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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Mundo => Tópico iniciado por: comanche em Setembro 04, 2007, 12:28:38 am

Título: Israel
Enviado por: comanche em Setembro 04, 2007, 12:28:38 am
Israel apresenta plano para melhoria das Forças Armadas

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JERUSALÉM (Reuters) - Israel apresentou na segunda-feira um plano abrangente para reformular suas Forças Armadas, refletindo o desgaste da guerra do ano passado no Líbano e a possibilidade de um eventual confronto com Irã e Síria.

Animado pela promessa dos EUA, no mês passado, de ampliar para 3 bilhões de dólares anuais as linhas de crédito para fins de defesa para Israel, o general Gabi Ashkenazi, comandante das Forças Armadas, delineou os programas de melhoria e treinamento para as forças aéreas, navais e terrestres.

O projeto, que ainda depende de aval do governo, vai "reforçar as Forças de Defesa de Israel e sua adequação para lidar com os desafios de segurança que o país enfrentará nos próximos cinco anos", disse o general em nota.

Israel gasta cerca de 10 por cento do seu Produto Interno Bruto, ou 15 bilhões de dólares, em suas Forças Armadas, tradicionalmente consideradas as melhores do Oriente Médio. Mas reveses na ofensiva militar contra a guerrilha libanesa Hezbollah levaram a apelos por uma revisão geral.

Israel vê no Irã e em seu programa nuclear uma "ameaça existencial". O Irã nega ter armas nucleares, ao contrário do Estado judeu, que supostamente as possui.

Ashkenazi disse que Israel encomendaria alguns caças de ataque norte-americanos F-35, que devem chegar ao mercado em uma década. Até lá, Israel vai modernizar sua frota de jatos, helicópteros de combate e aviões não-tripulados.

Israel também planeja complementar suas unidades Arrow 2, destinadas a abater mísseis balísticos, como o Iron Dome, um sistema feito para conter mísseis de curto alcance, como aqueles usados pelo Hezbollah e por militantes palestinos na Faixa de Gaza.

Título:
Enviado por: André em Setembro 06, 2007, 02:04:33 pm
Forças de defesa sírias repelem aviões israelitas

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As forças de defesa sírias dispararam hoje de manhã contra aviões israelitas que penetraram no espaço aéreo sírio, referiu a agência oficial Sana, citando um porta-voz.
«Ao alvorecer de 06 de Setembro, a aviação inimiga israelita penetrou no espaço aéreo da Síria a partir das fronteiras do norte, proveniente do Mediterrâneo e em direcção à região nordeste, ultrapassando a barreira do som», disse um porta-voz do exército sírio, citado pela Sana.

«Os meios da defesa antiaérea sírios opuseram-se à aviação israelita e forçaram-na a recuar, depois de ter largado munições», precisou a mesma fonte.

Acrescentou que o incidente «não provocou qualquer perda humana ou material».

«A República Árabe Síria adverte o governo do inimigo israelita contra este acto agressivo e reserva-se o direito de replicar da forma que considerar apropriada», declarou.

Não é a primeira vez que o espaço aéreo sírio é violado por Israel, remontando o último incidente a 28 de Junho de 2006.

Em Jerusalém, o exército israelita disse estar a «investigar» a informação síria.

«Estamos a comprovar a informação. Por agora, não confirmamos, nem desmentimos a sua veracidade», afirmou um porta-voz militar israelita.

A Síria, que acolhe o líder do Hamas, Khaled Mechaal, e outros dirigentes de movimentos islamitas palestinianos tidos como responsáveis por atentados contra Israel, denuncia como uma «agressão» o sobrevoo do seu território por aviões israelitas.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: André em Setembro 07, 2007, 01:31:51 pm
Guerra contra à Síria é «improvável», diz ministro israelita

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O ministro da Cultura, Ciência e Desportos de Israel, Raleb Majadele, afirmou hoje que não acredita que a denúncia do Governo da Síria de um ataque aéreo contra o seu território por aviões militares israelitas possa provocar uma guerra.
A opinião do ministro, divulgada hoje pelo site do jornal israelita Há´aretz, é a primeira declaração pública de um membro do Governo sobre o incidente.

«O Exército não comenta esse tipo de informação», disse na véspera um porta-voz militar israelita, após a denúncia do Governo sírio de que aviões militares de Israel haviam bombardeado território sírio e fugido após os disparos.

O primeiro-ministro, Ehud Olmert, também evitou comentar o caso no discurso pronunciado quinta-feira à noite, em Jerusalém, numa convenção do seu partido, o Kadima.

A ministra dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Livni, e o vice-primeiro-ministro, Haim Ramon, tiveram a mesma reacção.

O silêncio do Governo israelita e o aparente ambiente de tranquilidade nos Montes Golã permitem acreditar que o caso não terá maiores consequências, afirma hoje o jornal Yedioth Ahronoth.

Diário Digital
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 07, 2007, 03:46:48 pm
Já estão a estudar as defesas, os marotos dos Israelitas...
Vai haver estrilho.
Título:
Enviado por: comanche em Setembro 12, 2007, 02:27:31 pm
Israel atacou base aérea na Síria


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A aviação israelita bombardeou e destruiu uma base sírio-iraniana de mísseis na semana passada, anunciou hoje um jornal árabe israelita em Jerusalém.
 


De acordo com o Assennara, aviões israelitas atacaram uma base sírio-iraniana de mísseis financiada pelo Irão, no norte da Síria, deixando-a aparentemente destruída por completo.

A Síria tinha anunciado que a defesa anti-aérea tinha disparado no dia 06 de Setembro contra aviões israelitas que tinham violado o seu espaço aéreo e na terça-feira apresentou uma queixa nas Nações Unidas contra a "violação flagrante" por parte da aviação israelita.

A incursão nunca foi confirmada por Israel, cujo primeiro-ministro, Ehud Olmert, deu ordens aos seus ministros para não dizerem "uma palavra" sobre o incidente relacionado com a Síria", disse à France Presse um alto responsável israelita, que pediu o anonimato.

Em Washington, um responsável militar norte-americano afirmou, igualmente sob anonimato, que Israel tinha efectuado um ataque aéreo na Síria, provavelmente com o objectivo de avisar Damasco para não rearmar o movimento xiita libanês do Hezbollah.

 
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 12, 2007, 04:32:04 pm
Citação de: "luisdmrx"
Turquia procura explicações de Israel.
Aviões F-15 israelitas, largaram depósitos de combustível na Turquia
11.09.2007

Depois de terem encontrado tanques de combustível pertencentes a aeronaves de Israel no sul da Turquia, alegadamente largados por aviões israelitas que sobrevoaram território sírio na semana passada, os turcos estão agora a exigir explicações por parte de Israel quanto à utilização indevida do espaço aéreo turco, para uma operação hostil contra a Síria.

A Turquia, é um tradicional aliado de Israel, mas o país é especialmente sensível a questões que ponham em causa a sua soberania.
O sobrevoo do seu território por aeronaves que partindo de Israel sobrevoaram todo o território sírio, tendo chegado à Turquia é algo que os turcos não parecem estar na disposição de deixar passar em claro, ainda mais porque a questão passou para o conhecimento da opinião pública. Por isso o ministro dos negócios estrangeiros turco terá já pedido explicações ao governo de Israel sobre o sobrevoo por parte de aeronaves de Israel no norte da Turquia

As autoridades de Israel, terão informado os turcos de que haverá um inquérito sobre a situação e que a Turquia será devida e rapidamente esclarecida sobre o incidente.

Entretanto, uma fonte não revelada terá confirmado à estação de televisão CNN nesta Segunda-feira que teve lugar uma operação militar da Força Aérea de Israel contra alvos no interior da Síria na semana passada.
O ataque, destinou-se a servir como demonstração de força e terá sido organizado contra uma coluna militar que se dirigia para o Líbano, alegadamente identificada por Israel como destinada a abastecer com armas o movimento islâmico Hezbollah.

O ataque despoletou na altura uma resposta dos sistemas antiaéreos colocados no noroeste da Síria às primeiras horas da manhã da passada Quinta-feira. Tudo indica que as aeronaves se dirigiram de Israel para norte, chegaram à fronteira entre a Síria e a Turquia, largaram os seus depósitos adicionais de combustível e voltaram para a sua base, eventualmente sobrevoando o mar. Terão sido esses os depósitos de combustível que foram encontrados em território turco, próximo à fronteira com a Síria. Os turcos identificaram os tanques de combustível como sendo pertencentes a aeronaves F-15, um tipo de aeronave utilizada por Israel.

Nas últimas semanas a retórica belicista entre a Síria e Israel tem vindo a aumentar de parte a parte, com a divulgação de planos de ataques preventivos por parte de Israel ou de planos sírios para recuperar os montes Golã.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 12, 2007, 04:33:46 pm
Citação de: "luisdmrx"
Israel atacou instalação nuclear Síria ?
Aumentam as dúvidas sobre o verdadeiro objectivo do ataque israelita
12.09.2007

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi33.photobucket.com%2Falbums%2Fd52%2Fareamilitar%2Fa_AER%2Fsmart-bomb-6.jpg&hash=a06a8e35a1b918eef4370f2c4c9945ba)

Segundo fontes citadas pelo jornal norte-americano The New York Times, o ataque de Israel contra a Síria na passada semana poderá ter tido objectivos diferentes daqueles que inicialmente tinham sido apontados.

Inicialmente considerou-se que a incursão tinha ocorrido com o objectivo de testar as defesas da Síria, para posteriormente, e depois que os Sírios protestaram e tornaram público o ataque, ser aventada a possibilidade de Israel ter conduzido um ataque contra instalações ou colunas de abastecimentos do movimento Hezbollah.

Parte destas afirmações são de carácter especulativo, no entanto nos Estados Unidos fontes ligadas ao pentágono e citadas pela estação de televisão CNN e também pela CBS, confirmaram no inicio da semana que de facto tinha ocorrido um ataque por parte de aeronaves de Israel em território Sírio.

Num acontecimento relacionado, a Turquia pediu explicações a Israel pelo facto de aeronaves F-15 terem atingido território turco durante a sua progressão para norte, tendo ali alijado os seus tanques de combustível.

Suspeitas
No entanto as suspeitas não ficaram por aqui.
Mais dúvidas começam a levantar-se a partir do momento em que passada quase uma semana da ocorrência, não há qualquer informação sobre imagens do local do acontecimento.

A Síria, afirmou que tinha ocorrido um ataque, protestou e ficou irritada por a maior parte do mundo não ter pura e simplesmente dado importância ao assunto, mas não divulgou imagens do local onde foram feitos os ataques, o que seria normal, dada a gravidade do acontecimento.

Não sendo nunca demais frisar o carácter especulativo das informações que vão sendo avançadas pelas mais diversas fontes, é no entanto de realçar a estranha condenação por parte da Coreia do Norte, país que normalmente não se pronuncia sobre este tipo de questões.

Entretanto, e segundo o jornal New York Times, fontes próximas da casa branca afirmaram que Israel acha que haverá a possibilidade de existirem instalações nucleares na Síria e que Israel tem provas fotográficas tiradas por satélite de instalações nucleares onde se podem manusear dispositivos atómicos.

Fontes em Israel afirmam que existe a possibilidade de a Coreia do Norte se estar a tentar ver livre do material físsil que produziu nas suas centrais nucleares e que a Síria e o Irão poderão ser os compradores preferenciais. Técnicos da Coreia do Norte poderão estar na Síria em missões de apoio e o ataque de Israel contra aquelas instalações poderia explicar a estranha reacção norte coreana ao ataque efectuado pela força aérea israelita.

Sabe-se que durante o ataque, ocorreram fortes interferências nas comunicações, as quais foram notadas no Líbano, onde a rede de telefones móveis foi afectada.

