ForumDefesa.com

Forças Armadas e Sistemas de Armas => Exército Português => Tópico iniciado por: Grumete em Julho 23, 2017, 04:08:45 pm

Título: Reforma do Exército
Enviado por: Grumete em Julho 23, 2017, 04:08:45 pm
Gostaria de saber qual as opiniões dos foristas em relação a uma possível/hipotética reforma do Exército Português de forma a simplificar e modernizar a orgânica do Exército Português.
Uma reforma que a meu ver seria de extrema importância quer para o Exército, quer para as Forças Armadas, pois cada vez mais vemos o orçamento da defesa ser gasto em coisas que parecem não ser tao urgentes quanto outras. Qual a vossa opinião?
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 02, 2019, 07:43:41 pm
Alguém me pode confirmar se esta orgânica do Nosso Exército é a que está em vigor ?

É que se for esta a orgânica actual, e sabendo que as orgânicas dos batalhões/grupos rondarão os 600 efectivos e as companhias/batarias/esquadrões independentes a 120 homens cada, seriam necessários quase 15.000 efectivos. para formar esta Força Operacional Permanente do Exército.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/jk8elr.png) (https://imageshack.com/i/pnjk8elrp)

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Janeiro 02, 2019, 08:23:55 pm
Nope...
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 02, 2019, 08:34:25 pm
Nope...

Nope… não é ou não sabes ??? ;)
Só em batalhões contei 23!

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 02, 2019, 08:40:57 pm
Lá descobri este organograma na página do Exército:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/HNoJaR.png) (https://imageshack.com/i/pnHNoJaRp)

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Janeiro 02, 2019, 08:54:05 pm
Não é.  :mrgreen: Basta ver a BrigMec com o 2º BIMec e RC4. Onde isso já vai.

Mas prefiro aquele esquema ao actual do site do Exército.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 02, 2019, 09:10:36 pm
Não é.  :mrgreen: Basta ver a BrigMec com o 2º BIMec e RC4. Onde isso já vai.

Mas prefiro aquele esquema ao actual do site do Exército.


Então mas o GCC é uma unidade independente ?? Não é parte do RC4 ??
É que para mim, está correcto ser o GCC, e mais, deveria ser o GCC4, para manter a sua ligação á unidade de origem !
mas também penso que é o que deveria acontecer com todas as restantes unidades do Exército, sofrerem um downgrade no seu escalão, regimental para batalhão/grupo, para assim, se poderem retirar efectivos da unidade formadora, ajudar a recompletar outras, e, mais importante se poder reduzir o exorbitante numero de oficiais superiores, em especial os coronéis, e oficiais generais, isto de termos coronéis a comandar batalhões (-) (-), que não passam de companhias reforçadas dá no que dá em termos de totais de oficiais e sargentos para um Exército de 12.000 almas, são metade do total !

agora mudando de assunto, o actual organograma, se é que posso chamar isso, não permite detectar qual  o escalão da subunidade/unidade enquadrada na respectiva Brig, nos reg que fornecem os bat inf ou os grupos art camp/cavalaria quase tudo mais ou menos esclarecido, mas, nos restantes…….
Por exemplo, onde estão as BF que faltam para os dois GAC's, se é que são GAC's, dos RA4 e RA5, orgânicos das Brig, cada grupo tem 03 batarias de tiro, a 06 BF cada, mas nós só temos 21 L119 !
E as (sub)unidades de reconhecimento das duas Brig são esquadrões ou grupos ???
A AA é composta por pelotões/batarias ou Grupos??? esta ultima opção é só para rir  :mrgreen:

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 03, 2019, 12:38:04 am
O GAC da BrigInt é composto por duas BBF com 12 155mm M114.

O GAC da BrigRR é composto por 3 BBF com 18 105mm Light Gun e 1 Bateria de Morteiros Pesados de 120mm, o pessoal da 3.ª BBF é o mesmo da BMP, treina com ambos os materiais.

Devido ao carácter expedicionário da BrigRR, um GAC, equipado com Obuses 105mm Light Gun/30/m98, foi desde logo equacionado para fornecer o apoio de fogos orgânico a esta Brigada com características muito específicas2. Neste sentido o GAC/BrigRR é atualmente equipado por dois materiais, o Obus 105mm Light Gun/30/m98 e o Morteiro 120 mm m/90 Tampella “Tipo Standard”, sendo constituído por três Baterias de bocas-de-fogo (Btrbf) e uma Bateria de Morteiros Pesados (BtrMortPes) (Grilo, 2012). No entanto o GAC/BrigRR apresenta ainda algumas limitações que necessitam ser analisadas e melhoradas de forma a cumprirem todos os requisitos exigidos a uma unidade de AF que apoie uma Operação Aerotransportada
Fonte: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/7543/1/TIA%20-%20Castelão.pdf

As BAAA das Zonas Militares são atualmente apenas um Pelotão parte da Companhia de Apoio de Combate de cada Batalhão de Infantaria.

Há também a preocupação com a manutenção da operacionalidade do Pelotão de Artilharia Anti-Aérea da Companhia de Apoio de Combate/2BI/ZMA e, da presença desta dualidade na Companhia de Comando e Serviços do RG2, sendo esta valência sempre entendida como valorizadora para o Regimento.
http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RG2/Revista/SentineladoAtlantico(2018).pdf

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 03, 2019, 12:57:56 am
A BrigInt tem um Grupo de Reconhecimento.

Este GRec está organizado em Comando, Estado-Maior, Esquadrão de Comando e Serviços e 2 Esquadrões de Reconhecimento, 1 Esquadrão de Autometralhadoras e 1 Esquadrão de Apoio de Combate, sendo que 3 dos 14 pelotões e 3 das 9 secções do quadro orgânico do GRec não serão activados. No total, nesta fase, o GRec deverá dispor de pouco menos de 400 militares.
Fonte: http://www.operacional.pt/em-braga-com-os-dragoes-dentre-douro-e-minho/

A BrigRR tem um Esquadrão de Reconhecimento, o qual combinado com outra subunidades localizadas noutros sítios permite formar um Agrupamento ISTAR.

Fonte: http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=5681.msg262297#msg262297
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 03, 2019, 07:53:15 am
O GAC da BrigInt é composto por duas BBF com 12 155mm M114.

O GAC da BrigRR é composto por 3 BBF com 18 105mm Light Gun e 1 Bateria de Morteiros Pesados de 120mm, o pessoal da 3.ª BBF é o mesmo da BMP, treina com ambos os materiais.

Devido ao carácter expedicionário da BrigRR, um GAC, equipado com Obuses 105mm Light Gun/30/m98, foi desde logo equacionado para fornecer o apoio de fogos orgânico a esta Brigada com características muito específicas2. Neste sentido o GAC/BrigRR é atualmente equipado por dois materiais, o Obus 105mm Light Gun/30/m98 e o Morteiro 120 mm m/90 Tampella “Tipo Standard”, sendo constituído por três Baterias de bocas-de-fogo (Btrbf) e uma Bateria de Morteiros Pesados (BtrMortPes) (Grilo, 2012). No entanto o GAC/BrigRR apresenta ainda algumas limitações que necessitam ser analisadas e melhoradas de forma a cumprirem todos os requisitos exigidos a uma unidade de AF que apoie uma Operação Aerotransportada
Fonte: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/7543/1/TIA%20-%20Castelão.pdf

As BAAA das Zonas Militares são atualmente apenas um Pelotão parte da Companhia de Apoio de Combate de cada Batalhão de Infantaria.

Há também a preocupação com a manutenção da operacionalidade do Pelotão de Artilharia Anti-Aérea da Companhia de Apoio de Combate/2BI/ZMA e, da presença desta dualidade na Companhia de Comando e Serviços do RG2, sendo esta valência sempre entendida como valorizadora para o Regimento.
http://assets.exercito.pt/SiteAssets/RG2/Revista/SentineladoAtlantico(2018).pdf

Interessante, um GAC, em missão de apoio directo de Fogos, com material de 155mm, se ainda fosse com equipamento moderno de 15,5 agora o M114 ????
Na nossa doutrina artilheira os calibres acima de 11,4, a peça irmão do obus 14, devem servir para apoio de manobra e serão alocados aos GAC´s á razão de 01 BBF para cada três BBF ligeiras, calibres até 10,5, utilizar aquele material como apoio directo, e ainda por cima de uma brigada que possui batalhões de infantaria mecanizada, bem mais móveis que os batalhões de infantaria motorizada, demonstra bem a penúria em termos de equipamento a que este Exército chegou !
 
O tempo que este tipo de material leva a entrar em bataria, 1º disparo de regulação, é muitíssimo elevado, só para posicionar as BF, demoram mais de seis minutos tempo de mais para uma bataria entrar em posição e estar pronta a efectuar tiro em apoio directo.
Depois da primeira missão de tiro, depois dos radares de tiro IN detectarem a posição da bataria,  e quando tiverem ordem para mudar de posição, adeus á bataria e seus artilheiros, os radares de tiro e o fogo de contrabataria assim o ditarão !!

