Boas, está aqui uma noticia do Independente que afirma que até 2026 vão ser comprados novos sistemas de defesa antiaerea. Já alguem tinha ouvido falar nisto!?
Suponho que por 32 milhões vão ser umas fisgas busca calor....
.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/defesa/detalhe/governo-compra-sistema-de-defesa-antiaerea-ate-32-milhoes-para-equipar-exercito
:G-bigun:
Boas, está aqui uma noticia do Independente que afirma que até 2026 vão ser comprados novos sistemas de defesa antiaerea. Já alguem tinha ouvido falar nisto!?
Suponho que por 32 milhões vão ser umas fisgas busca calor....
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/defesa/detalhe/governo-compra-sistema-de-defesa-antiaerea-ate-32-milhoes-para-equipar-exercito
:G-bigun:
No site da NSPA tem a indicação "terminals for the integration of legacy MANPADS"... isso que dizer que o sistema tem que ser obrigatoriamente um sistema também MANPADS? Ou seja, é Stinger/ MISTRAL/ RBS 70/ Starstreak (Rapid Ranger + URO VAMTAC)?
Fora de hipótese algo tipo VL MICA / CAMM...?
Bem, o Chaparral (Mim-72c) sempre tem o alcance de 9000m. Isto nuns camiões Toyota como fizeram as Forças Armadas da Formosa, ainda metiam os Russos a pensar duas vezes, antes de lançarem os seus KAMOV's e MI'S.. ;D :jok: :rir: :nice:No site da NSPA tem a indicação "terminals for the integration of legacy MANPADS"... isso que dizer que o sistema tem que ser obrigatoriamente um sistema também MANPADS? Ou seja, é Stinger/ MISTRAL/ RBS 70/ Starstreak (Rapid Ranger + URO VAMTAC)?
Fora de hipótese algo tipo VL MICA / CAMM...?
Ainda á pouco noutra secção do forum me tinham dito que o requisito do exercito era o mínimo de 20km de alcance, se for em relação a radares acho pouco e quanto a misseis não existe nenhum MANPAD que alcance mais que 8km.
Mas também com o orçamento que tinham dado não sei mesmo o que esperar.
:-\
MIM-72C Improved Chaparral. Featuring an improved AN/DAW-1 guidance section, M817 directional doppler fuze and a M250 blast-fragmentation warhead. These enhancements gave the missile an all-aspect capability. Produced between 1976 and 1981. It entered service in November 1978. Range improved to 9000 m.
Uma possível solução para complementar o novo sistema do Exército podia passar pelo aproveitamento dos Sea Sparrow das BD para utilização num sistema tipo Aspide em segunda mão (que a Itália possui aos pontapés) que podia ficar instalado nas bases aéreas da FAP. Não é perfeito, mas é melhor que nada. Mas, obviamente, não deve haver interesse das chefias por este tipo de coisa.
Vinha só corrigir um erro quanto ao alcance do radar do Crotale NG, que a Thales agora comercializa com o nome "Thales RAPIDDefender".
O alcance do radar de detecção é de 80km e não 20km como tinha colocado antes, já dá mais que conta do assunto!.
https://www.thalesgroup.com/en/worldwide/defence/rapiddefender
https://www.thalesgroup.com/sites/default/files/asset/document/rapiddefender_05_13pr.pdf
:jok: ys7x9
Apesar do fim da guerra, um pelotão de mísseis Crotale ainda chega a Lisboa, em Setembro de 1974, e segue para as instalações do Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e Costa (CIAAC), em Cascais[103]. Porém, em 1976, é vendido à África do Sul com a mediação da Thomson e as verbas já pagas são devolvidas a Portugal[104].
https://www.revistamilitar.pt/artigo/1017 (https://www.revistamilitar.pt/artigo/1017)
Vinha só corrigir um erro quanto ao alcance do radar do Crotale NG, que a Thales agora comercializa com o nome "Thales RAPIDDefender".
O alcance do radar de detecção é de 80km e não 20km como tinha colocado antes, já dá mais que conta do assunto!.
https://www.thalesgroup.com/en/worldwide/defence/rapiddefender
https://www.thalesgroup.com/sites/default/files/asset/document/rapiddefender_05_13pr.pdf
:jok: ys7x9
Outra vez o Crotale. Então mas é para adquirir e devolver outra vez (somos peritos a rasgar contratos)? ;D ;)CitarApesar do fim da guerra, um pelotão de mísseis Crotale ainda chega a Lisboa, em Setembro de 1974, e segue para as instalações do Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e Costa (CIAAC), em Cascais[103]. Porém, em 1976, é vendido à África do Sul com a mediação da Thomson e as verbas já pagas são devolvidas a Portugal[104].
https://www.revistamilitar.pt/artigo/1017 (https://www.revistamilitar.pt/artigo/1017)
(https://rr.img.naver.jp/mig?src=http%3A%2F%2Fwww.armyrecognition.com%2Feurope%2FFrance%2Fvehicules_missiles%2FCrotale%2FCrotale_Missile_France_DP_17.jpg&twidth=1000&theight=0&qlt=80&res_format=jpg&op=r)
Cumprimentos
https://www.janes.com/article/80680/portugal-finalises-advanced-air-defence-c2-system
Portugal finalises advanced air-defence C2 system
Victor Barreira, Istanbul - Jane's International Defence Review
06 June 2018
The Portuguese Army recently completed building its SICCA3 (Sistema Integrado de Comando e Controlo para a ArtilhariaAntiaérea) air-defence integrated command-and-control (C2) system that is intended to improve Portugal’s National Air Defense System.SICCA3’s TOC and FDC modules are shown with their tactical 4x4 carriers. (Victor Barreira)
SICCA3’s TOC and FDC modules are shown with their tactical 4x4 carriers. (Victor Barreira)
The modular, transportable, and networked system is now fielded by the Air Defense Artillery Group (GAAA) located at the Air Defense Artillery Regiment No 1 in Queluz.
“We are establishing a roadmap for achieving initial operational capability [IOC and final operational capability [FOC] of the system, and taking steps to integrate it with the Portuguese Air Force’s ARS Monsanto [Air Control Centre, Recognized Air Picture Production Centre, and Sensor Fusion Post]”, Lieutenant Colonel Hélder Barreira, the GAAA’s commander, told Jane’s .
SICCA3 was designed as an automated computer-based information system to perform tasks such as aircraft surveillance, flight tracking, and communications functions, thus helping the army to plan, direct, and monitor tactical air control operations. Specifically, it enables generating and disseminating a local air picture (LAP) and receives and disseminates a recognised air picture (RAP) and common operational picture (COP). It relies on NATO’s Link 16 and Link 11b, JREAP-A/B/C, and LAAAPI data links standards, and NATO ADatP-3 and JC3IEDM BL3 message exchange formats for communications. It is also linked to the Portuguese Army’s SIC-T, SICOM, and SIC-Op networks.
SICCA3 consists of tactical operation centre (TOC) and fire detection cente (FDC) modules based on 4.260x2.450x2.438 mm shelters supplied by Teknel; two Renault Trucks Kerax 4x4 trucks; modular tents; camouflage nets; and two trailer-mounted 32 kW gensets for power. When deployed, they form an ‘air-defence and airspace cell’.
Só nos falta o sistema anti aéreo :G-bigun:https://www.janes.com/article/80680/portugal-finalises-advanced-air-defence-c2-system
Portugal finalises advanced air-defence C2 system
Victor Barreira, Istanbul - Jane's International Defence Review
06 June 2018
The Portuguese Army recently completed building its SICCA3 (Sistema Integrado de Comando e Controlo para a ArtilhariaAntiaérea) air-defence integrated command-and-control (C2) system that is intended to improve Portugal’s National Air Defense System.SICCA3’s TOC and FDC modules are shown with their tactical 4x4 carriers. (Victor Barreira)
SICCA3’s TOC and FDC modules are shown with their tactical 4x4 carriers. (Victor Barreira)
The modular, transportable, and networked system is now fielded by the Air Defense Artillery Group (GAAA) located at the Air Defense Artillery Regiment No 1 in Queluz.
“We are establishing a roadmap for achieving initial operational capability [IOC and final operational capability [FOC] of the system, and taking steps to integrate it with the Portuguese Air Force’s ARS Monsanto [Air Control Centre, Recognized Air Picture Production Centre, and Sensor Fusion Post]”, Lieutenant Colonel Hélder Barreira, the GAAA’s commander, told Jane’s .
SICCA3 was designed as an automated computer-based information system to perform tasks such as aircraft surveillance, flight tracking, and communications functions, thus helping the army to plan, direct, and monitor tactical air control operations. Specifically, it enables generating and disseminating a local air picture (LAP) and receives and disseminates a recognised air picture (RAP) and common operational picture (COP). It relies on NATO’s Link 16 and Link 11b, JREAP-A/B/C, and LAAAPI data links standards, and NATO ADatP-3 and JC3IEDM BL3 message exchange formats for communications. It is also linked to the Portuguese Army’s SIC-T, SICOM, and SIC-Op networks.
SICCA3 consists of tactical operation centre (TOC) and fire detection cente (FDC) modules based on 4.260x2.450x2.438 mm shelters supplied by Teknel; two Renault Trucks Kerax 4x4 trucks; modular tents; camouflage nets; and two trailer-mounted 32 kW gensets for power. When deployed, they form an ‘air-defence and airspace cell’.
Apenas incluo a foto do artigo em causa.
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/921/yHnmYk.jpg) (https://imageshack.com/i/plyHnmYkj)
Abraços
Isso é apenas metade do valor da próxima injecção no novo banco...
Isso é apenas metade do valor da próxima injecção no novo banco...
Não sei se está a falar a sério ou a brincar, mas de qualquer das maneiras informo, que de facto está uma verba de 400 milhões € para o Novo Banco no OE 2019, e alguns analistas dizem que este valor não é suficiente.
Isso é apenas metade do valor da próxima injecção no novo banco...
Não sei se está a falar a sério ou a brincar, mas de qualquer das maneiras informo, que de facto está uma verba de 400 milhões € para o Novo Banco no OE 2019, e alguns analistas dizem que este valor não é suficiente.
É mesmo a sério!
E ainda há mais....
https://www.jn.pt/economia/interior/governo-pede-mais-886-milhoes-para-bancos-falidos-10100965.html
(https://defence-blog.com/wp-content/uploads/2018/11/46794917_10212008539800990_8350784778529669120_n-min.jpg)
Em 2º lugar este.
(https://defence-blog.com/wp-content/uploads/2018/11/46794917_10212008539800990_8350784778529669120_n-min.jpg)
Em 2º lugar este.
Está em 2º lugar no concurso?
Mas o NASAMS não é medio alcance ?
e o CAMM?
Novidades sobre este tema? Ou anda tudo na mesma? ::)
Achei curioso observar que a LPM até 2030 não abrange nada relativamente ao assunto das defesas anti-aéreas. ???
Até parece que esta não é uma das nossas maiores lacunas em todas as forças armadas.
Aos anos que se fala em defesas anti-aéreas novas, e até hoje, nada. O militares portugueses que foram ver os Nasams a Espanha, foram lá fazer o quê, ver a montra?
Tendo em conta que o Nasams já é usado por inúmeros países da Nato, parece-me uma das opções mais óbvias. Também me parece que sistemas Mistral em viaturas seja pouco, muito pouco até. ASRAD-R já me parece mais interessante, nomeadamente tendo o lançador e o radar num só veículo.
Sistemas Mistral montados em viatura são mais para proteção de "comboio" do que para defesa aerea.
Que area se vai defender com um alcance de 6km e tendo em conta que até o lançamento de uma bomba estilo JDAM pode ser feita a largos quilometros do alvo e a alturas que o Mistral nem lhes toca!?
É uma palhaçada.
:bang:
http://www.imisystems.com/wp-content/uploads/2017/01/SUPER-VULCAN-1.pdf
Um sistema destes instalado num Pandur ou M-113... substituía os Bitubos.
Apenas postei isto como uma possível solução mais barata para defesa de ponto das unidades terrestres. De canhões a solução ideal seria como o Mantis, ou semelhante.
(https://i.ytimg.com/vi/SgUf9bSRXzs/maxresdefault.jpg)
Eu penso que a nível da defesa anti-aérea, há 3 aspectos importantes. Mesmo não adquirindo sistemas na quantidade necessária, pelo menos deviam ser adquiridos sistemas que permitam:
1. manter/criar doutrinas, e isto inclui sistema de muito curto, curto e médio alcance;
2. ter capacidade de resposta imediata no caso de um ataque "surpresa" ou aumento de hostilidades súbitas;
3. ter capacidade de proteger pontos e áreas de elevado valor, especialmente de valor militar.
Ora, para isto, seriam necessários pelo menos pequenas baterias estilo NASAMS (1 radar, estação de controlo e 2 lançadores), para equipar pelo menos as bases mais importantes (Alfeite, Monte Real, Beja, Santa Margarida,...). Porquê baterias tão pequenas? Por uma questão de custos, trazendo alguma capacidade de resposta. Permitiria ainda que mais tarde, se fosse necessário, o tamanho destas baterias pudesse ser aumentado sem grandes problemas.
Adquirir sistemas de curto alcance em veículos para substituir os Chaparral, como o MPCV, que equiparia todo o tipo de unidades mecanizadas/blindadas. Novamente, mesmo que a quantidade não fosse muita, uma quantidade inicial de 10 veículos lançadores para BrigMec e outros tantos para a BrigInt, com alguns radares 3D para aviso antecipado, e já seria muito melhor do que o que temos agora.
Por fim, sistemas de canhões fixos e auto-propulsados, que oferecem capacidade de defesa de ponto a um custo baixo e com alguma imunidade a ambientes saturados em ECM.
Além disto, adquirir mais Stingers para equipar mais unidades.
Isto já deve ser cansaço e resignação mas o ponto 2 e 3, não são prioritários, a população civil não nota isso mas no caso da NATO muito antes de qualquer ataque "surpresa" já existe escalada de intensidade, ataques surpresa já pouco existem ou apenas servirão para justificar incompetência aos midia. Com os serviços de inteligência e todo o jogo político é possível prever um piorar da situação e equipar esses pontos sensíveis quando for preciso. veja-se o caso de Israel ou Coreia do Sul.
Dai com as tretas todas de falta de guito e incompetência da nossa classe política não seria útil gastar guito nesses sistemas num momento em que não faz falta.
