Mensagens recentes

Páginas: 1 2 3 [4] 5 6 7 8 9 10
31
Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Bubas em Fevereiro 06, 2026, 05:42:59 pm »
Verdade, mas seria um navio moderno. O mistral 140 não é um conceito algo datado?

Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?

O MPSS tem limitações por ter o convés de voo demasiado pequeno. E a intenção deve ser usar UAVs maiores.

Com as modificações que seriam necessárias, devias acabar com um navio de dimensões semelhantes ao mini-Mistral, e preço também idêntico.
32
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Bubas em Fevereiro 06, 2026, 05:40:01 pm »
Deixo só aqui uma resposta de jeito de alguem com quem eu ando sempre à turra e à massa.

Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?

Dependeria certamente do que querias "redesenhar".

Se for só adicionar doca alagável, essa é a parte fácil.

Se for para redesenhar o MPSS9000 para o tornar um navio de 170m de comprimento, 14000t de deslocamento, com convés de voo consideravelmente maior e fazer com que este navio muito maior atinja pelo menos os 18 nós, já seria um trabalho muito mais difícil.

Pelos custos envolvidos, e tempo demorado, ias buscar um Dokdo, que era capaz de ficar mais barato.


É só mesmo para chatear não é...

A Damen não tem outras versões do MPSS? Uma delas até com deck inundável.
PRR???? Lá está modo parvalheira.
Uma pessoa faz uma pergunta para gente mais sabedora e aparece sempre os chico espertos que nada acrescentam. Acha que é uma sujestão sem logica nenhuma? Apresente as razões.
Seria dificil à Damen transformar de 9000T para 12000T? seria assim tão difícil ter um deck inundável maior?


Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?

Seria mais fácil transformar o T2 onde vivo num T7 com uma sala de 80m2.... Ah, e não nos esqueçamos do financiamento do PRR, logo apenas para fins civis....

Não, não era para chatear. Era mesmo para ajudar a que você abrisse a pestana e se se deixava de colocar questões antes de pensar um pouco nelas.... Mas já vi que é um caso difícil.
Saudações do alegado chico esperto
33
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 06, 2026, 05:39:44 pm »
Mas isso não é para o Skyranger?

Estamos a falar da RCT30, torre diferente.

Sim, mas é um add-on externo. Parece ser possível com a torre RCT30

Citar
Sim — tecnicamente é perfeitamente possível. 
A torre RCT30 foi concebida desde a origem para aceitar módulos externos de mísseis, e um lançador duplo de Stinger encaixa dentro dessas capacidades. O que muda é apenas a integração e o software, não a arquitetura física.

Vamos por partes.

🔧 1. A torre RCT30 é “missile‑ready” por design
A RCT30 (a mesma usada no PUMA alemão) tem:

pontos de fixação externos no lado direito da torre

alimentação elétrica disponível para módulos adicionais

interfaces digitais para integração de armas guiadas

capacidade de FCS para integrar novos perfis de tiro

Normalmente estes pontos são usados para o lançador Spike LR/LR2, mas não são exclusivos.
Ou seja: qualquer módulo compatível pode ser montado ali, incluindo Stinger.
O TSML é compatível com plataformas Boxer
O Twin‑Stinger Missile Launcher é um módulo externo, leve e independente, já integrado pela Rheinmetall em:

Skyranger 30

RapidRanger / Atlas RC

Outras plataformas 8×8 e 4×4

Como é um módulo externo, não exige alterações estruturais profundas — apenas integração mecânica e software.

34
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:25:46 pm »
Mas isso não é para o Skyranger?

Estamos a falar da RCT30, torre diferente.
35
Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:24:27 pm »
O XO 139CF não tem nada a ver com o PNM.

E nunca na vida operaria um TB3.

Claro que os Crossover são uma alternativa ao navio anfíbio clássico. Mas não é para tentar fazer com que operem TB3.

Tecnicamente, até uma classe da versão mais pequena 131C ou 121SF, podia servir de alternativa ao NAVPOL, e de substituição dos 4 NPO originais. 4 navios assim já preenchiam o espaço entre NPOs e fragatas, e cumprir tarefas de desembarques anfíbio.

Mas lá, está, é perceber qual é o plano para o ramo, e o que se pretende em termos de fragatas (mais EVO, EPCs, ambos, nenhum,...) do que substitui os 4 NPO originais (XO, EPC, NPO4S, outro?), e qual é a ambição para o NAVPOL.
36
Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 05:14:22 pm »
É OT e não quero começar essa discussão aqui, mas como referiste isso, sinto-me obrigado a dizer que posso estar enganado, mas acho que nunca ninguém aqui defendeu duas frotas de caça como solução preferencial (a não ser numa fase transitória, como é óbvio)… só se falou nisso porque o SubSea7 a certa altura disse que essa hipótese estava a ser discutida na FAP depois desta ter percebido que no atual contexto político é quase impossível o governo aprovar a compra de uma frota única de F-35… então aí sim, começou a discussão aqui… mas voltemos ao assunto em questão...