Mais de dois minutos para entrar em posição e efectuar o primeiro disparo da regulação é tempo em demasia. Era esse o tempo que tínhamos para efectuar o primeiro disparo tanto com o M101 como com o oto melara, como também era esse o tempo alocado, para a saída da posição de tiro dos obuses e seus tratores  !!!

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2019, 03:09:14 pm
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2019, 03:12:36 pm
Entretanto o jpg já foi actualizado:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/HNoJaR.png)

Cá temos o BIMecLag.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 03, 2019, 04:22:09 pm
Entretanto o jpg já foi actualizado:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/HNoJaR.png)

Cá temos o BIMecLag.

E foi uma bela trampa de actualização, deixa que te diga, senão vejamos, aparece o BiMecLag, que para começar a designação  correcta seria BiMec(L) ou BiMec(l) e porque não aparecem os dois BiMec(r) ??
Se os escalões das (sub)unidades está bem refletido na BriMec porque não acontece o mesmo nas restantes Brigadas ??

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Cabeça de Martelo em Janeiro 03, 2019, 04:26:58 pm
Talvez porque isso dava trabalho a alterar... :mrgreen:

Pois, realmente quando vemos uma Instituição como o Exército a fazer estas bacoradas é de bradar aos céus. Melhor só as fotografias de militares Brasileiros quando mudaram para o actual formato.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 03, 2019, 04:29:43 pm
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.

Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços 
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: asalves em Janeiro 03, 2019, 04:54:32 pm
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.

Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 03, 2019, 07:42:34 pm
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.

Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.

Não tenho, nem devo levar a mal cada um de nós tem a opinião que tem sobre o assunto em debate apenas referi que antes do numero 15 vem o numero 10, em termos artilheiros claro, apenas isso.

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 03, 2019, 08:05:18 pm
Entretanto o jpg já foi actualizado:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/HNoJaR.png)

Cá temos o BIMecLag.

Agora, se me permitem, falando de assuntos mais sérios, referentes á reforma do Exército e um pouco mais além, pegando no organograma actualizado do Exército,  porque não se altera e melhora a constituição existente da BRR, que actualmente existe como uma grande unidade do Exército, e se lhe dá maior "vigor" ?

Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Janeiro 03, 2019, 10:40:33 pm
Se os escalões das (sub)unidades está bem refletido na BriMec porque não acontece o mesmo nas restantes Brigadas ??

Abraços

Penso que é mais ao contrário, em todas as Brigadas e Zonas Militares tens as várias sub-unidades Regimento, estas estão espalhadas pelo país, na Brigada Mecanizada só tens o Campo Militar de Santa Margarida com todas as sub-unidades operacionais lá sediadas, mas cada sub-unidade tem instalações próprias a que chamam "quartéis", até à relativamente pouco tempo o quartel onde se situava o GCC e o ERec era o Regimento de Cavalaria 4, talvez por serem duas sub-unidades operacionais de cavalaria, não sei, mas essa situação dentro do CMSM não se passava com mais nenhuma arma, talvez por uma questão de uniformização acabaram com o RC4 e o GCC e ERec passaram a depender directamente da Brigada, estando agora situadas no "quartel de cavalaria" que é o mesmo local do RC4.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Janeiro 03, 2019, 11:11:33 pm
Mas o que o Exército necessita é de obuses/peças de 10,5 os de 15,5 serão quanto 1/3 do total dos de 10,5 !!

Fazer apoio de fogos directo aos batalhões com peças obuses com uma cadência de tiro inferior a seis tiro/obus/minuto, que tem um alcance máximo inferior a 14kms, e que levam mais de sete minutos a entrar em bataria, é segundo a doutrina ocidental um erro e dos crassos !
Se ainda estivessemos a falar de autopropulsados a conversa era outra agora material rebocado que para fazer tiro temos de colocar o reparo apoiado no macaco frontal !!!!!
Será que alguém sabe quanto tempo é necessário só para colocar o obus na posição de tiro, não é pronto para fazer tiro, ou seja, apoiado em três pontos ????

Abraços

Pensava que desde que apareceu o M777 que este estava a substituir os L119 nas unidades ligeiras, pelo menos nos Marines e Airborne americanos já só se vê M777 em combate, os Canadianos e outros países "com dinheiro" também.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fnatoassociation.ca%2Fwp-content%2Fuploads%2F2015%2F03%2Fm777-howitzer-m.jpg&hash=6c11ce27d2a0d48e21ea28e8f4a8d02c)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Janeiro 03, 2019, 11:21:23 pm
Não leve a mal o que vou dizer, mas vou-me por na cabeça de um ministro das finanças.

Mas para que que queremos nós de peças de artilharia modernas? Não estamos em guerra com ninguém próximo, nas missões internacionais temos os Américas ou os Ingleses ou até qualquer potencia estrangeira mal preparada para isso. Mesmo nas missões de internacionais fora a RCA que não estava previsto ser tão agressivo nunca vamos para a linha da frente.
Para participar nuns desfiles e para exercícios militares anuais ou bianuais qualquer "canhão" (sim porque para aquela gente aquilo não passa de um canhão) pintado e todo bonitinho dá.

Agora a sério
Se o nosso stock de misseis para as BD são à medida para 1 navio e só temos tantos porque a NATO assim obriga, acham que os governos se vão preocupar em gastar dinheiro num meio que neste momento e provavelmente no futuro (por questões de quantidade) nunca vai ser destacado para nenhuma missão internacional e ao nível do território nacional "só" serve de prevenção e para treino de forma a manter a capacidade?

Se repararem os meios mais modernos só existem porque a NATO e as missões ONU assim o obriga.

Isso não funciona assim, o ministro das finanças não escolhe nada (se ele tivesse que escolher tudo onde se gasta dinheiro em todos os ministérios coitado do homem, ele só diz quanto dinheiro há disponível para que área, depois tens os outros ministros, esses é que tem que decidir onde gastar a verba que tem disponível), é que por essa lógica nunca tinham vindo os Leopard 2, a artilharia já foi fazer uma missão NATO à Lituânia, os CC nem isso.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Janeiro 03, 2019, 11:48:46 pm
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 04, 2019, 06:13:37 am
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Janeiro 04, 2019, 11:33:27 am
Então a actual BRR não tem Estado maior ?

Sim é verdade, só estava a pensar nos Estados-Maiores dos ramos, EMGFA, nesse tipo.

Citar
Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 04, 2019, 01:20:38 pm
Então a actual BRR não tem Estado maior ?

Sim é verdade, só estava a pensar nos Estados-Maiores dos ramos, EMGFA, nesse tipo.

Citar
Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.

também tens razão mais vale o pessoal ter instrução no M114 que em nada, mas….. será que doze 119's, e não são os AW,  ;), custariam assim tanto ?????
mais de vinte milhões ????
Só em alcance, rapidez, cadência de tiro, e possibilidade de heli transporte, o que o Exército não ganhava !!

https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=4&ved=2ahUKEwjIq725ndTfAhW7AGMBHX80DwsQFjADegQICBAC&url=https%3A%2F%2Fwww.baesystems.com%2Fen%2Fdownload-en%2F20180307125153%2F1434610546921.pdf&usg=AOvVaw0mAd6q6wSSMiLCbM9bHJOT

https://www.ibtimes.co.uk/us-army-wants-replace-both-its-main-howitzers-one-large-cannon-1662217

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: typhonman em Janeiro 05, 2019, 12:17:01 am
Neste momento o Exército quer adquirir Obuses 155mm, exactamente para a BrigInt. Mas quer à anos... e ninguém sabe quando é que se vai comprar seja o que for.
´

Em 2009 ( já meti o documento no forum), foi feita uma proposta de venda ao EP do obus, M-777 Light Gun.

Cumprimentos,
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: LM em Janeiro 05, 2019, 03:33:38 pm
Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Concordo, houvesse dinheiro. Mas para mim os M114 são apenas para manter o GAC funcional e ir treinando, não é para uso operacional real, para isso só os 10.5 do GAC de Leiria.

Isto - sempre se vai "mantendo a doutrina"... na melhor das hipóteses é rezar para doarem uns M198 usados...

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 08, 2019, 07:25:27 pm
A futura infantaria Blindada Lusa ??? :mrgreen:

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/kTCfBR.jpg) (https://imageshack.com/i/pokTCfBRj)

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Janeiro 13, 2019, 11:40:59 am
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços


Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 13, 2019, 12:13:43 pm
Em vez de dois Bat Paras que agora possui, porque não trocar um dos batalhões Para, por uma componente de infantaria Naval, por exemplo, três FFZ ??
Esta alteração na constituição, ao se adicionar a componente Naval ás já incorporadas, componentes Aéreas e Terrestres, Aérea, Naval e Terrestre, ANT, permitiriam a esta grande unidade ter valências para intervir em qq TO, passando deste modo permanecer como não só a Brigada de Reação Rápida mas e principalmente como a Reserva das Forças Operacionais Nacionais Permanentes.

