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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 06:20:13 pm »
Falou-se aqui no desejo da FAP de ter caças na BA4, que aliás já teve uma esqaudra de G-91 em tempos passados. Não é invenção. Foi dito pelo Subsea7 mais que uma vez em vários tópicos e ele geralmente sabe do que fala.

Pode ser talvez apenas um destacamento, não sei. Mas os destacamentos por vezes tornam-se em esquadras permanente (Esq 752 renascida..) e possivelmente haverá um segunda esquadra de P-3 na BA4.

Quanto a opções 4,5G e 5G, são cada vez mais restritas. O tempo dirá.

Quanto muito é um sonho molhado do ramo, que está longe de ser uma intenção, por não ser realista. O CEMFA sempre mencionou a compra de entre 20 e 30 caças, logo nunca suficiente para 3 esquadras. Qualquer coisa para lá disto são rumores.

Um destacamento é diferente. É de muito menor dimensão, e não é permanente.
Pegar nos Merlin estacionados nos Açores, e criar uma 2ª Esquadra com eles, mantendo o número total de aeronaves, não é a mesma coisa que ir comprar uma 2ª Esquadra de Merlin.

Uma esquadra de P-3 na BA4 também é algo que terá os seus desafios. Aeronaves em princípio até haverá, falta é o pessoal para elas.

Mas o tema "Presença militar nos Arquipélagos" é algo digno do seu próprio tópico, não do SAFE.

Até lá, vamos supor que teremos 2 Esquadras de caças a jacto.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 21, 2026, 06:15:01 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

Dava para comprar uns 200 PC-7, e fazem o mesmo serviço.

Mas foi um bom negocio, para alguém. :mrgreen:
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 05:59:15 pm »
Eu não sou contabilista, mas as despesas dos programas SAFE contam `a medida que o dinheiro é gasto, não? Portugal vai receber os 5,8MM em 2026 e quando um contrato é assinado e o pagamento feito ao estaleiro ou fabricante esta quantia neste momento entra na contabilidade das despesas de defesa. Ser ou on não financiado, ou vir dos impostos não interessa `a contabilidade final orçamental.  :conf:

O orçamento de estado inclui não só as receitas provenientes dos impostos, mas também outras fontes, como empréstimos e a venda de obrigações, ect.. Estas receitas adicionais contribuem para o total de recursos financeiros disponíveis para as despesas do governo.

Pois, eu também não sou contabilista, mas se há 10 anos de período de carência (e depois juros mais baixos, mas ao nível dos que a República já paga agora) significa que não há saídas de dinheiro até 2037. O dinheiro do SAFE também não chegará todo de uma vez, como é lógico, mas antes de acordo com os planos e prazos de pagamentos dos contratos que vierem a ser estabelecidos.
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 21, 2026, 05:53:55 pm »
https://cnnportugal.iol.pt/donald-trump/davos/trump-nao-quer-usar-a-forca-mas-quer-mesmo-adquirir-um-pedaco-de-gelo-crucial-para-a-seguranca-mundial/20260121/6970e9e5d34e0ec52ec28851

Trump diz que esta é "a maior declaração" que já fez: "As pessoas pensavam que eu ia usar a força na Gronelândia. Não quero usar a força. Não vou usar a força

No seu discurso em Davos, o presidente dos EUA e além das afirmações sobre a Gronelândia, Trump passou uma hora a felicitar-se por tudo o que conseguiu no primeiro ano de mandato
"Não usarei a força, não quero usar a força." Donald Trump estava certo quando disse que esta seria, provavelmente, a declaração mais importante que faria no seu discurso no Fórum Económico Mundial. Depois de semanas de tensão e de ameaças, o presidente norte-americano garantiu em Davos que não tenciona usar a força, mas que está disponível para começar "imediatamente" a negociar a aquisição da Gronelândia, um território que considera essencial para a manutenção da segurança dos EUA e do mundo.

"Tudo o que pedimos é para ter a propriedade e a soberania sobre a Gronelândia. Não consigo defender a Gronelândia sem ter a soberania", explicou. "Provavelmente não conseguiremos nada, a menos que eu decida usar força e violência excessivas, o que nos tornaria, francamente, imparáveis. Mas não farei isso. Ok. Agora todos dizem ‘Oh, que bom’. Essa foi provavelmente a maior declaração que fiz, porque as pessoas pensavam que eu iria usar a força. Não tenho de usar a força. Não quero usar a força. Não vou usar a força."

