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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por sivispacem em Fevereiro 02, 2026, 07:52:19 pm »
A Tekever a fazer aquilo que a FAP deveria ser capaz de fazer..... (a sério que não percebo porque é que as nossas FA's ainda não são clientes de vulto da Tekever para vigilância marítima do continente e ilhas, combate ao narcotráfico, vigilância florestal, etc....)

https://cnnportugal.iol.pt/tekever/kristin/tekever-mobiliza-drones-um-cerebro-digital-e-mais-de-100-voluntarios-para-mapear-estragos-da-kristin-em-leiria/20260202/6980bed3d34e0ec52ec3066a

Isto também é publicidade para eles.

Boa publicidade para eles, má para as FA's.....
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Força Aérea Portuguesa / Re: Depressão Kristin danifica dois F-16 em Monte Real
« Última mensagem por Pilotasso em Fevereiro 02, 2026, 07:39:21 pm »

P.S. 2 - Gostava de saber a razão de o MLU ter sido cancelado. Se temos uma decisão política ou militar. A aguardar.  ::)

Doar peças para a frota operacional

Num caça que é dos mais usados do mundo? Faltam peças ou dinheiro para as adquirir?

Saudações

Da configuração MLU com radar APG-66V2A estão a ser retirados por todo o mundo e os kits de conversão eram dos anos 90. Já lá vão uns aninhos  :o, talvez seja por isso não?
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Exército Português / Re: Artilharia do Exército
« Última mensagem por yuwanko em Fevereiro 02, 2026, 07:26:07 pm »
Uma solução para a tropa e fuzileiros

https://www.facebook.com/reel/1429016182348846

Uma boa iniciativa para a indústria nacional, já que esses Toyotas são fabricados cá.
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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por yuwanko em Fevereiro 02, 2026, 07:20:14 pm »
A Tekever a fazer aquilo que a FAP deveria ser capaz de fazer..... (a sério que não percebo porque é que as nossas FA's ainda não são clientes de vulto da Tekever para vigilância marítima do continente e ilhas, combate ao narcotráfico, vigilância florestal, etc....)

https://cnnportugal.iol.pt/tekever/kristin/tekever-mobiliza-drones-um-cerebro-digital-e-mais-de-100-voluntarios-para-mapear-estragos-da-kristin-em-leiria/20260202/6980bed3d34e0ec52ec3066a

Segundo o EMFA, a FA disponibilizou geradores, não diz quantos, UMA motobomba e UMA bomba submersível :D

Se nem coisas baratas e batidas têm, quanto mais drones e tecnologia sofisticada.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 02, 2026, 07:15:45 pm »
Estão a esquecer-se que a Fincantieri tem muitas opções, não é somente as Fremm e PPA.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 02, 2026, 07:13:01 pm »
Novidades da VDG...
https://www.facebook.com/share/1DQWMM2Hnr/

Os comentários dos otários do costume.  ::)

Sabe-se qual a fase seguinte? Parece que removeram muita cosia. O que vem a seguir?
Parece que os trabalhos preparatórios (desmontagem dos antigos sistemas SEWACO, remoção de mastros e cabos, etc. estão completos. A VdG está despida
  c56x1
O programa visa modernizar completamente até dois navios, enquanto o terceiro poderá receber atualizações mais limitadas (por exemplo, para servir de navio de comando e treino).

Provavelmente a NRP Vasco da Gama, que passou por trabalhos preliminares de desmantelamento/preparações na doca seca será alvo de inspeções do casco/estrutura, manutenção e trabalhos preparatórios,? A seguir a instalação/pré-cablagem de sistemas (não requer condições secas), integração de atualizações, instalação no cais de equipamentos novos ou em armazém, testes de aceitação no porto e, possivelmente, testes de mar para sistemas básicos?

O navio regressará à doca seca por volta de maio para os principais trabalhos estruturais de modernização ao abrigo do contrato NSPA, como a instalação de novos sensores, interfaces de armas (por exemplo, integração do ESSM Block 2), melhorias de ASW e revisões do sistema de combate.

