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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Exército Português => Tópico iniciado por: Marauder em Fevereiro 14, 2006, 12:29:55 pm

Título: Missão militar portuguesa no Afeganistão
Enviado por: Marauder em Fevereiro 14, 2006, 12:29:55 pm
Citar
Missão militar portuguesa no Afeganistão até 2007
O Conselho Superior de Defesa Nacional prolongou a missão militar portuguesa no Afeganistão até 2007. O Conselho decidiu ainda dar parecer favorável à proposta da Lei de Bases da Protecção Civil.
( 08:45 / 14 de Fevereiro 06 )

A missão militar portuguesa no Afeganistão vai prolongar-se até 2007 com o mesmo número de efectivos, missão e tarefas, decidiu na segunda-feira o Conselho Superior de Defesa Nacional.

O contingente português neste país, que está integrado na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), encontra-se em fase de rotação, devendo no final desta atingir os 157 militares.

No total, Portugal tem 894 militares em missões em países como a Bósnia-Herzegovina, Kosovo, Iraque, Timor-Leste, República Democrática do Congo, e Alemanha, para além do Afeganistão.

Na reunião deste Conselho Superior foram ainda confirmadas as promoções a major-general de quatro coronéis do Exército e de outros quatro coronéis da Força Aérea.

O Conselho deu ainda parecer favorável à proposta da Lei de Bases da Protecção Civil, que prevê a criação do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro, que passará a coordenar todos os agentes da protecção civil.

Esta proposta, actualmente em apreciação no Parlamento, prevê a nulidade das cláusulas dos contratos de seguro das seguradoras em casos de declaração de calamidade, bem como a criação da Comissão Nacional da Protecção Civil.


  Umas das noticias que hoje anuncia a extensão da permanência no A-STAN

   Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 14, 2006, 02:00:21 pm
Que unidade irá substituir os Comandos no Afeganistão? Páras, Fuzos?
Título:
Enviado por: Pantera em Fevereiro 14, 2006, 02:44:29 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Que unidade irá substituir os Comandos no Afeganistão? Páras, Fuzos?

Se calhar os próprios comandos,que tal?
Não sei quantos elementos estão no activo,mas parece que dão conta do recado. :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 14, 2006, 03:06:13 pm
Pantera o batalhão de comandos só tem 2 companhias operacionais, como tal é improvável isso venha acontecer. Eu sei que tens uma queda especial para os Comandos, mas não é possivel desdobrar os rapazes em missões atrás de missões.
Título:
Enviado por: Miguel em Fevereiro 14, 2006, 07:11:53 pm
O Batalhão de Comandos tem 4 Companhias :wink:

Duas Companhias Operacionais
Uma Companhia Instrução
Uma Companhia Comando Servicios

Portanto, podemos ter em permanencia uma Companhia de Comandos, em "Acção"
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 14, 2006, 07:22:24 pm
Citação de: "Miguel"
O Batalhão de Comandos tem 4 Companhias :wink:

Duas Companhias Operacionais
Uma Companhia Instrução
Uma Companhia Comando Servicios

Portanto, podemos ter em permanencia uma Companhia de Comandos, em "Acção"


Cheira-me que as companhias de instrução e de comando e serviços devem ter apenas oficiais e sargentos do QP, é mais um dos "meios-batalhões"...O CIOE também tem um batalhão de instrução e alguém acredita que tenham 300 homens em instrução...
Título:
Enviado por: TazMonster em Fevereiro 14, 2006, 07:22:57 pm
Não existe Batalhão de Comandos, mas sim duas companhias operacionais, mais uma CI e uma CCS
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 21, 2006, 11:53:21 am
Vi no Correio da Manhã juntamnete com os Comandos ia um Pára. O que é que o rapaz vai fazer no Afeganistão? Alguém sabe? Já no contingente anterior estava um sargento Pára-quedista. Estranho...
Título:
Enviado por: NotePad em Fevereiro 21, 2006, 01:18:43 pm
...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 21, 2006, 01:58:16 pm
Não Notpad posso garantir-te que ele não está nos Comandos. Sei que houve Pára-quedistas e mesmo um Ranger a ir para os Comandos no 100º curso de Comandos, mas este não é o caso.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 21, 2006, 02:13:27 pm
Deve existir uma espécie de Pelotão de Comando e Serviços, aliás nas imagens do grupo que regressou recentemente viam-se também boinas castanhas e pretas...Por outro lado o comandante da Força Nacional Destacada no Afeganistão (menos de 200 efectivos) era um Tenente-Coronel Comando :?

Cumprimentos
B. Pereira Marques
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Fevereiro 23, 2006, 03:12:44 pm
Se é essa a dúvida (ainda não percebi muito bem) existe sim efectivos não-Comandos na Missão.
Sei de 2 ou 3 que lá estiveram. São do Pelotão de Serviços ;)
Título:
Enviado por: [Mumia_] em Fevereiro 25, 2006, 09:55:22 pm
bem.. gosto desta discuçao.. ou seja... vamos la tentar tirar s duvidas... Regimento de Comandos composto por: 2 Companhias operacionais.. (uma que foi a missao passada e outra que se encontra na que esta a decorrer) depois existe a Companhia de Instruçao.. e a CCS ou seja Companhia de Comandos e Serviços... que nao passa de pessoal de infantaria ou seja.. a dita (tropa normal)  :P
quanto ao facto de haver na missao pessoal sem ser Comando.. normal.. ha serviços que tem de ser assegurados e é esse pessoal que o faz.. parte de logistica;)
isto tudo a meu ver claro esta :wink:
Título:
Enviado por: JLRC em Abril 08, 2006, 10:51:49 pm
Portugal up-armours Humvees for peacekeeping forces in Afghanistan
Israeli light armour systems manufacturer Plasan Sasa has disclosed details of the completion of an emergency contract to up-armour 24 Portuguese Army Humvees to equip its peacekeeping forces in Afghanistan.
[Jane's Defence Weekly- first posted to http://jdw.janes.com (http://jdw.janes.com) - 6 April 2006]
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 08, 2006, 11:00:42 pm
Acho um bocado triste é os Fuzileiros estarem a ficar para 2º plano em comparação com as forças do exército, penso que desde que estiveram em Timor que nunca mais se ouviu falar neles.

Bem sei que o Afeganistão não tem costa marítima mas como força de combate são bem capazes de operar lá, os ingleses já tiveram lá os Royal Marines e os americanos os Navy Seal`s, por isso não ia ser algo ilógico.
Título:
Enviado por: Luso em Abril 08, 2006, 11:58:40 pm
E quem fca cá para tomar conta da casa?
Título: conta da casa
Enviado por: dero em Abril 09, 2006, 05:02:33 pm
nos , a malta da reserva... eheheh :D
Título: Re: conta da casa
Enviado por: Miguel em Abril 09, 2006, 05:46:15 pm
Citação de: "dero"
nos , a malta da reserva... eheheh :jaja:
eu prefiro operar irregularmente :Combate:

alguém pensou em constituir a Companhia de Irregulares do Forum Defesa :?:

quem vai ser o chefe?
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Abril 09, 2006, 07:34:40 pm
Eu fico a conquistar os corações e as mentes da população (feminina) se não se importarem.
 c34x
Título:
Enviado por: Marauder em Abril 09, 2006, 11:32:43 pm
Ui...eu posso tratar dos aspectos económicos, pagamentos de salario, compras de material , etc. Tornar-me a "D. Branca" do exército..e ao fim de algum tempo agir como Pedro Caldeira. No fim fugiria para Brasil ou Austrália e viveria à custa do dinheiro arrebatado.. :Soldado2:
Título:
Enviado por: Yosy em Abril 11, 2006, 12:16:12 am
Eu ofereço-me para qualquer lugar, mas de preferência para missões na linha da frente.  :Soldado:
Título: Re: conta da casa
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2006, 11:56:42 am
Citação de: "Miguel"
Citação de: "dero"
nos , a malta da reserva... eheheh :jaja:
eu prefiro operar irregularmente :Combate:

alguém pensou em constituir a Companhia de Irregulares do Forum Defesa :wink:

Neste momento só se fosse para dizer aquele discurso antes da batalha como nos filmes de holywood, porque de resto estaria demasiado cansado (excesso de sexo)!  :twisted:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2006, 11:58:26 am
Citação de: "Hélder"
Acho um bocado triste é os Fuzileiros estarem a ficar para 2º plano em comparação com as forças do exército, penso que desde que estiveram em Timor que nunca mais se ouviu falar neles.

Bem sei que o Afeganistão não tem costa marítima mas como força de combate são bem capazes de operar lá, os ingleses já tiveram lá os Royal Marines e os americanos os Navy Seal`s, por isso não ia ser algo ilógico.


Olha que os Fuzos já estiveram em muitos outros teatros de operação, sempre com unidades do exército, mas que foram, foram!
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 11, 2006, 06:44:52 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Olha que os Fuzos já estiveram em muitos outros teatros de operação, sempre com unidades do exército, mas que foram, foram!


Eu disse que nunca mais ouvi falar....

... agora se pudesse dizer para onde é que foram (Kosovo, Bosnia, outro) agradecia  :D
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Abril 11, 2006, 10:14:03 pm
Sobre a blindagem dos HMMWV:
http://www.defesanet.com.br/afv/portugal_hummer.htm
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: TOMKAT em Abril 12, 2006, 12:11:33 am
Uma questão acerca do envio de forças militares para missões no estrangeiro:

- Quem paga a factura dos honorários das forças deslocadas em serviço ?

 Sai directamente do orçamento distribuído às entidades a que essas forças pertencem ou é o estado que paga directamente esses honorários evitando a sobrecarga do orçamento específico de cada força militar ?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2006, 09:43:53 am
Citação de: "Hélder"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Olha que os Fuzos já estiveram em muitos outros teatros de operação, sempre com unidades do exército, mas que foram, foram!

Eu disse que nunca mais ouvi falar....

... agora se pudesse dizer para onde é que foram (Kosovo, Bosnia, outro) agradecia  :D


Bósnia eu sei que tiveram, no kosovo é que já não sei.
Título:
Enviado por: NotePad em Abril 12, 2006, 02:19:17 pm
...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 12, 2006, 06:04:14 pm
Citação de: "NotePad"
ó cabeça de martelo para paraquedista tas a encostar-te um bocado aos rangers com essa das irregulares... será que temos desejos recalcados... :twisted:


Opá tu achas mesmo que os Páras não são capazes de realizar esse tipo de missão? Então porque é que o ppl  treina golpes de mão, reconhecimentos, assaltos, etc?

M-60TTS, PA e Fuzos seriam as minhas outras opções. OE nunca foi uma coisa que me atrai-se!
Título:
Enviado por: NotePad em Abril 13, 2006, 12:01:17 am
...
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 13, 2006, 12:46:45 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "NotePad"
ó cabeça de martelo para paraquedista tas a encostar-te um bocado aos rangers com essa das irregulares... será que temos desejos recalcados... :twisted:

Opá tu achas mesmo que os Páras não são capazes de realizar esse tipo de missão? Então porque é que o ppl  treina golpes de mão, reconhecimentos, assaltos, etc?

M-60TTS, PA e Fuzos seriam as minhas outras opções. OE nunca foi uma coisa que me atrai-se!


Concordo que os Paras sejam capazes te tal operações, durante a guerra colonial não existiam OE e não foi por isso que não se fizeram operações desse tipo, os Paras fizeram várias missões de CSAR para a FAP, um pequeno numero de Paras esteve na Mar Verde e uma nas missões mais conhecidas dos Paras na Guiné foi uma emboscada a uma coluna de guerrilheiros de onde resultou a captura de um capitão cubano, por isso bem vemos que os Paras eram capazes de outro género de operações além de operações aerotransportadas.
Título:
Enviado por: typhonman em Abril 16, 2006, 02:24:41 pm
Penso que Portugal deveria enviar fuzileiros e paras, primeiro para ambientar os fuzos a actuar num ambiente diferente do habitual, pois cada vez mais vão fazer missões bem no interior de território hostil do que a fazer desembarques.

Mas continua a haver a falta de equipamento, Hummers blindados, misseis anti carro suficientes, arma ligeira protecção balistica.. oculos de visão nocturna..sistema gps..  O mesmo de sempre.. :roll:
Título:
Enviado por: Yosy em Abril 16, 2006, 09:36:04 pm
Citação de: "Typhonman"
Penso que Portugal deveria enviar fuzileiros e paras, primeiro para ambientar os fuzos a actuar num ambiente diferente do habitual, pois cada vez mais vão fazer missões bem no interior de território hostil do que a fazer desembarques.

Mas continua a haver a falta de equipamento, Hummers blindados, misseis anti carro suficientes, arma ligeira protecção balistica.. oculos de visão nocturna..sistema gps..  O mesmo de sempre.. :roll:


Não concordo: cada macaco no seu galho. Os fuzileiros são feitos para um certo tipo de operações e é para essas que devem treinar e operar. Aliás a missão dos Comandos no Afeganistão podia muito bem ser realizada pelos nossos pára-quedistas. Os Comandos deviam era estar nas montanhas, à caça de Talibans e Al-Qaeda, não a guardar um aeroporto.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Abril 16, 2006, 09:47:11 pm
Não estão a aguardar o aeroporto, são a força de reserva/reacção rápida do comando regional de Cabul...
Título:
Enviado por: Miguel Silva Machado em Abril 16, 2006, 10:52:44 pm
Citação de: "Yosy"
Citação de: "Typhonman"
Penso que Portugal deveria enviar fuzileiros e paras, primeiro para ambientar os fuzos a actuar num ambiente diferente do habitual, pois cada vez mais vão fazer missões bem no interior de território hostil do que a fazer desembarques.

Mas continua a haver a falta de equipamento, Hummers blindados, misseis anti carro suficientes, arma ligeira protecção balistica.. oculos de visão nocturna..sistema gps..  O mesmo de sempre.. :roll:

Não concordo: cada macaco no seu galho. Os fuzileiros são feitos para um certo tipo de operações e é para essas que devem treinar e operar. Aliás a missão dos Comandos no Afeganistão podia muito bem ser realizada pelos nossos pára-quedistas. Os Comandos deviam era estar nas montanhas, à caça de Talibans e Al-Qaeda, não a guardar um aeroporto.


Caro "Yosy",
Independentemente da missão (à qual o Pereira Marques já respondeu) e que qualquer força de infantaria ligeira pode fazer (e certamente irá fazer se por ali Portugal continuar como tudo indica), deve tomar em atenção o que a ISAF lá está a fazer que não é caçar ninguém. Quem está a fazer isso é a Coligação liderada pelos EUA e que alguns países (que não Portugal) integram. Dê uma vista de olhos pelo site da ISAF:http://www.afnorth.nato.int/ISAF/index.htm
Um Abraço,
MMachado
Título:
Enviado por: Yosy em Abril 17, 2006, 10:31:10 pm
Citação de: "Miguel Silva Machado"
Citação de: "Yosy"
Citação de: "Typhonman"
Penso que Portugal deveria enviar fuzileiros e paras, primeiro para ambientar os fuzos a actuar num ambiente diferente do habitual, pois cada vez mais vão fazer missões bem no interior de território hostil do que a fazer desembarques.

Mas continua a haver a falta de equipamento, Hummers blindados, misseis anti carro suficientes, arma ligeira protecção balistica.. oculos de visão nocturna..sistema gps..  O mesmo de sempre.. :roll:

Não concordo: cada macaco no seu galho. Os fuzileiros são feitos para um certo tipo de operações e é para essas que devem treinar e operar. Aliás a missão dos Comandos no Afeganistão podia muito bem ser realizada pelos nossos pára-quedistas. Os Comandos deviam era estar nas montanhas, à caça de Talibans e Al-Qaeda, não a guardar um aeroporto.

Caro "Yosy",
Independentemente da missão (à qual o Pereira Marques já respondeu) e que qualquer força de infantaria ligeira pode fazer (e certamente irá fazer se por ali Portugal continuar como tudo indica), deve tomar em atenção o que a ISAF lá está a fazer que não é caçar ninguém. Quem está a fazer isso é a Coligação liderada pelos EUA e que alguns países (que não Portugal) integram. Dê uma vista de olhos pelo site da ISAF:http://www.afnorth.nato.int/ISAF/index.htm
Um Abraço,
MMachado


OK erro meu. Pensava que a ISAF englobava tudo. De qualquer modo sempre achei que a missão dos Comandos podia muito bem ser (melhor?) feita pelos Pára-Quedistas.
Título: "Força portuguesa esteve pronta a intervir em Cabul&
Enviado por: Get_It em Junho 04, 2006, 09:09:44 pm
Aproveitando (http://http) este tópico. Acabo de encontrar a seguinte notícia do Diário Digital e da Agência Lusa, de ontem (Jun. 3) acerca dos nossos militares (Comandos e da FAP) no Afeganistão:
Citar
Força portuguesa esteve pronta a intervir em Cabul
A força portuguesa no Afeganistão foi colocada «em prontidão» durante os incidentes desta semana em Cabul, mas não chegou a sair do quartel para conter a violência contra a presença de tropas estrangeiras, disse à Lusa fonte militar.

 De acordo com o comandante Carmona, porta-voz do Estado-Maior General das Forças Armadas, «os militares portugueses não estiveram envolvidos» na imposição da ordem, mas «mantiveram-se em prontidão» no quartel de Camp Warehouse, onde partilham instalações com os soldados alemães.

Neste momento, Portugal tem 161 militares no Afeganistão integrados na Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF): 150 comandos e sete elementos da força aérea (do grupo avançado de apoio aéreo) em Camp Warehouse, e três oficiais e um sargento no quartel-general em Cabul.

(Continua... (http://http))
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_ida=12&id_news=230741


Acerca deste assunto, gostaria de perguntar que tipo de naves é que estes «sete elementos da força aérea» operam no Afeganistão.

Cumprimentos,
Título: Re: "Força portuguesa esteve pronta a intervir em Cabul
Enviado por: Marauder em Junho 04, 2006, 09:12:27 pm
Citação de: "Get_It"
Aproveitando este tópico. Acabo de encontrar a seguinte notícia do Diário Digital e da Agência Lusa, de ontem (Jun. 3) acerca dos nossos militares (Comandos e da FAP) no Afeganistão:
Citar
Força portuguesa esteve pronta a intervir em Cabul
A força portuguesa no Afeganistão foi colocada «em prontidão» durante os incidentes desta semana em Cabul, mas não chegou a sair do quartel para conter a violência contra a presença de tropas estrangeiras, disse à Lusa fonte militar.

 De acordo com o comandante Carmona, porta-voz do Estado-Maior General das Forças Armadas, «os militares portugueses não estiveram envolvidos» na imposição da ordem, mas «mantiveram-se em prontidão» no quartel de Camp Warehouse, onde partilham instalações com os soldados alemães.

Neste momento, Portugal tem 161 militares no Afeganistão integrados na Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF): 150 comandos e sete elementos da força aérea (do grupo avançado de apoio aéreo) em Camp Warehouse, e três oficiais e um sargento no quartel-general em Cabul.

(Continua... (http://http))
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_ida=12&id_news=230741

Acerca deste assunto, gostaria de perguntar que tipo de naves é que estes «sete elementos da força aérea» operam no Afeganistão.

Cumprimentos,


Controladores aéreos..
Título: Re: "Força portuguesa esteve pronta a intervir em Cabul
Enviado por: Get_It em Junho 04, 2006, 09:16:30 pm
Citação de: "Marauder"
Citação de: "Get_It"
Aproveitando este tópico. Acabo de encontrar a seguinte notícia do Diário Digital e da Agência Lusa, de ontem (Jun. 3) acerca dos nossos militares (Comandos e da FAP) no Afeganistão:

(...)

Acerca deste assunto, gostaria de perguntar que tipo de naves é que estes «sete elementos da força aérea» operam no Afeganistão.

Cumprimentos,

Controladores aéreos..

Muito obrigado. Já estava a confundir a designação «grupo avançado de apoio aéreo» com alguma missão de ataque/apoio aéreo.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: markseia em Junho 22, 2006, 07:19:38 pm
So um apontamento depois de ler este topico:
Existem no Bat de CMDS inumeros militares com curso de OE  PARA e FZ hoje em dia... há alguns que têm até os 3 cursos do exercito.... e mais: está um futuro FZ na escola Naval que tirou já o curso de COMANDOS, por isso brevemente terão por lá um "COMFUZO"  
Abraço

MAMA SUMAE
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 23, 2006, 03:46:44 pm
Citação de: "markseia"
So um apontamento depois de ler este topico:
Existem no Bat de CMDS inumeros militares com curso de OE  PARA e FZ hoje em dia... há alguns que têm até os 3 cursos do exercito.... e mais: está um futuro FZ na escola Naval que tirou já o curso de COMANDOS, por isso brevemente terão por lá um "COMFUZO"  
Abraço

MAMA SUMAE


Sem contar com os cursos que tiram no estrangeiro... :wink:
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 02, 2006, 04:35:30 pm
Encontrei noutro forum um comentário sobre um suposto militar não português que esteve no Afeganistão e que contactou com os comandos portugueses em Kabul que referia que não tinha nada a dizer em relação a serem ou não capazes de efectuar a sua missão como QRF mas pareciam mal equipados e quase nenhum fala inglês. O pior parece em termos da educação e comportamento dos nossos comandos que deixa muito a desejar, tratam mal as outras pessoas, entram em brigas entre eles próprios regularmente, o bar está aberto das 11 da manhã até às 11 da noite e às 2 da tarde já está tudo bebado... será que temos no Afeganistão um grupo de brigões :shock:

http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... hp?t=85031 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=85031)
Título:
Enviado por: Luso em Julho 02, 2006, 04:48:33 pm
Por aquilo que vejo, e pelo que me contam do que se passa nas escolas deste país não me surpreenderia que o boato fosse verdadeiro.
 :(
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 02, 2006, 08:20:09 pm
Citação de: "Hélder"
Encontrei noutro forum um comentário sobre um suposto militar não português que esteve no Afeganistão e que contactou com os comandos portugueses em Kabul que referia que não tinha nada a dizer em relação a serem ou não capazes de efectuar a sua missão como QRF mas pareciam mal equipados e quase nenhum fala inglês. O pior parece em termos da educação e comportamento dos nossos comandos que deixa muito a desejar, tratam mal as outras pessoas, entram em brigas entre eles próprios regularmente, o bar está aberto das 11 da manhã até às 11 da noite e às 2 da tarde já está tudo bebado... será que temos no Afeganistão um grupo de brigões :shock:

http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... hp?t=85031 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=85031)


E qual e o problema?
Título:
Enviado por: Yosy em Julho 02, 2006, 09:23:46 pm
Citação de: "Hélder"
Encontrei noutro forum um comentário sobre um suposto militar não português que esteve no Afeganistão e que contactou com os comandos portugueses em Kabul que referia que não tinha nada a dizer em relação a serem ou não capazes de efectuar a sua missão como QRF mas pareciam mal equipados e quase nenhum fala inglês. O pior parece em termos da educação e comportamento dos nossos comandos que deixa muito a desejar, tratam mal as outras pessoas, entram em brigas entre eles próprios regularmente, o bar está aberto das 11 da manhã até às 11 da noite e às 2 da tarde já está tudo bebado... será que temos no Afeganistão um grupo de brigões :wink:   :lol: :

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.mutantreviewers.com%2Frholygrail2.jpg&hash=d0fee22f0bdb7f6aa419a2056a08503f)
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 02, 2006, 11:40:52 pm
Citação de: "Yosy"
são tropas altamente profissionais


Olhe caro Yosy, eu não sei se isso não passa de um boato ou se é a realidade mas olhe que se for eu chamava-os tudo menos profissionais, não se ouviu nada semelhante quando as forças portuguesas estiveram no Kosovo, ou Bosnia ou noutros locais, e se é por ser o Afeganistão olhe não tão lá só os comandos mas sim milhares de tropas de muitos paises e não se ouve falar disso deles.
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 03, 2006, 04:59:08 pm
E que tal uma confirmação de outra fonte do que se passa ?


Não é que o militaryphotos.net seja o fórum mais reputado ou melhor frequentado da net... :roll:
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 03, 2006, 05:10:57 pm
bem, os Comandos também não são meninos de coro...  :D

Deve ser um relato um pouco exagerado também, a tendência anglo-saxónica de olhar os outros com desdém.

Agora a crítica aos nossos camuflados "woodland" é válida. Não me digam que as OGFC não podem fabricar camuflados de deserto. Caramba!  :evil:
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 03, 2006, 06:37:53 pm
Concordo com o Duarte Mendonça, deve haver um exagero nisso tudo como por exemplo o tal boato do americano que os comandos eram soldados penais, ao estilo dos "doze indomáveis patifes", para quem não conheçe eram um grupo de soldados que para fugir à prisão faziam missões quase suicidas...

em relação aos camuflados concordo, ainda este fim de semana vi um excelente da Força Aérea e não é o branco do TACP :(
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 03, 2006, 06:51:33 pm
Citação de: "Duarte Mendonça"
bem, os Comandos também não são meninos de coro...  :D

Deve ser um relato um pouco exagerado também, a tendência anglo-saxónica de olhar os outros com desdém.

Agora a crítica aos nossos camuflados "woodland" é válida. Não me digam que as OGFC não podem fabricar camuflados de deserto. Caramba!  :wink:
Isso aconteceu mesmo na Arabia Saudita, aonde é proibido o alcool e as revistas feminas, mas nas unidades Légion havia sempre "de la Kronenbourg" e uns livros de "Playboy" :lol:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 03, 2006, 08:01:24 pm
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid= (http://www.ihavideo.net/news_story.jsp?guid=24e3525d-a6ed-4b0f-972e-88845b9c2d98&cuid=4870faf2-a997-48d5-97d1-7a11255e406d&scuid=)
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 03, 2006, 08:08:55 pm
Citação de: "ricardonunes"
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid= (http://www.ihavideo.net/news_story.jsp?guid=24e3525d-a6ed-4b0f-972e-88845b9c2d98&cuid=4870faf2-a997-48d5-97d1-7a11255e406d&scuid=)


Esse filme é bom pra colocar lá no site do militaryphotos para provar lá aos ingleses e americanos que os comandos ao contrário do que eles dizem sabem falar inglês :lol:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 03, 2006, 08:15:32 pm
O ingles não é o melhor, mas que se desenrascam não podemos ter duvidas.
Já agora, que tipo de antena é aquela, que aparece logo de inicio, montada no Hummer.
Título:
Enviado por: Yosy em Julho 03, 2006, 08:16:07 pm
Citação de: "Hélder"
Citação de: "ricardonunes"
Aqui fica o link, para uma reportagem sobre os comandos.~
http://www.ihavideo.net/news_story.jsp? ... 06d&scuid= (http://www.ihavideo.net/news_story.jsp?guid=24e3525d-a6ed-4b0f-972e-88845b9c2d98&cuid=4870faf2-a997-48d5-97d1-7a11255e406d&scuid=)

Esse filme é bom pra colocar lá no site do militaryphotos para provar lá aos ingleses e americanos que os comandos ao contrário do que eles dizem sabem falar inglês :lol:


Vou já tratar disso.
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 30, 2006, 07:31:10 pm
Uma prova (várias até) da 'incompetência' dos Comandos no Afeganistão..

http://dn.sapo.pt/2006/07/30/nacional/t ... _casa.html (http://dn.sapo.pt/2006/07/30/nacional/temos_voltar_todos_para_casa.html)

"Temos de voltar todos para casa"
 
A base aérea da NATO em Cabul é uma zona sobrelotada de militares e agentes da CIA em actividade constante. No meio dos gritos - em várias línguas - e correrias de quem participa diariamente nos exercícios e treinos de ordem unida ou recolher obrigatório, o sargento português Joaquim Condeço montou uma escola para formar controladores aéreos afegãos.

Por razões de segurança "não podia criar a escola fora" da unidade, explica ao DN aquele controlador da Força Aérea. Os interlocutores ficaram estupefactos: "Uma escola aqui? Isto é uma base militar!" O facto é que os belgas lhe "ofereceram" um dos contentores montados ao lado do edifício do aeroporto internacional de Cabul e que formam a base da NATO, onde pôde dar dois cursos.

Condeço constatou que "os outros países não queriam saber" da escola autorizada pela própria NATO para formar alguns dos futuros quadros do Afeganistão. A verdade é que "a escola fechou" desde que o destacamento português terminou a sua missão em Março, lamentou o militar - que, a pedido da Hungria, chegou a estruturar também um curso de inglês para os afegãos e os militares dos ex-países de Leste membros da NATO, que têm grandes dificuldades naquela língua.

São casos de voluntarismo e dedicação como o de Joaquim Condeço que justificam os repetidos e rasgados elogios dos chefes militares estrangeiros que têm comandado forças portuguesas desde 1996, primeiro na Bósnia, depois no Kosovo, Timor ou Afeganistão. "A realidade é que as nossas forças têm, de um modo geral, cumprido as suas missões com elevado espírito de missão e muitas vezes com meios muito inferiores aos de outras nacionalidades", declara ao DN um oficial superior pára-quedista com larga experiência de missões no exterior.

O tenente-coronel comando Luís Moreira, um dos responsáveis pela tropa portuguesa junto da força da NATO no Afeganistão (ISAF, sigla em inglês) no segundo semestre de 2005, confirma aquela afirmação. E junta outros argumentos: "Nós cumpríamos e o comando da ISAF sabia que havia outras unidades que não o faziam." A própria formatura também ajudava a formar a opinião externa: "Todas as quartas-feiras havia o içar da bandeira, que os outros não faziam. Dava visibilidade [ao País], mas era também um sinal de disciplina" constante - "apesar de se estar em campanha."

O impacto da actuação lusa foi tal que a bandeira portuguesa ficou içada na base aérea da NATO em Cabul (KAIA, sigla em inglês) até meados deste mês - quando o contingente português ali destacado saiu de lá em Março, refere o coronel Luís Ruivo.

Portugal foi a nação-líder do KAIA entre Agosto e Novembro de 2005, sendo o comando exercido por Luís Ruivo. Este piloto-aviador recorda os objectivos: rever a segurança da área, abrir o aeroporto aos voos nocturnos, formar quadros locais. Como tal, proibiu a entrada na base de afegãos com telemóveis e a presença dos tradutores sempre que não estivessem a trabalhar, alargou o perímetro e mudou a posição dos postos de sentinela. "Não levei sacos para cadáveres. Tínhamos de voltar todos para casa", relembra.

Para se ter uma ideia do grau de violência existente, Luís Moreira lembra o "período muito complicado" que se viveu entre Outubro e meados de Dezembro de 2005: a bandeira no quartel-general de Camp Wharehouse (também em Cabul) esteve sempre a meia-haste. "Os alemães queriam [deslocar-se só] com a protecção dos soldados portugueses e não dos efectivos do batalhão alemão que também lá estava estacionado", adianta. Não por acaso, observa ainda, o general italiano Mauro Del Vecchio "escolheu a companhia portuguesa" para a cerimónia da sua despedida como comandante da ISAF.

Porquê? Fontes dos Comandos dão outro exemplo: "O guia norueguês que nos ia mostrar a nova zona de operação [onde substituíam uma unidade norueguesa] perdeu-se logo ao fim de alguns minutos. E quando, nas patrulhas apeadas, falávamos com os locais, diziam-nos que não viam viaturas militares há semanas."

Outro caso, pouco conhecido, foi o de uma operação antidroga com forças especiais inglesas e de outros países da NATO no Afeganistão e em que participou um avião C-130 português (onde se capturaram 13 toneladas de opiáceos e cem quilo s de heroína, além de outros produtos). No regresso a Portugal, a actuação das tripulações do avião que "ia a todas" justificou uma carta de agradecimento do Comandante Supremo Aliado da NATO na Europa, general James Jones.

Quem ficou zangado foi o comandante da Força Aérea afegã - por não ter podido oferecer uma prenda de agradecimento ao major Rui Campos (foto no topo), quando soube que este estava a quatro dias de regressar a Portugal. É que o meteorologista se prestara a explicar-lhe os símbolos das cartas com que se fazem os planos de voo logo no primeiro briefing - "Ele só perguntava como é que estava o tempo!"
Título:
Enviado por: Luso em Julho 30, 2006, 08:11:09 pm
Meu amigos, o texto do Lancero é um exemplo que demonstra aquilo que tenho vindo a dizer sobre o futuro que Portugal pode ter e, eventualmente, porque é que alguns se esforçam por nos destruir ou denegrir a imagem - com a ajuda de indígenas.
Enquanto alguns conspiram e jogam sujo, nós podemos obter melhores resultados às claras e a bem de todos.
E como homens a sério.

Repito: temos o potencial e está ali mesmo, mesmo ao nosso alcance. Não é sonho.
É a Obra que nos falta.

- Obrigado Lancero!  :G-beer2:
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 30, 2006, 08:26:25 pm
Citação de: "Luso"
- Obrigado Lancero!  :)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 31, 2006, 08:07:47 pm
Óptimo texto!
Título: Má educação e incompetências dos "comandos "
Enviado por: carlospires em Julho 31, 2006, 09:43:56 pm
De facto não percebo porque se tenta tanto denegrir a imagem que os "comandos" têm por esse mundo fora...É um facto que todos  comprovam o contrário ,mas que infelizmente alguns bem tentam contrariar ao dizer barbaridades dessas sobre os  "comandos "...pois toda a gente sabe que existem tensões em todos os exércitos que prestam serviço longe das suas pátrias...mas daí até á "incompetência" "má educação",desconhecimento da lingua inglesa...enfim essas "istórias " que alguns aqui contam...vai uma grande diferença. Eu conheço e convivi com alguns dos sargentos e oficiais que estão e estiveram no Afeganistão e posso afirmar que não está nas suas maneiras de ser e estar na vida, penso que estão mesmo a tentar denegrir a nossa imagem no exterior...
Só não sei ainda é com que intuito...mas os mesmos que por cá conseguiram acabar com a especialidade em 93 estejam outra vez a fazer o trabalho de "sapa"  com as mesmas intenções...Não sei, o tempo o dirá.
Um abraço
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 31, 2006, 10:08:53 pm
Eu só ainda não percebi onde é que o texto, ou qual a mensagem que denigre os Comandos.
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 31, 2006, 10:24:43 pm
Citação de: "ricardonunes"
Eu só ainda não percebi onde é que o texto, ou qual a mensagem que denigre os Comandos.


Umas dúvidas que um inglês pôs no mp.net e que estão explicadas mais acima
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 31, 2006, 10:41:45 pm
Pois o que esse sr. ingles não me diz nada, foi um comentário de alguém que disse que esteve. Disse que os comandos estavam mal equipados, é uma realidade todos nós sabemos que precisavamos de melhor equipamento.
São arruaceiros e indesciplinados, os ingleses devem serem uns meninos de couro :lol:
Quanto á noticia que postou, volto a dizer não vejo nada que denigra a imagem dos comandos, a não ser o título que criou.

Citar
Uma prova (várias até) da 'incompetência' dos Comandos no Afeganistão..


Repare que isto não é nada pessoal contra si.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 31, 2006, 11:39:48 pm
O título é uma ironia do Lancero.................
Título:
Enviado por: migbar2 em Agosto 01, 2006, 12:00:55 am
Ai o Inglês diz isso ?  :lol:  :lol:  :lol:  :twisted:  :twisted: !
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 01, 2006, 02:15:26 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
O título é uma ironia do Lancero.................


 :Palmas:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 01, 2006, 11:11:15 pm
Citação de: "Lancero"
Citação de: "Bravo Two Zero"
O título é uma ironia do Lancero.................

 :Palmas:
Se é uma ironia do Lancero, o que o levou a escrever, visto na noticia não ter nada, e volto a dizer, nada que denigra a imagem dos comandos?
Vou citar o titulo original da noticia "Temos de voltar todos para casa", retirado da entrevista onde o sr. Coronel Luís Ruivo diz "Não levei sacos para cadáveres. Tínhamos de voltar todos para casa".
Uma intrevista que fala apenas da boa representação, e do reconhecimento dos outros, das nossas forças no exterior, no caso a Força Aérea, mas alguém achou que por referir os comandos num parágrafo isso os queria denegrir (os comandos).
Terá sido isso?
Citar
Para se ter uma ideia do grau de violência existente, Luís Moreira lembra o "período muito complicado" que se viveu entre Outubro e meados de Dezembro de 2005: a bandeira no quartel-general de Camp Wharehouse (também em Cabul) esteve sempre a meia-haste. "Os alemães queriam [deslocar-se só] com a protecção dos soldados portugueses e não dos efectivos do batalhão alemão que também lá estava estacionado", adianta. Não por acaso, observa ainda, o general italiano Mauro Del Vecchio "escolheu a companhia portuguesa" para a cerimónia da sua despedida como comandante da ISAF.

Porquê? Fontes dos Comandos dão outro exemplo: "O guia norueguês que nos ia mostrar a nova zona de operação [onde substituíam uma unidade norueguesa] perdeu-se logo ao fim de alguns minutos. E quando, nas patrulhas apeadas, falávamos com os locais, diziam-nos que não viam viaturas militares há semanas."



Releiam a noticia
Título:
Enviado por: pedro em Agosto 02, 2006, 09:33:55 am
Ja vi se nao fossem os comandos ninguem saia do quartel. :wink:
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 02, 2006, 12:47:30 pm
Vamos lá ver se nos entendemos.
A imagem e capacidades dos comandos (logo da participação portuguesa no afeganistão) foi posta em causa por alguém alheio a este fórum - embora alguns participantes os tenham logo apelidado de "pouco profissionais", como uma leitura atenta comprova.
A notícia vem confirmar o bom trabalho que CMD e Força Aérea fizeram/estão a fazer no TO.
A ironia é precisamente essa - as nossas forças destacadas não estão a fazer um trabalho 'incompetente', bem pelo contrário conforme comprova a notícia.
Por isso é que a palavra incompetência vai entre ' '.

IRONIA: do Lat. ironia < Gr. eironía, s. f., figura de retórica que exprime o contrário do que as palavras significam e que serve para depreciar ou engrandecer.


Mas já agora, fala-se de comandos em mais partes do texto - que é sobre a participação portuguesa no TO de Cabul, logo, CMD e Força Aérea:

"O tenente-coronel comando Luís Moreira, um dos responsáveis pela tropa portuguesa junto da força da NATO no Afeganistão (ISAF, sigla em inglês) no segundo semestre de 2005, confirma aquela afirmação. E junta outros argumentos: "Nós cumpríamos e o comando da ISAF sabia que havia outras unidades que não o faziam." A própria formatura também ajudava a formar a opinião externa: "Todas as quartas-feiras havia o içar da bandeira, que os outros não faziam. Dava visibilidade [ao País], mas era também um sinal de disciplina" constante - "apesar de se estar em campanha."

"Para se ter uma ideia do grau de violência existente, Luís Moreira lembra o "período muito complicado" que se viveu entre Outubro e meados de Dezembro de 2005: a bandeira no quartel-general de Camp Wharehouse (também em Cabul) esteve sempre a meia-haste. "Os alemães queriam [deslocar-se só] com a protecção dos soldados portugueses e não dos efectivos do batalhão alemão que também lá estava estacionado", adianta. Não por acaso, observa ainda, o general italiano Mauro Del Vecchio "escolheu a companhia portuguesa" para a cerimónia da sua despedida como comandante da ISAF. "

"Porquê? Fontes dos Comandos dão outro exemplo: "O guia norueguês que nos ia mostrar a nova zona de operação [onde substituíam uma unidade norueguesa] perdeu-se logo ao fim de alguns minutos. E quando, nas patrulhas apeadas, falávamos com os locais, diziam-nos que não viam viaturas militares há semanas."
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 02, 2006, 12:50:08 pm
Os Portugueses são mesmo assim! E os Comandos estão péssimamente mal equipados, imaginem se eles estivessem bem equipados.  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 02, 2006, 05:04:09 pm
Já agora um conjunto de fotos que ainda não tinha visto...

http://flickr.com/photos/roadwarrior/sets/1389820/ (http://flickr.com/photos/roadwarrior/sets/1389820/)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 02, 2006, 11:01:34 pm
Boa descoberta, é pena é elas serem pequenas e terem pouca informação. No entanto eu continuo a dizer que eles deviam ter ido com outro camuflado e já que os Comandos pertencem à BRR, deviam ter ido com a Galil.
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 03, 2006, 10:49:06 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
No entanto eu continuo a dizer que eles deviam ter ido com outro camuflado e já que os Comandos pertencem à BRR, deviam ter ido com a Galil.


Em relação ao camuflado, tanto quanto sei os testes foram feitos e não se 'encontrou' um que se achasse adequado - além claro da resistência dos próprios comandos em envergar um camuflado que não o seu :D

Em relação à arma: nem G3 nem Galil. Deviam ter ido com uma arma moderna como, por exemplo, a G36 que pelo andar das aquisições avulsas já efectuadas mais tarde ou mais cedo (mais tarde que cedo...) vai acabar por equipar todas as forças armadas.
E não é que a Galil seja a arma orgânica da BRR - a BRR tem páras (galil), comandos (G3, após inicialmente terem testado a SIG SUER 43 - passava a vida a encravar, dizem-me), e OE (com um arsenal variado)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 03, 2006, 02:11:36 pm
Pois é Lancero, mas infelizmente o concurso não anda nem desanda, está tudo em "testes" e "avaliações".  :?
Concordo que vai ser a G-36 a próxima espingarda-automática das Forças Armadas Portuguesas. Os outros fabricantes com a excepção da SIG desistiram do concurso porque segundo eles, as regras do mesmo, foram feitas para beneficiar a G-36. Ora o SIG é um excelente fabricante de armas, com produtos de altissima qualidade, mas o que é bom paga-se caro.
Em relação ao armamento, mais uma vez concordo contigo, a Galil não é a arma organica da BRR, no entanto enquanto o concurso não chega ao fim, a Galil seria uma excelente arma para toda a BRR. É mais fiável que a SIG Sauer 43 e mais moderna que a G-3. Do que vale termos a BRR se não há uma certa uniformização ao nível dos equipamentos? Salvo erro um dos aspectos positivos da BRR é exactamente isso, haver uma uniformização (por cima) das sub-unidades dessa brigada.
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 04, 2006, 09:03:55 pm
Mais uma do fim da missão (dos CMD entenda-se...)

http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=172105 (http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=172105)
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 05, 2006, 12:22:25 am
Citação de: "Lancero"
Mais uma do fim da missão (dos CMD entenda-se...)


Nesse site fala em "militares portugueses", que eu saiba a Força Aérea Portuguesa também se ingloba neles... :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 05, 2006, 11:45:36 am
Citação de: "Hélder"
Citação de: "Lancero"
Mais uma do fim da missão (dos CMD entenda-se...)

Nesse site fala em "militares portugueses", que eu saiba a Força Aérea Portuguesa também se ingloba neles... :wink:


Sim, mas a sua missão vai continuar, não é? Ou regressam definitivamente e não são substituidos por outros da FAP?
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 05, 2006, 06:59:42 pm
O TACP regressa com os Comandos agora os que lá estão no aeroporto a dar instrução e noutras funções que desconheço não sei.
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 05, 2006, 07:27:17 pm
Citação de: "Hélder"
O TACP regressa com os Comandos agora os que lá estão no aeroporto a dar instrução e noutras funções que desconheço não sei.


OK, corrijo-me então :wink:
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 05, 2006, 07:34:04 pm
Citação de: "Lancero"
Citação de: "Hélder"
O TACP regressa com os Comandos agora os que lá estão no aeroporto a dar instrução e noutras funções que desconheço não sei.

OK, corrijo-me então :wink:


Mas também tem razão já que o artigo mencionado não distingue quem vai e quem fica no Afeganistão, o que é sabido é que a companhia de comandos vai regressar e é lógico que o TACP não fica lá a fazer nada sozinho por isso calculo que também regresse. Mas como a FAP também possui pessoal noutras funções no aeroporto que raramente são lembradas e não tenho a certeza se esses militares também são incluidos nesse noticia.
Título:
Enviado por: Get_It em Agosto 05, 2006, 07:49:37 pm
Mas o TACP já não tinha regressado em Março?

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 06, 2006, 06:00:24 pm
Citação de: "Get_It"
Mas o TACP já não tinha regressado em Março?


Não, o TACP pode-se dizer que está anexada à companhia de comandos e o mesmo vai acontecer com a companhia de para-quedistas que irá para o Afeganistão substituir os comandos, agora a substituição dos militares da FAP inserido no TACP é que é independente dos militares do Exército.

A FAP manterá um TACP em apoio à companhia de exército (CMD,PQ), até meados de 2007.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 12, 2006, 01:01:29 am
Militares portugueses partem terça-feira para o Afeganistão

Citar
Um grupo de 103 militares portugueses parte terça-feira de Lisboa para render o contingente que está no Afeganistão, integrado na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) da NATO, anunciou hoje o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

Estes militares, que pertencem ao 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida, vão permanecer no Afeganistão durante os próximos seis meses.

No regresso a Lisboa, na quarta-feira, o avião, fretado pelas Forças Armadas, transportará os 151 elementos do Exército da 1ª Companhia do Batalhão de Comandos da Brigada de Reacção Rápida que estão no Afeganistão desde Março.

Portugal participou na primeira missão da ISAF entre Fevereiro e Julho de 2002, tendo regressado ao Afeganistão em Maio de 2004, já depois de a NATO ter assumido, em Agosto de 2003, o comando e controlo daquela força internacional.

A ISAF é constituída por mais de oito mil efectivos provenientes de 36 países, opera sob mandato das Nações Unidas, e tem por missão assistir o Governo do Afeganistão na segurança do país.

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp ... idCanal=30 (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267021&idCanal=30)


Que vão, mas que não cometam os mesmos disparates anteriormente cometidos.
Título:
Enviado por: antoninho em Agosto 16, 2006, 06:18:52 pm
Falta autorização de sobrevoo do Azerbaijão
Partida dos militares portugueses para o Afeganistão adiada pela segunda vez
16.08.2006 - 17h30   Lusa



A partida dos militares portugueses que vão substituir o contingente no Afeganistão, prevista para as 18h00 de hoje, foi adiada pela segunda vez devido à falta de autorização de sobrevoo do Azerbaijão.

O grupo de 103 militares portugueses do 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida deveria ter partido às 23h00 de ontem, do aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, mas a saída foi adiada para as 18h00 de hoje.

Uma fonte militar disse à Lusa que o voo voltou a ser adiado hoje porque falta a autorização de sobrevoo do Azerbaijão e para uma escala em Bacu, a capital do país.

A nova data de partida, segundo a mesma fonte, só será marcada depois de obtida a necessária autorização de sobrevoo.

O avião civil fretado pelo Exército que levará os militares portugueses para o Afeganistão trará de volta a Portugal os 151 elementos do Exército da 1ª Companhia do Batalhão de Comandos da Brigada de Reacção Rápida, que integram a Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) da NATO.

A 1ª Companhia do Batalhão de Comandos da Brigada de Reacção Rápida está no Afeganistão desde Março e os militares do 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida ficarão no país nos próximos seis meses.

Portugal participou na primeira missão da ISAF, entre Fevereiro e Julho de 2002, tendo regressado ao Afeganistão em Maio de 2004, já depois de a NATO ter assumido, em Agosto de 2003, o comando e controlo daquela força internacional.

A ISAF é constituída por mais de oito mil efectivos de 36 países, opera sob mandato das Nações Unidas e tem por missão assistir o Governo do Afeganistão na segurança do país.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 19, 2006, 11:02:38 pm
Militares portugueses ainda sem data para partir rumo ao Afeganistão

Citar
9.08.2006 - 22h16   Lusa, PUBLICO.PT
 

O Ministério da Defesa revelou que estão ainda a ser ponderadas várias datas para a partida da companhia de pára-quedistas que vai render o contingente português destacado no Afeganistão, inicialmente prevista para quarta-feira passada.

Em declarações à Lusa, uma fonte da tutela disse que "estão a ser ponderadas várias datas para partida dos pára-quedistas e regresso dos comandos que se encontram em Cabul".

A mulher de um militar que aguarda em Cabul o regresso a Portugal revelou que a companhia de comandos foi informada que o repatriamento poderá ocorrer a 28 deste mês.

Contudo, a fonte da tutela ouvida pela Lusa adiantou que "essa é uma das datas ponderadas, entre outras", mas recusou confirmar o dia certo "para não criar expectativas aos militares e às famílias".

"A partida e chegada dos militares não depende só de nós. Apenas posso garantir que estamos a trabalhar intensamente", acrescentou a mesma fonte.

Os 103 pára-quedistas – que vão render os 150 comandos que se encontram em Cabul desde Março – estão desde quarta-feira no Regimento de Infantaria 15, em Tomar, à espera de ordens para se apresentar no aeroporto militar de Figo Maduro, em Lisboa.

Fonte do gabinete do ministro da defesa, Nuno Severiano Teixeira, explicou ainda que o Azerbeijão se atrasou a conceder a autorização de sobrevoo e que isso obrigou ao adiamento da viagem.

"O Azerbeijão atrasou-se a responder ao nosso pedido e isso levou a que se tivesse que reconfirmar autorizações pedidas a outros países para a elaboração do plano de voo", disse.

Segundo o “Expresso”, a empresa contratada para transportar os militares terá pedido mais dinheiro pelo facto de ter o avião estacionado e carregado de armamento em Figo Maduro desde quarta-feira – uma informação que a tutela não confirma. "Até ao momento nem o Exército nem o ministério recebeu qualquer pedido de reforço de verbas por parte da companhia", adiantou a fonte do ministério.

Os militares portugueses estão no Afeganistão ao serviço da Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), uma missão criada sob a égide das Nações Unidas para auxiliar as novas autoridades de Cabul a estender a sua autoridade a todo o país.

Portugal participou na primeira missão da ISAF entre Fevereiro e Julho de 2002, tendo regressado ao Afeganistão em Maio de 2004, já depois de a NATO ter assumido, em Agosto de 2003, o comando e controlo daquela força internacional.


Uma pergunta, que pode ser  bastante parva e sem nexo, mas os nossos C-130 não podiam fazer este tipo de transporte, se tivermos em consideração que as viaturas já estão no teatro de operações e se vão manter ao serviço dos Paras?
Ou as viaturas vão ser substituidas?
Ou isto é a politica do, troca de unidade/especialidade cada um vai com o que tem?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 19, 2006, 11:56:56 pm
Provalvelmente agora é que vão ser enviados os hummer blindados para substituir os jipes espanhoís... :?
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 20, 2006, 12:11:04 am
Mas esses já lá estão, os HUMMER com os kit's montados em israel.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 20, 2006, 11:53:12 am
O armamento que se fala no artigo, são as armas de cada militar. Os Comandos andam com as G-3, mas o ppl do 1º BIPara anda com Galil.  :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 20, 2006, 12:06:33 pm
Mais uma razão para o transporte ser feito pelo C-130H-30, que pode transportar até 114 tropas de infantaria, mesmo que tivessem que fazer outro vôo com o restante material, acho que ficaria mais barato.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 20, 2006, 12:17:32 pm
Nesta abstenho-me! Mas acho que quando foi para Timor-Leste eles foram de C-130, não foi?!
Título:
Enviado por: ricardonunes em Agosto 21, 2006, 08:12:31 pm
Entretanto o tempo vai passando e as tropas continuam acontonadas em Tomar.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 12:04:21 pm
Citar
Militares rumo ao Afeganistão
 
Contingente partiu esta noite para missão da NATO
 
Um novo contingente português partiu esta noite rumo a Cabul, no Afeganistão. O avião comercial fretado que levou os 104 militares é o mesmo que traz de volta os 151 elementos do Batalhão de Comandos da Brigada de Reacção Rápida, em missão desde Março no país.
 
SIC


A partida dos militares portugueses foi adiada duas vezes. O grupo deveria ter partido às 23h00 de 15 de Agosto, mas a saída foi adiada para as 18h00 do dia seguinte.

A 16 de Agosto, o voo foi novamente adiado devido à falta de autorização de sobrevoo do Azerbeijão.

A 1ª Companhia do Batalhão de Comandos da Brigada de Reacção Rápida está no Afeganistão desde Março e os 104 militares do 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida ficarão no país por seis meses.

Portugal participou na primeira missão da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) entre Fevereiro e Julho de 2002. Regressou depois em Maio de 2004, já depois de a NATO ter assumido, em Agosto de 2003, o comando e controlo daquela força internacional.

A ISAF é constituída por mais de oito mil efectivos provenientes de 36 países. Opera sob mandato das Nações Unidas e tem por missão assistir o Governo do Afeganistão na segurança do país.

Com Lusa


video:
http://xl.sapo.pt/?play=/MTE1NjgzOTY0Nw ... M5MjZkY2I= (http://xl.sapo.pt/?play=/MTE1NjgzOTY0Nw==/MjAwNjA4MjlfbWlsaXRhcmVz/YmFiZjZiZWEzNGQ4MjMxOWQ5NTEwMjVhZmM5MjZkY2I=)
Título:
Enviado por: pedro em Agosto 29, 2006, 01:53:36 pm
ja era hora. :lol:
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Major Alvega em Agosto 29, 2006, 03:32:25 pm
O Governo português anuncia hoje a composição da força de paz a enviar para o Libano.

Segundo fontes próximas do Governo, como Portugal não tem meios materias para desempenhar a missão de paz no Libano e por se tratar de um operação de paz, vai enviar um destacamento de soldados da paz, constituida pelo destacamento do Voluntários de Arruda dos Vinhos e pelo 1º Regimento de Arrumadores do Cais do Sodré, para auxiliar as forças blindadas dos outros países participantes na missão, nas operações de estacionamento dos tanques e VBLs na altura do desembarque em Beirute. (Torce! Destorçe! Destorce! Alto! Tá bom!)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 29, 2006, 04:36:26 pm
Citação de: "Major Alvega"
O Governo português anuncia hoje a composição da força de paz a enviar para o Libano.

Segundo fontes próximas do Governo, como Portugal não tem meios materias para desempenhar a missão de paz no Libano e por se tratar de um operação de paz, vai enviar um destacamento de soldados da paz, constituida pelo destacamento do Voluntários de Arruda dos Vinhos e pelo 1º Regimento de Arrumadores do Cais do Sodré, para auxiliar as forças blindadas dos outros países participantes na missão, nas operações de estacionamento dos tanques e VBLs na altura do desembarque em Beirute. (Torce! Destorçe! Destorce! Alto! Tá bom!)


O melhor texto aqui no forum nos ultimos tempos!  :lol:
Título:
Enviado por: TOMKAT em Setembro 02, 2006, 06:35:06 pm
E entretanto no pacífico Afeganistão...

Citar
Militares morrem em queda de avião no Afeganistão  
 
Aparelho da NATO, onde seguiam os 14 soldados vítimas de morte, pode ter sido abatido

Catorze militares britânicos morreram, na queda de um avião da NATO no Sul do Afeganistão, de acordo com a cadeia de TV Sky News, que cita o Ministro britânico da defesa. As informações são, no entanto, pouco esclarecedoras.

De acordo com a Agência Reuters, ainda não se sabe se o aparelho foi abatido.

A agência France Press diz que o avião caiu nas imediações de Kandahar, a principal cidade do Sul do País, devido a um problema mecânico.

O porta-voz da NATO terá garantido à France Press que o aparelho não foi abatido pelos talibã.

Em apenas três dias, este é o segundo acidente que envolve aparelhos ao serviço da NATO no Afeganistão.


http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/20060902+Militares+morrem+em+queda+de+aviao+no+Afeganistao.htm
Título:
Enviado por: typhonman em Setembro 02, 2006, 09:43:34 pm
Ao que parece tratava-se de um Nimrod Mk2, que se destinava a missões de comunicações e monotorização de alvos. :?
Título:
Enviado por: JLRC em Setembro 02, 2006, 09:50:18 pm
Citação de: "Typhonman"
Ao que parece tratava-se de um Nimrod Mk2, que se destinava a missões de comunicações e monotorização de alvos. :?


Era de facto um Nimrod MR2
Título:
Enviado por: typhonman em Setembro 03, 2006, 02:13:50 am
Que descansem em paz.. :cry:
Título:
Enviado por: pedro em Setembro 07, 2006, 01:32:55 pm
Que descansem em paz.
Cumpriments
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 13, 2006, 11:48:35 pm
Citar
Afeganistão: Militares portugueses deslocados para Kandahar
Parte dos 154 militares portugueses ao serviço da Aliança Atlântica no Afeganistão foi deslocada para Kandahar, no sul do País, palco de violência crescente por parte dos rebeldes talibãs, disse hoje fonte da Defesa.

Os militares, habitualmente aquartelados em Cabul, capital afegã, estão já em Kandahar, onde permanecerão até Outubro para garantir a segurança do perímetro do principal aeroporto desta cidade, adiantou a mesma fonte.

A deslocação foi decidida pelo comandante da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), James Jones, de quem o contingente português está directamente dependente, como força de reserva.

A NATO lançou a 2 de Setembro uma grande ofensiva contra bastiões talibãs no sul do país, denominada «Operação Medusa», que envolve cerca de 2.000 militares, entre efectivos da organização militar ocidental e tropas afegãs.

O actual contingente português, composto por 154 militares do 1ºBatalhã o de Infantaria Pára-Quedista da Brigada de Reacção Rápida, partiu para Cabul a 28 de Agosto, devendo permanecer no terreno até ao termo do mandato ainda em vigor, Fevereiro de 2007.

A NATO comanda no Afeganistão a maior operação militar dos seus quase 60 anos de história, com 20.000 militares destacados na ISAF, metade dos quais no sul do país, onde o número de ataques registou nos últimos meses um importante aumento.

Diário Digital / Lusa

13-09-2006 20:24:00


de:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=243071 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=243071)

Sem querer ser pessimista, digo que a probabilidade de voltarem mais sacos de plastico para casa vai aumentar. Boa sorte aos Paras, e que tudo corra bem :!:
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 14, 2006, 12:29:47 am
E por falar em Comandos, o EXPRESSO tem uma fotogaleria deles: «Comandos portugueses procuram «amigos» de Bin Laden» (http://http).

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 14, 2006, 09:51:21 am
Excelente descoberta.  :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 14, 2006, 09:52:46 am
Militares portugueses em Cabul destacados para zona de guerra

Citar
O general James Jones, que ontem voltou a pedir reforços militares à OTAN para combater os talibãs, decidiu enviar uma parte dos 154 militares portugueses ao serviço da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) para o principal cenário de guerra, no Sul daquele país, que regista uma violência nunca vista desde a invasão de 2001.

Os militares portugueses, destacados em Cabul desde o passado dia 28, fazem parte do 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, integrados numa estrutura que inclui efectivos de 36 países da ISAF destinada a apoiar o Governo do Afeganistão na segurança do país. E já estarão em Kandahar, onde permanecerão até ao fim do mês para garantir a segurança do perímetro do aeroporto daquela cidade.

A transferência destes militares portugueses ocorre cinco anos depois da queda do regime talibã e numa altura em que o Ocidente está vive um problema de difícil resolução. Não ganhou a guerra da droga; os números da ONU são implacáveis o Afeganistão prepara-se para bater, este ano, o recorde da produção de ópio (6100 toneladas contra as 4600 em 1999 e as 200 toneladas em 2001). E, para tentar ganhar a luta armada, que parece eternizar-se, pediu reforços à OTAN, que, ontem, em Mons (Bélgica), decidiu adiar a questão porque nenhum dos seus 26 países-membros fez uma oferta formal de reforço das tropas.

Esta decisão da OTAN ocorre um dia depois de, em Nova Iorque, o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter decidido prolongar, por mais um ano, o mandato da ISAF no Afeganistão.

Se para o combate à droga, a OTAN negou apoio militar - o seu secretário-geral respondeu ao pedido de António Maria Costa, responsável do departamento contra a Droga e o Crime na ONU, dizendo que a OTAN "não tem mandato ofensivo em matéria de luta contra o tráfico de estupefacientes - já relativamente ao combate às armas, Jaap de Hoop Scheffer tentou obter ontem a garantia da Aliança Atlântica em reforçar, com mais 2500 militares, o contingente militar de cerca de 21 mil militares do ISAF no território afegão.

O reforço fora solicitado, inicialmente, na passada quinta-feira, pelo comandante James Jones, após aquele general ter reconhecido as dificuldades das tropas da OTAN em lutar contra a bem organizada ofensiva talibã.

"Os senhores da guerra e os traficantes de droga estão muitas vezes vinculados aos talibãs", admitiu James Jones, preocupado, dando assim razão ao desejo por satisfazer do diplomata António Maria Costa, que solicitou uma acção armada para lutar contra traficantes no Afeganistão. Jones que solicitou um batalhão de reserva de mil homens, mais helicópteros e aviões de transporte, o que situa o total de soldados previstos nos 2500, se se contar com o pessoal logístico e a sua segurança.

O assunto deverá voltar a ser discutido na reunião que os ministros dos Negócios Estrangeiros da Aliança Atlântica terão no próximo dia 21, em Nova Iorque, à margem da assembleia-geral das Nações Unidas.

Apesar das pressões exercidas ontem pela secretária de Estado dos EUA, Condoleeza Rice, e pelo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, a questão do reforço militar da OTAN foi adiada.

"Nenhuma oferta formal foi feita na reunião da OTAN, em Mons", explicou o porta-voz da Aliança Atlântica, James Appathurai, que admitiu não ser ainda urgente definir a situação nos próximos dias.


http://jn.sapo.pt/2006/09/14/mundo/mili ... acado.html (http://jn.sapo.pt/2006/09/14/mundo/militares_portugueses_cabuldestacado.html)
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 14, 2006, 11:21:03 am
Citação de: "Marauder"
Sem querer ser pessimista, digo que a probabilidade de voltarem mais sacos de plastico para casa vai aumentar. Boa sorte aos Paras, e que tudo corra bem :!:


Não me parece e espero que não. Eles vão - para já - fazer a segurança estática ao aeroporto. E os comandos estiveram em missões teoricamente mais complicadas - já que andaram nas províncias de Herat e Farah em patrulhamento - e correu tudo bem, como espero que corra agora.
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 14, 2006, 12:25:54 pm
Citação de: "Lancero"
Não me parece e espero que não. Eles vão - para já - fazer a segurança estática ao aeroporto. E os comandos estiveram em missões teoricamente mais complicadas - já que andaram nas províncias de Herat e Farah em patrulhamento - e correu tudo bem, como espero que corra agora.


Eu também espero que não. Pensava que os comandos só tinham se ficado pelas patrulhas em Cabul.

Relativamente a Herat e Farah não sei qual é a intensidade da insurgencia lá, mas para a zona de Kandahar a coisa está quente.

Segurança estática é o que os ingleses estavam a fazer naquele video da BBC (secçao de videos), a guardar uma firebase, cercados pelos talibans. :roll:
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 14, 2006, 02:29:59 pm
Sim, de qualquer forma nunca será uma missão fácil e 'descomplicada' - espero não ter dado essa ideia :oops: . Os páras estarão de certeza bem treinados. Deselho-lhes a melhor sorte e que andem de olhos bem abertos.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 15, 2006, 01:21:00 am
Governo consciente dos riscos da missão portuguesa no Afeganistão
Transferência de militares já era esperada

Citar
A transferência dos militares portugueses para Kandahar, principal bastião dos rebeldes taliban e palco de uma crescente onda de violência, foi decidida por James Jones, comandante da ISAF, de quem o destacamento português está directamente dependente como força de reserva.

"A missão em Kandahar não é nada de anormal”, salientou João Mira Gomes, acrescentando que o Govero está consciente dos riscos que envolve. O governante precisou que a missão dos militares portugueses termina em Outubro e tem como objectivo proteger o aeroporto local, para “contrariar o avanço dos talibans”.

Entretanto, o tenente-coronel Serra Lopes, responsável pelo contingente português composto por 154 militares do 1º Batalhão de Infantaria Pára-Quedista da Brigada de Reacção Rápida, revelou, em declarações à rádio TSF, que o risco é mais elevado no Sul do Afeganistão devido à maior actividade taliban na região, mas que a “moral dos militares é boa, está excelente”.

As forças da NATO, que assumiram o controlo das operações militares internacionais no sul do Afeganistão no final de Julho, lançaram no passado dia 2 de Setembro uma grande ofensiva contra os bastiões dos rebeldes taliban no sul do Afeganistão, travando duros combates com os rebeldes, que têm mostrado uma resistência superior ao esperado.


Gostava de ver este Sr. João Mira Gomes, durante uma semana no terreno a acompanhar os militares, sem as suas mordomias ministeriais.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 15, 2006, 08:47:51 am
No Público:

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NATO não pediu a Portugal para reforçar contingente no Afeganistão
14.09.2006 - 17h28   Lusa, PUBLICO.PT
 


Portugal não recebeu “nenhum pedido” específico da NATO para reforçar o seu contingente no Afeganistão, garantiu o almirante Mendes Cabeçadas, chefe de Estado-Maior General das Forças Arma das (CEMGFA), apesar de admitir que essa hipótese foi analisada.

"Não houve nenhum pedido dirigido expressamente a Portugal, nem nenhuma pressão quanto ao envio de novas forças", afirmou Mendes Cabeçadas, numa conferência de imprensa conjunta com o general Raymond Henault, presidente do comité militar da Aliança Atlântica, que se encontra de visita a Lisboa.

No entanto, o almirante explicou que Portugal "estudou no plano militar todas as possibilidades", incluindo a de "eventualmente vir a ser solicitado para reforçar a sua contribuição". "Mas naturalmente que isso está sempre condicionado a decisões de natureza política", acrescentou.

Por seu lado, o general Henault admitiu que não existe "de momento nenhuma indicação que Portugal possa atender ao actual pedido de envio de forças adicionais" para o Afeganistão. Contudo, disse esperar que os Estados-membros da NATO possam "aumentar o esforço significativo que já fazem", até porque as forças da Aliança estão a enfrentar no terreno "uma resistência maior do que o esperado".

Na semana passada, a NATO solicitou o envio urgente de mais 2500 militares para a Força Internacional de Segurança e Assistência (ISAF), mas na reunião das chefias militares realizadas ontem nenhum dos 26 Estados-membros se comprometeu a aumentar a sua contribuição.

O dirigente lembrou que, até agora, os países da NATO providenciaram apenas 85 por cento das necessidades inicialmente identificadas para a missão no Afeganistão, o que limita a flexibilidade da força e "aumenta o tempo" de preparação das missões. "Conseguimos fazer o trabalho em segurança com as tropas de que dispomos, mas não podemos fazer tudo o que gostaríamos, especialmente quando temos resistência inesperada", afirmou.

Quanto à situação na região de Kandahar, para onde foram recentemente deslocados cerca de 140 dos 154 militares portugueses em missão no Afeganistão, o presidente do comité militar descreveu-a como "muito volátil".

"Pela primeira vez na sua história, a NATO está envolvida em operações de combate directo, que são absolutamente essenciais para desalojar os malfeitores que estão a tentar impedir a organização de levar a cabo do seu trabalho", disse.

Henault destacou ainda a presença de militares portugueses no aeroporto de Kandahar, uma infra-estrutura que diz ser"vital para a missão em curso e para toda a região Sul".

A NATO comanda desde 2003 a ISAF, uma missão com mandato da ONU, que tem actualmente no Afeganistão 18.500 militares. No final de Julho, a NATO assumiu o controlo das operações militares no Sul do país, tendo desencadeado, no início deste mês, uma ofensiva em grande escala (com o nome de código "Operação Medusa") contra redutos taliban na região.


http://publico.clix.pt/shownews.asp?id= ... idCanal=30 (http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1270214&idCanal=30)

E também, quem enviariamos?
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 15, 2006, 01:11:04 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1270214&idCanal=30

E também, quem enviariamos?

Ainda temos tropas disponíveis para enviar: Cavaco Silva, Sócrates, Luís Amado e Nuno Severino Teixeira, que não fazem cá falta nenhuma. Armava-se cada um com uma G-3, um navegador GPS comercial, e um colete da GNR e lá iam eles.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 15, 2006, 06:16:10 pm
Páras na toca do lobo

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Vão para o pior destino possível. Cerca de 140 pára-quedistas do Exército, ao serviço da NATO no Afeganistão, foram deslocados da sua base em Cabul para Kandahar, bastião taliban no Sul do país. A região está a ferro e fogo com fortes combates entre as tropas da NATO – canadianos e britânicos – e os rebeldes auxiliados por barões de droga. Os pára-quedistas vão, até Outubro, fazer segurança no perímetro do aeroporto de Kandahar, onde está a base local da NATO.
Segundo apurou o CM, a ordem do comando da ISAF – a missão da NATO no Afeganistão – surgiu após consultas com o Governo e chefias militares, que autorizaram a transferência. Ficou acordado que os portugueses ficariam no aeroporto para permitir aos canadianos libertarem-se para a ‘Operação Medusa’, na província de Kandahar.

Essa operação, iniciada no dia 2, envolve mais de dois milhares de soldados da ISAF e já resultou na morte de cinco canadianos, 15 britânicos e cerca de 500 taliban.

O próprio presidente do Comité Militar da NATO, Raymond Henault, disse ontem em Lisboa que a situação em Kandahar é “muito volátil”. “Pela primeira vez a NATO está envolvida em operações de combate directo, essenciais para desalojar os malfeitores”, disse Henault, que destacou a presença de militares portugueses no aeroporto de Kandahar, infra-estrutura “vital para a missão em curso e para toda a região sul”.

O responsável da NATO afirmou que se enfrenta uma resistência que “não é exclusivamente taliban”, também com “criminosos ligados ao tráfico de droga, resistentes à introdução da autoridade”.

Os pára-quedistas portugueses não deverão ser deslocados para as zonas (a menos de 30 quilómetros do aeroporto) onde há combates. No entanto, por fazerem parte da Força de Reacção Rápida do comando da ISAF, podem ser colocados em qualquer zona do Afeganistão.

O ministro da Defesa disse ontem que a transferência dos ‘páras’ para Kandahar estava já planeada e que a missão, embora envolva riscos, será cumprida com “naturalidade”, tanto mais que os militares vão estar “dentro do perímetro do aeroporto, sem contacto directo com o exterior”. O general Loureiro dos Santos, especialista em estratégia militar, considerou que o risco em Kandahar é superior ao que existia em Cabul, mas destacou o facto de os pára-quedistas ficarem apenas a fazer a “segurança estática ao aeroporto”.

COMANDOS DERAM CAÇA

Segundo adiantaram ao CM fontes militares, esta não será a missão mais complicada entregue aos portugueses desde que se estrearam na Força de Reacção Rápida da ISAF em Agosto de 2006.

Em Julho, uma companhia de comandos (que os pára-quedistas foram render) foi deslocada um mês para Herat e Farah, no Oeste do país. Foram realizadas operações de combate e patrulhas de longo raio de acção – que duraram 18 a 30 horas – cujo objectivo era dar caça aos taliban que para ali eram empurrados pelos combates em Kandahar.

Os portugueses inovaram o modo como o patrulhamento era feito e conseguiram reduzir a zero a actividade rebelde – muito activa antes da presença dos comandos, tendo mesmo morto um soldado espanhol.

A participação portuguesa na ISAF tem sido alvo de rasgados elogios por parte do comando. Há locais, mesmo em redor de Cabul, onde as patrulhas portuguesas são as primeiras a ir desde o início da guerra, em 2001.



http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... l=10&p=200 (http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=214752&idselect=10&idCanal=10&p=200)

Não está nada mal para quem foi catalogado de arruaceiro.
Título:
Enviado por: typhonman em Setembro 15, 2006, 09:06:57 pm
Não brincamos em serviço, e não temos equipamento bom..
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Setembro 16, 2006, 11:29:04 am
A ser verdade esta noticia palavra que me orgulho em ser Portugues de alma e coração, quase me comoveu esta noticia dos feitos da companhia de comandos, Obrigado............
Título: Paras no Afganistão
Enviado por: JACARÉ em Setembro 16, 2006, 02:41:01 pm
Viva,

Estou à procura de informação sobre a organização do contigente português. Alguém te dados sobre orgânica e equipamento?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 17, 2006, 01:02:18 pm
Seja bem vindo, Jacaré.
O contingente Português é constituído pela 21ªCPára (pelo menos eu acho que seja essa a unidade). O armento usado é a espingarda-automática Galil 5.56 mm, Metrelhadora-ligeira MG-3 7.62mm, LAW, Canhão sem recuo Carl Gustav 84 mm, Metralhadora-pesada Browning 12.7mm, o lança-granadas automático GL40, os mísseis Milan II e talvez os morteiros de 60 mm. Os veículos que eles usam são os Hummer blindados e os M-11 Panhard.
Há sempre muitas incognitas sobre o que exactamente está lá e que missões fazem, já que na sua maioria à um “black out” informativo.
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 17, 2006, 01:46:39 pm
Ofensiva contra os taliban no Sul do Afeganistão concluida ?


Citar
NATO Says Anti-Taliban Operation Is Done
 
 
 
KABUL, Afghanistan (AP) -- A top NATO general said Sunday that the alliance's anti-Taliban offensive in southern Afghanistan has been "successfully completed."

Lt. Gen. David Richard, the head of the 20,000 NATO-led force, called the two weeklong operation in insurgency wracked southern Afghanistan a "significant success."

The insurgents were forced to abandon their positions and reconstruction and development efforts would soon begin in three southern areas, he said.


Associated Press
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 17, 2006, 04:07:48 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Ofensiva contra os taliban no Sul do Afeganistão concluida ?


Esta sim...

Segundo os meus cálculos, o que se conseguiu foi ganhar tempo..daqui a alguns meses, se tanto, vai voltar a brotar talibans por lá.

A não ser que se conquiste o povo..
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 17, 2006, 04:26:12 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Ofensiva contra os taliban no Sul do Afeganistão concluida?


Não acredito, provavelmente os taliban refugiaram-se dentro do Paquistão, e ai as forças da NATO não podem continuar a "caçada".
Título:
Enviado por: Yosy em Setembro 17, 2006, 09:41:55 pm
O Afeganistão está a tornar-se numa espécie de "guerra secreta". Quase nada disto chega aos nossos media. A esmagadora maioria dos nossos compatriotas nem faz ideia dos rasgados elogios feitos aos Comandos, nem do estado a que o Afeganistão chegou.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 18, 2006, 12:07:09 pm
Citar
2006/09/11
O Impasse Afegão
Alexandre Reis Rodrigues
 
 
 
Um membro do Parlamento afegão dizia há dias[1]que os talibãs eram como um rio; se é bloqueado num sítio muda o curso para continuar o seu caminho, mas nunca pára. Para ser detido, tem que se ir à sua nascente, que neste caso era o Paquistão e o Irão. Em relação ao Paquistão ninguém tem dúvidas; quanto ao Irão a ligação já não é tão clara mas, obviamente, há também “nascentes” internas que contribuem para o agravamento que a situação tem tido nos últimos meses.


Só arranjando forma de que todas sejam olhadas em conjunto é que a NATO, agora com a responsabilidade de estabilização do país por mandato da Nações Unidas, pode ambicionar ter o sucesso que nenhuma força de intervenção no Afeganistão teve antes, aliás, acabando todas por retirar ingloriamente. Como sempre, a solução do problema não passa apenas pela intervenção militar, que é aonde a NATO primariamente se move. São requeridos outros tipos de envolvimento em diversas áreas: política, diplomática, económica, financeira, de reconstrução geral do país, etc. Ninguém nega que não estejam a ser feitos, mas os progressos alcançados não são de molde a ajudar a solução militar, como veremos seguidamente.


Não basta, por isso, reclamar mais efectivos militares, recriminando os países membros da NATO – como fez, recentemente, Lord Roberston, ex-secretário-geral da NATO - por estarem a ser inconsistentes nas suas obrigações de participação no esforço que aprovaram. Em face do agravamento da insegurança, poderão, de facto, ser necessários mais efectivos para estancar pontualmente a actual crise, até porque a NATO, contrariamente ao que seria de esperar, não tem reservas no terreno! Até o próprio General Jones, actual SACEUR, que, até há poucos dias atrás, considerava a ofensiva talibã como apenas sazonal e que a força disponível era suficiente, veio agora defender que, afinal, são precisos mais efectivos e reconhecer que a Aliança ainda não encontrou uma solução para o problema.[2] Convém, porém, não esquecer o desfecho da intervenção da União Soviética, quando ao fim de uma campanha militar de 9 anos, envolvendo 115000 efectivos, acabou por sair, sem nada ter alcançado, com mais de 15000 baixas em mortos e 50000 feridos.


Grande parte da solução, como referia o deputado afegão, está nas mãos do Paquistão, que muitos observadores consideram não estar a fazer o suficiente para controlar a fronteira, não obstante os 80000 militares que tem na área, com 350 baixas até ao momento. As opiniões, porém, dividem-se sobre se a falta de controlo se fica a dever a incapacidade – dadas as extremas dificuldades do terreno – ou a falta de vontade – dados os apoios que tacitamente os talibãs sempre tiveram do Exército paquistanês e a fragilidade da situação política interna, com um quinto do Parlamento nas mãos de radicais islamitas. Provavelmente, fica a dever-se à combinação dos dois factores e ao facto de que a fronteira, também conhecida por ”Durand Line” - nome do diplomata inglês que a desenhou em 1983 – nunca ter sido reconhecida localmente pelas tribos da etnia Pachtun que sempre a atravessaram, nos dois sentidos, sem lhe prestar atenção.[3]


Neste contexto, a única nota potencialmente positiva é a do acordo firmado, no princípio de Setembro, entre as autoridades paquistanesas e os líderes tribais da Província do Waziristão, implicando da parte destes últimos o fim das incursões pró-talibãs em território afegão e promessa de fim do apoio logístico que lhes dão. No entanto, mesmo que o acordo seja cumprido isso não vai chegar para resolver a situação, pois, como bem lembra o Governo afegão, não é apenas dessa área que flui actividade terrorista contra o Afeganistão. Em resumo, ou há formas de pressionar mais eficazmente o Paquistão a pôr termo ao apoio que os talibãs têm no seu território ou a situação no Afeganistão nunca chegará a estabilizar sejam quais forem os efectivos que os membros da NATO venham a disponibilizar.


Outra área crítica para o sucesso é o da reconstrução, mas, como na anterior, o panorama também é muito sombrio. Alguns atribuem a principal dificuldade ao boicote desencadeado pelos talibãs nas províncias do sul, apontando, em apoio da sua tese, o maior sucesso que tem havido no norte, onde os Provincial Reconstruction Teams têm, melhor ou pior, conseguido fazer o seu trabalho. Porém, Ann Jones, jornalista e fotógrafa nova-iorquina,[4] que tem trabalhado no Afeganistão nos últimos quatro anos com agências de ajuda humanitária, descreve uma situação que põe parte importante do ónus da culpa mais no sistema internacional da ajuda do que na realidade local. Ann Jones, no trabalho de investigação que fez, conclui que não mais do que 40% da ajuda prometida nas habituais conferências de dadores – sempre muito mediatizadas - chega realmente ao destino; pior do que isso, muita da que é efectivamente disponibilizada é gasta de forma ineficaz, frequentemente para pagar preços exorbitantes ou para adquirir produtos do próprio país dador, quando haveria outros a preços mais acessíveis.


A jornalista é particularmente crítica da administração americana que reserva 47% da ajuda para assistência técnica (entre 4% e 2% nos casos da Suécia, Irlanda e Luxemburgo) e exige que 70% dos produtos a adquirir sejam americanos; o Reino Unido, a Suécia, a Noruega e a Irlanda não fazem qualquer exigência nesta área. Jones aponta ainda o caso da famosa auto-estrada Cabul-Kandahar, que em Março de 2005 era objecto de um artigo no jornal Kabul Weekly, sob o título “Milhões gastos em estradas de segunda categoria”; segundo o jornalista afegão, quem ganhou o contrato de construção foi uma firma americana (Louis Berger Group) ao preço de 700000 dólares americanos por quilómetro quando outras companhias garantiam o preço de 250000 dólares. Aparentemente, foi invocado o critério de qualidade que a firma americana garantia, mas o trabalho acabou por ser feito por firmas turcas e indianas que o Grupo Berger subcontratou, ficando o preço final em 1 milhão de dólares por milha (1542 metros) e com uma qualidade deplorável. Um antigo ministro afegão do Planeamento dizia, há algum tempo, que em matéria de construção de estradas até os talibãs faziam melhor! Obviamente, estas situações apenas ajudam os talibãs a aprofundar e alargar a penetração social que tem conseguido nos últimos meses. Se estas circunstâncias não forem corrigidas urgentemente e se não for conseguido tornar transparente o processo de concessões de ajudas, então de pouco servirá aumentar os efectivos militares.


Depois, há também o problema da produção de ópio que atingiu um novo pico; mais 50% do que no ano anterior, ou seja, 6100 toneladas, 92% da produção mundial. Embora de importância capital, esta questão só poderá ser resolvida quando for possível garantir outros meios de subsistência aos produtores; vai levar anos. A dos senhores da guerra também demorará muito tempo a resolver; dificilmente o poderá ser apenas por via pacífica.


A situação é, de facto, muito séria; O tenente-general David Richards, que comanda presentemente as tropas da coligação desde 1 de Agosto, embora geralmente optimista e esperançado de que poderá inverter a situação num período de 3 a 5 meses, não deixa de alertar para a eventualidade de não se conseguir ter sucesso. Richards, que se mostrou inicialmente surpreendido com o pouco que tinha sido feito em matéria de reconstrução, procura apostar na criação de condições de segurança que permitam avançar mais nessa área, demonstrando aos afegãos como lhes pode ser útil a presença das tropas da NATO.


A estratégia aprovada pelo Conselho do Atlântico Norte foi desenhada muito à volta deste objectivo e, embora não declaradamente, dá a ideia de querer demarcar-se da forma de actuar das forças americanas, frequentemente menos habilidosas em obter o apoio da população local ou em distinguir entre simples população e guerrilheiros talibãs, preferindo jogar pelo seguro. O objectivo para a NATO, agora, é criar zonas de segurança a alargar progressivamente, em vez de apenas intervir pontualmente, sem ficar depois para garantir que o controlo da área é mantido. Nas explicações públicas, o general Richards tem recorrido à imagem dos “borrões de tinta” (inkspots) em papel mata-borrão (blotting paper) que lentamente se vão alargando. Esta estratégia, porém, exige uma maior participação do Exército afegão para ir sucessivamente ajudando a assumir a segurança das áreas controladas; se os afegãos vão ou não estar à altura desta tarefa é que se verá nos próximos meses.


Com a preocupação de evitar ou minimizar, pelo menos, o problema dos danos colaterais – uma das mais frequentes queixas afegãs contra as tropas americanas - a NATO começou, em princípios de Setembro, a avisar as populações sobre próximas operações, recomendando o abandono da área. Alguns não sairão por falta de recursos para se deslocarem ou por desejo de ficarem a proteger os seus bens; outros, porque terão ligações com os talibãs e querem ajudá-los. Em qualquer caso, esta iniciativa é uma espécie de “pau com dois bicos”: ajudará a melhorar a relação com os locais, mostrando a boa vontade das forças da NATO, mas fará perder a surpresa táctica, dando tempo aos guerrilheiros para se afastarem ou montarem um contra-ataque. Estes, em resposta à NATO, também começaram a avisar as populações sobre próximos ataques; aliás, foi uma fuga de informações sobre um destes avisos que permitiu à NATO montar uma bem sucedida emboscada às forças que iriam fazer esse ataque e que acabaram por sofrer pesadas baixas. Não se estranhará, certamente, que não façam mais avisos.


Não obstante todas estas dificuldades e gravidade geral da situação, as vantagens que os talibãs alcançaram nos últimos tempos não alteraram os termos estratégicos em que a sua ameaça se coloca. Embora com alguns indícios de apetência para tentarem manter o controlo das áreas onde se movimentam com maior facilidade, continuam limitados a tácticas de “avanços e recuos”, recorrendo à guerrilha nas áreas rurais e aos atentados terroristas nos centros urbanos, sem capacidade de permanecerem e não tendo dado mostras de estarem a conseguir convencer as populações de que estão a ganhar.


Ora é precisamente neste “jogo” que há que ponderar cuidadosamente o objectivo a alcançar; para a administração americana, até há pouco tempo, a palavra de ordem era acabar com os talibãs até ao seu último elemento. Isso não vai ser possível, como, aliás, facilmente se poderia prever e o tempo se tem encarregado de demonstrar. Segundo recentes sondagens, o que a população parece querer apoiar, para além de um governo forte que lhes garanta segurança e emprego, é um esforço de reconciliação e amnistia, através de negociações entre as diversas tendências rivais, incluindo obviamente os talibãs. Para Ann Jones, deveria ter-se começado por aí e não pela apressada instalação de um Presidente, Governo e Parlamento que afinal mal conseguem funcionar e não chegam a todo o território. A história não volta atrás, mas o caminho da procura de um apaziguamento interno, mesmo sendo hipótese remota para o curto e médio prazos, é uma aposta que não pode ser descartada.

[1] Time Magazine, September 6, 2006.

[2] Noutras declarações, admitia que o problema talvez se pudesse resolver internamente, por alteração do dispositivo; isto é, trazendo tropas do norte, talvez dois batalhões, para o sul. Precisa, para isso, da concordância dos respectivos países (neste caso, tratar-se-á provavelmente da Alemanha).

[3] No passado mês de Março, o Paquistão ainda sugeriu a construção de barreiras ou campos minados nos locais de passagem mas foi o próprio Governo afegão que rejeitou a ideia, sob o argumento de que a fronteira corresponde a uma divisão territorial que era válida apenas por 100 anos, tendo ficado em aberto a possibilidade da sua revisão. Ora essa possibilidade é coisa que Islamabad nem quer sequer imaginar, por poder abrir a porta à criação de um estado Pachtun que apanharia parte do território paquistanês.

[4] Também autora do livro “Kabul in Winter: Life Without Peace in Afeghanistan (Metropolitan Books, 2006).


Retirado de: http://www.jornaldefesa.com.pt/ (http://www.jornaldefesa.com.pt/)
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 18, 2006, 04:40:08 pm
Pensava que os Talibans eram compostos maioritariamente por Pastunes, que por sua vez representam uma grande parte da população do Afeganistão.

Será que há pastunes no Paquistão e Irão?

Nisso não concordo com o homem lá do parlamento.

Mesmo que estejam a receber armas via Irão ou Paquistão, como eu já disse, "conquistando o povo" em principio acaba a ameaça..[ a não ser que se importe guerrilheiros estrangeiros como acontenceu no Iraque, que agora já não acontece tanto, penso eu.]

O que existe é um saltar à corda das tropas talibans junto à fronteira do Paquistão...naquela maldita zona tribal.

Mas se a NATO e governo afegão oferecessem um programa de trocas de cultivo aos pastunes do Sul, trocando o cultivo do ópio por outros, secalhar cortava-se a fonte de recursos humanos dos talibans...

Em vez disso, de um momento para o outro viraram-se contra os pastunes e o seu único método de subsistencia no Afeganistão...e o que fazem os pastunes no desemprego? ...pois..

Isso também leva a outra coisa...porque raio é que as tropas da NATO/EU quando substituem governos gostam tambem de impor a sua decisão sobre o que se produz e o que não se produz no país...e depois queixam-se que os pastunes no desemprego alimentam as fileiras talibans.


Penso que neste caso também não tem havido um tão forte apoio do Irão aos talibans. Se tem havido realmente o material fornecido deve ser os restos do que vai para o Iraque, pois no terreno não se tem apercebido muita diferenca a nivel de qualidade das armas dos talibans.
Título:
Enviado por: Spectral em Setembro 18, 2006, 04:45:31 pm
Essa ligação ao Irão não faz o mínimo sentido, sempre gostava de ver os talibans sunitas a receberem apoio dos iranianos xiitas. Quando o regime taliban caiu em 2001 a acção iraniana nas provínicias ocidentais de Herat foi muito importante.


Quanto à ligação paquistanesa, há muita gente que defende inclusivé que os talibans foram uma criação dos serviços secretos paquistaneses. As diversas tribos estão espalhadas dos dois lados da fronteira, tornando as ligações dos dois lados muito fortes.
Título:
Enviado por: Marauder em Setembro 18, 2006, 04:54:06 pm
Citação de: "Spectral"
Quanto à ligação paquistanesa, há muita gente que defende inclusivé que os talibans foram uma criação dos serviços secretos paquistaneses. As diversas tribos estão espalhadas dos dois lados da fronteira, tornando as ligações dos dois lados muito fortes.


Afinal sempre há pastunes no Paquistão :wink:

Teoricamente o Paquistão não deveria ser uma ameaça...visto que nos ultimos anos foram promovidos pelo grande Cabeça Grande (Bush) a um país Fora do Eixo do mal.

Mas realmente quem controla as zonas fronteiriças ainda não é o governo paquistanês....ou então..essa dos serviços secretos...
Título:
Enviado por: Spectral em Setembro 18, 2006, 05:00:17 pm
descontando a retórica destes artigos, eles são extremamente preocupantes :

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Pakistan Throws in the Towel
September 05, 2006 1:04 PM

Gretchen Peters and Habibullah Khan Report:

The Pakistani military will no longer operate in the area where Osama bin Laden and other top al Qaeda operatives are believed to be hiding, according to terms of what the Pakistan government calls a "peace deal," signed today with militant tribal groups allied to the Taliban and al Qaeda.  

It is a stunning setback for U.S. efforts to root out al Qaeda and Taliban strongholds.

The agreement, signed in the North Waziristan district of Pakistan's volatile tribal belt, calls for the military to return to its barracks and for the insurgents to stop launching attacks on Pakistani troops.

