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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Armadas/Sistemas de Armas => Marinha do Brasil => Tópico iniciado por: Lusitano89 em Março 20, 2017, 12:18:02 am

Título: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Lusitano89 em Março 20, 2017, 12:18:02 am
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Lusitano89 em Março 28, 2017, 02:24:04 pm
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Março 28, 2017, 08:08:58 pm

Talvez assim se desenha a esquadra brasileira para os próximos anos:

LPD Classe Foudre ( G-40 Bahia)
HMS Ocean (?)
4 Covertas Classe tamandarés (CV 4)
4 Scorpenes (SSK)
1 SNB Alvaro Alberto (SSN)
talvez meia dúzia de escoltas de 6000 ton.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: mafets em Março 28, 2017, 10:04:45 pm
Mas querem o HMS Ocean para que? Só opera helicópteros... :o
Citar
Ocean could transport up to 15 fixed wing Harrier[14] aircraft of Joint Force Harrier in the ferry role, but was unable to operate as a fixed wing aircraft carrier due to her lack of the ski jump that is needed to launch a fully loaded Harrier.

https://en.wikipedia.org/wiki/HMS_Ocean_(L12) (https://en.wikipedia.org/wiki/HMS_Ocean_(L12))
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.bemil.chosun.com%2Fnbrd%2Ffiles%2FBEMIL085%2Fupload%2FBritish%2520helicopter%2520carrier%2520HMS%2520Ocean_4.jpg&hash=e894c103f824be51d92a56570c69acb8)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.royalnavy.mod.uk%2F-%2Fmedia%2Froyal-navy-responsive%2Fimages%2Foperations%2Ftrident-juncture%2Fcarousel%2Fnew_ocn20150930_0642.jpg%3Fmh%3D447%26amp%3Bmw%3D980%26amp%3Bthn%3D0%26amp%3Bhash%3D0D1BC72AFCF9B036FBF68E2DC9707F548709A087&hash=93261b24f592184d3414c73970c74834)

Saudações

 
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: HSMW em Março 28, 2017, 10:41:26 pm

Talvez assim se desenha a esquadra brasileira para os próximos anos:

LPD Classe Foudre ( G-40 Bahia)
HMS Ocean (?)
4 Covertas Classe tamandarés (CV 4)
4 Scorpenes (SSK)
1 SNB Alvaro Alberto (SSN)
talvez meia dúzia de escoltas de 6000 ton.

Mas qual a origem destas ideias?!?!?
Tem-se falado? As negociações são secretas?!
Mas não há mais nada para inventar?!
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2017, 01:23:38 am
Citar
Mas qual a origem destas ideias?!?!?
Tem-se falado? As negociações são secretas?!
Mas não há mais nada para inventar?!

Por enquanto tudo está no campo das especulações. Especulações essas que estão ganhando força.

Até o momento a única nota que saiu na "imprensa especializada" brasileira a respeito do assunto é esta:


Citar
EXCLUSIVO: INGLATERRA OFERECE À MB O PORTA-HELICÓPTEROS ‘OCEAN’; PREÇO ‘RAZOÁVEL’ (MANTIDO EM SEGREDO) AGRADA O ALMIRANTADO

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.planobrazil.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F03%2FOcevistoder%25C3%25A9lind%25C3%25ADssimoSUBDOABRE.jpg&hash=f340a44ef5f5d204266103f304dce7fb)

Por Roberto Lopes

 A coluna INSIDER acaba de ser informada de que a Marinha do Reino Unido ofereceu “recentemente” à Marinha do Brasil o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean (L12), de 21.500 toneladas. O navio começou a operar em setembro de 1998 – apenas três meses antes de o navio-doca Siroco (hoje Bahia) ser comissionado na Marinha Francesa –, e sua desprogramação está prevista para o ano que vem.

Segundo uma fonte que priva da intimidade dos principais chefes navais brasileiros da ativa, o preço que os britânicos pedem pelo barco pareceu “razoável”, e a Marinha examina o assunto com prudente otimismo.

A proposta aparece pouco mais de um mês do anúncio da desprogramação do navio-aeródromo São Paulo (A-12), mas em um cenário financeiro muito ruim.

Depois de se encontrar, dias atrás, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, tem comentado com amigos que sua Força vai precisar parar com a expansão do pessoal, e necessitará inclusive fazer cortes, que já estão sendo planejados.

A eventual aquisição do Ocean precisará ser aprovada pelo ministro da Defesa Raul Jungmann e passar pelo crivo de Meirelles. Mas ela dará aos chefes navais brasileiros um navio apto a receber em suas instalações os principais oficiais-generais da Força – perfeito, portanto, para ser investido nas funções de capitânea da Esquadra

Comissão – Caso o assunto da compra do Ocean receba luz verde da chamada “Alta Administração Naval”, o almirante Leal Ferreira deverá designar uma comissão da área de Material da Armada, da Diretoria de Engenharia Naval e do Corpo de Fuzileiros Navais para viajar à Inglaterra (possivelmente a Plymouth) e fazer uma detalhada vistoria na embarcação.

Contando com o tempo que levará essa inspeção, o período necessário às discussões sobre preço e contrato, e possíveis reparos a bordo, o mais provável é que o Ocean só possa chegar ao Brasil dentro de um ano.

O porta-helicópteros mede 203,4 m de comprimento (35 m a mais que o Bahia) por 35 m de largura (11,5 m a mais que o antigo Siroco). Sua tripulação é de 285 militares, mas existem acomodações para até 180 pilotos e mecânicos do destacamento aéreo que a unidade transporta.

O navio é capaz de embarcar 18 aeronaves de asas rotativas de diversos portes e funções (4,5 vezes a quantidade de helicópteros que o Bahia carrega), incluindo as de ataque ao solo, de transporte pesado e de guerra antissubmarina (foto abaixo).

Como transporte de uma força anfíbia expedicionária sua capacidade também impressiona: 830 fuzileiros completamente equipados (um batalhão) acompanhados de 40 veículos.

O Bahia leva 450 infantes de Marinha em situações normais, efetivo que pode ser duplicado caso a travessia não seja longa (e demasiadamente desconfortável para a tropa).

FONTE:  http://www.planobrazil.com/exclusivo-inglaterra-oferece-a-mb-o-porta-helicopteros-ocean-preco-razoavel-mantido-em-segredo-agrada-o-almirantado/


Lembrando que o Ocean (L12) esteve no Brasil em 2010 transportando um contingente dos Royal Marines que participou de um exercício conjunto com o Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil.

Além disso, é fato que a Royal Navy e Marinha do Brasil possuem ligações históricas e décadas de cooperação mútua. Notar que, atualmente, a MB opera escoltas Type 22 e a Classe Niterói (Vosper Mk 10).

Ainda não há nada de oficial vinda do Comando da Marinha, porém não me estranharia se este boato viesse a ser confirmado e, a vinda do Ocean à esquadra brasileira, venha a se tornar uma realidade. 

É esperar para ver.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Alvalade em Março 29, 2017, 08:49:18 am
Roberto Lopes? Está bem, abelha.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2017, 12:37:06 pm
Citar
Roberto Lopes? Está bem, abelha.

Esse é um dos motivos que há ressalvas acerca deste tema.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: P44 em Março 29, 2017, 12:52:24 pm
Bem, dado que a fonte é o Roberto Lopes, há que tomar isto com "2 grains of salt"...até agora mais ninguém fala desta oferta, inclusivé este artigo ingles remete para a noticia original: https://ukdefencejournal.org.uk/hms-ocean-reportedly-offered-sale-brazil/?utm_source=TW&utm_medium=Twitter&utm_campaign=social

Eu aguardava mais uns tempinhos antes de ir tirar o champanhe do frigorifico

Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2017, 12:54:10 pm
Citar
Eu aguardava mais uns tempinhos antes de ir tirar o champanhe do frigorifico

Eu também faria o mesmo.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 29, 2017, 05:13:54 pm
Até porque essa hipotética aquisição atiraria os A-4KU para a reforma a curto prazo e os planos para um Gripen M, ou Sea Gripen, abandonados.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 29, 2017, 07:10:40 pm
Citar
Até porque essa hipotética aquisição atiraria os A-4KU para a reforma a curto prazo e os planos para um Gripen M, ou Sea Gripen, abandonados.

Mas acho que são casos distintos. Até porque ainda está nos planos (lá no final da lista de prioridades... Numa realidade muito, mas muito distante) um novo porta-aviões.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 30, 2017, 02:09:22 pm
Acerca da possível aquisição do Ocean pela MB:

https://www.facebook.com/robcaiafa/videos/10212665623665741/

Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 30, 2017, 02:31:52 pm
Acerca da possível aquisição do Ocean pela MB:

https://www.facebook.com/robcaiafa/videos/10212665623665741/

Roberto Valadares Caiafa é um dos jornalistas mais renomados da cobertura da área de defesa no Brasil. O profissional goza de grande credibilidade no meio. Portanto suas palavras devem ser consideradas.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Charlie Jaguar em Março 30, 2017, 04:55:12 pm
Acerca da possível aquisição do Ocean pela MB:

https://www.facebook.com/robcaiafa/videos/10212665623665741/

Roberto Valadares Caiafa é um dos jornalistas mais renomados da cobertura da área de defesa no Brasil. O profissional goza de grande credibilidade no meio. Portanto suas palavras devem ser consideradas.

O Ocean seria uma excelente compra, sem dúvida. Cá nunca se lembrariam disso, mas pronto, lá passava essa barreira fabulosa dos 20M€ + IVA, portanto nada feito.  ::)

 Com o Queen Elizabeth cada vez mais perto de entrar ao serviço e podendo garantir a missão de apoio aéreo de forma mais completa que o Ocean, restariam os dois navios da classe Albion para operações de assalto e anfíbias.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Crypter em Março 30, 2017, 05:00:49 pm
Ou seja, o Brazil ficaria com o Ex- Siroco (ainda têm os Ceará?) e agora um dos mais modernos porta-helicópteros a navegar dos 7 mares como plataformas fantásticas de projecção de forças.

