31
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 23, 2026, 11:36:42 pm »3.4 Variantes: o que pode fazer sentido (sem inventar decisões ainda não públicas)
Facto (arquitetura do sistema): o BOXER assenta no conceito modular “módulo de condução + módulo de missão”, permitindo múltiplas variantes dentro da mesma família.
Se o objetivo for equipar uma brigada para alta intensidade, o pacote “coerente” de variantes costuma incluir, além do IFV (RCT30), um conjunto de módulos para comando e apoio. Assim, as variantes mais prováveis/úteis (como referência doutrinária e prática de outros utilizadores) seriam:
IFV (RCT30) — núcleo de combate da infantaria montada;
Posto de Comando (C2) — brigada/batalhão;
Ambulância (MEDEVAC) — evacuação e suporte sanitário;
Recuperação/Oficina (Recovery/Repair) — manutenção e recuperação em combate;
Engenharia/apoio ao combate — mobilidade/contramobilidade;
Porta-morteiro — fogos indiretos de proximidade;
Reconhecimento — sensores, comunicações, observação.
Isto não é uma “lista do que Portugal já comprou”; é uma proposta tecnicamente coerente com o conceito de Brigada Média e com a modularidade declarada do sistema.
Nunca vou entender porque é que se esquecem sempre da variante AA. Hoje em dia é obrigatório incluir este tipo de versão, principalmente para um país que já tem capacidade de assegurar superioridade aérea.
90 Boxer é quantia mais que suficiente pars equipar um BIMec Pesado.
Parece-me que o plano será a Brigada Média inicialmente ter 1 BI Boxer e 2 BI Pandur MLU.
A médio prazo, a Brigada Média passa ter 3 BI Boxer, e os Pandur transitam para a Brigada Ligeira? Os ST5 dos BIPara e BCmds passam então para os BI das ilhas, outras unidades do éxercito, talvez PA/FAP e Fuzos?
Será?
Não sei quais os planos para o futuro, mas a Brigada Ligeira abdicar dos ST5 não faz sentido nenhum.
Quanto muito veríamos os ST5 e Pandur a operar em conjunto, até ao dia em que se resolve substituir os Pandur por um blindado 6x6.

Mensagens recentes