"The army will pull back to its camps," spokesman Major General Shaukut Sultan told ABC News. "They will not undertake any terrorist activity. There will be no parallel government, and foreigners will leave the area."

Extremist tribal leaders in North and South Waziristan had virtually taken over in recent months. They imposed Taliban-style law in their districts, held public executions and were openly recruiting fighters for 'jihad' against U.S. troops across the border in Afghanistan.

Though the military will not release exact figures, they also killed and injured hundreds of Pakistani soldiers in roadside bombs and suicide attacks. The ongoing military operations in the tribal belt were so unpopular here -- many accuse President Pervez Musharraf of fighting America's War on Terror with Pakistani blood -- analysts say the general had to stop the bloodshed, even if just for the meantime.

An earlier deal in 2003 dissolved after tribal militants failed to hold up their end of the bargain. Few expect this deal to hold either.

"This is just a temporary solution," says ABC News Consultant Rahimullah Yusufzai. "They want to push things under the carpet for the time being."

Witnesses in North Waziristan said tribal leaders hugged each other and fired guns to celebrate the deal, which is widely being viewed as a victory for their camp and a humiliating retreat for the Pakistan military.

Under the agreement, the Pakistan military will stop monitoring the activity of the militants, who will pledge to "live like good citizens," General Sultan said. More than 30 militant prisoners have been released, and the military will pay compensation for property destroyed during the fighting.

Analysts here are concerned the militants will step up cross border activity and see no reason they will put an end to attacks on this side of the border either.

"Is this the birth of Talibanistan?" asked an Islamabad diplomat.


QUOTE
Bin Laden Gets a Pass from Pakistan

September 05, 2006 5:41 PM

Brian Ross and Gretchen Peters Report:

Osama bin Laden, America's most wanted man, will not face capture in Pakistan if he agrees to lead a "peaceful life," Pakistani officials tell ABC News.

The surprising announcement comes as Pakistani army officials announced they were pulling their troops out of the North Waziristan region as part of a "peace deal" with the Taliban.

If he is in Pakistan, bin Laden "would not be taken into custody," Major General Shaukat Sultan Khan told ABC News in a telephone interview, "as long as one is being like a peaceful citizen."

Bin Laden is believed to be hiding somewhere in the tribal areas of Pakistan, near the Afghanistan border, but U.S. officials say his precise location is unknown.

In addition to the pullout of Pakistani troops, the "peace agreement" between Pakistan and the Taliban also provides for the Pakistani army to return captured Taliban weapons and prisoners.

"What this means is that the Taliban and al Qaeda leadership have effectively carved out a sanctuary inside Pakistan," said ABC News consultant Richard Clarke, the former White House counter-terrorism director.

The agreement was signed on the same day President Bush said the United States was working with its allies "to deny terrorists the enclaves they seek to establish in ungoverned areas across the world."

The Pakistani Army had gone into Waziristan, under heavy pressure from the United States, but faced a series of humiliating defeats at the hands of the Taliban and al Qaeda fighters.

"They're throwing the towel," said Alexis Debat, who is a Senior Fellow at the Nixon Center and an ABC News consultant. "They're giving al Qaeda and the Taliban a blank check and saying essentially make yourselves at home in the tribal areas," Debat said.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 21, 2006, 01:52:39 am
http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=719299# (http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=719299#)

http://www.tvi.iol.pt/mediacenter/home. ... 3&psec_id= (http://www.tvi.iol.pt/mediacenter/home.php?tipo=2&art_id=&mul_id=2262398&pagina=13&psec_id=)
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 21, 2006, 10:52:40 am
Afeganistão: Mais de 1.000 talibãs mortos pelas forças da NATO- general Jones

Washington, 20 Set (Lusa) - As forças da NATO no Afeganistão mataram mais de 1.000 combatentes talibãs durante a operação Medusa no sul do país, afirmou hoje o comandante-chefe das forças aliadas na Europa, general norte-americano James Jones.

   Interrogado pelos jornalistas em Washington sobre o número de combatentes mortos durante esta operação que terminou há alguns dias, o general Jones respondeu que era provavelmente "cerca de um milhar" e que o número de 1.500 não o surpreenderia.

   Segundo o general, os talibãs têm em permanência entre 3.000 e 4.000 combatentes, aos quais se juntam "guerreiros de fim-de-semana" que se batem por dinheiro.

   Apesar das perdas registadas pelos rebeldes, previu que os talibãs venham a tentar reagrupar-se e instalar-se noutras regiões do país, provavelmente mais a ocidente.

   "Está por ver qual a capacidade que lhes resta para este tipo de combate", disse o general, adiantando "penso que eles vão interessar- se por outras regiões".

   Durante a primavera e verão, os talibãs regressaram em força ao sul do Afeganistão e desencadearam os ataques mais importantes desde o fim de 2001 e do derrube do regime dos talibãs por uma coligação liderada pelos norte-americanos.

   O general Jones reconheceu que os comandantes da NATO no terreno tinham sido surpreendidos pelo nível de resistência dos talibãs.

   "Mas o que é verdadeiramente mais surpreendente, é a mudança de táctica. Eles decidiram bater-se de uma maneira mais convencional e pagaram um preço muito alto por isso", acrescentou.

   Segundo ele, cerca de 20.000 pessoas foram deslocadas devido aos combates numa zona a 40 quilómetros a sudoeste de Kandahar.

   O general norte-americano previu que um fracasso da luta contra o tráfico de droga e a corrupção no seio da polícia e do sistema judicial afegãos levará à manutenção das forças internacionais no país "por um período muito mais longo do que o necessário".

    Criticou a falta de progresso na luta contra o tráfico de droga, acusando a comunidade internacional de falta de vontade.

   O general Jones disse também que os países da NATO, que haviam falhado o seu pedido de reforços imediatos feito no início de Setembro, acabaram finalmente por fornecer o essencial das necessidades de tropas suplementares, embora faltem helicópteros e aviões.

   A Roménia vai enviar para o Afeganistão um batalhão suplementar, de 190 homens, e a Polónia anunciou o envio de um milhar de homens no início do próximo ano.

    As forças canadianas e britânicas foram também reforçadas no sul do país às quais se juntaram batalhões afegãos, disse o general.
Título:
Enviado por: JACARÉ em Setembro 24, 2006, 07:38:19 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Seja bem vindo, Jacaré.
O contingente Português é constituído pela 21ªCPára (pelo menos eu acho que seja essa a unidade). O armento usado é a espingarda-automática Galil 5.56 mm, Metrelhadora-ligeira MG-3 7.62mm, LAW, Canhão sem recuo Carl Gustav 84 mm, Metralhadora-pesada Browning 12.7mm, o lança-granadas automático GL40, os mísseis Milan II e talvez os morteiros de 60 mm. Os veículos que eles usam são os Hummer blindados e os M-11 Panhard.
Há sempre muitas incognitas sobre o que exactamente está lá e que missões fazem, já que na sua maioria à um “black out” informativo.


Obrigado pela informação. E como é formada a companhia? Existe um organigrama das unidades enviadas para o Afeganistão?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 24, 2006, 08:33:04 pm
As primeiras duas missões foram feitas com as duas companhias de Comandos, neste momento é a vez dos Pára-quedistas. Os Pára-quedistas, os Comandos e as Operações Especiais estão na mesma brigada, ou seja, na Brigada de Reacção Rápida.
Que eu saiba não há organigramas oficiais das unidades que foram enviadas para o Afeganistão.

Para mais informações consultar:

www.paraquedistas.com.pt (http://www.paraquedistas.com.pt)

www.exercito.pt (http://www.exercito.pt)
Título: Portugueses apanhados em flagrante no Afeganistão (finalment
Enviado por: Get_It em Setembro 25, 2006, 07:23:00 pm
Portugueses apanhados em flagrante no Afeganistão por uma máquina fotográfica.

http://cache.gettyimages.com/xc/7198466 ... 9EDEE41459 (http://cache.gettyimages.com/xc/71984665.jpg?v=1&c=MS_GINS&k=2&d=08A8BA3C818346D059183C9EDEE41459)
Citação de: "Getty Images"
Soldiers of the NATO-led International Security Assistance Force (ISAF) patrol on the Kabul Jalalabad road, 25 September 2006. Gunmen on motorbikes shot dead a top women's affairs official in Afghanistan 25 September and two apparent suicide attackers were killed in a blast that wounded a foreign soldier. The attacks were similar to scores of others executed by the extremist Taliban movement that is waging an increasingly deadly insurgency in war-battered Afghanistan. AFP PHOTO/ SHAH Marai (Photo credit should read SHAH MARAI/AFP/Getty Images)

http://cache.gettyimages.com/xc/7198469 ... 1FC34F7977 (http://cache.gettyimages.com/xc/71984695.jpg?v=1&c=MS_GINS&k=2&d=08A8BA3C818346D02307271FC34F7977)
Citação de: "Getty Images"
Italian soldiers of the NATO-led International Security Assistance Force (ISAF) patrol on the Kabul Jalalabad road, 25 September 2006. Gunmen on motorbikes shot dead a top women's affairs official in Afghanistan 25 September and two apparent suicide attackers were killed in a blast that wounded a foreign soldier. The attacks were similar to scores of others executed by the extremist Taliban movement that is waging an increasingly deadly insurgency in war-battered Afghanistan. AFP PHOTO/ SHAH Marai (Photo credit should read SHAH MARAI/AFP/Getty Images)


Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Get_It em Setembro 28, 2006, 05:46:06 pm
Citação de: "Rádio de Renascença"
Defesa: Portugal não vai reforçar contingente no Afeganistão
(2006-09-27, 14:00)
O ministro  Nuno Severiano Teixeira afirmou hoje que Portugal  não vai reforçar o contingente militar que tem nesta altura no Afeganistão.

Declarações  proferidas pelo governante, depois  de  ter  dado  posse  ao  novo  director  do Instituto  de  Defesa  Nacional,  em vésperas  do  assunto ser discutido  na  reunião dos  ministros  da  Defesa  que  integram a NATO.

"Não está prevista qualquer mudança na missão", assegurou o governante, quando questionado sobre o apelo da NATO para os países europeus reforçarem as forças que têm no Afeganistão.

O ministro da Defesa afirmou hoje que os militares portugueses deslocados para o sul do Afeganistão, em Kandahar, regressam a Cabul - local inicial da missão - no final de Setembro. "A missão dentro do aeroporto de Kandahar, de vigilância do perímetro do aeroporto, mantém-se, tem a duração de um mês e deverá regressar a Cabul no fim deste mês".

O  general  Aníbal  Ferreira  da  Silva  é  agora  o  responsável  pelo Instituto de Defesa  Nacional,  um  dos  organismos  que  na  prevista  reestruturação  dos  organismos  do Estado  deixa  de  ter  autonomia.

fonte: http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=176666

Citação de: "PUBLICO.PT"
Portugal não prevê reforçar missão no Afeganistão
(2006-09-27, 19h52)
O ministro da Defesa reafirmou hoje que não está previsto o reforço do contingente português no Afeganistão, apesar dos pedidos da NATO para um aumento dos efectivos ao serviço da missão naquele país.

"Não está prevista qualquer mudança na missão", assegurou Nuno Severiano Teixeira, que amanhã irá participar numa reunião informal dos ministros da Defesa da NATO, na Eslovénia, que terá como tema forte as operações no Afeganistão.

Segundo o governante, os militares portugueses que participam actualmente em missões no estrangeiro - cerca de mil nas contas do ministros - coincidem com “o empenho ao nível daquilo que é a posição de Portugal no mundo”.

"Não pensamos alterar esse empenhamento que é assinalável e reconhecido internacionalmente", sublinhou.

[continua...] (http://http)
fonte: http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1271559

Citação de: "PortugalDiário"
Afeganistão: portugueses regressam a Cabul
(2006-09-27, 19:43)
Militares colocados em Kandahar regressam até ao fim da semana

Os 140 militares portugueses deslocados para Kandahar, no Sul do Afeganistão, deverão regressar à capital do país até ao final da próxima semana, disse fonte oficial à agência Lusa.

O retorno do contingente a Cabul chegou a estar previsto para domingo, mas sofreu entretanto um ligeiro atraso, devendo ocorrer até ao final da primeira semana de Outubro, disse à agência Lusa um responsável do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, confirmara o regresso dos militares à capital afegã, dizendo que o retorno deveria acontecer até «final do mês», no sábado.

Cumpre-se assim o prazo de um mês de missão no Sul do Afeganistão, anunciado quando o contingente português foi deslocado para fazer a vigilância do aeroporto de Kandahar, região onde os fundamentalistas taliban estão particularmente activos e desencadeiam atentados e ataques diariamente.

Em Cabul permaneceram os restantes 14 militares nacionais integrados na missão da NATO no Afeganistão (ISAF).

Falando à margem da tomada de posse da nova direcção do Instituto de Defesa Nacional (IDN), Severiano Teixeira disse que «não está prevista qualquer mudança na missão», a propósito do apelo da NATO para os países europeus reforçarem as forças que têm no Afeganistão.

Em declarações aos jornalistas, o ministro garantiu ainda que o IDN vai continuar a existir mesmo após a entrada em vigor do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), que levará ao encerramento de muitas instituições estatais.

O ministro esteve presente na posse do novo director do Instituto de Defesa Nacional, o major-general Aníbal Ferreira da Silva, que substitui João Marques de Almeida, que vai assessorar do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

fonte: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=727955&div_id=291


Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 28, 2006, 05:55:42 pm
Já agora, amanhã comemora-se em Tancos o Dia da BrigRR. Vai haver a cena do costume: demonstração aeroterrestre, exposição estática, desfiles...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 12, 2006, 10:26:21 pm
Artigo sobre a Polícia do Exército no Afeganistão, publicada no Jornal do Exército:
http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... AFEGAO.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/JE/PE%20AFEGAO.pdf)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 07, 2006, 12:59:26 pm
Louvores atribuídos à 1ª e à 2ª Companhias de Comandos pelo ALM CEMGFA.

Citar
ESTADO-MAIOR-GENERAL DAS FORÇAS ARMADAS
Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General
das Forças Armadas
Louvor n.o 704/2006
Louvo a 2.a Companhia de Comandos, da Brigada de Reacção
Rápida, pelas excepcionais aptidões demonstradas e pela sua conduta
distinta como força de reacção rápida (quick reaction force) ao serviço
da Força Internacional de Segurança e Assistência (ISAF) da NATO
no teatro de operações (TO) do Afeganistão.
A 2.a Companhia de Comandos (2.a CCMDS) actuou sob controlo
operacional do Comando da ISAF (COMISAF), no período de 10 de
Agosto de 2005 a 17 de Fevereiro de 2006, tendo tomado parte num
total de 36 operações, montadas e apeadas, isoladamente ou em conjunto
com forças da Brigada Multinacional de Cabul, dos Comandos
Regionais Norte e Oeste, da Polícia de Cabul e do Exército Nacional
Afegão. Salientam-se as missões de escolta e segurança de altas entidades;
as acções de reforço da segurança de infra-estruturas da missão
de assistência das Nações Unidas no Afeganistão, de outras organizações
internacionais, da ISAF e ainda do centro de contagem de
votos durante o período eleitoral; a operação «Central QRF quick
response», na região de Farah, de demonstração das capacidades de
reforço da ISAF; as operações «Afghan venture» e «Afghan courage»,
de segurança e protecção aos membros do Governo e do Parlamento
Afegãos, em coordenação com a Força Nacional de Segurança do
Afeganistão; a operação «ISAF support to embassies/IC», em que
a força foi colocada na dependência directa do COMISAF a fim
de proceder, se necessário, à evacuação de pessoal de representações
diplomáticas para local seguro; a operação «ISAF provide reinforcement
to Northern and Western Regions», na qual a Companhia
manteve um elevado estado de prontidão preparada para, à ordem,
ser projectada para qualquer ponto da área de operações da ISAF,
por forma a assegurar a protecção das provincial reconstruction teams
que se encontrassem ameaçadas; e as operações da série «OCTOPUS
», destinadas a vigiar as possíveis áreas de lançamento de rockets,
detectar e deter qualquer actividade suspeita das opposing militant
forces (OMF).
Em 18 de Novembro de 2005, durante a execução de patrulhamentos
na região de Bagrami, a sul de Cabul, a 2.a CCMDS sofreu quatro
baixas na sequência do accionamento de um engenho explosivo improvisado
à passagem da viatura táctica blindada em que se faziam transportar
alguns dos seus elementos, tendo, em consequência, resultado
a morte do primeiro-sargento de infantaria «comando» João Paulo
Roma Pereira, ferimentos extensivos no cabo-adjunto «comando»
Horácio da Silva Mourão, além de outros dois feridos ligeiros.
No decurso da sua permanência no TO afegão, os militares da
2.a CCMDS sobressaíram-se de forma exemplar no cumprimento de
todas as tarefas que lhes foram cometidas. Operando em circunstâncias
particularmente desfavoráveis de clima, condições meteorológicas e
orografia regional, sob um ritmo desgastante, num ambiente altamente
instável em termos de segurança, e marcado pela rusticidade e pelo
desconforto, evidenciaram invulgar solidez física e anímica, excelente
preparação técnica e táctica, a par de uma apurada noção do dever
e inabalável determinação.
competência e o dinamismo da 2.a CCMDS, consubstanciados
na superior liderança dos seus quadros, na elevada disciplina e forte
coesão presentes na tropa, na sua postura abnegada perante a adversidade
e na serenidade em face do perigo, suscitaram, na generalidade,
viva impressão nos comandos sob cujas ordens serviram e nas forças
aliadas ao lado das quais actuaram, granjeando a sua admiração e
respeito, e recebendo daqueles as mais calorosas referências e elogios.
Pelas razões acima apontadas, pelo extraordinário contributo prestado
pela 2.a Companhia de Comandos, da Brigada de Reacção
Rápida, para a Missão da NATO no Afeganistão e, sobretudo, pelo
seu notável esforço em prol da segurança e da estabilidade regional,
dignificando e prestigiando grandemente as Forças Armadas Portuguesas
junto da Aliança e credibilizando Portugal no plano externo,
considero da mais elementar justiça qualificar os seus serviços como
excepcionais, relevantes e distintíssimos, dos quais resultaram evidente
honra e lustre para o Exército, para as Forças Armadas e para a
Pátria.
23 de Outubro de 2006.—O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, José Manuel Garcia Mendes Cabeçadas, almirante.
ANEXO
Relação dos militares da 2.a Companhia de Comandos que integraram
a força de reacção rápida (quick reaction force) no
âmbito da Força Internacional de Segurança e Assistência
(ISAF) da NATO no teatro de operações (TO) do Afeganistão
(de Agosto de 2005 a de Fevereiro de 2006).
MAJ INF (07323682) José Manuel Ferreira Afonso.
CAP INF (02890793) Raul Alexandre F. Sousa Pinto.
TEN INF (10075095) Tiago Emanuel M. Cardoso Ferreira.
ALF RC (09514296) Rui Manuel Carvalho Ribeiro.
ALF RC (06366099) Pedro Miguel Pires da Costa Luís.
SAJ INF (15927882) João Manuel Brás Bernardo.
1SAR SGE (13131289) José Luís Vicente Adão.
1SAR INF (11476391) Carlos Miguel da Silva Barry.
1SAR INF (06248493) João Paulo Roma Pereira.
1SAR RC (01903294) Luís Miguel Monteiro Gonçalves Capelo.
1SAR INF (01966194) Paulo Rui Pires Barroso.
1SAR INF (08197494) Vasco José Miguel Santos.
2SAR INF (33383693) António Avelino Martins de Castro.
2SAR RC (02125794) Luís Emanuel Penafria Carpinteiro.
2SAR RC (12113396) Paulo Alexandre Leite dos Santos.
2SAR RC (18306300) Bruno António F. Gomes.
FUR RC (02527398) Sérgio Alexandre Carvalho Teixeira.
FUR RC (00686400) Pedro Filipe de Abreu Monteiro.
FUR RC (01191500) Pedro Manuel dos Santos.
FUR RC (10974500) Luís Carlos Patrício Pereira Moreira.
FUR RC (03454401) Dario Augusto Farinha Anjos.
FUR RC (10591801) José Bruno Oliveira Aluai das Neves.
FUR RC (06686402) João Alexandre Fernandes Correia.
FUR RC (07941802) Paulo Sérgio Moreira da Costa.
2FUR RC (03053602) Nuno André Pereira Azevedo.
2FUR RC (04267002) Rui Miguel Mártires da Silva.
2FUR RC (04860502) Pedro Alexandre Xavier Amarante.
2FUR RC (14097302) Tiago Fernandes Fidalgo.
2FUR RC (19952902) Saul Faria Santos.
CADJ RC (25608191) João Manuel Ferreira da Silva.
CADJ RC (23457293) Helder Heleno Ramos.
CADJ RC (27923893) Isaac Manuel Borges Braga.
CADJ RC (33480993) Paulo Jorge Pereira de Carvalho.
CADJ RC (04389094) Jorge Miguel Valente Santos.
CADJ RC (09580394) Humberto Manuel Pereira Pedro.
CADJ RC (11323094) José António D. Suzana.
CADJ RC (19762394) João Manuel de Sousa.
CADJ RC (02015695) Carlos José.
CADJ RC (06441895) Rui Miguel Batinas Martins.
CADJ RC (10967596) João Carlos Sanches Tavares.
CADJ RC (05040997) Ilídio Manuel Silva Martins.
CADJ RC (08804597) Manuel António Ferreira da Silva.
CADJ RC (18270397) Nelson Tavares.
CADJ RC (18901598) Horácio da Silva Mourão.
1CAB RC (05523694) Jaime Evandro André Almeida.
1CAB RC (11459696) José Silva Teixeira.
1CAB RC (07443599) Marco Paulo Gomes Teixeira.
1CAB RC (13935699) Justino dos Santos.
2CAB RC (15871398) Mauro Matos Veloso Rocha.
2CAB RC (07835499) Hélder Marques Pereira Teixeira.
2CAB RC (10150301) Cláudio Gomes Rodrigues da Costa.
SOLD RC (04572395) Rui Paulo Oliveira Santos.
SOLD RC (01682497) Hugo Manuel dos Santos Ferreira.
SOLD RC (14029097) José Rodrigo Bento Baião.
SOLD RC (18800997) Dinarte Hugo de Andrade Branco.
SOLD RC (17133098) Ricardo José Neves Estrada.
SOLD RC (05620399) Sérgio Augusto Tomaz.
SOLD RC (08527999) Pedro Filipe Alves Cruz.
SOLD RC (09302599) Cláudio Francisco Gomes Lourenço.
SOLD RC (19303799) Márcio Miguel da Silva Parreira.
SOLD RC (19775099) Rui Celestino Varela Monteiro.
SOLD RC (06229600) Frederico Edgar Oliveira Seixo Jordão.
SOLD RC (01885701) Wilson Gonçalves dos Santos.
SOLD RC (02351301) Márcio Silva Magalhães.
SOLD RV (08766101) Bruno Gonçalo Oliveira Machado.
SOLD RC (09582201) Osvaldo Emanuel Marques Farinha.
SOLD RC (01060702) José Renato Tavares Gouveia.
SOLD RC (01253502) Ricardo Nuno A. Ferreira Gomes.
SOLD RC (01787402) Valter José Valério Caralinda.
SOLD RC (01928702) Nelson Miguel Alves Fernandes.
SOLD RC (02141602) André Clemente Duarte Opinião.
SOLD RC (04493702) Pedro Miguel Lopes Ferreira.
SOLD RC (04688802) José Lúcio Miranda.
SOLD RC (05030002) Filipe Jorge Neto Ferreira.
SOLD RC (05307802) Rui Miguel Príncipe Marques.
SOLD RC (05469502) David Miguel Claro Martins.
SOLD RC (05744402) Daniel Jones Carrapiço.
SOLD RC (06213902) José Eduardo Fernandes C. Capelas.
SOLD RC (06383902) Michel Soares Francisco.
SOLD RC (06723402) Watson-Ney Afonso Gama.
SOLD RC (06878302) Nelson Rosa Webana Francisco.
SOLD RC (07600502) Luís Jorge Moreira Almada Monteiro.
SOLD RC (07738602) Tiago João Soares de Almeida.
SOLD RC (08706202) Samuel Simão Cadete.
SOLD RC (10712502) Carlos Manuel Raimundo Romão.
SOLD RC (10885402) Jorge Augusto Lopes Guerra.
SOLD RC (10935702) Duarte Jaime Machado Vieira.
SOLD RC (11206802) Paulo Rosa.
SOLD RC (11554402) Carlos Alberto Martins Rodrigues.
SOLD RC (12679302) Duarte Rafael da Silva Jorge.
SOLD RC (12805502) Ricardo Miguel Damião de Jesus.
SOLD RC (12939202) Carlos do Nascimento Cruz.
SOLD RC (13193802) João Pedro do Pereiro Venâncio.
SOLD RC (13264002) José Carlos da Silva Guerreiro.
SOLD RC (13825302) Carlos A. da Cunha Fontão.
SOLD RC (13915602) Carlos Manuel Malta Costa.
SOLD RC (13994002) Joel Amâncio Borges Sequeira.
SOLD RC (14073002) Nuno Ricardo Ferreira Cardoso.
SOLD RC (15028002) Nuno Ricardo da Costa Silva.
SOLD RC (15247302) Pedro Ricardo Lopes Martins.
SOLD RC (15367502) Tiago Emanuel Fernandes Galvão.
SOLD RC (15821602) Nelson José Domingues Loureiro.
SOLD RC (16735402) Paulo Jorge dos Santos Marques.
SOLD RC (17666102) Norberto Emanuel Salgado de Castro.
SOLD RC (18996602) Tiago Fernando Duarte César.
SOLD RC (19134002) Ricardo Filipe Gonçalves Lopes.
SOLD RC (19222602) Gonçalo Pocinho Rendeiro Cravo.
SOLD RC (03898503) Sérgio Dias Ramalheiro.
SOLD RC (04336603) Jorge Dias Ramalheiro.
SOLD RC (10802603) Luís Filipe Mendes da Costa Ferreira.
SOLD RC (14243403) Bruno Tiago Branco Oliveira.
SOLD RC (19239303) Alexandre Dias Ramalheiro.
SOLD RC (19891803) Marco Paulo Rodrigues Lima.

Citar
Louvor n.o 705/2006
Louvo a 1.a Companhia de Comandos, da Brigada de Reacção
Rápida, pelas excepcionais qualidades evidenciadas e pelo seu brilhante
desempenho como força de reacção rápida (quick reaction force)
no quadro da Força Internacional de Segurança e Assistência (ISAF)
da NATO no teatro de operações (TO) do Afeganistão.
A 1.a Companhia de Comandos (1.a CCMDS), atribuída sob controlo
operacional do Comando da ISAF (COMISAF), de 18 de Fevereiro
de 2006 a 29 de Agosto de 2006, participou em 29 operações,
das quais se destacam: a operação «GOA Conference», em que a
força manteve, em permanência, durante os três dias da assembleia
em Cabul dos governadores provinciais e membros dos concelhos
afegãos, um alto estado de alerta, preparada para actuação helitransportada;
as operações «Cockroach I», «Cockroach II» e «Crow», que
se traduziram na execução de patrulhamentos intensivos, diurnos e
nocturnos, a fim de dissuadir e detectar o lançamento de rockets nos
sectores mais críticos da área de operações de Cabul, designadamente
em Bagrami e Paghman; as várias acções de patrulhamento de longo
alcance, de reconhecimento de itinerários, bem como de estabelecimento
de postos de controlo em conjunto com a polícia de Cabul;
as operações «Supermarket I», «Supermarket II» e «Pass Guard»,
que visaram o reforço da segurança de paióis de explosivos e munições,
tanto do Exército Nacional Afegão como da Brigada Multinacional
de Cabul; as diversas missões de segurança e de protecção das equipas
médicas móveis e das equipas de inactivação de engenhos explosivos,
chamadas a intervir localmente em situações de emergência; a operação
«Turtle», na qual a 1.a CCMDS, destacada para a província
de Farah, na área de responsabilidade do Comando Regional Oeste
em resposta ao aumento da insegurança local, patrulhou intensamente
a zona de acção atribuída durante um mês, mantendo, em simultâneo,
grupos de combate em reserva de intervenção a uma hora e a duas
horas de pré-aviso em Shindand e em Herat, respectivamente; e a
operação «Rat Trap II», na qual a companhia se manteve pronta
para, à ordem, participar na captura de insurgentes na parte central
de Cabul.
Ao longo da sua permanência no TO afegão, operando em circunstâncias
extremamente adversas de clima, condições meteorológicas
e orografia regional, sob um ritmo desgastante, em ambiente
de grande rusticidade e de acentuada instabilidade em termos de
segurança, os militares da 1.a CCMDS, mercê da sua invulgar robustez
psicológica e física, da sua excelente preparação técnica e táctica,
denotando apurado sentido do dever, profunda noção de disciplina
e forte coesão, temperados por uma inquebrantável determinação,
grande serenidade e coragem em todas as circunstâncias, cumpriram
cabalmente, de forma abnegada, com manifesta sobriedade e discrição,
todas as tarefas de que foram incumbidos.
O seu marcado profissionalismo, elevada prontidão e eficácia foram
patentes em diversas ocasiões, quer no decurso dos patrulhamentos
nas movimentadas ruas de Cabul, quer na condução de operações
no ambiente rural de Farah, quer ainda na sua actuação como reserva
do COMISAF, suscitando deste, bem como dos demais comandos
multinacionais a que estiveram adstritos ou sob as ordens de quem
operaram, os mais rasgados elogios e entusiásticas referências.
Sobressaindo-se pelos altos padrões de actuação, pela flexibilidade
de emprego operacional, por um genuíno espírito de colaboração
e permanente disponibilidade para a acção, os quadros e tropa da
1.a CCMDS granjearam enorme respeitabilidade e credibilidade no
seio da ISAF, justificando na íntegra a reputação que lhes foi creditada
de «[. . .] soldados duros, conhecedores e versáteis, firmes e constantes
perante o desconforto e o perigo [. . .]», e ainda a sua citação pública
como magníficos exemplos para as restantes forças aliadas ao lado
das quais actuaram.
Pelas razões acima expressas, pelo inestimável contributo prestado
pela 1.a Companhia de Comandos, da Brigada de Reacção Rápida,
para a missão da NATO no Afeganistão e, sobretudo, pelos seus
denodados esforços em prol da segurança e da estabilidade regional,
muito dignificando e prestigiando as Forças Armadas Portuguesas
junto da Aliança e elevando o nome de Portugal no plano externo,
considero da mais elementar justiça qualificar os seus serviços como
excepcionais, relevantes e distintíssimos, dos quais resultaram evidente
honra e lustre para o Exército, para as Forças Armadas e para a
Pátria.

23 de Outubro de 2006.—O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, José Manuel Garcia Mendes Cabeçadas, almirante.

ANEXO
Relação dos militares da 1.a Companhia de Comandos que integraram
a força de reacção rápida (quick reaction force) no
âmbito da Força Internacional de Segurança e Assistência
(ISAF) da NATO no teatro de operações (TO) do Afeganistão
(de Fevereiro a de Agosto de 2006).
MAJ INF (10663685) José António Emídio Martins Ruivo.
CAP INF (03197893) Manuel António Paulo Lourenço.
TEN RC (04030097) Hélio Leandro Fernandes da Costa.
TEN RC (17206398) Óscar Manuel Neto Lourenço.
ALF RC (16251200) Edgar Alexandre Gomes do Gordo.
SAJ INF (18382085) António José Batista Ferreira.
SAJ INF (11858287) José Pedro Mata Cordeiro.
1SAR INF (08814985) Alberto Pinto Guedes.
1SAR ART (14727488) Edmundo da Conceição Batista.
1SAR PESSEC (03303491) António Pedro dos Santos Fortes.
1SAR AM (05374591) Alexandre Manuel Vieira da Rosa.
1SAR INF (26097291) Sérgio David Vaz de Matos Xarepe.
1SAR INF (27002891) Sérgio António Ribeiro de Oliveira.
1SAR INF (27456191) Paulo Alexandre Nunes Coito.
1SAR INF (00245293) Hélder Nuno Miguel dos Santos Rodrigues.
1SAR MAT (26868993) José Carlos Agostinho Esteves.
1SAR INF (29966693) Rui Manuel da Silva Henriques.
1SAR CAV (39954893) Manuel da Silva Garcês Soares.
1SAR INF (19531594) Luís Miguel Verde Marcos.
1SAR INF (11697396) Paulo Sérgio da Silva Semedo.
1SAR ENG (12078998) Fernando Salgueiro da Silva.
2SAR INF (11108198) Nuno Miguel Carvalho Neves.
2SAR INF (15030096) Marco Paulo Gaspar Alexandre.
2SAR INF (04591596) Paulo César Videira do Espírito Santo.
2SAR RC (11066898) Gonçalo Miguel Roque Fulgêncio.
2SAR INF (18618498) Luciano Miguel Russo Esteves.
FUR RC (02675301) Edgar Noé Morteira Santos.
2FUR RC (16540900) Eduardo Filipe Silva Santos.
2FUR RC (19249902) João Pedro Lucena Pinto.
2FUR RV (02041703) Hugo Samuel Leão Soares.
CADJ RC (25608191) João Manuel Ferreira da Silva.
CADJ RC (12345793) Helder Heleno Ramos.
CABJ RC (08134194) Tiago Pedro Teixeira Maia Ernesto.
CADJ RC (04389094) Jorge Miguel Valente Santos.
CADJ RC (19762394) João Manuel de Sousa.
CADJ RC (06441895) Rui Miguel Batinas Martins.
CADJ RC (12163195) Marco António Coelho Ferreira.
CADJ RC (08101696) João Filipe Relvas Araújo.
CADJ RC (08188796) António Miguel Sanches Borges.
CADJ RC (10967596) João Carlos Sanches Tavares.
CADJ RC (11459696) José Silva Teixeira.
CADJ RC (14866096) José Carlos Oliveira Martins.
CADJ RC (05040997) Ilídio Manuel Silva Martins.
CADJ RC (08138497) João Filipe Alves Lamela.
CADJ RC (08127198) Joel Paulo Batista do Nascimento.
CADJ RC (02677699) João Paulo Pimentel Antunes.
CADJ RC (19414799) Luís Miguel Cardoso Ferreira.
1CAB RC (06357097) Mário Barbosa Duarte.
1CAB RC (10150301) Cláudio Gomes Rodrigues da Costa.
1CAB RC (00361402) André Ângelo Figueiredo Adriano.
2CAB RC (11516995) Pedro Miguel Maciel da Silva.
2CAB RC (01342496) Flúvio Roberto Cascabulho Deodato.
2CAB RC (13784696) Victor Manuel de Moura Marinho.
2CAB RC (02637897) João Luís Duarte Correia.
2CAB RC (17334597) José Carlos Vieira Costa.
2CAB RC (06634898) João Pedro Lopes Rollin Duarte.
2CAB RC (11123298) Arlindo Manuel Lopes Severino.
2CAB RC (11488098) António Carlos Guerreiro Ferreira.
2CAB RC (14995098) Carlos Manuel dos Reis Borges.
2CAB RC (00804099) Lenate Miguel Cristina Inácio.
2CAB RC (00932499) Serafim Valente Martins.
2CAB RC (04708599) Adilson Luís Queirós Saraiva.
2CAB RC (00248400) Carlos Miguel Marques Cunha Oliveira.
2CAB RC (16031400) Carlos Eduardo Mendonça de Figueiredo.
2CAB RC (03743001) Eduardo Emanuel Vinagreiro Galhano da
Silva.
SOLD RC (12923495) José António dos Santos Marta.
SOLD RC (14326597) Victor Manuel Pereira Ramos.
SOLD RC (18800997) Dinarte Hugo de Andrade Branco.
SOLD RC (17133098) Ricardo José Neves Estrada.
SOLD RC (07232099) Eduardo Tavares Lopes.
SOLD RC (07806799) Pedro Miguel Barroso.
SOLD RC (10639799) Paulo Jorge Teixeira Guedes.
SOLD RC (16973899) João Nuno Varino Alves.
SOLD RC (00407400) Joel Correia da Cruz.
SOLD RC (13343300) Bruno Miguel Moreira B. Rocha.
SOLD RC (01760801) Nelson Alexandre André Mascarenhas.
SOLD RC (03490801) Joel Xavier Gomes Pacheco.
SOLD RC (04584301) Wilson Pedro Monteiro Sousa.
SOLD RC (16312401) Bruno Vieira Santos.
SOLD RC (16718901) Vítor Manuel Crispim Melato.
SOLD RC (19631101) João Carlos Direitinho Barnabé.
SOLD RC (19686401) Hugo Miguel Cardoso Guerra.
SOLD RC (00820202) Diogo Alves de Campos.
SOLD RC (01253502) Ricardo Bruno Alves Ferreira Gomes.
SOLD RC (01928702) Nelson Miguel Alves Fernandes.
SOLD RC (03058702) Carlos Manuel de Jesus Pipo.
SOLD RC (04056802) Hélder Manuel da Rocha Ferreira.
SOLD RC (04615002) Jorge Filipe Martins Santos.
SOLD RC (07686802) Dany Manuel Vieira Pereira.
SOLD RC (08669302) Francisco Hugo Castro Pinto.
SOLD RC (08706202) Samuel Simão Cadete.
SOLD RC (08968602) José António Valente Lopes.
SOLD RC (09774702) David Filipe Dias dos Santos.
SOLD RC (10203102) Daniel José Soares Lopes.
SOLD RC (13825302) Carlos Alberto da Cunha Fontão.
SOLD RC (13994002) Joel Amâncio Borges Sequeira.
SOLD RC (14969202) Eduardo José Cunha Martins
SOLD RC (19148602) Hugo Miguel Sobreiro Matos.
SOLD RC (19555502) Ricardo Alexandre Mendes de Oliveira.
SOLD RC (03241203) Albino Tiago Rosa Sousa.
SOLD RC (05253903) Dan Balsemão Thykjaer.
SOLD RC (06996703) Ricardo Nave Santos Loureiro da Silva.
SOLD RC (07818703) José Luís Marinho dos Reis e Costa.
SOLD RC (08141903) Daniel Joaquim Ribeiro Duarte.
SOLD RC (12337003) António Manuel Marques Cavaco.
SOLD RC (12613203) Wilson Miguel Gonçalves Ferreira.
SOLD RC (07720304) Alexandre Xavier Pereira.
SOLD RC (08145804) Ricardo José Ferreira Coelho.
SOLD RC (08267904) João Paulo da Conceição Fernandes.
SOLD RC (10898504) Eduardo Rodrigues Gomes.
SOLD RC (11128704) José Luís Salgueiro Palma.
SOLD RC (13670804) Hugo Manuel Ramos Frutuoso.
SOLD RC (13935604) Joel Santos Cardoso.
SOLD RC (18280904) Luís Carlos da Cruz Salvador.


Fonte: http://dre.pt/pdfgratis2s/2006/11/2S214A0000S00.pdf (http://dre.pt/pdfgratis2s/2006/11/2S214A0000S00.pdf)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 28, 2007, 10:21:36 am
Para Kandahar
Comandos e Páras portugueses partiram para o Afeganistão


“Ficas fiel depositário deste isqueiro e quero que daqui a seis meses mo tragas de volta.” E o isqueiro a gasolina, com o escudo dos Comandos gravado na tampa, passou da mão do antigo sargento-comando Venâncio para as mãos do capitão-comando Grilo.


Depois das lágrimas da despedida, o embarque para o Afeganistão
Um gesto simbólico de confiança, entre um veterano condecorado com Cruzes de Guerra e Mérito Militar e o oficial que comandou o grupo de 112 comandos e pára-quedistas que ontem partiu para o Afeganistão, bem como dois controladores aéreos da Força Aérea.

A aerogare do Aérodromo Militar n.º 1, no Figo Maduro, Lisboa, foi pequena para as centenas de familiares que se despediram dos soldados portugueses que integram duas companhias da Brigada de Reacção Rápida destacadas para render o 1.º Batalhão Pára-quedista, em Kandahar, no Afeganistão.

A Associação de Comandos também se fez representar com uma delegação de veteranos que desta forma apoiou os jovens soldados.

Ao longo da tarde, as horas decorriam com o crescendo do nervosismo dos parentes, enquanto os Comandos escondiam os seus sentimentos num ambiente de descontracção à espera do embarque no avião fretado à companhia low cost Grijet.

Depois do chek-in e à ordem de embarque, a emoção cresceu numa onda súbita, num último abraço, num último beijo. As lágrimas nos olhos dos que ficaram.

E a angústia de um furriel, último a embarcar, que até mais não poder esperou a chegada da filha, presa algures no trânsito. “Paciência. Tenho de ir”, murmurou com um último olhar para a porta ao fundo da sala antes de passar a porta para o exterior, em direcção ao embarque.

Numa breve cerimónia presidida pelo major general Quesada Pastor, do Comando Operacional do Exército, este oficial reafirmou a confiança e esperança nos nossos militares.

A força portuguesa agora no Afeganistão é comandada pelo tenente-coronel Pipa Amorim, que já se encontra naquele país asiático com 35 militares. Durante seis meses, os nossos compatriotas integram a ISAF. Ao todo são 150 elementos do Exército e sete da Força Aérea. Paralelamente, cinco oficiais portugueses estão destacados no quartel-general da ISAF.

TESTEMUNHOS NA HORA DA PARTIDA

"VALORES NACIONAIS E DOS COMANDOS" Capitão Grilo | Comandante do grupo

“O Afeganistão é um cenário que em termos de segurança e de aplicabilidade da força nada tem que ver com o Kosovo, a Bósnia ou Timor, onde estive anteriormente. Mas esta força está preparada e ciente das dificuldades que vai encontrar. E está preparada para respeitar e viver os altos valores nacionais dos Comandos.”

"VINTE E CINCO ANOS DE EXPERIÊNCIA" Sarg. Ajd. Bom. | Adjunto de Comando

“A classe dos sargentos é a ligação entre os praças e o comando. A falta de experiência em missões deste tipo é substituída pelos 25 anos de serviço efectivo, uma experiência importante para saber dar uma palavra de alento e estar junto dos soldados quando precisam de desabafar, sobretudo quando estão longe das famílias.”

"UMA MISSÃO PARA CUMPRIR ATÉ AO FIM" Webana Francisco | Soldado

“Voltar ao Afeganistão é uma missão para cumprir até ao fim. Espero encontrar antigos companheiros que estiveram comigo da primeira vez e neste entretanto temos mantido o contacto pela internet. É um país onde se tem de andar sempre com cuidado, mesmo dentro do acantonamento militar. Volto porque é o que o meu coração manda.”

ACÇÕES FORA DE CABUL

Os Comandos vão actuar mais vezes fora de Cabul, integrados na ampliação da acção da ISAF

GRADUADO EM MAJOR

O capitão Grilo teve a surpresa de ser graduado em major imediatamente antes de embarcar

APOIO ESPIRITUAL

O contigente português é acompanhado pelo capelão Teixiera que lhe presta apoio espiritual
Falcão-Machado

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... l=10&p=200 (http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=232715&idselect=10&idCanal=10&p=200)
Título:
Enviado por: typhonman em Março 01, 2007, 07:40:35 pm
Ao todo quantos soldados dos comandos e paraquedistas operam no Afeganistão?
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Março 02, 2007, 12:21:20 pm
Citação de: "Typhonman"
Ao todo quantos soldados dos comandos e paraquedistas operam no Afeganistão?


Não são apenas Comandos agora? 2ª Companhia penso eu.

160 estão no teatro de operações.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 02, 2007, 05:03:09 pm
Citar
EMBARQUE DA 2ª COMPANHIA DE COMANDOS PARA O AFEGANISTÃO
Em 12 de Fevereiro de 2007, pelas 09H00, no Aeródromo de Trânsito nº1 (Figo Maduro) em Lisboa, partiram em avião militar (C-130), os primeiros 41 militares da 2ª Companhia de Comandos da Brigada de Reacção Rápida, num total de 150 militares, rumo a Cabul, capital do Afeganistão, integrada na Força de Reacção Rápida, da Brigada Multinacional, da International Security Assistance Force (ISAF).

Esta Força irá ser comandada pelo Tenente-Coronel de Infantaria Pipa Amorim, que irá render, até final do mês de Fevereiro, a 11ª Companhia de Pára-quedistas do 1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida, que se encontra no Teatro de Operações, em Cabul, desde Agosto de 2006.
 
2/12/2007
 

Citar
RENDIÇÃO DOS MILITARES PORTUGUESES EM MISSÃO NO AFEGANISTÃO
Em 27 de Fevereiro de 2007, pelas 19H00, no Aeródromo de Trânsito nº1 (Figo Maduro) em Lisboa, partiram a bordo de uma aeronave civil, fretada para o efeito, os restantes 115 militares, 113 da 2ª Companhia de Comandos da Brigada de Reacção Rápida e dois militares da Força Aérea do Grupo de Controlo Aéreo Táctico que vão integrar a Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF).

Esta Força Nacional Destacada, após transferência de autoridade a ocorrer no dia 28 de Fevereiro, em Cabul, permanecerá durante os próximos seis meses em território do Afeganistão e é constituída por um total de 155 militares do Exército e sete militares do Grupo de Controlo Aéreo Táctico da Força Aérea, sob comando do Tenente-Coronel de Infantaria Pipa Amorim.

Fotografia cedida pelo fotógrafo Tiago Sousa Dias – CM.
 
2/28/2007


Exército (http://http)
Título:
Enviado por: Yosy em Março 02, 2007, 08:13:14 pm
Epá, desculpem lá, mas se há uma coisa que me irrita são estas despedidas no aeroporto ao estilo "Guerra Colonial". É mesmo ridículo. Deviam fazer como o DAE e o pessoal dos C-130 e outros: despedem-se em casa, e não há cá choradeiras. Até porque parece que vão para a morte, mas depois têm Net e podem ligar quase todos os dias para casa.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 02, 2007, 08:29:39 pm
Citação de: "Yosy"
Epá, desculpem lá, mas se há uma coisa que me irrita são estas despedidas no aeroporto ao estilo "Guerra Colonial". É mesmo ridículo. Deviam fazer como o DAE e o pessoal dos C-130 e outros: despedem-se em casa, e não há cá choradeiras. Até porque parece que vão para a morte, mas depois têm Net e podem ligar quase todos os dias para casa.


 ;)
Título:
Enviado por: Yosy em Março 02, 2007, 10:07:54 pm
Citação de: "Lancero"
Citação de: "Yosy"
Epá, desculpem lá, mas se há uma coisa que me irrita são estas despedidas no aeroporto ao estilo "Guerra Colonial". É mesmo ridículo. Deviam fazer como o DAE e o pessoal dos C-130 e outros: despedem-se em casa, e não há cá choradeiras. Até porque parece que vão para a morte, mas depois têm Net e podem ligar quase todos os dias para casa.

 ;)


Nã, nã, não é isso - quando foram para lá estava lá a RTP e não havia mariquices. Até entrevistaram o comandante do C130 que os ia levar (e ficava lá também) e ele disse muito naturalmente que as despedidas tinham sido feitas em privado, em casa.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 02, 2007, 10:36:46 pm
Você fala de alhos (partida) e eu de bugalhos (chegada)  :lol:

Mas não interessa, a minha discordância com a sua opinião (que valorizo) mantém-se.
Título:
Enviado por: hellraiser em Março 03, 2007, 02:23:36 pm
Citação de: "Yosy"
Epá, desculpem lá, mas se há uma coisa que me irrita são estas despedidas no aeroporto ao estilo "Guerra Colonial". É mesmo ridículo. Deviam fazer como o DAE e o pessoal dos C-130 e outros: despedem-se em casa, e não há cá choradeiras. Até porque parece que vão para a morte, mas depois têm Net e podem ligar quase todos os dias para casa.


 :roll:  :roll:
Título:
Enviado por: Lancero em Março 09, 2007, 04:34:07 pm
Citar
Afeganistão: Militares portugueses chegados em Fevereiro em "fase de adaptação"

Lisboa, 09 Mar (Lusa) - Os militares portugueses em missão no Afeganist ão desde finais de Fevereiro estão ainda em "fase de adaptação" e só em meados d e Março irão para o terreno em patrulhas, afirmou à Lusa uma fonte militar.

        As tropas, integradas na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), estão em "preparação e treino" e apenas "em meados do mês estarão em ac tividade operacional plena", acrescentou uma fonte do Estado-Maior-General das F orças Armadas (EMGFA).

        Forças da NATO lançaram a 06 de Março "a maior ofensiva" no país, junta mente com o exército afegão, numa operação que envolve 5.500 homens, que teve co mo objectivo estabelecer a segurança na província de Helmand, onde os talibãs co ntrolam várias zonas.

        Em Cabul, estão 155 militares portugueses do Exército e sete da Força A érea, às ordens da força da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação do s seus quase 60 anos de história, iniciada após os atentados de 11 de Setembro d e 2001 para derrubar o regime talibã.

        A rendição do contingente militar português efectuou-se em Fevereiro.

        A NATO comanda no Afeganistão a maior operação dos seus quase 60 anos d e história, com cerca de 33 mil efectivos de 37 países destacados na ISAF, força que em Outubro de 2006 concluiu a fase de expansão geográfica a todo o territór io afegão.
Título:
Enviado por: Lightning em Março 09, 2007, 06:05:41 pm
Peço desculpa mas já tou farto de procurar, alguém me sabe dizer onde se encontra a foto do militar da FAP no Afeganistão em cima de um veiculo e armado com uma G36?

Obrigado
Título:
Enviado por: sturzas em Março 09, 2007, 08:28:18 pm
Lightning

Será esta?

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg54.imageshack.us%2Fimg54%2F8818%2Flis1263597ru1qz6.th.jpg&hash=3a3f69da2ced5800406583d77af67432) (http://http)
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Março 09, 2007, 10:16:28 pm
Citação de: "Lightning"
Peço desculpa mas já tou farto de procurar, alguém me sabe dizer onde se encontra a foto do militar da FAP no Afeganistão em cima de um veiculo e armado com uma G36?

A FAP usou viaturas blindadas Panhard VBL, cedidas pelo Exército, para apoio a operações de controlo aéreo próximo (TACP – Tactical Air Control Party). Como sabem, normalmente, os militares destacados em missões no exterior operam com a viatura blindada Thyssen Condor.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.photobucket.com%2Falbums%2Fv293%2Filha113%2Ftacp1.jpg&hash=14db4deadc2a008c69759aaab1766918)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.photobucket.com%2Falbums%2Fv293%2Filha113%2Ftacp2.jpg&hash=330c7896a53743338a2072ecceddce3e)

Uma possível explicação - note-se, uma hipótese - seria o uso das G-36K do Corpo de Polícia Aérea (no RESCOM). Não me espantaria já que as unidades TACP portuguesas no Afeganistão operam conjuntamente com forças estrangeiras (e.g., equipas holandesas) que usam o calibre 5,56mm.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 09, 2007, 11:09:56 pm
O mais estranho é q é só essa foto em que aparece os militares da FAP com a G-36, todas as outras fotos eles aparecem com a velha G-3. Acho que é mais provável que tenha sido emprestada para a foto por um militar de outro contigente.
Título:
Enviado por: Lightning em Março 09, 2007, 11:36:54 pm
Citação de: "sturzas"
Lightning

Será esta?

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg54.imageshack.us%2Fimg54%2F8818%2Flis1263597ru1qz6.th.jpg&hash=3a3f69da2ced5800406583d77af67432) (http://http)


É essa mesmo, muito obrigado.
Título:
Enviado por: Lightning em Março 09, 2007, 11:43:10 pm
Citação de: "Pedro Monteiro"
Citação de: "Lightning"
Peço desculpa mas já tou farto de procurar, alguém me sabe dizer onde se encontra a foto do militar da FAP no Afeganistão em cima de um veiculo e armado com uma G36?
A FAP usou viaturas blindadas Panhard VBL, cedidas pelo Exército, para apoio a operações de controlo aéreo próximo (TACP – Tactical Air Control Party). Como sabem, normalmente, os militares destacados em missões no exterior operam com a viatura blindada Thyssen Condor.

Que eu saiba as Condor são utilizadas pelos PA na segurança das bases aéreas e talvez outras unidades da FAP como por exemplo o AM1, nunca ouvi nada em relação a essas viaturas blindadas da FAP serem utilizadas no exterior, tem relatos disso?

Citar
Uma possível explicação - note-se, uma hipótese - seria o uso das G-36K do Corpo de Polícia Aérea (no RESCOM). Não me espantaria já que as unidades TACP portuguesas no Afeganistão operam conjuntamente com forças estrangeiras (e.g., equipas holandesas) que usam o calibre 5,56mm.

Cumprimentos,
Pedro Monteiro


Só um pormenor o Corpo da PA já não existe, pode até ter sido iniciativa propria da FAP usar a G36 já que practicamente todos os paises usam o calibre 5.56 ou por outro lado pode ter sido por uma uniformização da força portuguesa a nivel de munições com os páraquedistas pois eles também usam esse calibre nas Galil.
Título:
Enviado por: typhonman em Março 09, 2007, 11:50:26 pm
As Condor foram usadas no Kosovo na TACP, Tactical Air Control Party e se não estou em erro no Afeganistão..
Título:
Enviado por: Pedro Monteiro em Março 09, 2007, 11:54:07 pm
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Que eu saiba as Condor são utilizadas pelos PA na segurança das bases aéreas e talvez outras unidades da FAP como por exemplo o AM1, nunca ouvi nada em relação a essas viaturas blindadas da FAP serem utilizadas no exterior, tem relatos disso?

Um artigo sobre a participação das Condor na missão da KFOR pode ser consultado na revista Mais Alto nº 330:
http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/suma ... numero=330 (http://www.emfa.pt/www/po/maisalto/sumario.php?numero=330)

Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Título:
Enviado por: Lightning em Março 09, 2007, 11:56:15 pm
Estamos sempre a aprender c34x .
Título:
Enviado por: sturzas em Março 10, 2007, 03:00:29 am
Viva a todos

Penso que a utilização das M11 Panhard por parte dos elementos do TACP, se deve ao facto dos elementos da BRR (comandos e páras)utilizarem esta viatura, nas suas missões de reconhecimento/patrulha. Toda cadeia de logística (manutenção) fica facilitada. Se o TACP utilizasse as viaturas Condor (como utilizou no Kosovo), penso que seriam os únicos no terreno a fazê-lo.

Assim com as M11, além da logística mais avançada (ser mais do que uma viatura no terreno) tinhamos os franceses com as suas M11:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg156.imageshack.us%2Fimg156%2F8673%2F120281129jn4.th.jpg&hash=813029ba0b4ea7ee8cf4dc8e55a9b24f) (http://http)
Elemento "Comando" do 1º Destacamento (2ª Companhia), numa viatura M11 francesa, com posto de tiro MILAN

Quando pedimos emprestados os URO, também lá estavam os espanhóis, com a manutenção. Quando transformámos, os M1025A2 em M-PAV2, também lá estavam os americanos. Levar as Condor seria impraticável (estamos a falar de 155 elementos do Exército + 7 da Força Aérea); a manutenção de 163 efectivos, com um índice de operacionalidade bastante elevado, tendo em conta a distância geográfica que separa Portugal do Afeganistão, "obrigou" a que o TACP se "orientasse" com as M11. Já agora penso que o TACP actuava geralmente com 2 M11.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg150.imageshack.us%2Fimg150%2F9923%2Fdb5aeab4od1.th.jpg&hash=b26fc364c3cc48975e73218fe947714d) (http://http)
M11 com viuatura URO

Duas fotos curiosas. Uma da equipa TACP Norueguesa:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg144.imageshack.us%2Fimg144%2F5951%2F68907tacpisaf23az4.th.jpg&hash=8f1547dec07bb9cf01b4cbf9a0011a1c) (http://http)

Outra do nosso TACP (com um elemento italiano):

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg218.imageshack.us%2Fimg218%2F8110%2Fisafportuguese011dv6.th.jpg&hash=5e27f1a6fcb115a91172405387ad3aca) (http://http)

Relativamente à existência da G-36 num elemento da Força Aérea, isso poderá simplesmente, significar que pertence à PA (não TACP), tal como estiveram elementos da PE no Afeganistão, com missões de segurança; recorde-se que esteve um C-130 da FAP no Afeganistão a cumprir uma missão; recorde-se que o RESCOM deixou de existir, para criar a dita unidade de intervenção/segurança a aeronaves destacadas em missões no exterior... Vai na volta este elemento foi uma cobaia :idea:

Mais ainda, operacionalmente, o TACP utiliza o que se vê (a amiga G-3):

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg218.imageshack.us%2Fimg218%2F6700%2F68663tacpisaf21co5.th.jpg&hash=d1da2a63fcb54056a8d18e6d0c558c5f) (http://http)

Um pouco à parte, e relativamente à participação portuguesa na ISAF, num ponto de vista fotográfico, realço estes apontamentos, fotográficos, que fui recolhendo por sites, órgão de comunicação social, etc. Desconheço, ou pelo menos não anotei, o nome do autor das mesmas, e desde já (tal como para todas as outras fotos colocadas neste post), penso desculpa se estou a ferir qualquer direito de autor.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg150.imageshack.us%2Fimg150%2F4778%2Flis960671vm1.th.jpg&hash=b6e7dbda0811e7ce2158b89612e9b19a) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg150.imageshack.us%2Fimg150%2F3480%2F35166249ry5.th.jpg&hash=a9b47f101d022c0ce4a9ac04acf48291) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg215.imageshack.us%2Fimg215%2F7198%2F34297946qn9.th.jpg&hash=a0b6f0e4f01759701e65120d2e1ad11c) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg242.imageshack.us%2Fimg242%2F8593%2Fg32dfle5.th.jpg&hash=7827ccaeb9dd6a6d741d345177611f92) (http://http)

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lightning em Março 10, 2007, 11:39:02 am
Algumas dessas fotos são da própria FAP.

http://www.emfa.pt/www/destaques/afegan ... hp?lang=pt (http://www.emfa.pt/www/destaques/afeganistao/index.php?lang=pt)

Nesta página além das fotos podemos ter uma ideia das operações feitas desde o inicio até 2006 e pode pela minha maneira de ver, resolver algumas destas duvidas.

Eu pessoalmente não tenho duvidas que esse militar da FAP com G36 pertence ao TACP, repare-se no veiculo e no camuflado.

Mas podemos ir eliminando hipoteses uma a uma, o grupo de comando do KAIA esteve no Afeganistão entre 18 Julho e 1 de Dezembro de 2005 sempre utilizou aquele camuflado de deserto branco, ao contrário do militar da G36.

O C-130 esteve no Afeganistão em destacamento ainda antes, foram para lá em 19 Julho de 2004 e no inicio ainda usavam o camuflado verde, há que salientar que durante toda a sua estadia a sua protecção foi feita por militares Belgas, por isso não estiveram PAs com o C-130, além dessa foto ser num veiculo terrestre e não num avião.

A RESCOM foi transformada em NFOT, o que é que isso tem a ver com esta discução  :?:

Essa foto que diz ser dos militares do TACP armados com G-3, tem um ano e pouco e é do grupo de comandos que protegia o TACP.

Essa pagina da FAP deixou de ser actualizada em Janeiro de 2006 e até essa altura o TACP usava ou o camuflado igual ao Exército ou o camuflado branco, mas depois dessa data a FAP alterou o camuflado para um deserto amarelo igual ao que tem a RESCOM no exercicio que fez no dia da FAP em Braga e é esse camuflado mais recente que tem o militar da FAP com G-36.
Eu concluo que essa foto é mais recente que todas as que existem no site da FAP, devido ao camuflado e "suponho" que a FAP tenha alterado a arma do TACP de G-3 para G-36, repito por uma uniformização na munição com os páraquedistas, ou porque simplesmente não há problema em equipar uma grupo de 7 militares com essa arma (a RESCOM deve ter mais que 7 G-36) e ficam com a mesma munição dos restantes paises da ISAF.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 10, 2007, 01:50:36 pm
Citação de: "sturzas"
Mais ainda, operacionalmente, o TACP utiliza o que se vê (a amiga G-3):

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg218.imageshack.us%2Fimg218%2F6700%2F68663tacpisaf21co5.th.jpg&hash=d1da2a63fcb54056a8d18e6d0c558c5f) (http://http)


Os elementos da FAP na foto são precisamente os únicos que não estão armados de G3. Veja as botas e os crachás ao peito  :wink:

No entanto,

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emfa.pt%2Fwww%2Fdestaques%2Fafeganistao%2Ffotos%2Ftacp_farah%2Ftacp_farah3.jpg&hash=54d7caf838edaf92a120b147000c98f9)

Equipamento individual dos elementos do TACP

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emfa.pt%2Fwww%2Fdestaques%2Fafeganistao%2Ffotos%2Ftacp_farah%2Ftacp_farah9.jpg&hash=69351eaa98f8265b363b87d9c2078d76)

FAC do TACP
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 06, 2007, 03:21:52 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F1734111732007Cmds%2520MAR07_net1.JPG&hash=0c1038b7f7c9eddb9b26419ad6ae6c60)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F835111732007Cmds%2520MAR07_net2.JPG&hash=500ad79a112b2984e8a7fe2fddacd42a)


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COMANDOS NO AFEGANISTÃO NA OPERAÇÃO OQAB MAGNET

Decorreu de 4 a 9 de Março de 2007, na região de Surobi, a Operação OQAB MAGNET, nos vales das regiões de Uzbeen e Jegdalay, de modo a estender a influência do governo Afegão e criar condições para futuras actividades das Organizações Não Governamentais - OGN.
A Quick Reaction Force – QRF, constituída pelos militares portugueses da Força Nacional Destacada - FND no Afeganistão, teve como missão planear, coordenar, conduzir reconhecimentos e efectuar operações conjuntas com forças militares francesas,  a fim de se familiarizar com a Área de Operações do Regional Command Capital.

Com um Posto de Comando Avançado e um oficial de Ligação colocados na Forward Operating Base - Hawkeye, após familiarização da área, a QRF/FND patrulhou os cerca de 270 Km2 que compõem a área atribuída, durante o dia e a noite, por entre povos nómadas, pastores e caminhos de cabras, de modo a garantir a liberdade de movimentos nos dois itinerários (Violet e Crimson) que dão acesso ao distrito de Surobi.

Os militares portugueses encontram-se no teatro de operações do Afeganistão, desde meados do mês de Fevereiro de 2007, em fase de adaptação ao território e treino militar até meados do mês de Março. Este contingente é constituído por 150 militares da 2ª Companhia de Comandos da Brigada de Reacção Rápida e por sete militares do grupo de Controlo Aéreo Táctico da Força Aérea. Fazem ainda parte deste contingente cinco militares do Exército português no quartel-general da ISAF.

12MAR2007
Fotos: 2ª CCmds
 


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: lazaro em Abril 06, 2007, 10:13:09 pm
Do pouco que eu sei, naquele desfiladeiro, bastava fazer chichi para cima deles para uma emboscada ter sucesso. Que a sorte os proteja!
Título:
Enviado por: Ricardo em Abril 07, 2007, 12:25:00 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F1734111732007Cmds%2520MAR07_net1.JPG&hash=0c1038b7f7c9eddb9b26419ad6ae6c60)

Não tenho qualquer formação militar, mas se o cenário de actuação "oferece" às operação sempre um certo grau de perigo (p.e. emboscada, bombardeamento), não é um erro táctico elementar, em qualquer circunstância, agrupar no mesmo espaço tantos militares e viaturas (mesmo que blindadas)!?
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 07, 2007, 08:33:02 am
Citação de: "Ricardo"

Não tenho qualquer formação militar, mas se o cenário de actuação "oferece" às operação sempre um certo grau de perigo (p.e. emboscada, bombardeamento), não é um erro táctico elementar, em qualquer circunstância, agrupar no mesmo espaço tantos militares e viaturas (mesmo que blindadas)!?


O eventual erro a que se refere é mais do foro técnico que táctico e no meio militar denomina-se de dispersão (ou falta dela). Pelo fundo da fotografia esta parece ter sido obtida numa base/aquartelamento, onde em principio a probabilidade de se ser atacado é baixa ou inexistente. Na foto da estrada, em deslocamento fora da base/aquartelamento, já se verifica dispersão entre as viaturas.
Título:
Enviado por: Creoula em Maio 12, 2007, 12:15:00 pm
Citar
Comandos portugueses na guerra
Missão de alto risco no Afeganistão
Os militares portugueses, integrados na Força Internacional de Segurança e Assistência (ISAF) da NATO no Afeganistão, vão entrar em combate deliberado dentro de poucos dias, soube o SOL através de fontes militares.
A nova missão dos comandos portugueses consiste em detectar, desmembrar e liquidar células talibãs activas na região de Kandahar – uma das zonas mais inóspitas e perigosas do Afeganistão.
A missão deve prolongar-se por seis a oito semanas, envolvendo operações cobertas e encobertas e infiltrações superiores a 72 horas.
Os militares portugueses irão actuar ao lado das tropas especiais canadianas e norte-americanas – com as quais estiveram a treinar – e terão o apoio aéreo de outras forças da ISAF, segundo garantem fontes militares no teatro de operações.

SOL/online

Citar
Afeganistão: Deslocação de portugueses já estava prevista

O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas confirmou hoje a participação de militares portugueses numa missão em Kandahar, Afeganistão, adiantando que a possibilidade de deslocar comandos já estava prevista.
«Confirmo a deslocação para Kandahar onde têm uma missão operacional. [Os militares portugueses] estão integrados numa força de reacção rápida que tem mobilidade para ser deslocada, o que já estava previsto», afirmou à agência Lusa o comandante Pedro Carmona, porta-voz do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

O semanário Sol noticia hoje que militares portugueses vão participar «dentro de poucos dias» em acções de guerra no Afeganistão, contra redutos terroristas, uma limitação que exige que os militares não tenham qualquer limitação no uso de força.

O comandante Pedro Carmona não confirmou à Lusa esta informação e escusou-se a fazer comentários «relativamente ao empenho dos militares e àquilo que têm para fazer».

«São tudo missões de patrulhamento», acrescentou apenas.

Quanto ao grau de risco da missão, o porta-voz do CEMGFA limitou-se a dizer: «É uma missão de risco como as outras têm sido no Afeganistão».

No entanto, Kandahar é considerada uma das zonas mais perigosas do Afeganistão.

De acordo com o Sol, os comandos portugueses, integrados na Força Internacional de Segurança e Assistência da NATO, terão como missão «detectar, desmembrar e liquidar células talibãs activas na região de Kandahar».

O jornal adianta que a missão exige que os militares não tenham qualquer limitação do uso de força, «o que já não sucedia às tropas portuguesas desde as guerras de África».

Alguns militares no terreno admitiram ao jornal que a missão é «de alto risco« e que «envolve uma vertente ofensiva sem limitação do uso de força».

A participação dos comandos portugueses em acções de guerra no Afeganistão é, segundo o Sol, uma decisão política e militar da NATO para lançar uma ofensiva sobre os talibãs, antes que estes desenvolvam os seus próprios ataques.

Quanto à duração da missão, o porta-voz do CEMGFA estimou à Lusa que esta deva prolongar-se por três a quatro semanas, a duração normal das missões de empenhamento operacional.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Maio 13, 2007, 08:28:43 pm
Vamos para a linha da frente? Sinto um odor a anormalidade... :roll:
Título:
Enviado por: sturzas em Maio 14, 2007, 02:15:30 am
Viva a todos:

Por acaso o que sinto é que a NATO não tem o território afegão controlado. Um conflito assimétrico tem estas particulariedades. É sempre bom saber que uma força com a génese dos "comandos", está aser pedida e utilizada. Acreditem que estes homens têm uma excelente formação.

Desejo aos nossos "Comandos" toda a sorte do Mundo! Eles serão destacados para a zona onde canadianos e ingleses têm "levado fruta".

Esperemos que os nossos rapazes sejam audazes para a sorte os poder proteger.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Mar Verde em Maio 14, 2007, 09:57:08 am
Citação de: "sturzas"
Eles serão destacados para a zona onde canadianos e ingleses têm "levado fruta".
 


quem é que o UK e o Canadá tem na zona ?

a percepção que tenho é que, no Afeganistão, a maior parte dos militares no  terreno é das Forças Especiais/Unidades de Elite ....  uma situação atípica, não ?
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 14, 2007, 10:48:40 am
Citação de: "Mar Verde"
Citação de: "sturzas"
Eles serão destacados para a zona onde canadianos e ingleses têm "levado fruta".
 

quem é que o UK e o Canadá tem na zona ?

a percepção que tenho é que, no Afeganistão, a maior parte dos militares no  terreno é das Forças Especiais/Unidades de Elite ....  uma situação atípica, não ?


Classificar uma unidade como sendo uma "unidade de elite" pelo que leio por aqui depende em parte dos afectos que ligam os foristas a essas mesmas unidades. Não vou reiniciar aqui neste tópico a "guerra" sobre o que são unidades de elite/forças especiais.Sobre este assunto cada um tem a sua opinião e ... dá-la.   :roll:

No entanto dentro do espirito da afirmação do Mar Verde, posso dizer que no Afeganistão a maior parte dos militares não são de forças de operações especiais (FOE). Muitos ( a maioria) militares serão de unidades de elite, depende do entendimento sobre isso, como referi acima.

De uma forma genérica, o território Afegão está divido em Regional Commands (RC). Dentro de cada RC existem Provincial Reconstruction Teams (PRT). ( http://www.nato.int/issues/afghanistan/ ... update.pdf (http://www.nato.int/issues/afghanistan/061110_update.pdf) ) . A presença da força militar é mais musculada nos PRT's a Sul do que nos PRT a Norte. Alás há PRT's a Norte que práticamente não têm força militar orientada para o combate (ex: engenharia), enquanto que há PRT's a Sul que práticamente só têm forças militares combatentes. Esta estrutura/organização tem um espirito semelhante ao da nossa "Quadricula do Ultramar".

As forças militares que estão nos PRT são de diversos tipos: infantaria, engenharia, artilharia, etc. Há FOE a cumprir missões de OE mas não são as que têm maior peso.

Mais info sobre ISAF ver: http://www.nato.int/isaf/ (http://www.nato.int/isaf/)   e também http://pom.peacebuild.ca/afghanistan.shtml (http://pom.peacebuild.ca/afghanistan.shtml)

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lightning em Maio 14, 2007, 05:42:21 pm
O wikipédia deve estar desatualizado mas deve dar para se ter uma ideia.

 http://en.wikipedia.org/wiki/Afghanista ... ed_Kingdom (http://en.wikipedia.org/wiki/Afghanistan_War_order_of_battle#United_Kingdom)
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 14, 2007, 06:53:23 pm
Acho que alguma das pessoas que normalmente escreve por aqui e está ao corrente da missão portuguesa no Afeganistão ( lghtning, cabeça, yosy, etc, whoever) devia editar o artigo da wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/Afghanistan_War_order_of_battle e inserir a nossa participação...  :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 14, 2007, 07:02:45 pm
Eu?!
O Yosy é que sabe mexer nisso...ê cá na sei!  :conf:
Título:
Enviado por: Yosy em Maio 14, 2007, 07:33:34 pm
Yosy to the rescue... ys7x9

Eu mudei o texto que está aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Internatio ... TO_nations (http://en.wikipedia.org/wiki/International_Security_Assistance_Force#NATO_nations)

para:
Citar
Portugal has 156 men, making the Kabul Multi-National Brigade QRF. One shock infantry company from the Portuguese army Rapid Reaction Brigade rotates every 6 months, plus a 7-man TACP from the Portuguese Air Force

The first unit was the 2nd Commando Company from August 2005 to February 2006, then the 1st Commando Company until August 2006, currently the 1st Paratrooper Company is deployed. One commando was killed when his Humvee was struck by an IED during a patrol in the first tour of the 2nd Commando company.

The 2nd Commando Company (Special Forces) will be in charge of search and destroy operations, together with other forces, in the Kandahar Province as of May 2007.

The Portuguese Air Force had one C-130H in Afghanistan from July 2004 until July 2005.

Portugal was responsible for the Kabul International Airport from August 2005 until December 2005, the group was made of 37 military, 33 from the Air Force, 3 from the Army and one from the Navy.


Que acham?
Título:
Enviado por: Miguel em Maio 14, 2007, 07:41:11 pm
A verdade deve ser a falta de efetivos dos Norte Americanos.

E os Paises dispostos a disponibilizar carne contam-se nos dedos da mao.

O que vamos ganhar nos Portugueses, sempre supletivos dos Americanos?
Título:
Enviado por: Falcão em Maio 14, 2007, 07:55:23 pm
Citação de: "Miguel"
A verdade deve ser a falta de efetivos dos Norte Americanos.

E os Paises dispostos a disponibilizar carne contam-se nos dedos da mao.

O que vamos ganhar nos Portugueses, sempre supletivos dos Americanos?


Ganhamos respeito.

Ganhamos credibilidade.

Ganhamos apoios político-militares quando necessários.

Ganhamos segurança, ao impedir que um país se torne um paraíso de terroristas.

Ganhamos experiência militar.

Etc. :wink:
Título:
Enviado por: Luso em Maio 14, 2007, 08:25:52 pm
Pessoalmente não vejo nada de mal. Antes do "belicismo" se tornar uma palavra suja, os militares colocavam os seus serviços aquem deles necessitava e quando surgia a altura voltavam à pátria. Onde está o mal em fazer uns estágios?
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 14, 2007, 08:42:14 pm
Citar
osy to the rescue...  

Eu mudei o texto que está aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Internatio ... TO_nations (http://en.wikipedia.org/wiki/International_Security_Assistance_Force#NATO_nations)

para: Citação:
Portugal has 156 men, making the Kabul Multi-National Brigade QRF. One shock infantry company from the Portuguese army Rapid Reaction Brigade rotates every 6 months, plus a 7-man TACP from the Portuguese Air Force

The first unit was the 2nd Commando Company from August 2005 to February 2006, then the 1st Commando Company until August 2006, currently the 1st Paratrooper Company is deployed. One commando was killed when his Humvee was struck by an IED during a patrol in the first tour of the 2nd Commando company.

The 2nd Commando Company (Special Forces) will be in charge of search and destroy operations, together with other forces, in the Kandahar Province as of May 2007.

The Portuguese Air Force had one C-130H in Afghanistan from July 2004 until July 2005.

Portugal was responsible for the Kabul International Airport from August 2005 until December 2005, the group was made of 37 military, 33 from the Air Force, 3 from the Army and one from the Navy.



Que acham?


é bem! :wink:
Título:
Enviado por: Miguel em Maio 14, 2007, 09:05:03 pm
Citar
Ganhamos respeito.

Ganhamos credibilidade.

Ganhamos apoios político-militares quando necessários.

Ganhamos segurança, ao impedir que um país se torne um paraíso de terroristas.

Ganhamos experiência militar.

Etc.
_________________



Ganhamos apoios quando necessarios :lol:
Temos a melhor experiencia, ver os 13 anos do ultramar..etc...

Ganhamos credibilidade :lol:
Alguma vez tivemos ameaças por parte dos talibas?
Agora sim podemos ter ameaças ao fazer parte do eixo dos petroleiros!



 blx2x1

Falcao faz me lembrar as mesmas razoes que nos levarem a entrar na Iguerra mundial, e que ganhamos com isso?
Título:
Enviado por: JLRC em Maio 14, 2007, 09:14:17 pm
Citação de: "Miguel"


Ganhamos apoios quando necessarios :lol:
Temos a melhor experiencia, ver os 13 anos do ultramar..etc...

Ganhamos credibilidade :lol:
Alguma vez tivemos ameaças por parte dos talibas?
Agora sim podemos ter ameaças ao fazer parte do eixo dos petroleiros!



 blx2x1

Falcao faz me lembrar as mesmas razoes que nos levarem a entrar na Iguerra mundial, e que ganhamos com isso?


Estou completamente de acordo com o Miguel.
Título:
Enviado por: Falcão em Maio 14, 2007, 09:49:49 pm
Miguel, não se deixe influenciar assim tanto pelo “pensamento francês”

Algumas das questões que coloca parecem-me inacreditáveis.

Também não percebo a sua inconstância. Umas vezes devemos estar orgulhosamente sós, outras já devemos colaborar com a comunidade internacional…….enfim…Miguel mais congruência.

Citação de: "Miguel"
Ganhamos apoios quando necessarios  
Pode me dar um exemplo concreto, em que alguma vez isso aconteceu?

Obviamente. Timor. Pesquise.

Citação de: "Miguel"
Ganhamos experiencia militar  
Temos a melhor experiencia, ver os 13 anos do ultramar..etc...

Pois, com os livros de história já nem vale a pena treinar. Basta ler e imaginar…

Citação de: "Miguel"
Ganhamos credibilidade  
Vejam o que os medias ingleses fizeram ao nosso pais estes ultimos dias


Não sei o que isso tem a ver. Mas lembro que há países com uma péssima comunicação social. A Grã-Bretanha tem alguns tristes exemplos. Até nós os temos…

Citação de: "Miguel"
Ganhamos segurança  
Alguma vez tivemos ameaças por parte dos talibas?
Agora sim podemos ter ameaças ao fazer parte do eixo dos petroleiros!


 :shock:  :shock:

Esta afirmação vinda dum cidadão alheio as questões da Defesa poderia ser até razoável, agora de si…….

Então o que faria? Deixava um país inteiro nas mãos de terroristas? Como é capaz de afirmar que Portugal não estava ameaçado?

Estude o regime taliban e depois chegará a lógica conclusão que qualquer pessoa que não partilhasse a sua ideologia seria um alvo potencial.
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Maio 14, 2007, 11:01:10 pm
Citação de: "Falcão"
Miguel, não se deixe influenciar assim tanto pelo “pensamento francês”

Algumas das questões que coloca parecem-me inacreditáveis.

Também não percebo a sua inconstância. Umas vezes devemos estar orgulhosamente sós, outras já devemos colaborar com a comunidade internacional…….enfim…Miguel mais congruência.

Citação de: "Miguel"
Ganhamos apoios quando necessarios  
Pode me dar um exemplo concreto, em que alguma vez isso aconteceu?

Obviamente. Timor. Pesquise.

Citação de: "Miguel"
Ganhamos experiencia militar  
Temos a melhor experiencia, ver os 13 anos do ultramar..etc...

Pois, com os livros de história já nem vale a pena treinar. Basta ler e imaginar…

Citação de: "Miguel"
Ganhamos credibilidade  
Vejam o que os medias ingleses fizeram ao nosso pais estes ultimos dias


Não sei o que isso tem a ver. Mas lembro que há países com uma péssima comunicação social. A Grã-Bretanha tem alguns tristes exemplos. Até nós os temos…

Citação de: "Miguel"
Ganhamos segurança  
Alguma vez tivemos ameaças por parte dos talibas?
Agora sim podemos ter ameaças ao fazer parte do eixo dos petroleiros!

 :shock:  :?

Sou contra a politica do orgulhosamente sós. Paz também os Aliados queriam e depois a Alemanha tornou-se numa potência suficientemente poderosa para arrasar a Europa e mergulhá-la em 5 anos de guerra.

Mais vale prevenir que remediar. c34x
Título:
Enviado por: Nuno Bento em Maio 15, 2007, 12:18:47 am
Citação de: "Miguel"


Ganhamos experiencia militar :lol:
Temos a melhor experiencia, ver os 13 anos do ultramar..etc...
 


Ó Miguel quantos militares com experiencia do Ultramar ainda estão no activo?
Muito poucos e já não em cargos no terreno só atras de secretárias. A Experiencia no terreno já se perdeu, a guerra terminou há  a 33 anos.

Cumprimentos

Nuno
Título:
Enviado por: p_shadow em Maio 15, 2007, 05:07:10 am
Citação de: "Artic Fusion"
E além disso todos devemos cooperar no anti-terrorismo. É uma ameaça que todos sabemos ser real. :D
 c34x


Cumptos
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 15, 2007, 10:01:03 am
Citação de: "Miguel"
A verdade deve ser a falta de efetivos dos Norte Americanos.

A falta de efectivos para operações de combate, a existir, não é concerteza de norte-americanos, mas antes de outros paises como alemanha e frança.

Citar
E os Paises dispostos a disponibilizar carne contam-se nos dedos da mao.

É um facto, como aliás dei a entender na frase anterior. São afinal o tipo de aliados com que se pode contar quando a coisa aperta... :x  A memória é curta e a invasão da Normandia já foi à tanto tempo ...

Citar
O que vamos ganhar nos Portugueses, sempre supletivos dos Americanos?


Suponho que "supletivo" seja "seguidista" ou "lacaio". É preciso não esquecer que não seguimos os norte-americanos inicialmente no Afeganistão (guerra legal) quando me parece que o deviamos ter feito.

Para além do mais, a ISAF não é uma força de coligação norte-americana, mas antes da NATO, ao qual Portugal faz parte e portanto tem compromissos a cumprir. Ainda mais: a ISAF está a conduzir uma Guerra à luz da legalidade internacional.

Quanto a estarmos a combater o terrorismo internacional com tropas no Afeganistão, ai tenho algumas duvidas, mas enfim... é discutivel.

Para não sermos supletivos do americanos no sul do Afeganistão, podiamos, em alternativa, estar confortavelmente instalados num PRT no Norte, à semelhnça dos alemães e doutros "aliados + nórdicos", enquanto outros (anglo-saxónicos), estão atascados no pantano do Sul. Mas isso é uma decisão politica e em ultima análise de moral (se isso existe em relações internacionais ...).

Só para terminar: enquanto a distribuição de poder do sistema politico internacional for a actual, muitas vezes seremos supletivos dos EUA, muitas vezes sem sequer dar por isso. Portugal não pode viver isolado, muito menos dos seus aliados mais poderosos. Aliás, este assunto dava pano para mangas, especialmente quando no Forum Defesa há foristas a descrever de forma exaustiva sobre ordens de batalha e reorganizações do exército como se Portugal não estivesse integrado num conjunto de organizações como NATO e UE.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 15, 2007, 10:53:03 am
Citar
2007-05-13 - 00:00:00

Afeganistão: Companhia de comandos vai para Kandahar
Missão de alto risco

A companhia de Comandos portugueses que está no Afeganistão como Força de Reacção Rápida do comandante da ISAF (a missão da Nato naquele país) foi deslocada para Kandahar, no Sul, onde irá participar em breve em patrulhas de longa duração (mais de 24 horas fora da base). A missão é a habitualmente desempenhada pelos cerca de 140 militares portugueses – que têm o apoio de uma dezena de especialistas da Força Aérea – mas a região é a mais perigosa onde já estiveram desde que chegaram a Kabul em 2005.

Segundo adiantaram ao CM fontes militares, a mudança temporária da força portuguesa para Kandahar – missão que deverá prolongar-se seis semanas – foi uma decisão do comandante da ISAF, de quem os Comandos estão directamente dependentes, e prende-se com o aumento da actividade dos talibans naquela zona, com a chegada da Primavera.

Assim, os Comandos e os controladores aéreos avançados da Força Aérea vão dar o seu apoio às tropas canadianas, norte-americanas, inglesas e holandesas que ali têm combatido os talibans, sofrendo dezenas de baixas.

A missão dos portugueses passará, soube o CM, pela realização de patrulhas de longo raio de acção, que levarão as colunas de veículos militares a ficar entre oito e 30 horas fora da base. Este tipo de patrulhamentos já foi usado pelos Comandos na zona de Cabul, onde estão normalmente estacionados, e em Farah e Herat (no Oeste).

Estas patrulhas são autênticas operações de combate e têm por objectivo ‘dar caça’ aos talibans, pelo que os portugueses podem, em qualquer altura, “entrar em contacto com o inimigo e registar-se uma troca de tiros”.

Os militares portugueses no Afeganistão, por ser uma zona de conflito declarado, não têm restrições ao uso de armas de fogo e podem ser empenhados em qualquer zona do País (menos em alta altitude) desde que seja feita uma comunicação prévia ao Governo português.

Recorde-se que em Outubro/Novembro do ano passado, uma companhia de pára-quedistas já havia estado destacada em Kandahar, onde fez a segurança à principal base da Nato.

RASGADOS ELOGIOS

A actividade dos militares portugueses no Afeganistão tem sido elogiada pelos comandantes da Nato, mas também pelos Aliados e, até, por generais norte-americanos na reserva, que se têm dedicado a estudar a missão da ISAF, como Barry McCaffrey.

Recorde-se que em Novembro de 2005 o sargento Roma Pereira morreu nos arredores de Cabul vítima daquilo que os militares mais temem: as bombas detonadas remotamente.

REACÇÕES

CAVACO ADMITE RISCO

O presidente da República, Cavaco Silva, admitiu ontem que há “risco” nas operações em que os militares portugueses participam no Afeganistão, mas garantiu que os soldados nacionais têm capacidade para enfrentar estes cenários. “Estão a contribuir para a missão de paz na região, para a redução, assim esperamos, do terrorismo no Mundo”, disse.

SÓCRATES DEFENDE

A missão militar portuguesa no Afeganistão não mudou a sua natureza, afirmou ontem, em Sintra, o primeiro-ministro José Sócrates reagindo às notícias segundo as quais as tropas nacionais passariam a participar em missões ofensivas e a correr mais riscos no futuro.
Sérgio A. Vitorino
 


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 16, 2007, 09:47:50 am
Voltando a "bater no ceguinho":

Citar
The Taliban threat is not just America"s burden[1]
Robert Hunter[2]  

When President George W. Bush meets European Union leaders for the annual US-EU summit in Washington on April 30, Afghanistan will be high on the agenda. This offers the EU the chance to move beyond rhetoric and take action to show it can be a credible force in the world. Although Afghanistan is the most active front in the war on terrorism today, most European nations are failing to do all that they can there and all that America expects.
It is true that all 26 NATO allies are part of the International Security Assistance Force in Afghanistan. Several lead provincial reconstruction teams that provide visible evidence to Afghans of a positive, although limited, support for a non-Taliban future.
European countries have also sent several billion dollars" worth of aid. Representatives of European non-governmental organisations are all over the country. But this will count for little if the overall effort in Afghanistan fails. Success is not assured, as the Taliban try to show the average Afghan that Taliban rule will one day be restored. Most visibly, only a few NATO allies have joined the US in fighting Taliban and al-Qaeda forces in Afghanistan"s south and east, notably Britain, Canada and the Netherlands.
Other European nations are largely sitting out the war in less risky places - Kabul, or in the relatively peaceful north. Their governments or parliaments impose "caveats" -restrictions on when and where the soldiers will fight. This limits the flexibility of ISAF commanders and is powerful evidence that not all allies will share risks in a conflict that they all agreed to join. [3]
No US government will look kindly on European allies that do not pull their weight if Afghanistan heads back into deep trouble, as seems likely. And if the worst happens and the Taliban take over Afghanistan, the American people are unlikely to tolerate a "lost" war without pointing fingers at those who have let them down.
Three European allies have already accepted leadership in crucial areas: Britain for counter-narcotics, Germany for police training and Italy for the judicial system. But all three have extreme challenges ahead, as marked by the fact that Afghanistan"s drug production is at an all-time high.
What is most needed is clear leadership and co-ordination of economic and reconstruction efforts in Afghanistan, in tandem with ISAF military operations and the Afghan government"s role in creating a semblance of governance. Clearly, this is a job for the EU and its much-vaunted but little implemented aspirations to forge an effective common foreign and security policy.
Even if European states such as Germany will not remove their military caveats, the EU can still assume principal responsibility for Afghanistan"s reconstruction as a way of helping to shape Afghanistan"s future.
The EU should promptly appoint a top-flight, political-level co-ordinator for economic reconstruction in Afghanistan, as it did for Bosnia, when Lord Ashdown, the former leader of the British Liberal Democrats, took charge and contributed mightily to its success.
The EU should also increase its direct aid to Afghanistan to at least €10bn ($13.4bn) a year. It should bind together all outside agencies, from the United Nations to non-government groups. Most important, EU leaders should exhibit political courage and will to get the job done and show the rest of the world that they are willing to do so.
Most Europeans have long since ruled out helping the US in Iraq, and even Britain is reducing its troop commitment there, while sending more troops to Afghanistan. Three European countries and the EU have been pressing Tehran to rein in its nuclear programme, but they are at least as anxious to stop America from attacking Iran. Israeli-Palestinian peacemaking is rising on the US Middle East agenda but no one can help America drag the parties toward compromise.
Afghanistan offers EU leaders a chance to help the US - and themselves - by standing up to the Taliban, a terrorist group that hijacked a nation and is trying to get it back. America can do only so much of the west"s work, and it will judge the worth of allies and alliances on the help it receives. In its own self-interest the US will continue to support European security, but its enthusiasm and degree of involvement will depend on whether Europeans also assume burdens for what Americans believe is not a US problem alone, but a common hour of need in the greater Middle East.
[1] Este artigo foi originalmente publicado no Finantial Times em 12 de Abril de 2007. É publicado neste jornal sob autorização do autor.
[2] Robert Hunter é senior advisor na Rand Corporation e Presidente da Atlantic Treaty Assotiation. Foi Embaixador dos EUA na NATO entre 1993 e 1998.
[3] O que não é caso de Portugal, devia ter sido acrescentado. Nota do Jornal Defesa


Fonte: http://www.jornaldefesa.com.pt/noticias_v.asp?id=442 (http://www.jornaldefesa.com.pt/noticias_v.asp?id=442)

È discutivel nalguns pontos mas é uma perspectiva que deve ser alvo de reflexão.
Título:
Enviado por: sturzas em Maio 17, 2007, 03:36:41 am
Viva a todos:

"ESCLARECIMENTO


Foi publicado hoje, dia 16 de Maio de 2007, na revista Focus um artigo da autoria do jornalista Renato Teixeira onde pretensamente se reproduzem afirmações do porta-voz do gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército que, não correspondendo à realidade, merecem o seguinte esclarecimento.
Em primeiro lugar, o aludido porta-voz, não é do gabinete do Chefe do Estado Maior do Exército, mas do gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
Em segundo lugar, não é verdade a afirmação atribuída à citada fonte de que “apesar de ninguém ter sabido,...Kandahar...”. Essa afirmação não foi feita. Aliás tem sido veiculado por diversas vezes pelo citado porta-voz, quando contactado pelos OCS, exactamente o contrário, isto é, que os militares portugueses já estiveram em missão em Kandahar, nomeadamente o último contingente, com tropas pára-quedistas.
Em terceiro e último lugar, as restantes citações atribuídas ao mesmo Oficial, correspondem a matéria que nem sequer foi abordada, de perto ou de longe, no referido contacto telefónico com o jornalista.
Lamentando-se que uma revista prestigiada, como a Focus, tivesse publicado de forma incorrecta dados que não correspondem aos que realmente foram transmitidos, importa repor a verdade sobre o que se passou.

