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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Países Lusófonos => Brasil => Tópico iniciado por: J.Ricardo em Maio 30, 2005, 01:01:46 pm

Título: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: J.Ricardo em Maio 30, 2005, 01:01:46 pm
Amazônia: querem tomar essa riqueza
Por trás da histeria ecológica há interesses econômicos escusos

Por Hugo Studart e elaine cotta

A semana que passou entrará para a história do Brasil como uma daquelas em que o País mais foi atacado pela imprensa mundial. Diante de estatísticas mostrando um recrudescimento anômalo no desmatamento amazônico – esperava-se um crescimento de 2% no ritmo da derrubada entre 2003 e 2004, mas registrou-se um percentual de 6% – jornais, organizações ecológicas e até diplomatas do mundo desenvolvido reagiram com pedras na mão. Contra o Brasil. “É impossível encontrar qualquer argumento coerente em defesa da contínua destruição da floresta equatorial brasileira”, escreveu, em Londres, o diário Independent. “Eles estão transformando a floresta tropical em pastagens. É asqueroso”, proclamou John Sauven, líder do Greenpeace. Mas partiu de Peter Mandelson, comissário europeu de comércio, o comentário mais agressivo da semana. “O Brasil tem que assumir as suas responsabilidades. Algo grave está acontecendo”, disse ele, enfatizando que é preciso frear a destruição de “um bem público”. Essas afirmações maliciosas ecoaram o que já fora dito, em fevereiro, por Pascal Lamy, antecessor de Mandelson na União Européia e atual diretor-geral da Organização Mundial do Comércio. Com imensa cara de pau, Lamy, o príncipe do protecionismo europeu, defendeu a internacionalização da Amazônia. Como se a floresta mais pujante do planeta, que ocupa 58% do território brasileiro, já não tivesse dono. Como se os europeus já não tivessem destruído 90% de suas próprias florestas.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.terra.com.br%2Fistoedinheiro%2F403%2Ffotos%2Famazonia_04.jpg&hash=912194bb105b459c6d259a577c56dcd4)Presença policial na Amazônia Plano do governo inclui Exército, fiscais do Ibama e combate ao desmatamento para tráfico de madeira
 
Desta vez, porém, a grita ecológica tinha um alvo preciso: a soja e, através dela, a exploração das riquezas naturais do Brasil. Não é por outro motivo que a cobertura mais agressiva sobre o desflorestamento concentrou-se na pessoa de Blairo Maggi, governador do Mato Grosso e maior plantador de soja do planeta. A revista britânica The Economist referiu-se a ele como “o estuprador da floresta” e “rei do desflorestamento”, explicando que o Mato Grosso foi responsável por 40% do desmatamento registrado no último biênio. O governo federal limitou-se a defender seus planos para a região – que são bons, diga-se de passagem – sem confrontar a histeria dos ambientalistas e seus patrocinadores no Hemisfério Norte. “Atacam a nossa soberania e ninguém sai em nossa defesa. Assim vão permitir o esquartejamento da Amazônia”, revolta-se Maggi. O general Luiz Gonzaga Lessa, presidente do Clube Militar e ex-comandante militar da Amazônia, também sentiu cheiro de fumaça. “Isso é lobby econômico disfarçado de ideologia ambientalista”, resume. O historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor de “As Relações Perigosas: Brasil-Estados Unidos”, também vê interesses escusos na grita da semana passada. “Essas ONGs não são inocentes. Servem aos interesses das transnacionais que estão sendo afetadas pela competição agrícola do Brasil”, afirma o professor. “Essa celeuma visa apresentar à ONU um projeto de internacionalização da Amazônia.”

 
Lamy, da OMC Amazônia é patrimônio internacional
Para entender os interesses em jogo na floresta, é preciso ter em conta que o Brasil tornou-se, nos últimos anos, o maior exportador de soja do mundo, com 36,2 milhões de toneladas. Ultrapassou os Estados Unidos. O Mato Grosso de Maggi lidera a produção nacional, sua soja esbarra na chamada Amazônia Legal e invade a zona de transição botânica entre o cerrado e a floresta equatorial. Os agricultores dizem que esse território é cerrado e insistem em plantar 50% da área de suas propriedades. O governo diz que é floresta e admite o plantio de apenas 20%. Adilton Sachetti, prefeito de Rondonópolis e um dos maiores plantadores de algodão do Mato Grosso, lembra que o Estado tem área de 90 milhões de hectares, dos quais apenas 8 milhões são de plantio. Outros 50 milhões de hectares são cobertos por florestas intocadas. Ele pondera que os americanos, a despeito das suas ONGs, têm 33% do seu PIB ancorado na agricultura: “Falar que a soja é responsável pela degradação do ambiente é fachada. Eles temem é que o Brasil roube mercado dos americanos”. Há outro mercado em jogo, o da madeira. Nos últimos três anos, a Amazônia multiplicou por cinco a sua área para exploração de madeira certificada, com selo verde para exportação legal. Mas a tese do Greenpeace é a de que a madeira da Amazônia não deve ser explorada nem mesmo como manejo florestal. No fundo desse debate, está o fato de que o Brasil caminha, rapidamente, para dominar tanto o mercado internacional de móveis e madeiras quanto o de papel e celulose. Há no segmento 40 projetos em andamento, com investimentos previstos de R$ 6,7 bilhões. “Muita gente não se conforma com o fato de uma área com o tamanho e o potencial da Amazônia ser controlada por um país subdesenvolvido como o Brasil”, afirma Lorenzzo Carrasco, organizador do best-seller “Máfia Verde”. “Algumas ONGs funcionam como forças de guerra irregulares e o governo brasileiro tem sido excessivamente submisso a essas pressões.”
Na tarde da terça-feira 24, houve uma reunião no Palácio do Planalto para tratar da pressão internacional. Coordenada por José Dirceu, ministro-chefe da Casa Civil, contou com cinco ministros em pessoa, como Marina Silva, do Meio Ambiente, e Aldo Rebello, da Coordenação Política. Dirceu abriu o encontro dizendo que estava efetivamente preocupado com as pressões internacionais. Ao final, o grupo concluiu que o problema pode ser resolvido caso o Brasil explique de forma detalhada nos foros internacionais todas as boas medidas que estão sendo tomadas pelo governo de um ano para cá, quando colocou em prática o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia. Inaugurado em março do ano passado, esse plano prevê 149 ações de 13 ministérios e investimentos de R$ 390 milhões até 2007. Um dos focos do plano diz respeito à fiscalização da região, com intensificação da presença do Exército e a contratação de mais 600 fiscais do Ibama, ainda este ano. Outro foco é a criação de áreas de proteção para conter o desmatamento. Nos últimos dois anos, o governo reservou 376 mil km2 de florestas exclusivamente para projetos de assentamentos sustentáveis e extrativismo. A área é maior que a Alemanha. Também homologou 93 mil km2 de reservas indígenas e criou mais 83 mil km2 de reservas florestais. Equivale a uma Áustria. O plano é que essas reservas contenham a derrubada das árvores. A próxima meta é tentar aprovar no Congresso o projeto de lei que cria o Serviço Florestal Brasileiro, espécie de agência reguladora da floresta. A idéia central é que o governo faça concessões para exploração por manejo – da mesma forma que emite concessões de telecomunicações ou jazidas minerais. O SFB define a área de exploração, o Ibama fiscaliza. O projeto está pronto para ser votado em uma comissão da Câmara. Ao final da reunião de terça-feira, os ministros decidiram trabalhar melhor em quatro pontos: intensificar o policiamento, criar um selo verde para os produtos da Amazônia, efetivar a idéia de um pacto com os Estados (estabelecendo metas de redução da devastação) e, por fim, propor à equipe econômica uma linha de crédito subsidiada para os projetos verdes. “Não podemos ser simplesmente contra a soja”, diz a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente. “Temos de defender que as atividades produtivas, de qualquer natureza, sejam feitas em bases sustentáveis.” Essa é um conversa que os brasileiros podem entender, os produtores podem apoiar e o futuro não tratará como simples capitulação a interesses internacionais.
Título:
Enviado por: fgomes em Maio 30, 2005, 05:52:12 pm
Mais um exemplo da arrogância dos gringos! Só que a arrogância anda junta com a ignorância. Parece-me que a cultura da soja se tem desenvolvido na zona ocupada por um tipo de vegetação que é o cerrado, um tipo de savana, e não na floresta equatorial, portanto um bocado mais a sul da Amazónia. De qualquer modo é um disparate pedir a um país que estabeleça uma reserva natural com milhões de Km2.

Mas também é necessário dizer que nem todos os gringos são parvos, dando-se mesmo ao trabalho de fazer umas contas simples sobre a destruição da floresta amazónica, obtendo resultados surpreendentes!
Ora vejam:
 http://dailyablution.blogs.com/the_daily_ablution/2005/05/rain_forest_dis.html
Título:
Enviado por: Sgt Guerra em Maio 31, 2005, 12:25:14 pm
Citação de: "fgomes"
Mais um exemplo da arrogância dos gringos! Só que a arrogância anda junta com a ignorância. Parece-me que a cultura da soja se tem desenvolvido na zona ocupada por um tipo de vegetação que é o cerrado, um tipo de savana, e não na floresta equatorial, portanto um bocado mais a sul da Amazónia. De qualquer modo é um disparate pedir a um país que estabeleça uma reserva natural com milhões de Km2.

Mas também é necessário dizer que nem todos os gringos são parvos, dando-se mesmo ao trabalho de fazer umas contas simples sobre a destruição da floresta amazónica, obtendo resultados surpreendentes!
Ora vejam:
 http://dailyablution.blogs.com/the_daily_ablution/2005/05/rain_forest_dis.html


   fgomes,
   A soja brasileira é plantada n maior parte no sul do pais, onde fica a floresta araucaria, que não tem nada haver com a Amazonia, essa sim esta ameaçada. O Brasil tem 7 corredores ecologicos, cinco deles fica na Amazonia, o central, onde fica o cerrado brasileiro, era do tamanho da Grã-bretanha, foi aumentado em 800 km para se juntar ao pantanal. Esses 5 corredores formam uma area equivalente a 30% da Amazonia, e são intocaveis, nem o poder publico pode exercer atividade economica na area. Como foi dito a floresta representa 58% do territorio brasileiro, outra parte da Amazonia são reservas indigenas que representa uma area do tamanho de Portugal, Espanha, Alemanha e Bélgica juntos. Um estado como Roraima tem metade do territorio demarcado como area indigena e outra metade como Amazonia.
   Eu sou a favor da preservação da floresta, mas essa de patrimonio da humanidade eu não aceito. AAmazonia não pode ser o quintal do planeta.
Título:
Enviado por: J.Ricardo em Junho 03, 2005, 03:22:02 pm
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PF realiza operação contra extração ilegal de madeira
 
da Folha Online

Após nove meses de investigação, a Polícia Federal em Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira a Operação Curupira, para desarticular uma organização composta por madeireiros e despachantes especializados na extração e transporte ilegal de madeira.

Segundo a PF, o esquema contava com a ajuda de servidores públicos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e da Fema (Fundação Estadual do Meio Ambiente).

Entre os presos estão o gerente-executivo do Ibama em Cuiabá, Hugo José Scheuer Werle, e o seu substituto Marcos Pinto Gomes --policial rodoviário federal cedido ao Ibama--, acusados de corrupção passiva e enriquecimento ilícito.

Segundo as investigações, nos últimos dois anos à frente da gerência do órgão no Estado, Werle teria aumentado seu patrimônio em R$ 426 mil. Também foram interditadas três madeireiras que atuavam na região --Sulmap, Ancacil e Madeplacas.

Os policiais estão cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Paraná. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Cuiabá.

De acordo com levantamentos preliminares dos analistas ambientais do Ibama, que acompanharam as investigações realizando auditorias nos postos do órgão, o volume de madeira ilegal transportado pelos integrantes da quadrilha, avaliado em R$ 890 milhões, daria para encher 66 mil caminhões, que enfileirados atingiriam a distância entre Salvador (BA) e Curitiba (PR).

Ainda segundo estudo preliminar, a União terá que arcar com R$ 108 milhões para promover a recomposição da área devastada. Parte desse dinheiro sairá do bolso dos próprios investigados, que terão seus bens seqüestrados a pedido da Polícia Federal. O destino da madeira era a comercialização no país e no exterior, para onde era enviada através do Porto de Paranaguá (PR).

