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Portugal / Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:33:33 am »
Norway delivers significant number of missiles for Ukraine’s NASAMS air defense systems

https://en.apa.az/europe/norway-delivers-significant-number-of-missiles-for-ukraines-nasams-air-defense-systems-489690
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Portugal / Re: Reservas de Ouro de Portugal
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:32:11 am »
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Sintra em Hoje às 01:06:36 am »
Não sei se viste as noticias ontem, já não vai haver invasão da Groenlândia nem vai acabar a NATO,  tal como tentei dizer varias vezes aqui não ia acontecer. O melhor que temos a fazer é ignorar o ruído e esperar  os próximos capítulos da decisão da  substituição do F-16 e os programas 6G. Com um pouco de sorte o Homem laranja é impugnado este ano (O republicanos já falam disso abertamente no senado e congresso) e podemos com alguma segurança esperar que a palhaçada na casa branca acabe (de 1 maneira ou outra) deixando estas duvidas existenciais definitivamente para trás e fazer o que realmente é preciso.


A "palhaçada" não vai acabar.
Donald Trump não é um blip histórico.
Ele foi RE-ELEITO depois do que se passou no dia 6 de Janeiro de 2021...
Não foi um erro. É o que é.
Não existem garantias absolutamente nenhumas de que não vamos ter problemas graves...
Se não for na "Greenland", serâ na "Iceland" ou em "Scotland" ou noutro sitio qualquer.
E existem probabilidades algo razoáveis de que as próximas eleições nos EUA não sejam lá muito "livres"... ou ainda pode perfeitamente acontecer que apanhemos com um Presidente JD Vance/Stephen Miller/Trump Jr.

É o que diz o dc, adia-se a decisão sobre a escolha do substituto do F-16 durante uns tempos.


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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Sintra em Hoje às 12:17:52 am »
É uma analise técnica sem misturar emoções. Em cima disso quando te apercebes que todos os caças alternativos que se discutiram aqui são todos da geração anterior e também eles possuem equipamentos americanos, se eles quiserem, em caso de guerra também poderiam embargar. Seria algo catastrófico fosse qual fosse o avião escolhido.

Não existe uma peça num determinado aparelho Francês que possa ser "embargada" pelos EUA. Ou melhor, os dois equipamentos (o MIDS-LVT e o HMD) que podem ser bloqueados para exportação pelo DOD Norte Americano utilizados nesse avião (estamos a falar do Dassault Rafale) pela ADLA/MN têm equivalentes "ITAR Free" já em operação em alguns dos clientes externos.
Já os Britânicos... Aquele assento...


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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por LM em Janeiro 22, 2026, 11:38:56 pm »
E Portugal ter equipamento para 2 Bat Inf "Pandur" e para 1 Bat Inf Boxer - mesmo que homens só por "mobilização" - não parece nada de especial (para além dos Bat Paraquedistas)... equipamento é sempre mais complicado que homens em caso de emergência (para além da necessidade de reservas).
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Brasil / Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Última mensagem por MMaria em Janeiro 22, 2026, 11:19:12 pm »
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por MMaria em Janeiro 22, 2026, 11:17:50 pm »
EEUU deja de ser miembro de la OMS a partir de hoy

Estados Unidos dejará oficialmente la Organización Mundial de la Salud, generando un vacío financiero y riesgos para la cooperación sanitaria internacional.

https://www.ambito.com/mundo/eeuu-deja-ser-miembro-la-oms-partir-hoy-n6237206

Sds
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Portugal / Re: Sector Ferroviário
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 22, 2026, 11:16:30 pm »
CP vai ter até 20 comboios para a alta velocidade. Investimento soma 584 milhões – ECO https://share.google/VZAxzCqcxcYN4JPzv
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Portugal / Re: Sector Ferroviário
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 22, 2026, 11:08:05 pm »
Governo vai entregar a privados a operação de quatro serviços ferroviários urbanos - JN https://share.google/GwTovvKdKzsMNDT3x
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 22, 2026, 11:07:52 pm »

