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Outras Temáticas de Defesa => Área Livre-Outras Temáticas de Defesa => Tópico iniciado por: Get_It em Setembro 02, 2015, 06:24:10 pm

Título: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 02, 2015, 06:24:10 pm
Decidi criar um novo tópico visto que as notícias acerca da actual crise de refugiados, e imigrantes ilegais "disfarçados" de refugiados, estão a ser colocadas em vários tópicos («Notícias em Geral», «Não sei se deva rir ou chorar», «Apetece-me gritar bem alto, FO...») e que as discussões que originam acabam por ficar depois perdidas no meio de centenas de páginas e outros assuntos não relacionados.

Portugal pondera receber mais refugiados, particulares querem saber como ajudar
(29 de Agosto de 2015)
Citação de: "Nuno Ribeiro, Alexandra Campos / Público"
A dimensão da crise humanitária provocada pela vaga de refugiados que assola a Europa leva Portugal a rever, em altas sucessivas, o número de refugiados que vai receber. A quota de 1400 pessoas atribuída pela União Europeia vai subir, numa primeira fase, para 1500. Admitem-se, contudo, novas revisões embora sem precisar um número.

Saber quantos refugiados vai receber Portugal é uma questão ainda em discussão entre o Governo português e as instâncias europeias. “A pressão dos acontecimentos leva a admitir que sejam mais no futuro, em 2016”, diz ao PÚBLICO fonte governamental. Precisar um patamar é impossível, até porque a crise ganhou uma dimensão há pouco impensável.

Diplomatas e funcionários com férias interrompidas têm sido a constante dos últimos dias no Palácio das Necessidades. O ministério de Rui Machete dirige um grupo interministerial com representantes da Administração Interna, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, da Segurança Social, do Emprego e Instituto de Formação Profissional, das direcções-gerais da Saúde e Educação, e do Alto Comissariado para as Migrações com uma missão urgente. A de preparar o acolhimento de refugiados.

 “O autoproclamado Estado Islâmico (EI) está a afundar a Europa, não é apenas pela guerra da Síria, do conflito no Iraque ou do caos na Líbia, mas também pela eliminação das minorias”, afirma, ao PÚBLICO, um diplomata. “Assim, o EI nem precisa de cometer atentados”, destaca. A falta de coordenação e de gestos solidários da Europa comunitária, e o aparecimento de fenómenos de intolerância são exemplos do braço-de-ferro do radicalismo. Um desafio que as democracias ainda não ganharam.

No Conselho Português para os Refugiados (CPR), organização não-governamental que gere dois centros de acolhimento para requerentes de asilo e refugiados,  “são às centenas os telefonemas, e-mails, e até as visitas” de pessoas a querer saber o que podem fazer para ajudar e, eventualmente,  acolher os estrangeiros, impressionados com as imagens do drama das pessoas que, nos últimos meses, tentam entrar na Europa, arriscando a vida, diz  a assessora da direcção de informação do CPR Mónica Fréchaut. “São manifestações espontâneas de pessoas indignadas com o que está a acontecer”, acentua.

Lembrando que Portugal vai receber “uma gota de água no oceano”, Mónica explica que, a quem se tem oferecido para dar apoio, a resposta é a de que isso poderá acontecer numa segunda fase. “Isso é possível, mas, para já, não está nada organizado nesse sentido”, reforça.

Também a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa já se ofereceu para acolher 350 pessoas e a do Porto, 20. E há várias autarquias que manifestaram disponibilidade para receber refugiados, como as de Sintra, Santarém, Batalha, Oliveira do Hospital e Idanha-a-Nova.

Há ainda pessoas a oferecerem-se como voluntárias para ajudar os que vão chegar. “Tudo somado, já temos um número muito alargado”, destaca Mónica Fréchaut, que lembra que não ser esta a primeira vez que Portugal  recebe, de uma assentada, um volume elevado de refugiados.

Recorda a “operação Kosovo”, em 1999, quando “mais de dois mil kosovares” foram acolhidos. Na altura foram identificados espaços de acolhimento espalhados por todo o território nacional, tendo a  Protecção Civil  “operacionalizado” o acolhimento e o CPR ajudado “na identificação e no apoio jurídico”.  “Foi necessário organizar aulas de português e tentar integrá-los no mercado de trabalho”,  lembra Mónica, que nota que a maior parte acabou por regressar ao seu país ao fim dos dois anos. “É preciso que os cidadãos percebam que estas pessoas não representam um fardo financeiro para Portugal”, acentua.

Na quinta-feira, a  presidente do CPR, Teresa Tito de Morais, defendeu que já deveria estar organizada no terreno a plataforma de acolhimento. Sublinhou que o CPR tem sido contactado por várias empresas com empregos para oferecer. Em 2014, houve 442 pedidos de permanência em território nacional.  As famílias e os adultos são encaminhados pelo CPR para os centros de acolhimento para refugiados na Bobadela e para o centro de acolhimento para crianças, no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Os dois estão neste momento cheios.
Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/portugal-pondera-receber-mais-refugiados-particulares-querem-saber-como-ajudar-1706302

Olhão disponível para receber centro de refugiados mas não na Fuzeta
(1 de Setembro de 2015)
Citação de: "Romana Borja-Santos"
Local tinha sido disponibilizado pela Cruz Vermelha Portuguesa. Câmara deu outros terrenos como alternativa, para não prejudicar desenvolvimento do turismo.

A presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR) participou nesta terça-feira numa reunião na Câmara de Olhão para debater a possibilidade de instalar um centro de acolhimento para refugiados no terreno da Cruz Vermelha Portuguesa na Fuzeta, Algarve. A iniciativa de disponibilizar o terreno naquela freguesia do concelho de Olhão tinha partido da Cruz Vermelha Portuguesa, através da delegação de Moncarapacho-Fuzeta, mas na reunião essa localização foi afastada. No encontro, Teresa Tito de Morais defendeu que o país tem condições para acolher mais do que os 1500 refugiados avançados pelo Governo.

A dimensão da crise humanitária provocada pela vaga de refugiados que assola a Europa tem levado Portugal a rever o número de refugiados que vai receber. A quota de 1400 pessoas atribuída pela União Europeia subiu, numa primeira fase, para 1500 e o valor pode não ficar por aqui. Se as instalações algarvias avançarem, poderão ser recebidas 50 pessoas, mas noutros locais sugeridos pela autarquia. O espaço na Fuzeta tinha 1700 metros quadrados e destinava-se a um infantário que, devido à quebra da natalidade no país, acabou por não avançar. No entanto, segundo explicou a presidente do CPR, foi descartado pela própria câmara.

“Chegou-se a um consenso de que o terreno na Fuzeta não é o mais apropriado pela sua localização”, referiu também à Lusa o director-geral da Cruz Vermelha, Luís Névoa, que também esteve presente na reunião. De acordo com o presidente da autarquia, António Pina, a instalação do centro na Fuzeta “não se coaduna” com “uma vila que está a desenvolver-se no sentido do turismo”. As alternativas são nas freguesias de Quelfes e Pechão, fora da cidade, ou em Moncarapacho.

Segundo Teresa Tito de Morais, citada pela Lusa, já são acolhidos no país 300 refugiados que chegaram espontaneamente e com cinco autarquias disponíveis era possível ir além dos 1500. A responsável estimou que a chegada dos refugiados não deverá acontecer antes do fim de Outubro, uma vez que falta ainda “uma decisão política” e certezas relativamente ao financiamento, e sublinhou que os refugiados serão distribuídos por vários pontos do país e que o projecto previsto para Olhão terá ainda que passar “pelas autoridades portuguesas e por financiamento da Comissão Europeia”.

[continua]
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/olhao-disponivel-para-receber-centro-de-refugiados-mas-nao-na-fuseta-1706613

Proposta da reforma das políticas de imigração propostas pelos ministros alemães Frank-Walter Steinmeier e Sigmar Gabriel: A ten-point plan for a European refugee policy response (http://http)
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Europe is facing a great challenge for our generation. Never before have so many people fled political persecution and war as today, many of whom seek refuge here with us in Europe. In view of the crises in our neighbourhood, we must assume that this could remain the case for years. As Europeans, we owe it to ourselves and to the world to rise to the great challenge posed by these people looking for help.

One thing is clear, and that is that the response so far does not meet the standards that Europe must set for itself. Europe cannot put this off any longer and the EU must act now. We must therefore pursue a European asylum, refugee and migration policy that is founded on the principle of solidarity and our shared values of humanity. Ten points must urgently be addressed in this regard:

1. First, humane conditions must prevail throughout the EU when refugees are received. For this, we need EU-wide standards that are complied with in every EU member state.

2. Second, a common European code of asylum must guarantee asylum status that is valid throughout the EU for refugees in need of protection. Looking to the future, we need a new, much more ambitious integration of European asylum policy.

3. Third, we need a fair distribution of refugees in Europe. The citizens of our country are helping to receive and integrate refugees into our society as never before. This solidarity will only be maintained long-term if people see that the refugee crisis is being approached fairly throughout Europe. A state of affairs in which – as today – only a handful of member states shoulder the entire burden is just as unsustainable as a system that forces those countries that happen to form the outer border of the EU to take the strain alone. We must therefore reform the existing Dublin system. We need binding and objective criteria for refugee quotas for all member states that take their respective capabilities into account.

4. Fourth, Europe needs a common approach to managing its borders, which cannot be merely restricted to securing our frontiers. Above all, we need more European responsibility for registering and looking after newly arrived refugees.

5. Fifth, we must provide immediate assistance to the EU countries that are currently under particular strain. Germany is the only EU country to have made available emergency funds to improve the situation of refugees on the Greek islands. The EU and its member states must become more efficient in this area and quickly offer countries first receiving refugees practical and financial support. For us in Germany, we must ensure that the municipal authorities above all are able to cope with the giant challenges before them. In order to do this, we must provide them with lasting and systematic financial support.

6. Sixth, we cannot stand idly by and watch people risk their lives trying to get to us. The Mediterranean Sea cannot be a mass grave for desperate refugees. Europe’s humanitarian legacy, indeed our European view of humanity, are hanging in the balance. With this in mind, we launched enormous concerted efforts to organise marine rescue operations in the Mediterranean Sea in the spring. We must consolidate these efforts across Europe in the long term and equip the EU with the required capacities.

7. In the long run, we will only be able to help refugees in need of protection if those who are not entitled to asylum return to their countries of origin. For this, we must, seventh, make readmission a key priority of our relations with the countries of origin and also be prepared to make technical and financial support for these counties contingent on constructive cooperation. Existing incentives such as visa facilitations could be expanded.

8. Eighth, we must come to an EU-wide understanding as to which nations we consider to be safe countries of origin. All countries of the western Balkans aim to join the EU, and we have good cause to extend to them the prospect of accession to the Community. By the same token, this means that we cannot treat them as persecuting countries at the same time. In the future, a country that fulfils the criteria to be an EU accession candidate should be considered throughout the EU to be a safe country of origin.

9. Ninth, Germany needs an immigration Act. We need a prudent, controlled immigration policy that facilitates lawful stays for the purposes of employment. We must reduce the burden on the asylum system in this area.

10. Tenth, a comprehensive European asylum, refugee and migration policy also requires new political initiatives to fight the causes of flight in the countries of the Middle East and Africa. Stabilising failing states and curbing violence and civil war must go hand in hand with concentrated efforts to achieve economic development and create genuine economic and social prospects – especially for young people in the countries of origin. All of the international community’s efforts, above all those of the European Union and the United Nations, must be focused with the utmost intensity on this aim.
Fonte: http://www.uk.diplo.de/Vertretung/unitedkingdom/en/__pr/Latest__News/08/Steinmeier-Gabriel-10-Point-Plan.html

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Luso em Setembro 02, 2015, 11:20:35 pm
Fez muito bem o "Get_it" em abrir um tópico porque, como diz, os "postais" que a este tema se referem se encontram dispersos.
O que me motiva a acrescentar ou a "repescar" este que aqui deixo é tentar percorrer um caminho diferente daquele que está a ser seguido pela esmagadora maioria dos media, que tenta cultivar o lado imediato e emocional do drama e sofrimento das pessoas que procuram segurança e uma vida melhor.

E esse caminho diferente procura encontrar respostas ou novas perguntas sobre o porquê ou origem deste fenómeno, que, não sendo recente, parece que recebeu um "tiro de partida" para que se procedesse a uma enchente.
Decididamente, parece que quase ninguém quer saber o que se passa nem em fazer certas perguntas, como o silêncio em relação à Líbia intervencionada pela NATO, à cordialidade ISIS-Israel, etc.
Assim sendo, e para dar enquadramento a algumas destas questões, deixo aqui alguns links e referências para vossa consideração. E ainda a este propósito, de colocar estas referências e links, constato que recentemente este fórum tem assistido a demasiado "copy-paste" e pouco... fórum o que é para mim desmotivador.

Citação de: "Luso"
Gostaria que os caros foristas comentassem estas notícias:

Imigrantes são "oportunidade" para desenvolvimento, lembra Poiares Maduro
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional ... um=twitter (http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4750473&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter)

Cecilia Honorio apresenta Lei de Imigracao do BE

Former Swedish PM: Sweden belongs to the immigrants - not the Swedes
http://speisa.com/modules/articles/inde ... wedes.html (http://speisa.com/modules/articles/index.php/item.576/former-swedish-pm-sweden-belongs-to-the-immigrants-not-the-swedes.html)

Austrian intelligence says US organizations are funding immigration into Europe
https://translate.google.com/translate? ... edit-text= (https://translate.google.com/translate?sl=auto&tl=en&js=y&prev=_t&hl=en&ie=UTF-8&u=http%3A%2F%2Fwww.info-direkt.at%2Finsider-die-usa-bezahlen-die-schlepper-nach-europa%2F&edit-text=)

Jewish activist promotes "multicultural mode" for Europa: Sample Sweden

Who Funds the Radical Left In America?
http://www.westernjournalism.com/exclus ... n-america/ (http://www.westernjournalism.com/exclusive-investigative-reports/who-funds-the-radical-left-in-america/)

Tides Fundation
http://www.tides.org/ (http://www.tides.org/)

E um aspecto muito interessante acerca das "extremas direitas" ditas "nacionalistas":
http://wideshut.co.uk/edl-officially-an ... of-israel/ (http://wideshut.co.uk/edl-officially-announce-ties-to-zionist-state-of-israel/)

Consensos...
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 03, 2015, 02:33:15 pm
A Síria e a Líbia são apenas bases de operações. Sendo parte dos Migrantes de África, convêm falar dos conflitos Etiópia/Eritreia, do Sudão, Darfur, entre outros, acabando agora no Mali (tem que atravessar muitos países e é boa ideia perguntar o que por exemplo o Egipto está a fazer neste campo) . Na Europa temos gente oriunda por exemplo do Kosovo que tem lá a NATO. Na Ásia, a desestabilização do Afeganistão (donde é parte dos migrantes) começa com a queda da Monarquia. mas temos população desde o Paquistão ao Srilanka (só para citar alguns exemplos).
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fichef.bbci.co.uk%2Fnews%2F660%2Fcpsprodpb%2FFA90%2Fproduction%2F_85344146_european_asylum_origins_gra624_v2.png&hash=83eacbaf57a79465be44c3bdb8998ea8)
Por outro lado a migração é um problema mundial, que aparentemente só passa a ser preocupação para os Líderes Ocidentais, quando as mortes passam das centenas aos milhares e são vistas pelos eleitores na TV. Enquanto isso não acontece ignora-se (fora da Europa de Janeiro a Setembro de 2014 foram perto de 1000 mortos).
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.telesurtv.net%2Fexport%2Fsites%2Ftelesur%2Fimg%2F2015%2F06%2F18%2Fmigration_crisis_graphic.jpg_1645752711.jpg&hash=c875c4e6dee0f264d6e12339af083802)
Concluindo e quanto à forma de o Mundo sobretudo ocidental (mas não só), lidar com esta questão, se existe uma crise de liderança Mundial, Regional e Nacional quanto a outros assuntos, é mais que evidente que essa mesma incompetência, facilitismo e ignorância neste caso se reflectem a cada dia que passa. E quanto à população que agora se choca, preocupam-se com geopolítica e geoestratégia, que desde à no mínimo 20 anos conduzem a este desfecho? Não me parece (basta ver quanto tempo tem a Guerra na Síria) ...  :roll:
Citar
Why has the volume of refugees risen so dramatically in the past few years?


The number fleeing war and persecution hasn’t been greater since World War II, the U.N. Office of the High Commissioner for Refugees reported at the end of 2014. More than 60 million people have been displaced by conflicts in Syria, Afghanistan, Iraq, Libya, Yemen, Ukraine and elsewhere, and the violence is expected to drive hundreds of thousands more to seek asylum this year and next.

Refugees from the civil war in Syria, in its fifth year, constitute the largest share of the displaced, and together with Afghans and Somalis, both still in the throes of sectarian conflict, they comprise more than half of the new refugees counted last year.

http://www.latimes.com/world/europe/la-fg-european-migrant-crisis-explainer-20150902-story.html
 

Saudações
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 03, 2015, 06:46:53 pm
Este assunto tem muito que se diga, desde a questão dos conflitos e das acções que originaram esta vaga de imigrantes/refugiados, às questão de geopolítica e diplomacia, aos interesses dos países do norte de África e da Europa de Leste em deixar os refugiados passar, ao negócio de tráfico humano, ao impacto económico e social que vai ter, e como os governos agem ou não agem.

Interessante ver o Egipto a ser um good boy ao comprar equipamento militar francês mas fazer quase nada, ou mesmo zero, em relação a ajudar a combater esta situação. Quanto à Líbia já nem se fala.

Os políticos da fora da Europa, e os Senhores Doutores e Engenheiros das ONG também têm gostado ultimamente de falar bastante acerca da Europa, mas se isto chegou a esta situação na Europa então quer dizer que as iniciativas e projectos de ajuda em África e na Ásia têm falhado completamente. Afinal de contas, só se está bem é no norte da Europa...

Citação de: "mafets"
Concluindo e quanto à forma de o Mundo sobretudo ocidental (mas não só), lidar com esta questão, se existe uma crise de liderança Mundial, Regional e Nacional quanto a outros assuntos, é mais que evidente que essa mesma incompetência, facilitismo e ignorância neste caso se reflectem a cada dia que passa.
Exacto. A incompetência dos vários poderes por este mundo fora, sejam governos/políticos ou de ONG, é mais que evidente e portanto agora temos por mãos um passar da batata quente que finalmente chegou à Europa.

Citação de: "Luso"
O que me motiva a acrescentar ou a "repescar" este que aqui deixo é tentar percorrer um caminho diferente daquele que está a ser seguido pela esmagadora maioria dos media, que tenta cultivar o lado imediato e emocional do drama e sofrimento das pessoas que procuram segurança e uma vida melhor.
Citação de: "mafets"
E quanto à população que agora se choca, preocupam-se com geopolítica e geoestratégia, que desde à no mínimo 20 anos conduzem a este desfecho? Não me parece (basta ver quanto tempo tem a Guerra na Síria) ...
Eu diria que este acaba por ser o maior problema de todos. Portugal é bom exemplo disso. Portugal, e os portugueses, mesmo tendo vários defeitos acabam por ser um povo bastante solidário.

Gostam de dar uns eurozinhos para esta ou aquela campanha ou instituição, gostam de doar as coisas que já não utilizam, e até gostam de fazer trabalho de voluntariado. Mas fica-se por aí, e acaba-se por ver uma certa hipocrisia, pois não são solidários para o que se passa lá fora, ou para os efeitos que isto tudo terá em Portugal, a longo prazo.

Não se preocupam em nada em pedir esclarecimentos aos governantes de como todos estes conflitos a que deram origem a estes problemas começaram. Muitos destes problemas nem são devido à falta de participação dos países nos conflitos da Síria, mas a falta de evitar que outros metam o bedelho nesses países e os desestabilizem. Também não pedem esclarecimentos do porquê do dinheiro já gasto em apoio humanitário não chegar às mãos de quem precisa, mas que sim fica retido muitas vezes por certos grupos ou governos locais.

Citar
Sublinhou que o CPR tem sido contactado por várias empresas com empregos para oferecer.
Engraçado que com o desemprego que há, e os incentivos para as empresas contratarem desempregados de longa duração, há empresas que já estão interessadas nestes refugiados. Deve ajudar o facto destes refugiados não querem ganhar muito.