Investigações

Segundo as investigações, o núcleo da fraude consistia no fornecimento ilícito, pelos servidores corruptos, de ATPF (Autorização para Transporte de Produtos Florestais), como forma de "esquentar" estoque ilegal de madeira existente nos pátios das grandes madeireiras.

Isto porque o documento, fabricado pela Casa da Moeda e controlado pelo Ibama, serve para lastrear não só o transporte, mas também a origem do produto florestal. No mercado negro, cada ATPF em branco é comercializada ao custo de R$ 2 mil.

As ATPF's são fornecidas a quem tem o direito de extrair madeira, ou seja, detentores de plano de manejo ambiental, autorização de desmate, comprador de outra empresa ou de créditos de reflorestamento. Madeireiros e despachantes criavam empresas fantasmas para obter um maior número de ATPF's e corrompiam servidores públicos para fornecer irregularmente o documento, além de facilitar a fiscalização quando os documentos eram falsificados.

Os envolvidos devem ser indiciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistema de informações, prevaricação, advocacia administrativa, falsidade ideológica, autorização indevida de desmate, extravio de documento público, formação de quadrilha e estelionato contra a administração pública.

 :Palmas:
Título: Bonjour
Enviado por: Rhanges em Outubro 10, 2006, 11:19:00 am
www.amazonas.skyblog.com (http://www.amazonas.skyblog.com)
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 10, 2006, 11:39:39 am
Deviam explicar a esses senhores o que significa "Soberania Nacional"!  :?
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 20, 2008, 05:07:26 am
Não há índio ianomâmi*

Fonte: www.tribunadaimprensa.com.br (http://www.tribunadaimprensa.com.br)

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Em abril de 91, o príncipe Charles, da Inglaterra, aquele que trocou a deusa Diana pela bruxa Camila, promoveu, a bordo do iate real inglês Brittania, ancorado no rio Amazonas, um seminário de dois dias.

Estavam lá David Triper, ministro do Meio Ambiente da Inglaterra, William Reilly, diretor da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, Carlo Ripa di Meana, coordenador do Meio Ambiente da Comunidade Européia, Robert Horton, presidente da Britsh Petroleum, e o ministro brasileiro José Lutzenberger, do Meio Ambiente (governo Collor).

No dia 15 de novembro de 91, o ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, assinou a portaria 580, criando a Reserva Indígena dos Ianomâmis: uma área contínua de 91 mil quilômetros quadrados, na fronteira de Roraima e do Amazonas com a Venezuela.

Príncipe Charles

No começo de 2000, quando a população de Roraima se insurgiu contra a criação, em área continua, da Reserva Indígena Raposa-Serra do Sol, o príncipe Charles, aquele que trocou a divina Diana pelo fantasma Camila, visitou a Guiana, onde participou da inauguração da "reserva ambiental" de Iwokrama, com 400 mil hectares, na região do rio Rupunini.

O secretario do Ministério de Relações Exteriores inglês, Paulo Taylor, e o secretário da embaixada britânica no Brasil, John Pearson, estiveram em Roraima "para conhecer de perto a realidade indígena".

Em 15 de abril último, o governo Lula assinou a criação, em terras contínuas, da Reserva Indígena Raposa-Serra do Sol: 1,75 milhão de hectares, cuja constitucionalidade o Supremo Tribunal está julgando.

Agora, o mesmo Charles, o príncipe cego, convidou governadores e parlamentares da Amazônia para uma "segunda rodada sobre a Amazônia" em Londres. O que eles querem? Fincar uma estaca inglesa na Amazônia.

Curt Nimuendajú

Do embaixador Adriano Benayon, recebo estudo sobre a gula externa pela Amazônia, com uma pesquisa do professor Mario Drumond:

1 - "Consultei o `Mapa Etno-Histórico de Curt Nimuendajú' (IBGE/MEC - edição de 1981), considerado exaustivo como estudo científico das tribos, etnias, migrações e populações índigenas no Brasil, e verifico que não se registra nele nenhuma tribo chamada "ianomami", nem com I nem com Y, e nem com qualquer tipo de semelhança nominal ou ortográfica. Significa, portanto, que não existe e nunca existiu tal tribo".

2 - "Os estudos e pesquisas do naturalista e etnólogo alemão Curt Unkel (que adotou o nome indígena de Curt Nimuendajú), realizados no Brasil ao longo de 40 anos (1905 e 1945) de ininterruptos trabalhos de campo, relacionam nominalmente, mapeiam (inclusive as migrações e perambulações) e comprovam cientificamente a existência de mais de 1.400 tribos indígenas de diferentes etnias em todo o território brasileiro, com enfase na Amazônia e países fronteiriços a oeste e norte do Brasil. É considerado o mais importante e minucioso estudo jamais realizado em qualquer parte do mundo sobre as populações indígenas amazônicas".

A farsa

3 - "A `nação indígena inomami' é uma patifaria, uma ficção histórico-indígena que vem se criando e desenrolando em conivência com interesses apátridas e antinacionais. Não existem índios inanomamis. Os que estão na `reserva' foram levados por ONGs controladas e financiadas por entidades estrangeiras, com a ajuda da FunaiI, a partir dos anos 70".

4 - "Tudo isso está documentado no livro `A farsa ianomâmi', do coronel Carlos Alberto Menna Barreto, em trabalhos do coronel Gelio Fregapani e em artigo do almirante Gama e Silva: `Ianomâmi? Quem?'".

A ameaça

Para que a perda de nossos territórios se torne também "de direito", basta que nações mandem os índios, que já controlam através de ONGs, entidades religiosas, etc., proclamarem-se "cidadãos de países independentes" atraves da "independência" de países inventados, apoiados externamente.

Fantasia? Leiam a "Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas", aprovada dias atrás pela ONU, inclusive com o voto do Brasil. É da maior gravidade, sobretudo se o Congresso aprovar e incorporar à Constituição, conforme o art. 5º, parágrafo 3º, da emenda nº 45, de 2004:

"Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, que forem aprovados, em cada casa do Congresso, em dois turnos, por 3/5 dos votos, serão equivalentes às emendas constitucionais".

Autonomia e governos

A "Declaração" tem 46 artigos, que o País não discutiu. Por exemplo:

Art. 4: "Os povos indígenas, no exercício de seu direito de livre determinação, têm direito à autonomia (sic) ou ao autogoverno (sic)... a reforçar suas instituições políticas, jurídicas, econômicas, sociais, culturais".

Art. 9: "Os povos indígenas têm direito a pertencer a uma comunidade ou nação (sic) indígena".

Art. 26: "Os povos indígenas têm direito às terras, territórios e recursos que tradicionalmente tenham possuído, ocupado ou utilizado".

Art. 30: "Não se desenvolverão atividades militares (sic) nas terras ou territórios dos povos indígenas, a menos que tenham solicitado".

Art. 36: "Os povos indígenas, sobretudo os separados por fronteiras internacionais (sic), têm direito de manter e desenvolver contatos, relações e cooperação com outros povos, através das fronteiras" (sic).

*Sebastião Nery
Título:
Enviado por: Paisano em Maio 22, 2008, 04:45:55 am
Os "ianomâmis" e os "misquitos"*

Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br (http://www.tribunadaimprensa.com.br)

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Tomás Borge, moreno, baixo, forte, atarracado, que conheci na Nicarágua, em julho de 79, como ministro do Interior, logo depois que os sandinistas puseram o ditador Somoza para correr, era o mais velho dos líderes da guerrilha e, na hora da vitória, o único sobrevivente dos 10 que fundaram a Frente Sandinista e subiram as montanhas em 1961.

Anos depois, na redação dos "Cadernos do Terceiro Mundo", aqui no Rio, o universal deputado do Maranhão Neiva Moreira contou ao jornalista José Augusto Ribeiro, outro batalhador incansável, que, numa reunião da Opaal, a organização dos partidos da América Latina, em São Domingos, capital da República Dominicana, onde Neiva representava o PDT, o Tomás Borge, que lá estava em nome da Frente Sandinista, lhe perguntou:

- Que grupo é esse, na fronteira norte do Brasil com a Venezuela, uns "iano e mais qualquer coisa", de que temos ouvido falar lá em Manágua?

- São os "ianomâmis", uns índios que apareceram agora por lá.

Tomás Borge

O experiente Tomás Borge puxou uma cadeira, falou com Neiva:

- Olha, vocês no Brasil tomem cuidado. Na Nicarágua, na luta contra Somoza, os índios "misquitos", que viviam numa das nossas fronteiras, creio que com Honduras, não apoiaram os sandinistas. Nós decidimos não hostilizá-los e até, no poder, pensamos em nos aproximarmos deles.

- E como é que as coisas se desenrolaram?

- Logo começaram a aparecer, na mídia hostil à Nicarágua sandinista, "informações" sobre o "genocídio dos misquitos" pelo novo governo ou com a nossa cumplicidade.

"Informações", é claro, acompanhadas de apelos em favor da criação e reconhecimento de uma nação independente dos "misquitos", destacada do território da Nicarágua e de território correspondente do outro lado da fronteira.

- Já apareceram coisas parecidas em certa imprensa internacional.

- Pois é. Se os "ianomâmis" estão situados dos dois lados da fronteira brasileira, preparem-se para a campanha internacional em favor da criação de um país independente para eles. Independente do Brasil, não dos grupos econômicos internacionais, que querem avançar sobre o riquíssimo subsolo dessa região, grupos aos quais algumas ou muitas ONGs servem de biombo.

Neiva Moreira

E Neiva Moreira disse a Zé Augusto Ribeiro que estava preocupado:

- Quando penso nisso, lembro-me das alegações de "imperialismo brasileiro" na questão do Acre, há pouco mais de 100 anos: se não ficasse com o Brasil, o Acre também não poderia ficar com a Bolívia, mas com uma empresa tentacular, o Bolivian Syndicate, controlada por interesses norte-americanos e europeus. Agora, deveríamos perguntar se aos "ianomâmis" não se aplica também a advertência do padre Antonio Vieira, ainda no Brasil Colônia:

"O que querem não é nosso bem, mas nossos bens"
.

*Sebastião Nery
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Julho 08, 2019, 04:30:25 pm

Desmatamento na Amazónia dispara
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 06, 2019, 09:35:26 pm
Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?

(https://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2015/05/Amaz%C3%B4nia.jpg)

É só uma questão de tempo até que grandes potências tentem impedir a mudança climática por qualquer meio necessário

5 de agosto de 2025: Em um discurso na televisão para a nação, o presidente dos EUA, Gavin Newsom, anunciou que havia dado ao Brasil um ultimato de uma semana para cessar as atividades destrutivas de desmatamento na floresta amazônica. Se o Brasil não cumprisse, avisou o presidente, ele ordenaria um bloqueio naval de portos e ataques aéreos contra infraestruturas brasileiras críticas. A decisão do presidente veio no rescaldo de um novo relatório das Nações Unidas catalogando os efeitos globais catastróficos da contínua destruição da floresta tropical, que alertou para um “ponto crítico” que, se atingido, desencadearia uma rápida aceleração do aquecimento global. Embora a China tenha declarado que iria vetar qualquer resolução do Conselho de Segurança da ONU autorizando o uso da força contra o Brasil, o presidente disse que uma grande “coalizão de estados preocupados” estava preparada para apoiar a ação dos EUA. Ao mesmo tempo, Newsom disse que os Estados Unidos e outros países estão dispostos a negociar um pacote de compensação para mitigar os custos para o Brasil para proteger a floresta tropical, mas somente se ele cessar seus esforços atuais para acelerar o desenvolvimento.

O cenário acima é obviamente exagerado – pelo menos eu acho que é – mas até onde você iria para evitar danos ambientais irreversíveis? Em particular, os estados têm o direito – ou mesmo a obrigação – de intervir em um país estrangeiro a fim de evitar que cause danos irreversíveis e possivelmente catastróficos ao meio ambiente?