BOXER RCT30 na Brigada Média: implicações operacionais e logísticas da transição para um IFV 8×8 de alta intensidade
Análise técnica ao BOXER RCT30 na Brigada Média: variantes prováveis, comparação com a PANDUR II, melhorias em proteção e poder de fogo (30 mm/airburst), capacidades ganhas e impacto logístico
Um Olhar Estratégico
Jan 21, 2026

A intenção de dotar a futura Brigada Média do Exército Português com a viatura ARTEC/KNDS BOXER RCT30 aponta para uma mudança qualitativa no “patamar” de combate das forças médias nacionais: maior proteção, maior poder de fogo (30 mm com munição programável), sensores e ciclo de tiro compatíveis com combate moderno e integração em operações conjuntas e multinacionais. Este artigo analisa, com base em fontes abertas, (i) o que se conhece publicamente sobre a adoção do BOXER RCT30, (ii) se estamos perante substituição da frota PANDUR II ou reforço por incremento orgânico, (iii) as diferenças estruturais entre plataformas e as capacidades que o Exército ganha, e (iv) as implicações logísticas e de sustentação — frequentemente o fator decisivo para prontidão real em cenários de alta intensidade.


Figura 1: BOXER RCT30 (IFV 8×8) com torre remotamente controlada e canhão automático de 30 mm. Plataforma desenhada para elevada proteção, mobilidade e letalidade em combate de alta intensidade.

1. Introdução

O ambiente de segurança europeu entrou numa fase em que a hipótese de conflito de alta intensidade — com fogos de precisão, drones, guerra eletrónica, dispersão, grande consumo de munições e forte desgaste de material — deixou de ser teórica. Neste contexto, forças terrestres credíveis tendem a convergir para três requisitos: sobrevivência, letalidade e sustentação.

É nesta lógica que surge, em fontes públicas, a intenção do Exército Português de equipar a futura Brigada Média com a viatura BOXER RCT30, descrita como um salto tecnológico face ao parque atual.

2. Contexto estratégico

Fontes abertas associam a transformação em curso a uma necessidade de “revolução” na prontidão terrestre: forças mais pesadas, reservas de guerra e meios adequados a um teatro europeu contestado. Nessa linha, é referido que a prioridade é criar um “punho de ferro” — a Brigada Média — como espinha dorsal da força nacional, com horizonte de prontidão até 2032.

No mesmo enquadramento público, algumas fontes abertas de imprensa sugerem que a frota PANDUR II, após modernização (MLU), poderá continuar a equipar unidades com perfil mais ligeiro. Contudo, em fontes oficiais publicamente acessíveis, a distribuição final por brigadas não se encontra detalhada, pelo que esta leitura deve ser considerada indicativa e sujeita a confirmação.

3. Análise militar

3.1 Forças em presença (ponto de partida)

O Exército Português opera a família PANDUR II 8×8 como principal plataforma de rodas, em múltiplas variantes, e mantém/teve plataformas lagartas mais antigas no inventário. A introdução do BOXER RCT30 coloca uma capacidade de “força média” num patamar superior, aproximando-a do conceito de IFV (Infantry Fighting Vehicle) moderno de rodas: transporte de infantaria + capacidade orgânica para combater e apoiar manobra com fogos diretos significativos.

3.2 O que é o BOXER RCT30 e por que importa

O BOXER IFV RCT30 é descrito por fabricantes/consórcios como um dos IFV de rodas mais modernos, assente em duas ideias-chave:

Proteção e volume de uma plataforma 8×8 pesada, com margem de crescimento (sensores, kits, energia).

Letalidade e aquisição de alvos via torre remotamente controlada, estabilizada, com canhão 30×173 mm e funcionalidades como hunter-killer (o comandante pode procurar novo alvo enquanto o artilheiro engaja o anterior).

Nota: o calibre 30×173 mm não é, por si, novo; o diferencial do RCT30 está na integração de sensores/torre, na munição programável/ABM (airburst) e na necessidade de sustentar maiores volumes em treino e reservas.