Mas o Corpo de Fuzileiros da Marinha é transferido para o Exército como aconteceu com os Páras? Apenas se transfere o BF2 onde estão as 3 FFZ ficando o resto na Marinha? Ou até o Exército cria um "Batalhão Anfíbio" sem mexer nos Fuzos da Marinha e ficávamos a ter forças anfíbias no Exército e na Marinha, tipo Itália?

Citar
Devido a tal alteração esta grande unidade inter Ramos deveria depender directamente do CEMGFA e não do CEME.

As alterações mais visíveis seriam a criação de um Estado Maior Inter Ramos, a agregação de meios Aéreos e Navais de transporte, para algumas das suas unidades de combate em 1º escalão, já que vamos ter um NPL, e novas aeronaves para transporte Táctico, o ideal seria estratégico.
As restantes componentes que constituem a actual BRR, artilharia de campanha e cavalaria ( Rec) assim como a Unidade de apoio permaneceriam as mesmas, sendo adicionada uma bataria de AA.

Que me dizem ?

Abraços

Criar mais um Estado-Maior... já temos 4.
Mas a parte operacional faz lembrar a Força de Reacção Imediata do EMGFA, que no fundo é a QRF nacional, constituída por uma companhia de Fuzileiros, 1 Batalhão de Páras (não costuma estar completo) e vários navios da Marinha e C-130 da Força Aérea, vocacionada para operações de evacuação de civis em cenários de crise.

Exercício Lusitano 17 da FRI

Então a actual BRR não tem Estado maior ?
Não, os Fuzos permaneceriam na Marinha assim como os Para regressariam á FAP, de onde nunca deveriam ter saído.
A BRR como eu referi, seria uma força composta pelos Três ramos das FFAA, como tal, dependeria do CEMGFA, ou do Oficial general indicado por ele, por exemplo o Vice.

Quanto aos 15,5 como apoio directo isso é só para os mais ricos, relembro-te que estamos em Portugal, nós, assim como grande parte dos exércitos pelo mundo fora continuaremos por mais uns bons anos a ter o 10,5 para cumprir essa missão. Não quero com isto dizer, que, como andamos sempre á esmola, um dia desses os EUA, nos vejam tão pelintras em termos de artilharia que peguem nuns chassos de  15,5, como os alemães fizeram na década de 80 com os M114, e nos ofereçam a pior trampa que tiverem no seu inventário, mas, até lá o 10,5 reina.

Não se pode comparar o alcance, a cadência de tiro e a rapidez de entrada/saída das posições de tiro dos actuais 15,5, exemplo o M777, para os M114, nada a ver !
Atribuir BF tipo M114 ao apoio directo é, dar a estas batarias, hipóteses de sobrevivência muito baixas nos TO's!

Abraços


Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.

Restritivo não será pois se nós os operamos…….de acordo com uma doutrina de necessidade!
O que é restritivo é o emprego de 15,5 em apoio directo, quando os obuses são de operação morosa, pois já são de outra geração, e não tão expedita quanto o deverão ser no desempenho dessas missões de tiro.

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Janeiro 13, 2019, 02:02:35 pm

Desculpa só um reparo mas muitos países e também muitos paízecos operam obuses de 155 mm não é assim tão restritivo seu uso.Outra coisa será que nem umas 2 ou 3 BBF temos condição de ter?A ser verdade fechem o barraco,socorro.Fico até preocupado.
[/quote]

Restritivo não será pois se nós os operamos…….de acordo com uma doutrina de necessidade!
O que é restritivo é o emprego de 15,5 em apoio directo, quando os obuses são de operação morosa, pois já são de outra geração, e não tão expedita quanto o deverão ser no desempenho dessas missões de tiro.

Abraços
[/quote]

Em apoio direto?Eu cumpri mei SMO em artilharia mais precisamente no extinto RASP aliás tudo que é artilharia está virando extinto ou perto disso.
Sim depende de questões doutrinárias sem dúvida mas de outras também como logísticas e sobretudo o oramentais estas duas últimas nos impedem de quase tudo é verdade.
Os 10,5 que temos no RA 4  COM 3 bbf de L118 lg em qualquer exército de grandes recursos são utilizados quer pelos fuzileiros quer nos paraquedistas e onde eu gostaria também que em nosso exército assim o fosse.São ótimos obuses e são leves cerca de 1800 Kg,ou seja são aerotransportados assim como de fácil embarcaão evidentemente para quem tem forçça de projeção quer aérea quer nava no qual estamos a anos luz disso.
Quanto ao calibre 155 mm é verdade que temos isso mas diria apenas para constar aepnas consta no nosso inventário longo de coisas que temos e não servem para nada e esse é mais um dos casos.
Quanto a ser lento,é evidente que são meios pesados e acrescido o facto de não termos meios logisticos diria que se tornam os paquidermes estacionados mas isso é outro assunto.
Claro que artilharia rebocada é mais lenta que a autopropuldada por razões óbvias mas isso de forma alguma extingue sua tremenda valia num campo de batalha real,o apoio de fogo seja direto ou indireto faz mossa nos inimigos até pelo efeito psicológico agregado.
Dito isto podes invovcar que não temos inimigos e em quem dar tiro,não discordo de todo mas tudo isto de forças armadas vivem de percepões dissuasoras de mentes mais expansionistas,ou seja convém sempre ter até para constar que temos e afastar-mos mentes preversas,
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 31, 2019, 09:54:23 am
Os centauros a 1/2 milhão p/ viatura ????
Uma vez que o Brasil vai declinar esta oferta, não seria uma boa opção para acrescentar algum poder de fogo á nossa frota Pandur II ??
Não precisamos de 200 mas uns 30/40 caça carros seria uma excelente compra, que não excederia o famoso tecto do Mister 20 milhões. :nice: :nice:


Itália propõe vender ao Brasil cerca de 200 caça-tanques Centauro 30 de janeiro de 2019 

O governo da Itália está oferecendo ao Brasil cerca de 200 blindados de combate 8×8 Centauro B1 em disponibilidade nos estoques do seu Exército.

Dotados de canhão de 105 mm, os carros custariam, aproximadamente, 100 milhões de euros – equivalentes a 100,14 milhões de dólares, ou a 372,5 milhões de Reais.

Não é a primeira vez que essa oferta é feita.

No primeiro semestre de 2001, um Centauro foi transportado até o Rio de Janeiro, para ser avaliado, na Restinga da Marambaia, por especialistas do Centro de Instrução de Blindados (que, atualmente, funciona na cidade gaúcha de Santa Maria).

Aquela época, 2001, o valor unitário de um Centauro (com armamento completo) estava na faixa dos 2,5 milhões de dólares, mas, dependendo de sua configuração, poderia chegar até os 3,5 milhões de dólares.

Como em qualquer operação comercial, a eventual importação dos Centauros pelo Exército Brasileiro (EB) traria aspectos positivos e negativos.

O blindado italiano é tido (inclusive nos Estados Unidos) como um dos melhores veículos em sua categoria. E de desempenho comprovado em teatros de operações considerados “quentes”, como Iraque, Somália (onde operou com reforços de blindagem que aumentaram seu peso para 28/29 toneladas), Líbano e a antiga Iugoslávia.

Uma viatura que se desloca à velocidade máxima de 108 km/h, carregando em seu interior 40 projetis de 105 mm: 14 alojados na torre e 26 encaixados em prateleiras verticais junto aos casco.

Nações Unidas – Com ele em seus Regimentos de Cavalaria Mecanizada (hoje equipados com viaturas de reconhecimento Cascavel e de transporte de tropa Urutu), a Força Terrestre estaria apta a montar uma tropa de Força de Paz à altura de outras, fornecidas por países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que atendem, rotineiramente, as necessidades do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas.

Há, contudo, alguns aspectos que figuram como entraves, além do valor a ser desembolsado pelo Tesouro.

Em 2017 o EB, devido a uma crítica falta de recursos, interrompeu o seu próprio planejamento de obtenção de uma viatura blindada de combate, tração 8×8.

O programa ganhou impulso após o bem-sucedido desenvolvimento do blindado 6×6 Guarani, fabricado pela Iveco italiana em Minas Gerais. Diante da decisão de usar o chassis de um Guarani no veículo, os militares brasileiros passaram a examinar as diferentes torres de blindados sobre rodas disponíveis no mercado. Foi, porém, nesse estágio, que os trabalhos precisaram ser desacelerados.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/smJBH5.jpg) (https://imageshack.com/i/pmsmJBH5j)

Calibre – O projeto brasileiro prevê um blindado equipado com canhão de105 mm.

