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Marinha Portuguesa / Re: Plataforma Naval Multifuncional
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 30, 2026, 11:10:07 pm »
O conceito, não o projecto definitivo.
Não me leves a mal, mas a MP não tem neste momento a engenharia necessária a desenvolver sozinha um projecto daquela envergadura.
E não o digo em tom crítico, apenas realista.
É o tipo de capacidade que demora décadas a conseguir.
A prova disso foi o projecto NPO2000 e todas as suas sucessivas falhas e alterações.
Ainda sabemos construir, e mesmo essa capacidade esteve perto de se perder.
Projectar... duvido muito.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por HSMW em Janeiro 30, 2026, 11:08:09 pm »
Pronto. Criei um tópico dedicado de modo a que este evento e o seu desenvolvimento fique registado.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 30, 2026, 11:04:59 pm »
Acho que algum pessoal aqui está a exagerar, até parece que se perdeu metade dos F-16, há imagens de dois F-16 danificados e li nas notícias falarem de quatro. Mas ainda ninguém assumiu qualquer perda total, por isso pode até ser possível recuperar alguns ou todos.

Já vi F-16 a fazer aterragens em que partiam o trem todo com a pancada e ser tudo reparado.
Sei de um F-16 português que o piloto se ejectou no solo num exercício no estrangeiro, a cadeira de ejecção queimou todo o interior do cockpit, e foi tudo reparado.

Mas no pior cenário passamos de 28 para 24 F-16.

Demorado vai ser recuperar a base, se as capacidades de manutenção de motores, simuladores de voo, etc, tiverem sido muito danificadas.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 30, 2026, 10:53:33 pm »
Mas se começarmos a ver uma tendência, daquela zona começar a sofrer grandes temporais, então as infraestruturas têm de começar a ter isso em conta.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por Subsea7 em Janeiro 30, 2026, 10:51:12 pm »
Quanto aos F-16 danificados, por mim o comandante da base era despedido.
Aqueles hangares de manutenção estão podres.
Enfim, sem comentários.

É uma situação que se prolongou décadas por múltiplos comandantes de base e governos mantendo (mal) infra estruturas do tempo colonial. A culpa não deverá morrer sozinha. Mas depois desta péssima imagem que se deu ao pais e aos aliados, pode ser que haja um momento leopard 2 para FAP (alusivo á avaria dos M60 no desfile que levou á compra dos leos).

Esse hangar foi construído em 1950...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 30, 2026, 10:49:23 pm »
Já existiram diversos temporais na zona de Leiria e nunca tal coisa aconteceu, as previsões eram de ventos de 100km/h, não era de 200km/h, á quem diga 240km/h.

Penso que neste caso a previsão meteorológica previu uma tempestade mais fraca do que na realidade aconteceu, como se fosse ser idêntico aos dos anos recentes que poucos danos causou na base e nenhum nos aviões, os hangares nos últimos 50(?) anos, aguentaram todos os temporais.

Nos últimos 10 anos já existiram dois grandes temporais naquela zona, supostamente também de 170km/h e nem de perto estes danos, caíram árvores, falhou a eléctricidade, algumas inundações, mas nada deste nível de destruição, até o estádio de Leiria, que é um bocado mais interior do que Monte Real, ficou danificado e aquilo tem muito cimento.

2018
https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/2018-leslie-bateu-recorde-de-velocidade-do-vento-e-levou-destruicao-a-regiao-centro-10336326.html

2013
https://www.publico.pt/2013/04/22/local/noticia/milhares-de-arvores-continuam-caidas-no-pinhal-de-leiria-apos-temporal-de-janeiro-1592140#
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por HSMW em Janeiro 30, 2026, 10:48:27 pm »
Mas foi a primeira vez que fez mau tempo neste país ou quê?!?!

Aquele hangar certamente já aguentou muito temporal.

Tal como aguentou os anteriores, esperava-se que aguentasse este.

No entanto concordo, investe-se muito em meios e pouco nas infraestruturas de apoio.

Em paralelo com a situação do Exército, foi assim com as oficinas dos Leopard em que se cortaram no €€ para algumas capacidades essenciais e na estrutura de suporte às VAMTAC.
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Portugal / Re: Sector Energético Nacional
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 30, 2026, 10:42:28 pm »
"Foi brutal" e "não tem paralelo". Kristin atingiu mais de 5.000 km de redes elétricas, da média à muito alta tensão

Não há registo de um fenómeno climático tão destruidor para a rede elétrica. Mais de 5.000 quilómetros de linhas de média, alta e muito alta tensão e centenas de postes elétricos foram afetados.



O impacto da tempestade Kristin “não tem paralelo” com qualquer outra perturbação sofrida pela rede de eletricidade em Portugal continental. As contas divulgadas esta sexta-feira pela E-Redes indicam que vai ter de repor 680 quilómetros de linha de alta tensão só no distrito de Leiria. No total dos cinco distritos mais atingidos, um grupo que inclui ainda Coimbra, Castelo Branco, Santarém e Portalegre, é necessário reabilitar 3.750 quilómetros de redes de média tensão e 24 subestações. A E-Redes não indicou até agora dados sobre as linhas de baixa tensão, que por se situarem perto do cliente final são de mais fácil acesso.