PS: Se nos preocuparmos em ter uma marinha forte e Força aerea minimamente capaz de apoiar a marinha, se for necessário os nossos aliados mandam para cá os sistemas AA que precisarmos.
Alguém sabe dizer em que fase está este concurso na NSPA ou se "morreu" de vez? Obrigado!
Alguém sabe dizer em que fase está este concurso na NSPA ou se "morreu" de vez? Obrigado!
Se se partir do principio que é este que aparece no site da NSPA
https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=18LDS015 (https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=18LDS015)
Só a partir de 28 de Junho é que poderão haver novidades, pois é a data provisória para lançamento do pedido de propostas segundo a ultima actualização. Nada mau para algo que apareceu pela primeira vez em 2018 e que se consultarem o ficheiro Word tinha previsto data de lançamento inicial do processo a 6 de Abril de 2018 ::)
Cumprimentos,
The project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
Alguém sabe dizer em que fase está este concurso na NSPA ou se "morreu" de vez? Obrigado!
Se se partir do principio que é este que aparece no site da NSPA
https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=18LDS015 (https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=18LDS015)
Só a partir de 28 de Junho é que poderão haver novidades, pois é a data provisória para lançamento do pedido de propostas segundo a ultima actualização. Nada mau para algo que apareceu pela primeira vez em 2018 e que se consultarem o ficheiro Word tinha previsto data de lançamento inicial do processo a 6 de Abril de 2018 ::)
Cumprimentos,
Não sei se será pois esse engloba veículos e tudo..CitarThe project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
http://www.janes.com/article/79062/portugal-details-shorad-acquisition-plan
Portugal details SHORAD acquisition plan
The Portuguese Army expects to receive its first vehicle-mounted short-range air defence (SHORAD) systems in 2019, it has told Jane’s . The request for proposals (RFP) is expected to be launched through the NATO Support and Procurement Agency (NSPA) in 2018, as is the contract signing. The NSPA is conducting the procurement under an agreement with Portugal.
In 2017, EUR32 million (USD39.3 million) were allocated for the acquisition of eight light or medium tactical armoured vehicles equipped with a lightweight missile launch system, eight weapon terminals and two 3D air surveillance radars with a range of at least 20 km.
Isto já deve ser cansaço e resignação mas o ponto 2 e 3, não são prioritários, a população civil não nota isso mas no caso da NATO muito antes de qualquer ataque "surpresa" já existe escalada de intensidade, ataques surpresa já pouco existem ou apenas servirão para justificar incompetência aos midia. Com os serviços de inteligência e todo o jogo político é possível prever um piorar da situação e equipar esses pontos sensíveis quando for preciso. veja-se o caso de Israel ou Coreia do Sul.
Dai com as tretas todas de falta de guito e incompetência da nossa classe política não seria útil gastar guito nesses sistemas num momento em que não faz falta.
PS: Se nos preocuparmos em ter uma marinha forte e Força aerea minimamente capaz de apoiar a marinha, se for necessário os nossos aliados mandam para cá os sistemas AA que precisarmos.
Comparar Portugal com Israel e Coreia do Sul é um absurdo. Não só o orçamento de defesa deles é muito superior ao nosso, como com ou sem aumento de hostilidades, estão sempre muitíssimo bem equipados, e sabem que a qualquer momento podem ser atacados por um vizinho. Quando falo em ataques surpresa, falo em mísseis de cruzeiro por exemplo, e um eventual inimigo/governo hostil do Norte de África, não vai avisar os media que vão "atacar Portugal para conquistar a Madeira e as suas águas territoriais". A ideia é garantir a soberania garantindo que os locais onde estão concentrados os nossos meios de resposta rápida, se encontram protegidos.
Deixar a defesa aérea somente aos F-16 é suicídio. Até porque um sistema AA pode estar em alerta 24h por dia, já um caça não pode voar por este período de tempo, e mesmo contando com rotações de aeronaves, é muito dispendioso. As fragatas, no estado actual e mesmo com um MLU com ESSM não conseguem cobrir as ditas bases aéreas.
O erro de pensamento é esse "num momento em que não faz falta". Se todos os países da Europa possuem sistemas AA decentes, nós somos menos que eles? Mas querem LPDs, e desembarques e coisas todas xpto... mas depois e para proteger a força desembarcada? Protege-se com Stingers? ???
Outro erro, é depender dos aliados. Se os aliados não levarem a sério uma ameaça feita por um país próximo de nós, e este país resolver atacar com uma saturação de mísseis de cruzeiro, pontos importantes no nosso território, como é que vai ser?
Recursos... quando queremos baterias de médio alcance algo vai ser sacrificado e não é os privilégios de politicos e oficiais superiores que conseguimos sacrificar... que também desconfio não era suficiente uma defesa aérea decente.
O mínimo para ter "escola e doutrina" era algo como a Estónia comprou (https://www.defenseindustrydaily.com/estonia-chooses-new-shorad-air-defense-system-03088/)... depois, posteriormente, ir para algo tipo "Enhanced Modular Air Defence Solutions" com os CAMM... mas, antes, recursos para capacidade AT decente (tipo MMP + Gustav), por exemplo.
Ter 2 F-16 em alerta equipados com Sidewinder algo antigos, não vai ser suficientemente dissuasor contra uma potencial força com múltiplos caças/bombardeiros, etc. Além de que, temos o arquipélago da Madeira completamente desprotegido. Já que é incomportável ter uma parelha de F-16 em alerta por lá, não seria de descurar ter pelo menos alguma capacidade defensiva.
Mas o argumento é, como só aguentava a primeira vaga, mais vale não ter nada e deixar que nos ataquem. Mas lá está, os nossos principais meios dissuasores, os submarinos, estão completamente à mercê de algum ataque aéreo, especialmente quando estão os dois no Alfeite. Alvos de elevado valor estratégico, têm de ser protegidos!
Daí eu defender baterias de médio alcance, tanto para proteger estes potenciais alvos, como forças expedicionárias que possamos colocar fora de Portugal. A NATO pode proteger sim, mas também pode encalhar numa burocracia qualquer, ou simplesmente escolher não meter a colher num conflito entre 2 países para evitar que se torne algo numa escala maior.
Eu não discordo de si na totalidade! Mas não acho que devêssemos relegar para segundo plano os sistemas AA. Mesmo que não fossem sistemas novinhos em folha, podia-se até negociar com os americanos uns Patriot PAC-1 ou PAC-2 em segunda mão. É mais fácil criar doutrinas e pessoal treinado com meia dúzia de sistemas do que com zero. Este zero na defesa-aérea preocupa-me, e se em algum momento tivéssemos que enviar uma força para o estrangeiro para restaurar a paz e/ou evacuar civis portugueses, uma bateria destas serviria muito bem para dar cobertura sob o espaço aéreo.
O conflito mais provável seria talvez com a China, devido à sua postura expansionista. E sim, obviamente que nesse caso toda a postura da NATO mudava, e também dos aliados nos demais continentes. Mas a China primeiro teria de se preocupar com a máquina de guerra americana, para o resto da NATO a preocupação seriam até os aliados da China e os países/governos que se quisessem aproveitar do foco americano na China para atacar países da NATO e outros aliados.
Nada acerca do assunto em epígrafe
https://www.exercito.pt/pt/informa%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica/not%C3%ADcias/1110
Também lá aparece um pedido, a ser lançado em 3 de Novembro de 2019, para a conversão de 4 viaturas VBR-ICV Pandur II em viaturas VBR-RCV. Alguém sabe alguma coisa?Fala-se na incorporação, na unidade de engenharia pelo menos, de algumas viaturas Pandur na Brigada Mecanizada. Poderiam ser estas.
https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009 (https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009)
"VSHORADS", enfim... E quando dizem "integration of legacy systems" já se sabe que vão ser stingers.
Que rica me**a de defesa aerea...
>:(
Também lá aparece um pedido, a ser lançado em 3 de Novembro de 2019, para a conversão de 4 viaturas VBR-ICV Pandur II em viaturas VBR-RCV. Alguém sabe alguma coisa?Fala-se na incorporação, na unidade de engenharia pelo menos, de algumas viaturas Pandur na Brigada Mecanizada. Poderiam ser estas.
https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009 (https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009)
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Também lá aparece um pedido, a ser lançado em 3 de Novembro de 2019, para a conversão de 4 viaturas VBR-ICV Pandur II em viaturas VBR-RCV. Alguém sabe alguma coisa?Fala-se na incorporação, na unidade de engenharia pelo menos, de algumas viaturas Pandur na Brigada Mecanizada. Poderiam ser estas.
https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009 (https://eportal.nspa.nato.int/eProcurement/FBO/eProcurementFBODetails.aspx?OpportunityId=19LMM009)
Cumprimentos,
Pedro Monteiro
Oh Pedro, eu já disse aqui que quando os ST5 vierem, sendo uma boa viatura e complementando bem os Pandur (libertando alguns de algumas funções na BrigInt), é possível a BrigMec receber Pandur para o BIMec, mas ninguém acredita!
Provavelmente o primeiro passo para a "natural" fusão da BrigInt e da BrigMec.
MBDA demonstrated the capabilities of MISTRAL 3 VSHORAD missile by intercepting a Mirach 40 target at a range of over 7 km. The demonstration firing was carried out from a complete installation including a Giraffe 1-X radar, LICORNE C2 unit and VAMTAC ST5/ATLAS-RC launcher.
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/922/8qFnfa.jpg) (https://imageshack.com/i/pm8qFnfaj)
https://twitter.com/Defence360/status/1195316734670098432
E com o surgimento da ameaça dos mini-UAVs "kamikaze", este tipo de sistemas de curto alcance são obrigatórios.
Não era suposto por esta altura já haver novidades do programa dos sistemas SHORAD através da NSPA? ???
Custa muito ir buscar mais 25 ST5
Custa muito ir buscar mais 25 ST5
Isto e um concurso para apenas 8 veículos, imagina o drama para 25
The project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
CitarThe project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
Custa muito ir buscar mais 25 ST5
Isto e um concurso para apenas 8 veículos, imagina o drama para 25
Custa muito ir buscar mais 25 ST5
Isto e um concurso para apenas 8 veículos, imagina o drama para 25
Ou seja, 2 radares mais 6 lançadores, que farturinha...
:(
Então só com 8 veiculos já nem sei onde vão por os radares...
Enfim.
:-P
Custa muito ir buscar mais 25 ST5
Isto e um concurso para apenas 8 veículos, imagina o drama para 25
Legacy só podem ser os Stingers. Ou seja, 8 terminais para integração de Stingers + 08 veículos equipados com SHORAD novos (provavelmente, uma versão do Mistral).
Manter a "escola"... tal como com os Leo2A6 é para manter a "escola", uma capacidade residual mas que existe.
Versatile Defense at Sea and Ashore
Evolved Seasparrow Missile (ESSM®) is an international cooperative upgrade of the RIM-7 Seasparrow Missile. ESSM provides self-defense battlespace and firepower against high-speed, highly maneuverable anti-ship missiles in the naval environment.
ESSM Moves from Water to Land
Raytheon Missile Systems, along with a global industrial partnership, has introduced an initiative that expands the missile’s original mission from sea-based to ground-based air defense arena. ESSM used in a ground-based application will build on the proven capabilities of the ship-based application by providing the same air defense capability against the full threat spectrum, including aircraft, high and low velocity air threats, and high divers.
ESSM is the third Raytheon missile to be successfully fired from the NASAMS launcher (joining AMRAAM and AIM-9X). The benefits of adding ESSM to Ground-Based Air Defense are:
Extended range.
An additional complementary capability.
A common logistics infrastructure and procurement for nations that already have ESSM in their Naval inventory.
ESSM currently has more than 2,000 proven rounds in service or in production with another 1,500 rounds anticipated. It is likely that ESSM will be supported through 2030 and beyond, based on current customer requirements.
Manter a "escola"... tal como com os Leo2A6 é para manter a "escola", uma capacidade residual mas que existe.
Mania de inventar a pólvora...
https://www.raytheon.com/au/capabilities/products/evolved-seasparrow-missile-essm (https://www.raytheon.com/au/capabilities/products/evolved-seasparrow-missile-essm)CitarVersatile Defense at Sea and Ashore
Evolved Seasparrow Missile (ESSM®) is an international cooperative upgrade of the RIM-7 Seasparrow Missile. ESSM provides self-defense battlespace and firepower against high-speed, highly maneuverable anti-ship missiles in the naval environment.
ESSM Moves from Water to Land
Raytheon Missile Systems, along with a global industrial partnership, has introduced an initiative that expands the missile’s original mission from sea-based to ground-based air defense arena. ESSM used in a ground-based application will build on the proven capabilities of the ship-based application by providing the same air defense capability against the full threat spectrum, including aircraft, high and low velocity air threats, and high divers.
ESSM is the third Raytheon missile to be successfully fired from the NASAMS launcher (joining AMRAAM and AIM-9X). The benefits of adding ESSM to Ground-Based Air Defense are:
Extended range.
An additional complementary capability.
A common logistics infrastructure and procurement for nations that already have ESSM in their Naval inventory.
ESSM currently has more than 2,000 proven rounds in service or in production with another 1,500 rounds anticipated. It is likely that ESSM will be supported through 2030 and beyond, based on current customer requirements.
(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTYliygcR4WrkBG-hHgx52VBDUzOGI84Fw20Pz4hkd0bPoKxXGb&s)
Saudações
A questão era o que sacrificaremos se investirmos 200 milhões em um sistema AA de médio alcance... o que deixávamos de adquirir.E um sistema AA de curto alcance serve para que se ainda por cima temos o Stinger? Se o problema é colocar sobre rodas...
A questão era o que sacrificaremos se investirmos 200 milhões em um sistema AA de médio alcance... o que deixávamos de adquirir.
Vieira de Leiria: Brigada de artilharia e anti-aérea do Exercito faz fogo real e abateu aeronave
A aquisição de mais Stingers será sempre necessária, para os três ramos, nem que seja para manter o stock depois dos (raros) exercícios de fogos reais com os ditos. Além de que, não sabendo o número de Stingers que temos (calculo que não sejam centenas deles) num mundo com ameaça de mini-UAVs além das ameaças convencionais, quantos mais possuirmos, melhor.
Os Avenger também seriam uma hipótese a ter em conta para sistema SHORAD. ADATS também seria uma opção. Caso se quisesse algo novinho em folha, e visto que temos tão poucos praças, pode-se inclusive adquirir as torres MPCV e modificar alguns Pandur APC para as receber. No entanto o ideal seria adquirir mais ST5 para este sistema, mais o radar, mais versão porta-morteiros.
