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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Força Aérea Portuguesa => Tópico iniciado por: pmdavila em Outubro 26, 2007, 10:35:25 pm

Título: Açores: radares de defesa aérea a partir de 2011
Enviado por: pmdavila em Outubro 26, 2007, 10:35:25 pm
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Radares de defesa aérea na região a partir de 2011
Regional | 2007-10-26 17:04

O chefe do Estado-maior da Força Aérea disse esta sexta-feira que os radares de defesa aérea previstos na actual Lei da Programação Militar serão instalados nos Açores a partir de 2011, altura em que haverá verbas disponíveis

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Luís Araújo sublinhou que o sistema de radares já está “instalado em três pontos do território continental e encontra-se em instalação na região Autónoma da Madeira, a que se seguirá a sua instalação, a partir de 2011, nos Açores”.

O CEMFA, que falava depois da cerimónia de rendição do comandante do Comando Aéreo dos Açores, disse à agência Lusa que “será também por essa altura que deverá ser destacada para a Região uma missão de aviões F-16”.

“Depois de completar a aquisição das três dezenas de F-16 que farão parte da nossa Força Aérea, estão previstos destacamentos para os Açores”, frisou.

Luís Araújo revelou, ainda, que foram comprados cinco aviões P-3 Orion que, depois de actualizados tecnologicamente, reforçarão as missões que são feitas nos mares dos Açores, nomeadamente em distâncias que as outras aeronaves não possam executar.

“Estas modernizações são necessárias de forma a garantir uma fiscalização adequada de uma zona cujas linhas de comunicação marítima e aérea são relevantes no contexto geoestratégico e não estão isentas de ameaças”, acrescentou.

Na sua intervenção, o CEMFA reafirmou que as missões que estão confiadas à FAP são realizadas “de acordo com aquilo que orçamentalmente o país disponibiliza para este sector”, procurando que “seja rentabilizado racionalmente”.

Durante a cerimónia, tomou posse como comandante da Zona Aérea dos Açores o Major-General piloto aviador Victor Fernando Fragoso, que substitui nestas funções o Major-general José Tareco.

Lusa / AO online

Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: pedro em Outubro 26, 2007, 11:11:11 pm
Pois olha aqui esta uma boa noticia.
Título:
Enviado por: comanche em Outubro 27, 2007, 01:01:45 am
F16 para os Açores e para a Madeira de forma permanente era o ideal.
Título:
Enviado por: Daniel em Outubro 27, 2007, 11:01:51 am
Uma excelente noticia, realmente continu na esperança, crendo, que cada vez as coisas, estão a ficar melhores. Devagar mas vai. :)
Título: Re: Açores: radares de defesa aérea a partir de 2011
Enviado por: zocuni em Outubro 27, 2007, 04:18:53 pm
Citação de: "pmdavila"
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Radares de defesa aérea na região a partir de 2011
Regional | 2007-10-26 17:04

O chefe do Estado-maior da Força Aérea disse esta sexta-feira que os radares de defesa aérea previstos na actual Lei da Programação Militar serão instalados nos Açores a partir de 2011, altura em que haverá verbas disponíveis

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Luís Araújo sublinhou que o sistema de radares já está “instalado em três pontos do território continental e encontra-se em instalação na região Autónoma da Madeira, a que se seguirá a sua instalação, a partir de 2011, nos Açores”.

O CEMFA, que falava depois da cerimónia de rendição do comandante do Comando Aéreo dos Açores, disse à agência Lusa que “será também por essa altura que deverá ser destacada para a Região uma missão de aviões F-16”.

“Depois de completar a aquisição das três dezenas de F-16 que farão parte da nossa Força Aérea, estão previstos destacamentos para os Açores”, frisou.

Luís Araújo revelou, ainda, que foram comprados cinco aviões P-3 Orion que, depois de actualizados tecnologicamente, reforçarão as missões que são feitas nos mares dos Açores, nomeadamente em distâncias que as outras aeronaves não possam executar.

“Estas modernizações são necessárias de forma a garantir uma fiscalização adequada de uma zona cujas linhas de comunicação marítima e aérea são relevantes no contexto geoestratégico e não estão isentas de ameaças”, acrescentou.

Na sua intervenção, o CEMFA reafirmou que as missões que estão confiadas à FAP são realizadas “de acordo com aquilo que orçamentalmente o país disponibiliza para este sector”, procurando que “seja rentabilizado racionalmente”.