Face à divulgação dada ao artigo dá-se conhecimento aos OCS.

Estado-Maior-General das Forças Armadas, 16 de Maio de 2007"

http://www.emgfa.pt/Pages/visualizacont ... nteudo=581 (http://www.emgfa.pt/Pages/visualizaconteudo.asp?idconteudo=581)

É este jornalismo mercenário que temos
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 17, 2007, 05:35:29 pm
Citação de: "zecouves"
Subscrevo o espirito do post. No entanto uma observação: Espero que não estejas a pensar que é a tarefa de Portugal desempenhar o papel de reencaminhar o "amigo" para o "caminho certo". Essa podia ser a tarefa de uma UE a falar em unissono em matérias de politica externa, o que efectivamente não acontece.



Por acaso começa amanhã mais uma cimeira UE-Russia.
Título:
Enviado por: comanche em Maio 17, 2007, 11:06:44 pm
Os USA são um país com interesses em todo o mundo, Bush não irá estar sempre no poder, o terrorismo islamico já existia antes de ele ir para o governo, a Nato deve ter cuidar das relações com a Russia, que num futuro a médio prazo deverá também ser um membro de pleno direito.
Título:
Enviado por: papatango em Maio 18, 2007, 08:26:37 pm
====
NOTA
====
Removi as mensagens deste tópico que não falavam do tema, e encontram-se no tópico "discussões políticas bizântinas" na área livre...

Prossigamos com a presença portuguesa no Afeganistão...
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 21, 2007, 06:29:41 pm
Citar
Deployment of Portuguese Quick Reaction Force to south

Release # 2007-384 19 May 2007

KABUL, Afghanistan (May 19) – The Portuguese Quick Reaction Force recently deployed to Regional Command South to help the Afghanistan government provide security.  

Since a Transfer of Authority in February the quick reaction force had been operating out of Kabul and Kabul province.

The Portuguese Quick Reaction Force is working with the Afghan National Police and the Afghan National Army to build a peaceful future for Afghan families and their home country, said an ISAF official.


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Mar Verde em Maio 21, 2007, 10:45:51 pm
Royal Marine Helmet Camera in Afghanistan gets shot     

A British Royal Marine in A-stan with a helmet camera gets shot or hit by shrapnel. Intense footage.



http://www.liveleak.com/view?i=a92_1179689203 (http://www.liveleak.com/view?i=a92_1179689203)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Maio 25, 2007, 12:28:23 pm
Soldado português ferido no Afeganistão

Citar
As tropas portuguesas destacadas em Kandahar, no Afeganistão, foram esta quinta-feira alvo de uma emboscada durante uma patrulha a pé. Pelo menos um soldado ficou ferido.
O capitão-de-fragata Pedro Sasseti Carmona, assessor de relações públicas da Marinha de Guerra, confirmou o ataque em declarações à rádio 'TSF', adiantando que o militar, transportado de helicóptero para o hospital de campanha em Kandahar, onde permanece em observação, sofreu “ferimentos ligeiros, está a recuperar bem e já falou com a família”.

O responsável não confirmou se os autores do atentado são rebeldes taliban.

CM (http://http)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 25, 2007, 03:55:00 pm
Os Comandos têm tido um bocado de azar...esperemos que o militar em questão recupere rapidamente.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Maio 25, 2007, 04:39:49 pm
Severiano Teixeira: incidente no Afeganistão “é um sinal de risco” da missão

Citar
O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, desdramatizou o incidente em que um soldado português foi ferido, sem gravidade, em Kandahar, no Afeganistão, mas admitiu ser "um sinal de risco" da missão.

Severiano Teixeira afirmou que o militar português, que sofreu ferimentos ligeiros - "dois dentes partidos" -, está em recuperação no hospital e já falou com a família, em Portugal.

"Felizmente foi um incidente que não teve gravidade", afirmou Severiano Teixeira após uma reunião, no Forte de São Julião da Barra, Lisboa, com o ministro italiano da Defesa, Arturo Parisi, que está de visita a Portugal.

O militar ferido, o primeiro-sargento Carlos Alberto da Silva Barry, foi retirado depois, de helicóptero, para o hospital de campanha em Kandahar, onde está em observação, de acordo com um comunicado do EMGFA.

A família do militar já foi informada pelo Exército do acidente em Kandahar, considerada uma das zonas mais perigosas do Afeganistão.

"Todos temos que estar preparados e atentos porque os riscos existem", alertou o ministro, admitindo que em Kandahar "o risco existe". "Os riscos são inerentes à função [militar]", disse.

O governante garantiu ainda que as forças armadas portuguesas estão preparadas para as suas funções, em "cumprimento de uma missão no quadro da Aliança Atlântica".

Publico (http://http)
Título:
Enviado por: lazaro em Maio 25, 2007, 04:54:59 pm
A Sorte protege os Audazes :!:
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 25, 2007, 05:03:56 pm
Citação de: "lazaro"
A Sorte protege os Audazes :cry:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 25, 2007, 05:11:53 pm
De acordo com os vets do ultramar, os melhores eram os primeiros a irem...até parece mentira! :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 25, 2007, 05:56:45 pm
Citação de: "zecouves"
O Barry é um dos melhores Sargentos de Infantaria que já conheci.
Segundo me disseram, o Roma Pereira era aquela máquina ...

Até parece que escolhem os alvos... :cry:



Curiosamente saíram ambos do mesmo curso...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 25, 2007, 07:35:06 pm
O 100º Curso de Comandos?
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 25, 2007, 10:19:02 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O 100º Curso de Comandos?


99.º, em 1996, Lamego
Título:
Enviado por: typhonman em Maio 25, 2007, 10:51:00 pm
Os Comandos não foram reactivados em 2002??
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 25, 2007, 11:11:00 pm
Sim, mas em 96 houve um curso para militares do QP Portugueses e dos Palop's.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2007, 10:27:25 am
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Emboscada
Comando ferido na cara


Uma patrulha dos Comandos do Exército, a participar numa das maiores ofensivas contra os taliban a Oeste de Kandahar, Sul do Afeganistão – que ainda ontem custou a vida de um soldado canadiano – foi ontem (às 05h00 de Lisboa) emboscada por um grupo de insurgentes com metralhadoras Kalashnikov e lança-rockets RPG-7.

O rebentamento de uma granada lançada por esta última arma feriu o primeiro-sargento ‘comando’ Carlos Alberto da Silva Barry.

O militar, de 35 anos, foi atingido por estilhaços na cara. Entre outros ferimentos partiu dois dentes. Foi evacuado de helicóptero para o hospital da NATO em Kandahar e vai ser operado. Está livre de perigo e já falou com a família, principalmente para sossegar o filho pequeno.

A 2.ª Companhia de Comandos (num total de 140 militares, com o apoio de uma dezena de elementos da Força Aérea) realizava uma das suas primeiras patrulhas de combate após ter sido destacada para a zona de Kandahar, onde deverá permanecer durante mais quatro a seis semanas. Participa activamente na ‘Operação Hoover’, lançada ontem pelas tropas canadianas – com o apoio do Exército afegão, dos Comandos portugueses e da Força Aérea britânica – para contrariar um aumento dos ataques taliban na região.

Na mesma operação morreu ontem um soldado canadiano e outro ficou ferido, a pouca distância do local onde os portugueses foram emboscados. Foram alvo de um engenho explosivo detonado à distância.

Na altura da emboscada, elementos da patrulha portuguesa estavam apeados das viaturas blindadas. O sargento Barry sub-comandava um grupo de Comandos quando inesperadamente foram atacados com violência. Seguiu-se um tiroteio, rapidamente repelido pela “excelente preparação e reacção” dos militares portugueses, disse ao CM fonte militar.

O sargento Carlos Barry foi atingido por estilhaços. Os ferimentos na face são “ligeiros”. “Vai ser submetido a uma pequena cirurgia e está posta de parte a hipótese de ser evacuado para Portugal. A sua intenção, e não há nada que o impeça, é continuar com os camaradas”, adiantou a fonte.

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, desdramatizou o incidente mas admitiu ser “um sinal de risco” da missão. “Felizmente foi um incidente que não teve gravidade”, afirmou.

“Todos temos de estar preparados e atentos porque os riscos existem”, alertou o ministro, admitindo que em Kandahar “o risco existe”. Garantiu que as Forças Armadas estão preparadas. Severiano Teixeira afiançou que a missão no Afeganistão “não se alterou” relativamente ao previsto.

Em Novembro de 2005 um sargento português (João Paulo Roma Pereira) morreu e o cabo Horácio Mourão ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul, durante uma patrulha. Em Abril de 2006 dois outros comandos ficaram ligeiramente feridos devido a uma avaria na arma durante um treino de tiro.

ARMA SOVIÉTICA DOS MUJAHEDINS

O lança granadas-foguete RPG-7 foi desenvolvido pelos soviéticos em 1961, mas continua a ser muito utilizado por se tratar de uma arma poderosa, versátil, barata e de fácil transporte (pesa apenas 7 kg e mede 95 cm). É uma arma excelente para um combatente emboscado e consegue provocar danos até em carros de combate com blindagem.

PERCURSO FEITO COM SARGENTO ROMA PEREIRA

O percurso do primeiro-sargento Carlos Barry fez-se lado a lado – desde que fizeram parelha em algumas provas do 99.º curso de Comandos (de 1996, em Lamego) – com o primeiro-sargento Roma Pereira, morto por uma bomba em Cabul, em 2005. Ambos estiveram na reactivação dos Comandos, em 1993, cumpriram missões da UNMISET, em Timor, onde foram medalhados, e seguiram em Agosto de 2005 para a primeira missão no Afeganistão, onde Barry viu morrer o colega. Carlos Barry, nascido em Moçambique e residente na zona de Corroios, separado e com um filho, regressou a Cabul em Fevereiro. É descrito como um “excelente militar”, a que junta “carácter e boa disposição”. Tem, entre outras, a medalha de Mérito Militar.

MILITARES REGRESSAM DO LÍBANO

Os 141 militares da Unidade de Engenharia 1 aquartelados em Shama, no Líbano, desde Dezembro de 2006, regressaram ontem a Lisboa após terem sido rendidos por um novo contingente que deixou a capital portuguesa de manhã.

Ao final de seis meses de serviço naquele país, o comandante da força, tenente-coronel Firme Gaspar, fez um balanço dizendo que a unidade cumpriu “com prestígio” a missão de reconstrução daquela região, bombardeada no Verão passado.

“A Unidade de Engenharia 1 sai do Líbano com um prestígio muito grande, quer junto das populações civis quer junto dos outros contingentes da UNIFIL (a força da ONU)”, disse aquele oficial.

“Fizemos muitos trabalhos. Nu-ma primeira fase dedicámo-nos sobretudo a trabalhos relacionados com a projecção de todas as forças [15 mil militares] no terreno. Nos dois terços restantes dividimos essa tarefa com trabalhos de apoio à população civil”, explicou o comandante.

Entre os portugueses não se registaram quaisquer acidentes – nem pessoais, nem de viação, nem com explosivos.

Os militares portugueses que estiveram desde Dezembro no Líbano fizeram mais de 5792 horas de trabalhos. Montaram o aquartelamento em Shama, quartéis e oficinas em vários locais, construíram um heliporto, uma escola e um cemitério, fizeram obras de melhoramentos em várias estradas.

A missão dos soldados portugueses é de apoio às unidades da UNIFIL e decorre da resolução das Nações Unidas que reforçou a presença da força da ONU para garantir uma zona tampão no Sul do Líbano, entre o Hezbollah e as Forças Armadas israelitas.

NÚMEROS DA MISSÃO

- 144 mil litros de combustível foram gastos em perto de duas mil operações realizadas.

- 4 milhões de litros de água foram consumidos. Vinte e três mil foram para os soldados beber.

- 22 215 refeições quentes foram servidas aos militares portugueses, que comeram também 3015 refeições frias.

BASTIÃO DA GUERRILHA TALIBÃ

A província de Kandahar, no Sul do Afeganistão, é uma das zonas mais violentas do país, cenário de atentados quase diários e recontros armados entre a guerrilha taliban e as forças da ISAF. A cidade de Kandahar, capital da província com o mesmo nome, é a segunda maior cidade afegã a seguir a Cabul. A província tem uma área total de 47 mil quilómetros quadrados, equivalente a mais de metade do território de Portugal. Até à ofensiva militar norte-americana, no final de 2001, a região de Kandahar era o principal bastião do regime taliban, que ali nasceu em 1996. Nos últimos meses esta zona tem sido palco de um crescente número de ataques por parte da guerrilha, principalmente nos distritos de Panjawi e Zhari, a cerca de 35 quilómetros da capital provincial.

NOTAS

SEGUNDA MISSÃO EM KANDAHAR

Esta é a segunda vez que os portugueses estão destacados para Kandahar, após os Pára-quedistas terem feito segurança à principal base da NATO

150 TROPAS NO TERRENO

Portugal tem 150 militares às ordens da NATO no Afeganistão

AL-QAEDA RECEBE PRISIONEIROS

Abu Laith, comandante da al-Qaeda, afirmou num vídeo que está disposto a receber no Afeganistão os muçulmanos presos em países infiéis

Sérgio A. Vitorino / Antunes de Oliveira
Título:
Enviado por: Miguel em Maio 26, 2007, 11:42:42 am
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Seguiu-se um tiroteio, rapidamente repelido pela “excelente preparação e reacção” dos militares portugueses, disse ao CM fonte militar.


Força Comandos
Título:
Enviado por: SSK em Maio 26, 2007, 12:54:39 pm
Citação de: "Miguel"
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Seguiu-se um tiroteio, rapidamente repelido pela “excelente preparação e reacção” dos militares portugueses, disse ao CM fonte militar.

Força Comandos


São militares portugueses :headb:  :Bajular:  ys7x9
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 26, 2007, 02:11:17 pm
Desculpem a pergunta.

A malta é obrigada a ir nestas missões de levantar o "S" aos Americas?
Aquando da minha passagem pelas Forças Armadas, era-se voluntario, e agora?
A minha forma de encarar estas missões, feitas por militares Portugueses, é a de que não passam de mercenários da ONU ou da NATO.
Como tal salvo o respeito que a vida humana merece, e o militar como homem. Não fico nada perturbado com a morte desses senhores nessas missões de indole "capacete azul"
Morreram milhares de bravos soldados Portugueses em Africa, sobe a Bandeira Portuguesa e na defesa da mesma. E o que receberam?
O misero pré!
Ao contrario de agora que veem com os bolsos cheios e a camisa decorada.  
Não contente com isso, recebem funerais de estado, quando os atrás citados Combatentes, ficavam a apodrecer na terra do (antigo) inimigo.
Penso que de uma vez por todas era salutar terminar com essas brincadeiras as guerras, e empregar o dinheiro gasto nessa trepolias em meios que pudessem ser uteis ao pais.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2007, 02:28:08 pm
Nuno neste momento as Forças Armadas servem é para estas missões, não há qualquer perigo à integridade do território nacional.

Lamento que os nossos veteranos do ultramar não tenham sido justiçados e alguns até foram abandonados em África.

Eles não recebiam o que mereciam? E...
Estamos a falar de situações, realidades completamente distintas. Eu acho que chamar de mercenários a militares Portugueses só porque vão para outros países a ajudar a manter a paz, é no minimo um exagero (para não dizer outra coisa). Fomos mercenários quando fomos para a Bósnia, para o kosovo, para Timor, para o Afeganistão?...

Então tem que chamar de mercenário a todo e qualquer militar que vá para uma missão de manutenção/imposição da paz!

Dizer que não lamenta a morte de soldados Portugueses é algo que me deixa verdadeiramente chocado! O dinheiro que eles recebem é bem pago pelas mesmas instituições que nos pedem a nossa presença, não o estado Português. Mesmo que fosse, só estariamos a fazer a nossa parte, afinal somos da UE, ONU, OTAN, etc.
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Maio 26, 2007, 02:36:48 pm
Esta não Nuno, foi um :2gunsfiring: ao lado, estes soldados só estão a levar o bom nome de Portugal ao mundo. Só assim é que somos reconhecidos alem fronteiras e assima de tudo estamos a cumprir a nossa parte relativamente aos pactos que assinamos, quanto ao dinheiro, não é dos Portugueses (pelo menos a grande parte), mas sim da NATO.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 26, 2007, 03:31:28 pm
Caros Camaradas!

Eu disse que não ficava perturbado, sinto muito e lamento a morte de quem quer que seja no desempenho da sua profissão, independente de ser ou não militar!
Pois hoje em dia os militares são "prof" e como tal...
Quanto aos tratados etc etc, isso é verbo de encher como bem sabemos.
Eles (Americanos e Judeos) rebentam e destroem tudo por onde passam, criam instabelidade que não consegem sanar, e depois fazem-se valer dos tratados. Ok tudo bem.
Mas reitero, quem recebe a soldo de alguma instituição que não a que é a sua de origem, é mercenario. Independentemente do local ou pais onde o faz!
Contudo isto expresso a minha opinião, podendo os demais concordar ou não, mas nunca eu ser censurado pela minha forma de pensar.
Pois, Voltaire foi disso exemplo e eu faço minhas suas palavras.

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até á morte o direito de as voce as poder dizer."
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2007, 03:49:30 pm
Então eu sou um mercenário, trabalho numa instituição e faço uns trabalhos por fora para conseguir mais algum.  :roll:
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 26, 2007, 03:55:08 pm
De certa forma!

Tambem eu sou mercenário, e não tenho pudor de o assumir!
Mas que podemos fazer, é a conjuntura...

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 26, 2007, 05:08:27 pm
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`We didn't get much of a fight'
 
Operation Hoover, largest in months, designed to flush out insurgents

May 26, 2007 04:30 AM
James McCarten
CANADIAN PRESS


MA'SUM GHAR, Afghanistan–Cpl. Matthew McCully was killed yesterday at the start of a new coalition offensive.

The operation, dubbed Operation Hoover, is Canada's largest anti-Taliban offensive in nearly two months.

Designed to flush insurgents out of the volatile Zhari district west of Kandahar, the operation started less than 48 hours after Prime Minister Stephen Harper shook hands with soldiers on the forward operating base at Ma'sum Ghar during a two-day visit to Afghanistan.

Insurgent fighters have reappeared in Zhari and the neighbouring Panjwaii district – considered the birthplace of the Taliban – and engaged Canadian forces in recent weeks, said battle group commanding officer Lt.-Col. Rob Walker.

But the nature of the enemy is such that insurgents can quickly make themselves indistinguishable from local farmers or villagers simply by dropping their AK-47s and grabbing a rake or shovel.

"(Coalition forces) went through all the compounds, but there was no one there," Walker said in an interview yesterday at the base at Ma'sum Ghar, from which Hoover was staged.

"They chose not to fight, whereas every other time they chose to fight," Walker said of the Taliban.

Ma'sum Ghar sits on a mountainside about 25 kilometres west of Kandahar in Panjwaii, a key beachhead for the coalition. The area was wrested from Taliban control last fall in the Canadian-led offensive called Operation Medusa.

Afghan soldiers led the coalition push at the start of the new offensive. Portuguese troops who were also part of Operation Hoover got into a few "skirmishes" with enemy soldiers, Walker said. Only one enemy combatant was confirmed killed, while a small number of prisoners were taken into Afghan National Army custody.

British Harrier jets were standing by to provide air support, and two troops of soldiers from D Battery with the Royal Canadian Horse Artillery were also expected to provide fire support.

But short of the illumination rounds that bathed the Afghan nightscape in an orange glow in the early hours of the operation, the guns were barely needed.

"We didn't get much of a fight," admitted Capt. Derek Crabbe of 2 RCHA.

The only coalition aircraft that appeared on the battlefront was an Apache attack helicopter and a pair of Black Hawk choppers that arrived to ferry out the wounded.

As they pulsed into the staging area, a rocket screamed overhead and exploded just a few metres away from one of the armoured vehicles.

Walker said it's a fact of life and war in Afghanistan that Canada faces insidious threats like improvised explosive devices, shifty enemies and a fickle population that will tolerate whichever side of the fight is making their lives liveable.

"It's just the nature of the insurgency that we're dealing with, it's the nature of the threat," he said. "It's very difficult to change people's minds."


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Miguel em Maio 26, 2007, 05:32:05 pm
As nossas tropas em combate !

Nada a ver com a manutençao da paz.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 26, 2007, 05:56:58 pm
Escaramuças, segundo o oficial Canadiano.
Título:
Enviado por: LM em Maio 26, 2007, 06:56:42 pm
(...)
Citar
Aircraft, including British Harrier jets, provided cover for the operation. Shortly after 7 a.m., Portuguese troops called for an air strike on the insurgents they were fighting.
(...)

Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 27, 2007, 11:54:59 am
Citação de: "Nuno Calhau"
Desculpem a pergunta.

A malta é obrigada a ir nestas missões de levantar o "S" aos Americas?
Aquando da minha passagem pelas Forças Armadas, era-se voluntario, e agora?
A minha forma de encarar estas missões, feitas por militares Portugueses, é a de que não passam de mercenários da ONU ou da NATO.
Como tal salvo o respeito que a vida humana merece, e o militar como homem. Não fico nada perturbado com a morte desses senhores nessas missões de indole "capacete azul"

Como sabes o serviço militar é voluntário e os "mercenários" que agora cumprem serviço militar estão a fazer um SERVIÇO que antes era uma obrigação de TODO o cidadão português. Como concerteza deves entender que para fazer aquilo que os OUTROS não querem fazer tem que ser pago, ou querias "mercenários" a 40 euros/mês para fazer aquilo que o TEU SOBRINHO ou futuramente o TEU FILHO teriam que fazer, mas que não vão fazer (a não ser que o queiram) :!: Se o quissesse ser já o tinha sido e a ganhar muitas x mais do que o Estado Português me paga actualmente.

No entanto não critico quem tomou a opção de ser mercenário.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
O dinheiro que eles recebem é bem pago pelas mesmas instituições que nos pedem a nossa presença, não o estado Português. Mesmo que fosse, só estariamos a fazer a nossa parte, afinal somos da UE, ONU, OTAN, etc.


Cabeça de Martelo: Quem paga os militares é o Estado Português. São os contribuintes.
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 27, 2007, 12:00:40 pm
Citação de: "Miguel"
As nossas tropas em combate !

Nada a ver com a manutençao da paz.


Como já devias saber as operações de Manutenção de Paz não é só dar leitinho aos esfomeados, fazer check points, escoltas humanitárias e posar para a foto. Se não sabes isto já devias saber.

Aliás nunca vi nenhuma força de Manutenção de Paz armada com canivete suiço.
Título:
Enviado por: Yosy em Maio 27, 2007, 12:27:36 pm
Citação de: "zecouves"
Citação de: "Nuno Calhau"
Desculpem a pergunta.

A malta é obrigada a ir nestas missões de levantar o "S" aos Americas?
Aquando da minha passagem pelas Forças Armadas, era-se voluntario, e agora?
A minha forma de encarar estas missões, feitas por militares Portugueses, é a de que não passam de mercenários da ONU ou da NATO.
Como tal salvo o respeito que a vida humana merece, e o militar como homem. Não fico nada perturbado com a morte desses senhores nessas missões de indole "capacete azul"

Como sabes o serviço militar é voluntário e os "mercenários" que agora cumprem serviço militar estão a fazer um SERVIÇO que antes era uma obrigação de TODO o cidadão português. Como concerteza deves entender que para fazer aquilo que os OUTROS não querem fazer tem que ser pago, ou querias "mercenários" a 40 euros/mês para fazer aquilo que o TEU SOBRINHO ou futuramente o TEU FILHO teriam que fazer, mas que não vão fazer (a não ser que o queiram) :!: Se o quissesse ser já o tinha sido e a ganhar muitas x mais do que o Estado Português me paga actualmente.

No entanto não critico quem tomou a opção de ser mercenário.

Citação de: "Cabeça de Martelo"
O dinheiro que eles recebem é bem pago pelas mesmas instituições que nos pedem a nossa presença, não o estado Português. Mesmo que fosse, só estariamos a fazer a nossa parte, afinal somos da UE, ONU, OTAN, etc.

Cabeça de Martelo: Quem paga os militares é o Estado Português. São os contribuintes.


 :Palmas:
Título:
Enviado por: Lancero em Maio 27, 2007, 12:52:33 pm
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2007-05-27 - 00:00:00

Sargento Barry fez reconstituição de dentes partidos
Comando recupera após intervenção cirúrgica

O primeiro-sargento dos Comandos, Carlos Barry, ferido anteontem no Afeganistão durante uma patrulha na zona de Kandahar, foi já sujeito a uma cirurgia na boca. A operação, destinada a fazer a reconstituição dos dois dentes que o militar partiu no ataque de talibã, correu bem, disse ao CM fonte do Estado-Maior General das Forças Armadas.
 
O militar português, de 35 anos, irá continuar no hospital de campanha de Kandahar durante os próximos dias, após o que deverá ser transferido para Cabul, onde os portugueses estavam aquartelados. Inserida na ‘Operação Hoover’, a 2.º Companhia de Comandos irá ficar em Kandahar até meados de Junho.

A patrulha, onde seguia Carlos Berry, foi atacada por talibã, com metralhadoras e lança-granadas-foguete RPG-7. O militar foi atingido por um estilhaço de uma granada lançada por esta última arma.

No ataque, e na troca de tiros que se seguiu, os militares portugueses pediram apoio aéreo britânico, que não chegou a ser usado. Além da emboscada de que foram alvo, ter-se-ão envolvido em outras “pequenas escaramuças”.


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Maio 27, 2007, 10:45:29 pm
Caro ZeCouves!

Intelectualidade, bitates, pobreza de espirito e Bloco de Esquerda?

Quando escrevi o que penso sobre esse topico, não ofendi pessoas nem instituições. Posso ser tudo o que o senhor me rotulou, mas apesar de tudo isso, sou educado!
Como não me conhece, como pode fazer acusações tão graves. Só uma pessoa ferida no Ego age assim
Não tenho conotação politica nem religiosa.
Por esse motivo falo tão frontalmente e independente de assuntos que melindram outros.
Se voce é militar, eu não sou o culpado,!
Tambem eu o fui e com muito orgulho, e antes de mim outras duas gerações (confirmadas), com destinção na caderneta.
Uma delas em teatro de operações, portanto Combatente.
Se o meu filho tiver de servir o seu, nosso Pais, para mim será um orgulho!
Antes ve-lo prostrado morto em combate ao serviço da Patria, que em outra situação mais compremetedora ou embaraçosa.
O meu "anti-Americanismo" deve-se aos actos por eles praticados que, levam pessoas idoneas a pensar desta forma.

Bem Hajam.
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 28, 2007, 09:56:53 am
Desculpem os restantes foristas porque o assunto do forum não é este mas ...

Citação de: "Nuno Calhau"
Caro ZeCouves!

Intelectualidade, bitates, pobreza de espirito e Bloco de Esquerda?


Bom resumo! Falta, em alternativa ao BE, alguma extrema-direita.

Citação de: "Nuno Calhau"
Quando escrevi o que penso sobre esse topico, não ofendi pessoas nem instituições. Posso ser tudo o que o senhor me rotulou, mas apesar de tudo isso, sou educado!
Como não me conhece, como pode fazer acusações tão graves. Só uma pessoa ferida no Ego age assim

Não ofendeu pessoas nem instituições??? O que é então chamar "mercenários" às "pessoas" que servem na instituição "Exército Português"? Um elogio, deduzo?

Quanto a conhece-lo: de facto não o conheco, mas o pouco que conheci não foi efectivamente do meu agrado.

Quanto à falta de educação: fui um pouco rude com uma pessoa e não estou arrependido (quem não se sente não é filho de boa gente). Você foi arrogante e maltratou uns quantos milhares de pessoas.

Se não gosta que lhe respondam na mesma moeda tem bom remédio: apresente as suas ideias sem ofender.

Citação de: "Nuno Calhau"
Não tenho conotação politica nem religiosa.
Por esse motivo falo tão frontalmente e independente de assuntos que melindram outros.
Se voce é militar, eu não sou o culpado,!

Não disse que você tinha cartão de militante ou que confissão religiosa professava. O que você pensa sobre os mercenários do exército português e sobre os nossos aliados ficou bem explicito e de forma frontal.

Ninguem é culpado de eu ser militar, mas tenho este defeito de reagir menos bem a afirmações do quilate da sua, o que quer que eu faça? Posso, em alternativa, ficar bovinamente pasmado (como fazem alguns camaradas) e não reagir quando me chamam mercenário. É defeito meu ... perdoem-me os restantes foristas. Reago mal a esta rotina que se instalou em Portugal de cagar em cima da rapaziada da tropa por dá-cá-qualquer-coisa.


Citação de: "Nuno Calhau"
Tambem eu o fui e com muito orgulho, e antes de mim outras duas gerações (confirmadas), com destinção na caderneta.
Uma delas em teatro de operações, portanto Combatente.
Se o meu filho tiver de servir o seu, nosso Pais, para mim será um orgulho!


Você foi militar mas por sinal menospreza os que agora também o são porque actualmente as circunstancias são diferentes, menos do seu agrado portanto.

Se o seu filho servir o nosso Portugal será um orgulho mas em que circunstancias? Quando os Espanhois entrarem pela fronteira adentro numa cavalgada até Lisboa? Ou quando a Moirama reocupar o Algarve? Ou quando voltarmos rápidamente e em força para Angola?

Com os melhores cumprimentos Sr Nuno Calhau,

Zé Couves
Título:
Enviado por: sniper14 em Maio 28, 2007, 03:36:01 pm
CONCORDO INTEIRAMENTE!!! f2x2x
Título: Escaramuça
Enviado por: FS em Maio 28, 2007, 04:30:42 pm
Parece-me a escaramuça do Afeganistão viajou directamente para este fórum!


Tentando por uma bocado de agua na fervura e sem argumentos "pro homini" a intervenção do Nuno Calhau parece-me um tanto ao quanto extrema neste sentido:

A função mais pura de qualquer militar seria defender a sua pátria (a sua terra, a sua família a sua independência) quer em terras portuguesas, quer em terras estrangeiras se isso evitasse a invasão de Portugal .

Mas nos não estamos sós no mundo e a outras considerações a fazer.

O tratamento dado aos soldados portugueses mortos em combate (ou estropiados) durante a guerra colonial esta errada. Os soldados portugueses que morreram durante as missões militares dos últimos 10 anos são SOLDADOS PORTUGUESES e o seu sacrifício deve de ser honrado independentemente da causa por que morreram. O erro não esta em honrar os mortos de hoje, esta no que não foi feito no passado, e as duas coisas não devem ser confundidas!

A meu ver outro erro da intervenção do Nuno Calhau e a falta de flexibilidade na sua afirmação sobre os EUA e os Judeus. Os EUA são hoje a potencial mundial. Ao contrario do que alguns possam pensar não são burros de todo! O médio oriente e de extrema importância para os próximos 30 anos devido ao petróleo. E Portugal estando extremamente dependente de petróleo tem todo o interesse em que o médio oriente seja uma região estável. Por isso a ida dos nossos soldados para esta região não e sem alguma razão. No que os EUA falham e nas tácticas que usam, mas pronto isso e outra conversa...

Quanto a palavra mercenário... Completamente desnecessária...


Ps. Eu não sou anti ou pro americano, sou flexível...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 30, 2007, 02:11:04 pm
http://www.comandosdeportugal.net/jorna ... &Itemid=74 (http://www.comandosdeportugal.net/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=1315&Itemid=74)
Título:
Enviado por: Creoula em Junho 08, 2007, 12:09:51 pm
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Afeganistão: 2 militares portugueses com ligeiras escoriações

Dois militares portugueses sofreram ligeiras escoriações na sequência de uma emboscada a uma coluna de viaturas da Força Nacional Destacada registada quinta-feira no sul do Afeganistão, anunciou hoje fonte oficial.

De acordo com um comunicado do Estado-Maior-General das Forças Armadas, a coluna foi alvo da emboscada às 23:30 locais de quinta-feira (20:00 em Lisboa) a oeste da Kandahar, no sul do Afeganistão.

A coluna, de acordo com a mesma fonte, efectuava na altura um «deslocamento não operacional de regresso à base».

Na sequência da emboscada, uma das viaturas capotou, provocando «ligeiras escoriações» em dois militares.

No passado dia 25 de Maio um soldado português tinha sofrido ferimentos ligeiros em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar, no Afeganistão.

O militar ferido, o primeiro-sargento Carlos Alberto da Silva Barry, foi retirado depois, de helicóptero, para o hospital de campanha em Kandahar.

Portugal tem cerca de 150 militares portugueses às ordens da força internacional da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação dos seus quase 60 anos de história.

Destes militares, a maioria (140) pertence à Brigada de Reacção Rápida do Exército e os restantes controladores da Força Aérea portuguesa.

Esta é a segunda vez que os militares portugueses estão destacados na região de Kandahar.

Em Novembro de 2005, um militar português morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul, durante uma patrulha.

Diário Digital / Lusa

08-06-2007 11:21:08

in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=280112 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=280112)
Título:
Enviado por: lazaro em Junho 08, 2007, 12:18:30 pm
Citação de: "Creoula"
Citar
Afeganistão: 2 militares portugueses com ligeiras escoriações

Dois militares portugueses sofreram ligeiras escoriações na sequência de uma emboscada a uma coluna de viaturas da Força Nacional Destacada registada quinta-feira no sul do Afeganistão, anunciou hoje fonte oficial.

De acordo com um comunicado do Estado-Maior-General das Forças Armadas, a coluna foi alvo da emboscada às 23:30 locais de quinta-feira (20:00 em Lisboa) a oeste da Kandahar, no sul do Afeganistão.

A coluna, de acordo com a mesma fonte, efectuava na altura um «deslocamento não operacional de regresso à base».

Na sequência da emboscada, uma das viaturas capotou, provocando «ligeiras escoriações» em dois militares.

No passado dia 25 de Maio um soldado português tinha sofrido ferimentos ligeiros em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar, no Afeganistão.

O militar ferido, o primeiro-sargento Carlos Alberto da Silva Barry, foi retirado depois, de helicóptero, para o hospital de campanha em Kandahar.

Portugal tem cerca de 150 militares portugueses às ordens da força internacional da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação dos seus quase 60 anos de história.

Destes militares, a maioria (140) pertence à Brigada de Reacção Rápida do Exército e os restantes controladores da Força Aérea portuguesa.

Esta é a segunda vez que os militares portugueses estão destacados na região de Kandahar.

Em Novembro de 2005, um militar português morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul, durante uma patrulha.

Diário Digital / Lusa

08-06-2007 11:21:08
in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=280112 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=280112)


Incha, desincha e passa ... siga ...
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Junho 09, 2007, 05:00:49 pm
Os comandos portugueses destacados no Afeganistão estiveram 45 minutos sob fogo inimigo a 25 de Maio, quando o primeiro-sargento Carlos Alberto da Silva Barry sofreu ferimentos ligeiros após um contacto com forças talibãs inimigas
 


Os ferimentos do sargento resultaram do rebentamento de uma granada RPG a dois metros dos militares portugueses, num dos campos de papoila a Oeste de Kandahar, segundo informações a que o SOL teve acesso.

Fogo cerrado

O contacto foi de tal forma violento que, num espaço de apenas 150 metros, foram disparadas mais de duas mil munições, 9 granadas RPG e 30 granadas de mão.

As condições no terreno eram tão difíceis que as equipas – constituídas por cinco elementos – tiveram de esperar uma hora pelo apoio aéreo.

Aviões B-1 e um caça F-16 foram enviados para o local do combate, mas não puderam actuar.

No caso do B-1, o raio de acção mínimo de 500 metros poderia colocar em perigo as tropas da NATO. Quando o caça F-16 chegou à área de operações era já demasiado tarde.

É que as regras de emprego de força da NATO são muito precisas e, como já não havia forças inimigas no terreno, o avião voltou para trás sem disparar um único tiro.

Continue a ler esta notícia na edição em papel disponível nas bancas de todo o país.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 09, 2007, 05:28:22 pm
Podes colocar o link de onde tiraste a noticia? Obrigado.
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Junho 09, 2007, 05:33:05 pm
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politi ... t_id=38671 (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=38671)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 09, 2007, 05:55:32 pm
Obrigado.
Título:
Enviado por: zecouves em Junho 09, 2007, 06:20:23 pm
Se tal aconteceu, é muito tempo de baixo de fogo. Acho que eles não se vão esquecer nunca mais deste "evento".

Se as condições foram como as descritas foi um milagre não ter havido baixas e/ou feridos.

Se o apoio aéreo durou 1 hora a ser activado, acho que a rapaziada dos Comandos está em maus lencóis.

A noticia do Sol tem um pormenor que não bate certo: Se o combate/recontro durou 45 minutos como tiveram que esperar uma hora pelo apoio aéreo?
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 09, 2007, 07:07:19 pm
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2007-06-09 - 00:00:00

Afeganistão : Dois soldados com ferimentos ligeiros
Comandos portugueses sofrem nova emboscada

Dois militares portugueses em serviço anteontem à noite sofreram ferimentos ligeiros após a coluna de viaturas da Força Nacional Destacada no Afeganistão, em que estavam inseridos, ter sido atacada.

O Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) divulgou que a coluna militar foi alvo da emboscada às 23h30 de quinta-feira (20h00 em Lisboa) a oeste de Kandahar, no sul do Afeganistão.

Os militares portugueses efectuavam na altura um “deslocamento não operacional de regresso à base” adiantou fonte do EMGFA.

Na sequência da emboscada, quando os Comandos portugueses efectuavam uma manobra evasiva, uma das viaturas capotou, provocando “ligeiras escoriações” em dois militares.

Os ferimentos não foram provocados pelas armas utilizadas pelos atacantes, que se supõe serem talibãs, mas pelas pancadas que os militares deram no interior da viatura quando esta se virou.

O ataque à patrulha da 2.ª Companhia de Comandos ocorreu já muito perto do aquartelamento, numa zona de mato e pântanos.

Todos os militares conseguiram, após o incidente, abandonar o local em segurança.

Fonte do Exército disse ao Correio da Manhã que os Comandos portugueses – a participar na ‘Operação Hoover’, na região de Kandahar – se encontram numa situação muito complicada ao nível militar, não só pela forte presença de talibãs na região, mas também devido ao narcotráfico. “Os talibãs conhecem melhor o terreno, de acessibilidades difíceis e onde existem muitos muros e estradas estreitas – sítios de passagem obrigatória mas ideais para emboscadas.”

“O armamento é rudimentar e continua a ser o mesmo que os Mujahedins usavam contra os soviéticos – metralhadoras kalashnikov e lança-granadas RPG-7. Felizmente as viaturas utilizadas pelos militares portugueses têm alguma capacidade de protecção”, acrescentou.


DVD CONTA HISTÓRIA DA TROPA DE ELITE

A Associação de Comandos lançou ontem um DVD com um documentário sobre aquela força criada em 1962 para fazer face às dificuldades sentidas pelas tropas portuguesas na guerra do Ultramar. O documentário, da autoria de Carlos Santos, intitula-se ‘Comandos, Um Contributo para a História’, relatando desde a criação daquelas tropas especializadas até às mais recentes missões no Afeganistão e em Timor-Leste. Segundo presidente da Associação de Comandos, José Lobo do Amaral, este DVD é o resultado de dois anos de pesquisas, entrevistas e de um trabalho de reunião de imagens dispersas pelos arquivos do Exército, da RTP e da SIC. A Associação de Comandos é amanhã condecorada pelo Presidente da República, em Setúbal, com a Medalha da Ordem do Infante D. Henrique.

Este incidente ocorreu apenas duas semanas depois do primeiro-sargento ‘Comando’ Carlos Barry ter sofrido ferimentos no rosto. Este militar foi atingido por estilhaços de uma granada de RPG-7 durante uma emboscada a oeste de Kandahar.

SAIBA MAIS

140 militares compõem a 2.ª Companhia de Comandos estacionada no Afeganistão, que contam com o apoio de uma dezena de elementos da Força Aérea.

500 efectivos da Força Internacional de Assistência à Segurança da NATO já perderam a vida no Afeganistão.

COMANDO MORTO

Em Novembro de 2005, o sargento João Paulo Roma Pereira morreu e o cabo Horácio Mourão ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul.

DOIS FERIDOS

Em Abril de 2006, dois comandos ficaram ligeiramente feridos devido a uma avaria na arma durante um treino de tiro.
Antunes de Oliveira

 
Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: LM em Junho 10, 2007, 02:35:20 am
Uma outra visão da Operação Hoover (em inglês) em 27 de Maio:

http://www.ctv.ca/servlet/ArticleNews/story/CTVNews/20070526/op_hoover_070526/20070527/

A unidade do Canada parece ser o 2º Batalhão do "The Royal Canadian Regiment" (http://en.wikipedia.org/wiki/The_Royal_Canadian_Regiment), de infantaria mecanizada; para além do "Lord Strathcona's Horse (Royal Canadians) tank regiment", Royal Canadian Horse Artillery e Afghan National Army.
Título:
Enviado por: Get_It em Junho 10, 2007, 03:57:01 am
Pesquisando no Googles News por Portuguese troops e encontrei as seguintes notícias sobre a participação portuguesa nesta operação:

Layton says new approach needed in Afghanistan (http://http), Globe and Mail
Citação de: "Sean Patrick Sullivan"
Cpl. McCully was participating in Operation Hoover, a major anti-Taliban offensive, alongside Afghan and Portuguese troops when he stepped on an anti-tank mine that instantly killed him.

Canadians lead major assault on the Taliban (http://http), Globe and Mail
Citação de: "Murray Campbell"
Aircraft, including British Harrier jets, provided cover for the operation. Shortly after 7 a.m., Portuguese troops called for an air strike on the insurgents they were fighting.


Quando pesquisei deu-me a ideia que não eram tão breves. :roll:

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: typhonman em Junho 10, 2007, 04:25:35 am
Talvez seja a hora de enviar 3 ou 4 F16MLU da esq 301 para apoiar os Comandos em missões CAS, mas as JDAM tardam em chegar,so com GBU12 mas tinha-mos de ter equipas com laser sobre o alvo no solo, pois ainda nos faltam os pods.
Título:
Enviado por: zecouves em Junho 10, 2007, 08:37:57 am
Apesar de não estar completamente por dentro da situação arrisco o seguinte: parece-me que está  acontecer o que eu sempre pensei, isto é, não é dentro de "chapa com rodas" que se combate forças tipo guerrilha como esta.

Parece que a aproximação às posições inimigas (In) está a ser o mais discreta possivel de forma a ser feita em segurança (fora das estradas e trilhos) e a surpreender as forças Taliban (sem ruido e de uma direcção inesperada). Para tal os deslocamentos não podem ser feitos dentro de viaturas blindadas, com Carros de Combate em apoio, por estradas que estão obviamente vigiadas e minadas.

Se a localização do In é perfeitamente conhecida e está bem identificado, uma hipótese é, se houver meios, o Heli-assalto.

Se a localização do In é algo incerta, uma modalidade de acção possivel é a aproximação apeada, discreta, fora das estradas e trilhos.

Se a localização do In é totalmente desconhecida, uma modalidade de acção é fazer o que fizemos em Africa durante 12 anos: a nomadização. Isto é, durante vários dias"vaguear" discretamente à procura de indicios de In e se tal acontecer actuar em conformidade, mas desta vez com uma vantagem: o esmagador apoio aéreo.

Espero não ter sido muito teórico e não ter falado de algo sobre o qual não tenho todos os dados. ... blx2x1
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 10, 2007, 11:56:35 am
Citação de: "Typhonman"
Talvez seja a hora de enviar 3 0u 4 F16MLU da esq 301 para apoiar os Comandos em missões CAS, mas as JDAM tardam em chegar,so com GBU12 mas tinha-mos de ter equipas com laser sobre o alvo no solo, pois ainda nos faltam os pods.


Isso não é bem assim, os meios aéreos da NATO não são exclusivos para apoiar as forças terrestres dos proprios paises, eles apoiam todas as forças terrestres aliadas.
Actualmente as forças portuguesas são apoiadas por meios aéreos aliados e se eventualmente enviar-mos F-16 para o Afeganistão eles não vão ficar exclusivamente ao dispor das forças terrestres portuguesas, são para toda a ISAF.

O TACP da Força Aérea possui algum equipamento de lasers no Afeganistão para assinalamento de alvos? Se alguém deve ter esse equipamento são eles.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 11, 2007, 10:50:40 am
Claro que tem, baste ires ao site da FAP para veres os tipos a treinar com outras unidades congéneras usando esse equipamento.

Citar
As equipas são geralmente integradas por três elementos FAC (Forward Air Controller), operador de comunicações (CO Comms Operator) e operador de designador de alvos (LO – Laser Operator) que é também o condutor da viatura táctica.

Desde a sua chegada à área de operações, no mês de Agosto, o TACP efectuou mais de três dezenas de missões operacionais, sendo frequentes as de presença aérea que visam dar visibilidade às forças da ISAF, mostrando às populações que a permanência no país tem por objectivo garantir a sua segurança e bem-estar. Outra vertente do emprego operacional do TACP é o Apoio Aéreo Próximo (CAS – Close Air Support), às forças aéreas presentes no Afeganistão, em missões contra forças hostis, exigindo estas operações, também, uma detalhada integração e coordenação com a manobra das forças ISAF no terreno.
Título:
Enviado por: FFAP em Junho 11, 2007, 01:52:51 pm
Boas


   No Afeganistão as nossas equipas FAC, tal como foi dito, são compostas por 3 elementos, um FAC que pode ser sargento ou oficial, um operador de comunicações que pode ser cabo, sargento ou oficial, e um operador de laser que pode ser sargento ou oficial. Utilizam as viatural Panhard do Exército que neste momento estão armadas com metralhadoras MG-3 da FAP em substituiçãos das Browning .30 do Exército.
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 12, 2007, 12:53:30 pm
Citar
(...)

A Portuguese army convoy was attacked just the night before, with two vehicles hit by RPGs and rifle fire.

(...)

One villager dominates the talking. He complains that no one has slept in two nights because of the jets and other aircraft flying overhead, while some of the bullets from the Portuguese skirmish ended up in the village.

(...)


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Junho 12, 2007, 05:22:18 pm
Os comandos estao a escaqueirar tudo. :P
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 12, 2007, 05:34:11 pm
Nem tudo...infelizmente!  :(
Título:
Enviado por: Luso em Junho 12, 2007, 05:43:29 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Nem tudo...infelizmente!  :mrgreen:
Título:
Enviado por: comanche em Junho 14, 2007, 11:02:46 pm
Tropas portuguesas no Afeganistão elogiadas

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O ministro da Defesa, Severiano Teixeira, disse esta quinta-feira, em Bruxelas, que o desempenho dos militares portuguesas em Kandahar, no Sul do Afeganistão, foi elogiado pelo seu homólogo canadiano, informou a agência Lusa.

Recorde-se que os militares portugueses estão no Afeganistão, integrados numa força da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO). O contingente terminou a missão em Kandahar e regressa agora a Cabul.

«As forças portuguesas foram hoje objecto de um grande elogio, no que diz respeito à disponibilidade para actuar nessa zona difícil e ao seu desempenho, por parte do ministro da Defesa canadiano», disse Nuno Severiano Teixeira.

Título:
Enviado por: Lancero em Junho 15, 2007, 03:22:53 pm
Ao que me disseram, os homens regressam hoje a Kabul.
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 15, 2007, 03:57:07 pm
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Castelo Branco: Brigada de Reacção Rápida do exército treina participação em missões internacionais da NATO    

   Castelo Branco, 15 Jun (LUSA) - Um total de 973 efectivos e 106 viaturas  da Brigada de Reacção Rápida do exército realizam até 21 de Junho um exercício  para treinar a participação em missões internacionais da NATO.  

   A Brigada tem actualmente uma companhia de comandos com 150 militares  no Afeganistão, "onde a acção ultrapassa o limiar das operações de manutenção  de paz e há alguma exigência em termos tácticos", disse à Agência Lusa o  major general Carlos Jerónimo, comandante da Brigada de Reacção Rápida.  

   "As forças intervenientes têm que treinar para estarem preparadas quando  chegarem a esses teatros", sublinhou, ao justificar a importância do exercício  militar "Apolo 07", que decorre nas zonas de São Jacinto (Aveiro) e Monfortinho  (Castelo Branco).  

   O comandante da Brigada de Reacção Rápida falava à margem do dia aberto  à comunicação social e convidados, em Monfortinho, em que foram demonstrados  o assalto a instalações inimigas com forças heli-transportadas e o lançamento  de pára-quedistas.  

   "Esta é uma das melhores zonas de lançamento do país", dado o vasto  campo aberto, sem cabos de alta tensão ou outros obstáculos, realçou Carlos  Jerónimo.  

   Junto a Monfortinho, os aviões C-130 treinaram o lançamento de grupos  de 30 pára-quedistas a 300 metros de altura do solo e a uma velocidade de  125 nós, por detrás da linhas inimigas imaginárias e com o objectivo de  eliminar objectivos militares.  

   O exercício conta a participação de militares estrangeiros, nomeadamente,  uma companhia da Brigada Pára-quedista Espanhola, quatro percursores do  exército brasileiro e três oficiais observadores do exército russo.  

   "Estes intercâmbios são sempre úteis para trocar experiências e melhorar  questões de treino. Nos teatros de operações nós actuamos com forças estrangeiras,  por isso há toda a conveniência em nos conhecermos uns aos outros", realçou  Carlos Jerónimo.  

   A Brigada de Reacção Rápida tem actualmente 75 militares prontos, à  disposição da Força de Resposta da NATO para actuar em qualquer cenário  necessário e outros 50 em fase de aprontamento nacional, aos quais se vai  juntar uma companhia de pára-quedistas destinada ao Afeganistão.  

   Para além dos efectivos que estão no terreno no Afeganistão, a brigada  tem ainda graduados em missões da NATO espalhadas pelo globo, nomeadamente  no Iraque.  

   Desde 1996, a Brigada de Reacção Rápida já destacou 14 batalhões para  a Bósnia, Kosovo e Timor-Leste e quatro companhias para forças de resposta  da NATO no Afeganistão.  

   Também no âmbito da NATO já realizou recolhas de cidadãos no Zaire,  Congo e Guiné-Bissau e participou ainda por duas vezes em missões para apoio  à formação de forças de segurança no Iraque.  
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 15, 2007, 04:16:10 pm
Eu estava à espera de que o próximo contigente fosse também ele de Comandos... :?
Título:
Enviado por: comanche em Junho 16, 2007, 12:51:12 am
Tropa: Exercício ‘Apolo 07’ simula cenários no estrangeiro
Elite do Exército treina para missões arriscadas



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A zona de Monfortinho, em Idanha-a-Nova foi ontem palco de um exercício de grande envergadura executada pela Brigada de Reacção Rápida (BRR), a elite do Exército, no qual participaram 1500 militares – pára-quedistas, comandos e forças especiais –, uma companhia do exército espanhol e seis percursores brasileiros. O exercício foi seguido de muito perto por uma equipa de oficiais do Exército da Rússia, que quis assistir ‘in loco’ à forma como os militares lusos treinam a sua operacionalidade.

 
 
 
 
 
Os russos ficaram “surpreendidos” com a organização das forças da brigada, observaram o armamento e tiraram muitas fotografias. O dia ficou marcado por dezenas de lançamentos de pára-quedistas que foram transportados da Base de S. Jacinto até Monfortinho em dois aviões C-130.

Para o exercício, Monfortinho transformou-se por algumas horas numa zona de Zululand – um país do sudoeste africano que está prestes a ser invadido pelas forças inimigas. O objectivo foi a evacuação de não combatentes apanhados no conflito. Os militares chegaram de avião (pára-quedistas) e de helicóptero (comandos e forças especiais) e aniquilaram as forças inimigas.

O ‘Apolo 07’ é considerado um exercício de “extrema importância” para os militares da BRR. O objectivo, segundo o major general Carlos Jerónimo, comandante da brigada, é “treinar o controlo, desenvolver o planeamento e a execução de uma operação aerotransportada no âmbito de uma operação ofensiva”.

O oficial afirmou que são estes treinos que testam a operacionalidade da BRR e deu como exemplos os recentes incidentes verificados no Afeganistão e o que se passou em Março, quando uma companhia esteve prestes a ser enviada para o Congo e “ficou pronta em 12 horas”. “Muitas vezes a acção ultrapassa o limiar das operações de manutenção de paz. Há teatros de operações que exigem vastos conhecimentos tácticos”, adiantou o major general Carlos Jerónimo.

Desde a sua criação – em 1996 – a BRR já destacou 14 batalhões para cumprimentos de missões nos teatros de operações da Bósnia, Kosovo, Timor, Iraque e Afeganistão, onde actualmente estão 150 militares.

PARTICIPANTES

- Os oficiais russos destacados para seguirem a operacionalidade lusa inteiraram-se do armamento que está à disposição dos militares da Brigada de Reacção Rápida.

- Seis percussores do exército brasileiro estão desde o início do mês a participar no ‘Apolo 07’. O mesmo acontece com uma companhia espanhola.

- As três forças que compõem a Brigada de Reacção Rápida – comandos, pára-quedistas e forças especiais – mostraram os meios que dispõem.
Título:
Enviado por: Get_It em Junho 16, 2007, 01:42:35 am
Essa é a notícia do Correio da Manhã (http://http), certo?
Talvez eu esteja a exagerar, mas a legenda colocada para a foto foi de mau agrado. :shock: *g* Observadores teria sido politicamente, tecnicamente, e verdadeiramente, mais correcto. Na minha opinião, claro. :roll:

Cumprimentos,
Título: N: «Portugueses deixam zona perigosa»
Enviado por: Get_It em Junho 16, 2007, 04:50:54 am
Citação de: "Correio da Manhã"
Portugueses deixam zona perigosa
Afeganistão
A companhia de Comandos que integra as forças da Nato no Afeganistão regressou ontem a Cabul, depois de ter estado em missão em Kandahar, onde os militares portugueses foram vítimas de duas emboscadas que provocaram 3 feridos.

2007-06-16 - 00:19:00
fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=246622&idselect=21&idCanal=21&p=200


Espero que amanhã de manhã sejam publicadas notícias com mais informações acerca disto.

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 16, 2007, 10:55:00 am
É mais uma "boca" para ver se chama a atenção do leitor do que outra coisa. Na foto em questão, parece-me que seja um Precursor ou um Auxiliar-Precursor.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Junho 18, 2007, 11:13:31 am
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EQUIPAMENTOS
Lacunas no Afeganistão
Comandos portugueses estão estacionados no aeroporto da capital afegã mas podem ser enviados a qualquer momento para outro local


Carlos Varela

Portugal está a enviar material militar com carácter de urgência para o Afeganistão, face às lacunas detectadas na força portuguesa que ali está destacada. Os problemas ficaram mais visíveis na sequência das recentes emboscadas dos terroristas talibans na região de Kandahar, onde a força nacional destacada tem estado empenhada
. E que, garantem fontes militares, só não tiveram reflexos no número de baixas e no resultado operacional pelo elevado nível de instrução recebido e pelo empenhamento na missão por parte dos militares.

A primeira vaga de material - novas placas de protecção balística - deverá chegar hoje ou amanhã de avião a Cabul. Novos coletes, com mais garantias de protecção, poderão também ser encomendados.
A decisão foi tomada na semana passada, com a chegada de relatórios operacionais relativos aos ataques sofridos pelas tropas portuguesas.

Já quanto ao armamento, em particular a G-3, o problema é mais complexo, uma vez que a sua substituição está dependente do lançamento de um novo concurso por parte do Ministério da Defesa (MDN).

Nem este nem o Estado-Maior do Exército quiseram comentar o caso do Afeganistão, alegando que se trata de "questões operacionais" em ambiente de conflito. O Exército, no entanto, salienta estar "a concretizar esforços para dotar os militares de equipamentos mais recentes e ligeiros, que garantam a protecção individual sem comprometer a mobilidade táctica". Já quanto à substituição da G-3, diz acolher "de bom grado uma nova arma o mais rapidamente possível".

O JN sabe, no entanto, que está a decorrer um processo - possível - de estender a vida da G-3, com a adaptação de kits para que a espingarda com 40 anos de serviço possa receber novos equipamentos, como lanternas, silenciadores (tecnicamente designados supressores de som) e miras para aumentar a certeza de tiro.

Os portugueses estão a cumprir a missão, mas para garantir um grau de eficácia e de protecção igual aos das restantes forças da OTAN em serviço no Afeganistão, cada soldado tem que fazer um esforço quase a duplicar, carregando coletes à prova de bala com mais de 14 kg, quando os equiparáveis dos aliados não pesam mais de 8 kg.

Fazer fogo deitado é difícil e o mesmo se passa no esforço para sair das viaturas blindadas durante uma emboscada - a situação que tem sido mais comum e onde a chave para evitar baixas é uma reacção imediata com fogo e movimento, até agora conseguida com sucesso.

A referência para os novos coletes são os usados pela GNR em Timor-Leste e comprados pelo Ministério da Administração Interna no ano passado, equiparáveis à qualidade dos equipamentos usados por outros países da OTAN no Afeganistão.

De regresso a Cabul

Os comandos em serviço no Afeganistão começam no início da semana a regressar a Cabul, mas nada invalida que a força - num total de 150 homens - possa voltar a operar na difícil zona de Kandahar. É que a força (que faz rotação com uma companhia de pára-quedistas, o que deverá acontecer em Agosto) faz parte da força de reacção rápida às ordens directas do comandante da ISAF (a força da OTAN que opera no Afeganistão). Um empenhamento que já custou um morto e três feridos, desde 2005, quando a missão foi iniciada. Isto significa que a companhia portuguesa está normalmente estacionada no aeroporto da capital afegã, mas, de um momento para o outro, pode ser enviada para uma qualquer missão, como veio a acontecer com Kandahar. Das missões atribuídas à força portuguesa constam desde acções de reconhecimento a escoltas de colunas, assim como segurança de área. Esta, por exemplo, foi uma das missões onde esteve empenhada a companhia de pára-quedistas que antecedeu a de comandos, na zona também de Kandahar, na segurança a infra-estruturas aeroportuárias. Se bem que o caso tenha sido pouco falado a verdade é que também os pára-quedistas tiveram que intervir com acções de força nas imediações do aeroporto, quando os talibans fizeram vários disparos de roquete.

Mais dois atentados à bomba

A forte explosão que destruiu, ontem, um autocarro da Academia da Polícia de Cabul, no Afeganistão, provocou pelo menos 35 mortos e foi o mais violento atentado na capital afegã desde a invasão norte-americana, em 2001. Os talibans já reivindicaram a autoria do ataque. Na província de Kandahar, outro atentado matou três soldados da força multinacional, juntamente com um intérprete afegão.

No atentado à bomba de Cabul - que destruiu as partes laterais e o tejadilho do autocarro -, para além dos 35 mortos (número que inclui 22 polícias), outras 35 pessoas ficaram feridas. De acordo com testemunhas, o autocarro transportava vários instrutores da Polícia afegã.

O suposto porta-voz dos talibã, Qari Yousef Ahmadi, disse que um atacante suicida do grupo provocou a explosão. Segundo Ahmadi, o terrorista Mullah Asim Abdul Rahman, de 23 anos, era da região de Cabul. O relato, feito através de um telefone via satélite a partir de um local não identificado, não pôde ser confirmado.

O outro ataque, que vitimou três soldados da força multinacional e um intérprete afegão, ocorreu na província de Kandahar, quando um engenho explosivo foi detonado à passagem do veículo em que seguiam os militares.

Com as novas baixas, aumenta para 87 o número de soldados da força multinacional e da ISAF (Força Internacional de Ajuda à Segurança, liderada pela OTAN) mortos no Afeganistão, desde o início do ano.


Placa balística

É colocada à frente e atrás do colete de protecção. A que é usada pelos portugueses é em cerâmica e já está obsoleta. As novas placas, em polímero, pesam muito menos e aguentam vários impactos directos de 7,62 mm, o calibre da AK-47, usada pelos talibã.



Coletes de protecção

O s militares têm pretendido para os vários teatros de operações um colete que também sirva de transportador, à semelhança do usado pela GNR em Timor. Com as placas de protecção não ultrapassa os 8 kg.



Obsolescência

As armas tornam-se obsoletas não apenas devido ao calibre mas também pela impossibilidade de receberem novos equipamentos, como sistemas ópticos de mira e sensores.


http://jn.sapo.pt/2007/06/18/primeiro_p ... istao.html (http://jn.sapo.pt/2007/06/18/primeiro_plano/lacunas_afeganistao.html)
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 18, 2007, 04:45:45 pm
^^^
Infelizmente só se lembram do S. Pedro quando chove.
Já na primeira missão dos Comandos foi igual. Assim que lá chegaram pediram ao EMGFA equipamento de IED/jamming para as viaturas.
Escusado dizer que só chegou no decurso da segunda missão. Entretanto já tinha morrido um militar.



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Afeganistão: Maioria dos soldados portugueses deixaram Kandahar e já estão em Cabul    

   Lisboa, 18 Jun (Lusa) - A maioria dos 130 soldados portugueses destacados  desde Maio em Kandahar, uma das zonas mais perigosas do Afeganistão, regressou  domingo a Cabul, após um mês e meio de missão, em que ficaram feridos três  militares.  

   Fonte do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) disse hoje  à Agência Lusa que a grande maioria dos soldados fez a viagem no domingo,  "por via terrestre, sem incidentes", e estão já em Camp Warehouse, onde  o destacamento português está colocado.  

   Os restantes elementos estarão de regresso à capital afegã, por via  aérea, nos próximos dias, acrescentou a mesma fonte.  

   Esta foi a segunda missão de militares portugueses em Kandahar, onde  se registaram, nos últimos meses, combates com forças talibãs.  

   O contingente português, integrado na força internacional da NATO (ISAF),  vai permanecer na área de Cabul até final do mês de Agosto, mês em que será  substituído por uma nova força.  

   Desde Fevereiro de 2007 que os militares estão no Afeganistão - 150  pertencem à Brigada de Reacção Rápida, sete são militares do Grupo de Controlo  Aéreo Táctico da Força Aérea e foram colocados no aeroporto de Cabul e cinco  militares do Exército estão destacados no quartel-general da ISAF.  

   Desde o início da missão no Afeganistão já morreram um soldado português,  na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul, em 2005, e três outros  ficaram feridos.  

   No último mês, e coincidindo com a missão dos comandos em Kandahar,  três soldados sofreram ferimentos ligeiros em duas emboscadas.  

   A primeira, em 25 de Maio, um soldado português sofreu ferimentos ligeiros  em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar.  

   Na segunda, a 07 de Junho, ficaram feridos - com escoriações - dois  militares portugueses numa emboscada a uma coluna de viaturas, quando regressava  à base.  

   Segundo a edição de hoje do Jornal de Notícias, Portugal está a enviar  material militar, como novas placas de protecção balística, na sequência  das duas emboscadas do último mês.  

   Após os incidentes, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, admitiu  que "o Afeganistão é um teatro com riscos".  

   "O Afeganistão é um teatro com riscos mas é tambem um teatro onde as  Forças Armadas Portuguesas estão a servir com muito profissionalismo, estão  preparadas para o trabalho que estão a desenvolver e têm sido muito elogiadas",  disse Severiano Teixeira, em Washington, a 08 de Junho, depois de uma reunião  com o secretário norte-americano da Defesa, Robert Gates.  

     
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Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 28, 2007, 12:36:17 pm
http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333811 (http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333811)  :wink:
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Enviado por: Lancero em Julho 02, 2007, 04:07:50 pm
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Só há dois blindados em reserva para dar apoio ao Afeganistão
Carlos Varela
A força portuguesa que está a combater no Afeganistão está com a capacidade blindada praticamente esgotada, na sequência dos ataques dos talibãs, uma vez que em Portugal há apenas duas viaturas em reserva, soube o JN junto de fontes militares. Mesmo estes dois veículos estão a ser aplicados na instrução, o que significa que fazê-los avançar para o Afeganistão, no caso de mais baixas em combate, pode pôr em causa a preparação da força que parte em Setembro. É mais uma das lacunas detectadas naquele teatro de operações, a par da desadequada protecção individual, agora em fase de reparação com o envio de novo material, tal como o JN já noticiou.

Uma reserva mínima, apontaram ao JN, seria de pelo menos dez viaturas do tipo em causa, a HUMMVEE, para garantir a instrução e a sustentação da força que a milhares de quilómetros de distância enfrenta a situação operacional mais dura e arriscada desde que Portugal deixou África em 1974. O Estado-Maior do Exército não quis comentar, alegando não o fazer relativamente a "questões operacionais", remetendo qualquer resposta para o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA). O JN sabe, no entanto, que a falta de HUMMVEE está a preocupar o Exército, que já fez chegar ao Ministério da Defesa a necessidade de comprar mais daquelas viaturas. O EMGFA considera que "no teatro de operações a situação foi restabelecida com o envio de viaturas para substituir as danificadas", mas não comenta o facto de haver apenas mais dois veículos em reserva. O Ministério da Defesa, aponta que "há um processo de aquisição a decorrer para blindados ligeiros", mas não indica datas para a sua conclusão.

Em menos de dois anos, a missão dos 150 portugueses no Afeganistão já causou um morto, um ferido grave e quatro feridos ligeiros, além da destruição total de uma viatura e danos graves em outras três, que levaram à sua imobilização, sempre por acções de combate.

Em causa, por razões financeiras, está a política de aquisição de armas e viaturas, que apenas tem em conta as necessidades imediatas da missão, sem levar em conta a possibilidade da ocorrência de baixas e a necessidade de manter uma reserva credível, apontaram as mesmas fontes.

Há mais um tipo de viatura blindada de rodas a ser usada no Afeganistão, o Panhard M-11, mas trata-se de um veículo especializado em reconhecimento e escoltas, que não permite o transporte de infantaria.

A viatura mais usada pela força portuguesa no Afeganistão é, assim, o HUMMVEE, um veículo de quatro rodas, que pode receber "kits" de blindagem, como veio a ser a opção portuguesa, e que além do armamento de bordo - metralhadoras e lança-granadas - pode transportar cinco soldados de infantaria.

No entanto, em todo o Exército e não obstante as múltiplas missões no exterior, há apenas 24 viaturas deste tipo e vinte foram empenhadas no Afeganistão. O número de "kits" de blindagem em reserva é de natureza confidencial, mas o seu número não deverá ser superior a quatro ou cinco.

Uma vez que o último ataque, no início de Junho, danificou gravemente dois dos três blindados, o Exército foi obrigado a enviar dois veículos para substituir os mais atingidos.

Feitas as contas, apenas ficaram dois HUMMVEE em Portugal, um número demasiado reduzido para poder ser considerado uma reserva credível, tanto mais que os dois sobrantes estão em permanência atribuídos à instrução de condutores da próxima leva de forças destinada ao Afeganistão.

Duas das viaturas danificadas nos combates de Junho já chegaram a Portugal e estão nas Oficinas Gerais de Material do Exército, mas ainda não se sabe se têm reparação, ou se o seu estado o justifica. A terceira viatura continua no Afeganistão, para reparação local.

Panhard M-11

É uma viatura moderna e está em serviço no Afeganistão mas é mais concebida para as missões de reconhecimento e escolta, típicas da cavalaria, e o modelo em uso em Portugal não pode comportar soldados de infantaria.

Os novos Pandur

Embora mais pesados que o HUMMVEE seriam sempre uma alternativa, mas os primeiros só serão entregues entre Setembro e Dezembro. Quanto aos M-113, têm protecção razoável, mas têm lagartas em vez de rodas.

Pedir a Espanha

É talvez uma alternativa e foi assim, aliás, que Portugal conseguiu cumprir os compromissos com a OTAN para estar no Afeganistão dentro da data aprazada até que a fábrica tivesse tempo para aplicar blindagem nos HUMMVEE. O "El País" lembrou esse empréstimo no ano passado a propósito da discussão do comando no Líbano.


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Julho 02, 2007, 04:22:14 pm
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Falha dos talibã salvou vida aos portugueses


A força portuguesa já regressou a Cabul, com o fim da missão em Kandahar, mas a última emboscada, a 7 de Junho, acabou por ser bem mais grave do que então foi divulgado. E se se ficou apenas por dois feridos ligeiros foi pela rápida reacção das forças portuguesas, mas também porque os terroristas falharam no disparo dos RPG-7, um antigo mas eficaz lança-roquetes, que tem sido muito utilizado contra as forças ocidentais no Iraque e no Afeganistão. A coluna portuguesa era composta por cinco veículos blindados HUMMVEE, transportando cerca de 30 militares dos comandos. Duas das viaturas foram atingidas lateralmente por outros tantos roquetes de RPG-7, mas nem um nem outro projéctil explodiram. Aparentemente, os talibã dispararam demasiado cedo, levando a que a espoleta não tenha tido tempo para armar e não activando os mais de 2,5 kg de explosivo, embora tenham embatido nos blindados, provocando o despiste de um deles, que capotou, provocando os dois feridos ligeiros. Se não tivesse acontecido o erro ou a falha técnica, os HUMMVEE - como qualquer outro blindado, a não ser um carro de combate - não resistiriam ao impacto e o roquete explodiria no seu interior, onde estavam cinco portugueses em cada viatura. Um outro HUMMVEE foi igualmente atingido, mas não com os roquetes. No entanto, as três viaturas atingidas mostram igualmente marcas de projécteis de armas ligeiras, assim como de metralhadoras pesadas. Num dos impactos, a blindagem chegou a ser perfurada, eventualmente com uma bala de calibre 14,5 mm, que entrou no interior do veículo, mais uma vez sem atingir nenhum português.
      
http://jn.sapo.pt/2007/07/02/nacional/f ... ueses.html (http://jn.sapo.pt/2007/07/02/nacional/falha_taliba_salvou_vida_portugueses.html)
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 02, 2007, 06:24:22 pm
A SORTE PROTEGE mesmo os AUDAZES  :wink:
Título:
Enviado por: papatango em Julho 02, 2007, 07:22:22 pm
A sorte e o kit da Plasan-Sasa ...
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 02, 2007, 10:03:23 pm
Abram os cordões à bolsa e adquiram uma dezena de Dingo-2 ou RG-31/RG-32............
Por ajuste directo, a quantidade, a urgência e a operacionalidade não podem esperar por concursos que acabam sempre de forma polémica
Título:
Enviado por: Viriato - chefe lusitano em Julho 03, 2007, 05:55:47 pm
Diários de Cabul

http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333811 (http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333811)
Título:
Enviado por: João Oliveira Silva em Julho 03, 2007, 05:56:23 pm
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Abram os cordões à bolsa e adquiram uma dezena de Dingo-2 ou RG-31/RG-32............

Tenham mas é juízo e acabem de vez com a " aventura afegã ".
Porque raio é que Portugal se foi envolver nisto?  faz algum sentido? o Afeganistão diz-nos alguma coisa?
Vamos mas é tratar da nossa vidinha, na europa, na CPLP. Vamos resolver o que há para resolver - e é muito - nos equipamentos para defesa do país, no SAR, na fiscalização da ZEE, etç, e deixarmo-nos de " brincadeiras ".
Se os américas consideram que o Afeganistão é um problema, eles que o resolvam. Porque é que o zé de Macedo de Cavaleiros vai dar " porrada " num talibã pelo qual o tio bush não morre de amores? Pior ainda. Porque é que o zé ( ou muitos zés )  de Macedo de Cavaleiros vão morrer em Kandahar? Porquê? para quê?
Se o zé morrer a defender um centimetro de Portugal, se o zé morrer num acidente a fiscalizar a vasta costa maritima portuguesa, se o zé morrer a auxiliar no combate a um incêndio numa qualquer serra de Portugal, ou a auxiliar os espanhóis ou os gregos a combater um incêndio lá e porque também já contamos com o apoio deles, o zé é digno do meu mais profundo respeito.
Não consigo entender para além disto.
Os portugueses e os europeus não têm que pagar a estupidez dos americanos e muito menos as " birras " do filho do papá. Isto excluindo as negociatas do seu vice e dos lobies que andam por ali.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: tentador em Julho 03, 2007, 06:48:20 pm
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Porque raio é que Portugal se foi envolver nisto? faz algum sentido?

Porque:
porque Portugal necesita realzar a sua presencia internacional
Porque un pais socio da NATO e adquiriu unha serie de comproimisos
Porque Afganistan era un criadero de terroristas
Porque esos terroristan matan a xente inocente, e iso non o debemos permitir.
Poque eses terroristas queren recuperar Al-Andalus, e iso inclue a Portugal.
Porque o exercito portugués necesita experiencia en combate
Porque os afganos necesitan a nosa axuda.
Porque se nos quedadamos de brazos cruzados pronto teredes a amarga experiencia de coñecer o que se sinte ao perder a centos de persoas como no 11-S e no 11-M
...
¿Sigo?

Saudos
Título:
Enviado por: Yosy em Julho 03, 2007, 07:55:02 pm
^^^^ :Palmas:
Título:
Enviado por: JQT em Julho 03, 2007, 08:43:54 pm
Citação de: "João Oliveira Silva"
[Se os américas consideram que o Afeganistão é um problema, eles que o resolvam. Porque é que o zé de Macedo de Cavaleiros vai dar " porrada " num talibã pelo qual o tio bush não morre de amores?


Não são só os americanos que consideram o Afeganistão um problema: somos todos os ocidentais. Ou está à espera que os Talibãs cheguem a Macedo de Cavaleiros para começar a combatê-los?

Um pouco de bom senso...  :roll:

JQT
Título:
Enviado por: Mar Verde em Julho 03, 2007, 08:58:45 pm
Citação de: "João Oliveira Silva"
Porque raio é que Portugal se foi envolver nisto?  faz algum sentido? o Afeganistão diz-nos alguma coisa?


Porque a Al Qaeda tem por objectivo último a restauração do Califado.

Consegue apontar Portugal no mapa ?


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg262.imageshack.us%2Fimg262%2F359%2Fislam20map1bg3.jpg&hash=aeea8eee8679a05bd9f21dc332ac7add)
Título:
Enviado por: papatango em Julho 03, 2007, 09:24:13 pm
Creio que devemos ser realistas. É tão possível recriar o Al-Andaluz hoje, como é  possível voltar a criar o império português com o Brasil a África, a costa do Irão e da Arábia, toda a India, Macau Indonésia, Malásia e Timor.

Trata-se apenas de uma referência histórica, sem a mais pequena possibilidade de aplicação prática.

O problema, evidentemente é que enquanto não há malucos suicidas a querer reconstruir o império português, há malucos suicidas dispostos a morrer pelo triunfo do islão.

O triunfo do Islão não é apenas a reconquista do Al Andaluz. O objectivo é que todo o mundo se converta ao islão...

... Ou morra.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 04, 2007, 10:07:08 am
Citação de: "papatango"
Creio que devemos ser realistas. É tão possível recriar o Al-Andaluz hoje, como é  possível voltar a criar o império português com o Brasil a África, a costa do Irão e da Arábia, toda a India, Macau Indonésia, Malásia e Timor.

Trata-se apenas de uma referência histórica, sem a mais pequena possibilidade de aplicação prática.

O problema, evidentemente é que enquanto não há malucos suicidas a querer reconstruir o império português, há malucos suicidas dispostos a morrer pelo triunfo do islão.

O triunfo do Islão não é apenas a reconquista do Al Andaluz. O objectivo é que todo o mundo se converta ao islão...

... Ou morra.


Exacto!
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 17, 2007, 03:14:37 pm
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MISSÃO DOS MILITARES PORTUGUESES EM KANDAHAR

A Força de Reacção Rápida Portuguesa – Quick Reaction Force (QRF) ficou aquartelada em Kandahar na base avançada denominada Patrol Base Wilson (PBW), para cumprir uma missão de seis semanas.
A deslocação dos primeiros 26 militares da QRF ocorreu a 13 de Maio do corrente ano. Dois dias depois, juntaram-se-lhes os restantes militares da força, ficando então completa a movimentação de militares para esta operação.

Durante 35 dias, a base foi o novo aquartelamento dos 124 militares que chegaram a PBW. Logo após a chegada da força, teve lugar uma cerimónia singela, mas plena de significado: o içar da bandeira nacional no novo aquartelamento no Sul do Afeganistão.
Num dos três edifícios do aquartelamento de PBW encontra-se o governador do distrito de Zhari, Haji Khairuddin, noutro a Polícia Afegã (ANP) e no terceiro edifício, onde permaneceu o posto de comando da força nacional, a QRF portuguesa.
Numa fase inicial e por forma a manter a proficiência do tiro, os militares portugueses efectuaram algumas sessões de treino na carreira  de tiro improvisada junto ao aquartelamento.

O Módulo Sanitário da QRF prestou algum apoio à ANP, em especial após algumas das operações levadas a cabo por essa força, tendo os feridos da ANP e de Zhari  sido encaminhados para PBW e a prestação de primeiros-socorros sido garantida com o apoio dos militares portugueses.
A força portuguesa desenvolveu operações nos distritos de Zhari e Maywand, tendo sido necessário apresentar a QRF às autoridades civis e militares de ambos os distritos. Para isso, foi marcada uma shura – ou meeting – com as autoridades em PBW, após a qual foram entregues às autoridades locais folhetos sobre o contingente português em missão no Afeganistão.

Durante o tempo de permanência em PBW, a  força nacional realizou quatro operações, duas das quais no distrito de Zhari: Op Ilusão, em que a QRF efectuou uma manobra de diversão, e Op Hoover, em que estabeleceu uma posição de bloqueio. Nestas duas operações participaram igualmente forças canadianas e forças afegãs.  Posteriormente, no distrito de Mayand, decorreram outras duas operações, a Op. Escorpião e Op. Víbora 02, em que foi atribuída à QRF efectuar      patrulhamentos de forma a interditar a actividade talibã na região de Maywand. Participaram igualmente nestas operações elementos das Afghan National Security Forces.
A retracção da força nacional para Cabul iniciou-se a partir do dia 16 de Junho, último dia em que toda a força esteve presente em PBW e efectuou o arrear da bandeira nacional. A deslocação para Cabul ocorreu em dois grupos e de duas formas: em coluna de viaturas por via terrestre, percorrendo cerca de 500 km entre Kandahar e Cabul; e por via aérea a partir do aeroporto de Kandahar, com algum material e pessoal de apoio de serviços.
Todo o contingente nacional regressou ao aquartelamento de Cabul, Camp Warehouse, a partir do dia 20 de Junho, e aí permanecerá até ao final do mês de Agosto, altura em que será rendido por nova força nacional destacada.
05JUL2007
Fotos: 2CCmds

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F154016472007Icar%2520bandeira_net1.JPG&hash=309d4790578d266b48772e516576462a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F544016472007Flyer_FND.jpg&hash=d3680c5c25851644824b9351bca6eb53)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F534116472007Apoio%2520medico_net3.JPG&hash=0f8af06c88f190d7bf1d76717803c477)


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 10, 2007, 12:34:07 am
Cabo-adjunto Gonçalves (Militar parte para terceira missão no Afeganistão):

http://videos.sapo.pt/bim2wIPv8tZv0Ehiw5In (http://videos.sapo.pt/bim2wIPv8tZv0Ehiw5In)
Título:
Enviado por: André em Agosto 10, 2007, 01:04:17 pm
Grupo de militares portugueses partem para o Afeganistão

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Grupo de 50 militares portugueses parte de Figo Maduro para o Afeganistão, onde vai integrar a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança.

Estes militares, que viajarão a bordo de um C-130, constituem o primeiro grupo de um contingente de 150 efectivos do Exército e sete da Força Aérea que permanecerá seis meses em território afegão.

O segundo grupo de operacionais seguirá, no final do mês, a bordo de um avião civil fretado para o efeito.

O grupo, que parte segunda-feira, inclui tropas pára-quedistas e de apoio de serviços, assim como uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea.

Lusa / SOL
Título:
Enviado por: André em Agosto 13, 2007, 01:15:00 pm
50 militares portugueses partiram esta manhã

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Um grupo de 50 militares portugueses partiu esta manhã do aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, para o Afeganistão, para integrar a força de reacção rápida da Nato, a Força Internacional de Assistência e Segurança (Isaf).
Os militares fazem parte de um contingente de 150 efectivos do Exército e sete da Força Aérea, que permanecerá seis meses em território afegão.

O segundo grupo de operacionais segue no final deste mês.

Diário Digital


Good Luck boys :G-Ok:
Título:
Enviado por: comanche em Agosto 15, 2007, 03:01:40 pm
NATO condecorou contingente português prestes a ser rendido

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A NATO condecorou na semana passada o contingente militar português no Afeganistão, com o comandante da missão internacional na região a elogiar o trabalhos dos militares, anunciou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas.
 
O comandante da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), Dan McNeill, que presidiu no dia 017 de Agosto a uma parada que se realizou no aquartelamento onde estão os soldados portugueses, escrevu no livro de honra do contingente que a NATO tem "o máximo respeito e gratidão" pelo serviço prestado no Afeganistão pelos militares portugueses.

O contingente português recebeu assim a medalha militar da NATO, antes de se iniciar, na próxima semana, a sua rendição.

Os primeiros a chegar serão militares do Exército, incluindo uma companhia de manobra, com pára-quedistas e um destacamento de apoio.

O novo contingente, com 157 militares do exército, terá integrada uma equipa de controlo aéreo táctico com sete elementos da Força Aérea, e a rendição estará completa até ao fim do mês, segundo o Exército.

 
Título:
Enviado por: Artic Fusion em Agosto 15, 2007, 10:33:41 pm
Citação de: "comanche"
NATO condecorou contingente português prestes a ser rendido

Citar
A NATO condecorou na semana passada o contingente militar português no Afeganistão, com o comandante da missão internacional na região a elogiar o trabalhos dos militares, anunciou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas.
 
O comandante da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), Dan McNeill, que presidiu no dia 017 de Agosto a uma parada que se realizou no aquartelamento onde estão os soldados portugueses, escrevu no livro de honra do contingente que a NATO tem "o máximo respeito e gratidão" pelo serviço prestado no Afeganistão pelos militares portugueses.

O contingente português recebeu assim a medalha militar da NATO, antes de se iniciar, na próxima semana, a sua rendição.

Os primeiros a chegar serão militares do Exército, incluindo uma companhia de manobra, com pára-quedistas e um destacamento de apoio.

O novo contingente, com 157 militares do exército, terá integrada uma equipa de controlo aéreo táctico com sete elementos da Força Aérea, e a rendição estará completa até ao fim do mês, segundo o Exército.

 


Parabéns aos nossos militares que nos enchem de orgulho!  ys7x9  cax23  :Palmas:  :Palmas:
Título:
Enviado por: André em Agosto 15, 2007, 10:37:58 pm
Citação de: "Artic Fusion"
Parabéns aos nossos militares que nos enchem de orgulho!  ys7x9  cax23  :Palmas:  ys7x9  ys7x9
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 18, 2007, 10:29:52 pm
Entrega do Estandarte Nacional ao 2ºBIPára que vai para o Afganistão (http://http)
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 18, 2007, 11:36:27 pm
Uma versão mais completa do já aqui postado algumas mensagens acima,

Citar
CONDECORAÇÃO DOS MILITARES PORTUGUESES NO AFEGANISTÃO

No dia 7 de Agosto de 2007, realizou-se na “Parada de Portugal”, em Camp Warehouse, local onde se encontra sediada a QRF/FND/ISAF (Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada / ISAF), a cerimónia militar da imposição da medalha OTAN ao contingente militar português.
Presidiu à cerimónia o general Dan McNeill, comandante da International Security Assistance Force (COMISAF).
Pelas 10h00, em frente ao edifício de comando da Força de Reacção Rápida, o brigadeiro-general Erdem, comandante do Regional Command Capital (RCC) e o comandante da QRF, tenente-coronel Pipa Amorim, receberam o general COMISAF. A guarda de honra foi efectuada por um Grupo de Combate da 2ª Companhia de Comandos.
De seguida o general COMISAF marcou presença no contingente português com a assinatura do livro de honra da força.
Do seu testemunho pode ler-se ”To my Portuguese QRF and good friends. Tank you for your service with ISAF X. You have discharged your duties honorably and faithfully.  We have the utmost respect for your Force and we are grateful for your service in Afghanistan”.
Esta missão não foi fácil, como nunca o são os grandes desafios, mas a importância da actuação da QRF/FND/ISAF, neste país da Ásia Central, tão longe de Portugal quanto os interesses nacionais o exigem, está bem patente pela presença das altas entidades que testemunham esta cerimónia. Na parada, várias entidades aguardavam o general COMISAF, nomeadamente o Deputy Chief of Staff do RCC, o Senior National Representative, coronel Rosa, diversos National Contingent Commanders, comandantes de Battle Group, o representante do general comandante Regional Command South e os militares portugueses em funções em quartéis-generais.
Após a apresentação das forças em parada ao general COMISAF, seguiu-se a revista às forças em parada, a integração do estandarte nacional, discursos do comandante da QRF/FND/ISAF e do general COMISAF, imposição das condecorações e por fim  o desfile em continência ao general COMISAF.
Esta QRF/FND/ISAF inicia na próxima semana a rendição do seu contingente com a chegada do grupo avançado. Estes militares constituem o primeiro grupo, que segue em transporte militar, da QRF/FND/ISAF constituída por militares do Exército com Comando e Secção de Comando, uma Companhia de Manobra (com militares da 22ª Companhia de Tropas Pára-quedistas) e por um Destacamento de Apoio de Serviços. A Força Aérea Portuguesa tem integrada uma equipa de controlo aéreo táctico (TACP). Esta nova Força Nacional Destacada será comandada pelo tenente-coronel pára-quedista David Correia, pertencente ao 2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista da Brigada de Reacção Rápida.
Até final do corrente mês estará concluída a rendição do contingente e a respectiva transferência de autoridade, em Cabul, por um período de mais seis meses em território do Afeganistão, com um total de 157 militares do Exército e sete militares da Força Aérea.
10AGO07
Fotos: QRF/FND/ISAF

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F426121082007Parada_net3.JPG&hash=f1c1af0a75968cdef0d238b0b3aa81a8)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F4026121082007Parada_net2.JPG&hash=04b8d6f2ab8ae03a46d69ce128b183af)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F2327121082007Parada_net1.JPG&hash=6498a4bddf3b9e8f02ec4c57c46d6b75)


Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: unpredictable em Agosto 19, 2007, 01:50:43 pm
yu23x1  yu23x1
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 21, 2007, 01:40:33 am
Citar
As saudades da família e o sentimento de "dever cumprido" eram ontem o que mais pesava na bagagem dos 34 militares portugueses que regressaram a Lisboa depois de seis meses de serviço no Afeganistão.

Apesar de a maior parte da companhia já conhecer a área de operações onde esteve estacionada, o segundo sargento Rui Silva confessou à Lusa que "as tarefas mais difíceis foram encontradas no Sul do país", onde os militares permaneceram durante um mês e meio, "muitas vezes debaixo de fogo". No entanto, Rui Silva, que falou à Lusa há seis meses, aquando da partida, faz hoje um balanço positivo e admitiu a possibilidade de voltar.

Quanto ao "peso das saudades dos familiares que espera encontrar no Algarve", o segundo sargento confessou que são superadas pelo espírito de grupo e de equipa, "o único possível para sobreviver num cenário de conflito".

Também o segundo sargento Luís Moreira não escondeu a alegria ao ver a "noiva", Mariana Pires, que o esperava ansiosa. É esse apoio da família "cá e lá" que dá força, confessou o militar, que agora só quer "descansar".

No próximo dia 28, a companhia de comandos portugueses, que está no Afeganistão desde Fevereiro, será rendida pela 22ª companhia do segundo batalhão de infantaria pára-quedista, reforçada com um grupo de apoio de 110 homens. Um primeiro grupo de 40 homens, de um total de 150, que rendeu os militares que hoje regressaram, partiu segunda-feira, incluindo o oficial que vai comandar o novo contingente, tenente-coronel pára-quedista David Correia.

A unidade portuguesa faz parte da Força de Reacção Rápida Integrada da OTAN e desempenhará funções de reserva táctica ao serviço da Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) no Afeganistão, constituindo uma força móvel que poderá ser deslocada para zona de operações.
 