Ok, e escoltas? Vão usar Patrulhas?
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: mafets em Março 31, 2017, 10:33:04 am
Volto a dizer que não percebo a compra. Se o Brasil tivesse já helicópteros de ataque além dos Mi24, escoltas além de Fragatas e Corvetas todas equipadas com misseis de médio/longo alcance ainda entendia, agora não tendo é criar um alvo apetecível cheio de helicópteros, tropas e marinheiros. Uma coisa é o Siroco que face à necessidade de apoiar as forças por exemplo no Haiti faz todo o sentido, agora o HMS Ocean tem uma capacidade muito limitada de levar veículos e outro material de guerra pois é sobretudo um porta-helicópteros, o qual mesmo para missões ASW precisa de escoltas. Faria muito mais sentido na minha opinião negociar fragatas com os "Bifes", nomeadamente as Type 23 modernizadas. Mas isso digo eu...  :o ;) 
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.key.aero%2Fcentral%2Fimages%2Farticles%2F950.jpg&hash=6822ddbfd3eaffbe1272e61d7957b158)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fnavaltoday.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F10%2Fhms-westminster-first-type-23-frigate-to-complete-life-extension-upgrade-1.jpg&hash=02563b02df3022748d710612f8754cf9)

Saudações
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2017, 01:43:44 pm
O que é oficial e, amplamente divulgado nos meios de imprensa especializada em defesa, é a prioridade dada pela Marinha do Brasil  à construção dos quatro (4) submarinos da classe Scorpène, um (1) nuclear da classe Álvaro Alberto (SN-10) e as corvetas CV 4 (Classe Tamandaré).

Para a defesa antiaérea as CV 4 serão dotadas de mísseis de médio alcance Sea Ceptor (CAMM-M).

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F11%2FSea-Ceptor-lan%25C3%25A7amento-de-c%25C3%25A9lula-com-quatro-m%25C3%25ADsseis-imagem-MBDA.jpg&hash=a3b40f623e7050f2dbd164648e0857ff)

Sem dúvida a partir daí dá para se pensar em escolta relativamente bem armada para uma embarcação dos moldes do HMS Ocean.

Entretanto, realmente não faz muito sentido a vinda por agora de uma embarcação como a Ocean, dado o momento de desfalque financeiro e pela falta de outros navios escoltas com sistemas mais poderosos de defesa.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: P44 em Abril 01, 2017, 11:46:19 am
N oDefesa Brasil vários participantes já negaram a "oferta" do Ocean
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Abril 12, 2017, 03:52:43 am
HMS Ocean: nota da Marinha do Brasil sobre a possível compra do navio

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F04%2FHMS_Ocean_During_Operation_Ellamy_MOD.jpg&hash=6fb850a3634a9e61506e24e3c1f84733)

Citar
Nota à Imprensa

Brasília, 7 de abril de 2017.

A Marinha do Brasil (MB) informa que, no transcurso dos eventos da LAAD/2017, recebeu informação da Marinha Britânica de que o HMS OCEAN, navio porta-helicóptero, deverá estar disponível para venda, a partir de 2018, sendo o Brasil, uma das Nações Amigas consideradas para venda.

Até o momento, não houve qualquer menção a valores, nem tampouco a MB analisou a informação ou firmou qualquer compromisso.

FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha

FONTE:  http://www.naval.com.br/blog/2017/04/07/hms-ocean-nota-da-marinha-do-brasil-sobre-possivel-compra-do-navio/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 12, 2017, 12:13:30 pm
HMS Ocean: nota da Marinha do Brasil sobre a possível compra do navio

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F04%2FHMS_Ocean_During_Operation_Ellamy_MOD.jpg&hash=6fb850a3634a9e61506e24e3c1f84733)

Citar
Nota à Imprensa

Brasília, 7 de abril de 2017.

A Marinha do Brasil (MB) informa que, no transcurso dos eventos da LAAD/2017, recebeu informação da Marinha Britânica de que o HMS OCEAN, navio porta-helicóptero, deverá estar disponível para venda, a partir de 2018, sendo o Brasil, uma das Nações Amigas consideradas para venda.

Até o momento, não houve qualquer menção a valores, nem tampouco a MB analisou a informação ou firmou qualquer compromisso.

FLÁVIO AUGUSTO VIANA ROCHA
Contra-Almirante
Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha

FONTE:  http://www.naval.com.br/blog/2017/04/07/hms-ocean-nota-da-marinha-do-brasil-sobre-possivel-compra-do-navio/

A Royal Navy adiantou ainda na semana passada que os dois porta-aviões da classe "Queen Elizabeth" também ficarão responsáveis pelo apoio a operações anfíbias, o que deixa livre o Governo britânico para vender o HMS Ocean.
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Charlie Jaguar em Abril 14, 2017, 11:30:42 am
Já há ecos da notícia no Reino Unido.

Citar
HMS Ocean could be sold to Brazil for £80million
By Gayle_Herald  |  Posted: April 13, 2017

http://www.plymouthherald.co.uk/8203-royal-navy-flagship-hms-ocean-could-be-sold-to-brazil-for-80million/story-30269389-detail/story.html


É claro que para a nossa Marinha, dado ultrapassar em muito o patamar de 20M€, o Ocean não serviria.  ::)
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: mafets em Abril 14, 2017, 12:25:13 pm
O OCEAN é sobretudo um Porta-Helicópteros que pode fazer de LST com algumas cargas e veículos. O Brasil tem desses veículos nos seus fuzileiros, os nossos  limitam-se a 4x4 e meia dúzia de anfíbios.  ;)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2010%2F08%2FHMS-Ocean-2.jpg&hash=a4156e2a06841964d93d979402e14e82)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.royalnavy.mod.uk%2F-%2Fmedia%2Froyal-navy-responsive%2Fimages%2Fnews%2Fships%2Focean%2F140721-ocean-ammunitions%2Fmq140025003.jpg%3Fmh%3D447%26amp%3Bmw%3D980%26amp%3Bthn%3D0%26amp%3Bhash%3D5EA54B2D090016BDC4C5C7A4B813FF7D8200ED87&hash=ada43d2b021ab334baeb486a37d2abbe)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F2.bp.blogspot.com%2F-LJSoAY6Ciyg%2FU-sxByL9iyI%2FAAAAAAAADQs%2FxQB__4VDkUY%2Fs1600%2Focean3_20100217120714.jpg&hash=4d21ebf8cc1ce2cc75bacd79aa22439b)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F-F63lM2y9g9Y%2FU-svqtBhW7I%2FAAAAAAAADQY%2FLt-nPoqBkj0%2Fs1600%2FOcean%252Bat%252Banchor.jpg&hash=ea37054d5b25265068005b49bd8fa5b9)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fnavaltoday.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2015%2F09%2FHMS-Ocean-to-Take-Part-in-Exercise-Trident-Juncture.jpg&hash=67dc1ed506fed56554a52d7364411e91)

Cumprimentos
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 03, 2017, 12:55:41 pm
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: mafets em Dezembro 05, 2017, 09:58:22 am
A meu ver a prioridade deveria ser adquirir escoltas. Mas isso sou eu...

Citar
Por Alexandre Galante Editor-chefe da Trilogia Forças de Defesa e Roberto Lopes Especial para o Poder Naval O período de gestação (da ideia) terminou! Nove meses depois de ter recebido, ainda informalmente, a oferta de ficar com o porta-helicópteros de assalto anfíbio HMS Ocean (L12), o Comando da Marinha do Brasil (MB) pode, finalmente, iniciar as tratativas formais para a aquisição do navio.

https://www.facebook.com/fordefesa/?hc_ref=ART0h1eYvKg6isKVyzzcZC_03ftC75bTjGDq-IaR737qbxaUwlzUSNyEDnI-q7SH5RY&fref=nf (https://www.facebook.com/fordefesa/?hc_ref=ART0h1eYvKg6isKVyzzcZC_03ftC75bTjGDq-IaR737qbxaUwlzUSNyEDnI-q7SH5RY&fref=nf)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F11%2FL-12-HMS-Ocean-022-1024x972.jpg&hash=8df58050e4b503dff17c83e5d94e0c5c)

Saudações
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 05, 2017, 10:20:52 am
A meu ver a prioridade deveria ser adquirir escoltas. Mas isso sou eu...

Citar
Por Alexandre Galante Editor-chefe da Trilogia Forças de Defesa e Roberto Lopes Especial para o Poder Naval O período de gestação (da ideia) terminou! Nove meses depois de ter recebido, ainda informalmente, a oferta de ficar com o porta-helicópteros de assalto anfíbio HMS Ocean (L12), o Comando da Marinha do Brasil (MB) pode, finalmente, iniciar as tratativas formais para a aquisição do navio.

https://www.facebook.com/fordefesa/?hc_ref=ART0h1eYvKg6isKVyzzcZC_03ftC75bTjGDq-IaR737qbxaUwlzUSNyEDnI-q7SH5RY&fref=nf (https://www.facebook.com/fordefesa/?hc_ref=ART0h1eYvKg6isKVyzzcZC_03ftC75bTjGDq-IaR737qbxaUwlzUSNyEDnI-q7SH5RY&fref=nf)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F11%2FL-12-HMS-Ocean-022-1024x972.jpg&hash=8df58050e4b503dff17c83e5d94e0c5c)

Saudações

Também  gostaria de escoltas. Bem que poderia vir algumas Type 23 no meio das negociações, já que o Ocean deve ser do Brasil...

De todo modo a Marinha do Brasil, mesmo por enquanto sem escoltas à altura, sem sombra de dúvidas ganha considerável poder de projeção de força, sendo que, ao lado da Marinha Australiana (Royal Australian Navy), a Marinha do Brasil se iguala no Hemisfério Sul em capacidade anfíbia.

Que venham os 4 submarinos (SSK Scorpene) e as 4 corvetas da classe "Tamandaré" (V 35). Aos poucos a MB vem se reerguendo com planejamento e pragmatismo.  :G-beer2: 

Citar
Negociação — Antes disso receberá a visita de uma equipe de oficiais da Marinha do Brasil, que irá inspecionar o seu sistema de propulsão e se inteirar sobre os equipamentos (sensores e armas) que virão a bordo do navio para o Brasil. Como alguns desses sistemas são de fabricação americana, haverá a necessidade de uma negociação com a US Navy. Mas o momento da relação entre as duas Marinhas é considerado bastante positivo.

O Ocean é aguardado com especial ansiedade por dois setores da oficialidade: os da Aviação Naval e do Corpo de Fuzileiros Navais.

Nas mãos da Marinha Real o navio, de 21.500 toneladas, transporta pouco mais de 800 Royal Marines (efetivo correspondente ao de um batalhão reforçado, ou “expedicionário”, como os britânicos costumam chamar) e está apto a embarcar até 18 helicópteros. Mas os chefes da Royal Navy normalmente não trabalham com mais de 12 aeronaves, a fim de facilitar a movimentação e manutenção dessas máquinas nos hangares e oficinas do barco.

O navio poderá operar sem restrições todos os principais helicópteros da Força Aeronaval do Brasil.

Nas operações da Otan ele, comumente, recebe, para treinamento, os convertiplanos V-22 Osprey da Marinha dos Estados Unidos. Aliás, a estrutura do seu convés de voo é robusta o suficiente para receber os caças MacDonnell Douglas AV-8B Harrier II Plus, cujo peso máximo em decolagem vertical é de 9,4 toneladas.