Uma das propostas para a alteração das políticas da UE:
Citar
7. In the long run, we will only be able to help refugees in need of protection if those who are not entitled to asylum return to their countries of origin. For this, we must, seventh, make readmission a key priority of our relations with the countries of origin and also be prepared to make technical and financial support for these counties contingent on constructive cooperation. Existing incentives such as visa facilitations could be expanded.
Boa sorte com isso, quando muitos dos refugiados e imigrantes ilegais até chegam ao ponto de queimarem as pontas dos dedos para não poderem ser identificados através das impressões digitais.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Camuflage em Setembro 03, 2015, 07:13:03 pm
1º Quem desestabilizou e é responsável pela guerra do médio oriente?
2º Quem anda a financiar a FSA na Síria e o ISIS no resto dos locais?
3º Porque nós europeus não começamos desde já apontar o dedo a esses senhores que têm cara e alguns são europeus.
4º Há países europeus que não estão a fazer controlos, a lei comunitária determina que os estrangeiros que requerem asilo devem cumprir um conjunto de critérios. Há países europeus que não estão a revistar, identificar nem a fazer controlos sanitários. Pergunto: quantas armas/droga/explosivos e potenciais terroristas já passaram? Já alguém pensou numa potencial epidemia?
5º Quando os ataques terroristas no centro da Europa começarem, sim porque vão ocorrer, não tenho dúvidas disso, toda a gente se vai preocupar com o assunto e nessa altura a resposta será... vigilância em massa, leis contra a privacidade dos cidadãos europeus, Patriot Acts, tal como a lei das secretas que o Governo actual em conjunto com o PS quis passar mas foi chumbada pelo Constitucional.
6º Se nós tivéssemos na mesma situação esses países de onde são oriundos esses indivíduos estariam dispostos a receber-nos?
7º Já alguém pensou na explosão social que vai ocorrer nos países para onde os "refugiados" estão a ir? Recordo as explosões sociais nos subúrbios de Paris, mas agora será com mais gente e mais descontrolada, nenhum governo pode continuar a receber gente ao calhas ou vai apenas resultar no que a história já nos tem vindo a mostrar.
8º Tratam-se claramente de máfias que estão a trazer os migrantes, pois conhecem as leis, os migrantes trazem imensas mulheres que gravidas e crianças para que não possam ser enviados de volta para o país de origem, coisa que antes não ocorria. Estamos a lidar com uma estrutura muito organizada
9º Quem é que anda a pagar este movimento em massa?
10º Se durante a I e II Guerra Mundial todos os civis europeus fugissem dos países em conflito, hoje que seria feito da Europa? Onde está a resistência? Porque não se incentiva as pessoas a lutarem pelos seus países? Lutem contra o ISIS, FSA, Governos e secretas estrangeiras, não fujam do problema!
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Setembro 03, 2015, 09:06:53 pm
Desculpe, como disse?
 :N-icon-Axe:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Alvalade em Setembro 03, 2015, 10:10:47 pm
Mais fica para quem precisa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Camuflage em Setembro 03, 2015, 10:57:57 pm
Citação de: "HSMW"
Desculpe, como disse?
 :N-icon-Axe:

O título do ´vídeo é falso e enganador, aqui está a realidade: http://www.rtp.pt/noticias/mundo/autor- ... ha_n854607 (http://www.rtp.pt/noticias/mundo/autor-esclarece-video-de-migrantes-a-recusar-ajuda-da-cruz-vermelha_n854607)

Cuidado com a propaganda dos extremos direita e esquerda que se aproveitam destes casos.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 04, 2015, 06:37:48 pm
Enquanto vários países da Europa agora resolveram ceder às pressões da comunicação social e do Zé Povinho deles, e simplesmente receber todos os refugiados possíveis, a Eslováquia tenta ainda ser realista e quer tentar focar a resolução do problema nos países de origem dos refugiados.

Entretanto, temos a Turquia, que olham para o lado, e até ajudaram, vários grupos no Iraque que lutavam contra o PKK («O inimigo do nosso inimigo é nosso amigo») e agora queixam-se que a culpa é da União Europeia. :roll:

Fico government firm on anti-migrant stand
(3 de Setembro de 2015)
Citação de: "Michaela Terenzani / The Slovak Spectator"
The Slovak government however admitted it feels under enormous pressure from its foreign partners and that “there is a real threat that we will face the pressure of the member states that the migrants are heading to, on our own”.

SAFE ZONES that would provide humanitarian aid to people fleeing their homes are a medium term solution to Europe’s migration crisis, argue Slovak officials as they prepare to coordinate policy with regional partners before an EU summit later this month.

Prime Minister Robert Fico’s government remains committed to the line that the migration crisis must be solved in the war-torn source countries. The negative stance towards resettlement quotas remains unchanged even amid the shift in the migration debate among the public following the discovery of a truck carrying 71 dead migrants on the Austrian highway near the Slovak border.

(...) [Refugees die near border]

This event brought the migration crisis home to many Slovaks. At the turn of August and September, numerous individuals and groups organised through online social networks, collected material aid for refugees, mainly those stranded at railway stations in Budapest and those placed in the camp in Traiskirchen, Austria.

A group of citizens put together a Plea for Humanity, a document that was signed by more than 10,000 Slovaks as of September 2, including the country’s president, Andrej Kiska. The Plea authors call on the government to use its capacities to provide help to refugees in neighbouring countries.

The government, however, did not directly react to the Plea. The cabinet approved an updated stance towards the migration crisis on September 2, and assigned Fico to represent Slovakia at the September 4 summit of the Visegrad Group countries in Prague. In its stance, the government maintained its line that problems with refugees in Europe are a consequence and the solutions should be directed at the causes of the problem, back where the refugees come from.

Thus, the Slovak government proposes to build ‘safe zones’ for refugees in their countries of origin, where they could seek humanitarian aid.

(...) [Under pressure]

Lajčák: Schengen fell apart

The Slovak government focused on the protection of borders in its stance.

“We’re ready to cooperate at the level of the police corps when it comes to the protection of the internal Schengen area,” said Fico as quoted by TASR. “We want to press countries on the external Schengen border to carry out their duties properly and not open the borders to everybody.”

As things stand now, Schengen “has de facto fallen apart”, according to Foreign Minister Miroslav Lajčák who said that countries responsible for protecting the Schengen border let migrants pass through their territory freely.

“Under normal circumstances it is difficult to be granted the Schengen visa, while now tens of thousands of people walk around here without anyone checking on them,” Lajčák said as quoted by SITA. “So do we have Schengen or not?”

Securing the Schengen border is also one of the solutions that Slovakia is ready to pay for, as its financial contribution to the solving of the migration crisis. No concrete sums have been mentioned as of yet, however.

Police hunt smugglers

Following the tragedy on the Austrian highway, the Slovak police pledged they would cooperate with their Austrian and Hungarian counterparts, and seem to have intensified their activity against smugglers of migrants.

The police have been checking cars at border crossings to Austria and Hungary at the turn of August and September.

Over the last weekend of August, the police discovered 60 foreigners mostly from Syria in suspicious vans near the city of Žilina – in northern Slovakia – and in Štúrovo in the south of the country.

Moreover, two vans containing 26 refugees, including one child, of Iraqi and Syrian nationality, were stopped at the Čunovo border crossing to Hungary near Bratislava on August 31. They were being transported by two Serbian drivers in two vehicles.

On August 27, police detained a person who was attempting to smuggle two migrants to Germany, TASR reported. A police patrol pulled over a suspect vehicle with German licence plates between Lozorno and Malacky, both in Bratislava region. The vehicle had driven into Slovakia from the Czech Republic.

On September 2, a truck carrying 20 Syrian refugees was detained in Komarno, southern Slovakia. The driver, a UK citizen of Iraqi origin, attempted to escape.

Interior Minister Robert Kaliňák confirmed, as quoted by the Hospodárske noviny daily, that the latest detentions reflected the increased activity and analysis. Slovak police are boosting and updating security measures, he said.

[continua]
Fonte: http://spectator.sme.sk/c/20060071/fico-government-firm-on-anti-migrant-stand.html

Ankara Angry Over Refugee Crisis
Citação de: "Dorian Jones / Voice of America"
As the European Union struggles to deal with a flood of migrants, Turkey, home to more refugees than any other country in the world, is blaming EU leaders for the chaos. Turkey says European nations ignored repeated warnings.

With much of the world shocked by the image of a drowned Syrian toddler on a Turkish beach – the latest victim among refugees seeking to enter the EU – Turkish President Recep Erdogan Thursday accused European countries of turning the Mediterranean Sea into a grave.

According to Ahmet Icduygu, an expert on migration for Istanbul’s Koc University, there is deep resentment in Ankara that the EU ignored its warnings and calls for help over the mounting refugee crisis.

"Why the European countries are having less concern about the refugee Syrian problem? Unfortunately, it's the case almost around the world: Everyone tries to shift the responsibility to other side," he explained. "We should not forget that European countries [are] observing those migrants in terms of their economies. Also, there is an economic crisis in Europe."

Ankara is hosting over 2 million Iraqi and Syrian refugees at a cost of over $6 billion. Erdogan has repeatedly criticized Brussels for failing to share fairly the cost or burden of caring for refugees, a point he reportedly made during a telephone conversation Thursday with his French counterpart, Francois Hollande.

Ankara's share of blame

But political scientist Cengiz Aktar of Istanbul’s Suleyman Sah University says some of the blame lies with Ankara.

"International organizations, the big NGOs, they were all ready to come and help. But Turkey said, 'No, no, I can do it myself.' Now they are stuck," said Aktar.

With the growing refugee crisis now reaching EU countries, there is hope in Ankara that Brussels finally will act, says political columnist Semih Idiz of Turkey’s Cumhuriyet newspaper and Al Monitor website.

"It's already hard-pressed to meet the requirements of these refugees. They are spread across the country," Idiz said. "It's also causing social problems within Turkey between communities."
Fonte: http://www.voanews.com/content/turkey-angry-over-refugee-crisis/2946773.html

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 04, 2015, 08:07:53 pm
Citação de: "Get_It"
Entretanto, temos a Turquia, que olham para o lado, e até ajudaram, vários grupos no Iraque que lutavam contra o PKK («O inimigo do nosso inimigo é nosso amigo») e agora queixam-se que a culpa é da União Europeia. :roll:
Citar
Revealed: How the five wealthiest Gulf Nations have so far refused to take a single Syrian refugee

Four million Syrians have fled, most live in Middle Eastern refugee camps
More than 30,000 have risked their lives to reach European shores in 2015
Saudi Arabia, UAE, Qatar, Kuwait, Bahrain have resettled 'zero' refugees
Amnesty International described their inaction in the crisis as 'shameful'


Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article ... z3knXJHomW (http://www.dailymail.co.uk/news/article-3222405/How-six-wealthiest-Gulf-Nations-refused-single-Syrian-refugee.html#ixzz3knXJHomW)
Follow us: @MailOnline on Twitter | DailyMail on Facebook
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F04%2F16%2F2BF712B200000578-3222405-Only_the_United_States_has_given_more_to_the_humanitarian_effort-a-106_1441381469223.jpg&hash=f0d0e33235b31553f877c97071adebb7)
Acho muito bem que os Eslovacos defendam algo com pés e cabeça (aparentemente os únicos nesta pobreza de liderança). Aliás, só por este mapa se vê a palhaçada que é esta "crise de Migrantes do tapete estendido"... :roll:
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F04%2F14%2F2BF05EC500000578-3222405-image-a-57_1441371745859.jpg&hash=d81efa7d6ea79744daea134c09d33421)

Saudações
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Luso em Setembro 04, 2015, 09:08:20 pm
No meio da "palha informativa" e da espuma do tempo, esquecemo-nos de coisas destas, "estranhamente" esquecidas pelos me®dia:





E - "I´ll be damned!" - não há nada do Kristol sobre os refugiados.

E nenhuma estação aborda isto, preferindo apostar a propaganda e narrativa "pro-refugiados", esses desgraçados cuja vida foi destruída por monstros que a maioria se recusa a conhecer e ainda menos a reconhecer.

A "palha informativa", amigos, come-a quem quer.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Crypter em Setembro 04, 2015, 09:38:33 pm
(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xap1/v/t1.0-9/11947501_940771195990001_2644670447120259707_n.jpg?oh=e70288da6ff1fc5a5328f651256edee2&oe=5672345D)

Vai praqui uma confusão entre Migrantes (mais Imigrantes..) e refugiados!!

Eu não me vou expandir muito mais nesta tópico... Senão ainda me acusam de coisas   :roll:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 04, 2015, 10:07:10 pm
EUA sob pressão para acolher mais refugiados sírios


Atualmente, e após mais de quatro anos de guerra civil na Síria, cerca de 1.500 refugiados encontraram refúgio nos Estados Unidos.

Em finais de setembro, os refugiados sírios em território norte-americano serão cerca de 1.800.

O Departamento de Estado prometeu que teria entre 5.000 a 8.000 sírios em solo norte-americano até ao outono de 2016.

Questionado pelo jornal eletrónico norte-americano Huffington Post sobre o afluxo sem precedentes de pessoas que procuram refúgio na Europa, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, respondeu simplesmente que se tratava de uma questão "extremamente urgente" e que os Estados Unidos "poderiam fazer muito mais para proteger essas pessoas".

"Mas, não estou a falar em ter [mais refugiados] de maneira permanente", frisou o chefe da diplomacia norte-americana.

Para os especialistas em matéria de migração, o processo de reinstalação de refugiados no território norte-americano é demasiado lento.

"Nos últimos anos, as medidas suplementares em matéria de segurança fizeram com que a reinstalação, que levava entre nove a 12 meses, leve agora 18 meses ou mais", lamentou, em declarações à agência francesa AFP, Larry Yungk, representante do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR).

Segundo a agência das Nações Unidas, as autoridades norte-americanas terão em mãos cerca de 17 mil processos de refugiados sírios.

O antigo chefe da diplomacia britânica David Miliband, atualmente presidente da associação International Rescue Committee (IRC), também referiu que a primeira potência mundial não está a fazer o suficiente em relação aos sírios.

"No ano passado, atingimos um recorde de 20 milhões de refugiados em todo o mundo. Cerca de 150.000 estão reinstalados em países ricos e os Estados Unidos aceitaram cerca de 70 mil", afirmou Miliband, ao canal de televisão norte-americano MSNBC, citado pela AFP.

"Mas, em relação à Síria, acredito que o desempenho não está à altura: desde o início do conflito sírio, os Estados Unidos acolheram 1.234 refugiados, cerca de 250 por ano", criticou o ex-ministro britânico.

O Alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, divulgou em julho passado que o número de refugiados sírios tinha ultrapassado os quatro milhões.

Estes refugiados estão concentrados sobretudo em acampamentos na Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. O ACNUR estimou que até ao final deste ano cerca de 4,27 milhões de pessoas terão fugido da Síria.

O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner, reconheceu que existe "certamente urgência" para agir, mas recordou que "a primeira prioridade é proteger a segurança nacional dos Estados Unidos e dos seus cidadãos".

Funcionários do Departamento de Segurança Interna deslocam-se regularmente a países do Médio Oriente para entrevistar candidatos que desejam entrar nos Estados Unidos.

Washington também argumenta que é o maior doador de ajuda humanitária para as vítimas da guerra na Síria, com quatro mil milhões de dólares (cerca de 3,5 mil milhões de euros) disponibilizados desde 2011 para as agências das Nações Unidas e organizações não-governamentais.

Desde março de 2011, a Síria é cenário de um conflito civil que provocou mais de 240 mil mortos, segundo ativistas.

Diversos grupos opositores lutam contra o regime de Bashar al-Assad na Síria, país que também enfrenta uma ofensiva do grupo extremista Estado Islâmico (EI), que em junho de 2014 proclamou um "califado" nos vastos territórios que já controla no território sírio e no Iraque.


Lusa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 04, 2015, 11:00:13 pm
Guterres quer "medidas excepcionais" na Europa porque "a alternativa é o caos"


A crise de refugiados que a Europa enfrenta é uma situação excepcional que não se resolve com medidas progressivas, mas com um "salto" na resposta europeia, A ideia foi defendida esta sexta-feira pelo alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres.

"O meu apelo é para que os Estados europeus reconheçam que este é um momento excepcional que exige medidas excepcionais, que a Europa, como um todo, tem de responder com solidariedade e que é também uma batalha de valores em que a Europa não pode falhar", afirmou Guterres, em conferência de imprensa em Genebra.

"A minha expectativa é que haja um salto na resposta europeia no futuro próximo porque a alternativa é o caos, é sofrimento e é óbvio e isso irá gerar uma situação impossível de gerir", disse.

Guterres não tem dúvidas de que este é um caso de vontade e não de dinheiro. "Não acho que seja um problema de financiamento, é claramente um problema de vontade politica e de expressão de solidariedade entre todos os Estados- membros da União Europeia", disse o alto comissário, que termina o seu mandato em Dezembro (e que não será prolongado).

Apesar de a situação ser "dramática", Guterres reconheceu que "as coisas estariam muito piores" se não tivessem sido tomadas duas decisões "fulcrais" pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humano: uma decisão que não permite repelir os barcos que se encaminham para a Europa; e a decisão de travar o reenvio de migrantes para a Grécia de acordo com as normas do protocolo de Dublin.

"Estas duas decisões fulcrais são dois princípios básicos que permitem hoje criar as condições que esperamos venham a ser aplicadas em prol de uma resposta europeia eficaz", acrescentou Guterres, voltando ao que para si é, agora, "a questão central": "Enfrentamos circunstâncias excepcionais, precisamos de uma resposta excepcional. Continuar tudo como dantes ou só melhorar gradualmente os mecanismos que já existem não permitem gerir o que é, hoje, uma crise maciça de refugiados e de migração na Europa."

Renascença
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 05, 2015, 11:26:02 am
(https://s3.amazonaws.com/lowres.cartoonstock.com/none-mediterranean_sea-migrants-migrant_crises-illegal_immigrants-asylum_seekers-mkan981_low.jpg)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fmackaycartoons.net%2Fwp-content%2Fuploads%2F2015%2F04%2F2015-04-22.jpg&hash=06424815cb8b341006e7b59cc64010f5)
(https://s3.amazonaws.com/lowres.cartoonstock.com/none-refugee-eu-migrant-immigration-drowning-forn4625_low.jpg)
(https://scontent-mrs1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfl1/v/t1.0-9/11987066_856005614515641_2793087115054973361_n.jpg?oh=799fec28e9e132d953d1aad39d3b34a2&oe=56674365)
(https://scontent-mrs1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xpf1/v/t1.0-9/11940718_1221582731201208_5349631100575895816_n.jpg?oh=deed95578a2c7ff3938e97c4afc72156&oe=566D8D80)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fpixel.nymag.com%2Fimgs%2Fdaily%2Fintelligencer%2F2014%2F11%2F22%2F22-thanksgiving-cartoon.w529.h352.jpg&hash=d3a3ae8c7d216a2dbca069a8a86d19bb)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimages.onset.freedom.com%2Focregister%2Farticle%2Fntv660-kamensky.germanmigrants.jpg&hash=c1ec048f080b80d7975849be91f0899c)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.voxeurop.eu%2Ffiles%2Fimages%2Farticle%2Fschrank-boat.jpg&hash=10c0cc18b93eff6dc244662e0a0b1540)

Cumprimentos
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Camuflage em Setembro 05, 2015, 12:40:03 pm
Quantos é que o Guterres tem em sua casa? Já deu o exemplo antes de pedir aos outros que dêem o exemplo?
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 05, 2015, 01:32:44 pm
Proposta de Bruxelas poderá atribuir três mil refugiados a Portugal


A proposta que a Comissão Europeia se prepara para apresentar relativamente à repartição urgente de refugiados entre os Estados-membros da União Europeia poderá atribuir a Portugal uma quota de cerca de 3 mil refugiados.

De acordo com um esboço da proposta ao qual a Lusa teve acesso, que ainda será alvo de discussões e poderá ser alterado, o executivo comunitário, que deverá apresentar o seu projeto na próxima quarta-feira, propõe um esquema de reinstalação urgente de 120 mil refugiados, para ajudar os três países mais afetados pelos fluxos migratórios - Itália, Grécia e Hungria -, cabendo a Portugal uma quota de 3.074 refugiados.

O esboço do plano de redistribuição de refugiados elaborado pela Comissão prevê uma repartição de 15.600 refugiados chegados a Itália, 50.400 à Grécia e 54.000 à Hungria - num total de 120 mil -, e, de acordo com os métodos de cálculo sugeridos por Bruxelas, Portugal deverá acolher 400 refugiados que chegaram a Itália, 1.291 à Grécia e 1.383 à Hungria, num total de 3.074.

A proposta que a Comissão Juncker se prepara para apresentar na próxima semana em Estrasburgo, para fazer face à crise migratória e de refugiados, contempla quotas obrigatória de distribuição por Estado-membro, a questão mais polémica e que mais tem dividido os países europeus, com Alemanha e França a encabeçarem um grupo de Estados-membro que defende essa obrigatoriedade, rejeitada por Hungria, Polónia, Eslováquia e República Checa.

Hoje mesmo, no Luxemburgo, no final de uma reunião informal de ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia na qual foi discutida a crise migratória - sem no entanto ser debatida a questão do sistema de quotas de redistribuição de refugiados -, o ministro Rui Machete afirmou que Portugal tem de "fazer um esforço de generosidade" no quadro de solidariedade europeia face à crise migratória e que o fará estando disposto a receber mais do que 1.500 refugiados.