A versão RCT30 é publicamente associada ao canhão MK30-2/ABM, incluindo munição programável/airburst. Em configurações divulgadas, existe também referência a integração de mísseis anticarro (ex.: SPIKE LR), o que amplia o envelope anticarro orgânico do escalão tático.

3.3 BOXER RCT30 vai substituir a PANDUR II ou reforçar a Brigada Média?

O que é reportado (fontes abertas / imprensa):
A informação disponível em fontes abertas associa o BOXER RCT30 à futura Brigada Média. Quanto às PANDUR II, há referências a modernização/MLU e a possível continuidade noutras componentes, mas a afetação por brigadas não é publicamente inequívoca, pelo que a análise deve manter-se prudente.

O que é provável (avaliação analítica):
Em termos de desenho de força, há dois modelos plausíveis:

Modelo A — Substituição parcial e especialização por brigadas:
O BOXER equipa as subunidades “de choque” da Brigada Média (infantaria montada/IFV), enquanto a PANDUR permanece em missões onde menor massa, menor pegada logística e maior facilidade de projeção são vantajosas, reforçando brigadas leves e funções de apoio.

Modelo B — Incremento orgânico para criar novas subunidades (sem retirar PANDUR do sistema):
O BOXER surge para criar capacidade adicional (novos batalhões/subunidades) e elevar o nível de prontidão/letalidade da Brigada Média, mantendo a PANDUR como componente estrutural do dispositivo de rodas do Exército.

Nota importante: até existir confirmação pública (contratos, números, lista de variantes e distribuição por unidades), qualquer resposta “fechada” é especulativa. O que as fontes abertas permitem afirmar com segurança a intenção de introdução do BOXER RCT30 como capacidade de combate montado de maior intensidade. Já a distribuição final das PANDUR II (após MLU) por brigadas/unidades não está detalhada de forma inequívoca em fontes oficiais publicamente acessíveis, pelo que permanece em aberto.

3.4 Variantes: o que pode fazer sentido (sem inventar decisões ainda não públicas)

Facto (arquitetura do sistema): o BOXER assenta no conceito modular “módulo de condução + módulo de missão”, permitindo múltiplas variantes dentro da mesma família.

Se o objetivo for equipar uma brigada para alta intensidade, o pacote “coerente” de variantes costuma incluir, além do IFV (RCT30), um conjunto de módulos para comando e apoio. Assim, as variantes mais prováveis/úteis (como referência doutrinária e prática de outros utilizadores) seriam:

IFV (RCT30) — núcleo de combate da infantaria montada;

Posto de Comando (C2) — brigada/batalhão;

Ambulância (MEDEVAC) — evacuação e suporte sanitário;

Recuperação/Oficina (Recovery/Repair) — manutenção e recuperação em combate;

Engenharia/apoio ao combate — mobilidade/contramobilidade;

Porta-morteiro — fogos indiretos de proximidade;

Reconhecimento — sensores, comunicações, observação.

Isto não é uma “lista do que Portugal já comprou”; é uma proposta tecnicamente coerente com o conceito de Brigada Média e com a modularidade declarada do sistema.

3.5 Principais diferenças: BOXER RCT30 vs PANDUR II

A comparação útil não é apenas “qual é melhor”, mas qual é o perfil tático-logístico de cada plataforma.

(1) Classe de massa, proteção e sobrevivência

O BOXER RCT30 opera numa classe superior de massa (fontes abertas apontam ~38 t, conforme configuração), típica de uma viatura concebida para sobreviver e combater em ambiente saturado por fogos e sensores.
A PANDUR II é uma plataforma mais leve, favorecendo menor pegada logística e maior facilidade de projeção, mas com limitações naturais de “growth potential” quando comparada com um 8×8 pesado.

(2) Letalidade e ciclo de engajamento

O RCT30 (30×173 mm) com munição programável/airburst e sensores hunter-killer altera o “balanço” em combate montado: maior alcance útil, maior probabilidade de acerto em movimento e melhor resposta contra infantaria abrigada.

(3) Arquitetura de sistemas (sensores, comunicações e integração)

Um IFV moderno não é só “armamento”; é uma combinação de sensores, comunicações e processos. O BOXER RCT30 é publicamente descrito como orientado para combate moderno e integração de subsistemas, o que tem impacto direto na eficácia em operações conjuntas/multinacionais.