Fontes da MB ouvidas pelo Poder Naval definem o HMS Ocean como o meio que viabiliza um inédito caráter expedicionário na Marinha, permitindo a organização de uma força que incursione a grandes distâncias (costa ocidental africana por exemplo), especialmente no caso de uma operação em conjunto com o navio-doca multipropósito Bahia (G-40), ex-Siroco.

Prazos — O Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira – um entusiasta da vinda do Ocean desde o primeiro momento –, gostaria que o navio estivesse no Brasil ainda no período do seu comando, que, em tese, termina a 31 de dezembro do ano que vem (Leal Ferreira não assumiu o Comando da Marinha a 1º de janeiro de 2015, e sim no dia 6 de fevereiro daquele ano). Mas isso ainda é incerto.

Há dúvidas também sobre o nome com que o navio será batizado, mas há uma corrente de oficiais que defende o resgate do nome “Minas Gerais” – binômio que faz o pessoal da MB lembrar com orgulho do seu primeiro navio-aeródromo.

O Poder Naval apurou que o nome “Rio de Janeiro” deverá ficar para o próximo porta-aviões brasileiro.

Depois que chegar ao Brasil, o Ocean deverá passar por um PMG e iniciar uma longa programação de certificações com as aeronaves da Aviação Naval – trabalho que irá se estender por todo o ano de 2019, e resultar em um porta-helicópteros plenamente operacional no ano de 2020.

É possível também que a Marinha abra o convés do seu novo porta-helicópteros a um programa de cooperação com aeronaves do Comando de Aviação do Exército (CAVEX) e da Força Aérea Brasileira (FAB), exatamente como é feito, na Inglaterra, com o Royal Army e com a Royal Air Force – que rotineiramente embarcam seus aparelhos no porta-helicópteros.

Ataques – A autorização dada pelo Ministério da Defesa deixa o porta-helicópteros britânico a salvo da onda de ataques de articulistas que alvejaram o navio com uma série de análises depreciativas acerca do seu estado geral, e até com uma história sustentada em setembro pelo diário londrino Telegraph, de que o navio, ao passar por Gibraltar a caminho de uma jornada de Assistência Humanitária no Mar do Caribe, registrara problemas nas máquinas.

O Ministério da Defesa britânico desmentiu energicamente a notícia, mas seus propagadores no Brasil se “esqueceram” de registrar o desmentido.

Bravo Zulu novo Minas Gerais!  :G-beer2: :G-beer2: :G-beer2:


FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/12/04/exclusivo-defesa-autoriza-o-comando-da-marinha-comprar-o-porta-helicopteros-ocean/

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FL-12-HMS-Ocean-006-1024x647.jpg&hash=9deb43e344cc38442982365f47625681)
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 05, 2017, 11:18:32 am
Citar
Continua a existir confusão sobre a operação de Harrier no HMS Ocean.

https://www.tapatalk.com/groups/warships1discussionboards/hms-ocean-as-auxiliary-carrier-t9063.html

Muito bem!
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 06, 2017, 11:32:14 pm
HMS Ocean deverá ser adquirido pela Marinha do Brasil em 2018

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FMD170038174.jpg&hash=79ea45c7e98e0ee152264d48ef43a3b7)
HMS Ocean operando com a Royal Navy: navio deverá substituir o NAe São Paulo (A12).

Citar
A Marinha do Brasil, através de nota respondendo a solicitação da redação de T&D, confirmou o recebimento, por parte do Ministério da Defesa (MD), de autorização para entabular negociações visando a aquisição do navio britânico HMS Ocean (L 12), classificado como porta-helicóptero/navio de assalto.

Espera-se a chegada do navio, talhado para ser o novo Nau-Capitânea da Esquadra, no 2º semestre de 2018.

Abaixo, segue a íntegra da nota do Centro de Comunicação Social da Marinha do Brasil (CCSM)

“Senhor jornalista,

Em atenção à sua solicitação, participo a Vossa Senhoria os seguintes esclarecimentos:

A Marinha do Brasil recebeu autorização do Ministério da Defesa para dar continuidade às negociações para a aquisição do HMS “OCEAN”. A referida autorização foi concedida no dia 29 de novembro de 2017.

A partir da autorização, a MB está executando a continuidade das negociações dos diversos aspectos que envolvem a transferência de titularidade, a formalização do contrato de aquisição e sua posterior assinatura. Após essas etapas, o navio, já com a presença da tripulação brasileira, deverá passar por um período de preparação, a ser realizado no Reino Unido, onde serão revisados diversos sistemas e equipamentos.

Ademais, estará previsto um período de treinamentos e cursos a serem ministrados pela Royal Navy e por empresas fabricantes de diversos equipamentos de bordo, visando à familiarização de nossos militares com o navio e dando ênfase aos procedimentos de segurança. Espera-se receber o navio até o mês de junho de 2018.

Atenciosamente,

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA”.


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FL12_Ocean_xray_vision.jpg&hash=592444401506ec92e969356011711a8c)
Vista em corte dos compartimentos, decks e áreas do HMS Ocean.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/hms-ocean-devera-ser-adquirido-pela-marinha-do-brasil-em-2018/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: HSMW em Dezembro 07, 2017, 10:30:05 am
Sempre fui fã do HMS Ocean!
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.forumdefesa.com%2Fforum%2FSmileys%2Fdefault%2FG-beer2.gif&hash=cf2adfbeede7af30c98ef2558e77b28e)
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 09, 2017, 01:49:50 am
As aeronaves da Força Aeronaval que vão operar no Ocean

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FHMS-Ocean-10-1024x576.jpg&hash=3e225ccebd6407a83f05ac2d40596c3a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FHMS-Ocean-longitudinal.jpg&hash=61692e5469408eea9d451002e2340d3e)

Citar
A perspectiva de aquisição do porta-helicópteros de assalto anfíbio HMS Ocean pela Marinha do Brasil dará um novo impulso aos esquadrões da Força Aeronaval baseada em São Pedro de Aldeia, no Rio de Janeiro.

Depois da desativação do NAe São Paulo, os helicópteros SH-16 Seahawk do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) e UH-15 Super Cougar do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) têm operado com restrições em outros navios, como os NDCC e mais recentemente no NDM Bahia. Mas no Ocean esses helicópteros poderão operar com todo o seu potencial.

O HMS Ocean foi o primeiro navio da Royal Navy projetado como porta-helicópteros de assalto anfíbio. Ele foi feito para levar mais de 500 Royal Marine Commandos com seu equipamento pessoal e possui um hangar que pode acomodar 12 helicópteros Sea King HC4, mas o navio também opera com helicópteros Chinook, Merlin, Lynx/Wildcat e Apache.

O Ocean normalmente embarcava os seguintes tipos de helicópteros:

Sea King HC4, cada um podendo levar até 27 soldados equipados ou 2.700kg de equipamentos, o que possibilita o transporte um Land Hover ou um obuseiro de 105mm pelo gancho externo.

Lynx Mk.7 e Mk.9, para missões de reconhecimento armado, anti-carro e de apoio aéreo aproximado.
Sea King Mk.7 ASaC, para missões AEW.
Merlin, para missões antinavio e antissubmarino.
Apache (do British Army), para missões anti-carro.
Chinook HC Mk.2, que leva 50 soldados equipados ou 10 toneladas de carga.

No Brasil o navio poderá operar com os helicópteros da Força Aeronaval brasileira, como os SH-16 Seahawk, UH-14 Super Puma/UH-15 Super Cougar e AH-11B Super Lynx.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FHMS-Ocean-hangar-1024x683.jpg&hash=5e60b47628dd1f2f773a503d23af95c2)

SH-16 Seahawk

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F05%2FMISSILEX-1-1.jpg&hash=6fab9ca7339fbbdff9284fb8b90ce34b)

As aeronaves SH-16 Seahawk são empregadas em proveito das Forças Navais, na “Amazônia Azul”, com a capacidade de realizar tarefas de detecção, localização, acompanhamento, identificação e ataque a alvos de superfície e submarinos, além de ações de busca e salvamento.

O SH-16 possui características estruturais e de projeto que lhe conferem maior robustez, resistência e confiabilidade, tais como: redundância dos sistemas de controle de voo e sistemas hidráulicos; e tolerância balística das pás do rotor principal para calibres de até 20 mm. Seus equipamentos aviônicos e sensores são de última geração e podem ser armados com metralhadora lateral, torpedos antissubmarino e míssil antinavio.

UH-15 Super Cougar

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F08%2FH225M-antinavio-1-e1502217120571-1024x596.jpg&hash=aae3e6be1bc3f0149e64a2cc82a05143)

O UH-15A Super Cougar é a versão de ataque antinavio que será entregue para a Marinha em 2018. O helicóptero faz parte do contrato de aquisição de 50 helicópteros H225M (antes denominada EC725) do Programa H-XBR, adquiridas pelo Ministério da Defesa para uso das Forças Armadas brasileiras, que estão sendo produzidas pela Helibras do Brasil, a partir de transferência de tecnologia e de conhecimento que vem ocorrendo desde 2010.

O Super Cougar de ataque antinavio conta com o Sistema Tático de Missão Naval, desenvolvido pela Helibras especialmente para as missões da Marinha, com radar de patrulha APS-143, sistema Chaff & Flare de contramedidas e sistema de inteligência com dois mísseis Exocet AM39 B2M2 de última geração.

O desenvolvimento e a fabricação desta nova versão naval foram realizados sob a liderança da Helibras em colaboração com a ATECH e ADS, responsáveis pelo sistema tático de Missão Naval que é o coração da integração do míssil com a aeronave e sensores; e a Avibras e a Mectron, que realizam a motorização do míssil Exocet AM39 B2M2, fabricado pela MBDA.

O Sistema Tático de Missão Naval instalado no H225M permite ao comandante da missão estabelecer e avaliar no cockpit uma situação tático-operacional complexa, em coordenação com um operador no console tático na cabine do helicóptero, e autorizar o lançamento do míssil AM39 nas melhores condições.

Além da versão de ataque do Super Courgar, a Marinha tem as versões de transporte e de C-SAR (Combat-Search and Rescue – Busca e Resgate em Combate), dentro do programa H-XBR, que prevê a entrega de 16 unidades do helicóptero modelo H-225M para a Marinha do Brasil.

AH-11B Super Lynx

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F09%2FAH-11B-primeiro-voo-1024x682.jpg&hash=05edd32e5247645e07d5c5c06ba6ba29)

No dia 28 de setembro a Divisão de Helicópteros da companhia Leonardo informou que o primeiro helicóptero Super Lynx Mk21B da Marinha do Brasil realizou hoje seu primeiro voo em Yeovil, Inglaterra.