Sistema SHORAD sobre rodas é obrigatório pela necessidade de acompanhar forças terrestres em movimento. É suicídio ter carros de combate modernos sem cobertura AA.
A aquisição de mais Stingers será sempre necessária, para os três ramos, nem que seja para manter o stock depois dos (raros) exercícios de fogos reais com os ditos. Além de que, não sabendo o número de Stingers que temos (calculo que não sejam centenas deles) num mundo com ameaça de mini-UAVs além das ameaças convencionais, quantos mais possuirmos, melhor.
Concordo plenamente!
(https://i2.wp.com/www.worldinwar.eu/wp-content/uploads/2018/04/Pantsir-S1.jpg?fit=1280%2C854)
:mrgreen:
A aquisição de mais Stingers será sempre necessária, para os três ramos, nem que seja para manter o stock depois dos (raros) exercícios de fogos reais com os ditos. Além de que, não sabendo o número de Stingers que temos (calculo que não sejam centenas deles) num mundo com ameaça de mini-UAVs além das ameaças convencionais, quantos mais possuirmos, melhor.
Centenas?!?! :rir: Nem um algarismo de duas casas! E dá para contar pelos dedos de uma mão.
É por isso que nem entro nestas discussões.
Estão a falar da enorme omelete que querem para o jantar mas os ovos já acabaram à muito tempo e as galinhas já se foram.
O galinheiro é apenas uma ruína habitada por ratos.
Esta é uma analogia com a realidade do exército.
Décadas de falta de investimento e prioridades trocadas, má gestão de pessoal e recursos num país de corruptos.
Concordo, e até 2030 ainda dá tempo para os nossos amigos operadores do F-35 arranjarem os defeitos do dito avião. :mrgreen:
Mas ao preço actual do F-35, acho pouco provável que nos próximos 10 anos surja um caça de 5ª geração a um preço igualmente apelativo.
Concordo, e até 2030 ainda dá tempo para os nossos amigos operadores do F-35 arranjarem os defeitos do dito avião. :mrgreen:
Mas ao preço actual do F-35, acho pouco provável que nos próximos 10 anos surja um caça de 5ª geração a um preço igualmente apelativo.
Ao menos isso, os paises que mais podem que aguentem os custos de arranjar os "bugs" e quando chegar a nossa vez que já venha mais ou menos direito...
Ainda estou pra ver o que vai sair do Japão e da Korea do sul. São paises bem capazes na area de armamento e estão com ideas de fazer caças proprios.
Pra não falar no tal Flygsystem 2020 que os Suecos supostamente iam fazer a seguir ao Gripen E. Deixa rolar. :-P
Concordo, e até 2030 ainda dá tempo para os nossos amigos operadores do F-35 arranjarem os defeitos do dito avião. :mrgreen:
Mas ao preço actual do F-35, acho pouco provável que nos próximos 10 anos surja um caça de 5ª geração a um preço igualmente apelativo.
Ao menos isso, os paises que mais podem que aguentem os custos de arranjar os "bugs" e quando chegar a nossa vez que já venha mais ou menos direito...
Ainda estou pra ver o que vai sair do Japão e da Korea do sul. São paises bem capazes na area de armamento e estão com ideas de fazer caças proprios.
Pra não falar no tal Flygsystem 2020 que os Suecos supostamente iam fazer a seguir ao Gripen E. Deixa rolar. :-P
Os suecos não iam participar no BAE Systems Tempest...?
Concordo, e até 2030 ainda dá tempo para os nossos amigos operadores do F-35 arranjarem os defeitos do dito avião. :mrgreen:
Mas ao preço actual do F-35, acho pouco provável que nos próximos 10 anos surja um caça de 5ª geração a um preço igualmente apelativo.
Ao menos isso, os paises que mais podem que aguentem os custos de arranjar os "bugs" e quando chegar a nossa vez que já venha mais ou menos direito...
Ainda estou pra ver o que vai sair do Japão e da Korea do sul. São paises bem capazes na area de armamento e estão com ideas de fazer caças proprios.
Pra não falar no tal Flygsystem 2020 que os Suecos supostamente iam fazer a seguir ao Gripen E. Deixa rolar.
:-P
???
Realmente parece-me bastante inesperada esta publicação. Se de todos os sistemas Mistral, escolherem o Atlas, que é o mais básico dos mais básicos, quando há opções como o MPCV e Atlas RC... :bang:
Realmente para quê ter defesa AA? Não é do género que são precisos para futuras missões internacionais com destacamentos em territórios potencialmente hostis, nem para defender as unidades (bases e quartéis de importância estratégica) de diversos tipos de ataques aéreos, nem a ameaça de mísseis de cruzeiro, mísseis balísticos e "drones" é real...
Vivemos num conto de fadas, é que nem para acrescentar valências importantes, como uso de sistemas de médio alcance, e sistemas de curto alcance modernos, se é capaz de investir um pouco.
Começar por uma dúzia de ST5s equipados com MPCV (8) e radares Giraff 1X (4) seria assim tão caro? E adquirir uma bateria de NASAMS 4 lançadores e 2 radares pelo menos? Enfim, depois ainda querem cá cimeiras e grandes eventos, sendo o único país da Europa com praticamente zero capacidade para defender o espaço aéreo em torno destes eventos.
O mais certo é colocarem este Mistral basico num ST5 "pick up" não blindado. Que high tech...
Pra isto nem sei pra que vão gastar o dinhero em radares.
:-\
O que trás o mistral em relação ao Stinger?
https://www.youtube.com/watch?v=7aluarC9d6E (https://www.youtube.com/watch?v=7aluarC9d6E)
Para rir um pouco.
E depois ainda mostram aquilo como se fosse uma maravilha!!
Quando apresenta o bi-tubo e diz que é utilizado por outros países mas numa versão automatizada....
:N-icon-Axe:
Não percebi. O Celito foi visitar o RAA1, ou o museu do RAA1?
https://www.youtube.com/watch?v=7aluarC9d6E (https://www.youtube.com/watch?v=7aluarC9d6E)
Para rir um pouco.
Então quando com pompa e circunstância mostraram a terrível arma antiaérea que é o obús 8.8 até me vieram as lágrimas aos olhos.
Em 1973 fui destacado com duas bocas de fogo 8.8 para um posto perto da fronteira com a Zambia por causa dum ataque com foguetes Katiusha. Certo dia recebemos uma mensagem a avisar que o posto ia ser visitado por jornalistas estrangeiros e que cobríssemos com lonas o material. Assim foi feito. Durante a visita um jornalista inglês já velhote mostrou interesse em ver o que estava tapado com as lonas. Fiz-me desentendido mas o homem não desarmou e lá levantei um pouco a lona. Qual não foi o meu espanto quando o homem ficou radiante com o que viu. É que ele na juventude tinha combatido no norte de áfrica contra Rommel e o material utilizado era o obús 8.8. Espantado disse-me que esse material em Inglaterra já tinha há muito sido abatido por se ter tornado obsoleto.
A segunda guerra mundial terminou em 1945.
Mas tenho que admitir que os obuses ficam muito mais bonitos com aquele freio de boca todo polidinho.
Pela descrição no concurso da NSA fiquei com a ideia de que o que vem são mais stingers, em versão manpad e 8 unidades em viatura 4x4.
Há uma referência aos sistemas em utilização e a estes serem actualizado, só temos stingers. Ou tínhamos, já nem sei..
Então quando com pompa e circunstância mostraram a terrível arma antiaérea que é o obús 8.8 até me vieram as lágrimas aos olhos.
Em 1973 fui destacado com duas bocas de fogo 8.8 para um posto perto da fronteira com a Zambia por causa dum ataque com foguetes Katiusha. Certo dia recebemos uma mensagem a avisar que o posto ia ser visitado por jornalistas estrangeiros e que cobríssemos com lonas o material. Assim foi feito. Durante a visita um jornalista inglês já velhote mostrou interesse em ver o que estava tapado com as lonas. Fiz-me desentendido mas o homem não desarmou e lá levantei um pouco a lona. Qual não foi o meu espanto quando o homem ficou radiante com o que viu. É que ele na juventude tinha combatido no norte de áfrica contra Rommel e o material utilizado era o obús 8.8. Espantado disse-me que esse material em Inglaterra já tinha há muito sido abatido por se ter tornado obsoleto.
A segunda guerra mundial terminou em 1945.
Mas tenho que admitir que os obuses ficam muito mais bonitos com aquele freio de boca todo polidinho.
Stalker79
Nós usamos os obuses Obus 8,8 cm m46 ingleses (Ordnance QF 25 pounder)
O "legacy" sempre me fez confusão... ou é a nível NATO (e mesmo assim...) ou acabamos com Stinger e HMMWV 4x4.
Eu sou parcial em relação ao "Vamtac ST5 / Atlas-RC" (podemos, em uma 2ª fase, colocar no sistema alguns Vamtac com WS de 20mm?) - mas que venham também MANPADS do sistema escolhido. Mas que venha qualquer coisa!
O grande problema com o RBS70 é que é guiado a laser, e isso pode não funcionar direito com chuva ou nevoeiro.
Nisso prefiro os busca calor.
O BAMSE quem nos dera.
:-P
Nós ainda usamos as 88 alemâs na guerra colonial!? Essa não sabia.
:-P
Talvez algum fabricante de fisgas e pressões de ar. O orçamento não dá para nada, mas como querem comprar novo em vez de procurar algo em segunda-mão igualmente capaz (se os sistemas são legacy, não há grande inovação). Para quantos ADATS ou Avenger daria aquele orçamento?
The project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
All above will be integrated into Nation’s existing Air Command and Control System, based on NATO standards. All necessary communication and crypto equipment is to be included.
The package will include initial logistic support (maintenance capabilities, spares, training, documentation etc.).
Apenas para futura referencia aqui fica:CitarThe project consists of the provision of:
- 8 weapon terminals for the integration of legacy MANPADS;
- 2 short range radars;
- 8 vehicle-mounted new AAA launchers (Very short range - VSHORAD), including vehicles and ammunition;
All above will be integrated into Nation’s existing Air Command and Control System, based on NATO standards. All necessary communication and crypto equipment is to be included.
The package will include initial logistic support (maintenance capabilities, spares, training, documentation etc.).
Continuo sem entender o alcance da expressão "legacy", que só aparece no MANPADS (partindo do principio que será 8 MANPADS + 8 VSHORAD em veículos... com o mesmo míssil, presumo)...
A questão "legacy" poderá ser um sistema já em uso em Portugal (o que limita muito as opções, e não faz grande sentido pois no caso dos MANPADS bastava encomendar directamente os Stinger) ou legacy no seio da NATO. Seja como for, quem fez os requisitos não percebe nada do assunto, senão era muito mais específico no que se pretende em vez de andar nesta chouriçada toda que não cabe na cabeça de ninguém.
Stalker79, o ADATS já não se fabrica de facto, mas foi retirado de serviço no Canadá, logo devem ter uns quantos para venda. Gosto do ADATS por estar de origem acoplado a um veículo de lagartas, sendo o substituto perfeito do Chaparral, e ainda vem equipado com um radar e sistema E/O, enquanto que o Chaparral precisava de outro veículo com o radar.
O Avenger também não seria novo, já que os americanos devem ter paletes deles, que nos vendiam a preço da chuva. O mais caro era o stock de mísseis e os radares Sentinel, mas pelo menos teríamos uma maior quantidade de sistemas do que o planeado no concurso.
Fazer um concurso para adquirir 8 Stingers não faz sentido nenhum, podia ser por ajuste directo e deixava-se o concurso a sério, para sistemas em veículos e radares, sem a limitação da alínea anterior. Enquanto há países que encomendam 8 lançadores de Nasams ou Patriot ou S400, nós conseguimos descer baixo ao ponto de até simples MANPADS só adquirimos 8? Não é por nada, mas há grupos rebeldes e terroristas que encomendam muito mais Iglas de uma vez.
Só 2 radares é outra piada. É bom que sejam uns radares topo de gama, porque se é para virem radares low-cost que nem detectam um Tu-95 a 30 km, mais vale ficar quieto. Já os 8 sistemas em veículos, que sejam algo mais do que um lançador Mistral duplo com o atirador exposto.
O que tens visto na Síria em concreto?
Referes-te aos sistemas VSHORAD como um todo ou a modelos específicos?
É que uma defesa AA eficaz compreende uma defesa por camadas, com sensores de longo alcance para aviso antecipado, armamento de médio-longo alcance, depois sistemas de curto alcance de mísseis, e ainda sistemas de canhões automatizados, apoiados ainda por radares móveis para cobrir zonas "cegas" para os radares principais e transmitir info para os sistemas SHORAD. Óbvio que só comprando 8 sistemas básicos e 2 radares, a capacidade é limitadam.
Para responder à ameaça de drones, julgo que sistemas de canhões como as Millenium Gun é o mais adequado, até porque do ponto de vista financeiro, não faz sentido gastar um míssil de 100 mil dólares num drone que nem 200 dólares custou.
Referes-te aos sistemas VSHORAD como um todo ou a modelos específicos?
É que uma defesa AA eficaz compreende uma defesa por camadas, com sensores de longo alcance para aviso antecipado, armamento de médio-longo alcance, depois sistemas de curto alcance de mísseis, e ainda sistemas de canhões automatizados, apoiados ainda por radares móveis para cobrir zonas "cegas" para os radares principais e transmitir info para os sistemas SHORAD. Óbvio que só comprando 8 sistemas básicos e 2 radares, a capacidade é limitadam.
Para responder à ameaça de drones, julgo que sistemas de canhões como as Millenium Gun é o mais adequado, até porque do ponto de vista financeiro, não faz sentido gastar um míssil de 100 mil dólares num drone que nem 200 dólares custou.
DC, a capacidade não é limitada é muito limitada mesmo, eu até afirmo que é praticamente inexistente e ineficaz, não só devido ás capacidades, alcance, do sistema em si VSHORAD, como á quantidade ridiculamente pequena do numero de lançadores a adquirir !! :bang: :bang:
Abraços
Sim porque para drones que voem a cima dos 15.000 pés estes mísseis já nem servem. Basicamente é um sistema de defesa contra helicópteros, mas na onda do vamos rezar para que não estejam equipados com algo do tipo Spike ER ou Hellfire.