Sete meses atrás, o Exército italiano encomendou à sua indústria um pequeno lote de veículos Centauro II, de 30 toneladas, que vão ostentar canhão de 120 mm, encaixado em uma torre redesenhada (mais larga mas de menor altura que a do Centauro B1).

Na última semana de julho de 2018, o portal de notícias militares Defense News divulgou que os generais da Itália definiram em 136 o número total de viaturas a ser adquirido.

Os russos já experimentam canhões de 125 mm em seus blindados rápidos, sobre rodas.

A empresa francesa Nexter admitiu que testa um canhão de 140 mm no carro de combate AMX-56 Leclerc, de 54,5 toneladas,e a alemã Krauss Maffei Wegmann estaria avaliando a conveniência de testar uma arma de 130 mm em seus carros de combate Leopard2.

https://www.forte.jor.br/2019/01/30/italia-propoe-vender-ao-brasil-cerca-de-200-caca-tanques-centauro/

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 31, 2019, 10:55:57 am
Esses já são nossos, tirem os olhos sobre nossos carros  ;D ;D ;D ;D
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: smg em Janeiro 31, 2019, 03:51:11 pm
Boa tarde , se bem percebi a notícia , Itália está a querer vender os seus centauros por terem um canhão desajustado e ineficaz na luta contra carros de combate modernos , para além dos anos que já têm , e outros países pensam por isso aumentar o calibre dos seus canhões .Não sei que tipo de blindados é que têm os países vizinhos do Brasil . Talvez faça sentido para eles adquirir os centauros mas no nosso caso tenho muitas dúvidas . Penso que a prioridade para o nosso exército deveria ser uns blindados porta morteiros de 6 ou 8 rodas . Porque quando vejo as imagens dos paraquedistas fora dos veículos a usar o morteirete na resposta à emboscada que sofreram a caminho de Bokolobo fico a pensar que com um blindado porta morteiro poderiam disparar desde o interior do veículo com mais segurança e protecção , e com um calibre maior para limpar a zona onde estava o inimigo. Para o tipo de missões que as nossas forças costumam fazer lá fora penso que seria mais útil e urgente . Mas isso sou eu ,um leigo , a opinar sobre um assunto que não domino . Isso de continuar a acreditar na protecção divina de Nossa Senhora da Sorte , um dia vai acabar mal . Um abraço .
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: raphael em Janeiro 31, 2019, 04:52:49 pm
Rezem para que os agressores não tenham acesso a armamento anti tanque tipo BGM-71 TOW...deviamos ter os veiculos equipados com blindagem refletiva para que pelo menos um (R)PG-7 não provoque tantos danos.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 31, 2019, 05:53:43 pm
Boa tarde , se bem percebi a notícia , Itália está a querer vender os seus centauros por terem um canhão desajustado e ineficaz na luta contra carros de combate modernos , para além dos anos que já têm , e outros países pensam por isso aumentar o calibre dos seus canhões .Não sei que tipo de blindados é que têm os países vizinhos do Brasil . Talvez faça sentido para eles adquirir os centauros mas no nosso caso tenho muitas dúvidas . Penso que a prioridade para o nosso exército deveria ser uns blindados porta morteiros de 6 ou 8 rodas . Porque quando vejo as imagens dos paraquedistas fora dos veículos a usar o morteirete na resposta à emboscada que sofreram a caminho de Bokolobo fico a pensar que com um blindado porta morteiro poderiam disparar desde o interior do veículo com mais segurança e protecção , e com um calibre maior para limpar a zona onde estava o inimigo. Para o tipo de missões que as nossas forças costumam fazer lá fora penso que seria mais útil e urgente . Mas isso sou eu ,um leigo , a opinar sobre um assunto que não domino . Isso de continuar a acreditar na protecção divina de Nossa Senhora da Sorte , um dia vai acabar mal . Um abraço .

Mas o que é que o 10,5 tem de semelhança no que a tiro respeita, em comum com os porta morteiros ??
Enquanto que os porta  "canhão " 10,5, ou caça carros, chama-lhes o que quiseres, se destinam a proteger os nossos infantes, e/ou as VB(r) dos CC IN, os Porta Morteiros destinam-se a fornecer apoio de fogo colectivo aos mesmos infantes, ou seja  dois sistemas de armas distintos com empregos completamente distintos

Que eu me lembre os porta morteiros foram, á semelhança dos porta  "canhão " 10,5, excluídos do concurso dos Pandur, mas, por razões diversas, e, o pandur também possuía uma peça de 10,5 e até com mais limitações nas capacidades de penetração que a peça do Centauro possui.

Assim como tú, também sou de opinião que se devia adquirir, e rapidamente, o Pandur porta morteiro e, de preferência o 10,7 ou mesmo o 120, uma vez que até o lote Vamtacs que vai ser adquirido não inclui qualquer viatura porta morteiro de 81, que, a meu ver é uma grave lacuna.

Outra grave lacuna é a meu ver a quantidade de viaturas que possuimos para luta ACar,  a aquisição de apenas cinco pandur TOW ITAS demonstra-nos bem quão frágil são os nossos meios de defesa ACar, daí eu ter achado muito válido apesar de todas as limitações que os Centauro I possuem, a aquisição de umas 30/40 viaturas por uns 20 milhões, valor muito inferior se tivéssemos de adquirir o mesmo numero de Pandur TOW ITAS.   

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/VhVqoy.jpg) (https://imageshack.com/i/pnVhVqoyj)

 http://www.military-today.com/artillery/pandur_2_fsv.htm

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/snx9Kx.jpg) (https://imageshack.com/i/pmsnx9Kxj)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: NVF em Janeiro 31, 2019, 07:14:00 pm
Apesar do TOW ainda ter algum valor militar, foi completamente absurda esta aquisição das 5 viaturas AC equipadas com um míssil que não é 'fire and forget'. Fazia mais sentido equipar o máximo número de viaturas possível com uma torre de 30 mm e 2 ATGM acoplados na lateral, à semelhança do Bradley. Mas a falta de dinheiro, de visão e de tomates são lixadas, tipo com um F muita grande!

Quanto aos Centauro, tal como tu camarada tenente, há muito defendo a sua aquisição: 33 unidades, no lugar dos 33 Pandur com a peça 105 que nunca foram adquiridos. E por 17 milhões, encaixa que nem uma luva no limite orçamental para aquisições militares neste país.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Red Baron em Janeiro 31, 2019, 09:08:24 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: smg em Janeiro 31, 2019, 09:22:28 pm
Boa noite . Caro Tenente , como é evidente o ideal seria as nossas FA , e o EP neste caso , terem uma panóplia completa de meios para fazer face a qualquer tipo de ameaças e inimigos . Sei igualmente que às vezes surgem de repente oportunidades de negócios que não se devem perder . Talvez os centauros sejam um caso desses . As minhas intervenções têm sido mais uma reacção face às imagens divulgadas pelo EMGFA . Quando vejo os nossos militares a disparar sobre casas onde se escondem inimigos ,continuo a pensar que umas Pandur com canhão de 30 mm não seriam de mais. Quando vejo paraquedistas fora dos veículos a usar um morteirete , continuo a pensar que uns blindados porta morteiros dariam mais segurança e protecção e com um calibre superior poderiam limpar melhor a zona onde estava o inimigo . Sendo a RCA o TO onde os nossos militares mais têm combatido , e sendo pouco provável que os grupos armados operem nos próximos tempos carros de combate , continuo a pensar que , de entre todas as lacunas que o nosso EP têm , aquelas que podem ser mais urgentes corrigir seriam os tais porta morteiros e como lembrou ,e bem o Raphael ,protecções anti RPG para os veículos . Relembro aqui as palavras do comandante da força na RCA que as armas mais perigosas do inimigo são os RPG , as metralhadoras e pistolas automáticas . Não conheço de forma detalhada a nova LPM no que ao exército diz respeito , para poder opinar sobre as prioridades desse ramo , apenas continuo a pensar que a segurança e a protecção dos nossos militares nas missões onde estão neste momento têm que ser a urgência máxima em matéria de reequipamento . Se houver dinheiro para a compra de outros equipamentos , muito bem . Mas como eu nunca acreditei nesse discurso do fim da austeridade , penso que o país vai continuar a viver com fortes restrições financeiras nos próximos anos e por isso há que ser criterioso nas prioridades . As lacunas vão continuar a existir e apenas aquelas mais graves e urgentes poderão ser corrigidas . Um abraço .
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Janeiro 31, 2019, 09:38:30 pm
Boa noite . Caro Tenente , como é evidente o ideal seria as nossas FA , e o EP neste caso , terem uma panóplia completa de meios para fazer face a qualquer tipo de ameaças e inimigos . Sei igualmente que às vezes surgem de repente oportunidades de negócios que não se devem perder . Talvez os centauros sejam um caso desses . As minhas intervenções têm sido mais uma reacção face às imagens divulgadas pelo EMGFA . Quando vejo os nossos militares a disparar sobre casas onde se escondem inimigos ,continuo a pensar que umas Pandur com canhão de 30 mm não seriam de mais. Quando vejo paraquedistas fora dos veículos a usar um morteirete , continuo a pensar que uns blindados porta morteiros dariam mais segurança e protecção e com um calibre superior poderiam limpar melhor a zona onde estava o inimigo . Sendo a RCA o TO onde os nossos militares mais têm combatido , e sendo pouco provável que os grupos armados operem nos próximos tempos carros de combate , continuo a pensar que , de entre todas as lacunas que o nosso EP têm , aquelas que podem ser mais urgentes corrigir seriam os tais porta morteiros e como lembrou ,e bem o Raphael ,protecções anti RPG para os veículos . Relembro aqui as palavras do comandante da força na RCA que as armas mais perigosas do inimigo são os RPG , as metralhadoras e pistolas automáticas . Não conheço de forma detalhada a nova LPM no que ao exército diz respeito , para poder opinar sobre as prioridades desse ramo , apenas continuo a pensar que a segurança e a protecção dos nossos militares nas missões onde estão neste momento têm que ser a urgência máxima em matéria de reequipamento . Se houver dinheiro para a compra de outros equipamentos , muito bem . Mas como eu nunca acreditei nesse discurso do fim da austeridade , penso que o país vai continuar a viver com fortes restrições financeiras nos próximos anos e por isso há que ser criterioso nas prioridades . As lacunas vão continuar a existir e apenas aquelas mais graves e urgentes poderão ser corrigidas . Um abraço .