A aeronave AH-11B Super Lynx N-4001 é a primeira de 8 aeronaves sendo modernizadas e as três primeiras devem ser entregues em 2018.

A Leonardo anunciou o contrato com a Aviação Naval da Marinha do Brasil em julho de 2014, para uma grande atualização de meia-idade de oito helicópteros Lynx Mk21A. O contrato, avaliado em mais de US$ 160.000.000 (€ 117 milhões), inclui a substituição dos motores da aeronave com o produto CTS800-4N da LHTEC, aviônicos de navegação, displays e suíte de missão. Um pacote de suporte e treinamento abrangente que inclui um dispositivo de treinamento de voo também está incluído no contrato.

Essas atualizações darão à aviação naval do Brasil uma melhoria significativa em suas capacidades, com melhor desempenho, alcance e eficácia operacional de missão da aeronave. O programa de atualização fornece evidências de capacidade e expertise da empresa em helicópteros navais, e fortalece ainda mais a parceria de longa data com este operador líder, que opera helicópteros Lynx desde 1978.

A nova geração de motores CTS800-4N, já utilizados no Lynx Mk9A do Exército Britânico, no Super Lynx 300 e no AW159, vão fornecer aos helicópteros grandes melhorias de desempenho em ambientes quentes e altos, permitindo aumento da carga útil e uma área de operação estendida.

A nova cabine “glass cockpit” será complementada por um conjunto de aviônicos avançados que compreende um processador tático, sistema de navegação baseado em satélite, sistema de tráfego anti-colisão, sistema de aterragem por instrumento, receptor/medidas de vigilância eletrônica de alerta radar integrado com dispensadores de contra medidas e um cockpit totalmente compatível com Night Vision Goggle, juntamente com um novo guincho de resgate acionado eletricamente.

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/12/08/as-aeronaves-da-forca-aeronaval-que-vao-operar-no-ocean/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 09, 2017, 07:24:53 pm
Revisão do Ocean no RU, após a baixa, será curta para não ficar cara demais para a MB

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FHMS-Ocean-11-1024x695.jpg&hash=5b45223614e96a4ce37d281f18924dd2)

Londres admitiu, pela 1ª vez, que negocia o navio com o Brasil, mas imprensa inglesa diz que venda precisará de permissão dos EUA

Citar
Mesmo sem ter ainda concretizado a operação de compra do porta-helicópteros britânico HMS Ocean (L12) – o que só deve acontecer no primeiro trimestre de 2018 –, a Marinha do Brasil (MB) já começou a selecionar o contingente de militares – pouco mais de 200 – que seguirá para o Reino Unido (RU) a fim de receber o navio – oferecido (extraoficialmente) ao Brasil em março passado.

Nesse exame de nomes para a composição da primeira tripulação brasileira do porta-helicópteros, vem sendo dada preferência aos oficiais e subalternos já familiarizados com a operação de um navio-aeródromo (no caso, o porta-aviões São Paulo) ou com experiência em “navios grandes”.

O Ocean retornará da sua atual comissão a serviço da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), no Mar Mediterrâneo – a última que ele cumpre arvorando pavilhão britânico –, às vésperas do Natal. Sua baixa está prevista para a manhã de 31 de março de 2018.

Nesse meio tempo o navio cederá parte dos seus tripulantes aos porta-aviões Queen Elizabeth (R08) e Prince of Walles (R09), e será esvaziado de uma série de equipamentos padrão Otan que os britânicos estão impedidos de transferir a qualquer marinha não integrante do Pacto do Atlântico.

Um comunicado oficial da MB distribuído esta semana informou que o navio deverá chegar ao Brasil em junho do ano que vem, o que deixa um tempo excessivamente curto para que ele seja inspecionado e revisado, e ainda testado pelos seus novos tripulantes brasileiros.

O Poder Naval foi apurar com suas fontes na MB qual é a explicação para um prazo de recebimento tão pequeno. E a resposta foi… economia de dinheiro!…

Na Marinha Real a embarcação é operada por 285 militares, mas a Marinha pretende mandar à Inglaterra pouco mais de 200 militares, entre tripulantes e especialistas em manutenção.

De acordo com o comunicado da MB, esse pessoal será submetido a um ciclo de cursos, em centros de instrução da Royal Navy, “visando a familiarização dos militares com o navio”.

O que o Poder Naval pôde determinar é que ainda é muito cedo para se dizer tudo o que precisará ser feito a bordo do porta-helicópteros, a fim de que ele seja considerado apto à travessia para o Brasil.

O Ocean precisa, inicialmente, ser submetido ao procedimento que a MB chama de “revisão de equipamentos e sistemas”, no Reino Unido.

O anunciado prazo de junho – na verdade, de final de junho – daria menos 90 dias para a execução de todas manutenções, treinamentos e verificações de desempenho do navio em mãos de brasileiros. Mas o Comando da MB estima que o custo de se manter tantos marinheiros no Reino Unido por mais de três meses seria demasiadamente elevado.

De qualquer forma, o Poder Naval apurou: a MB não descarta, devido à premência dos serviços técnicos que se revelarem necessários, estender um pouco a permanência do pessoal na Inglaterra. “Caso seja necessário, fica-se mais tempo por lá”, comentou com este jornalista um oficial da Marinha.

Depois disso, diz a Marinha, já nas instalações navais do Rio, e ao longo de um ano, o pessoal da Aviação Embarcada, dos Fuzileiros Navais e dos operadores de bordo farão viagens de exercício, “para adaptação à doutrina de operação”.

Tal informação confirma a previsão feita pelo Poder Naval, esta semana, de que, na Marinha Brasileira, o Ocean só poderá ser considerado plenamente operacional ali pelo ano de 2020.

Autorização — Na noite desta sexta-feira (09.12), a página eletrônica do diário inglês “The Plymouth Herald” noticiou que, pela primeira vez, o Ministério da Defesa Britânico admitiu estar negociando o porta-helicópteros com a Marinha do Brasil.

Em um artigo intitulado “MoD confirms it is in talks with Brazil over sale of Royal Navy flagship HMS Ocean” (“MoD confirma que está em negociações com o Brasil sobre a venda do navio capitânea da Royal Navy HMS Ocean”), o “Herald” reproduz o curto comunicado do MoD:

“HMS Ocean is currently being marketed and a number of disposal options are being considered, including the possibility of selling to another government; discussions with the Government of Brazil are ongoing but no decisions have been made” (“O HMS Ocean está atualmente sendo comercializado e uma série de opções disponíveis estão sendo consideradas, incluindo a possibilidade de vender para outro governo; discussões com o governo do Brasil estão em curso, mas não foram tomadas decisões”.

Informação interessante publicada pelo “Herald”: “authorisation from the US Government would also be sought” (“autorização do governo dos Estados Unidos também poderia ser solicitada”, para viabilizar a transferência do navio para o Brasil).

A oferta do Ocean é, para a MB, não menos que um achado.

Lançado ao mar a 11 de outubro de 1995 e incorporado à Royal Fleet em fevereiro de 1998, o navio passou, em 2014, por uma remodelação de 65 milhões de libras esterlinas (em números de hoje, cerca de 286 milhões de Reais).

Ele pode acomodar quase 1.300 pessoas e 40 veículos. E ainda sobra espaço a bordo para 18 helicópteros, incluindo modelos de ataque, de guerra antissubmarino e de transporte de fuzileiros navais.

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2017/12/09/revisao-do-ocean-no-ru-apos-baixa-sera-curta-para-nao-ficar-cara-demais-para-mb/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 20, 2017, 10:12:00 pm
Ministro da Defesa confirma a compra do HMS Ocean: Navio deverá chegar ao Brasil até Novembro de 2018

(https://1.bp.blogspot.com/-faNzjG-rhjs/Wi8pxoKxXFI/AAAAAAAAYwk/B2dumyKJrt42IWbU-1T1HClwUlQC0nq_ACPcBGAYYCw/s640/WhatsApp%2BImage%2B2017-12-04%2Bat%2B23.40.25.jpeg)

Citar
Por: Anderson Gabino

Durante a cerimônia da apresentação de chamado publico para a construção de 4 corvetas da Classe Tamandaré, o Ministro da Defesa Raul Jungmman, revelou que o presidente Michel Temer autorizou a compra do navio multifunção HMS Ocean, e que o mesmo deverá chegar ao Brasil entre os meses de outubro ou novembro de 2018, pois ainda estamos em fase de negociação com o Governo do Reino Unido. “O valor do navio deverá ficar em torno de 84 milhões de libras, este recurso sairá da economia, que vem sendo feito pela própria Marinha. Esse navio, que é um navio multifunção e deverá assumir o papel de navio capitânia da nossa Marinha, é de última geração, e se encontra em excelente qualidade. É uma grande conquista”, completou.

Sobre a aquisição do HMS Ocean pela Marinha do Brasil, o Ministro enfatizou a importância estratégica que o navio trará para esquadra brasileira, “o Ocean apresenta uma grande capacidade de desempenhar um vasto leque de tarefas, tais como transportar helicópteros, transportar fuzileiros, tem uma unidade de saúde e de emergência a bordo, em prontidão de 24h para o caso de desastres e deverá assumir o papel de Capitânea da esquadra brasileira.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/12/minsitro-da-defesa-raul-jungmman.html
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: NVF em Dezembro 20, 2017, 11:23:52 pm
Parabéns à Marinha do Brasil por mais uma excelente aquisição!  :G-beer2:
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 21, 2017, 01:51:48 am
Falta novas escoltas e mais submarinos (SSK).
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: NVF em Dezembro 21, 2017, 03:27:53 am
Hão-de vir. A aquisição de mais uma navio capital vai expor essa necessidade de forma ainda mais evidente — o Planalto não pode mais ignorar tais lacunas!
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 25, 2017, 09:40:07 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FHMS-Ocean-no-Brasil-em-2010-1024x682.jpg&hash=f7f70faa3916635bc44425dbc127d1d1)
HMS Ocean no Brasil em 2010. Foto: Alexandre Galante

 :G-beer2: :G-beer2: :G-beer2:
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 14, 2018, 05:43:00 pm
EXCLUSIVO: o ‘Ocean’ deve passar a se chamar ‘Pernambuco’

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FL-12-HMS-Ocean-016.jpg&hash=fd1c8598fefafdd0d0f2a00853547379)

Citar
Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Nava
l

O nome mais cotado, na Marinha do Brasil (MB), para rebatizar o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean, comprado pela Força à Marinha do Reino Unido, é Pernambuco – estado natal do atual ministro da Defesa, Raul Jungmann.