Sendo realista, que remédio - é óbvio que, tendo em conta as mais que conhecidas escandalosas faltas de capacidades das nossas FA, sistemas de defesa aérea não será A prioridade... mas tem de haver uma capacidade mínima (VSHORAD) para acompanhar no mínimo um escalão nível batalhão e "manter a escola"; assim sendo e começando a capacidade pela base temos de ter MANPADS e veículos, preferencialmente o mesmo sistema; depois veículos com outro nível, preferencialmente da mesma "família" do VSHORAD... depois é continuar a sonhar, mas já ficava muito satisfeito com o "sistema Botswana" de "mix" Mistral + VL Mica ("homem pobre, com pouco se alegra").
Também acho, e o Spyder não é um sistema assim tão caro por aí além, para se poder adquirir 2 baterias.
Os sistemas SHORAD são úteis, mesmo os adaptados de MANPADS, mas não podem ser o grosso da capacidade AA de um país.
Por curiosidade - e começando já a discutir que vai de "pendura" e ainda não há carro: opiniões sobre o "mix Botswana" de Mistral + VL Mica...?
Isso já seria um luxo. O concurso que temos em aberto nem para esses brinquedos dá. ::)
Existem inclusive outros sistemas idênticos ao VL Mica. Como o CAMM/CAMM ER, IRIS-T SLM, Land Ceptor. Tudo sistemas que prometem, mas ainda assim, para quem tem visão, compensava mais o NASAMS pela versatilidade, podendo usar AIM-9X, AMRAAM e julgo eu ESSM.
Pelo esclarecimento do NVF, são 8 terminais para os Stinger, o que quer isto dizer em concreto não sei, mais os dois radares e 8 veículos VSHORAD. Se é Mistral ou Stinger ou RBS 70 não sei, nem qual o modelo de lançador nem radar nem veículos associados.
Quanto ao CAMM vs VL Mica, é a habitual situação de a França e a Inglaterra terem os seus próprios modelos. O CAMM é baseado no Asraam. Já agora julgo que o CAMM e o Land Ceptor sejam a mesma coisa, a par o Sea Ceptor que é a versão naval.
Pelo esclarecimento do NVF, são 8 terminais para os Stinger, o que quer isto dizer em concreto não sei, mais os dois radares e 8 veículos VSHORAD. Se é Mistral ou Stinger ou RBS 70 não sei, nem qual o modelo de lançador nem radar nem veículos associados.
O CAMM tem um alcance muito superior ao Mica. Os requisitos do CAMM eram para um alcance máximo de 25 km, mas consta-se que nos testes terá alcançado perto (ou excedido) os 60 km, o que, provavelmente, se traduz num alcance efectivo em situações de combate, na casa dos 35 a 40 km (quanto mais ágil é o alvo mais energia é utilizada pelo míssil, o que reduz o seu alcance). Ou seja, na mesma categoria do ESSM Block 2. Por isso, se fosse utilizador do CAMM e do Aster, como no caso da RN, adoptaria o CAMM como substituto do Aster 15 (ainda por cima tem a vantagem de ser quad-packed no Sylver) e convertia os Aster 15 em Aster 30.
Pelo esclarecimento do NVF, são 8 terminais para os Stinger, o que quer isto dizer em concreto não sei, mais os dois radares e 8 veículos VSHORAD. Se é Mistral ou Stinger ou RBS 70 não sei, nem qual o modelo de lançador nem radar nem veículos associados.
Deduzo que os terminais sejam para transmitir informação dos alvos, adquirida pelos radares do novo sistema, aos mísseis legacy (aka Stinger). Em linguagem de PowerPoint: integrar os sistemas legacy em rede. :mrgreen:
O CAMM tem um alcance muito superior ao Mica. Os requisitos do CAMM eram para um alcance máximo de 25 km, mas consta-se que nos testes terá alcançado perto (ou excedido) os 60 km, o que, provavelmente, se traduz num alcance efectivo em situações de combate, na casa dos 35 a 40 km (quanto mais ágil é o alvo mais energia é utilizada pelo míssil, o que reduz o seu alcance). Ou seja, na mesma categoria do ESSM Block 2. Por isso, se fosse utilizador do CAMM e do Aster, como no caso da RN, adoptaria o CAMM como substituto do Aster 15 (ainda por cima tem a vantagem de ser quad-packed no Sylver) e convertia os Aster 15 em Aster 30.
Por certo deve ser o preço. Uma estação pra ter um soldado sentado e com dois misseis não deve custar o mesmo que uma RWS com arma, sensores, possibilidade de ligação em rede, etc.
:-P
Alguém sabe qual é o preço de tabela para cada Bateria NASAMS 2?
Cumprimentos
Alguém sabe qual é o preço de tabela para cada Bateria NASAMS 2?
Cumprimentos
Pelo pouco que li na net, ronda cerca de 120 milhões de $ a bateria,
Para quase o mesmo efeito tinhamos a Spyder-MR que são cerca de 60 milhões se não me engano.
:-P
Victor Barreira / Defence 360° 😷
·
5 h
The Portuguese Army acquired
@Raytheon
FIM-92 Stinger VSHORAD MANPAD shoulder-fired missiles and associated grip stock units through the US FMS program. They are possibly of the FIM-92J Stinger Block I version. The service fields the FIM-92C Stinger RMP version since 1994.
Toma lá mais Stingers e não digas que vais daqui...CitarVictor Barreira / Defence 360° 😷
·
5 h
The Portuguese Army acquired
@Raytheon
FIM-92 Stinger VSHORAD MANPAD shoulder-fired missiles and associated grip stock units through the US FMS program. They are possibly of the FIM-92J Stinger Block I version. The service fields the FIM-92C Stinger RMP version since 1994.
U.S. Defense companies have two main avenues for selling on the international market: Direct Commercial Sales (DCS) and Foreign Military Sales (FMS).
U.S. financial assistance, through the Foreign Military Financing Program (FMF) may be available to the Customer. If FMF funds are available, they must be processed through FMS (except for the ten countries granted an exception).
If the Customer wishes to use FMF funding, DCS is not an option. Ten countries are granted an exception that allows them to use FMF funding to pay for DCS contracts: Israel, Egypt, Jordan, Morocco, Tunisia, Turkey, Portugal, Pakistan, Yemen, and Greece.
Jan 24/14: SHORAD. The Helsingin Sanomat newspaper reports that Finland has committed to sign a EUR 90 million (about $123 million) contract for Raytheon’s FIM-92 Stinger RMP Block 1 missiles. That’s well short of the $330 million approved under their DSCA request (q.v. Oct 31/11), but it’s large enough that it will need to be cleared by the cabinet’s monetary policy committee next week.
https://www.defenseindustrydaily.com/finland-updating-its-air-defense-systems-05398/
Interessante...CitarU.S. Defense companies have two main avenues for selling on the international market: Direct Commercial Sales (DCS) and Foreign Military Sales (FMS).CitarU.S. financial assistance, through the Foreign Military Financing Program (FMF) may be available to the Customer. If FMF funds are available, they must be processed through FMS (except for the ten countries granted an exception).CitarIf the Customer wishes to use FMF funding, DCS is not an option. Ten countries are granted an exception that allows them to use FMF funding to pay for DCS contracts: Israel, Egypt, Jordan, Morocco, Tunisia, Turkey, Portugal, Pakistan, Yemen, and Greece.
Ou seja, somos um dos 10 países em todo o mundo que podem adquirir equipamentos directamente ao fabricante utilizando empréstimos do governo federal dos EUA.
https://www.nfhs.org/media/1019426/reduce-arms-sales.pdf (https://www.nfhs.org/media/1019426/reduce-arms-sales.pdf)
PS: tinha-me esquecido do link.
Tirando a Grécia é um grupo um bocado estranho...
Assentando os requisitos do Exército Português na incorporação do sistema AAA em veículos blindados do mesmo tipo dos que estão a ser adquiridos atualmente em LPM para outros programas de reequipamento (VTLB – VTMB), este facto acarreta riscos relacionados à sincronização dos sistemas AAA a adquirir com os veículos específicos, pese embora o Exército Português não
deixe de exigir sistemas tecnologicamente avançados cuja eficiência e eficácia tenham sido comprovadas em ambiente operacional
e a sua interoperabilidade garantida, com provas dadas em serviço de outros Exércitos de referência.
[...]
O sistema incluirá 8 terminais de armas para a integração com o sistema MANPAD existentes (STINGER), 2 radares 3D de aviso local, 8 Sistemas AAA Míssil Ligeiro (com as munições / mísseis correspondentes), incluindo a integração de todos os elementos no sistema Comando e Controlo existente (SICCA3). Os sistemas AAA Míssil Ligeiro e os radares 3D serão montados em veículos táticos blindados ligeiros ou médios 1,sendo que o período para aquisição destes sistemas irá ocorrer no prazo definido no projecto entre 2017 e 2026.
[...]
Para o cumprimento do projeto está proposto a seguinte “time-line” (ver figura 5), que a assumir-se a sua concretização plena e somando a totalidade dos meios previstos adquirir até 2028 aos meios já existentes, prevê-se que este somatório de meios se
materialize no SICCA3, nos Sistemas de Aviso e Alerta, através de 02 Radares 3D de Aviso Local (entretanto adquiridos) mais 02 sistemas radar P-STAR (já existentes) e nos Sistemas de Armas, com 02 Pelotões Míssil Ligeiro montados em viaturas de rodas. Cada
um dos pelotões com 04 sistemas de armas; mais 02 Pelotões Stinger, num total de 16 Esquadras (cada qual correspondente a um
sistema de armas stinger), 08 terminais de armas e 08 Night Vision Devices (aparelhos de visão noturna). (Grilo, 2018)”.
[...]
Embora os meios permitam constituir e equipar uma Bateria de AAA, esta não está vocacionada para apoiar da mesma forma as 3 brigadas nacionais (Brigada de Intervenção, Brigada de Reação Rápida e Brigada Mecanizada), pois estas apresentam características diferenciadas, o que impõe requisitos específicos de apoio em termos de proteção AA.
Face ao descrito, o somatório dos meios existentes e a adquirir por via do atual processo de reequipamento, permitirá constituir uma Bateria de Artilharia Antiaérea que se apresenta como insuficiente para o nível de ambição das operações de AAA e participação em eventuais missões de apoio a Eventos de Elevada Visibilidade, de Segurança e Defesa do Território Nacional e, em particular, na proteção contra as ameaças de baixa assinatura eletromagnética, verificando-se a necessidade de serem tomadas medidas para a aquisição de sistemas radar, sistemas de armas e/ou sistemas Anti-Drone adequados (Grilo, 2018).
1 As Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas (VTLB) ou as Viaturas Táticas Médias Blindadas serão similares aquelas que estão a ser adquiridas pela NSPA em LPM para o Exército Português.
CitarAssentando os requisitos do Exército Português na incorporação do sistema AAA em veículos blindados do mesmo tipo dos que estão a ser adquiridos atualmente em LPM para outros programas de reequipamento (VTLB – VTMB), este facto acarreta riscos relacionados à sincronização dos sistemas AAA a adquirir com os veículos específicos, pese embora o Exército Português não
deixe de exigir sistemas tecnologicamente avançados cuja eficiência e eficácia tenham sido comprovadas em ambiente operacional
e a sua interoperabilidade garantida, com provas dadas em serviço de outros Exércitos de referência.
[...]
O sistema incluirá 8 terminais de armas para a integração com o sistema MANPAD existentes (STINGER), 2 radares 3D de aviso local, 8 Sistemas AAA Míssil Ligeiro (com as munições / mísseis correspondentes), incluindo a integração de todos os elementos no sistema Comando e Controlo existente (SICCA3). Os sistemas AAA Míssil Ligeiro e os radares 3D serão montados em veículos táticos blindados ligeiros ou médios 1,sendo que o período para aquisição destes sistemas irá ocorrer no prazo definido no projecto entre 2017 e 2026.
[...]
Para o cumprimento do projeto está proposto a seguinte “time-line” (ver figura 5), que a assumir-se a sua concretização plena e somando a totalidade dos meios previstos adquirir até 2028 aos meios já existentes, prevê-se que este somatório de meios se
materialize no SICCA3, nos Sistemas de Aviso e Alerta, através de 02 Radares 3D de Aviso Local (entretanto adquiridos) mais 02 sistemas radar P-STAR (já existentes) e nos Sistemas de Armas, com 02 Pelotões Míssil Ligeiro montados em viaturas de rodas. Cada
um dos pelotões com 04 sistemas de armas; mais 02 Pelotões Stinger, num total de 16 Esquadras (cada qual correspondente a um
sistema de armas stinger), 08 terminais de armas e 08 Night Vision Devices (aparelhos de visão noturna). (Grilo, 2018)”.
[...]
Embora os meios permitam constituir e equipar uma Bateria de AAA, esta não está vocacionada para apoiar da mesma forma as 3 brigadas nacionais (Brigada de Intervenção, Brigada de Reação Rápida e Brigada Mecanizada), pois estas apresentam características diferenciadas, o que impõe requisitos específicos de apoio em termos de proteção AA.
Face ao descrito, o somatório dos meios existentes e a adquirir por via do atual processo de reequipamento, permitirá constituir uma Bateria de Artilharia Antiaérea que se apresenta como insuficiente para o nível de ambição das operações de AAA e participação em eventuais missões de apoio a Eventos de Elevada Visibilidade, de Segurança e Defesa do Território Nacional e, em particular, na proteção contra as ameaças de baixa assinatura eletromagnética, verificando-se a necessidade de serem tomadas medidas para a aquisição de sistemas radar, sistemas de armas e/ou sistemas Anti-Drone adequados (Grilo, 2018).
1 As Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas (VTLB) ou as Viaturas Táticas Médias Blindadas serão similares aquelas que estão a ser adquiridas pela NSPA em LPM para o Exército Português.
https://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Documentos%20(PDFs)/Boletim%20da%20Artilharia%20Antia%C3%A9rea%202019%20n%C2%BA%2019%20-%20IIS%C3%A9rie%202019.pdf
Então se percebi esta marmelada o concurso é só para 8 terminais de armas (apoio para o lançador?), 8 viaturas (VAMTAC?), 2 radares, 8 NVGs e alguns mísseis? Mantendo os 16 lançadores e os dois radares existentes?