Entre outras especulações, Israel poderá ter enviado um sinal aos Sírios de que sabe perfeitamente onde estão as instalações e que pode agir de forma mais forte sobre elas. Avisar a Síria poderia ainda servir como aviso ao Irão, que tem em curso um programa de enriquecimento de urânio que, depois de enriquecido, só tem utilidade prática para fins militares.
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Enviado por: André em Outubro 07, 2007, 04:11:53 pm
Ehud Olmert tenta acalmar os críticos antes de conferência internacional

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O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, tentou hoje acalmar os seus críticos em Israel que o acusam de ir depressa demais nas discussões com os palestinianos tendo em vista a conferência internacional prevista para Novembro nos Estados Unidos.

«Durante as minhas discussões nos últimos meses com o presidente palestiniano (Mahmud Abbas) não se chegou a nenhum acordo», declarou Olmert na reunião semanal do seu executivo.

«O que fizemos foi examinar profundamente a situação o que nos permitiu apresentar a nossa visão respectiva e passar em revista os principais problemas no centro das negociações que conduzirão à solução de dois Estados», Israel e Palestina, coexistindo pacificamente, adiantou.

O primeiro-ministro disse ainda que a reunião internacional, prevista para finais de Novembro, deve «apoiar o processo diplomático», mas não poderá «em nenhum caso substituir as negociações directas entre (Israel) e os palestinianos».

Segundo Olmert, qualquer acordo dependerá «da aplicação do 'roteiro de paz', em espírito e à letra, e segundo a ordem das prioridades estabelecidas» em 2003 por este plano internacional de paz.

O texto prevê nomeadamente o fim da violência, o congelamento da colonização israelita dos territórios ocupados e a criação de um Estado palestiniano.

Olmert e Abbas estiveram reunidos na passada quarta-feira, pela primeira vez com as suas equipas de negociadores, para avançar nas questões chave do conflito tendo em vista a reunião convocada pelo presidente norte-americano, George W. Bush.

Israel e a Autoridade Palestiniana estão envolvidos em discussões para elaboração de um "documento conjunto" que servirá de base às negociações de paz se espera sejam lançadas na conferência.

Segundo fontes norte-americanas, a conferência realizar-se na segunda metade de Novembro em Annapolis (Maryland) e, de acordo com Abbas, foram convidados cerca de três dezenas de países, grupos regionais como a União Europeia e organismos mundiais como a ONU.

Fontes diplomáticas ocidentais indicaram que entre os convidados estão uma dezena de países árabes, alguns aliados dos Estados Unidos, como a Arábia Saudita, e outros designados de hostis pela administração norte-americana, como a Síria.

Sábado, o primeiro-ministro palestiniano demitido Ismail Haniyeh, um dos líderes do Hamas em Gaza, afirmou que o movimento islamista vai pedir aos países árabes para boicotarem a conferência internacional sobre o Médio Oriente.

«Vamos apelar directamente aos nossos irmãos árabes, em particular ao reino da Arábia Saudita e ao Egipto, a reconsiderarem qualquer decisão de participação naquela conferência», declarou Haniyeh numa entrevista divulgada pelo jornal Palestina, próximo do Hamas.

«Não depositamos a mínima esperança naquela conferência», adiantou, declarando-se «contra qualquer normalização» das relações com Israel.

A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, efectua uma nova deslocação ao Médio Oriente de 14 a 18 de Setembro para preparar a reunião internacional.

O Hamas tem o controlo da Faixa de Gaza desde 15 de Junho, após ter derrotado as forças fiéis ao presidente da Autoridade Palestiniana, que mantém o domínio na Cisjordânia, onde funciona um governo palestiniano apoiado pela comunidade internacional.

Lusa/SOL
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Enviado por: André em Outubro 09, 2007, 12:19:32 am
Israel pensa em retirar embaixador israelita de Caracas

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Segundo a imprensa venezuelana, Israel estuda a possibilidade de «reduzir» as suas relações com a Venezuela, pela amizade «anti-israelita e extremista» do Presidente Hugo Chávez com o seu homólogo iraniano Mahmud Ahmadinejad.

Segundo a imprensa venezuelana, o embaixador israelita em Caracas, Sholmo Cohen, cessará funções em Junho de 2008 e «não existem intenções de o substituir por parte de Israel».

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Outubro 24, 2007, 12:07:25 pm
Israel pode cortar a electricidade e o combustível a Gaza

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O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, poderá aprovar quinta-feira o corte do fornecimento de electricidade e combustível à Faixa de Gaza, atendendo aos pedidos de altos comandantes militares, noticia hoje a imprensa israelita.
Barak deve reunir-se quinta-feira com os responsáveis militares.

Terça-feira à noite, os comandantes decidiram pedir ao Governo novas medidas de pressão, como a redução dos envios de combustível, serviços e mercadorias, noticia o jornal Haaretz.

A decisão foi tomada numa reunião de urgência convocada pelo vice-ministro da Defesa, Matan Vilnai. As milícias palestinianas lançaram terça-feira oito foguetes artesanais Qassam e 12 bombas contra o sul de Israel, mas não causaram feridos.

«Temos que mostrar aos habitantes de Gaza que a vida não continua tranquilamente quando caem foguetes Qassam em Israel», disse na reunião um oficial, citado pelo jornal The Jerusalem Post.

Israel já «abriu a porta» há pouco mais de um mês para vir posteriormente a cortar a electricidade e o combustível, ao declarar Gaza «território inimigo», controlado desde junho por uma «organização terrorista», o Hamas.

A população de Gaza começou a comprar geradores de energia, mas estes esgotaram em seguida, porque Israel limitou ao máximo a entrada e saída de bens na faixa desde que o Hamas expulsou as forças do Fatah.

A faixa depende em cerca de 50% da electricidade israelita.

No âmbito das represálias contra Gaza, o Ministério da Defesa estuda a possibilidade de cortar a electricidade durante várias horas por cada foguete artesanal que cair em Israel.

Os altos responsáveis militares decidiram há poucos dias cortar a energia durante algumas horas à tarde ou à noite a Beit Hanoun, no norte de Gaza, de onde as milícias palestinianas lançam os projécteis contra Israel.

O exército opõe-se, no entanto, a cortar a água.

Os altos comandantes decidiram retirar algumas restrições ao movimento dos palestinianos na Cisjordânia, controlada pela Autoridade Nacional Palestiniana, do presidente Mahmoud Abbas, interlocutora de Israel.

Ehud Barak disse à secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, na última visita que fez à região, este mês, que Israel retirou 24 obstáculos físicos e um posto de controlo militar na estrada na Cisjordânia.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Outubro 27, 2007, 09:41:42 pm
Israel aplica sanções a Faixa de Gaza a partir de domingo

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Israel vai reduzir o fornecimento de combustíveis à Faixa de Gaza, a partir de domingo, na sequência de uma decisão do governo, que considera este território "entidade hostil", anunciou hoje o Ministério da Defesa israelita.

"A partir de domingo serão reduzidas as entregas de combustíveis e nos próximos dias efectuaremos cortes de electricidade", disse o porta-voz do ministro da Defesa de Israel, Ronen Moshe.

"No que respeita aos cortes de electricidades, há problemas jurídicos por resolver", adiantou, referindo-se aos possíveis recursos que as organizações de direitos humanos israelitas podem apresentar junto do tribunal.

As organizações de direitos humanos consideraram as sanções "punições colectivas".

De acordo com o Ministério da Defesa israelita, os cortes periódicos de electricidade e a redução do fornecimento de combustível à Faixa de Gaza é uma resposta ao disparo de mísseis por parte dos palestinianos no sul de Israel.

Lusa
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Enviado por: André em Outubro 29, 2007, 08:48:58 pm
Medidas punitivas Israel contra Gaza são «inaceitáveis»

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O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, considera «inaceitáveis» as medidas punitivas israelitas em Gaza e pediu a Israel que as reexamine, indicou hoje a sua porta-voz.

«O secretário-geral reitera o seu apelo à cessação dos disparos cegos de rockets pelos militantes palestinianos contra Israel e condena firmemente estes actos», declarou a porta-voz, Michele Montas, num comunicado.

«Entretanto, acredita firmemente que as medidas punitivas tomadas por Israel, que afectam o bem-estar de toda a população da Faixa de Gaza, são inaceitáveis» e «pede a Israel que as reexamine», acrescenta o comunicado.

Também a comissária para as Relações Exteriores da União Europeia, Benita Ferrero-Waldner, manifestou hoje «grande preocupação» com os cortes de abastecimento de electricidade e combustível de Israel à Faixa de Gaza.

«Expressei a todos os líderes israelitas, de forma aberta, a preocupação da UE com a situação humanitária em Gaza», disse a comissária, numa conferência de imprensa em Jerusalém, após finalizar, hoje à tarde, os seus contactos em Israel.

Ferrero-Waldner chegou hoje à região para uma visita de dois dias, que coincide com a aplicação das primeiras sanções israelitas contra a Faixa de Gaza, incluindo os cortes de corrente eléctrica e do abastecimento de gasolina e gasóleo.

O plano de sanções foi aprovado em Setembro pelo governo do primeiro-ministro Ehud Olmert e aplicado domingo pela primeira vez, como medida de pressão para que as milícias suspendam os seus ataques com «rockets» contra o sul de Israel.

Em Moscovo, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Kaminin, advertiu hoje que as medidas israelitas são contrárias ao diálogo político.

«Partimos do princípio de que o isolamento e as represálias que afectam as necessidades básicas de amplas camadas da população civil dificilmente podem ser métodos de luta contra os extremistas», sublinhou, numa comunicação divulgada pela Internet.

Também a França lamentou hoje as sanções israelitas, considerando que contribuirão para deteriorar uma «situação humanitária já alarmante».

«Lamentamos a decisão israelita de adoptar sanções afectando a população civil da Faixa de Gaza através de restrições sobre o fornecimento de electricidade e combustível», disse em Paris a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Pascale Andréani, pedindo a Israel que evite acções «susceptíveis de agravar a situação das populações civis».

Em Jerusalém, dez organizações de direitos humanos israelitas e palestinianas interpuseram entretanto uma acção junto do Supremo Tribunal israelita contra os cortes de energia e combustíveis, considerando a medida um «castigo colectivo».

O vice-presidente do tribunal, Eliezer Rivlin, instruiu o Estado a responder à acção interposta pelas organizações humanitárias num prazo de cinco dias.

Entretanto, na Faixa de Gaza, três palestinianos e um israelita morreram hoje durante operações militares do Exército judaico no território.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: comanche em Dezembro 12, 2007, 12:42:33 pm
Israel passa o Reino Unido e coloca-se no quarto posto de exportação mundial de armas.
Israel exportou cerca de 4000 milhões de dólares em 2007, sendo apenas superado pelos Estados Unidos, Russia e França.

http://www.haaretz.com/hasen/spages/932656.html
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Enviado por: André em Dezembro 20, 2007, 07:14:42 pm
Governo israelita constrói um abrigo anti-bomba para Olmert

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O governo israelita está a construir um abrigo anti-bomba na residência do primeiro-ministro, Ehud Olmert, em Jerusalém, para fazer face a um possível ataque com armas não-convencionais, noticiou hoje o jornal israelita Yediot Aharonot.
Citando fontes não identificadas, o jornal afirma que não se trata de um abrigo nuclear, mas que apenas visa proteger contra ataques químicos ou aéreos.

O jornal assegura ainda que os trabalhos começaram há três semanas e publica um plano promenorizado do abrigo.

Os operários envolvidos na obra são exclusivamente judeus e devem passar por exaustivos controlos de segurança.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Janeiro 04, 2008, 02:01:00 pm
Ariel Sharon completa dois anos em estado de coma

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O ex-primeiro-ministro israelita Ariel Sharon completa hoje dois anos em estado de coma, após sofrer um derrame cerebral que o mantém desde então num hospital em estado vegetativo.