Completamente de acordo contigo.

Se porventura aparecessem duas oportunidades de compra de armamento uma de porta morteiros e outra de caça carros, e se fosse eu o decisor, claro que optaria pelos porta morteiros, pois é um sistema de apoio de fogos ideal, para uma infantaria blindada e é das maiores lacunas existentes no nosso pequeníssimo Exército, o facto de ainda se utilizarem as chaimites para esse fim diz-nos tudo.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/IamScm.jpg) (https://imageshack.com/i/poIamScmj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/QlQY20.jpg) (https://imageshack.com/i/pmQlQY20j)

Lamentáveis são os discursos dos políticos que apregoam o reapetrechamento das FFAA, quando, na realidade, os nossos Militares continuam a desempenhar as suas missões com sistemas de armas quase ou mesmo já obsoletos ou mesmo inexistentes, o caso dos Porta Morteiros inexistentes na frota dos Pandur, indiciaria que quando se comprasse outro tipo de viaturas, os Uro Vamtac ST5, a versão porta morteiros seria adquirida quanto mais naõ fosse para compensar a falta das ditas versões na frota Pandur.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/J42ZrJ.jpg) (https://imageshack.com/i/pmJ42ZrJj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/SayjgI.jpg) (https://imageshack.com/i/pmSayjgIj)

Uma vez mais, tal não aconteceu e, neste caso culpo as altas chefias militares do Exército por mais esta incompleta aquisição de viaturas , pois seria muito mais útil adquirir menos uma dúzia de Vamtac de transporte e substituí-los por meia dúzia de porta morteiros e outros tantos de versão ACar, podendo em caso de necessidade operacional alocar estas duas versões a destacamentos equipados com as Pandur !

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Stalker79 em Janeiro 31, 2019, 10:03:39 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Red Baron em Janeiro 31, 2019, 10:53:41 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Fevereiro 01, 2019, 02:09:53 pm
E porque não adquirir o pandur EVO 6X6 porta morteiro 120mm VALUK, que a Eslovénia tem para consumo próprio, e a versão ATGM??

https://www.army-technology.com/projects/valuk/

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/Jli4Fn.jpg) (https://imageshack.com/i/poJli4Fnj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/QTaegS.jpg) (https://imageshack.com/i/plQTaegSj)

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/EFKJGJ.jpg) (https://imageshack.com/i/plEFKJGJj)
A versão anfíbia do 6X6 EVO.

(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/EHRGHz.png) (https://imageshack.com/i/poEHRGHzp)

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Stalker79 em Fevereiro 01, 2019, 02:43:32 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Red Baron em Fevereiro 02, 2019, 08:06:09 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
Então não é liquido que o Pandur não seja capaz de suportar o canhão 105 do M60 como o Stryker?
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Stalker79 em Fevereiro 02, 2019, 08:26:32 pm
A torre "Dragoon" do striker é compatível com o pandur?

A torre que os Checos montaram na Pandur deles é de 30mm e tem dois misseis spike integrados.
A torre Dragoon não crei que funcione visto que foi feita especificamente para o Striker.
Mas a CMI belga tem umas escolhas de torres modulares muito interesantes.

https://www.cmigroupe.com/cockerill-3000-series

 ;)

Os checos chegaram a instalar a Bushmaster II?

O Striker não é primo do Pandur


Não, os Checos instalaram a Rafael RCWS-30 que é a variante que incorpora os misseis.
A unica similaridade é serem os dois (agora) produtos da General Dynamics, depois da compra da Steyer por parte dos americanos. de resto não partilham semelhanças
 :-P
Então não é liquido que o Pandur não seja capaz de suportar o canhão 105 do M60 como o Stryker?


A Pandur tem capacidade para suportar um canhão de 105mm, por isso é que existe a variante anti-carro.
Só não é a arma do M-60, a L7 da Royal Ordnance.
 ;)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lancero em Fevereiro 03, 2019, 10:40:23 pm
Chegou a ir-se várias vezes à Áustria quando nos tentaram vender com uma peça 105 italiana
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Stalker79 em Fevereiro 03, 2019, 10:53:21 pm
Chegou a ir-se várias vezes à Áustria quando nos tentaram vender com uma peça 105 italiana

Era uma 105mm de 52 calibres de desenho da Oto Melara.
Como é estriada a munição que leva é a mesma do M-60.
O mais certo é ser "inspirada" na L7.
 ;)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Fevereiro 13, 2019, 10:36:48 am
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: LM em Fevereiro 13, 2019, 11:20:33 am
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Fevereiro 13, 2019, 11:22:55 am
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.

Grato pela informaçao.Saberias ao certo qual o nosso efetivo operacional das 3 brigadas arrisco a dizer que nem 5000 teremos eo resto não existe nada que não possa deixar de existir?Estamos a falar de 6000 efetivos,sei que temos manutenão,serviços administrativos,financeiros e afins,logisticos,de saude e tantos outros mas nao poderiam ser reduzidos?
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 13, 2019, 11:23:39 am
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...

Quem defende o fim dos carros de combate e da artilharia autopropulsionada anda a bater mal da cabeça.

Esta escola deve-se manter até porque é de extrema importância para um país como o nosso.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Fevereiro 13, 2019, 11:30:56 am
Primazia à FAP e à MdG não é começar a desistir do exercito - até porque "extinguir" a BM não deveria libertar grandes recursos e, mesmo os que liberte, deviam encontrar outro destino que não a Defesa...

Agora não podemos esquecer que "extinguir" unidades / capacidades torna muito mais difícil no futuro as recuperar - os conflitos, por norma, são precedidos de um "escalar" por vezes de anos e permite, havendo ainda "escola" e estrutura, que - principalmente o exército - se reforce. Mas, para isso, é necessário haver, por muito que julguemos serem recursos desperdiçados, conhecimentos e quadros - mesmo que sem serem, no momento actual, militarmente relevantes.

Mas há coisas, no exercito principalmente, que não lembram o diabo - falta capacidade AT (MMP / Spike), Gustaf M4, SHORAD, Pandur com morteiro; mas também porque não se compram uma dúzia de VAMTAC ST5 para fuzileiros; etc...

Ate que enfim alguém me entende.Ja quese nada temos e ainda queremos extinguir fica impossivel.Sei perfeitamente que nosso pais desde 2008 foi abaldo por uma crise de grande escala que ainda nao esta totalmente debelada e vai demorar para curar as mazela assim como os governos tem outras questoes sociais mais urgentes para resolver,tudo isso é sabido mas não explica tudo.
Melhorar algo não pode passar por extinguir o que ha como está acordado que até 2024 gastemos 2% de nosso PIB em defesa,vamos aguardar.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Fevereiro 13, 2019, 11:39:54 am
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.


Actualmente  e segundo os teus números e para um Exército de 11939 elementos temos:

Oficiais 21% =2507 em termos percentuais o aceitável seria 12%-15% o que daria um numero de oficiais entre 1432 e 1791.
Sargentos 31% = 3657 em termos percentuais o aceitável seria 15%-20% o que daria um numero de sargentos entre 1791e 2387.
Praças 48% = 5775 em termos percentuais o aceitável seria 65%-73% o que daria um numero de Praças entre 7761 e  8715.