A opção pela unidade da Federação onde Jungmann nasceu divide almirantes e oficiais superiores da corporação.

Uns acham natural que o nome dos navios homenageie o ministro de Estado que ajudou a compra-los. Outros acham que a MB não deve se deixar tolher pela necessidade de batizar seus navios capitais com o nome do ministro da Defesa.

Em 2015, a gestão que apenas iniciava do atual Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, batizou o navio-doca francês Siroco com o nome de Bahia, estado que o então titular da Pasta da Defesa, Jacques Wagner (carioca de nascimento), havia comandado como governador entre os anos de 2007 e 2014.

A escolha para o porta-helicópteros da Royal Navy (RN) ainda não foi feita.

Sábado passado (10.02), durante um almoço no Clube Piraquê, no Rio de Janeiro, o almirante Leal Ferreira só admitiu para amigos que havia “uma corrente” dentro da Força defendendo o nome Pernambuco.

A Marinha Real Britânica divulgou, para a imprensa de seu país, uma pequena alteração no cronograma de descomissionamento do HMS Ocean. A cerimônia de desativação do navio foi antecipada de 31 para 27 de março (uma terça-feira).

Uma fonte do Poder Naval que acompanha de perto a transferência do porta-helicópteros para o Brasil informa que a antecipação resulta de um acordo entre a MB e a RN.

Segundo a fonte, isso permitirá que o PMG do navio tenha início, na Inglaterra, um pouco antes do inicialmente previsto.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F12%2FL-12-HMS-Ocean-027.jpg&hash=2a0fc38720ed62a5d6e27ad193b0846c)

Histórico – Caso receba mesmo o nome de Pernambuco, o porta-helicópteros será o quarto navio da MB a ostentar essa denominação.

O primeiro foi o monitor fluvial Pernambuco, de 650 toneladas e torre couraçada na proa que exibia dois canhões L/45, de 4,7 polegadas (120 mm), construído no velho Arsenal.

Incorporado em 1910 ele foi designado para a Flotilha de Mato Grosso, em Ladário. Entre os seus comandantes esteve o almirante Jorge Dodsworth Martins, que, em outubro de 1945, assumiu, por quase um ano, o cargo de ministro da Marinha.

A 20 de julho de 1961 a MB comissionou o contratorpedeiro Classe Fletcher Pernambuco (D30), navio construído nos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial.

Entre os seus comandantes estiveram os almirantes Thelmo Dutra de Rezende, que chefiou o Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo e foi controlador da Área Marítima do Atlântico Sul, e Otavio Aché Pillar, nomeado, em fevereiro de 1979, Comandante da Força de Submarinos.

O último Pernambuco, foi outro contratorpedeiro adquirido pela Marinha do Brasil aos estoques da US Navy: um navio da classe Garcia que, incorporado a 25 de setembro de 1989, foi mantido na ativa até março de 2004.

FONTE: http://www.naval.com.br/blog/2018/02/12/exclusivo-o-ocean-deve-passar-se-chamar-pernambuco/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 18, 2018, 11:43:51 am
Confirmada a venda do Ocean à Marinha de Guerra Brasileira por quase 100 milhões de euros.

http://www.heraldscotland.com/news/16030138.Navy___s_flagship_HMS_Ocean_sold_to_Brazil_for___84_million/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 20, 2018, 11:40:59 am
Confirmada a venda do Ocean à Marinha de Guerra Brasileira por quase 100 milhões de euros.

http://www.heraldscotland.com/news/16030138.Navy___s_flagship_HMS_Ocean_sold_to_Brazil_for___84_million/

Marinha do Brasil assina o contrato de transferência do HMS ‘Ocean’

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.naval.com.br%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F02%2FAssinatura-do-contrato-de-compra-do-HMS-Ocean-1024x761.jpg&hash=d668b4607f18313eb27cadfd0bdc6a34)

Citar
Na manhã do dia 19 de fevereiro, em Plymouth – Inglaterra, o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra Luiz Henrique Caroli, representando a Marinha do Brasil, assinou o contrato de transferência do HMS “Ocean” junto às autoridades do Ministério da Defesa britânico.

Tendo sido incorporado à Marinha Real (Royal Navy – RN) do Reino Unido em 1998, o HMS “Ocean” foi projetado para realizar operações anfíbias com helicópteros embarcados e com Tropas dos Royal Marines (Fuzileiros Navais britânicos), bem como para atender a missões de ajuda humanitária, como a ocorrida em setembro de 2017, quando aquele Navio assistiu às populações Caribenhas que foram flageladas pela passagem do furacão “Irma”.

Na Marinha do Brasil, o HMS “Ocean” será empregado em operações aéreas com helicópteros, operações anfíbias com tropas de Fuzileiros Navais e missões de Controle de Área Marítima para proteção de nossas Linhas de Comunicações Marítimas, bem como conduzirá atividades de apoio logístico, de caráter humanitário, de auxílio a desastres naturais e de apoio a operações de manutenção da paz.

A incorporação do HMS “Ocean” à MB será em 29 de junho de 2018, sendo que o processo de transferência do Navio tem previsão de ser concluído até o final do mês de julho, com chegada ao Brasil em agosto. Até lá, os tripulantes brasileiros realizarão cursos na RN, em empresas fabricantes dos equipamentos e intensivos treinamentos, além de que o Navio executará serviços de manutenção e docagem em estaleiro britânico, de modo a que seja recebido em suas melhores condições de material e de preparação de nosso pessoal.

O HMS “Ocean” possui as seguintes características:

• Comprimento total: 203,43 m;
• Deslocamento carregado: 21.578 t;
• Velocidade máxima mantida (VMM) prevista em projeto: 18,0 nós;
• Raio de ação: 8.000 milhas náuticas;
• Acomodação para tropa: 806 Fuzileiros Navais; e
• Aeronaves embarcadas: 18 helicópteros.

O Navio tem capacidade para operar simultaneamente até 7 aeronaves em seu convés de voo, podendo utilizar todos os tipos de helicópteros pertencentes aos Esquadrões da Marinha do Brasil, quais sejam: Seahawk (SH-16), Cougar (UH-15 A/B); Lynx (AH-11B), Esquilo (UH-12/13), Bell Jet Ranger III (IH-6B) e Super Puma (UH-14).

DIVULGAÇÃO: Marinha do Brasil  / http://www.naval.com.br/blog/2018/02/19/marinha-do-brasil-assina-o-contrato-de-transferencia-do-hms-ocean/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 07, 2018, 02:17:09 am
Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico é incorporado à Marinha do Brasil

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/PHM-Atl%C3%A2ntico-Incorpora%C3%A7%C3%A3o.jpg)

Citar
No dia 29 de junho, na Real Base Naval de Devonport, em Plymouth, Reino Unido, foi realizada a Mostra de Armamento do Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” e a assunção do Comando do navio pelo Capitão de Mar e Guerra Giovani Corrêa.

A cerimônia foi presidida pelo Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, Chefe do Estado-Maior da Armada, e contou com a presença do Embaixador do Brasil junto ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, Senhor Eduardo dos Santos e o Comandante da Esquadra da Marinha do Reino Unido, Vice-Almirante Ben Key. A senhora Patrícia Monteiro da Costa, madrinha do navio, conduziu, a bordo, o primeiro Cerimonial à Bandeira.

O navio somará à Marinha do Brasil importantes capacidades anfíbias e de operações navais com helicópteros embarcados para a manutenção da segurança do Atlântico Sul e a defesa dos interesses marítimos do País em qualquer parte do planeta.

Projetado para operar com até sete aeronaves em seu convoo e 12 no hangar, pode transportar Grupamentos Operativos de 500 a 800 Fuzileiros Navais e projetá-los por movimentos helitransportados, ou por superfície, empregando suas quatro lanchas de desembarque, a partir de uma distância de até 200 milhas da costa (cerca de 321 km). Possui, ainda, diversas salas de planejamento para uso de Estado-Maior.

É dotado de um Sistema de Combate que integra o Sistema de Comando e Controle LPH CMS, quatro canhões de 30mm DS30M Mk2, dois Radares 1007, um Radar 1008 e do moderníssimo Radar Artisan 3D 997, com elevada capacidade de detecção e acompanhamento.

Nas próximas três semanas, o navio passará por um intenso programa de treinamentos no porto e no mar com o reconhecido e rigoroso Centro de Instrução da Marinha do Reino Unido Flag Officer Sea Training. A chegada ao Brasil está prevista para o final de agosto, em data próxima ao aniversário da Aviação Naval.

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/PHM-Atl%C3%A2ntico-Foto-Tenente-T%C3%A1ssia-Navarro-Centro-de-Comunica%C3%A7%C3%A3o-Social-da-Marinha.jpg)

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/06/30/porta-helicopteros-multiproposito-phm-atlantico-e-incorporado-a-marinha-do-brasil/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 07, 2018, 02:18:06 am
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 07, 2018, 02:21:42 am

Incorporação do Porta Helicópteros Multipropósito Atlântico (A 140)
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 09, 2018, 09:15:21 pm

Vídeo: mais detalhes do Porta-Helicópteros Atlântico A140
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 11, 2018, 09:35:23 pm
PHM ‘Atlântico’ pronto para o FOST – Flag Officer Sea Training

(https://cdn2.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2018/07/CHEOP-superestrtura.jpg)

Citar
O Porta Helicópteros Multipropósito Atlântico (A 140) após um longo período quando sua tripulação passou por inúmeros treinamentos e cursos, se prepara agora para seu treinamento final antes de suspender de Plymouth – UK para o Brasil. Quando suspender para realizar o FOST – Flag Officer Sea Training, o CMG Giovani Corrêa, comandante do PHM Atlântico poderá por a prova toda a preparação de sua tripulação, na inspeção que será realizada por uma equipe da Royal Navy, a qual levará o navio ao limite, simulando situações onde a tripulação será avaliada. O navio realizará vários exercícios nos seguintes setores: Navegação, Controle de Avarias, Manobra do navio, condução do sistema de máquinas e emprego da lancha e EDVP – Embarcação de Desembarque de Viatura e Pessoal (LCVP MK5B). Além da tripulação, todos os equipamentos revisados pela Babcock serão avaliados afim de comprovar que o navio está pronto para sua viagem ao Brasil.