Sharon está actualmente na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Cheeba, em Tel Hashomer, localidade próxima a Telavive, para onde foi levado em Maio de 2006.

Ariel Sharon foi levado para este centro médico após ter sido submetido a oito cirurgias, entre elas a retirada de parte do intestino devido a uma obstrução, no hospital Hadassah Ein Karem, em Jerusalém.

Na noite de 4 de Janeiro daquele ano, Sharon sofreu um derrame cerebral e fez duas operações na mesma madrugada no hospital de Jerusalém.

A 6 de Janeiro de 2006, após uma recaída, o ex-primeiro-ministro foi operado pela terceira vez, mas desde que sofreu o derrame encontra-se em estado de coma induzido.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Janeiro 20, 2008, 06:57:19 pm
Ministros israelitas exortam ao assassínio do líder do Hezbollah

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Vários ministros israelitas exortaram hoje ao assassínio do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, um dia após este ter anunciado que o grupo tem em sua posse restos mortais de soldados israelitas.
«Hassan Nasrallah deve ser assassinado e quanto mais depressa melhor», afirmou hoje o titular do ministério dos Assuntos Religiosos, Yitzhak Cohen, do partido religioso Shas, em resposta ao anúncio de que o Hezbollah tem «cabeças» e «partes do corpo» de soldados israelitas.

Cohen, que considerou o líder do Hezbollah um «homem cruel e louco», sublinhou que as suas afirmações «fazem lembrar as declarações feitas por Adolf Hitler e por outras pessoas do mesmo calibre».

«Não entendo por que ainda continua vivo. Já o devíamos ter liquidado há muito tempo, por isso recomendo ao Governo que assassinemos esse homem», acrescentou o ministro.

«Nasrallah é uma pessoa que ultrapassou todos os limites humanos. Não precisamos de negociar com ele, temos é de destruí-lo», afirmou por seu turno o ministro do Interior, Meir Shitrit, do partido governamental Kadima.

O ministro da Integração da diáspora, Zeev Boim, chamou ao líder do Hezbollah «rato de esgoto» e especificou que Israel deve actuar para que ele «deixe de ver a luz do dia»

Fontes governamentais e militares israelitas citadas pela imprensa local indicaram que Israel não tenciona negociar com a milícia libanesa para obter os restos mortos dos seus soldados, mas que em contrapartida procura obter a libertação dos soldados Ehud Goldwasser e Eldad Regev, capturados em Julho de 2006.

«Israel não tem intenções de negociar com Hezbollah para a restituição dessas partes de corpos de soldados, mas Nasrallah é responsável pelo destino dos soldados Ehud Goldwasser e Eldad Regev», acrescentou um responsável israelita sob anonimato.

Os dois militares reservistas foram capturados pelo Hezbollah em 12 de Julho de 2006 durante um ataque que custou igualmente a vida a oito soldados israelitas na zona na fronteira de Israel com o Líbano.

Hassan Nasrallah, que participou sábado nas comemorações da festa religiosa do Achura nos arredores de Beirute, naquela que foi sua primeira saída pública desde há mais de um ano, disse num discurso aos milhares de fiéis que o Hezbollah tem em sua posse restos de cadáveres de soldados israelitas, mortos em 2006 durante o conflito com Israel.

«O exército israelita, ao retirar, deixou para trás restos de cadáveres de um grande número de soldados», declarou Nasrallah, em alusão àquela guerra.

«Temos cabeças, mãos, pés e temos até um cadáver quase completo da cabeça até à cintura. O que terá dito o exército israelita à família deste soldado?», ironizou o líder xiita.

«Se Israel lançar uma nova guerra contra o Líbano, prometemos-lhe uma resposta que alterará a face de toda a região, com a ajuda de Deus», advertiu o líder xiita.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Abril 02, 2008, 11:39:05 pm
Síria prepara-se para ataque israelita, diz jornal

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O exército sírio elevou o nível de alerta e está a preparar-se para um possível ataque israelita, noticiou hoje o jornal El Kuds El Arabi.
O jornal, publicado em Londres e considerado importante no mundo árabe, cita fontes sírias que teriam afirmado que um provável ataque de Israel teria como alvo a Síria e o grupo xiita libanês Hezbollah.

De acordo com o jornal, o governo sírio tem acompanhado as últimas declarações de líderes israelitas e chegou à conclusão de que Israel estaria a preparando a opinião pública para uma guerra com a Síria.

O El Kuds El Arabi afirma também que a Síria estará a deslocar tropas e a realizar grandes exercícios militares, tendo também começado a mobilizar soldados da reserva «para se preparar para qualquer situação possível».

Segundo o site de notícias israelita Ynet, nas últimas semanas a Síria posicionou três divisões de artilharia e forças especiais perto da região libanesa de Bakaa, pois em caso de ataque as tropas israelitas poderiam invadir o território sírio passando pelo Líbano.

As informações do El Kuds El Arabi são publicadas um dia depois de uma declaração do ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, durante uma visita ao Comando Militar do Norte.

Na terça-feira, Barak afirmou que «o Hezbollah está a fortalecer-se e Israel também». «O Hezbollah evita atirar por enquanto, mas não pára de se fortalecer», disse Barak. «Nós estamos a acompanhar», acrescentou.

«Israel é o país mais forte na região e não recomendo a ninguém do outro lado da fronteira que nos provoque», disse.

«O Exército de Israel está alerta e pronto para qualquer possibilidade», acrescentou o ministro da Defesa de Israel.

O vice-ministro da Defesa israelita, Matan Vilnai, não quis comentar hoje as informações do El Kuds El Arabi. «Nos últimos dois dias não li esse jornal», disse Vilnai ironicamente à rádio pública de Israel.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: André em Abril 14, 2008, 11:40:57 pm
Israel e EUA assinaram acordo sobre polémico reactor nuclear

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Israel e Estados Unidos assinaram um acordo para melhorar a segurança no reactor nuclear de Dimona, no sul de Israel, uma questão controversa desde que há 23 anos um de seus técnicos revelou o seu uso para fins militares, noticia hoje o jornal Haaretz.

O novo acordo, uma actualização de outros alcançados por ambos os países no âmbito nuclear nas duas últimas décadas, dará a Israel acesso às últimas informações dos EUA sobre segurança nuclear, protocolos e tecnologia nuclear.

O pacto foi assinado há poucos dias pelo director da Comissão da Energia Atómica de Israel, Shaul Horev, e o presidente da Comissão Reguladora Nuclear dos EUA, Dale Klein.

Israel não aderiu ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear, embora tenha aqueles acordos com os EUA e colabora com a Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) no campo da segurança nuclear, refere o jornal.

Analistas estrangeiros estimam que Israel dispõe de cerca de 200 ogivas nucleares.

O reactor em Dimona começou a funcionar há cinco décadas e as suas actividades são completamente secretas.

A central de Dimona chamou a atenção em 1986, quando um dos respectivos técnicos, Mordechai Vanunu, revelou segredos de Israel sobre a sua capacidade atómica e entregou fotografias da central ao jornal britânico The Sunday Times.

Diário Digital / Lusa
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Enviado por: nelson38899 em Julho 07, 2008, 04:20:24 pm
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ERUSALEM - Israel has successfully tested a new defense system designed to intercept rockets fired from southern Lebanon and the Hamas-ruled Gaza Strip, public radio reported July 6.

The "Iron Dome" system is expected to be fully operational within a year and will be able to intercept the military-grade Katyusha rockets used by Lebanon's Hezbollah militia and the cruder Qassam rockets favored by Hamas.
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    * Land Warfare

Citing Israeli security officials, public radio said the system would also be effective against mortar fire which has a much smaller window of warning.

In January Prime Minister Ehud Olmert viewed a prototype of the $200-million (140-million-euro) system, which is being developed under contract by Rafael Advanced Defence Systems, an Israeli arms manufacturer.

Iron Dome is part of a multi-layered defense system aimed at protecting Israel from both short-range missiles fired by militants in Gaza or Lebanon and longer-range missiles in the arsenals of regional foes Iran and Syria.

Since the outbreak of the latest Palestinian uprising in 2000 Israeli communities near the border with the Gaza Strip have come under frequent rocket and mortar attack, leaving them in a constant state of fear.

The attacks have slowed since a truce between Israel and Hamas came into force on June 19, but the fragile Egyptian-brokered agreement has been tested by occasional rockets and mortar rounds fired by smaller armed groups.

Israel also came under sustained attack during its 2006 war with Hezbollah, when more than 4,000 Katyusha rockets were launched at northern Israel in 34 days, sending hundreds of thousands of residents fleeing south.

http://www.defensenews.com/story.php?i= ... =MID&s=LAN (http://www.defensenews.com/story.php?i=3614093&c=MID&s=LAN)


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.haaretz.com%2Fhasite%2Fimages%2Fiht_daily%2FD231207%2Fdome450.jpg&hash=b313bef51a899967a760a865183b8b98)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi33.photobucket.com%2Falbums%2Fd52%2Fareamilitar%2Fa_AER%2FSkyDome_1.jpg&hash=a2e5a8f0c44bd8f74e3d42fb9ba8f570)

areamilitar fonte
Título:
Enviado por: André em Setembro 16, 2008, 12:51:53 pm
Tzipi Livni é a favorita para substituir Olmert

A ministra dos Negócios Estrangeiros israelita, Tzipi Livni, é favorita para substituir o actual primeiro-ministro, Ehud Olmert, à frente do seu partido, o Kadima, nas primárias que se realizam quarta-feira, confirma uma sondagem hoje realizada.

A chefe da diplomacia israelita contaria com 47% das intenções de voto, contra 28% de seu oponente mais próximo, o ministro dos Transportes, Shaul Mofaz, segundo a sondagem divulgada hoje pelo diário Haaretz e uma estação de televisão local.

Se as urnas confirmarem estas previsões, não será necessário uma segunda volta para a escolha, já que 40% dos votos são suficientes para a eleição de um dos candidatos.

A sondagem - realizada com 1.808 eleitores recenseados - indica ainda que, em caso de segunda volta, Livni venceria com 50% dos votos, contra 33% de Mofaz.

Os outros dois candidatos, o ministro da Segurança, Avi Dichter, e o titular da Habitação, Meir Sheetrit, não têm possibilidades e surgem com apenas 6% dos votos cada um.

Cerca de 72 mil membros do Kadima poderão votar quarta-feira em um dos 144 pontos distribuídos por cerca de uma centena de localidades em todo o país.

O primeiro-ministro já anunciou que renunciará ao cargo logo após as primárias do Kadima.

Lusa
Título:
Enviado por: André em Setembro 17, 2008, 10:51:44 pm
Israel volta a ter uma mulher na chefia do Governo

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.jewcy.com%2Ffiles%2Fimages%2Flivni_0.jpg&hash=094661964d105efb5fc298965961f6ec)

Tzipi Livni, a ministra israelita dos Negócios Estrangeiros, é a nova líder do Kadima, a formação centrista que governa o país, cujo primeiro-ministro Ehud Olmert vai abandonar o cargo, acusado de corrupção.

Os militantes do Kadima escolheram uma mulher para a difícil tarefa de segurar um governo em crise após a desastrosa Guerra do Líbano e as acusações de corrupção que levam Ehud Olmert a abandonar o poder.

Tzipi Livni, segundo as primeiras projecções, ganhou as eleições internas no partido Kadima, obtendo 48% dos votos contra os 37% de Shaul Mofaz, actual ministro dos Transportes e militar de origem iraniana que defende precisamente o bombardeamento do Irão.

O candidato à liderança do Kadima que obtiver mais que 40% dos votos sucede automaticamente a Olmert na chefia do Governo.

Livni é uma figura muito popular da classe política israelita, tanto no país como na cena internacional. Nascida em Telavive a 8 de Julho de 1958, tornar-se-á a primeira líder de um governo israelita em mais de três décadas, desde os tempos de Golda Meir.