 
 
 
 
in  Jornal de Notícias
 
18 de Agosto de 2007
Título:
Enviado por: Lancero em Agosto 30, 2007, 04:12:33 pm
A partida.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fagosto%2F20070828214239PTLUS7427445118833735.jpg&hash=373583974283bcace187bb5ef8cf9152)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fagosto%2F20070828215002PTLUS7427433118833780.jpg&hash=11885e5601098e0e7ff5ec992c8df18e)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fagosto%2F20070828213429PTLUS7427446118833686.jpg&hash=4bcb6cb5d9c621df11ae0baaf897c272)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 30, 2007, 05:17:36 pm
Vão com Deus e vemo-nos TODOS daqui a 6 meses (é só isso que eu desejo)!
Título:
Enviado por: JLRC em Agosto 30, 2007, 05:54:43 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Vão com Deus e vemo-nos TODOS daqui a 6 meses (é só isso que eu desejo)!


São os meus votos também
Título: Idem
Enviado por: zocuni em Agosto 30, 2007, 08:44:52 pm
Idem.Voltem logo.

Abraços,
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 31, 2007, 04:00:55 pm
Citar
Comandos : chegada após seis meses no Afeganistão
Alegria no regresso a casa


Vítor Mota

Muita emoção na chegada dos militares ao Aeroporto de Figo Maduro
"Fiquei ferido na face numa emboscada. O mais importante, apesar dos ferimentos, foi cumprir a missão”, contou ao CM o sargento Carlos Barry, um dos 133 Comandos portugueses que ontem regressaram a Portugal após seis meses em missão no Afeganistão, integrados na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) da NATO. Foi, talvez, a missão mais “complicada” para soldados portugueses desde a Guerra do Ultramar.


O sargento Barry esteve dois dias no hospital ao ser atingido por estilhaços, durante uma emboscada em Kandahar. Barry disse que “voltava ao Afeganistão” e que tudo foi “ultrapassado com normalidade”.

Os 133 militares, da 1.ª companhia de Comandos da Brigada de Reacção Rápida, estiveram desde Fevereiro no Afeganistão. Ontem, pela 01h13, aterram no Aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.

O tenente-coronel Pipa Amorim sublinhou a boa cooperação entre os militares afegãos e portugueses. “A barreira linguística é sempre um problema, porém, foi ultrapassada e a entreajuda foi excelente”.

Numa sala completamente cheia, centenas de familiares, amigos e namoradas acotovelavam-se enquanto esperavam ansiosamente pelos comandos. Um grande número esperava desde as 19h00, hora inicial de chegada do avião fretado para transporte dos militares. O voo foi adiado para a 01h00, factor que contribuiu ainda mais para a ansiedade de quem esperava pelo filho ou marido.

“Vim de Castelo Branco e estou aqui desde as 19h00. Estou cansada, mas vale a pena esperar pelo meu filho, não o vejo há 6 meses”, contou Maria Cardoso, 55 anos.

Rui Monteiro, 26 anos, comando, combateu as saudades que tinha da mulher e dos dois filhos pequenos com a ajuda da internet.

“Fui acompanhando o crescimento deles com a ajuda de uma webcam (câmara para videoconferência), assim consegui vê-los crescer. É a 2.ª vez que regresso do Afeganistão. Aquilo que me causou mais impacto foi a situação em que se encontravam as pessoas. Valeu pela experiência e por termos ajudado a população, que no fundo foi a principal razão pela qual partimos”, confessou o 2.º Cabo.

Um grupo de 103 militares pára-quedistas partiu na passada terça-feira para o Afeganistão, substituindo a força que regressou ontem. O grupo que partiu irá herdar um cenário complicado.

Portugal esteve presente na 1.ª missão da ISAF entre Fevereiro e Julho de 2002. Regressou ao Afeganistão em Maio de 2004, depois de a NATO ter assumido em Agosto de 2003 o controlo da força internacional.

A ISAF é composta por cerca de 8 mil efectivos de 36 países. É comandada pela NATO. Tem como missão assistir o Governo do Afeganistão na manutenção da segurança do país.

COMANDOS EM DISCURSO DIRECTO

TENETE-CORONEL PIPA AMORIM

O tenente-coronel Pipa de Amorim, comandante da Força Nacional Destacada que regressou do Afeganistão, sublinhou a boa cooperação entre portugueses e afegãos. “A barreira da língua foi ultrapassada. Os portugueses relacionam-se bem com qualquer povo. É uma qualidade única”.

SARGENTO BARRY

“Voltava lá outra vez”, conta ao CM o sargento Barry, que foi atingido por estilhaços no decorrer de uma emboscada em Kandahar. Esteve dois dias no hospital mas ultrapassou a situação com normalidade. “A missão é sempre o mais importante”.

TELMA PEREIRA

“A internet ajudou muito para combater as saudades, o telefone também. Seis meses é muito tempo. É meio ano. Felizmente chegou são e salvo” confessou ao CM Telma Pereira, namorada do 2.º cabo Pedro Martins. “Agora é tempo de matar saudades”.

2º CABO RUI MONTEIRO

O 2. º cabo Rui Monteiro no momento da chegada. As saudades foram mais que muitas. Irá aproveitar ao máximo o tempo que tem com a sua família que não via há seis meses. A internet ajudou-o a acompanhar o crescimento dos filhos. Chega a Portugal com o sentimento de dever cumprido.

PORMENORES

EMBOSCAD

No passado mês de Junho em Kandahar, uma coluna militar, onde seguiam soldados portugueses, foi alvo de uma emboscada. Alguns militares sofreram ferimentos ligeiros depois de a viatura onde seguiam ter capotado.

KANDAHAR

É a segunda maior cidade do Afeganistão. O aeroporto internacional de Kandahar é usado pela NATO para receber tropas e mantimentos de ajuda humanitária.

FORÇA DE REACÇÃO

Uma força de reacção rápida é responsável por responder a uma situação de risco, em menos de 15 minutos. O tamanho deste tipo de força, depende da ameaça que se enfrenta. Um pelotão bem treinado é capaz de se mobilizar em apenas três minutos.
Tiago Perdi
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 31, 2007, 04:20:19 pm
Citar
Portugal esteve presente na 1.ª missão da ISAF entre Fevereiro e Julho de 2002. Regressou ao Afeganistão em Maio de 2004, depois de a NATO ter assumido em Agosto de 2003 o controlo da força internacional.

A ISAF é composta por cerca de 8 mil efectivos de 36 países. É comandada pela NATO. Tem como missão assistir o Governo do Afeganistão na manutenção da segurança do país.


Não me lembro dessa missão de 2002, qual foi? A primeira que me recordo foi a do C-130 em 2004.

Pensava que a ISAF era constituida por mais de 30.000 militares, mas isso é pormenor :lol: .
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 31, 2007, 04:24:40 pm
Tb houve um Destacamento Médico da FAP.
Título:
Enviado por: zecouves em Setembro 01, 2007, 11:25:03 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Tb houve um Destacamento Médico da FAP.


O destacamento médico tb tinha pessoal do exército. Pelo menos um sargento enfermeiro.
Título:
Enviado por: André em Setembro 06, 2007, 05:30:56 pm
Coronel português é o novo porta-voz da ISAF

Citar
O coronel português Carlos Martins Branco foi escolhido pelo Comando Supremo Aliado na Europa (SACEUR) para porta-voz da força da NATO no Afeganistão, ISAF, anunciou hoje o Estado-Maior das Forças Armadas.

O nome de Carlos Branco, coronel de infantaria, foi proposto à NATO pelo governo português e escolhido depois de um processo de selecção que incluiu uma entrevista pessoal com o comandante supremo aliado na Europa, o general norte-americano Bantz Craddock.

A Força de Assistência à Segurança no Afeganistão (ISAF) foi criada e enquadrada pela resolução 1386 e tem por missão prestar assistência humanitária e de segurança ao governo afegão.

Comandada pela NATO desde Agosto de 2003, a força multinacional integra um contingente português de 150 militares.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 06, 2007, 05:32:22 pm
Parabéns a Portugal e ao Coronel Carlos Martins Branco.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FRI13%2F15x20B_reduzida%2520intranet%2520galeria%2520de%2520comandantes2.jpg&hash=ab90fd7686b88dea0dfdee6738eb0177)
Título:
Enviado por: Miguel em Setembro 06, 2007, 07:24:53 pm
Curioso este topico :?

missao até 2007.....

estamos quase em 2008 ???

Meus amigos miltarmente perdemos a guerra no afganistao, o melhor seria uma retirada em ordem e promover outras maneiras de vencer o terrorismo.

Uma pequena nota, nao vencemos o pacto de varsovia com intervençoes miltares directas? pois nao?

Por minha parte agrade ou nao, nem mais um soldado para o afganistao ou Iraque.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 06, 2007, 07:30:02 pm
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Defesa: Miranda Calha garante que trabalho das tropas portuguesas no Afeganistão é reconhecido    

   Lisboa, 06 Set (Lusa) - O trabalho das tropas portuguesas no Afeganistão  é "reconhecido por todos, incluindo o comandante da Força Multinacional  de Estabilização (ISAF)" assegurou hoje o presidente da Comissão de Segurança  e Defesa da Assembleia Parlamentar da NATO, Miranda Calha.  

     

   O também deputado português, que regressa hoje de uma visita de quatro  dias ao Afeganistão, está ainda em Cabul, onde se encontrou com os cerca  de 150 militares portugueses que participam numa Força de Resposta Rápida  no âmbito da missão da ONU para estabilizar o país.  

     

   "Encontrei um bom espírito entre os miliares e a consciência do sentido  desta missão e transmiti-lhes confiança e solidariedade pelo trabalho que  têm realizado num contexto difícil e complexo", afirmou o presidente da  Comissão de Segurança e Defesa da Assembleia Parlamentar da NATO.  

     

   "O objectivo desta deslocação é fazer um ponto de situação da realidade  afegã, avaliando o progresso da missão de combate ao terrorismo, que tem  também a seu cargo a criação de condições de segurança e estabilidade no  país", revelou ainda Miranda Calha à Lusa.  

     

   O responsável - que está acompanhado de deputados do Reino Unido, Lituânia  e Estónia, de um senador canadiano e de um congressista e um senador dos  Estados Unidos, entre outros responsáveis - já visitou o Norte e o Sul do  país, tendo contactado com governadores regionais e comandantes regionais  da ISAF.  

     

   Miranda Calha esteve igualmente com o presidente da Assembleia (câmara  baixa) e da câmara alta afegãs, "para fazer uma avaliação deste contributo  de Portugal para a paz mundial".  

     
Título:
Enviado por: André em Setembro 06, 2007, 07:33:38 pm
Citação de: "Miguel"
Curioso este topico :shock:  :shock:

Miguel estas BEM, se isso acontece-se era atentados por todo o Mundo ocidental e o Medio Oriente regressava a Idade Média. :evil: Uma retirada do Iraque e do Afeganistão só iria agravar os problemas e criar as condições necessárias para criar mais Bin Ladens.
Título:
Enviado por: Miguel em Setembro 06, 2007, 07:56:44 pm
Citação de: "André"
Citação de: "Miguel"
Curioso este topico :shock:  :shock:

Miguel estas BEM, se isso acontece-se era atentados por todo o Mundo ocidental e o Medio Oriente regressava a Idade Média. :evil: Uma retirada do Iraque e do Afeganistão só iria agravar os problemas e criar as condições necessárias para criar mais Bin Ladens.


Penso que nao, acredito no soft power em vez do hard power.

Acredito que um bombardeamento de revistas "playboy" por exemplo pode ter efeitos piores ke o de dezenas de bombas.
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 07, 2007, 04:49:01 pm
Citação de: "Miguel"
Acredito que um bombardeamento de revistas "playboy" por exemplo pode ter efeitos piores ke o de dezenas de bombas.


Eu acredito que todos tem direito à ter opinião, mas não concordo consigo, o Afeganistão e o Iraque não são comparaveis, tem muitas variaveis que os diferenciam e que os tornam em conflitos distintos apesar de ocorrerem no mesmo espaço temporal.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Setembro 17, 2007, 10:34:30 am
Militar capotou blindado

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Um oficial de Infantaria a cumprir missão no Afeganistão teve um acidente com uma viatura blindada do Exército. Aquartelado em Camp Warehouse, Cabul, o militar usou indevidamente a viatura – no valor de 115 mil euros – que, depois de estacionada, resvalou por uma encosta e capotou.

Após o acidente – que não fez feridos – o militar entrou num terreno que poderia estar minado. Arriscou a vida para minimizar os danos. Foi punido com quatro dias de detenção, “num processo disciplinar que ainda não foi encerrado, visto que, estará a ser encarada [pelo próprio militar] a hipótese de interposição de recurso”, disse ao CM Pedro Carmona, porta-voz do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

No dia do acidente, a 9 de Julho, o oficial pretendia entregar uns binóculos numa das torres de vigia e usou um blindado da marca HMMWV M1025A2, para o qual não estava sequer habilitado para conduzir. Infringiu as regras do Comando de Cabul – que obriga a que a as patrulhas motorizadas incluam um condutor, o comandante ou o sargento de grupo, e, eventualmente, militares nas torres.

O CM apurou que o oficial, já regressado a Portugal, estacionou a viatura em frente à torre de vigia. A estrada era de terra batida e tinha uma ligeira inclinação. O oficial terá abandonado a viatura ainda com o motor a trabalhar, a caixa de velocidades na posição de ‘parque’ e a porta aberta. Não terá puxado o travão de mão.

Enquanto o militar foi entregar os binóculos, a viatura terá deslizado cerca de 50 metros até embater numa elevação do terreno que a fez tombar. Depois, terá resvalado por uma encosta até capotar.

Quando se deparou com o blindado voltado ao contrário e com o motor ainda a trabalhar, o oficial de Infantaria entrou por um terreno que, segundo as informações de que dispunha, poderia estar minado.

Os danos estão avaliados em 1700 euros só na substituição de peças – sem incluir o arranjo da chapa amolgada (grande parte, blindada), estofador, mão-de-obra, pintura e outras reparações.

No dia 29 de Agosto, o oficial instrutor do aquartelamento assinou a certidão de notificação, que dava conta de uma punição de quatro dias de detenção para o militar envolvido no acidente. Durante todo o processo foi-lhe dada a possibilidade de recorrer a um advogado.

Segundo o porta-voz do EMGFA, poderá ser apresentado recurso. A mesma fonte acrescenta: “O procedimento adoptado neste caso é o que normalmente ocorre em todas as unidades militares sempre que haja conhecimento de facto susceptível de implicar a responsabilidade disciplinar do autor, com especial incidência quando o mesmo tenha lugar em teatro de operações.”

CONDUZIU SEM AUTORIZAÇÃO

O Oficial de Infantaria infringiu várias regras para a utilização do blindado. As patrulhas motorizadas do aquartelamento de Cabul são formadas por um condutor, o comandante ou o sargento de grupo, e outros militares de serviço. O militar em causa não estava autorizado a conduzir viaturas militares – só o poderia fazer em caso de extrema necessidade.

O motor do blindado poderá estar gripado. A força do embate provocou danos na chapa (blindada) do tejadilho, frente e capot, porta do condutor e em muitas outras peças. O interior e alguns vidros também ficaram danificados. Os custos do arranjo não foram totalmente calculados. O CM também não conseguiu apurar se o militar envolvido no acidente vai ser obrigado a custear a reparação do veículo.


CM (http://http)
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 17, 2007, 05:43:36 pm
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UE/Presidência: Bush agradece a Sócrates apoio de Portugal no Afeganistão e no Iraque    

   Washington, 17 Set (Lusa) - O presidente norte-americano, George W.  Bussh, agradeceu hoje, em Washington, ao primeiro-ministro José Sócrates  o apoio de Portugal nas intervenções militares no Afeganistão e no Iraque,  salientando ainda a importância do "trabalho conjunto" com a União Europeia.  

     

   Bush falava a jornalistas no final do encontro de cerca de uma hora  com o chefe do Governo de Lisboa e presidente em exercício da UE, José Sócrates,  que decorreu ao fim da manhã (hora local) na Casa Branca.  

     

   Por seu lado, José Sócrates, que falou em inglês, disse que a sua primeira  prioridade é manter "uma Europa forte e unida" e trabalhar "em estreita  coordenação com os EUA a favor da estabilidade e da segurança mundial".  

     

   Os dois dirigentes dedicaram apenas cerca de 4 minutos a declarações  públicas, no final do encontro, não tendo havido direito a perguntas dos  jornalistas.  

     

   Na reunião entre Bush e Sócrates, estiveram presentes a secretária de  Estado norte-americana, Condoleezza Rice, e o ministro de Estado e dos Negócios  Estrangeiros português, Luís Amado.  

     



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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi197.photobucket.com%2Falbums%2Faa317%2Flancero222%2F71ded891.jpg&hash=413645e283a1b62d3c0db183ba6dcf84)
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 17, 2007, 06:25:09 pm
Uma coisa é certa: ninguém os pode acusar de se esconderem... :roll:
Eles merecem melhor, caramba.
Título:
Enviado por: Duarte em Setembro 17, 2007, 07:27:56 pm
Já perdi a conta dos contingenetes que serviram no Afeganistão, e não há desculpa possível para ainda usarem este camuflado  :evil:
Título:
Enviado por: Miguel em Setembro 17, 2007, 09:21:21 pm
Para que Duarte?

A guerra do Iraque esta perdida, a do Afganistao por la caminha e agora aquele que ficara na historia como o pior presidente dos EUA, quer desencadear uma guerra no Irao.

Quantos mortos?
Título:
Enviado por: Mar Verde em Setembro 17, 2007, 09:40:13 pm
Citação de: "Miguel"
Para que Duarte?

A guerra do Iraque esta perdida, a do Afganistao por la caminha e agora aquele que ficara na historia como o pior presidente dos EUA, quer desencadear uma guerra no Irao.

Quantos mortos?



pelos visto já não é só ele:

(o MNE Francês veio do Partido Socialista, e foi um dos fundadores dos Médico Sem Fronteiras nos anos 70)





Publicação: 17-09-2007 10:56    |   Última actualização: 17-09-2007 18:16

"O Mundo deve preparar-se para a guerra"

MNE francês alerta para "perigo planetário" do alegado programa nuclear iraniano
A diplomacia francesa faz um aviso à comunidade internacional: diz que o Mundo se deve preparar para uma guerra contra o Irão, face ao seu programa de armamento nuclear. Teerão já respondeu, acusando Paris de extremismo.


Catarina van der KellenJornalista

   "Temos de nos preparar para o pior, e o pior é a guerra", declarou o ministro dos Negócios estrangeiros francês, Bernard Kouchner, horas antes da visita à Rússia, no dia em que começa, em Viena (Áustria) a conferência anual da Agência Internacional de Energia Atómica (AEIA).

O ministro francês considera que as negociações com o Irão devem continuar "até ao final", mas sublinhou que a possibilidade de o Irão possuir armamento nuclear é "um perigo para todo o planeta".

O chefe da diplomacia francesa garantiu que foi solicitado a um grande número de empresas em França para não estabelecerem relações comerciais com o Irão.

A medida faz parte de uma mudança estratégica da diplomacia de Paris.

Segundo o ministro francês, o Governo quer também que a União Europeia estabeleça sanções contra o Irão.

"Decidimos que, enquanto se mantiverem as negociações, devemos estar preparados para elaborar sanções fora do âmbito das Nações Unidas", disse.

Até à data, o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs sanções económicas contra Teerão, mas não permitiu acções militares.

"Extremismo de Paris"

Em resposta às afirmações francesas, a agência oficial de notícias do Irão, Irna, acusa Nicolas Sarkozy e o seu ministro de extremismo.

"O novo inquilino do Eliseu quer copiar a Casa Branca", escreve a Irna., acrescentando que "este europeu se coloca a ele próprio na pele dos americanos e imita o seu alarido".

Teerão nega veementemente que tenha intenções de fabricar ou adquirir armas atómicas, justificando o programa de enriquecimento de urânio com a necessidade de produzir energia. O enriquecimento de urânio é, no entanto, um passo prévio ao desenvolvimento de armas de destruição em massa, como as bombas nucleares.  
Título:
Enviado por: André em Setembro 17, 2007, 09:44:21 pm
Citação de: "Miguel"
Para que Duarte?

A guerra do Iraque esta perdida, a do Afganistao por la caminha e agora aquele que ficara na historia como o pior presidente dos EUA, quer desencadear uma guerra no Irao.

Quantos mortos?


No Afeganistão a situação está controlada não está a caminho da derrota, :roll: e quanto ao Irão os últimos desenvolvimentos a França está a pressionar mais que os EUA, por isso não ponha todas as culpas em cima do George W. Bush.
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 17, 2007, 10:04:15 pm
Citação de: "Luso"
Uma coisa é certa: ninguém os pode acusar de se esconderem... :roll:
Eles merecem melhor, caramba.

Citação de: "Duarte"
Já perdi a conta dos contingenetes que serviram no Afeganistão, e não há desculpa possível para ainda usarem este camuflado


A culpa é deles que andam com a farda limpa. Aquilo falta ali é pó!!

Mais a sério, dizem que em alguns ambientes por onde passaram (mais vegetais, digamos) até nem se safavam mal.
Título:
Enviado por: Duarte em Setembro 17, 2007, 11:16:46 pm
Citação de: "Miguel"
Para que Duarte?

A guerra do Iraque esta perdida, a do Afganistao por la caminha e agora aquele que ficara na historia como o pior presidente dos EUA, quer desencadear uma guerra no Irao.

Quantos mortos?


Neste caso, vamos já encomendar as bandeirinhas brancas. :roll:
Título:
Enviado por: Leonidas em Setembro 18, 2007, 02:46:05 am
Saudações guerreiras

Citação de: "Luso"
Uma coisa é certa: ninguém os pode acusar de se esconderem...  
Eles merecem melhor, caramba


Citação de: "Duarte"
Já perdi a conta dos contingenetes que serviram no Afeganistão, e não há desculpa possível para ainda usarem este camuflado


Acho um pouco estranho também o facto dos militares (ainda) estarem assim tão (grosseiramente) expostos, mas talvez seja um facto que não andam onde a moirama mais perigosa está, logo, correm um risco menor, ou será que não devemos pensar assim? No entanto - não sei se foi só para a foto, ou se se tomam medidas mais elaboradas quando andam fora - parece-me que não seria de todo impossível se todos possuíssem uma rede camuflada tipo “ponche”!  

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lightning em Setembro 18, 2007, 05:56:06 pm
Citação de: "Duarte"
Neste caso, vamos já encomendar as bandeirinhas brancas. :roll:


O amigo Duarte pode usar quantas bem entender, se quiser até as pode por no carro e em casa, mas não ponha todas as pessoas no mesmo barco.
Título:
Enviado por: Mar Verde em Setembro 21, 2007, 11:17:41 am
2007-09-21

O ‘número dois’ da al-Qaeda, o egípcio Ayman al-Zawahiri, apela, num novo vídeo, à expulsão de todos os espanhóis e franceses do Magrebe como primeiro passo para a “reconquista” da Andaluzia, território do sul da Península Ibérica que a rede terrorista considera como “território islâmico”.

in http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... l=91&p=200 (http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=258735&idselect=91&idCanal=91&p=200)



(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg262.imageshack.us%2Fimg262%2F359%2Fislam20map1bg3.jpg&hash=aeea8eee8679a05bd9f21dc332ac7add)
Título:
Enviado por: LM em Setembro 24, 2007, 03:36:25 pm
Talvez fosse melhor existir um tópico para a actividade operacional da ISAF... ?

Os meus respeitos pelas baixas sofridas pela Espanha. :Soldado2:

Fonte: TSF ( 12:17 / 24 de Setembro 07 ) (http://http)

Citar
Dois soldados espanhóis morreram, esta segunda-feira, e dois ficaram gravemente feridos num ataque contra efectivos espanhóis no Afeganistão.

Entretanto, os dois militares italianos sequestrados no Afeganistão foram libertados numa operação da Força Internacional Assistência à Segurança, mas acabaram por ficar feridos no decorrer da operação.  

Dois soldados espanhós morreram hoje e dois ficaram gravemente feridos, na sequência de ataque contra efectivos espanhóis no Afeganistão.

De acordo com o Ministério da Defesa espanhol, o ataque - que causou ainda a morte a um tradutor de nacionalidade iraniana - ocorreu cerca das 08:00 (hora de Lisboa), próximo de Shewan, a noroeste de Farah.

As vítimas viajavam num veículo, integrado numa patrulha espanhola, que foi atingido por uma explosão.

O veículo pertencia ao contingente espanhol no Afeganistão, estacionado na zona de Herat e que realiza patrulhas em vários pontos da região.

Também os dois militares italianos sequestrados no Afeganistão foram hoje libertados numa operação da Força Internacional Assistência à Segurança, mas acabaram por ficar feridos no decorrer da operação, um deles em estado grave.

A operação da ISAF ocorreu na província de Farah, onde os militares foram sequestrados no sábado.

No decorrer da operação, também terão morrido cinco elementos do grupo dos raptores dos dois militares.
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 27, 2007, 04:09:38 pm
Citar
Afeganistão: Português nomeado porta-voz das forças aliadas inicia missão com estágio em Bruxelas


    Por Carlos Santos Pereira para a agência Lusa  


    Lisboa, 27 Set (Lusa) - O general português Carlos Branco, recém-nomeado porta-voz das forças aliadas no Afeganistão (ISAF), parte hoje para a sede da Aliança Atlântica em Bruxelas, onde vai cumprir um breve estágio de especialização no contacto com os media.  

     

    "Combater o derrotismo e evitar que prevaleça a falsa ideia de que os talibãs estão a a derrotar militarmente as forças da NATO" - eis o objectivo do oficial português para a sua missão como "porta-voz" das forças aliadas no Afeganistão.  

     

    Em vésperas de partir para o Afeganistão Carlos Branco analisa em entrevista à Lusa a situação no terreno, sublinha a importância da "frente dos media" e deixa um alerta: "O processo da comunicação não se pode reduzir a um combate entre 'spin doctors' e jornalistas transformados em artistas, onde o imediatismo se sobrepõe ao rigor".  

     

    O general assume um cargo da mais alta responsabilidade no comando na força internacional no Afeganistão, onde Portugal marca já presença de destaque através da task force (uma companhia da pára-quedistas e um destacamento de apoio aéreo táctico) em funções de "reserva táctica" do comandante da ISAF.  

     

    "Trata-se do reconhecimento por parte da Aliança, por um lado, o empenho político nacional nos assuntos da paz e da segurança internacionais em que a NATO se tem envolvido; e, por outro, a qualidade do desempenho operacional dos militares portugueses", considera o general Carlos Branco.  

     

    "Proporcionar informação relevante com rapidez, fazendo com que aquela circule com celeridade e que os destinatários a possam receber no tempo certo" - é assim que encara a prioridade da sua missão. Trata-se em suma de tornar mais prontas e eficazes as respostas da NATO em matéria de informação num momento em que os talibã procuram explorar ao máximo o impacto mediático das suas acções.  

     

    A criação do cargo de porta-voz do comandante da ISAF sublinha por si só a importância atribuída a "frente dos media" num momento em que a missão da NATO no Afeganistão atravessa um período crucial face ao crescendo da insurreição talibã, em particular no Sul do país. Até agora a ISAF dispunha apenas de um Gabinete de Informação pública.  

     

    "É fundamental combater o derrotismo e evitar que prevaleça a falsa ideia de que os talibãs estão a recuperar a iniciativa militar e a derrotar militarmente as forças da OTAN" - considera o general Carlos Branco. "É um facto que as forças rebeldes tiveram pontualmente sucesso - reconhece o oficial, numa breve análise da situação militar com se vai confrontar no teatro afegão.  

     

    "Trata-se, porém, de vitórias mitigadas e de reduzido impacto táctico - e a NATO conseguiu entretanto infligir aos taliban revezes importantes".

     

    Neste quadro, a batalha passará agora em boa medida por um esforço para evitar que o eco mediático sobredimensione as incursões dos talibã. "É fundamental evitar o alarido em redor de acontecimentos menos agradáveis, inevitáveis numa guerra, e esquecer sistematicamente acontecimentos positivos reveladores do progresso realizado, porventura menos vendáveis no circo mediático" - sublinha o novo porta-voz da ISAF.  

     

    "O que não pode acontecer é que actos tacticamente inexpressivos se tornem estrategicamente relevantes. E, aqui, a frente dos media é decisiva..."

     

    A questão assume particular importância no momento em que disparar das baixas nas fileiras da ISAF começa a gerar um crescente mal-estar junto da opinião pública e a transformar-se num problema político em vários países da NATO. Os media têm aqui um papel crucial "entre outras coisas, pelo modo como pode contribuir para a mobilização das opiniões públicas nos países da NATO para apoiarem o esforço da Organização".  

     

    Em boa medida, reconhece o general, o êxito da missão que se prepara para abraçar depende "do modo como eu me conseguir relacionar com os media, da maneira como eu consiga criar empatia e laços de confiança com eles". O que não obsta a uma visão marcadamente crítica do trabalho dos mesmos media.  

     

    "A procura do scoop a todo o preço e sem regras para além de inaceitável é eticamente deplorável. O processo da comunicação não se pode reduzir a um combate entre spin doctors e jornalistas transformados artistas, onde o imediatismo se sobrepõe ao rigor".  


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi97.photobucket.com%2Falbums%2Fl224%2FLancero1%2Fsetembro%2F5c69365f.jpg&hash=143d511e9b462a27e642b6416b072bde)

Citar
Brigadeiro General Carlos Branco, próximo porta-voz das forças aliadas no Afeganistão. João Relvas/Lusa
Título:
Enviado por: André em Setembro 27, 2007, 04:23:20 pm
Citação de: "Lancero"
Citar
Afeganistão: Português nomeado porta-voz das forças aliadas inicia missão com estágio em Bruxelas

 "Combater o derrotismo e evitar que prevaleça a falsa ideia de que os talibãs estão a a derrotar militarmente as forças da NATO" - eis o objectivo do oficial português para a sua missão como "porta-voz" das forças aliadas no Afeganistão.  

               
"É fundamental combater o derrotismo e evitar que prevaleça a falsa ideia de que os talibãs estão a recuperar a iniciativa militar e a derrotar militarmente as forças da OTAN" - considera o general Carlos Branco. "É um facto que as forças rebeldes tiveram pontualmente sucesso - reconhece o oficial, numa breve análise da situação militar com se vai confrontar no teatro afegão.  



Aqui está a resposta a uns velhos do restelo que diziam que a situação no sul do Afeganistão estava a descambar e a guerra a ser perdida. :)
Título:
Enviado por: zecouves em Setembro 27, 2007, 10:28:47 pm
O Brigadeiro-General Branco está cheio de power. Esperemos que as coisas lhe corram de feição, porque em ultima análise é também a imagem do exército portguês que está em jogo, embora mais a dele, claro.

O dinamismo que lhe é reconhecido no meio castrense vai concerteza marcar a diferença.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Setembro 28, 2007, 06:00:24 pm
Aquela t-shirt branca não engana...mesmo que não tivesse a boina e o crachá do curso sabia-se logo que era Comando.
Título:
Enviado por: Luso em Setembro 28, 2007, 11:12:25 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Aquela t-shirt branca não engana...mesmo que não tivesse a boina e o crachá do curso sabia-se logo que era Comando.


Não sei. Quem usa um "tonneau" com mostrador branco, vou ali e já venho. :wink:
Título:
Enviado por: JLRC em Setembro 28, 2007, 11:38:18 pm
Julgo que o general é um coronel graduado em brigadeiro-general. Estou enganado?
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 29, 2007, 07:31:07 pm
Citação de: "JLRC"
Julgo que o general é um coronel graduado em brigadeiro-general. Estou enganado?


Pela razão de ter sido nomeado para um cargo internacional.
Título:
Enviado por: zecouves em Setembro 30, 2007, 11:19:24 pm
Citação de: "Lancero"
Citação de: "JLRC"
Julgo que o general é um coronel graduado em brigadeiro-general. Estou enganado?

Pela razão de ter sido nomeado para um cargo internacional.


Exacto. No entanto só são graduados em Brigadeiro-General os coronéis tirocinados, isto é, aqueles que já frequentaram o curso de promoção a oficial general.
Título:
Enviado por: Duarte em Outubro 01, 2007, 12:00:50 am
Citação de: "Luso"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Aquela t-shirt branca não engana...mesmo que não tivesse a boina e o crachá do curso sabia-se logo que era Comando.

Não sei. Quem usa um "tonneau" com mostrador branco, vou ali e já venho. :wink:


Ficava melhor ao nosso Brigadeiro um destes..

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fmysite.verizon.net%2Fdmendonc%2Fimages%2FPRS18Q_1.jpg&hash=34a6d214033be816bbf891c264edb787)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fmysite.verizon.net%2Fdmendonc%2Fimages%2FPRS18Q.jpg&hash=1c5f83649e23bb60b53a1b84eb9ab797)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 03, 2007, 10:18:54 am
Forças Armadas vão formar militares do Exército afegão

Citar
As Forças Armadas estão a preparar o envio, para o Afeganistão, de um grupo de militares dos três ramos com uma nova missão: formar o Exército afegão, soube o DN.

A tarefa de formação e treino a que os militares portugueses se vão dedicar, no Afeganistão, deverá iniciar-se no primeiro trimestre de 2008. A cidade de Duralaman, onde deverá ficar a equipa composta por dezena e meia de oficiais e sargentos, fica a cerca de 30 quilómetros do aeroporto de Cabul, bem como a uns 20 do quartel que o contingente do Exército afecto à força da NATO (ISAF, sigla em inglês) ocupa na capital afegã desde 2004.

A missão tem a habitual duração de seis meses - embora essa política de formação, segundo o conceito definido pela NATO, tenha uma duração de nove meses - e será o primeiro caso de actuação conjunta da Armada, Exército e Força Aérea numa área não operacional.

Anteontem, ao falar numa conferência no Parlamento, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, declarou que já se "estão a dar passos firmes e concretos" na dimensão conjunta de emprego das forças, uma tarefa "facilitada por todos terem percebido que isso é absolutamente indispensável".

Sobre a situação no Afeganistão, o CEMGFA frisou ser "muito preocupante [haver] um falhanço nos planos de reconstrução do Estado de Direito e no desenvolvimento económico" desse país. "Não sei mais quantos anos" será preciso a NATO estar no Afeganistão, "mas sei que é impossível derrotar uma insurreição só com a força militar", alertou Valença Pinto.

A nova missão, cujos contornos finais estarão concluídos até Novembro, será comandada por um tenente-coronel do Exército e integra-se na reorientação da estratégia da NATO, ao abrigo da qual foi nomeado há dias, e pela primeira vez, um porta-voz militar da ISAF - o brigadeiro-general português Carlos Branco, que hoje assume funções. Do sucesso desses formadores da Aliança dependerá o tempo de permanência das tropas internacionais no Afeganistão.

O Exército Nacional Afegão (70 mil efectivos) deverá ter 14 brigadas e 76 batalhões prontos até Dezembro de 2008.|

DN (http://http)
Título:
Enviado por: zecouves em Outubro 04, 2007, 02:58:08 pm
Citação de: "ricardonunes"
Forças Armadas vão formar militares do Exército afegão

Citar
As Forças Armadas estão a preparar o envio, para o Afeganistão, de um grupo de militares dos três ramos com uma nova missão: formar o Exército afegão, soube o DN.

A tarefa de formação e treino a que os militares portugueses se vão dedicar, no Afeganistão, deverá iniciar-se no primeiro trimestre de 2008. A cidade de Duralaman, onde deverá ficar a equipa composta por dezena e meia de oficiais e sargentos, fica a cerca de 30 quilómetros do aeroporto de Cabul, bem como a uns 20 do quartel que o contingente do Exército afecto à força da NATO (ISAF, sigla em inglês) ocupa na capital afegã desde 2004.

A missão tem a habitual duração de seis meses - embora essa política de formação, segundo o conceito definido pela NATO, tenha uma duração de nove meses - e será o primeiro caso de actuação conjunta da Armada, Exército e Força Aérea numa área não operacional.

Anteontem, ao falar numa conferência no Parlamento, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Valença Pinto, declarou que já se "estão a dar passos firmes e concretos" na dimensão conjunta de emprego das forças, uma tarefa "facilitada por todos terem percebido que isso é absolutamente indispensável".

Sobre a situação no Afeganistão, o CEMGFA frisou ser "muito preocupante [haver] um falhanço nos planos de reconstrução do Estado de Direito e no desenvolvimento económico" desse país. "Não sei mais quantos anos" será preciso a NATO estar no Afeganistão, "mas sei que é impossível derrotar uma insurreição só com a força militar", alertou Valença Pinto.

A nova missão, cujos contornos finais estarão concluídos até Novembro, será comandada por um tenente-coronel do Exército e integra-se na reorientação da estratégia da NATO, ao abrigo da qual foi nomeado há dias, e pela primeira vez, um porta-voz militar da ISAF - o brigadeiro-general português Carlos Branco, que hoje assume funções. Do sucesso desses formadores da Aliança dependerá o tempo de permanência das tropas internacionais no Afeganistão.

O Exército Nacional Afegão (70 mil efectivos) deverá ter 14 brigadas e 76 batalhões prontos até Dezembro de 2008.|

DN (http://http)


http://www.nato.int/issues/afghanistan/ ... /omlt.html (http://www.nato.int/issues/afghanistan/factsheets/omlt.html)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 11, 2007, 10:46:58 am
Citação de: "JLRC"
Julgo que o general é um coronel graduado em brigadeiro-general. Estou enganado?


 :arrow:  http://dre.pt/pdf1sdip/2007/10/19600/0725207252.PDF (http://dre.pt/pdf1sdip/2007/10/19600/0725207252.PDF)
Título:
Enviado por: comanche em Outubro 31, 2007, 06:27:42 pm
Defesa: Governo reduz tropas no Afeganistão a partir de Agosto de 2008


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Lisboa, 31 Out (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional anunciou hoje uma redução, a partir de Agosto de 2008, do contingente português no Afeganistão, onde ficarão um avião C-130 e uma equipa de 15 militares que dará formação ao exército afegão.

O anúncio foi feito por Nuno Severiano Teixeira numa reunião da comissão parlamentar de Defesa, hoje à tarde, em que fez um balanço das missões militares no estrangeiro.

Portugal tem actualmente 162 militares no Afeganistão, a segunda missão mais numerosa de todas as forças nacionais destacadas a seguir ao Kosovo (298 homens).

Até final do ano, irão manter-se no Afeganistão com tropas pára-quedistas e de apoio de serviços, assim como uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea.

Em declarações aos jornalistas, Severiano Teixeira afirmou que esta alteração de tipo de forças resulta "da evolução da situação" e "fruto das necessidades" da NATO - formação do exército afegão e o transporte aéreo.

Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 13, 2007, 05:01:12 pm
Primeira intervenção do BGEN Carlos Martins Branco, como porta-voz da ISAF.

http://www.nato.int/isaf/media/video/20 ... 71110a.wmv (http://www.nato.int/isaf/media/video/2007/071110-pc/071110a.wmv)
Título:
Enviado por: lazaro em Novembro 14, 2007, 03:28:03 pm
Baza enquanto é tempo :P: http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=storie ... ies/162493 (http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/162493)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 14, 2007, 04:21:15 pm
boas

O que ele diz tem razão, os politicos Portugueses tem memória curta, todo o seculo vinte fugiram com o rabo entre as pernas, aconteceu na primeira guerra mundial em que abandonamos os aliados e ainda pior os nosso soldados, na guerra colonial os politicos só olharam para si e abandonaram os soldados e agora volta a suceder a mesma coisa. Quanto ao ambiente isso parte das pessoas que se cansam muito em separar o lixo ou andar de autocarro

Cump
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 14, 2007, 06:01:15 pm
Sinceramente gostava que me explicassem sem subterfúgios o porquê da redução das nossas tropas no Afeganistão.

Parece-me um absurdo tendo em conta a evolução mais recente no T.O.
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 14, 2007, 07:51:11 pm
Jorge Pereira

O TO afganistao ta perdido.

Mais tarde ou mais cedo os talibas vao voltar a colaborar com o governo fantoche dos EUA.

A estrategia dos falcoes americanos foi um fiasco total naquela zona.

E melhor retirar agora as tropas. :wink:

Acredite num velho lobo que conhece um pouco o mundo arabe, seus costumes etc...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 15, 2007, 01:31:31 pm
Ainda a prepósito das "novas" armas usadas pelos Páras no Afeganistão.

Citar
ALÇA TELESCÓPICA
O novo material adquirido, alças telescópicas Leopold, são uma mais valia para este tipo de missão, onde a ameaça é uma constante e se tem que prever antecipadamente.
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FQRF-FND-ISAF%2FAL%C3%87A%2520TELESC%C3%93PICA%285%29.JPG&hash=a6cb3c1e342119808e9dda64f4a8eda3)
 
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 15, 2007, 01:38:55 pm
E qual será o modelo  :?:

O que dá para perceber é que mil-dot :roll:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 15, 2007, 01:48:52 pm
Citação de: "ricardonunes"
E qual será o modelo  :?:

O que dá para perceber é que mil-dot :roll:


Boa pergunta, as fotos originais estaõ no militaryphotos.

http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... 564&page=5 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=120564&page=5)
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 15, 2007, 03:06:10 pm
Catano, essa foto não tinha visto no mp.net  :!:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 15, 2007, 03:09:15 pm
Citação de: "Lancero"
Catano, essa foto não tinha visto no mp.net  :!:


Onde estão as fotos no site do exército  :?:
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 15, 2007, 03:15:25 pm
Unidades/
Página da QRF-FND-ISAF.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 15, 2007, 03:25:02 pm
:wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 15, 2007, 03:26:54 pm
Citação de: "Lancero"
Unidades/
Página da QRF-FND-ISAF.


Já fui espreitar, e a página está em branco.
Deve ser problema de software  :?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 15, 2007, 11:41:43 pm
Citação de: "Miguel"
Jorge Pereira

O TO afganistao ta perdido.

Mais tarde ou mais cedo os talibas vao voltar a colaborar com o governo fantoche dos EUA.

A estrategia dos falcoes americanos foi um fiasco total naquela zona.

E melhor retirar agora as tropas. :wink:

Acredite num velho lobo que conhece um pouco o mundo arabe, seus costumes etc...


Miguel, a guerra no Afeganistão estará perdida se os países ocidentais começarem a retirar forças antes que existam condições para tal.

Custe o que custar, o Afeganistão deveria permanecer sob o controlo ocidental o tempo que for necessário para a sua estabilização. Nem que demorasse décadas.

Se assim não for, tudo voltará ao mesmo. Sem tropas afegãs verdadeiramente eficazes e leais ao governo central, e sem as tropas ocidentais, os talibãs voltarão a tomar o controlo do país. É uma questão de tempo. Logo, voltaremos a ter um país inteiro como santuário e base de operações de uma rede terrorista global, com a agravante da situação explosiva que vive actualmente no vizinho Paquistão, que é como todos sabemos uma potência nuclear.

Se esse cenário da retirada se consumar, voltaremos a repetir o ciclo doloroso pelo que o mundo já passou:

Controlo dos talibãs do Afeganistão, assentamento de bases terroristas no território com o beneplácito e protecção do “governo”, lançamento de ataques terroristas contra o ocidente, invasão de tropas ocidentais, e assim sucessivamente.

É preferível fazer uns sacrifícios agora para evitar novos amargos de boca no futuro.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 15, 2007, 11:55:21 pm
E o Jorge Pereira acredita que alguma vez vai existir o que idealiza :idea:

Eu não acredito, por muito esforço que exista por parte do acidente :?
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 15, 2007, 11:57:29 pm
Ricardo, se assim for, só nos resta ficar por lá até isso ser possível.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 16, 2007, 12:25:05 am
Citação de: "Jorge Pereira"
Ricardo, se assim for, só nos resta ficar por lá até isso ser possível.


Existe essa hipótese e existia outra, não ir "xatiar os gajos".

Optou-se por ir "xatiar" os barbudos, existia o amigo Pâ (paquistão), dava ajuda "lutava" contra o terrorismo...

O amigo está como todos sabemos, se as bombas "antónias" caiem em mãos... temos um problema  :arrow:  os ocidentais no Afeganistão.
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 18, 2007, 03:16:07 pm
Parte da entrevista do MDN ao Expresso.

Citar
Portugal decidiu reduzir o contingente militar no Afeganistão, não vai contra as decisões da NATO, que apela a um maior investimento dos parceiros?
Não. É uma decisão nacional, que mereceu parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional, onde estão sentadas todas as entidades com responsabilidade na defesa. É uma decisão que julgo que corresponde ao que são os interesses nacionais e a evolução da situação no Afeganistão. Portugal está desde o início com uma companhia, sem caveats, a trabalhar em todo o território. É uma prova de solidariedade. Neste momento, a Aliança faz pedidos em duas áreas, que são necessidades estratégicas: transporte aéreo e as chamadas OMLT, equipas de formação do Exército afegão. No princípio de 2008, aumentaremos a participação, preenchendo uma OMLT, prolongaremos a permanência da companhia até Agosto e só então a substituirá por um C-130. Encaremos ainda a possibilidade de vir a preencher outras OMLT no terreno. Eu sintetizaria da seguinte maneira: manutenção do interesse político no Afeganistão, da solidariedade com a Aliança, e uma alteração da tipologia que vai ao encontro das necessidades da própria Aliança.
Título:
Enviado por: Luso em Novembro 18, 2007, 04:10:58 pm
Lancero (e perdoem-me os restantes foristas por me desviar do tópico): não lhe pareceu a entrevista demasiada inócua?
Perguntitas de chacha e respostas a condizer.
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 18, 2007, 04:15:57 pm
Citação de: "Luso"
Lancero (e perdoem-me os restantes foristas por me desviar do tópico): não lhe pareceu a entrevista demasiada inócua?
Perguntitas de chacha e respostas a condizer.


O homem é professor universitário e antes de ir para o Governo ganhava a vida a fazer estudos para o mesmo Governo.
Não lhe retiro mérito ou inteligência (de certeza que faz o seu trabalho nos bastidores) se disser que não esperava nada mais que isso: inócuo. Como é seu habitual em público. O que nem é mau de todo. Antes assim que espalhafatoso, acho eu.
A entrevista é conformada. A introdução aos temas está lá, só que não são explorados...
Título:
Enviado por: p_shadow em Novembro 19, 2007, 03:06:43 am
Citar
A introdução aos temas está lá, só que não são explorados...

São entrevistas para "cumprir o calendário", nada de espantar.

Quanto à presença Portuguesa no Afeganistão, julgo que seremos de maior utilidade com um envio de um C-130 do que mantendo uma companhia da BRR. A expressão nacional será muito mais relevante num ponto de vista operacional, como também em termos de percentagens (para quem gosta de nºs).


Cumptos
Título:
Enviado por: zecouves em Novembro 19, 2007, 10:08:17 am
Citação de: "p_shadow"
Citar
A introdução aos temas está lá, só que não são explorados...
São entrevistas para "cumprir o calendário", nada de espantar.

Quanto à presença Portuguesa no Afeganistão, julgo que seremos de maior utilidade com um envio de um C-130 do que mantendo uma companhia da BRR. A expressão nacional será muito mais relevante num ponto de vista operacional, como também em termos de percentagens (para quem gosta de nºs).


Cumptos


Acho que não concordo contigo. Para o Comando da ISAF, é de enorme valia uma Companhia de manobra sem caveats. Qualquer Pais cede um C-130, mas já não é qq um que oferece forças para combater sem limitações ao seu emprego.

Há contigentes no Afeganistão que têm tantos e tão ridiculos caveats cuja validade do seu emprego operacional, do ponto de vista do Comando da ISAF, é praticamente nulo. São verdadeiros empata-f****.

Já agora, para ilustrar o que disse, lê esta no DN de hoje: http://dn.sapo.pt/2007/11/19/internacio ... os_al.html (http://dn.sapo.pt/2007/11/19/internacional/noite_afeganistao_assusta_pilotos_al.html)

Ainda assim há casos tão ou ainda mais ridiculos.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Novembro 19, 2007, 01:18:09 pm
Citação de: "zecouves"
Citação de: "p_shadow"
Citar
A introdução aos temas está lá, só que não são explorados...
São entrevistas para "cumprir o calendário", nada de espantar.

Quanto à presença Portuguesa no Afeganistão, julgo que seremos de maior utilidade com um envio de um C-130 do que mantendo uma companhia da BRR. A expressão nacional será muito mais relevante num ponto de vista operacional, como também em termos de percentagens (para quem gosta de nºs).


Cumptos

Acho que não concordo contigo. Para o Comando da ISAF, é de enorme valia uma Companhia de manobra sem caveats. Qualquer Pais cede um C-130, mas já não é qq um que oferece forças para combater sem limitações ao seu emprego.

Há contigentes no Afeganistão que têm tantos e tão ridiculos caveats cuja validade do seu emprego operacional, do ponto de vista do Comando da ISAF, é praticamente nulo. São verdadeiros empata-f****.

Já agora, para ilustrar o que disse, lê esta no DN de hoje: http://dn.sapo.pt/2007/11/19/internacio ... os_al.html (http://dn.sapo.pt/2007/11/19/internacional/noite_afeganistao_assusta_pilotos_al.html)

Ainda assim há casos tão ou ainda mais ridiculos.


Nem mais.
Título:
Enviado por: The_Rebel em Novembro 19, 2007, 08:07:32 pm
Citação de: "zecouves"
http://dn.sapo.pt/2007/11/19/internacional/noite_afeganistao_assusta_pilotos_al.html


Que grande LOL. Nem merece comentários!

 yu23x1  yu23x1  yu23x1


Cumprimentos,
The_Rebel
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 19, 2007, 09:48:58 pm
Incrível, não fazia ideia  :shock:
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 19, 2007, 11:20:25 pm
A resposta alemã...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.photobucket.com%2Falbums%2Fv101%2FHe219%2Fdailypix%2Fmilitarypix%2Ffresh%2Fmore%2Fmore%2Feven%2520more%2Fmore%2Fwill%2520it%2520ever%2520end%2Fmore%2Fmore%2Fmore%2Ffresh%2Freadyforabeer%2Ftagnacht.jpg&hash=40aca0da896060dc3d8c280057ede687)

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Citar
CH-53 bei Nacht (Quelle: Bundeswehr)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 19, 2007, 11:34:43 pm
Tradução  :shock:
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 19, 2007, 11:38:02 pm
Na prática colocaram fotos de helis em operação no afeganistão durante a tarde (tag) e a noite (nacht).

está aqui o link que me esqueci de por em cima
http://www.einsatz.bundeswehr.de/C1256F ... U837INFODE (http://www.einsatz.bundeswehr.de/C1256F1D0022A5C2/CurrentBaseLink/W2794H6U837INFODE)
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Novembro 19, 2007, 11:43:56 pm
Os alemães estão a mostar o seu CH-53GS todo xpto e iluminado na penumbra do norte do Afganistão, talvez em Mazār-i Sharīf, QG do seu comando regional.

edit:
Depois de ver o link, acho que não falhei por muito........
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 19, 2007, 11:47:03 pm
Boa, e os afegões (campigaz) bateram em retirada  lo3x4

Agora a sério, toda esta "estratégia" está a ir para o fundo do esgoto.

Não se está a conseguir nada :idea:

É que na altura os opositores eram menos (acho que era assim) e tiveram que dar o braço a torcer  :roll:
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Novembro 19, 2007, 11:57:33 pm
Na altura, os "sobrinhos do Tio Sam" forneciam Stingers e outro material no valor de 600 milhões/ano aos Mujahideen.......
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 20, 2007, 12:29:09 am
Citação de: "Bravo Two Zero"
Na altura, os "sobrinhos do Tio Sam" forneciam Stingers e outro material no valor de 600 milhões/ano aos Mujahideen.......


"Os sobrinhos", que termo fofo para designar o governo USA  c34x
Título:
Enviado por: p_shadow em Novembro 20, 2007, 04:08:57 am
Citação de: "zecouves"
Acho que não concordo contigo. Para o Comando da ISAF, é de enorme valia uma Companhia de manobra sem caveats. Qualquer Pais cede um C-130, mas já não é qq um que oferece forças para combater sem limitações ao seu emprego.

Há contigentes no Afeganistão que têm tantos e tão ridiculos caveats cuja validade do seu emprego operacional, do ponto de vista do Comando da ISAF, é praticamente nulo. São verdadeiros empata-f****.

Para o Comando da ISAF TUDO é de uma enorme mais-valia por estes dias! Basta ver os comunicados que de lá saem!! E as condecorações que TODOS os contingentes recebem!!

Comparar uma companhia num universo de +40.000 homens (e que tem uma actividade longe da "linha da frente"!**) com o destacamento de 20 homens e de uma aeronave que voa 50 horas/mês inserida numa frota de 10 aparelhos (na melhor das hipóteses).... :roll:

**Já agora, que notícias nos têm chegado desde que os Comandos entraram em escaramuças com os insurgentes à uns meses?
 :wink:


Cumptos
Título:
Enviado por: zecouves em Novembro 20, 2007, 10:17:31 am
Citação de: "p_shadow"
Citação de: "zecouves"
Acho que não concordo contigo. Para o Comando da ISAF, é de enorme valia uma Companhia de manobra sem caveats. Qualquer Pais cede um C-130, mas já não é qq um que oferece forças para combater sem limitações ao seu emprego.

Há contigentes no Afeganistão que têm tantos e tão ridiculos caveats cuja validade do seu emprego operacional, do ponto de vista do Comando da ISAF, é praticamente nulo. São verdadeiros empata-f****.
Para o Comando da ISAF TUDO é de uma enorme mais-valia por estes dias! Basta ver os comunicados que de lá saem!! E as condecorações que TODOS os contingentes recebem!!

Comparar uma companhia num universo de +40.000 homens (e que tem uma actividade longe da "linha da frente"!**) com o destacamento de 20 homens e de uma aeronave que voa 50 horas/mês inserida numa frota de 10 aparelhos (na melhor das hipóteses).... :roll:

**Já agora, que notícias nos têm chegado desde que os Comandos entraram em escaramuças com os insurgentes à uns meses?
 :wink:


Cumptos


Para o Comando da ISAF tudo é mais-valia porque quase todos os Paises contribuintes fogem com cu à seringa quando toca a combater.

Em relação a caçar Talibans: as nossas Companhias (especialmente a duas ultimas) se calharam já fizeram mais do que a maior parte dos contingentes que estão no Teatro de Operações. Eu percebo que nos tempos actuais o que não é falado na imprensa não aconteceu, mas a verdade é que quando as nossas Companhias vão reforçar um PRT, ou um Regional Command, ou vão para o Sul do Afeganistão, não é para apanhar sol concerteza. Chamar força de retaguarda a uma RapidReactionForce da ISAF ou é fruto de ignorancia atrevida ou de má-fé.

Não estou a discutir sobre o que é mais válido: combater Insurgentes no Sul ou estar num PRT no Norte a apoiar na reconstrução. Mas sabendo que há contingentes que pura e simpesmente não combatem e há outros que se forem atacados num dia não executam operações nas 48 horas seguintes, acho que está tudo dito.

Isto tudo para concluir que a conta feita "à merceeiro" não se aplica neste caso, especialmente quando somos dos poucos que combatem sem restrições de emprego operacional.

Obviamente que uma Companhia de Manobra não substitui um C-130 e vice-versa, claro.
Título:
Enviado por: LM em Novembro 20, 2007, 11:29:12 am
Parece claro que, como a maioria dos restantes países ocidentais, o poder político tem grande relutância em empenhar forças militares em teatros de operações de risco elevado... pelo que é mais atractivo enviar forças de apoio (em pequeno numero)...

Pensamentos "soltos":

- A ISAF é, para mim, de importância vital e do seu sucesso (ou fracasso) dependerá parte importante da segurança do mundo ocidental no futuro, da solidez da aliança dos países ocidentais (ie, NATO) e da credibilidade da parte "europeia" dessa sociedade.

- É preocupante que, para além da relutância em enviar tropas (como já referi), quando mandam é com restrições ao seu uso...

- Quanto a Portugal... uma companhia de tropas de elite não deve arruinar a capacidade da ISAF, mas afecta e muito o princípio de sermos solidários com os nossos aliados

- Se as forças armadas que não conseguirem manter um Bat (-) no Kosovo e uma companhia "especial" na ISAF têm problemas graves...

- Será que estávamos preparados (não só militarmente, mas também como sociedade) para enviar (como outros países) um batalhão "não especial" para a ISAF? Será que o RI14 (por ex) poderia em um futuro próximo (já com Pandur, etc) colocar o seu batalhão ao lado das forças holandesas em zonas operacionais/combate? Será que haveria "voluntários"...?

- Se a desculpa "semi-oficial" é que os nossos recursos de "tropas especiais" são poucos para manter uma companhia operacional em permanencia na ISAF (tendo em conta que os "Páras" tb estão escalados no Kosovo), porquê não usar também os "Fuzos"?!
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 20, 2007, 11:32:29 am
Será que o nosso governo está a antever que os animos aqueçam ali para os lados do kosovo nos proximos tempos e pretende reforçar o teatro europeu em detrimento do A-Stan?  :roll:
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 20, 2007, 11:43:17 am
^^
Ora ora. Não é à toa que já se noticiou que se o Kosovo der para o torto vão para lá marchar mais 300.
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 20, 2007, 01:24:20 pm
Bem estão lá os ingredientes todos para dar confusão, aguardemos então os proximos episódios.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 20, 2007, 02:11:11 pm
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Meus caros, sejamos realistas.
Não há (nunca houve!) vontade política de pôr as nossas tropas a "caçar" talibans, muito menos membros da al'qaeda! Ou seja, a "fazer a diferença", nm cenário tão complexo como este em questão.
A nossa participação com forças terrestres neste TO será sempre ao nível da maioria das 37 nações que também lá têm pessoal: representação "simbólica"!
E como "força de apoio" que somos, de rectaguarda, constato ser muito mais útil (e talvez digno?!) participarmos com este tipo de meios aéreos, por exemplo.


A sério? Então e quando fomos para o Vale de Bakwa (conhecido pelos Americanos pelo Vale do Taliban), e quando fomos ajudar os Canadianos e uma coluna Portuguesa foi atacada com RPG, e quando...meu caro, perceba uma coisa, só porque não sabe ou não conhece, não quer dizer que não se faça!


PS: a nossa operação no Vale de Bakwa é classificada, mas de certeza que não deve ter sido um momento mais feliz da vida dos Talibans... c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 20, 2007, 02:12:43 pm
Alguém sabe qual é a força que vai substituir os Portugueses como QRF? É que não há muitos países dispostos a ir onde seja necessário. Se calhar ainda vai ser uma unidade Americana, ou Britânica... :roll:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 23, 2007, 11:33:45 am
Organização civil admite tomada de Cabul pelos taliban

Citar
A questão "não é saber se os taliban chegarão a Cabul, mas quando e de que forma tomarão a capital do Afeganistão," afirma o mais recente relatório da Senlis Council, um centro de estudos independente que faz parte da Rede de Fundações Europeias, acrescentando que, nesta altura, os taliban estão presentes em 54% do país e que todos os dias alargam a sua capacidade de influência política, social e militar.

Também a Oxfam, fundação britânica criada em 1942, alerta para a deterioração da situação, sobretudo em matéria de insegurança e corrupção.

Afirma a Senlis Council que, mau grado a forte presença militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e dos biliões de dólares investidos no país, os taliban estão cada vez mais fortes a ponto de dominarem algumas capitais de distrito.

As forças da OTAN bem como o Governo afegão dão pouca credibilidade a estas informações (ver caixilho), considerando mera propaganda "a suposta influência dos taliban no país", segundo fonte do Governo de Cabul. Apesar disso, os guerrilheiros mantém que a capital será tomada em 2008.

Será isso possível? No dizer da Senlis Council, se a comunidade internacional não alterar a estratégia militar, política e sobretudo social, um dia destes o Mundo acordará com a notícia de que os taliban tomaram Cabul.

A Senlis Council considera que a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), dirigida pela OTAN e que também integra militares portugueses, só poderá inverter a situação se duplicar o número de efectivos que, nesta altura é 40 mil.

Também o Parlamento britânico recebeu da Oxfam um relatório similar do ponto de vista militar que, contudo, acrescenta acusações ao Governo afegão relativamente ao aumento da corrupção. Fazendo o contraponto com os biliões de dólares em ajuda enviada para o Afeganistão desde 2001, a Oxfam afirma que a população continua a viver na miséria.

Recorde-se que, de acordo com fontes militares na região, nesta altura os ataques aéreos das força da OTAN são quatro vezes mais do que os levados a efeito pela coligação internacional no Iraque.

OTAN diz o contrário

O presidente afegão, Hamid Karzai, o secretário- -geral da OTAN (que se encontra no país), Jaap de Hoop Scheffer, e o general português Carlos Branco, porta-voz da ISAF, refutaram e lamentaram as advertências da Senlis Council. Karzai salienta que o país fez substanciais progressos desde a queda dos taliban, em 2001, embora admita "que há regiões nas mãos deles". Por sua vez, Scheffer reconheceu que "há situações do país onde a situação é tensa, embora a realidade seja muito diferente da revelada pela Senlis Council. Carlos Branco afirma que "os taliban controlam alguns distritos, mas sem continuidade territorial", explicando que eles "movem-se em zonas onde a presença das forças de segurança é fraca e frequentemente partem antes das chegadas de reforços". Céptico quanto ao regresso dos taliban a Cabul, o general português diz que "a cidade não dá a impressão de estar prestes a ser tomada".

JN (http://http)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Novembro 24, 2007, 01:04:22 pm
Soldado português morre em acidente com blindado em Cabul

A morte do militar ocorreu durante uma patrulha nos arredores da capital afegã e a sua família já foi avisada. Segundo fonte ligada ao EMGFA não houve mais nenhuma vítima a lamentar.
 
O acidente aconteceu nos arredores de Cabul.

Um soldado português em missão no Afeganistão morreu num acidente rodoviário com um blindado durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, disse à Lusa uma fonte do Estado Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

O soldado que morreu é Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa e a família do militar já foi informada da situação pelo EMGFA. Nenhum outro soldado ficou ferido neste acidente.

O acidente ocorreu durante a madrugada de hoje, pelas 3:00 (22:30 de sexta-feira em Lisboa) no decurso de uma deslocação uma coluna de viaturas militares da Força Nacional Destacada, a sul de Cabul, quando uma das viaturas capotou, provocando a morte do soldado português.
 
Expresso - 24-11-2007
Título:
Enviado por: comanche em Novembro 24, 2007, 01:06:17 pm
Afeganistão: Soldado português morreu em acidente...


Citar
Lisboa, 24 Nov (Lusa) - Um soldado português em missão no Afeganistão morreu num acidente rodoviário com um blindado durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, disse à Lusa uma fonte do Estado Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

O soldado que morreu é Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa e a família do militar já foi informada da situação pelo EMGFA.

Este é o quarto incidente com as tropas portuguesas, ao serviço da NATO, colocadas no Afeganistão, onde, em Novembro de 2005, morreu um soldado numa explosão que atingiu a viatura em que seguia.

Segundo a descrição feita à Lusa por fontes militares, o soldado Sérgio Pedrosa estava na vigia do blindado, um Humvee, quando a viatura "foi à berma e capotou".

O acidente deu-se durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, cerca das 03:00 no Afeganistão (22:30 de sexta-feira em Lisboa), e não se verificaram feridos entre os militares portugueses.

As Forças Armadas já iniciaram os procedimentos necessários para a trasladação do corpo para Portugal, que será feito por um avião da Força Aérea.

Portugal tem 162 militares portugueses às ordens da força internacional da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação dos seus quase 60 anos de história.

Desde que se iniciou a missão no Afeganistão, integradas na força multinacional da NATO (ISAF), as forças portuguesas já registaram vários incidentes, incluindo uma baixa em acção, em Novembro de 2005.

Após mais de dois anos em missão ao serviço da ISAF, o Governo anunciou 31 de Outubro uma redução drástica da presença portuguesa no Afeganistão.

A partir de Agosto de 2008, regressam a Portugal os cerca de 160 militares e ficam um avião C-130 e uma equipa de 15 militares para dar formação ao exército afegão.

Até final do ano, irão manter-se no Afeganistão tropas pára-quedistas e de apoio de serviços, assim como uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea.

Em Novembro de 2005, um militar português morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba nos arredores de Cabul, durante uma patrulha.

A 25 de Maio de 2007, um soldado português sofreu ferimentos ligeiros em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar, no Afeganistão.

Menos de um mês depois, dois militares sofreram ferimentos ligeiros, também em Kandahar, onde estavam colocados os soldados portugueses.



 :Soldado2:

Paz á sua alma.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 24, 2007, 02:30:50 pm
Um soldado português morreu esta madrugada no Afeganistão, vítima de um acidente de viação, a Sul de Cabul, indicou o Ministério da Defesa Nacional.

O soldado-paraquedista Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa perdeu a vida num acidente de viação, que ocorreu durante a deslocação de uma coluna de viaturas militares da Força Nacional Destacada, a Sul de Cabul.

O militar foi vitima do capotamento da viatura em que viajava, durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, cerca das 3:00 no Afeganistão (22:30 de sexta-feira em Lisboa). Segundo descrição recolhida pela Lusa junto de fontes militares, o paraquedista Sérgio Pedrosa estava na vigia do blindado Humvee quando a viatura "foi à berma e capotou".

O Ministério da Defesa Nacional indicou que não se verificaram feridos entre os militares portugueses. Ainda segundo o ministério, decorrem agora os procedimentos para a trasladação do corpo do militar para Portugal.

A morte do soldado-paraquedista nos arredores de Cabul é o quarto incidente com o contingente português no Afeganistão, desde 2005, e dos quais resultaram mais uma vítima mortal e quatro feridos.

O primeiro problema com os militares portugueses destacados no Afeganistão ocorreu a 18 de Novembro de 2005, quando durante uma patrulha nos arredores de Cabul um militar morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba que atingiu a viatura em que seguiam.

A 25 de Maio de 2007, um militar luso ficou ligeiramente ferido durante uma emboscada, perto de Kandahar, quando estava integrado numa patrulha a pé. Um mês depois, também em Kandahar - importante bastião dos taliban -, dois militares voltam a sofrer ferimentos ligeiros.

Portugal mantém no Afeganistão 162 militares portugueses às ordens da força internacional da NATO, que comanda naquele país a maior operação em seis décadas de existência da organização.

No mês passado, o Governo anunciou uma redução drástica da presença portuguesa no Afeganistão, que conta naquele país mais de dois anos de missão. Já a partir de Agosto do próximo ano, regressam a Portugal os cerca de 160 militares, ficando permanecendo apenas um avião C-130 e 15 militares que formam uma equipa para dar formação ao exército afegão. Até ao final do ano, manter-se-ão no Afeganistão tropas páraquedistas e de apoio de serviços e uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea.
RTP
2007-11-24 11:49:46


video: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 17&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=309417&tema=27)
Título:
Enviado por: Benny em Novembro 24, 2007, 03:10:54 pm
Que Deus receba a sua alma. :(

Benny
Título:
Enviado por: Daniel em Novembro 24, 2007, 04:45:47 pm
Afeganistão: Cavaco Silva lamenta morte de soldado e manifesta confiança nos militares portugueses

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Gouveia, Guarda, 24 Nov (Lusa) - O Presidente da República lamentou hoje a morte de um soldado português em Cabul, considerando tratar-se de "uma notícia muito triste", e manifestou "grande confiança" nos militares portugueses no Afeganistão.

"É uma notícia muito triste e presto aqui a minha homenagem ao soldado Sérgio Pedrosa, que perdeu a vida ao serviço de Portugal numa missão internacional", afirmou Cavaco Silva aos jornalistas, no final de uma visita oficial ao concelho de Gouveia.

Cavaco Silva aproveitou para, mais uma vez, manifestar a sua "grande confiança a todos os soldados portugueses que no Afeganistão prestam um serviço à causa da paz e da segurança e prestigiam o nome de Portugal".

"É uma morte que nos entristece muito, até porque até este momento, a companhia portuguesa tem sido capaz de gerir a sua actividade naquele país distante, evitando baixas", observou.

Acrescentou que a morte do soldado Sérgio Pedrosa "ocorreu, não em combate, mas num acidente rodoviário, no capotamento de uma viatura".

O Presidente da República enviou "sentidas condolências" aos familiares do militar "neste momento de profunda dor".


Ao serviço de Portugal tretas.

 :Soldado2:
Título:
Enviado por: nelson38899 em Novembro 24, 2007, 05:33:47 pm
:Soldado2:  :Soldado2:
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 24, 2007, 07:03:50 pm
Descansa em Paz.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg81.imageshack.us%2Fimg81%2F9272%2Fgetimageqa8.jpg&hash=91a352bdb5a5a8bbc3d17e91e31fed5d)

Presente :!:


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ISAF servicemember
dies in vehicle accident


KABUL, Afghanistan – An ISAF servicemember died this morning from injuries sustained in a vehicle-rollover last night in southern Wardak Province.

The servicemember was medically evacuated to an ISAF treatment facility in Khost Province where the member died.
“Our respectful condolences go to the family, friends and colleagues of this brave soldier who lost his life while supporting ISAF’s mission,” said Brig. Gen. Carlos Branco, ISAF spokesman.
In accordance with ISAF policy, the name and nationality of the deceased is being withheld pending notification of next-of-kin.
The incident is under investigation.
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 24, 2007, 07:08:09 pm
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Funeral de soldado realiza-se terça-feira
2007/11/24 | 18:54
Afeganistão: militar tinha 22 anos e era natural de Gaia
 
O funeral do soldado de 22 anos que morreu, sexta-feira, em missão no Afeganistão deverá realizar-se terça-feira, disse hoje à Lusa, o vice-presidente da Câmara de Gaia, que já disponibilizou apoio psicológico à família, noticia a Lusa.

Segundo informações recolhidas pela autarquia de Gaia junto do Exército, um avião da Força Aérea irá ao Afeganistão buscar o corpo de Sérgio Pedrosa, estando prevista a sua chegada a Portugal na segunda-feira.

Marco António Costa, que se deslocou à casa da família do jovem soldado, em Crestuma, para apresentar condolências, disse que a comunidade local está «muito comovida» porque se tratava de um jovem «muito querido, conhecido de todos, que foi capitão do clube de futebol local».

O autarca disse que a Câmara disponibilizou duas psicólogas para apoiar a mãe, a avó e uma irmã de nove anos, que «era muito chegada ao irmão».

Além disso, acrescentou, foi solicitado à empresa de construção civil para a qual o pai do soldado trabalha, na Mauritânia, para que permitisse o seu imediato regresso a Portugal, o que já foi assegurado.

O soldado Sérgio Pedrosa tem também um irmão, militar, pertencente à mesma unidade do Exército, mas em Portugal.

Este é o quarto incidente com as tropas portuguesas, ao serviço da NATO, colocadas no Afeganistão, onde, em Novembro de 2005, morreu um soldado numa explosão que atingiu a viatura em que seguia.

Segundo a descrição feita à Lusa por fontes militares, o soldado Sérgio Pedrosa estava na vigia do blindado, um Humvee, quando a viatura «foi à berma e capotou».

O acidente deu-se durante uma patrulha nocturna nos arredores de Cabul, cerca das 3:00 no Afeganistão (22:30 de sexta-feira em Lisboa), e não se verificaram feridos entre os militares portugueses.
Título:
Enviado por: pedro em Novembro 24, 2007, 09:08:14 pm
Oxala descanse em Paz.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 26, 2007, 06:38:48 pm
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Afeganistão: Embaixador dos EUA lamenta decisão portuguesa de reduzir contingente

Lisboa, 26 Nov (Lusa) - O embaixador dos Estados Unidos em Lisboa lamentou  hoje o anúncio de uma redução do contingente militar português no Afeganistão  e acusou o governo de se preocupar mais com as sondagens do que com a segurança  global.  

     

   "Fiquei profundamente preocupado quando soube dos planos de Portugal  para reduzir os seus esforços em prol da jovem democracia afegã", disse  Alfred Hoffman, que cessa sábado funções diplomáticas em Lisboa, no seu  último discurso num almoço da Associação de Amizade Portugal-EUA.  

     

   "Mas não posso dizer que fiquei completamente surpreendido, uma vez  que os líderes europeus parecem mais intimidados pelas sondagens do que  determinados a convencer as suas opiniões públicas da importância da luta  no Afeganistão", prosseguiu, num discurso em que começou por se afirmar  disposto a passar por cima das "cortesias diplomáticas" e falar dos assuntos  que realmente interessam aos dois países.  

     

   Alfred Hoffman citou a propósito uma sondagem do German Marshal Fund  segundo a qual 65 por cento dos europeus acham importante contribuir para  o esforço de reconstrução do Afeganistão mas só 30 por cento consideram  que as operações de combate contra os talibãs devem prosseguir.  

     

   A 31 de Outubro, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou  no Parlamento a redução do contingente militar português na força da NATO  no Afeganistão, actualmente de 162 militares, para uma equipa de 15 militares  e um avião C-130 em Agosto de 2008.  

     

   Evocando a visita a Washington do primeiro-ministro português, José  Sócrates, e "o agradecimento público do presidente George W. Bush por tudo  o que Portugal tem feito na guerra contra o terrorismo e especificamente  o seu empenho no Afeganistão", Alfred Hoffman disse-se "muito esperançado"  em que Portugal reverta essa decisão.  

     

   "Virar as costas aos afegãos neste momento da sua luta será o mesmo  que os abandonar, assim como aos nossos princípios e à nossa própria segurança".  

     

   Em declarações à Agência Lusa após a intervenção, o embaixador norte-americano  disse ter dado conhecimento desta sua posição às autoridades portuguesas  e ter recebido, como explicação, que Portugal "está a pensar mudar a natureza  da sua presença no Afeganistão".  

     

   "Eu consigo compreender isso mas a minha expectativa é que, quando decidirem  substituir o contingente que têm, o substituam com um empenho equivalente  de forças que permita preencher as necessidades no terreno, quer seja para  operações de combate quer para a reconstrução do país", disse.  

     

   "Essa possibilidade ficou em aberto mas, para mim, deixar essa possibilidade  em aberto não é o mesmo que dizer vamos substituí-los", concluiu.  

     

     
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 26, 2007, 06:49:13 pm
O que quer o embaixador yankee?

Que se preocupe da politica interna do seu pais, em vez de andar a desencadear conflitos no mundo e dar liçoes de moral a "velha europa".
Título:
Enviado por: typhonman em Novembro 26, 2007, 06:54:30 pm
Antes de mais quero lamentar profundamente a morte do jovem paraquedista. :(

Apesar de tudo não concordo com a nossa "fuga" do Afeganistão. A NATO pretende duplicar o numero de tropas para far caça aos Talibans e nos retiramos? Mas esta é uma missão que so acarreta problemas para o nosso governo. Esta mais que visto que a vontade politica são cenários aonde a probabilidade de premir um gatilho seja quase nula. Siga para o Líbano....
Título:
Enviado por: André em Novembro 26, 2007, 07:00:10 pm
Citação de: "Lancero"
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Afeganistão: Embaixador dos EUA lamenta decisão portuguesa de reduzir contingente

Lisboa, 26 Nov (Lusa) - O embaixador dos Estados Unidos em Lisboa lamentou  hoje o anúncio de uma redução do contingente militar português no Afeganistão  e acusou o governo de se preocupar mais com as sondagens do que com a segurança  global.  

     

   "Fiquei profundamente preocupado quando soube dos planos de Portugal  para reduzir os seus esforços em prol da jovem democracia afegã", disse  Alfred Hoffman, que cessa sábado funções diplomáticas em Lisboa, no seu  último discurso num almoço da Associação de Amizade Portugal-EUA.  

     

   "Mas não posso dizer que fiquei completamente surpreendido, uma vez  que os líderes europeus parecem mais intimidados pelas sondagens do que  determinados a convencer as suas opiniões públicas da importância da luta  no Afeganistão", prosseguiu, num discurso em que começou por se afirmar  disposto a passar por cima das "cortesias diplomáticas" e falar dos assuntos  que realmente interessam aos dois países.  

     

   Alfred Hoffman citou a propósito uma sondagem do German Marshal Fund  segundo a qual 65 por cento dos europeus acham importante contribuir para  o esforço de reconstrução do Afeganistão mas só 30 por cento consideram  que as operações de combate contra os talibãs devem prosseguir.  

     

   A 31 de Outubro, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou  no Parlamento a redução do contingente militar português na força da NATO  no Afeganistão, actualmente de 162 militares, para uma equipa de 15 militares  e um avião C-130 em Agosto de 2008.  

     

   Evocando a visita a Washington do primeiro-ministro português, José  Sócrates, e "o agradecimento público do presidente George W. Bush por tudo  o que Portugal tem feito na guerra contra o terrorismo e especificamente  o seu empenho no Afeganistão", Alfred Hoffman disse-se "muito esperançado"  em que Portugal reverta essa decisão.  

     

   "Virar as costas aos afegãos neste momento da sua luta será o mesmo  que os abandonar, assim como aos nossos princípios e à nossa própria segurança".  

     

   Em declarações à Agência Lusa após a intervenção, o embaixador norte-americano  disse ter dado conhecimento desta sua posição às autoridades portuguesas  e ter recebido, como explicação, que Portugal "está a pensar mudar a natureza  da sua presença no Afeganistão".  

     

   "Eu consigo compreender isso mas a minha expectativa é que, quando decidirem  substituir o contingente que têm, o substituam com um empenho equivalente  de forças que permita preencher as necessidades no terreno, quer seja para  operações de combate quer para a reconstrução do país", disse.  

     

   "Essa possibilidade ficou em aberto mas, para mim, deixar essa possibilidade  em aberto não é o mesmo que dizer vamos substituí-los", concluiu.  

     

     


Mas Portugal é um país pequeno e contribui com o que pode, os EUA deviam era fazer pressão sobre a Espanha, Itália e França que podiam fazer um pouco mais para a destruição dos Militantes islâmicos. :Tanque:
Título:
Enviado por: Miguel em Novembro 26, 2007, 07:02:21 pm
julgo que certo de um ano atraz, eu tinha declarado aqui neste forum que o Afganistao estava perdido.

Dentro de um prazo de 1 a 2 anos teremos um governo no afganistao com misnistros talibas.

A culpa disto tudo foi a politica desastrosa do Bush e seus falcoes, que consiguiram por o mundo inteiro na sua pior crise desde 1939.

Com um barril de petroleo a 100 dollares, todos nos pagamos o preço, quanto mais pobre ainda pior ver o caso da Africa, com a subida dos preços da farinha.

Ainda de acrescentar que surgiu durante este periodo a existencia oficial de "exercitos privados" com a Blackwater etc....

A crise dos subprime nos EUA é paga pelos bancos da europa(portanto nos indirectamente)

Ricos principes arabes que se pagam a pronto pagamento de A380 privados enquanto o resto do povo morre de fome...etc..etc....

Estamos a viver horas negras da humaninade :evil:
Título:
Enviado por: papatango em Novembro 26, 2007, 11:31:43 pm
Na verdade, em termos de numero total de militares envolvidos, o nosso envolvimento está abaixo da média. Abaixo da média considerando a população e mesmo abaixo da média considerando o PIB.

Por exemplo: Para termos uma participação proporcional à da Alemanha em termos de população deveriamos ter no Afeganistão entre 350 e 400 homens.
Se considerarmos que a Alemanha é mais rica, então o nosso contingente, para ser idêntico ao alemão em termos de esforço proporcional deveria andar pelos 230 militares.

No entanto a presença portuguesa tem-se mantido e as missões têm-se prolongado muito para além do inicialmente previsto.

Este tipo de missões não pode ser eterno e Portugal está preocupado com a situação no Kosovo.

Se a coisa esquentar lá, poderá ser necessário fazer alguma coisa.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: nestor em Novembro 27, 2007, 02:47:14 am
Descanse en paz.

Saludos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 27, 2007, 10:40:13 am
Corpo do militar português chegou a Ovar:

video: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 95&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=309795&tema=27)

O que somos?... Amigos!

O que queremos?... Alvorada!

O que amamos?... O perigo!

O que tememos?... Nada!

Em posição!... Já!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 28, 2007, 09:46:45 am
Última homenagem ao militar português

Milhares de pessoas compareceram ao funeral do militar português que morreu no Afeganistão.

Centenas de militares juntaram-se, em Crestuma, à família e aos amigos numa homenagem ao soldado Sérgio Pedrosa.


video: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 65&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=310065&tema=27)
Título:
Enviado por: MERLIN em Novembro 28, 2007, 01:14:49 pm
:Soldado2:
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 28, 2007, 01:29:23 pm
:Soldado2:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2007, 10:12:55 am
Recomendo que leiam o último exemplar da "Visão". Tem um artigo deveras interessante sobre algumas coisas menos positivas que aconteceram no contigente Português.
Título:
Enviado por: Johnnie em Novembro 29, 2007, 12:02:17 pm
Tal como?  :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2007, 12:33:11 pm
Johnnie a revista é vendida em todas as bancas, é fácil ires lá ver.

Mas está relacionado com a verdadeira intensidade da luta que se está a ter por lá e a relação entre o comando e os restantes militares.
Título:
Enviado por: Lancero em Novembro 29, 2007, 12:43:48 pm
Já li.
Tanto quanto sei o grupo de combate não ficou "abandonado", tendo mesmo contado com CAS. Teoricamente também não me parece que seria correcto ir colocar mais um grupo de combate na 'boca do lobo', e ao que me explicaram pouco depois, foi tentado o flanqueamento do IN. Mas, não tendo estado lá, posso estar a fazer figura de urso.
Escandaliza-me a reacção do porta-voz do EMGFA. Não comunicar ao público o verdadeiro número de baixas (ainda que com ferimentos ligeiros e não incapacitantes) para "não alarmar" é do mais mesquinho que vi nos últimos tempos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2007, 02:07:10 pm
Há toda uma série de questões que fica no ar, por exemplo, porque é que houve (ao que indica) uma divisão entre o comando e o resto do contingente. Parece-me que houve realmente um mau estar entre comando e subordinados.
Título:
Enviado por: zecouves em Novembro 29, 2007, 02:26:52 pm
O mal-estar entre quem comanda e quem é comandado acontece desde o dia-a-dia normal nos quartéis até às FND's, não há excepções. Quem já esteve em FND's "mais calmas" sabe do que estou a falar.

Obviamente que uma missão de longa duração e com os riscos que a ISAF envolve, cria um ambiente, que não justifica tudo, mas que é sem duvida mais propicio a quezilias e dissidencias.

A questão do Major não comento porque não tenho informação e mesmo que tivesse é muito injusto comentar decisões tomadas debaixo de fogo, especialmente por parte de quem está confortavelmente sentado em frente a um computador num gabinete com ar condicionado.

O artigo não esclarece porque houve um distanciamento entre o comando e as Praças, afinal isso é que seria o motivo de interesse, que infelizmente escapou ao jornalista.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Dezembro 01, 2007, 01:36:37 am
A minha mais sincera homenagem ao militar falecido no Afeganistão. Que esteja com Deus.


Citação de: "Miguel"
julgo que certo de um ano atraz, eu tinha declarado aqui neste forum que o Afganistao estava perdido.

Dentro de um prazo de 1 a 2 anos teremos um governo no afganistao com misnistros talibas.

A culpa disto tudo foi a politica desastrosa do Bush e seus falcoes, que consiguiram por o mundo inteiro na sua pior crise desde 1939.

Com um barril de petroleo a 100 dollares, todos nos pagamos o preço, quanto mais pobre ainda pior ver o caso da Africa, com a subida dos preços da farinha.

Ainda de acrescentar que surgiu durante este periodo a existencia oficial de "exercitos privados" com a Blackwater etc....

A crise dos subprime nos EUA é paga pelos bancos da europa(portanto nos indirectamente)

Ricos principes arabes que se pagam a pronto pagamento de A380 privados enquanto o resto do povo morre de fome...etc..etc....

Estamos a viver horas negras da humaninade :wink: , não vale dizer: “É abandonar o território e deixa-los lá em paz”. :wink:
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 01, 2007, 11:06:39 am
Citação de: "Jorge Pereira"
A minha mais sincera homenagem ao militar falecido no Afeganistão. Que esteja com Deus.


Citação de: "Miguel"
julgo que certo de um ano atraz, eu tinha declarado aqui neste forum que o Afganistao estava perdido.

Dentro de um prazo de 1 a 2 anos teremos um governo no afganistao com misnistros talibas.

A culpa disto tudo foi a politica desastrosa do Bush e seus falcoes, que consiguiram por o mundo inteiro na sua pior crise desde 1939.

Com um barril de petroleo a 100 dollares, todos nos pagamos o preço, quanto mais pobre ainda pior ver o caso da Africa, com a subida dos preços da farinha.

Ainda de acrescentar que surgiu durante este periodo a existencia oficial de "exercitos privados" com a Blackwater etc....

A crise dos subprime nos EUA é paga pelos bancos da europa(portanto nos indirectamente)

Ricos principes arabes que se pagam a pronto pagamento de A380 privados enquanto o resto do povo morre de fome...etc..etc....

Estamos a viver horas negras da humaninade :wink: , não vale dizer: “É abandonar o território e deixa-los lá em paz”. :wink:


Caro Jorge,

Primeiramente nao considero ser mais inteligente que os outros.
O que sei como todos os antigos militares, e que é muito facil falar da guerra quando essa é feita com o sangue e as tripas dos outros.

Sobre o conflito do afganistao, claro que perdemos. Perdemos porque a politica do actual governo dos EUA é um desastre total, por vezes pergunto-me mesmo se eles querem mesmo provocar o "chaos".

De certeza absoluta que se em 1961 o presidente dos EUA em vez de ser Kennedy era Bush tinhamos assistido a um conflito nuclear.
E nem estavamos aqui a falar....

Penso que nao vencemos o communismo com bombas, nem fez falta bombardear Moscovo, verdade?

Portanto deve de haver soluçoes para resolver a crise que estamos a pagar muito caro! com sangue e o nosso porta moedas todos os dias.

Nao penso que EU "miguel" seria escutado pelos politicos, para discutir a soluçao sobre como deviamos gerir a crise do médio oriente.

A unica coisa que tenho a certeza absoluta, e que "EU" nao tenho nas maos o sangue de milhares de innocentes.Ao contrario dos Falcoes da casa branca.

Enquanto a politica economica de algums paises nao mudarem, terremos terroristas, porque enquanto ums vivam dentro de palacios outros vivam no meio dos camelos e das tendas. E enquanto os governos do mundo desenvolvido apoiam essas ditaturas do petroleo teremos sempre esse cancro dentro de nos.

Claro que existe interesses em haver conflitos...Eisenhower tinha avisado no final da sua vida o perigo do "lobby industrial militar".

Prontos, ponto final eis a minha visao do assunto, talvez errada? nao sei como dizia Machiavel, sabemos quando começamos uma guerra mas nunca quando acaba.
Título:
Enviado por: JLRC em Dezembro 01, 2007, 01:01:42 pm
Citação de: "Miguel"
 
O que sei como todos os antigos militares, e que é muito facil falar da guerra quando essa é feita com o sangue e as tripas dos outros.


Penso que nao vencemos o communismo com bombas, nem fez falta bombardear Moscovo, verdade?


A unica coisa que tenho a certeza absoluta, e que "EU" nao tenho nas maos o sangue de milhares de innocentes.Ao contrario dos Falcoes da casa branca.

Enquanto a politica economica de algums paises nao mudarem, terremos terroristas, porque enquanto ums vivam dentro de palacios outros vivam no meio dos camelos e das tendas. E enquanto os governos do mundo desenvolvido apoiam essas ditaturas do petroleo teremos sempre esse cancro dentro de nos.

Claro que existe interesses em haver conflitos...Eisenhower tinha avisado no final da sua vida o perigo do "lobby industrial militar".


 :Palmas:  :Palmas:  :Palmas:

Estou 100% de acordo contigo
Título:
Enviado por: Duarte em Dezembro 01, 2007, 05:32:29 pm
Miguel,
Não vejo qual a alternativa que os EU teriam em relação ao Afeganistão.
Mesmo um governo Democrata teria feito exactamente o mesmo. A opinião pública não teria permitida apenas mais uma reacção de pulso fraco como a Clinton fez no primeiro atentado contra o World Trade Center.

Fazer crítica é um direito na democracia, mas propor uma alternativa viável ao que se está a criticar é também um dever. Sem o fazer, é apenas mais barulho inútil que não acrescenta nada ao diálogo.

Foram precisamente as bombas que venceram o comunismo. Não foi preciso rebentarem.  A corrida aos armamentos e o tal complexo militar-industrial. Não foram os pacificistas, de falinhas mansas que venceram o comunismo.

Já que falou no presidente Kennedy e em mãos ensanguentadas, é preciso recordar quem financiou e treinou a UPA. Não é preciso colocar  imagens chocantes aqui, é? Se algum familiar seu tivesse sido chacinado, violado e esquartejado por estes "libertadores", certamente pensaria de forma diferente.
Título:
Enviado por: Rui Conceicao em Dezembro 01, 2007, 09:56:59 pm
Totalmente de acordo com o Duarte, o Kennedy foi quem armou a UPA.
Quanto ao Afeganistão gostava de saber a opinião dos críticos da intervenção dizerem o que fariam.
Uma coisa é certa, não tem avido empenho dos países da NATO, principalmente da maioria dos Europeus, como sempre.
Título:
Enviado por: zecouves em Dezembro 03, 2007, 09:35:08 am
Citação de: "Rui Conceicao"
Totalmente de acordo com o Duarte, o Kennedy foi quem armou a UPA.
Quanto ao Afeganistão gostava de saber a opinião dos críticos da intervenção dizerem o que fariam.
Uma coisa é certa, não tem avido empenho dos países da NATO, principalmente da maioria dos Europeus, como sempre.