MATÉRIA NA ÍNTEGRA: http://www.defesaaereanaval.com.br/phm-atlantico-pronto-para-o-fost-flag-officer-sea-training/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: mafets em Julho 13, 2018, 10:51:27 am
Menos mal. Pelo menos não vem desarmado.

http://tecnodefesa.com.br/phm-a-140-atlantico-e-armado-com-canhao-bushmaster-mk-44-ii-de-30-mm/ (http://tecnodefesa.com.br/phm-a-140-atlantico-e-armado-com-canhao-bushmaster-mk-44-ii-de-30-mm/)
Citar
O porta-helicópteros multifunção A-140 Atlântico, recentemente incorporado a Marinha do Brasil, e ainda no Reino Unido, teve seu armamento defensivo trocado.

Foram removidos os sistemas CIWS Phalanx com seis canos giratórios (venda negada ao Brasil), e em seu lugar foram instalados canhões automáticos de 30 mm Orbital ATK Bushmaster II MK.44 (MSI Defense Systems).

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F07%2Fatlantico_ocean.jpg&hash=51621e069db6328f356c1a2f54802362)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F07%2F15344803260_3a3da5e7a7_k-696x462.jpg&hash=966fc254c1ec3e9a0c477d037c4287f1)

Saudações
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Julho 16, 2018, 08:21:10 pm
A Marinha do Brasil leva o A-140 Atlântico para o mar pela primeira vez

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F07%2FA140_Atlantico-1.jpg&hash=3842d3a1e84465ee936337e6bdf382b0)

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A Marinha do Brasil leva seu novo brinquedo para o mar pela primeira vez.

O antigo HMS Ocean, o único porta helicópteros da Royal Navy, foi vendido por 85 milhões de libras a ser pago em prestações.

Dando sequência aos treinamentos da tripulação do PHM A-140 Atlântico, tarefa sob responsabilidade do Flag Officer Sea Training (FOST), organização da Real Marinha Britânica encarregada de formar e reciclar tripulantes britânicos e dos países que adquirem navios ingleses, o novo navio da Marinha do Brasil se fez ao mar para treinamento de sua tripulação.

Durante essa curta saída ao mar foram verificados a proficiência da tripulação brasileira em procedimentos de porto, manobras e evoluções com o navio, operação dos sistemas de propulsão, suporte de vida a bordo, controle de avarias, etc.

O principal período de treinamento e testes é chamado de Treinamento Operacional Básico no Mar ou Basic Operational Sea Training (BOST), que normalmente dura seis semanas.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F07%2FA140_Atlantico1-696x602.jpg&hash=e41947daffb3dc31154f7587f6cd65ea)

O BOST combina levantamentos das condições físicas do navio com testes de preparação da tripulação, incluindo um cenário semanal de combate e controle de danos conhecido como ‘Guerra da Quinta-Feira’.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ftecnodefesa.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F07%2FA140_Atlantico2-696x467.jpg&hash=f81457a2d718ce7d2d85db08f0ba5c5c)

Após a conclusão do treinamento FOST, o PHM A-140 Atlântico estará em condições de empreender a viagem de traslado para o Brasil. O navio deverá chegar ao Rio de Janeiro no final do mês de agosto, quando será oficialmente apresentado aos brasileiros.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/a-marinha-do-brasil-leva-o-a-140-atlantico-para-o-mar-pela-primeira-vez/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Julho 17, 2018, 01:59:25 pm
Vídeo mostra a 1.ª saída do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” iniciando a fase de mar para a inspeção operativa

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Após passar por uma inspeção de material do Centro de Treinamento da Marinha do Reino Unido, Flag Officer Sea Training (FOST), e por um intenso programa de exercícios no porto, o navio suspendeu, nesta segunda-feira, 16 de julho, da Base Naval de Devonport, em Plymouth, na Inglaterra, para início da fase de mar da inspeção operativa.

Durante a fase de porto, a equipe do FOST verificou se os equipamentos e sistemas de bordo estavam operando de acordo com seus rigorosos padrões de eficiência e segurança, comprovando a qualidade dos serviços executados durante o período de manutenção no Reino Unido.

O grupo também testou a organização administrativa e de combate do navio, com o propósito de verificar o nível de adestramento da tripulação para a condução do navio e para responder, de forma eficaz, as eventuais emergências. O programa dessa nova Fase, com duração de cinco dias, prevê a execução de exercícios de navegação em águas restritas e em baixa visibilidade; fundeio de precisão; avarias operacionais de máquinas; avaria no sistema de governo e combate a incêndios e alagamentos; manobras com a lancha e viaturas anfíbias; lançamento do pontão e; recolhimento de homem ao mar.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com/2018/07/video-mostra-1-saida-do-porta.html

Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Julho 18, 2018, 06:49:58 pm
PHM Atlântico: Marinha do Brasil estuda adotar sistema CIWS para reforçar a defesa do navio

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/Oerlikon-Millennium-35-mm-Naval-Revolver-Gun.jpg)

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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval


O Comando da Marinha está considerando a importação de alguns sistemas do tipo CIWS (Close-in Weapon System), para defesa antiaérea a curta distância, aptos a reforçar as capacidades do porta-helicópteros multipropósito Atlântico (ex-HMS Ocean).

A informação foi passada ao Poder Naval por um oficial que acompanha a preparação do navio para a travessia que ele fará até o Rio de Janeiro, no mês de agosto.

Os chefes navais brasileiros devem deixar de lado, nas suas análises acerca de um CIWS para o porta-helicópteros, o equipamento americano Phalanx – que pode custar mais de 13 milhões de dólares por unidade em sua versão básica (Block 1B) –, considerado caro demais e de manutenção igualmente dispendiosa.

Tais exames devem se centrar sobre equipamentos de performance semelhante à do Phalanx (cuja cadência de tiro é de 4.500 disparos por minuto), produzidos por indústrias de material de Defesa da África do Sul (Denel 35mm Dual Purpose Gun), e Suíça (Oerlikon Millennium 35 mm Naval Revolver Gun). O sistema Goalkeeper holandês, que está sendo modernizado, custa quase o dobro do CIWS Phalanx e por isso deve ser destartado.

Segundo a fonte, estão fora desse estudo por enquanto as opções russa (Pantsir-M) e chinesa (Type 730).

O empenho da Marinha do Brasil (MB) em obter um CIWS para o Atlântico, pode traduzir a preocupação dos chefes navais com a impossibilidade de prover os deslocamentos do navio de uma escolta adequada, dotada de proteção antiaérea de ponto.

O mais indicado, nesse caso, seria empregar “fragatas antiaéreas”, algo impensável no momento, dado o esforço para se obter apenas quatro corvetas de 3.000 toneladas…

NAe São Paulo –

 Antenas de comunicações e radomes (cúpulas) protetores que se encontravam em pontos elevados da “ilha” do porta-aviões São Paulo – desmobilizado em fevereiro de 2017 –, já foram removidos da embarcação e se encontram guardados para o seu possível reaproveitamento no PHM Atlântico.

O planejamento de desmobilização do São Paulo, ao longo de três anos, vem trazendo certa perturbação a uma faixa da oficialidade que, em visitas incidentais ao navio, lamenta profundamente a baixa de seu único navio-aeródromo capaz de operar aeronaves de asa fixa.

Apesar de cuidado por tripulação reduzida – e de já ter sido esvaziado de vários dos seus componentes –, o navio conserva o aspecto de uma unidade em bom estado – o que não se aplica, claro, ao grupo propulsor, ou ao funcionamento de setores críticos como as catapultas.

No Comando da Marinha não se comenta a possibilidade de o sucessor do atual Comandante, almirante Leal Ferreira, vir a modificar o plano de dar baixa no porta-aviões, mas é visível a determinação dos almirantes de, por meio do Programa de Obtenção de Navios-Aeródromos (PRONe), conseguir para a Força um porta-aviões de concepção atualizada dotado de sistema de catapulta convencional.

O planejamento original previa que esse navio pudesse ser completado até o ano de 2028, época em que, de acordo com as evidências do presente, a construção do navio ainda deve estar sendo planejada.

A Marinha tencionava obter dois porta-aviões, mas questões básicas – como o local onde a primeira dessas embarcações será construída – permanecem indefinidas.

Nesse momento, as atenções do Comando da Marinha estão totalmente concentradas na viabilização do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) – quatro convencionais da Classe Scorpène e um de propulsão nuclear –, e na obtenção dos recursos que garantam a construção dos quatro navios da Classe Tamandaré.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/07/17/phm-atlantico-marinha-estuda-adotar-sistema-ciws-para-reforcar-a-defesa-do-navio/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 01, 2018, 09:05:58 pm
PHM Atlântico zarpa do Reino Unido rumo ao Brasil

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-zarpando-rumo-ao-Brasil.jpg)

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O porta-helicópteros multipropósito (PHM) Atlântico zarpou hoje da Base Naval de Devonport em Plymouth no Reino Unido rumo ao Brasil.

O navio fará escala em Lisboa e deverá chegar o Brasil na segunda quinzena de agosto.

O PHM Atlântico (Ex-HMS Ocean), incorporado à MB no dia 29 de junho, foi adquirido por £ 84 milhões e adaptado e reparado pelas companhias Babcock e a BAE Systems para o serviço na Marinha do Brasil.

Após a incorporação, o navio passou por um intenso programa de treinamentos no porto e no mar com o reconhecido e rigoroso Centro de Instrução da Marinha do Reino Unido Flag Officer Sea Training.

Projetado para operar com até sete aeronaves em seu convoo e 12 no hangar, o PHM Atlântico pode transportar Grupamentos Operativos de 500 a 800 Fuzileiros Navais e projetá-los por movimentos helitransportados, ou por superfície, empregando suas quatro lanchas de desembarque, a partir de uma distância de até 200 milhas da costa (cerca de 321 km). Possui, ainda, diversas salas de planejamento para uso de Estado-Maior.

É dotado de um Sistema de Combate que integra o Sistema de Comando e Controle LPH CMS, quatro canhões de 30mm DS30M Mk2, dois Radares 1007, um Radar 1008 e do moderníssimo Radar Artisan 3D 997, com elevada capacidade de detecção e acompanhamento.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/08/01/phm-atlantico-zarpa-do-reino-unido-rumo-ao-brasil/

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-zarpando-rumo-ao-Brasil-2.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/140i.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/140z.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/140k.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/A140d.jpg)

 :G-beer2:
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 07, 2018, 02:26:07 pm

PHM Atlântico (A 140) chegando a Lisboa
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 18, 2018, 05:34:14 am
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 22, 2018, 02:16:07 pm
Fotos do Porta-Helicópteros Atlântico na PASSEX com o Navio-Escola Brasil

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-a-1024x682.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-5a-1024x682.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-4a-1024x682.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-3a-1024x682.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-2a-1024x682.jpg)

 :G-beer2:

FOTOS: Guarda-Marinha Toshio Ito / https://www.naval.com.br/blog/2018/08/21/fotos-do-porta-helicopteros-atlantico-na-passex-com-o-navio-escola-brasil/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 26, 2018, 06:56:26 pm

Chegada do Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 20, 2018, 04:48:54 pm
Porta-helicópteros Atlântico receberá três lançadores de mísseis Mistral no próximo semestre

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/PHM-Atl%C3%A2ntico-na-PASSEX-com-o-NE-Brasil-2a-1024x682.jpg)

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Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval


A Marinha do Brasil irá instalar, ainda no primeiro semestre de 2019, três lançadores de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Mistral no porta-helicópteros Atlântico (A140).