A chefe da diplomacia israelita é a principal interlocutora judia junto dos palestinianos e sempre se revelou mais aberta a uma solução pacífica para o longo conflito do que Mofaz.

Em caso de colapso do Governo, Livni é ainda apontada como a melhor candidata centrista para ir às urnas contra Benjamin Netanyahu, líder do partido Likud, de direita, que tem subido nas intenções de voto.

SOL
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 17, 2008, 11:11:31 pm
Essa ainda tem "melhor aspecto" que a futura vice dos USA  :sil:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Setembro 18, 2008, 09:20:27 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi113.photobucket.com%2Falbums%2Fn225%2Fkahn267%2Fn736007709_361163_7402.jpg&hash=0b097b526e0dd92b6b50c08ab5216a8b)

www.militaryphotos.net (http://www.militaryphotos.net)

Eu preferia que fosse esta
 c34x
Título:
Enviado por: André em Setembro 18, 2008, 01:15:55 pm
Tzipi Livni quer formar governo o mais rapidamente possível

A nova líder do partido maioritário Kadima e ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel, Tzipi Livni, manifestou hoje a intenção de formar um governo «o mais rápido possível».

No entanto, a tarefa será complicada devido à vitória apertada que obteve sobre o ministro dos Transportes, Shaul Mofaz, nas primárias do Kadima (centro) e pelas fortes resistências que enfrenta entre os membros da actual coligação no governo.

Quando o primeiro-ministro Ehud Olmert renunciar ao cargo, Livni terá um prazo de 42 dias para formar uma nova maioria. Caso contrário, eleições antecipadas podem ser convocadas num prazo de 90 dias.

A nova líder do Kadima conta com a sua popularidade e a reputação de mulher de sucesso baseada A seu favor está também o facto de não estar envolvida em nenhum dos escândalos de corrupção que obrigaram Olmert a prometer renunciar à chefia de Governo.

«Se Tzipi Livni ganhou foi porque, fundamentalmente, a opinião pública aspira outro tipo de dirigente», afirma o jornal Yediot Aharonot.

«A partir de amanhã vou começar a reunir-me com os representantes de outros partidos na Knesset (Parlamento unicameral) para formar o mais rapidamente possível uma nova coligação estável face aos graves desafios que Israel tem pela frente», declarou Livni quarta-feira à noite.

Entre os desafios estão as ameaças externas à segurança de Israel, a necessidade de explorar as possibilidades de obter progressos no processo de paz com os palestinianos e as incertezas económicas provocadas pela crise económica mundial.

Em Gaza, o grupo radical Hamas (Movimento de Resistência Islâmica) reagiu à vitória de Livni afirmando, em comunicado, que a eleição significaria «a continuação da mesma política de repressão e agressão contra o povo palestiniano exercida pelos dirigentes sionistas que a precederam».

Já a Autoridade Palestiniana, através do negociador Saeb Erakat, manifestou esperança no início de negociações de paz «sérias».

Livni apelou à «união» no seio do Kadima, depois da batalha interna pelo poder. O seu rival, Shaul Mofaz, e Olmert à nova líder para a felicitar pela vitória.

A ministra dos Negócios Estrangeiros, considerada uma pragmática, venceu por apenas 431 votos, com 43,1% dos votos, contra 42% de Mofaz, que é considerado um «falcão».

Eli Yishai, vice-primeiro-ministro e líder do partido ultraortodoxo Shass, do qual depende a futura coligação, já impôs condições para que o seu partido integre um governo dirigido por Livni.

Yishai exigiu que o governo «rejeite qualquer negociação sobre o futuro de Jerusalém». O futuro estatuto da área oriental da cidade, anexado por Israel em 1967, constitui um dos principais obstáculos nas conversas com os palestinianos.

O êxito de Livni não garante à ministra dos Negócios Estrangeiros o cargo de primeira-ministra em substituição de Olmert, que anunciou a intenção de renunciar depois da eleição do seu sucessor na direcção do partido, criado em 2005 por Ariel Sharon.

Olmert, suspeito em vários casos de corrupção, pode anunciar a renúncia no próximo domingo. Quando a demissão for efectiva, Olmert continuará a ser primeiro-ministro de um governo de transição, até à formação de um novo gabinete.

Lusa
Título:
Enviado por: Lancero em Outubro 12, 2008, 07:06:34 pm
Citar
Subject: Number of Israeli Arab IDF recruits
dramatically increases in 2008


Number of Israeli Arab IDF recruits dramatically increases in 2008
By Yoav Stern Haaretz Last update - 02:02 10/10/2008
http://haaretz.com:80/hasen/spages/1027745.html (http://haaretz.com:80/hasen/spages/1027745.html)

The number of Israeli Arab recruits to the IDF has increased dramatically in
the first nine months of 2008, official figures obtained by Haaretz
indicate.

The rise in the Bedouin recruitment rate is attributed to Bedouin's
difficulty in finding well-paid jobs outside the military and problems with
the local authorities. The IDF has also improved its treatment of Bedouin
army veterans and is helping them find employment.

The army refused to provide accurate figures, but the number of recruits is
estimated to have increased by 50 to 100 from the beginning of the year,
bringing the total number of recruits in 2008 to some 300.

The rate of non-Bedouin Arabs' recruitment has also increased in recent
years, and an officer in the IDF's Human Resources Branch said he hoped that
by next year their recruitment figure will reach 350, equaling the 2003
rate. Another significant increase in recruitment is expected next month.

Colonel Ramiz Ahmed, head of the population directorate in the IDF's Human
Resources Branch, told Haaretz in an interview that the drop in recruitment
in recent years cannot be attributed to events or the political atmosphere.
While recruitment rates dropped after the October 2000 events - several days
of protests in northern Israel during which 12 Israeli Arabs and one
Palestinian from Gaza were shot dead - it rose again afterward. Toward the
end of the Al-Aqsa intifada in 2004, the rate plummeted again and continued
doing so until the end of 2007, Ahmed added.

The law exempts non-Druze Arab citizens from compulsory military service.
However, many of them have been recruited over the years to the professional
army, especially as trackers.

From the mid-80s, Bedouin were drafted into a six-month compulsory service,
after which they joined professional army. Since 1991 they have been
volunteering for a three-year compulsory service before joining the
professional army. This was encouraged in the 1980s and 1990s by former
defense minister Moshe Arens, who believed it would strengthen Arab
youngsters' affiliation to Israel.

In the past year the IDF has prepared a plan to encourage Bedouin to join
the army, and assist them after their discharge. This includes lectures in
schools and help in directing discharged soldiers to studies and employment.
"The intention is to improve the initial impression they get. They must
leave the army with a direction in life," said Ahmed.

Most of the Arab recruits are placed with the desert reconnaissance brigade
posted in the Gaza Strip. Most of the combatants are Bedouin, but some of
the officers are Jews and Druze. Other recruits are trained as trackers.

The IDF has decided to open additional units to Bedouin soldiers, and today
a Bedouin major is serving in the Air Force. The army is also acting to
increase discharged soldiers' options to buy land. The government recently
decided to reduce the development costs of plots in Druze and Arab villages
by 25 percent.

Public Arab activists, political leaders and the Islamic Movement object to
recruiting Arabs. However, in many cases the decision whether to serve is
made by the person involved and his father. "I've had cases in which
youngsters joined despite their father's objection. I had a soldier who used
to change out of his uniform in the Be'er Sheva mall before returning home,
and put them on again on his way to the base," a tracker officer told
Haaretz.

However, the soldiers' reasons for joining the army are economic or rooted
in the local authorities' restrictions on Arab citizens, rather than
political. "We're not even allowed to put two rods together and attach a
piece of cloth to them," said Master Sergeant Hamad Talalka, a tracker with
the Sagi regiment on the Egyptian border.

Like the rest of the trackers, Talalka spends a week with his family then a
week in the army, during which he hopes that his house in the northern
Negev's Goral hills - for which a demolition order has been issued - remains
intact. The authorities did not issue a demolition order for his brother's
house, although the latter did not serve in the army.

The Bedouin tribes' ongoing struggle with the state over their lands does
not deter the youngsters from joining the IDF. They believe that military
service will give them a better standing vis-a-vis the authorities. Many of
them see military service as a way of improving their social and economic
situation.

Master Sergeant Camal Atrash served three years, left the army and has now
returned for professional service. "After your release you find that your
friends who did not serve have worked, bought new cars and live well, while
you have to find a way to make a living," he said.

Atrash was refused a weapons license so could not work as a security guard,
while his friend, who did not serve in the army, was issued a license to
carry arms.

Bedouin officers, however, emphasize their commitment to the state. Second
Lieutenant Amir Juamis, 27, of Beit Zarzir, joined the army at the age of 26
after his brother was discharged. His father was wounded in the first war in
Lebanon, and another was wounded in Gaza in 2002. He joined as a combatant,
trained as an officer and now commands a military team.

"I feel like an Israeli citizen and it's my duty to serve and contribute to
the state. This is also the Bedouin's state," he said a few weeks ago.

Asked about how he feels fighting with his people on the other side of the
border, he said: "a terrorist is a terrorist. Islam doesn't say you have to
kill. He comes to kill here and can kill a Jew or an Arab. It's my duty to
prevent that."
Título: Submarino israelense percorre canal de Suez
Enviado por: Cabecinhas em Julho 10, 2009, 02:44:42 am
Citar
Um submarino israelense navegou pelo Canal de Suez até o Mar Vermelho como parte de um exercício naval no mês passado, informaram fontes do setor de defesa na sexta-feira, descrevendo a incomum manobra como um sinal estratégico para o Irã.

Israel
Foto de arquivo de um submarino naval israelita atraca no porto Haifa a 27 de Julho de 1999. REUTERS/Havakuk Levison/Files (ISRAEL)
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atilde canal israelense para percorre sinal submarino suez

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Israel manteve por muito tempo seus três submarinos da classe Dolphin, que muitos acreditam carregar mísseis nucleares, longe de Suez para não expô-los à observação das autoridades marítimas egípcias.

Não estava claro em que momento do mês passado os submarinos deixaram o mediterrâneo. Uma fonte disse que a viagem foi planejada por meses e que não teve relação com as tensões ocorridas no Irã após a reeleição em 12 de junho de Mahmoud Ahmadinejad para a Presidência do país. Israel acredita que Ahmadinejad busca a fabricação de armas nucleares para ameaçar o Estado judeu.

Navegar na direção do golfo sem usar Suez obrigaria os submarinos israelenses movidos a diesel, geralmente estacionados no mediterrâneo, a circunavegar a África numa viagem que duraria uma semana. Isso teria utilidade limitada no objetivo de sinalizar ao Irã que Israel tem capacidade de responder rapidamente caso fique sob ataque nuclear iraniano.

Num prazo menor, os mísseis convencionais dos submarinos também poderiam ser usados em ataques israelenses contra instalações nucleares iranianas, as quais Teerã insiste em afirmar que têm apenas propósitos pacíficos.

Uma fonte de defesa disse que a Marinha israelense realizou o exercício na costa de Eilat no mês passado e quem um submarino da classe Dolphin participou tendo viajado de um porto no Mar Vermelho até Suez. Israel tem uma base naval em Eilat, uma faixa costeira de 10 km entre o Egito e a Jordânia, mas autoridades afirmam não ter nenhum submarino estacionado ali.

"Isso é definitivamente uma mudança de política," disse a fonte, que não quis dar mais detalhes sobre o exercício ou informar se o submarino da classe Dolphin passou por inspeção egípcia no canal, pelo qual o submarino passou sem submergir.

Uma porta-voz militar não comentou imediatamente a viagem do submarino, inicialmente noticiada pelo jornal Jerusalem Post.

Autoridades egípcias disseram que nem negariam nem confirmariam as informações de movimentações militares. Uma das autoridades disse ainda que, se houve tal passagem dos israelenses pelo canal, isso não seria um problema, pois Egito e Israel não estão em guerra. O Egito é um dos dois Estados árabes que assinou acordo de paz com Israel, embora as relações entre os dois países sejam frias.