Levanto essa questão à luz das notícias de que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro está acelerando o desenvolvimento da floresta amazônica (60% das quais estão nas mãos dos brasileiros), pondo assim em perigo um recurso global crítico. Como aqueles de vocês com mais respeito pela ciência do que Bolsonaro sabem, a floresta tropical é tanto um filtro de carbono importante quanto um regulador crítico de temperatura, bem como uma fonte importante de água doce. O desmatamento já prejudicou sua capacidade de desempenhar esses papéis cruciais, e cientistas brasileiros estimam que condições cada vez mais quentes e secas poderiam converter boa parte da floresta em savana seca, com efeitos potencialmente catastróficos. Na semana passada, a matéria de capa da revista Economist, pró-empresa e orientada para o livre mercado, foi “Deathwatch for the Amazon”, que enquadra a questão muito bem. Para reafirmar minha pergunta inicial: O que a comunidade internacional deve fazer (ou deveria) para evitar que um presidente brasileiro equivocado (ou líderes políticos em outros países) adote ações que possam prejudicar a todos nós?

Isso é onde fica complicado. A soberania do Estado é um elemento crítico do atual sistema internacional; com certas exceções, os governos nacionais são livres para fazer o que quiserem dentro de suas próprias fronteiras. Mesmo assim, o escudo da soberania nunca foi absoluto, e várias forças foram se desdobrando por muito tempo. Os Estados podem ser sancionados por violar o direito internacional (por exemplo, desafiando resoluções do Conselho de Segurança da ONU), e o direito internacional autoriza os países a entrar em guerra por autodefesa ou quando o Conselho de Segurança autorizar ações militares. É até legal atacar o território de outro país preventivamente, desde que haja uma base bem fundamentada para acreditar que ele estava prestes a atacá-lo primeiro.

Mais controversamente, a doutrina da “responsabilidade de proteger” procurou legitimar a intervenção humanitária em potências estrangeiras quando o governo local era incapaz ou não estava disposto a proteger seu próprio povo. E, na prática, os Estados aceitam rotineiramente as infrações à sua própria soberania, a fim de facilitar formas benéficas de cooperação internacional.

Quando a pressão chega, no entanto, a maioria dos estados se ressente e resiste aos esforços externos para levá-los a mudar o que estão fazendo dentro de suas próprias fronteiras. E mesmo que a destruição da floresta amazônica represente uma clara e óbvia ameaça para muitos outros países, dizer ao Brasil para parar e ameaçar tomar medidas para deter, punir ou prevenir seria um jogo inteiramente novo. E eu não quero destacar somente o Brasil: seria um passo igualmente radical ameaçar os Estados Unidos ou a China se eles se recusassem a emitir tantos gases do efeito estufa.

Não é como se os líderes mundiais não tivessem reconhecido a gravidade do problema. As Nações Unidas consideraram a degradação ambiental como uma “ameaça à paz e segurança internacional”, e o ex-representante de política externa da União Europeia, Javier Solana, argumentou em 2008 que a mudança climática “deve estar no centro das políticas externas e de segurança da UE” e já identificaram várias maneiras pelas quais o Conselho de Segurança poderia agir para evitá-lo. Como os pesquisadores Bruce Gilley e David Kinsella escreveram há alguns anos, “é pelo menos legalmente viável que o Conselho de Segurança invoque sua autoridade sob o Artigo 42, e use força militar contra os Estados que considera ameaças à paz e segurança internacionais em virtude de sua falta de vontade ou incapacidade de refrear as atividades destrutivas que emanam de seus territórios”.

A questão, portanto, é até que ponto a comunidade internacional estaria disposta a ir a fim de prevenir, suspender ou reverter ações que possam causar danos imensos e irreparáveis ​​ao meio ambiente de que todos os seres humanos dependem? Pode parecer improvável imaginar estados ameaçando uma ação militar para evitar isso hoje, mas torna-se mais provável que as estimativas mais pessimistas de nosso futuro climático se mostrem corretas.

Mas aqui está um paradoxo cruel: os países que são os maiores responsáveis ​​pelas mudanças climáticas também são os menos suscetíveis à coerção, enquanto a maioria dos estados que podem ser pressionados a tomar medidas não são fontes significativas do problema subjacente. Os cinco principais emissores de gases do efeito estufa são a China, os Estados Unidos, a Índia, a Rússia e o Japão – quatro deles são estados de armas nucleares e o Japão é uma potência militar formidável por si só. Não é provável que ameaçar qualquer um deles com sanções funcione, e ameaçar uma séria ação militar contra eles é completamente irrealista. Além disso, é improvável que o Conselho de Segurança autorize o uso da força contra estados muito mais fracos, porque os membros permanentes não gostariam de estabelecer esse precedente e quase certamente vetariam a proposta.

É isso que torna o caso brasileiro mais interessante. O Brasil está de posse de um recurso global crítico – por razões puramente históricas – e sua destruição prejudicaria muitos estados, se não o planeta inteiro. Ao contrário de Belize ou Burundi, o que o Brasil faz pode ter um grande impacto. Mas o Brasil não é um verdadeiro grande poder, e ameaçá-lo com sanções econômicas ou mesmo com o uso da força se ele se recusar a proteger a floresta tropical pode ser viável. Para deixar claro: não estou recomendando esse curso de ação agora ou no futuro. Eu estou apenas apontando que o Brasil pode ser um pouco mais vulnerável à pressão do que alguns outros estados.

Pode-se também imaginar outros remédios para esse problema. Os Estados poderiam certamente ameaçar ou impor sanções comerciais unilaterais contra Estados ambientalmente irresponsáveis, e os cidadãos privados poderiam sempre tentar organizar boicotes voluntários por razões semelhantes. Alguns estados deram passos nesse sentido, e é fácil imaginar tais medidas se tornando mais difundidas à medida que os problemas ambientais se multiplicam. Alternativamente, os estados que governam o território ambientalmente sensível poderiam ser pagos para preservá-lo, no interesse de toda a humanidade. Com efeito, a comunidade internacional estaria subsidiando a proteção ambiental por parte daqueles que possuem os meios de fazer algo a respeito.

FONTE: Foreign Policy / https://www.forte.jor.br/2019/08/06/quem-vai-invadir-o-brasil-para-salvar-a-amazonia/
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 06, 2019, 09:37:16 pm
Generais dizem que país está sob ataque indireto de nações estrangeiras

(https://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2019/08/Amazonas.jpg)

De acordo com Eduardo Villas-Boas e Alberto Cardoso, discursos em favor da preservação da Amazônia são só para favorecer interesses pelas riquezas do Brasil

Os generais Eduardo Villas-Boas e Alberto Cardoso afirmaram, na noite desta segunda-feira (5), que o Estado brasileiro está sendo alvo de um ataque indireto de nações estrangeiras que, na sua opinião, utilizam o discurso pela defesa da preservação da Amazônia em favor de seus interesses pelas riquezas do país. Eles apresentaram a palestra “Intérpretes do pensamento estratégico militar”, durante evento organizado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHG-DF), em Brasília.

“Há hoje uma guerra indireta em andamento, que agora, imediatamente, após a assinatura do acordo entre o Mercosul e a Uniao Europeia, envolve a Alemanha, o Uruguai, os Estados Unidos e outros países. E o curioso é que são países que se consideram com autoridade moral de apontar o dedo para o Brasil”, disse o general Villas-Boas, ex-comandante do Exército e hoje assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

“A Amazônia abriga uma riqueza de 23 tilhões de dólares. São 17 trilhões em recursos minerais e 6 trilhões de biodiversidade. A amazônia abriga soluções para os pronblemas mais importantes da humanidade, como a água, a produção de alimentos, energia renovável, biodiversidade, mudanças climáticas”, acrescentou o general. “Então vejam a importancia desse território. No entanto, infeizmente até hoje, o Brasil, salvo várias exceções, como o Marquês de Pombal, o ciclo da borracha, os governos militares, até hoje não temos uma política para a Amazônia, não temos um órgão para cuidar da Amazônia”, disse Villas-Boas.

Ele também defendeu que a Amazônia necessita de uma administração que leve em conta os componentes social, econômico e de segurança, este com a participação das Forças Armadas. Disse que esses três componentes são importantes para o desenvolvimento e proteção da região. “Eu não quero uma árvore preservada enquanto pessoas passam fome”, declarou.

O general Alberto Cardoso, que foi chefe do Gabinete Militar no governo Fernando Henrique Cardoso, afirmou que a disseminação sobre problemas na Amazônia, como desmatamento e a questão indígena, estão por trás de uma manobra externa e também interna contra o país.

“É essa história que estamos vendo sobre a Amazonia. É uma manobra indireta. O Estado Basileiro está sendo fixado, com esse ataque de fixação, com essas acusações. Genocídio, invasão de terras indígenas, agronegócio, mineração, meio ambiente. Isso aqui são instrumentos de fixação, de ataques ao Estado Brasileiro. Há uma manobra externa, forte, nisso aí, e interna também”, disse o general.

FONTE: Correio Braziliense / https://www.forte.jor.br/2019/08/06/generais-dizem-que-pais-esta-sob-ataque-indireto-de-nacoes-estrangeiras/
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 06, 2019, 09:38:35 pm
Querem tomar a Amazônia à força?

Que venham  c56x1

Passou da hora de uma nova discussão acerca de dispositivos de dissuasão nuclear pelo Brasil.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Agosto 07, 2019, 12:18:40 am
(https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G9e05e7d0/20891458_Cp6JR.jpeg)


A seguinte, é uma notícia sobre um relatório publicado pelos serviços secretos brasileiros - a qual, é cada vez mais difícil de se encontrar na Internet, mas que, por enquanto, ainda é possível ser lida na seguinte página do sítio do Senado brasileiro: http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/307777/noticia.htm

(Sendo que, houve também, na altura, pelo menos mais uma publicação brasileira que reportou sobre isto: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-o-papel-da-greenpeace-e-afins-na-conquista-ocidental-da-amaz%C3%B3nia?pid=50001#pid50001)

***



ONGs são fachada para países ricos, diz relatório

Fonte: O Estado de São Paulo, 08/05/2005, Nacional, p. A12

Causas ambientais e indigenistas seriam pretexto para que nações dominantes fujam ao controle do Estado

BRASÍLIA - O relatório da Abin diz que chega a 115 o número de organizações não-governamentais (ONGs) que atuam na Amazônia Ocidental e levanta suspeitas sobre os reais interesses dessas entidades. "Muitas vezes, a serviço de outras nações, valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental", diz o relatório do coronel Gelio Fregapani. "Tudo indica que os problemas ambientais e indigenistas são apenas pretextos. Que as principais ONGs são, na realidade, peças do grande jogo em que se empenham os países hegemônicos para manter e ampliar sua dominação", alerta o texto. "Certamente servem de cobertura para seus serviços secretos."

De acordo com o documento, as ONGs contribuíram para a criação de extensas terras indígenas, áreas de proteção ambiental e corredores ecológicos que, atualmente, "sem dúvida alguma, dificultam e inibem a presença do Estado e (aplicação) dos programas de políticas públicas para a região". O documento ressalta que falta de controle reforça a suspeita de que as ONGs sejam utilizadas pelos países desenvolvidos para controlar os países emergentes e a riqueza de vastos territórios.

A Abin chama os movimentos ambientalistas de "Clube das Ilhas" e os classifica em três setores: um elabora as diretrizes gerais, outro planeja as operações e um terceiro, a chamada linha de frente, realiza a ação direta como uma "tropa de choque". No topo, estão a União Nacional para a Conservação da Natureza (UINC) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), orientado pelo Príncipe Charles, do Reino Unido, e que teria entre seus dirigentes o banqueiro Joseph Safra.

Na área da reserva ianomâmi, colada à Raposa Serra do Sol, uma das ONGs com maior influência, segundo a Abin, é a Survival International (SI), cujo roteiro de atuação foi criado pelo Príncipe Philip, também do Reino Unido. A ONG internacional mais estruturada seria o grupo Greenpeace. As ações mais radicais seriam executadas pelo Greenpeace e Amigos da Terra.

Segundo a Abin, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), da Igreja Católica, principal defensor da "autonomia e da autodeterminação dos indígenas", teria recebido, entre 1992 e 1994, US$ 85 milhões da Fundação Nacional para a Democracia, dos Estados Unidos, mantida pelo governo e dirigida pelo Congresso americano.




***

E, os seguintes, são alguns acrescentos de autoria própria...