"Nós já tínhamos feito uma oferta de (acolhimento de) 1.500 refugiados e estamos dispostos, dentro das nossas possibilidades, a aumentar esse número, porque o problema humano o exige. Portanto, não vamos limitar-nos a esse número, vamos aceitar um número dentro daquilo que seja a equidade de uma repartição razoável, mas temos que fazer um esforço de generosidade e fá-lo-emos certamente. Aliás, é esse o sentimento do povo português", disse.

Lusa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 05, 2015, 01:47:25 pm
Citação de: "Lusitano89"
Proposta de Bruxelas poderá atribuir três mil refugiados a Portugal
Em S. Bento, Assembleia da Republica, Belém e na casa do Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros devem caber. Na Gare do Oriente e por Baixo dos Ministérios é que não que já estão ocupados...  :shock:  
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fmediaserver2.rr.pt%2Fnewrr%2FCAP4_na_rua_o_desespero_4198d3b5_400x225.jpg&hash=0d5c7a0af94570cf3954b035a96d3ff3)
(https://scontent-mrs1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfa1/v/t1.0-9/10858595_961962533826952_1034209180459701180_n.jpg?oh=076318804286d4fcec46266a0cd328f6&oe=56713E63)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fstatic.globalnoticias.pt%2Fstorage%2FJN%2F2010%2Fbig%2Fng1406554.jpg&hash=07bb7ae61d779542a30c06dcc94ba29c)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimages.cdn.impresa.pt%2Fsicnot%2F2013-05-04-h264_thumb0_sec_0.png55%2Foriginal&hash=9b2c9e33f2b889447ecebdcaf08bdf42)

Cumprimentos
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 05, 2015, 02:09:42 pm
mafets, não há problema, porque enquanto para os sem-abrigo é complicado arranjar-lhes este tipo de apoio, já para os refugiados não falta quem queira oferecer casas:

Igreja oferece casas vazias para acolher refugiados
Citação de: "Ana Bela Ferreira / Diário de Notícias"
Várias dioceses já estão a fazer o levantamento das casas que têm disponíveis. Matosinhos, Braga ou Lisboa estão entre as que já indicaram locais.

A Igreja Católica portuguesa já tem casas disponíveis para acolher os refugiados. Matosinhos, Braga ou Lisboa são algumas das cidades que, segundo o Secretariado Nacional da Mobilidade Humana, que está a fazer o levantamento das disponibilidades, mostraram ter espaços disponíveis para acolher os deslocados. "São casas paroquiais, seminários ou IPSS", sublinha ao DN Eugénia Quaresma, responsável também pela Obra Católica Portuguesa de Migrações.

A Igreja tem estado a fazer uma lista dos locais com condições, "desde a semana das migrações [a segunda semana de agosto]", e garante que não vai ficar de fora do apoio que o país vai prestar. Os próprios bispos têm reforçado a necessidade de a Igreja estar na linha da frente na resposta aos refugiados. Isso mesmo sublinhou D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, lembrando que na semana passada já tinha revelado numa peregrinação que Braga podia receber refugiados. "Estamos disponíveis para ajudar com habitação e trabalho", disse ao DN o também presidente da Pastoral Social e Mobilidade Humana.

Até porque, lembra o bispo do Porto, a Igreja "tem condições" para ser "a que mais rapidamente ajude e colabore", assim que houver um plano nacional de acolhimento. D. António dos Santos explicou à Rádio Vaticano: "Temos tantas instalações, tantas casas que estão desvalorizadas e desocupadas ou pelo menos subaproveitadas. Temos possibilidade, através das instituições sociais, de ajudar na alimentação, temos colégios que podem abrir lugares para integrar as crianças e os jovens. Temos capacidade de o fazer e temos vontade de o realizar. Haja quem lance mãos à iniciativa de coordenação e isso, a meu ver, cabe ao Estado."
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4760801

Vê-se mesmo que agora começou uma nova moda.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Setembro 05, 2015, 02:45:55 pm
Isto é sem duvida a melhor forma de contornar toda a segurança dos aeroportos e fronteiras e colocar umas boas centenas de terroristas do estado islâmico na Europa.
Vai ser só esperar.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 05, 2015, 03:22:12 pm
Citação de: "HSMW"
Isto é sem duvida a melhor forma de contornar toda a segurança dos aeroportos e fronteiras e colocar umas boas centenas de terroristas do estado islâmico na Europa.
Vai ser só esperar.
E a maioria quer ir para a Alemanha...
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.theglobeandmail.com%2Fnews%2Fworld%2Farticle26202211.ece%2FBINARY%2Fw620%2F20150902_Budapest_Refu%285%29.JPG&hash=5cb2db9be776238b06ad6b9a6d7d4f4e)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F02%2F11%2F2BE63C2B00000578-3218327-image-a-1_1441189426926.jpg&hash=ac548da364f7044f8a18a80c25c7a3a4)

Cumprimentos
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 05, 2015, 09:32:40 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FsMT113Dk.jpg&hash=a96662c10ef7decfa62ccd31518ba946)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 05, 2015, 10:50:42 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Setembro 05, 2015, 11:04:55 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.infideltaskforce.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F04%2Ftrojan-Horse.jpg&hash=8a0164f68cdd1aae04e32c3b71d5dc3a)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: ricardonunes em Setembro 06, 2015, 11:15:40 am
'Just wait…' Islamic State reveals it has smuggled THOUSANDS of extremists into Europe

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fcdn.images.express.co.uk%2Fimg%2Fdynamic%2F78%2F590x%2FIslamic-State-Smuggle-Fighters-Across-Border-555434.jpg&hash=8995e73f9612c964efb8a3e30a018056)

http://www.express.co.uk/news/world/555434/Islamic-State-ISIS-Smuggler-THOUSANDS-Extremists-into-Europe-Refugees
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 06, 2015, 11:37:18 am

Ver os animais que querem entrar nos nossos países !

 :2gunsfiring:
 :N-icon-Gun:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 06, 2015, 12:48:39 pm
Citação de: "mayo"

Ver os animais que querem entrar nos nossos países !
Já bastam os que cá estão (só citando alguns  :lol:  )...  :twisted:
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F-X5K9QPoPHJQ%2FUG2uzqIZ7oI%2FAAAAAAAAAFw%2FRtIPMWb6XSg%2Fs1600%2FPassosCoelhoWeb.jpg&hash=6dec0eebeeeaba2e3a1d6efdfa6f9daf)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F4.bp.blogspot.com%2F-dv-dKcoxLqk%2FVBGKbbyrKgI%2FAAAAAAABPsY%2Finba1K2yDO8%2Fs1600%2FAnt%25C3%25B3nio%252BCosta.jpg&hash=e2c57ff3a6e962c241a13bd50d4dda3e)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ffotos.sapo.pt%2FaAvzCucMlqzFZnlPMphi%2F1024x768&hash=d41b8fc57f629ec9749c58f473ac2ae8)
(https://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com/2011/06/paulo-portas-pedro-passos-coelho.jpg)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F-n67awy5P5h4%2FTZcxQMNdULI%2FAAAAAAAAFrU%2FLAazfZMF24A%2Fs1600%2F7%252Bjeronimo.jpg&hash=a8f35951859cad5c6697c0fc468b6467)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F_xAb1Z1hNf_s%2FSqZV57fDmyI%2FAAAAAAAAECU%2FURiXa_evdc8%2Fs400%2FLou%25C3%25A7%25C3%25A3.jpg&hash=d27a1084496cccd65f44d66fe5ecfc83)

Cumprimentos :twisted:  

P.S. Entretanto, parece que os "refugiados" que já estão na Europa, agora andam a implicar com a bandeira da Suiça...  :shock:
http://www.libertaddigital.com/mundo/2011-09-22/musulmanes-exigen-que-suiza-elimine-la-cruz-de-la-bandera-nacional-1276436064/
Citar
Según informa el diario suizo de habla alemana, Aargauer Zeitung, informa sobre una nueva maniobra que quieren llevar a cabo los musulmanes que hay asentados en Europa. En este caso el protagonista es Suiza.

En el país centroeuropeo los musulmanes de segunda generación quieren abolir la bandera suiza. El motivo: la cruz que lleva en el interior. Y justifican esta decisión en que con la actual enseña Suiza no es ni representa un país multicultural.

Por ello, afirman que en el país hay población no cristiana como por ejemplo los musulmanes y que la cruz es un elemento cristiano por lo que exigen que haya una separación entre política y religión cambiando la bandera y consiguiendo que desaparezca la cruz pudiendo ser aceptada la nueva enseña por los musulmanes que residen en el país.


Sin embargo, en sus exigencias sólo se encuentra Suiza y no se encuentra ninguna otra petición a los países de origen de estos musulmanes cuyas banderas contienen elementos meramente islámicos y en cuyos países sí que no existe una separación entre estado y religión.
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fs.libertaddigital.com%2Ffotos%2Fnoticias%2F310%2F0%2Fbandera-suiza.jpg&hash=e667c9ac25c22103ed5623990d5c8a0a)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 06, 2015, 01:50:35 pm
Portugal pode receber 10 milhões de euros para integrar refugiados


Portugal deverá receber 10,2 milhões de euros se aceitar a proposta de Bruxelas para acolher as 1.701 pessoas que lhe cabem na recolocação de 24 mil cidadãos refugiados da Eritreia e Síria, actualmente refugiados na Grécia e Itália.

Portugal tem de se preparar e ser "mais generoso neste processo de emergência humanitária", alerta a presidente do Conselho Português de Refugiados (CPR) ao Económico, o que implica encontrar equipamentos que recebam os refugiados "temporariamente ou não".

A integração, especialmente num interior envelhecido e com os naturais receios relativos a segurança, será sensível, admite Maria Tito Morais. No entanto, salienta os "problemas de desertificação" no país, pelo que a integração até "poderá ser benéfica".

"É um trabalho pedagógico, um desafio para a nossa própria organização, promover esses debates", diz a presidente do CPR. "Mesmo com estes números, não deve haver qualquer alarmismo", salienta, antecipando a necessidade de articulação com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Segurança Social e autarquias.

Caso a proposta da CE vingue, os estados-membros receberão 6.000 euros por cada recolocado - na proposta da CE virão 1.021 pessoas actualmente em Itália e 680 das que estão na Grécia (4,25% do total) - e terão dois anos para implementação. Já para reinstalação de outras 20 mil pessoas haverá 50 milhões de euros, a distribuir entre 2015 e 2016. Portugal deverá receber 704 destes reinstalados.

"Estamos longe de saber que os planos vão ser concretizados", salienta a presidente do CPR, explicando que "os países vão colocar muitas questões, designadamente a capacidade de integrar estas pessoas". E ainda "se vêm para Portugal mas depois fogem para outros países com fronteiras abertas".


Económico
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 06, 2015, 02:42:01 pm
Citação de: "Económico - Portugal pode receber 10 milhões de euros para integrar refugiados"
A integração, especialmente num interior envelhecido e com os naturais receios relativos a segurança, será sensível, admite Maria Tito Morais. No entanto, salienta os "problemas de desertificação" no país, pelo que a integração até "poderá ser benéfica".
Falam no interior do país, mas a ver vamos como vão garantir não só esses meios de segurança e supervisão por parte do SEF, mas também o apoio da Segurança Social e ainda apoio médico, quando nem nós conseguimos garantir boas infra-estruturas para as pessoas que actualmente habitam no interior. Depois também será interessante ver quanto tempo os refugiados vão aguentar no interior quando existe um bom motivo para a desertificação nessas zonas: falta de emprego e infra-estruturas.

Citação de: "Económico - Portugal pode receber 10 milhões de euros para integrar refugiados"
E ainda "se vêm para Portugal mas depois fogem para outros países com fronteiras abertas".
Pelo menos agora já falam em algumas questões importantes e não fazem tudo um mar de rosas. Será interessante, mais uma vez, ver quantos desses refugiados vão aceitar ficar em Portugal e não se vão pirar para outro país com melhores condições a nível de emprego e apoios sociais, ou para um país onde já tenham família ou onde o seu grupo religioso está bem mais presente.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 06, 2015, 07:43:42 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 07, 2015, 12:42:37 pm
Ainda bem que há alguns patriotas na Alemanha.

Nada é por acaso !

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 07, 2015, 12:44:18 pm
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3224305/Selfies-shore-Refugees-lifejackets-celebrate-beach-reaching-Greek-island-thousands-waiting-enter-Europe.html?ito=social-facebook
Citar
Their faces basked in sun, a group of young men pose as one holds up a selfie-stick to capture the moment in a photograph.
It is a scene found the world over among groups of friends, families and tourists.
But for these youngsters, huddled on the beach at sunset, their souvenir marks the beginning of a new life in the promised land of Europe.
They are among thousands who have flocked to Lesbos, one of two Greek ports bearing the brunt of the mass exodus of refugees and migrants from the war-torn Middle East.

Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article ... z3l3Iey7v5 (http://www.dailymail.co.uk/news/article-3224305/Selfies-shore-Refugees-lifejackets-celebrate-beach-reaching-Greek-island-thousands-waiting-enter-Europe.html#ixzz3l3Iey7v5)
Follow us: @MailOnline on Twitter | DailyMail on Facebook
Estes "refugiados" estão muito à frente...  :roll:
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F06%2F18%2F2C06791F00000578-3224305-image-m-5_1441559971034.jpg&hash=adcd20beae4f178d4f453ada2fd551b0)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F06%2F18%2F2C06793500000578-3224305-image-m-9_1441562152975.jpg&hash=816ef3c0789a3bdb80a03c222a3ee6cb)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F06%2F19%2F2C067AB200000578-3224305-image-m-29_1441562484526.jpg&hash=a762523a74b9d01a880d4fd554f5ef47)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F06%2F19%2F2C067C4700000578-3224305-image-m-49_1441562695635.jpg&hash=18c450c117d036899ae0739a2a5cfca2)

Cumprimentos
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 07, 2015, 12:58:07 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FLVt5CcD7.jpg&hash=b2465429993dc85e1fd2f2d79c082425)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 07, 2015, 01:06:21 pm
Refugee crisis: Where are the Gulf countries?
(6 de Setembro de 2015)
Citação de: "Afzal Ashraf / Al Jazeera"
The image of a 3-year-old drowned boy, Aylan Kurdi, lying face down on a beach had a huge symbolic effect on Europe. It has affected it more than the greater tragedies of over 2,500 refugees of all ages who died or went missing trying to get to Europe, or the 71 people, including four children, who suffocated in a truck in Austria.

Even previously reluctant European leaders, such as the United Kingdom's Prime Minister David Cameron, have responded with promises to take in more Syrian refugees. Well-meaning as they are, these promises are as representative of the size of the crisis as the limp body of little Aylan.

The Syrian conflict has created over four million refugees. Add to that nearly two million more fleeing persecution in Afghanistan, Iraq and Somalia, and this becomes a crisis that no amount of European generosity can address.

The problem is likely to get worse. The war in Yemen, which resulted in an almost 80 percent of the population needing humanitarian assistance, and the long-running Libyan conflict have yet to release their burden of displaced and desperate people. When they do, it could add millions more to the region's refugee exodus.

Of course, the solution has to be an end to these conflicts and the associated persecution. But none of these conflicts shows signs of abating soon.

So, the refugee crisis not only demands an urgent solution but also raises fundamental questions about the nature of politics and leadership in the Arab and Muslim world.

Western Europe is habitually avoiding any connection of the crisis with religion or racial identity, but others are less coy.

Senior officials in Eastern Europe have openly declared their opposition to taking in Muslim refugees.

British Muslim politician, Sayeeda Warsi evoked the memory of the Kindertransport initiative, which rescued thousands of mainly Jewish children from Europe before World War II, as a model to aspire to during the current crisis. She presumably could find no suitable example in recent Islamic history.

The chief rabbi in the UK, Ephraim Mirvis cited scripture to Jews to set up a charity to help the refugees.

Hardly anything has been reported in Europe from any Middle Eastern leaders on the topic. But ordinary people from the region are voicing their shame and frustrations via social media.

A trending Arabic hashtag "Arab Conscience" argued that the Arab world is ignoring Arab refugees, who were looking for salvation in the West. Another campaign asked the wealthy Gulf states to relax their rules on refugees.

Over 12,000 tweets show there is a popular demand to let in refugees in Saudi Arabia.

Why are some Muslim governments seemingly indifferent to this plight, and why are people from the region fleeing to Europe for safety and prosperity?

It is not because regional countries lack the capacity to cope with the problem. The region has unimaginable wealth. It has constructed the tallest buildings, built lavish palaces, provided spectacular places of worship and created universities so big that they have their own railways.

The region has no shortage of space or jobs. Millions of professionals and labourers are imported from across the world to service the lifestyles, ambitions, and enterprises of these states.

Some might argue that the West has the responsibility to deal with the problem because it has been caused by Western involvement in the region, ranging from the Sykes-Picot to the recent wars in Iraq.

Whatever the validity of that argument, most Middle Eastern states are beneficiaries of historic agreements and recent Western military interventions. It is in their interest to deal with the consequences if only to maintain the status quo.

Others may argue that the refugees represent a potential extremist threat. However, the threat is no less for the Western countries that have already taken in these people.

Indeed, the apparent failure of Muslim governments to look after fellow Muslims is being exploited by extremists' propaganda. On various social media posts, they allege this is further evidence of current Muslim rulers' "apostasy" and disdain for the "ummah", arguing that only their Islamist state or caliphate can provide for Muslims' welfare.

[continua]
Fonte: http://www.aljazeera.com/indepth/opinion/2015/09/refugee-crisis-gulf-countries-150905085458691.html

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 07, 2015, 07:08:03 pm
Por que é que os países ricos do golfo Pérsico não acolhem refugiados sírios ??


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2Fk2m7uk8P.jpg&hash=6eef35aab24f51a1ba7dba0f39c257c0)

À medida que números cada vez maiores de refugiados sírios chegam à porta da Europa, e os países europeus procuram distribuir entre si a responsabilidade pelos milhares de pessoas que fogem do país devastado pela guerra civil, erguem-se vozes críticas relativamente aos estados árabes mais ricos, como o Qatar e os Emirados Árabes Unidos, que não acolheram ainda nenhum refugiado sírio.

Segundo um relatório da Amnistia Internacional lançado em dezembro, até então alguns países de maioria muçulmana próximos da Síria, nomeadamente a Turquia, o Líbano, a Jordânia, o Iraque e o Egito, tinham acolhido milhões de refugiados sírios: só a Turquia recebeu mais de um milhão e meio. Mas os países ricos do golfo Pérsico, os seis estados que pertencem ao Concelho de Cooperação do Golfo, mantiveram as portas fechadas. Tratam-se da Arábia Saudita, do Bahrain, do Kuwait, do Qatar, da Omã e dos Emirados Árabes Unidos. Ao contrário do relatório da Amnistia, porém, a Arábia Saudita afirma que já deixou entrar mais de 500 mil refugiados desde 2011, de acordo com a BBC.

Estes países de maioria muçulmana, com sistemas políticos mais estáveis do que os do Líbano ou do Iraque, não acolheram nenhum refugiado desde o princípio da crise na Síria, e muitos querem saber porquê. No Twitter, hashtags em árabe que apelam à abertura das fronteiras para refugiados sírios por parte dos estados do Golfo ganham popularidade. O diretor da organização não governamental Human Rights Watch, Kenneth Roth, também publicou uma denúncia na mesma rede social.

A BBC destaca que os países do golfo Pérsico não têm ficado de braços cruzados, tendo doado cerca de 805 mil dólares desde o princípio da crise, principalmente através de doações feitas por cidadãos ou de organizações não governamentais (embora o Washington Post destaque que essas doações são menos de um quarto das feitas pelos Estados Unidos). Mas as doações, que são empregues na manutenção de campos de refugiados, já não servem de muito numa altura em que a crise síria já completou o seu quarto ano, e os sírios não querem continuar a viver em situações precárias, em campos de refugiados com demasiadas pessoas para as suas infraestruturas e sem condições para construir um futuro.

É muito difícil para um sírio entrar como refugiado nesses países do golfo Pérsico devido, em parte, ao facto de nenhum desses países ser signatário da Convenção das Nações Unidas sobre os Refugiados de 1951, que estabeleceu o estatuto do refugiado. Por isso, um sírio precisaria de se candidatar a um visto para entrar num destes países como um cidadão de qualquer outro país. Mesmo excluindo a situação de muitos sírios que desertaram do exército devido à guerra civil, ou cujos pais desertaram, e que por isso não conseguem um passaporte com o qual candidatar-se a um visto, o processo de entrada nos países do golfo é difícil, em parte devido à sua situação demográfica muito particular.