Afirmando que tem "imenso respeito pelos povos da Gronelândia e da Dinamarca", Donald Trump disse que a Dinamarca não é capaz de garantir a segurança do Ártico. "Nenhum país pode garantir a segurança da Gronelândia à exceção dos EUA. Somos uma grande potência. Algumas pessoas só descobriram isso há duas semanas, com a Venezuela", acrescentou Trump, recordando que os EUA já tinham mostrado a sua capacidade na Segunda Guerra Mundial: lembrou que a Dinamarca se rendeu em poucas horas à Alemanha e que teve de ser a América a proteger a Gronelândia e a ganhar a guerra. De resto, segundo o próprio, se não fossem os Estados Unidos, a maioria dos presentes na plateia “estariam a falar alemão e, talvez, um pouco de japonês”.

"Quando a Dinamarca falhou à Gronelândia nós sentimos obrigação de defender o território", sublinhou. Foi nessa altura que os EUA colocaram bases na Gronelândia para a Dinamarca. "Nós lutámos pela Dinamarca, salvámos a Gronelândia". E, após a vitória na guerra, "devolvemo-la à Dinamarca. Quão estúpidos fomos?", perguntou-se. "E agora a Dinamarca é ingrata".

"Esta ilha é na verdade parte da América do Norte", assegurou. "É parte do nosso território."

"Agora o mundo enfrenta riscos muito maiores", continuou Trump. "A Gronelândia está numa localização estratégica" - demasiado perto da Rússia e da China. "Só os EUA podem defender esta grande massa de gelo."

E os Estados Unidos não precisam da Gronelândia por causa dos seus recursos minérios ou das terras raras: "Precisamos da Gronelândia para a nossa estratégia de segurança nacional e internacional", garantiu Trump, afastando a ideia de que a sua pretensão é puramente económica.

"A aquisição da Gronelândia não será uma ameaça à NATO", reiterou. Pelo contrário, "iria aumentar a sua segurança". Donald Trump prometeu mesmo construir o "Golden Dome" naquela ilha, numa referência a um sistema de proteção antimísseis que defenderá também o Canadá e a Europa. "Preocupamo-nos com a Europa e queremos que a Europa seja forte", garantiu.

"A Gronelândia é um pedaço de gelo, eu estou a pedir um pedaço de gelo para garantir a proteção do mundo", prosseguiu Trump, explicando que é "um pedido muito pequeno" comparado com tudo o que os EUA já fizeram pela NATO. "Têm duas possibilidades: ou dizem sim, e ficaremos muito agradecidos, ou dizem não, e lembrar-nos-emos”, vincou, em forma de ameça.

"OS EUA foram tratados de forma muito injusta pela NATO", queixou-se depois. "Demos tanto e recebemos tão pouco em troca. “Com todo o dinheiro que gastámos, com todo o sangue, suor e lágrimas, e não sei se eles estariam lá para nós.”

E recordou que os EUA apoiaram a Ucrânia, mesmo estando tão distantes. "A Ucrânia é um banho de sague e eu quero pôr um fim nisso." "Nós estaremos 100% com a NATO, mas não tenho a certeza que eles estejam lá para nós", disse Trump, anunciando que se vai encontrar ainda esta quarta-feira com Zelensky, para depois esclarecer que esse encontro acontecerá, afinal, apenas na quinta-feira.

"A Europa não está a seguir a direção certa"
Trump até tinha pensado deixar a Gronelândia fora do discurso. Começou por falar da economia dos EUA e por se vangloriar por todas as medidas tomadas neste primeiro ano de presidência - medidas que, nas suas palavras levaram à queda da inflação, à diminuição do défice e ao aumento dos investimentos, num verdadeiro "milagre económico". "As pessoas estão muito bem e muito felizes", felicitou-se. "Nunca pensei que conseguíamos fazê-lo tão depressa."