A estes números é preciso acrescentar os danos sofridos pela rede de muito alta tensão. São mais de 5.000 quilómetros de linhas elétricas às quais estão associados centenas de postes quebrados ou danificados — 647 ao nível da alta e média tensão e mais de 60 postes muito alta tensão totalmente desfeitos.

Segundo a REN (Redes Energéticas Nacionais) a depressão que teve o impacto mais forte no litoral centro deixou fora de operação um total de 774 quilómetros de linhas de muita alta tensão, o que corresponde a 7% de toda a rede de transporte. Numa deslocação ao terreno esta sexta-feira, o presidente da REN, Rodrigo Costa, afirmou que nunca tinha havido tanto prejuízo e destruição.

Em declarações à RTP, o gestor recorda uma grande tempestade em 2009 (a Grace que afetou a região oeste), mas esta “foi brutal”. Apesar de ter várias subestação afetadas, apenas uma, a do Zêzere, chegou a ir abaixo porque dois dos três grandes transformadores ficaram inoperacionais logo a seguir à tempestade. Mas, “no meio desta desgraça, conseguimos manter o abastecimento de eletricidade a toda a rede de distribuição”,  num esforço que foi concertado com a Rede Elétrica de Espanha.

Já na rede de distribuição, a recuperação do serviço tem como prioridade a rede de alta tensão e avança com a ajuda de três centrais móveis e mais de 250 geradores que estão também a assegurar o fornecimento de energia elétrica na baixa tensão com prioridade para serviços essenciais, sobretudo hospitais, bombeiros, telecomunicações e fornecimento de água.
E-Redes prevê restabelecer energia a 80% dos clientes até domingo

Ao início da tarde, estavam cerca de 266 mil clientes por alimentar, estando os meios operacionais concentrados nos distritos de Leiria, Santarém, Portalegre, Coimbra e Castelo Branco, os mais impactados. A grande maioria dos clientes sem eletricidade estão localizados no distrito de Leiria, cerca de 209 mil. Santarém e Portalegre com cerca de 17 mil cada, Coimbra com 12 mil e Castelo Branco com 10 mil.

O presidente da empresa admite que 80% dos fornecimentos podem estar repostos até domingo, o que corresponde a um prazo de cinco dias após o evento. Mas os 20% que faltam pode demorar algum tempo, admitiu José Ferrari Careto em declarações à SIC onde alertou para eventuais surpresas no terreno.

A meteorologia vai agravar-se a partir de domingo à noite, quando se prevê o início de mais um ciclo de vários dias de chuva persistente.

A E-Redes afirma ter mais de 1.000 operacionais no terreno, mas assinala que as condições de mobilidade no terreno e a intermitência das condições atmosféricas estão a condicionar os trabalhos de reparação da rede, fragilizada pela destruição feroz e de grande abrangência dos estragos, sobretudo no distrito de Leiria.

https://observador.pt/2026/01/30/foi-brutal-e-nao-tem-paralelo-kristin-atingiu-mais-de-5-000-km-de-redes-eletricas-da-media-a-muito-alta-tensao/

A destruição causada pela tempestade e que também afectou a frota de F-16, foi devastadora. Inclusive foram contactados quase todos os municípios do continente para dispensarem geradores para o centro do país para fornecerem energia a quem ainda não tem a energia reposta!!!!!

5000km de linhas de média e alta tensão destruídas, num país tão pequeno, é uma brutalidade!!!!!
Esperar que rapidamente os serviços sejam todos repostos e que comecem as reconstruções do que foi danificado!!!
Inclusive soube de uma Escola que estava a terminar o seu investimento do PRR e o temporal arrasou a obra antes da inauguração!!!!!
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por HSMW em Janeiro 30, 2026, 10:35:11 pm »
Logo vi que o problema era o 1143. Esses perigosos coladores de autocolantes.

Provavelmente também andaram aos tiros na escola da Trafaria e na passagem de ano em Sacavém.

Mas sobre esses, os defensores do correto e da verdade, não dizem nada.

O Grupo 1143 agora tem vários especialistas que até ao dia depois das eleições, em que foi encomendada a rusga, nem sabiam bem o que era.

Este grupo é uma evolução dos grupos que o Mário Machado organizava, Frente Nacional, Hammerskins, Nova Ordem Social. Estes sim, grupos de extrema-direita.

Politicamente estavam mais ligados ao Ergue-te (ex - PNR) do que ao Chega, ao contrario do que o jornalismo tenta criar na opinião publica.

Digo também que tem mais ligações à claque do Sporting do que ao Chega.



Também foram pedir justificações ao Frederico Varandas?
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Marinha Portuguesa / Re: Plataforma Naval Multifuncional
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 30, 2026, 10:34:27 pm »
Penso que a Damen modificou o projecto de forma a que o mesmo tivesse o design de assinatura Damen.

As soluções técnicas já tinham sido todas delineadas pela Marinha (Engenheiros Navais).
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