Países como os Emirados Árabes Unidos e o Qatar têm uma grande percentagem de trabalhadores estrangeiros, com a sua população local a somar pouco mais de 10 por cento dos habitantes no país. Mas esses trabalhadores não ficam muito tempo, permanecendo, na maioria, apenas até ao fim do seu contrato de trabalho, e voltando depois a sair do país. Isso faz com que os países consigam manter algum equilíbrio demográfico com a sua população nativa numa posição dominante, explica a BBC. Existe assim alguma relutância em acolher grandes números de sírios, sem os contratos de trabalho que, regra geral, são exigidos para a concessão de um visto.

A revista Quartz destaca, porém, que os países ricos desta região têm particularidades que os tornam ideais para acolher grandes números de refugiados, mais ainda do que o facto de serem países muçulmanos. "A região tem capacidade de construir habitações para os refugiados rapidamente. As grandes empresas de construção que fizeram as torres cintilantes de Dubai, Abu Dhabi e Riyadh deviam ser contratadas para criar abrigos", lê-se na Quartz, que acrescenta que a Arábia Saudita tem experiência com a gestão da chegada de milhões de estrangeiros, devido à peregrinação anual que leva multidões a Meca.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 07, 2015, 07:47:44 pm
Dinamarca coloca anúncios na imprensa libanesa para alertar migrantes


"A Dinamarca decidiu endurecer as regras que são aplicadas aos refugiados", avisou a campanha informativa hoje publicada por três diários em língua árabe e por um jornal em língua inglesa.

Os anúncios também informam que os apoios sociais para os novos migrantes foram reduzidos "até 50%" e que o reagrupamento familiar não é autorizado durante o primeiro ano para os titulares de uma autorização de residência temporária.

Para permanecer na Dinamarca, os migrantes e refugiados têm de falar e compreender dinamarquês, referiu a mesma campanha, advertindo ainda que aqueles que não obtiverem uma autorização de residência serão "enviados rapidamente" para o país de origem.

Em Copenhaga, a ministra responsável pela pasta da Imigração e da Integração, Inger Stojberg, membro da ala direita do partido liberal Venstre, justificou que a campanha "visa informar objetivamente e com sobriedade" sobre as regras dinamarquesas.

"Considerando a atual vaga de chegadas na Europa, há boas razões para endurecer as regras e informar sobre isso", escreveu a ministra na sua página na rede social Facebook.

Uma porta-voz do Ministério da Imigração e da Integração dinamarquês desmentiu entretanto informações divulgadas pela comunicação social que davam conta que cinco diários da Turquia tinham recusado publicar a campanha promovida por Copenhaga.

A Dinamarca recebeu perto de 15 mil pedidos de asilo em 2014, quase o dobro dos registados no ano passado.

Na semana passada, o governo da Hungria já tinha anunciado que ia lançar uma "campanha de informação" nos países de origem e de trânsito dos refugiados procedentes do Médio Oriente para explicar que Budapeste estava a endurecer as leis contra a travessia ilegal da fronteira húngara e o tráfico de seres humanos.

O objetivo da campanha é avisar que a Hungria "vai punir com toda a severidade legal todos os migrantes que entrem no país de forma ilegal", referiu, na altura, um comunicado do executivo do primeiro-ministro conservador e populista Victor Orbán.

A campanha é assinada pela agência de publicidade J. Walter Thompson (com sede em Nova Iorque) e será centrada em cartazes colocados na via pública dos países de origem dos refugiados, afirmou ainda o governo de Budapeste.

A maioria dos migrantes que têm chegado nas últimas semanas ao território húngaro são procedentes da Síria, Afeganistão e Iraque, enquanto os principais países de trânsito para chegar a Hungria são a Sérvia, Macedónia e Grécia.

A campanha também integra folhetos de informação e uma página na Internet.

A nova legislação anti-imigração húngara vai entrar em vigor no próximo dia 15 de setembro e prevê, entre outros aspetos, que a imigração ilegal seja passível de ser punível com uma pena de prisão até três anos.

Lusa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 09, 2015, 02:30:49 pm
Portugal vai já receber 3074 refugiados. (400 da Itália, 1291 da Grécia, e 1383 da Hungria.)

Refugee Crisis: European Commission takes decisive action
(9 de Setembro de 2015)
Citar
Delivering on the European Agenda on Migration from May, the European Commission is today putting forward a comprehensive package of proposals which will help address the refugee crisis.

[continua]
Fonte: http://europa.eu/rapid/press-release_IP-15-5596_en.htm

Maior parte dos refugiados que Portugal vai receber estão na Hungria e na Grécia
(9 de Setembro de 2015)
Citar
(...)

O número de refugiados que, segundo a proposta da Comissão Europeia sobre relocalização de pessoas chegadas nos últimos meses à Europa, virá para Portugal totaliza os 3074 previstos para o país no conjunto de 120 mil que Bruxelas pediu nos últimos dias aos Estados para acolherem. Mas o número deverá ser superior: quando, no início do Verão, a Comissão pediu que fossem acolhidos outros 40 mil refugiados na UE, previa-se que Portugal recebesse desse conjunto 1701 – o que somaria 4775, número avançado no início da semana pela agência Reuters.

A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, disse que os primeiros refugiados podem começar a ser acolhidos em Portugal em Outubro. "Ainda não há dados concretos relativamente a esse aspecto, mas eventualmente pode-se adiantar Outubro como uma possibilidade, mas essa é uma situação em permanente evolução", afirmou, citada pela Lusa.

No discurso sobre o estado da União que esta quarta-feira fez no Parlamento Europeu, o presidente da Comissão apelou aos países membros para que cheguem a um acordo sobre o acolhimento de 160 mil refugiados na reunião dos ministros do Interior marcada para dia 14, em Bruxelas. Confirmou também a proposta de um sistema de quotas e defendeu o seu carácter obrigatório.

[continua]
Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/juncker-quer-acordo-sobre-refugiados-mas-defende-sistema-de-quotas-de-acolhimento-1707259

As outras medidas propostas e anunciadas para tentar acabar com a vaga de refugiados e migrantes nos países de origem parece deixar muito a desejar.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 09, 2015, 04:15:41 pm
http://www.friatider.se/muhameds-commen ... -community (http://www.friatider.se/muhameds-comment-while-raping-twelve-year-old-ida-black-dck-expensive-gets-away-22-days-community)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 09, 2015, 05:56:05 pm
Nada como incentivar o problema a piorar.

Migrant Wave Inspires Others to Attempt Trek to Europe
(7 de Setembro de 2015)
Citação de: "Nour Malas, Joe Parkinson / The Wall Street Journal"
Stories and images of migrants pouring into Europe are inspiring thousands more, from Iraq to Nigeria, to rush out on their own risky journeys, posing a burgeoning problem for policy makers who are focused mainly on easing the plight of Syrian refugees.

Inspired by phone calls and Facebook posts from friends hiking through the Balkans, crossing into Germany or simply touching dry land in Greece, people from countries long plagued by war and instability say they are seizing a pivotal moment.

“This is a golden opportunity,” said Osama Ahmed, 27 years old, who lined up Sunday at Baghdad International Airport, heading for Greece via Turkey with five friends. “It’s totally nonsense to stay in Iraq when there is a chance to go.”

The prospect of a secondary wave comes as the European Union tries to hammer out a common response to the crisis already on its shores. Germany, which has taken in the most asylum seekers, wants other EU countries to absorb more. France and the U.K. announced Monday they would do so. But other governments have resisted, fearing a political backlash.

Syrians still make up the bulk of the outflow. In Turkey, which hosts almost two million Syrian refugees, officials spoke of a rush for the border, sparked by Berlin’s decision last month to waive EU rules, on humanitarian grounds, and allow Syrian refugees to stay however they arrived in Germany.

“A number of Syrians who didn’t want to risk what they had until now, decided that the potential benefits are outweighing the risks,” said one government official in Ankara.

Many Syrians who arrived in Germany months ago are urging elderly parents left behind to follow their path, once thought too dangerous.

Iraqis, long inured to the violence in their own country, are also lured by reports that the route across the Aegean Sea to Greece is easier and cheaper than an older smuggling stream through North Africa and across the Mediterranean.

Baghdad travel agents report surging demand for plane tickets, prompting airlines to add three more daily flights to Istanbul—on top of five packed flights a day already. Some Iraqis are forgoing resettlement applications for the U.S., a process that takes years.

“We got many phone calls and emails from friends already abroad telling us to leave Iraq now—immediately—since the European authorities are being easy on migrants,” said Mr. Ahmed, who said his plan is to reach Belgium.

Officials in countries hosting Syrian refugees, and organizations tracking broader inflows to Europe through Greece, said they hadn’t yet seen tangible signs of a new mass migration. Last month’s surge was the culmination of overlapping waves of planned and spontaneous migration from several countries, field workers from the United Nations refugee agency and the International Organization for Migration said.

“It’s too early to say what the impact of the Germany move will be,” said Ariane Rummery, spokesman for the U.N. refugee agency in Geneva. “We would argue that the push factors are driving this.”

The migrant wave is still predominantly spurred by continued violence, instability and deteriorating prospects in host nations like Turkey, where the economy has slowed sharply and jobs are hard to secure. But the additional pull of Germany’s policy shift is also reverberating across the region.

(...)

As far away as Nigeria, people driven out of their homes by the Boko Haram Islamist insurgency are following EU discussions on the radio to consider their escape. “Most of us who are aware of the migration trend across the world are still unsure on what exactly to do, but most of us would rather damn the consequences and make our way to Europe for better opportunities in life,” said Salisu Sanusi, one of some 800,000 people at a camp in northern Nigeria.

[continua]
Fonte: http://www.wsj.com/articles/migrant-wave-inspires-others-to-attempt-trek-to-europe-1441668591

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 09, 2015, 05:57:56 pm
Madrid garante que vai acolher os 15 mil refugiados pedidos por Bruxelas


O governo espanhol assegurou hoje que Espanha vai acolher 14.931 refugiados, quota proposta oficialmente pela União Europeia, mais do triplo dos migrantes que constavam de uma proposta comunitária de maio.

"Estamos a trabalhar intensamente para que essas pessoas tenham garantido não só acolhimento, mas também, a médio e longo prazo, a integração que merecem no nosso país", declarou hoje a vice-presidente do executivo espanhol, Soraya Saénz de Santamaría.

Os cerca de 15 mil refugiados representam mais de 12% do total de 160 mil migrantes que Bruxelas quer distribuir pelos Estados-membros. A Alemanha será o país a receber mais migrantes (31.443) e Portugal vai acolher uma quota de 3.074 pessoas.

O governo espanhol tem sido dos mais críticos quanto ao modelo de quotas de refugiados. Em maio - tal como outros países, especialmente do Leste europeu - criticou o sistema de repartição pelos Estados-membros.

Madrid apenas queria receber 2.739 refugiados (1.300 da Grécia e Itália e o resto de países de origem) e apenas no início do mês de setembro - já após a divulgação das imagens de um menino sírio afogado numa praia da Turquia - o ministro dos Assuntos Exteriores admitiu que Espanha aceitaria a quota total que lhe fosse destinada.

Hoje de manhã, o presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy, considerou que as ideias do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, sobre o assunto dos refugiados constituem "uma boa proposta".

Rajoy referiu-se, especificamente, à criação de um fundo de todos os países com 1,8 mil milhões de euros para lidar com o problema migratório na sua origem. O presidente do Governo espanhol, no entanto, questionou o porquê de ainda não se ter constituído esse fundo.

Rajoy salientou que o Governo espanhol vai "colaborar e ajudar" porque esse "é o sentimento maioritário do povo espanhol".

Ainda assim, sublinhou que pretende atuar "de forma ordenada".

Rajoy insistiu que a Europa deve lidar com o problema na sua origem - na Síria e na Líbia - onde não existe um Estado organizado nem uma estrutura institucional capaz de defender-se das mafias de imigração e do Estado Islâmico.

Por isso mesmo, apelou a uma "política integral, global para trabalhar a médio e a longo prazo" e afirmou que vai pedir isso mesmo, novamente, a Juncker e aos parceiros europeus.

A nível interno, Mariano Rajoy deixou um pedido aos socialistas do PSOE - que tem avançado o número de refugiados que cada autonomia espanhola deveria receber. O presidente do Governo considerou apenas que a gestão desta crise tem de ser feita e coordenada pelo Estado.


Lusa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Luso em Setembro 09, 2015, 08:05:49 pm
E, para não fugir à regra, continua-se com a espuma, evitando abordar o porquê das coisas...
Mas comigo não.

Jewish activist Anetta Kahane wants to destroy Europe via non-European immigration
https://www.youtube.com/watch?v=QuYKtwnzG7M (https://www.youtube.com/watch?v=QuYKtwnzG7M)

What the heck is Barbara Spectre's motivation

https://www.youtube.com/watch?v=ROGnoNJc6Nw (https://www.youtube.com/watch?v=ROGnoNJc6Nw)

Peter Sutherland: Unlimited immigration into Europe from Africa is a benefit
https://www.youtube.com/watch?v=rVmg37snifI (https://www.youtube.com/watch?v=rVmg37snifI)
Citar
He is non-executive Chairman of Goldman Sachs International (a registered UK broker-dealer, a subsidiary of Goldman Sachs). Until June 2009 he was non-executive chairman of BP being replaced by Carl-Henric Svanberg formerly chief executive officer of Ericsson. Sutherland was a director of the Royal Bank of Scotland Group until he was asked to leave the board when it had to be taken over by the UK government to avoid bankruptcy. He also formerly served on the board of ABB.
He is on the steering committee of the Bilderberg Group,[17] he is an Honorary Chairman of the Trilateral Commission (2010 -), he was Chairman of the Trilateral Commission (Europe) (2001–2010)[18] and was vice chairman of the European Round Table of Industrialists (2006–2009).[
https://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Sutherland (https://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Sutherland)

Reparem que esta gente argumenta, a favor da necessidade de imigrantes para a europa, recorrendo à baixa natalidade. Resta saber quem é que promove o feminismo, a homossexualidade, a emasculação cultural dos jovens, a eliminação da consciência cultural das nações, da moral, da família...
A verdadeira guerra é esta e não é com fragatas, caças e tanques que isto se combate.
Nós estamos em guerra!
Vocês não compreendem isto?!
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 09, 2015, 08:31:24 pm
Isso já eu sabia.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 09, 2015, 08:56:19 pm
Citação de: "Luso"
A verdadeira guerra é esta e não é com fragatas, caças e tanques que isto se combate.
Nós estamos em guerra!
Vocês não compreendem isto?!
Qual guerra? A maioria quer é futebol, praia e bjecas. Aliás são roubados, estropiados, explorados e nem com isso se preocupam, quanto mais com refugiados, migrantes, conflitos ou seja o que for. Hoje é o debate, amanha a liga Europa e sexta feira já à bola outra vez. Outros chamam xenófobos a quem discute seriamente a questão dos refugiados e migrantes, com preocupação face aos 4 mil jihadistas que já estão a viver na Europa, apesar de nem saberem onde fica a Síria ou a Líbia. Se 1%, bem ou mal, debate estas questões é muito... :twisted:  
http://portocanal.sapo.pt/noticia/68489/
Aliás, a ONU neste capítulo e depois do que fez na Síria, ainda é pior, pois já mete é nojo (e estes tipos não ganham o mesmo que nós)  :N-icon-Gun:
Citar
O responsável da ONU pela imigração disse hoje que a crise motivada pelas migrações em direção à Europa necessita de uma "resposta global" e insistiu que os todos os países do mundo devem participar no acolhimento de refugiados.

"Todos os países do mundo têm a obrigação, por motivos humanitários, de receber refugiados sírios, e com todos incluo o Canadá, Austrália, América Latina, do Golfo Pérsico, Estados Unidos e Ásia", considerou Peter Sutherland, enviado especial da ONU para a Imigração e Desenvolvimento.

O enviado do secretário-geral da ONU explicou que a situação de desespero dos sírios não deixa qualquer dúvida sobre a necessidade premente de que sejam acolhidos, e insistiu numa resposta "proativa" do mundo.

"O dinheiro para os ajudar não exclui a responsabilidade de os acolher", especificou.

Para o antigo diretor-geral da atual Organização Mundial do Comércio (OMC), será necessário estabelecer um mecanismo para definir esta distribuição, e forneceu como exemplo a conferência de 1956 para realojar os 200 mil húngaros que fugiram para a Áustria na sequência da invasão soviética, lamentando a atual posição das autoridades de Budapeste.

Sutherland insistiu que a proximidade geográfica a uma crise não deve determinar quem assume a responsabilidade, ao recordar ainda que durante a Guerra do Vietname os refugiados foram recebidos em países de todo o mundo.

Sutherland, que também foi comissário europeu pelo Reino Unido, também exprimiu o seu descontentamento pela forma como a União Europeia (UE) em geral está a gerir a atual crise.

"A História julgará isto como um momento determinante para a Europa", asseverou.

O responsável da ONU considerou que o Tratado de Schengen, que estabelece a livre circulação de pessoas e bens no interior da UE "está em perigo", e considerou o Tratado de Dublin -- relacionado com o processo de refugiados que procuram asilo político -- "um absurdo", sugerindo a sua abolição.

PCR // VM

Saudações
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 10, 2015, 07:00:27 pm


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 11, 2015, 01:54:07 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FI9YoB0oV.jpg&hash=32df4b9d177eb9de941bfcdc78fb5c22)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: tenente em Setembro 11, 2015, 08:33:55 pm
Citação de: "Lusitano89"
Vejam como ficou a Hungria depois da passagem dos "refugiados"


(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xpt1/v/t1.0-9/11052513_1039228739444376_1380956711805217479_n.jpg?oh=e73944a6deefa9471e60dae690a30a8b&oe=5664139B)


(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xaf1/v/t1.0-9/11990664_1039228736111043_5061770721660780299_n.jpg?oh=b0a8d1cd8d5fedbfc451937fe8cc8dd2&oe=56631162)


(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11014911_1039228732777710_2577467025090295333_n.jpg?oh=dad5b26a60361e38b724dd1a68b593bf&oe=567550DB)


(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11953104_1039228952777688_7562082883029964247_n.jpg?oh=afbaa1430a1615db17f96b8d31769355&oe=566BA075)


(https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xta1/v/t1.0-9/10406615_1039228842777699_4495366974357124594_n.jpg?oh=a760180b6843ab0c81f5d37676e8d71d&oe=567C3845)


Até tenho medo de pensar como irá ficar a Europa daqui a uns anos !!!!! :roll:  :roll:  :roll:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: tenente em Setembro 11, 2015, 08:39:12 pm
Citação de: "mafets"
Citação de: "Luso"
A verdadeira guerra é esta e não é com fragatas, caças e tanques que isto se combate.
Nós estamos em guerra!
Vocês não compreendem isto?!
Qual guerra? A maioria quer é futebol, praia e bjecas. Aliás são roubados, estropiados, explorados e nem com isso se preocupam, quanto mais com refugiados, migrantes, conflitos ou seja o que for. Hoje é o debate, amanha a liga Europa e sexta feira já à bola outra vez. Outros chamam xenófobos a quem discute seriamente a questão dos refugiados e migrantes, com preocupação face aos 4 mil jihadistas que já estão a viver na Europa, apesar de nem saberem onde fica a Síria ou a Líbia. Se 1%, bem ou mal, debate estas questões é muito... :twisted:  
http://portocanal.sapo.pt/noticia/68489/
Aliás, a ONU neste capítulo e depois do que fez na Síria, ainda é pior, pois já mete é nojo (e estes tipos não ganham o mesmo que nós)  :N-icon-Gun:
Citar
O responsável da ONU pela imigração disse hoje que a crise motivada pelas migrações em direção à Europa necessita de uma "resposta global" e insistiu que os todos os países do mundo devem participar no acolhimento de refugiados.

"Todos os países do mundo têm a obrigação, por motivos humanitários, de receber refugiados sírios, e com todos incluo o Canadá, Austrália, América Latina, do Golfo Pérsico, Estados Unidos e Ásia", considerou Peter Sutherland, enviado especial da ONU para a Imigração e Desenvolvimento.

O enviado do secretário-geral da ONU explicou que a situação de desespero dos sírios não deixa qualquer dúvida sobre a necessidade premente de que sejam acolhidos, e insistiu numa resposta "proativa" do mundo.

"O dinheiro para os ajudar não exclui a responsabilidade de os acolher", especificou.

Para o antigo diretor-geral da atual Organização Mundial do Comércio (OMC), será necessário estabelecer um mecanismo para definir esta distribuição, e forneceu como exemplo a conferência de 1956 para realojar os 200 mil húngaros que fugiram para a Áustria na sequência da invasão soviética, lamentando a atual posição das autoridades de Budapeste.

Sutherland insistiu que a proximidade geográfica a uma crise não deve determinar quem assume a responsabilidade, ao recordar ainda que durante a Guerra do Vietname os refugiados foram recebidos em países de todo o mundo.