Note-se que o programa enfrentou atrasos (por exemplo, a adjudicação do contrato não foi finalizada até meados de 2025, segundo os relatórios), e o calendário geral prevê a entrega do primeiro navio modernizado por volta de 2026-2027, com a segunda a seguir. Esta modernização das VdG é uma medida provisória para servir de ponte até que novas fragatas multifuncionais (recentemente selecionadas FREMM EVO) substituam a classe nos próximos anos.
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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por Lightning em Fevereiro 02, 2026, 07:11:32 pm »
A Tekever a fazer aquilo que a FAP deveria ser capaz de fazer..... (a sério que não percebo porque é que as nossas FA's ainda não são clientes de vulto da Tekever para vigilância marítima do continente e ilhas, combate ao narcotráfico, vigilância florestal, etc....)

https://cnnportugal.iol.pt/tekever/kristin/tekever-mobiliza-drones-um-cerebro-digital-e-mais-de-100-voluntarios-para-mapear-estragos-da-kristin-em-leiria/20260202/6980bed3d34e0ec52ec3066a

Isto também é publicidade para eles.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 02, 2026, 07:06:40 pm »

No momento em que se decide pela aquisição das Fremm Evo, não faz qualquer sentido essa opção. Seria outros armamentos, outros equipamentos, sem qualquer padronização.
Exatamente

Seria preferível mais duas FREMM EVO do que voltar a ter uma salada mista de fragatas.
A introdução de MEKO A-200 após a FREMM EVO cria uma esquadra fragmentada. Portugal já opera duas classes (MEKO 200PN + Karel Doorman), tendo a Marinha afirmado no passado que esta fragmentação é um grande problema: ter dois sistemas de combate diferentes, dois sistemas de propulsão diferentes, duas cadeias logísticas diferentes, dois programas de treino diferentes, etc.

Comprar as MEKO A-200 seria repetir o mesmo erro. Uma Marinha  composta por:

3× FREMM EVO e 3× MEKO A-200 e 2× VdG, 6× NPOs, 2× SSKs seria um pesadelo logístico.

Se a classe FREMM EVO já é a base escolhida, expandir a classe é mais barato e mais sensato. Uma vez que Portugal se compromete com a FREMM EVO: o treino da tripulação é padronizado, o treino do sistema de combate é padronizado, a infraestrutura de manutenção é padronizada, as peças de substituição são padronizadas, a doutrina é padronizada.

A compra de mais duas ou três fragatas FREMM EVO proporciona a Portugal uma única classe de fragatas de alta tecnologia com menor custo do ciclo de vida, maior disponibilidade, treino simplificado, logística simplificada, melhor interoperabilidade com a Itália e a França

É exactamente por isso que outras marinhas estão a caminhar para frotas homogéneas.

A MEKO A-200 é uma boa fragata mas não é ideal para a situação de Portugal. A MEKO A-200 é menor, e mais barata e tem uma tripulação reduzida, mas tem capacidade antiaérea inferior, menos otimizada para ASW, menor margem de crescimento.

É um ótima fragata para países que necessitam de uma fragata GP, mas Portugal já escolheu uma fragata AAW/ASW de alta tecnologia (FREMM EVO).
Misturar uma classe de alta tecnologia com uma classe intermédia cria lacunas de capacidade e complica as operações.

As missões da Marinha exigem uma esquadra homogénea para lidar com:
ASW no Atlântico e Golfo da Guiné
Participar em Forças Navais Permanentes da NATO
Desdobramentos de longo alcance (Golfo da Guiné, Oceano Índico)
Escolta de defesa antiaérea (AAW) para grupos tarefa da NATO
Cooperação com os SSK

Uma frota mista de fragatas FREMM e A-200 cria dois padrões diferentes de ASW, dois padrões diferentes de AAW, dois perfis de autonomia diferentes, dois tamanhos diferentes de hangares para helicópteros, dois sistemas de radar diferentes. Isto tudo reduz a flexibilidade operacional.