O rídiculo na situação actual são as percentagens das classes de oficias e sargentos desta FDT, Força de Defesa Terrestre, eu não chamo a um efectivo de 11939 elementos um Exército.
São, quanto a mim, suficientes para enquadrar o triplo de praças actualmente existentes.

Eu até aceitaria ter 2507 oficiais + 3657 Sargentos, um total de 6164, que representam em termos numéricos, só o efectivo completo de duas Brigadas, se em termos de Praças existissem pelo menos 15000, o que daria um total de 21164 efectivos.

Teríamos assim no Exército 12% de oficiais + 17,5% de sargentos + 70,5% Praças, não a vergonha actual, da constituição da FDT, que não tem efectivos para no mínimo ter as três brigadas a 100%, pois pudera se só em Oficiais e Sargentos existe pessoal suficiente para formar duas delas, onde estão os Praças para completar os necessários doze batalhões/Grupos ???

Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

Coloquem quatro 2ºSarg e Furriéis numa das equipas de cada das secções de Inf/Art e dois em cada guarnição de CC, as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros, e as Brigadas por majores e tenentes Generais e vamos ver que já temos os problemas dos efectivos de duas das três brigadas resolvidos !
Quem não tem cão caça com gato !!

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: NVF em Fevereiro 13, 2019, 01:11:06 pm
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Fevereiro 13, 2019, 01:27:46 pm
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais a FoDeTe com menos de 12000 tem mais de 40 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: raphael em Fevereiro 13, 2019, 01:41:33 pm
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais o Exército com menos de 12000 tem quase 50 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços

O que preocupa os srs Generais do Exército é que se está a acabar a "mama" chamada GNR, pois os oficiais Generais da GNR saem do Exército em comissão de serviço, não fosse o atual o CEME o anterior  nº 2 na hierarquia da GNR...
O stress é que quando a GNR for comandada por um Gen 4estrelas fica em grau equiparado com os outros Ramos e pode por exemplo ir a CEMGFA (porque não? fica um 4º Ramo).
O outro stress é que dos oficiais formados na AM com destino específico para a GNR são atualmente coroneis com possibilidade de serem Brig Gen....logo aí também fecha a porta e vagas a coroneis do Exército.
Além de que os oficiais da GNR com funções de Comando têm um valor em suplemento da acção de Comando que têm...

No fim de contas o que se resume é dinheiro e quem é o culpado desta sede de guito? O Sócrates...e porquê? Porque em 2009 decidiu atribuir aos Comandantes e Oficiais Generais algo designado despesas de representação que representam um valor fixo, isento de descontos, calculado com base no ordenado bruto...quando os militares, via Generais começaram a fazer barulho.

Resumindo...atualmente no topo das hierarquias recebes a estrela ao ombro e em troca dás os tintins numa bandeja e uma submissão ao poder político.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Fevereiro 13, 2019, 02:30:27 pm
O Exército não chega aos 12.000 efectivos e a Guarda tem para aí uns 26.000 efectivos. No entanto, o que preocupa os senhores generais da FDT é que a Guarda não possa ser comandada por um general de 4 estrelas. Tanta cagança!

a GNR com 26000 efectivos tem sete oito generais o Exército com menos de 12000 tem quase 50 acho bem, o pessoal da FoDeTe  deve ser muito rebelde e arisco para precisar de tanto General.
Já agora ainda vou pesquisar quantos oficiais e sargentos a GNR tem para 26000 efectivos de calhar aís uns 13000 não ???
Só mesmo para rir, ou mais para chorar !!

Abraços

O que preocupa os srs Generais do Exército é que se está a acabar a "mama" chamada GNR, pois os oficiais Generais da GNR saem do Exército em comissão de serviço, não fosse o atual o CEME o anterior  nº 2 na hierarquia da GNR...
O stress é que quando a GNR for comandada por um Gen 4estrelas fica em grau equiparado com os outros Ramos e pode por exemplo ir a CEMGFA (porque não? fica um 4º Ramo).
O outro stress é que dos oficiais formados na AM com destino específico para a GNR são atualmente coroneis com possibilidade de serem Brig Gen....logo aí também fecha a porta e vagas a coroneis do Exército.
Além de que os oficiais da GNR com funções de Comando têm um valor em suplemento da acção de Comando que têm...

No fim de contas o que se resume é dinheiro e quem é o culpado desta sede de guito? O Sócrates...e porquê? Porque em 2009 decidiu atribuir aos Comandantes e Oficiais Generais algo designado despesas de representação que representam um valor fixo, isento de descontos, calculado com base no ordenado bruto...quando os militares, via Generais começaram a fazer barulho.

Resumindo...atualmente no topo das hierarquias recebes a estrela ao ombro e em troca dás os tintins numa bandeja e uma submissão ao poder político.

Efetivos da GNR são cada vez menos. "Não se vai a todas as ocorrências"

O Notícias ao Minuto teve acesso ao relatório de atividades da Guarda Nacional Republicana relativo a 2017 que mostra que há cada vez menos profissionais ativos. César Nogueira, da Associação dos Profissionais da Guarda, diz que é preciso reforçar a instituição, especialmente agora no verão, pois muitos elementos transitaram para o GIPS deixando os postos mais vulneráveis às ausências.
 
O relatório de atividades da GNR relativo a 2017 revela que há um total de 23.118 efetivos na instituição. Destes, 695 são civis, o que faz com que 22.423 sejam militares.

Porém, tal não significa que seja este o número de elementos da Guarda disponíveis para patrulhar as ruas, pois há que subtrair os 839 oficiais e 2.547 sargentos existentes. Feitas as contas, são 19.037 os guardas que estão espalhados pelos postos territoriais que existem de Norte a Sul do país.

Para César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), este número é insuficiente, considerando mesmo que a “GNR tem cerca de 4 mil profissionais a menos do que deveria ter, o que é um número bastante substancial”.
O relatório interno da GNR, a que o Notícias ao Minuto teve acesso, mostra ainda que o número de efetivos baixou nos últimos três anos. Enquanto em 2015 existiam 22.676 profissionais no ativo, em 2016 o número reduziu para 22.608 e em 2017 para 22.423.

https://www.apg-gnr.pt/article/view/264/efetivos-da-gnr-sao-cada-vez-menos

Com o dobro do Efectivo da FoDeTe, a GNR tem apenas oito generais, 34% dos oficiais e 70% dos sargentos. :conf:
Sem comentários.

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Fevereiro 13, 2019, 02:37:29 pm
Transportando para este tópico a discussão sobre o numero de efectivos.

Os dados relativos ao mês de Outubro sobre o Exército, diziam que tínhamos 11939 efectivos em serviço efectivo, dentro e fora do ramo mas sem contar com o militares em instrução.
Desse total 21% são Oficiais, 31% Sargentos (3657) e 48% de Praças. 1961 Civis.


Actualmente  e segundo os teus números e para um Exército de 11939 elementos temos:

Oficiais 21% =2507 em termos percentuais o aceitável seria 12%-15% o que daria um numero de oficiais entre 1432 e 1791.
Sargentos 31% = 3657 em termos percentuais o aceitável seria 15%-20% o que daria um numero de sargentos entre 1791e 2387.
Praças 48% = 5775 em termos percentuais o aceitável seria 65%-73% o que daria um numero de Praças entre 7761 e  8715.

O rídiculo na situação actual são as percentagens das classes de oficias e sargentos desta FDT, Força de Defesa Terrestre, eu não chamo a um efectivo de 11939 elementos um Exército.
São, quanto a mim, suficientes para enquadrar o triplo de praças actualmente existentes.

Eu até aceitaria ter 2507 oficiais + 3657 Sargentos, um total de 6164, que representam em termos numéricos, só o efectivo completo de duas Brigadas, se em termos de Praças existissem pelo menos 15000, o que daria um total de 21164 efectivos.

Teríamos assim no Exército 12% de oficiais + 17,5% de sargentos + 70,5% Praças, não a vergonha actual, da constituição da FDT, que não tem efectivos para no mínimo ter as três brigadas a 100%, pois pudera se só em Oficiais e Sargentos existe pessoal suficiente para formar duas delas, onde estão os Praças para completar os necessários doze batalhões/Grupos ???

Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

Coloquem quatro 2ºSarg e Furriéis numa das equipas de cada das secções de Inf/Art e dois em cada guarnição de CC, as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros, e as Brigadas por majores e tenentes Generais e vamos ver que já temos os problemas dos efectivos de duas das três brigadas resolvidos !
Quem não tem cão caça com gato !!