Sutherland, que também foi comissário europeu pelo Reino Unido, também exprimiu o seu descontentamento pela forma como a União Europeia (UE) em geral está a gerir a atual crise.

"A História julgará isto como um momento determinante para a Europa", asseverou.

O responsável da ONU considerou que o Tratado de Schengen, que estabelece a livre circulação de pessoas e bens no interior da UE "está em perigo", e considerou o Tratado de Dublin -- relacionado com o processo de refugiados que procuram asilo político -- "um absurdo", sugerindo a sua abolição.

PCR // VM

Saudações

falasse muito em MIGRANTES, IMIGRANTES ETC, EU DIGO QUE ISTO É PURA E SIMPLESMENTE UMA INVASÃO QUE IREMOS PAGAR MUITO CARO DAQUI A UNS ANOS !!!!!
AGORA TODA A CAMBADA DE POLITICOS E AFINS É A FAVOR DE AJUDAR ESTAS CENTENAS DE MILHAR DE PESSOAS, QUERO VER QUANDO COMEÇAREM A CRIAR PROBLEMAS INTERNOS NOS PAÍSES DE ACOLHIMENTO SE AINDA ESTARÃO COM O MESMO DISCURSO !!!!
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 12, 2015, 06:46:30 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 13, 2015, 05:29:48 pm
A dupla personalidade da Alemanha:
Citar
Alexander Dobrindt, Ministro dos Transportes, acredita que é necessário tomar "medidas eficazes", uma vez que a União Europeia fracassou na protecção e controlo das fronteiras.
Ministro alemão admite “fracasso completo” no controlo de fronteiras (http://http) (13 de Setembro de 2015)
Refugiados: Alemanha reintroduz controlos de fronteira com a Áustria (http://http) (13 de Setembro de 2015)

Entretanto:
Roménia vai rejeitar quotas de distribuição de refugiados
(13 de Setembro de 2015)
Citação de: "LUSA"
O ministro de Interior romeno, Gabriel Oprea, anunciou hoje que vai votar contra as quotas obrigatórias de repartição de refugiados durante o encontro que se celebra na segunda-feira com os seus homólogos da União Europeia.

«Tenho a clara ordem por parte do Presidente, do primeiro-ministro e do Governo, para colocar a questão modestamente, mas também com dignidade: A Roménia vai respeitar os compromissos iniciais de receber 1.785 imigrantes e também vai votar contra as quotas obrigatórias», declarou o governante aos jornalistas.

Os ministros europeus do Interior decidem na segunda-feira o seu apoio político à distribuição de 120.000 refugiados vindos da Hungria, Grécia e Itália, uma medida proposta pela Comissão Europeia na passada quarta-feira.

No início desta semana, o presidente romeno, Klaus Iohannis, criticou duramente a Comissão Europeia, acusando-a de fazer uma repartição “burocrática” dos refugiados.

Klaus Iohannis reiterou que a Roménia apenas pode aceitar 1.785 refugiados, enquanto a Comissão Europeia lhe pede que receba 6.351.
Fonte: http://observador.pt/2015/09/13/romenia-vai-rejeitar-quotas-de-distribuicao-de-refugiados/

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 14, 2015, 07:05:21 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2F2Wx16QK3.jpg&hash=5a5a02a337ad9958c7974ac36d0d46c4)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 15, 2015, 12:05:38 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FkOWegP48.jpg&hash=aaf7069511564dc96b4d0cc6c19ea6b4)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 15, 2015, 12:40:17 pm
Alemanha sugere cortar fundos europeus aos países que se opõem às quotas de refugiados



Ministro do Interior alemão sugeriu cortes nos fundos estruturais da UE como forma de pressão sobre os países que não concordam com o esquema de repartição dos 120 mil refugiados.

O ministro do Interior alemão, Thomas de Maizière, sugeriu esta terça-feira a possibilidade de reduzir os fundos estruturais atribuídos pela União Europeia aos países que rejeitam as quotas de distribuição de refugiados, depois do fracasso da reunião dos ministros em Bruxelas.

Segundo o Figaro, Thomas de Maizière disse ao canal alemão ZDF que é necessário falar de "meios de pressão", explicando que os países que recusam a repartição dos refugiados por quotas vinculativas "são países que recebem muitos fundos estruturais" europeus, salientou, dizendo que se limita a fazer eco de uma proposta do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

A Hungria, Polónia, República Checa e a Eslováquia são alguns dos países que se opuseram na reunião de segunda-feira, em Bruxelas, ao acordo sobre a repartição dos 120 mil refugiados que chegaram à Europa nas últimas semanas. A Alemanha, que espera receber entre 800 mil e um milhão de refugiados, reintroduziu no domingo os controlos fronteiriços, suspendendo o acordo de Schengen que estabelece a livre circulação na Europa.

"Há um certo número de países que não querem aderir a este processo de solidariedade", comentou o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, referindo-se à falta de acordo entre os 28 estados-membros.

DN



Solidariedade Europeia no seu melhor ... :G-beer2:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Camuflage em Setembro 16, 2015, 11:44:32 pm
Até agora continuo aguardar para ver quando é que alguém vai começar a falar sobre a Arábia Saudita.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Setembro 17, 2015, 12:13:39 pm
https://www.youtube.com/watch?t=134&v=lIR16cS7j6M (https://www.youtube.com/watch?t=134&v=lIR16cS7j6M)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 19, 2015, 08:53:35 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FvRL76VqR.jpg&hash=95620fb619adacc1b17496f00f974980)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mafets em Setembro 21, 2015, 10:20:04 am
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3242354/Saudi-offer-build-200-mosques-Germany-Syrian-migrants-slammed-cynical-Kingdom-not-offered-refugees-themselves.html?ito=social-facebook
Citar
Saudi offer to build 200 mosques in Germany for Syrian migrants is slammed as 'cynical' because the Kingdom has not offered to take any refugees themselves
Saudi Arabian King Salman will fund construction programme in Germany
Politicians say the offer is 'cynical' because of the nation's foreign policy
They argue that Saudi Arabia should help by taking in some migrants
Also say that they are creating refugees with military campaign in Yemen


Conservative politicians in Germany have attacked an offer from Saudi Arabia to build 200 mosques in the country for the 'spiritual needs' of the Syrian refugees arriving daily in their thousands.
Andrea Scheuer, general secretary of the CSU party in Bavaria which is Chancellor Angela Merkel's ally in the state, called the offer 'cynical' given that the Kingdom is making thousands of refugees of its own in its military campaign in Yemen.
'No, it is more than cynical. This is no Muslim Brotherhood. Where is the solidarity in the Arab world?' he asked, given that the Kingdom has not offered to take in refugees fleeing from the civil war in Syria.
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F20%2F19%2F2C8FC42D00000578-0-image-a-2_1442773444591.jpg&hash=28468dc3a87cd0a5f621fc7f1becc035)
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CDU Deputy Chairman Armin, left, Laschet said: 'Instead of talking about funding mosques, Saudi Arabia should be thinking about taking refugees and ending financing of ISIS'
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3240010/Number-refugees-arriving-Europe-soars-85-year-just-one-five-war-torn-Syria.html?ito=social-facebook
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Four out of five migrants are NOT from Syria: EU figures expose the 'lie' that the majority of refugees are fleeing war zone
Some 44,000 of the 213,000 refugees who arrived in Europe were from Syria
A further 27,000 new arrivals on the continent came from Afghanistan
Britain received one in 30 of all the asylum claims made by new applicants
David Cameron has offered to take in 20,000 refugees but none from the EU
By IAN DRURY FOR THE DAILY MAIL
Only one in every five migrants claiming asylum in Europe is from Syria.
The EU logged 213,000 arrivals in April, May and June but only 44,000 of them were fleeing the Syrian civil war.
Campaigners and left-wing MPs have suggested the vast majority of migrants are from the war-torn state, accusing the Government of doing too little to help them.
'This exposes the lie peddled in some quarters that vast numbers of those reaching Europe are from Syria,' said David Davies, Tory MP for Monmouth. 'Most people who are escaping the war will go to camps in Lebanon or Jordan.
'Many of those who have opted to risk their lives to come to Europe have done so for economic reasons.'
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.dailymail.co.uk%2Fi%2Fpix%2F2015%2F09%2F18%2F14%2F2C56B05300000578-3240010-Hungary_has_announced_plans_to_build_a_giant_fence_along_the_Cro-a-54_1442583681510.jpg&hash=a781a9c7acfdf359a86009cae9b4e9c5)
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A guarda costeira grega informou, esta quarta-feira, ter arrestado um cargueiro no qual foi descoberto um carregamento de armas não declarado.

O navio fora arrestado na véspera, ao largo da ilha de Creta, quando rumava à Líbia, depois de ter aparelhado do porto turco de Iskenderun.

Recorde-se que a ONU impôs um embargo vendas de armas à Líbia.

A polícia não divulgou grandes detalhes sobre o carregamento, limitando-se a informar que num dos contentores do navio tinham sido encontradas espingardas.

O Haddad 1 tinha bandeira da Bolívia e a tribulação era composta por sete marítimos, de nacionalidades síria e egípcia.

As investigações continuam agora no porto de Heraklion, para o qual o navio foi rebocado.
(https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfa1/v/t1.0-9/12011250_986980054691740_4993899637981826208_n.jpg?oh=889b0c4737b670995432bf7f27b29cbd&oe=56A823CC)
(https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/12006307_986980134691732_7427251293628336495_n.jpg?oh=cd132fc5e60fee51a5f7a0bf827c6452&oe=569A7AC8)
(https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xaf1/v/t1.0-9/12019865_986980178025061_183552505004051079_n.jpg?oh=1f95d991c8c07215aa6a5eaeb97364db&oe=56A44880)

Cumprimentos
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 21, 2015, 12:00:26 pm
Refugiados. Uma crise previsível para que não houve qualquer preparação
Alexandre Reis Rodrigues


A Europa, mais uma vez, deixou-se apanhar desprevenida. Desta vez, foi pela crise dos “refugiados”, malgrado muitos sinais de que não seria possível passar incólume ao lado do que acontecia na Síria e na Líbia, desde 2011. A seu tempo esta situação deve ser analisada pois há lições a tirar desta postura de inércia, uma espécie de espera que os problemas não lhe cheguem e de um quase fechar dos olhos ao que se passa à volta. No entanto, não é este o momento adequado para o fazer porque há uma emergência a atender: encontrar um entendimento interno sobre como lidar de imediato com a atual crise.

A maioria dos comentadores mostra-se escandalizada com a incapacidade europeia de gerar uma resposta coordenada ao problema de acolher 120.000 “refugiados” e com a falta de solidariedade que isso revela, quer perante o esforço que está a cair sobre os países vizinhos da Síria que absorveram mais de quatro milhões (95% do total), quer pela sobrecarga de um grave problema humanitário com que os países de entrada na Europa estão confrontados (Grécia e Itália). Ambas situações deveriam ter merecido uma ajuda à altura do desafio, o que não aconteceu.

O número que a União Europeia se encontra disposta a acolher é, de facto, insignificante, tanto à luz da situação atrás descrita, como em termos de impacto percentual sobre a totalidade da população europeia. No entanto, é errado fazer o julgamento da capacidade de resposta europeia apenas a partir desta dimensão, para logo concluir – como alguns têm feito - que é desta vez que a União, ao não conseguir responder a este desafio, deixou de fazer sentido. O problema é muito mais complexo do que receber 120.000 “refugiados”, ou 160.000 (o que quer que seja, nomeadamente os 200.000 que António Guterres pretende).  

Aliás, este é um número perfeitamente arbitrário, cujo controlo ninguém está em condições de garantir perante a enorme pressão de uma corrente que não para de ganhar força e novas dimensões. Inicialmente, usava apenas a via da travessia mediterrânica, a partir do norte de África, responsável por 80% dos 400.000 que este ano conseguiram entrar ilegalmente na Europa. Hoje, inclui também o percurso marítimo entre a Turquia e alguma ilhas gregas, que é muito mais fácil e tem uma fonte quase inesgotável de candidatos (cerca de dois milhões). Muito claramente, a União Europeia não tem qualquer forma prática de parar a “avalanche” e de falar de forma credível em limites nos vistos a conceder. O pior é que, provavelmente, nem quererá reunir os meios nem assumir a postura que esse objetivo requereria. Sabendo de antemão que fazer o necessário para isso poderá não ser “bonito” de se ver, pelo menos aos olhos bem-intencionados dos que pensam que não deve faltar ajuda aos que fogem da guerra, e que isso pode ter tantos ou mais custos políticos como não fazer nada, as hesitações vão continuar e o problema irá agravando-se. Daqui para a frente, com a nova dificuldade de ter de deportar os que não conseguirem o estatuto de refugiado ou excederem as quotas previstas.

O que nos diz a situação é que o número de “refugiados” a tentar chegar à Europa continuará a crescer enquanto não se atuar sobre os que os faz procurar a Europa, melhor dizendo alguns países europeus, (as causas da movimentação) e sobre as circunstâncias que estão a facilitar estes desenvolvimentos.  A causa principal, mas não única, é a guerra na Síria que não vai acabar tão cedo, mesmo que venha a haver, como se deseja, um renovado esforço diplomático, incluindo a Rússia que, como se viu, não vai perder a oportunidade de fazer sentir o peso que ainda pode ter na procura de uma solução abrangente. Se não se forçar uma solução que permita ajudar os 12 milhões que precisam de assistência e 7,6 milhões que se encontram na situação de deslocados internos com graves problemas de subsistência, então a corrente de fugitivos da guerra vai crescer exponencialmente a curto prazo e com ela a crise que abala a Europa. A causa secundária é a situação dos campos de refugiados nos países vizinhos onde quase apenas se proporciona espaço e tenda de abrigo. Sem conseguirem o estatuto de refugiado5 nesses países, incluindo os direitos que a Convenção de Refugiados prescreve, e sem qualquer futuro à vista era natural que, em desespero, começassem a procurar outras soluções.

As circunstâncias que estão a facilitar a movimentação são, essencialmente duas. Em primeiro lugar o caos que se deixou instalar na Líbia, após o derrube de Kadafi, desfecho para que os europeus tiveram um papel decisivo mas de que se alhearam para o subsequente processo de estabilização, nada fazendo para ajudar o país a entrar em alguma normalidade. Cedo se tornou evidente que a Líbia se estava a tornar a última etapa da chamada rota de África para a entrada de “refugiados” na Europa e um local propício à atuação das máfias do crime organizado, quer na promoção de emigração ilegal, quer para o tráfico de drogas. Se nada for feito para atalhar esta situação, com ou sem o acordo das Nações Unidas, a Líbia continuará a ser uma das situações a que mais se deve a crise porque passa a Europa. E não se conte com qualquer ajuda dos EUA. Em 2013, quando havia mais de 2,5 milhões de sírios a fugir á guerra, aceitaram 36 refugiados. Presentemente, prometem aceitar 10.000 número a comparar com os 48.000 a que a Alemanha concedeu asilo em 2014, mais 33.000 na Suécia, 24.000 na Itália e França e 14.000 no Reino Unido..  

Em segundo lugar, há a referir a euforia inicial da política de “portas abertas” e a suspensão da “Dublin Regulation”, que dispensa o pedido de asilo no país de entrada da União Europeia. Foram decisões da Alemanha que vieram exacerbar o problema, encorajando – diria eu irresponsavelmente - muitos refugiados a passar por riscos que têm posto em causa as suas próprias vidas e que os têm mergulhado em situações extremamente desumanas que ninguém já sabe como evitar ou minimizar. A Chanceler Merkel, aparentemente, esqueceu-se de um aspeto elementar. O de que nem todos os países da União reúnem condições para acolher refugiados, muito menos da forma aberta que previu para a Alemanha mas de que está agora a recuar. Aliás, não teve em conta que as declarações humanitárias de boas-vindas a todos os “refugiados” faziam correr o risco de estimular o fluxo para proporções incontroláveis.  

Entretanto, algum bom senso parece estar a chegar, aliás também pela mão da própria Alemanha cujo governo acabou por estimar que poderia vir a confrontar-se, mesmo só este ano, com mais de 800.000 pedidos de asilo, número que outras forças preveem que será muito superior, mantendo-se a tendência atual. Parece estar a tentar-se pôr de pé um novo processo que instituirá algum controlo de fronteiras e procurará atuar nas frentes de partida no norte de África e Médio Oriente e de entrada na Europa para tentar reduzir o fluxo.  

É obviamente o que faz sentido mas é também o mais difícil porque será neste campo, muito mais do que na aceitação de certas quotas de refugiados, que fica sob teste a solidariedade europeia. O que está implícito nesta linha de ação é pôr um ponto final no “empurrar” o problema de uns para os outros, o que, numa espécie de “efeito de balão” apenas transfere o problema de um lado para o outro  sem nada de fundo se alterar. Ou seja, acertar uma política comum que encare o problema ao longo de todas as rotas possíveis e respetivas etapas, portanto, que não deixe sozinhas a Grécia e a Itália (bem como a Turquia) com um problema que diz respeito a toda a União.  

Oxalá se perceba que esta é, realmente, a área mais decisiva no atual contexto. Se não houver um controlo em que todos possam confiar e medidas sérias que ponham alguma ordem no caos que entretanto se instalou, então a ansiedade natural que esta situação está a criar entre os europeus não vai permitir aos políticos convencer as suas populações de que há espaço e condições para acomodar “refugiados”. Não é apenas uma questão de dinheiro. São também os receios compreensíveis dos vários possíveis impactos (sociais, culturais, religiosos, identitários, etc.).

O que certamente também não ajuda à solução da crise, porque não é uma abordagem séria, é usar o argumento, em defesa de uma política de “portas abertas”, de que a Europa está perante um problema demográfico de envelhecimento e precisa de absorver mão-de-obra do exterior. Como todos sabem, esta questão não se resolve com políticas permissivas de fronteiras abertas deixando o défice existente ser preenchido ao livre arbítrio dos que se decidem aventurar. Implica um plano a gerir em função das necessidades, com critérios estabelecidos e dentro de um calendário.

Finalmente, a questão de distinguir entre refugiados, que procuram a segurança que não têm nos seus países de origem, e os chamados migrantes económicos, que procuram sobretudo melhor nível de vida. Os mais de quatro milhões que procuraram algum refúgio na Turquia, no Líbano e outros países da área qualificam-se certamente como refugiados mas muitos dos que estão a chegar à Europa movem-se sobretudo por aspirações de uma vida económica melhor mostrando-se até dispostos a correr riscos, que de outra forma não enfrentariam, ao entregarem-se nas mãos de máfias sem escrúpulos. É o próprio Comissariado para os Refugiados que reconhece esta realidade quando diz:

«Many chose to move not because a direct threat of persecution or dead, but mainly to improve their lives by finding work, or in some cases for education, family reunion, or other reasons”.

O que muitos, senão quase todos, procuram como destino final é a Alemanha. Não é a Grécia nem a Itália, ou os pontos intermédios da chamada rota dos Balcãs, onde não identificam oportunidades semelhantes. Querem apenas chegar aos países mais ricos, como é também o caso dos que aguardam em Calais uma oportunidade de entrar no Reino Unido.  Realisticamente, se não se estancar a entrada maciça de “refugiados” e começar a verificar o estatuto logo desde o início, num esforço em que os Países de entrada têm que ser muito ajudados, então o caos vai acentuar-se e os processos de deportação, que agora a Alemanha tenta apressar para retificar os erros cometidos, tornar-se-ão muito penosos.  

Independentemente das dificuldades em seguir esta estratégia – serão muitas – não resta senão discutir como a implementar e começar a concretizá-la. Será sempre melhor seguir esse caminho por opção do que forçados pela constatação, mais dolorosa, de que uma migração maciça e descontrolada terá um impacto negativo (financeiro e social) bem maior do que começar, desde já, a tomar medidas sob uma visão que, de forma abrangente, inclua todas as possíveis áreas de intervenção para, em primeira instância, começar a conter o problema.


 :arrow: http://database.jornaldefesa.pt/crises_ ... giados.pdf (http://database.jornaldefesa.pt/crises_e_conflitos/medio_oriente/JDRI%20157%20160915%20refugiados.pdf)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 21, 2015, 03:40:34 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: PereiraMarques em Setembro 22, 2015, 10:36:14 am
PORTARIA N.º 302/2015 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 185/2015, SÉRIE I DE 2015-09-2270348607
Ministério da Administração Interna
Aprova o modelo de título de viagem para os cidadãos estrangeiros residentes em Portugal na qualidade de refugiados e revoga a Portaria n.º 396/2008, de 6 de junho

https://dre.pt/application/conteudo/70348607 (https://dre.pt/application/conteudo/70348607)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: ICE 1A+ em Setembro 22, 2015, 10:07:03 pm
A vida e a carreira profissional  levou-me a ter que estar nos Estados Unidos da America!
Devo permnecer aqui nos proximos anos,  
Sigo com atenção o que se passa na europa e em Portugal, porque deste lado do atlantico parece que não se passa nada,  no Medio Oriente.
Aqui estão mais preocupados com os ilegais mexicanos  e espanos que entram no pais.
Estou preocupado com o futuro do meu Pais, a Europa parece adormecida.  Estão à espera que os EUA resolvam o problema, estão enganados aqui ninguem quer saber disso para nada.