1) Quem quiser saber que "Clube das Ilhas" é o mencionado pela Abin, pode procurar por informação sobre o mesmo nos muito bons arquivos do movimento LaRouche, que é descrito como tendo os melhores "serviços secretos privados" do mundo: https://larouchepub.com/eiw/public/1996/eirv23n22-19960524/eirv23n22-19960524_053-the_anglo_dutch_corporate_empire.pdf

2) Elaborando sobre a Greenpeace, (e copiando-colando o que eu escrevi sobre a mesma noutro sítio) posso acrescentar que ela é:

Uma organização financiada pelas grandes fortunas que são do conhecimentos público (incluindo uma das maiores de todas, que é a da família Rockefeller) e pelos grandes interesses económicos (como a banca, a indústria farmacêutica e outras corporações de topo). Assim como, uma de várias organizações ditas ambientalistas que, não só propagandeiam a falsidade do "aquecimento global" como também, lutam por impedir o desenvolvimento de países emergentes (http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/peticao-greenpeace-tenta-impedir-desmatamento-na-floresta-amazonica/) - e ainda uma entidade relativamente à qual existem indícios de ser uma fachada para serviços secretos (http://www.larouchepub.com/eiw/public/1997/eirv24n04-19970117/eirv24n04-19970117_069-infiltrator_rips_the_mask_from_g.pdf).
A seguinte é uma lista parcial de fundações que doam dinheiro à Greenpeace, que foi tirada daqui: https://www.activistfacts.com/organizations/131-greenpeace/#donations (Sendo que, quem quiser, poderá parcialmente confirmar a mesma, indo aos sítios na Internet das próprias fundações que são listadas.)

    Gap Foundation
    J. P. Morgan Charitable Trust
    John Merck Fund
    Levi Strauss Foundation
    Merrill Lynch & Co. Foundation
    New York Times Company Foundation
    Pfizer Foundation
    Rockefeller Brothers Fund
    Rockefeller Family Fund
    Rockefeller Foundation
    Sun Microsystems Foundation
    Turner Foundation

3) E, sobre como o moderno movimento ambientalista de "acção directa" foi criado pela coroa britânica, têm por exemplo o seguinte artigo: https://larouchepub.com/eiw/public/1995/eirv22n03-19950113/eirv22n03-19950113_029-british_oligarchs_created_the_ec.pdf
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitan em Agosto 07, 2019, 01:13:17 am
A seguinte, é uma notícia sobre um relatório publicado pelos serviços secretos brasileiros - a qual, é cada vez mais difícil de se encontrar na Internet, mas que, por enquanto, ainda é possível ser lida na seguinte página do sítio do Senado brasileiro: http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/307777/noticia.htm

(Sendo que, houve também, na altura, pelo menos mais uma publicação brasileira que reportou sobre isto: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-o-papel-da-greenpeace-e-afins-na-conquista-ocidental-da-amaz%C3%B3nia?pid=50001#pid50001)

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ONGs são fachada para países ricos, diz relatório

Fonte: O Estado de São Paulo, 08/05/2005, Nacional, p. A12

Causas ambientais e indigenistas seriam pretexto para que nações dominantes fujam ao controle do Estado

BRASÍLIA - O relatório da Abin diz que chega a 115 o número de organizações não-governamentais (ONGs) que atuam na Amazônia Ocidental e levanta suspeitas sobre os reais interesses dessas entidades. "Muitas vezes, a serviço de outras nações, valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental", diz o relatório do coronel Gelio Fregapani. "Tudo indica que os problemas ambientais e indigenistas são apenas pretextos. Que as principais ONGs são, na realidade, peças do grande jogo em que se empenham os países hegemônicos para manter e ampliar sua dominação", alerta o texto. "Certamente servem de cobertura para seus serviços secretos."

De acordo com o documento, as ONGs contribuíram para a criação de extensas terras indígenas, áreas de proteção ambiental e corredores ecológicos que, atualmente, "sem dúvida alguma, dificultam e inibem a presença do Estado e (aplicação) dos programas de políticas públicas para a região". O documento ressalta que falta de controle reforça a suspeita de que as ONGs sejam utilizadas pelos países desenvolvidos para controlar os países emergentes e a riqueza de vastos territórios.

A Abin chama os movimentos ambientalistas de "Clube das Ilhas" e os classifica em três setores: um elabora as diretrizes gerais, outro planeja as operações e um terceiro, a chamada linha de frente, realiza a ação direta como uma "tropa de choque". No topo, estão a União Nacional para a Conservação da Natureza (UINC) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), orientado pelo Príncipe Charles, do Reino Unido, e que teria entre seus dirigentes o banqueiro Joseph Safra.

Na área da reserva ianomâmi, colada à Raposa Serra do Sol, uma das ONGs com maior influência, segundo a Abin, é a Survival International (SI), cujo roteiro de atuação foi criado pelo Príncipe Philip, também do Reino Unido. A ONG internacional mais estruturada seria o grupo Greenpeace. As ações mais radicais seriam executadas pelo Greenpeace e Amigos da Terra.

Segundo a Abin, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), da Igreja Católica, principal defensor da "autonomia e da autodeterminação dos indígenas", teria recebido, entre 1992 e 1994, US$ 85 milhões da Fundação Nacional para a Democracia, dos Estados Unidos, mantida pelo governo e dirigida pelo Congresso americano.




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E, os seguintes, são alguns acrescentos de autoria própria...

1) Quem quiser saber que "Clube das Ilhas" é o mencionado pela Abin, pode procurar por informação sobre o mesmo nos muito bons arquivos do movimento LaRouche, que é descrito como tendo os melhores "serviços secretos privados" do mundo: https://larouchepub.com/eiw/public/1996/eirv23n22-19960524/eirv23n22-19960524_053-the_anglo_dutch_corporate_empire.pdf

2) Elaborando sobre a Greenpeace, (e copiando-colando o que eu escrevi sobre a mesma noutro sítio) posso acrescentar que ela é:

Uma organização financiada pelas grandes fortunas que são do conhecimentos público (incluindo uma das maiores de todas, que é a da família Rockefeller) e pelos grandes interesses económicos (como a banca, a indústria farmacêutica e outras corporações de topo). Assim como, uma de várias organizações ditas ambientalistas que, não só propagandeiam a falsidade do "aquecimento global" como também, lutam por impedir o desenvolvimento de países emergentes (http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/peticao-greenpeace-tenta-impedir-desmatamento-na-floresta-amazonica/) - e ainda uma entidade relativamente à qual existem indícios de ser uma fachada para serviços secretos (http://www.larouchepub.com/eiw/public/1997/eirv24n04-19970117/eirv24n04-19970117_069-infiltrator_rips_the_mask_from_g.pdf).
A seguinte é uma lista parcial de fundações que doam dinheiro à Greenpeace, que foi tirada daqui: https://www.activistfacts.com/organizations/131-greenpeace/#donations (Sendo que, quem quiser, poderá parcialmente confirmar a mesma, indo aos sítios na Internet das próprias fundações que são listadas.)

    Gap Foundation
    J. P. Morgan Charitable Trust
    John Merck Fund
    Levi Strauss Foundation
    Merrill Lynch & Co. Foundation
    New York Times Company Foundation
    Pfizer Foundation
    Rockefeller Brothers Fund
    Rockefeller Family Fund
    Rockefeller Foundation
    Sun Microsystems Foundation
    Turner Foundation

3) E, sobre como o moderno movimento ambientalista de "acção directa" foi criado pela coroa britânica, têm por exemplo o seguinte artigo: https://larouchepub.com/eiw/public/1995/eirv22n03-19950113/eirv22n03-19950113_029-british_oligarchs_created_the_ec.pdf

Quesafoda a Amazónia... quem é que precisa de oxigénio? :)
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Agosto 07, 2019, 01:18:29 am
Uma nota (ou mais um acrescento): Se alguém aqui duvidar da credibilidade, ou mesmo da qualidade, das publicações do movimento LaRouche, que também serve de minha fonte, pode ver o ex-militar, verdadeiro patriota e muito culto, Dr. Enéas Carneiro, a recomendar repetidamente, na televisão, a revista de tal movimento <aqui> (https://www.youtube.com/watch?v=ZJSq2Yr52S4#t=7m44s) e <aqui> (https://www.youtube.com/watch?v=2UuWqhaYEx8#t=3m10s).
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitan em Agosto 07, 2019, 11:49:05 am
Uma nota (ou mais um acrescento): Se alguém aqui duvidar da credibilidade, ou mesmo da qualidade, das publicações do movimento LaRouche, que também serve de minha fonte, pode ver o ex-militar, verdadeiro patriota e muito culto, Dr. Enéas Carneiro, a recomendar repetidamente, na televisão, a revista de tal movimento <aqui> (https://www.youtube.com/watch?v=ZJSq2Yr52S4#t=7m44s) e <aqui> (https://www.youtube.com/watch?v=2UuWqhaYEx8#t=3m10s).

Não só questiono tudo o que vem do movimento LaRouche como afirmo que esse movimento esteve errado na maioria das suas asserções sobre ciência ao longo de várias décadas. Esteve errado quando dizia que a SIDA era transmitida por contacto, esteve errado quando dizia que a SIDA era transmitida por insectos, esteve errado quando defendeu a não abolição de DDT (quando se sabe que é uma substância extremamente perigosa), esteve errado quando lançou uma campanha em que dizia que os CFCs não tinham impacto na camada de ozono, e está errado na negação do aquecimento global. Estranhamente para um movimento que se diz "humanista" tem uma tendência grande para defender posições dos grandes industrialistas, parecendo mais um grupo de lobbying do que um verdadeiro movimento intelectual.

Em termos de idiotas com ideias subversivas LaRouche deve estar provavelmente no topo da escala... até o rock é subversivo e criado pelos serviços secretos britânicos.

Até as suas ideias sobre o Platonismo são estúpidas. Considerar Mozart um Platonista ou até Da Vinci, é de quem não sabe o que é o Platonismo ou não sabe quem foram estes génios... Mozart não era um racionalista (era conhecido por ser extremamente impulsivo) e Da Vinci era um Empirista, bastando ver os seus desenhos do corpo humano para perceber que o seu saber se baseava não num mundo de ideias, mas no mundo que o rodeava. O empiricismo é a base da ciência moderna, sem ele não tínhamos possibilidade de comunicar hoje através da Internet. Ninguém nasce com conhecimento inato, mas este conhecimento é adquirido através de estímulos sensoriais desde a nossa infância. A dedução só é possível após termos presenciado um evento ou termos aprendido sobre esse mesmo evento, mas de qualquer forma houve um estímulo anterior que permite ao nosso cérebro percepcionar e interpretar a situação. Por exemplo eu induzo que o Sol se vai pôr logo à noite e que nasce no dia seguinte não porque nasci com essa ideia no meu cérebro, mas porque presenciei o nascer e o pôr do Sol. Daí que as suas "deduções científicas" ao longo dos anos tenham sido repetidamente desmentidas.

Basearmos a nossa linha de raciocínio num filósofo (brilhante, diga-se... adoro "a República") que viveu há mais de 2000 anos para analisar o mundo em que vivemos é... como dizer isto sem ferir susceptibilidades... ESTÚPIDO!!! Não só porque a sociedade evoluiu desde a Grécia Antiga, mas acima de tudo porque a entidade política sobre a qual Platão teorizou (pólis) se tornou praticamente irrelevante nos assuntos de Estado entre nações. Isso ficou patente quando a Macedónia e depois Roma absorveram com relativa facilidade as cidades-estado gregas.
Quanto a LaRouche se considerar um Rei Filósofo, nem quero comentar... mas as suas ideias coincidem com a da oligarquia russa que se acha acima de qualquer escrutínio, comportando-se como uma aristocracia iluminada. E isso é algo preocupante. Não só porque não são iluminados (rejeitam tudo o que não seja igual à sua visão do mundo, nem que seja comprovado pela ciência), mas porque são acima de tudo cleptocratas que tentam manter o seu poder através de desinformação e violência.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Agosto 07, 2019, 02:22:01 pm
Querem tomar a Amazônia à força?

Que venham  c56x1

Passou da hora de uma nova discussão acerca de dispositivos de dissuasão nuclear pelo Brasil.