Como alguem disse: os politicos europeus estãoo mais preocupados com as sondagens do que em explicar aos seus eleitores o que se está a fazer e porquê se está no Afeganistão. Nada de novo, infelizmente.
Título:
Enviado por: Aim em Dezembro 03, 2007, 02:17:44 pm
Citação de: "zecouves"
Citação de: "Rui Conceicao"
Totalmente de acordo com o Duarte, o Kennedy foi quem armou a UPA.
Quanto ao Afeganistão gostava de saber a opinião dos críticos da intervenção dizerem o que fariam.
Uma coisa é certa, não tem avido empenho dos países da NATO, principalmente da maioria dos Europeus, como sempre.

Como alguem disse: os politicos europeus estãoo mais preocupados com as sondagens do que em explicar aos seus eleitores o que se está a fazer e porquê se está no Afeganistão. Nada de novo, infelizmente.



Pois  :?  mas que infelizmente está a trazer consequências indesejáveis

Abraços
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 06, 2007, 07:53:26 pm
Citar
Defesa: Portugal mantém missões na Bósnia, Kosovo e Líbano em 2008, reduz no Afeganistão    

   Lisboa, 05 Dez (Lusa) - O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN)  aprovou hoje a manutenção, em 2008, de forças militares portuguesas na Bósnia,  Kosovo e Líbano, e a redução do contingente no Afeganistão.  

     

   O anúncio da decisão foi feito pelo porta-voz do Conselho, general Goulão  de Melo, no final de uma reunião de quase duas horas no Palácio de Belém,  em Lisboa.  

     

   O programa para 2008 apresentado pelo Governo, que recebeu "parecer  favorável" do CSDN, órgão de consulta do Presidente, "mantém os compromissos  assumidos no âmbito da União Europeia, da NATO e da ONU na Bósnia, no Kosovo  e Líbano, com missões idênticas e efectivos semelhantes aos actualmente  destacados".  

     

   Quanto à missão, ao serviço da NATO, no Afeganistão, o Governo, conforme  tinha anunciado há um mês, vai reduzir a participação das forças armadas,  a partir de Agosto de 2008, dos actuais 160 homens para um destacamento  de um avião C-130 e uma equipa de 15 militares que vão dar formação ao exército  afegão.  

     

   O Governo informou o Conselho Superior de Defesa Nacional do envio para  a Bósnia, a partir de Janeiro de 2008, de "uma força da GNR de cerca de  30 elementos, que será integrada na Força de Guarda Europeia (EUROGENFOR,  sigla europeia) e no próprio comando militar da União, com vista a missões  no âmbito policial".  

     

   Segundo o porta-voz, o Conselho "pronunciou-se favoravelmente ao empenhamento  desta força".  

     

   O contingente de forças militares portuguesas mais numeroso (295 homens)  está colocado no Kosovo, com mandato previsto até Fevereiro de 2008.  

     

   No Líbano, as forças portuguesas estão presentes com uma força de 147  militares, substituída em Novembro.  

     

   As forças foram reduzidas em 2006 na Bósnia, onde estão actualmente  14 militares em missões de ligação e colocados no estado-maior da EURFOR.  

     

   Dos cerca de 160 efectivos no Afeganistão, o contingente será drasticamente  reduzido a partir de Agosto de 2008.  

     

   Constitucionalmente, o Conselho Superior de Defesa Nacional, presidido  pelo Chefe de Estado, e que "é o órgão específico de consulta para os assuntos  relativos à defesa nacional e à organização, funcionamento e disciplina  das Forças Armadas".  

     

   O CSDN integra, entre outros, o primeiro-ministro, José Sócrates, os  ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, dos Negócios Estrangeiros,  Luís Amado, e da Administração Interna, Rui Pereira, das Finanças, Teixeira  dos Santos, além do presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, Miranda  Calha, o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Valença  Pinto, os chefes do Exército, Força Aérea e Marinha, presidentes dos Governos  Regionais dos Açores e da Madeira e dois deputados.  

     

     


Citar
Defesa: Conselho Superior dá parecer favorável a Lei de Programação de Infra-estruturas militares    

   Lisboa, 05 Dez (Lusa) - O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN)  deu hoje parecer favorável ao projecto de proposta de Lei de Programação  de Infra-Estruturas (LPI) militares.  

     

   O anúncio do "parecer favorável" ao diploma "para efeitos de apreciação  e deliberação pelo Governo e pela Assembleia da República" foi feito pelo  porta-voz do CSDN, general Goulão de Melo, no final da reunião, de quase  duas horas, do Conselho, no Palácio de Belém, em Lisboa.  

     

   A Lei de Programação de Infra-Estruturas militares tem por objectivo  rentabilizar a gestão de imóveis das Forças Armadas espalhados pelo País,  podendo passar pela sua venda.  

     

   Esta lei, em preparação pelo Executivo há vários meses, é uma das "reformas"  do ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, a par da reforma  do ensino superior militar, aprovado em Novembro, e da saúde militar, que  aguarda aprovação.  

     

   Constitucionalmente, o Conselho Superior de Defesa Nacional, presidido  pelo Chefe de Estado, e que "é o órgão específico de consulta para os assuntos  relativos à defesa nacional e à organização, funcionamento e disciplina  das Forças Armadas".  

     

   O CSDN integra, entre outros, os ministro da Defesa, Nuno Severiano  Teixeira, dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, e da Administração Interna,  Rui Pereira, das Finanças, Teixeira dos Santos, além do presidente da Comissão  Parlamentar de Defesa, Miranda Calha, o chefe do Estado-Maior-General das  Forças Armadas, general Valença Pinto, os chefes do Exército, Força Aérea  e Marinha, presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira e  dois deputados.  

     
Título:
Enviado por: comanche em Dezembro 29, 2007, 11:56:19 am
Defesa: Severiano Teixeira visita em Cabul contigente português da NATO


Citar
Cabul, 29 Dez (Lusa) - O Ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, acompanhado do chefe do Estado-maior das Força Armadas, general Valença Pinto, visita hoje o contingente português integrado na força multinacional da Nato (ISAF) no Afeganistão.

Portugal tem 161 militares às ordens da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da Aliança Atlântica (NATO), numa das missões internacionais com maior risco em que estão envolvidos militares portugueses.

Severiano Teixeira pretende com esta visita ao aquartelamento de Warehouse, em Cabul, transmitir uma mensagem de confiança aos militares num momento difícil em que estão longe das suas famílias, assim como verificar no terreno o desempenho do contingente, que constitui a Força de Reacção Imediata.

O ministro aproveitará também a visita para fazer alguns contactos políticos com as autoridades afegãs.

Esta visita acontece dois dias depois do assassinato da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto, que gerou um clima de alguma instabilidade no país vizinho do Afeganistão.

O ministro da Defesa manterá um encontro com o general norte-americano Dan MacNeill que comanda a ISAF, deslocando-se depois ao aquartelamento onde se encontrará com os militares portugueses.

Depois de mais de dois anos em missão ao serviço da ISAF, o Governo português já anunciou que vai alterar o tipo de ajuda no Afeganistão, a partir de Agosto de 2008, reduzindo o número de militares deslocados, mas disponibilizando um avião C-130 e uma equipa de 15 militares para dar formação ao exército afegão.

Uma alteração justificada com as necessidades da força internacional.

Estão neste momento no Afeganistão 161 militares, dos quais 155 constituem uma Companhia de Manobra (da 22ª Companhia de Tropas Pára-quedistas) um destacamento de Apoio e Serviços e uma Equipa de Controladores Aéreos Tácticos.

Acrescem a estes 155 outros seis militares em cargos nos quartéis-generais da ISAF e do Comando Regional da Capital, um dos quais é o brigadeiro-general Martins Branco, actual porta-voz da ISAF.

A comitiva portuguesa regressa a Portugal no final do dia.

Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 29, 2007, 01:04:42 pm
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O ministro da defesa, Nuno Severiano Teixeira á chegada a cabul para uma visita aos militares portugueses em missao no afeganistao, no Campo Warehouse em Cabul, 29 Dezembro 2007, no Afeganistao. Créditos: Mário Cruz/Lusa
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 29, 2007, 02:00:38 pm
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Defesa/Afeganistão: Severiano Teixeira pede empenhamento internacional para além da segurança    

   Cabul, 29 Dez (Lusa) - O Afeganistão precisa de um grande esforço da  comunidade internacional a nível global, sendo agora necessário apostar  noutras dimensões para além da segurança, nomeadamente a criação de alternativas  económicas, defendeu hoje em Cabul o ministro da Defesa, Severiano Teixeira.  

     

   Nesta segunda visita às tropas portuguesas no Afeganistão integradas  na Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF), o ministro da  Defesa, acompanhado do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general  Valença Pinto, foi hoje recebido pelo presidente afegão, Amid Karzai, e  pelo seu ministro da Defesa, Raheem Wardak.  

     

   O governante português saiu muito satisfeito dos encontros com os responsáveis  políticos afegãos, desde logo pelo elogio que fizeram do desempenho dos  militares portugueses.  

     

   "O presidente Karzai pediu-me expressamente que agradecesse pessoalmente  aos militares portugueses a sua contribuição para a estabilização do Afeganistão",  disse Nuno Severiano Teixeira numa pequena intervenção junto dos mais de  150 militares em formatura.  

     

   O combate ao terrorismo foi um dos temas da conversa, assim como a necessidade  de empenhamento da comunidade internacional noutras componentes que não  apenas a de segurança.  

     

   "É importante a questão da segurança, mas há muito a fazer também em  relação às instituições do Estado, o sistema judicial, a formação da Polícia  e do Exército e ainda a criação de alternativas para a economia afegã",  disse à Lusa Severiano Teixeira.  

     

   "É preciso que a comunidade internacional também se empenhe na reconstrução  e no desenvolvimento económico e social do país", disse o ministro, que  conversou com Karzai também na qualidade de responsável da Defesa da União  Europeia nestes últimos dias de presidência portuguesa.  

     

   A instabilidade criada no Paquistão com a morte da ex-primeira-ministra  Benazir Bhutto foi também tema de conversa, tendo sido realçada a necessidade  de uma boa relação entre os dois estados, e tendo ambos manifestado o desejo  de que esta instabilidade não afecte esse bom entendimento.  

     

   Os afegãos obtêm quase tudo o que consomem através de ligações comerciais  com o Paquistão, pelo que a instabilidade do país vizinho já se fez sentir  nos preços dos produtos e há grandes receios que a situação se descontrole.  

     

   No entanto, em relação à situação militar, o Chefe de Estado Maior das  Forças Armadas, Valença Pinto, explicou à Lusa que se esta instabilidade  se fizer sentir no Afeganistão, "não será no imediato", não havendo por  isso razão para preocupações especiais em relação aos militares portugueses  integrados na ISAF.  

     

     

     
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Dezembro 29, 2007, 03:48:05 pm
Citação de: "Lancero"

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi227.photobucket.com%2Falbums%2Fdd66%2Flancero11%2Fdezembro%2F1ff7e5c1.jpg&hash=c07393336b08de53ba7f1a07dcd5827f)

Citar

O ministro da defesa, Nuno Severiano Teixeira á chegada a cabul para uma visita aos militares portugueses em missao no afeganistao, no Campo Warehouse em Cabul, 29 Dezembro 2007, no Afeganistao. Créditos: Mário Cruz/Lusa


Já repararam na Galil toda artilhada? c34x
Título:
Enviado por: zecouves em Dezembro 29, 2007, 07:19:05 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Lancero"

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi227.photobucket.com%2Falbums%2Fdd66%2Flancero11%2Fdezembro%2F1ff7e5c1.jpg&hash=c07393336b08de53ba7f1a07dcd5827f)

Citar

O ministro da defesa, Nuno Severiano Teixeira á chegada a cabul para uma visita aos militares portugueses em missao no afeganistao, no Campo Warehouse em Cabul, 29 Dezembro 2007, no Afeganistao. Créditos: Mário Cruz/Lusa

Já repararam na Galil toda artilhada? c34x


Pareceu-me que o carregador é maior e que há um manipulo debaixo do guarda-mão, para além disso parece que há algum aparelho coaxial ao cano. Há algo mais que me escapou? É uma nova versão da Galil?

Bom Natal e Próspero Ano Novo para todos os foristas!!
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 29, 2007, 10:03:54 pm
Cheira-me que esses dois meninos de oculos escuros e todos artilhados não são pára-quedistas... talvez do GSPAE???

As armas não as identifico muito bem...
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 29, 2007, 10:49:06 pm
^^
Não é o que diz o patch

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi227.photobucket.com%2Falbums%2Fdd66%2Flancero11%2Fdezembro%2Fba8a5ac8.jpg&hash=bed7d05c4e14f11adf6fae6b5d9d35ad)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 29, 2007, 11:40:24 pm
Bem realmente o patch contém um círculo canelado (que lembra um paraquedas aberto), mas não consigo identificar...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2FBraz%C3%A3o%25201%C2%BABIPara%282%29.jpg&hash=8a67b49869f14736817c4b21e71b1a44)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2FBraz%C3%A3o%25202BIPara%2520G%281%29.jpg&hash=d13f69f4e751df3466bd82cee7a49392)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2Farea_militar_sao_jacinto%2520Grande.gif&hash=b1a51fef1bbad828390c77e86381b64a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2Fbrigada_aerotransport_indep3.gif&hash=7479bbfc2fa09bbe465e33b3f0ddd35b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2Fcomando_tropas_aerotranspor.gif&hash=0f6fe0b7d26b1ee58d9e8703946019c6)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2FBras%C3%A3o%2813%29.gif&hash=273f44b09ec253082ccde6fe7273589f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2FEsc_tropas_aerotransp%281%29.gif&hash=f7404badc30c3c58f7c086f43422f8ab)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.viriatus.com%2Fimages%2FKFOR_heraldica_Agr_B.jpg&hash=ff7cc35fc5c3e4f2e870bc21afbb364f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.geocities.com%2FArea51%2F5906%2Finsg_3bipara.gif&hash=f68cfe37ffdae9669d862c10bdae43c3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.geocities.com%2FArea51%2F5906%2Finsg_goas.gif&hash=183344a17d6ddbffd7c07ee96721691d)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.geocities.com%2FArea51%2F5906%2Finsg_lince.gif&hash=9573c29ef279268a7dbd2cb5f29ee01b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.geocities.com%2FArea51%2F5906%2Finsg_ceng.gif&hash=c006b6e49a39ce6828fcae73a8f7dd42)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.geocities.com%2FArea51%2F5906%2Finsg_uactat.gif&hash=0fdfc2b6abfea5d23ece223a37b486b5)
Título:
Enviado por: Duarte em Dezembro 30, 2007, 12:29:45 am
Caro Pereira,
De que unidade é este brasão? Nunca o vi... será do CTC?



(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2Fbrasoes%2FBras%C3%A3o%2813%29.gif&hash=273f44b09ec253082ccde6fe7273589f)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 30, 2007, 12:51:47 am
QRF/FND/ISAF - Quick Reaction Force-Força Nacional Destacada-International Security Assistance Force

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F2327121082007Parada_net1.JPG&hash=6498a4bddf3b9e8f02ec4c57c46d6b75)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FQRF-FND-ISAF%2Fcmdt2%285%29.jpg&hash=a8ea8d49ae2ff5b938ccce422582b7bc)

Contudo, actualmente (Paraquedistas) a QRF usa as armas do 2.º Batalhão de Infantaria Paraquedista...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FQRF-FND-ISAF%2Fcommander0.JPG&hash=fdb27f7ee73ecb92f8c0d8939e4a25cf)
Título:
Enviado por: zocuni em Dezembro 30, 2007, 12:57:45 am
Excelente fotos na cobertura do Ministro da Defesa ao Afeganistão.Gostei imenso. :G-Ok:

Abraços,
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 30, 2007, 11:30:18 am
22.ª CP (RI10) (ex. CCP 221)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.boinas-verdes.com%2Funidade_amsj%2Fun_amsj33.jpg&hash=19ffc32f2ea2e4863a3bd25286449ab4)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg340.imageshack.us%2Fimg340%2F4286%2F22parazj2.jpg&hash=2b4d0da33ad4d008d75b2558afd92060)
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 30, 2007, 12:59:44 pm
Em relação à arma

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg174.imageshack.us%2Fimg174%2F2115%2Fgfunts2.jpg&hash=62777761ad963944e5cf42094d0b0b02)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg174.imageshack.us%2Fimg174%2F2405%2Fgfunwu5.th.jpg&hash=d173ae4cbe48d62851371a5f2998131c) (http://http)


PS - O único software de edição de imagem que tenho disponível é o Paint. Alguém me sabe dizer como (se possível) é que tiro aquele fundo branco das imagens?
Título:
Enviado por: ShadIntel em Dezembro 30, 2007, 01:46:53 pm
Citação de: "Lancero"
PS - O único software de edição de imagem que tenho disponível é o Paint. Alguém me sabe dizer como (se possível) é que tiro aquele fundo branco das imagens?

O Paint não permite editar grande coisa, mas para pelo menos reduzir a parte branca, basta fazer clique no ângulo inferior direito da imagem, e arrastar o rato para reduzir o tamanho até ao desejado.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg179.imageshack.us%2Fimg179%2F4371%2Fpainexpla1gi8.jpg&hash=7a173a956d33cc19196286e3da78ede7)
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 30, 2007, 02:06:49 pm
É isso mesmo. Obrigado!
Título:
Enviado por: ricardonunes em Dezembro 30, 2007, 02:13:33 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Já repararam na Galil toda artilhada? :mrgreen:
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 30, 2007, 06:35:41 pm
Citação de: "Lancero"
PS - O único software de edição de imagem que tenho disponível é o Paint. Alguém me sabe dizer como (se possível) é que tiro aquele fundo branco das imagens?


Eu uso o Corel PhotoPaint, exporto as imagens no formato gif e escolho a cor que quero transformar em transparente.

Efeito:
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg143.imageshack.us%2Fimg143%2F1522%2Fgfunts2bv1.gif&hash=fe8ae2094f5fd418a00a5e5436f4b689)
Título:
Enviado por: markilhas em Janeiro 01, 2008, 11:55:21 am
Citação de: "Lightning"
Cheira-me que esses dois meninos de oculos escuros e todos artilhados não são pára-quedistas... talvez do GSPAE???

As armas não as identifico muito bem...


Em relaçao a esse senhores de oculos escuros sao paraquedistas, que fazem parte da force protection que temos no batalhao, em relaçao a arma e a galil bipe como todos temos so que alguns tem um kit , que foi desenvolvido durante a preparaçao, pra reforçar e retirar melhor rendimento da arma..
abraço a distancia
Título:
Enviado por: TaGOs em Janeiro 01, 2008, 02:30:50 pm
Vídeo da visita do Ministro da defesa ao Afeganistão.

Ao minuto 21.50:
mms://195.245.128.30/rtpfiles/videos/au ... 122007.wmv (http://mms://195.245.128.30/rtpfiles/videos/auto/telejornal/telej_1_30122007.wmv)

Da para reparar que os nossos hummer agora estão equipados com "gaiolas".
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 02, 2008, 03:09:17 pm
Tropas portuguesas no Afeganistão tentam manter optimismo

Antes de terem chegado ao Paquistão, os enviados da RTP estiveram com os soldados portugueses no Afeganistão.

São cerca de 150 militares portugueses que receberam a visita do ministro da Defesa e que tentam manter o optimismo, apesar do aumento dos ataques.


video: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 98&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=316798&tema=27)
Título:
Enviado por: markilhas em Janeiro 03, 2008, 07:02:24 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg101.imageshack.us%2Fimg101%2F1035%2Fimg8096fz9.jpg&hash=6baf57449e2d236a716ec7906e411ef6)
uma pequena foto, mais detalhada...abraço
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 03, 2008, 09:01:30 am
E esta hein? http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=12797 (http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=12797)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2008, 09:47:49 am
Citação de: "markilhas"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg101.imageshack.us%2Fimg101%2F1035%2Fimg8096fz9.jpg&hash=6baf57449e2d236a716ec7906e411ef6)
uma pequena foto, mais detalhada...abraço


Linda! :D
Título: Force protection
Enviado por: bodyguard-madeira em Janeiro 03, 2008, 11:06:14 am
Que formação especifica têm os elementos que pertencem à FORCE PROTECTION do batalhão?
São elementos com especialidade PE, também?
Têm a formação de protecção a altas entidades?
Coloco esta questão, porque sendo um profissional da area de protecção pessoal, sou também um estudioso da materia.
Bom ano a todos os foristas
Título:
Enviado por: markilhas em Janeiro 03, 2008, 11:57:48 am
e assim eu por agora nao quero falar muito do que se desenvolve por ca, da formaçao do pessoal e de mais coisas, mas curso de pe , e algo que nao faz parte , mas tiveram formaçao especifica para o que vinham desempenhar, e sao uncios portugueses com autorizaçao para andar com carregadores introduzidos..em relaçao a arma existe outra versao igual a das fotos anteriores, com uma alça telescopica com mira lazer e mais uns pozinhos...abraço e boa continuaçao
Título:
Enviado por: André em Janeiro 08, 2008, 02:04:57 pm
300 militares da Brigada de Reacção Rápida em exercício em Beja

Citar
Cerca de 300 militares da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército Português participam, a partir de hoje, no concelho de Beja, num exercício militar para preparar a força que deverá partir para o Afeganistão, em Fevereiro.

Com o nome de código «Kabul 081», o exercício, a decorrer até ao próximo dia 18, pretende preparar os 150 militares que vão integrar a Força de Reacção Rápida da BrigRR, que deverá partir, no final de Fevereiro, para uma missão de seis meses no Teatro de Operações (TO) no Afeganistão, explicou hoje à Lusa o tenente-coronel Hélder Perdigão, das relações públicas do Exército.

A nova força da BrigRR, composta, em maioria, por Comandos, vai render o efectivo de 157 militares (150 do Exército e sete da Força Aérea), a maior parte Pára-quedistas, que regressa no final de Fevereiro, após uma missão de seis meses, integrada na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) no Afeganistão.

À semelhança das anteriores, a nova Força Nacional Destacada irá conduzir operações militares na área de operações da ISAF no Afeganistão, em coordenação com os Comandos Regionais respectivos, para apoiar o Governo daquele país no estabelecimento e manutenção de um clima de estabilidade e segurança.

Durante o exercício no Baixo Alentejo, vão ser avaliadas «as capacidades de coordenação, controlo e condução de operações idênticas às verificadas nos Comandos Regionais, estabelecidos no TO do Afeganistão», precisou Hélder Perdigão.

Trata-se de operações de combate ao terrorismo, de resposta a crises, controlo de tumultos, de comando e controlo descentralizado e de mobilidade terrestre.

Para este exercício, explicou o tenente-coronel, «foi criado um cenário realístico, em conformidade com a avaliação de riscos e ameaças do TO do Afeganistão» para «permitir à força, que será destacada, praticar as acções militares relacionadas com a sua missão».

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 16, 2008, 04:39:51 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2F8172d058.jpg&hash=5d8a4c94091b30db954e129783c18b6a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Feea3e453.jpg&hash=fce336c9c48a7fb23b9f07aed95e117c)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2F5667f1e8.jpg&hash=54ab2f7f32aab6b902137925c421f448)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2F02bbe404.jpg&hash=df0c4d2cb3c363b18712cf74ccd80aa3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fa3158269.jpg&hash=a9ec79acf3e4e0d011cf8a9465bc77c2)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fe3a5236c.jpg&hash=adbc9cfbb834575d0a73faff9fc0dec3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2Fd6abdf34.jpg&hash=950bc7ecdcc3c6b4f3f951d27dd602f6)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi150.photobucket.com%2Falbums%2Fs111%2Flancero_casa%2F5c5f7e41.jpg&hash=ef0ebb888bef0ef351246734126d1008)
^  :wink:
Citar

Militares da Força de Reacção Rápida da ISAF, durante uma simulação de emboscada por forças Afegãs, durante o exercício "Cabul 081", que tem como objectivo o aprontamento desta força que partirá para o Afeganistão no próximo mês de Fevereiro. Beja, 16 Janeiro 2008.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 16, 2008, 05:11:56 pm
O Sniper não será Ranger?
Título:
Enviado por: comanche em Janeiro 16, 2008, 06:06:29 pm
Defesa: Última Força de Reacção Rápida portuguesa que vai para o Afeganistão parte a 11 de Fevereiro

Citar
Beja, 16 Jan (Lusa) - O primeiro contingente da última Força de Reacção Rápida (FRR) das Forças Armadas Portuguesas que vai em missão para o Afeganistão, num total de 150 militares, parte a 11 de Fevereiro, anunciou hoje um responsável do Exército.

O destacamento avançado vai "preparar o terreno" para receber o "grosso" do efectivo da FRR, que deverá partir a 28 de Fevereiro, explicou o Comandante da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército Português, major-general Carlos Jerónimo.

O responsável falava aos jornalistas, em Beja, durante uma simulação do exercício militar "Kabul 081", que, até sexta-feira, decorre no concelho de Beja, para preparar a última FRR portuguesa a ser integrada na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) no Afeganistão.

A nova FRR, composta por 150 militares da BrigRR, a maioria Comandos, vai render o efectivo de 157 militares (150 do Exército e sete da Força Aérea), que deverá regressar no final de Fevereiro ou início de Março, após uma missão de seis meses.

A partir de Agosto deste ano, quando a última FRR portuguesa terminar a sua missão no Afeganistão, o Governo vai reduzir a participação das forças armadas ao serviço da NATO, naquele país, e o contingente será reduzido para um destacamento de um avião C-130 e uma equipa de 15 militares, que vão dar formação ao exército afegão.

Durante o exercício militar de hoje, o Monte da Cabeça de Ferro, um área militar entre os concelhos de Beja e Mértola e onde está situada uma carreira de tiro do Exército Português, transformou-se numa "zona perigosa" do distrito de Daman, na província afegã de Kandahar.

Na simulação, uma coluna militar de sete viaturas da força portuguesa seguia para uma "chura" (reunião) com o chefe do distrito, quando sofreu uma emboscada de um grupo de terroristas.

No ataque, os "insurgentes", escondidos entre "chaparros" alentejanos, accionaram, à distância, um engenho explosivo improvisado, para obrigar a coluna militar a parar.

Após a explosão, seguiu-se um "fogo cruzado" entre os militares da coluna portuguesa e os terroristas.

Tratou-se da recriação de uma situação "muito próxima" da realidade no Sul do Afeganistão, disse Carlos Jerónimo, explicando que este tipo de emboscada, com o objectivo de "criar a confusão" e "provocar o maior número de baixas", "é uma técnica muito comum entre os insurgentes".

O exercício decorreu sobre o olhar atento de oficiais da Inspecção-Geral do Exército, que vai validar e acreditar as capacidades e a prontidão dos militares que vão integrar a nova e última FRR a partir para o Afeganistão.

Na conversa com os jornalistas, durante o exercício, o major-general Carlos Jerónimo reconheceu que as missões internacionais, como a participação portuguesa na ISAF, no Afeganistão, "custam caro" ao Estado.

"Mas são custos que têm de ser encarados como um investimento na preparação das próprias Forças Armadas Portuguesas", frisou o responsável, defendendo que "Portugal, se quer estar ao lado e ao nível dos parceiros internacionais, tem que investir nos meios e na preparação das suas forças".

Neste sentido, Carlos Jerónimo garantiu que Portugal, embora "não à velocidade desejável", "tem vindo a evoluir na aquisição de meios para garantir a melhor preparação e protecção possíveis" das Forças Armadas Portuguesas.

Apesar de a missão no Afeganistão ser de manutenção de paz, frisou Carlos Jerónimo, "os militares têm que estar preparados para enfrentar situações de guerra", no Sul daquele país, sobretudo em Kandahar, e na zona leste, junto à fronteira com o Paquistão.

Como espectador do exercício de hoje, o major João Bernardino, de 41 anos, pára-quedista do Estado-maior da BrigRR e que já esteve sete meses no Afeganistão, em declarações à agencia Lusa, deixou o "melhor conselho que se pode dar" ao militares que partem para a nova missão: "Alerta, muita atenção e nunca facilitar".

Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 17, 2008, 03:00:10 pm
O Garminzito é só para enfeitar, não é  :idea:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.imagehosting.gr%2Fupload4%2Fout.php%2Fi61497_c8cd9a3b.jpg&hash=eaa80bb64d38f1c9282d4bdcf04faff0)
Título:
Enviado por: Aim em Janeiro 18, 2008, 12:30:45 am
Citar
Noticia Portugal Diário com Vídeo do exercício realizado pelos Comandos em Beja. Kabul 081

http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291 (http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=904622&div_id=291)
Título:
Enviado por: Daniel em Janeiro 18, 2008, 02:20:49 pm
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 18, 2008, 02:31:05 pm
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x


Se calhar é o comandante da BRR  :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 18, 2008, 02:46:01 pm
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x


Isto foi para a foto! :roll:

Choca-te? Olha no Afeganistão quem mandou no contigente anterior (constituido fundamentalmente por Comandos foi este senhor):

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2Fcmdt_pipa_amorim_big.jpg&hash=ec3807b1392947471d08e78a1e408a59)

Já ouvi falar que no futuro (em menos de 5 anos) será um Comando a ser Comandante da BRR.
Título:
Enviado por: ShadIntel em Janeiro 18, 2008, 02:53:17 pm
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x

Talvez a parte do exercício que foi filmada apenas serviu para esvaziar alguns carregadores diante das câmaras, para mostar alguma coisa ao público, que na sua maioria só está interessado em disparos e explosões, como em qualquer filme de série B...
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 18, 2008, 02:58:54 pm
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x

Se calhar é o comandante da BRR  :roll:


Infelizmente também já estive em situações em que os preceitos técnico-tácticos são "postos-de-lado" para que o "olho" da camara de TV possa captar e ficar bem na televisão. No entanto, para quem tenha espirito critico, tenho que concordar que as imagens captadas são um pouco deprimentes quanto à técnica de combate apresentada :roll:

Quanto ao General Jerónimo, enfim, é um ofical Páraquedista e os Comandos são seus subordinados. Um dia a BrigRR pode ser comandada por um oficial Comando e ele falar em defesa de uma unidade de Páquedistas. Confuso? Nãããã :twisted:
Título:
Enviado por: ShadIntel em Janeiro 18, 2008, 03:12:33 pm
Citação de: "zecouves"
Quanto a viaturas, as que são utilizadas nas filmagens não são as que estão no Afeganistão. :roll:

Ainda bem. As que lá estão podem não ser do melhor que se faz, mas não gostaria nada de ver os nossos militares a "passear" por Kandahar na carrinha do Zé Povinho.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 18, 2008, 03:24:23 pm
Citação de: "zecouves"
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x

Se calhar é o comandante da BRR  :roll:

Infelizmente também já estive em situações em que os preceitos técnico-tácticos são "postos-de-lado" para que o "olho" da camara de TV possa captar e ficar bem na televisão. No entanto, para quem tenha espirito critico, tenho que concordar que as imagens captadas são um pouco deprimentes quanto à técnica de combate apresentada :roll:

Quanto ao General Jerónimo, enfim, é um ofical Páraquedista e os Comandos são seus subordinados. Um dia a BrigRR pode ser comandada por um oficial Comando e ele falar em defesa de uma unidade de Páquedistas. Confuso? Nãããã c34x  :lol:


PS: tou a brincar, não levem a sério.
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 18, 2008, 03:39:20 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "zecouves"
Citação de: "ricardonunes"
Citação de: "Daniel"
Bom esse exercício pelos comandos em Beja, parece mais de amadores do que de comandos, a avaliar pelas imagens, alguns ficam em cima das viaturas a disparar sem procurar qualquer protecção, as viaturas enfim etc etc.
Depois um general com a boina dos páras a falar pela companhia de comandos, lol. c34x

Se calhar é o comandante da BRR  :roll:

Infelizmente também já estive em situações em que os preceitos técnico-tácticos são "postos-de-lado" para que o "olho" da camara de TV possa captar e ficar bem na televisão. No entanto, para quem tenha espirito critico, tenho que concordar que as imagens captadas são um pouco deprimentes quanto à técnica de combate apresentada :roll:

Quanto ao General Jerónimo, enfim, é um ofical Páraquedista e os Comandos são seus subordinados. Um dia a BrigRR pode ser comandada por um oficial Comando e ele falar em defesa de uma unidade de Páquedistas. Confuso? Nãããã c34x  :lol:


PS: tou a brincar, não levem a sério.


A brincar, a brincar ... com a verdade me enganas :D
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 18, 2008, 03:40:40 pm
Citação de: "ShadIntel"
Citação de: "zecouves"
Quanto a viaturas, as que são utilizadas nas filmagens não são as que estão no Afeganistão. :lol:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 18, 2008, 03:42:45 pm
Ainda há quartéis onde se vai de Unimog ao pão...


Por acaso o sr. Pipa Amorim até esteve no exercício em Beja ;)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 18, 2008, 03:46:00 pm
Citação de: "Lancero"
Ainda há quartéis onde se vai de Unimog ao pão...


O ricardo ia nas Iveco aos frangos assados :wink:
Título:
Enviado por: Daniel em Janeiro 18, 2008, 04:08:19 pm
Meus caros, essas imagens simplesmente mostram, a profunda pobresa do nosso exército e não só, imagens essas que passam além fronteiras :?:  penco eu de que bobi tareco  :evil:  c34x
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 18, 2008, 04:20:33 pm
Amadoras em quê? Epá se calhar era melhor montar um espectaculo maior, com M-60, M-113 e tudo o que há de mais pesado no Exército.

Se me disseres que o Exército devia ter Hummers em número suficiente para ter lá fora e para os treinos cá, eu concordo contigo. O problema é que hoive vários Hummers que ficaram danificados depois de terem sido atingidos com RPG, IED, acidentes, etc. Por isso é que temos neste momento todos os Hummers lá fora.

Comandos para o Kosovo? Bem aquilo vai aquecer, mas não, estes militares são na sua maioria Comandos que iram para o Afeganistão.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 18, 2008, 04:26:55 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Se me disseres que o Exército devia ter Hummers em número suficiente para ter lá fora e para os treinos cá, eu concordo contigo. O problema é que hoive vários Hummers que ficaram danificados depois de terem sido atingidos com RPG, IED, acidentes, etc. Por isso é que temos neste momento todos os Hummers lá fora.


É verdade. E as suas tripulações eram, em várias ocasiões, os mesmos "incompetentes" que as fotos mostram. Homens e rapazes que são tão maus profissionais e tão mal treinados que sobreviveram a todas as emboscadas com armas ligeiras e RPG que lhes foram montadas.
Meus amigos... Numa emboscada, em Kandahar, em dois minutos um dos Hummers foi atingido com, salvo erro, sete disparos de RPG7. Na reacção à emboscada as NT dispararam mais de duas mil munições.
De regresso à FOB canadiana onde estavam aquartelados, as NT foram rodeadas pelos canadianos, que ao verem o estado das viaturas apenas perguntaram: "Quantos vossos é que lá ficaram?!".
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 18, 2008, 06:03:26 pm
Não consigo ver as fotos que o Lancero pôs sobre o exercicio...
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 18, 2008, 06:38:53 pm
Citação de: "Lightning"
Não consigo ver as fotos que o Lancero pôs sobre o exercicio...


Demasiadas visualizações (alguém pirateou para outros fóruns - quando é assim realojem as fotos fora das minhas contas) fizeram com que tivesse excedido o limite de banda daquela conta do photobucket - sim, porque não há € para uma conta ilimitada (o Luso é o tesoureiro  :( ).
Mudei-as de local e já dá para ver novamente.
Título:
Enviado por: Luso em Janeiro 18, 2008, 07:17:34 pm
Citação de: "Lancero"
porque não há € para uma conta ilimitada (o Luso é o tesoureiro  :( ).


O orçamento do Fórum é todo para gastar em vinho.
Título:
Enviado por: André em Janeiro 18, 2008, 07:21:43 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "Lancero"
porque não há € para uma conta ilimitada (o Luso é o tesoureiro  :wink:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 18, 2008, 07:41:19 pm
Citação de: "Luso"
Citação de: "Lancero"
porque não há € para uma conta ilimitada (o Luso é o tesoureiro  :Amigos:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg402.imageshack.us%2Fimg402%2F6992%2F20080118ricardofotos002qo2.jpg&hash=2e934a69ee4f011dccf66c35914f288a)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 19, 2008, 10:07:27 am
Citação de: "Lancero"
Citação de: "Lightning"
Não consigo ver as fotos que o Lancero pôs sobre o exercicio...

Demasiadas visualizações (alguém pirateou para outros fóruns - quando é assim realojem as fotos fora das minhas contas) fizeram com que tivesse excedido o limite de banda daquela conta do photobucket - sim, porque não há € para uma conta ilimitada (o Luso é o tesoureiro  :oops:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 19, 2008, 12:38:33 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Eu coloquei-as no DB...sorry! :wink:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 19, 2008, 12:40:26 pm
Só?!

Men, um Pára-quedista até morto faz uma completa de 30! :lol:  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 19, 2008, 12:49:55 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.cruelmilitary.com%2Fimages%2Fbrutality.jpg&hash=b350b51a79af5ee62bc473d13a867c70)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 19, 2008, 12:54:02 pm
Ó Lancero, posso dar uma sujestão :evil:

Em substituição existe sempre a Manuela Moura Guedes a cantar no final do ano  :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 19, 2008, 12:56:29 pm
Ó Ricardo, tem razão. Mas sei lá eu se não lhe estava a fazer um favor. Ele pode gostar da Flôr e da Manela...  :twisted:
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 19, 2008, 01:04:25 pm
Citação de: "Lancero"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.cruelmilitary.com%2Fimages%2Fbrutality.jpg&hash=b350b51a79af5ee62bc473d13a867c70)


Por falar em brutalidade militar e em pára-quedistas faz-me lembrar uma historia.

Anos 60, Guiné, plena época das chuvas, relampagos e etc, um certo pára-quedista teve a esperta ideia de engraxar as botas dentro do quarto mas foi apanhado por um sargento, o castigo dele foi subir à maior àrvore lá do quartel (lembrem-se que estava a chover e a trevoar) e gritar bem alto "Eu sou um porco porque estava a engraxar as botas no quarto!!!" até o sargento ficar satisfeito...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 19, 2008, 04:38:07 pm
Já vi pior... c34x
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 19, 2008, 08:01:00 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Já vi pior... :lol:  :lol: .

Mas para isso conto já outra também na mesma época, um pára-quedista bate num GNR e quando chega ao quartel tem duas escolhas, ou fica em Portugal à espera de ir a tribunal por agressão à autoridade ou "voluntaria-se" para a Guiné.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 25, 2008, 03:23:12 pm
:lol:

outros tempos...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 25, 2008, 03:23:43 pm
De Beja a Kandahar

video: http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... iv_id=291# (http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=904622&div_id=291#)
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 25, 2008, 03:44:19 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
De Beja a Kandahar

video: http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... iv_id=291# (http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=904622&div_id=291#)


Não consigo ver o sacana do video! :cry:  De facto aparece a página do jornal, mas depois ... silêncio rádio.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 25, 2008, 04:38:59 pm
Eu vejo... :?
Título:
Enviado por: zecouves em Janeiro 31, 2008, 11:06:39 am
Só falta mesmo é ir para o Sul dar também o corpo ao manifesto:

http://www.dw-world.de/dw/article/0,214 ... 17,00.html (http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,3096017,00.html)
Título:
Enviado por: comanche em Fevereiro 10, 2008, 03:21:16 pm
Defesa : Comandos iniciam missão operacional portuguesa no Afeganistão.

Carlos Santos Pereira, Agência Lusa

Citar
Lisboa, 10 Fev (Lusa) - O primeiro grupo de militares da 1ª Companhia de Comandos parte segunda-feira para Cabul, Afeganistão, onde vai render a companhia de pára-quedistas que completou uma missão de seis meses no país.

Trata-se da última missão desta força de reacção rápida, já que cumpridos os seis meses a presença portuguesa na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) vai ficar reduzida a uma equipa de 15 instrutores que vai participar na formação de militares afegãos e ficar ao serviço de um C-130 da Força Aérea Portuguesa.

Caberá a este grupo avançado de 39 homens preparar a missão da "task force" (força operacional) que vai integrar, além da 1ª Companhia de Comandos, um destacamento de apoio de serviços e um destacamento de apoio aéreo táctico, num total de 157 homens.

Os restantes elementos da força vão juntar-se depois a este grupo avançado até ao final de Fevereiro.

A "task force" destacada para o Afeganistão vai render a 22ª Companhia Infantaria Pára-quedista nas funções de "Quick Reaction Force" (Força de Reacção Imediata), espécie de "reserva táctica" às ordens do comandante da ISAF, preparada para intervir em qualquer ponto crítico do território afegão.

Para trás ficam meses de preparação intensa, de acordo com a missão que espera a 1ª Companhia de Comandos no Afeganistão.

O aprontamento da força iniciou-se em Setembro último, envolvendo acções de patrulhamento, de escolta, treino de condutores, resposta a situações de contingência e situações de combate directo, e culminou com o exercício Cabul/81, realizado na primeira semana de Janeiro em Beja.

"Tentámos inovar e realizámos exercícios específicos para o cenário afegão", explica à Agência Lusa o tenente-coronel Bartolomeu, comandante da "task force".

A Serra da Estrela foi o cenário escolhido no início de Dezembro para um treino específico em cenário de altitude e de temperaturas rigorosas, a pensar no teatro montanhoso do Afeganistão.

A preparação para o combate em zonas urbanas foi igualmente alvo de uma atenção particular.

Para muitos dos homens da 1ª Companhia de Comandos trata-se de um regresso a um teatro já conhecido.

Os Comandos (1ª e 2ª Companhias) cumpriram já missões no Afeganistão nos primeiros semestres de 2006 e 2007.

"Cerca de cinquenta por cento dos homens vão já cumprir a sua segunda missão, e alguns a terceira", afirmou o tenente-coronel Bartolomeu.

Uma equipa de reconhecimento constituída por três elementos da Companhia deslocou-se no início de Janeiro a Cabul para se juntar aos pára-quedistas num primeiro contacto directo com o teatro afegão.

Completado o dispositivo da força, o contingente português inicia de imediato um estágio operacional, um período de duas semanas de adaptação ao terreno em que vão actuar nos próximos seis meses.

Uma autêntica "prova de fogo" já que a adaptação será cumprida já em missões reais.

"Estamos cientes de que, mal saímos da base (Campware House, a 10 quilómetros de Cabul) estamos entregues ao inesperado, a partir daí tudo pode acontecer e a possibilidade de um contacto está sempre iminente. Mas não vamos permitir que isso nos afecte. É essa a nossa missão, e é nessas condições que temos que a cumprir", disse à Lusa o comandante da 1ª Companhia de Comandos.

Título:
Enviado por: Garcia em Fevereiro 10, 2008, 05:22:07 pm
Um excelente trabalho dos Para-quedistas, e uma boa sorte para os nossos Comandos. Que vao em paz e regressem saos e salvos.  ys7x9


Cumps
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 11, 2008, 10:22:12 pm
Citar
Defesa: Primeiro grupo de comandos partiu para Cabul com "moral elevado"

Lisboa, 11 Fev (Lusa) - Os 39 militares que constituem o primeiro grupo  da 1ª Companhia de Comandos partiram hoje com "o moral elevado" para Cabul,  no Afeganistão, onde as baixas temperaturas serão uma das principais dificuldades.  

     

   " partida, o comandante do grupo, o tenente-coronel Carlos Bartolomeu,  disse à agência Lusa que "o Afeganistão é o teatro de operações mais difícil"  em que Portugal participa no momento e que actualmente as condições climatéricas  na região são "rígidas".  

     

   O líder do grupo, que cumpre a sua primeira missão no Afeganistão, acredita  contudo que o clima "não será uma limitação" à acção das forças portuguesas  que irão render a companhia de paraquedistas que completou a sua missão  de seis meses no país.  

     

   Metade dos elementos que hoje partiram para Cabul já estiveram no Afeganistão,  uma experiência que o comandante Carlos Bartolomeu valoriza para o "cumprimento  cabal" das operações de segurança de que esta força de reacção rápida for  incumbida pela Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF).  

     

   Dados da ISAF dão conta de um aumento das acções da guerrilha em 30  por cento no ano transacto, uma realidade que preocupa naturalmente as forças  portuguesas, mas que, segundo o comandante, não abalou o "moral elevado"  das tropas à partida de Lisboa.  

     

   Confiante partiu o sargento Guedes, que hoje iniciou a sua segunda missão  no Afeganistão, apesar de saber que "as condições de segurança no país não  são diferentes de há dois anos".  

     

   Consciente de que se trata de um "teatro difícil" que exige sempre atenção  máxima, o sargento Guedes mostra-se esperançado em que haja melhores infra-estruturas,  seja possível garantir mais segurança e contribuir para a paz na região.  

     

   Antecipando a falta que vai sentir da família e dos amigos, aponta as  grandes amplitudes térmicas, com muito frio no Inverno e muito calor no  Verão, como a principal dificuldade.  

     

   O grupo que hoje partiu terá a seu cargo preparar a missão da força  operacional (task force) que até final de Fevereiro deverá integrar ainda  um apoio de serviços e um destacamento de apoio aéreo táctico, num total  de 157 homens.  

     

   Trata-se da última missão desta força de reacção rápida, já que cumpridos  os seis meses a presença portuguesa na ISAF vai ficar reduzida a uma equipa  de 15 instrutores que vai participar na formação de militares afegãos e  ficar ao serviço de um C-130 da Força Aérea Portuguesa.  


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi197.photobucket.com%2Falbums%2Faa317%2Flancero222%2Ffevereiro%2Fe913b637.jpg&hash=d88765e8d719999e73cc5a342222fdaf)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi197.photobucket.com%2Falbums%2Faa317%2Flancero222%2Ffevereiro%2Fbb26df00.jpg&hash=55872b2590c3b55fd7f2daabc54655e7)

Citar
Partida para o Afeganistão do primeiro contingente da última Força de Reacção Rápida (FRR) das Forças Armadas Portuguesas. Este grupo integra 41 dos 150 militares, que vão integrar a Quick Reaction Force da ISAF (QRF/ISAF - Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão), 11 Fevereiro 2008 em Figo Maduro, LisboaCréditos: Lusa
Título:
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 11, 2008, 10:33:38 pm
tenho pena que portugal abandone este teatro de operações, pois na minha opinião o verdadeiro perigo para o mundo encontra-se no afeganistão e não na futura provincia da albania, mas umas coisa é certa sem ovos não se faz omeletes, e portugal ja nada há muito e esticar o equipamentos que se encontram muitos deles em fim de vida util. Ao abandonar este teatro vamos perder a pouca experiencia em combate que tinhamos e continuar assim a ser um país de segunda e quem sabe de terceira linha da nato.

Cump.
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 12, 2008, 12:52:51 pm
Belas asas. Holandesas, ó mestre dos bordados?

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg181.imageshack.us%2Fimg181%2F4808%2Fasastn9.jpg&hash=c055ee15b2f43e55ffe66b482775a86d)
Título:
Enviado por: zecouves em Fevereiro 12, 2008, 02:25:48 pm
Citação de: "nelson38899"
tenho pena que portugal abandone este teatro de operações, pois na minha opinião o verdadeiro perigo para o mundo encontra-se no afeganistão e não na futura provincia da albania, mas umas coisa é certa sem ovos não se faz omeletes, e portugal ja nada há muito e esticar o equipamentos que se encontram muitos deles em fim de vida util. Ao abandonar este teatro vamos perder a pouca experiencia em combate que tinhamos e continuar assim a ser um país de segunda e quem sabe de terceira linha da nato.

Cump.


Atenção que não abandonamos o TO do Afeganistão. Ainda este ano vamos ter equipas portuguesas de assesoria ao Exército Afegão (Operational Mentor and Liaision Team - OMLT) vê: http://www.nato.int/issues/afghanistan/ ... /omlt.html (http://www.nato.int/issues/afghanistan/factsheets/omlt.html)

Quanto ao futuro só há uma certeza: nada sabemos. Vamos esperar pelo fim das próximas eleições legislativas em Portugal  :wink:
Título:
Enviado por: lexivia em Fevereiro 12, 2008, 03:48:19 pm
Citação de: "nelson38899"
tenho pena que portugal abandone este teatro de operações, pois na minha opinião o verdadeiro perigo para o mundo encontra-se no afeganistão e não na futura provincia da albania, mas umas coisa é certa sem ovos não se faz omeletes, e portugal ja nada há muito e esticar o equipamentos que se encontram muitos deles em fim de vida util. Ao abandonar este teatro vamos perder a pouca experiencia em combate que tinhamos e continuar assim a ser um país de segunda e quem sabe de terceira linha da nato.

Cump.


Atenção que quanto ao equipamento em fim de vida útil as coisas nem sempre são tão más quanto pintam. O material que os nossos militares usam no Afeganistão, por exemplo é quase tudo novo. Sei que houve uns problemas inicialmente com as G3 e suas peças de substituição no anterior destacamento dos comandos mas nada que depois não fosse resolvido com a ajuda de camaradas ou um pouco mais tarde através de forma oficial.
Título:
Enviado por: Sargento_zero em Fevereiro 27, 2008, 01:43:38 am
http://www.faptacp.blogspot.com/ (http://www.faptacp.blogspot.com/)

saudações...
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 27, 2008, 10:23:40 am
Está porreiro o blog!
Título:
Enviado por: zecouves em Fevereiro 27, 2008, 11:45:56 am
Porreiro, Pá! :G-Ok:
Título:
Enviado por: typhonman em Fevereiro 27, 2008, 12:52:35 pm
E que tal F-16MLU mais JDAM para o TO?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 27, 2008, 02:12:11 pm
E nós temos quantas JDAM? Acho que não temos em número suficiente para esse TO. :oops:
Título:
Enviado por: typhonman em Fevereiro 27, 2008, 06:57:27 pm
Era uma questão de stocks.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 29, 2008, 12:44:58 pm
FORÇA DESTACADA DA 1ª CCMDS

"OS MORCEGOS"

Rumo ao Afeganistão


http://www.comandosdeportugal.net/jorna ... &Itemid=74 (http://www.comandosdeportugal.net/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=2426&Itemid=74)

http://www.comandosdeportugal.net/jorna ... &Itemid=74 (http://www.comandosdeportugal.net/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=2469&Itemid=74)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 29, 2008, 12:45:29 pm
Citação de: "Typhonman"
Era uma questão de stocks.


E de dinheiro que o governo não quer nem pode gastar.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 01, 2008, 12:34:57 pm
Tropas portuguesas regressaram a Portugal
Os militares portugueses que estiveram no Afeganistão regressaram esta madrugada a casa.

A missão chega assim ao fim com memória de um país cheio de perigos.


video: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 08&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=329808&tema=27)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 05, 2008, 09:51:13 am
Portaria n.º 230/2008

Na sequência da intervenção das Nações Unidas no âmbito do combate ao terrorismo internacional, foi aprovada, em Dezembro de 2001, a criação da ISAF — International Security Assistance Force. A NATO assumiu a liderança da ISAF com efeitos a partir de Agosto de 2003.
Portugal tem contribuído no âmbito da operação da ISAF, desde 2005, com uma companhia de atiradores.
Concluído o processo de decisão política, que obteve parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional, Portugal irá substituir a actual participação na força internacional no Afeganistão, sob o comando da NATO, pelo destacamento de uma aeronave C -130.
Assim, ao abrigo do disposto nos artigos 41.º, n.º 1, 44.º n.º 1 e n.º 2 al. d), da Lei n.º 29/82, de 11 de Dezembro, e nos termos do artigo 2.º, n.º 1, do Decreto -Lei n.º 233/96, de 7 de Dezembro; Manda o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte: 1.º Autorizar o Chefe do Estado-Maior -General das Forças Armadas a aprontar, sustentar e empregar o contingente nacional na força internacional de apoio ao Afeganistão, sob o comando da NATO.
2.º O referido contingente é constituído por:
a) Uma aeronave C -130, respectiva tripulação e equipa de apoio em terra, compostas por 37 (trinta e sete) elementos;
b) Um elemento colocado no HQ/ISAF em funções no Multinational Movement Coordination Center (MNMCC).
3.º A duração da missão é de 4 (quatro) meses, com início em Setembro de 2008 e fim em Dezembro de 2008.
4.º De acordo com o disposto no n.º 5 da Portaria n.º 87/99, de 30 de Dezembro de 1998, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 23, de 28 de Janeiro de 1999, os militares que integram o contingente nacional desempenham funções em país de classe C.
12 de Fevereiro de 2008. — O Ministro da Defesa Nacional, Henrique Nuno Pires Severiano Teixeira.
Título:
Enviado por: Lancero em Março 05, 2008, 11:01:44 am
^^
Então e a equipa OMLT que tinha sido anunciada?  :?
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 05, 2008, 01:52:29 pm
O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou esta quarta-feira no Parlamento «a possibilidade de reforço» da presença militar portuguesa no Afeganistão, noticia a Lusa.

Severiano Teixeira esclareceu os deputados da Comissão Parlamentar de Defesa sobre a reestruturação do sector da Defesa e das Forças Armadas e informou-os sobre a intenção de Lisboa reforçar a presença portuguesa no Afeganistão com mais uma equipa para formação para o Exército afegão

 intenção portuguesa vem ao encontro das crescentes solicitações da NATO para que os seus membros reforcem o dispositivo multinacional naquele país

fonte:
www.portugaldiario.iol.pt (http://www.portugaldiario.iol.pt)
Título:
Enviado por: ShadIntel em Março 06, 2008, 12:43:36 pm
Portugal pode enviar mais instrutores para o Afeganistão

Citar
O Governo pondera "a possibilidade de reforçar" a presença militar aprovada para o segundo semestre no Afeganistão, pelo que vai "iniciar o processo de decisão política" que engloba o Presidente da República.

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, informou ontem a Comissão parlamentar de Defesa sobre essa intenção, transmitindo-a depois aos jornalistas numa breve declaração sem direito a perguntas.

Ficaram assim em aberto questões como a de saber qual a possível dimensão da nova equipa - a que parte este mês para Cabul tem 15 elementos, dos três ramos das Forças Armadas -, quando poderá ir para o teatro de operações ou, por exemplo, se a opção é consequência da leitura crítica que a NATO e alguns países aliados fizeram (embora só Washington, através do seu ex-embaixador em Lisboa, o tenha feito publicamente) à opção portuguesa de retirar as forças de combate do Afeganistão.

Note-se que a Aliança realiza em Bucareste, de 02 a 04 de Abril, a sua próxima Cimeira de Chefes de Estado e de Governo, cuja agenda vai ser dominada - a par de novos alargamentos - pela guerra no Afeganistão.

Portugal decidiu retirar, em Agosto, a companhia (cerca de 160 efectivos) de forças especiais que actua como reserva da força da NATO no Afeganistão (IFOR), substituindo-a por um destacamento da Força Aérea (um avião C-130 e respectiva tripulação reforçada) e uma equipa de formação do Exército afegão. A presença portuguesa na IFOR ficará reduzida a um terço do seu actual efectivo. Fontes militares disseram ao DN que a possibilidade avançada pelo ministro da tutela está ainda numa "fase muito primária" de avaliação operacional e não se concretizará "a curto prazo", face à necessidade de seleccionar e preparar os instrutores a enviar para Cabul. A aposta nestas equipas resulta da nova política da NATO para o Afeganistão, apostando no reforço do treino das Forças Armadas afegãs para que sejam estas a assumir a responsabilidade de combater os talibãs.

O anúncio acabou por secundarizar o tema central da ida à Comissão: a reforma da estrutura superior da Defesa e das Forças Armadas, cujas principais críticas foram feitas pelo deputado do PS Marques Júnior, ex-militar. A audiência acabou por ser dominada pelas mudanças no Ensino e na Saúde militares, com Severiano a dizer que não vai fechar hospitais. O exemplo dado foi o de Coimbra: será formalmente extinto como hospital regional e transforma-se num centro de saúde. Na prática, a decisão implicará essencialmente uma mudança de designação.

DN (http://http)
Título:
Enviado por: zecouves em Março 07, 2008, 05:55:54 pm
Videos das NF no Afghanistan. Tive duvidas se postava aqui ou em Videos.

http://www.youtube.com/watch?v=CwwmRT22flc (http://www.youtube.com/watch?v=CwwmRT22flc)

http://www.youtube.com/watch?v=OXF-eWxU ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=OXF-eWxUFRs&feature=related)

http://www.youtube.com/watch?v=6T-P53Iv ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=6T-P53Iv0a4&feature=related)
Título:
Enviado por: ShadIntel em Março 07, 2008, 07:39:12 pm
:wink:
Título:
Enviado por: Ermit em Março 07, 2008, 09:20:24 pm
Ou é de mim ou no héli logo no inicio do segundo video foi um "analfabruto" que escreveu "ESERCITO"(exército)??

ou não PT??

cumps
Título:
Enviado por: ricardonunes em Março 07, 2008, 09:38:16 pm
Citação de: "Ermit"
Ou é de mim ou no héli logo no inicio do segundo video foi um "analfabruto" que escreveu "ESERCITO"(exército)??

ou não PT??

cumps


Secalhar o "analfabruto" era Italiano :roll:
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Março 07, 2008, 09:41:01 pm
Citação de: "Ermit"
Ou é de mim ou no héli logo no inicio do segundo video foi um "analfabruto" que escreveu "ESERCITO"(exército)??

ou não PT??

cumps


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.sfu.ca%2Fcasr%2Fid-italy-chinook-1.jpg&hash=7bac65be3959393d08484d8b02903d5c)

 :roll:
Título:
Enviado por: Ermit em Março 07, 2008, 09:44:45 pm
:conf:
desculpem não reparei na parte de baixo (ISAF)

cump
Título:
Enviado por: Johnnie em Março 08, 2008, 02:26:28 am
Citação de: "Ermit"
Ou é de mim ou no héli logo no inicio do segundo video foi um "analfabruto" que escreveu "ESERCITO"(exército)??


 :toto:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 08, 2008, 10:25:17 am
Citação de: "zecouves"
Videos das NF no Afghanistan. Tive duvidas se postava aqui ou em Videos.

http://www.youtube.com/watch?v=6T-P53Iv ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=6T-P53Iv0a4&feature=related)


Minuto 00.56 aparece um velho conhecido (na altura ainda era um Alferes). Belos crosses que nós fizemos... :lol:
Título:
Enviado por: zecouves em Março 11, 2008, 09:43:52 am
Por sinal já vamos para 2 equipas OMLT: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?ar ... &visual=26 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=330910&visual=26)
Título:
Enviado por: Lancero em Março 12, 2008, 07:14:26 pm
Citar
Defesa: Portugal reforça presença no Afeganistão, com EUA a pedirem maior empenho aos países membros da NATO  



    Lisboa, 12 Mar (Lusa) - Portugal, antecipando-se à próxima cimeira da NATO, em Bucareste, entre 2 e 4 de Abril, anunciou o reforço da presença militar no Afeganistão, sem alterar a actual tipologia, em resposta aos pedidos formulados aos países membros da aliança.  

 

    Os Estados Unidos aumentaram esta semana a pressão sobre os restantes 23 Estados membros da NATO, em vésperas da cimeira da Aliança Atlântica, para que reforcem a sua participação na coligação militar internacional de quarenta países estacionada no Afeganistão.  

 

    A pressão para um maior envolvimento dos países membros da NATO tem sido crescente e constante em relação a cada um deles.  

 

    Nos passados dias 22 e 23 de Janeiro, o vice-Comandante do Supremo Comando Aliado Europeu (DSACEUR), General Sir John Mccoll, visitou Portugal, a convite do Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, General Valença Pinto, tendo aproveitado para discutir as operações militares em curso na NATO no Afeganistão e Kosovo, bem como o apoio às estruturas Nato sedeadas em portugal.  

 

    Durante a sua visita, o oficial norte-americano reuniu-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, e com o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, a quem transmitiu o desejo da Aliança Atlântica ver reforçada a presença portuguesa no Afeganistão.  

 

    Entretanto, duas semanas depois, o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, informou os deputados da Comissão Parlamentar de Defesa sobre a intenção de Lisboa reforçar a presença portuguesa no Afeganistão com uma segunda equipa de formação para o Exército nacional afegão, que a NATO deseja envolver crescentemente no combate contra os talibãs e outros insurgentes que ameaçam a soberania do país.  

 

    A equipa militar portuguesa integra uma dúzia de especialistas em formação e treino militar operacional e ficará sedeada em Cabul, nas proximidades do quartel-general da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) .  

 

    O anúncio do futuro envio desta segunda equipa foi feito pelo ministro da Defesa "em consonância" com o Presidente da República e com a garantia de "não alterar" a tipologia da presença militar portuguesa no Afeganistão.

 

    A intenção portuguesa vem de encontro a crescentes solicitações da NATO aos seus membros para reforço do dispositivo militar multinacional naquele país.  

 

    Em Agosto regressa a Portugal a unidade de comandos que substituiu um grupo de 132 militares que integrou a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) e que já regressou no final de Fevereiro a Lisboa.  

 

    O contingente militar português pertencia à 22ª companhia de Atiradores Pára-Quedistas, do 2º Batalhão de Infantaria Pára-Quedista da Brigada de Reacção Rápida .  

 

    Com o regresso deste grupo ficou completa a rendição da Força Nacional destacada do Afeganistão, que integrou a Força de Reacção Rápida da ISAF desde o passado mês de Agosto de 2007.  

 

    Este contingente foi rendido em Cabul por uma força constituída por 150 militares do Exército com Comando e Secção de Comando, uma Companhia de Manobra (1ª companhia de Comandos), um Destacamento de Apoio de Serviços e uma equipa de Controlo Aéreo Táctico da Força Aérea portuguesa.  

 

    Portugal assegura ainda dez militares no Estado-Maior do quartel-general da ISAF.  

 

    As duas equipas de formação portuguesas  e o avião C-130 correspondem ao apoio logístico solicitado pela ISAF e visam dar resposta às lacunas em transporte táctico e de logística às forças internacionais que operam no Afeganistão.  

 

    A presença militar portuguesa no Afeganistão tem "enorme visibilidade" e teve "bom desempenho" quando chamada a intervir operacionalmente, sendo "muito bem vista" pelos parceiros da coligação, segundo o porta-voz da ISAF, Brigadeiro Carlos Branco.  

 
Título:
Enviado por: zecouves em Março 13, 2008, 09:39:58 am
yu23x1
Título:
Enviado por: Lancero em Março 15, 2008, 02:44:16 pm
Citar
Defesa: "Não há nenhum desinvestimento" no esforço militar português no Afeganistão - Mira Gomes  



    Lisboa, 15 Mar (Lusa) - O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar, João Mira Gomes, disse … Lusa que "não há nenhum desinvestimento" no esforço militar português no Afeganistão.  

 

     "Nós temos tido uma presença operacional muito importante no Afeganistão e o que estamos a fazer é adaptar esse contributo português em relação …s prioridades operacionais e também ao planeamento de forças nacional", afirmou, rejeitando que se esteja a verificar qualquer redução do esforço nacional na segurança daquele país.  

 

    "Temos uma companhia de comandos no Afeganistão que vai lá ficar até Agosto e vamos enviar este mês uma primeira missão de treino (conhecidas pelo acrónimo inglês OMLT) para trabalhar na formação e no treino do exército afegão", disse.  

 

    Mira Gomes, que falava … Lusa em Pinheiro da Cruz, durante um exercício dos fuzileiros navais, confirmou o envio, a partir de Agosto, de um avião de transporte C-130, considerado um dos ®meios militares crítico¯ no teatro de operações afegão.  

 

    O secretário de Estado da Defesa recordou que o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, "também já tinha anunciado o envio de uma segunda unidade de formação e treino" para o exército afegão.  

 

       As equipas militares portuguesas vão integrar uma dúzia de especialistas em formação e treino militar operacional e ficarão sedeadas em Cabul, nas proximidades do quartel-general da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) .  

 

    "Portanto, há um esforço", declarou, sublinhando que "não há nenhum desinvestimento".  

 

    Mira Gomes reafirmou a continuação do "empenho português na missão da NATO", sublinhando que apenas se "ajustou" esse contributo em relação …s prioridades operacionais da própria missão.  

 

    Antecipando-se … próxima cimeira da NATO, em Bucareste, entre 2 e 4 de Abril, o ministro da defesa anunciou recentemente este reforço da presença militar no Afeganistão, mas sem alterar a actual tipologia, em resposta aos pedidos formulados aos países membros da aliança.  

 

    Os Estados Unidos aumentaram esta semana a pressão sobre os restantes 23 Estados membros da NATO, em vésperas da cimeira da Aliança Atlƒntica, para que reforcem a sua participação na coligação militar internacional de quarenta países estacionada no Afeganistão.  

 

    O anúncio do futuro envio desta segunda equipa foi feito pelo ministro da Defesa "em consonƒncia" com o Presidente da República e com a garantia de "não alterar" a tipologia da presença militar portuguesa no Afeganistão.

 

    A intenção portuguesa vem de encontro a crescentes solicitações da NATO aos seus membros para reforço do dispositivo militar multinacional naquele país.  

 

    Em Agosto regressa a Portugal a unidade de comandos que substituiu um grupo de 132 militares que integrou a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF) e que já regressou no final de Fevereiro a Lisboa.  

 

        O anterior contingente nacional de pára-quedistas foi rendido em Cabul por uma força constituída por 150 militares do Exército com Comando e Secção de Comando, uma Companhia de Manobra (1¦ companhia de Comandos), um Destacamento de Apoio de Serviços e uma equipa de Controlo Aéreo Táctico da Força Aérea portuguesa.  

 

        Portugal assegura ainda dez militares no Estado-Maior do quartel-general da ISAF.  

 

        As duas equipas de formação portuguesas e o avião C-130 "correspondem ao apoio logístico solicitado pela ISAF e visam dar resposta …s lacunas em transporte táctico e de logística …s forças internacionais que operam no Afeganistão", de acordo com o ministério da Defesa.  

 

        A presença militar portuguesa no Afeganistão tem "enorme visibilidade" e teve "bom desempenho" quando chamada a intervir operacionalmente, sendo "muito bem vista" pelos parceiros da coligação, disse … Lusa o porta-voz da ISAF, Brigadeiro Carlos Branco.  

 
Título:
Enviado por: typhonman em Março 15, 2008, 03:27:21 pm
Se tirar os Comandos ou os Paraquedistas da NRF não é diminuir  a nossa presença...
Título:
Enviado por: tyr em Março 15, 2008, 04:59:24 pm
Retirar as forças do afeganistão é um acto de cobardia e forretismo politico.

Cobardia porque têm medo que morra um militar em epoca de eleições, para alem de implicar instrução militar à moda antiga (mais dura e com mais lesões) e alteração de doutrina a nivel de procedimentos operacionais (este ultimo é mais um acto de preguiça dos nossos lideres).

Forretismo porque a manutenção de forças de combate portuguesas no afeganistão implicaria comprar equipamento militar ajustado à missão tipo inibidores de frequencia, formação de equipas EOD bem equipadas, viaturas resistentes a minas e RPG, etc...

AS OMLT são um lançamento de areia para os olhos, pois são relativamente low risk e baratas (que não aumentam o potencial de combate da NATO), o c130 é um contributo, mas meios aereos não são meios de 1ª necessidade no afeganistão (já lá existem muitos).
Título:
Enviado por: typhonman em Março 15, 2008, 09:42:50 pm
Concordo com o tyr a 200%.

Não faltam C-130H/J no Afeganistão, existe é falta de helicópeteros, talvez se enviassemos 2 ou 3 EH-101 seria mais util a NATO.
Claramente que é uma manobra politica, tirando Portugal do grupo que efectivamente fazia frente aos Taliban no Afeganistão (Canadá,EUA,UK,Holanda) e metendo o nosso país no grupo dos "cobardolas" como a Espanha,Itália e Alemanha.
Fomos o ultimo país da NATO a enviar forças de combate para o Afeganistão e agora por uma questão de eleições vamos retirar. Mas não é isso que vai salvar o governo de perder as eleições em 2009..Just my wo cents. :wink:
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 15, 2008, 10:04:42 pm
Meus caros.

Depois de ler os vossos post`s, atentemenete, subsiste em mim a duvida?

O que temos nós a ver com um conflito desencadeado pelos fatidicos US`s!
Que todos os intrevenientes das nossas forças são voluntários, e participam numa missão de cariz voluntário, eu sei.
Mas ver o pais envolto em algo qiue não nos diz respeito, irrita.
Deixem-se de utupias!

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Março 15, 2008, 10:15:40 pm
Citação de: "Nuno Calhau"
Meus caros.

Depois de ler os vossos post`s, atentemenete, subsiste em mim a duvida?

O que temos nós a ver com um conflito desencadeado pelos fatidicos US`s!
Que todos os intrevenientes das nossas forças são voluntários, e participam numa missão de cariz voluntário, eu sei.
Mas ver o pais envolto em algo qiue não nos diz respeito, irrita.
Deixem-se de utupias!

Um Abraço.


Então deixamos um país inteiro entregue a terroristas, para lá se estabelecerem à vontade, para instalarem lá as suas bases de treino e santuários, e esperamos calmamente que as bombas rebentem numa qualquer cidade perto de nós. É isso?

Sinceramente, não me parece a atitude mais inteligente.
Título:
Enviado por: typhonman em Março 15, 2008, 10:18:52 pm
Não tem nada a haver conosco? Utopias? Desculpe mas quem está a ser utopico é o senhor.
Portugal faz parte da NATO, e em 2001 um dos países da NATO foi atacado por um grupo de pessoas cujo lider era apoiado por um grupo chamado Taliban e que se encontravam no Afeganistão. O artigo 5º foi invocado pelos EUA o que levou ao inicio das hostilidades em 2001, tendo a NATO com o aval da ONU enviado forças para combater a nova praga so século XXI, o terrorismo. Pense nisto, se um taliban ou um terrorista for morto no Afeganistão já não virá para a Europa afzer actos terroristas, e como sabe Portugal esteve visado por elas.
Título:
Enviado por: tyr em Março 15, 2008, 11:00:11 pm
por acaso o artigo 5º não foi evocado pelos estados unidos, ele foi evocado pelo Canada. E como pais da NATO é nosso dever cumprir com os nossos compromissos.

Porque é que as pessoas com pouca informação comparam o Afeganistão com o Iraque???
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 15, 2008, 11:20:37 pm
Talvez tenha pouca informação...

Mas recordo-o que quem atacou primariamente o afganistão foram os  EUA, na vigencia do mandato do Sr Clinton.
Legitimidade?
Quanto aos compromissos assumidos internacionalmente, não passam de "verbos de encher", questionaveis!

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Luso em Março 15, 2008, 11:34:15 pm
Citação de: "Nuno Calhau"
Talvez tenha pouca informação...

Mas recordo-o que quem atacou primariamente o afganistão foram os  EUA, na vigencia do mandato do Sr Clinton.
Legitimidade?
Quanto aos compromissos assumidos internacionalmente, não passam de "verbos de encher", questionaveis!

Um Abraço.


Bem, quando se questionam compromissos, estes deixam de o ser e vale tudo.
E já agora, Nuno, porque atacou Clinton?
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 15, 2008, 11:49:13 pm
Essa pergunta é um teste há minha cultura historico-politica, caro Luso?

Mesmo que não o seja, eu vou lhe dizer o argumento para o fundamento dessa ataque a um estado soberano.
Há, e não foi só a um estado, mas a dois.

O seu secretário da Defesa na altura, chamava-se William Cohen.
E o motivo para esse acto iligitimo, foram os ataques ás embaixadas dos ditos em Africa.
Mais propriamente no Quênia e na Tanzânia.

Passei no teste, caro Luso?

Um Abraço.
Título:
Enviado por: tyr em Março 16, 2008, 12:08:57 am
os ataques foram uma retaliação contra a protecção dada pelos Talibãs a Bin Laden (pois estes recusaram se a entregar o responsavel por ataques directos aos EUA, automaticamente eram seus aliados), e se não me engano os ataques foram para o que as informações americanas tinham identificado como campos de treino da Alqaeda (na altura ainda ninguem lhe chamava isto).
Título:
Enviado por: tyr em Março 16, 2008, 12:13:09 am
e mais os Talibãs só foram os governantes de cerca de 90% (mais lasca menos lasca), durante alguns meses, tendo expulso para o norte a então chamada aliança do norte (que unia grande parte das forças de Mujhaedin sobreviventes).
Os Talibãs tinham aparecido pouco tempo antes com apoios logisticos, ideologicos e financeiros de origem Paquistanesa.
Título:
Enviado por: Lightning em Março 16, 2008, 02:04:49 am
Citação de: "Typhonman"
Se tirar os Comandos ou os Paraquedistas da NRF não é diminuir  a nossa presença...


Não é a NRF, é a ISAF...
Título:
Enviado por: Lightning em Março 16, 2008, 02:12:06 am
Citação de: "Nuno Calhau"
Que todos os intrevenientes das nossas forças são voluntários, e participam numa missão de cariz voluntário, eu sei.


Se é isto o que você sabe então não sabe grande coisa, os militares só são realmente voluntarios para ingressar nas Forças Armadas, depois já não é bem assim.
Quando há missões pede-se voluntários, se houver muito bem, se não houver azar de quem for escolhido. Ia ser bonito Portugal informar a NATO com algo do genero, estes 6 meses ninguém quer ir para o Afeganistão...
Título:
Enviado por: Luso em Março 16, 2008, 10:36:15 am
Citação de: "Nuno Calhau"

Passei no teste, caro Luso?

Um Abraço.


Passou.
Por esse motivo que estranho o seu argumento, ou seja o "acto ilegítimo" surge em resposta a ataques terroristas.
Mas adiante.
Título:
Enviado por: typhonman em Março 16, 2008, 02:51:01 pm
Eu sei que é a ISAF Lightning.. :wink:
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 16, 2008, 05:05:14 pm
caro Luso!

Considero dessa forma, por não ter sido apresentado prova legitima que quem estava por detrás desses atentados fossem "talibans"!
Os Americanos tinham de dar novo impulso à sua indústria de defesa e com o Sr. Bill não houve "guerra", assim sendo, nada melhor que sermos vitima para argumentar e sustentar o ataque a um pais soberano.
Por isso não vejo com bons olhos estes teatros de operação em que Portugal se integra.
Olhe o Líbano por exemplo.
Os sionistas destroem, e "nós" vamos compor...
Basta!
O erário público era muito mais bem empregue em outras missões.
Mas isto é a minha opinião, aceito plenamente a dos outros caros foristas.

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 16, 2008, 05:11:06 pm
Caro Lightning!

Quando me referia a voluntários é nesse sentido que o Sr. mencionou.
Aquando do alistamento, sabem bem ao que vão!
Assim sendo não existe nada de politicamente incorrecto nessa "mobilização" de ramo, especialidade etc etc.
Existem cinco tipos de missão a que um militar está sujeito, assim sendo...

Um Abraço.
Título:
Enviado por: typhonman em Março 16, 2008, 05:31:59 pm
Penso que estamos a querer "mostrar" serviço a propia população que diz que as FA´s não fazem nada, e a missão no Líbano foi para dizer que parecia mal o país que comandava os destinos da UE não esta presente num teatro destes. Sinceramente e na minha opinião, deveriamos sim reforçar a presença no Afeganistão aí se jogam os interesses de segurança de Portugal.
Título:
Enviado por: Lightning em Março 16, 2008, 09:33:15 pm
Citação de: "Nuno Calhau"
Existem cinco tipos de missão a que um militar está sujeito, assim sendo...

Um Abraço.


Correcto, mas nunca tinha ouvido falar nisso dos cinco tipo de missões, não há mais? Pode explicar?
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 16, 2008, 10:27:48 pm
Com todo o gosto!

Refiro-me:
Comissão de serviço, comissão por designação, comissão por escolha, comissão voluntária e comissão por imposição.

A condição de militar implica ter de aceitar qualquer missão desde que legalmente atribuída.
Em regime de voluntariedade, mais facil é!

Um Abraço.
Título:
Enviado por: tyr em Março 16, 2008, 10:29:10 pm
5 tipos de misão, nunca ouvi tal coisa e ja tenho um tempinho de farda.
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 16, 2008, 10:33:56 pm
Opss!  :oops:

Desculpem, eu queria dizer (escrever) comissão(ões).

Um Abraço.
Título:
Enviado por: comanche em Março 17, 2008, 06:33:18 pm
Defesa: Presidente da AR visitou destacamento militar português no Afeganistão


Citar
Lisboa, 17 Mar (Lusa) - O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, visitou hoje, em Cabul, as forças nacionais destacadas no Afeganistão, segundo um comunicado do Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

Jaime Gama, acompanhado pelo Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, Miranda Calha, e pelo Chefe do Estado-Maior do Exército e pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, contactou com os militares estacionados em Cabul, onde, após serem prestadas as honras militares devidas pelos militares da Força Nacional Destacada (FND), participaram num almoço-convívio.

O comandante da FND, tenente-coronel Carlos Bartolomeu, apresentou detalhadamente a situação no teatro de operações, após o que se seguiu uma visita à exposição estática do material utilizado no teatro de operações pelo contingente português e a assinatura do livro de honra da unidade.

O Presidente do parlamento deslocou-se ao Quartel-General da ISAF (International Security Assistence Force) onde teve um encontro com o comandante da ISAF, General Dan McNeill.

O contingente português é composto por um efectivo de 149 militares (114 da companhia de manobra - 1ªcompanhia de Comandos, 11 do Comando e Secção de Comando e 24 do Destacamento de Apoio de Serviços), e por uma equipa de controladores aéreos avançados da Força Aérea (Tactical Air Control Party - TACP), com 7 elementos.

A presença militar portuguesa no Afeganistão conta ainda com 10 militares do Exército colocados nos Quartéis-Generais. A Força Nacional Destacada foi rendida em Fevereiro de 2008, estando previsto o fim da missão no mês de Agosto de 2008.

O Presidente da Assembleia da República, acompanhado por uma delegação da Comissão Parlamentar de Defesa, visitará ainda nesta deslocação de dois dias as forças militares nacionais em missão internacional no Líbano.

A delegação da Comissão Parlamentar de Defesa que participa na visita é constituída pelos Deputados Miranda Calha (Presidente da Comissão), Correia de Jesus (Vice-Presidente da Comissão), João Rebelo (Vice-Presidente da Comissão), João Soares e Rui Gomes da Silva.

Título:
Enviado por: lazaro em Março 18, 2008, 08:48:59 am
Citação de: "comanche"
Defesa: Presidente da AR visitou destacamento militar português no Afeganistão


Citar
Lisboa, 17 Mar (Lusa) - O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, visitou hoje, em Cabul, as forças nacionais destacadas no Afeganistão, segundo um comunicado do Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

Jaime Gama, acompanhado pelo Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, Miranda Calha, e pelo Chefe do Estado-Maior do Exército e pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, contactou com os militares estacionados em Cabul, onde, após serem prestadas as honras militares devidas pelos militares da Força Nacional Destacada (FND), participaram num almoço-convívio.

O comandante da FND, tenente-coronel Carlos Bartolomeu, apresentou detalhadamente a situação no teatro de operações, após o que se seguiu uma visita à exposição estática do material utilizado no teatro de operações pelo contingente português e a assinatura do livro de honra da unidade.

O Presidente do parlamento deslocou-se ao Quartel-General da ISAF (International Security Assistence Force) onde teve um encontro com o comandante da ISAF, General Dan McNeill.

O contingente português é composto por um efectivo de 149 militares (114 da companhia de manobra - 1ªcompanhia de Comandos, 11 do Comando e Secção de Comando e 24 do Destacamento de Apoio de Serviços), e por uma equipa de controladores aéreos avançados da Força Aérea (Tactical Air Control Party - TACP), com 7 elementos.

A presença militar portuguesa no Afeganistão conta ainda com 10 militares do Exército colocados nos Quartéis-Generais. A Força Nacional Destacada foi rendida em Fevereiro de 2008, estando previsto o fim da missão no mês de Agosto de 2008.

O Presidente da Assembleia da República, acompanhado por uma delegação da Comissão Parlamentar de Defesa, visitará ainda nesta deslocação de dois dias as forças militares nacionais em missão internacional no Líbano.

A delegação da Comissão Parlamentar de Defesa que participa na visita é constituída pelos Deputados Miranda Calha (Presidente da Comissão), Correia de Jesus (Vice-Presidente da Comissão), João Rebelo (Vice-Presidente da Comissão), João Soares e Rui Gomes da Silva.



Uma sessão de turismo militar com resultados previsivelmente nulos. :D
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Março 18, 2008, 07:31:00 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F19714173200800046_net.JPG&hash=896ae0cf5a13b0fe71477bc1143120f9)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F3641417320080094_net.JPG&hash=1b47f6385803a4271fccc9845fd86142)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emgfa.pt%2FElementos%2FImagens%2F126%2F5571417320080104_net.JPG&hash=03878ba7af2344c2cecb05f79b91d2ae)

 :arrow: http://www.emgfa.pt/Pages/visualizacont ... nteudo=662 (http://www.emgfa.pt/Pages/visualizaconteudo.asp?idconteudo=662)
Título:
Enviado por: Luso em Março 18, 2008, 08:25:32 pm
Uma pergunta simples: o que faz uma T-shirt branca sob um uniforme camuflado de floresta, e ainda por cima exposta, num cenário sobretudo desértico?
Título:
Enviado por: tyr em Março 18, 2008, 09:02:49 pm
Tradição no que diz respeito à t-shirt (uma coisa muito em voga nos meios militares  :wink: ).
Título:
Enviado por: Luso em Março 18, 2008, 09:20:28 pm
Citação de: "tyr"
Tradição no que diz respeito à t-shirt (uma coisa muito em voga nos meios militares  :wink:
Pois essa é uma tradição que revela mais uma mentalidade de quartel do que de um profissional da arte da guerra.
O "estilo" revela uma maneira de filosofar que não me inspira confiança.
Título:
Enviado por: tyr em Março 18, 2008, 09:44:37 pm
não podes pensar assim, pois a t-shirt branca é um sinal de "peito feito", ou seja de agressividade (e todas as tradições dos comandos foram feitas na guerra).
No ultramar os comandos andavam sempre com a chapa de comando. e chegou a uma altura em que os "turras" evitavam sempre que possivel emboscalos, preferindo outras tropas mais faceis.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Março 18, 2008, 10:13:53 pm
Se os espanhoís mostram os pelos do peito e andam com umas grandes barbas tipo "lello" :?:  c34x

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fuk.gizmodo.com%2Fstormtroopers.jpg&hash=2d882e53f7a6089ace8fbab03beb4f65)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fkohm.org%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2007%2F04%2F1470630.jpg&hash=36a593ea6cd8653a3fe29c04a1d6d383)
Título:
Enviado por: Luso em Março 18, 2008, 10:22:05 pm
Citação de: "tyr"
não podes pensar assim, pois a t-shirt branca é um sinal de "peito feito", ou seja de agressividade (e todas as tradições dos comandos foram feitas na guerra).
No ultramar os comandos andavam sempre com a chapa de comando. e chegou a uma altura em que os "turras" evitavam sempre que possivel emboscalos, preferindo outras tropas mais faceis.


Tem a sua lógica, Tyr.
Mas nem todos se intimidam e saberão tirar melhor vantagem do contraste do branco. Esperar que os outros fujam também pode ser visto como um desejo de evitar o combate e isso é outra história.
Eu preferiria que eles se protegessem melhor e que fossem - por esse motivo - mais eficazes a destruir o inimigo.

Se os militares servem sobretudo para matar o seu inimigo então que o sejam capazes de o fazer da forma mais eficiente e mais segura.
Bravado sim (aposto que haverá sempre necessidade de bravura!) mas sempre com inteligência.

Uma força de profissionais como devem ser os Comandos que não tratam destes detalhes, não sei não.
Não sei se o espírito banzai - ou de forcado - é o melhor para as nossas forças.
Título:
Enviado por: Luso em Março 18, 2008, 10:23:49 pm
Pereira, ser profissional passa por saber tirar o melhor partido do conhecimento disponível para aumentar a eficiência.
É óbviamente muito mais que uma mera questão de estilo.
Título:
Enviado por: tyr em Março 18, 2008, 10:26:46 pm
Não confundir doutrina de combate hiper agressiva, com carga banzai. Pois a postura dos comandos relativamente ao fardamento tem a ver com alguns dos componentes de um tipo de guerra psicologica (e quando necessario, fecha se o camuflado e esconde se a T-shirt).
O cumulo do sucesso militar, não é ganhar 100 batalhas, mas sim ganhar a guerra sem travar uma unica (minha adaptação pessoal do autor favorito de muitos). :lol:
Título:
Enviado por: Luso em Março 18, 2008, 10:38:02 pm
Citação de: "tyr"
O cumulo do sucesso militar, não é ganhar 100 batalhas, mas sim ganhar a guerra sem travar uma unica (minha adaptação pessoal do autor favorito de muitos). :D
Título:
Enviado por: tyr em Março 18, 2008, 10:45:42 pm
Em teoria sim, na pratica não, pois enquanto existirem defensores da filosofia talibã em quantidade, nunca deixarão reconstruir uma sociedade estavel no afeganistão.
 Mas podem se reduzir as emboscadas as NF se eles tiverem medo da nossa reacção (obviamente como somos poucos lá, nunca conseguiremos ganhar tal reconhecimento, mas a filosofia esta lá).
Título:
Enviado por: Lancero em Março 18, 2008, 11:50:48 pm
Dentro do quartel (Camp Warehouse), deixá-los manter as tradições. O espírito de corpo ainda é muito importante.
Ninguém vai de t-shirt para uma patrulha.
Título:
Enviado por: zecouves em Março 19, 2008, 09:05:44 am
Infelizmente o puzzle Afegão é mais intricado do que somente reduzido aos Talibans: há Talibans, há ex-Mujahedins, traficantes de droga, senhores da guerra locais, politicos e governantes corruptos, há gajos que são um pouco de tudo o que referi anteriormente, há etnias e tribos em confronto, há miséria, há desemprego e desespero, etc, etc.

Há trabalho para décadas e a coisa podia estar a correr melhor.
Título:
Enviado por: tyr em Março 19, 2008, 01:27:59 pm
Sim o afeganistão é um puzle muito complexo, mas quando se reduzir a influencia talibã (que quer ter o afeganistão actual, com um estilo de vida semelhante à arabia do seculo VII), pode se dedicar mais esforços a dar alternativas ao cultivo do opio, acabar com exercitos particulars, reduzir a corrupção, criar um espirito nacional que se sobreponha ao tribal, etc...

mas obviamente com ou sem talibãs isto vai demorar decadas (mas sem talibãs a cadeira fica muito mais simples)
Título:
Enviado por: André em Abril 02, 2008, 12:35:59 pm
Portugal anuncia hoje reforço da presença

Citar
O Governo português deverá anunciar, esta quarta-feira, na Cimeira da NATO, que decorre até sexta-feira, em Bucareste, o reforço da presença nacional no Afeganistão, com uma equipa de 15 homens.
De acordo com a SIC Notícias, Portugal responde assim positivamente ao pedidos dos comandantes da organização, juntando-se a França, Alemanha, Bélgica, República Checa, Hungria, Polónia, Albânia e Eslováquia nas intenções de reforço dos respectivos contingentes.

A nova equipa portuguesa terá como objectivo contribuir na formação do Exército nacional afegão.

Segundo explicou fonte diplomática à SIC Notícias, o anúncio de José Sócrates, esta quarta-feira, em Bucareste, será idêntico ao que o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, fez no início de Março na Assembleia da República, junto dos deputados da Comissão Parlamentar de Defesa, sobre a reestruturação do sector da Defesa e das Forças Armadas.

Na altura, Severiano Teixeira revelou que a equipa deverá integrar 15 militares especialistas em formação e treino militar operacional e ficará sedeada em Cabul, nas proximidades do quartel-general da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF).

Entretanto, em Agosto regressa a Portugal a unidade de comandos que substituiu um grupo de 132 militares que integrou até final de Fevereiro a Força de Reacção Rápida da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF).

A Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) do Afeganistão, comandada pela NATO desde 2003, tem actualmente 47 mil homens de 39 países, entre os quais Portugal.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 02, 2008, 02:15:48 pm
Boas! Acerca das T-shirts e fardas, eu queria saber se as FA têm farda para o deserto (desert cammo) do estilo dos EUA ou RU?? E já agora mostravam umas imagens ou onde ve-las.
Cumps.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 02, 2008, 02:25:53 pm
Que eu saiba o Exército não tem, mas a FAP sim:

http://www.emfa.pt/www/detalhe.php?cod=035.078&lang=pt (http://www.emfa.pt/www/detalhe.php?cod=035.078&lang=pt)
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 02, 2008, 02:29:31 pm
Já agora, apesar de ser off-topic e por isso peço desculpa, mas sabem onde é, se houver, a parada militar do 10 de Junho?
Cumps.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 02, 2008, 07:35:29 pm
Citar
NATO/Cimeira: Sócrates anuncia a parceiros nova contribuição portuguesa para missão no Afeganistão  



    ** Fernando Paula Brito, enviado da Agência Lusa **  

    Bucareste, 02 Abr (Lusa) - Portugal vai reforçar a sua participação nas missões internacionais no Afeganistão, com o envio de um avião C-130 e de quinze homens especializados em formação militar, anunciou hoje o primeiro-ministro José Sócrates, em Bucareste.  

