cultura militar e o ambiente informacional, sem atacar indivíduos.
As forças armadas já exigem muitas vacinas, então porque é que esta seria diferente?

Os militares recebem habitualmente vacinas contra:
- Hepatite A/B
- VASPR (sarampo, papeira e rubéola)
- Tétano
- Gripe
- Febre amarela (dependendo da missão)
- Antraz (para determinadas unidades)
- Varíola (para determinadas unidades)

Estas vacinas são aceites praticamente sem controvérsia.

Portanto, a questão nunca foram as "vacinas". Foi esta vacina, neste clima político, com este ambiente de desinformação.

A vacinação contra a COVID passou a ser:
- Politizada
- Carregada de emoção
- Inundada de desinformação
- Ligada à identidade e ideologia
- Amplificada pelas câmaras de eco das redes sociais

Quando algo se torna um símbolo cultural em vez de uma decisão médica, a racionalidade passa para segundo plano.

Acreditar que a vacina foi prejudicial não exige estupidez, exige desconfiança.

Um marinheiro ou fuzileiro não precisa de ser “ignorante” para cair na desconfiança. Ele precisa de:
- Um ambiente de informação caótico
- Mensagens contraditórias da liderança
- Grupos de pares reforçando a dúvida
- Algoritmos das redes sociais a alimentar o medo
- A sensação de que a instituição não está a ser transparente

Os seres humanos, mesmo os altamente treinados, são vulneráveis ​​a isso. Os militares sabem disso, e é por isso que investem tanto na coesão e na confiança.
Nenhuma força militar quer prejudicar os seus próprios membros, mas a desinformação quer que acreditem nisso.

Essa é a parte que as pessoas subestimam.

As campanhas de desinformação estrangeiras visavam explicitamente:
- Militares dos EUA
- Tropas da NATO
- Familiares de militares

O objetivo era minar a confiança, reduzir a coesão e comprometer a prontidão. Se um militar começa a acreditar:
“A minha própria cadeia de comando está a tentar prejudicar-me,”

então o inimigo já obteve sucesso.

Essa é a perspetiva estratégica. Acreditar na desinformação significa que alguém é inapto para o serviço militar?

Não automaticamente.

Viável e fiável se:
- Conseguirem reconstruir a confiança
- Seguirem as ordens legais daqui para a frente
- Não disseminarem desinformação dentro da unidade
- A sua recusa for situacional, não ideológica

Questionável se:
- Continuarem a acreditar que a liderança é maliciosa
- Rejeitarem futuras ordens médicas ou operacionais
- Minar a coesão da unidade
- Demonstrarem um padrão de pensamento conspirativo

As Forças Armadas não precisam de pessoas perfeitas.

Precisam de pessoas previsíveis, disciplinadas e coesas. A linha divisória é traçada no comportamento, e não nas crenças. A verdadeira questão não é a inteligência, é a confiança e a coesão.

Uma força pode tolerar:
- Diferentes visões políticas
- Diferentes crenças pessoais
- Diferentes perceções de risco

Mas não pode tolerar:
- Quebra de confiança na liderança
- Recusa em seguir ordens legais
- Disseminação de desinformação dentro da unidade

Será que uma força militar é bem servida por militares que desconfiam da cadeia de comando, desobedecem às ordens legais, deixam-se manipular facilmente por desinformação externa, redes sociais e pares?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Notícias da FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Fevereiro 07, 2026, 08:19:55 pm »
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