Tal como diz (https://www.youtube.com/watch?v=-q3MLfGC63I#t=8m59s) o historiador russo Andrey Fursov, as guerras do presente feitas pela via militar são já muito limitadas a "pequenos" conflitos - sendo as maiores agora feitas mais sob a forma de "guerra de informação" (ou propaganda) e pela via económico-financeira (ou mesmo política).

Qual é a necessidade de se invadir um país, para dominar o mesmo, se podemos: manipular as pessoas de tal país através dos média por nós controlados; instalar lá as nossas companhias multinacionais privadas, para explorar o país; ou instalar até um fantoche nosso na Presidência?

A seguinte fotografia de ecrã, foi tirada de uma palestra presente num outro tópico, hoje criado, neste sub-fórum: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13268.0


(https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be0185ae7/21526988_DiVT0.png)


E, para constatarem o quão a mencionada "guerra de informação" está a ser perdida pelo Brasil...

Basta verem a quantidade de gente, neste país, que ainda acredita no "aquecimento global" antropogénico: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/prof-de-climatologia-brasileiro-a-quem-69800

Toda a gente bem informada sabe que, esta história do "aquecimento global" é uma enorme mentira - [1] (https://www.youtube.com/watch?v=bSAgCFLgaVI) [2] (https://vimeo.com/8023097) [3] (https://www.youtube.com/watch?v=YrsUQ5jw_B4) [4] (https://vimeo.com/6727986) [5] (https://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-incrivel-negacao-da-ciencia-que-147539) - e que, um dos propósitos de tal mentira é impedir que os países emergentes se desenvolvam economicamente e se tornem rivais das actuais potências ocidentais (que criaram tal mentira).

O actual Presidente dos EUA, Donald Trump, não é nenhum louco. Apenas, sabe o que também todos os outros políticos de topo sabem, mas é antes honesto sobre o assunto.

E, não, a Amazónia não é o principal emissor de oxigénio do Planeta...

Mais de 70% da superfície da Terra é coberta por água. E, como tal, são as algas marinhas - e não as plantas ou as árvores terrestres - que produzem a esmagadora maioria do oxigénio que respiramos. Tendo sido até essas mesmas algas marinhas que, através da sua "contaminação" da atmosfera com oxigénio, tornaram possível a vida fora dos oceanos.

Oiçam o que tem a dizer o honesto e muito bom cientista, que Bolsonaro chegou a pensar nomear para um cargo, Prof. Ricardo Felício (https://www.youtube.com/channel/UC50d2Cgxy574C1IIa305orA).
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitan em Agosto 07, 2019, 03:50:51 pm
Querem tomar a Amazônia à força?

Que venham  c56x1

Passou da hora de uma nova discussão acerca de dispositivos de dissuasão nuclear pelo Brasil.

Tal como diz (https://www.youtube.com/watch?v=-q3MLfGC63I#t=8m59s) o historiador russo Andrey Fursov, as guerras do presente feitas pela via militar são já muito limitadas a "pequenos" conflitos - sendo as maiores agora feitas mais sob a forma de "guerra de informação" (ou propaganda) e pela via económico-financeira (ou mesmo política).

Qual é a necessidade de se invadir um país, para dominar o mesmo, se podemos: manipular as pessoas de tal país através dos média por nós controlados; instalar lá as nossas companhias multinacionais privadas, para explorar o país; ou instalar até um fantoche nosso na Presidência?

A seguinte fotografia de ecrã, foi tirada de uma palestra presente num outro tópico, hoje criado, neste sub-fórum: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13268.0


(https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be0185ae7/21526988_DiVT0.png)


E, para constatarem o quão a mencionada "guerra de informação" está a ser perdida pelo Brasil...

Basta verem a quantidade de gente, neste país, que ainda acredita no "aquecimento global" antropogénico: https://blackfernando.blogs.sapo.pt/prof-de-climatologia-brasileiro-a-quem-69800

Toda a gente bem informada sabe que, esta história do "aquecimento global" é uma enorme mentira - [1] (https://www.youtube.com/watch?v=bSAgCFLgaVI) [2] (https://vimeo.com/8023097) [3] (https://www.youtube.com/watch?v=YrsUQ5jw_B4) [4] (https://vimeo.com/6727986) [5] (https://blackfernando.blogs.sapo.pt/a-incrivel-negacao-da-ciencia-que-147539) - e que, um dos propósitos de tal mentira é impedir que os países emergentes se desenvolvam economicamente e se tornem rivais das actuais potências ocidentais (que criaram tal mentira).

O actual Presidente dos EUA, Donald Trump, não é nenhum louco. Apenas, sabe o que também todos os outros políticos de topo sabem, mas é antes honesto sobre o assunto.

E, não, a Amazónia não é o principal emissor de oxigénio do Planeta...

Mais de 70% da superfície da Terra é coberta por água. E, como tal, são as algas marinhas - e não as plantas ou as árvores terrestres - que produzem a esmagadora maioria do oxigénio que respiramos. Tendo sido até essas mesmas algas marinhas que, através da sua "contaminação" da atmosfera com oxigénio, tornaram possível a vida fora dos oceanos.

Oiçam o que tem a dizer o honesto e muito bom cientista, que Bolsonaro chegou a pensar nomear para um cargo, Prof. Ricardo Felício (https://www.youtube.com/channel/UC50d2Cgxy574C1IIa305orA).

Se queres discutir ciência, não apresentes vídeos manhosos. Evita colocar links para o teu blogue mal amanhado. Coloca artigos científicos publicados e revistos. É assim que se prova ou se desmente uma ideia ou hipótese científica. Tudo o resto é fazer figura de parvo tentando fazer-se passar por entendido.
Um cientista não publica no youtube, vimeo ou no teu blogue. Publica em jornais ou revistas científicas. Apresenta os seus dados em certames científicos. E só depois de revisto o artigo ... E SE AS SUAS CONCLUSÕES CONSEGUIREM SER REPLICADAS POR OUTROS CIENTISTAS... é que o artigo pode ser considerado como cientificamente correcto.
Pessoas que não percebem patavina sobre um assunto ou que fazem pseudociência é que vão postar as suas conclusões para o youtube, onde ignorantes vão buscar estas pérolas para justificar a sua opinião preconceituosa do mundo. Postando em seguida nos seus blogues para tentar passar por entendidos no assunto.

Relativamente à questão do oxigénio... A floresta amazónica é um contribuinte marginal de oxigénio para o planeta. Mas a questão é que a floresta amazónica tem um impacto muito significativo na criação de chuva no interior do continente. O abate da floresta tropical levará ao aumento dos períodos de seca no Brasil, além de que o volume de água transportado pelo Amazonas também tenderá a decair. O impacto desse declínio nos oceanos ainda está por medir, mas tendo em conta que o Amazonas influencia uma boa parte do Atlântico Sul em termos de salinidade, pH, sedimentação e penetração solar que têm grande impacto na vida marinha, é fácil de perceber que atingirá a vida marinha local, nomeadamente algas e fitoplancton. Já para não falar que o aumento de salinidade devido à diminuição do fluxo do Amazonas terá impacto nas correntes do Oceano Atlântico. Tudo isto afecta a produção de oxigénio  a nível mundial e até há estudos que falam que o abate da Amazónia pode criar secas em locais tão distantes como a China e o Midwest americano.

E depois há a questão de que o abate da floresta é utilizado maioritariamente para agricultura, que tem um impacto grande na produção de dióxido carbono.

https://e360.yale.edu/features/how-deforestation-affecting-global-water-cycles-climate-change
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Agosto 07, 2019, 04:24:47 pm
Também, para quem não saiba,

Não são as árvores que fazem chuva... São os mares e os oceanos:

https://fakeclimate.wordpress.com/2014/09/27/sobre-amazonia-e-o-alarmismo-fantastico-por-ricardo-felicio/
https://fakeclimate.wordpress.com/2016/03/21/mentiras-climaticas-novo-site-parceiro-em-agua-nao-da-em-arvore/

(extra: https://notrickszone.com/2017/05/29/80-graphs-from-58-new-2017-papers-invalidate-claims-of-unprecedented-global-scale-modern-warming/)
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitaniae em Agosto 07, 2019, 05:58:29 pm
Também, para quem não saiba,

Não são as árvores que fazem chuva... São os mares e os oceanos:

https://fakeclimate.wordpress.com/2014/09/27/sobre-amazonia-e-o-alarmismo-fantastico-por-ricardo-felicio/
https://fakeclimate.wordpress.com/2016/03/21/mentiras-climaticas-novo-site-parceiro-em-agua-nao-da-em-arvore/

(extra: https://notrickszone.com/2017/05/29/80-graphs-from-58-new-2017-papers-invalidate-claims-of-unprecedented-global-scale-modern-warming/)

Não é só os oceanos, mas tudo o que o sol aquece e condense no ar!
As Florestas têm uma enorme concentração de água e a condensação que delas advém é muito grande, quando maior a devastação florestal menos será a concentração de água e daí menor condensação e o ciclo fica cada vez mais deficitário para as chuvadas.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitan em Agosto 08, 2019, 11:50:49 am
Também, para quem não saiba,

Não são as árvores que fazem chuva... São os mares e os oceanos:

https://fakeclimate.wordpress.com/2014/09/27/sobre-amazonia-e-o-alarmismo-fantastico-por-ricardo-felicio/
https://fakeclimate.wordpress.com/2016/03/21/mentiras-climaticas-novo-site-parceiro-em-agua-nao-da-em-arvore/

(extra: https://notrickszone.com/2017/05/29/80-graphs-from-58-new-2017-papers-invalidate-claims-of-unprecedented-global-scale-modern-warming/)
Está na hora de actualizar o teu conhecimento. Lá porque aprendeste na escola primária que a chuva provém dos oceanos, não quer dizer que actualmente o conhecimento dos processos climaticos não tenha evoluído.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Evapotranspira%C3%A7%C3%A3o
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Agosto 21, 2019, 06:53:56 pm
(https://scontent.flis6-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/69167693_10157006655556888_4357675600933027840_n.jpg?_nc_cat=1&_nc_oc=AQlxKVBNtekSORYXz_-O3gDHYhHdxGhrazhK9SXzohatM5JsSjfURz6Q9OCSIK0BGMw&_nc_ht=scontent.flis6-1.fna&oh=1f96764c58188ec8c67aa9473189506e&oe=5E117E5D)
Citar
Ao que parece a Amazónia, foi posta a arder premeditadamente. Só pode ter sido bombardeada com napalm, para se conseguir uma área com essa extensão, em simultâneo.
O Brasil precisa de intervenção internacional!! O ministro do meio ambiente e o governo de Bolsonaro; financiam um crime contra a humanidade! Infelizmente a maioria dos brasileiros acredita ser esta noticia fake news espalhadas pelo governo, que diz que o que está acontecendo é normal. Enquanto outra parte da população assiste espantado e sem poder, porque as instituições públicas que deveriam conter esses atos não são confiáveis! 😔. Outras noticias não confirmas aventam que milhares de índios indígenas (povoações inteiras), estão dados como , desaparecidos, espera-se o pior...

https://www.facebook.com/Centristnav/

As florestas da Sibéria, a Amazónia...
Somos uma espécie falhada condenada à extinção.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Agosto 21, 2019, 07:11:23 pm
 Fogos na Amazónia estão a atingir um número recorde.

De acordo com a Agência Espacial Brasileira, foram detetados 72 mil focos de incêndio, o dobro face ao mesmo período de 2018.

Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil, declarou, esta terça-feira, que passou de "capitão motosserra" a Nero, o imperador responsável pelo incêndio que devastou a cidade de Roma. "Agora estou a ser acusado de incendiar a Amazónia. Nero! É o Nero a por fogo a Amazónia." O Presidente brasileiro diz ainda: "estamos apenas na época das queimadas".