 

    A nova contribuição portuguesa, que será concretizada até ao final do ano, vai ser comunicada por José Sócrates aos líderes dos parceiros da NATO, durante a Cimeira da Aliança Atlântica que se iniciou hoje na capital da Roménia.  

 

    "O que nós vamos fazer é empenharmo-nos mais no Afeganistão nas áreas que são críticas para o sucesso da missão" da NATO no país, disse o primeiro-ministro hoje à chegada a Bucareste para participar na Cimeira da Aliança Atlântica.

 

    Os líderes máximos dos 26 países membros da NATO iniciaram o seu encontro anual com um jantar, devendo quinta-feira confirmar o seu empenho num aumento da ajuda ao Afeganistão, que atravessa uma fase crucial.  

 

    Pelo menos Portugal, França, Alemanha, Bélgica, República Checa, Hungria, Polónia, Albânia e Eslováquia contam anunciar novas contribuições para o aumento desejado da presença militar da NATO naquele país.  

 

    "Estamos muito empenhados no sucesso da operação da NATO no Afeganistão porque isso é fundamental para a credibilidade da Aliança", sublinhou o primeiro-ministro português.  

 

    Os aliados pretendem que, a pouco e pouco, o exército afegão assuma novas responsabilidades na luta contra as milícias talibã.  

 

    José Sócrates explicou que Portugal decidiu "já há uns meses" enviar para o Afeganistão, ainda este ano, uma missão "que permita uma ligação e uma contribuição para o treino do exército afegão".  

 

    "Essa contribuição será também reforçada com o envio de um avião C-130 ao mesmo tempo que retiramos a companhia que temos actualmente no terreno", acrescentou.  

 

    No início de Março, na Assembleia da República, o ministro da Defesa Severiano Teixeira revelou aos deputados da Comissão Parlamentar de Defesa que a equipa militar portuguesa deveria integrar 15 militares especialistas em formação e treino militar operacional e ficaria sedeada em Cabul, nas proximidades do quartel-general da Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão (ISAF).  

 

    A intenção portuguesa vem ao encontro das crescentes solicitações da NATO aos seus membros para o reforço do dispositivo militar multinacional no Afeganistão.  

 

    Entretanto, em Agosto, regressa como previsto a Portugal a unidade de comandos integrada na Força de Reacção Rápida da ISAF.  

 

    "Portugal retira a sua companhia [de comandos], mas reforça a sua participação com unidades que são mais necessárias", precisou o chefe do Governo de Lisboa.

 

    Mas o país que mais contribuirá para o aumento do esforço internacional no Afeganistão é a França, tendo o primeiro-ministro François Fillon anunciado terça-feira o envio de "algumas centenas" de homens, intenção que a esquerda francesa e a maioria da população desaprova.  

 

    A ISAF, comandada pela NATO desde 2003, tem actualmente 47.000 homens de 39 países, entre os quais Portugal.  

 

    Essa força deverá aumentar os seus efectivos para cerca de 50.000 homens graças aos reforços prometidos.  

 
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 08, 2008, 02:34:15 pm
Acho que não são repetidas :roll:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg387.imageshack.us%2Fimg387%2F8589%2Fopcm04899203kr7.jpg&hash=f0973289ca53ea3878dae54fedff93af)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg214.imageshack.us%2Fimg214%2F5214%2Fopcm067ce68dsd4.jpg&hash=a21ac4160d2e2a8076cc5460c74184a3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg214.imageshack.us%2Fimg214%2F1980%2Fopcm084daf2can6.jpg&hash=24f56bb401548106592317250ac8b26b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg207.imageshack.us%2Fimg207%2F9543%2Fopcm113e532ctd1.jpg&hash=f7e53c4075993cd355fb045f2028d08b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg186.imageshack.us%2Fimg186%2F9396%2Fopcm131f3c73lx5.jpg&hash=5cb4d5eb649fc6fe925a0270e047749d)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg90.imageshack.us%2Fimg90%2F6179%2Fopcm13410e37czr6.jpg&hash=c165329e6e5bc9bcf4d3b764db0c5aff)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg90.imageshack.us%2Fimg90%2F7793%2Fopcm17811946dbi6.jpg&hash=92e320a86c64d58f12f96068c8ecc404)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg155.imageshack.us%2Fimg155%2F275%2Fopcm1811240cabd9.jpg&hash=006bd485773634fda29bd9cbe28628c7)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg155.imageshack.us%2Fimg155%2F8296%2Fopcm18812f3betf1.jpg&hash=1e47845f6a475c6800cb40e581f9d1d0)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg214.imageshack.us%2Fimg214%2F5718%2Fafeg01013a0e7io5.jpg&hash=4d2b835fed72718063ee6ecb2518b7df)

exercito.pt
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 08, 2008, 02:37:08 pm
Pessoalmente, acho que a última foto é de um mau gosto tremendo, pior, num site oficial!
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 08, 2008, 03:01:55 pm
Gostei das fotos, foi uma excelente descoberta. :wink:

A última foto, eu não vejo nada de errado, mas reconheço que pode haver muitas pessoas que poderiam implicar com a foto em questão.
Título:
Enviado por: André em Abril 08, 2008, 03:06:23 pm
Belas fotos Ricardonunes ...  :G-Ok:
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 08, 2008, 03:07:20 pm
Bela galeria  :wink:

Ó pró canuck a experimentar a G3

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FFND-ISAF%2FOP.CM_110.JPG&hash=559921ae3b90fa9f8a259dc0fe166118)
Título:
Enviado por: Lightning em Abril 08, 2008, 03:21:11 pm
Citação de: "ricardonunes"
Pessoalmente, acho que a última foto é de um mau gosto tremendo, pior, num site oficial!


Por acaso dá a impressão que se está a apontar aos civis junto ao tractor, mas isso deve-se ao angulo do fotógrafo que se encontra ao lado do atirador, é claro que ele não está a apontar a essas pessoas pois dá para ver o cano da arma, mas da posição em que o fotografo tirou a fotografia dá essa impressão.
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 08, 2008, 03:26:58 pm
Gostei de ver um TCor armado e equipado para combate, fica bem à tropa.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Abril 08, 2008, 03:43:13 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "ricardonunes"
Pessoalmente, acho que a última foto é de um mau gosto tremendo, pior, num site oficial!

Por acaso dá a impressão que se está a apontar aos civis junto ao tractor, mas isso deve-se ao angulo do fotógrafo que se encontra ao lado do atirador, é claro que ele não está a apontar a essas pessoas pois dá para ver o cano da arma, mas da posição em que o fotografo tirou a fotografia dá essa impressão.


Lembram-se do filme do Kubrick :idea:

foi o que me lembrou a última imagem :idea:
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 10, 2008, 06:35:42 pm
Boas!
Deculpem a minha ignorância, mas sabem se as forças nacionais do contigente normal, e do contigente especial (embora este seja mais óbvio), têm coletes à prova de bala como aqueles que se veem nos filmes? É que ouvi dizer que não se usava disso e que era mais para o pessoal das Forças Especiais.
Cumprimentos.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 10, 2008, 10:18:16 pm
Citação de: "Tomasis"
Boas!
Deculpem a minha ignorância, mas sabem se as forças nacionais do contigente normal, e do contigente especial (embora este seja mais óbvio), têm coletes à prova de bala como aqueles que se veem nos filmes? É que ouvi dizer que não se usava disso e que era mais para o pessoal das Forças Especiais.
Cumprimentos.


 :rir:

Quando recuperar lá te explico...
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 11, 2008, 03:37:08 pm
Eu pedi desculpas pela minha ignorância. Eu sempre pensei que tivessem os coletes mas a pouco tempo ouvi dizer que não. Apenas gostaria que me fosse respondida a minha duvida. Se soubesse não estava aqui a perguntar. :?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 11, 2008, 03:48:47 pm
Ora vejamos se eu consigo explicar. O que tu chamas de colete à prova de bala é na verdade o colete balístico e por cima desse está o colete táctico (que é onde se leva os carregadores, rádio, etc.).

Este equipamento faz parte do equipamento de qualquer unidade que vá para uma missão lá fora. Vais ver qualquer foto de militares Portugueses e estrangeiros em missões e todos têm este tipo de equipamento ou similares. Hoje em dia é impensável a presente de tropas em TO sem este tipo de equipamento.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Abril 11, 2008, 03:52:12 pm
Citação de: "Tomasis"
Boas!
Deculpem a minha ignorância, mas sabem se as forças nacionais do contigente normal, e do contigente especial (embora este seja mais óbvio), têm coletes à prova de bala como aqueles que se veem nos filmes? É que ouvi dizer que não se usava disso e que era mais para o pessoal das Forças Especiais.
Cumprimentos.


Eu respondo à tua pergunta, o colete que normalmente os soldados Portugueses usam são coletes parecidos com os que vês nos filmes, depende é do material que usam, os mais antigos penso que pesam cerca de 13 Kg e a parte que os protege é uma placa de metal, os mais recente e empregues em principio no afeganistão e na gnr em timor são de Kevlar que pesam se não me enganam 7Kg
Título:
Enviado por: Xô Valente em Abril 11, 2008, 06:21:17 pm
Obrigado pelo esclarecimento! :wink:
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 24, 2008, 02:38:48 pm
Citar
Defesa: Comandos portugueses destacados para o Sul do Afeganistão

** Por Carlos Santos Pereira, para a Agência Lusa **  

 
    Kandahar, Afeganistão, 24 Abr (Lusa) - A 1ª Companhia de Comandos, em serviço no Afeganistão,  está desde quarta-feira em missão operacional na província de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.  

 

    O contingente português, que assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO,  foi deslocado há uma semana de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional  antes de  ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.  

 

    No distrito de Maywand caberá à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar,  a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a negar espaço de manobra à insurreição.  

 

    "Trata-se de uma deslocação normal" - considera o general Carlos Branco, porta-voz da ISAF.  

 

    "Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão", refere.  

 

    A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de  reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total). Nos últimos dois meses cerca de 2400 Marines vieram reforçar o dispositivo ocidental na província, respondendo ao "ultimato" do contingente canadiano que exigia reforços como condição para permanecer naquele teatro crítico.  

 

    O reforço do dispositivo operacional da ISAF na província de Kandahar inscreve-se num esforço no sentido de manter a pressão sobre a guerrilha no momento em se aguarda mais uma ofensiva de Primavera dos talibã.  

 

    Os talibã prometeram uma Primavera de 2008 mais sangrenta do que nunca, mas, embora se assista já a um crescendo da actividade operacional, a iniciativa continua nas mãos da NATO.  

 

    "Ofensiva de Primavera? Só se for nos media, no terreno operacional não registamos nada" - diz o general Carlos Branco, porta-voz da ISAF, em reacção a especulações  antecipando a anunciada ofensiva talibã.  

 

    "Pura e simplesmente, os talibã não têm capacidade para operações convencionais, tal como já não a tinham em 2007 - apenas para actos terroristas", acrescenta.

 

    Depois de uma vasta ofensiva que apanhou a ISAF de surpresa na Primavera de 2006, e que se centrou exactamente na zona de Kandahar, a ISAF parece ter reassumido a iniciativa desde o ano passado.  

 

    O ano de 2007 custou assim aos talibã a perda de importantes posições ocupadas no ano anterior. Face às dificuldades da guerrilha em termos de acções convencionais, assistiu-se em contrapartida a uma escalada dos ataques suicidas (quase centena e meia, para  cinco apenas entre 2001 e 2005).  

 

    Globalmente os dados da ISAF acusam um aumento das acções da guerrilha em 30 por cento em 2007 e as baixas entre os militares da coligação ocidental e as entre a população civil atingiram números recorde, mas revelam igualmente uma contenção da área de actuação da guerrilha.  

 

    A ilustrar a situação o general Branco nota que, desde 2007, a actividade da insurreição está limitada a áreas específicas do país. Assim, 95 por cento da actividade da guerrilha está concentrada em 87 distritos, ou seja, 22 por cento do total de distritos do país, e em 254 distritos (64 por cento do total) não foi registada este ano qualquer actividade.  

 

    "Os números provam que, contrariamente ao que foi afirmado, os talibã não estão a estender a sua actividade ao conjunto do país", considera o general Carlos Branco.  

 

    "A chamada 'ofensiva' dos talibã é uma mero acto de propaganda", conclui.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 25, 2008, 07:22:49 pm
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25 Abril 2008 - 00h30

Afeganistão
Comandos em acção na zona dos taliban

O distrito de Maywand, na província de Kandahar, é desde o dia 19 de Abril o cenário onde o contingente de Comandos portugueses desempenha a missão ao serviço da NATO no Afeganistão. Integrados na Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência (ISAF na sigla inglesa), os militares portugueses têm a responsabilidade de apoiar as acções de expansão das forças da NATO e do Exército afegão numa das zonas mais conflituosas do país, onde os combates entre as forças ocidentais e os rebeldes taliban são muito frequentes.


A 1.ª Companhia de Comandos deixou para trás a cidade de Cabul – onde ficaram dez dos 167 militares que compõem o contingente português – e rumaram ao Sul do país para cumprir a comissão de serviço, que se prolonga até Agosto. O distrito de Maywand fica perto de Kandahar, cidade que dá nome à província situada a Sul, perto da fronteira com o Paquistão.

Contactado pelo CM, o brigadeiro Carlos Branco, porta-voz da ISAF, explica que a mudança não traz grandes diferenças à natureza da missão do contingente português: "O teatro de operações continua a ser o Afeganistão. Kandahar é uma zona de actividade operacional, mas o mesmo já acontecia em Cabul."

Também o comandante Carmona, porta-voz do Estado-Maior General das Forças Armadas, desdramatiza a mudança, sublinhando que "os militares em missão no Afeganistão estão bem treinados e conhecem o terreno. Estão preparados para desempenhar todas as missões que lhes sejam atribuídas pelo comando da NATO".

Nos últimos meses a natureza da luta armada dos taliban tem-se alterado substancialmente. O reforço dos efectivos da NATO (que somam um total de 47 mil soldados) deixou os rebeldes sem capacidade para realizarem acções de guerraconvencional,pelo que os opositores do governo de Hamid Karzai têm apostado em acções de guerrilha e actos terroristas, incluindo bombistas suicidas.

A mudança de estratégia é visível nas estatísticas da guerra. Em 2007 asacções de guerrilha contra a ISAF aumentaram trinta por cento, causando um número recorde de baixas entre as tropas ocidentais.No entanto, as áreas de actividade dos taliban estão cada vez mais limitadas a zonas específicas do país.

O general Dan McNeill, comandante das tropas da NATO, disse recentemente ao jornal ‘The New York Times’ que espera que o efectivo dos aliados possa começar a retirar a partir de 2011, altura em que o exército afegão terá capacidade de controlar o país. No entanto, o general admite que o ritmo de formação de uma polícia eficaz "não é rápido o suficiente".  

DISCURSO DIRECTO: General Loureiro dos Santos, ex-Chefe do Estado Maior do Exército - "Podemos actuar em todos os teatros de operações"

Correio da Manhã - A actuação dos Comandos em Kandahar comporta riscos acrescidos. Quais são os principais desafios da nossa força?

General Loureiro dos Santos - Kandahar é uma zona de maior risco do que Cabul. Aí há a possibilidade de emboscadas, atentados... Depois há a própria tensão e stress das pessoas em situações de risco permanente. Mas Portugal não pode deixar de fazer o que está a fazer. Embora o nosso contributo em termos numéricos não seja significativo, é um contributo inteiro, isto é, a força que está no terreno pode actuar em qualquer parte do teatro de operações, com mais ou menos risco, contrariamente ao que se passa com forças de países europeus muito mais poderosos que nós, que impuseram restrições e só podem actuar em zonas mais estáveis e com menos risco.

- A força portuguesa tem o treino e o equipamento adequados para a missão?

- Julgo que sim. Tem havido treinos intensos e correctos dos agrupamentos que são destacados para teatros de operações no exterior. Há tempos levantou-se a questão de os blindados no Afeganistão não terem os requisitos necessários. Sei que na altura foram dadas ordens peremptórias ao Ministério das Finanças para financiar a aquisição dos equipamentos necessários; essa atribuição de verbas demorou demasiado tempo, e eu referi-me já a isso na comunicação social, considerando imoral e irresponsável não se fazer de imediato aquilo que tinha sido decidido, porque isso poderia implicar a perda de vidas. Mas penso que o assunto já terá sido resolvido.

- O reforço de blindagem nos veículos dos comandos, por exemplo, já está resolvido? Lembro que foi a falta de blindagem que provocou a morte do sargento Roma Pereira...

- Exacto. Não posso assegurar, mas julgo que sim. De outra forma seria uma calamidade.

- As tropas portuguesas estão neste momento apenas a usar material próprio ou há ainda blindados espanhóis usados pelos portugueses?

- Não tenho a certeza. Sei que inicialmente, quando a nossa força foi enviada, não tínhamos as viaturas blindadas adequadas e a Espanha foi contactada para serem cedidas viaturas espanholas. Mas, em todo o caso, as falhas de material vêm apenas demonstrar o que muitos comentadores têm dito: que foram definidas as prioridades erradas, de tal maneira que só agora está a ser pensada - e não sei se daí se passa à acção - a aquisição de equipamentos militares cuja prioridade era de primeiríssima ordem, como viaturas blindadas, espingardas (o concurso para o fornecimento destas parece estar outra vez num impasse) helicópteros, etc. Todos os exércitos têm helicópteros, mas nós não temos. É algo de inacreditável ter-se deixado para a fase final o mais urgente, avançando para equipamentos muito menos prioritários.

- Por exemplo?

- Os submarinos. Custaram quase mil milhões de euros.... Como sempre disse, os submarinos seriam uma aquisição interessante se nós tivessemos dinheiro para tudo. Não sendo esse o caso, tínhamos de escolher e as escolhas foram mal feitas.

- Os taliban têm meios para realizar a ofensiva que ameaçaram fazer na Primavera?

- Bom, não tenho os dados rigorosos, mas recordo que já por várias vezes se disse que eles não tinham meios e a verdade é que têm conseguido agir. Por outro lado, tudo o que se passa no Afeganistão está muito ligado ao que se passa no Paquistão, nomeadamente na zona tribal de fronteira entre os dois países. E aí as acções do Exército paquistanês praticamente terminaram. O novo governo está em negociações, com objectivos que desconheço, mas já antes se fizeram negociações, e o que aconteceu foi a reorganização da al-Qaeda. Este facto faz-me prever que a situação no Afeganistão, se não piorar, vai pelo menos manter-se como até aqui. Enquanto não se acabar com o santuário no Paquistão, onde os taliban se reorganizam, se equipam, se treinam e de onde saem para atacar as forças militares da NATO no Afeganistão, é complicado diminuir a ameaça.

- A saída do general David Petraeus do conando das tropas no Iraque foi uma decisão política ou estratégica?

- Penso que foi as duas coisas. Pode ter uma vantagem estratégica, porque o general Petraeus já mostrou que conhece bem a maneira de actuar num teatro de operações, em acções de contra-insurreição. Agora, num patamar mais elevado [na chefia do Comando Central, que inclui Médio Oriente, África e Ásia Central], pode ter uma visão mais abrangente, que não seja, por assim dizer, tão egoísta, centrada no teatro de operações do Iraque, e perceber os pontos de vista do anterior comandante, o almirante Fallon (que se demitiu). Ele defendia que a situação no Afeganistão, na Somália, e no Paquistão estava a exigir um emprego de forças adicional, que implicava a transferência para esses cenários de forças usadas no Iraque. Porque no Iraque a solução é de natureza política, e só vai conseguir-se uma solução quando as forças em luta assim o decidirem. Quer os americanos queiram ou não. A nomeação de Petraeus mostra que a administração norte-americana dá uma importância tal ao Iraque que coloca como responsável por toda aquela região o general que mais defendeu a actual estratégia no Iraque. Por isso, será muito difícil que essa pessoa vá agir contra a sua própria estratégia, e fazer aquilo que Fallon pretendia fazer. Mas não é claro se os resultados do seu comando serão positivos.

BASTIÃO DE RESISTÊNCIA

Os comandos portugueses destacados para Kandahar, sob o comando do tenente--coronel Bartolomeu, vão colaborar na expansão de posições da NATO na região berço dos taliban. Kandahar, de maioria pashtun, foi o centro de poder do movimento do mullah Mohammed Omar. Este, mesmo durante os anos de domínio taliban (1996/2001), foi raras vezes a Cabul. Após a invasão das forças multinacionais, em Outubro de 2001, Kandahar foi o último bastião de resistência taliban. Os combates mais intensos têm sempre tido lugar aí e nas províncias adjacentes.

SUSTOS ADAPTAM AS VIATURAS

Em Maio e Junho de 2007, comandos participavam em acções de combate com canadianos e britânicos junto a Kandahar, na ‘Operação Hoover’. Numa violenta troca de tiros com os taliban, várias granadas de foguete RPG7 foram lançadas contra os portugueses. Umas bateram nas viaturas e não rebentaram, outras passaram ao lado. Os danos foram muitos. Ao regressarem ao quartel, os canadianos olharam para as viaturas dos comandos e só perguntaram: "Quantos mortos tiveram?" A resposta: "Só feridos ligeiros." O susto fez reflectir e as viaturas foram adaptadas: instalou-se gaiolas em redor dos jipes que não permitem o embate directo das granadas.

DUAS BAIXAS EM MISSÃO

A presença militar portuguesa no Afeganistão fica marcada pela morte de dois efectivos. A 18 de Novembro de 2005 o 1.º sargento João Paulo Roma Pereira morreu quando o veículo blindado em que seguia foi atacado com um engenho explosivo accionado à distância, quando fazia uma patrulha perto de Cabul. Em Novembro de 2007 o soldado Sérgio Pedrosa morreu num acidente rodoviário durante uma patrulha nocturna, também em Cabul. Os portugueses que estão agora no país já estiveram envolvidos em situações de fogo real, mas sem vítimas mortais.

PORMENORES

167 HOMENS

O contingente português no Afeganistão é composto por 167 militares. Destes, dez estão em missão no quartel-general da NATO em Cabul. Sete pertencem à Força Aérea e os restantes à 1.ª Companhia de Comandos do Exército.

MISSÃO REDUZIDA

A partir de Agosto, a presença militar portuguesa no Afeganistão fica limitada à equipa que vai operar o avião táctico de transporte C130, que não deverá incluir mais de trinta militares. Segue também para o país uma pequena equipa de formação para instruir o Exército afegão.

FORÇAS DE 40 PAÍSES

A missão da NATO no Afeganistão engloba Forças Armadas de 40 países, perfazendo um total de 47 mil soldados. Os Estados Unidos, com 19 mil soldados, têm o maior contingente, seguindo-se o Reino Unido (7750) e a Alemanha (3490). As forças portuguesas estão em missão na província de Kandahar, zona sob o comando do Canadá.

NOTAS

ESCALADA DE VIOLÊNCIA EM MAYWAD

O distrito onde os comandos portugueses foram colocados tem registado uma intensificação dos episódios violentos, o que levou a ISAF a chamar reforços.

INIBIDORES SÓ APÓS A MORTE

Pedidos no início da missão (em 2005),os inibidores de frequência - impedem o rebentamento de bombas accionadas à distância - só foram instalados nas viatu-ras após o sargento Roma Pereira ter sido morto por uma bomba do género.

José Carlos Marques com Lusa / F. J. Gonçalves


http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx ... 0000000009 (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=A98AB681-14F7-45C2-B96B-6E7C0F385A15&channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009)


O sr. General está um pouco fora de jogo  :?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 26, 2008, 11:54:13 am
Um pouco? Aposto que metade do ppl do fórum sabe mais do que ele sobre esta temática. :roll:
Título:
Enviado por: zecouves em Abril 26, 2008, 06:12:55 pm
Falta ao General loureiro dos Santos fontes de informação ao nivel Táctico.
Ao nivel Operacional e Estratégico está bem documentado e tem escrito coisas bastante interessantes.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 26, 2008, 10:28:05 pm
Eu acho é que ele está por fora dos pormenores das Forças Armadas portuguesas de hoje. Se não sabe que o URO aguentou a explosão, ou que tipo de equipamento têm as NT no TO do Afeganistão, diz e pede para passar à pergunta seguinte.

Está muito bem a nível estratégico global. As análises são boas e pertinentes. As soluções globalmente as mais sérias. Mas isso já eu sabia antes de ler esta entrevista.
Título:
Enviado por: major-alvega em Maio 01, 2008, 09:22:22 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Os Portugueses são mesmo assim! E os Comandos estão péssimamente mal equipados, imaginem se eles estivessem bem equipados.  :wink:



mas a culpa dos comandos estarem mal equipados é unicamente do  governo.

os meninos ingleses que vão é falar mal deles.

ps: gostava de ver qual o desfecho se um 25 de abril nos EUA ou no reino-unido
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 09, 2008, 04:07:53 pm
:arrow: http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... 0Afeganist (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/JE/Comandos%20a%20caminho%20do%20Afeganist)ão.pdf
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 09, 2008, 04:22:33 pm
Boa descoberta.
Título: Coletes
Enviado por: bryanferreira em Maio 10, 2008, 12:47:37 am
Citação de: "nelson38899"
Citação de: "Tomasis"
Boas!
Deculpem a minha ignorância, mas sabem se as forças nacionais do contigente normal, e do contigente especial (embora este seja mais óbvio), têm coletes à prova de bala como aqueles que se veem nos filmes? É que ouvi dizer que não se usava disso e que era mais para o pessoal das Forças Especiais.
Cumprimentos.

Eu respondo à tua pergunta, o colete que normalmente os soldados Portugueses usam são coletes parecidos com os que vês nos filmes, depende é do material que usam, os mais antigos penso que pesam cerca de 13 Kg e a parte que os protege é uma placa de metal, os mais recente e empregues em principio no afeganistão e na gnr em timor são de Kevlar que pesam se não me enganam 7Kg


Nao vale de nada serem de kevlar contra uma municao de espigarda. Teem de ter uma placa de metal ou ceramica se nao sao como manteiga.
Ha muitos soldados pra poupar no peso dos coletes que so usam as placas de ceramica a frente  e atras dos orgaos vitais.
Nao sei como ta a funcionar isso com os Tugas mas nestes climas quentes e uma opcao optima.
O problema e maior parte das mortes no Iraque sao por explosivos portanto um flak jacket da jeito tambem.
Título: Filhos da Puta dos Politicos
Enviado por: bryanferreira em Maio 10, 2008, 01:02:32 am
E porque e que os cabroes dos Politicos vao tirar as nossas tropas do afeganistao??
Nao se percebe, mandam tropas para o Libano mas para ajudar os nossos aliados quando mais precisam o governo resolver cagar!!!
Em vez de aproveitarmos o afeganistao para melhorar as nossas operacoes especiais aprender com com quem sabe e tentar que os nossos  possam ter mais credibilidade la fora e nao sermos os coitadinhos dos Portugueses como todos nos conhecem. Nao, vao tirar-nos no unico teatro onde somos mesmo precisos e que ate deviamos tar bem mais. Ate os Holandeses que sao mais pequenos que nos tao la a bombar a seria e em combates reais nas montanhas.
Nos nao, vamos para o Libano e outros sitios assim, caga nos nossos aliados que sempre nos protegeram o coiro em todos os seculos.
Ate metem nojo os politicossssssss
Título:
Enviado por: Sintra em Maio 10, 2008, 09:34:11 am
Uma pequena correção, os Holandeses não são de forma nenhuma "mais pequenos do que nós", são quase 17 milhões de pessoas, e o Orçamento da Defesa Holandês é qualquer coisa como cinco a seis vezes maior que o nosso.
Título:
Enviado por: JLRC em Maio 10, 2008, 11:16:07 am
Citação de: "Sintra"
Uma pequena correção, os Holandeses não são de forma nenhuma "mais pequenos do que nós", são quase 17 milhões de pessoas, e o Orçamento da Defesa Holandês é qualquer coisa como cinco a seis vezes maior que o nosso.


Ou seja, são maiores em tudo, incluindo o PIB...é só uma pequena, pequenina correcção, não é Sintra?  :wink:
Título: Re: Filhos da *** dos Politicos
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2008, 11:46:53 am
Citação de: "bryanferreira"
Nao se percebe, mandam tropas para o Libano mas para ajudar os nossos aliados quando mais precisam o governo resolver cagar!!!
Em vez de aproveitarmos o afeganistao para melhorar as nossas operacoes especiais aprender com com quem sabe e tentar que os nossos  possam ter mais credibilidade la fora e nao sermos os coitadinhos dos Portugueses como todos nos conhecem. Nao, vao tirar-nos no unico teatro onde somos mesmo precisos e que ate deviamos tar bem mais. Ate os Holandeses que sao mais pequenos que nos tao la a bombar a seria e em combates reais nas montanhas.
Nos nao, vamos para o Libano e outros sitios assim, caga nos nossos aliados que sempre nos protegeram o coiro em todos os seculos.
Ate metem nojo os politicossssssss


Eu gostava de saber a fonte de onde tira estas informações, é que até agora TUDO o que tem dito tem sido de uma forma ou de outra...errada.

1- As Operações Especiais Portuguesas estão presentes no Afeganistão, mas são os snipers. O grosso dos contigentes Portugueses são formados por Comandos ou Pára-quedistas. Também não nos podemos esquecer os PE, pessoal da FAP e de Apoio e Serviços do Exército.

2- O contigente Português é um dos poucos que não tem restrições, ou seja, faz missões do norte ao sul do país e já andou a apoiar muito contigente (Canadianos, Americanos, etc).

3- Coitadinhos são...uma coisa que eu cá sei. Do que eu sei, a tropa Portuguesa tem SEMPRE se revelado muito eficiente e com um elevado espirito de missão (coisa que nem sempre acontece noutros contigentes).

4- Que eu saiba o Libano é muito mais importante para a Europa do que o Afeganistão, até porque está mais perto geograficamente. Espanha, França, Alemanha, todos estes países estão presentes e Portugal não é a excepção à regra.
Título:
Enviado por: zecouves em Maio 10, 2008, 01:04:10 pm
Já chegaram: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?ar ... &visual=26 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=345104&visual=26)

Boa sorte para eles!
Título:
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 12:27:53 am
Citação de: "JLRC"
Citação de: "Sintra"
Uma pequena correção, os Holandeses não são de forma nenhuma "mais pequenos do que nós", são quase 17 milhões de pessoas, e o Orçamento da Defesa Holandês é qualquer coisa como cinco a seis vezes maior que o nosso.

Ou seja, são maiores em tudo, incluindo o PIB...é só uma pequena, pequenina correcção, não é Sintra?  :wink:


Sim, tem razao mas é uma maneira de dizer as coisas que ha nações pequenas que contribuem.
Título: Re: Filhos da *** dos Politicos
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 12:48:47 am
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "bryanferreira"
Nao se percebe, mandam tropas para o Libano mas para ajudar os nossos aliados quando mais precisam o governo resolver cagar!!!
Em vez de aproveitarmos o afeganistao para melhorar as nossas operacoes especiais aprender com com quem sabe e tentar que os nossos  possam ter mais credibilidade la fora e nao sermos os coitadinhos dos Portugueses como todos nos conhecem. Nao, vao tirar-nos no unico teatro onde somos mesmo precisos e que ate deviamos tar bem mais. Ate os Holandeses que sao mais pequenos que nos tao la a bombar a seria e em combates reais nas montanhas.
Nos nao, vamos para o Libano e outros sitios assim, caga nos nossos aliados que sempre nos protegeram o coiro em todos os seculos.
Ate metem nojo os politicossssssss

Eu gostava de saber a fonte de onde tira estas informações, é que até agora TUDO o que tem dito tem sido de uma forma ou de outra...errada.

1- As Operações Especiais Portuguesas estão presentes no Afeganistão, mas são os snipers. O grosso dos contigentes Portugueses são formados por Comandos ou Pára-quedistas. Também não nos podemos esquecer os PE, pessoal da FAP e de Apoio e Serviços do Exército.

2- O contigente Português é um dos poucos que não tem restrições, ou seja, faz missões do norte ao sul do país e já andou a apoiar muito contigente (Canadianos, Americanos, etc).

3- Coitadinhos são...uma coisa que eu cá sei. Do que eu sei, a tropa Portuguesa tem SEMPRE se revelado muito eficiente e com um elevado espirito de missão (coisa que nem sempre acontece noutros contigentes).

4- Que eu saiba o Libano é muito mais importante para a Europa do que o Afeganistão, até porque está mais perto geograficamente. Espanha, França, Alemanha, todos estes países estão presentes e Portugal não é a excepção à regra.


Mais quais fontes do que??
eu estou a falar em operações especiais em geral!! Comandos e Paraquedistas que fala são referenciados em Portugal como tropas de operações especiais.Se concordamos com essa designação ou não é outro tema.
E não vão retira-los todos e so deixar pessoal da Força Aérea?
E mais uma vez ninguem esta a dizer q eles nao se estão a portar lindamente e a cumprir o seu dever.
So estou a dizer q as chefias lhe podiam dar mais pra fazer e que talvez assim os outros paises nao nos vissem como coitadinhos daqueles Portugueses. E é sempre nas missoes de apoio!! não percebo isso, porque não sao eles a QRF às nossas missoes??
Que é assim que muitos nos veem pode acreditar. Claro que ha alguns que teem mais contacto e percebem que ate temos valor mas isso não chega.

E o libano é mais importante porque? porque esta mais perto?
Eu prefiro ajudar os nossos aliados que sempre nos ajudaram do que fazer algo por um pais que nao vale um chavo.
E se todos esses paises estao presentes tambem estao presentes em muito sitio onde nao estamos.
Eu acho q deviamos rever as nossas prioridades, mas isso é mais politica.

Errado é uma maneira de ver as coisas!!
Título:
Enviado por: Johnny em Maio 11, 2008, 12:59:29 am
Quantos Comandos possui Portugal?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 11, 2008, 01:15:42 am
Duas Companhais, prevê-se a criação de uma terceira.
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Maio 11, 2008, 01:19:13 am
Citar
Eu prefiro ajudar os nossos aliados que sempre nos ajudaram do que fazer algo por um pais que nao vale um chavo.


O problema é esse ajudá-los já que eles nunca nos ajudaram só chularam... Então Inglaterra nem se fala  :evil:
Título:
Enviado por: Johnny em Maio 11, 2008, 01:27:34 am
Obrigado Pereira Marques, mas qual a composição das companhias ou seja o seu efectivo no total?
Título:
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 01:37:32 am
Citação de: "Cabecinhas"
Citar
Eu prefiro ajudar os nossos aliados que sempre nos ajudaram do que fazer algo por um pais que nao vale um chavo.

O problema é esse ajudá-los já que eles nunca nos ajudaram só chularam... Então Inglaterra nem se fala  :evil:


Sim chularam bastante mas se não fosse a Inglaterra nem independentes eramos...
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 11, 2008, 01:39:43 am
Citação de: "Johnny"
Obrigado Pereira Marques, mas qual a composição das companhias ou seja o seu efectivo no total?


Cerca de 300 elementos...
Título:
Enviado por: Johnny em Maio 11, 2008, 01:40:51 am
Cada uma?
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Maio 11, 2008, 01:43:18 am
Nunca precisamos da Inglaterra para afirmar-mos a nossa indepedência. Qual foi a ajuda que a Inglaterra nos ofereceu? Meia duzia de arqueiros quando Espanha-França invandiram Portugal. Ah bendita padeira!
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Maio 11, 2008, 01:53:15 am
Não, as duas. Neste caso não estou a contar com elementos da Companhia de Instrução e da Companhia de Comando e Serviços do Centro de Tropas Comandos, nomeadamente porque no caso da segunda há elementos sem o curso Comando.

Já agora naquele tópicos dos Paraquedistas, temos dois Batalhões de Infantaria Paraquedista, cada um com uma Companhia de Comando e Apoio e três Companhias de Atiradores. O que dá cerca 500/600 elementos por Batalhão.

Regimento de Infantaria n.º 10 - São Jacinto - (2.º BIPara)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FRI10%2FOrganograma.jpg&hash=61039acef5cc1df4252fa29ee176e256)

Regimento de Infantaria n.º 15 - Tomar - (1.º BIPara)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FRI15%2FOrganograma_final.gif&hash=30603608ad3aedc9a646875a57473999)
Título: A padeira é que sabe
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 01:56:24 am
Citação de: "Cabecinhas"
Nunca precisamos da Inglaterra para afirmar-mos a nossa indepedência. Qual foi a ajuda que a Inglaterra nos ofereceu? Meia duzia de arqueiros quando Espanha-França invandiram Portugal. Ah bendita padeira!


A padeira é que sabe!!! eh!eh!
Título:
Enviado por: zocuni em Maio 11, 2008, 03:42:10 am
Citação de: "Cabecinhas"
Nunca precisamos da Inglaterra para afirmar-mos a nossa indepedência. Qual foi a ajuda que a Inglaterra nos ofereceu? Meia duzia de arqueiros quando Espanha-França invandiram Portugal. Ah bendita padeira!


Caro,Sr.Cabecinhas por favor leia ou releia a história,talvez mude de opiniões.
Quanto ao Sr.BryanFerreira,não levo nem muito a sério só está postando asneiras,por onde andou nos últimos 15 anos,será que veio do além?Está parecendo um ET.Ridiculo.

Abraços,
Título: O que aconteceu nos ultimos 15 anos
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 11:47:52 am
Citação de: "zocuni"
Citação de: "Cabecinhas"
Nunca precisamos da Inglaterra para afirmar-mos a nossa indepedência. Qual foi a ajuda que a Inglaterra nos ofereceu? Meia duzia de arqueiros quando Espanha-França invandiram Portugal. Ah bendita padeira!

Caro,Sr.Cabecinhas por favor leia ou releia a história,talvez mude de opiniões.
Quanto ao Sr.BryanFerreira,não levo nem muito a sério só está postando asneiras,por onde andou nos últimos 15 anos,será que veio do além?Está parecendo um ET.Ridiculo.

Abraços,


Entao mas o que aconteceu nos ultimos 15 anos?? nao percebi?
E afinal sempre precisamos dos Ingleses nos ultimos seculos, é isso?
E onde estao as asneiras? ao menos esclareça-me pra podermos debater e eu poder me tornar terraqueo.
Título: Re: O que aconteceu nos ultimos 15 anos
Enviado por: zocuni em Maio 11, 2008, 12:02:36 pm
Citação de: "bryanferreira"
Entao mas o que aconteceu nos ultimos 15 anos?? nao percebi?
E afinal sempre precisamos dos Ingleses nos ultimos seculos, é isso?
E onde estao as asneiras? ao menos esclareça-me pra podermos debater e eu poder me tornar terraqueo.


Dá para explicar sim.

Já viu a quantidade de missões no estrangeiro em que forças armadas portuguesas,estiveram e estão(Kosovo,Afeganistão,Iraque,Timor,Guiné-Bissau,Congo,Libano,entre outros cenários).
Está esquecido que quem expulsou as tropas napoleónicas foi um exército luso-britânico,fator importantíssimo em nossa independência,ou considera isso um pequeno detalhe.
Quanto às suas imprecisões parece convicto que Portugal não foi a algum lugar,pelos vistos está em vários cenários e com provas muito abonatórias de suas missões.Tentou ridicularizar a G-3,que pode não ser moderna mas é muito eficiente ainda hoje,vários países até ricos as remodelaram.
Não sei sua faixa etária e se vive em Portugal,mas Portugal teve um guerra colonial existem aqui alguns foristas que participaram e esteve sózinho em várias frentes de guerra.Poucos países foram tão exigidos,como Portugal.
Foi nestes conceitos que me referi.

Abraços,[/code]
Título:
Enviado por: bryanferreira em Maio 11, 2008, 11:08:34 pm
Citação de: "zocuni"
Já viu a quantidade de missões no estrangeiro em que forças armadas portuguesas,estiveram e estão(Kosovo,Afeganistão,Iraque,Timor,Guiné-Bissau,Congo,Libano,entre outros cenários).
Pronto, tudo bem foram varias missoes. Mas isso são missões onde estivemos, fizemos o nosso papel mas não são propriamente missoes com Forças em numero sufiente de importancia relevante a nivel internacional.
Nos no fundo desde a Guerra Colonial que não temos algo que possamos dizer que demos um grande contributo.
Talvez so no Kosovo e Bosnia onde tinhamos realmente ja um numero consideravel de Homens mas fomos ja na fase de rescaldo

Citação de: "zocuni"
Está esquecido que quem expulsou as tropas napoleónicas foi um exército luso-britânico,fator importantíssimo em nossa independência,ou considera isso um pequeno detalhe..).
Entao mas isso quer dizer q estamos em acordo. Se não fosse a ajuda inglesa por varias vezes e nao so nas guerras peninsulares hoje se calhar nao eramos independentes

Citação de: "zocuni"
Quanto às suas imprecisões parece convicto que Portugal não foi a algum lugar,pelos vistos está em vários cenários e com provas muito abonatórias de suas missões..).
Portugal já foi a muitos lugares e sim esta mas podia estar em muito mais e os Soldados podiam ter condiçoes melhores se algumas pessoas quisessem

Citação de: "zocuni"
Tentou ridicularizar a G-3,que pode não ser moderna mas é muito eficiente ainda hoje,vários países até ricos as remodelaram.
E é ridicula. Nos anos 60 fez o serviço mas podia se ter escolhido melhor. Eficiente tambem é uma faca. Mas não serve.
E não conheço nenhum pais que a remodela-se. A noruega adaptou-lhe umas peças só e ja estao a comprar armas novas. A turquia usa-a tal como é. PAquistão idem.
E porque havemos ter uma coisa que serve quando podemos ter o melhor.

Citação de: "zocuni"
Não sei sua faixa etária e se vive em Portugal,mas Portugal teve um guerra colonial existem aqui alguns foristas que participaram e esteve sózinho em várias frentes de guerra.Poucos países foram tão exigidos,como Portugal.
Foi nestes conceitos que me referi.
Abraços,[/code]

Ok. Se disser que sim. Que fizemos muito na Guerra Colonial concordo bastante mas mais uma vez podia ter sido feito tanto mais. Pobres dos nossos homens que muitas vezes iam pra la sem treino e ñunca se negavam
Foi uma Guerra que não nos deixaram ganhar. Inclusive alguns aliados nao queriam que nos ganhassemos.
Mas eu nem nunca falei nisso. Falo no Agora. A guerra colonial foi ha 40 anos e do que se aprendeu la pouco se aplica agora. O mal ate talvez seja um pouco esse. Anda-se a usar demasiadas lições da Guerra Colonial quando se devia so usar tudo o que realmente é bom que aprendemos mais tudo o que se pode aprender das Guerras que aconteceram a seguir mas que nos não tivemos presentes.
Título:
Enviado por: zocuni em Maio 11, 2008, 11:54:59 pm
Citação de: "bryanferreira"

Talvez so no Kosovo e Bosnia onde tinhamos realmente ja um numero consideravel de Homens mas fomos ja na fase de rescaldo

Tem noção do disparate que está afirmando,mas qual fase de rescaldo,é cada uma.

Citar
E é ridicula. Nos anos 60 fez o serviço mas podia se ter escolhido melhor. Eficiente tambem é uma faca. Mas não serve.
E não conheço nenhum pais que a remodela-se. A noruega adaptou-lhe umas peças só e ja estao a comprar armas novas. A turquia usa-a tal como é. PAquistão idem.
E porque havemos ter uma coisa que serve quando podemos ter o melhor.

A G-3 é ridicula!Que opções seriam melhores,não sei se sabe mas Portugal por causa da Guerra Colonial,teve muita dificuldade em conseguir material bélico nesse período.Tudo bem que a G-3,teve a sua fase mas a considero muito boa,além do mais nossas tropas de elite usam outras espingardas,e está em processo sua substituição por calibre de 5,56mm,o que não considero vantajoso,mas enfim.

Citar
Mas eu nem nunca falei nisso. Falo no Agora. A guerra colonial foi ha 40 anos e do que se aprendeu la pouco se aplica agora. O mal ate talvez seja um pouco esse.


Mais uma inverdade sua.Olhe que não.Se existe alguma tropa no mundo que sabe lutar contra guerrilha e pode-se orgullhar disso foram as tropas portuguesas na Guerra Colonial,aliás deviam dar uma lições ás tropas americanas em antes de se meterem no Iraque,onde estão comentendo um monte de asneiras.
Já agora onde cumpriu serviço militar,se é que cumpriu em algum lugar.

Abraços,
Título:
Enviado por: tyr em Maio 12, 2008, 12:05:02 am
Portugal Esteve na Bosnia desde o inicio da IFOR, não foi para lá depois de ja estar tudo bom e arranjado e o mesmo para o Kosovo, e actualmente a FRR da KFOR é portuguesa (para quem não sabe, são os primeiros a avançar se houver molho), tambem avançamos para a Guiné (apesar de só evacuarmos estrangeiros e servirmos de ponte de dialogo), avançamos para Timor, ja tivemos varios contingentes no Congo, claro que o tamanho da nossa força é reduzida, o nosso exercito não tem 1000000 de homens.
Para cada batalhão em operações, têm que existir no minimo (e é o minimo dos minimos) mais 2 batalhoes (um em aprontamento e um que regressou e em simultaneo é a rezerva para outra eventualidade) e portugal não anda a nadar em batalhões de infantaria.
No afeganistão as nosas tropas são a força de reserva, ou seja são as forças que existem para socorrer contigentes que estejam em apuros (e são das poucas forças sem restrições de empenho).
A Turquia é um optimo exemplo, um pais com uma industria militar, mas que como tem um conflito (contra o PKK) prefere ter espingardas que façam o trabalho em vez de agradar aos americanos (e equipar o exercito com 5.56).
Relativamente a guerra colonial, muita da nossa doutrina de então esta a ser aplicada agora no Afeganistão e no Iraque.
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Maio 12, 2008, 12:31:11 am
Citar
Caro,Sr.Cabecinhas por favor leia ou releia a história,talvez mude de opiniões.
Quanto ao Sr.BryanFerreira,não levo nem muito a sério só está postando asneiras,por onde andou nos últimos 15 anos,será que veio do além?Está parecendo um ET.Ridiculo.


Existe tópicos que explicam melhor isso, use a função pesquisa.
Título:
Enviado por: HSMW em Maio 23, 2008, 09:14:03 pm
O estado das FA Afegãs

http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI (http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI)
Título:
Enviado por: major-alvega em Maio 23, 2008, 09:19:09 pm
Citação de: "HSMW"
O estado das FA Afegãs

http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI (http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI)


qual  a sua opinião sobre as forças armadas afegas???
Título:
Enviado por: HSMW em Maio 23, 2008, 09:56:18 pm
Citação de: "major-alvega"
Citação de: "HSMW"
O estado das FA Afegãs

http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI (http://br.youtube.com/watch?v=OfReQnAWYRI)

qual  a sua opinião sobre as forças armadas afegas???


Estão a evoluir mas ainda têm muito trabalho pela frente.
Título:
Enviado por: HSMW em Maio 30, 2008, 09:10:53 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FDSC01181.jpg&hash=ef821887b5b8da26ad64c41fc0c35c31)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 31, 2008, 11:04:58 am
Não é a TACP da FAP que anda com as Panhard no Afeganistão?
Título:
Enviado por: pmdavila em Maio 31, 2008, 12:17:01 pm
Citar
Forças armadas
Militares no Afeganistão sem viaturas
Os militares portugueses no Afeganistão estão retidos no quartel porque não têm viaturas.
Luísa Meireles
18:00 | Sexta-feira, 30 de Mai de 2008
 
 
 
A equipa de militares portugueses que partiu para o Afeganistão no dia 9 de Maio não sai do quartel, na região de Cabul, porque não tem viaturas. Os 12 militares integram uma OMLT, uma equipa de formação e treino do Exército afegão.

O Estado português adquiriu expressamente a uma empresa americana quatro viaturas blindadas marca "Chevrolet", que se encontram ainda no Bahrein. Mas só depois de uma inspecção, que deverá ser levada a cabo na próxima semana, as viaturas poderão ser enviadas para o Afeganistão.

Estas equipas são o novo contributo português para as forças da NATO no Afeganistão (ISAF), substituindo os destacamentos de forças especiais que, desde 2004, têm consistido a contribuição de Portugal. Está previsto que, em Agosto, se junte um avião C-130 e, possivelmente, uma segunda OMLT em Setembro.
 


Fonte (http://http)

Alguém sabe que blindados são estes?
Título:
Enviado por: Duarte em Maio 31, 2008, 02:20:38 pm
Citação de: "pmdavila"
Alguém sabe que blindados são estes?


provavelmente serão estas..



http://www.chevy.net/armored-suburban.asp
Título:
Enviado por: HSMW em Maio 31, 2008, 02:40:57 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não é a TACP da FAP que anda com as Panhard no Afeganistão?

Isso não sei, mas na primeira missão eram os militares de cavalaria que as conduziam.
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 02, 2008, 05:30:53 pm
Citação de: "HSMW"
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Não é a TACP da FAP que anda com as Panhard no Afeganistão?
Isso não sei, mas na primeira missão eram os militares de cavalaria que as conduziam.

Realmente eles também as usam. Mas esta estava com os Comandos.
a TACP tinha mesmo muito que fazer por lá. Os Comandos eram quem normalmente os escoltavam.
Título:
Enviado por: pmdavila em Junho 09, 2008, 11:56:10 am
Citar
Dois militares portugueses feridos em ataque próximo de Cabul
09 de Junho de 2008, 11:29

Lisboa, 9 Jun (Lusa) - Dois feridos ligeiros e uma viatura danificada foi o balanço do ataque de rebeldes afegãos contra uma coluna militar portuguesa que regressava domingo a Cabul, informou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) .

A coluna militar portuguesa foi atacada domingo à noite na província de Wardak, 80 quilómetros da capital, por rebeldes afegãos, tendo resultado dois feridos ligeiros quando esta fazia o trajecto de regresso à capital do Afeganistão, após um mês e meio de missão em Wardak, não tendo sido necessário prestar assistência médica imediata aos feridos no local.

O Estado-Maior General das Forças Armadas informa que "os dois feridos ligeiros prosseguiram a sua missão com normalidade, tendo a coluna da Força Nacional Destacada chegado a Cabul, ao aquartelamento nacional, sem mais incidentes, durante a madrugada de hoje".

A coluna militar, que partiu de Kandahar no dia 8 de Junho, era constituída por 92 militares e 22 viaturas e terminou o seu empenhamento a Sul do Afeganistão, após um mês e meio em missão na área de operações de Kandahar.

A 1ª Companhia de Comandos efectuou uma missão operacional na província de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.

O contingente português, que assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO, foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.

Nesta região coube à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a retirar espaço de manobra à insurreição.

«Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão», afirmou, na ocasião, o porta-voz da ISAF, general Crlos Branco.

A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total).

O contingente nacional de comandos regressa a Portugal em Agosto.

SRS.

Lusa/fim



Fonte (http://http)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Junho 09, 2008, 12:07:12 pm
boas

No youtube encontram-se videos, de vários destacamentos (americanos, britânicos etc) em combate, ninguem consegue arranjar um video das nossas tropas em combate???

Ja agora, ainda bem que ninguem morreu!! Só é pena não terem feito trofeus.
Título:
Enviado por: pmdavila em Junho 09, 2008, 01:29:21 pm
Notícia na RTP

 :arrow:  http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?he ... 67&tema=27 (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=349967&tema=27)
Título:
Enviado por: major-alvega em Junho 09, 2008, 08:58:43 pm
parece que deste ataque efectuado por rebeldes, resultaram dois soldados com ferimentos ligeiros, um na perna e no outro soldado foi no braço, e tambem foi danificada uma viatura. os rebeldes tinham armas ligeiras e lança granadas.

 felizmente não houve mortos nos soldados portugueses.



cumprimentos e boa sorte aos militares portugueses no afeganistão!!!



reparei agora que esta informação já tinha sido dada.

ps: qual a viatura que ficou danificada, será que foi um carro de combate blindado, ou???
Título:
Enviado por: pmdavila em Junho 09, 2008, 09:31:55 pm
Blindado, era de certeza. Ou o HMMWV, ou o Panhard... Até agora, acho que os "danos" só têm acontecido em HMMWV, ou estou enganado?
Título:
Enviado por: raphael em Junho 09, 2008, 10:41:02 pm
Em relação ao primeiro incidente a viatura em questão era um URO-VAMTAC, a versão espanhola do Hummvee.
Título:
Enviado por: pmdavila em Junho 10, 2008, 09:34:43 am
Fui enganado pelas linhas do veículo  :oops:
Título:
Enviado por: ruben lopes em Junho 10, 2008, 12:04:12 pm
10 Junho 2008 - 00h30

Afeganistão: Coluna militar portuguesa atacada perto de Cabul
Ataque fere militares
Militares portugueses viveram neste domingo momentos de alta tensão quando faziam a viagem de regresso de Kandahar em direcção à capital afegã, Cabul. Um tiroteio protagonizado por um grupo de rebeldes afegãos causou um grande susto: foram disparadas balas e granadas de RPG-7 contra a coluna da 1ª Companhia de Comandos, mas os projécteis falharam o alvo e apenas danificaram parcialmente uma das 22 viaturas e provocaram ferimentos ligeiros em dois dos 92 militares.




"Os militares nem precisaram de assistência médica. Um deles ficou com pequenas escoriações num braço e o outro na perna devido aos estilhaços", conta o comandante Carmona, do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Foi um golpe de sorte. "A viatura foi atacada por um RPG-7 no que se presume ter sido uma emboscada, mas, por sorte, não explodiu. Minutos depois do ataque, a coluna seguiu viagem para Cabul", explica ao CM o brigadeiro Carlos Branco, porta-voz da Força Internacional de Assistência à segurança, que incluiu o contingente português .

O ataque ocorreu pelas 00h15 locais (20h45 em Lisboa) de domingo, na província de Wardak, a 80 quilómetros da capital afegã, após um mês e meio de missão no Sul do País. Apesar do ataque, o contingente chegou a Cabul na madrugada de ontem, são e salvo. Os militares da 1ª Companhia vão continuar a missão ao serviço da NATO até Julho.

MISSÃO JÁ FEZ DUAS MORTES

Desde 2005 a presença militar no Afeganistão contabilizou duas baixas. No dia 18 de Novembro de 2005, o 1º sargento João Paulo Roma Pereira morreu vítima de um atentado. O veículo blindado em que seguia foi atacado com um engenho explosivo accionado à distância, quando fazia patrulha perto de Cabul. O soldado Sérgio Pedrosa morreu em Novembro de 2007 num acidente rodoviário, também em Cabul. Em Maio e Junho desse ano várias granadas de RPG-7 foram lançadas contra os portugueses. Umas atingiram as viaturas blindadas sem rebentarem, outras passaram ao lado.

SAIBA MAIS

FORÇA INTERNACIONAL

O contingente português assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança da NATO (ISAF).

QUE É UM RPG-7?

O lança-granadas de foguete tem um calibre de 40 mm, um alcance eficaz a 200 metros mas cobre uma área de 500 metros no máximo. O RPG-7 pesa mais de seis quilos e tem origem soviética, do início da década de sessenta.

REFORÇO DA NATO

Na região de Maywand, a 1.ª Companhia apoiou e reforçou a expansão das posições da NATO e do Exército afegão.

 

Ângela Lopes



Parece que os veículos são protegidos por um espécie de força sobrenatural que fazem os RPG-7 pararem. :o
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 11, 2008, 04:59:57 pm
Já o pus nouto tópico mas fica aqui também
http://br.youtube.com/watch?v=Oe-eP6NWMS0 (http://br.youtube.com/watch?v=Oe-eP6NWMS0)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 11, 2008, 05:16:15 pm
O video está porreiro.
Título:
Enviado por: NBSVieiraPT em Junho 11, 2008, 10:53:26 pm
Ainda bem que não houve danos de maior aos nossos soldados portugueses!
Para já não é nada preocupante, ossos do ofício, esperemos que seja o último incidente.
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 12, 2008, 06:20:16 pm
Para os que ainda não viram
http://br.youtube.com/watch?v=zTjfuYeuaWM (http://br.youtube.com/watch?v=zTjfuYeuaWM)
a parte boa
Título:
Enviado por: nelson38899 em Junho 13, 2008, 08:52:56 am
Citar
Afeganistão. Tropas regressam em Agosto

Contingente português esteve debaixo de fogo durante 15 minutos

Os dois militares portugueses feridos domingo à noite quando a coluna em que seguiam em direcção a Cabul foi atacada por rebeldes afegãos "estão bem e a fazer uma vida normal, recuperando dos ferimentos no aquartelamento" de Camp Warehouse, disse ao DN o porta-voz do Estado- -Maior das Forças Armadas (EMFA), general Pedro Carmona.

De acordo com aquele responsável, a data de regresso dos feridos (um cabo e um sargento) a Portugal não sofreu alteração, devendo ambos voltar ao País juntamente com os restantes elementos do contingente nacional actualmente destacado no Afeganistão: início de Agosto. "Nessa altura, a 1.ª Companhia de Comandos será substituída por um C130 e respectiva tripulação", afirmou o general.

A coluna onde seguiam os militares foi atacada por rebeldes talibãs às 22.05 locais (19.05 de Lisboa), na província de Wardak, a cerca de 80 quilómetros da capital, após um mês e meio de missão em Kandahar, epicentro da insurreição talibã no Sul do país.

No entanto, nem o cabo Lenate Inácio, algarvio de 27 anos, nem o sargento Custódio António, de 31 e a viver em Grândola, precisaram de receber assistência médica no local. O primeiro foi ferido numa perna por uma munição que fez ricochete, e o segundo num braço.

"Não houve necessidade de evacuação, nem se colocou sequer a hipótese de regresso a Portugal", disse o porta-voz do EMFA, adiantando tratar-se de ferimentos ligeiros. "Estão bem, assim como todos os outros elementos do contingente", frisou, acrescentando que ambos continuaram a responder ao fogo inimigo, mesmo depois de terem sido feridos.

A coluna portuguesa, constituída por 92 militares e 22 viaturas, tinha saído de Kandahar domingo de manhã, numa viagem de cerca de 600 quilómetros, que demorou 24 horas por uma das estradas mais temidas por serem frequentes os ataques terroristas. Estava já quase no fim da viagem quando foi atacada num vale em noite de lua nova, "onde a visibilidade era praticamente nula", explicou o general Pedro Carmona.

A troca de tiros durou cerca de 15 minutos, "não tendo sido possível ver quem disparava contra os militares", disse o porta-voz do EMFA. A ajuda chegou por um caça, entretanto chamado por um oficial da Força Aérea que integrava a coluna. Efectuou uma passagem rasa, iluminando o local de onde surgia o fogo - uma linha de água na montanha -, mas não lançou armamento por não ter identificado o alvo. Mas, quando a coluna iniciou a marcha, voltou a ser atacada, desta vez com menos intensidade e sem consequências.

O contingente português, que desde Março assumiu as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança da NATO, foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do Sul do país.

Ontem, o deputado do PSD Mota Amaral interpelou o primeiro-ministro sobre o sucedido, querendo saber se os militares estavam bem equipados. Sócrates respondeu que "o equipamento é aquilo que os chefes das Forças Armadas recomendaram".

http://www.dn.pt
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Junho 13, 2008, 02:28:55 pm
Citação de: "nelson38899"
Ontem, o deputado do PSD Mota Amaral interpelou o primeiro-ministro sobre o sucedido, querendo saber se os militares estavam bem equipados. Sócrates respondeu que "o equipamento é aquilo que os chefes das Forças Armadas recomendaram".


 :lol:
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 13, 2008, 08:20:29 pm
Mais duas
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FPICT2222.jpg&hash=de38222957be0de36f3f032d36478b7d)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2Fnnn28.jpg&hash=fe4de577a3a067ea3a43634bf9c64d5f)
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 13, 2008, 08:37:58 pm
e em dia de chuva
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FDSC02202.jpg&hash=1d184b0a051d0e6ebac4e2c9738668a8)

reparem no intruso na coluna militar
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 13, 2008, 10:30:27 pm
^^
Não é lá grande ideia. Com a mania de sermos menos FDP que os outros ainda nos tramamos...
Título:
Enviado por: typhonman em Junho 13, 2008, 10:37:45 pm
O contigente Canadiano ja levou com ataques suicidas assim, de bicicleta e ha fizeram mortos....
Título:
Enviado por: major-alvega em Junho 14, 2008, 10:50:45 am
mas se formos a ver o exército português no afeganistão até é dos mais "acarinhados" pela população, agora o dos EUA é só levarem pedras e afins.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Junho 14, 2008, 11:06:58 am
Citação de: "major-alvega"
mas se formos a ver o exército português no afeganistão até é dos mais "acarinhados" pela população, agora o dos EUA é só levarem pedras e afins.


Também os Italianos o eram no Iraque e sofreram um atentado brutal 24 horas antes dos nossos guardas irem para lá.

É tudo muito bonito, mas há coisas que não se pode permitir.
Título:
Enviado por: tyr em Junho 14, 2008, 12:02:37 pm
Quando se quer ganhar uma guerra subversiva, tem que se tomar certos riscos, para não hostilizar a população, no afeganistão enquanto os americanos são apedrejados por putos, os nossos podem andar a vontade, pois os putos até querem brincar com as nossas gentes.
O ciclista no meio da nossa coluna é uma forma de vermos a nossa postura (e uma das razões pela qual não somos alvos preferenciais), nós misturamo-nos, os americas para fazer o mesmo, fechavam tudo, cobertura aerea, e qualquer homem que se aproximasse demasiado hablitava se a levar chumbo.

O zé Tuga é o soldado ideal par uma guerra contrasubversiva, pois é muito dificil odiar e atacar alguem que nos trata quase como iguais.
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 14, 2008, 12:05:49 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "major-alvega"
mas se formos a ver o exército português no afeganistão até é dos mais "acarinhados" pela população, agora o dos EUA é só levarem pedras e afins.

Também os Italianos o eram no Iraque e sofreram um atentado brutal 24 horas antes dos nossos guardas irem para lá.

É tudo muito bonito, mas há coisas que não se pode permitir.


Não podemos generalizar. Nem toda a gente nos quer atacar, a maior parte dos Afegãos é favorável à presença dos militares da ISAF, apenas alguns grupos se opõem e a estes também os cidadãos Afegãos estão contra.
Tudo depende das ROE (Rules Of Engagement), qual o nível de ameaça esperado e o que fazer.
De certeza que este ciclista foi imediatamente obrigado a sair da coluna.
Podia abatê-lo ali, mas na semana seguinte teria de certeza um ataque contra as minhas forças.
Título:
Enviado por: major-alvega em Junho 14, 2008, 12:18:19 pm
mas essa foto não demonstra nada, a não ser quele momento, não sabemos o que aconteceu a seguir, mas de certeza que o homem não iria ficar entre aquela coluna militar mais tempo.
Título:
Enviado por: Jorge Pereira em Junho 15, 2008, 12:15:38 am
Citação de: "tyr"
Quando se quer ganhar uma guerra subversiva, tem que se tomar certos riscos, para não hostilizar a população, no afeganistão enquanto os americanos são apedrejados por putos, os nossos podem andar a vontade, pois os putos até querem brincar com as nossas gentes.
O ciclista no meio da nossa coluna é uma forma de vermos a nossa postura (e uma das razões pela qual não somos alvos preferenciais), nós misturamo-nos, os americas para fazer o mesmo, fechavam tudo, cobertura aerea, e qualquer homem que se aproximasse demasiado hablitava se a levar chumbo.

O zé Tuga é o soldado ideal par uma guerra contrasubversiva, pois é muito dificil odiar e atacar alguem que nos trata quase como iguais.

Excelente intervenção tyr. São os próprios americanos a reconhecer esse facto.

Citação de: "tyr"

O zé Tuga é o soldado ideal par uma guerra contrasubversiva, pois é muito dificil odiar e atacar alguem que nos trata quase como iguais.



Esta frase é para guardar e ficar para a posteridade. :wink:
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 15, 2008, 12:24:03 am
Aqui dá para ver isso
http://br.youtube.com/watch?v=zTjfuYeuaWM (http://br.youtube.com/watch?v=zTjfuYeuaWM)
Título:
Enviado por: migbar2 em Junho 15, 2008, 12:34:24 am
Citação de: "tyr"
Quando se quer ganhar uma guerra subversiva, tem que se tomar certos riscos, para não hostilizar a população, no afeganistão enquanto os americanos são apedrejados por putos, os nossos podem andar a vontade, pois os putos até querem brincar com as nossas gentes.
O ciclista no meio da nossa coluna é uma forma de vermos a nossa postura (e uma das razões pela qual não somos alvos preferenciais), nós misturamo-nos, os americas para fazer o mesmo, fechavam tudo, cobertura aerea, e qualquer homem que se aproximasse demasiado hablitava se a levar chumbo.

O zé Tuga é o soldado ideal par uma guerra contrasubversiva, pois é muito dificil odiar e atacar alguem que nos trata quase como iguais.









Já nas diversas missões que tivemos por terras de ex Jugoslávia foi notória a simpatia ou tolerancia (dependendo das zonas e dos tempos !!!!) que as populações demonstravam por nós. Aliás missões houve e secalhar ainda há, em que jornalistas testemunharam os putos a correr para os nossos "páras" mal viam a bandeira portuguesa nos carros ou nas fardas, sabem porquê ? Porque a nossa malta era capaz de dar as bolachas ou chocolate que tivessem nos bolsos aos putos, depois a merenda via-se!!. Isto sim, isto são soldados com capacidade de manter ou impôr a paz. Agora, tropas ocidentais a impôr a paz na minha terra só com agressividade e desconfiança ?? Olhem que comigo não tinham sorte nenhuma e sou da mesma cultura política e religiosa, agora imaginem quem não o é !!!!!
Título:
Enviado por: Johnny em Junho 15, 2008, 05:35:55 pm
Hoje ao vaguear pelo site do exército deparei-me com isto


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg158.imageshack.us%2Fimg158%2F9664%2F47045974ol0.th.png&hash=317a431780ce78b2e67a7ec13d831106) (http://http)

Confirma-se então a criação duma 3º Companhia de Comandos. Alguém sabe se já se encontra operacional ou se não qual a data prevista para a sua activação????
Título:
Enviado por: LM em Junho 15, 2008, 09:37:22 pm
Eu bem receava!  :?  :x
Título:
Enviado por: Johnny em Junho 15, 2008, 10:19:00 pm
:? Bem a confirmar-se a noticia creio que é bastante positiva, não percebo porque é que o LM está desconfiado
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 15, 2008, 10:22:06 pm
Citação de: "LM"
Eua bem receava!  :?  :x


Pois é verdade o que diz, mas acho que tem que existir um Comando para coordenar as Companhias operacionais, para decidir quem é que vai para onde, etc.

Mas olhe que no tempo do Regimento de Comandos também havia 2 Batalhões de Comandos e Companhias Pesadas, mas eu também preferia que mantivessem a unidade operacional ao nivel de companhia.
Título:
Enviado por: LM em Junho 15, 2008, 11:01:33 pm
Citação de: "Lightning"

Pois é verdade o que diz, mas acho que tem que existir um Comando para coordenar as Companhias operacionais, para decidir quem é que vai para onde, etc.

Mas olhe que no tempo do Regimento de Comandos também havia 2 Batalhões de Comandos e Companhias Pesadas, mas eu também preferia que mantivessem a unidade operacional ao nivel de companhia.


Sim, mas este tipo de coordenação pode ser feito pelo comando do Centro Tropas Comando - que deveria ter apenas a obrigação de "fornecer" 1 a 2 companhias  independentes das 3 existentes de Comandos à BRR e seria esta unidade a coordenar a actuação das forças - a grande questão aqui é se vemos os Comandos como força escalão companhia, o nosso equivalente aos Rangers US ou Special Forces Support Group do RU, com forte colaboração com as nossas FrOpEsp ou se vamos ter outro batalhão com as mesmas caracteristicas de um dos nossos BatPARA... neste caso acho que todos saem a perder, a começar pelos Comandos que não assumem um "nicho" muito válido e necessário.
Título:
Enviado por: tyr em Junho 16, 2008, 12:04:54 am
Lm estas a ter um raciocinio errado, pois defendes que uma companhia é porque é boa, mas um batalhão é porque não presta????

um batalhão de comandos consegue destacar 3 companhias ( a nivel operacional os comandos trabalham praticamente sempre a nivel companhia ou grupo) coordenadas, inclusivamente maximizar as rotações de pessoal.
Título:
Enviado por: migbar2 em Junho 16, 2008, 12:09:54 am
Citação de: "LM"
Citação de: "Lightning"

Pois é verdade o que diz, mas acho que tem que existir um Comando para coordenar as Companhias operacionais, para decidir quem é que vai para onde, etc.

Mas olhe que no tempo do Regimento de Comandos também havia 2 Batalhões de Comandos e Companhias Pesadas, mas eu também preferia que mantivessem a unidade operacional ao nivel de companhia.

Sim, mas este tipo de coordenação pode ser feito pelo comando do Centro Tropas Comando - que deveria ter apenas a obrigação de "fornecer" 1 a 2 companhias  independentes das 3 existentes de Comandos à BRR e seria esta unidade a coordenar a actuação das forças - a grande questão aqui é se vemos os Comandos como força escalão companhia, o nosso equivalente aos Rangers US ou Special Forces Support Group do RU, com forte colaboração com as nossas FrOpEsp ou se vamos ter outro batalhão com as mesmas caracteristicas de um dos nossos BatPARA... neste caso acho que todos saem a perder, a começar pelos Comandos que não assumem um "nicho" muito válido e necessário.





Nem os comados querem isso de certeza. Eles querem para eles próprios um papel que não de simples tropa de choque. Com o orçamento das nossa forças armadas é cada vez mais premente acabarmos com as redundancias, ora se não se conseguir distinguir a filosofia operacional dos comandos em relação aos páras adivinhem quem é que volta a desaparecer, quem é ?
 Isso concerteza não acontecerá.
Título:
Enviado por: tyr em Junho 16, 2008, 12:17:47 am
Comparar os comandos com os atuais paras é no minimo ridiculo.
os paras são infantaria ligeira com capacidade de saltar de paraquedas.
Os comandos são uma tropa de choque, com um nivel de seleção e instrução incomparavel (taxa de desistencia na ordem dos 60 a 70 %).

Actualmente os comandos mantêm se uma tropa de elite, os paras têm o espirito, mas a nivel de elite só mesmo os precs (acho que actualmente esta se a fazer um esforço para aumentar o nivel de qualidade dos homens, pode ser que dentro de uns anitos voltem a ser o que ja foram).

e a missão dos comandos é bem diferente das dos paras, não é possivel confundir, a não ser que não se conheça.
Título:
Enviado por: sturzas em Junho 16, 2008, 02:11:19 am
Viva a todos:

Penso que compreendo o "receio" do forista LM. Dado que as Forças de Comandos são tidas como Forças Especiais, geralmente a sua actuação, deveria de ser tipo a da Guerra Colonial, Pelotão e/ou Grupos de Combate.

A existência de um Comando de Batalhão é imperativo, para a centralização de informação e tomada de opções, para o emprego táctico das sub-unidades, sejam elas de escalão companhia, pelotão, grupo ou equipa. Reparem que no organigrama, não há referência para a existência de sub-unidades de apoio de fogos específicos (anticarro, morteiros, etc, tal como se passa nos Batalhões Páraquedistas, com CCA (Companhia de Comando e Apoio), que engloba as áreas de apoio de serviços e combate, e de apoio de fogos.

Os comandos têm uma missão ligeiramente diferente dos "páras" e "rangers", estando na minha opinião, colocada como elo de ligação/complemento entre estas duas forças, assumindo um papel de tropa de "choque". A existência da 3ª Companhia de Cmds, deverá é significar, que não será reactivado o 3º BIPára.

Chamo especial atenção para a diferença entre Regimento e Batalhão; por exemplo, o Regimento de Infantaria 13, tem para além do Comando de Regimento, uma CCS e um Batalhão de Infantaria (1º Bat. Infª/BInt.); este último é divido em Comando e Estado-Maior de Batalhão, 1 CCS, 2 CAt e 1 Companhia de Apoio de Combate; enquanto que a 1ª CCS, geralmente tem a ver directamente com as Instalações do Regimento (serviço de messes, manutenção de instalações, Guarnição e Segurança, depósitos, manutenção geral, etc, a CCS pertencente ao Batalhão, tem mais a ver, com as transmissões, a manutenção, o transporte e reabastecimento, etc, das restantes sub-unidades do Batalhão.

Cumprimentos
Título:
Enviado por: LM em Junho 16, 2008, 10:40:00 am
Citação de: "sturzas"
Penso que compreendo o "receio" do forista LM. Dado que as Forças de Comandos são tidas como Forças Especiais, geralmente a sua actuação, deveria de ser tipo a da Guerra Colonial, Pelotão e/ou Grupos de Combate.

A existência de um Comando de Batalhão é imperativo, para a centralização de informação e tomada de opções, para o emprego táctico das sub-unidades, sejam elas de escalão companhia, pelotão, grupo ou equipa. Reparem que no organigrama, não há referência para a existência de sub-unidades de apoio de fogos específicos (anticarro, morteiros, etc, tal como se passa nos Batalhões Páraquedistas, com CCA (Companhia de Comando e Apoio), que engloba as áreas de apoio de serviços e combate, e de apoio de fogos.

Os comandos têm uma missão ligeiramente diferente dos "páras" e "rangers", estando na minha opinião, colocada como elo de ligação/complemento entre estas duas forças, assumindo um papel de tropa de "choque".


Entendeu muito bem o meu receio - claro que como civil por vezes faço erros de análise de "palmatória" e confundo a arvore com a floresta... mas, repito, o meu "receio" é que estas pequenas alterações abram a porta à criação de um batalhão que se assuma como a unidade táctica de manobra principal, com (não já mas mais tarde) uma companhia de apoio... e para mim os paras são uma infantaria ligeira de elite e se não são neste momento deviam ser e é deles esse "segmento" de actuação.

Podendo estar a ser demasiado radical, não me causava problema o estudo da existencia de "Centro Tropas Op Especiais e Comando", com dois cursos e 2 unidades separadas... algo como o exercito Brasileiro tem.

O meu obrigado pelas explicações dadas. :wink:
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 16, 2008, 11:20:54 am
Citação de: "LM"
Sim, mas este tipo de coordenação pode ser feito pelo comando do Centro Tropas Comando - que deveria ter apenas a obrigação de "fornecer" 1 a 2 companhias  independentes das 3 existentes de Comandos à BRR e seria esta unidade a coordenar a actuação das forças - a grande questão aqui é se vemos os Comandos como força escalão companhia, o nosso equivalente aos Rangers US ou Special Forces Support Group do RU, com forte colaboração com as nossas FrOpEsp ou se vamos ter outro batalhão com as mesmas caracteristicas de um dos nossos BatPARA... neste caso acho que todos saem a perder, a começar pelos Comandos que não assumem um "nicho" muito válido e necessário.


É só um pormenor, mas o 75º Regimento de Rangers do Exército dos Estados Unidos já enviou unidades de escalão Batalhão, o Regimento é composto por 3 Batalhões operacionais, mas não sei se possui apoio de fogos.

Operações dos Rangers a nivel Batalhão:
- 2ª Guerra Mundial
- Granada
- Panamá
- Afeganistão

PS: Durante a guerra da Coreia e do Vietname operavam a nivel Companhia.

Mas a maior parte das unidades similares aos Comandos que conheço operam a nivel Companhia.
> SFSG no RU
> CSOR no Canadá
> 4º Batalhão de Comandos na Austrália

Mas agora que penso nisso a Legião Estrangeira e a Legião Espanhola podem operar a nivel Batalhão :wink: .
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 16, 2008, 11:40:42 am
Citar
Afeganistão Como os soldados portugueses viveram no sul

16.06.2008,

Durante 42 dias, cerca de 140 militares portugueses viveram numa pequena base, no sul do Afeganistão, em zona considerada hostil. No regresso a Cabul, o soldado Duarte, o cabo-adjunto Lamela, o tenente Varandas e a socorrista Santos contaram ao P2 como foi. Por Alexandra Lucas Coelho, em Cabul




No fim do almoço, os soldados Duarte e Lamela vão falar à desgarrada das papoilas que cercavam os portugueses por todos os lados menos um, no sul do Afeganistão.
Mas agora ainda não é meio-dia. Cabul escalda, numa convulsão de carros aos solavancos nas ruas esburacadas até ficarem engarrafados na próxima esquina. De cada vez que os carros param, mulheres e crianças vêm pedir dinheiro ou vender coisas. Muitas destas mulheres estão cobertas por burqas já gastas e algumas andam descalças. O ar é poeirento e poluído e há polícias sinaleiros com máscaras cirúrgicas. As bancas de rua estão carregadas de mangas maduras, pequenas bananas a ficarem pretas, tomates, batatas, melancias. Um rapaz atravessa a rua com uma pilha de grandes pães espalmados. O pão, aqui, é mesa, prato e talher. Além de ser comido, come-se em cima dele e com ele. É tão comprido que se dobra e leva debaixo do braço. Passa pelas mãos de toda a gente e sacode-se como um pano.
Andando para leste, blocos de betão, muros, barricadas, rolos de arame farpado, patrulhas, armas pesadas. Nesta zona situam-se duas instalações da ISAF, a força internacional liderada pela NATO no Afeganistão. Mas a base principal, Camp Warehouse, ainda está a 15 minutos do centro de Cabul. É lá que se encontram os soldados portugueses - quase todos Comandos e alguns membros da Força Aérea -, recém-regressados da província de Kandahar, última missão no terreno deste destacamento, antes do regresso a Portugal, entre Julho e Agosto.
Chega-se a Camp Warehouse por uma longa estrada repleta de camiões, armazéns e contentores.
A base fica do lado direito. Uma fortaleza cercada por betão e muros, a perder de vista até ao recorte das montanhas que cercam Cabul. O táxi tem que ficar muito antes da guarita dos soldados. Depois, o visitante vai a pé por uma passagem entre blocos de betão até encontrar os vigias, neste momento franceses.
Frederico Varandas, médico da missão portuguesa, é o elemento de coordenação do outro lado. A comunicação demora uns minutos. Abertas as grades de ferro, passa-se por uma revista sumária e a seguir por uma revista detalhada. Os telemóveis ficam à porta. E a partir daqui o tenente Varandas conduz o caminho pelo terreiro ao sol, até ao pedaço de Camp Warehouse onde todas as coisas são portuguesas: bandeiras, carros, fardas, música, clubes de futebol e um totem de placas de sinalização, de Oliveira de Frades a Elvas.
Como é 10 de Junho, vai haver uma breve cerimónia antes de almoço. O comandante da força portuguesa, tenente-coronel Carlos Bartolomeu, recebe o P2 com um café que é quase uma bica, raridade em Cabul. "Não vamos celebrar o 10 de Junho com toda a pompa porque não sabíamos se estaríamos cá. Era impossível comprometermo-nos com uma festa. Podíamos ter imprevistos durante o movimento."
O "movimento" foi a vinda de Kandahar para Cabul, 600 quilómetros numa estrada infiltrada por taliban e gangues. Os afegãos comuns deixaram de a percorrer. Todas as organizações humanitárias voam por cima dela. Mas os militares têm que deslocar colunas de viaturas. Assim, finda a missão no sul, os portugueses partiram numa coluna de 22 viaturas e 92 homens. A 80 quilómetros de Cabul, noite escura, foram emboscados num vale, estiveram 15 minutos sob fogo intenso, e dois militares ficaram ligeiramente feridos (ver edição de 11 de Junho).
Tudo isto está muito fresco, aqui, agora. Aconteceu há duas noites. Foi o momento mais tenso de toda a estadia no Afeganistão, hão-de dizer, um a um, os soldados durante o almoço.
O comandante Bartolomeu vai preparar-se para a cerimónia e o tenente Varandas fica a fazer as honras da base. Lisboeta da Praça de Londres, 28 anos, médico no Hospital de Santa Marta e da equipa do Vitória de Setúbal, este sorridente surfista de olhos verdes nunca se tinha visto num cenário de guerra, ainda por cima cercado de terra. "O que me custa mais é não haver mar."
E começa a descrever o cenário em que a missão portuguesa esteve, no último mês e meio. Um pequeno grupo ficou na base aérea de Kandahar, mas o grosso da força, 140 militares, foi acabar de construir e inaugurar uma FOB (Forward Operating Base), uma pequena base bastante isolada, a 120 quilómetros da cidade, na província de Maywan.
"Estávamos junto a uma povoação e o resto eram campos. Não tínhamos ar condicionado, dormíamos em tendas, com 40 e tal graus à sombra - nem sei quantos estariam ao sol! Durante o dia não se podia entrar na tenda. Foram 42 dias a rações de combate e para tomar banho tínhamos um poço de onde tirávamos água."
Estas condições são comuns nas pequenas bases avançadas, mas por pouco tempo. "Os outros contingentes que ocupam as FOB ficam no máximo uns 10, 15 dias. Nós, como somos poucos, não tivemos possibilidade de fazer rotação."
Havia uma rotina clara. Todos os dias a força dividia-se em três. "Um grupo fazia a segurança nas torres e no portão, porque estávamos numa zona de ameaça séria. Outro grupo fazia patrulhas pela povoação, comunicando com os civis, explicando que a nossa missão era para a segurança deles, e nestas patrulhas ia sempre um tradutor e um enfermeiro ou eu. O terceiro grupo ficava de QRF [Quick Reaction Force, Força de Reacção Rápida], para sair em socorro, se algo acontecesse."
99 por cento de papoila
Cumprida a cerimónia, com parada e discursos ao sol, o almoço é volante, na frescura de uma grande sala. Mais de 150 homens a segurar pratos de plástico, entre mesas cheias de camarões e salgados, refrigerantes e águas, e de vez em quando um sorriso de mulher no bruá masculino e eufórico. Já lá vamos.
O tenente Varandas apresenta o soldado Daniel Duarte, 23 anos, que vai na sua segunda missão afegã. Leia-se o que se segue com sotaque de Penafiel: "Foram 42 dias complicados por causa do calor, não tínhamos ar condicionado nas tendas. E a ração come-se bem 15 dias, depois o sabor é sempre o mesmo."
"A guerra era por causa dos batidos", diz o cabo-adjunto João Lamela, 30 anos, irrompendo na conversa, com sotaque de Barcelos.
Os homens do Norte estão em maioria e, com à vontade de soldados, Duarte e Lamela começam a contar o que viveram no Sul afegão, onde os campos de papoilas produzem grande parte da heroína e ópio que circulam no mundo.
Duarte - A segurança era o mais aborrecido, ficávamos ali na seca. As patrulhas apeadas e motorizadas era o melhor, o contacto com a população, as crianças.
Lamela - A zona de patrulha era de forte cultivo da papoila e da cannabis, grande parte era mesmo dentro dos campos de papoila.
Duarte - Nunca tinha visto tanta papoila.
Lamela - Eles trabalham 24 horas sobre 24 naquilo, havia lá sempre gente. Durante a noite havia a preocupação da rega e durante o dia de limpar a planta, para depois fazerem a seiva, que este ano estava a 80 dólares o quilo.
A cabeça de papoila tem umas sementes que são doces e as crianças utilizavam muito isso para comer, a cabeça da papoila depois de seca. Isso e umas árvores com amoras. Sempre que passávamos nessa árvore havia um ou dois pendurados, outros dois cá em baixo, eles a abanar os ramos. Devia ser a única coisa que naquele dia iriam comer, provavelmente.
Duarte - Ali, a agricultura é baseada na papoila.
Lamela - Às vezes lá encontrávamos um bocadinho com centeio ou trigo, mas 99 por cento era papoila.. No princípio, eles pensavam que a gente estava lá para a erradicação, que era o que se tinha feito anteriormente. Mas a gente tratava de esclarecer que não.
O tenente Varandas intervém, para contextualizar:
- A nossa missão era garantir segurança à população e manter as vias rodoviárias íntegras.
Duarte - Se o nosso trabalho fosse erradicar a papoila de certeza que íamos ter muito mais problemas. Ainda bem que não foi. É o ganho deles, claro que iam responder.
Lamela - É o único meio de subsistência que têm. Trabalham aqueles quatro meses para o ano todo. A nossa FOB era um rectângulo e só um dos lados era junto às casas, de resto era tudo área de cultivo.
Duarte - Quase toda a população que trabalha ali, é nisso.
Lamela - Os homens da zona mais os de fora. Num campo, estavam sempre 18, 20 pessoas a trabalhar na papoila.
A povoação
Lamela - Havia uma parte da população que nos aceitava e outra que nos hostilizava.
Duarte - Não éramos bem vistos.
Lamela - Eles eram simpatizantes taliban.
O tenente Varandas intervém, para contextualizar:
- Não era bem. Havia um certo receio, a princípio, de que pudéssemos atrair problemas para eles. Mas com o tempo as pessoas foram aceitando.
Duarte - Dávamos-lhes sempre água, parte da ração.
Lamela - Também nutriam alguma simpatia por nós porque tínhamos barba e identificavam-nos como muçulmanos. Dizíamos "salamaleikum" e eles pensavam que éramos afegãos.
Duarte - O uniforme do exército afegão não é muito diferente do nosso.
Lamela - Eu tinha uma barba assim [pelo peito]. Eles diziam que a barba era um sinal que não éramos mentirosos, que éramos sábios.
Normalmente tentávamos abordar os homens mais velhos, que são os que têm mais aceitação na povoação, e levávamos um enfermeiro connosco. Na primeira patrulha apeada que fizemos, abordámos um mais velho para perguntar se estava tudo bem, se precisavam de alguma coisa, e ele para nossa surpresa disse logo: "Precisamos, precisamos." Então precisa de quê? "Estou aqui com uma dor nas costas, com uma dor na perna..." A gente queria ajudar, mas ele levou para o lado pessoal.
Duarte - Os adultos não se metiam connosco.
Lamela - As crianças são mais fáceis.
Mas perto da nossa FOB, no final da missão, já muita gente dizia "bom-dia", "Portugal", "obrigada", que em pashto é "manana".
Tempos mortos
Lamela - Fora da actividade operacional, tínhamos os nossos tempos mortos, que tentávamos colmatar entre jogar voleibol, ir ao ginásio, jogar futebol, que aqui a rapaziada é toda virada para o desporto.
Lamela - Pronto, não é bem ginásio
Duarte - É algo improvisado.
Lamela - Com uns paus, umas redes de camuflagem para fazer sombra.
Duarte - Com uns pesositos.
Lamela - Com umas paletes do avião que trazia as nossas coisas fizemos o chão, com madeira fizemos os bancos, levámos daqui os alteres, tínhamos feito lá uma barra, era uma forma de passar o tempo. Também o voleibol, em conjunto, por exemplo, com os elementos do ANA, que é o exército afegão, jogávamos todos os dias, no final da tarde, uma equipa deles e várias nossas. O futebol, era gravilha e tudo, mas pronto.
Duarte - Um bocadito de sangue, pronto.
Lamela -Depois era as conversas à noite, junto à máquina de café, no refeitório.
Duarte - Também jogávamos uma suecazinha, que eu dava ali cada coça no João [Lamela].
Lamela - Falar para casa, era via telemóvel, essencialmente. Se não conseguíssemos, a força iria disponibilizar o telefone satélite, mas não houve necessidade. Era curioso porque só tínhamos rede das cinco da manhã às sete da tarde. Às sete da tarde em ponto terminava. Havia quem dissesse que era por causa dos IED's. Os IED's são engenhos improvisados explosivos. Eles [os taliban] activam o engenho e nisto destroem uma viatura e quem vai lá dentro. Havia quem dizia também que aquilo era a energia solar, e assim que terminava o sol deixava de haver rede.
Ah, e tinha uma curiosidade, que era o banho. De início não tínhamos água armazenada, e aí era uma diversão. O poço tinha uma manivela, a gente fazia a extracção de água para um balde azul, e era onde tomávamos banhos. E nos mesmos baldes tínhamos que lavar a nossa roupa.
Duarte - Mas não lavávamos muitas vezes, o pessoal usava sempre a mesma.
Lamela - E depois era as refeições. Ao início, como era novidade, toda a gente queria experimentar, e no final de 15, 20 dias olhávamos para o menu e já sabíamos o que íamos comer. Havia aquele que tinha o batido, o que tinha os m&m's, o que trazia o bife com cogumelos. Porque as nossas refeições, de pequeno-almoço, almoço e jantar eram uma ração americana. Exceptuando ao domingo que alternávamos com uma ração portuguesa, que a gente já conhece bem.
Taliban invisíveis
Lamela - Se abordássemos alguém a perguntar se precisavam de ajuda e eles nos respondessem "não, estamos bem, o problema são vocês que andam aqui a assustar as nossas mulheres e crianças", a gente já sabia que havia de ser um simpatizante taliban. Mas contacto directo com quem se afirmasse taliban acho que nunca.
O tenente Varandas intervém, para contextualizar:
- Houve apenas situações em que tivemos de sair em apoio a colunas de civis que passavam na nossa área e tinham sido atacadas. Por mais de uma vez.
Lamela - Chegávamos a uma área, e víamos vestígios, por exemplo várias granadas disparados junto a umas casas. Íamos abordar a população e ninguém tinha visto nada. Taliban nesta zona? Não! Eles tinham medo de serem repreendidos pelos taliban. A gente sabia que eles estavam lá na zona, agora contacto directo, não.
Duarte - Uma vez fomos lá bater a uns 'compounds' onde se dizia que eles podiam estar e só vimos umas mulheres que disseram que os homens tinham ido embora porque tinham medo de serem vistos pelos taliban a falarem connosco.
A única mulher
Na missão portuguesa está incluído um módulo sanitário, que além do tenente Varandas, médico, inclui dois enfermeiros e dois socorristas.
Um dos socorristas é Liliana Santos, 26 anos, vinda de Macedo de Cavaleiros para a Carregueira, onde estão os Comandos, a sua unidade. Já esteve uma vez no Afeganistão, uma vez em Timor e aqui está em Cabul, a ajeitar a boina ao pé da enfermaria de campanha. Era a única mulher na base de Maywan.
"Foi um bocado complicado, principalmente com os banhos, lavar o cabelo..." Mostra o cabelo apanhado por baixo da boina. "Enchíamos um saco com água, aquecíamo-lo ao sol e alguém me ia deitando água no cabelo."
E a parte do duche? "Tinha um chuveiro de campanha, com cortinas." E não dormia numa tenda. "Tinha uma divisão para mim, num edifício que lá havia."
Então, o que custou mesmo mais? "A comida!"
Liliana não ia na coluna que veio por estrada para Cabul e portanto não viveu a emboscada. E também não fazia patrulhas. Todos os contactos que teve com a população foram através dos feridos que a enfermaria portuguesa recebeu. Manteve-se dentro da base durante 42 dias.
Pensando melhor, afinal, mais que a comida o que lhe custou mesmo "foi ter lá ficado tanto tempo".
Gente brava
Durante um mês e meio, uns pais em Lisboa andaram convencidos de que o filho estava a trabalhar num hospital em Kandahar. O tenente Varandas poupou-os à descrição da pequena base isolada, cercada de papoilas, numa zona considerada hostil. Neste 10 de Junho, já sabem da verdade.
"Em Lisboa, eu estava assustado porque não sabia o que poderia encontrar. Mas o ser humano é uma máquina muito perfeita. Custa no primeiro dia, ao segundo já não. Foi uma experiência muito rica como médico. O desafio foi trabalhar com os meios que tínhamos. Para os dois enfermeiros foi puxado, porque as patrulhas diárias tinham que ter um enfermeiro ou médico, e eram patrulhas até nove quilómetros, com colete, armamento, aí uns 15, 20 quilos."
Se o susto da emboscada foi o maior, tratar dos civis é a grande memória. "São um povo bravo, corajoso. É impressionante a coragem que as crianças já trazem. Como um menino de 12 anos que me apareceu com a cabeça aberta até se ver o osso, a andar pelo seu próprio pé e sem chorar. Disse que tinha levado uma pedrada. Veio sozinho, porque sabia que tínhamos médico."
O tenente Varandas suturou-o, e não foi o único. "Vinham frequentemente. Quando chegámos, os ingleses tinham ferido dois irmãos e garantíamos o tratamento deles. Herdei aqueles dois feridos." Um tinha 20 anos e o outro oito. Ambos com tiros que tinham entrado e saído. "Todos os dias iam lá à enfermaria. E as condições de assépsia eram complicadas. Ter uma sala esterilizada é utópico. Felizmente correu tudo bem."
Além dos civis, houve aquele "polícia afegão que furou o pé de um lado ao outro ao limpar a arma", conta o tenente Varandas. "Tive oportunidade de ver ferimentos que em Portugal são raros." E deu formação de reanimação e sinais vitais aos 40 soldados do exército local que estavam com a força portuguesa em Maywan.
Os afegãos, em suma? "São um povo com grande instinto de sobrevivência. Espertos e rápidos. Muito rápidos."
No princípio da visita, ao descrever a base, o tenente Varandas dissera que estava cercada de campo, mas não falara em papoilas. É um oficial muito bem-educado. E então? Sorri, sem ir mais longe: "Em Abril são bonitas."


http://jornal.publico.clix.pt/ (http://jornal.publico.clix.pt/) - P2
Título:
Enviado por: Creoula em Junho 16, 2008, 10:39:26 pm
De acordo com o relato deste militar, publicado no jornal Público do passado dia 11 de Junho, o veiculo atingido por RPG terá sido o 4º da coluna, onde seguia o Major da companhia. Assim sendo, presumo que tenha sido este o veiculo danificado e que não tenha havido feridos nesta viatura, dado que os 2 feridos (números oficiais) foram o Cabo Inácio e o Sargento António, que não seguiam naquela viatura.