Durante a cerimónia, tomou posse como comandante da Zona Aérea dos Açores o Major-General piloto aviador Victor Fernando Fragoso, que substitui nestas funções o Major-general José Tareco.

Lusa / AO online
Fonte (http://http)



Só peca por tardia.Mas mais vale tarde que nunca.A nossa ZEE poderá ser no futuro a nossa maior preocupação em termos de defesa,temos de cuidar do que é nosso,senão teremos de engolir virem outras nações(e são muitas) com um apetite voraz.A questão dos espaços maritimos,certamente serão a base dos novos conflitos,e nós como nação pequena não podemos ficar a mercê das grandes potências.Sempre é bom lembrar que se juntarmos a nossa territorialidade e zonas exclusivas maritimas somos a 11ª nação em espaço global,isso vale ouro.

Abraços,
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Outubro 27, 2007, 05:41:10 pm
Eu sabia que tinha nascido numa grande nação :P
Agora fora de brincadeiras, como é que vai ficar depois do alargamento da ZEE?
Título:
Enviado por: Ricardo Pinheiro em Outubro 28, 2007, 01:41:53 pm
"Depois de completar a aquisição das três dezenas de F-16 que farão parte da nossa Força Aérea..."

peço desculpa... mas não entendi... de que 30 F-16 se está a referir?... "novos"?, os MLU's?...
Título:
Enviado por: antoninho em Outubro 28, 2007, 02:19:01 pm
citação:

"Depois de completar a aquisição das três dezenas de F-16 que farão parte da nossa Força Aérea..."

peço desculpa... mas não entendi... de que 30 F-16 se está a referir?... "novos"?, os MLU's?...
:conf:  ufx29... pelos vistos os militares nem querem ouvir falar de despachar uma duzia....
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 28, 2007, 06:29:12 pm
O que já se percebeu é que se tudo correr até bem até 2012, fim previsto do programa MLU, teremos 33 F-16 AM/BM a voar. E não os 33 A (monolugares) e os 7 B (bilugares) como alguns ainda acreditam. Por outro lado também não percebo porque que é que o número de aeronaves há de ser impar, 33, já que são duas as esquadras. Resta também saber o que será feito das restantes 7 fuselagens que compõem os ditos 40 originais.
Título:
Enviado por: André em Outubro 28, 2007, 06:38:38 pm
Acho que este sistema de radares chega um bocado tarde, porque actualmente há cada vez mais projectos de aeronaves e embarcações stealth.  :wink:
Título:
Enviado por: antoninho em Outubro 28, 2007, 07:03:51 pm
Mas como a maior parte desses aparelhos vão estar na mãos dos aliados, sempre fazem falta ou não??
Claro que sim!!
Título:
Enviado por: papatango em Outubro 28, 2007, 10:08:17 pm
Citação de: "André"
Acho que este sistema de radares chega um bocado tarde, porque actualmente há cada vez mais projectos de aeronaves e embarcações stealth.
Por esta razão é que os radares mais modernos fazem sentido.

Não só pelas suas características como pela forma como fazem pesquisas.
Os radares utilizam em grande parte software que pode ser reconfigurado para procurar especificamente determinado tipo de alvo.

Não há aviões invisíveis, só há aviões furtivos. E contra os aviões furtivos os últimos tipos de radar são a melhor solução.
Título:
Enviado por: Akagi em Outubro 30, 2007, 07:26:40 pm
Não percebi bem. Vão ser colocados F-16 na Madeira?

Bem falta fazem para interceptarem os "amigos" espanhois, quando estes tentarem sobrevoar as Desertas.
Título:
Enviado por: André em Outubro 30, 2007, 08:10:44 pm
Citação de: "Akagi"
Não percebi bem. Vão ser colocados F-16 na Madeira?

Bem falta fazem para interceptarem os "amigos" espanhois, quando estes tentarem sobrevoar as Desertas.


 :shock:

Não são as Desertas, mas sim as Ilhas Selvagens.
Título:
Enviado por: nestor em Outubro 31, 2007, 12:49:31 am
Citação de: "André"
Citação de: "Akagi"
Não percebi bem. Vão ser colocados F-16 na Madeira?

Bem falta fazem para interceptarem os "amigos" espanhois, quando estes tentarem sobrevoar as Desertas.

 :shock:

Não são as Desertas, mas sim as Ilhas Selvagens.


Resulta un poco contradictorio que ese radar de fabricación española, por la empresa INDRA, se use para interceptar a los "amigos" espanhois.