CitarAssentando os requisitos do Exército Português na incorporação do sistema AAA em veículos blindados do mesmo tipo dos que estão a ser adquiridos atualmente em LPM para outros programas de reequipamento (VTLB – VTMB), este facto acarreta riscos relacionados à sincronização dos sistemas AAA a adquirir com os veículos específicos, pese embora o Exército Português não
deixe de exigir sistemas tecnologicamente avançados cuja eficiência e eficácia tenham sido comprovadas em ambiente operacional
e a sua interoperabilidade garantida, com provas dadas em serviço de outros Exércitos de referência.
[...]
O sistema incluirá 8 terminais de armas para a integração com o sistema MANPAD existentes (STINGER), 2 radares 3D de aviso local, 8 Sistemas AAA Míssil Ligeiro (com as munições / mísseis correspondentes), incluindo a integração de todos os elementos no sistema Comando e Controlo existente (SICCA3). Os sistemas AAA Míssil Ligeiro e os radares 3D serão montados em veículos táticos blindados ligeiros ou médios 1,sendo que o período para aquisição destes sistemas irá ocorrer no prazo definido no projecto entre 2017 e 2026.
[...]
Para o cumprimento do projeto está proposto a seguinte “time-line” (ver figura 5), que a assumir-se a sua concretização plena e somando a totalidade dos meios previstos adquirir até 2028 aos meios já existentes, prevê-se que este somatório de meios se
materialize no SICCA3, nos Sistemas de Aviso e Alerta, através de 02 Radares 3D de Aviso Local (entretanto adquiridos) mais 02 sistemas radar P-STAR (já existentes) e nos Sistemas de Armas, com 02 Pelotões Míssil Ligeiro montados em viaturas de rodas. Cada
um dos pelotões com 04 sistemas de armas; mais 02 Pelotões Stinger, num total de 16 Esquadras (cada qual correspondente a um
sistema de armas stinger), 08 terminais de armas e 08 Night Vision Devices (aparelhos de visão noturna). (Grilo, 2018)”.
[...]
Embora os meios permitam constituir e equipar uma Bateria de AAA, esta não está vocacionada para apoiar da mesma forma as 3 brigadas nacionais (Brigada de Intervenção, Brigada de Reação Rápida e Brigada Mecanizada), pois estas apresentam características diferenciadas, o que impõe requisitos específicos de apoio em termos de proteção AA.
Face ao descrito, o somatório dos meios existentes e a adquirir por via do atual processo de reequipamento, permitirá constituir uma Bateria de Artilharia Antiaérea que se apresenta como insuficiente para o nível de ambição das operações de AAA e participação em eventuais missões de apoio a Eventos de Elevada Visibilidade, de Segurança e Defesa do Território Nacional e, em particular, na proteção contra as ameaças de baixa assinatura eletromagnética, verificando-se a necessidade de serem tomadas medidas para a aquisição de sistemas radar, sistemas de armas e/ou sistemas Anti-Drone adequados (Grilo, 2018).
1 As Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas (VTLB) ou as Viaturas Táticas Médias Blindadas serão similares aquelas que estão a ser adquiridas pela NSPA em LPM para o Exército Português.
https://assets.exercito.pt/SiteAssets/RAAA1/Documentos%20(PDFs)/Boletim%20da%20Artilharia%20Antia%C3%A9rea%202019%20n%C2%BA%2019%20-%20IIS%C3%A9rie%202019.pdf
Então se percebi esta marmelada o concurso é só para 8 terminais de armas (apoio para o lançador?), 8 viaturas (VAMTAC?), 2 radares, 8 NVGs e alguns mísseis? Mantendo os 16 lançadores e os dois radares existentes?
Se entendo o artigo: os veículos serão os que já tivermos, o que é positivo; o sistema adquirir não resolve drones e, claro, muitas outras ameaças; e - interessante, se entendi bem - é Stinger para Manpads (Míssil Portátil, VSHORAD) mas pode, para o outro sistema - Míssil Ligeiro (SHORAD) - ser um míssil diferente, em princípio de um destes fornecedores: THALES, MBDA, ASELSAN, SAAB, POLSKA GRUPA ZBROJENIOWA e a DIEHL...
Uma parte que me deixa confuso, é que veículos médios é suposto receberem estes sistemas. Os Pandur? Ou camiões como os franceses fazem com os Simbad manuais?Se entendo o artigo: os veículos serão os que já tivermos, o que é positivo; o sistema adquirir não resolve drones e, claro, muitas outras ameaças; e - interessante, se entendi bem - é Stinger para Manpads (Míssil Portátil, VSHORAD) mas pode, para o outro sistema - Míssil Ligeiro (SHORAD) - ser um míssil diferente, em princípio de um destes fornecedores: THALES, MBDA, ASELSAN, SAAB, POLSKA GRUPA ZBROJENIOWA e a DIEHL...
Espero que sejam sistemas distintos, assim sempre se aumenta o número de lançadores. Mas fico com a curiosidade sobre que sistemas cabem no curto orçamento dado nas quantidades pretendidas.
Uma parte que me deixa confuso, é que veículos médios é suposto receberem estes sistemas. Os Pandur? Ou camiões como os franceses fazem com os Simbad manuais?Se entendo o artigo: os veículos serão os que já tivermos, o que é positivo; o sistema adquirir não resolve drones e, claro, muitas outras ameaças; e - interessante, se entendi bem - é Stinger para Manpads (Míssil Portátil, VSHORAD) mas pode, para o outro sistema - Míssil Ligeiro (SHORAD) - ser um míssil diferente, em princípio de um destes fornecedores: THALES, MBDA, ASELSAN, SAAB, POLSKA GRUPA ZBROJENIOWA e a DIEHL...
Espero que sejam sistemas distintos, assim sempre se aumenta o número de lançadores. Mas fico com a curiosidade sobre que sistemas cabem no curto orçamento dado nas quantidades pretendidas.
Uma parte que me deixa confuso, é que veículos médios é suposto receberem estes sistemas. Os Pandur? Ou camiões como os franceses fazem com os Simbad manuais?Se entendo o artigo: os veículos serão os que já tivermos, o que é positivo; o sistema adquirir não resolve drones e, claro, muitas outras ameaças; e - interessante, se entendi bem - é Stinger para Manpads (Míssil Portátil, VSHORAD) mas pode, para o outro sistema - Míssil Ligeiro (SHORAD) - ser um míssil diferente, em princípio de um destes fornecedores: THALES, MBDA, ASELSAN, SAAB, POLSKA GRUPA ZBROJENIOWA e a DIEHL...
Espero que sejam sistemas distintos, assim sempre se aumenta o número de lançadores. Mas fico com a curiosidade sobre que sistemas cabem no curto orçamento dado nas quantidades pretendidas.
A palavra chave é "similares" nos veículos (e poder ser rebocado) e a definição colocada:
"Sistema Míssil Ligeiro [SHORAD] previsto adquirir está vocacionado para se empenhar contra a ameaça aérea a baixa altitude, com alcances superiores a 6 km, ..."
"Sistema Míssil Portátil [VSHORAD - MANPAD Stinger], com alcances superiores a 5 km, está vocacionado para se empenhar contra a ameaça aérea de baixa altitude, ..."
O SML (SHORAD) - algum dos existentes é rebocado? Será que os fornecedores irão ter o custo de integrar o sistema nos "veículos similares" possíveis (Vamtac ou no concurso a decorrer para "Viaturas Táticas Médias Blindadas (VTMB) 4x4 Porta Shelter")? O próprio orçamento do concurso é baixo...
Eu aposto do Mistral 3 + Atlas-RC + Vamtac (https://www.defensa.com/espana/jabali-pone-prueba-contra-uavs)... já está "integrado" em um dos veículos aceites e deve dar para orçamento disponível. Eu preferia que conseguissem orçamento para os MANPAD (SMP - VSHORAD) fossem também Mistral 3 (os Stinger ficavam bem nos Fuzileiros...) e, já agora, que fosse escolhido também algo na categoria do MICA VL (que se "dá bem" com o Mistral); já nem sonho com o segmento seguinte, isso é para quem tem Forças Armadas.
Uma parte que me deixa confuso, é que veículos médios é suposto receberem estes sistemas. Os Pandur? Ou camiões como os franceses fazem com os Simbad manuais?Se entendo o artigo: os veículos serão os que já tivermos, o que é positivo; o sistema adquirir não resolve drones e, claro, muitas outras ameaças; e - interessante, se entendi bem - é Stinger para Manpads (Míssil Portátil, VSHORAD) mas pode, para o outro sistema - Míssil Ligeiro (SHORAD) - ser um míssil diferente, em princípio de um destes fornecedores: THALES, MBDA, ASELSAN, SAAB, POLSKA GRUPA ZBROJENIOWA e a DIEHL...
Espero que sejam sistemas distintos, assim sempre se aumenta o número de lançadores. Mas fico com a curiosidade sobre que sistemas cabem no curto orçamento dado nas quantidades pretendidas.
A palavra chave é "similares" nos veículos (e poder ser rebocado) e a definição colocada:
"Sistema Míssil Ligeiro [SHORAD] previsto adquirir está vocacionado para se empenhar contra a ameaça aérea a baixa altitude, com alcances superiores a 6 km, ..."
"Sistema Míssil Portátil [VSHORAD - MANPAD Stinger], com alcances superiores a 5 km, está vocacionado para se empenhar contra a ameaça aérea de baixa altitude, ..."
O SML (SHORAD) - algum dos existentes é rebocado? Será que os fornecedores irão ter o custo de integrar o sistema nos "veículos similares" possíveis (Vamtac ou no concurso a decorrer para "Viaturas Táticas Médias Blindadas (VTMB) 4x4 Porta Shelter")? O próprio orçamento do concurso é baixo...
Eu aposto do Mistral 3 + Atlas-RC + Vamtac (https://www.defensa.com/espana/jabali-pone-prueba-contra-uavs)... já está "integrado" em um dos veículos aceites e deve dar para orçamento disponível. Eu preferia que conseguissem orçamento para os MANPAD (SMP - VSHORAD) fossem também Mistral 3 (os Stinger ficavam bem nos Fuzileiros...) e, já agora, que fosse escolhido também algo na categoria do MICA VL (que se "dá bem" com o Mistral); já nem sonho com o segmento seguinte, isso é para quem tem Forças Armadas.
The Portuguese Army’s SICCA3 truck-mounted shelter-based air defense artillery C2 system and @fap_emfa
SICCAP air C2 system were recently linked by Link 16 datalink system. Teknel SICCA3 system is equipped with Viasat MIDS-LVT (2)/(11) radio terminal for Link 16 transmission.
Decorreu entre os dias 7 e 9 de julho, na Academia Militar (Sede), em Lisboa, a Formação Funcional em Gestão de Projetos MS EPM, que visou habilitar os formandos a utilizar a ferramenta Microsoft Enterprise Project Manager.
Esta ferramenta é projetada para ajudar os gestores de projeto a desenvolver um cronograma, atribuir recursos e tarefas a membros das equipas, analisar cargas de trabalho, gerir o orçamento e acompanhar o seu progresso.
O presente curso contou com 16 formandos, oriundos de diferentes Unidades do Exército, dos quais, dois deles do Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1, os quais vão coadjuvar o gestor do projeto de reequipamento da Artilharia Antiaérea, atualmente em desenvolvimento.
O novo normal - ministro do mar a inaugurar um eco-ponto.
Vou repetir.
Um ministro foi inaugurar um caixote do lixo.
Por isso já não fico admirado com quase nada....CitarO novo normal - ministro do mar a inaugurar um eco-ponto.
Vou repetir.
Um ministro foi inaugurar um caixote do lixo.
https://mobile.twitter.com/sofiafonsoferre/status/1283328263662837761
(https://pbs.twimg.com/media/Ec9MOyzXkAE1pwi?format=jpg&name=medium)
Isso ficava bonito montado nums CV90....
:mrgreen:
:mrgreen: A sério? :N-icon-Axe:
https://www.facebook.com/161774977181237/posts/4722058537819502/
:mrgreen: A sério? :N-icon-Axe:
https://www.facebook.com/161774977181237/posts/4722058537819502/
É o tuga a desenrascar. Na falta de vontade em investir em sistemas a sério, fossem eles equipamentos de "jamming" (se calhar não é o termo correcto) ou sistemas de canhões e mísseis adequados.
Estou curioso para saber qual o desenrascado que o RAAA1 fará para responder a ameaças a média/alta altitude.
Ainda bem que já temos as SCAR. Com as G3 a luta anti-drone não seria possível.
Ao menos que comprassem umas Minigun para instalar em Land Cruiser ou outros utilitários. Com a sua cadência de tiro sempre tinham mais chance de acertar nalguma coisa do que com as SCAR.
3 - isto é tão ridículo que não acredito que eles realmente pensam que aquilo é solução seja para o que for.
Parece que estamos na Ucrânia... c56x1
No entanto é o método mais expedito para abater um drone a voar baixo.
Os militares não andam todos com um sistema anti-drone às costas... Nem com uma minigun no bolso.
Penso que isto seja no caso de um drone entrar no perímetro da unidade.
Desta forma, o Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), através do Grupo de Artilharia Antiaérea (GAAA), encontra-se a desenvolver e implementar Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP´s) de modo a preparar e formar as Unidades para reagir contra uma ameaça SANT.
No decorrer na presente semana, o GAAA encontra-se a treinar e validar as medidas ativas para a autodefesa antiaérea C-SANT, com o emprego de uma Seção equipada com a espingarda automática FN SCAR –L 5,56 mm, esta a mais recente do Exército Português.
O desenvolvimento e treino destas medidas é feito simulando técnicas e procedimentos da ameaça através do contributo indispensável da secção de alvos aéreos.
Simultaneamente, encontra-se em fase final de aprovação no Estado-Maior do Exército a Publicação Doutrinária do Exercito “5-36-00 - Planeamento CSANT” pelo que será publicada em breve.
CitarDesta forma, o Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), através do Grupo de Artilharia Antiaérea (GAAA), encontra-se a desenvolver e implementar Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP´s) de modo a preparar e formar as Unidades para reagir contra uma ameaça SANT.CitarNo decorrer na presente semana, o GAAA encontra-se a treinar e validar as medidas ativas para a autodefesa antiaérea C-SANT, com o emprego de uma Seção equipada com a espingarda automática FN SCAR –L 5,56 mm, esta a mais recente do Exército Português.
O desenvolvimento e treino destas medidas é feito simulando técnicas e procedimentos da ameaça através do contributo indispensável da secção de alvos aéreos.Citar
Simultaneamente, encontra-se em fase final de aprovação no Estado-Maior do Exército a Publicação Doutrinária do Exercito “5-36-00 - Planeamento CSANT” pelo que será publicada em breve.