Aproveitou então para criticar as políticas económicas seguidas pelos líderes europeus. "Adoro a Europa e espero que tudo corra bem na Europa, mas não estão a seguir da direção certa", frisou, apontando que muitas nações não investem na sua indústria, mudam para a energia verde e permitem que a população seja substuída, "importando novas populações de terras distantes". "Alguma regiões da Europa estão irreconhecíveis."

"Foi este o percurso que muitas nações tolamente seguiram, virando costas àquilo que faz as nações verdadeiramente ricas e fortes. E há tanto mais potencial em tantas nações", lamenta. O resultado é o déficit económico e as migrações. É preciso acabar com este modelo, defende. Trump diz que evitou a crise energética dos EUA que afetou os países europeus que seguiram a energia verde  - "talvez o maior embuste da história". "É suposto fazer-se dinheiro com a energia, não perder." É por isso que o modelo a seguir é o dos EUA, diz.

Entre farpas lançadas ao Canadá, a França, à Suíça e ao Reino Unido, Donald Trump só tem elogios para fazer aos Estados Unidos. E entre eles está o sucesso da intervenção da Venezuela. "A Venezuela vai sair-se lindamente", concluiu Trump, acrescentando que "assim que o ataque acabou eles vieram ter connosco e pediram-nos para fazer um acordo. Mais pessoas deviam fazer o mesmo." "Todas as grandes companhias de petróleo virão connosco, é uma coisa linda de se ver." O preço do combustível já está a diminuir. Trump acredita que a Venezuela vai prosperar e ganhar muito dinheiro.
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Mundo / Re: Mercosul
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 21, 2026, 05:42:02 pm »
Afinal o acordo com o Mercosul, na melhor das hipóteses e se for aprovado no Parlamento, só verá a luz do dia daqui a 2 anos!!!!!
Quem vai decidir ser o acordo avança ou não é o Parlamento Europeu (todos eles eleitos pelos seus países), daqui a 2 anos.

Parlamento Europeu envia acordo do Mercosul para o Tribunal de Justiça e trava processo

Após votação renhida, eurodeputados decidem pedir parecer sobre compatibilidade com tratados da União Europeia ao Tribunal. Na prática, suspende processo de implementação do acordo que está a ser negociado há mais de 25 anos.



 É mais um revés na implementação do acordo União Europeia-Mercosul. Com 334 votos a favor, 324 votos contra e 11 abstenções, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução solicitando um parecer jurídico do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre o acordo. Uma segunda resolução, que pedia igualmente uma avaliação jurídica, foi rejeitada por 225 votos a favor, 402 contra e 13 abstenções.

A base jurídica do Acordo de Parceria UE-Mercosul e do Acordo Comercial Provisório será agora revista pelo TJUE, o que na prática trava o processo de implementação do acordo que estava a ser negociado desde 1999 e teve assinatura formal este mês, no passado, dia 17.

 O Parlamento Europeu prosseguirá a sua análise dos textos, enquanto aguarda o parecer do tribunal, que pode demorar até dois anos a pronunciar-se. Só depois, poderá votar a aprovação (ou não) deste acordo.

O Partido Popular Europeu (PPE) - o maior grupo parlamentar de Estrasburgo - reagiu nas redes sociais, considerado que se trata de um "atraso desnecessário" num acordo que daria "previsibilidade" aos empresários europeus. 

 "O Grupo do PPE alerta que a decisão de hoje de remeter o acordo UE–Mercosul para o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) corre o risco de criar atrasos desnecessários num momento em que a Europa precisa de clareza e orientação", lê-se num mensagem na rede social X. Os eurodeputados do PPE, a que pertence o PSD, sublinham que "no atual contexto geopolítico turbulento, a Europa não se pode dar ao luxo de paralisia ou de incerteza prolongada."

O porta-voz do PPE para o Comércio Internacional, o eurodeputado Jörgen Warborn, classificou a decisão como política e não jurídica.

 Já Manon Aubry, co-presidente do Grupo da Esquerda, congratulou-se com o apoio à resolução, da qual foi proponente, que passou por uma margem de apenas dez votos. "Imensa vitória", escreveu também na rede social X, a eurodeputada francesa, copresidente do Grupo da Esquerda, proponente da resolução que passou por uma margem de apenas dez votos.