Abraços

Enfim...Bem vamos tentar ver algo positivo como somos um país que gosta de ser pioneiro criemos uma quarta brigada sob a denominaão de BOS (Brigada de Oficiais e Sargentos) e e equipemos com chaimites,aqueles canhoes betustos de 155 mm,chaparrais,Walter P 38,G,HK 21,V-150 Cadillac,morteirestes,bitubos e os enviemos para ima dessas mIssões  ONU manhosas como essa na RCA aposto que em um ano até a bomba atomica teriamos..
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: PereiraMarques em Fevereiro 13, 2019, 04:05:59 pm
A Lei Orgânica da GNR fala de 11 Oficiais Generais: http://www.gnr.pt/legislacaoGNR/leiOrganica.pdf

A estes deve juntar-se a prazo mais uma vaga criada no âmbito da recente Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (ex-GIPS): https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/117428716/details/maximized
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Fevereiro 13, 2019, 06:46:29 pm


Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

Coloquem quatro 2ºSarg e Furriéis numa das equipas de cada das secções de Inf/Art e dois em cada guarnição de CC, as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros, e as Brigadas por majores e tenentes Generais e vamos ver que já temos os problemas dos efectivos de duas das três brigadas resolvidos !
Quem não tem cão caça com gato !!

Abraços

Então e quem achas que anda a fazer o trabalho dos Praças que não existem? E mesmo dos Oficiais subalternos. É comum ter Sargentos a comandar pelotões. 
O Exército tem Oficias e Sargentos porque estão num quadro que os mantém na instituição. E nestas categorias os militares em RC também não são em numero ideal.
Não é Oficiais e Sargentos a mais! É Praças a menos! Muito menos.

No entanto existem unidades que não têm falta de Praças. RC6 em Braga e os Regimentos das ilhas, por exemplo.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Camuflage em Fevereiro 13, 2019, 10:49:16 pm
A velha mania de inverter o ónus da prova. Desde 1976 que há oficiais a mais nas forças armadas, é um facto, não vale a pena vir com  historietas ou querem mais generais do que já temos?

O que as FA têm falhado redondamente é no recrutamento e aliciamento de pessoas à vida militar, por 3 razões: ganância, status e conformismo. Para que vai o sr General, sr Coronel, chatear-se com o estado da sua força se tem a vida garantida? Tem uma data de oficiais bajuladores em seu redor,  empregados de limpeza (praças), guarda-costas (policia militar), motorista (cabos) e a cereja em cima do bolo é que não só não pode ser despromovido por ser incompetente, como nem pode ser despedido com perda total de direitos e do seu titulo, será ad aeternum "sr general".
Depois temos os oficiais intermédios que ora são bajuladores, ora são os revoltados de café. Tal como numa empresa os primeiros passam a vida a engraxar o chefe e os segundos revoltadinhos com tudo, mas são os primeiros a bater a pala assim que passa o sr Generaleco cheios de medo da suposta repercussão que possa recair sobre eles "o direito militar" - sim porque a justiça militar é muito diferente da civil em Portugal...

Em resumo:

-Ao longo dos anos continuaram-se a formar oficiais, as pessoas não vão ser sempre carne para canhão pretendem ascender na vida portanto foram sempre concorrendo para essas posições;
-Os "maioriais (aqueles que realmente mandam) das FA não estão à altura de comandar uma força militar, não têm visão estratégica das mesmas, nem capacidade de gestão - não existem más organizações, apenas maus lideres!
-Falta de programa de estímulos e proximidade da sociedade (não depende do governo, depende da liderança sair do trono e caminhar junto da população, ir às escolas, universidades, estabelecer protocolos, apostar no marketing etc)
-Quando foi a última vez que passou na tv um daqueles anúncios que passavam na RTP2 nos anos 90 e inícios de 2000? Por si já eram maus, mas agora nem isso.

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Fevereiro 13, 2019, 10:59:06 pm
Não sou GNR, mas acho que um factor importante para não ter tantos sargentos é ter um quadro de praças, isto é, são pessoas a que se podem atribuir mais responsabilidades que o que normalmente acontece nas praças das Forças Armadas.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Fevereiro 14, 2019, 12:22:39 am


Não Há, .....mas até termos Praças suficientes temos solução! :mrgreen:

Coloquem quatro 2ºSarg e Furriéis numa das equipas de cada das secções de Inf/Art e dois em cada guarnição de CC, as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros, e as Brigadas por majores e tenentes Generais e vamos ver que já temos os problemas dos efectivos de duas das três brigadas resolvidos !
Quem não tem cão caça com gato !!

Abraços

Então e quem achas que anda a fazer o trabalho dos Praças que não existem? E mesmo dos Oficiais subalternos. É comum ter Sargentos a comandar pelotões. 
O Exército tem Oficias e Sargentos porque estão num quadro que os mantém na instituição. E nestas categorias os militares em RC também não são em numero ideal.
Não é Oficiais e Sargentos a mais! É Praças a menos! Muito menos.

No entanto existem unidades que não têm falta de Praças. RC6 em Braga e os Regimentos das ilhas, por exemplo.

Desculpa lá mas acho que só estás a ver metade do problema não são só Praças a menos, são oficiais e sargentos a mais, e muito a mais, também!

O numero de oficiais e sargentos que temos são suficientes para um Exército de 20000 a 25000 efectivos, mesmo que o Exército tivesse os tais 14.000 efectivos e a manter-se os números de oficiais e sargentos actuais, a proporção seria de um sargento e um oficial para 2,6 Praças, actualmente a proporção é de um oficial + um sargento para 1,8 Praças !!!!!!

Não conheço nenhumas FFAA dignas desse nome, onde exista tal proporção !

O que escrevi RPT, como ser a única solução para atenuar a falta de praças e fazer o downgrade das funções das duas classes de oficiais e Sargentos cito " as secções comandadas por aspirantes, alferes e tenentes, os pelotões comandados por Capitães, as companhias comandadas por Majores e Tenentes Coroneis, e os Batalhões comandados por Coroneis e Brigadeiros " só desse modo é que arranjaremos pessoal para completar as unidades de manobra e apoio que precisam de efectivos, até que se consiga recompletar o numero as Praças que estão em falta !

Bem se houver sargentos a comandar pelotões então estamos mesmo muito mal porque, então o que fazem os subalternos ??
Comandam Companhias ????
Não me parece que isso esteja a acontecer.

Abraços

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Fevereiro 14, 2019, 12:59:44 pm
Tudo isso são problemas com apenas uma origem. A falta de Praças.
Corrigindo este problema os outros deixam de existir.

Por exemplo, actualmente tenho um Tenente como Cmdt de companhia. E os Cmdts de pelotão... São os três Alferes RC...
Mas também tenho andado sempre por unidades das mais deficitárias e em que tinha de fazer o trabalho do Oficial, de Saj, as minhas e dos Praças....

Saliento também que o Exército não se faz exclusivamente de unidades Regimentais.
As direcções (DMT, DCSI, DIE...), os comandos (CFT, CmdLog...) e mesmo à entrada de Lisboa o Laboratório Militar e o Centro de Informação Geoespacial do Exército são constituídos quase exclusivamente por Oficiais e Sargentos.

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Fevereiro 14, 2019, 01:19:13 pm
Tudo isso são problemas com apenas uma origem. A falta de Praças.
Corrigindo este problema os outros deixam de existir.

Por exemplo, actualmente tenho um Tenente como Cmdt de companhia. E os Cmdts de pelotão... São os três Alferes RC...
Mas também tenho andado sempre por unidades das mais deficitárias e em que tinha de fazer o trabalho do Oficial, de Saj, as minhas e dos Praças....

Saliento também que o Exército não se faz exclusivamente de unidades Regimentais.
As direcções (DMT, DCSI, DIE...), os comandos (CFT, CmdLog...) e mesmo à entrada de Lisboa o Laboratório Militar e o Centro de Informação Geoespacial do Exército são constituídos quase exclusivamente por Oficiais e Sargentos.

Na verdade é um pouco isso a falta de paraças evidencia um problema que à partida não seria mas é aí que há que cativar os joevens a pertencerem ao exército tornar isso promissor e desafiabte,
Eu cumpri servio militar ainda era SMO e entre 1987 e 1988 e pouco ou nada tem a ver com a realidade actual.
Por exemplo eu cumpri no antigo RASP (Regimento de artilharia da Serra do Pilar) e tinha a seguinte composição:
-Bataria de Instruão - Capitão
-Bataria de Comando - Capitão
-Bataria de Servilos - Capitão
-1ºBAC - Major
-2ª BBF - Major (esta era minha unidade e pertencia à BMI na vertente apoio de fogo).
-BAAA - Capitão

Na 1ºBAC e 2ªBBF os comandantes de pelotão eram Alferes e na de Intrução ,comando e servios aram Aspirante assim como na BAAA.

Comandante do Regimento era um Coronel e quando íamos para operaões de campo em conjunto com a 1ª BAC a liderançça era de um Tenente-Coronel..
Regimento fantástico,com localizaão ímpar,casernas novinhas e amplas,limpo,comida boa só o soldo era de 550 escudos eram SMO.