O que leio aqui é que o RAAA1 está a validar métodos para esta arma ser ou não viável para C-SANT.
Tipo de mira, tipo de munição a utilizar, cadência de tiro e quantas armas para ter uma elevada probabilidade de abate.
Isto é o mais básico, o mais barato, e a primeira reação.
Imagino a situação de um drone andar a sobrevoar a base portuguesa na RCA ou no Afeganistão para corrigir azimutes e ângulos para uns morteiros.
Vou reagir com a arma que tenho? Ou "espera aí que vou buscar a mini-gun"...
Sempre fidelis :Soldado2:
CitarDesta forma, o Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 (RAAA1), através do Grupo de Artilharia Antiaérea (GAAA), encontra-se a desenvolver e implementar Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP´s) de modo a preparar e formar as Unidades para reagir contra uma ameaça SANT.CitarNo decorrer na presente semana, o GAAA encontra-se a treinar e validar as medidas ativas para a autodefesa antiaérea C-SANT, com o emprego de uma Seção equipada com a espingarda automática FN SCAR –L 5,56 mm, esta a mais recente do Exército Português.
O desenvolvimento e treino destas medidas é feito simulando técnicas e procedimentos da ameaça através do contributo indispensável da secção de alvos aéreos.Citar
Simultaneamente, encontra-se em fase final de aprovação no Estado-Maior do Exército a Publicação Doutrinária do Exercito “5-36-00 - Planeamento CSANT” pelo que será publicada em breve.
O que leio aqui é que o RAAA1 está a validar métodos para esta arma ser ou não viável para C-SANT.
Tipo de mira, tipo de munição a utilizar, cadência de tiro e quantas armas para ter uma elevada probabilidade de abate.
Isto é o mais básico, o mais barato, e a primeira reação.
Imagino a situação de um drone andar a sobrevoar a base portuguesa na RCA ou no Afeganistão para corrigir azimutes e ângulos para uns morteiros.
Vou reagir com a arma que tenho? Ou "espera aí que vou buscar a mini-gun"...
Sempre fidelis :Soldado2:
Ora bem, faz parte do contrato !
Abraços
Sempre fidelis :Soldado2:
Ora bem, faz parte do contrato !
Abraços
Sabem lá as minhas arrelias... :rir:
Não tolero corruptos e se isto fosse um país a sério já tinha metido uns 4 ou 5 na prisão... Mas fica tudo na gaveta... :-X
Isso já devia era dar um Grã-Cruz de qualquer coisa... 8)
http://www.airdefence.in/weapons/gvodz-the-new-russian-anti-drone-missile-system/ (http://www.airdefence.in/weapons/gvodz-the-new-russian-anti-drone-missile-system/)
Outra vez?! Boa gestão essa de gastar um míssil de uns milhares de Euros para abater um drone de 300€...
No caso do Stinger nem sei se a assinatura térmica do drone permite tranca-lo como alvo.
Então com reagirias à ameaça Tenente? Na tua patrulha de longo raios de acção já longe de Penude.
Tiras a mini-gun da mochila? O Stinger?
Outra vez?! Boa gestão essa de gastar um míssil de uns milhares de Euros para abater um drone de 300€...
No caso do Stinger nem sei se a assinatura térmica do drone permite tranca-lo como alvo.
The Israeli army and police are considering the purchase of personal anti-drone systems manufactured by Israeli company SKYLOCK, part of the Avnon Group.
The growing threat posed by hostile UAVs and the need to neutralize them from afar has resulted in a race to create personal devices to curb unauthorized drones, products that were previously only installed on vehicles.
SKYLOCK's wearable system weighs only 1.5 kilograms and has already been sold to the U.S. Army and NATO forces. According to SKYLOCK, the system, which is worn like a vest, is capable of neutralizing any drone within one kilometer of the device.
The device includes a drone detector and an anti-drone jammer, which its operators can determine whether to use after they are notified by the system of a UAV in their vicinity. A single device is priced at $50,000.
Israel defense powerhouses Rafael, Elbit and Elta, a division in the Israel Aerospace Industries, all currently sell anti-drone products, but they are much heavier and cover greater distances. They are usually installed on buildings as a defense mechanism for strategic locations, while SKYLOCK's device is meant for mobile forces, like a presidential guard or special army units.
Um sistema destes parece-me mais viável e eficaz. A $50k a peça dava para ter um por batalhão (ou companhia no caso português).
https://www.calcalistech.com/ctech/articles/0,7340,L-3843211,00.html (https://www.calcalistech.com/ctech/articles/0,7340,L-3843211,00.html)
(https://images1.calcalist.co.il/PicServer3/2020/08/02/1009783/2222_l.jpg)CitarThe Israeli army and police are considering the purchase of personal anti-drone systems manufactured by Israeli company SKYLOCK, part of the Avnon Group.
The growing threat posed by hostile UAVs and the need to neutralize them from afar has resulted in a race to create personal devices to curb unauthorized drones, products that were previously only installed on vehicles.
SKYLOCK's wearable system weighs only 1.5 kilograms and has already been sold to the U.S. Army and NATO forces. According to SKYLOCK, the system, which is worn like a vest, is capable of neutralizing any drone within one kilometer of the device.
The device includes a drone detector and an anti-drone jammer, which its operators can determine whether to use after they are notified by the system of a UAV in their vicinity. A single device is priced at $50,000.
Israel defense powerhouses Rafael, Elbit and Elta, a division in the Israel Aerospace Industries, all currently sell anti-drone products, but they are much heavier and cover greater distances. They are usually installed on buildings as a defense mechanism for strategic locations, while SKYLOCK's device is meant for mobile forces, like a presidential guard or special army units.
SKYLOCK's device is meant for mobile forces, like a presidential guard or special army units
O alcance parece ser bom.
Mas qual é o espectro de emissão que utiliza? Interferências? Autonomia?CitarSKYLOCK's device is meant for mobile forces, like a presidential guard or special army units
Porquê?
Recipient country: Portugal;
Army missiles: 33;
DSCA missiles: 45.
Em termos do sistema de míssil portátil Stinger, de acordo com Almeida C. (2013)64, para as várias BtrAAA do Exército Português apenas se encontram disponíveis 14 sistemas, armazenados em Santa Margarida devido às suas especificidades. No entanto, comparado com os sistemas Chaparral e Bitubo, o Stinger é tido “como um consumível que após disparado já não pode ser utilizado, à exceção do punho que pode ser utilizado em quatro disparos no máximo” (Casinha, 2013), o que leva assim a que não surjam problemas de manutenção. Apesar de se encontrarem poucos sistemas disponíveis para todas as BtrAAA, as que se encontram sediadas no RAAA1 têm à disposição simuladores que permitem efetuar treino já que “funcionam de modo muito semelhante a um míssil real, através de um processo de arrefecimento da cabeça do míssil, por meio do gás árgon” (Casinha, 2013).
Unit cost U.S.$38,000
Depois de ver o massacre que os UCAV turcos e israelitas fizeram com as defesas antiaéreas arménias fico na dúvida se este tipo de defesa ainda são relevantes. A quantidade de Osa e Strela que foram obliterados nos primeiros dias da guerra mostra que VSHORAD ou SHORAD são extremamente vulneráveis. Muitos foram destruídos sem sequer disparar porque os UCAV estavam a distâncias relativamente seguras. A maioria dos UAV destruídos pelos arménios usaram sistemas de defesa aérea com maior alcance ou manpads.
Será que faz sentido gastarmos dinheiro em sistemas destes?
Recent conflicts in Armenia, Iraq, Syria and Ukraine have demonstrated the widespread adoption of drones by state actors — as well as rebel and terrorist groups — for reconnaissance purposes and as improvised attack platforms carrying grenades or explosive charges. Most recently, Russian air-defense vehicles and electronic-warfare assets in Syria reportedly defeated a simultaneous rebel attack by 13 kamikaze drones.
To counter such threats, U.S. troops needs fast-reacting short-range air defense systems, or SHORADS — and better yet, they need them in a package that can move with frontline units on the battlefield, which the Army dubs “Maneuver SHORADS.”
In addition to the Stinger, it could also employ a ground-launched version of the AIM-9X Sidewinder, a highly-maneuverable heat-seeking air-to-air missile, as well as radar-guided Hellfire anti-tank missiles repurposed for anti-air engagements. These weapons could also be installed onboard Stryker eight-wheeled armored personnel carrier, or JLTVs, a successor to the Humvee. Earlier, the U.S. Army cut funding for the SLAMRAAM, a Humvee mounting medium-range radar-guided AIM-120 missiles.
Above — an Avenger Humvee. At top — M6 Linebacker. U.S. Army photos
"Não entendo a aversão do FCosta ao Avenger"... eu explico:
1) É um pouco preconceito meu eu sei... o Avenger é "Americano" e o IRIS-T SL "Europeu" e a tendência na EU está mais no IRIS-T (ver o utilizadores)...
IRIS-T Operators
(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/19/IRIS-T_operators.png/400px-IRIS-T_operators.png)
Avenger Operators
" Bahrain, Egypt, Iraq, Taiwan, United States "
2) IRIS-T SL alcance (two variants IRIS-T SLS (short-range) and IRIS-T SLM (medium-range) ) vs AIM9-X SL (alc: 22 nm = 40 km)
alc: IRIS-T SLM > AIM9-X SL (alc: 22 nm = 40 km)
3) Não gosto do Avenger mas se fosse, Multi-Mission Launcher (MML) então então já era diferente...e com missile Tamir (israelita)... não tinha o preconceito europeu :mrgreen: :mrgreen:.
"(...)Effective firing range <3nm for Stinger, <5nm for Hellfire, <22nm for AIM-9x, <40nm for Tamir(...)"
"(...)Multiple missiles have been integrated and tested with the system. In 2016 FIM-92 Stinger missiles were launched from a single tube MML at Eglin Air Force Base in Florida. AIM-9X Sidewinder and AGM-114 Hellfire missiles launched from a FMTV mounted 15 tube MML (...)"
https://en.wikipedia.org/wiki/Multi-Mission_Launcher (https://en.wikipedia.org/wiki/Multi-Mission_Launcher)
(https://missiledefenseadvocacy.org/wp-content/uploads/2016/09/mml-770x385@2x.jpg)
Não sei se o requisito da FFAA portuguesas foi feito à medida do Avenger ou do MML.... mas parece mais do Avenger!
Alguém com responsabilidade e direito de antena não. Aliás, o Rogeiro passa o tempo todo a pedir uma intervenção em Moçambique, mas não aborda como deve ser a da RCA nem questiona, caso fossemos para Cabo Delgado que meios iriamos usar (aliás, depois do que disse sobre as armas de destruição maciça no Iraque, devia ter acabado era a fazer palestras no jrdim da Torre de belém ao invés de ter um espaço na tv) . :-P
@mafets, será que por cá há alguém a olhar para esses conflitos, e a pensar numa nova abordagem para responder a estas ameaças? Eu cá acho que anda tudo a dormir, enquanto lá fora estão a levar muito a sério o assunto. Nós safamo-nos com SCARs apontadas ao céu, para poupar dinheiro! ::)
Militares no ativo e na reforma manifestam-se hoje em Lisboa, num desfile que termina junto à Assembleia da República e que visa alertar para a «dramática realidade» da «família militar» na sequência dos cortes nos rendimentos.
A complete NASAMS (2) battery consists of 12 missile launchers (LCHR) (each one carrying six AIM-120 AMRAAM missiles), eight radars (AN/MPQ-64 Sentinel F1 Improved Sentinel X band 3D radar), one fire control centre (CTOC), one electro-optical camera vehicle (MSP500) and one Tactical Control Cell (TCC) vehicle.
Atrás, da esquerda para a direita: Lançador de MIM-104 Patriot PAC-2 (o Exército Holandês também opera sistemas PAC-3), radar MIM-104 Patriot AN/MPQ-53, radar TRML-3D/32, AN/MPQ-Radar Sentinel 64F1 do NASAMS 2, radar AN/TPQ-36 de contra-bateria Firefinder, lançador de AMRAAM do NASAMS 2.
Frente, da esquerda para a direita: radar de vigilância terrestre Thales Squire, veículo de reconhecimento Fennek com plataforma de armas Stinger, Stinger MANPADS, sistema de geração de imagens térmicas FLIR Ranger HDC-MS.
O radar TRML, as baterias NASAMS e o Stinger Weapon Platform Fenneks são combinados no Army Ground Based Air Defence System (AGBADS), que combina os dados de todos os radares em uma única imagem aérea integrada, acessível a todas as plataformas de armas.
A defesa antiaérea do Exército Holandês cobre as três camadas, formando uma bolha de proteção contra alvos a grande, média e baixa altitudes.
Devia ir investigar antes de perguntar... mas o Iron Dome não é um sistema com "vários" segmentos de alcance diferentes? Vale a pena "misturar" o NASAMS e o Iron Dome?
Havia de ser lindo gastar uns 100 milhões em equipamentos de Israel :mrgreen:
Já ficava satisfeito, a curto prazo, com Mistral MANPADS + ST5 MPCV e, 2ª fase, VL-MICA... mas o que temos é um concurso para 5 "legacy manpads" e muito poucos sobre rodas.
Que complicação que aí vai...
Daqui a pouco estão a questionar o porquê de irem a pé quando podem ir de viatura...
O comer de pé quando podem comer sentados...
O porquê de andar à cambalhota....
The U.S. Department of State approved a possible sale to India of an Integrated Air Defense Weapon System (IADWS) for $1.9 billion, the Defense Security Cooperation Agency said on Monday, February 10.
India has requested the $1.867 billion (INR 13,500 Crore) IADWS system “to modernize its armed forces, and to expand its existing air defense architecture to counter threats posed by air attack,” DSCA said in a release.
The approval includes five AN/MPQ-64Fl Sentinel radar systems, Fire Distribution Centers (FDC), Electrical Optical/Infrared sensor systems, and Multi-spectral Targeting System-Model A (MTS-A).
It also includes 118 AMRAAM AIM-120C-7/C-8 missiles, three AMRAAM Guidance Sections, four AMRAAM Control Sections, and 134 Stinger FIM-92L missiles, along with Dual Mount Stinger Air Defense Systems and Vehicle Mounted Stinger Rapid Ranger Air Defense Systems, canister launchers and high mobility launchers.