 :o

https://sicnoticias.pt/mundo/2019-08-21-Amazonia-esta-a-arder.-Imagens-do-espaco-mostram-dimensao-dos-incendios-1?fbclid=IwAR1nwZ26_AnTm_m0xzfxY-2aQA-OUuUxny9gas87rHNDK8pB83zwST-SmgA
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: FoxTroop em Agosto 21, 2019, 09:56:47 pm
(https://scontent.flis6-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/69167693_10157006655556888_4357675600933027840_n.jpg?_nc_cat=1&_nc_oc=AQlxKVBNtekSORYXz_-O3gDHYhHdxGhrazhK9SXzohatM5JsSjfURz6Q9OCSIK0BGMw&_nc_ht=scontent.flis6-1.fna&oh=1f96764c58188ec8c67aa9473189506e&oe=5E117E5D)
Citar
Ao que parece a Amazónia, foi posta a arder premeditadamente. Só pode ter sido bombardeada com napalm, para se conseguir uma área com essa extensão, em simultâneo.
O Brasil precisa de intervenção internacional!! O ministro do meio ambiente e o governo de Bolsonaro; financiam um crime contra a humanidade! Infelizmente a maioria dos brasileiros acredita ser esta noticia fake news espalhadas pelo governo, que diz que o que está acontecendo é normal. Enquanto outra parte da população assiste espantado e sem poder, porque as instituições públicas que deveriam conter esses atos não são confiáveis! 😔. Outras noticias não confirmas aventam que milhares de índios indígenas (povoações inteiras), estão dados como , desaparecidos, espera-se o pior...

https://www.facebook.com/Centristnav/

As florestas da Sibéria, a Amazónia...
Somos uma espécie falhada condenada à extinção.

Não considero que sejamos uma espécie falhado ou que estejamos inexoravelmente condenado à extinção como tal. Mas não tenho grandes dúvidas que a nossa espécie como civilização é capaz de ir para a tempos paleolíticos em menos de nada.

A nossa civilização atingiu um tal ponto de complexidade, que basta uma roda da engrenagem colapsar para tudo desmoronar de forma catastrófica. Basta o Sol dar um peidinho e torrar toda a infraestrutura electrónica do 3º calhau e lá vamos nós pelo ralo.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Luso em Agosto 23, 2019, 09:41:47 am
Acho graça a estes movimentos "instantâneos".
Do momento para o outro, como se alguém tivesse dito "GO!" ao meios de propaganda em massa, a Amazónia passa a estar no olhar de todos. E começa a arder também, e em grande, o que é muito conveniente.
Deve ser coincidência.
Antes dos incêndios, o mote  - declaração de intenções / declaração de guerra foi dado:

https://www.economist.com/leaders/2019/08/01/deathwatch-for-the-amazon
(https://ichef.bbci.co.uk/news/304/cpsprodpb/092F/production/_108215320_capture.jpg2.jpg)

Obviamente, ter um político "cromo" dá muito jeito para reforçar a propaganda dos "mass-mérdia", e a justificar acções militares, sancionados por populaças histéricas.

Sinceramente, a escumalha do escudo vermelho anda a meter-me um fastio que nem imaginam.
Mais ainda os esbirrozinhos (estou a falar de ti, Lusitan) que contribuem para conservar a canga da ignorância e da consequente servidão voluntária da plebe, cada vez mais estupidificada e efeminada (a superficialidade da emoção a sobrepor-se à razão).
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 23, 2019, 11:23:21 am
Luso, não há dúvida que os media internacionais estão completamente focados neste momento na Amazónia e como dizes bem, ter um Bolsonaro no poder ajuda e muito.

Para melhorar ainda mais a coisa, olha o que ele disse antes de começar os fogos:

https://www.dw.com/pt-br/bolsonaro-quer-explorar-amaz%C3%B4nia-com-os-estados-unidos/a-48257906

Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 23, 2019, 12:26:13 pm
Retirado do meu face, com algumas alterações, já que o "público" é outro:

Citar
Havia um país chamado Brasil. Esse país tinha uma enorme área de floresta tropical chamada Floresta Amazónica. Essa dita floresta está ameaçada pelo garimpo ilegal, a actividades pecuárias, soja, etc.

A Alemanha, junto da Noruega e da Petrobras financiaram um fundo, para promover a protecção da Amazónia.

Só a Noruega investiu 828 milhões de euros nesse fundo e nem quero imaginar o investimento Alemão. Pois bem, antes que digam que o fundo é uma ingerência em assuntos Brasileiros, a ideia partiu do governo Brasileiro durante uma conferência organizada pela ONU acerca da mudanças climáticas, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social do Brasil (BNDES), por isso a possibilidade da Alemanha ou Noruega ter usado esse dinheiro para outros fins (e nisto à muito teoria da conspiração pelo meio, incluindo o roubo do nóbio, ouro, etc) é nula.

Até aí tudo bem, eles investiram porque quiseram e porque tinham toda uma série de salvaguardas dadas pelo governo Brasileiro.

O Presidente Bolsonaro vai aos EUA e diz que quer explorar a Amazónia em conjunto com os EUA e informa o Presidente Trump que vai rever demarcação de terras indígenas. A comunidade internacional e os media começam a cair em cima do governo Brasileiro e para piorar há a polémica entre ele e o Inpe*, começam a aparecer as primeiras imagens em destaque dos incêndios na Amazónia e a partir daí foi o descalabro total.

Então tanto a Noruega como a Alemanha deixaram de investir nesse fundo e o governo Brasileiro pode fazer o que entende. Fica tudo bem… mais ou menos.

Agora enquanto não acontecer algum acontecimento mais "interessante", a atenção mundial vai estar focada na Amazónia (Brasileira).

* - O Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe) informou que a desflorestação da Amazónia Legal brasileira cresceu 88% em junho e 278% em julho, comparativamente com o mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo que esses dados eram dados a conhecer, o Presidente afirmou categoricamente que esses dados estavam errados.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: P44 em Agosto 23, 2019, 01:45:58 pm
Brazil's president is actively trying to devastate the Amazon rainforest, leaked documents show https://www.independent.co.uk/news/world/americas/amazon-rainforest-fires-jair-bolsonaro-ngo-san-paolo-a9075071.html
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Agosto 23, 2019, 02:05:32 pm
Citar
Só a Noruega investiu 828 milhões de euros nesse fundo e nem quero imaginar o investimento Alemão.

O investimento alemão é bem menor...

Citar
De 2009 a 2018, o fundo recebeu mais de 771 milhões de euros em doações, e 93,8% desse dinheiro veio da Noruega. A Alemanha doou 5,7% e a Petrobras 0,5%, espeficia o site da televisão Globonews.

https://www.publico.pt/2019/08/16/mundo/noticia/noruega-suspende-doacoes-fundo-amazonia-1883551


Isto não é nada de novo:
https://www.publico.pt/2019/07/04/mundo/noticia/brasil-beira-perder-milhoes-preservacao-floresta-amazonica-1878761

Lembro-me de em Outubro do anos passado ter tido uma conversa sobre os planos do Bolsonaro para a Amazónia.
Agora é o deixa arder.
Mas o mesmo se passa na Sibéria e no Alasca e aí não há ódio ao Bolsonaro que mova as atenções.


O clima global está por um fio e estão a cortá-lo...
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 23, 2019, 04:28:52 pm
https://www.opendemocracy.net/en/democraciaabierta/leaked-documents-show-brazil-bolsonaro-has-grave-plans-for-amazon-rainforest/

Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 23, 2019, 06:55:32 pm
Prontesssssss, o Macron já conseguiu levar a sua avante...

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/macron-acusa-bolsonaro-de-mentir-e-diz-se-contra-o-acordo-ue-mercosul
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Agosto 24, 2019, 02:46:17 am
Visualization of carbon monoxide showing the scale of fires in the Amazon rainforest. This animation is a one month time-lapse of carbon monoxide surface concentration, as modeled by GEOS-5. Fires begin to intensify on Aug 5th.

https://earth.nullschool.net/pt/#current/chem/surface/level/anim=off/overlay=cosc/orthographic=-66.92,-2.40,425/loc=-59.883,-16.138

Um desastre ambiental a nível planetário.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 24, 2019, 11:20:55 am
Assunto - Soberania:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/antonio-costa-sobre-amazonia-o-brasil-precisa-de-solidariedade-e-nao-de-sancoes-482037?fbclid=IwAR3YlahLd4FLATzL3KbEQP_cl61B7P6dDVKbh2FmwGxBVQbITudxMbYw-_w#.XWDurnuYWU8.facebook

Assunto - incendiários:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/dia-do-fogo-criadores-de-gado-suspeitos-de-atear-fogo-a-amazonia-481659?fbclid=IwAR0jJv6UoS9_5shhqIVmop5qVqTNuFMGyZDEJYpcnzYTbiqcZgXQCXLYfdw#.XWDvBrV8WnE.facebook

Assunto - análise da situação:

https://threadreaderapp.com/thread/1164299483057967105.html?fbclid=IwAR1GI60RH5Njw7K1EhYkXTiDXB51m2fUMxmQ3h8G0TyrWP6w7K1oXb_3XuU
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: dc em Agosto 25, 2019, 05:46:41 pm
Solidariedade? Que tipo de solidariedade? Dinheiro? Uma palmadinha nas costas e dizer "as melhoras"? Não. Não resulta, que para o ano fazem igual, ainda para mais se virem que atear fogos lhes dá dinheiro e apoio internacional.

Um presidente que vem com aquelas afirmações, tem que sair da governação de imediato! Soberania do Brasil uma ova, o ar que respiramos vem parcialmente de lá, não estamos a falar de bens financeiros, mas sim de vida sobretudo para gerações futuras. E isto falando só em termos humanos.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: P44 em Agosto 25, 2019, 08:45:51 pm
Já estou como o outro , a Amazónia devia ter o mesmo estatuto da Antártida, mais a mais estando nas mãos de alucinados.
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: legionario em Agosto 26, 2019, 08:00:39 am
A Amazónia, representando 10% das florestas do planeta, é um tesouro de biodiversidade  e um ecossistema único que merece a mobilização de todos no sentido da sua protecção,  mas...  o verdadeiro pulmão do planeta é o mar. São os oceanos quem produz o essencial do oxigénio que nos é necessário. Deixemo-nos pois de mitos, como por exemplo o que diz que a Amazónia produz 20% do oxigénio do planeta. 

Proteger a floresta e a biodiversidade é um dever de todos e a nossa militância "verde" deve começar na nossa própria floresta : acabar com os eucaliptos e outras espécies invasoras, criação de vastas zonas verdes ligadas entre si por corredores, protecção das espécies animais existentes e favorecer o regresso de espécies entretanto desaparecidas ou raras (lince, lobo, urso...). Temos muito que fazer em Portugal, (incluindo a nossa ZEE) e na Península Ibérica, ou seja no nosso habitat envolvente.

A Amazonia, assim como a Gronelandia , (que o Trump quiz ou quer "comprar"),   assim como outras regiões do planeta ainda inexploradas vão ser os próximos campos de batalha.  A guerra pelos espaços vitais continua, só os pretextos mudam. Os mais fortes sobreviverão.


 
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Lusitan em Agosto 26, 2019, 01:14:11 pm
Acho graça a estes movimentos "instantâneos".
Do momento para o outro, como se alguém tivesse dito "GO!" ao meios de propaganda em massa, a Amazónia passa a estar no olhar de todos. E começa a arder também, e em grande, o que é muito conveniente.
Deve ser coincidência.
Antes dos incêndios, o mote  - declaração de intenções / declaração de guerra foi dado:

https://www.economist.com/leaders/2019/08/01/deathwatch-for-the-amazon
(https://ichef.bbci.co.uk/news/304/cpsprodpb/092F/production/_108215320_capture.jpg2.jpg)

Obviamente, ter um político "cromo" dá muito jeito para reforçar a propaganda dos "mass-mérdia", e a justificar acções militares, sancionados por populaças histéricas.

Sinceramente, a escumalha do escudo vermelho anda a meter-me um fastio que nem imaginam.
Mais ainda os esbirrozinhos (estou a falar de ti, Lusitan) que contribuem para conservar a canga da ignorância e da consequente servidão voluntária da plebe, cada vez mais estupidificada e efeminada (a superficialidade da emoção a sobrepor-se à razão).

Antes de tudo, quero deixar claro que, para mim, a Amazónia é parte integrante do Brasil e deve manter-se sempre como território brasileiro. Independentemente de quem está à frente do Brasil, seja Bolsonaro, Temer ou Lula. Isso é uma não questão para mim. Agora posso não estar de acordo com políticas ambientais do país em questão. Tal como sou contra a proliferação do eucalipto em Portugal.

Acções militares para combater a poluição ou o desmatamento é como tentar apagar fogos com gasolina. O problema do desmatamento na Amazónia não é recente e não é de uma só côr política, mas não deixa de ser um problema ambiental. A mim, parece-me que estamos perante uma campanha mediática para fazer implodir o acordo UE-Mercosul, mais do que perante preocupações mediáticas, mas pode ser impressão minha.

