Bem isto já parece mais um Grupo de AA que uma bateria, o que aliás até seria aconselhável para ambas as brigadas. 
Se o Exército insiste em manter MANPADs e C-UAS na AA, se calhar é inevitável ser um Grupo AA. Se for bateria vai ser uma bateria muito grande. Mas se calhar é pedir muito material e não haverá orçamento para tanto? Depende dos targets e doutrina NATO. E esperemos, das lições do campo de batalha na Ucrânia.
O nome que é dado à unidade não me faz diferença, interessa-me mais o conteúdo. Mas sim, com base nas ameaças modernas, a BtrAAA devia dar origem a um GAAA em cada Brigada, principalmente para uma Brigada que pretende ter 3 BIMec e ainda absorver o GCC.
Na
minha opinião hoje em dia a unidade AA da Brigada Média tem que ser capaz de alocar os meios para defender cada BIMec e respectivas unidades de apoio.
Ou seja, se a ideia é ter 3 BIMec, as unidades da BtrAAA ou GAAA têm que ser divisíveis por 3.
Exemplo: Um Pel Skyranger 30 com 12 veículos, conseguia alocar 4 Skyranger 30 para cada BIMec.
O mesmo aplicar-se-ia às outras unidades de apoio da Brigada. O ERec, o GAC, etc. Tudo teria que se divisível por 3.
E com base na ameaça de drones, um GAAA teria que ser capaz de alocar meios para proteger algumas destas unidades de apoio. Pelo menos aquelas que costumam ser alvos prioritários.
De nada adianta investir forte e feio no GAC, para depois ter tudo destruído por drones ao fim de uma semana.