Additionally, the potential sale includes 32 M4A1 rifles, 40,320 M855 5.56mm cartridges, communications equipment, range and test programs, infrastructure improvements, U.S. government and contractor support, training equipment, and other logistics and program support.
The sale would “contribute to India’s military goal to update its capability while further enhancing greater interoperability between India, the U.S., and other allies,” DSCA said.
The Raytheon Corporation and Kongsberg Defense and Aerospace are the prime contractors.
Integrated Air Defense Weapon System
Norway-based Kongsberg says the ground-based medium-range National Advanced Surface-to-Air Missile System can be closely integrated and adapted to a country’s integrated air and missile defense system.
NASAMS employs the AIM-120 Advanced Medium Range Air-to-Air Missile (AMRAAM) as the primary weapon. It can also fire the RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile, AIM-9X Sidewinder and can be modified to use other weapons including indigeneous missiles.
The modular system is designed with an active 3D radar Raytheon AN/MPQ-64F1 Sentinel, a passive electro-optical and infrared sensor and a number of missile canister launchers with AMRAAM missiles. The fire units are typically netted together in a realtime communication network.
Currently 11 countries employ NASAMS and 15 others have acquired the command and control solution, according to Kongsberg.
India’s Ministry of Defence approved the acquisition of the NASAMS II in July 2018 to boost air defenses in New Delhi.
The acquisition forms part of the Delhi Area Defence Plan which aims to protect the capital against enemy aircraft, cruise missiles and drones, as well as hijacked airliners.
Last year Defense World reported that India’s plan for the defense system would include an outmost layer with two-tiered ballistic missile defense system developed by state-run DRDO, an inner layer comprised of the Russian-made S-400 system, and the NASAMS forming the innermost layer.
A NASAMS II battery consists of up to 12 missile launchers carrying six missiles each, networked with up to eight AN/MPQ-64 Sentinel X-band 3D radars, MSP 500 electro-optical/infrared (EO/IR) sensor systems and Fire Distribution Centers.
Raytheon’s FIM-92 Stinger missiles have been integrated on NASAMS protecting the U.S. capital since 2014, and were chosen by Finland that same year to replace the Russian-made SA-16/18 Igla missiles on its upgraded air defenses.
Enquanto por cá:
(https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2020/noticia_marte20-1.jpg)
(https://assets.exercito.pt/SiteAssets/GabCEME/RCRPP/Fotos_Noticias/2020/noticia_marte20-6.jpg)
Só para notar que os Chaparral não usam qualquer especie de radar, apenas busca por infra vermelhos.
:-P
O Chaparral em si, ou seja, o veículo lançador, não. Mas operam com o apoio do radar AN/MPQ-49 FAAR.
Já agora:
https://pubhtml5.com/yufq/soyt/basic/51-100 (https://pubhtml5.com/yufq/soyt/basic/51-100)
Pelo menos equipar um provável e futuro, CCDA, Comando Conjunto de Defesa Aérea, com um numero suficiente de unidades móveis/autopropulsadas, para poderem ser destacadas e protegerem qq ponto sensível do território Nacional, e a sua mobilidade própria, permitirá ocupar posições de tiro, secundárias se e quando necessário, o mais rapidamente possível.
https://www.kongsberg.com/kda/products/defence-and-security/integrated-air-and-missile-defence/nasams-air-defence-system/
PS: será que apenas 20mm resolve UCAV...?
Não resisto:
"Por isso é que os sistemas autónomos são tão interessantes, basta uma sala de comando com meia dúzia de pessoas e fazem tudo."
Em resposta a esta "meia dúzia", "6 pessoas" na "sala de comando" para 5 localizações...lol... "estas 6 pessoas não descansam? É preciso no mínimo o triplo das pessoas, 24 pessoas só para operar, pode ser 3 turnos de 8h? 2 turnos de 12h? 1 de 24h? seguido de descanso, mas como estamos a falar de pessoas ....
E para guardar a sala comando + "2 pessoas"... "estas 2 pessoas não descansam? É preciso no mínimo o triplo das pessoas, 6 pessoas só para operar, pode ser 3 turnos de 8h? 2 turnos de 12h? 1 de 24h? seguido de descanso, mas como estamos a falar de pessoas ...."
E para guardar/reabastecer os lançadores nas 5 localizações + "2 pessoas" x "5 localizações" = +10 pessoas ... "estas 10 pessoas não descansam? É preciso no mínimo o triplo das pessoas, 30 pessoas só para operar, pode ser 3 turnos de 8h? 2 turnos de 12h? 1 de 24h? seguido de descanso, mas como estamos a falar de pessoas .... "
O que temos então = 24 + 6 + 30 = 60 ....
"etc, isto para operar ininterruptamente um ano deve andar pelas 80 pessoas, o que já é uma companhia."
É engraçado como a sua solução também chegamos ao mesmo nr de recursos
:mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
Agora só falta dizer que nos meus nr a maioria deles são PA .... POIS MAS EU TAMBÉM DISSE QUE OS PA podia ser os operadores do sistema para além de "guardas" do sistema.
[/b][/size]
Fcosta, já chega de "trollanço"...
Abraço
Então com reagirias à ameaça Tenente? Na tua patrulha de longo raios de acção já longe de Penude.
Tiras a mini-gun da mochila? O Stinger?
Primeiro que ameaça o drone traria a uma PRLRA?
Detectou a patrulha ??
Isto falando em caso de deslocamento durante o dia, porque depois de estarmos instalados será mais dificil a um drone detectar o efectivo da patrulha que na grande maioria das situações se deslocará durante a noite, até chegar ao objectivo, zona onde vai desempenhar a sua missão;
Por isso teriamos de saber se fomos ou não detectados, e só em último mas mesmo último recurso, e em caso de termos sido detectados, preferia usar a shotgun cal12 da patrulha, pois a dispersão dos projecteis traria mais hipoteses de eficácia que os disparos de 5,56/7,62;
Se a detecção acontecesse, borregar a missão ASAP.
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/923/J9JAVr.jpg) (https://imageshack.com/i/pnJ9JAVrj)
(https://imagizer.imageshack.com/v2/xq90/924/xn39cJ.jpg) (https://imageshack.com/i/poxn39cJj)
Mas isto sou eu a falar, porque no meu tempo se acontecesse algo desse género seria com um avianito de aeromodelismo.
Abraços
Os Bitubo são relativamente fáceis de manter a funcionar. O problema mais comum é no comando eléctrico.
E esse de Mafra deve é só de instrução.
Em Santa Margarida ainda se encontram alguns Chaparral operacionais.
E, que até lá, verifiquem que o Stinger tem o seu fim à vista? Porque o concurso refere "weapon terminals for the integration of legacy MANPADS"
E, que até lá, verifiquem que o Stinger tem o seu fim à vista? Porque o concurso refere "weapon terminals for the integration of legacy MANPADS"
O outro problema prende-se com as quantidades pretendidas, o facto de estarmos á procura de apenas oito sistemas faz com que muitas entidades se neguem a participar no concurso.
No Minimo deveriamos tentar adquirir 24, só triplo, mas, o indicado seria comprar 36 terminais de tiro o que daria uma bataria AA de doze sistemas para cada uma das três Brigadas, isso sim seria um numero adequado para as nossas FT's.
Abraços
18 empresas a competir para fornecer sistemas C-RAM? Nem sabia que havia no mercado ocidental assim tantos sistemas C-RAM. :o
DC, não deve ser tão dificil assim pois a MFU já é basicamente um atrelado que é deixado no local.
Coloca-lo na traseira duma viatura não deve ser nada de especial como disse o NVF, é mais a questão de reduzir o numero de lançadores, se for de facto necessario.
(que parece que não é de acordo com esta foto)
;)
O Iron Dome, excelente como é para C-RAM, como se porta no resto...? Porque o "sistema" parece algo "pesado", não sei se substitui um "vehicle-mounted VSHORAD" como nós pretendemos - a minha duvida é se não foi criado com o objectivo muito especifico (proteger alvos sensíveis de rockets disparados a relativa curta distancia).
Talvez esteja a ser influenciado pelo objectivo inicial e por, para VSHORAD, julgar melhor um sistema comum a um MANPAD (e, com os UCAV / kamikaze, um canhão).
Según la RFI (Request For Information) publicada por el gobierno de Estados Unidos el 10 de noviembre, se está llevando a cabo una investigación para identificar las posibles fuentes interesadas con la capacidad de proporcionar un Sistema de Defensa Aérea Manipulable (MANPADS) en respuesta a la creciente demanda para contrarrestar la capacidad de amenaza aérea y para sustituir el FIM-92 Stinger que está en servicio en el Ejército estadounidense desde 1981.
El microprocesador reprogramable Stinger (RMP) quedará obsoleto en el año fiscal 2023 y el Stinger Block I está siendo sometido a una extensión de vida útil para prolongar su fin. El inventario actual del Stinger está en declive. El Ejército está llevando a cabo un estudio SHORAD que informará los esfuerzos para modernizar y hacer frente a las nuevas amenazas, que pueden aumentar la demanda de misiles con capacidad para MANPADS. El Ejército está planeando actualmente adjudicar un contrato competitivo completo y abierto a más tardar en el año fiscal 2026 para la producción de hasta 8000 misiles MANPADS para cubrir esta necesidad.
En 2016, el Congreso y los altos dirigentes del Ejército y del Estado Mayor Conjunto, al observar los resultados de los estudios y las agresiones de las naciones de la amenaza mutua, proporcionaron recursos y ordenaron al Ejército que buscara agresivamente capacidades de defensa aérea para proteger a las fuerzas de maniobra tan pronto como fuera posible. Este esfuerzo sirve para satisfacer la creciente demanda de MANPADS, el crecimiento organizativo dentro de la cartera de Defensa Aérea y de Misiles (AMD), y el aumento de la capacidad de amenaza cercana a los compañeros.
De acuerdo con los requisitos técnicos publicados en la solicitud de información RFI:
– El sistema debe ser portátil.
– El sistema debe ser un All-Up-Round (AUR).
– El sistema debe ser capaz de integrarse con el Lanzador Universal de Vehículos Aguijón (SVUL), que es un componente del M-SHORAD inicial (IM-SHORAD).
– El sistema debe ser capaz de derrotar a las aeronaves de ataque a tierra de ala fija (FW), las aeronaves de ala giratoria (RW) y los sistemas de aeronaves no tripuladas (UAS) del Grupo 2-3 con capacidades iguales o superiores a las del actual misil Stinger (con capacidad de fusible de proximidad).
– Las soluciones candidatas deben ser capaces y adecuadas para las operaciones de fuerza de maniobra en todos los entornos del campo de batalla. Las soluciones deben apoyar consideraciones como la seguridad, los factores humanos, la transportabilidad, la movilidad, la ciberseguridad, la capacitación y el Apoyo Logístico Integrado del Ejército (ILS). El sistema debe ser capaz en última instancia de lograr la liberación total de material para el combatiente.
– El sistema debe ser capaz de soportar una alta fiabilidad, disponibilidad operacional y disponibilidad de material en un entorno de combate operacional.
– El sistema debe ser producible mediante procesos en línea de producción.
El FIM-92 Stinger es un sistema portátil de defensa aérea (MANPADS) que fue desarrollado por General Dynamics para las fuerzas armadas de los Estados Unidos. Desarrollado en Estados Unidos, entró en servicio en 1981 y es utilizado por los militares estadounidenses y otros 29 países.
El misil Stinger FIM-92″ dispara y olvida” emplea un buscador infrarrojo pasivo para localizar su objetivo aéreo. Un buscador infrarrojo pasivo no emite ninguna radiación que una aeronave objetivo pueda detectar y, en cambio, guía la energía infrarroja (calor) emitida por el objetivo. El propio misil Stinger tiene un alcance de hasta 4.800 m y puede atacar a baja altura a amenazas enemigas hasta 3.800 m.
1 - Aprovo a despesa adicional de 9 000 000 (euro) (nove milhões de euros), a financiar através das verbas inscritas na Lei de Programação Militar (LPM) na Capacidade «Proteção e Sobrevivência da Força Terrestre», Projeto «Artilharia Antiaérea (AAA)», tendo em vista a aquisição de oito Terminais de Armas para o Sistema Integrado de Comando e Controlo de Artilharia Antiaérea (SICCA3), dois Radares de Aviso Local 3D, oito Sistemas Míssil Ligeiro integrados em Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas ou Viaturas Táticas Médias Blindadas e oito viaturas táticas ligeiras blindadas ou médias blindadas, totalizando o montante global de 41 000 000 (euro) (quarenta e um milhões de euros).
Citar1 - Aprovo a despesa adicional de 9 000 000 (euro) (nove milhões de euros), a financiar através das verbas inscritas na Lei de Programação Militar (LPM) na Capacidade «Proteção e Sobrevivência da Força Terrestre», Projeto «Artilharia Antiaérea (AAA)», tendo em vista a aquisição de oito Terminais de Armas para o Sistema Integrado de Comando e Controlo de Artilharia Antiaérea (SICCA3), dois Radares de Aviso Local 3D, oito Sistemas Míssil Ligeiro integrados em Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas ou Viaturas Táticas Médias Blindadas e oito viaturas táticas ligeiras blindadas ou médias blindadas, totalizando o montante global de 41 000 000 (euro) (quarenta e um milhões de euros).
Achei interessante esta parte. Em notícias e/ou despachos anteriores, era colocada a possibilidade das viaturas serem ligeiras ou médias?
E eu não tava a pensar no Mica ou NASAMS, isso é outro nível, nem mesmo o Spyder. Este aumento do orçamento, terá alguma coisa a ver com o conflito Azerbaijão/Arménia, e o uso extensivo de UAVs?
20 AIM-120C-5
(https://www.defensa.com/adjuntos/ATLAS-RC%202.jpg)
Pelo que me disseram hoje, Mistral III, muito forte candidato, nos ST5 ou futuros JLTV...
Cumprimentos,
E tem o mesmo míssil em versão manpad e integra muito bem com VL-Mica NG, para uma 2a fase... ;)
E tem o mesmo míssil em versão manpad e integra muito bem com VL-Mica NG, para uma 2a fase... ;)
A mim não me vendiam o Mistral como MANPADS. Parece-me ter "mobilidade" demasiado limitada, por precisar de um suporte para ser operado. Para infantaria apeada (ou transportada em veículos), parece-me que o Stinger é mais prático.