Esta na hora da europa voltar a aprender a defender-se e  a resolver os seus problemas sozinha!!!!

O Forista   luso tem razão!!! a Europa esta em guerra!!!!mas ainda não acordou para a realidade
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 25, 2015, 07:27:57 pm
Berlim diz que um em cada três pedidos de asilo é de um "falso sírio"


O governo alemão calcula que 30% das pessoas que se dizem sírias no registo para a obtenção do estatuto de refugiado na Alemanha têm outras nacionalidades, indicou hoje um porta-voz do Ministério do Interior.

"Não se trata de uma estatística, mas de uma estimativa que se baseia no que constatam as autoridades no terreno, em particular a polícia e (...) Frontex", a agência encarregada da vigilância das fronteiras da União Europeia (UE), disse Tobias Plate num encontro com a imprensa.

A Alemanha enfrenta um afluxo sem precedentes de requerentes de asilo, em particular depois de ter decidido deixar de reenviar os sírios para os países em que entraram na UE, como prevê a legislação europeia. Os originários da Síria beneficiam ainda de uma análise mais rápida do seu dossier.

O país espera entre 800 mil e um milhão de requerentes de asilo este ano, um recorde absoluto, contra 200 mil em 2014.

Entre janeiro e fim de julho, 256 938 pessoas apresentaram um pedido de asilo à Alemanha, das quais 55 587 se declararam originárias da Síria.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 29, 2015, 05:05:45 pm
Uma leitura política da crise dos refugiados
Alexandre Reis Rodrigues


Depois da desastrada intervenção americana no Iraque ninguém estranhou que os adeptos das políticas intervencionistas dos EUA, e do recurso fácil ao uso da força militar, tivessem tido que ceder o protagonismo de que beneficiaram na administração Bush aos que não concordaram com essa linha de ação, agora liderados pelo Presidente Obama. Contrariamente ao prescrito no conceito “responsability to protect”, adotado em 2005 unanimemente na Assembleia Geral das Nações Unidas, passou a evitar-se qualquer interferência na forma como os países soberanos governam o seu povo, independentemente das atrocidades que continuam a ser cometidas.

Não obstante as razões que levaram a esta reorientação - em que também pesou o cansaço americano depois de uma década de intervenções assumidas quase isoladamente -, a forma como tem evoluído o ambiente de segurança, com o mundo a viver sob o terror de algumas organizações terroristas que ameaçam a paz e a estabilidade em várias regiões, diz-nos que é chegada a altura de ponderar entre os custos de intervir e os custos de não intervir. Já se tornou evidente que a hegemonia americana, apenas pelo seu poder potencial, não chega – contrariamente ao que a atual administração esperava – para impor soluções nem para defender interesses. Como se viu no caso da Síria e, mais recentemente, no caso da Ucrânia, as dinâmicas regionais estão a pôr em causa de forma demasiado fácil, a ordem internacional de que os europeus esperavam que os EUA continuassem a ser os grandes guardiões.

Não faltou quem alertasse para os perigos deste distanciamento dos EUA e tivesse chamado a atenção para o risco de uma falta de estratégia consistente para a crise síria. Em abril de 2013, a administração americana reagia a essas críticas alegando estar a seguir uma estratégia de contenção do problema dentro das fronteiras sírias. Os que não concordaram com esta argumentação diziam que, a curto prazo, o conflito se tornaria um problema estratégico para a Jordânia.  

Tornou-se bem pior do que se imaginava e para todos os vizinhos, em particular para a Turquia e para o Líbano. Neste segundo caso, em termos de proporção em relação à sua população, o número de refugiados que este acolheu (mais de um milhão e cem mil) equivaleria na Alemanha a 22,5 milhões de refugiados ou 88 milhões nos EUA (dois milhões em Portugal). Embora sob proporções muito mais reduzidas – quase insignificantes em relação às situações atrás referidas – o drama acabou por chegar á Europa, frustrando as expectativas, aliás irresponsáveis, de que conseguiria ficar á margem do problema. Não ficou e foi apanhada desprevenida sem qualquer solução imediata para pelo menos minimizar a “avalanche” e evitar o caos resultante da falta de qualquer controlo.

Este problema não decorre especificamente da situação que se desenvolveu na Síria. Vem na linha da postura adotada de, no geral, deixar a solução dos problemas de segurança e defesa europeus ao quase exclusivo cuidado dos EUA, mantendo-se a Europa tão à parte quanto possível. Como dizia Cutileiro, há alguns anos atrás, a Europa parece mais interessada em que a “deixem em paz do que em ajudar a fazer a paz”. Só que, entretanto, os EUA alteraram a sua estratégia de segurança. Decidiram-se por um critério rigoroso de intervenções, restrito a situações em que estiverem em causa interesses diretos. Fora dessa situação esperam que as potências locais assumam as suas responsabilidades, situação para que a Europa ainda não se preparou. Pior ainda, não deu sinais de se querer preparar.

Tendo-se colocado á margem de qualquer tentativa de solução do problema sírio a Europa não cuidou de ter em conta que o provável seria vir a ter que enfrentar o impacto de uma guerra civil prolongada que, como sempre, gera ondas de deslocados internamente e de refugiados no exterior. Não teve presente que iria ter pela frente um problema que lhe diria diretamente respeito e apenas muito marginalmente aos EUA, embora as suas origens decorram em grande parte de políticas falhadas deste últimos. Não estou a defender que deveria ter lutado por uma estratégia de intervenção militar. Deveria, no entanto, ter estado ativa na procura de uma solução em vez de deixar o problema apenas para os EUA, perdendo assim uma ocasião de acautelar os seus interesses. Houve imprudência.

Agora está perante um problema que veio para durar e agravar-se. A melhor esperança de algum abrandamento pode vir com o fim do tempo de verão que facilitou o incremento verificado nos últimos três meses. Será em qualquer caso um abrandamento temporário. Se as causas permanecerem o fluxo vai continuar mal as condições melhorem.

Teoricamente há três formas de atuar para o tentar resolver. Atuar na origem, atuar no destino ou no percurso para entrada na Europa. A primeira é a via que os EUA estão de novo a tentar, em conversações já acordadas com a Rússia para outubro e que incluirão algumas potências regionais (Turquia, Irão, Arábia Saudita e Egito). Estranhamente, a União Europeia não faz parte destas conversações, apesar de ser um dos principais interessados em pôr cobro à crise, quer por interesse próprio, quer por razões humanitárias a que os europeus são sensíveis.  

David Cameron já reconheceu claramente essa prioridade quando disse: «the most important thing is to try to bring peace and stabiity to that part of the world» mas não é nisso que a liderança europeia está concentrada. Em alternativa, aposta em criar centros de triagem nos pontos de entrada, que talvez estejam operacionais em novembro, em intervir no mar apreendendo as embarcações usadas pelas máfias da emigração e em continuar a tentar encontrar uma forma consensual de distribuir os refugiados.  

Tudo isto é necessário mas é também insuficiente se não se atuar na origem principal da crise. No mínimo, entrando de forma ativa nas conversações de outubro atrás referidas. Se não o fizer, a União não estará a dar a devida importância a uma questão muito grave de migração que está sob o risco de passar de um problema de segurança humana para um problema de segurança nacional dos países membros. Estará a dar razão aos que pretendem tomar o assunto em suas próprias mãos em vez de esperarem por uma solução coletiva.

Jornal Defesa
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 29, 2015, 10:30:17 pm
Desenho de criança síria acende debate na Alemanha


(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FogqifBFM.jpg&hash=d03b58ea75f3f5ef6e0f1bcc80aff03e)


É um desenho feito por uma criança síria, refugiada, e oferecido à polícia alemã. E está a alimentar o debate em solo germânico sobre o grau de abertura que a maior economia na Europa deve ter no que toca ao acolhimento de refugiados. Ontem foi a vez do presidente alemão, Joachim Gauck, sinalizar que há um "limite" ao número de refugiados que se pode acolher.

O desenho mostra duas realidades completamente distintas: de um lado, a Síria, carregada de negro e vermelho de sangue, mortos, uma mulher ferida, uma criança em gritos, edifícios a serem destruídos. Do outro a Alemanha, com casas e prédios seguros, caminhos ordenados, uma família que chega com bagagens e sacos. Vários corações mostram o carinho pela Alemanha e pela polícia. A imagem deste desenho foi publicada no Twitter, a 24 de Setembro, pela polícia alemã: "Um presente de uma criança síria para a polícia alemã, em Passau. #speechless", lê-se no post, que já foi partilhado mais de oito mil vezes.

Como conta o Washington Post, a imagem alimenta o debate entre aqueles que são favoráveis ao acolhimento do maior número de refugiados possível, e os que estão contra, duvidando até da autenticidade do desenho. No sábado, o Spiegel Online trazia a confirmação, pelo polícia Michael Piltz, de que o desenho lhe tinha sido oferecido a ele e a outros dois colegas, por uma menina refugiada.

Ontem, o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, tentou unir a nação, dando voz à preocupação de alguns, mas sem colocar em causa a vontade de receber refugiados: "Queremos ajudar. Temos um grande coração. Contudo, há um limite para o que podemos fazer".

As declarações do presidente, que ocupa um cargo sobretudo representativo e com poucos poderes executivos, mas que é visto como uma voz de autoridade no país, surgiram na sequência de motins dentro de campos de refugiados, entre etnias diferentes. O último aconteceu no domingo, numa cantina.

A chanceler alemã Angela Merkel tem mantido as portas do país abertas ao acolhimento de refugiados, dizendo-se preparada para receber cerca de 800 mil pessoas. Mas as sondagens mostram que a sua popularidade está em queda, desde que a crise dos migrantes confrontou de forma gritante a Europa.


Económico
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 09, 2015, 11:50:07 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 03, 2015, 10:20:24 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FyuaGV9Da.jpg&hash=c05d018a74080ce36258431eb846c62f)
Título: Idosas saem de centro para dar lugar a refugiados
Enviado por: Get_It em Novembro 11, 2015, 02:59:53 am
Idosas saem de centro para dar lugar a refugiados
(11 de Novembro de 2015)
Citar
"Se me dessem a escolher, preferia que ficássemos todas aqui". As palavras são de Cândida Campos, uma das sete idosas que têm até amanhã para sair do Recolhimento das Trinas, uma espécie de lar de idosos que acolhe aquela pequena "família" de comadres há décadas, no Centro Histórico de Guimarães.

O edifício é da Santa Casa da Misericórdia que já providenciou estadia para todas. Mas vão ficar em lares diferentes, separadas umas das outras e da "família" que construíram já na velhice. Com a saída das mulheres, a casa fica livre e vai acolher três famílias de refugiados.

Cândida Campos tem 81 anos e mora nas Trinas há 10. Vai ser transferida para o Lar Emídio Guerreiro, junto ao castelo. Não é dos casos piores, pois fica próxima do centro na mesma, mas tem amigas que vão para o Lar Rainha D. Leonor, em Urgezes, a mais de dois quilómetros de um Centro Histórico onde passaram grande parte da terceira idade e que temem não voltar a ver.

Após décadas de vida, as sete idosas são obrigadas a refazer as rotinas. Já não vão ao pão a pé, acabam-se as conversas de circunstância na calçada histórica e a missa do Largo da Oliveira fica longe de mais para as voltar a ver. A convivência familiar que tinham passa a estar apenas na memória.

(...)

A decisão de transferência das mulheres foi motivada pela falta de condições do Recolhimento das Trinas para funcionar como Lar de Idosos. Segundo Noémia Carneiro, provedora da Santa Casa, aquela instituição foi notificada "há cerca de dois anos" pela Segurança Social. Os apoios iam ser cortados porque a casa não tem condições. "Não tem elevador, tem escadas íngremes e espaços pequenos. É uma boa casa, mas não é um lar", concorda a provedora.

Perante a falta de apoio, informaram as idosas e deram-lhes a hipótese de ficar. Mas tinham de pagar mais do que os 37 euros mensais que estavam a gastar até então. A maioria vive de baixas reformas e tem os cêntimos contados. Das oito, só uma pôde ficar.

Entretanto, o Recolhimento das Trinas já está destinado. Vai acolher refugiados que chegarão a qualquer momento e passarão a viver no Centro Histórico da cidade. Dos 12 quartos da casa, um fica para a idosa que escolheu continuar ali, outro vai para uma socióloga que acompanhará os refugiados e os restantes são para os migrantes.
Fonte: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Guimar%E3es&Option=Interior&content_id=4879342&page=-1 (http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Guimar%E3es&Option=Interior&content_id=4879342&page=-1)

O interessante nisto tudo é que a Segurança Social já tinha notificado a Santa Casa para a falta de condições do centro para funcionar como lar de idosos há cerca de dois anos! Então só agora é que a Santa Casa se dá ao trabalho de arranjar uma alternativa em condições para as senhoras? Estarem agora a dar isso como motivo da transferências delas após dois anos é treta. Fica a sensação que a Santa Casa só deu-se agora ao trabalho de as mudar porque já conseguiu outro "tacho" para aquele espaço.

Entretanto fica uma idosa que decidiu pagar mais e ficar ali, mas será que foram feitas as obras para o centro ter condições para ela morar lá?

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: olisipo em Novembro 11, 2015, 12:17:06 pm

"Esta  é  uma terceira guerra mundial por outros  meios"
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 12, 2015, 02:03:32 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 19, 2015, 07:35:08 pm
EUA suspendem programa de refugiados


Os Estados Unidos vão aumentar o rastreio nas fronteiras para cidadãos sírios e suspender o programa de recepção de refugiados.

A votação na Câmara dos Representantes passou com 289 votos a favor e 137 contra, desafiando a decisão do Presidente dos Estados Unidos.

Muitos congressistas democratas estão divididos e votaram contra a posição de Obama.

Os Estados Unidos tinham decidido receber 10 mil refugiados no próximo ano.

Antes da votação, Barack Obama tinha afirmado que o país não tomaria boas decisões “se forem baseadas na histeria e num exagero dos riscos".

Mais de metade dos governadores de estados norte-americanos anunciou que pretendem suspender o programa de acolhimento de refugiados sírios.

"Aparentemente têm medo das viúvas e órfãos que chegam aos Estados Unidos", disse o Presidente dos EUA.


Renascença
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 21, 2015, 09:58:41 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 24, 2015, 08:43:30 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgbox.com%2FfJAl1jr6.jpg&hash=d0acef53050469446cc60c17ab4df09d)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 25, 2015, 01:45:17 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 27, 2015, 01:26:18 pm
Refugiados não querem viajar para Portugal, diz director adjunto do SEF


Em entrevista publicada hoje no Diário de Notícias, o director nacional do SEF explicou que “o processo de recolocação está a ter dificuldades” e que são atribuídas "responsabilidades às autoridades italianas e gregas, o que em parte é verdade, mas uma das principais razões tem que ver com o facto de os requerentes de asilo não quererem ser recolocados”.

De acordo com a notícia do DN, Portugal disponibilizou-se para receber 4.754 refugiados, mas este número pertence a uma primeira fase, que prevê a recolocação de 93.097 pessoas na União Europeia.

“A Plataforma de Apoio aos Refugiados tem lugar para mil destes imigrantes, mas segundo as autoridades nacionais foram oferecidos de mais de três mil”, escreve o DN.

“A capacidade que temos vai além do que é preciso recolocar a partir da Itália e da Grécia”, disse o diretor nacional do SEF.

Segundo o jornal, Portugal não é um país habitualmente escolhido pelos requerentes de asilo, como também não faz história em matéria de atribuição de estatuto, pois "aceita cerca de uma dúzia por ano".

O DN escreve que as “associações representativas da sociedade civil dizem que essa é uma dificuldade, mas não é a principal razão. Acusam o modelo europeu de ser muito estático e lento para um processo que é muito dinâmico”.

De acordo com o jornal, até outubro, mais de 700 refugiados foram recolocados em países europeus e existe um plano para mais de 160 mil serem distribuídos.

O DN escreve que Portugal disponibilizou-se para receber 4.754, mas só deverão chegar 50 até ao Natal: 30 de Itália e 20 da Grécia.

“A esmagadora maioria dos requerentes de asilo que transitam pela Europa querem seguir para a Alemanha e a Suécia, onde muitos têm família e/ou receberam a informação de que aí há trabalho e podem ter um bom nível de vida. A preferência vai sempre para os países do norte- a península Ibérica é desconhecida”, indicou.

Económico
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Novembro 28, 2015, 06:27:33 am


With Open Gates: The forced collective suicide of European nations


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 30, 2015, 07:06:26 pm
Alemães preocupados com risco de radicalização dos refugiados


As autoridades alemãs estão preocupadas com o risco de os refugiados recém-chegados serem captados por redes cujo objetivo é a radicalização religiosa, segundo o The Wall Street Journal. Panfletos de 16 páginas sobre o risco de radicalização dos migrantes foram distribuídos nos centros de acolhimento de refugiados e os funcionários foram avisados sobre as mesquitas que oferecem maior perigo de radicalização e que os refugiados devem evitar.

Segundo os serviços secretos alemães, de Berlim a Sarre, no sudoeste do país, foi registado um aumento do número de refugiados que frequenta mesquitas suspeitas de promoverem o extremismo e há pelo menos 100 casos em que extremistas assinalados pelos serviços de segurança estabeleceram contacto direto com refugiados.

A técnica dos recrutadores, segundo Torsten Voss, dos serviços secretos alemães, é oferecer ajuda aos refugiados e facilitar o processo de adaptação ao país. Traduções, boleias, comida, abrigo e convites para eventos sociais como jogos de futebol e festas ajudam os extremistas a ganharem a confiança dos migrantes.

"Eles começam por dizer: vamos ajudar-te a viver com as tuas crenças", explicou Torsten Voss, e presenteiam-nos com cópias do Alcorão, roupas muçulmanas conservadoras e bússolas para rezarem em direção a Meca, cidade sagrada no Islamismo.

Quando questionados pelas autoridades, os grupos ligados ao extremismo islâmico afirmam estar apenas a prestar auxílio por razões humanitárias e religiosas.

Há três mesquitas em Berlim assinaladas pelos serviços de segurança como locais onde ideias extremistas são promovidas, mas, como nenhuma lei está a ser desrespeitada, a única opção das autoridades é vigiar estes locais de perto.

Uma fonte oficial declarou ao The Wall Street Journal que o número de refugiados nestas três mesquitas tem aumentado, o que deixa as autoridades em alerta.

"Estas pessoas não chegam aqui prontas para serem radicalizadas", explica Claudia Dantschke, especialista em extremismo islâmico. A solução é integrá-los o melhor possível na sociedade alemã, de acordo com Dantschke, que tem um programa de aconselhamento a radicais. "Nós somos responsáveis por eles se tornarem radicais ou não".

Os extremistas "aproveitam-se do estado emocional dos refugiados para os influenciar, especialmente aos mais novos, e construir laços", segundo os panfletos.

Estima-se que 70% dos refugiados que chegam à Alemanha sejam muçulmanos, de acordo com os serviços secretos alemães.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 09, 2016, 10:53:02 am
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 10, 2016, 11:25:30 am
Corrida a cursos de defesa e à compra de armas após ataques em Colónia


A compra de sprays de gás pimenta, gás lacrimogéneo, armas atordoantes e pistolas de alarme, assim como a encomenda de armas de fogo, dispararam na Alemanha após os incidentes em Colónia na passagem de ano, que sucederam também noutras cidades do país. A aumentar também está a inscrição em cursos de autodefesa e artes marciais.

As compras e encomendas multiplicaram-se logo nos primeiros dias do ano, uma época geralmente de vendas inexpressivas, segundo o dirigente da associação de armeiros alemães, Ingo Meinhard, ouvido pela Reuters. Segundo este responsável, a tendência acentuada pelos incidentes em Colónia, onde cerca de 120 mulheres se queixaram de ter sido atacadas sexualmente ou assaltadas, iniciara-se em agosto, quando foi conhecida a decisão da chanceler Angela Merkel de abrir as fronteiras do país aos refugiados, na grande maioria provenientes da Síria. Até final de 2015, mais de 1,1 milhões de candidatos a asilo entrou na Alemanha.

Ainda segundo o dirigente da associação de armeiros da Alemanha, num segundo momento, as "vendas duplicaram" depois dos ataques de 13 de novembro em Paris, onde islamitas ligados ao Estado Islâmico (EI) mataram 130 pessoas numa sucessão de ataques.