Também passei uma temporada no antigo BSS (Batalhaõ do Serviço de Setúbal) onde o comandante do Batalhão era um Major no caso Médico e os instrutores Tenentes.
Quartel horrível mais parecia um pulgueiro,comida medonha mas o pessoal era fantástico e a cidade então adorei.
Era outro contexto e pertence às minhas memórias.

Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Charlie Jaguar em Fevereiro 14, 2019, 01:45:18 pm
Além de haver de há uns anos para cá Praças que inclusivamente pagam para sair. Se no início da crise o ingresso nas Forças Armadas era encarado como uma forma de fugir ao desemprego, agora passa-se exactamente o contrário. E todos nós sabemos porquê e quais as razões para se estar a passar o que está a passar, discutimo-las aqui frequentemente.

Uma pessoa que me é muito próxima, e trabalha numa conhecida financeira, disse-me ainda há uns dias que todas as semanas lá aparecem militares, na sua maioria da categoria de Praças, ou a pedir simulações de empréstimo ou já a solicitar o mesmo por forma a pagar a indemnização por desvinculação de contrato, principalmente do Exército. Baixos salários, pouca motivação, etc, e estavam à espera do quê? Por isso é que quando falam dos 32 mil efectivos ainda há-que penar um bom bocado para atingir esse patamar que, segundo os últimos dados, não chega sequer aos 28 mil.  ::)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: zocuni em Fevereiro 14, 2019, 01:57:55 pm
Eu andei a ler muitas coisas sobre o decréscimo de militares em nossas foras armadas e pelo que eu entendi se todos que se apresentam ficassem até ao fim não anadriamos longe dos 32000.
Aí vêm outras causas salrário de caixa de supermercado (e tenho todo o respeito por quem ganha a vida fazendo isso),pouco estimulo,horizontes muito curtos,pouco recohecimento e por aí vai.
Eu não sou dos que pensam que apesar de hoje em dia serem tropas profissionais e devem ser,os considerar um bando de mercenários e que para nada serviriam no mundo civil antes pelo contrário essas pessoas estão a dar os melhores anos de suas vidas,merecem respeito,tirando casos pontuais a maioria até pelo que se aufere vai por devoção e achando que o amanhã sera melhor e depois vêm que nada muda e se sentem defraudados.Dá que pensar.
Tem muita coisa errada.Vams acordar,
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lancero em Fevereiro 14, 2019, 05:26:33 pm
O problema não é o que se faz agora. Mas o que se fez nos 80 e 90 em que se formavam blocos enormes de oficiais do Exército por causa da Guerra Fria. Teve de ser criada uma estrutura orgânica para os alojar. E muitos ainda estão no ativo.
Daqui por uns anos vai ter se de resuzir a orgânica porque agora formam-se muito menos oficiais
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Março 05, 2020, 07:14:47 am
Em 2018 o efectivo de Praças  dos BIParas, BCmds e FOE era o abaixo apresentado alguém sabe/tem acesso aos dados de 2019/2020.

(https://i.imgur.com/rSAWQRv.jpg)

Pergunto apenas porque com os efectivos apresentados em 2018, as unidades de manobra, se é que posso chamar assim, da BRR juntas, em termos de efectivos de praças, teriam o efectivo de um batalhão e meio se tanto, quando deveriam ser de três batalhões + FOE.

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: LM em Março 05, 2020, 09:43:58 am
"Quadro Orgânico" é o efectivo que, oficialmente, deveria ter...? Os batalhões deviam ter, tecnicamente, 330 homens?! 
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Março 05, 2020, 09:48:31 am
"Quadro Orgânico" é o efectivo que, oficialmente, deveria ter...? Os batalhões deviam ter, tecnicamente, 330 homens?!

Quadro orgânico de Praças, se tú lesses tudo o que eu escrevi, são 330 praças/BIPara, o que eu acho pouco, o numero de praças por BiPara deveria rondar os 400, mas…….. :mrgreen:

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Cabeça de Martelo em Março 05, 2020, 10:37:39 am
"Quadro Orgânico" é o efectivo que, oficialmente, deveria ter...? Os batalhões deviam ter, tecnicamente, 330 homens?!

Sim, agora os BIParas eliminaram a 3ª Companhia de Paraquedistas em cada Batalhão. É por isso que de 2000 e tal Paraquedistas no meu tempo, passamos a esta meia dúzia de gatos pingados em toda a BrigRR.
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: tenente em Março 05, 2020, 01:41:51 pm
"Quadro Orgânico" é o efectivo que, oficialmente, deveria ter...? Os batalhões deviam ter, tecnicamente, 330 homens?!

Sim, agora os BIParas eliminaram a 3ª Companhia de Paraquedistas em cada Batalhão. É por isso que de 2000 e tal Paraquedistas no meu tempo, passamos a esta meia dúzia de gatos pingados em toda a BrigRR.

Está certo, e explicado, agora são mais espertos que no teu e no meu tempo, os BIParas do  " actualmente " são afinal BIPara (-).
Eu também achei 330 praças muito pouco pois se as Companhias tiverem +/- 120 efectivos no total, o Batalhão teria um pouco mais que 500 homens/mulheres, pois seriam 01 CCS + 01 CAC + 03 CIPara.

Abraços
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Lightning em Março 05, 2020, 08:05:56 pm
Tenente os BIPara há alguns anos que já não tem CCS + CAC, passaram a ter CCA.

(https://docplayer.com.br/docs-images/64/52060252/images/30-2.jpg)
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: Claust em Maio 17, 2020, 11:04:22 pm
https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/29655/1/MAJ%2520Ferreira%2520LouroLouro.pdf&ved=2ahUKEwiN5pPQ7LvpAhWvCmMBHZ6bBn4QFjABegQIAxAL&usg=AOvVaw1k4PPgnGmDklr6tXXwpviy (https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/29655/1/MAJ%2520Ferreira%2520LouroLouro.pdf&ved=2ahUKEwiN5pPQ7LvpAhWvCmMBHZ6bBn4QFjABegQIAxAL&usg=AOvVaw1k4PPgnGmDklr6tXXwpviy)

Boa leitura
Título: Re: Reforma do Exército
Enviado por: HSMW em Maio 18, 2020, 03:16:16 am
Citar
Em  todas  as  situações  foram  reportadas  lacunas  nas  comunicações.  Os  rádios utilizados  para  comunicações  internas  até  ao  nível  SecAt são  os  Marconi  PRR-H485521. Estes rádios não são interoperáveis com as montagens nas Pandur, pois trabalham na banda UHF,enquanto que o rádio 525  daviatura trabalha  na  banda High  Frequency(HF)/Very High Frequency(VHF).

Pois...  ::) Solução?

Citar
O Batalhão de Infantaria Médio: Experiência Operacional376.2.Lições aprendidas em empenhamentos internacionaisNos empenhamentos internacionais, o emprego  de uma companhia independente ou comando do batalhão na Lituânia, Espanha e Roménia, foram o máximo escalão utilizado. No Kosovo e RCA,a organização correspondia  a um pelotão adaptável,  de acordo com  a orgânica inerente às necessidades das missões atribuídas.Em  todas  as  situações  foram  reportadas  lacunas  nas  comunicações. 
Os  rádios utilizados  para  comunicações  internas  até  ao  nível  SecAt são  os  Marconi  PRR-H485521. Estes rádios não são interoperáveis com as montagens nas Pandur, pois trabalham na banda UHF,enquanto que o rádio 525  da viatura trabalha  na  banda High  Frequency(HF)/Very High Frequency(VHF). Figura 20–Rádio Marconi PRR-H4855e P/PRC 525Fonte:(Exército Português, 2017)Para garantir comunicações entre a SecAt apeada e a viatura foi atribuído um Marconi ao  apontador da  MP,  ficando  encarregue  de  dois  rádios,  segurança  e  comando  da  viatura.
Quando as distâncias entre a esquadra de manobra e a guarnição da viatura passavam dos 500m,  havia  necessidade  de  deixar  um  elemento  apeado  à  retaguarda  para  garantir  as comunicações.

Acresce o facto de que os Marconi, não poderem ser utilizados pelas Pandur IFV, pois com as escotilhas fechadas,as comunicações são precárias ou inexistentes entre a guarnição e militares apeados(J. Pais, op. cit.). No entanto, o 2ºBIMec(R) foi audiência alvo para testar o sistema TWH101, sendo um sistema composto por dois Press To Talk (PTT), que operam em redes distintas, apresentando-se como uma opção viável

Toma lá dois rádios...

Citar

Ao nível do apoio logístico, a viatura Auto Pronto Socorro M816 apresenta problemas mecânicos devido à sua avançada idade (aquisição em 1978), sendo extremamente difícil a aquisição de sobressalentes, carecendo a sua substituição.

Aqui  está algo que devia ser prioritário.