 
Esses lançadores ocuparão as posições originalmente reservadas pela Marinha Real – antiga proprietária da embarcação – ao sistema de autodefesa aproximada CIWS (Close-in Weapon System) Phalanx (removido antes da entrega do navio ao Brasil): uma na proa e duas na popa, em “bandejas” situadas abaixo do convés de voo, à boreste e à bombordo.

O serviço terá o apoio da Diretoria de Sistema de Armas da Marinha (DSAM), e será iniciado tão logo o navio retorne da Aspirantex 2019, comissão de que participará no primeiro bimestre.

“Não poderemos aproveitar as bases construídas para receber o Sistema Phalanx”, explicou o comandante do Atlântico, capitão de mar e guerra Giovani Corrêa, de 47 anos. “Precisaremos construir outras bases, montar os lançadores e, claro, testar o conjunto”.

Extremamente gentil e colaborativo, Corrêa recebeu a reportagem do Poder Naval a bordo do seu navio, no início da tarde da última quinta-feira (13.12), no Pier Mauá da cidade do Rio de Janeiro.

A conversa, de duas horas e dez minutos, irá redundar em três reportagens especiais que o PN publicará, retratando o impacto causado pela aquisição do porta-helicópteros, tanto na Esquadra quanto na Força Naval Brasileira em geral.

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/12/Lan%C3%A7ador-duplo-de-m%C3%ADsseis-antia%C3%A9reos-Mistral.jpg)

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/03/MBDA_Mistral-2-640x261.jpg)

ITAR – OMAS (míssil superfície-ar) Mistral é uma arma bastante conhecida. Seu alcance é de até 6.000 m.

De acordo com um texto liberado pela a Marinha, a 29 de maio de 2017 o Batalhão de Controle Aerotático e Defesa Antiaérea da Divisão Anfíbia do Corpo de Fuzileiros Navais realizou, na Restinga da Marambaia (RJ), um disparo bem sucedido desse vetor, que “possui um sistema de guiamento por infravermelho de segunda geração, (…) resistente a contramedidas”.

O PN quis saber por que o Atlântico não reteve o CIWS Phalanx, sistema reconhecidamente eficiente e usado pelas principais marinhas do Ocidente.

Sua remoção suscitou diferentes hipóteses: falta de autorização de Washington para que a Marinha Brasileira o operasse, falta de recursos para comprar e manter o equipamento…

“Não foi nada disso”, atalha o comandante Giovani. “Inicialmente quero dizer: não acredito que, se a Marinha manifestasse o desejo de ficar com o Phalanx, essa permissão nos fosse negada. O problema é que, se insistíssemos nessa aquisição, o navio estaria, até hoje, na Inglaterra.

E isso pelo fato de que a compra do Phalanx exige uma autorização especial do governo dos Estados Unidos, denominada ITAR (International Traffic in Arms Regulations), e a tramitação dessa solicitação nunca leva menos que sete meses.

Para agravar a situação, a Marinha Real nos pedia que transferíssemos o antigo HMS Ocean para o Brasil no menor espaço de tempo possível, já que eles necessitavam dos 300 tripulantes britânicos que se encontravam a bordo do navio quando fomos busca-lo.

Esse pessoal era requisitado para embarque urgente nos dois novos porta-aviões britânicos: o HMS Queen Elizabeth e o HMS Prince of Wales.

Investigamos, como alternativa ao Phalanx, a possibilidade de adquirir o CIWS Goalkeeper, mas isso não se revelou viável.

Decidimos, então, montar a autodefesa do navio com o Mistral e os canhões de 30 mm [quatro exemplares do modelo DS30M Mk.2], além do armamento de menor calibre. Para o momento que vivemos é bastante aceitável”.

VF-1 – O comandante do porta-helicópteros falou também sobre a questão dos escoltas necessários aos deslocamentos do seu navio.

“Os escoltas nos proporcionariam maior defesa contra ameaças aéreas. Mas a Esquadra, apesar de lidar com algumas limitações, não está incapacitada de nos prover escoltas. Temos operado com nossas fragatas.

Além disso, é preciso lembrar: devido à sua capacidade militar e logística, o HMS Ocean participou de muitas missões no Mediterrâneo e em outros pontos do globo com escolta muito reduzida, e que aproveitava a companhia de embarcações de outras marinhas.

No caso da costa ocidental da África, por exemplo, a escolta de um navio classe “Amazonas” é perfeitamente suficiente, e não por nossa causa, especificamente, mas porque esse navio-patrulha seria adequado aos treinamentos com as marinhas africanas amigas”.

No capítulo da “capacidade militar”, o CMG Giovani lembra o raio de ação do radar Artisan, que tem operativo a bordo do Atlântico:

“Com o nosso radar, que permite varreduras a 130 milhas [240,76 km] de distância, podemos, perfeitamente, montar bons exercícios táticos com as aeronaves do Esquadrão Falcão [VF-1]”.

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/07/PHM-Atl%C3%A2ntico-A140-1024x652.jpg)

Construção da relação – O comandante do Atlântico diz que, ao viajar para o Reino Unido com a missão de buscar o porta-helicópteros, sentiu, perfeitamente, que participava da “construção de uma relação”.

“A mim não espanta o recebimento, pela nossa Marinha, de um navio da Marinha Real que esteja disponível.

Os britânicos demonstram claramente que desejam consolidar a ligação conosco. E, se pararmos para pensar, tem sido assim há décadas. Quantos navios que pertenceram ao Reino Unido nós já não operamos?

Atualmente eles estão sempre dispostos a nos ajudar.

No início do segundo semestre, embarcamos uma equipe britânica para nos assessorar durante a travessia de Plymouth para o Rio. A preocupação, naquele momento, era lidar com a propulsão do navio.

Nesse instante tenho especialistas da Marinha Real instruindo o nosso pessoal sobre a manutenção do sistema de combate; um tempo atrás tivemos dúvidas sobre as condições de mar que nos permitiriam usar as lanchas de desembarque que trazemos a bordo. Especialmente no momento da abicagem na praia. Entramos em contato com eles e recebemos todos os esclarecimentos, sem nenhum problema.

(https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/08/Fotos-a%C3%A9reas-da-chegada-do-PHM-Atl%C3%A2ntico-ao-Rio-de-Janeiro-5-1024x682.jpg)

O impacto na Esquadra – Giovani Corrêa demonstra entusiasmo com a renovação de meios da Esquadra:

“Minha impressão é de que a aquisição deste porta-helicópteros e a incorporação de uma nova classe de submarinos revitalizaram muito as expectativas dentro da Marinha.

E não é para menos: com esse navio a Força pode ir a qualquer lugar no planeta. Temos a possibilidade de ir até a Índia e voltar sem necessidade de reabastecer.

Durante a travessia para o Rio, à velocidade de 17 nós, consumimos 40.000 litros de combustível/dia, e transportamos 1,6 milhão de litros de combustível em nossos tanques… Viajando a 10 nós, consumimos 24.000 litros de combustível/dia, e transportamos 1,6 milhão de litros!

Isso para não falarmos em outro dado impressionante: o de que temos a capacidade de embarcar 1,5 milhão de litros de combustível de Aviação”.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/12/18/porta-helicopteros-atlantico-recebera-tres-lancadores-de-misseis-mistral-no-proximo-semestre/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 20, 2018, 05:02:47 pm
Helicópteros da FAB e do EB vão operar no PHM Atlântico

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Citar
Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval


Dentro da doutrina preconizada pelo Ministério da Defesa, em Brasília, de compartilhar a plataforma de voo do porta-helicópteros multipropósito Atlântico com aeronaves do Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB). O sistema também foi empregado na Inglaterra, onde helicópteros da Royal Navy, do Army Air Corps e da Royal Air Force operaram juntos, rotineiramente, no então HMS Ocean.

Representantes das três Forças acordaram que essa cooperação terá início pelo embarque no navio (em data ainda não definida) de uma aeronave H-36 Caracal da FAB.

“Há dois motivos para isso”, explicou ao Poder Naval o comandante do Atlântico, capitão de mar e guerra Giovani Corrêa. “Em primeiro lugar por causa da comunalidade do equipamento. Exército e Marinha também usam essa aeronave [adquirida pelas Forças no âmbito do Programa HX-BR], e, em segundo lugar, porque a FAB já tem uma boa experiência no serviço SAR [Busca e Salvamento] sobre o mar”.

A 8 de agosto passado o Esquadrão Puma (3º/8º GAV), sediado na Ala 12, do Rio de Janeiro, recebeu o seu mais novo Caracal – FAB 8515 –, montado e testado na fábrica da  Helibras em Itajubá (MG).

A aeronave foi entregue com um novo sistema de detecção de fogo nos motores, totalmente pneumático. Além disso, é a primeira da FAB equipada com o Spectrolab Searchlight, um farol de busca de alta capacidade, também compatível com equipamentos de visão noturna.

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Helicópteros armados – O comandante Giovani diz que sua embarcação receberá os três modelos de helicópteros que vão ampliar, exponencialmente, a capacidade de intervenção armada da Força Aeronaval:

AH-11B Super Lynx dotados de mísseis anti-navio de médio alcance (25 km) Sea Skua; SH-16 Sea Hawk equipados com vetores Penguin, também para alvos de superfície; e UH-15B – modelo similar ao H-36 da FAB –, equipado com o conhecido Exocet MM-40.

Ao todo, estarão disponíveis 19 aeronaves de combate bastante atualizadas:

8 Super Lynx remotorizados (talvez o melhor fosse dizer “remoçados”) por um par de turbinas Rolls Royce T800, superiores em desempenho e que oferecem maior disponibilidade que os antigos propulsores Gen 42.

Além de melhorias notáveis em aviônica, MAGE e sensores; 6 SH-16, helicóptero famoso por sua “vocação” para a guerra antissubmarina, mas que também impressiona positivamente a oficialidade da Força Aeronaval por suas capacidades de engajamento na guerra de superfície e na guerra eletrônica. A forma segura com que o SH-16 passa, de dia ou à noite, do voo nivelado para o voo pairado sobre o mar, facilita eventuais operações SAR; 5 UH-15B, que, em cenários de perigo real, garantirão a capacidade dissuasória de um Grupo Tarefa.