Citar
A calma do cabo Inácio no momento do ataque

Quinze minutos sob fogo intenso marcaram toda a estadia no Afeganistão da coluna portuguesa que veio de Kandahar
11.06.2008, Alexandra Lucas Coelho (texto e foto), em Cabul

A t-shirt branca diz Comandos, as muletas dizem o resto. Este é o cabo Lenate Inácio, a assistir à parada do 10 de Junho em Cabul, depois de ter sido atingido num ataque, domingo à noite. “Uma muniçãozita que fez ricochete feriu-me aqui na perna”, explica, batendo na coxa.
Os militares portugueses haviam partido de madrugada da província de Kandahar, numa coluna de 22 viaturas e 92 homens. Tinham que percorrer 600 quilómetros até Cabul, por uma das estradas mais temidas do Afeganistão – taliban, milícias, bandos armados. A viagem demorou 24 horas, com várias paragens.
Estavam perto do fim, quando tudo aconteceu, num vale, em noite de lua nova. Não se via nada.
“O meu veículo era o terceiro da coluna, tinha uma avaria e estava a ser rebocado, com cinco homens dentro”, conta o cabo Inácio, apoiando as muletas na gravilha de Camp Warehouse, a base onde os portugueses ficarão agora, a 15 minutos do centro da capital afegã.
“Apercebi-me de que estávamos a ser flagelados à esquerda, com tiros, e gritei pelo rádio: “Inimigo à esquerda!” No caso de flagelação, o procedimento é responder ao fogo e acelerar. Mas o nosso major, que ia no veículo atrás, tinha sido atingido por RPG [granada]. A partir desse momento a minha decisão foi mandar desembarcar para o lado direito e responder ao fogo.”
Sem esquecer que a viatura da frente possuía pouca blindagem de protecção, por ser um reboque, e tinha lá dentro dois militares, um sargento e um condutor.
“Fui a correr buscá-los. E foi nesse momento, entre os dois carros, que eu fui atingido na perna e o sargento António foi atingido no braço. Ele não se apercebeu, mas eu senti logo, apontei a lanterna, vi um buraco, mas como não tinha muito sangue continuei a responder ao fogo. O meu socorrista fez logo uma avaliação e eu disse que não era preciso o médico, para não o estar a expor.”
Ainda com dores nos tendões e dificuldade em abrir a mão, o sargento Custódio António lembra-se de as duas viaturas da frente terem seguido e a dele ter ficado parada, por estar a rebocar a do cabo Inácio. “Ele veio buscar-me pelo lado direito, e pelo caminho eu senti como uma coisa a ferver no braço. Depois começou a doer-me o tendão. Penso que foi um estilhaço, fez um buraco pequeno e queimou. Deve ter sido o mesmo que atingiu a perna do cabo Inácio”.
Alentejano de Grândola a viver em Setúbal, 31 anos, casado, sem filhos, diz o sargento António: “Isto aqui não há heróis: tive medo. A minha especialidade é mecânica, agradeço a eles.” Eles, a companhia do cabo Inácio. “Eles é que são atiradores. Se eu fosse sozinho, não podia fazer fogo. Tive sorte em os levar rebocados.”
O comandante desta força de 160 homens, tenente-coronel Carlos Bartolomeu – lisboeta, 44 anos, casado, dois filhos, pela primeira vez “neste tipo de teatro” –, não revela em que lugar ia na coluna, por razões de segurança. “Estava numa posição que me permitia ver tudo. Houve rebentamentos do lado esquerdo, foi identificado o local de onde vinham os tiros e o pessoal reagiu eficazmente.”

Os 15 minutos mais longos
Mas o ataque à coluna portuguesa não aconteceu de raspão. Os militares estiveram debaixo de fogo por duas vezes, a primeira das quais durante 15 minutos, os mais longos e tensos de toda a estadia destes homens no Afeganistão.
“Foram 15 minutos a sermos batidos e estivemos quase duas horas para sair dali”, descreve o cabo Inácio. “O fogo ainda voltou por uns minutos.”
Nunca viram quem disparava. “Só víamos os tapa-chamas das armas no escuro. Nós estávamos num vale e eles estavam numa linha de água na montanha, espalhados ao longo de uns 200 metros, aí uns quatro campos de futebol.”
Entretanto, já o tenente José Barros, da Força Aérea – presente, com sete homens, numa missão em que os comandos são a grande maioria – chamara um caça. “O apoio aéreo demorou seis minutos a chegar”, resume este oficial. “Fez uma passagem baixa com largada de “flares” [luzes] e não fez largada de armamento porque não houve identificação positiva do alvo e havia o risco de danos colaterais.”
Mas quem os atacava não abandonou o local. Quando a coluna recomeçou a sua marcha, ainda estava a ser atingida. “Após a segunda vez em que fomos batidos, fomos avançando debaixo de fogo”, relata o tenente Varandas, médico da coluna, que seguia dois carros atrás do cabo Inácio.
Lisboeta, 28 anos, pela primeira vez numa missão de guerra, o tenente Varandas diz que “esta emboscada foi o que impressionou mais”, numa estadia de resto “muito rica”, que incluiu assistir clinicamente afegãos da aldeia junto à base dos soldados portugueses em Maywan, província de Kandahar.
Durante aqueles 15 intermináveis minutos, soube como reagia numa situação de perigo. ”Acho que tive medo, mas fiquei estupidamente calmo. A minha preocupação foi com os feridos.”
E o cabo Inácio, 27 anos, algarvio de Faro, olhos claros como focos de luz? “Naquele momento, medo foi coisa que não senti. As coisas fluem naturalmente. Garanto-lhe que estava tão calmo como estou agora.”
Avança para o almoço com os seus camaradas, assentando as muletas numa passadeira forrada a malha de ferro, entre bunkers de protecção.
Está prestes a terminar a sua vida de militar contratado. Kandahar foi a sua última missão. Em 2001 esteve na Bósnia, em 2004 em Timor, em 2006 no Afeganistão. E, se tudo correr bem, em Agosto estará de volta a Portugal, para a festa de uma menina que faz quatro anos. É sua filha e chama-se Vitória.
(sublinhado meu)

http://jornal.publico.clix.pt/ (http://jornal.publico.clix.pt/)
Título:
Enviado por: satans13 em Junho 18, 2008, 10:42:10 pm
Depois de ler e analisar o que foi descrito quero dar tudo o meu apoio, pois sei que não deve ser facil reagir com esse decernimento debaixo de fogo. Força Comandos vão no caminho certo. Embora não seja Comando é como Português que vos apoio. :headb:
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 04:37:15 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FDSC06352.jpg&hash=45d8d741e05e19441b760129eb80463f)
De 2005
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 05:06:59 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FDSC06380.jpg&hash=851d51580a79f7f151507e93d537f585)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Junho 20, 2008, 05:18:21 pm
De que país são estes tipos com a camuflagem "folclórica" :?
Título:
Enviado por: Xô Valente em Junho 20, 2008, 05:22:27 pm
Por falar em camuflagem, tenho uma dúvida:
O Exército têm camuflagem de deserto (aquela creme ou bege) própria para ambientes desérticos e quentes ou só tem aquela verde?
Além disso, aquela camuflagem que se vê (verde) deve fazer um pouquito de calor por terras arabes...
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 05:23:29 pm
Citação de: "PereiraMarques"
De que país são estes tipos com a camuflagem "folclórica" :?

É Afegão
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 05:26:10 pm
Citação de: "Tomasis"
Por falar em camuflagem, tenho uma dúvida:
O Exército têm camuflagem de deserto (aquela creme ou bege) própria para ambientes desérticos e quentes ou só tem aquela verde?
Além disso, aquela camuflagem que se vê (verde) deve fazer um pouquito de calor por terras arabes...


Nós (Exército) só temos a verde, (mas rapidamente se produz qualquer tipo de padrão) Quem lá esteve diz que é uma vantagem, pois distingue-nos como Portugueses.
Título:
Enviado por: Xô Valente em Junho 20, 2008, 05:27:27 pm
Ok. Obrigado pela resposta, mas pessoalmente, gosto mais da camuflagem do deserto.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Junho 20, 2008, 05:28:22 pm
Citação de: "Tomasis"
Por falar em camuflagem, tenho uma dúvida:
O Exército têm camuflagem de deserto (aquela creme ou bege) própria para ambientes desérticos e quentes ou só tem aquela verde?
Além disso, aquela camuflagem que se vê (verde) deve fazer um pouquito de calor por terras arabes...


Só tem a "verde" DPM, a Força Aérea é que têm uma para o Deserto, agora porque é que a FAP tem e o Exército não...é daqueles mistérios da vida...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emfa.pt%2Fwww%2Fconteudos%2Fnoticias%2Fchade06g.jpg&hash=6a8547b47affc2726117dff4d94ac9ea)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.emfa.pt%2Fwww%2Fconteudos%2Fnoticias%2Fchade07g.jpg&hash=05443cb18218c4f4de88c7b001cd25e3)
Título:
Enviado por: tyr em Junho 20, 2008, 05:37:51 pm
O Afeganistão não é só deserto.
E o camuflado permite que os tugas não sejam confundidos com os Americanos (que são ODIADOS por grande parte da população).
Título:
Enviado por: Xô Valente em Junho 20, 2008, 05:39:36 pm
Ok, mas se me recordo, também estão lá outras forças que usam camuflagem do deserto e que usam também camuflagem verde como a nossa.
Título:
Enviado por: tyr em Junho 20, 2008, 05:39:45 pm
e o exercito tem camuflado, não se usa por motivos de PSIOP e por metade do terreno onde se combate no afeganistão, ter vegetação.
Título:
Enviado por: Xô Valente em Junho 20, 2008, 05:51:31 pm
Não tem assim tanta vegetação para que se use necessariamente  camuflago verde. Nestes países arábicos o clima é maioritariamente desértico e de cor clara e creme e não verde como a Amazónia ou terras da América Latina. :wink:
Título:
Enviado por: Naadjh em Junho 20, 2008, 06:09:16 pm
terras arábicas? tens a noção de onde fica o Afeganistão?
Título:
Enviado por: Xô Valente em Junho 20, 2008, 06:18:42 pm
Tenho... eu sei que não fica bem aí.. eu disse arábicas mas foi mais por causa da cultura.
Srry :P
Título:
Enviado por: pmdavila em Junho 20, 2008, 06:28:26 pm
Aquilo é mais Pérsia que Arábia...e as culturas destes têm pouco a ver uma com a outra... :wink:
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 08:25:41 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FCavalaria%2FDSC00771.jpg&hash=3e210ce1e56f1d1f658ab7998768b710)
Não é assim tão verde...
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 20, 2008, 08:56:03 pm
Talvez como já aqui foi dito.

Deve ser para nos confundirem com um certo tipo de pessoas que anda de verde e não nos confundirem com outras que por lá andam de outras cores :lol: .

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.drum.army.mil%2Fsites%2Fpostnews%2Fblizzard%2Fblizzard_archives%2Fissues%2F3-30-2006%2Fphotos%2F10th-CAB---Afghan-aviators.jpg&hash=e83735e5f615360d2fa057a129c5e387)
Título:
Enviado por: typhonman em Junho 20, 2008, 09:03:35 pm
Continuo sem perceber porque vamos retirar as nossas forças de combate do Afeganistão ( a não ser pelas eleições 2009) quando a NATO pede aos seus membros mais meios e tropas para combater os taliban.
Título:
Enviado por: HSMW em Junho 20, 2008, 10:39:07 pm
Citação de: "Typhonman"
Continuo sem perceber porque vamos retirar as nossas forças de combate do Afeganistão ( a não ser pelas eleições 2009) quando a NATO pede aos seus membros mais meios e tropas para combater os taliban.

Falta de vontade politica.  :evil:
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 21, 2008, 07:56:30 pm
Citar
Afeganistão: Força portuguesa em Cabul mantém-se pronta para qualquer missão no país  

    Lisboa, 21 Jun (Lusa) - Cumprida a missão de 43 dias em Maywand, província de Kandahar, a força operacional portuguesa ao serviço da ISAF está desde 9 de Junho de regresso a Cabul mas mantém-se mobilizada para qualquer eventualidade.

 

    Regressada à sua base permanente, a força portuguesa retomou as actividades de patrulhamento que deverá manter até ao final do mês, altura em que começará a preparar o processo de retracção do dispositivo e o regresso a Portugal.

 

    Ainda assim, e face à difícil situação militar que a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) enfrenta no Afeganistão, é sempre possível a mobilização para novas missões, adverte o tenente-coronel Carlos Bartolomeu.

 

 

    "Somos uma força de reserva ao serviço do comandante da ISAF. Até ao final da missão temos por isso que estar prontos para quaisquer novas missões", adiantou.  

 

    Durante 43 dias, entre 18 de Abril e 1 de Junho, o contingente português, na sua missão de Força de Reacção Rápida do comandante da ISAF, esteve destacada na província de Kandahar, no sul do país, a zona de maior actividade operacional do país.  

 

    Coube à força portuguesa, baseada na 1ª Companhia de Comandos, uma missão pioneira: assumir uma nova FOB (Forward Operational Base - Base Operacional Avançada) no distrito de Maywand, a 120 quilómetros de Kandahar (e a 650 quilómetros de Cabul).  

 

    Trata-se de uma zona crítica, de forte influência talibã. A missão da força portuguesa enquadrou-se num esforço de alargamento da presença da ISAF no sul do país.  

 

    "A nossa missão consistia fundamentalmente em fazer a segurança ao distrito de Maywand e em particular às populações e à ring road", a longa estrada que circunda o território do país.  

 

    Apesar de várias ameaças, a missão acabaria por decorrer sem problemas e o único confronto directo com os talibãs seria registado no regresso quando, já a 80 quilómetros da capital afegã, a coluna portuguesa foi atacada e esteve 15 minutos debaixo de fogo.  

 

    Ao longo dos 41 dias de estada em Mayand, a força portuguesa manteve um intenso contacto com a população e as autoridades locais. Militares portugueses participavam duas vezes por semana numa shura (reunião tradicional) com representantes locais, polícia e militares afegãos.  

 

    "De início fomos recebidos com muita desconfiança pela população local", recorda o tenente-coronel Bartolomeu. Estava na altura da colheita da papoila, fundamental na economia local, e a população desconfiava das intenções dos soldados estrangeiros.  

 

    "Logo às primeiras patrulhas, procurámos passar a mensagem de que estávamos ali para garantir a segurança deles, e não para erradicar a papoila", conta o oficial. "Pouco a pouco, os militares portugueses souberam conquistar a confiança da população.  

 

    "Depois, toda a gente vinha ter connosco. Era a população a fazer queixas do governador do distrito, a polícia a queixar-se de que não lhe pagavam o salário, o próprio governador a tentar manipular-nos para as acções que lhe convinham mais...".  

 

    A força portuguesa trabalhou ombro a ombro com uma unidade do exército afegão a quem caberá agora garantir a segurança na área.  

 

    Também no contacto com os militares locais o balanço é positivo. "De início, há sempre alguma desconfiança. Mas, quebrado o gelo inicial, a atitude deles era de colaboração e de vontade de aprender, tanto mais que eles sabem que dependem muito do apoio da ISAF".  

 

    Preparar o Exército afegão (ANA) para assumir progressivamente a segurança do país é exactamente um dos grandes objectivos da coligação internacional no Afeganistão.  

 

    Um esforço a que Portugal se prepara para dar um contributo directo, já que participação portuguesa na ISAF passará de futuro pela presença de duas equipas que vão treinar o Exército afegão e pela presença de um C-130 e de uma equipa da Força Aérea.  

 

    O responsável da força portuguesa olha essa perspectiva com optimismo. "A experiência foi positiva, embora eles necessitem de mais apoio técnico, por exemplo, a nível da comunicações", considera o oficial português.  

 

    "O futuro passa por eles e se assim não fosse não faria sentido a nossa presença aqui", adianta.  

 

    "Tentámos deixar uma boa imagem", diz o tenente-coronel Bartolomeu num primeiro balanço da missão que encerra a participação de forças operacionais portuguesas na ISAF. "Tanto em termos de planeamento, de conduta, das acções executadas e do relacionamento com as pessoas, tentámos dar o nosso melhor".

 

    A actuação da força portuguesa em Maywand mereceu, em vésperas do regresso à base de Campware House, um elogio público do responsável do comando regional Sul da ISAF, o major-general canadiano Marc Lassard.
Título:
Enviado por: Lancero em Junho 24, 2008, 10:18:10 pm
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Belas botas

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FFND-ISAF%2F003.JPG&hash=9541322c1bcb2e1eecf97bb2e46d71ad)
Título:
Enviado por: Lightning em Junho 25, 2008, 10:44:12 am
Citação de: "Lancero"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FFND-ISAF%2FCIMG1661.JPG&hash=4c8aa4b8d37937151c44fa737732ee68)
Belas botas


São botas da Força Aérea.
Título:
Enviado por: Naadjh em Junho 25, 2008, 03:24:29 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "Lancero"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FFND-ISAF%2FCIMG1661.JPG&hash=4c8aa4b8d37937151c44fa737732ee68)
Belas botas

São botas da Força Aérea.


qual é a diferença? para alem da cor...
Título:
Enviado por: markilhas em Junho 25, 2008, 11:50:01 pm
bem nao sei porque mas ja me da saudades desse lugar.hehe
uma pergunta o bar sofreu algumas alteraçoes? esse portugal numa parede tao grande e branca, nao estava assim
abraço
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2008, 01:53:20 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06403.jpg&hash=d0a92a0c0caae3d2cb4116ac0ec49974)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 12, 2008, 01:58:46 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06348.jpg&hash=0a1767ff0746b81bc46bcbb694b6f58e)
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 12, 2008, 03:30:29 am
Citação de: "Lancero"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.exercito.pt%2Fportal%2Fexercito%2F_specific%2Fpublic%2Fueo%2FFND-ISAF%2F001.jpg&hash=8539aed1d109e14e32e417b23a4aa8a0)


O que significa ou o porque das G3(?) estarem espetads no chão con umas coisas vermelhas por cima que não sei o que é? desculpem a ignorância...

Cumprimentos
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Julho 12, 2008, 03:41:29 am
Não são coisas...são boinas vermelhas...é o modo de os Comandos homenagearem os seus mortos...neste caso o 1SAR "Cmd" Roma Pereira...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.olhares.com%2Fdata%2Fbig%2F205%2F2056947.jpg&hash=53c9049ffa8fe9e87f34b52448e47b7d)
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 12, 2008, 01:10:35 pm
Obrigado caro pereiramarques, agora entendi... só me estava a fazer confusão a parte das boinas...porque não parece boinas na realidade. :?

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 12, 2008, 02:36:11 pm
Em Timor:

Citação de: "António Rebelo"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2FSMIGUELDXIMENES.jpg&hash=3cbc431cb947b89ec5e4b753671ff05f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2FSMIGUELMON01.jpg&hash=0d32e77395faa87e5fff441f2848b8a3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2FSMIGUELMON2.jpg&hash=1ff9af5c5cbb9cac3deb119f35bb1bc2)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2FSMIGUELMON4.jpg&hash=e73a10b5cd31a9a347856ac075d67376)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi224.photobucket.com%2Falbums%2Fdd141%2Fcmbv79%2Fforum%2FSMIGUELPLACA.jpg&hash=17d7774b19d882014ed1018c1f8317a5)
Título:
Enviado por: sturzas em Julho 13, 2008, 02:03:15 am
Viva a Todos:

O simbolismo das bóinas e das G3, espetadas com a baioneta no chão, significa todos aqueles que morreram ao serviço dos comandos: 1 para os praças, 1 para os sargentos e 1 para os oficiais.

Nas cerimónias dos comandos é precisamente 1 praça, 1 sargento e 1 oficial que espetam a baioneta no chão:

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg224.imageshack.us%2Fimg224%2F1638%2Fand13dj6.th.jpg&hash=5175a5e83fa5473bb83ffd8c31846203) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg401.imageshack.us%2Fimg401%2F1610%2Fand14mh0.th.jpg&hash=ef04d38cfdba33e5b580b112e97c82cd) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg401.imageshack.us%2Fimg401%2F210%2Fand15ts7.th.jpg&hash=c78c3bf2896d67033d8bf66841db04b7) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg401.imageshack.us%2Fimg401%2F407%2Fand16cr4.th.jpg&hash=0298fe312aa6d353114488b8da6e0ac8) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg525.imageshack.us%2Fimg525%2F8649%2Fane17yd9.th.jpg&hash=fa016175f3abac6081c9811bd4aa3adc) (http://http)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg525.imageshack.us%2Fimg525%2F6233%2Fane19ej4.th.jpg&hash=572bc108f89045decb3341d1fd747031) (http://http)

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 13, 2008, 04:27:50 pm
Exactamente.
http://www.youtube.com/watch?v=tHFqnly1V2s (http://www.youtube.com/watch?v=tHFqnly1V2s)

E o cerimonial completo no link da minha assinatura ;)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 08:59:54 pm
Vou aproveitar este tópico para colocar algumas fotos do Exercito Afegão

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06502.jpg&hash=42f19129b475c5b5f76f04b654b6698a)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06498.jpg&hash=d8b2876f9d38b3153c4c0e921fc14b4f)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 09:02:33 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06497.jpg&hash=3e22cbbfc991b327c33565f4c7923143)
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Julho 18, 2008, 09:38:57 pm
Para que é que eles querem BMW daquelas?  :shock:  :shock:
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 09:58:07 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06496.jpg&hash=d20d24760a1bc9682af4a1a71c2a81ad)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 09:59:39 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06488.jpg&hash=e9740fde36657f287ffc1631aad9978c)
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Julho 18, 2008, 10:26:57 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06502.jpg&hash=42f19129b475c5b5f76f04b654b6698a)


Polícia "Civil" Afegã...Polícia Militar Afegã...alguém tem ideia de que unidade se tratá :?:
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 18, 2008, 10:40:47 pm
Deve ser a Brigada de Transito :lol:
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 10:43:08 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06484.jpg&hash=4cb3ab95def4d664ce9b921997d14e3d)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 10:43:43 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06483.jpg&hash=0e080e93ae8017b10c5b4a022d2bb877)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 18, 2008, 10:44:24 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06470.jpg&hash=a536ca6da85015be237fd468abaa483b)
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 19, 2008, 12:37:47 am
Já salvo erro foi neste tópico que se falou acerca do tipo de camuflado usado pelas tropas portuguesas neste TO, que era desadequado, que devia ser do tipo deserto e por aí fora, o que tem a explicação lógica dada por um forista, que é para principalmente diferenciar dos americanos e usarem a boina para não dar aquele ar tão "medonho", ser mais pacifico.
Agora qual será a explicação dos afegãos da camuflagem usada nas viaturas quando o próprio país e do tipo desértico?


Cumprimentos
Título:
Enviado por: sturzas em Julho 19, 2008, 02:28:23 am
Simplesmente:

É para terem a certeza que as suas viaturas, não são confundidas com as Americanas e/ou Aliadas.

Tal como "nós" utilizamos a diferenciação da cor de bóina (vermelha/verde), eles dispõem de uma camuflagem diferente nas viaturas e, salvo erro, no próprio camuflado, para não serem confundidos com os "invasores"... ninguém gosta de morrer, especialmente no seu país...

Sim porque os américas estão lá, pela mesma razão que estão no Iraque.... um tem gaseodutos de gás e petróleo que atravessam o país (Afeganistão), o outro tem o gás e o petróleo (Iraque).

A "malta" (entenda-se a "in-consciência política), quando começa a levar sem saber porquê e não se identifica  como "O quê?", tem tendência para saltar fora... Na minha humilde opinião, nenhum soldado português deveria ter intervido naquele conflito; nada temos a ver com as atitudes dos Americanos (boas ou más, deixo ao critério de cada um), mas as nossas enquanto nação soberana, com muita história a ensinar aos Américas e, consequentemente, a todos os europeus que os criaram (Franceses e Ingleses) acho de bom senso não nos expormos.

É uma guerra assimétrica perante a qual, nada temos a ver... "Nuestros Hermanos", também se armaram em "cães de guarda" defensores de uma moral, imoral, e levaram com eles... dentro do seu país... (Não me interpretem mal, todos os frequentadores deste fórum de origem espanhola, mas de facto e, na minha opinião, o vosso governante na altura - Zapatero - era tão mau ou pior do que o nosso - Durão Barraso. Um caíu pela mentira (1º Ministro de Espanha), outro fugiu à responsabilidade (1º Ministro Português)

Não me admira, que o exército afegão, anteriormente (1979-1988?) tivesse apoioado os invasores soviéticos, e agora, apoiassem os invasores americanos... a camuflagem é que é diferente para saber distinguir quem é o agressor e quem é o sobrevivente...

Nós, Portugal, enviámos do melhor, sem dúvida, homens... e equipamentos que possuíamos para tal... mas, para gastar (n?)
milhões de euros em algo que não me diz nada... Que voltem e que formem novas forças, com o intuito de manutenção de Paz.... Não continuidade de guerra...

Espero que compreendam estas minhas palavras,

Cumprimentos a todos,
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 19, 2008, 03:07:16 am
obrigado struzas... tambem concordo com a tua opinião... e ninguem se pode ofender com elas pois as opiniões são para ser ditas.

cumprimentos
Título:
Enviado por: tyr em Julho 19, 2008, 10:45:48 am
pessoalmente tnho que discordar com o sturzas.
o Iraque é uma guerra sem sentido, iniciada por capricho de uma administração americana e pela vontade de controlar mais reservas de petroleo (portanto neste conflito eu concordo com o sturzas).
A guerra no afeganistão foi uma retaliação por parte da NATO (pedida não pelos americanos, mas pelos canadiano sob o 5º artigo desta aliança) contra um regime que apoiou e defendeu os que atacaram os EUA no dia 11 de setembro (e ja antes tinham atacado o USS Cole, 2 embaixadas americanas em africa e o ataque a World trade center ).
No afeganistão não existe nada a não ser campos de papoilas (portanto um bonus, se ganharmos a paz no afeganistão consegue se reduzir de forma drastica a heroina a entrar quer na europa quer nos EUA).


Este exercito afegão não é o exercito afegão que combateu os sovieticos, este exercito afegão são os sobreviventes dos mujahedeen que combatiam contra os mesmos e que foram empurrados para o norte por uma força criada e financiada nas partes tribais do paquistão (os Talibã), que apesar de maioritariamente afegãos, foram endoutrinados nas madrassas paquistãs (e que quando chegaram foram tidos como liberadores da confusão em que estava o pais, mas tambem so o controlaram durante uns meses, durante este periodo passaram a ser odiados por grande parte da população afegã, pois proibiram tudo o que não existia na Arabia da altura de Maomet, exepto carros e armas de fogo e impuseram a população umas regras de sharia brutais e completamente desadequadas as culturas de grande parte dos afegãos)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 19, 2008, 02:19:25 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00683.jpg&hash=13fe316e5b8a999f93c38223885d2c9b)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 19, 2008, 02:19:59 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00687.jpg&hash=1260e1d6da7c5c355a3cafb0e6b7310f)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 19, 2008, 02:22:08 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00686.jpg&hash=8dddafd54e61568e1749cebd76810404)
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 20, 2008, 04:17:01 pm
Citação de: "tyr"
pessoalmente tnho que discordar com o sturzas.
o Iraque é uma guerra sem sentido, iniciada por capricho de uma administração americana e pela vontade de controlar mais reservas de petroleo (portanto neste conflito eu concordo com o sturzas).
A guerra no afeganistão foi uma retaliação por parte da NATO (pedida não pelos americanos, mas pelos canadiano sob o 5º artigo desta aliança) contra um regime que apoiou e defendeu os que atacaram os EUA no dia 11 de setembro (e ja antes tinham atacado o USS Cole, 2 embaixadas americanas em africa e o ataque a World trade center ).
No afeganistão não existe nada a não ser campos de papoilas (portanto um bonus, se ganharmos a paz no afeganistão consegue se reduzir de forma drastica a heroina a entrar quer na europa quer nos EUA).


Este exercito afegão não é o exercito afegão que combateu os sovieticos, este exercito afegão são os sobreviventes dos mujahedeen que combatiam contra os mesmos e que foram empurrados para o norte por uma força criada e financiada nas partes tribais do paquistão (os Talibã), que apesar de maioritariamente afegãos, foram endoutrinados nas madrassas paquistãs (e que quando chegaram foram tidos como liberadores da confusão em que estava o pais, mas tambem so o controlaram durante uns meses, durante este periodo passaram a ser odiados por grande parte da população afegã, pois proibiram tudo o que não existia na Arabia da altura de Maomet, exepto carros e armas de fogo e impuseram a população umas regras de sharia brutais e completamente desadequadas as culturas de grande parte dos afegãos)


Concordo

Só não tenho tanta a certeza em relação a se quando houver paz se vai reduzir o cultivo da papoila, vi na tv que isso está inserido na população e que eles não vão deixar de plantar facilmente, porque o cultivo da papoila dá mais lucro que o cultivo de qualquer outra cultura legal e também o terreno não é muito adequado para plantações de vegatais, arvores de fruto, etc
Título:
Enviado por: LM em Julho 20, 2008, 06:44:42 pm
Citação de: "tyr"
pessoalmente tnho que discordar com o sturzas.
o Iraque é uma guerra sem sentido, iniciada por capricho de uma administração americana e pela vontade de controlar mais reservas de petroleo (portanto neste conflito eu concordo com o sturzas).
A guerra no afeganistão foi uma retaliação por parte da NATO (pedida não pelos americanos, mas pelos canadiano sob o 5º artigo desta aliança) contra um regime que apoiou e defendeu os que atacaram os EUA no dia 11 de setembro (e ja antes tinham atacado o USS Cole, 2 embaixadas americanas em africa e o ataque a World trade center ).
No afeganistão não existe nada a não ser campos de papoilas (portanto um bonus, se ganharmos a paz no afeganistão consegue se reduzir de forma drastica a heroina a entrar quer na europa quer nos EUA).


Este exercito afegão não é o exercito afegão que combateu os sovieticos, este exercito afegão são os sobreviventes dos mujahedeen que combatiam contra os mesmos e que foram empurrados para o norte por uma força criada e financiada nas partes tribais do paquistão (os Talibã), que apesar de maioritariamente afegãos, foram endoutrinados nas madrassas paquistãs (e que quando chegaram foram tidos como liberadores da confusão em que estava o pais, mas tambem so o controlaram durante uns meses, durante este periodo passaram a ser odiados por grande parte da população afegã, pois proibiram tudo o que não existia na Arabia da altura de Maomet, exepto carros e armas de fogo e impuseram a população umas regras de sharia brutais e completamente desadequadas as culturas de grande parte dos afegãos)


x2

E mesmo com os EUA a passarem as passas do Algarve no Iraque pode deixar-nos um leve sorriso mas nunca devemos esquecer que é algo muito perigoso para nós também.
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 20, 2008, 10:48:44 pm
Citação de: "LM"

x2

E mesmo com os EUA a passarem as passas do Algarve no Iraque pode deixar-nos um leve sorriso mas nunca devemos esquecer que é algo muito perigoso para nós também.


E fica com um sorriso maior com cada atentado que mata inocentes civis?
De muito mau gosto mesmo.
Título:
Enviado por: migbar2 em Julho 20, 2008, 11:01:27 pm
Acho piada aos odiosinhos em relação aos E.U.A. Realmente os radicais Islamicos são gente cheia de bons principios e sem mais nenhum segundo interesse para além da justiça para com o " seu povo " seja lá o que isso fôr ! Por isso hoje vivemos coisas realmente com muita piada .
Título:
Enviado por: LM em Julho 20, 2008, 11:57:14 pm
Citação de: "Duarte"
Citação de: "LM"

x2

E mesmo com os EUA a passarem as passas do Algarve no Iraque pode deixar-nos um leve sorriso mas nunca devemos esquecer que é algo muito perigoso para nós também.

E fica com um sorriso maior com cada atentado que mata inocentes civis?
De muito mau gosto mesmo.


Expliquei-me mal, mt mal, estava a ser cinico - era mesmo esse o ponto, parece que existem muitos que ficam satisfeitos com as dificuldades dos EUA, como se fosse algo apenas "deles" e esquecem que eles, mal ou bem, representam a maior democracia do mundo, são a maior potencia do "ocidente", com valores muito similares aos nossos, que os valores laicos do Iraque estão a ser destruidos e que vidas humanas se estão a perder - e que, para os menos solidários, qualquer alteração na segurança provocada pelo falhanço deles no Iraque, irá afectar a Europa e muito.
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 21, 2008, 03:03:25 am
Citação de: "LM"

Expliquei-me mal, mt mal, estava a ser cinico - era mesmo esse o ponto, parece que existem muitos que ficam satisfeitos com as dificuldades dos EUA, como se fosse algo apenas "deles" e esquecem que eles, mal ou bem, representam a maior democracia do mundo, são a maior potencia do "ocidente", com valores muito similares aos nossos, que os valores laicos do Iraque estão a ser destruidos e que vidas humanas se estão a perder - e que, para os menos solidários, qualquer alteração na segurança provocada pelo falhanço deles no Iraque, irá afectar a Europa e muito.


Neste caso, foi um mal-entendido. Peço desculpa pela minha reacção.
Não é que os EUA não têm dado cada argolada ao longo dos anos, tanto por administrações republicanas, como democratas, algumas até que afectaram familiares meus (apoio à UPA, Norte de Angola em 1961 pela calada, contra um país aliado, pelo Sr. Kennedy :roll:
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 21, 2008, 11:10:05 am
Citação de: "LM"
representam a maior democracia do mundo


Acho que a maior democracia do mundo é a India.
Título:
Enviado por: MERLIN em Julho 21, 2008, 04:32:09 pm
Uma democracia com um sistema de castas :twisted: !!!
Cumptos
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 21, 2008, 08:50:28 pm
Citação de: "MERLIN"
Uma democracia com um sistema de castas :lol:
Título:
Enviado por: Luso em Julho 21, 2008, 09:42:39 pm
Citação de: "Duarte"
Citação de: "MERLIN"
Uma democracia com um sistema de castas :lol:


Eu creio que o sistema foi aqui inventado. :roll:
Mais uma velinha para o Velhinho de Santa Comba. *smilie para suspiro*
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 21, 2008, 10:13:41 pm
A democracia é uma manipulaçao das multinacionais ao serviço de um nucleo de privilegiados.

Ordem,Respeito,Trabalho,Familia nao fazem parte do ideal democrata, que quer reduzir o cidadao a um simples escravo, drogado com novelas etc...
Título:
Enviado por: Miguel em Julho 21, 2008, 10:16:59 pm
Salazar odiava os americanos.
Título:
Enviado por: CarlosMC em Julho 21, 2008, 11:51:17 pm
Citação de: "Miguel"
Salazar odiava os americanos.


Staline também...
Título:
Enviado por: MERLIN em Julho 22, 2008, 08:23:49 am
Salazar odiava toda gente... :roll:
Cumptos
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 22, 2008, 11:04:51 am
Ser desconfiado é uma coisa, odiar é outra (acho).
Título:
Enviado por: Naadjh em Julho 22, 2008, 04:40:11 pm
Citação de: "Duarte"
Infelizmente há quem se regozije com estes factos, até neste fórum, basta ler o tópico do médio oriente.
:roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 22, 2008, 05:03:58 pm
O Saddam passou de aliado a inimigo, essa é a diferença.

Os EUA fazem exactamente o que todos os outros fazem, ou seja, protegem da melhor maneira os seus interesses.

Ou achas mesmo que o Sócrates vai à Libia e à Venezuela porque gosta dos tipos?! :lol:

É para conseguir contractos para empresas nacionais...tão simples quanto isso.
Título:
Enviado por: Duarte em Julho 22, 2008, 05:58:19 pm
Citação de: "Naadjh"
Citação de: "Duarte"
Infelizmente há quem se regozije com estes factos, até neste fórum, basta ler o tópico do médio oriente.
:roll:


Por acaso referia-me a outro, mas como diz o ditado, pica-se quem tem agulhas.

Os Americanos devem estar a tremer de medo, sabendo que têm inimigos destes.

 :lol:
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 22, 2008, 06:58:52 pm
Sobre a conversa dos camuflados afegãos serem DPM para não se confundirem por americanos...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg206.imageshack.us%2Fimg206%2F7836%2F11909290ft3.jpg&hash=780e0355f57fe035f4da0203a31a21fd)

Este padrão está cada vez mais em uso (tenho-o pelo menos visto cada vez mais).
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 22, 2008, 07:29:14 pm
Este já está muito dentro do padrão de camuflado dos EUA, eles não devem é ter uma farda  unica, tipo cada especialidade deve ter uma diferente.... :roll:

cumprimentos
Título:
Enviado por: Xô Valente em Julho 22, 2008, 07:47:35 pm
Eu acho que o camuflado actual que os Portugueses usam (verde e castanho escuros) não são muito adequados para o terreno e devem fazer mais calor que os camuflados mais claros.
Título:
Enviado por: migbar2 em Julho 23, 2008, 12:39:47 am
Citação de: "Miguel"
A democracia é uma manipulaçao das multinacionais ao serviço de um nucleo de privilegiados.

Ordem,Respeito,Trabalho,Familia nao fazem parte do ideal democrata, que quer reduzir o cidadao a um simples escravo, drogado com novelas etc...





Desculpe mas o que está a descrever não me parece que seja a democracia, mas sim o triste fenómeno da globalização. E nesse até e China participa ...e de que maneira  !!!!... a China é democrata ?
Título:
Enviado por: sturzas em Julho 23, 2008, 03:55:33 am
Viva a todos:

A Globalização, só por o ser, é um fenómeno que não pode ser evitado.

Todavia e como o Miguel escreveu (e muito bem na minha opinião), como nem todos (população mundial, pois a globalização é um fenómeno económico-social - mais económico - a que nem todos têm acesso, só existe para alguns...

Enquando uma China, uma Índia e futuramente uma Indonésia (2º maior país muçulmano do mundo, a nível populacional), não tiverem acesso a essa globalização realmente globante, teremos que manter o povo entertido com´"ópio"... Antigamente Karl Marx dizia que era a religião o ópio do povo... eu que não sou nenhum filósofo, defino, hoje em dia, as novelas e o futebol como o "ópio" do povo.

Um país "democrata" como os EUA, em que existem dúvidas sobre a eleição de um presidente (esse mesmo que estão a pensar - o Grande GWB - filho), quando tinha uma comparência perante o Senado Norte-Americano a 13 de Setembro de 2001, para se pronunciar sobre supostas fraudes eleitorais, por incrível que pareça, um ex-agente da CIA (de seu nome Ossama Bin Laden) dois dias antes (11 de Setembro de 2001) pratica a segunda infâmia (a primeira foi Japonesa), de atacar solo americano! Ele, JWB, por tal acto infâme, deixa de ter que prestar, como em qualuer país democrático, contas a quem de Direito... "timing" perfeito, diria mesmo.

Relativamente ao ópio social já falei... mas acham que os américas foram para o Afeganistão para acabar com as papoilas... ò Valha-me....

Vejam a posição geográfica deste país... analisem os oleodutos, gaseodutos, etc, que se supostamente passarem por um país controlado e politizado bem melhor para as ENRON's, SHELL's, BP´s, etc... aliás, analisem cada vez que forem meter gasolina a uma bomba de combustível, ao preço a que ela está... e mais não digo... são eles que ditam... e nós pagamos....

Se fosse pela DROGA, já tinham acabado com as FARC, que produzem "branca" e raptam candidatos presidenciais "pró-américas" e fazem frente (não defendo legitimidade a este grupo terrorista... atenção!!!) , tal como a um governo fantoche... tipo Panamá, quando o Noriega tentou nacionalizar o canal do Panamá... toma lá intervenção.

Relativamente aos canadianos... "coitadinhos"... aquilo é um conjunto de europeus que colonizaram uma área quase tão grande (ou será maior?) do que os EUA... simplesmente não tinham índios... só esquimós... por isso é que falam em francês e em inglês( Ah, e há o Quebec), e há a pseudo-independência... e há a industrialização... e há pertencerem ao G8 e há interesses económicos macro-mundiais... é verdade.

Se os américas, mais canadianos, mais franceses, mais ingleses, enfim aqueles 8 que se reunem de quando em quando, e que até ameaçaram a Rússia de deixar de pertencer a este grupo, ou seja serem só sete, puderem controlar o preço dos combustíveis fósseis (petróleo, gás, carvão, etc), os países emergentes, como China, Índia e Indonésia, necessitam para acompanhar o crescimento megalómano que as suas industrias estão a ter, estes 7, deixam de ter o G de Grande para ter o F de Fecundados... não sei se me estão a perceber...

Então os américas põem lá os talibans, sabem que ali há a papoila - a do ópio - da qual precisam do seu extracto para fazer o Crack, para manter a sua própria sociedade adormecida - a americana - enquanto algumas empresas privadas controlam o monopólio daquilo que faz mexer o mundo - ouro negro - e vocês dizem-me que eles estão lá para eliminar essas mesmas papoilas.... DEVEM DE ESTAR A BRINCAR COMIGO!!!!

Até no Vietname quando aquilo deu mal, eles utilizaram agente laranja para desgraçar a segunda geração de vietnamitas (a actual - maior taxa de natalidade de crianças com deficiências físicas e psíquicas profundas, a nível mundial), bem como desfolhantes para eliminar a selva para encontrar os "vietcongs", se bem que eles eram toupeiras (não sei se me estão a perceber), e defendem que aqueles tipos estão ali desde Novembro de 2001 para acabar com a dormideira...

Desculpem a todos os defensores desta teoria da luta contra os talibans pelo derrube da dormideira... mas para mim quem anda a dormir é quem defende tal ideal... pois ele não existe...

Já agora e a título de curiosidade.... sabem qual o 2º país mundial com mais reservas - NO SUBSOLO - ou seja, por explorar, de petróleo? Rússia... Tão eles pouco se importando que pertençam ao G8 ou G7 ou G3... um dia deste temos o Abramovitch lá...

Desculpem o desabafo, mas não consigo deixar de opinar sobre a exteriorização de ideias de quem defende, o que não é objectivo.. indefensável... os interesses macro-económicos, globalizantes, para nos lixar, a nós lacáios, que os defendemos... está na altura de abrir a pestana...

Os américas não andam no mundo para fazer bem... errado.... eles andam no mundo para fazer bem, mas somente a eles mesmos... então isto é globalizante e todos poderemos ter acesso a um mundo novo e diferente com mais justiça humana, deste que seja um mundo americano...

Já agora... sabem como é que eles vão sair do atoleiro do Iraque?... Eu também não... Mas entre Saddam, 5 anos de invasão, e consequente guerra civil... acham que eles estão à espera de acabar com 26 milhões de habitantes... pela estatística devem faltar mais 9-10 anos para tal. E não tinham armas de destruição... imaginem se tivessem... como tem o Irão, por exemplo... mas nisso os américas não são parvos.... "nós" é que somos em defendê-los...

Cumprimentos a todos.
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 23, 2008, 02:40:30 pm
Citação de: "sturzas"
Relativamente aos canadianos... "coitadinhos"... aquilo é um conjunto de europeus que colonizaram uma área quase tão grande (ou será maior?) do que os EUA...

É realmente maior que os EUA, o Canadá é o 2º maior pais do mundo em área territorial, o maior de todos é a Russia.

Citar
simplesmente não tinham índios... só esquimós... por isso é que falam em francês e em inglês( Ah, e há o Quebec)

Por acaso no Canadá também tinham (e tem) indios.
http://en.wikipedia.org/wiki/Aboriginal ... _in_Canada (http://en.wikipedia.org/wiki/Aboriginal_peoples_in_Canada)

E no Canadá fala-se inglês e francês porque inicalmente a região do Canadá foi uma colónia francesa (a área do Quebec), mas posteriormente o Canadá passou a ser uma colónia Britânicos, mas como continuaram sempre a ter uma percentagem relevante da população francofona decidiram adoptar as duas linguas (inglês e francês) como linguas oficiais do Canadá.

Por exemplo até as unidades militares Canadianas dessa região tem designações francesas como por exemplo o Royal 22eme Regiment.

Citar
Os américas não andam no mundo para fazer bem... errado.... eles andam no mundo para fazer bem, mas somente a eles mesmos... então isto é globalizante e todos poderemos ter acesso a um mundo novo e diferente com mais justiça humana, deste que seja um mundo americano...


Isso sempre foi assim ao longo da história, as grandes nações e impérios sempre velaram pelos seus próprios interesses, e mesmo actualmente todas as nações o fazem conforme as suas capacidades, os Britânicos, os Franceses, os Chineses, etc.
Título:
Enviado por: Naadjh em Julho 23, 2008, 10:31:51 pm
Citação de: "Duarte"
Por acaso referia-me a outro, mas como diz o ditado, pica-se quem tem agulhas.

Os Americanos devem estar a tremer de medo, sabendo que têm inimigos destes.

 :lol:


Caro Duarte porque não faz as malas e alista-se no exército Americano e depois ia para o Iraque ou Afeganistão? Aposto que dia após dia ia gostar cada vez mais deles..

Eu não disse que era inimigo, o que disse é que prefiro ser inimigo do que amigo, e ao contrário do que possa pensar não odeio os americanos apenas a sua politica e mentalidade.. ainda por cima tenho amigos americanos..
Título:
Enviado por: Naadjh em Julho 23, 2008, 10:34:24 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
O Saddam passou de aliado a inimigo, essa é a diferença.

Os EUA fazem exactamente o que todos os outros fazem, ou seja, protegem da melhor maneira os seus interesses.

Ou achas mesmo que o Sócrates vai à Libia e à Venezuela porque gosta dos tipos?! :lol:

É para conseguir contractos para empresas nacionais...tão simples quanto isso.


Sim de repente não lhes convinha foi por isso que mudou de lado para os americanos..
mesmo assim ninguém aqui disse o contrário..
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 24, 2008, 09:27:02 pm
Citar
EQUIPA DE APOIO: MILITARY ASSISTANT E FORCE PROTECTION

------- Portaria n.º 649/2008, 16 de Julho:

Portugal, como membro da NATO, tem satisfeito os compromissos internacionais assumidos no âmbito militar, participando nomeadamente em missões humanitárias e de paz, nos termos do Decreto-Lei n.º 233/96, de 7 de Dezembro.

A difícil situação que presentemente se vive no Afeganistão levou a NATO a organizar uma missão de assistência — NATO International Security Assistance Force (ISAF) —, na qual Portugal participa já com vários militares no Quartel-General e na Força.

Decorrente do convite endereçado a Portugal pelo general SACEUR, para que o nosso país assumisse o cargo de porta-voz da ISAF, foi nomeado o brigadeiro-general Martins Branco, conforme a Portaria n.º 1197/2007, de 4 de Outubro, a quem posteriormente foram atribuídas funções acrescidas (chief of information coordination branch).

Esta missão, para além de elevada exigência e responsabilidade, implica níveis de perigosidade consideráveis, que exigem cuidados acrescidos com a garantia de integridade física do militar em questão.

Desta forma, torna-se necessária a nomeação de um oficial para apoio pessoal (military assistant) e de uma equipa de segurança pessoal (force protection) constituída por três militares.

Assim, ao abrigo do disposto nos artigos 41.º, n.º 1, 44.º, n.º 1 e n.º 2, alínea d), da Lei n.º 29/82, de 11 de Dezembro, e nos termos do artigo 2.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 233/96, de 7 de Dezembro:

Manda o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte:

1.º Autorizar o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, com vista ao reforço da participação militar portuguesa na missão ISAF, no Afeganistão, a aprontar e empregar o tenente‑coronel de cavalaria (NIM 17860689) José Miguel Moreira Freire na função de military assistant e os seguintes militares na função de force protection: CADJ (NIM 07616796) Paulo Sérgio Casa Nova Silva Rocha, 1CAB (NIM 05660599) Aldo Henrique Nogueira Borges e 1CAB (NIM 19199002) Rui Filipe Martins Lima.

2.º A duração da missão será de até seis meses, prorrogável por iguais períodos enquanto se mantiver a condição que deu origem à mesma.

3.º De acordo com o n.º 5 da portaria n.º 87/99, de 30 de Dezembro de 1998, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 23, de 28 de Janeiro de 1999, estes militares irão desempenhar funções num país da classe C.

4.º A presente portaria produz efeitos a partir de 28 de Fevereiro de 2008.

 

(Publicada no Diário da República, II Série, n.º 136, de 16 de Julho de 2008, pelo Ministério da Defesa Nacional – Gabinete do Ministro).
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 24, 2008, 09:30:43 pm
Citar
EQUIPA DE APOIO À FORMAÇÃO AO EXÉRCITO AFEGÃO.

------- Portaria n.º 640/2008, de 1 de Abril:

Na sequência da intervenção das Nações Unidas no âmbito do combate ao terrorismo internacional, foi aprovada, em Dezembro de 2001, a criação da ISAF — International Security Assistance Force. A NATO assumiu a liderança da ISAF, com efeitos a partir de Agosto de 2003.

O Conselho Superior de Defesa Nacional, em 17 de Novembro de 2006, emitiu parecer favorável para a participação de Portugal com uma equipa para apoio à formação do exército afegão.

Assim, ao abrigo do disposto nos artigos 41.º, n.º 1, e 44.º, n.os 1 e 2, alínea d), da Lei n.º 29/82, de 11 de Dezembro, e nos termos do artigo 2.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 233/96, de 7 de Dezembro:

Manda o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte:

1.º É autorizado o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas a aprontar, sustentar e empregar uma equipa de apoio à formação do exército afegão para integrar a ISAF, sob o comando da NATO.

2.º A referida equipa é constituída por 12 elementos dos três ramos das Forças Armadas.

3.º A duração da missão é de seis meses, com início em Março de 2008, prorrogável por iguais períodos enquanto se mantiver a condição que deu origem à mesma.

4.º De acordo com o n.º 5 da Portaria n.º 87/99 (2.ª série), de 30 de Dezembro de 1998, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 23, de 28 de Janeiro de 1999, os militares que integram o contingente nacional desempenham funções em país de classe C.

 

(Publicada no Diário da República, II Série, n.º 134, de 14 de Julho de 2008, pelo Ministério da Defesa Nacional – Gabinete do Ministro).
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 24, 2008, 09:43:54 pm
Como não tenho a certeza se já foram colocadas...

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi179.photobucket.com%2Falbums%2Fw301%2Flancero_bucket%2Ftuga%2Faa.jpg&hash=8b76c07a14671a0f68e0b8c283b5425d)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi179.photobucket.com%2Falbums%2Fw301%2Flancero_bucket%2Ftuga%2Fbb.jpg&hash=4052ef2f1035ec2443be83a62ba208b5)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi179.photobucket.com%2Falbums%2Fw301%2Flancero_bucket%2Ftuga%2Fcc.jpg&hash=7f074d46666e618c04b7b8f938c59b86)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi179.photobucket.com%2Falbums%2Fw301%2Flancero_bucket%2Ftuga%2Fdd.jpg&hash=dace3d327d6988b6be135647b44c1523)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi179.photobucket.com%2Falbums%2Fw301%2Flancero_bucket%2Ftuga%2Fee.jpg&hash=7acc4e51131c3acf1c12357e038abf99)
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 25, 2008, 12:11:06 am
Lancero mais umas vez fotos expetaculares dos nossos comandos no afeganistão, pena é serem enormes, daria para colocar em mais pequeno para melhor visualisação aqui no site?desculpa ser chato  :lol:

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lancero em Julho 25, 2008, 10:23:39 am
Culpa minha, coloquei as fotos acreditando estarem nas dimensões correctas e não confirmei. Está resolvido.
Título:
Enviado por: MERLIN em Julho 25, 2008, 11:39:10 am
Os franceses com os comandos da marinha.
cumptos
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 26, 2008, 04:22:17 pm
Citação de: "MERLIN"
Os franceses com os comandos da marinha.
cumptos


 :roll:
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 26, 2008, 04:26:18 pm
Citação de: "MERLIN"
Os franceses com os comandos da marinha.
cumptos


 :?:
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 26, 2008, 09:44:34 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06379.jpg&hash=874b2adf5793f0c0e49520a75669a76e)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 26, 2008, 10:06:41 pm
Boas

Sempre, que vejo esta camuflagem, parece me que estou a olhar para aqueles veículos dos excêntricos americanos, que cantam musica rap
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 26, 2008, 11:24:38 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC06415.jpg&hash=9acced3456f4b6abb7b44b532652aea4)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 26, 2008, 11:31:18 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2095.jpg&hash=4f1cb88a89719d586fa38d334febcd80)
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 27, 2008, 12:14:12 am
ei a policia civil afegã mandou um veiculo ao "Pimp my Ride" não vi esse episódio :wink:

cumprimentos
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 27, 2008, 12:20:29 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2096.jpg&hash=c7b2d2cebfc0ec358de3acc3e8c9e35a)
sinais de mudança...
Título:
Enviado por: Ermit em Julho 27, 2008, 01:18:57 am
Só uma questão porque a bandeira da Alemanha na traseira?Foram eles que deram a pick-up?

Realmente já se nota a diferença, mulheres neste cargo era uma coisa impensavel à uns anos....

Cumprimentos
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 27, 2008, 01:22:04 am
Nem sei... Também só reparei agora.
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 27, 2008, 01:27:10 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2089.jpg&hash=b0bed2d530f670ae99ed421e8c995306)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 27, 2008, 01:27:49 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2088.jpg&hash=d401af710df8095a5d16e8c674662ff9)
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 27, 2008, 08:49:28 pm
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2088.jpg&hash=d401af710df8095a5d16e8c674662ff9)


Alguém pode identificar esta viatura?
Parece-me uma perfuradora, talvez de origem soviética
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 27, 2008, 09:01:53 pm
Citar
Alguém pode identificar esta viatura?
Parece-me uma perfuradora, talvez de origem soviética


Eu apostava 10 para 1 em como é uma máquina para abertura de trincheiras...

Carlos F
Título:
Enviado por: Pedro_o_Tuga em Julho 27, 2008, 09:06:41 pm
Citação de: "Bravo Two Zero"
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2088.jpg&hash=d401af710df8095a5d16e8c674662ff9)

Alguém pode identificar esta viatura?
Parece-me uma perfuradora, talvez de origem soviética


é uma viature para escavar trincheiras

BTM-3
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 11:39:39 am
Alguma artilharia
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2082.jpg&hash=ded1f5c11f3a250963fd8962295a965c)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 11:40:41 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2083.jpg&hash=0285e1e87b5cce8bffb360536fbe02a8)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 11:50:28 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2081.jpg&hash=d0cb20e11d32e71c563fa1d78fe8fb19)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 11:54:20 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2065.jpg&hash=d901577609bcfa931670ef1ae59b8522)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 11:54:59 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2039.jpg&hash=aeaf155dcc45239c925a7801a80b0672)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 12:10:37 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2038.jpg&hash=b989ebfd684eac0e717006d0cde7365d)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 12:11:12 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2033.jpg&hash=23913ea035f95b5c418c619709711c9d)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 29, 2008, 12:24:44 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00730.jpg&hash=d85ae4d7d564269d04814a3ef5c4f270)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Julho 29, 2008, 07:31:02 pm
boas

este vídeo é só para quem gosta, das nossas tropas:



http://www.youtube.com/watch?v=CwwmRT22flc (http://www.youtube.com/watch?v=CwwmRT22flc)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 30, 2008, 05:26:52 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00696.jpg&hash=6d6fd8b1419af99a7fc510eb0d041d58)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 30, 2008, 05:41:01 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00695.jpg&hash=348c907aa4b93b5c65167e9f58c5aec0)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Julho 30, 2008, 05:49:35 pm
Os nossos são superiores, pelo menos fazem mais fumo! c34x  :lol:

É minha impressão, ou quando acabares o curso vais logo para cima de um Leo?
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 30, 2008, 05:56:00 pm
Vou é "para baixo" de um Leo ou Pandur.  É verdade pois isto acabou hoje e escolhi... Serviço de Material - Mecânica - (já me bastou de Cavalaria...)
Portanto em Setembro 2ª parte do CFS na Póvoa do Varzim
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 30, 2008, 07:40:56 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00692.jpg&hash=86c4f6972da69eaed5c0e694f1446482)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 30, 2008, 07:41:29 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00692.jpg&hash=86c4f6972da69eaed5c0e694f1446482)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 31, 2008, 02:12:58 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2092.jpg&hash=9b15fe4809a278fbbfd9e7e07909a274)
Título:
Enviado por: HSMW em Julho 31, 2008, 02:14:35 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2038-1.jpg&hash=676afad7ed78cb7bd3fa22a2ea533c8b)
Título:
Enviado por: sivispacem em Julho 31, 2008, 03:04:33 pm
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2092.jpg&hash=9b15fe4809a278fbbfd9e7e07909a274)


Um 'coisa' destas é que eu nunca tinha visto... o que é? um dispositivo de pesca de espadarte?!?!? um para puxar algum talibã mais renintente agarrado a uma pedra dentro de uma gruta????
Agradecem-se outras sugestões... :)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 12:57:22 pm
Agora também não sei. Parecia-me um lança pontes mas agora pareçe-me uma viatura de recuperação
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 01:28:47 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00681.jpg&hash=53ed29861975a3795ee161a7fb781630)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 01:43:42 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00680-1.jpg&hash=09cad5b757bd689e3c9ee172cc44233b)
Título:
Enviado por: triton em Agosto 01, 2008, 03:25:45 pm
Citação de: "sivispacem"
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FIMG_2092.jpg&hash=9b15fe4809a278fbbfd9e7e07909a274)

Um 'coisa' destas é que eu nunca tinha visto... o que é? um dispositivo de pesca de espadarte?!?!? um para puxar algum talibã mais renintente agarrado a uma pedra dentro de uma gruta????
Agradecem-se outras sugestões... :lol:  :lol:
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 04:47:31 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00679.jpg&hash=04d0b7120cb97b40eef402f75d394a69)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 05:10:04 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00676.jpg&hash=8647f88d2e539266489f1ab72173bb31)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 09:29:36 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00675.jpg&hash=f0752cf6055c10c97626ad1376814ae4)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 09:33:14 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00674.jpg&hash=2877b8760f631897fee6a73da21c71d5)
Título:
Enviado por: Duarte em Agosto 01, 2008, 09:39:56 pm
Quantos modelos de capacete é queles usam?  :shock:
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 01, 2008, 11:11:16 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00668.jpg&hash=da2fdb8fa564ed71f1d406a85d9d2574)
Título:
Enviado por: AJ em Agosto 01, 2008, 11:56:38 pm
Citação de: "Duarte"
Quantos modelos de capacete é queles usam?  :shock:


lol Parecem panelas japonesas!
Título:
Enviado por: Duarte em Agosto 02, 2008, 12:12:23 am
Citação de: "AJ"
Citação de: "Duarte"
Quantos modelos de capacete é queles usam?  :shock:

lol Parecem panelas japonesas!


Será material ex-soviético? E Americano surplus?
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 01:00:00 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00673.jpg&hash=729c3805787e9f51cc9bfb95aa25467d)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 01:03:50 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00672.jpg&hash=db73602be9a1f6dca35c489556c30c9a)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 01:04:59 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00650.jpg&hash=a7f8cdc9bdaeca9f7bb6c5c0ade10fea)
Policia Afegã
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 01:16:20 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00636.jpg&hash=538d1d35226961d048ecf5a078d3f558)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 02:30:16 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00651.jpg&hash=7e57e1aaf7d0c3351798785209b661a0)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 10:32:58 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00684.jpg&hash=5fe6c0748063f812d39efea3b976bcd5)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 10:33:49 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00690.jpg&hash=b3395be597ba11c52d8de626ffab44a9)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 02, 2008, 10:34:52 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00689.jpg&hash=e275eacc19862c72e089b9585a32b703)
Título:
Enviado por: Duarte em Agosto 03, 2008, 02:14:48 am
Que tropas são estas, com os capacetes e mariquices em azul Windex?
Parecem soldados da SPECTRE dum filme do Bond dos anos 60  :lol:
Título:
Enviado por: Duarte em Agosto 03, 2008, 02:20:02 am
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FDSC00650.jpg&hash=a7f8cdc9bdaeca9f7bb6c5c0ade10fea)
Policia Afegã


Parece que um do polícias perdeu as luva brancas.  c34x
Título:
Enviado por: alphaiate em Agosto 03, 2008, 04:51:17 am
eu estou parvo é com a disparidade de equipamentos e uniformes... cada unidade tem seu tipo de ak :P
Título:
Enviado por: zeNice em Agosto 03, 2008, 08:24:36 pm
Que aconteceu?

Vi agora no Telejornal da SIC que os Militares Portugueses já voltaram a casa mas sofreram uma emboscada dos talibans e estiveram 15minutos debaixo de fogo e houve 2 feridos ligeiros.

Que aconteceu aos talibans? Foram abatidos pelos Militares Portugueses?

Os 2 Feridos Ligeiros? Dizem Feridos Ligeiros mas o certo é que podem ter ficado sem por exemplo dedos nas mãos.


 :Soldado2:

Comprimentos aos Militares que estão a prestar serviço no estrangeiro.
Título:
Enviado por: CarlosMC em Agosto 03, 2008, 08:33:41 pm
Citação de: "Morkanz"
Que aconteceu?

Vi agora no Telejornal da SIC que os Militares Portugueses já voltaram a casa mas sofreram uma emboscada dos talibans e estiveram 15minutos debaixo de fogo e houve 2 feridos ligeiros.

Que aconteceu aos talibans? Foram abatidos pelos Militares Portugueses?

Os 2 Feridos Ligeiros? Dizem Feridos Ligeiros mas o certo é que podem ter ficado sem por exemplo dedos nas mãos.


 :Soldado2:

Comprimentos aos Militares que estão a prestar serviço no estrangeiro.


Pelo que ouvi na rtp, estiveram 2 horas sob emboscada, mas também disseram que estiveram das 22h30 até às 2h00... - foram safos pelo apoio aéreo, parece.
Título:
Enviado por: Sargento_zero em Agosto 03, 2008, 10:52:04 pm
Não foram safos pelo apoio aéreo.... mas o mesmo foi de uma grande ajuda enquanto tentavam sair da zona de fogo inimigo... uma grande equipa a trabalhar, TACP e Comandos....




http://www.faptacp.blogspot.com/ (http://www.faptacp.blogspot.com/)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 04, 2008, 12:15:51 am
Citação de: "Sargento_zero"
Não foram safos pelo apoio aéreo.... mas o mesmo foi de uma grande ajuda enquanto tentavam sair da zona de fogo inimigo... uma grande equipa a trabalhar, TACP e Comandos....


TACP, Comandos e Operações Especiais  :roll:
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 04, 2008, 12:33:48 am
Mas nesta altura são os Paras ou os Comandos que estão lá?  :conf:
Título:
Enviado por: Lightning em Agosto 04, 2008, 10:39:03 am
Citação de: "HSMW"
Mas nesta altura são os Paras ou os Comandos que estão lá?  :conf:


São os Comandos que estão a regressar, chegaram uns 60.

Agora não sei é se é o fim da missão ou se ainda vão os pára-quedistas para os substituir.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 04, 2008, 10:47:25 am
Eu não tenho a certeza, mas já não vai haver mais substituição dos Comandos pelos Páras, mas sim vão ser substituídos por duas equipas que vão treinar o exercito afegão e por um C130
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 05, 2008, 09:29:09 am
Citar
'Missão cumprida' para 60 militares portugueses no Afeganistão


Os últimos 60 militares da Brigada de Acção Rápida do Exército, destacados desde Fevereiro em Cabul, Afeganistão, regressaram ontem a Portugal em ambiente de muita emoção, encerrando a missão do último contingente de Portugal naquele país.

Com todos os militares de regresso a casa - os primeiros voltaram a 25 de Julho -, é tempo de avaliações. Para o comandante em Portugal da Brigada de Acção Rápida, general Hernandez Gerónimo, tratou-se de uma missão com "balanço extremamente positivo", diz. "Os elogios à nossa força foram extremamente gratificantes".

A emoção atravessava o aeroporto militar de Figo Maduro, Lisboa, e contagiava. "Todos voltaram sãos e salvos", disse emocionado o tenente-coronel Carlos Bartolomeu, lembrando a emboscada que os portugueses sofreram em Junho, quando regressavam a Cabul depois de uma missão em Maywand, no sul do país - de que resultaram dois feridos ligeiros.

Com o Afeganistão já para trás, o militar Samuel Cadete diz que o país está no bom caminho, sobretudo se comparado com aquilo que encontrou na sua primeira missão, há três anos. "Na altura não havia metade das estradas e pavimentos que há agora", disse. Depois da missão cumprida, matar saudades da família é a única prioridade dos militares.

"Estar longe deles foi muito complicado", disse Nuno Silva, soldado. Com o regresso destes 60 militares termina para já a participação de Portugal nas forças internacionais no Afeganistão.



http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Naciona ... _id=974917 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=974917)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 31, 2008, 09:10:21 pm
Citar
Afeganistão
Militares portugueses partiram para Cabul
Quarenta e dois militares portugueses partiram hoje da base aérea do Montijo (BA6) para o Afeganistão para missões de transporte de pessoas e bens durante quatro meses

Segundo o major Gonçalves, os militares e o C-130 que os transporta vão ficar alojados em Cabul e a equipa é composta por uma força multidicciplinar que vai realizar acções de apoio humanitário e não de combate.

Este último grupo de militares constitui a Main Party do Destacamento de Transporte Aéreo Táctico que é comandado pelo tenente coronel piloto-aviador Carlos Oliveira e efectuará missões de apoio logístico e humanitário à International Security Assistante Force (ISAF).

A partir desta data ficarão no Afeganistão, para além do Destacamento de Transporte Aéreo Táctico com base num C-130 e constituído por 42 militares, os elementos que constituem a equipa OMLT (Operational Mentor and Liaison Team) mais o módulo de apoio (12+13 militares) e quatro militares no Estado-Maior do quartel-general da ISAF.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Intern ... _id=107375 (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=107375)
Título:
Enviado por: Lancero em Setembro 09, 2008, 07:16:54 pm
Citar
Defesa: Exército Português entrega quarta-feira estandarte da Força que

esteve destacada no Afeganistão    

   Lisboa, 09 Set (Lusa)- O Exército Português vai entregar quarta-feira  o estandarte nacional da Força Nacional Destacada (FND), que integrou até  ao final Julho deste ano a Força Internacional de Assistência e Segurança  no Afeganistão (ISAF).  

 

   A cerimónia de entrega do estandarte será presidida pelo comandante  operacional do Exército, tenente-general Artur Neves Pina Monteiro, e terá  lugar dia 10 de Setembro, às 10:30, no Centro de Tropas Comandos da Serra  da Carregueira, em Belas.  

 

   A FND que esteve no Afeganistão entre Fevereiro e Julho deste ano, pertencente  à Brigada de Reacção Rápida e comandada pelo tenente-coronel Carlos Bartolomeu,  era constituída por 150 militares do Exército e 7 militares da Força Aérea  Portuguesa.  

 

   Os últimos 60 militares da Brigada de Acção Rápida do Exército, destacados  desde meados de Fevereiro em Cabul, no Afeganistão, regressaram no início  de Agosto a Portugal, encerrando a missão do último contingente de Portugal  naquele país.  

 

   Durante a chegada a Lisboa do último contigente presente no Afeganistão,  o comandante em Portugal da Brigada de Acção Rápida do Exército, general  Hernandez Gerónimo, fez um "balanço extremamente positivo" da missão.  
Título:
Enviado por: André em Setembro 16, 2008, 06:56:11 pm
Força Aérea lança site para acompanhar militares portugueses no Afeganistão

A Força Aérea Portuguesa lançou hoje uma página na Internet «especialmente dedicada» aos familiares dos militares no Afeganistão que permite acompanhar esta Força Nacional Destacada (FND)

«Esta página foi para o ar hoje e ainda está um pouco em construção, mas esperamos que sirva para divulgar a actividade e que seja uma forma de as próprias famílias verem os seus entes a trabalhar», afirmou à Lusa o porta-voz do Estado-Maior da Força Aérea (EMFA), major Gonçalves.

O militar sublinhou que, apesar de «qualquer português ter direito a saber o que se passa» com o contingente em terras afegãs, a página, com fotografias, vídeos e notícias sobre a FND, está «muito vocacionada para os familiares».

Segundo o porta-voz da FAP, o site, www.emfa.pt/isaf (http://www.emfa.pt/isaf) , é «o primeiro passo de um plano de comunicação» e começará, em breve, a ser «actualizado com fotografias e vídeos» pelos próprios militares presentes no Afeganistão.

A equipa multidisciplinar de 42 militares da FAP, integrada nesta missão de apoio logístico da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) em Cabul, capital do Afeganistão, vai estar naquele país entre Setembro e Janeiro de 2009.

Lusa
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 09, 2008, 12:58:19 pm
:arrow: http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... _mcump.pdf (http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/ueo/JE/Afeganist_mcump.pdf)
Título:
Enviado por: lazaro em Outubro 10, 2008, 06:40:22 pm
http://www.semanariotransmontano.com/no ... on=noticia (http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=157&id=6740&idSeccao=2075&Action=noticia)
Título:
Enviado por: Harapan em Outubro 12, 2008, 01:31:04 pm
Alguem por ventura teria algum problema ou preconceito caso a missão fosse atribuida aos Fuzileiros?
Título:
Enviado por: Xô Valente em Outubro 12, 2008, 01:35:31 pm
Eu não, muito pelo contrário, os Fuzileiros estão a precisar de missões no estrangeiro. Aliás, os Marines (Royal e US) estão por essas bandas, e são fuzileiros.
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 12, 2008, 01:38:19 pm
Citação de: "Harapan"
Alguem por ventura teria algum problema ou preconceito caso a missão fosse atribuida aos Fuzileiros?

Claro que não.
Eu já defendi noutro tópico que está na hora de lavar essa imagem do fuzileiro só a fazer desmbarques nas praias ou a passear os zebros no Tejo.
Tal os paraquedistas que por além de fazerem operações terrestres têm a valência de saltar, os fuzileiros também fazem operações terrestres com a valência de poderem fazer operações anfíbias.
Título:
Enviado por: HSMW em Outubro 12, 2008, 02:13:11 pm
Citação de: "Xô Valente"
Eu não, muito pelo contrário, os Fuzileiros estão a precisar de missões no estrangeiro. Aliás, os Marines (Royal e US) estão por essas bandas, e são fuzileiros.


E quem é que não está a precisar de uma missão no estrangeiro...
Tanto precisam os Fuzileiros como qualquer Batalhão de Infantaria da BrigMec ou BrigInt.
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 12, 2008, 02:38:04 pm
Pois, o tempo da "fartura" já acabou, missões na Bosnia, Kosovo e Timor, todas de escalão Batalhão, dessas só a missão do Kosovo ainda se mantem.

É verdade que os Fuzileiros tem tido poucas missões em comparação com o Exército, mas ainda participaram em algumas como Timor e Bósnia e as evacuações de civis em África.

A nivel do Exército a Infantaria é quem papa as missões quase todas, a Cavalaria ainda participa de vez em quando com alguns Esquadrões de Reconhecimento e da Polícia do Exército mas pelo que vejo acho que o pessoal da Artilharia é quem deve ter mais razões de queixa pois para eles não há nada.
Título:
Enviado por: HSMW em Outubro 12, 2008, 02:51:46 pm
E quase nos esquecemos da ENG no Líbano e do Apoio de Serviços que faz sempre falta. Já tenho visto militares de ART com missões na Bósnia. Devem ter sido inseridos nos Bat de INF mas não sei as funções especificas... As missões fazem sempre falta, principalmente pela experiência que lá se adquire, no meu CFS deu para ver bem a diferença entre militares com missões e sem missões.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FImagem2.jpg&hash=f8b9a2005d43a9f2fda74f3f6c5cdbae)
Título:
Enviado por: Lancero em Outubro 12, 2008, 02:52:19 pm
A minha opinião, já dada anteriormente.
Empenhar os fuzileiros numa missão de calendário? Podia-se. São perfeitamente capazes.
Mas e se é preciso mobilizar em dois dias uma força para ir resgatar portugueses à Guiné (ou outro do género)? Quem iria? Seriam as restantes possibilidades (Comandos e Páraquedistas) tão capazes de efectuar uma missão naval-terrestre como os Fuzos? Não se iria lamentar não cá estarem os Fuzileiros?
A gestão de meios no EMGFA não é tão fácil como pode parecer. Além das missões de calendário, há que prevenir.
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 12, 2008, 03:08:48 pm
Citação de: "Lancero"
A minha opinião, já dada anteriormente.
Empenhar os fuzileiros numa missão de calendário? Podia-se. São perfeitamente capazes.
Mas e se é preciso mobilizar em dois dias uma força para ir resgatar portugueses à Guiné (ou outro do género)? Quem iria? Seriam as restantes possibilidades (Comandos e Páraquedistas) tão capazes de efectuar uma missão naval-terrestre como os Fuzos? Não se iria lamentar não cá estarem os Fuzileiros?
A gestão de meios no EMGFA não é tão fácil como pode parecer. Além das missões de calendário, há que prevenir.


Qual o efectivo do Corpo de Fuzileiros?
Acho que terem uma companhia em rotação com Comandos e paraquedistas seria viável.
Agora se efectivo for de batalhão compreendo a dificuldade.
Quanto aos Artilheiros que não integram unidades constituidas de Artilharia, esses ocupavam praticamente todas as vagas disponíveis no Estado Maior, ficando igualmente com a fatia do CIMIC e HUMINT. Esse exemplo foi flagrante em TIMOR.
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 13, 2008, 12:36:01 pm
Citação de: "jmg"
Qual o efectivo do Corpo de Fuzileiros?

O Corpo de Fuzileiros possui como unidades operacionais:
 - Batalhão de Fuzileiros nº1 (2 Companhias)
 - Batalhão de Fuzileiros nº2 (3 Companhias)
 - Unidade de Meios de Desembarque
 - Unidade de Pólícia Naval
 - Companhia de Apoio de Fogos
 - Companhia de Apoio de Transportes Tácticos
 - Destacamento de Acções Especiais

Citar
Acho que terem uma companhia em rotação com Comandos e paraquedistas seria viável.


Concordo, e sempre que os Fuzileiros participaram em missões de manutenção de paz foi esse o efectivo mobilizado, pois apesar de os Fuzileiros parecer que tem um grande efectivo, na realidade temos que por a UPN e o BF1 à parte pois essas unidades são de Forças de Segurança para as instalações navais e para os seus navios, das restantes unidades sobra o BF2 a 3 companhias para missões do género Comandos ou Pára-quedistas.
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 13, 2008, 06:35:06 pm
Isso mesmo Lightning.
Questões financeiras a parte como já tentaram lançar aí (eu sei que é muito importante, a minha vida também tem um valor quando fora de portas...), gostava de alargar a nossa visão das coisas.
Como era o exercito antes das primeiras missões da Bósnia?
M/64, bomboca na cabeça e toca a fazer queda na máscara.
Agora temos Kevlar, coletes tácticos, camuflados, gore tex e muito mais.
Essa participação em missões ao lado doutras tropas veio tirar o Exercito de um fosso com cerca de 34 anos (desde o ultramar que parámos no tempo, exceptuando a adesão à NATO com a criação da BMI), tanto ao nível dos materiais como dos procedimentos e técnicas utilizados.
(As mães dos camaradas fuzileiros vão me odiar por isso mas cá vai:)
Por que não permitir ao Fuzileiros usufruirem igualmente dessa oportunidade?
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 13, 2008, 08:11:38 pm
Citação de: "jmg"
Por que não permitir ao Fuzileiros usufruirem igualmente dessa oportunidade?


Também sou a favor dos Fuzileiros participarem nas missões de paz quer com companhias a operar independentemente, quer integradas em Agrupamentos do Exército, pode-se bem fazer isso sem por em causa qualquer missão de evacuação de não-combatentes por mar, a Marinha não tem capacidade de transportar o BLD completo por isso não vale a pena ter essa força em "stand-by" para uma emergencia, pode-se bem enviar uma companhia para um lado qualquer que as restantes forças de Fuzileiros que cá ficam são mais que suficientes para as emergencias que possam aparecer.

E até pergunto outra coisa, porque estamos a enviar batalhões para o Kosovo com 300 efectivos? É esse o efectivo que se acha suficiente  para a missão ou é porque os nossos actuais Batalhões só tem esse numero de militares? Se é a segunda resposta então podia-se muito bem adicionar uma companhia de fuzileiros a essa força.
Título:
Enviado por: jmg em Outubro 13, 2008, 09:24:38 pm
São forças nacionais destacadas dimensionadas para uma missão específica.
Na cadeira de táctica e operações militares da Academia continua a vigorar a constituição normal do Batalhão.
Depois temos de ter em atenção se o batalhão vai integrar uma brigada para ter o seu apoio de serviço ou se vai ter de ser "auto-suficiente" actuando isolado num sector.
Título:
Enviado por: Harapan em Outubro 17, 2008, 08:03:48 pm
Sim, sempre ao nivel de batalhão....mas o que ninguem repara é que os Fuzileiros tem vantagem em relação ao essoal do Exercitoi que integra missões....

Como é feita a selecção do pessoal para a Força?

Nos Fuzileiros a Força já está constituida não há necessidade de irmos buscar um homem ali e outro alempara ocupar as lacunas. Isto traz-nos uma grande vantagem a nivel de relacionamento e interligação do pessoal, dado que este pessoal necessita de um tempo de aprontamento muito mais reduzidio, já que não é uma força criada de raiz e permite uma flexibilidade muito maior pois dependentemente da missão o BLD molda-se a ela!!!

Resumindo,menor tempo de preparação, menos dinheiro em aprontamento, menos munições, menos gasoleo...etc... e pessoal que se relaciona diariamente e que se conhece da actividade operacional que tem no dia a dia.

Pode-se olhar tambem a um problema que é o de rotatividade...já que apenas existe 1 batalhão operacional....mas em caso de empenhamento numamissão acho que esse problema se resolveria rapidamente! As missões atraiem candidatos ás Forças Armadas.
Título:
Enviado por: lazaro em Outubro 17, 2008, 10:09:19 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "jmg"
Por que não permitir ao Fuzileiros usufruirem igualmente dessa oportunidade?

E até pergunto outra coisa, porque estamos a enviar batalhões para o Kosovo com 300 efectivos? É esse o efectivo que se acha suficiente  para a missão ou é porque os nossos actuais Batalhões só tem esse numero de militares? Se é a segunda resposta então podia-se muito bem adicionar uma companhia de fuzileiros a essa força.


É o efectivo que está superiormente definido pela NATO para a Tactical Reserve Manoeuvre Battalion, o nosso Batalhão no Kosovo.
Título:
Enviado por: André em Outubro 20, 2008, 02:02:29 pm
Militares portugueses vão assessorar soldados afegãos em Cabul

Um destacamento de 29 militares dos três ramos das Forças Armadas portuguesas partiu hoje para o Afeganistão, numa missão destinada a assessorar o exército afegão durante próximos seis meses.

«Neste momento, a nossa missão é organizá-los [os militares], quer ao nível das suas tarefas de Estado-Maior, quer ao nível de comando», declarou aos jornalistas o Tenente-Coronel Dias Henriques, comandante do destacamento antes da partida do aeroporto militar de Figo Maduro, em Lisboa.

Sobre a situação no Afeganistão, em que as últimas notícias dão conta de alguns conflitos e mortos, Dias Henriques desvalorizou, mas admitiu «respeito».

«Acho que o treino que tivémos é suficientemente esclarecedor e bom para que tenhamos respeito pelo que se lá passa e para que tenhamos cuidado», acautelou o comandante da força portuguesa.

A tranquilidade reina no grupo de militares que se dizem preparados para a missão.

Em declarações à Agência Lusa, o segundo sargento César afirmou estar «descansado e consciente» quanto à sua preparação e manifestou-se apto para «servir de força de reacção rápida aos instrutores que vão dar instrução a outras unidades, intervir e defender».

O contigente de 29 militares, que seguiu para o Afeganistão num avião C-130, vai render a actual equipa OMLT (Operational Mentor Liaison Team) destacada em apoio de assessoria ao Exército Nacional Afegão, e que opera na região de Pol-E-Charki, em Cabul.

O destacamento português, cuja orgânica e composição obedece aos requisitos definidos pela NATO, permanecerá durante seis meses em território afegão, cifrando-se em 74 o número de militares portugueses a operar no Afeganistão.

Lusa
Título:
Enviado por: Runa em Outubro 20, 2008, 03:42:25 pm
Alguem sabe alguma coisa da missão dos Fuzileiros no Afeganistão? Alguém despõe de fotos ou algum arquivo?

Com os melhores cumprimentos,
Ricardo Runa.
Título:
Enviado por: Stavares em Outubro 27, 2008, 09:16:02 pm
Penso que o Corpo de Fuzileiros terá um triste fim, por nao lhe serem atribuidas missoes. Cada vez existem menos mancebos a candidatarem-se! Enfim....
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 27, 2008, 09:28:40 pm
Citação de: "Runa"
Alguem sabe alguma coisa da missão dos Fuzileiros no Afeganistão? Alguém despõe de fotos ou algum arquivo?

Com os melhores cumprimentos,
Ricardo Runa.


http://fuzileiros.marinha.pt/CFuzileiro ... C3%83O.htm (http://fuzileiros.marinha.pt/CFuzileiros/Site/PT/Not%C3%ADcias/FUZILEIROS+NO+AFEGANIST%C3%83O.htm)
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Outubro 27, 2008, 10:43:29 pm
Meia dúzia de  militares... e para efeitos de instrução
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 28, 2008, 10:03:40 am
O que estavas à espera?

O Exército tb mandou equipas deste género para o Iraque (EPI/ETP).
Título:
Enviado por: _Gabriel_®™ em Outubro 28, 2008, 12:14:27 pm
Sobre o pessoal artilheiro fazer missões...

Os exemplos que dão da Bosnia e de Timor são apenas até á extinção do serviço obrigatório em que para algumas vagas eram chamados alguns artilheiros e desempenhavam as mais diversas funções. Neste momento existe 1 problema no seio dos artilheiros, 1 grande parte anseia em fazer missões mas neste momento não conseguem, posso falar do GAC/BAAA da Brigada Mecanizada em q nos ultimos 4 anos de pessoal praça apenas conseguiram fazer missões ñ mais que meia duzia de militares e isto pq recentemente alguns têm ocupado vagas na ENG como condutores de rodas e pintores e canalizadores... então, mas os artilheiros ñ sabem fazer mais nada?!?

De certeza q sabem... afinal o GAC tem sido empenhado para várias tarefas de infantaria, inclusive no ultimo ORION 08 participu a 1 bateria como força de manobra em que montou checkpoint's, realizou diversos ataques de flagelação, etc, etc, etc... neste momento está mesmo a participar no exercicio de apoio á força da ENG que se prepara para fazer uma nova missão a avançar no final do mês de Novembro.

Em relação aos fuzileiros e ao exemplo q é dado de mobilizar em dois dias uma força para ir resgatar portugueses à Guiné (ou outro do género)... as nossas Operações Especiais são bem capazes de executar este tipo de operações, tb têm treino naval e até mesmo de salto...por tudo isso concordo tb dos fuzileiros poderem participar na missão do afeganistão!


Cumprimentos.
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 28, 2008, 02:39:27 pm
Citação de: "_Gabriel_®™"
De certeza q sabem... afinal o GAC tem sido empenhado para várias tarefas de infantaria, inclusive no ultimo ORION 08 participu a 1 bateria como força de manobra em que montou checkpoint's, realizou diversos ataques de flagelação, etc, etc, etc... neste momento está mesmo a participar no exercicio de apoio á força da ENG que se prepara para fazer uma nova missão a avançar no final do mês de Novembro.

Mas não acho bem os artilheiros andarem a fazer o trabalho dos infantes, exepto numa situação de emergencia. É assim tão complicado enviarmos uma Bateria/Grupo de artilharia para uma missão? Comparavelmente ao envio de Companhias/Batalhões de Infantaria, Esquadrões de Cavalaria, Companhias de Engenharia, unidadades de transmissões, unidades de Serviços, só as unidades de artilharia é que não são enviadas.

Citar
Em relação aos fuzileiros e ao exemplo q é dado de mobilizar em dois dias uma força para ir resgatar portugueses à Guiné (ou outro do género)... as nossas Operações Especiais são bem capazes de executar este tipo de operações,

Mas as operações especiais não conseguem mobilizar um Batalhão com meios anti-carro, morteiros, etc e futuramente com veiculos anfíbios.

Citar
tb têm treino naval e até mesmo de salto...

O que é que tem os saltos a ver com os Fuzileiros?

Citar
por tudo isso concordo tb dos fuzileiros poderem participar na missão do afeganistão!


A missão já acabou, agora nem Fuzileiros, nem Comandos, nem nada.

Ao que me parece, se a missão de paz também tiver participação da Marinha os Fuzileiros participam (ex: Timor), mas se a missão for praticamente do Exército, os Fuzileiros muito dificilmente participam, (ex: Kosovo, Afeganistão) participaram na Bosnia, possivelmente devido à falta de efectivos para o Exército suportar tantas missões simultaneamente (Kosovo, Bosnia, Timor). Actualmente só há uma missão para infantaria, que é no Kosovo, o Exército chega bem, por isso os Fuzileiros nem lá vão por os pés.
Título:
Enviado por: _Gabriel_®™ em Outubro 28, 2008, 05:57:11 pm
Citação de: "Lightning"
O que é que tem os saltos a ver com os Fuzileiros?


Falei dos saltos mas associando aos OE´s e ñ aos Fuzileiros.