Cada submarino da classe Dolphin, de fabricação alemã, possui 10 tubos para torpedos. No caso israelense, quatro deles foram alargados a pedido dos militares de Israel para, segundo acreditam analistas independentes, acomodar mísseis nucleares. Mas há dúvidas se esses armamentos têm o alcance de 1.500 km necessários para atingir o Irã do Mediterrâneo.
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Julho 21, 2010, 11:23:44 pm
Israel promete limitar fósforo branco em futuras guerras


Num relatório apresentado ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o governo de Israel compromete-se a limitar a utilização de armamento com fósforo branco em «guerras futuras».
No documento, enviado às Nações Unidas, o governo israelita também se compromete a «evitar ferimento de civis e danos a propriedades civis nos próximos confrontos».

O documento responde a um relatório que acusou Israel de ter cometido crimes de guerra durante a ofensiva à Faixa de Gaza, em Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009.

O documento actual é o segundo que Israel apresenta à ONU, depois de realizar investigações internas sobre possíveis falhas cometidas durante a ofensiva à Faixa de Gaza.

No primeiro documento, em Janeiro deste ano, o governo mencionou 36 investigações iniciadas dentro do Exército por suspeitas de «actuação inadequada por parte de militares».

Uma das investigações resultou na acusação de um oficial pela morte de civis durante a operação.

Cerca de 1,4 mil palestinianos foram mortos durante a ofensiva israelita à Faixa de Gaza. Do lado israelita o número de vítimas foi de 13, entre elas três civis.

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 08, 2010, 02:43:26 pm
Espião nuclear Mordechai Vanunu libertado


O "espião nuclear" israelita Mordechai Vanunu foi hoje libertado após quase três meses de prisão imposta por violar uma ordem proibindo qualquer contacto com os estrangeiros, disse uma porta-voz prisional.

Vanunu foi condenado em dezembro a três meses de prisão por violar uma ordem que o proibia de entrar em contacto com estrangeiros, incluindo jornalistas.

O israelita foi detido em dezembro num hotel de Jerusalém Oriental e, segundo o 'site' Y-Net, deveu-se ao contacto com uma cidadã norueguesa.

A sentença de Vanunu começou a ser cumprida a 23 de maio.

Preso pela primeira vez em 1986, o dissidente israelita cumpriu então 18 anos de prisão por ter entregue dados confidenciais do programa nuclear israelita e fotografias do centro de pesquisa nuclear de Dimona, no deserto do Negev, ao jornal britânico Sunday Times.

Foi com base nas informações de Vanunu que especialistas concluíram que Israel tinha o sexto maior arsenal nuclear do mundo.

Israel nunca reconheceu a existência de um arsenal nuclear.

Em fevereiro, o antigo técnico nuclear israelita recusou uma segunda vez figurar entre os candidatos ao prémio Nobel da Paz.

A razão apresentada por Vanunu é que "não está interessado na possibilidade de receber um prémio que (o Presidente israelita) Shimon Peres recebeu, uma vez que considera Shimon Peres o pai da bomba atómica israelita", referiu então a presidente do Instituto Nobel.

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: Jorge Pereira em Julho 27, 2012, 07:07:40 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 12, 2012, 02:35:29 pm
Governo testa sistema de alerta por SMS anti mísseis


O exército israelita lança hoje um teste, a nível nacional, de um sistema de alerta através de mensagens de texto (SMS) destinado a prevenir a população, em caso de ataque de mísseis.

Um comunicado do porta-voz do exército indica que, a partir de hoje, serão enviadas mensagens em hebreu, em árabe, em inglês e em russo para os telemóveis de habitantes de regiões como Jerusalém, Telavive e Haifa.

"Comando da defesa passiva, teste do sistema de alerta móvel" será a mensagem enviada, indica a mesma fonte, segundo a qual o exercício dura até quinta-feira, passando depois a ser testado em todo o país.

A imprensa israelita indica que este exercício visa preparar a defesa da população civil, em caso de eventuais ataques com mísseis ou foguetes por parte do Irão ou do Hezbollah libanês, que poderá seguir-se a um ataque israelita contra instalações nucleares iranianas.

O cenário continua hoje a fazer as manchetes de parte da imprensa israelita. O diário Yediot Aharonot escreve que Israel "não está pronto" para uma guerra com o Irão, sublinhando que "metade dos israelitas não tem máscaras de gás" e que "os trabalhos de proteção dos edifícios que albergam hospitais não estarão prontos em menos de três anos".

O jornal Haaretzcita por seu lado um "alto responsável israelita", segundo o qual o Irão "fez progressos na produção e adaptação de ogivas nucleares" em mísseis capazes de alcançar o território israelita. Israel, a única potência nuclear - oficiosa - da região, teme que a sua existência fique ameaçada se Teerão dispuser da bomba atómica.

O Irão tem negado que o seu programa nuclear tenha objetivos militares, como acusam os países ocidentais. Os EUA, em vésperas de eleições presidenciais, privilegiam o reforço das sanções contra Teerão e terão tentado dissuadir Israel de atacar o Irão, em recentes visitas de responsáveis norte-americanos ao Estado hebreu.

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: urso bêbado em Setembro 09, 2012, 09:26:34 pm
Os acontecimentos que se estão a colocar no palco estão-me a deixar preocupado. Gosto do Estado de Israel e apoio todos os pontos da sua política de auto-defesa, como primeira linha do ocidente cultural contra a barbárie muçulmana; porém, ou precisamente por isso, acho destemida de mais a corrida para o confronto com o Irão que estão a percorrer.

Não me dá para saber a fortaleza das cidades israelenses ante uma possível enjurrada de mísseis persas, mas por vezes semelha acreditarem, os hebreus, serem sempre e inteiramente invencíveis. Nesta altura têm a ajuda dos EUA mas perderam qualquer apoio que no passado puderam sonhar com ter, caso da Turquia, engajada na NATO e país com o que colaboraram no passado entregando líderes do Curdistão, até.

Hoje o equilíbrio na região é difícil de suster, há muitos baralhos e todos estão marcados contra o povo israelense que nunca deveu conceder autonomia aos árabes, nem ceder Jericó, Nazaret ou Belém à ANP.

Em qualquer caso, na luta pela supervivência duma nação em legítima defesa e a ideologia nazista dos muçulmanos, prefiro apoiar de olhos vendados Israel.

A primeira e mais eficaz linha de defesa da cultura frente a barbárie.
Título: Re: Israel
Enviado por: HSMW em Novembro 06, 2012, 11:03:22 pm
O outro lado.
Citar
I came across this video today,
this is the kind of videos you will NEVER find in MSNBC,BBC,CNN and so on.
you will never see this kind of video getting 100,000+ views.

the mature palestinain pupolation knows that the world hate to see children getting hurt in any kind of conflict.
so they thought about a new way to manipulate the world.
they're sending 5-12 years old children to curse and hit the IDF soldiers ,
until someone will do something to stop those kids,
and thats the moment when they will take picutres and publish it across the world as "IDF brutal behvior against kids!!!"

look at 02:25
the little boy with the Real Madrids Ozil t-shirt wanted to stop and go home,after he took couple of steps back,the adults forced him to come back and keep provoking the soldiers.


5:20
after one of the journalists had been arrested,the other photographers SUDDENLY started taking pictures..
i guess if the idf wont hit children,the pictures of "arresting innocent photographers that only wanted to show the truth" will be enough.

http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... F-soldeirs (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?219671-How-the-palestinain-force-children-to-confront-and-physically-hit-the-IDF-soldeirs)
Título: Re: Israel
Enviado por: HSMW em Novembro 16, 2012, 11:01:00 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 19, 2012, 10:05:50 pm
De novo, a Guerra no Médio Oriente
Alexandre Reis Rodrigues


Esta pergunta parece pertinente à luz do agravamento da situação na Faixa de Gaza mas, na verdade, só pode fazer sentido a quem não acompanha regularmente o Médio Oriente e agora surpreende-se com os últimos desenvolvimentos do conflito entre o Hamas e Israel. Não tem em conta que depois da última intervenção militar israelita em 2008/2009 (Operation Cast Lead1) nunca houve algo que se possa designar como um clima de paz. Nos dois anos seguintes, 2010 e 2011, o Hamas alvejou Israel com cerca de 200 rockets em cada ano, depois 600 em 2011 e 700 neste ano, até meados de novembro, antes da atual agudização do conflito.

As perguntas que mais interessaria fazer seriam as seguintes:
 
O que terá levado o Hamas a criar uma situação a que Israel dificilmente poderá deixar de responder por intervenção armada, uma vez que, ao contrário do que acontecia no passado, agora é o próprio “coração” de Israel, nomeadamente Jerusalém e Telavive, que passaram a estar sob a ameaça dos rockets do Hamas?
Irá Israel repetir o padrão da Operation Cast Lead, invadindo de novo a Faixa de Gaza, depois da fase de campanha aérea em curso desde14 de novembro? Até que ponto poderá a decisão de Israel estar dependente do resultado da tentativa de realização de conversações de paz? Há várias teorias que tentam explicar a decisão do Hamas em agravar o conflito mas nenhuma parece ter um objetivo à altura do sacrifício a que ficarão sujeitos os palestinianos da Faixa de Gaza, se Israel voltar a invadir o território. Deveria haver um motivo muito forte mas nenhum dos que são referidos parece enquadrar-se nesse âmbito. Fala-se na pretensão do
Hamas em reocupar o papel central na luta palestiniana que poderia sentir estar a fugir-lhe em favor da Autoridade Palestiniana, particularmente agora que esta volta a insistir em obter das Nações Unidas o estatuto de “nonmember state”.

Fala-se também em querer aproveitar a aproximação ideológica com o Egipto, como líder do mundo árabe e muçulmano, agora sob uma liderança que emana da Irmandade Muçulmana e que é sensível aos “apelos da rua” para que o Governo de inspiração islamita reveja as relações com Israel. Não é de esperar que Morsi se possa “dar ao luxo” de ignorar a pressão da rua e se mostre pronto a dar espaço para acomodar as pretensões dos EUA e Israel. Um apoio claro do Egipto, impossível durante o regime de Mubarak, ajudaria o Hamas a sair do isolamento internacional em que se encontra. Por outro lado, se Israel invadir a faixa de Gaza, então o
relacionamento Israel/Egipto dificilmente escapará a uma agudização, como eventual comprometimento do acordo de paz, desfecho que serviria os propósitos do Hamas.

Referem-se também as dificuldades por que está a passar o Hamas para ter algum controlo efetivo sobre os grupos islamitas mais radicais, nomeadamente a Palestinian Islamic Jihad, os Palestian Resistance Committees e o Mujahideen Shura Council of Jerusalem que operam na faixa de Gaza. Estes grupos são responsáveis, sem luz verde do Hamas, por parte dos ataques a Israel e visam um projeto político próximo do pretendido pela al Qaeda. O Hamas tem tolerado as diferenças religiosas sob condição de a sua liderança não ser posta em causa mas não tem conseguido controlar esses grupos, que pretendem uma agenda mais agressiva. Receando perder a sua lealdade, o Hamas poderá ter decidido arriscar mais e confrontar Israel com todos os meios ao seu dispor, isto é, com armamento de longo alcance, capaz de atingir o centro de Israel (os mísseis Fajr-5).