Chinese HY(HongYin)-6 or FN(FeiNu)-6
O missil tamir (o efector do Iron Dome) é dos que tem melhor relação custo / eficácia... já um lançador movel... existe:
(https://static.timesofisrael.com/www/uploads/2019/06/idome-e1561014441880.jpg)
Espero que concorra.
https://www.rafael.co.il/wp-content/uploads/2019/03/I-DOME-Brochure.pdf (https://www.rafael.co.il/wp-content/uploads/2019/03/I-DOME-Brochure.pdf)
A mobilidade de um sistemas desses (montado num camião) é muito mais limitada que um sistema que pode ser montado num simples ST5, Pandur ou M-113. Muito provavelmente nem sequer pode ser disparado em movimento. No fim de contas, são sistemas muito diferentes. Mas havendo, um dia, interesse num sistema C-RAM (que deveríamos possuir), era um forte candidato, estando tudo montado num único veículo.
É vendido como os dois, C-RAM e VSHORAD. Só não me parece que seja o mais adequado para acompanhar uma coluna de veículos ou qualquer força terrestre altamente móvel. Acho inconcebível ter um camião destes a acompanhar CCs, Pandur ou ST5, para não falar da silhueta e da fraca protecção.
Agora, se fosse um sistema destinado a acompanhar e proteger, por exemplo, artilharia AP como o Caesar, a discussão seria outra, já que ambos os sistemas apresentariam mobilidade semelhantes. Este sistema defenderia sobretudo de fogo "contra-bateria" inimigo.
Fonix o Tamir tem 70 km de alcance!? Isso já é um SAM medio não VSHORAD ou SHORAD!!!
Mas sim, será mais indicado para uma defesa de area ou estatica do que para acompanhar uma coluna.
:-P
The system is designed to intercept and destroy short-range rockets and artillery shells fired from distances of 4 kilometres (2.5 mi) to 70 kilometres (43 mi) away and whose trajectory would take them to an Israeli populated area
The system detects rockets 4 to 70km away and will engage with interceptors, called Tamirs, to destroy targets mid-air. Iron Dome’s Tamir missiles are short-range anti-missile kinetic interceptors that are 3m in length, 0.16m in diameter, weigh 90kg at launch, and have a range of 2 to 40km.
O orçamento permite apenas o MPCV? Não permite sequer um VL Mica para completar?
O MPCV não é mau, mas considero melhor o sistema Boeing combinado com o MML
essa de acompanhar uma "coluna" é que não entendo... tirando alguma artilharia AAA (canhões) que disparam em movimento... a generalidade dos sistemas SAM ... param e posicionam-se para tiro.... se utilizassemos a mesma lógica então ao artilharia autopropulsada de 155mm também tinha de disparar os Howtizers em movimento .... (e não posicionar-se para disparo).
O programa não está a ser feito através da NSPA? Se sim, esqueçam tudo o que não seja de países da OTAN.
O programa não está a ser feito através da NSPA? Se sim, esqueçam tudo o que não seja de países da OTAN.
Isso deve estar resolvido: Raytheon-Rafael partner on US Iron Dome production (https://www.army-technology.com/news/deal-news/raytheon-rafael-partner-on-us-iron-dome-production/) :mrgreen:
Julgo que não - mas com o tempo que os nossos concursos demoram e as nossas tentativas de adiar entregas para pagar o mais tarde possível... :mrgreen:
Mas, pelo que vejo, não consideram este sistema um VSHORAD mas sim um C-RAM... será que para os USA o VSHORAD será o substituto do Stinger...?
Julgo que não - mas com o tempo que os nossos concursos demoram e as nossas tentativas de adiar entregas para pagar o mais tarde possível... :mrgreen:
Mas, pelo que vejo, não consideram este sistema um VSHORAD mas sim um C-RAM... será que para os USA o VSHORAD será o substituto do Stinger...?
Já que andamos a ver possíveis sistemas, um outro:
MSHORAD Solution - Saab (https://www.saab.com/products/mshorad)
Já que andamos a ver possíveis sistemas, um outro:
MSHORAD Solution - Saab (https://www.saab.com/products/mshorad)
Já que andamos a ver possíveis sistemas, um outro:
MSHORAD Solution - Saab (https://www.saab.com/products/mshorad)
O problema é que a Suécia não pertence à OTAN, como tal não pode entrar no concurso. Certo? ???
Under the contract signed with Aselsan on November 9, 2001 within the scope of the Pedestal Mounted Stinger (PMS) Project, which was initiated to meet the Low Altitude Air Defense System requirement of the Turkish Armed Forces (TAF), 70 Atılgan (8 ready-to-fire Stinger Missiles mounted on M-113A2 ZPT and) and 88 Zıpkın PMS (4 ready-to-fire Stinger Missiles mounted on the Land Rover Defender 130 TTA) were procured and entered the TAF’s service. PMS Systems have the capability to operate on the Air Defense Early Warning and Command Control System (HERİKKS). It is expected that the National MANPADS PORSAV will be integrated into the PMS Systems and Attack Helicopters in the TAF inventory.
Air Surveillance & Air Command and ControlSystems
NSPA supported a high operational availability of NATO Integrated Air and Missile Defence System (NATINAMDS) radars as part of SACEUR’s Air Policing mission. In parallel, the Agency worked to ensure long term supportability through radar technology refresh projects in Norway, Iceland, Turkey, Portugal and Greece.
The completion of the Solid State Modulator installations in the Radars for the Southern Region and Portugal (RSRP) will extend the life of these critical NATO assets by at least 15 years. NSPA also contributed to national implementation of Identification Friend or Foe (IFF) Mode 5. In the field of radar testing, NSPA worked to establish a unique capability to test surveillance radars’ Tactical Ballistic Missile Defence (TBMD) detection and tracking capability
Diehl Defence unveils IRIS-T-SLS Mk III mobile SHORAD system
Driven by burgeoning global requirements for more versatile short-range air-defence (SHORAD) solutions, Diehl Defence is finalising development of a new, fully-integrated modular evolution of its IRIS-T-SLS ground-based air-defence system.
The new IRIS-T-SLS Mk III design incorporates all the components of an integrated air-defence system on a single wheeled armoured platform, including a compact multimission 3D surveillance radar with an integrated identification friend-or-foe (IFF) system on telescopic mast, a command-and-control (C2) system, and a configuration of four IRIS-T infrared-guided interceptors. The current selected carrier platform is the General Dynamics European Land Systems Eagle V 6×6 variant wheeled armoured vehicle. “The solution enables a detect, track, and engage on the move capability, as well as faster and more efficient reload in the field, with minimum personnel,” a Diehl Defence spokesperson told Janes .
“For the C2 and radar/IFF solutions we are adopting the same flexible, modular system architecture approach that we implemented with the development of our IRIS-T SLM [medium-range air-defence system],” the spokesperson said.
“For the current [IRIS-T-SLS] Mk III demonstrator we have identified two radar solutions: the Saab Giraffe 1X lightweight multifunction radar and a version of the Hensoldt Spexer lightweight, low power, X-band radar. For the C2 system, we envisage a variant of the Airbus Fortion Integrated Battle Management Software (IBMS) system.
“The IRIS-T interceptor is launched from a fixed slanted position but still provides 360° engagement capability enabled by the high agility of the interceptor. Interceptors are launched in a lock-on-after-launch mode; in a specific sector, lock-on-before-launch is also possible,” he added.
The Hungarian Armed Forces will buy National Advanced Surface to Air Missile System, better known as NASAMS, according to the office of the commissioner for defense development. (https://defence-blog.com/news/army/hungary-selects-nasams-air-defense-system.html)
::)
Bem, parece interessante no minimo. Compacto, movel e com alcance.
Faltava ver era o preço.
:-P
The Hungarian Armed Forces will buy National Advanced Surface to Air Missile System, better known as NASAMS, according to the office of the commissioner for defense development. (https://defence-blog.com/news/army/hungary-selects-nasams-air-defense-system.html)
::)
Nós não temos inimigos....
Bem, parece interessante no minimo. Compacto, movel e com alcance.
Faltava ver era o preço.
:-P
Interessante lá isso é, peca pelo custo dos mísseis ser proibitivo para contrariar pequenos UAVs. Continuo a preferir o IM SHORAD (Moog RIwP), por ser mais versátil e poder ser instalada em praticamente qualquer veículo blindado. É mais multi-missão, como o pessoal gosta.
Esse tem a vantagem de estar tudo instalado no mesmo veículo.
Eu não percebo nada do assunto, mas li algures (já não encontro o artigo) que este último conflicto do Nagorno-Karabakh mostrou que é essencial ter ambos, e ter tudo integrado em rede, uma vez que os azeris (ou melhor os turcos) utilizaram vários meios para contrariar os dois tipos de defesa aérea. Os arménios conseguiram durante uns dias usar sistemas de guerra electrónica para abater uns quantos TB2, mas rapidamente os turcos alteraram algo nos sistemas de comunicação e ultrapassaram esse problema. E os meios de defesa aérea por não estarem integrados em rede e estarem obsoletos em alguns casos, não conseguiam dar resposta a ataques por múltiplos drones. Há um vídeo no Twitter em que os turcos usaram vários meios para destruir um Buk-M1-2 que tinha abatido alguns TB2. Vê-se que foi uma acção concertada de caça a um sistema de defesa aérea, mas que também o sistema estava a ser utilizado sem qualquer apoio ou integração com outros meios de defesa aérea.Bem, parece interessante no minimo. Compacto, movel e com alcance.
Faltava ver era o preço.
:-P
Interessante lá isso é, peca pelo custo dos mísseis ser proibitivo para contrariar pequenos UAVs. Continuo a preferir o IM SHORAD (Moog RIwP), por ser mais versátil e poder ser instalada em praticamente qualquer veículo blindado. É mais multi-missão, como o pessoal gosta.
Esse tem a vantagem de estar tudo instalado no mesmo veículo.
Ás vezes começo a pensar se não seria mesmo mais practico usar meios de interferencia electronica para lidar com drones pequenos, do que estar a gastar misseis ou munição com eles....
Já existem sistemas compactos e até já com alcances razoáveis para inutilizar drones estilo comerciais.
:-P
The Hungarian Armed Forces will buy National Advanced Surface to Air Missile System, better known as NASAMS, according to the office of the commissioner for defense development. (https://defence-blog.com/news/army/hungary-selects-nasams-air-defense-system.html)
::)
Nós não temos inimigos....
E bem o podemos agradecer ao número e qualidade dos nossos oficiais superiores e generais. Ninguém se atreve a atacar um país com tamanho número de generais, as consequências podem ser devastadoras para um potencial IN. As estratégias altamente elaboradas, avançadas e mortíferas que tamanha massa crítica de generais pode gerar não podem ser menosprezadas, mesmo por adversários mais fortes como os EUA.
Eu não percebo nada do assunto, mas li algures (já não encontro o artigo) que este último conflicto do Nagorno-Karabakh mostrou que é essencial ter ambos, e ter tudo integrado em rede, uma vez que os azeris (ou melhor os turcos) utilizaram vários meios para contrariar os dois tipos de defesa aérea. Os arménios conseguiram durante uns dias usar sistemas de guerra electrónica para abater uns quantos TB2, mas rapidamente os turcos alteraram algo nos sistemas de comunicação e ultrapassaram esse problema. E os meios de defesa aérea por não estarem integrados em rede e estarem obsoletos em alguns casos, não conseguiam dar resposta a ataques por múltiplos drones. Há um vídeo no Twitter em que os turcos usaram vários meios para destruir um Buk-M1-2 que tinha abatido alguns TB2. Vê-se que foi uma acção concertada de caça a um sistema de defesa aérea, mas que também o sistema estava a ser utilizado sem qualquer apoio ou integração com outros meios de defesa aérea.Bem, parece interessante no minimo. Compacto, movel e com alcance.
Faltava ver era o preço.
:-P
Interessante lá isso é, peca pelo custo dos mísseis ser proibitivo para contrariar pequenos UAVs. Continuo a preferir o IM SHORAD (Moog RIwP), por ser mais versátil e poder ser instalada em praticamente qualquer veículo blindado. É mais multi-missão, como o pessoal gosta.
Esse tem a vantagem de estar tudo instalado no mesmo veículo.
Ás vezes começo a pensar se não seria mesmo mais practico usar meios de interferencia electronica para lidar com drones pequenos, do que estar a gastar misseis ou munição com eles....
Já existem sistemas compactos e até já com alcances razoáveis para inutilizar drones estilo comerciais.
:-P
The Rheinmetall AG MK 20 towed anti-aircraft gun system is fielded by the Portuguese Army since the 80s. The weapon system is armed with two 20x139mm Oerlikon Rh 202 gun for which a wide variety of ammunition types are available. It can fire single shots or automatic fire.
O problema é que a Suécia não pertence à OTAN, como tal não pode entrar no concurso. Certo? ???
O problema é que a Suécia não pertence à OTAN, como tal não pode entrar no concurso. Certo? ???
Ironia certo?
Israel pertence à Nato? É que à uns bons anos atrás compramos Galil aos gajos.
A Áustria é da Nato? É que compramos Pandur a eles.
A Suíça é da Nato? É que o Blindado Piranha é construído lá, as armas SIG.
Qualquer empresa pode concorrer, o material é que tem que cumprir com os standards da Nato, Gripen, KC390, etc.
Raytheon Missiles & Defense (RMD) is expected to conduct the first flight test of its baseline surface-launched variant Advanced Medium Range Air-to-Air Missile-Extended Range (AMRAAM-ER) surface-to-air missile solution at the Andøya Test Center, Norway in the second quarter (Q2) of 2121.
Intended as the principal extended-range interceptor for the Kongsberg Defence & Aerospace (KDA)/Raytheon National Advanced Surface-to-Air Missile System (NASAMS), AMRAAM-ER is set to expand the NASAMS engagement envelope with a 50% increase in maximum range, and 70% increase in maximum altitude.
The baseline AMRAAM-ER design is a hybrid interceptor concept which marries the front end (radar homing guidance section, warhead) of an AIM-120C-7 AMRAAM with the back end (rocket motor and control section) of a RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM). This configuration was successfully demonstrated at the Andøya Test Center, Norway, in August 2016 – using the ESSM rocket motor – to prove the design concept.
Tiro aos pratos?! :o... Isto já nem dá vontade de rir :N-icon-Axe:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=5509114122447269&id=161774977181237
Tiro aos pratos?! :o... Isto já nem dá vontade de rir :N-icon-Axe:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=5509114122447269&id=161774977181237