3.6 Melhorias face à PANDUR: que capacidades o Exército ganha?

Capacidades ganhas (síntese):

Aumento de sobrevivência em ambiente contestado (plataforma 8×8 pesada, com margem para kits e integração).

Poder de fogo orgânico superior (30 mm e munição airburst), melhorando apoio direto à infantaria desmontada e “overmatch” sobre ameaças ligeiras/médias.

Ciclo sensor-atirador mais rápido (hunter-killer), com impacto claro em combate de encontro e em ambientes urbanos/complexos.

Potencial anticarro ampliado (se integrado com ATGM, como referido em fontes do produto).

Sustentação e disponibilidade potencialmente melhores (pela modularidade e gestão de módulos), desde que o modelo logístico e contratual seja bem desenhado.

3.7 Logística e sustentação: o “lado decisivo” do BOXER

Uma transição para um IFV 8×8 pesado exige uma abordagem logística deliberada. Em alta intensidade, “ter viaturas” é diferente de ter viaturas prontas e municiadas, com equipas de manutenção, recuperação e cadeias de abastecimento robustas.

Principais implicações logísticas:

Infraestruturas e mobilidade operacional: peso/classe do veículo afeta pontes, itinerários, parques, meios de reboque e recuperação.

Municiamento: reforço e normalização da cadeia logística de 30×173 mm, com ênfase em munições programáveis/ABM (airburst), volumes de treino/combate e respetiva gestão (armazenamento, programação, controlo e segurança), além de sobressalentes e ferramentas específicas da torre.

Manutenção e sobressalentes: torre, optrónicos e sistemas eletrónicos aumentam exigência de técnicos, ferramentas e contratos de suporte.

Recuperação e reparação em combate: em alta intensidade, a taxa de avaria/danos cresce; meios de recuperação são tão críticos como o próprio IFV.

Formação: tripulações e mecânicos requerem treino em tiro, sensores, gestão de munição, procedimentos e integração C2.

4. O BOXER RCT30 é “topo de gama” no segmento? E qual um Top 3?

“Topo de gama” depende do critério (proteção, letalidade, maturidade, custo-ciclo de vida). Ainda assim, em termos de posicionamento técnico e características publicitadas, o BOXER RCT30 situa-se claramente no patamar superior dos IFV 8×8: proteção elevada, torre moderna, munição airburst e conceito modular.

Top 3 (avaliação analítica, defensável por desempenho + maturidade + potencial):

ARTEC/KNDS BOXER IFV RCT30

Patria AMV XP (configurações IFV)

GDELS PIRANHA V (configurações IFV)

5. Conclusão e cenários possíveis (curto, médio e longo prazo)

Curto prazo (1–3 anos):
Definição do pacote real (números, variantes, cronograma, formação, munições) e desenho do modelo de sustentação. O sucesso inicial mede-se menos pelo “anúncio” e mais pela capacidade de criar uma cadeia logística e de treino coerente.

Médio prazo (3–8 anos):

Entrada em serviço e consolidação de subunidades de choque na Brigada Média, com coexistência com PANDUR modernizadas noutras brigadas/roles. Este período será crítico para a prontidão: munições, sobressalentes, recovery e manutenção determinarão disponibilidade real.

Longo prazo (8–15 anos):
Consolidação de uma arquitetura de força com “camadas”: IFV pesado de rodas (BOXER) para choque e combate montado exigente; 8×8 mais leve/modernizado (PANDUR) para mobilidade, projeção e funções de apoio. A variável estratégica será a sustentabilidade financeira e industrial do ciclo de vida.

https://substack.com/home/post/p-185217713

Não percebo mesmo a invenção do autor (um TCor no EMGFA diga-se) das Pandur na Brigada Ligeira

Cheguei a perguntar-lhe qual a fonte, mas só repetiu o facto de serem fontes abertas...


Como é lógico as Pandur ficam na BrigInt/Brigada Média e nada indica o contrário
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