A operação levada a cabo, no passado dia 22 de outubro, pelos israelitas no Sudão para destruição de uma remessa de mísseis Fajr-5 destinados a Gaza poderá ter também pesado na decisão do Hamas. A operação veio mostrar a inutilidade de o Hamas continuar a tentar ocultar a posse de mísseis de longo alcance, com que quereria surpreender Israel. Acabado o segredo não restou ao Hamas senão acordar uma trégua com Israel que foi assinada três dias depois. Só que os grupos radicais acima referidos decidiram agir por sua conta retomando os ataques a 10 de novembro. Com Israel, a partir daí, a ficar com todos os argumentos para reagir em força, ao Hamas não restou senão começar a usar os Fajr-5 e tentar demonstrar a Israel que não lhe restará senão negociar um entendimento que reconheça a sua autoridade política na Faixa de Gaza. O Hamas conta com o pragmatismo de Israel; Telavive sabe que a Faixa de Gaza entrará em caos completo se o Hamas perder autoridade local. Avigdor Lieberman, ministro dos Negócios Estrangeiros, já deu mostras de o Governo israelita estar sensível a esse risco ao vir afiançar que a operação em curso (Operation Pillar of Defence) não visa eliminar o Hamas.

Que objetivo tem então Israel? Certamente, o principal será eliminar toda a capacidade palestiniana em mísseis de longo alcance, se possível apenas através de raides aéreos. Neste momento, Telavive, diz que já destruiu 90% desta capacidade mas já tinha dito anteriormente o mesmo. Afinal, os ataques com rockets continuaram (foram lançados 640 desde 14 de novembro), demonstrando que o Hamas tem tido sucesso em camuflar os seus locais de armazenamento e em evitar que as equipas de lançamento sejam atingidas pela retaliação israelita (usando métodos de controlo remoto que lhes permitem manter essas equipas em áreas urbanas, no meio do povo).

Não obstante as relativamente já grandes dimensões dos Fajr-5 (6 metros de comprimento e 900 quilos de peso), o que torna muito difícil a sua camuflagem, é pouco provável que Israel possa garantidamente concluir que eliminou essa ameaça sem uma intervenção terrestre. Aliás, até há pouco dava-se por certo que o Hamas só conseguia produzir localmente mísseis de curto alcance (Qassams); para mísseis de longo alcance, como os Fajr-5 que atingem 75 quilómetros, não haveria mais do que a capacidade de os montar a partir de partes recebidos separadamente do exterior. A declaração que o Hamas fez ontem afiançando que os mísseis de longo alcance estariam a ser produzidos localmente, a ser verdade, alteraria completamente a situação, como se compreende. É improvável, no entanto, que isso seja verídico, dadas as dificuldades técnicas e exigências em infraestruturas para tal empreendimento. Em qualquer caso, a dúvida ficou no ar, o que constitui mais um incentivo para Telavive avançar com as operações terrestres. Porque quererá então o Hamas levar Israel por este caminho? Como poderá evitar mais sacrifícios à população de Gaza e que meios terá em mão para estar confiante de que criará sérias dificuldades a Israel?

Os EUA, pela voz do presidente Obama, já vieram declarar que Israel tem todo o direito de se defender dos ataques de que tem sido alvo. O Reino Unido embora nada dizendo em contrário, não deixa, no entanto, de fazer notar que Israel perderá a simpatia e apoio internacional se decidir-se por invadir de novo a Faixa de Gaza; lembra o risco de prolongamento do conflito e a enorme dificuldade em evitar pesadas baixas civis. Não é arriscado prever que a União Europeia adotará uma posição semelhante. As relações de Israel com o Egipto passarão por dificuldades sérias e com a Turquia irão agravar-se.

Telavive procura lidar com estas perspetivas repetindo que não tem em vista eliminar o Hamas e garantindo que a intervenção militar tem por objetivo exclusivo trazer segurança de volta ao sul de Israel. No entanto, este objetivo não será considerado atingido enquanto o Hamas continuar a demonstrar que a aviação israelita não conseguiu destruir a sua capacidade de alvejar Israel com os rockets Fajr-5. Se esta situação se mantiver, então haverá certamente uma intervenção israelita por terra e a situação no Médio Oriente agravar-se-á ainda mais.

Jornal Defesa
Título: Re: Israel
Enviado por: Camuflage em Novembro 20, 2012, 07:20:25 pm
Resposta do Conselho da Onu? Envio de força internacional de manutenção de paz? Nah nunca é preciso nada.
Título: Re: Israel
Enviado por: Edu em Novembro 20, 2012, 08:15:19 pm
Claro que não, então? Estamos a falar de Israel, é o povo escolhido. Eles podem fazer tudo.
Título: Re: Israel
Enviado por: typhonman em Novembro 21, 2012, 04:27:23 pm
Vais para la tu Edu ? E mandas para la tropas tugas ?
Título: Re: Israel
Enviado por: scrupulum em Novembro 23, 2012, 09:49:21 am
OS 11 MANDAMENTOS DOS MEDIA OCIDENTAIS
extraido de octopus, tradução de artigo de Gilles Munier


Regra número 1:
No médio Oriente, são sempre os Árabes que atacam primeiro e é sempre Israel que se defende. Chama-se a isso: retaliação.

Regra número 2:
Os palestinianos não têm direito de se defender. Chama-se a isso: terrorismo.

Regra número 3:
Israel tem o direito de matar civis árabes. Chama-se a isso: legítima defesa.

Regra número 4:
Quando Israel mata demaseado civis, as potências ocidentais chamam-lhe a atenção para não exagerar. Chama-se a isso: a reacção da comunidade internacional.

Regra número 5:
Os palestinianos não têm direito de capturar militares israelitas, mesmo que sejam poucos, nem que seja um único.

Regra número 6:
Os israelitas têm direito de raptar todos os palestinianos que desejam. Não existe qualquer limite e não necessitam de provar a culpabilidade das pessoas raptadas. Basta-lhes dizer a palavra mágica: "terrorista".

Regra número 7:
Quando falar em "resistência", deverá sempre acrescentar a expressão: "apoiada pela Síria e pelo Irão".

Regra número 8:
Quando falar em "Israel", nunca deverá acrescentar: "apoiado pelos Estados Unidos, a França e a Europa", porque poderiam crer trata-se de um conflito desequilibrado.

Regra número 9:
Nunca falar em "territórios ocupados", nem nas resoluções da ONU, nem nas violações do direito internacional, nem nas convenções de Genebra.

Regra número 10:
Os israelitas falam melhor francês e inglês do que os árabes (?). Isso explica que eles e os seus apoiantes tenham tão frequentemente direito à palavra. Assim, podem nos explicar as regras precedentes (de 1 a 9). Chama-se a isso a neutralidade jornalística.

Regra número 11:
Se não estiver de acordo com estas regras ou julga que elas favorizam um dos lados do conflito em detrimento do outro, é porque você é um perigoso anti-semita...


Tradução de artigo de Gilles Munier
http://www.france-irak-actualite.com/ar ... 52821.html (http://www.france-irak-actualite.com/article-rappel-necessaire-au-journalistes-occidentaux-lors-d-une-agression-israelienne-112652821.html)
Título: Re: Israel
Enviado por: papatango em Novembro 23, 2012, 11:24:11 am
Citar
OS 11 MANDAMENTOS DOS MEDIA OCIDENTAIS
extraido de octopus, tradução de artigo de Gilles Munier

Propaganda ao melhor estilo dos comunistas durante a guerra fria.

Até parece que é mentira que existe extremismo árabe, até parece que é mentira que o Hamas possui foguetes para atacar Israel, até parece que é mentira que a única estratégica dos terroristas passa por atacar civis israelitas.

Há coisas que são óbvias.
Os palestinianos continuam à espera e Israel continua a tentar ganhar tempo, para tornar a retirada dos territórios ocupados um facto irreversível.
É isso que conta e é isso o que está a acontecer.
Não estou a desculpar os palestinianos por terem sido os primeiros a atacar porque terão razão, estou apenas a afirmar que o ataque por parte do Hamas tem uma justificação, que está baseada na incapacidade de Israel (e na impossibilidade resultado da pressão da opinião pública) para aceitar uma retirada mesmo que parcial dos territórios ocupados, ao mesmo tempo que continua a colocar muros e a isolar os palestinianos dentro da sua própria terra.


Mas o texto acima, é repugnante, porque não pretende sequer analisar o que quer que seja, pretende apenas deitar lama sobre os jornalistas que ainda tentam manter alguma imparcialidade.

O texto, honraria Joseph Goebels quando se referia à imprensa ocidental e o que nela se escrevia sobre a Alemanha entre 1936 e 1939.
Mas infelizmente quase ninguém lê livros de História.

É mais facil consultar sites de fanáticos na Internet, principalmente se tiverem frases curtas e em pouca quantidade.
Título: Re: Israel
Enviado por: scrupulum em Novembro 23, 2012, 01:11:58 pm
Os comunistas ja não existem  :lol:  :lol:
Título: Re: Israel
Enviado por: Edu em Novembro 23, 2012, 04:40:57 pm
Citação de: "typhonman"
Vais para la tu Edu ? E mandas para la tropas tugas ?

Nem era preciso para lá ir ninguém, aposto que se lhes retirasse o apoio dos EUA, e deixasse de se lhes vender armamento e dar financiamento aquilo acabava depressa.

E já agora relativamente aos comunistas, a união sovietica (comunistas portanto, acho eu) foi só um dos maiores apoiantes de Israel, alguém não está bem a par da história...
Título: Re: Israel
Enviado por: scrupulum em Novembro 30, 2012, 10:28:42 am
Portugal votou a favor da elevação do estatuto da Palestina a Estado observador não-membro da ONU
2012-11-30 11:11:42   
 
Lisboa – O Ministério dos Negócios Estrangeiros esclarece, em comunicado, que votou a favor, na Assembleia Geral da ONU, da elevação de estatuto da Palestina a Estado observador não-membro da organização porque defende um Estado palestiniano independente e que viva em paz com Israel.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros esclarece que votou a favor, na Assembleia Geral da ONU, porque defende um Estado palestiniano independente e que viva em paz com Israel.

Segundo o embaixador português na ONU, Moraes Cabral, o voto favorável de Portugal para elevação do estatuto da Palestina nas Nações Unidas respeita a posição histórica do país e é um apoio à liderança palestiniana do presidente Mahmoud Abbas. O representante português apelou também a um regresso à mesa das negociações.

Moraes Cabral frisou que Portugal, sempre defendeu o «direito inalienável do povo palestiniano à autodeterminação», através do estabelecimento de um estado soberano, e fê-lo a nível bilateral e na União Europeia, onde desde o início defendeu um voto positivo.

A resolução teve o voto favorável de 138 Estados participantes na Assembleia-Geral da ONU, nove contra e 41 abstenções.

(c) PNN Portuguese News Network


Os EUA, Israel, Canada, républica Tcheca, votaram contra.
A GBR e a Alemanha abstiveram-se.

Parabens ao governo Português !
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 03, 2012, 06:23:18 pm
Para que serviu, afinal, o confronto entre o Hamas e Israel?
Alexandre Reis Rodrigues


Da parte de Israel, foram oito dias de intensos bombardeamentos aéreos que causaram a morte a 150 palestinianos, fizeram centenas de feridos e destruíram uma extensa parte das infraestruturas “militares” do Hamas. Da parte deste e de outros grupos islamitas radicais que também operam na faixa de Gaza, foram disparados centenas de rockets contra Israel, alguns dos quais atingiram, pela primeira vez, regiões habitadas, nas proximidades de Jerusalém e Telavive, causando cinco mortos israelitas.

O que detonou esta crise tem sido matéria de discussão, não existindo uma interpretação consensual e minimamente objetiva. É uma situação estranha porque um confronto com o nível de intensidade que este teve não devia começar sem óbvios e fortes motivos públicos. Tem sido referido que o Hamas provocou a crise para tirar partido de um contexto político que se lhes terá afigurado mais favorável, em resultado da ascensão da Irmandade Muçulmana no Egipto. Outros consideram que o Hamas foi - digamos - “empurrado” para o confronto, para não deixar a quase exclusividade dos ataques com rockets a Israel aos grupos salafitas radicais, os quais estariam a atuar sem reconhecer a sua liderança e a assumir-se como os principais combatentes da causa palestiniana. Noutras versões, adianta-se que o Hamas foi levado a avançar por recear estar a perder protagonismo internacional, em favor da Autoridade Palestiniana, em particular com a iniciativa desta em submeter a votação, em Assembleia Geral das Nações Unidas, uma proposta de estatuto de “Estado membro observador”, o que, como se sabe, foi entretanto conseguido com uma alargada margem de aprovação (71,5%).