Por outro lado, como a aquisição de armas de fogo é um processo difícil e longo, em paralelo com as encomendas que estão a ser feitas, estão a ser vendidas grandes quantidades de sprays de gás lacrimogéneo, gás pimenta, armas atordoantes, lanternas de luz encandeante, que cega temporariamente um agressor, e ainda os designados alarmes corporais, que emitem um som estridente quando ativados, atraindo assim a atenção sobre uma determinada situação. Como todos estes equipamentos são de venda livre, ao final do dia de sexta-feira, na secção desporto e lazer da Amazon alemã, nove em dez dos artigos mais vendidos eram sprays de gás lacrimogéneo ou pimenta. Os mais populares eram aqueles com dimensões adequadas às malas femininas.

Os cursos de artes marciais estão também a ter enorme procura em Colónia, tendo as "inscrições aumentado cinco vezes", explicou à Reuters um responsável de um centro de treino de algumas daquelas modalidades na cidade.

O sucedido em Colónia e noutros pontos da Alemanha, onde, segundo dados divulgados ontem pela polícia, ocorreram 379 casos de agressões, muitas de índole sexual, levou Angela Merkel a admitir que os candidatos a asilo percam esse direito caso sejam condenados e sejam expulsos de forma expedita. "O direito a asilo caduca se alguém for condenado, seja a pena suspensa ou a prisão efetiva", declarou Merkel no final de um encontro da CDU, o partido que dirige, e realizado em Mainz.

Atualmente, um candidato a asilo só é deportado se for condenado a três anos de prisão efetiva e se a sua vida não estiver em risco no país de origem. Agora, a CDU vai apresentar um projeto de lei no Parlamento federal no sentido das palavras proferidas pela chanceler.

"Àqueles que roubam ou agridem mulheres deve ser aplicada a lei em toda a sua extensão", assinalou Merkel, falando no mesmo dia em que o movimento anti-imigração PEGIDA (sigla em alemão correspondente à designação Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente) se manifestou precisamente em Colónia. Durante a manifestação, que mobilizou mais de 1700 pessoas, segundo a polícia, ouviram-se palavras de ordem como "Merkel rua" e exibiram-se cartazes em que se podia ler "refugiados violadores não são bem-vindos".

Os manifestantes do PEGIDA envolveram-se em confrontos com a polícia, lançando petardos e latas de cerveja, tendo sido alvejados com canhões de água. Foram efetuadas detenções no final da marcha.

Noutro ponto da cidade realizou-se uma segunda manifestação, esta promovida por grupos de esquerda, maioritariamente feminina, em que se viam cartazes com a frase: "Não quer dizer não. Não toquem nos nossos corpos." Aqui, não sucederam incidentes.

Das 379 detenções até agora realizadas pela polícia alemã, 170 foram em Colónia, estando 120 relacionadas com agressões de cariz sexual. Segundo as autoridades, estão identificados por nome 32 indivíduos, dos quais 22 são candidatos a asilo.

O sucedido em Colónia suscitou um intenso debate em todo o espectro político alemão sobre a política de acolhimento de refugiados seguida por Merkel desde agosto. Um curso de ação que a chanceler se vê obrigada a alterar pelos acontecimentos da passagem de ano.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Janeiro 10, 2016, 01:52:59 pm
E quem tenha a mínima consciência daquilo em que a Europa se está a tornar irá fazer o mesmo.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Edu em Janeiro 11, 2016, 09:57:15 pm
Só agora Merkel se começa a dar conta da caixa de pandora que abriu ao dizer que havia lugar para todos os refugiados na Alemanha.

Querem ver que no final ainda vão todos os lideres europeus seguir os conselhos do "quase ditador" Viktor Orban?
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 16, 2016, 01:12:15 pm
Noruega busca criminosos de guerra sírios entre os refugiados


A polícia norueguesa procura 20 criminosos de guerra sírios, na sequência de informações recolhidas junto de refugiados e das autoridades locais de imigração, disse um dirigente policial à Reuters. "Estamos a analisar com maior cuidado cerca de 20 indivíduos para definir se existe ou não base para lançar uma investigação. Trata-se de pessoas dos dois lados: pessoas que pensamos terem estado do lado [do presidente sírio Bashar] al-Assad, mas também do lado da rebelião", afirmou ontem Sigurd Moe, superintendente da secção de crimes de guerra do serviço de investigação criminal nacional.

A polícia norueguesa investiga crimes de guerra desde 2005, mas até agora tinha-se concentrado em países como Ruanda e Sri Lanka, onde os conflitos já cessaram, facilitando as investigações. "O que é novo é que decidimos usar muito mais recursos para identificar criminosos de guerra entre os refugiados que estão a chegar agora", sublinhou o mesmo responsável na entrevista que deu àquela agência noticiosa internacional. Ao longo dos últimos seis meses, a polícia recebeu mais de uma centena de pistas sobre suspeitas vindas de entre os próprios refugiados.

Numa altura em que a chegada massiva de migrantes e refugiados à Europa é um tema sensível, a Suíça, da mesma forma que a Dinamarca, tenciona confiscar bens aos refugiados que chegarem ao país. Segundo o programa 10 vor 10, da SRF, os refugiados que cheguem à Suíça têm que entregar ao Estado quaisquer bens que valham mais de 1000 francos suíços, ou seja, 915 euros. O objetivo é ajudar a pagar as despesas do seu acolhimento. O programa mostrou um recibo que as autoridades deram a um refugiado sírio depois de o obrigarem a dar-lhes metade do dinheiro que tinha.

O confisco de bens dos refugiados é uma medida suscetível de provocar grande polémica. Tal como outras implementadas em território alemão após as agressões sexuais da noite de ano novo na cidade de Colónia. A câmara de Bornheim, por exemplo, proibiu os refugiados do sexo masculino de irem à piscina municipal. Face a tudo isto o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse ontem que a Europa falhou na questão dos refugiados.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 28, 2016, 12:27:34 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 03, 2016, 01:27:32 pm
Crianças sírias encontradas a trabalhar nas fábricas da H&M e Next


A sueca H&M e a britânica Next foram as únicas marcas que admitiram ter encontrado crianças refugiadas sírias a trabalhar nas fábricas dos seus fornecedores da Turquia. A denúncia foi feita pela organização sem fins lucrativos Business and Human Rights Resource Centre (BHRRC) e divulgada pelo jornal britânico The Independent.

A organização, que se dedica a monitorizar a área da responsabilidade social das empresas, questionou no mês passado 28 das maiores marcas sobre os seus fornecedores na Turquia e quais as suas estratégias para combater a exploração das crianças e adultos sírios. Apenas a H&M e a Next responderam ter encontrado crianças nas suas fábricas e garantiram estar a resolver o problema colocando as crianças na escola e apoiando as suas famílias. Contudo, não revelaram as idades das crianças.

A atitude destas duas cadeias foi elogiada pela BHRRC que, no entanto, teme que este problema seja muito mais alargado, uma vez que algumas marcas não responderam a estas questões. Primark e C&A disseram ter identificado adultos sírios entre os trabalhadores. Adidas, Burberry, Nike e Puma garantiram não ter sírios ilegais na sua cadeia de fornecedores, tal como o grupo Arcadia (dono da Topshop, Dorothy Perkins e Burton Menswear).

Outras marcas, como a M&S, Asos, Debenhams e Superdry, simplesmente não responderam à questão dos trabalhadores sírios. Enquanto dez empresas (incluindo a GAP, New Look e River Island) não enviaram ainda qualquer resposta.

"Apenas algumas marcas parecem comprometidas com a dimensão e a complexidade destes problemas com os seus fornecedores turcos; menos ainda admitem ter tomado medidas para proteger estes trabalhadores vulneráveis", refere a associação, citada pelo The Independent.

A Turquia é, juntamente com a China, Camboja e Bangladesh, um dos maiores produtores mundiais da roupa vendida nas lojas europeias. É também o país que mais refugiados sírios acolheu desde o início da guerra em 2011: 2,5 milhões. Mas, a Associação de Exportadores de Roupa e Confeção já negou que as fábricas dos seus associados tenham recorrido a trabalho de crianças sírias refugiadas.

Como só agora, na sequência de um acordo com a União Europeia, a Turquia vai conceder autorizações de trabalho para a população síria, muitos deles encontravam-se a trabalhar de forma ilegal. Vulneráveis à exploração recebem muito menos do que os trabalhadores turcos e muitas crianças são usadas para garantir mão-de-obra ainda mais barata.

Esta notícia de abuso na utilização de crianças em fábricas de roupa surge na mesma altura em que a Europol alertou para o desaparecimento de 10 mil crianças refugiadas em dois anos.

DN
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Fevereiro 20, 2016, 08:25:17 am
Portugal disponível para receber dez mil refugiados
Citação de: Ana Gomes Ferreira, Público
Portugal está disponível para receber cerca de dez mil refugiados – 4486 no âmbito do acordo europeu de recolocações, firmado no ano passado, e os restantes através de acordos bilaterais que o primeiro-ministro, António Costa, propôs à Alemanha e aos países mais afectados pelo fluxo migratório.

Costa, que participa em Bruxelas na cimeira da União Europeia (UE), enviou cartas os chefes dos governos grego, sueco, italiano e austríaco a disponibilizar-se para receber em Portugal milhares de refugiados que estão nestes países.

Em Setembro de 2015, o Governo português (estava então no poder a coligação de direita) aceitou a cota de 4486 refugiados atribuídos no plano de redistribuição de 160 mil pessoas — destas, apenas uma ínfima parte chegou aos seus destinos. No início de Fevereiro, o chefe do novo Executivo (socialista) visitou a Alemanha e disponibilizou-se, junto da chanceler Angela Merkel, para receber mais um grupo alargado de refugiados (duas mil pessoas), que seriam integrados em empregos no sector da agricultura e no ensino superior.

Agora, em Bruxelas, Costa alargou novamente o número através destas ofertas bilaterais.

[continua] (http://www.publico.pt/mundo/noticia/portugal-disponivel-para-receber-des-mil-refugiados-1723846)
Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/portugal-disponivel-para-receber-des-mil-refugiados-1723846 (http://www.publico.pt/mundo/noticia/portugal-disponivel-para-receber-des-mil-refugiados-1723846)

O Sr. Costa decidiu aumentar o número de refugiados que vamos aceitar e ainda ofereceu duas mil vagas no ensino superior (http://www.publico.pt/politica/noticia/costa-oferece-a-merkel-duas-mil-vagas-no-ensino-superior-para-refugiados-1722413) para melhor integrar os refugiados no país. Vão também recrutar refugiados para trabalharem na agricultura. Já não faltava o abuso do sistema de estágios que temos e agora também vamos passar a deixar as empresas abusar da contratação de refugiados.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Fevereiro 21, 2016, 07:07:10 am
O Costa é um traidor, como toda a escumalha da esquerda ( e da pseudo direita ) !

 :G-bigun:
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Camuflage em Fevereiro 21, 2016, 04:22:56 pm
Eles não querem vir para Portugal, não se chateiem.
Estou para ver quem lhes vai dar formação na agricultura e nos terrenos de quem, nem para portugueses há quanto mais para estrangeiros que desconhecem o clima e culturas agrícolas daqui.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 25, 2016, 12:48:53 pm
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 25, 2016, 07:23:41 pm
Maioria dos refugiados que vão chegar a Portugal são eritreus


O grupo de 37 refugiados que chegará na próxima semana a Portugal é, "na sua esmagadora maioria, de nacionalidade eritreia", e com "várias idades", precisou hoje, em Bruxelas, a ministra portuguesa da Administração Interna.
Após um conselho de ministros da Justiça e do Interior da União Europeia (UE), dedicado às migrações, a ministra portuguesa Constança Urbano de Sousa referiu que os refugiados irão viajar desde Itália, onde têm chegado, sobretudo, pessoas oriundas da Eritreia.

"[Os refugiados] irão ser distribuídos de acordo com as capacidades das associações", como câmaras municipais ou santas casas da misericórdia, afirmou a governante aos jornalistas portugueses.

Os refugiados são "distribuídos de forma serena e pacífica, são acolhidos e integrados", recebendo, nomeadamente, aulas de português, acrescentou.

Para "aliviar a Grécia e evitar movimentos secundários", Portugal disponibilizou-se para aumentar, dentro da sua quota no mecanismo europeu de recolocação, os lugares imediatamente disponíveis.

No âmbito do compromisso de receber cerca de 4.500 pessoas, Lisboa ofereceu-se para receber, durante este ano, 1.288 refugiados a aguardarem recolocação na Grécia.

"A Grécia vai enviar ‘dossiers’ para começarmos a implementar mais refugiados", disse a ministra, que explicou que a oferta aconteceu depois de analisada a capacidade nacional já instalada de acolhimento.

"As autoridades gregas têm de fazer o seu trabalho", que passa pelo registo e identificação, e "depois é uma questão de organizar o transporte”. “Não é algo que se faça de um dia para o outro, não é instantâneo, mas será organizado nos próximos tempos, num espaço relativamente curto", antecipou.

A ministra insistiu na necessidade de os Estados-membros da UE cumprirem compromissos e disponibilizarem lugares para recolocação imediata.

A tutelar da pasta da Administração Interna disse não ter, "até agora", conhecimento de outros casos de desaparecimento de refugiados que deveriam viajar para Portugal.

Portugal acolheu, até ao momento, 30 refugiados.

Segundo os últimos dados divulgados pela Comissão Europeia, na quarta-feira, de um total de 160 mil pessoas a recolocar durante dois anos, foram distribuídas 598 pelo espaço comunitário.


----> http://24.sapo.pt/article/sapo24-blogs-sapo-pt_2016_02_25_2022229017_maioria-dos-refugiados-que-vao-chegar-a-portugal-sao-eritreus
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 05, 2016, 06:17:33 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgur.com%2FSjfZIDp.jpg&hash=9ed57cf094da93ae36cb020fc583252e)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 21, 2016, 11:52:10 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgur.com%2FOlRf2n3.jpg&hash=1382d90ddd12c369cc7616356ce3079b)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 22, 2016, 11:17:40 am
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Maio 07, 2016, 08:34:03 pm
Confronto em manifestação contra fecho da fronteira dos Alpes
(7 de Maio de 2016)
Citação de: Público
Cerca de 500 manifestantes ocuparam a estação de comboio e a auto-estrada da passagem de Brenner, um túnel sob os Alpes que faz fronteira entre Itália e a Áustria, envolvendo-se em confrontos com a polícia de choque italiana. Pelo menos 11 pessoas foram detidas e quatro agentes ficaram feridos no protesto contra a nova lei austríaca que restringe o direito de asilo.

(...)

A Comissão Europeia tem dado razão a Itália: bloquear esta fronteira dos Alpes para lutar contra o fluxo de migrantes seria “uma catástrofe política” para a Europa, afirmou o presidente da comissão, Jean-Claude Juncker. “terá não apenas consequências económicas graves, mas sobretudo pesadas consequências políticas”.

Em 2015, a Áustria recebeu um grande número de refugiados – acolheu 90 mil, o equivalente a mais de 1% da sua população. Agora, Viena está determinada a encerrar as portas.
Fonte: https://www.publico.pt/mundo/noticia/policia-e-manifestantes-em-confronto-no-tunel-que-liga-italia-e-austria-1731301 (https://www.publico.pt/mundo/noticia/policia-e-manifestantes-em-confronto-no-tunel-que-liga-italia-e-austria-1731301)

E é bom lembrar o que aconteceu em Setembro do ano passado: Refugiados: Alemanha reintroduz controlos de fronteira com a Áustria (https://www.publico.pt/mundo/noticia/enquanto-munique-esta-no-limite-a-hungria-regista-entrada-recorde-de-migrantes-1707683).
Citação de: Público
Por causa do enorme afluxo de refugiados, Berlim decidiu reintroduzir provisoriamente o controlo de fronteiras com a Áustria e suspende os acordos de Schengen sobre a livre circulação na Europa, anunciou o ministro do Interior, Thomas de Maiziere. Só a Munique chegaram 63 mil pessoas nas duas últimas semanas, 13 mil das quais neste sábado.

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 06, 2016, 11:55:45 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgur.com%2FkboHLST.jpg&hash=46e8d7ce74440745fb7eb2eaad604060)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 25, 2016, 12:25:43 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimgur.com%2FTRV4wTv.jpg&hash=c5e41510590f22ec522f4c192f3d78cc)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 02, 2016, 12:40:37 pm
Estudantes sírios em Évora. “Este é o melhor sítio do mundo para estudar”

01 nov, 2016 - 09:00 • Rosário Silva

Os sírios Ramez, Rodwan, Nour e Israa estudam em Évora. Estão longe das famílias por causa da guerra, “estúpida” e longa, mas sonham voltar à Síria para a reconstruir.

http://rr.sapo.pt/noticia/67387/estudantes_sirios_em_evora_este_e_o_melhor_sitio_do_mundo_para_estudar

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 29, 2017, 07:24:05 pm
Itália: ONGs sob suspeita de facilitarem tráfico humano


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Maio 18, 2017, 01:44:00 pm
Equipa médica de Coimbra vai operar crianças refugiadas sírias na Jordânia


Uma equipa médica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), liderada pelo cirurgião cardiotorácico Manuel Antunes, parte no sábado para a Jordânia onde prevê realizar mais de uma dezena de cirurgias em crianças refugiadas sírias.

"É a primeira vez que estamos em missão num país fora da nossa língua", salientou à agência Lusa o diretor do Centro de Responsabilidade Integrado de Cirurgia Cardiotorácica do CHUC, que conta com uma vasta experiência em missões em Moçambique e São Tomé e Príncipe, por exemplo.

Até ao dia 28, data de regresso a Portugal, a equipa médica de Coimbra prevê operar "entre 12 a 15 crianças", de uma lista de 21, com idades entre os 07 meses e os 2/3 anos, num grupo que inclui também uma de cinco e outra de oito anos.

Trata-se de uma missão da Cadeia Esperança Portugal, uma organização não-governamental (ONG) com sede no CHUC, promovida e apoiada pela União Europeia, no âmbito de um convite da congénere francesa, que tem um projeto em Amã, capital da Jordânia, destinado a tratar crianças refugiadas sírias, sobretudo nas áreas da cirurgia cardíaca e ortopedia.

Segundo Manuel Antunes, que preside à Cadeia Esperança Portugal, as crianças que vão ser sujeitas a intervenção cirúrgica numa clínica privada sofrem de malformação cardíaca congénita e foram selecionadas por um cardiologista que as acompanha.

"As crianças são detetadas nos campos de refugiados por médicos que fazem clínica geral e depois são indicadas para um cardiologista local, que, com treino e prática de muitos anos no Reino Unido, faz essa seleção", explicou.

Quando chegar, a equipa liderada pelo cirurgião do CHUC vai reunir com o cardiologista que acompanha as crianças e a equipa "vai ver os 21 doentes e selecionar os que forem mais urgentes e que puderem ser operados".

A equipa é constituída por nove elementos: dois cirurgiões, um cardiologista pediátrico, um anestesista, um técnico de perfusão, uma enfermeira de sala de operações e três enfermeiros de unidade de cuidados intensivos.

"É uma missão especial porque é a primeira vez que nos aventuramos num país fora da nossa língua e por se tratar de crianças refugiadas sírias, que é um tema muito atual", sublinhou Manuel Antunes.

O cirurgião adiantou ainda à agência Lusa que, no final de outubro e início de novembro, a Cadeia Esperança Portugal vai realizar a sua missão anual em Moçambique, onde ajudaram a construir o Instituto do Coração.

NO final da missão de 2014 a Moçambique, o CHUC anunciou que foram realizadas, em duas salas operatórias, 18 intervenções cirúrgicas em 18 doentes", tendo sido, "à semelhança das missões anteriores", a maior parte das cirurgias efetuada em 16 crianças e doentes jovens, "com valvulopatias reumáticas, com maior incidência da válvula mitral, tendo dois dos doentes agora operados sido previamente submetidos a intervenção cirúrgica cardíaca".



>>>>>  http://www.dn.pt/sociedade/interior/equipa-medica-de-coimbra-opera-criancas-refugiadas-sirias-na-jordania-8485633.html
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 10, 2017, 05:17:52 pm
Banhistas espanhóis surpreendidos por desembarque de imigrantes


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 11, 2017, 12:03:51 am
Traficantes obrigam centenas de migrantes a lançarem-se ao ao mar


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Agosto 14, 2017, 12:49:52 pm
Finalmente a ver se deixam de incentivar as pessoas de correrem tais riscos e de andarem a alimentar as redes de tráfico humano.

Líbia e Itália travam operações de resgate de migrantes das ONG no Mediterrâneo
(13 de Agosto de 2017)
Citação de: João Ruela Ribeiro / Público
A Marinha líbia, apoiada pela Itália, está a impedir a entrada de embarcações não autorizadas nas suas águas territoriais, dificultando as operações de salvamento de migrantes no Mar Mediterrâneo. Várias organizações não-governamentais já anunciaram a suspensão dos seus esforços.