Quanto à questão do meu "esbirrismo"... considero isso uma honraria vindo de alguém que está preso a um anacronismo alimentado por teorias da conspiração. Por isso, muito obrigado!  ;)

P.S.: Onde aprendeste esta da "canga da ignorância e da consequente servidão voluntária da plebe"? Era capaz de jurar que roubaste esta ao Jerónimo...
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 30, 2019, 08:10:41 pm
A Fábula da internacionalização da Amazônia

(https://velhogeneral2018.files.wordpress.com/2019/08/capa-pdf-9.jpg?w=760)

“Em 2024 o Brasil, com um governo de viés progressista eleito em 2022 e sob pressão de governos e organismos internacionais apoiados por ONGs instaladas no país e aliadas a grandes órgãos da mídia brasileira, acaba aceitando uma forma de ‘cogestão’ da Amazônia sob a justificativa de garantir sua preservação, dada a condição de patrimônio mundial de fundamental importância para o planeta.

Sob protestos de parte da comunidade internacional, notadamente China e Rússia, é criada a ‘Amazon International Management Commission’ (Comissão Internacional de Gestão da Amazônia), constituída fora do âmbito da ONU. A Comissão é composta por nove representantes, um de cada país do G7, um da ONU e um do Brasil, que se alternam na presidência em sistema de rodízio. Cada representante tem direito a um voto nas decisões.

Todo o território antes conhecido por Amazônia Legal é colocado sob gestão da Comissão, na prática dissolvendo os estados que a compunham. Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão continuam a existir como ‘regiões administrativas’ da agora chamada Amazônia Internacional (‘International Amazon’), com administradores indicados pela Comissão de acordo com seus próprios critérios.

O Brasil é compensado através de uma taxa anual a ser paga pelos próximos vinte anos pelos países do G7. A taxa é calculada pela média do PIB proporcional desses estados nos últimos dez anos. O G7 e a ONU consideram isto aceitável, visto que a participação no PIB da região é baixo em relação ao PIB total do Brasil. Além disso, o Brasil será beneficiado, já que não terá mais a carga da preservação da região.

As ONGs que atuam na Amazônia são incorporadas e reorganizadas sob gestão da Comissão, que passa a colocar em prática um extenso programa de avaliação para determinar que projetos, atuais ou novos, serão mantidos ou implementados visando a preservação da região que, repete-se à exaustão, é fundamental como patrimônio ambiental da humanidade.

Em paralelo, é criada a ‘Amazon Preservation Enforcement Agency’, uma força militar composta por contingentes dos países do G7 com o declarado objetivo de policiar e proteger a Amazônia de ações ilegais.

O mundo festeja a decisão como uma vitória do planeta e da humanidade. No Brasil, mesmo com a oposição de diversos setores, a grande mídia se encarrega de disseminar a imagem da ‘vitória do planeta’ e da grande contribuição do país para o mundo; ao mesmo tempo, certos setores e indivíduos são persuadidos a aplaudir a decisão através de incentivos pouco esclarecidos e ainda menos divulgados.

Três anos depois, o mundo atravessa uma crise econômica que ameaça inviabilizar o projeto. A preservação desse importante patrimônio mundial é cara demais.

Após análises e estudos, a Comissão conclui que é viável implementar projetos de exploração sustentável das riquezas da Amazônia de forma que ela própria possa sustentar sua preservação. Os projetos selecionados serão executados por empresas escolhidas pela Comissão com reconhecida capacidade industrial e de pesquisa que atendam às normas internacionais de gestão ambiental. As empresas selecionadas pagarão royalties à Comissão, o que viabilizará tanto a sustentação da região quanto o pagamento dos dezessete anos restantes da taxa anual devida ao Brasil.”

A narrativa acima é, obviamente, uma fábula, mas deveria servir para reflexão. Assumindo-se que a Amazônia fosse “internacionalizada” ou recebesse um “estatuto internacional”, quem assumiria as despesas? Quem pagaria a conta da preservação, de vigiar as extensas fronteiras e coibir as atividades ilegais?

É difícil crer que alguém seja ingênuo o suficiente para acreditar que os países ricos assumiriam a gestão de um território de mais de cinco milhões de km2 riquíssimo em recursos minerais, hídricos e biodiversidade, e todas as despesas correriam por conta de seus respectivos pagadores de impostos. Quanto tempo isso duraria?

Após toda a celeuma causada com a questão do desmatamento (discutida em meu artigo “Só o Brasil pode salvar a Amazônia” de 23 de agosto), o presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu a “criação de um estatuto internacional para a Amazônia” acrescentando que “é um tema que permanece aberto e continuará a prosperar nos próximos meses e anos”. Segundo ele, “é uma questão real que se imporia se um estado soberano tomasse medidas concretas que claramente se opusessem ao interesse do planeta”.

Há quem afirme que essa declaração não representa um ataque à soberania do país, pois tal estatuto iria permitir uma maior preservação da região e sua biodiversidade, equiparando-o ao Tratado da Antártida. O que nos remete de volta à pergunta: se diversos países passarem a decidir sobre as políticas para a Amazônia, quem pagará a conta? O G7 o faria de forma graciosa, às próprias expensas? Por quanto tempo? Ou eles tomariam as decisões e a conta deveria ser paga pelo Brasil?

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, avaliou, corretamente, que permitir o debate sobre a internacionalização da Amazônia pode abrir as portas para questionamentos futuros sobre a autonomia de outros países sul-americanos sobre seus territórios. Afinal, Macron citou outros ecossistemas em sua declaração: “a mesma coisa vale para aqueles [países] que têm territórios glaciares ou regiões com impacto sobre o mundo inteiro”. É o caso do Chile, que não possui bioma amazônico, mas parece já estar colocando as barbas de molho.

Ajuda internacional?

Um dos resultados da reunião do G7 foi a aprovação de uma ajuda de US$ 20 milhões para ajudar no combate aos incêndios. Se a preocupação é esta, a Nota 220 emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil dia 26 de agosto (http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/notas-a-imprensa/20733-financiamento-ambiental-mecanismos-internacionais-existentes), intitulada “Financiamento ambiental: mecanismos internacionais existentes”, enumera os instrumentos de financiamento de atividades de redução do desmatamento criados no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima – UNFCCC.

Entre estes instrumentos, está o REDD+, que visa recompensar países pela redução de emissões de gases de efeito estufa como resultado do combate ao desmatamento. Sob este instrumento, o Brasil já teve reduções reconhecidas de seis bilhões de toneladas equivalentes de CO2. A Nota informa que o valor dessas reduções é estimado em US$ 30 bilhões, que aguardam o pagamento pelos países desenvolvidos, a França entre eles. Portanto, não é necessária ajuda adicional: basta que os países desenvolvidos cumpram sua parte no Acordo de Paris.

Preocupação com o meio-ambiente e as queimadas

Algumas afirmações já foram desmistificadas: uma delas é a que diz que o mundo não pode viver sem a Amazônia, porque o oxigênio que ela produz a transforma no “pulmão do planeta”. Em matéria da revista Forbes publicada em 20 de agosto (disponível em https://www.forbes.com/sites/michaelshellenberger/2019/08/28/how-the-eu-greenpeace-and-celebrities-dehumanize-the-amazon-and-worsen-fires-and-deforestation/amp/?__twitter_impression=true), Michael Shellenberger conversa com Dan Nepstad, especialista em florestas da Amazônia e principal autor do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, que enfatiza que isso é uma “besteira”: a Amazônia usa todo o oxigênio que produz.

Já com relação à celeuma causada em torno do suposto aumento das queimadas em 2019, muito também já foi desmistificado. Várias análises foram publicadas demonstrando que, se por um lado o problema existe, tampouco justifica o ataque generalizado que vem ocorrendo contra o governo Bolsonaro.

Dados do INPE mostram que o pico de focos de incêndio no bioma amazônico ocorreu entre os anos de 2004 e 2005 em níveis bastante acima dos atuais, e na época não se viu a comoção que presenciamos hoje; aliás, desde então os focos de incêndio na Amazônia tem se reduzido.

(https://velhogeneral2018.files.wordpress.com/2019/08/captura-de-tela-2019-08-29-acc80s-19.47.24.png?w=760)

(https://velhogeneral2018.files.wordpress.com/2019/08/captura-de-tela-2019-08-29-acc80s-19.48.36.png?w=760)

 :arrow: A conclusão a que se chega baseada em fatos e dados é de que os níveis de focos ativos de 2019 estão altos se comparados a 2018.

 :arrow: Os focos ativos de 2019 estão acima da média da série histórica dos últimos 20 anos.

 :arrow: O grande responsável pelo cenário elevado de focos de queimada são os níveis baixos de precipitações nas regiões em agosto de 2019.

 :arrow: Os focos ativos dos últimos anos estão muito abaixo dos índices recorde que ocorreram entre 2002 e 2010.

 :arrow: O mês de agosto de 2019 está acima da média histórica dos últimos 20 anos para o mês, mas longe do pico máximo entre 2002 e 2010.

 :arrow: O mês de março de 2019 é o maior pico histórico dos últimos 20 anos, não noticiado pelos órgãos competentes e pela mídia na mesma escala de agora.

Real motivação?

Qual será, portanto, a motivação das declarações de Macron? Embora haja uma preocupação (justificada) com internacionalização, soberania, Corredor Triplo A e a quantidade enorme de ONGs atuando na Amazônia (mais de quinze mil ONGs operando apenas na região amazônica, de acordo com informação do G1 citando dados do IBGE, em (https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2019/08/27/e-fake-que-haja-100-mil-ongs-na-amazonia-e-nenhuma-no-nordeste.ghtml), a motivação, neste momento, parece ser apenas protecionista.

As diversas matérias publicadas na imprensa nacional e internacional, marcando o início da comoção, parecem ter ocorrido exatamente na esteira da assinatura do acordo Mercosul-União Europeia.

Na citada matéria da revista Forbes, Dan Nepstad afirma que há muito ódio ao agronegócio motivado por razões ideológicas. Segundo ele, a agenda ideológica e “progressista” de diversas ONGs se encaixa na agenda de agricultores europeus que visa eliminar a concorrência de alimentos brasileiros na União Europeia; eis a verdadeira motivação de Macron para barrar o acordo UE-Mercosul: o setor agrícola francês não quer a competição do agronegócio brasileiro, muito mais produtivo e, claro, muito mais competitivo. Não se trata da alegada e altruísta preservação ambiental, mas de puro e simples protecionismo comercial.

A tentativa, pelo menos por ora, fracassou; Macron parece estar isolado. Ainda assim, devemos estar atentos.

A Amazônia é uma região riquíssima, e cedo ou tarde será explorada, seja pelo Brasil, seja por potências estrangeiras. É melhor que essa exploração aconteça de forma responsável e sustentável, feita pelo Brasil em prol dos brasileiros. É nosso dever cuidar da Amazônia e de nossa integridade territorial. Ataques à soberania do país não podem ser tolerados.

*Albert Caballé Marimón é fotógrafo profissional e editor do Blog Velho General. Albert trabalha na cobertura de eventos tendo atuado, por exemplo, na Feira LAAD, no Exercício CRUZEX e na Operação Acolhida em Roraima. É colaborador do Canal Arte da Guerra e da revista Tecnologia & Defesa. E-mail: caballe@gmail.com.

FONTE: https://velhogeneral.com.br/2019/08/29/a-fabula-da-internacionalizacao-da-amazonia/
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Outubro 01, 2019, 01:13:40 pm
[Aproveito apenas uma breve passagem por este fórum, para deixar aqui os seguintes avisos e esclarecimentos...]

Real motivação?

Qual será, portanto, a motivação das declarações de Macron? Embora haja uma preocupação (justificada) com internacionalização, soberania, Corredor Triplo A e a quantidade enorme de ONGs atuando na Amazônia (mais de quinze mil ONGs operando apenas na região amazônica, de acordo com informação do G1 citando dados do IBGE, em (https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2019/08/27/e-fake-que-haja-100-mil-ongs-na-amazonia-e-nenhuma-no-nordeste.ghtml), a motivação, neste momento, parece ser apenas protecionista.