É possível que tenham sido todas estas circunstâncias a provocar a crise, eventualmente com outros fatores ainda não identificados. Esta questão vai, no entanto, permanecer algo nebulosa, pelo menos nos tempos mais próximos. Por isso, seria interessante, pelo menos, analisar para que serviu, afinal, mais este confronto e tentar identificar que ilações poderão ser tiradas em função do seu desfecho.

Se pensarmos em termos do que seria realmente importante, isto é, conseguir fazer progredir o processo de estabelecimento de um estado palestiniano e criar condições que venham a permitir aos dois povos viver em paz, os oito dias de confrontação tiveram um impacto negativo. Terão tornado ainda mais remoto esse desfecho. Aliás, a iniciativa da Autoridade Palestiniana também terá adiado qualquer hipótese - se é que havia alguma – de as partes virem a sentar-se a uma mesa de negociações.

Alguns aspetos, que se conhecem quase desde sempre, foram de novo confirmados; por exemplo, que não há qualquer solução militar para o conflito. Israel, aliás, mostrou saber disso, ao estabelecer como objetivo militar, apenas a eliminação da ameaça dos mísseis de longo alcance, se possível, sem intervenção em terra. Israel também sabe que se destruísse o Hamas passaria, certamente, a ter que lidar com uma situação de caos ainda maior na Faixa de Gaza; sob esta perspetiva, pode dizer-se que Israel, até certo ponto, precisa do Hamas.

Naturalmente, a penosa experiência com a operação Cast Lead de 2008/2009, que muito custou à imagem internacional de Israel, terá pesado na avaliação das hipóteses em aberto. Não obstante o pesado impacto da invasão na faixa de Gaza (1387 palestinianos mortos e uma muita extensa destruição de infraestruturas), pouco depois da retirada israelita já o Hamas estava de novo a bombardear Israel com rockets, demonstrando que para nada tinha servido o esforço militar de Telavive.

Desta vez, dias depois de aceite o compromisso de cessação das hostilidades, Moussa Abu Marzouk, o número dois da hierarquia do Hamas residente em Gaza, veio afirmar que continuará o rearmamento. A probabilidade de tudo continuar na mesma é, de facto, grande. Nenhum dos lados, quaisquer que sejam as circunstâncias, conseguirá eliminar o outro; nem mesmo Israel com todas as capacidades militares que tem, conseguiria destruir uma organização que não tem propriamente um centro de gravidade vital, que uma vez atacado a deixaria sem condições de sobrevivência.

Esta é, grosso modo, a realidade conhecida. Há algumas outras, porém, que o recente conflito veio revelar. Começo por referir a ameaça dos mísseis de longo alcance, nunca anteriormente usados pelo Hamas (Fajr-56), que veio mostrar que Israel, pela primeira vez desde os Acordos de Camp David em 1978, precisa de se preocupar seriamente com a segurança do seu território já não só em função da ameaça terrorista. Até então, as centenas de rockets lançados da Faixa de Gaza, apenas conseguiram atingir o sul de Israel em zonas que têm sido mantidas desabitadas. É uma alteração substantiva do quadro de segurança.

A transformação grande por que passou o Médio Oriente, desde o conflito de 2008/2009, é a segunda nova realidade que interessa destacar. Durante o anterior confronto, o mundo árabe estava alinhado na ajuda financeira à Autoridade Palestiniana, como que procurando contrabalançar o “peso” do Hamas, e era o próprio Presidente do Egipto, Mubarak, que, de algum modo, facilitava o esforço militar de Israel. Hoje, temos uma situação drasticamente diferente.

O Qatar, por exemplo, planeia investir 400 milhões de dólares na faixa de Gaza e o Presidente Morsi passou a ser a entidade a que Israel tenta atribuir o papel de garante de que o Hamas e os outros grupos palestinianos radicais vão abandonar a violência. Obviamente, o Egipto não pode ser o garante de qualquer compromisso desta natureza, mas, em qualquer caso, passou a ter o estatuto de agente de estabilização regional, tirando partido de uma equidistância em relação às duas partes que o Governo de Mubarak não tinha, muito menos os EUA. Estes envolveram-se na solução do conflito mais na medida em que o Egipto precisou do seu apoio, para ter credibilidade perante Telavive, do que em interesse direto em participar. O interesse ainda é grande e vai permanecer como tal por algum tempo mais, dada a dependência energética em relação ao Golfo Pérsico, mas como esta está a diminuir, os EUA tornar-se-ão cada vez menos visíveis na região. Este foi um primeiro pequeno passo desse percurso.

Tudo considerado, poder-se-á esperar uma evolução favorável da situação num futuro próximo? Não é possível ser-se otimista, por várias razões. Em primeiro lugar, porque o espaço de manobra de Morsi é limitado; não pode dar-se ao luxo de se mostrar disponível para acomodar as pretensões dos EUA nem muito menos de Israel, sendo conhecido que a opinião pública egípcia nem sequer aprova o Acordo de Paz com Israel, muito menos a Irmandade Muçulmana de cujo apoio precisa.

Em segundo lugar, porque foi a precisamente a violência desencadeada pelo Hamas que, no desfecho do último conflito, levou Israel a levantar parte das restrições extremas que têm sido impostas sobre os habitantes da faixa de Gaza, grande parte das quais são geralmente consideradas como excessivas. Esta situação mostra que o recurso à violência “paga melhor” de que a via diplomática preferida pela Autoridade Palestiniana.

Por último, porque Israel, não obstante a pressão dos EUA, insiste na continuação da expansão dos colonatos em território palestiniano, o que é uma forma de tornar cada vez mais remota a possibilidade prática de criação de um Estado Palestiniano. Em resposta à iniciativa do Presidente Abbas junto das Nações Unidas, como atrás referido, o Governo de Telavive autorizou, ontem, a construção de mais 35000 casas. Não tardará, com certeza, a resposta palestiniana.

Jornal Defesa
Título: Re: Israel
Enviado por: Camuflage em Dezembro 03, 2012, 07:04:09 pm
Israel mantém planos de novos colonatos - http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/In ... id=2924547 (http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2924547)

Em desafio à comunidade internacional, se fosse a Síria ou o Irão era já uma data de países a condenar...
Título: Re: Israel
Enviado por: typhonman em Janeiro 01, 2013, 09:53:51 pm
Citação de: "Camuflage"
Israel mantém planos de novos colonatos - http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/In ... id=2924547 (http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2924547)

Em desafio à comunidade internacional, se fosse a Síria ou o Irão era já uma data de países a condenar...

Mas em relação a Síria, o silêncio continua... se fosse Israel, coitados.. :mrgreen:
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Março 22, 2013, 04:15:56 pm
Estado de Israel não é produto do Holocausto, diz Obama


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje que a criação do Estado de Israel em 1948 não foi produto do Holocausto, afirmação que os líderes israelitas esperavam há quatro anos. «O Estado de Israel não foi criado devido ao Holocausto», afirmou Obama ao concluir uma visita ao Museu Yad Vashem, que guarda a lembrança dos seis milhões de judeus que morreram às mãos nazis antes e durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A afirmação, a princípio irrelevante, era esperada pelo governo israelita desde 4 de Junho de 2009, quando num discurso no Cairo Obama estabeleceu uma relação directa entre ambos os episódios históricos.

O comentário indignou Israel, para quem a afirmação apoiava a tese palestiniana de que os judeus estão numa terra que não lhes pertence e com a qual não têm qualquer vínculo histórico. A conclusão retiraria o direito de existência de Israel como estado judeu.

Obama afirmou hoje que «um Israel forte» é o que garante precisamente que «não se produzirá outro Holocausto». Na sua primeira visita ao museu como presidente, a sua segunda de carácter pessoal, o presidente salientou que o anti-semitismo e o racismo em geral «não têm cabimento no mundo». «Os nossos filhos não nasceram para odiar», salientou.

«Aqui lembramos não só a maldade que pode chegar ao ser humano, mas também a sua bondade, como daqueles que não ficaram à margem (e salvaram judeus)», disse.

«É um relato da atrocidade, mas também um lugar de inspiração», concluiu no final da visita.

Acompanhado pelo presidente israelita, Shimon Peres, e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, Obama começou o percurso na Sala dos Nomes, um espaço circular coberto que em suas paredes têm fotografias e biografias de vítimas do Holocausto.

Obama, que quinta-feira foi condecorado por Israel com a sua máxima distinção, a medalha presidencial, visitou antes os túmulos do ideólogo do Estado judeu, Teodoro Herzl, e do primeiro-ministro israelita Yitzhak Rabin, assassinado em 1995, situados numa colina em frente ao Museu Yad Vashem

Obama terá hoje uma nova reunião com o primeiro-ministro israelita, na qual apresentará as posturas do presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, sobre um possível reatamento das negociações de paz.

Obama e Abbas reuniram-se quinta-feira em Ramallah para sondar as perspectivas de aplicação da solução de dois Estados, que Obama defendeu como a «única possível».

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: Edu em Março 22, 2013, 05:05:29 pm
Já se vendeu o homem...
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 28, 2013, 04:00:33 pm
Israel prepara população para chuva de mísseis


Israel lançou um exercício destinado a preparar a população para enfrentar uma chuva diária de centenas de mísseis e foguetes, enquanto aumenta a tensão na região com os receios que o conflito sírio cruze fronteiras.

Os procedimentos de evacuação e de resgate de vítimas nos escombros de edifícios em caso de ataques, sobretudo com armas químicas, estão a ser postos à prova desde domingo e prosseguem até quarta-feira.

Durante este exercício, as crianças nas escolas e os adultos nos respectivos locais de trabalho ou nas suas casas foram instados a proteger-se nos refúgios mais próximos em caso de alerta.

Desde o início da guerra civil na Síria (em Março de 2011), a situação tornou-se mais tensa nos Montes Golã, os quais Israel ocupa desde 1967 1.200 km2, enquanto os 510 km2 restantes estão sob controlo sírio.

No dia 21 de Maio, o exército sírio reivindicou pela primeira vez disparos que atingiram um veículo militar israelita e que circulava na parte ocupada dos Golã.

A tensão com o regime de Bashar al-Assad aumentou após dois ataques aéreos israelitas no início deste mês perto de Damasco. Estes ataques tinham como objectivo, segundo as autoridades israelitas, impedir o fornecimento de armas ao Hezbollah libanês.

A Síria reagiu advertindo que responderia imediatamente e dolorosamente a qualquer novo ataque de Israel contra o respectivo território.

Segundo especialistas militares citados pelos meios de comunicação, o Hezbollah, a Síria, o movimento palestiniano Hamas - que controla a faixa de Gaza - e o Irão - considerado por Israel como a principal ameaça - teriam no total um arsenal de 200.000 mísseis.

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Junho 02, 2013, 03:27:50 pm
Israel constrói maior hospital subterrâneo do mundo


Israel está a construir o maior hospital fortificado subterrâneo do mundo e está quase pronto. Fica em Haifa, no norte de Israel, de acordo com a Folha de São Paulo.

Em tempos de paz, o local será estacionamento para 1500 veículos. Mas, diante de ameaças de ataques aéreos, tem a capacidade para transformar-se num hospital com duas mil camas em 48 horas.

A estrutura é dotada de filtros capazes de proteger contra agentes químicos e biológicos e é imune a mísseis e bombas.

Além disso, é autossuficiente em oxigénio, energia, água e gás para uso médico.