"A Comissão Europeia e o Conselho devem agora abandonar qualquer aplicação provisória do acordo", realçou.

Lançada pelas famílias políticas de Esquerda - que inclui o PCP e o BE - e dos Verdes, a moção, que juntou 145 eurodeputados de 21 nacionalidades e diferentes grupos, incluindo os 46 da bancada da Esquerda (em que se integram os portugueses João Oliveira e Catarina Martins) teve os votos necessários para viabilizar o pedido de análise do acordo ao TJUE.

A Comissão Europeia já lamentou, através do porta-voz para o Comércio, Olof Gil, a decisão dos eurodeputados: "Pela nossa análise, as questões colocadas pelo PE nesta moção não se justificam”, referiu Gil.

 O acordo da UE com o Mercosul ((Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) cria a maior zona de comércio livre do mundo.

A soma dos mercados dos dois blocos representa um Produto Interno Bruto (PIB) combinado na ordem dos 20 biliões de euros e abarca um universo de 700 milhões de consumidores.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/parlamento-europeu-envia-acordo-do-mercosul-para-o-tribunal-de-justica-e-trava-processo#loadComments
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 05:33:41 pm »
Sim, já foi dito que o SAFE e PRR vão entrar para a contabilidade da despesa na defesa

Para surpresa de ninguém.

Não me admirava que na revisão da LPM de 2026 viesse lá inscrita a compra das FREMM EVO, só para inflacionar o valor nela inscrito.
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 21, 2026, 04:51:20 pm »

De onde veio essa ideia de 3 esquadras? Um boato que alguém inventou? Se esse boato fosse para 5 esquadras, com um total de 100 caças, também se acreditava?  ???

Se 2 esquadras de 20 aviões cada já é irrealista, não só pela parte financeira como pela falta de pessoal, como é que vamos ter 3? 3 esquadras com 12 aeronaves cada só para dizer que são 3 esquadras?

A haver uma "3ª esquadra" esta quanto muito seria a Esquadra 103 com uma aeronave de treino a jacto armada, ou uma Esquadra UCAV que tanta falta faz. Com o poder de um determinado lobby, ainda vais é gramar com uma esquadra adicional de STs.

Em vez de nos preocuparmos com uma pseudo 3ª Esquadra de caças, devíamos pensar nos drones Loyal Wingman que devem complementar o futuro caça da FAP.


Em matéria de caças, deixei logo o veto ao tema, porque comprar Eurocanards novos era uma idiotice financeira, e o SAFE supostamente não contempla meios em segunda-mão. Isto certamente ajudará a criar um SAFE 2.0 mais realista.

Falou-se aqui no desejo da FAP de ter caças na BA4, que aliás já teve uma esqaudra de G-91 em tempos passados. Não é invenção. Foi dito pelo Subsea7 mais que uma vez em vários tópicos e ele geralmente sabe do que fala.

Pode ser talvez apenas um destacamento, não sei. Mas os destacamentos por vezes tornam-se em esquadras permanente (Esq 752 renascida..) e possivelmente haverá um segunda esquadra de P-3 na BA4.

Quanto a opções 4,5G e 5G, são cada vez mais restritas. O tempo dirá.
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 21, 2026, 04:49:58 pm »
Sim, já foi dito que o SAFE e PRR vão entrar para a contabilidade da despesa na defesa
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 21, 2026, 04:32:15 pm »
Eu não sou contabilista, mas as despesas dos programas SAFE contam `a medida que o dinheiro é gasto, não? Portugal vai receber os 5,8MM em 2026 e quando um contrato é assinado e o pagamento feito ao estaleiro ou fabricante esta quantia neste momento entra na contabilidade das despesas de defesa. Ser ou on não financiado, ou vir dos impostos não interessa `a contabilidade final orçamental.  :conf:

O orçamento de estado inclui não só as receitas provenientes dos impostos, mas também outras fontes, como empréstimos e a venda de obrigações, etc.. Estas receitas adicionais contribuem para o total de recursos financeiros disponíveis para as despesas do governo.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 21, 2026, 04:18:23 pm »
Mesmo que venha de um país "não amigo", ou "não alinhado", ou "hostil", ou... correto?
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