Sobre a Artilharia poder participar numa missão, ñ falo como 1 batalhão, mas, é possivel preencher vagas com militares oriundos de quarteis de artilharia, afinal, qualquer quartel de artilharia e agora falo mais do Grupo de Artilharia de Campanha da Brigada Mecanizada que tb possui militares de transmissões, condutores de rodas, serviço de material, para além de que qualquer outro militar que desempenhe funções numa bateria de bocas de fogo têm treino de infantaria pois tb têm de saber reagir a ataques inimigos, em qualquer deslocamento q seja necessário apear para reagir qualquer ataque... infantaria pura, é essa a base de qualquer soldado!!


Cumprimentos.
Título:
Enviado por: Portucale em Outubro 30, 2008, 11:47:53 pm
Penso que a artilharia não tem participado, com uma unidade (GAC) ou subunidade (BBF/BAAA) por dois motivos;
1º - Nos teatros de operações onde estivemos e estamos não se justifica a existência de muitas unidades de artilharia, como exemplo temos a Bósnia, o kosovo, Timor, Libano.
2º - Infelizmente a nossa artilharia não está totalmente preparada para actuar em teatros de operações onde é necessária a sua utilização, exemplo - Afeganistão, fundamento esta opinião num artigo da revista de artilharia que podem ler neste link;

http://www.revista-artilharia.pt/entrada.htm (http://www.revista-artilharia.pt/entrada.htm)

Para facilitar transcrevo parte das conclusões de este artigo;

6. Conclusões

Depois de apresentados os conceitos de NRF e Battlegroup, descritas as suas possíveis missões e definidos os requisitos específicos exigíveis às unidades de Artilharia orgânicas daquelas forças, tentemos responder à questão inicialmente colocada – está a Artilharia Portuguesa em condições de poder integrar a NRF e os Battlegroups?

 
a. Relativamente à Artilharia de Campanha a situação é a que se descreve

(1) Quanto à participação na NRF

•         Alcance máximo do material abaixo do exigível;

•         Impossibilidade de participação ao escalão GAC (possível apenas se Portugal disponibilizasse um comando de Brigada);

•         Sistema de Comando, Controlo e Coordenação de apoio de fogos dependente da entrada em serviço do rádio PRC 525, previsto para   2011/2015

(2) Relativamente à participação no Battlegroup

•         Dependente do modelo de Battlegroup nacional a disponibilizar à União Europeia (apoio de fogos baseado em Artilharia de Campanha ou em morteiros) ou da participação em Battlegroups constituidos por outros países aliados.  

•         Limitação ao nível do Sistema de Comando, Controlo e Coordenação de apoio de fogos, motivada pelo calendário de entrada em serviço do rádio PRC 525.

b. No que diz respeito à Artilharia Antiaérea

(1) A Participação na NRF é condicionada por

•         Condições de aeromobilidade limitada (apenas MANPAD)

•         Ausência de radares 3D

•         Ausência de sistemas de Comando e Controlo de Defesa Aérea que permitam a ligação a sistemas de defesa antiaérea de média altitude

•         Impossibilidade de participação ao escalão PelArtAA


(2) No que respeita à Participação no Battlegroup

•         Ausência de radares 3D

•         Ausência de sistemas de Comando e Controlo de Defesa Aérea que permitam a ligação a sistemas de defesa antiaérea de média altitude

 

Caracterizada esta situação, podemos concluir que a Artilharia de Campanha está em condições de poder integrar a NRF e o Battlegroup, assim que entrem ao serviço os novos rádios PRC 525. Estando o seu fornecimento previsto para 2011/2015, esta data colocaria no médio-prazo a realização deste anseio. Contudo, teve-se conhecimento de que está a ser estudada a antecipação do fornecimento deste rádio à Artilharia.

A concretizar-se esta informação, é possível afirmar que a participação da Artilharia de Campanha na NRF, ao nível BBF ou PAO, pode ser uma realidade a curto-prazo. Por outro lado, se Portugal decidir disponibilizar um Battlegroup à União Europeia, a Artilharia de Campanha terá capacidade para responder a esse desafio.


Lamentavelmente, a situação da Artilharia Antiaérea é bastante diferente. A insuficiência de meios de defesa antiaérea aerotransportáveis, que permitam a constituição de uma BtrAAA com estas características (existe apenas um PelAAA MANPAD, para apoio da Brigada de Reacção Rápida), a inexistência de radares AA 3D e a ausência de sistemas de Comando e Controlo de Defesa Aérea que assegurem a necessária ligação a sistemas de defesa antiaérea de média altitude, permitem concluir que a participação da Artilharia Antiaérea na NRF e nos Battlegroup não será possível até ser completado o levantamento da BtrAAA (Stinger/Avenger/Sentinel) para a Brigada de Intervenção, que se prevê venha a acontecer apenas após 2015.
 

Este facto poderá condicionar a constituição do Battlegroup Português ou levar a que, na sua estrutura, a componente de Artilharia Antiaérea tenha que ser provida por outra nação, facto que não corresponde, de todo, aos anseios e às expectativas dos Artilheiros Portugueses.
Título:
Enviado por: André em Novembro 10, 2008, 05:34:39 pm
Reforço da presença portuguesa «não está sobre a mesa» mas é questão a analisar

O ministro da Defesa português, Nuno Severiano Teixeira, afirmou hoje em Bruxelas que, para já, «não está sobre a mesa» um reforço da presença militar portuguesa no Afeganistão, mas admitiu que é uma questão a analisar.

«Neste momento, não está sobre a mesa a alteração da composição da presença portuguesa até ao final deste ano», afirmou Severiano Teixeira, que participou hoje em Bruxelas numa reunião de ministros da Defesa da União Europeia.

O ministro apontou todavia que «nada exclui» uma alteração da presença portuguesa, insistindo que essa é uma questão «a analisar», no quadro da NATO e também à luz da mudança da administração norte-americana, após a eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos, na semana passada.

«Vamos analisar, vamos esperar o que a nova administração (norte-americana) dirá e vamos naturalmente acompanhando, no quadro da NATO, com os aliados, qual será a evolução da situação. Portugal mantém o seu empenhamento e a sua presença militar, e essa presença militar vai evoluindo de acordo com aquilo que for a análise da situação estratégica», disse.

Escusando-se a comentar a questão de um eventual reforço da presença portuguesa - «não está nem aberta nem fechada», disse -, Severiano Teixeira admitiu que, «de acordo com a evolução da solidariedade da Aliança» Atlântica, Portugal possa vir a ajustar o seu contributo.

«Nada exclui que Portugal nesta evolução possa vir a empenhar outro tipo de meios», concluiu, lembrando que tem havido uma «evolução da tipologia dos meios» empregues por Portugal no Afeganistão.

Em entrevista concedida no passado fim-de-semana ao Diário de Notícias, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, afirmou-se convicto de que com a nova administração norte-americana haverá «uma grande pressão» da parte de Washington «para reforçar a participação das forças ocidentais na missão no Afeganistão».

«É natural que tenhamos de reavaliar ao longo do próximo ano a nossa participação nesse contexto», disse.

O contingente português no Afeganistão é composto actualmente por 50 militares e um avião de transporte Hércules C-130.

Lusa
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 10, 2008, 05:40:28 pm
Penso que a missão do C-130 acaba no fim do ano, por isso é possivel que, ou continue mais uns meses, ou seja substituido por uma contribuição de outras forças militares portuguesas.
Título:
Enviado por: typhonman em Novembro 11, 2008, 09:18:49 pm
Talvez F-16MLU.. :wink:
Título:
Enviado por: Scarto em Novembro 11, 2008, 10:59:40 pm
Caro Typhonman,isso é apenas uma "ideia" ou uma hipotese realmente em cima da mesa?

Se fosse verdade,seria interessante ver como os pilotos portugueses se portariam num cenário,em que de certeza seriam chamados a intervir várias vezes..
Título:
Enviado por: HSMW em Novembro 11, 2008, 11:06:38 pm
Isso era bom de ver.
2/3 F-16, 1 C-130, 1 C-295 ou EH-101

Mais FOE do Exército. :!:  :roll:  :jok:
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 11, 2008, 11:19:48 pm
Citação de: "HSMW"
Isso era bom de ver.
2/3 F-16, 1 C-130, 1 C-295 ou EH-101

Mais FOE do Exército. :!:  :lol: .
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 11, 2008, 11:22:37 pm
Citação de: "HSMW"
Vão ser só 10 Coronéis, 10 TCOR e 5 MAJ em missão de estado maior...
 :jok:


Se calhar o orçamento para a missão até vai ter que ser aumentado  :lol: .
Título:
Enviado por: tyr em Novembro 12, 2008, 12:23:39 pm
as missões de estado maior não contam para nada, as missões consideradas são sempre missões no terreno.
 primeiro tivemos uma companhia de comandos e um grupo de controladores aereos, apoiados principalmente por um destacamento de guerra electrónica e um de snipers (tambem se pediu o apoio de tecnicos EOD/IEDD mas devido ao empenhamento que estes ja tinham, não foram fornecidos, ficando os Comandos dependentes nessa area de estrangeiros).
 depois tivemos um C130 e um OMLT (basicamente constituido por oficias capitães e subalternos e sargentos) que tem como função treinar o exercito afegão e aconcelha-lo em combate.

 Se barak apostar tudo no afeganistão (o que eu acredito que ele faça), facilmente convence os restantes aliados de aumentar o contributo dos mesmos nesse cenario.
 no caso portugues acredito que uma força de nivel batalhão constituida por forças de infantaria de elite (comandos, fuzos, paras) apoiados por equipas especializadas (snipers, OE (os snipers são OE, mas são diferentes), pessoal de guerra electrónica, pessoal EOD/IEDD, possivelemete uma companhia de sapadores de engenharia (missão de limpeza de estradas), talvez uma BBF e obviamente o pessoal de apoio logistico). Sendo que essa foça poderia ser reforçada com meios aereos.
Título:
Enviado por: Stavares em Novembro 12, 2008, 03:25:07 pm
Lightning caso haja  um reforço da presença militar portuguesa no Afeganistão duvido muito que seja composto por fuzileiros! Infelizmente para mim e principalmente para o corpo de fuzileiros. Estao a "matar" o nosso glorioso corpo de fuzileiro. É pena mas é a verdade.
Título:
Enviado por: Lightning em Novembro 12, 2008, 04:02:50 pm
Citação de: "tyr"
no caso portugues acredito que uma força de nivel batalhão constituida por forças de infantaria de elite (comandos, fuzos, paras) apoiados por equipas especializadas (snipers, OE (os snipers são OE, mas são diferentes), pessoal de guerra electrónica, pessoal EOD/IEDD, possivelemete uma companhia de sapadores de engenharia (missão de limpeza de estradas), talvez uma BBF e obviamente o pessoal de apoio logistico). Sendo que essa foça poderia ser reforçada com meios aereos.


Meios da Força Aérea poderia ser (hipoteticamente):
 - 4 F-16 MLU
 - 1 C-130H Hercules
 - Equipa TACP agregada às Forças Terrestres

Os helicopteros EH101 não porque toda a gente sabe dos problemas que existem actualmente com a frota, até foi preciso reactivar os Pumas, talvez no futuro pois penso que se temos 12 helicopteros, temos capacidade de enviar 2 ou 3 para missões externas.

Os helicopteros Alouette III não porque são aeronaves muito limitadas para operar num TO como o Afeganistão.

O Aviocar não porque está em fase terminal (e também é muito limitado) e os C295 ainda não estão operacionais.

Os P-3 não porque actualmente só os 2 P-3P é que fazem missões e os P-3C ainda não estão operacionais.
Título:
Enviado por: André em Novembro 13, 2008, 08:20:18 pm
Ministro admite eventual aumento de tropas no Afeganistão

O ministro português da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, defendeu hoje, no Parlamento, que as missões militares internacionais são uma «prioridade política»do Governo e admitiu um eventual reforço de tropas no Afeganistão.

Questionado pelos jornalistas, no final da discussão na especialidade para o sector da Defesa, Severiano Teixeira, defendeu que o reforço de 20 por cento no Orçamento de Estado para 2009 em termos de missões externas, traduz «a prioridade política que o Governo atribui às missões internacionais das Forças Armadas».

«Temos de acompanhar com cuidado e com prudência a evolução da situação no terreno, a situação que a Aliança Atlântica vai analisando e, no momento próprio e nos locais institucionais próprios, naturalmente que essa questão será ponderada», acrescentou.

«Portugal vai manter o empenhamento em todos os teatros de operações onde está. Para além disso, vai exercer o comando da força naval da NATO e o comando da EUROFOR (Força Europeia de Reacção Rápida) também para o ano», explicou o governante, após a reunião com a Comissão Parlamentar de Defesa.

Durante o debate parlamentar, o deputado do CDS-PP e vice-presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, João Rebelo, e o deputado do PSD, Rui Gomes da Silva, já tinham questionado Nuno Severiano Teixeira sobre o aumento orçamental de 20 por cento para as missões externas e um possível reforço militar a nível nacional na missão da NATO no Afeganistão.

Lusa
Título:
Enviado por: typhonman em Novembro 13, 2008, 08:31:08 pm
No caso de enviar-mos F-16AM, seria para realizar missões CAS, com JDAM e GBU-12.
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 05, 2008, 06:44:36 pm
Citar
Defesa: Portugal envia equipa médica de 15 militares para o Afeganistão em Março de 2009 - CSDN    

   Lisboa, 04 Dez (Lusa)- O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN)  aprovou hoje o envio, "no final do primeiro trimestre de 2009", de uma equipa  médica do serviço de saúde militar de 15 elementos para a capital do Afeganistão,  Cabul.  

 

   "O CSDN analisou a situação das forças militares destacadas no exterior,  em missões de paz, no quadro das organizações internacionais de que Portugal  faz parte, bem como a previsão da evolução e dos empenhamentos para o próximo  ano (...)", lê-se no comunicado divulgado no final da reunião.    

 

   O documento adianta que "no caso especifico do envolvimento nacional  no Afeganistão, o Conselho deu parecer favorável ao envio, no final do primeiro  trimestre de 2009, de uma equipa médica do serviço de saúde militar, com  15 militares, ficando a mesma instalada e a actuar em hospital no aeroporto  de Cabul",  

 

   Actualmente, o contingente português no Afeganistão, que termina a sua  participação em Janeiro de 2009, é composto por cerca de 50 militares e  um avião de transporte Hércules C-130.  

 

   O CSDN, que hoje esteve reunido em Belém, é o órgão específico de consulta  do Presidente da República para os assuntos relacionados com a Defesa Nacional  e a organização, funcionamento e disciplina das Forças Armadas.  

 

   É composto pelo primeiro-ministro, ministros da Defesa Nacional, dos  Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, Finanças e Transportes  e Comunicações, presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e dois deputados,  os quatro chefes militares, assim como os representantes da República para  os Açores e a Madeira e os respectivos presidentes dos Governos Regionais.  
Título:
Enviado por: Scarto em Dezembro 12, 2008, 03:22:20 pm
Portugal vai reforçar o contingente militar no Afeganistão,passando para 110 militares.
O Ministro da Defesa diz que irá encontrar-se com os militares e politicos afegãos para perceber o que se passa,admitindo no entanto que a situação se está a deteriorar rapidamente.

Não me parece possivel devido à crise que estamos a passar,mas será que Portugal irá reforçar ainda mais o seu envolvimento,nomeadamente com outros meios?
Título:
Enviado por: tyr em Dezembro 12, 2008, 03:56:59 pm
se houver vontade politica, portugal consegue mantendo as missões em que esta actualmente empenhado, mandar uma força de cerca de um milhar de homens.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 12, 2008, 03:58:04 pm
A notícia fala de reforço de militares e não, necessariamente, de meios. Pode-se tratar apenas de elementos de ligação, estado-maior, apoio e formação ao Exército Afegão, etc., etc.
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 12, 2008, 04:22:43 pm
Eu bem disse  :mrgreen:  :N-icon-Axe:
Título:
Enviado por: lazaro em Dezembro 12, 2008, 06:26:22 pm
Citação de: "HSMW"
Eu bem disse  :mrgreen:  :N-icon-Axe:


O camarada não tenha inveja e nem se preocupe porque também estão previstas vagas para os senhores Sargentos fazerem currículo no Afeganistão.
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 12, 2008, 06:33:00 pm
Citação de: "lazaro"
Citação de: "HSMW"
Eu bem disse  :mrgreen:  :N-icon-Axe:

O camarada não tenha inveja e nem se preocupe porque também estão previstas vagas para os senhores Sargentos fazerem currículo no Afeganistão.


Mas a nivel de orçamento essa missão deve ser o mesmo da Companhia de Infantaria que por lá andou, expto que não necessita de tantos veiculos nem há um tão grande risco dos militares morrerem.
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 12, 2008, 06:34:14 pm
Citação de: "lazaro"
Citação de: "HSMW"
Eu bem disse  :mrgreen:  :mrgreen:
Título:
Enviado por: lazaro em Dezembro 12, 2008, 06:46:56 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "lazaro"
Citação de: "HSMW"
Eu bem disse  :mrgreen:  :wink:

E o ramalhete fica mais composto quando se passa a ideia de que os risco são menores... o problema é que os IED não escolhem nacionalidades nem funções. Espero que o senhor Secretário de Estado tenha hoje percebido isto.
Título:
Enviado por: Miguel em Dezembro 12, 2008, 11:26:59 pm
Tenho uma ideia :lol:

Exelentes animais de reconhecimento, imaginam os Talibans ao ver aqueles animais atraz deles
 :D
Título:
Enviado por: Lightning em Dezembro 12, 2008, 11:34:08 pm
Citação de: "Miguel"
Tenho uma ideia :lol:

Exelentes animais de reconhecimento, imaginam os Talibans ao ver aqueles animais atraz deles
 :lol: .
Título:
Enviado por: Duarte em Dezembro 12, 2008, 11:35:38 pm
Citação de: "Miguel"
Tenho uma ideia :lol:

Exelentes animais de reconhecimento, imaginam os Talibans ao ver aqueles animais atraz deles
 :lol:
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 15, 2008, 07:58:12 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FImagem1.jpg&hash=29d68b21d17a783ceeb5daeee1eed7ed)
Relembrem-me... Estamos a formar o Exército Afegão em quê?
http://www.youtube.com/watch?v=J2cTEJJjnZE (http://www.youtube.com/watch?v=J2cTEJJjnZE)
 :D  :)  :|  :N-icon-Axe:
Título:
Enviado por: lazaro em Dezembro 16, 2008, 06:36:08 pm
Citação de: "HSMW"
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi279.photobucket.com%2Falbums%2Fkk144%2FHSMW%2FAfeg%2FImagem1.jpg&hash=29d68b21d17a783ceeb5daeee1eed7ed)
Relembrem-me... Estamos a formar o Exército Afegão em quê?
http://www.youtube.com/watch?v=J2cTEJJjnZE (http://www.youtube.com/watch?v=J2cTEJJjnZE)
 :D  :)  :|  :N-icon-Axe:


Informação para um "ANALISTA":

As imagens desse video eram de uma óbvia palhaçada feita por uma Embedded Training Team (ETT) Americana.

Para poderes analisar um pouco melhor:

http://www.nato.int/issues/afghanistan/ ... /omlt.html (http://www.nato.int/issues/afghanistan/factsheets/omlt.html)

http://www.youtube.com/watch?v=RVmkR1gQCz0 (http://www.youtube.com/watch?v=RVmkR1gQCz0)

http://www.youtube.com/watch?v=e-vUfV53 ... re=related (http://www.youtube.com/watch?v=e-vUfV53q5I&feature=related)

... entre outros ...

só não há videos de assessoria na parte de equitação e volteio porque não há OMLT's nessa importante área militar tão reconhecida por alguns militares portugueses.

 :wink:
Título:
Enviado por: HSMW em Dezembro 20, 2008, 08:15:20 pm
Pronto pronto...  :evil:
está aqui um a sério http://br.youtube.com/watch?v=HSy5aBg9K ... re=related (http://br.youtube.com/watch?v=HSy5aBg9Khg&feature=related)
Título:
Enviado por: lazaro em Dezembro 21, 2008, 02:47:44 pm
Citação de: "HSMW"
Pronto pronto...  :lol:
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Janeiro 04, 2009, 11:09:22 pm
Caros camaradas.

Espero não estar a cometer um off-topic, mas é este o sentimento que subsiste presentemente entre outros tantos eis combatentes.

  "Quando Portugal detinha, nas suas Províncias de Além Mar, uma guerra contra o terrorismo que grassava , nomeadamente na Guiné, em Angola e em Moçambique, houve milhares de jovens que foram chamados a dar o seu contributo para que viesse a voltar a paz para aquelas terras. E foram muitos que deram o melhor de si mesmos para que, em África, continuasse a ver-se desfraldada a Bandeira das Quinas. E este melhor de si foi, muitas das vezes, darem a própria vida ou terem ficado estropiados para sempre... a troco de um mísero pré, quando comparado com os milhares de Euros que se pagam hoje para os Militares irem defender os interesses de outros Países, integrados nas chamadas Forças de Manutenção de Paz da ONU ."

Este desagrado existe ou transparece nos muitos Blogs que temos presentemente o privilegio de ler na net...

Um Abraço.
Título:
Enviado por: RicP em Janeiro 05, 2009, 12:57:47 am
Caro Nuno Calhau,

Os Militares Portugueses que integram as missões hoje em dia de certeza que levam o sentimento que querer contribuir e querer dar o melhor de si em todas as missões e deixar ficar Portugal bem visto noutras terras e bem reconhecidos.

Quanto aos milhares de euros que se recebe hoje em dia para fazer esse mesmo tipo de missões acho muito bem e todos os militares que lá estão de certo que o acham também.
"Novos tempos,novas maneiras"

Por isso porque esse tal desagrado nesses tais blogs onde não se aprende nada?

Cá para mim esses tais eis combatentes que estavam lá de arrasto e obrigados muitos deles, têm é uma certa revolta por não terem recebido tanto!!essa revolta transforma-se num sentimento de cíume!
Que estupidez!!revolta por não terem recebido tanto como os militares de hoje em dia que recebem o que recebem e bem merecido!

É melhor escolher sabiamente esses blogs que lê e reconsiderar deixa-los onde pertencem,que é nomeadamente o ESQUECIMENTO enterrados num canto da Internet.
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 05, 2009, 01:10:17 am
Bem, é claro que foram obrigados, era um dever que tinham de cumprir.

É certo que muitos militares que partem para as missões actualmente vão com o espírito de militar mas também acredito que se não existisse essa compensação monetária não teriam voluntários que chegassem para elas. (atenção, eu acho que o valor está aquém do que deveria ser pago).

Por isso acho natural uma certa ponta de incompreensão ou mesmo de ciúme por sentirem que os seus valores do que deve ser um militar pouco ou nada têm a ver com os actuais (na perspectiva deles)
Título:
Enviado por: RicP em Janeiro 05, 2009, 01:41:59 am
Foxtroop, volto a dizer,

Novos tempos,novas maneiras.
Título:
Enviado por: bidas em Janeiro 05, 2009, 12:12:36 pm
Citação de: "RicP"
Caro Nuno Calhau,

Os Militares Portugueses que integram as missões hoje em dia de certeza que levam o sentimento que querer contribuir e querer dar o melhor de si em todas as missões e deixar ficar Portugal bem visto noutras terras e bem reconhecidos.

Quanto aos milhares de euros que se recebe hoje em dia para fazer esse mesmo tipo de missões acho muito bem e todos os militares que lá estão de certo que o acham também.
"Novos tempos,novas maneiras"

Por isso porque esse tal desagrado nesses tais blogs onde não se aprende nada?

Cá para mim esses tais eis combatentes que estavam lá de arrasto e obrigados muitos deles, têm é uma certa revolta por não terem recebido tanto!!essa revolta transforma-se num sentimento de cíume!
Que estupidez!!revolta por não terem recebido tanto como os militares de hoje em dia que recebem o que recebem e bem merecido!

É melhor escolher sabiamente esses blogs que lê e reconsiderar deixa-los onde pertencem,que é nomeadamente o ESQUECIMENTO enterrados num canto da Internet.


Estupidez é falar do que não sabe, estupidez é falar em ciumes quando devia falar de revolta, de sacrifício humano. Estupidez é não compreender os sentimentos de quem lutou pelo país, estupidez é deixar quem lutou abandonado, estupidez enfim estupidez.

Cumprimentos,

bidas
Título:
Enviado por: tyr em Janeiro 05, 2009, 12:18:49 pm
mas é sensato culpar os militares (chamando os de mercenarios) que recebem mais umas croas(uma evolução, que a meu ver é justa),  por irem para missões de interesse nacional (pois portugal tira dividendos das missões em que participa, agora-se essas contrapartidas são bem ou mal aproveitadas é outra questão), ou seria mais sensato reclamar com o governo por descriminar os ex-combatentes?

pois achincalhar os actuais militares, não parece revolta, parece ciume e mesquenhice.
Título:
Enviado por: Lightning em Janeiro 05, 2009, 12:25:48 pm
Citação de: "tyr"
mas é sensato culpar os militares que recebem mais umas croas, por irem para missões de interesse nacional, ou seria mais sensato reclamar com o governo por descriminar os ex-combatentes?


Exacto, o passado não se pode mudar, e acho mal esse pensamento:
"Eu não quer estar melhor, quero é que os outros estejam pior!"

E concordo de novo com o Tyr, os ex-combatentes (como o meu pai) deviam reclamar era das discriminações do governo para com eles, a nivel de atendimento médico e da reforma por exemplo.
Título:
Enviado por: bidas em Janeiro 05, 2009, 12:39:34 pm
Não é culpar os actuais militares longe disso, não é querer que os actuais militares estejam melhor ou pior que obviamente estão melhor que os que participaram no ultramar("novos tempos, novas maneiras", até aqui não discordo). Mas é a forma como foram e ainda são tratados pela sociedade, e pelo próprio estado. E isto é que revolta.
Cumprimentos,

bidas
Título:
Enviado por: lazaro em Janeiro 05, 2009, 01:16:34 pm
Vou ser BRUTO.

Sem querer tirar a razão a quem esteve no Ultramar, mas comparar a injustiça que lhes é feita com o argumento relativo aos jovens que partem actualmente em missões a ganhar bons vencimentos durante a missão (é verdade este facto se compararmos com o que ganham em Portugal) revela uma pobreza de espírito igual ou pior à dos políticos que lhes estão a prestar essa mesma injustiça.

Também não devemos esquecer que os Políticos que estão a "tramar" os ex-combatentes (não eis combatentes) foram democráticamente eleitos e possivelmente por muitos dos ex-combatentes. Portanto escolham em quem votam ou, para aqueles que não votam,: passem a votar "certo".

Mais: quem decidiu acabar com o SMO (Gov de Cavaco Silva, MDN: Sr. Nogueira) foi um também um Governo democráticamente eleito. Portanto representativo de uma maioria de eleitores. Ora com que então queriam tropinha voluntária por "cinco-mél-réis"? Isso nem no Afeganistão onde o Serviço Militar também é voluntário e já estão a aumentar os vencimentos para aguentar o pessoal nas fileiras.

Outra: chamar mercenários aos jovens que ingressam nas fileiras e vão para missões internacionais, para além de pobreza de espirito, é ignorância. Comparando com esta Europa fora, o nosso pessoal é mal pago. Mais ainda: qualquer mercenário de pacotilha ganha mais que qualquer Praça portuguesa.

A maior das Justiças para alguns ex-combatentes: aqueles que efectivamente combateram e muito sofreram e ainda sofrem... e aos que  morreram, paz à sua alma.
Título:
Enviado por: FoxTroop em Janeiro 05, 2009, 02:49:57 pm
Concordo que não se pode exigir umas Forças Armadas profissionais e pagar-lhes "5 mil réis"  Na minha opinião penso até que o País não dispunha, nem dispõe dos meios necessários a umas forças profissionais.
Basta ver que o nível de treino proporcionado caiu significativamente com uma quebra gigantesca em 1998/99.
Não deixa de ser interessante que foi justamente com o aumento de remuneração que houve nessa altura (eu passei de um ordenado de menos de 70.000$00 para perto de 105.000$00 sem subir de escalão ou posto) que deixou-se de fazer tantos exercícios.

A maior parte das unidades está perigosamente sub-treinada e só devido a uma capacidade de desenrasco tipicamente nossa (para o bem e para o mal) é que as coisas ainda vão correndo.

E se muitos antigos militares consideram que os militares de hoje que vão para missões são "mercenários" a culpa é dos próprios, pois muitos afirmam (como eu já tantas vezes ouvi) que só lá vão pelo "graveto" caso contrario mandavam aquilo ás urtigas. Se uma afirmação destas não é contra o espírito que deve reger a vida de um militar então eu fui enganado.
Título:
Enviado por: RicP em Janeiro 05, 2009, 05:25:48 pm
Citação de: "bidas"
Estupidez é falar do que não sabe, estupidez é falar em ciumes quando devia falar de revolta, de sacrifício humano. Estupidez é não compreender os sentimentos de quem lutou pelo país, estupidez é deixar quem lutou abandonado, estupidez enfim estupidez.


Este seu comentário é totalmente inútil e sem nexo algum para o que aqui se fala,ou pelo menos eu falei!

Ouça lá Sr Bidas,eu por acaso tirei o sacrifício humano aos ex-combatentes e pelo qual tenho muito respeito?!
É pena terem os militares de antigamente terem recebido pouco,OK!! temos pena que os militares de hoje recebem mais,MAS È ASSIM E LIDE COM ISSO e ponto final!
Mas não chame mercenários aos homens e mulheres que lutam noutros países e mantêm a paz em nome de Portugal!

Este é o meu ponto no comentário,não estou abandonar ou muito menos esquecer os grandes feitos pelos ex militares em Angola,na Guiné,etc tamos entendidos Sr Bidas?


A minha ideia é semelhante a do Sr lazaro,Lightning,tyr e Foxtroop.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 05, 2009, 06:58:54 pm
Citação de: "RicP"
temos pena que os militares de hoje recebem mais


Sem pena nenhuma. Recebem o que lhes é devido por estarem em missão internacional ao serviço da política externa do País e pronto.

Podem ter a certeza que se estivessem a defender território nacional - como a esmagadora maioria dos ex-combatentes fizeram com tanto brio e sacrifício - não receberiam nem mais um tostão para além do ordenado. E até se empenhariam mais ainda.
Título:
Enviado por: RicP em Janeiro 05, 2009, 07:11:42 pm
Citação de: "RicP"
temos pena que os militares de hoje recebem mais


Foi uma forma de expressão,é óbvio que não tenho pena.!
Título:
Enviado por: bidas em Janeiro 05, 2009, 07:37:01 pm
Eu reconheço que reagi a quente ao seu comentário(RicP ), mas também não chamei mercenários aos actuais soldados Portugueses que participam em missões internacionais, nem concordo que se chame.
Citar
Cá para mim esses tais eis combatentes que estavam lá de arrasto e obrigados muitos deles, têm é uma certa revolta por não terem recebido tanto!!essa revolta transforma-se num sentimento de cíume!
Que estupidez!!revolta por não terem recebido tanto como os militares de hoje em dia que recebem o que recebem e bem merecido!
Olhe que está a ver mal as coisas. Não é revolta por não terem recebido. Veja o seguinte, algumas das missões internacionais com presença Portuguesa têm alguma conotação com defesa de interesses dos EUA( não quero dizer que esteja correcta esta conotação), mediante isto, se o sr. fosse um ex-combatente o que pensaria?

cumprimentos,

bidas
Título:
Enviado por: RicP em Janeiro 05, 2009, 09:44:23 pm
Sim compreendo o seu ponto de vista sr. bidas.
E sim,acho que deveriam ter recebido mais pelo contributo ao País,mas é natural que hoje em dia seja diferente de antigamente a nível de contributo monetário.
Título:
Enviado por: Portucale em Janeiro 06, 2009, 07:31:16 pm
Infelizmente existe a ideia de injustiça na mente de alguns ex combatentes, uns sabem diferenciar as águas outros nem tanto.
Além disso existem pessoas que fazem a mistura com segundas intenções.........

Acima de tudo há que explicar e clarificar.

Aos homens que serviram na decada de 60 e 70 pelos territórios ultramarinos não perguntavam se queriam ir, além disso a versão oficial era que não estavamos em guerra, ganhavam o que lhes davam, quando voltavam tinham de falar conforme a versão oficial e despois de servir a IM voltavam há vida civil que era bem dificil para a maioria das pessoas.

Hoje vivemos com mais conforto e muito mais recursos.
Não existe mais SMO e todos os que servem a IM são voluntários.
Para atrair esses voluntários é necessário dar condições para isso, inclusivé financeiras.
É natural que os homens que partem para as missões da actualidade sejam 'bem' pagos.

Quanto aos que serviram no ultramar, o seu pré não era nada por aí além mas para a maioria dos Portugueses representava mais do que ganhavam na vida civil.
Tenho conversado com antigos combatentes e eles dizem que parte do pré era utilizado onde estavam mas que também enviavam algum para a cá, alguns deles falam em metade para cada lado.

Apesar de a causa não ser justa não posso deixar de expressar o meu respeito e orgulho pelos homens que serviram a nossa bandeira no ultramar, infelizmente nem nessa altura nem depois lhes foi feita justiça.

Pelo facto de não se ter feito justiça aos combatentes do ultramar não se pode ser injusto com os que servem hoje em dia Portugal por esse mundo fora.
Título:
Enviado por: Lancero em Janeiro 27, 2009, 05:02:42 pm
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Afeganistão: Portugal disponível para reforçar presença com avião C-130 durante período eleitoral no país
2009-01-21

Lisboa, 21 Jan (Lusa)- O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou hoje a disponibilidade de Portugal para apoiar novamente a missão da NATO no Afeganistão com um avião Hércules C-130 durante o período eleitoral naquele país, em Setembro.

"Portugal manifestou disponibilidade para poder contribuir com um avião C-130 durante três meses, no quadro do período eleitoral no Afeganistão que deverá ter lugar em Setembro", afirmou o governante no final de uma audiência com a comissão parlamentar de Defesa.

Severiano Teixeira referiu ainda que a NATO está neste momento "a fazer o seu planeamento" e, a ser aceite esta disponibilidade de Portugal, o Governo "passará a desenvolver todos os trâmites constitucionais para que possa haver a participação".

O Hércules C-130 com cerca de 40 militares deverá assim partir para o Afeganistão em Setembro, onde ficará até ao final de 2009.

A aeronave da Força Aérea Portuguesa terminou recentemente a sua participação na missão da Força Internacional de Assistência à Segurança em território afegão, tendo operado durante vários meses a partir do Aeroporto Internacional de Cabul.

Para além deste eventual reforço e da actual Operational Mentoring and Liaison Team (OMLT), Portugal tem também previsto o envio de mais uma equipa de formação (OMLT) às forças afegãs e de uma equipa médica de cerca de 15 elementos, que ficará a operar no hospital de campanha do aeroporto da capital do Afeganistão.

"As duas equipas de treino, mais o apoio logístico, os oficiais que estão no quartel-general da força [NATO/ISAF] e a equipa médica perfazem um total de 111 militares", referiu o ministro da Defesa, frisando ainda que em 2009 Portugal irá manter os efectivos e a tipologia dos contingentes que tem actualmente no Líbano e no Kosovo.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interio ... id=1074930 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1074930)
Título:
Enviado por: Lancero em Março 09, 2009, 03:20:43 pm
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Defesa: Loureiro dos Santos defende envio de mais tropas portuguesas para Afeganistão    

   Lisboa, 09 Mar (Lusa) - O antigo chefe de Estado-Maior do Exército general  Loureiro dos Santos defendeu hoje que Portugal deve contrariar a actual  posição de "ambiguidade" da NATO e reforçar a presença no Afeganistão, seguindo  a estratégia dos Estados Unidos da América.  

 

   "Eu não sei o que vai ser feito, mas espero que Portugal olhe também  no ângulo das relações bilaterais e reforce a contribuição no Afeganistão,  julgo que nós temos condições para o fazer e estes não são investimentos  sem resposta", afirmou o também antigo ministro da Defesa, numa conferência  no Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa.    

 

   Para Loureiro dos Santos, a Aliança Atlântica já perdeu "a sua natureza  geográfica [visto que os combates actuais se fazem também e principalmente  longe das suas fronteiras] e agora perdeu a sua natureza de aliança civilizacional  e cultural, está numa situação complicada onde nunca se sabe se os aliados  se juntam numa determinada estratégia ou se cada um puxa para seu lado".  

 

   "Basta ver agora o Afeganistão, neste momento com os norte-americanos  a fazerem a política e a seguirem a estratégia que os europeus sempre disseram  que devia ser feita e que os europeus sempre invocaram e agora não apoiam,  não sei que argumento vão arranjar", disse o general, que criticou o apoio  à invasão do Iraque pelo presidente Bush face à "indefinição" que se vive  hoje sobre a estratégia seguida pelo presidente Barack Obama.  

 

   Loureiro dos Santos salientou ainda que Portugal pode beneficiar com  a "ambiguidade" da NATO se tomar uma "atitude à revelia das atitudes normais",  podendo ver "rentabilizada" a sua posição no seio da organização.  

 

   O ainda antigo vice-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas  lembrou ainda a importância dos países do "Atlântico médio sul" no actual  "ambiente estratégico" e sugeriu a constituição de uma estrutura económica  e de Defesa e Segurança que integre a América a "Euro-África".  

 

   Para Loureiro dos Santos, Portugal pode, devido ao seu posicionamento  e aos países lusófonos, ter um papel importante neste novo bloco, referindo  também os "interesses económicos e de segurança complementares a norte,  a sul, a este e a oeste".    

 

   "Portugal precisa de se situar no três círculos, no do Atlântico Norte,  no da União Europeia e no do Atlântico Médio Sul, essa é a minha proposta,  a estruturação de um círculo com Portugal, Angola, Brasil e toda a bacia  do Atlântico Sul", defendeu.  

 

   "Este novo conceito estratégico aconselharia ao regresso a uma visão  do ocidente geográfico, igual aquela que iniciou a NATO mas agora alargada  ao sul, que abranja ambas as margens do Oceano Atlântico, o continente americano  e a Euro-África, em vez do Ocidente como Estados Unidos e Europa Ocidental,  que gerou a Aliança Atlântica em 1949", acrescentou.  

 

   Ao longo da sua intervenção, o general do Exército falou ainda do papel  dos países da União Europeia no seio da NATO, que poderá ter um novo ímpeto  com o regresso da França à estrutura militar da organização.  

 

   "Os países da União Europeia pertencentes à NATO continuaram a constituir  o 'eurogrupo', o grupo de países da NATO que pertenciam ao continente europeu  e que se reuniam na véspera dos vários órgãos da Aliança. Esta relação do  'eurogrupo' como órgão interno da NATO muito mais operacional voltará a  ter na prática a articulação adoptada quando a França regressar à estrutura  militar", declarou.  
Título:
Enviado por: Lancero em Março 10, 2009, 05:57:02 pm
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Afeganistão: Militares portugueses em exercício final de aprontamento para missão em Cabul    

   Vila Real, 10 Mar (Lusa) - Um destacamento de 29 militares portugueses  que irá seguir para o Afeganistão no final deste mês está, até quinta-feira,  a realizar na região de Chaves um exercício final de aprontamento para a  missão em Cabul.  

 

   O Comandante Operacional do Exército, tenente-general Artur Pina Monteiro,  disse que o exercício "Kabul 091" conta com a participação de 29 militares  do Exército, Marinha e da Força Aérea.    

 

   Artur Pina Monteiro falava em Vila Real à margem de uma cerimónia de  entrega do Estandarte Nacional a uma outra força militar portuguesa, que  parte a 24 de Março para o Kosovo.  

 

   O exercício "Kabul 091", que começou segunda-feira e termina quinta-feira,  tem por finalidade praticar o planeamento, controlo e conduta da missão  da Equipa Operacional de Ligação que apoia o exército nacional afegão.  

 

   Artur Pina Monteiro explicou que os portugueses irão desempenhar uma  missão de assistência militar à formação do exército afegão, no âmbito da  NATO.  

 

   Os militares irão demonstrar as suas capacidades à comunicação social  na quinta-feira.    
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 12, 2009, 04:27:08 pm
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Portugal vai mandar mais tropas para o Afeganistão
15h54m

A presença militar portuguesa no Afeganistão vai ser reforçada até meados de Abril, passando a ser constituída por cerca de uma centena de homens, anunciou o Comandante da Brigada de Intervenção.

O Major General Martins Ferreira participou hoje, em Chaves, no exercício final "Kabul 091", de aprontamento antes da partida para o Afeganistão de um grupo de 30 militares oriundos dos três ramos das Forças Armadas.

O comandante afirmou que, por decisão governamental, a presença militar portuguesa no Afeganistão vai ser reforçada até meados de Abril. Segundo o responsável, para aquele teatro de operações partem duas equipas de monitorização e uma outra de apoio, triplicando o número de militares dos actuais cerca de 30 para uma centena.

Também hoje em Chaves, Martins Ferreira entregou o estandarte nacional ao comandante da 3ª OMTL (Operational Mentor Liaision Team) de Guarnição. Os trinta militares, 29 homens e uma mulher, que constituem a 3ª OMTL efectuaram também uma demonstração de capacidades.

Nos terrenos de treino do Regimento de Infantaria 19 (RI19), os militares efectuaram uma demonstração de reacção ao serem confrontados com uma situação de ataque numa deslocação entre bases, bem como das capacidades de transmissões.

Segundo o comandante da brigada, o Tenente Coronel Costa Santos, a 3ª OMTL vai assessorar o Exército Nacional Afegão (ANA), treinar, ensinar e servir de mentor às unidades da ANA e, quando solicitado, apoiar o planeamento e emprego operacional do exército afegão.

O objectivo é facilitar o desenvolvimento de um ANA "competente, profissional e auto-suficiente".

"Concretamente a 3ª OMLT vai estar junto do comandante de uma guarnição militar do exército do Afeganistão e os elementos que levo sob o meu comando vão assessorar elementos do Estado-Maior dessa guarnição. Eu vou trabalhar directamente com o comandante e cada um dos elementos que levo vai mentorar a sua contra-parte no exército afegão", explicou Costa Santos.

Como principais limitações que os operacionais vão encontrar no terreno, o comandante destacou a necessidade de utilizar um tradutor para o diálogo com os militares afegãos, o reduzido potencial de fogo e o facto de não estarem equipados nem preparados para executarem operações de combate ofensivas.

Os portugueses tiveram formação ainda em armamento e tiro, transmissões, língua inglesa e treino físico.

Portugal participa com uma OMLT de Guarnição para apoio à formação do exército afegão desde Maio de 2008, com períodos de rendição de seis meses e até ser determinada a sua desactivação.

 No Afeganistão, os militares vão encontrar um país com um clima e espaço geográfico completamento diferente de Portugal, onde as temperaturas atingem os 50 graus positivos no Verão e os 20 negativos no Inverno.

O país chefiado por Hamid Karzai é também um dos maiores produtores mundiais de ópio, uma actividade estreitamente ligada aos guerrilheiros terroristas.

"O perigo é sempre relativo. O perigo existe na nossa vida, no dia a dia. Certamente que é uma operação militar e tem riscos como tem toda a profissão militar. Estamos preparados para o enfrentar e evitar", frisou.

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Naciona ... id=1168020 (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1168020)
Título:
Enviado por: Lancero em Março 13, 2009, 03:25:06 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi192.photobucket.com%2Falbums%2Fz212%2Flancero2007a%2Fmarco09%2F20090312213159PTLUS9429216123689351.jpg&hash=d932b655b988fdaa681e7ffb6c0267d0)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi192.photobucket.com%2Falbums%2Fz212%2Flancero2007a%2Fmarco09%2F20090312213549PTLUS9429254123689374.jpg&hash=ea4a2a37f76c38b94671f6b35fec9edc)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi192.photobucket.com%2Falbums%2Fz212%2Flancero2007a%2Fmarco09%2F20090312213940PTLUS9429294123689398.jpg&hash=05116035c0cd9415cb0222f5106efe44)

Citar
Militares no exercício final "Kabul 091", antes da partida para o Afeganistão de um grupo de 30 militares oriundos dos três ramos das Forças Armadas, Chaves, 12 de Março de 2009. PEDRO ROSARIO / LUSA
Título:
Enviado por: fabio_lopes em Março 13, 2009, 04:33:17 pm
Tanta exigencia com a barba e os 2 do lado esquerdo com uma ganda barbixa  :twisted:
cumps
Título:
Enviado por: raphael em Março 13, 2009, 05:07:05 pm
Citação de: "mawukukito"
Tanta exigencia com a barba e os 2 do lado esquerdo com uma ganda barbixa  :twisted:
Título:
Enviado por: HSMW em Março 13, 2009, 07:22:03 pm
Citação de: "mawukukito"
Tanta exigencia com a barba e os 2 do lado esquerdo com uma ganda barbixa  :twisted:
cumps

E é "recomendado" para um país como o Afeganistão. Para melhor integração com a população.
Título: rsp
Enviado por: fabio_lopes em Março 13, 2009, 07:50:27 pm
siceramente foram os primeiros  :shock:
ja agora o que é esse regulamento?
cumps
Título:
Enviado por: tyr em Março 13, 2009, 09:23:52 pm
é um regulamento que regula a utilização de barba, para os militares que o desejem fazer.

E mais uma coisa, numa operação em que o pessoal fique uma semana no mato, o fazer a barba, na maior parte dos casos é desaconcelhado por motivos de saude (pois o nivel de higiene, torna a pele vulneravel a infecções).
Título: barbas no afghanistan
Enviado por: ACADO em Março 14, 2009, 09:45:21 pm
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Título: barba
Enviado por: voador em Março 14, 2009, 09:54:39 pm
no afeganistão barba é simbolo de maturidade e respeito
Título:
Enviado por: Lancero em Março 25, 2009, 08:02:04 pm
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Defesa: Ministro diz que Portugal mantém presença militar no Afeganistão e envia aviao C-130 para apoiar eleiçoes  



    Braga, 25 Mar (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional, Severiano Teixeira garantiu hoje em Braga que Portugal "vai manter a presença militar no Afeganistão, reforçando-a com um avião c-130 durante o período de eleições ".  

 

    O governante disse que, além de duas equipas de monitorização e treino e uma outra de apoio, entretanto enviadas - num total de cerca de 40 militares -, o avião C-130 e respectiva tripulação darão apoio ao processo eleitoral no Afeganistão, entre os meses de Agosto e Outubro.  

 

    No terreno - frisou - está já uma equipa médica de 15 elementos, que fica a operar no hospital de campanha do aeroporto de Cabul.  

 

    O governante falava aos jornalistas no final do primeiro dia dos Colóquios de Relações Internacionais da Universidade do Minho que hoje decorreram no Salão Medieval.  

 

    Severiano Teixeira garantiu que Portugal vai manter o empenhamento em todos os teatros de operações onde está, de acordo com os seus compromissos internacionais"  

 

    "A importância do sucesso da operação da NATO no Afeganistão é fundamental para a credibilidade da organização", frisou.  
Título:
Enviado por: Lancero em Março 26, 2009, 03:21:46 pm
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Afeganistão: Participação nacional é ajustada à dimensão e estrutura militar de Portugal - MNE    

   Lisboa, 26 Mar (Lusa) - A presença militar portuguesa no Afeganistão  é ajustada ao nível de esforço exigido a um país com a dimensão e estrutura  militar como a de Portugal, defendeu hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros,  Luís Amado.  

 

   "É certo que reconfigurámos a nossa participação militar recentemente,  mas continuamos a ter uma participação ao nível do esforço que se pode exigir  a um país com a nossa dimensão e com a nossa estrutura militar", disse hoje  o ministro Luís Amado na sessão de abertura do seminário 'Portugal e a Aliança  Atlântica', que assinala os 60 anos da NATO (sigla inglesa para Organização  do Tratado do Atlântico Norte).  

 

   O ministro dos Negócios Estrangeiros justificou o facto de haver países  mais pequenos que Portugal com contingentes maiores destacados para o Afeganistão  com a necessidade de fazer opções decorrentes de maior ou menor valorização  política dos teatros de operações.  

 

   Luís Amado reconheceu também "haver um problema sério de credibilidade"  da NATO em torno do Afeganistão, ao qual Portugal "deve estar muito atento".  

 

 

   O governante referiu-se ainda à V Reunião Extraordinária do Conselho  de Ministros da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que se  realizou na passada quarta-feira na Cidade da Praia, em Cabo Verde, para  voltar a sublinhar a necessidade de a CPLP apoiar o processo de estabilização  na Guiné-Bissau, sobretudo ao nível da reforma militar.  

 

   "Há um problema sério que tem que ser resolvido com o forte apoio da  comunidade internacional que é sector de Defesa e Segurança. Não há condições  para conferir estabilidade à Guiné-Bissau sem garantir a reforma das suas  forças armadas", disse o ministro.    

 

   "As forças armadas têm sido o problema ao longo da última década e é  preciso que sejam objecto de uma reforma que permitam colocá-las ao serviço  do sistema político e não fazer o sistema político refém de uma situação  de instabilidade permanente", concluiu.  

 
Título:
Enviado por: Lancero em Março 26, 2009, 03:22:26 pm
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Afeganistão: Envio de equipa médica portuguesa adiado três meses devido a obras no aeroporto de Cabul    

    Lisboa, 26 Mar (Lusa)- O chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas  disse hoje que o envio de uma equipa médica para a capital do Afeganistão,  previsto para Março, só deverá acontecer em Junho devido à "reconstrução  de infra-estruturas" no aeroporto de Cabul.  

 

   "Não há nenhum atraso do lado português, o que está a haver é uma reorganização  nas infra-estruturas de todo o aeroporto de Cabul", respondeu aos jornalistas  o general CEMGFA, Valença Pinto, questionado à margem de uma conferência  no Instituto de Defesa Nacional sobre os 60 anos da NATO.  

 

   Segundo o chefe militar, a equipa médica da República Checa que se encontra  actualmente na capital afegã aceitou manter-se a operar no aeroporto "até  à prontidão dessas infra-estruturas", sendo que Portugal e a França são  os países da NATO que contribuem com as próximas equipas médicas.  

 

   O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) aprovou no início de Dezembro  o envio de uma equipa médica do serviço de saúde militar de 15 elementos  para Cabul, que estava inicialmente previsto para o final deste mês.  

 

   Nessa reunião do CSDN, ficou também programado para o fim deste mês  o envio de uma segunda equipa de assessoria e treino para o Exército Nacional  do Afeganistão (sigla em inglês OMLT).  

 

   Segundo o general Valença Pinto, metade deste grupo de militares já  se encontra em território afegão mas o envio da segunda metade ainda não  está assegurado para a data prevista -- 29 de Março -- devido à ausência  de autorização de sobrevoo por parte de alguns países da zona da Ásia Central,  que ainda não responderam afirmativamente aos pedidos feitos pelo ministério  dos Negócios Estrangeiros (MNE).  

 

   Para além das duas OMLT e da equipa médica, Portugal também já disponibilizou  uma aeronave C-130 com cerca de 50 militares para a altura das eleições  no Afeganistão, em Agosto deste ano.
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Março 30, 2009, 09:29:05 am
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Louvor n.º 144/2009

Louvo o Major de Infantaria, NIM 05562291, António Manuel de
Matos Grilo pelas excepcionais qualidades e virtudes militares, patenteadas
como Comandante da 2.ª Companhia de Comandos (2.ª CCmds) da
Quick Reaction Force/Força Nacional Destacada/International Security
Assitance Force (QRF/FND/ISAF X), tendo no desempenho destas
funções revelado dotes de extraordinária abnegação e valentia, a par
de uma grande coragem moral e excepcional capacidade de decisão.
Militar dotado de excelentes conhecimentos técnico -profissionais e aptidão
para bem servir nas diferentes circunstâncias, o Major Matos Grilo
foi durante todo o seu comando o “catalisador” que propiciou o elevado
nível de desempenho da 2.ª CCmds em todos os seus empenhamentos
operacionais, o que muito contribuiu para as elevadas prestações patenteadas
pela QRF/FND/ISAF X no árduo e difícil Teatro de Operações (TO)
do Afeganistão, devendo os actos resultantes da sua acção de comando
ser considerados notáveis e invulgares, pelo muito que contribuíram
para a afirmação de Portugal nestas terras da Ásia Central.
Na Área de Operações do Regional Command Capital, comandou a
2.ª CCmds durante as Operações OQAB Magnet, Elysian Fields, Dogan
Destek, Dogan Baris Sukram e Erdem. Durante a condução destas operações,
algumas das quais realizadas em vales não controlados da região
de Surobi
, são de realçar a sua capacidade de planeamento detalhado
e pormenorizado, o rigor na execução, bem como a flexibilidade para
ajustar o planeado às múltiplas contingências, patenteando em todas as
ocasiões, uma postura de comunhão com o “espírito conjunto” intrínseco
à QRF/FND/ISAF X, bem como a correcta percepção das especificidades
e das idiossincrasias do contexto multinacional em que as operações
desta Força se inserem.
Combatente por excelência, durante a participação da QRF/FND/ISAF
X na Operação Now Ruz Adalat, realizada na província de Kandahar
(Regional Command South), em situações de contacto com Forças
Talibã, nomeadamente no decurso das Operações Hoover (24Mai07
a 26Mai07), Escorpião (01Jun07 a 04Jun07) e Víbora 02 (10Jun07 a
14Jun07)
, o Major Matos Grilo praticou actos extraordinários de abnegação,
valentia e coragem, a par de uma firme e notável condução de
operações, demonstrando alta noção de grandeza do dever militar e da
disciplina, tendo sido em permanência um leal colaborador e conselheiro
do seu Comandante, nas múltiplas, diferentes e complexas situações que
envolveram o emprego da 2.ª CCmds, entregando -se total e devotadamente
ao cumprimento das missões que lhe foram cometidas, tendo -as
cumprindo de forma notável.
Durante a Operação Hoover, realizada nos bastiões Talibã de Sangsar
e Nalgham (distrito de Zhari), em que a QRF/FND/ISAF X tinha por
missão efectuar uma infiltração apeada, a coberto da noite, através do
delta do Rio Argandhab, a fim de estabelecer uma posição de detenção
numa região totalmente controlada pelos insurgentes, o Major Matos
Grilo, constatando que, após um forte contacto estabelecido com os
guerrilheiros, o seu Grupo de Combate mais a Norte não conseguia
ocupar a posição que lhe fora atribuída, comprometendo assim a missão
de toda a Força e consequentemente o resultado da Operação, afirmou
os seus excepcionais dotes de coragem, rara decisão, desprezo pelo
perigo e inabalável sentido do dever, tendo em pleno dia, acompanhado
por um escasso número de efectivos, abandonado o ponto forte onde se
encontrava, efectuado a limpeza de um complexo e labiríntico conjunto
de edifícios e tomado a posição fortificada necessária ao cumprimento
da missão.

Mercê dos brilhantes e extraordinários actos de bravura anteriormente
expostos, resultou grande lustre para as armas portuguesas e glória para
a Pátria, pelo que o Major Matos Grilo é merecedor que os serviços por
si prestados no Teatro de Operações do Afeganistão, designadamente
nas múltiplas operações de combate, onde revelou audácia, desprezo
pelo perigo e arrojo em frente do inimigo, sejam classificados como,
extraordinários, relevantes e distintos, tendo em muito contribuído
para a incomensurável honra e lustre de Portugal, em tão remotas e
agrestes paragens.

16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado -Maior -General das
Forças Armadas, Luís Vasco Valença Pinto, general.

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Louvor n.º 145/2009

Louvo o Tenente -Coronel de Infantaria Pára -quedista, NIM 13247083,
Paulo Júlio Lopes Pipa de Amorim, pelas excepcionais qualidades e
virtudes militares reveladas e pela extraordinária competência profissional
patenteada como Comandante da Quick Reaction Force/Força
Nacional Destacada/International Security Assistance Force (QRF/
FND/ISAF X).
Dotado de uma inteligência e de uma capacidade de trabalho superiores,
que sempre colocou ao serviço, com elevada dedicação e zelo, o
Tenente -Coronel Pipa Amorim constitui -se não só como o especialista
de Instrução e Treino, mas também como um prestimoso auxiliar nos
mais diversos campos com diferentes graus de exigência, nomeadamente
no âmbito da Doutrina e das Lições Aprendidas. Tendo demonstrado
sempre no cumprimento das missões que lhe foram atribuídas um elevado
espírito de sacrifício, dedicação, empenhamento e integridade de
carácter.
Como Comandante da QRF/FND/ISAF X, quer na fase de preparação
da força, quer no Teatro de Operações do Afeganistão, ao serviço da
ISAF, o Tenente -Coronel Pipa Amorim evidenciou -se sobretudo como
um líder nato, tendo demonstrado saber incutir na força que comandou,
um elevado espírito de disciplina, camaradagem e vontade de cumprir as
missões confiadas. Naquela primeira fase, a sua experiência profissional
e os seus conhecimentos técnicos foram determinantes para persuadir
os diversos órgãos e entidades, envolvidos no complexo processo de
aprontamento, da justeza e oportunidade das suas propostas, conseguindo
assim que a sua Unidade fosse adequadamente preparada, equipada e
armada num reduzido espaço de tempo.
Sob a sua esclarecida orientação, a QRF/FND/ISAF X cumpriu com
eficácia e eficiência uma missão difícil, onde foram percorridos milhares
de quilómetros, em terrenos extraordinariamente acidentados
e complexos, sob condições meteorológicas extremamente adversas e
algumas vezes debaixo de fogo inimigo. De entre as várias operações
em que participou com elementos da força, quer no Comando Regional
Capital quer no Comando Regional Sul, merece especial destaque o seu
empenhamento na Operação Now Ruz Adalat, na área de operações do
RC S onde, nos distritos de Zhari e Maywand, combateram a guerrilha
Talibã, inclusive nos seus próprios santuários, tal como aconteceu também
durante a Operação Hoover, onde operaram juntamente com forças
Canadianas e nas Operações Escorpião e Víbora 02, conjuntamente
com forças Afegãs.
Nas relações interpessoais, o Tenente -Coronel Pipa Amorim prima
pela educação, ponderação, frontalidade, equilíbrio emocional e pela
maturidade com que apresenta as soluções. Para além das excepcionais
qualidades já referidas, pratica no mais elevado grau as virtudes militares
da disciplina, da honra e da honestidade, a que alia um exemplar
sentido de dever e de dedicação às suas funções e aos seus camaradas,
usando muito do seu tempo para coordenar e apoiar quem dele necessita.
Pelas excepcionais qualidades e virtudes militares permanentemente
evidenciadas, e pela forma superior como desempenhou as funções de
Comandante da QRF/FND/ISAF X, da qual resultou honra ilustre para
as Forças Armadas Portuguesas, concorrendo igualmente para a afirmação
do bom nome de Portugal perante a NATO, o Tenente -Coronel
Pipa Amorim impôs -se ao respeito e consideração de todos e tornou -se
merecedor de ver os serviços por si prestados serem considerados como
extraordinários, relevantes e distintos.

16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado -Maior -General das
Forças Armadas, Luís Vasco Valença Pinto, general.

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Louvor n.º 146/2009

Louvo o Major de Cavalaria, NIM 06371285, Luís Manuel Cardoso
Relvas Marino, pelas suas excepcionais qualidades e virtudes militares,
bem como pela forma altamente honrosa e brilhante como desempenhou
as funções de Chefe do Centro de Operações Tácticas da Quick
Reaction Force / Força Nacional Destacada / International Security
Assitance Force (QRF/FND/ISAF X)
, evidenciando em todos os seus
actos de serviço dotes de extraordinária abnegação e valentia, a par de
uma coragem moral e excepcional capacidade de decisão.
Militar dotado de excelentes conhecimentos técnico-profissionais, a
par de um esclarecido e excepcional zelo, o Major Relvas Marino foi o
mentor de toda a actividade operacional, contribuindo para as elevadas
prestações da QRF/FND/ISAF X em todos os seus empenhamentos
no Teatro de Operações do Afeganistão, devendo os resultados do seu
desempenho ser considerados notáveis e invulgares, pelo muito que
contribuíram para a afirmação de Portugal em tão remotas e agrestes
paragens.
Possuidor de uma inquestionável nobreza de carácter a par de um
proverbial empenhamento pelo cumprimento do dever, denotou em
todas as ocasiões uma invulgar aptidão para bem servir nas diferentes
circunstâncias, tendo sido, em permanência, um excepcional e leal
conselheiro e colaborador do seu Comandante, libertando-o de preocupações
adicionais, face à sua firme e notável condução de operações
e permitindo-lhe assim um permanente acompanhamento das Forças
de Manobra. Revelando uma estrita e alta noção da grandeza do dever
militar e da disciplina, nas múltiplas e complexas situações em que a
Força esteve envolvida.
No âmbito da participação da QRF/FND/ISAF X na Operação NOW
RUZ ADALAT, realizada no Regional Command South, são de realçar
os seus estudos e a sua capacidade de planeamento detalhado e pormenorizado,
tendentes a permitir a concepção dos conceitos de operação e
a difusão de ordens para as Operações HOOVER (24 de Maio de 2007
a 26 de Maio de 2007), ESCORPIÃO (1 de Junho de 2007 a 4 de Junho
de 2007) e VÍBORA 02 (10 de Junho de 2007 a 14 de Junho de 2007),
bem como a projecção da Força,
nomeadamente o inédito movimento
terrestre entre Kabul e Kandahar, em que foram percorridas áreas de
três Regional Commands e no final da operação, o regresso ao Regional
Command Capital. Durante esta operação, em situações
de contacto com a guerrilha Talibã, designadamente no decurso de uma
emboscada ocorrida a 7 de Maio de 2007 na região de Senjaray (Distrito
de Zhari), em que a sua viatura ficou imobilizada na Zona de Morte, o
Major Relvas Marino demonstrou, debaixo de fogo, um extraordinário
auto controlo, serena energia e espírito de sacrifício, estimulando e
coordenando, uma rápida e correcta reacção contra o fogo inimigo.
Oficial distinto, de postura discreta, esmerada educação, ponderado
e com grande facilidade de relacionamento, contribuiu para o óptimo
ambiente de trabalho vivido no seio da QRF/FND/ISAF, bem como
para o estreitamento de relações com inúmeras entidades militares, do
Comando da ISAF, dos Regional Commands e de Forças congéneres,
sendo a sua postura digna de ser apontada à consideração pública, constituindo-
se num exemplo e numa referência para todos os que servem
as Forças Armadas portuguesas.
Pela grandeza dos actos anteriormente expostos, resultou grande lustre
para as Forças Armadas Portuguesas e para o País, pelo que o Major
Relvas Marino é merecedor de ocupar postos de maior responsabilidade
e risco e que, os serviços por si prestados no árduo e difícil Teatro de
Operações do Afeganistão, sejam classificados como, extraordinários,
relevantes e distintos.

16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, Luís Valença Pinto, general.


 :arrow: http://dre.pt/pdf2sdip/2009/03/062000000/1194411945.pdf (http://dre.pt/pdf2sdip/2009/03/062000000/1194411945.pdf)
Título:
Enviado por: nelson38899 em Março 30, 2009, 10:03:19 am
Parabéns, apesar da pequena quantidade de material que dispúnhamos o soldado Português  mostrou a sua qualidade. :Palmas:
Título:
Enviado por: typhonman em Março 30, 2009, 09:37:41 pm
Para mim, os heróis são estes. :Soldado2:  :Soldado2:
Título:
Enviado por: sniper14 em Março 30, 2009, 09:54:46 pm
PARABENS PELOS ACTOS QUE GLORIFICAM PORTUGAL :Soldado2:

É SEMPRE BOM APRECIAR O RECONHECIMENTO PUBLICO DOS ACTOS MILITARES.

VIVA PORTUGAL
Título:
Enviado por: Nuno Calhau em Março 30, 2009, 11:10:33 pm
Curioso?

Então os "herois" são só oficiais superiores?

Realmente...

Um Abraço.
Título:
Enviado por: Portucale em Março 30, 2009, 11:59:37 pm
Seria justo reconhecer o valor de todos os homens que serviram no Afeganistão e não apenas os comandantes.
Estou perfeitamente convencido que se os comandantes são elogiados é porque os seus homens estiveram ao mesmo nivel.
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 01, 2009, 03:09:03 pm
Citar
Nuno Severiano Teixeira, que hoje visitou a Brigada de Reacção Rápida, em Tancos, no âmbito do périplo que está a efectuar pelos três ramos das Forças Armadas, afirmou que uma eventual participação militar de Portugal numa força internacional, envolvendo os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e da Comunidade Económica dos Estados da "frica Ocidental, terá de ser "ponderada no quadro dos vários intervenientes", considerando, contudo, "muito prematuro" fazer qualquer comentário neste momento.  

 

    O ministro reafirmou que Portugal vai reforçar, ao longo de 2009, a sua presença no Afeganistão, uma situação que acompanha "com cuidado e com atenção" e que será analisada "com o evoluir da situação".  

 

    Na visita que fez hoje à Brigada de Reacção Rápida, Nuno Severiano Teixeira assistiu a um desfile das forças que, em breve, poderão ser empregues nos teatros operacionais no âmbito da Nato Response Force 13 e 14 e da equipa que está em fase de projecção para o Afeganistão.  

 

    Estes elementos, da Operational Mentor and Liaison Team, vão juntar-se à equipa que já está no terreno, perfazendo um total de 83 militares portugueses no Afeganistão, contando com a força de protecção e apoio, disse.  

 

    "Muito em breve seguirá uma equipa médica para o hospital situado no aeroporto de Cabul e está previsto um reforço no período eleitoral com um avião C130", acrescentou.  

 

    Quanto à possibilidade de também a GNR vir a integrar as forças em presença no Afeganistão, Nuno Severiano Teixeira afirmou que esse assunto está no âmbito do Ministério dos Negócios Estrangeiros, não havendo ainda nenhuma decisão.  

 

    Depois da visita de hoje a Tancos, com o objectivo de se "inteirar do aprontamento" das forças que em breve poderão ser empregues em teatros operacionais, Nuno Severiano Teixeira irá depois visitar a Marinha e a Força Aérea.  

 

    "Vimos hoje o trabalho de grande profissionalismo e grande preparação, com o desempenho elevado que as forças portuguesas têm nos teatros em que têm vindo a ser empenhadas", afirmou.  

 

    "s forças em parada, o ministro quis expressar o "reconhecimento do Governo pela forma exemplar como têm desempenhado as suas funções fora do território nacional", representando "o melhor de Portugal", num esforço que os portugueses "reconhecem e admiram".  


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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi161.photobucket.com%2Falbums%2Ft227%2Flanceros%2Fabril09%2F20090331140708PTLUS9500495123850842.jpg&hash=82d8aa965420f320c91974a3e3fc080d)

Citar
O ministro da Defesa nacional Nuno Severiano Teixeira durante a visita a Brigada de Reaccao Rapida , 31 de Marco de 2009, em Tancos .PAULO CUNHA/LUSA
Título: cursos
Enviado por: fabio_lopes em Abril 01, 2009, 04:36:08 pm
Fogo ja viram aqules oficias la atras cada um com 2 cursos?!? que eu veja...um dia serei eu  :twisted:
cumps
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 01, 2009, 05:05:58 pm
Que dois cursos? Pára-quedistas e Comandos?  :roll:

Sabes qual é o percurso padrão de um militar QP nos Pára-quedistas?

Curso de pára-quedismo militar
Curso de Combate
Curso de Operações Aeroterrestres
Curso de Instrutor de Pára-quedismo
Curso de Largador
Curso de Precursor Aeroterrestre
Curso de Queda livre operacional (SOGA)

Para além de outros cursos relacionados com as necessidades operacionais terrestres (Morteiros, Misseis Anti-carro, etc).

Não é pelo militar em questão ter o curso de Comandos que o faz melhor do que os outros.

Atenção o mesmo pode ser dito para militares das OE ou Comandos. Todos eles por norma têm toda uma série de cursos no seu curriculo.
Título:
Enviado por: Aim em Abril 01, 2009, 05:35:11 pm
Isso é o pão nosso de cada dia.

Mas na classe de sargentos há mais "papa cursos" que noutra classe .
Tiram os 3 e como não estão satisfeitos tiram de outros países  :lol:
Título: nresposta
Enviado por: fabio_lopes em Abril 01, 2009, 05:39:07 pm
fogo nao tinha idei que um oficial tinha que ter obrigatoriamente esses curso...eu so estava me a referir a terem 2 curso tipo paras e comandos ou o.e. e comandos...etc ou tambem é obrigatorio um oficial ter mais que um curso dos que referi em cima?
ja agora um praça que faça curso de comandos quanto tempo depois pode fazer otro curso?acho que fiquei bastante interssado em fazer o curso de  parquedista...e quem sabe um dia percurso e soga...pode ser um pouco impossivel mas sonhar nao custa...mas tentarei! :P
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 01, 2009, 05:51:52 pm
Estes cursos não são obrigatórios, eles fazem porque querem. ninguém os obriga a irem para os Pára-quedistas/Comandos/OE.

Queres ser Comando, vais para o CTC. Queres ser Pára-quedista e Auxiliar de Precursor, vais para a ETP. As duas coisas...desnecessário e até dificil. Atenção quando fizeram o 100º curso de Comandos, havia Páras e OEs no curso.
Título: resposta
Enviado por: fabio_lopes em Abril 01, 2009, 07:05:00 pm
dificil mas nao é impossivel :D  decidi que quero tirar o maximo de partido do tempo que estiver no exercito tirando varios cursos e formaçoes...Era por isso é que queria saber o tempo minimo de espera entre um curso e outro...
cumps
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 01, 2009, 09:14:55 pm
Mais da cerimónia acima descrita,

Citar
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.mdn.gov.pt%2FNR%2Frdonlyres%2FC8B51DEC-7349-4AD8-A953-BCE15A8BB72E%2F0%2Ftancos03200912.jpg&hash=bb5faabb4e0ed7dc1cfff8b970adc2d6)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.mdn.gov.pt%2FNR%2Frdonlyres%2FBD42F5FD-DDDF-4B87-A464-E328ABEE4127%2F0%2Ftancos03200911.jpg&hash=864408e047ad3898a96eb5d2eec5f65d)

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.mdn.gov.pt%2FNR%2Frdonlyres%2F2F5F5836-E9E3-42C5-B7C8-94A16284052A%2F0%2Ftancos0320098.jpg&hash=f093d71d5aaf62259bed2588d7244087)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.mdn.gov.pt%2FNR%2Frdonlyres%2FCFE27AA8-1D66-4DBB-B3FC-7436C9BB4E97%2F0%2Ftancos0320099.jpg&hash=21935e6d9847caa37a60d7fac126ffee)

Ministro da Defesa Nacional visita Comando da Brigada de Reacção Rápida, em Tancos
31.03.2009 O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, visitou, no dia 31 de Março, o Comando da Brigada de Reacção Rápida, em Tancos.

A Brigada de Reacção Rápida (BRR) é uma unidade do Exército composta por Comando e Estado-Maior, dois Batalhões de Infantaria Pára-quedista, Forças de Operações Especiais e de Comandos, Grupo de Artilharia de Campanha, Esquadrão de Reconhecimento, Companhia de Transmissões e Pelotões de Defesa Aérea e de Engenharia. O dispositivo da Brigada de Reacção Rápida encontra-se disperso pelo País, desde Lamego (onde estão aquarteladas as forças de Operações Especiais) até Beja (que onde decorre o treino operacional da BRR), passando por Tomar, Estremoz, São Jacinto ou Queluz.

A visita do ministro incluiu uma cerimónia militar, nas quais estiveram presentes cerca de mil militares da BRR, entre os quais militares do Batalhão de Infantaria Pára-quedista (que constituirá o contributo nacional para a NATO Response Force 13) e do Grupo de Artilharia de Campanha (que constituirá o contributo nacional para a NATO Response Force 14) e ainda elementos da Operational Mentor and Liaison Team (OMLT), os quais se encontram de partida para o Afeganistão.

O conceito NATO Response Force (NRF) surgiu com o intuito de criar uma força tecnologicamente avançada, flexível, projectável, interoperável e com capacidade de sustentação, capaz de actuar em todo o espectro das operações militares dentro de uma Combined Joint Task Force.

Portugal participa na NRF 13 com um Batalhão de Infantaria Pára-quedista com um efectivo de cerca de 700 militares, de 01 de Julho de 2009 a 04 de Janeiro de 2010.

Na NRF 14, Portugal participa, nos seis meses seguintes (de 05 de Janeiro a 30 de Junho de 2010), com uma Bateria de Artilharia de Campanha (cerca de 130 militares) e uma Movement Control Team (10 militares). Durante o período de stand-by, o Comando Operacional para a NRF 13 e para a NRF 14 será atribuído ao Joint Command Lisbon.

A OMLT, de assessoria à Capital Division, tem como missão treinar, orientar e ensinar os procedimentos de Estado-Maior aos militares do Exército afegão. Constituída como uma Força Nacional Destacada, a OMLT é composta por uma equipa de 16 assessores
.

http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/Imprensa/n ... ComImp.htm (http://www.mdn.gov.pt/mdn/pt/Imprensa/notas/31032009_ComImp.htm)
Título: pq
Enviado por: fabio_lopes em Abril 01, 2009, 09:29:51 pm
fogo eu admiro é a imensidao dos paraquedistas :)
Título:
Enviado por: Lancero em Abril 02, 2009, 05:01:56 pm
Ao Pereira Marques escaparam-lhe outros louvores ;)



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Louvor n.º 138/2009
Louvo o Capitão de Transmissões, NIM 29948991, Fernando António
Antunes da Silva pela forma altamente honrosa e brilhante como
desempenhou as funções de Comandante do Módulo de Transmissões
da Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada / International
Security Assitance Force (QRF/FND/ISAF X), evidenciando em todos
os seus actos de serviço excepcionais qualidades e virtudes militares,
pela afirmação constante de elevados dotes de carácter, a par de um
esclarecido e excepcional zelo.
Durante a fase de aprontamento demonstrou grande dinamismo,
elevada competência profissional, e sólida formação castrense, sendo
de enaltecer a sua correcta percepção das regras da relação mútua, que
ligam entre si os militares, em qualquer escalão de comando, pela forma
como criou, desde o início, um forte espírito de corpo no seio do seus
subordinados, que se provou ser um factor imprescindível para a proficiência
e o sucesso do Módulo de Transmissões, contribuindo assim,
de uma forma inequívoca, para que a Força tivesse um desempenho
compatível com as dificuldades e os riscos de tão árdua missão.
No Teatro de Operações do Afeganistão evidenciou elevados padrões
de excelência pela facilidade com que geriu de forma eficiente os meios
humanos e materiais ao dispor do Módulo de Transmissões, tendo esta
componente da Força atingido elevados níveis de eficiência e eficácia
em todos os seus empenhamentos, designadamente os de cariz operacional,
o que muito contribuiu para as elevadas prestações patenteadas
pela QRF/FND/ISAF X no difícil Teatro de Operações (TO) do Afeganistão,
devendo os actos resultantes do seu desempenho e da sua acção
de comando serem considerados notáveis, pelo muito que contribuíram
para a afirmação de Portugal no seio da ISAF.
Possuidor de uma extraordinária nobreza de carácter, denotou em
todas as ocasiões virtudes militares dignas de serem apontadas como
exemplo, tendo sido, na qualidade de Oficial de Transmissões, um leal
colaborador e conselheiro do Comandante da QRF/FND/ISAF X, quer
na elaboração de estudos e propostas, quer nas múltiplas, diferentes e
complexas situações que envolveram o planeamento e a utilização de
meios de transmissões, nomeadamente durante as complexas operações
realizadas no Regional Command South.
Oficial com elevado espírito de sacrifício e de obediência, revelouse
um elemento imprescindível na preparação e organização da Força
aquando da sua projecção para a província de Kandahar, no âmbito da
Operação NOW RUZ ADALAT, pela forma como articulou o seu Módulo,
chegando este a ter os seus meios humanos distribuídos por seis
locais geograficamente distintos. Durante todo o período da operação
assumiu, em acumulação, as funções de Oficial de Ligação ao Regional
Command South e à Task Force Kandahar, demonstrando uma rara
aptidão para bem servir nas diferentes circunstâncias, tendo sido em
todos os momentos, um referencial de total devoção ao cumprimento
do dever e um eloquente exemplo de devotada abnegação e lealdade,
contribuindo de uma forma inolvidável, para o cumprimento das missões
que à QRF/FND/ISAF X foram atribuídas.
Pelo elevado valor dos actos anteriormente expostos, resultou prestigio
para as Forças Armadas Portuguesas, pelo que o Capitão Antunes da
Silva merece ser apontado ao respeito e à consideração pública, devendo
os serviços por si prestados no Teatro de Operações do Afeganistão, ser
considerados relevantes e de elevado mérito.
16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, Luís Valença Pinto, general.

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Louvor n.º 139/2009
Louvo o Segundo-Sargento “CMD”, NIM 01191500, Pedro Manuel
dos Santos, pela forma altamente honrosa e brilhante como desempenhou
as funções de Comandante de Equipa na 2.ª Companhia de Comandos
da Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada / International
Security Assitance Force (QRF/FND/ISAF X), revelando em todos os
actos de serviço excepcionais qualidades e virtudes militares, a par de um
esclarecido e excepcional zelo, tendo de forma inequívoca contribuído
para o lustre das Forças Armadas Portuguesas, no difícil e árduo Teatro
de Operações (TO) do Afeganistão.
Durante a fase de aprontamento, como Comandante de Equipa do
2.º Grupo de Combate, patenteou grande disponibilidade, dinamismo
e elevada competência profissional no desempenho das suas funções
orgânicas, pela forma como conduziu a preparação e o treino da sua
Subunidade, desenvolvendo, desde o início, um forte espírito de corpo
no seio dos seus subordinados, factos estes que, a par de uma assinalável
firmeza e coerência, levaram a que a sua Equipa apresentasse assinaláveis
padrões de eficiência e eficácia, contribuindo assim, de uma forma
inequívoca, para que a Força tivesse um desempenho compatível com
as dificuldades e os riscos de tão árdua missão.
No TO do Afeganistão evidenciou dotes e virtudes de natureza extraordinária,
aliados a uma enorme capacidade de liderança e a um apurado
e estrito sentido de missão, reflectindo-se estas qualidades na forma
como a sua Equipa de Combate executou exemplarmente as múltiplas e
diversificadas missões que lhe foram atribuídas, quer inicialmente na área
de operações do Regional Command Capital no âmbito das Operações
OQAB MAGNET, ELYSIAN FIELDS, DOGAN DESTEK, DOGAN
BARIS, quer a meio da missão, no decorrer da Operação NOW RUZ
ADALAT, na difícil e muito desafiante região de Kandahar (Regional
Command South) e ainda no términos da missão, novamente na região
de CABUL, no decurso das Operações SUKRAM e ERDEM, devendo
os actos resultantes do seu desempenho e da sua acção de comando ser
considerados notáveis, pelo muito que contribuíram para a afirmação
de Portugal no seio da ISAF.
Durante a Operação HOOVER, realizada nos bastiões Talibã de
Sangsar e Nalgham (Província de Kandahar), em que a QRF/FND/ISAF
X teve por missão efectuar uma infiltração apeada, a coberto da noite,
através do delta do Rio Argandhab, a fim de estabelecer uma posição
de detenção numa região totalmente controlada pela guerrilha, o Segundo-
sargento Manuel dos Santos, afirmou, frente ao inimigo, os seus
excepcionais dotes de coragem, rara decisão, e desprezo pelo perigo,
tendo na sequência de uma violentíssima emboscada, sofrida pelo seu
Grupo de Combate na madrugada 25 de Maio de 2007, reagido com
um invulgar sangue frio, decidindo e coordenando com serena energia
debaixo do forte fogo inimigo a rotura de contacto da sua equipa, bem
como a retirada da Zona de Morte do Primeiro-Sargento Barry, ferido
em combate, para local seguro. Nesta acção, as suas decisões correctas e
oportunas, tomadas no exercício das funções de Comandante de Equipa
denotaram grande coragem moral, excepcional capacidade de decisão e
alta noção da grandeza do dever militar e da disciplina.
Pelo seu invulgar espírito de sacrifício e devotada abnegação, que
o tornam num referencial de total devoção ao cumprimento do dever,
bem como pelo incomensurável valor dos actos anteriormente expostos,
o Segundo-sargento Manuel dos Santos é digno de ser apontado como
exemplo e que os serviços por si prestados sejam classificados como
relevantes, extraordinários e distintos, tendo em muito contribuído para
o prestígio, honra e lustre da Instituição Militar e de Portugal, em tão
remotas e agrestes paragens.
16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, Luís Valença Pinto, general.

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Louvor n.º 140/2009
Louvo o Segundo -Sargento RC “CMD”, NIM 10974500, Luís Patrício
Pereira Moreira, pela forma altamente honrosa e brilhante como
desempenhou as funções de Comandante de Equipa na 2.ª Companhia
de Comandos da Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada/International
Security Assitance Force (QRF/FND/ISAF X), evidenciando
em todos os seus actos de serviço excepcionais qualidades militares, a
par de um esclarecido e excepcional zelo, tendo de forma inequívoca
contribuído para o prestígio, honra e lustre da Instituição Militar e de
Portugal, tão longe da Pátria quanto os interesses nacionais o exigem.
Durante a fase de aprontamento, como Comandante de Equipa do 2.º
Grupo de Combate, demonstrou grande disponibilidade, dinamismo e
elevada competência no desempenho das suas funções orgânicas, pela
forma como conduziu a preparação e o treino da sua Subunidade, desenvolvendo,
desde o início, um forte espírito de corpo no seio dos seus
subordinados, factos estes que levaram a que a sua Equipa apresentasse
assinaláveis padrões de desempenho operacional, contribuindo assim,
para que a QRF/FND/ISAF X tivesse um desempenho compatível com
as dificuldades e os riscos, inerentes a tão árdua e difícil missão.
No Teatro de Operações do Afeganistão evidenciou dotes e virtudes
de natureza extraordinária, alicerçados num apurado e estrito sentido de
missão, no rigor na execução, bem como na flexibilidade para ajustar o
planeamento às múltiplas contingências, qualidades que se reflectiram na forma como a sua Equipa de Combate executou exemplarmente as
múltiplas e diversificadas missões que lhe foram atribuídas, quer na
Área de Operações do Regional Command Capital, quer na Província
de Kandahar (Regional Command South).
No âmbito da participação da Força na Operação NOW RUZ ADALAT,
realizada na província de Kandahar, em situações de contacto
com forças Talibã, nomeadamente no decurso da Operação HOOVER
(24MA107 a 26MA107), em que a QRF/FND/ISAF X teve por missão
efectuar uma infiltração apeada através do delta do Rio Argandhab, a
fim de estabelecer uma posição de detenção numa região totalmente
controlada pela guerrilha, o Segundo -sargento Pereira Moreira revelou
um extraordinário auto controlo no desempenho da suas funções, tendo
na sequência de uma violentíssima emboscada, sofrida pelo seu Grupo
de Combate na madrugada 25 de Maio de 2007, na região de Nalgham
(Distrito de Zhari), reagido com um invulgar sangue frio e arrojada
coragem frente ao inimigo. Apercebendo -se do dispositivo da emboscada
em “L”, revelando serena energia debaixo do forte fogo inimigo,
manobrou com a sua equipa para uma posição que lhe permitisse evitar
um envolvimento dos guerrilheiros, tentativa essa que de facto se veio
a verificar por parte dos insurgentes, encontrando estes uma resistência
impar, levada a cabo pela equipa sob seu comando. Com esta decisão,
tomada com total desprezo pelo perigo, estava consciente que a sua acção
seria fundamental para a salvaguarda da integridade do seu Grupo de
Combate, sendo consequentemente um eloquente e cabal exemplo de
grande coragem moral e da sua alta noção da grandeza do dever militar
e da disciplina.
Mercê dos brilhantes e extraordinários actos de bravura anteriormente
expostos, o Segundo -Sargento Pereira Moreira é digno de ser apontado
à consideração pública e merecedor que os serviços por si prestados
no Teatro de Operações do Afeganistão, onde revelou uma postura
irrepreensível, sejam classificados como relevantes, extraordinários
e distintos, tendo em muito contribuído para o prestígio das Forças
Armadas Portuguesas e de Portugal, no seio da ISAF.
16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado -Maior -General das
Forças Armadas, Luís Vasco Valença Pinto, general.

Citar
Louvor n.º 141/2009
Louvo o Capitão de Infantaria, NIM 23379693, José Paulo Silva
Bartolomeu, pela forma extraordinariamente honrosa e brilhante como
desempenhou as funções de Adjunto do Chefe do Centro de Operações
Táctico da Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada / International
Security Assitance Force (QRF/FND/ISAF), evidenciando em
todos os seus actos de serviço relevantes qualidades pessoais e excepcionais
virtudes militares, pela afirmação constante de elevados dotes
de carácter, a par de um esclarecido e excepcional zelo.
Durante a fase de aprontamento, demonstrou grande dinamismo e
aptidão para bem servir nas diferentes circunstâncias, tendo no âmbito
técnico-profissional revelado igualmente elevada competência. Estas
características foram sobejamente patenteadas na forma rápida, eficiente
e organizada como cumpriu as suas tarefas, das quais se destacam a
elaboração do handbook da QRF/FND/ISAF e o acompanhamento
da situação no Teatro de Operações (TO) do Afeganistão, na área das
Informações, sendo de realçar a sua capacidade de análise detalhada e
pormenorizada. Através do seu extraordinário desempenho, contribuiu
de uma forma inequívoca para que a força tivesse um aprontamento,
com uma proficiência compatível com as dificuldades e os riscos da
missão.
Posteriormente, assumiu a função de Oficial de Informações da QRF/
FND/ISAF, tarefa onde evidenciou elevados padrões de excelência, com
a permanente actualização de todas as ocorrências nos cinco Regional
Commands e a exaustiva compilação de dados sobre as técnicas, tácticas
e procedimentos da guerrilha. Paralelamente, desempenhou também a
função de Oficial de Segurança da Força, pautando a sua acção por uma
superior correcção e rigor de execução, actualizando amiudadas vezes
o Plano de Segurança da Força em Camp Warehouse.
Militar de excepcional formação militar, revelou um extraordinário
desempenho na execução das suas tarefas, nomeadamente aquando da
projecção da Força para a província de Kandahar (Regional Command
South), no âmbito da Operação NOW RUZ ADALAT, ficando a comandar
interinamente durante cerca de seis semanas, o remanescente da Força
em Kabul, fê-lo com enorme lealdade e espírito de obediência para com
os seus superiores, devendo os actos resultantes do seu desempenho e
da sua acção de comando ser considerados notáveis.
Pelo incomensurável valor dos actos anteriormente expostos, o Capitão
Silva Bartolomeu é digno de ver reconhecido o elevado mérito
dos serviços por si prestados, os quais se consideram relevantes, tendo
contribuído significativamente para a eficiência, prestígio e cumprimento
da missão das Forças Armadas Portuguesas em quadro multinacional
no Teatro de Operações do Afeganistão.
16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, Luís Valença Pinto, general.

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Louvor n.º 142/2009
Louvo o Capitão TODCI, NIP 066386-H, Eduardo Jaime Felicidade
da Silva pela forma dinâmica e muito dedicada como no Teatro de Operações
(TO) do Afeganistão, exerceu as funções de Controlador Aéreo
Avançado e Comandante de uma das equipas do Tactical Air Control
Party (TACP) da Quick Reaction Force / Força Nacional Destacada /
International Security Assitance Force (QRF/FND/ISAF X).
O Capitão Eduardo Silva, no decorrer da actividade desenvolvida pelo
TACP nesta missão, demonstrou elevada preparação técnico-profissional,
revelando extraordinárias competências nas funções por si desempenhadas,
constituindo-se deste modo num elemento fundamental para o
desenvolvimento das operações em que participou, tendo contribuído de
forma impar e decisiva para o elevado padrão operacional das missões
realizadas no âmbito do Apoio Aéreo Próximo.
Militar dotado de uma excelente formação militar, evidenciou elevados
padrões de eficiência pela facilidade com que geriu os meios humanos
e materiais ao seu dispor, tendo esta componente da Força atingido elevados
níveis de eficiência e eficácia em todos os seus empenhamentos
em apoio à QRF/FND/ISAF X.
Apesar do risco e das condições adversas inerentes à missão da QRF/
FND/ISAF X, na província de Kandahar na área do Regional Command
South, no âmbito da Operação NOW RUZ ADALAT, em situações de
contacto com insurgentes, nomeadamente no decurso da Operação HOOVER
(24 de Maio de 2007 a 26 de Maio de 2007), em que a sua equipa
ficou debaixo de fogo, o Capitão Eduardo Silva revelou extraordinária
abnegação no desempenho da sua função, demonstrando auto controlo e
espírito de sacrifício exemplares, o que lhe permitiu granjear a estima e
consideração de todos que com ele privaram, resultando da sua prestação
brilho, honra e lustre para a Instituição Militar e para Portugal.
Pelas suas capacidades de comando e liderança, assim como pelas
relevantes qualidades pessoais e profissionais, das quais se salientam a
dedicação, a lealdade e a camaradagem, é o Capitão Eduardo Silva digno
de ser apontado publicamente como exemplo, tendo os serviços por si
prestados contribuído significativamente para a eficiência, prestígio e
cumprimento da missão das Forças Armadas Portuguesas.
16 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas, Luís Valença Pinto