A ideia de construir o hospital fortificado surgiu em 2006, quando Haifa sofreu ataques com foguetes da milícia xiita Hezbollah. Pelo menos oito pessoas morreram e centenas ficaram feridas.

Lusa
Título: Re: Israel
Enviado por: mafarrico em Setembro 11, 2013, 02:55:17 pm
http://www.globalresearch.ca/wmd-double ... ns/5349290 (http://www.globalresearch.ca/wmd-double-standards-cia-documents-reveal-israeli-stockpile-of-chemical-weapons/5349290)

WMD Double Standards: CIA Documents Reveal Israeli Stockpile of Chemical Weapons


By Saed Bannoura
Global Research, September 11, 2013
International Middle East Media Center


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.globalresearch.ca%2Fwp-content%2Fuploads%2F2013%2F09%2FIsrael_army_flag.gif&hash=c87919247ae8cbb66d6caf1f311c2ab9)

A newly-discovered document of the U.S. Central Intelligence Agency revealed Monday by Foreign Policy magazine shows that the U.S. agency had decisive evidence dating back to at least the 1980s that Israel had a stockpile of chemical and biological weapons.

 The revelation comes in the midst of the reported use of chemical weapons by the Syrian government on August 21st.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.imemc.org%2Fattachments%2Fsep2013%2Fpdimona_israel_nuclear_0152_91976_poll_xlarge.jpeg&hash=fb7f5de105223438d91f4338f48bcd23)
Israeli nuclear and chemical weapons manufacturing facility at Dimona (image by sodahead.com)

The document revealed by Foreign Policy magazine on Monday shows that, in addition to building up a nuclear stockpile of an estimated three hundred nuclear weapons during the 1960s and 70s, the Israeli military also developed an extensive stockpile of chemical and biological weapons.

The 1983 document stated that U.S. spy satellites had identified “a probable CW [chemical weapon] nerve agent production facility and a storage facility… at the Dimona Sensitive Storage Area in the Negev Desert. Other CW production is believed to exist within a well-developed Israeli chemical industry.”

“While we cannot confirm whether the Israelis possess lethal chemical agents,” the document adds, “several indicators lead us to believe that they have available to them at least persistent and nonpersistent nerve agents, a mustard agent, and several riot-control agents, marched with suitable delivery systems.”

The single page of a larger CIA report was discovered at the Ronald Reagan Library in California in its unredacted form – the report had been released several years ago to the National Archives, but was heavily censored.

According to the Foreign Policy report, “Israeli historian Avner Cohen, in his 1988 book Israel and the Bomb, wrote that Israeli Prime Minister David Ben Gurion secretly ordered that a stockpile of chemical weapons be built at about the time of the 1956 war between Israel and Egypt. The CIA, on the other hand, believed that Israel did not begin work on chemical weapons until either the late 1960s or the early 1970s.

The article included the following assessment from the 1983 CIA report: “Israel, finding itself surrounded by frontline Arab states with budding CW [chemical weapons] capabilities, became increasingly conscious of its vulnerability to chemical attack. Its sensitivities were galvanized by the capture of large quantities of Soviet CW-related equipment during both the 1967 Arab-Israeli and the 1973 Yom Kippur wars. As a result, Israel undertook a program of chemical warfare preparations in both offensive and protective areas.”

The Israeli government has harshly criticized the Syrian government for its alleged use of chemical weapons three weeks ago, and has encouraged President Obama’s pledge to respond militarily.

Israel did sign the Convention to Ban Chemical Weapons, but the Israeli Knesset (Parliament) never ratified the treaty. Israel has never opened its nuclear facility or its chemical weapons stockpile to international inspections.
Título: Re: Israel
Enviado por: mafarrico em Setembro 28, 2013, 08:46:51 pm
http://english.al-akhbar.com/content/is ... pied-golan (http://english.al-akhbar.com/content/israel-prepares-drill-oil-occupied-golan)

Israel Prepares to Drill for Oil in Occupied Golan

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fenglish.al-akhbar.com%2Fsites%2Fdefault%2Ffiles%2Fimagecache%2F5cols%2Fleading_images%2F115199-01-08.jpg&hash=4693227ee9faad291ea023b65e5e32a3)
An Israeli soldier checks a Merkava tank stationed in the Israeli-occupied Golan Heights along the border with Syria on 1 September 2013. (Photo: AFP - Jack Guez)

By: Yahya Dbouk
Published Wednesday, September 25, 2013

Tel Aviv is close to completing a geological survey of the occupied Golan Heights, where commercial deposits have been discovered. Up to 10 major drilling rigs could soon be pumping oil from the Syrian territory.

Israeli media are reporting that the American oil company Genie Energy has completed a major geological survey in the southern part of the Golan Heights and results are expected within a few weeks.

The reports say drilling could start as soon as the survey is analyzed, pointing out that extracting oil in this area will be much easier and cheaper than it is in the Mediterranean, where oil and gas lie as deep as five kilometers below the sea level.

Not surprisingly, the New Jersey-based Genie Energy, which was granted survey and drilling rights in the Golan last February from the Israeli government, is owned by rich Zionists like Howard Jones and media mogul Rupert Murdoch.

Some commentators did raise the issue of the Golan Heights being occupied land, making any such activity as extracting oil a violation of international law. However, Genie’s Israeli manager, a former minister, is quoted as saying that he does not expect any international pressure on this matter, particularly from Syria, which is embroiled in an internal war.

For its part, the Hebrew business daily Globes warned of a repeat of Israel’s experience in the occupied Sinai peninsula in the 1970s, when as an occupying power Tel Aviv extracted large amounts of petroleum, compensation for which the Egyptian government is still pursuing to this day despite the Camp David Accords.

The newspaper added that Cairo is in the process of drawing up a lawsuit against Israel around this very issue, asking for billions of dollars in compensation.
Título: Re: Israel
Enviado por: HSMW em Janeiro 03, 2014, 11:33:26 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: HSMW em Março 05, 2014, 08:04:17 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Junho 07, 2017, 06:47:08 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.pixady.com%2F2017%2F06%2F406388_177959231323095541116040796368597870349837n.jpg&hash=0d8ea7af6ee6ed62e1e78965e03f01ac)




Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 07, 2017, 12:18:09 am
"Media" internacionais contra encerramento da Al-Jazeera em Israel


Título: Re: Israel
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 08, 2017, 05:00:55 pm
First-Ever Volunteers From Thailand and Honduras Among Newest Batch of IDF Foreign Recruits

This summer, 153 foreign volunteers from 12 different countries are enlisting in the IDF, according to data published on Sunday by the Israeli Defense Ministry.

The group of new recruits — 122 males and 31 females — features the first-ever volunteers from Thailand and Honduras, the ministry said.

The leading source of soldiers from abroad in the current July-August draft cycle is the United States (68), with France coming in second (58). Other countries on the list include Britain, South Africa, Belgium, Mexico, Australia, Canada and Austria.

18-year-old Bangkok native Marisa Avram — the daughter of an Israeli father and a Thai mother who converted to Judaism — told the Hebrew news site nrg, “I think that serving in the IDF will be an amazing experience for me, and I’d be very happy to serve in a combat role.”

Aliyah and Immigration Minister Sofa Landver wished the volunteers a “pleasant and challenging service.”

“I’m sure you will [serve] with the same motivation that pushed you to come here,” she said.

https://www.algemeiner.com/2017/08/07/first-ever-volunteers-from-thailand-and-honduras-among-newest-batch-of-idf-foreign-recruits/
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 04, 2017, 12:15:15 am
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 07, 2017, 02:15:22 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 13, 2018, 09:30:54 pm
Benjamin Netanyahu pode ser acusado de dois crimes de corrupção


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Março 21, 2018, 11:53:16 am
Israel admite ataque a um suposto reator nuclear na Síria em 2007


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Abril 03, 2018, 11:27:39 am
Príncipe saudita reconhece direito a terra israelita


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 14, 2018, 07:10:46 pm
Mais de 50 mortos e milhares de feridos após confrontos entre palestinianos e exército israelita


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 16, 2018, 10:42:18 am
EUA em defesa isolada de Israel no Conselho de Segurança da ONU


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Julho 15, 2018, 07:57:00 pm
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Julho 17, 2018, 11:02:17 am
Israel ataca posições do exército sírio por causa de invasão de drone


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Julho 19, 2018, 12:23:16 pm
Parlamento israelita aprova legislação controversa


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 05, 2018, 03:16:58 pm
Manifestação junta milhares contra lei do Estado-Nação em Israel


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 24, 2018, 11:48:40 pm
Israel diz que "ajuda da União Europeia ao Irão é um erro"


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 14, 2018, 03:42:05 pm
Ministro da Defesa de Israel demite-se


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 02, 2018, 02:35:08 pm
Corrupção coloca Netanyahu na mira da polícia


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 24, 2018, 05:23:47 pm
Israel anuncia eleições antecipadas para abril de 2019


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitan em Dezembro 31, 2018, 10:40:07 am
Israel received Kolchuga-M passive radar system from Ukraine

https://defence-blog.com/army/israel-received-kolchuga-m-passive-radar-system.html

Israel’s company Airsom Ltd. has received Ukrainian-made Kolchuga-M passive radar system, according to ImportGenius website.

According to the import/export tracking website ImportGenius, Israel has received new-generation long-range passive radar complex, called the Kolchuga-M.

The notice by the ImportGenius said that in March 2018, a subsidiary of the State Company “Ukrspetsexport” State Enterprise “Ukroboronservis” sold to the Israeli company Airsom Ltd. (P.O.B. 32307 Tel-Aviv 6132201, 5 Kineret St. Bnei-Brak) passive radar system Kolchuga-M.

The Kolchuga is a passive electronic support measures makes it possible to spot ground and surface targets and trace their movement within a radius of 600 km and air targets at the 10 km altitude – up to 800 km, which makes an effective early warning air defense system.

The Kolchuga station is equipped with five meter-, decimeter-, and centimeter-range aerials, which provide for high radio sensitivity within a 110dB/W – 155 dB/W swath, depending on the frequency.

According to the GlobalSecurity.org, the 800-km detection range has been achieved only by the Ukrainian Kolchuga. The best the U.S. AWACS can do is 600 km, while the ground-based complexes Vera (Czech Republic) and Vega (Russia) can reach out up to 400 km – half what the Ukrainian complex can reach. The Kolchuga’s lower limit of the working frequency range is 130MHz and is the lowest of all analogs. For the AWACS it is 2,000 MHz, for the Vera it is 850MHz, for the Vega it is 200MHz.

The Kolchuga mobile passive electronic long-range monitoring radar system could be used during exercises of the Israeli Air Force.

(https://defence-blog.com/wp-content/uploads/2018/12/800px-Independence_Day_Parade_-_Flickr_-_Kerri-Jo_80-min.jpg)

Será que andam a treinar para os S-300?
Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 02, 2019, 01:10:12 pm
Construções de casas em colonatos na Cisjordânia ocupada



Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Março 01, 2019, 02:12:37 pm
Benjamin Netanyahu diz ser alvo de perseguição política


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Março 22, 2019, 06:24:22 pm
Críticas à posição de Trump acerca dos Montes Golã



Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Março 25, 2019, 09:57:35 pm
Trump reconhece soberania de Israel sobre Montes Golã


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Abril 08, 2019, 06:32:34 pm
Legislativas dividem Israel


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Abril 10, 2019, 03:00:22 pm
Vitória nas legislativas de Israel atribuída a Netanyahu



Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 02, 2019, 10:05:09 am
Israel: Cartoon do português falado no Dia da Lembrança do Holocausto



Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 27, 2019, 01:30:39 am
Milhares nas ruas contra Netanyahu



Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Maio 30, 2019, 10:08:05 am
Parlamento de Israel convoca novas eleições


Título: Re: Israel
Enviado por: Lusitano89 em Junho 16, 2019, 11:52:17 am
Sara Netanyahu multada por tribunal