Aos patriotas brasileiros (verdadeiros - i.e. que lutem politicamente e possam querer fazer alguma coisa com a seguinte informação) que por aqui possam parar, venho comunicar o seguinte.


O Macron é um agente da coroa britânica[1] (https://twitter.com/search?q=macron%20napoleon%20from%3AEstulinDaniel). E, o objectivo das suas acções é salvaguardar os preciosos recursos naturais da Amazónia para as elites ocidentais (as quais poderão depois obter tais recursos através das suas companhias multinacionais: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg316708#msg316708).

Elaborando sobre o assunto,

O Macron é um lacaio da família de banqueiros internacionais[2] (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9475.msg316715#msg316715) Rothschild, para a qual trabalhou antes de ser Presidente[3] (https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=10&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwifrde-0_rkAhWL3OAKHab8CcAQFjAJegQIABAB&url=https%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcontent%2F9bd62502-12cf-11e7-b0c1-37e417ee6c76&usg=AOvVaw0lkpsZps_eRwb1XHVYC2X8). Sendo que, a família Rothschild é, por sua vez, uma família que é usada como "testa-de-ferro" para as acções (e propósitos ocultos) da família real britânica e também boa parte das restantes elites ocidentais[4] (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg316755#msg316755).

(Para mais informação sobre esta e outros tipos de intrigas políticas, leiam o que têm a dizer o coronel de contra-espionagem militar russa Daniel Estulin[5] (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10579.0)[6] (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg314933#msg314933) e a revista Executive Intelligence Review (https://larouchepub.com/) do movimento LaRouche, que constitui uma facção do Partido Democrata estadunidense - os quais denunciam também o seguinte...)

O moderno movimento ambientalista é uma criação[7] (https://larouchepac.com/category/green-fascism) das elites ocidentais, lideradas pela coroa britânica (as quais fundaram ou financiam o WWF e outras organizações cujos reais propósitos na Amazónia foram já denunciados pelos serviços secretos brasileiros: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg316692#msg316692).

E, um dos propósitos do movimento ambientalista é salvaguardar os preciosos e limitados recursos naturais (que são a verdadeira riqueza do Mundo) para tais elites ocidentais[8] (https://ecodiario.eleconomista.es/espana/noticias/2238193/06/10/Las-fotos-del-elitista-Club-Bilderberg.html). (Em que, com o pretexto de falsas necessidades de manter a Natureza como está, se impede as economias locais de se desenvolverem economicamente, para que a "arraia-miúda" - i.e. toda a gente que não pertença às verdadeiras elites - não consuma tais recursos naturais.)

Sendo, por exemplo, também um dos óbvios propósitos da mentira do "aquecimento global" antropogénico[9] (https://www.youtube.com/watch?v=YrsUQ5jw_B4) (da qual também Bolsonaro tem consciência) impedir que os países emergentes se desenvolvam economicamente e se tornem rivais das actuais potências ocidentais (que criaram tal mentira).

Sobre a Amazónia,

Tal como é denunciado na anterior colocação[10] (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg317437#msg317437) e muita gente no Brasil também sabe[11] (https://pplware.sapo.pt/informacao/amazonia-arder-fumo-espaco/#comment-2432729) (e ao contrário do que diz, nomeadamente, a imprensa portuguesa aos imigrantes brasileiros em Portugal[12] (https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G8618d3b9/21537684_zpMDZ.png)) ela não é nenhum "Pulmão do Planeta". Mas antes, uma floresta de vida abundante que, por se encontrar numa situação de "clímax ecológico", consome praticamente todo o oxigénio que produz.

Citar
(Citação do texto original (https://web.archive.org/web/20190825224806/https://super.abril.com.br/ciencia/a-amazonia-nao-e-o-pulmao-do-mundo/) de um artigo da versão brasileira da revista Superinteressante.)

A Amazônia não é o pulmão do mundo

São as algas marinhas que fornecem a maior parte do oxigênio de que o planeta precisa. Florestas como a Amazônica consomem tudo ou quase tudo que produzem.

Por Reinaldo José Lopes | 5 abr 2012

Pulmão do mundo. No que você pensa ao ouvir essa expressão? Ora, só dá para imaginar que a Amazônia é a maior produtora mundial do oxigênio. Acontece que essa história de “pulmão do mundo” não confere. Na verdade, são as algas marinhas que fazem a maior parte desse trabalho – elas jogam na atmosfera quase 55%[?] de todo o oxigênio produzido no planeta. E mais: florestas como a Amazônia, segundo os cientistas, são ambientes em clímax ecológico. Isso quer dizer que elas consomem todo – ou quase todo – o oxigênio que produzem.

As estimativas variam, mas todas indicam que a parcela de oxigênio excedente fornecida pela Amazônia para o mundo é bem pequena. É que, além de produzir oxigênio na fotossíntese (enquanto sequestram gás carbônico da atmosfera e o transformam em matéria-prima para galhos e folhas), as árvores também respiram – consumindo oxigênio e liberando gás carbônico. No fim, a relação entre produção e consumo tende a ficar no empate.

Também, a Amazónia existe porque chove na mesma. Não é a chuva que cai por a Amazónia estar lá...[13] (https://fakeclimate.wordpress.com/2014/09/27/sobre-amazonia-e-o-alarmismo-fantastico-por-ricardo-felicio/)

A água de que as árvores precisam para crescer e viver não é gerada pelas próprias - sendo antes, originária nas nuvens carregadas de água que são empurradas desde o Oceano Atlântico pelos ventos predominantes leste-oeste (os mesmos ventos "alísios" que fizeram os portugueses descobrir o Brasil: https://pt.wikipedia.org/wiki/Al%C3%ADsios). Pois, a chuva tem origem na evaporação de água que ocorre nos mares e oceanos.

E, mesmo quem ache que a evapotranspiração que ocorre na floresta amazónica possa ter qualquer contributo significativo para a chuva[14] (https://fakeclimate.wordpress.com/2016/03/21/mentiras-climaticas-novo-site-parceiro-em-agua-nao-da-em-arvore/) pode ser calado com o facto de que - tal como é explicado na entrevista[15] (https://www.youtube.com/watch?v=WjskMGjObVI) que eu deixo no final desta colocação - várias das plantações que, por norma, substituem as árvores amazónicas após a remoção das últimas, têm como resultado até mais evapotranspiração do que a floresta que originalmente lá estava.

Por outras palavras: Explorando economicamente a Amazónia não se está a perder nem oxigénio, nem chuva.

E, mesmo o argumento de querer preservar a biodiversidade da mesma, tem muito que se lhe diga...

Pois, para além de ser certamente possível conjugar tal biodiversidade com o desenvolvimento económico da zona (não explorando certas áreas)...

Em situações em que se torne imperativo desenvolver uma Economia - para salvar vidas humanas (vejam a quantidade de pessoas que morre de fome, hoje em dia, e vejam as condições sociais a piorar em todo o Mundo) e também para tirar pessoas da miséria (que grassa também no Brasil) - é preciso pôr ambos os argumentos (desenvolvimento vs preservação) numa (metafórica) balança e avaliar bem o que será então mais importante...


Segue-se uma boa entrevista ao meteorologista Prof. Dr. Luiz Carlos Molion, sobre a Amazónia e outras questões ecológicas - o qual é, conjuntamente com o (ex-militar e verdadeiro patriota) climatologista Prof. Dr. Ricardo Felício (https://twitter.com/RFelicioOficial), um dos principais cientistas que têm vindo a desmistificar[16] (https://fakeclimate.wordpress.com/) as falácias ambientalistas e ecologistas no Brasil.


Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Outubro 06, 2019, 06:43:21 pm
mentira do "aquecimento global" antropogénico[9] (https://www.youtube.com/watch?v=YrsUQ5jw_B4) (da qual também Bolsonaro tem consciência)

Aos que venham falar em "aquecimento global" antropogénico, podem-lhes mostrar isto: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg318447#msg318447 (ou mesmo, as audiências completas, que foram recentemente concedidas aos dois acima mencionados cientistas, no Senado Federal do Brasil: h*tps://www.youtube.com/watch?v=MP3Rp6iQq6A).

Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Outubro 18, 2019, 12:17:04 pm
Uma outra maneira através da qual as grandes potências estrangeiras poderão ter acesso aos recursos naturais da Amazónia - e que pouco se fala de (apesar de poder ser inferida através doutras denúncias (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13268.0)).

Criação de movimentos separatistas (através de ONG de fachada (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg316692#msg316692)) - nomeadamente, através da criação de "nações" fictícias.

Citando o Prof. Dr. Luiz Molion, numa recente audiência (https://www.youtube.com/watch?v=MP3Rp6iQq6A) no Senado Federal do Brasil:

Citar
(2h49m33s (https://www.youtube.com/watch?v=MP3Rp6iQq6A#t=2h49m33s)) "Roraima. Eu mesmo estive lá e vi uma expedição no Rio Cauburis, que é afluente do Rio Negro. Meu pessoal pegou 3,800 Kg de ouro que flui, descendo do maciço das guianas. Ianomami não existe. Foi uma antropóloga suíça que veio para cá e inventou essa história. General... não me lembro qual é o nome dele... que conhece muito bem aquela região, disse que são 13 tribos de índios, que na realidade são antropófagos (quando eles lutam entre si, matam um, o cara é obrigado a comer a carne do outro para incorporar o espírito do guerreiro). Não tem língua comum. Nação ianomami não existe. O que existe, sim, é esse interesse por trás - de não deixar explorar."


*


(O seguinte, é um vídeo recente tirado do canal do YouTube "Ricardo Felício - Oficial" (https://www.youtube.com/channel/UC50d2Cgxy574C1IIa305orA).)

Citar
"Assista a este importante depoimento do Sr. Reginaldo, diretamente das margens do Araguaia. Mapeamento do território em escala de micro-bacias, aliciamento de moradores e movimentos separatistas são alguns dos temas abordados no tocante às atividades de ONGs estrangeiras operando no país."


Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Novembro 05, 2019, 10:24:54 pm

Why The Amazon Is On Fire: VICE Investigates on Hulu
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 06, 2020, 09:08:38 pm
(Pequena informação de muito interesse, para acrescentar ao que eu denunciava, sobre a criação de reservas indígenas por potências estrangeiras - e que muito sentido fará para os melhor informados (https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13268.0)...)

O seguinte, foi dito no mês passado, por um acima mencionado coronel de contra-espionagem militar. E, ainda que seja presumivelmente sobre o que se passa do lado venezuelano, é de muito interesse para compreender também o que se passa do lado brasileiro.

Citar
(8m37s (https://www.youtube.com/watch?v=LMVl_sTkxc4#t=8m37s)) "...Reserva Ianomami. Uma área gigante de quase 18 milhões de hectares que se estende ao largo da fronteira venezuelano-brasileira, criada em 1991 como reserva protegida para um grupo de 16 mil indígenas nómadas, condenados a uma vida em média de apenas 30 anos, devido à sua economia primitiva. A criação do parque ianomami foi um projecto pessoal da família real britânica durante quase um quarto de século."

A "Agência Brasileira de Inteligência" (ABIN) provavelmente também sabe disto (https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=2098.msg316692#msg316692). E, aparentando esta ser constituída por verdadeiros patriotas, talvez alguém no Brasil queira instigá-la a denunciar o que mais sabe a mesma sobre esta matéria.

Se quiserem melhor compreender a estratégia em causa, que está a ser usada, vejam o vídeo completo (https://www.youtube.com/watch?v=LMVl_sTkxc4) feito por este coronel (e podem também, se quiserem, espreitar aqui (https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-exercito-zapatista-de-libertacao-26135) o que eu próprio escrevi, há 6 anos, sobre o assunto mais abrangente em causa).
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Agosto 25, 2020, 12:45:39 am

Garimpo agrava desflorestação da Amazónia
Título: Re: Amazônia: querem tomar essa riqueza
Enviado por: HSMW em Setembro 23, 2020, 02:38:50 pm
(https://scontent.fpdl2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/119886260_343309453683127_8903250178233216987_n.jpg?_nc_cat=108&_nc_sid=8bfeb9&_nc_ohc=EWLfafXzJJQAX_pvSu7&_nc_ht=scontent.fpdl2-1.fna&oh=b7651850b2ef30b3593486bb535393b9&oe=5F917273)