Tecnicamente não é OT, porque todos estes temas acabam por estar ligados (financeiramente) entre si.

Essa opção tinha consequências financeiras graves, e também operacionais, e me deixou-me a impressão que foi uma solução improvisada em cima do joelho, meio que um acto de desespero, de garantir a compra de F-35 nem que para isso se "engolisse o sapo" dos Eurocanard.


A questão das fragatas, estou curioso para ver de onde vem o interesse. Foi da conversa do MDN com a embaixadora alemã? Foi uma proposta que ficou em stand-by aquando da início do processo da escolha das fragata via SAFE, que não cumpria os requisitos todos do SAFE, mas que oferecia um pacote muito interessante que interessou à MGP, e com a encomenda alemã passa a ser elegível para um hipotético SAFE 2.0?

Ou será a MGP à procura fora do SAFE de uma opção "governo a governo" que permita ter uma segunda classe de fragatas a bom preço, pagas pela LPM?
37
Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 06, 2026, 05:13:58 pm »
Que confusão.

Misturar o Crossover com o PNM, que são 2 conceiros completamente diferentes não faz qualquer sentido.

Depois a ideia aí apresentada, fala no D. João II, fala em aumentar o seu tamanho, de 108m pra 125/135m, mas o deslocamento passa das 7000t para as 4500/5500.

Os valores para os navios não são realistas.

Baralhaste por completo a IA.

A IA apresenta estas incongruências.  ::)

Estava a pensar em algo como:
https://www.damen.com/vessels/defence-and-security/crossovers/xo-139-fc

em vez do Sebastiânico NPL que nunca mais aparece.  :mrgreen:
38
Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 06, 2026, 04:54:17 pm »
Para o Duarte é culpa do Chega

Era uma rede de roubo de bagagem no aeroporto?
39
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:54:08 pm »
Concordo… eu falei em desembarque anfíbio porque a Marinha continua a falar em LPD, não em LHD, embora tenham todos ficado muito excitados com o Mistral, que é um LHD. Tenho muito mais facilidade em aceitar um LHD, pelos motivos que apontas, que um LPD… Se for para ir para um LHD, então sim, deve-se debater nível de ambição, requisitos operacionais, custo aceitável, etc. e só depois decidir qual a melhor plataforma (MPSS/Mistral Mini/Dokdo, etc.). Para mim, tudo começa com a definição do conceito operacional.

Parece-me mais lapso que outra coisa. Eventualmente mau hábito de associar NPL/NAVPOL a LPD durante 20 anos.

LPD clássico faria zero sentido.

LHD só se for para tirar realmente partido do convés de voo corrido.
40
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 06, 2026, 04:52:04 pm »
E do que se abdica para ter um LPD/ LHD - porque ter programas como o PRR a pagar 70% acontece no D. João II por ser um navio cientifico. Para além de que ter 1 unidade é sempre assumir que pode não estar disponível quando for necessário; e se é para "fazer parelha" com o D. João II... só para missões civis.

Essa é a questão, se se abdica de alguma coisa para o ter ou não.

E acho que tudo isto vai girar em torno do que acontece à compra de caças.

Uma entrada num programa 6G a somar à compra de caças 4.5G usados, podia ter custos superiores a 8000M de euros.

A compra de 4.5G novos + entrada num 6G ultrapassava facilmente os 10000M.

Manter os F-16 e entrar no 6G já iria requerer menos dinheiro que os 2 acima, talvez 7000M.

Comprar directamente F-35 (com administração americana diferente) custaria algures entre 5500-6000M.

Comprar KF-21 Block II (com a continuação do MAGA) provavelmente custava menos que o F-35.

Quanto mais caro for o processo de substituição dos F-16, menos dinheiro haverá para o resto. Principalmente quando determinadas hipóteses envolvem investimentos de 8000M ou muito mais.

Por isso é que não se deve debater estes temas de forma isolada.


A questão de ser apenas 1 navio era um dado quase adquirido. Ficando para a MGP a questão de que capacidades pretende para este navio único.


Eu até acho que devia haver um programa conjunto na Europa para uma classe de navios assim. Navios capazes de transportar UCAVs de asa fixa, que complementem os PA. Assim deixava de haver a questão de ser só 1 navio. O problema aqui é que vai tudo discordar do modelo.
Páginas: 1 2 3 [4] 5 6 7 8 9 10