Mas o comandante Giovani explica que o processo de qualificação das tripulações e, por conseguinte, de certificação dos aparelhos para a operação a bordo do Atlântico é, forçosamente, minucioso e lento:

“Em primeiro lugar, essas aeronaves são empenhadas em diferentes ‘envelopes de vento’. Ou seja, elas voam sob diferentes intensidades de vento. Depois vem a fase em que os tripulantes precisam decolar e pousar nos horários de lusco-fusco, do entardecer. Mais tarde eles farão voos noturnos sobre o Atlântico, para conhecer e aprender a reconhecer as luzes do navio. A última etapa é a da operação com óculos de visão noturna, o chamado equipamento NVG (Night Vision Goggles)”.

O serviço de revitalização dos Super Lynx na Inglaterra, por exemplo, inclui um painel de instrumentos compatibilizado com os recursos do NVG.

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Passadiço – O convés de voo do PHM Atlântico não oferece qualquer impedimento à recepção e operação dos helicópteros mais pesados da Marinha e das outras Forças.

Na Royal Navy, durante as operações da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o convoo recebia regularmente o convertiplano militar Bell Boeing V-22 Osprey, aparelho multifunção que, carregado, com o dobro do peso da aeronave russa de assalto aéreo Mi-35M4, de 12 toneladas – na FAB conhecida como AH-2 Sabre.

O comandante Giovani leva o repórter do Poder Naval a um canto do passadiço de seu navio, debruçado sobre a pista de Aviação, e mostra que o Osprey se utilizava regularmente uma posição à ré do convoo.

Abaixo do convés de voo, no convés do hangar, o oficial destaca para o PN duas grandes cortinas metálicas que se encontram recolhidas e, segundo ele, dividem essa área em três compartimentos – recurso que serve, entre outras coisas, para impedir a expansão de fumaça durante uma emergência com fogo.

Por todo o interior do navio há suportes com (quatro ou oito) caixas pequenas, cor de laranja, presas nas anteparas da embarcação. “Máscaras contra fumaça”, explica o CMG Giovani, “lição [da Guerra] das Malvinas. Os ingleses são muito aplicados. Durante o conflito eles perderam muitos tripulantes que foram intoxicados pela fumaça causada pelas explosões a bordo dos seus navios. Assim, a fumaça virou um inimigo importante, e navios como o Atlântico estão, agora, preparados para resistir à fumaça”.

O porta-helicóptero brasileiro é operado por 432 tripulantes, exatamente o mesmo número de homens e mulheres que havia no Ocean.

Desde que passou às mãos dos militares brasileiros o navio nunca precisou enfrentar uma emergência com chamas e fumaça, mas a brigada anti-fogo do Atlântico, subordinada ao Controle de Avarias, está formada por 40 homens treinados para, em caso de emergência, fechar as portas estanques marcadas com um “Y”, de Yankee, e manter abertas as portas que trazem um “Z”, de Zulu.

“Fechar diversas portas do interior do navio, indistintamente, poderia dificultar muito o deslocamento da equipe de combate a incêndio”, esclarece o comandante do barco. “Assim, eles identificaram rotas, e selecionaram algumas portas que precisam ser mantidas abertas, de forma a que se possa alcançar qualquer ponto do navio com rapidez”.

O setor de atendimento médico do navio não é grande – leito de UTI, por exemplo, só existe um – porque “aqui nós oferecemos ao tripulante ferido com gravidade um primeiro atendimento. Logo que possível ele é transferido por helicóptero para uma base, ou mesmo para outro navio ( como o NDM Bahia) que possui melhores condições para trata-lo”.

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NAeL Minas Gerais – Nestes dias às vésperas do Natal, o PHM Atlântico “descansa” no cais do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro que era utilizado pelo icônico NAeL Minas Gerais (A-11).

Nas palavras de Giovani há um misto de emoção e orgulho: “o pessoal do Arsenal se esmerou em nos entregar um espaço com ótimas condições de abastecimento de energia, onde podemos nos preparar, com toda a tranquilidade, para as comissões que nos forem sendo atribuídas”.

O comandante não entra em detalhes, mas a previsão é de que o porta-helicópteros faça cerca de 150 dias de mar ao ano.

A próxima missão é a Aspirantex, logo no início de 2019, que levará o porta-helicópteros brasileiro à sua primeira estadia em porto estrangeiro: Montevidéu.

FONTE: https://www.naval.com.br/blog/2018/12/20/helicopteros-da-fab-e-do-eb-vao-operar-no-phm-atlantico/
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Lusitano89 em Março 27, 2019, 07:11:24 pm
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Maio 24, 2019, 08:03:46 pm
Aderex-I 2019: Marinha adestra seus meios navais e aeronavais – Parte I

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Por Guilherme Wiltgen

Pontualmente as 13h30, o novo Capitânia da Esquadra brasileira, o Porta-helicópteros Multipropósito Atlântico (A 140), largou o cais do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) para dar início a operação Aderex-I 2019 e a Passex com a Mission Jeanne d’Arc, com a Marine Nationale (Marinha Nacional Francesa).

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Para essa comissão, o CMG Giovani Corrêa, Comandante do Atlântico, recebeu a bordo o Vice Almirante José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, Comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh), e o Contra Almirante Luiz Roberto Cavalcanti Valicente, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra (DIV-2).

Segurança de voo

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Os procedimentos de segurança de voo se iniciaram com um briefing para os militares destacados e civis convidados. Na sequência, a Equipe de Manobra (EQMAN) e crash, iniciou a Patrulha do DOE (Danos por Objetos Estranhos), que tem por objetivo inspecionar todo o convoo a procura de qualquer objeto que possa ser aspirado pelas aeronaves ou atirados contra os tripulantes, evitando danos pessoais e materiais durante as atividades com os helicópteros.

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Pouco antes de cruzar o través da Escola Naval, o navio entrou em postos de combate e, de forma simulada, iniciou navegação em canal varrido e sob baixa visibilidade.

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Para quem observava o exercício, o dia ensolarado que fazia no Rio de Janeiro, contrastava com a situação simulada que se passava dentro do passadiço.

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Enquanto isso, também era simulado um exercício de ameaça assimétrica com o Navio Patrulha Oceânico Apa (P 121), que fez o papel de Figurativo Inimigo (FIGIN).

QRPB – Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo

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Para a Aderex, participaram as aeronaves UH-12 Esquilo N-7082 e N-7088, do 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), dois H225M, sendo o UH-15 Super Cougar N-7104 e o UH-15A Super Cougar N-7201, do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), e o SH-16 Seahawk N-3037, do 1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1). Estas aeronaves formaram o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) para esta comissão.

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Antes de cruzar a boca da barra, o PHM Atlântico entrou em postos de voo e pouco tempo depois, já navegando fora da Baía de Guanabara, o silencioso convoo deu lugar ao ensurdecedor som dos rotores das primeiras aeronaves que pousaram no navio, provenientes da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), onde os Esquadrões estão baseados.

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Tendo como pano de fundo a cidade do Rio de Janeiro, o Pégasus 04 realizou o primeiro pouso a bordo, iniciando a partir daí a qualificação e requalificação de pouso a bordo (QRPB), seguido do UH-15A,  versão especializada para missões de SAR (Search and Rescue) e C-SAR (Combat – SAR).

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Na sequência pousou o Guerreiro 37 e os Águias 82 e 88, dos Esquadrões HS-1 e HU-1, respectivamente.

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O QRPB consiste em realizar vários circuitos com pousos e decolagens de spot’s diferentes, inclusive com a entrada lateral, com aeronaves spotadas a vante e a ré.

O PHM Atlântico possui 7 spots, sendo na proa o spot Alpha e 1 (Uno) utilizados por aeronaves até a classe do AH-11B Super Lynx. Os spot’s 2 ao 6, da proa à popa, possuem capacidade de operar com helicópteros médios/pesados e com o MV-22 Osprey, o que capacita a Marinha do Brasil a operar com aeronaves de Marinhas amigas, provendo desta forma, a interoperabilidade com outras Forças, adquirindo uma importante capacidade nas operações conjuntas no mar ou em missões de ajuda humanitária.

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Durante a realização do QRPB, a Equipe de Manobra (EQMAN), vai se adestrando e seguindo as ordens do orientador, peiando as aeronaves no convoo.

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No Departamento de Aviação, sob olhar atento do Chefe do Departamento de Aviação (CheAVI), do Sub Chefe do Departamento de Aviação (SubAVI) e do controlador aéreo, as aeronaves eram controladas e alternadas para o pouso abordo  nos spot’s pré-determinados. Tudo em total sinergia com a EQMAN no convoo e dos sinais do orientador, que de forma sistemática, trazia as aeronaves para bordo em total segurança, demonstrando um alto grau de operacionalidade do navio.

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O cair da noite não interrompe a frenética atividade dos helicópteros no convoo e não significa o final das atividades aéreas, que se estendeu pelo período noturno para os Esquadrões HU-2 e HS-1.

A capacidade de operar a noite com o emprego de Óculos de Visão Noturna (OVN), é o próximo desafio e que deve ocorrer em Julho próximo. Para que isso ocorra, o Esquadrão HS-1 recebeu instrução do 5º/8º GAV – Esquadrão Pantera, da Força Aérea Brasileira, e o HU-2 do Centro de Instrução de Aviação de Exército (CIAvEx) e do 1º Batalhão de Aviação do Exército (1° BAvEx).

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Em paralelo, o Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS) embarcou um grupo chefiado por um Engenheiro para fazer as medições de luminosidade do convoo, afim de se determinar o nível correto para utilização com segurança do OVN durante as operações aéreas noturnas embarcadas.

A operação aérea embarcada utilizando o OVN, vai aumentar substancialmente a capacidade de combate do PHM Atlântico, podendo operar aeronaves de ataque ASW e ASuW diuturnamente. Em breve, além do SH-16 Seahawk armado com torpedos e o míssil anti-navio Penguin, também vai operar com o AH-11B Super Lynx, recentemente modernizado, e com o AH-15B Super Cougar, que será recebido em breve pela MB, capaz de transportar dois mísseis AM-39 Exocet. Para missões SAR, além do UH-15A, no final desse ano, ainda serão recebidos os três Airbus Helicopters EC135 (designados UH-17 na MB), que também deverão embarcar no navio.

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FONTE: https://www.defesaaereanaval.com.br/artigos/aderex-i-2019-marinha-adestra-seus-meios-navais-e-aeronavais-parte-i
Título: Re: Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico"
Enviado por: Vitor Santos em Maio 29, 2019, 01:08:42 pm