 :roll:

Saludos
Título:
Enviado por: manuel liste em Outubro 31, 2007, 08:09:51 am
Me parece buena idea disponer de F16 en las islas, nunca se sabe.. y el Continente queda lejos.

Creo que nuestro Ejército del Aire no disponde de un destacamento permanente en Mallorca, supongo que por la relativa cercanía a la Península. Sin embargo, un escuadrón de F18 puesto allí cubriría todo el Mediterráneo Occidental y garantizaría completamente la seguridad de la costa mediterránea española. Y más después del cierre de la base aérea de Manises-Valencia.

Supongo que no habrá instalaciones adecuadas..
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 31, 2007, 07:48:06 pm
Citação de: "nestor"
Resulta un poco contradictorio que ese radar de fabricación española, por la empresa INDRA, se use para interceptar a los "amigos" espanhois.

 :roll:

Saludos


O radar não é para interceptar os Espanhois, é para interceptar qualquer um que entre no espaço aéreo português sem autorização.
Título:
Enviado por: nestor em Novembro 01, 2007, 12:28:15 am
Citação de: "Lightning"
Citação de: "nestor"
Resulta un poco contradictorio que ese radar de fabricación española, por la empresa INDRA, se use para interceptar a los "amigos" espanhois.

 :roll:

Saludos

O radar não é para interceptar os Espanhois, é para interceptar qualquer um que entre no espaço aéreo português sem autorização.

Yo solo respondia a Akagi de forma ironica, cuando dice:

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Akagi escreveu:
Não percebi bem. Vão ser colocados F-16 na Madeira?

Bem falta fazem para interceptarem os "amigos" espanhois, quando estes tentarem sobrevoar as Desertas.


Saludos
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 20, 2008, 04:09:50 pm
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Açores: Força Aérea espera assinar até Julho protocolo para compensar transporte sanitário

   Lajes, 20 Mai (Lusa) - O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa,  general Luís Araújo, espera "assinar até Julho um protocolo com o Governo  açoriano, que visa uma compensação pelo transporte sanitário gratuito" entre  as ilhas.  

 

   "Nós não queremos dinheiro, mas como não cobramos, desde 1 de Janeiro,  as evacuações sanitárias entre as ilhas açorianas, por decisão minha e sem  pressões de ninguém, esperamos compensações do governo regional ou do governo  da república", acrescentou.  

 

   "Da região esperamos compensações na assistência médica e até na formação  técnica aos nossos militares (em aéreas que não especificou)", esclareceu.  

 

   Luís Araújo confirmou à agência Lusa que "decorrem negociações com o  Governo regional", mas que gostaria que "fossem mais rápidas".  

 

   O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, que presidiu à cerimónia  de transferência de comando no Comando Aéreo dos Açores (CAA), reafirmou  que "o Estado-maior da Força Aérea está a analisar a proposta americana  para aérea de treino a partir das Lajes".  

 

   "A proposta que temos é muito seca. Aponta para o treino de aviões destinados  a missões Ar/Ar, mas é muito embrionária e está a ser analisada em termos  técnicos", sublinhou.  

 

   Luís Araújo garantiu que "a Força Aérea estará atenta aos convenientes  e inconvenientes para o povo dos Açores", mas advertiu, no entanto, que  "será alguém acima da Força Aérea e das Forças Armadas quem vai decidir  o que é ou não aceitável".  

 

   Quanto a uma eventual contaminação dos solos e águas do concelho da  Praia da Vitória, onde está implantada a Base das Lajes, Luís Araújo sustentou  que segundo "as análises realizadas até ao momento não há indícios de contaminação".  

 

   "Isto não quer dizer que no campo das probabilidades não exista essa  possibilidade, porém, nas análises realizadas à água de consumo feitas até  agora não há indícios de contaminação e este é que ó facto", frisou.  

 

   Luís Araújo quis, no entanto, fazer uma pergunta: - "Porque é que surge  agora esta questão da contaminação?"  

 

   "As águas não se contaminaram de ontem para hoje. - O que é que estará  por detrás disto? - Eu gostaria de saber a resposta", disse o Chefe do Estado-maior  da Força Aérea, finalizando que "nada acontece por acaso".  

 

   O Comando Aéreo dos Açores passou a partir de hoje a ser comandado pelo  major-general Mora de Oliveira, que substitui nas funções o coronel Sílvio  Sampaio que exercia o cargo interinamente e cumulativamente com as de Comandante  da Base Aérea 4 das Lajes.