Aposto que a Itália oferecerá um melhor preço para as próximas FREMM EVO
Assim que Portugal comprar as primeiras: a Itália oferecerá economias de escala. Os cascos subsequentes serão mais baratos e os prazos de entrega serão mais curtos
O risco de integração é nulo. O treino de tripulações já estará em vigor

A Itália já o fez repetidamente com os clientes de exportação. Quando chegar o tempo de substituir os NPO1/2S podem considerar EPC ou outro meio General Purpose mais barato. Para fragatas faz mais sentido termos 5-6 iguais.
Substituir as BD por duas FREMM Evo extra seria o ideal, mas dado o custo, e se não houver um SAFE 2.0 ou coisa parecida, são mais 2 Bi… para mim, uma alternativa aceitável seria comprar as duas últimas FREMM ASW, que já vão levar um MLU nos próximos anos. Seriam 600 milhões, mais coisa menos coisa e entrava-se num ciclo de substituição de metade das fragatas a cada 15-20 anos, o que é um fardo financeiro bem mais leve e espaçado no tempo, que substituir toda a frota a cada 30-35 anos… 
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 02, 2026, 06:45:54 pm »
Nessa lógica, quando muito, podia-se avaliar o PPA EVO.

As PPA EVO têm o dobro da tripulação e deslocamento.. talvez substituir os 4 NPO1/2S for 2-3 PPA EVO?
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: O SOBREVIVENCIALISMO
« Última mensagem por legionario em Fevereiro 02, 2026, 06:43:20 pm »
Boas, não te posso contar a minha experiência porque, felizmente, a minha zona não foi afetada. talvez se for deslocado para lá em trabalho.

Conto‑te em resumo o que sei de pessoas que conheço:

Alcobaça:

Sem eletricidade desde a primeira hora. Só passado 24 horas tivemos contacto via WhatsApp. É uma pessoa que gosta de bushcraft, pelo que estava bem preparada com água, comida, rádio a pilhas, etc.

A eletricidade voltou com falhas. A água em casa veio com recomendação de não ser usada.

Já conseguiram repor stock de água e, amanhã, com a ajuda de um amigo que vai trabalhar para a zona, vão levar pastilhas de cloro para alguma eventualidade (que vão partilhar com outros na zona).

Zona de Pedrógão Grande:
Mais difícil ainda, sem eletricidade até agora. Comida, água e contactos só possíveis com deslocação até à Sertã.

Sem problemas de segurança, reparações a serem efetuadas com a ajuda de todos. Nesta data estamos a ver se conseguimos alguém que doe um gerador para a zona.

A minha experiência relativamente a estas situações, quem mora em aldeias ou mais isolado, costuma estar bem preparado, e conta com uma vizinhança forte , quando maior a cidade pior.

É verdade ! nas cidades é mais complicado, o pessoal nem conhece os vizinhos do apartamento do lado, daí ser ainda mais importante que cada habitação esteja acautelada. Isto é falar ao vento porque eu conheço muito bem o povo a que pertenço  :)
Fui visitar a minha terra natal (leiria) e saí de lá muito triste não só com a destruição mas também com algumas opinões que ouvi...muita gente espera de braços cruzados que o Estado lhes resolva todos os problemas, ainda não perceberam nada para além de estarem muito mal habituados, mentalidade de assistidos.
Centenas de pessoas dirigem-se para o Estádio para receber comida, estarão os supermercados todos fechados ? será que essas pessoas sofriam de carências alimentares antes da tempestade e que agora aproveitam as borlas para matar a fome ?

Ouvi dizer,não posso confirmar, que o actual executivo de Leiria tem relegado os Bombeiros Sapadores da cidade para segundo plano, faltam efectivos, falta de veículos, falta de EPI...de quem é a culpa ?
Quanto aos Bombeiros Voluntarios de Leiria, parece que parte das instalações ruiram com o vento, eu pergunto, e se fosse um tremor de terra daqueles valentes, quantas estruturas ligadas à Poteção Civil é que resistiriam ? falo dos quarteis dos Bombeiros e das Forças de segurança mas também dos hospitais públicos e privados.

...e se tivessem que gerir milhares de vítimas como teriam feito ?
Ouvimos, e muito bem, alguns responsaveis falar de aprendizagem, não se esqueçam de reter as devidas lições. As colectividades públicas e privadas devem no futuro assegurar-se que são autónomos, pelo menos por alguns dias em energia e em reservas de água, isto é o minimo dos minimos.

Há muitas lições para aprender com esta tempestade.
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