Na quinta-feira, o general Ayub Qassem, porta-voz da Marinha, dirigiu-se «a todos os que violam a soberania da Líbia». «Devem respeitar a nossa vontade e obter uma autorização do Estado líbio para operações de resgate», afirmou, citado pelo El País.

A guerra civil que estalou depois do derrube de Muammar Khadafi em 2011 atirou a Líbia para o caos, dividindo o território entre facções rivais. Actualmente há três governos rivais que lutam por influência e reconhecimento e é nesse contexto que as redes de tráfico de seres humanos têm agido com impunidade. O ministro italiano do Interior, Marco Minniti, descrevia recentemente ao Politico o tráfico humano como «a única iniciativa empresarial funcional na Líbia».



A guerra civil que estalou depois do derrube de Muammar Khadafi em 2011 atirou a Líbia para o caos, dividindo o território entre facções rivais. Actualmente há três governos rivais que lutam por influência e reconhecimento e é nesse contexto que as redes de tráfico de seres humanos têm agido com impunidade. O ministro italiano do Interior, Marco Minniti, descrevia recentemente ao Politico o tráfico humano como “a única iniciativa empresarial funcional na Líbia”.

A assertividade da Marinha líbia surge poucas semanas depois de ter sido acordado um cessar-fogo entre os líderes das principais facções sob mediação do Presidente francês, Emmanuel Macron. A estratégia italiana passa também pela sua antiga colónia: a guarda costeira líbia tem recebido treino e apoio para as suas missões por parte das forças de segurança italianas. No início de Agosto, o Parlamento aprovou o envio de barcos de patrulha italianos para participar em missões limitadas de apoio às forças líbias, segundo a Reuters.

A ordem da Marinha líbia tem aplicação na zona económica exclusiva do país, que se estende 12 milhas náuticas para além da costa. Este território abrange parte da zona de busca e resgate, onde as ONG costumam actuar.

O coordenador das operações de resgate dos Médicos Sem Fronteiras (MSF), Michele Trainiti, disse ao El País que as intenções da Líbia são «alarmantes». «Acreditamos que são fruto de um clima contrário às ONG criado pelos Estados europeus», acrescenta. Na semana passada, uma embarcação operada pela Proactiva Open Arms foi interceptada por barcos da Marinha líbia que dispararam tiros de aviso. Os MSF, que têm o maior dispositivo de resgate no Mediterrâneo, anunciaram a suspensão das suas actividades, tal como a alemã Sea Eye e a Save The Children.

[continua]
Fonte: https://www.publico.pt/2017/08/13/mundo/noticia/e-cada-vez-mais-dificil-salvar-vidas-no-mediterraneo-1782221 (https://www.publico.pt/2017/08/13/mundo/noticia/e-cada-vez-mais-dificil-salvar-vidas-no-mediterraneo-1782221)

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Get_It em Setembro 19, 2017, 08:22:44 pm
 :rir: :toto: :mala: :bang: :censurado:

Quatro mil pedidos de visto em apenas uma semana
(19 de Setembro de 2017)
Citação de: Valentina Marcelino / Diário de Notícias
Disparou o número de imigrantes a requerer ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) autorização de residência em Portugal, de acordo com o novo regime que abriu mais possibilidades de legalização. Numa semana, entraram 4073 novos pedidos, a maioria alegando promessas de contrato de trabalho, que passou a ser permitido, valor que supera largamente a média de 300 pedidos semanais na anterior lei (um aumento de 1300%).

As preocupações que o SEF manifestara sobre o "efeito de chamada" de imigrantes ilegais ao nosso país parecem confirmar-se. O governo desvalorizou estes avisos, escritos num parecer do SEF sobre as alterações à lei aprovadas pelo PS, BE e PCP, e refutou a previsão deste serviço de segurança.

Segundo dados oficiais do SEF, entre o dia 11 de Setembro, quando o novo portal informático entrou em funcionamento tendo em conta as mudanças legislativas, e até ontem de manhã, dia 18, estavam inscritos um total de 4624 estrangeiros, dos quais 551 já tinham tentado legalizar-se no anterior regime, havendo portanto 4073 novos. De acordo com as informações do SEF, destes registos, há 389 que começaram a apresentar os documentos requeridos e 102 que já concluíram o processo, aguardando agora o agendamento para se deslocarem aos serviços do SEF.

Em relação às nacionalidades dos requerentes, este serviço de segurança diz que «os dados estão ainda a ser consolidados», mas «no que respeita a novas manifestações de interesse em preparação relevam, para já, as nacionalidades brasileira, cabo-verdiana, ucraniana, indiana e nepalesa, entre outras». Não muito diferentes, nota o SEF, das nacionalidades que predominavam nos pedidos no anterior quadro legal: brasileira, indiana, nepalesa, bengali e paquistanesa.

O SEF, conforme o DN já noticiou, foi apanhado de surpresa com a publicação das alterações à lei em Diário da República e nem tinha o sistema informático preparado para receber as chamadas «manifestações de interesse» para as autorizações de residência de acordo com os novos requisitos. Durante mais de um mês estes requerimentos só podiam ser feitos presencialmente, mas há dez dias que podem ser apresentados na página do SEF na internet. Além destes mais de quatro mil ainda haverá cerca de um milhar que foram entregues em formulários presencialmente nos balcões do SEF.

As novas regras, em vigor desde Agosto último, permitem que um imigrante obtenha autorização de residência com a «promessa de um contrato de trabalho» e apenas uma «inscrição» na Segurança Social. Até aqui era exigido um contrato e o registo de contribuições para servir de prova à permanência do imigrante em Portugal. Antes, a obtenção de uma autorização de residência, apresentando estes requisitos, era apenas um meio excepcional, com as alterações presentemente em vigor são um mero ato administrativo.

O SEF avisou que com o novo sistema se estava perante "uma regularização extraordinária de imigrantes, em contra-ciclo e contra a posição que vem sendo assumida pela União Europeia (UE). Para esta polícia, responsável pelo controlo das fronteiras e das comunidades estrangeiras, «qualquer alteração ao regime-regra consolidado na UE, mediante a concessão de autorização com dispensa de visto, à semelhança do que acontece com os regimes para as vítimas de tráfico de seres humanos, tem de se alicerçar em razões ponderosas de cariz humanitário ou ligadas ao interesse nacional». Caso contrário, sublinhava o SEF, «estaremos perante uma legalização extraordinária de imigrantes, com a agravante de não ser feita em legislação especial para o efeito, a qual sempre enunciaria o respectivo desiderato e requisitos, e estabeleceria determinado prazo de vigência, por forma a, em sede de gestão de fluxos migratórios, obviar ao denominado efeito chamada de forma descontrolada».

Uma das preocupações da direcção do SEF para poder cumprir a lei em todo o seu alcance era que fossem definidos os termos em que pode ser admitida a "promessa" do contrato de trabalho, pois tal nunca tinha antes sucedido, e abre inúmeras possibilidades a qualquer rede de auxílio à imigração ilegal. Até ao momento, esta regulamentação ainda não foi definida.

Em reacção a esta posição, o PSD pediu ao governo acesso ao parecer do SEF, o qual, de acordo com o coordenador do grupo parlamentar para a segurança interna, Carlos Abreu Amorim, «ainda não chegou» à Assembleia da República. O CDS também criticou as alterações legislativas e exigiu esclarecimentos.

O PS respondeu acusando a direita de querer provocar o «medo» e irem contra a «boa tradição de acolhimento» das comunidades imigrantes. O vice-presidente da bancada socialista, Pedro Delgado Alves, afirmou que estes partidos "procuram criar uma tempestade num copo de água que verdadeiramente não existe". Obviamente, sublinhou, «existem pareceres técnicos, nomeadamente do SEF, no qual não nos revemos e que não correspondem à prática habitual nesta matéria».

O deputado desvalorizou as críticas à possibilidade de autorização de residência perante uma promessa de contrato de trabalho e uma inscrição na Segurança Social. «Naturalmente que uma pessoa quando quer emigrar para outro país não pode apresentar um contrato de trabalho porque ainda não iniciou a sua actividade profissional», defendeu, salientando que uma promessa de contrato de trabalho «não é um papelinho rabiscado na parte de trás de um guardanapo, é ela mesmo uma figura jurídica», acrescentando que é o que se encontra «em todos os países da União Europeia».
Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/quatro-mil-pedidos-de-visto-em-apenas-uma-semana-8780493.html (http://www.dn.pt/portugal/interior/quatro-mil-pedidos-de-visto-em-apenas-uma-semana-8780493.html)

Cumprimentos,
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 02, 2017, 02:57:46 pm
Canadá quer 1 milhão de imigrantes até 2020


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Novembro 02, 2017, 09:23:12 pm
Olha que...  ::)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 26, 2018, 11:26:00 am
Cidade alemã fecha portas a mais refugiados


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 04, 2018, 01:05:44 pm
Cottbus divide-se em manifestações sobre os imigrantes


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 08, 2018, 07:57:56 pm
Refugiado do Mali localizado na praia da Torreira pediu asilo na Holanda


O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) informou hoje que o cidadão estrangeiro que estava a pernoitar há vários dias na praia da Torreira, na Murtosa, já tinha pedido asilo na Holanda.

Questionado pela Lusa, o SEF referiu que o homem de 28 anos, que se presume oriundo do Mali, “tem um pedido de proteção internacional na Holanda”.

“O Gabinete de Asilo e Refugiados do SEF já deu início ao procedimento legal de notificação do cidadão para que este, nos termos da Convenção de Dublin, regresse ao Estado Membro da União Europeia onde decorre o seu pedido de proteção internacional”, refere a mesma nota.

A GNR anunciou hoje ter localizado um refugiado oriundo do Mali, que estava a pernoitar há vários dias na praia da Torreira, encaminhando-o para uma casa de acolhimento, no Porto.

“Nós fomos contactados por uma senhora que estaria a alimentar uma pessoa que não falava português e que estava a pernoitar nas dunas, sem qualquer tipo de condições”, disse à Lusa o capitão Vítor Ribeiro, da GNR de Ovar.

De acordo com a GNR, o indivíduo não possuía qualquer documento de identificação e, segundo informações do mesmo, terá chegado a Portugal escondido numa embarcação de pesca, com o objetivo de fugir da guerra no Mali.

Dada a situação precária do refugiado, os militares diligenciaram no sentido de lhe ser prestado apoio com o fornecimento de alimentação e alojamento, considerando a vaga de frio que se fazia sentir.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/refugiado-do-mali-localizado-na-praia-da-torreira-pediu-asilo-na-holanda
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Fevereiro 11, 2018, 06:43:59 pm
https://www.facebook.com/thetommyrobinson/videos/1185471798255539/?hc_ref=ARSuehSntZmwc4ve-474eYqcTZMebzMqFtaH_Mh32WaAWGl25Ji6HlbgCq_nkM7ZFlI&pnref=story
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 14, 2018, 10:32:05 pm
Marcelo deixa mensagens de esperança a refugiados na Grécia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Maio 21, 2018, 04:58:21 pm
Pilotos compram avião para salvar migrantes no Mediterrâneo


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Viajante em Maio 22, 2018, 04:52:26 pm
“Tirem férias durante o mês do Ramadão”: o polémico pedido da Ministra da Imigração dinamarquesa aos muçulmanos

Inger Stojberg defende que época de jejum diário dos muçulmanos põe em risco a “segurança” dos cidadãos dinamarqueses.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Foje-50ea.kxcdn.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F01%2Fdinamarca-925x578.png&hash=0e5d3cc1092c9278405a91cbbb40ff30)

“Quero pedir aos muçulmanos que tirem férias durante o mês do Ramadão para evitar consequências negativas para a restante sociedade dinamarquesa”. Foi desta a forma que Inger Stojberg, ministra da Imigração da Dinamarca, falou à população muçulmana que vive no país nórdico e entrou na época de jejum no passado dia 16 de maio.

De acordo com o jornal “Expresso”, a ministra publicou um artigo no jornal “BT” no qual alega que os trabalhadores muçulmanos que se encontram em jejum devido ao Ramadão põe em causa a “segurança” dos habitantes dinamarqueses.

Inger Stjoberg vai ainda mais longe quando pergunta se esta prática “que constitui um pilar do Islão há 1400 anos é compatível com o mercado laboral na Dinamarca”. A ministra é conhecida por ser uma personalidade polémica e já não é a primeira vez que se dirige ao povo muçulmano em tom polémico.

No ano de 2013, Inger Stjoberg já havia dito que os muçulmanos que não se encontrem bem integrados na Dinamarca e não se identificam com o país, deviam procurar outro sítio para viver. “A Dinamarca é a terra dos dinamarqueses e tu és mais do que bem vindo se te quiseres tornar num dinamarquês e fazer parte do trabalho e da comunidade. Mas aqueles muçulmanos que estão constantemente contra nós, que nos questionam e que se encontram insatisfeitos, que menosprezam os nossos valores, que enfraquecem o nosso modo de vida, a esses eu digo: Encontrem outro lugar para viver. Ninguém vos força a ficar”.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/tirem-ferias-durante-o-mes-do-ramadao-o-polemico-pedido-da-ministra-da-imigracao-dinamarquesa-aos-muculmanos-310715

Bem sei que a intenção do jornal era o contrário (denegrir a senhora), mas tem o meu total apoio senhora Inger!!!!!!!!
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Julho 07, 2018, 11:48:11 am
Pilotos compram avião para salvar migrantes no Mediterrâneo



Palhaças !
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Julho 20, 2018, 03:35:38 pm
Refugiados encontram "a sorte" em Portugal


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Julho 30, 2018, 04:57:46 pm
Espanha passa a primeira porta de entrada de migrantes na Europa


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 01, 2018, 09:57:48 pm
UE reforça apoio a Espanha e Marrocos


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 03, 2018, 10:30:06 pm
Espanha vai reforçar patrulhas no Mediterrâneo


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 08, 2018, 01:10:58 pm
Espanha diminui benefícios a migrantes ilegais


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 11, 2018, 06:48:49 pm
Sánchez e Merkel de acordo com mais ajudas a Marrocos


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 19, 2018, 01:17:23 pm
Jovem Yazidi encontra "jihadista" que a torturou na Alemanha


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 20, 2018, 03:48:01 pm
Aumenta pressão migratória sobre Espanha


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 28, 2018, 07:15:26 pm
A crise europeia dos migrantes em 2018


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 30, 2018, 05:15:11 pm
Itália lança novo apelo à solidariedade europeia na questão dos migrantes


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 30, 2018, 06:47:28 pm
Imigração: O desafio da integração escolar


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 30, 2018, 09:25:32 pm
Combates obrigam à transferência de migrantes na Líbia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 09, 2018, 07:55:43 pm
Pedidos de asilo disparam em Chipre


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 19, 2018, 12:17:31 pm
"Nova Guantánamo" de Lesbos tem mais de 8000 migrantes


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 21, 2018, 04:41:37 pm
Europeus apostam no Egito para controlar migração


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 25, 2018, 07:09:34 pm
Portugal recebe migrantes do Aquarius


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 05, 2018, 04:38:06 pm
Amnistia Internacional responsabiliza UE pela situação dos refugiados na Grécia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 11, 2018, 03:43:25 pm
ONU diz que número de migrantes vai aumentar


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 18, 2018, 11:37:56 am
Portugal acolhe migrantes do navio Aquarius


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Daniel em Outubro 19, 2018, 08:28:51 am
Portugal vai receber cerca de 150 refugiados do Egito
https://tvi24.iol.pt/sociedade/eduardo-cabrita/portugal-vai-receber-cerca-de-150-refugiados-do-egito
(https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/580baec10cf25acb940eaac8/800)

Citar
Portugal vai receber, em novembro, cerca de 150 refugiados que estão no Egito, primeiro grupo de mais de mil pessoas que vão ser reinstaladas em Portugal até 2019, disse hoje o ministro da Administração Interna.
“Vamos receber em novembro, a partir do Egito, cerca de centena e meia de refugiados que foram objeto de uma primeira missão de seleção que decorreu em junho”, disse à agência Lusa Eduardo Cabrita, após ter participado em Viena, Áustria, numa conferência sobre migrações.

Ao abrigo do programa europeu de reinstalação, aprovado em 2017 pela Comissão Europeia, Portugal manifestou disponibilidade para acolher mais de mil refugiados até ao final de 2019 e que se encontram em campos de refugiados no Egito e Turquia.

Inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, juntamente com uma equipa do Alto Comissariado para as Migrações, realizaram em junho, no Egito, uma missão de contacto e entrevistas a estes cerca de 150 refugiados que chegam a Portugal em novembro

Eduardo Cabrita adiantou que ainda este ano vão ser feitas novas missões de seleção no Egito e, pela primeira vez, na Turquia.

Estes refugiados são oriundos de países terceiros e selecionados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e pela Organização Internacional para as Migrações”, disse.

O ministro adiantou também que, na próxima semana, vai deslocar-se à Grécia para visitar as estruturas da GNR e SEF que estão a realizar neste país missões no âmbito da agência europeia de controlo de fronteiras (Frontex), bem como discutir com o governo grego um programa de cooperação bilateral de apoio em matéria de migrações.
Na conferência em Viena, organizada pelo Centro Internacional sobre o Desenvolvimento de Política Migratória (ICMPD), Eduardo Cabrita defendeu a necessidade “de existir uma visão global na abordagem deste fenómeno”.
Temos de ter fronteiras seguras, mas a Europa tem de ter uma política comum de apoio à migração legal”, disse, assumindo que Portugal vai precisar de migrantes, desde estudantes a técnicos qualificados.

O governante afirmou que Portugal tem encontrado, juntamente com Espanha, França e Alemanha, soluções para acolher migrantes que estão em embarcações no meio do Mediterrâneo.

Mas, segundo o ministro, que participou no debate juntamente com membros dos governos da Holanda, Alemanha, Turquia, Afeganistão e Tunísia, “este não é o modelo”.

O modelo tem de assentar, primeiro, numa resposta europeia estável e permanente e, em segundo lugar, temos de olhar para o futuro e aí a prioridade deve ser a cooperação com África”, defendeu.

Eduardo Cabrita adiantou que “a única forma de trabalhar os fenómenos migratórios a longo prazo é a postar no desenvolvimento dos países africanos” através na educação das raparigas, melhoria dos cuidados de saúde e investimento.

O ministro disse que este diálogo tem de ir “muito para além do espaço lusófono”, nomeadamente países do norte de África, Magrebe e África Ocidental.

Na conferência, Eduardo Cabrita destacou ainda a posição portuguesa sobre esta matéria: “Não há em Portugal, no parlamento, quem tenha uma posição contrária ao acolhimento de migrantes ou de refugiados”.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Daniel em Outubro 23, 2018, 05:29:51 pm
Portugal vai receber 100 refugiados que estão na Grécia
https://tvi24.iol.pt/sociedade/eduardo-cabrita/portugal-vai-receber-100-refugiados-que-estao-na-grecia/
(https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5b8eb9d30cf282952f0410fd/800)

Citar
Portugal vai receber 100 refugiados que estão em campos na Grécia no âmbito de um acordo entre os dois países, podendo este número chegar aos mil no próximo ano, anunciou hoje à Lusa o ministro da Administração Interna.

O acordo entre Portugal e Grécia foi alcançado durante a visita de dois dias que Eduardo Cabrita efetuou àquele país.

Os dois países vão apresentar à Comissão Europeia um projeto de programa bilateral de transferência de refugiados da Grécia para Portugal”, disse à agência Lusa o ministro, que hoje termina a visita.

O governante avançou que este programa vai começar com um projeto piloto de 100 pessoas, podendo depois ser alargado, ao longo de 2019, até cerca de mil refugiados.

Segundo Eduardo Cabrita, a estas 100 pessoas será atribuído um estatuto legal definido na Grécia.

Na sequência de entrevistas que vão ser realizadas por equipas portuguesas em campos de refugiados na Grécia, vai ser atribuído a estas 100 pessoas o estatuto de refugiado.

O ministro referiu que, para já, ainda não é possível estabelecer uma data quanto à chegada destes cem refugiados a Portugal, dependendo da realização das entrevistas de seleção e da apresentação da proposta conjunta à UE.
Eduardo Cabrita explicou que existem na União Europeia recursos disponíveis para apoiar processos de integração, sublinhando que a proposta apresentada à Comissão Europeia “tem fundamentalmente a ver com o modelo de financiamento”.
Temos um acordo de princípio, agora vamos discutir aspetos técnicos”, disse.

Eduardo Cabrita sublinhou igualmente que este acordo é encarado pelos governos de Portugal e Grécia “como um contributo para que se encontrem na Europa soluções permanentes e estáveis para tratar à escala europeia o tema das migrações e refugiados”.
Durante a visita à Grécia, Eduardo Cabrita teve encontros com os ministros gregos da Política de Migrações, do Interior e da Proteção dos Cidadãos, além de ter visitado na ilha de Samos, o contingente da Guarda Nacional Republicana e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, integrados em missão da agência europeia de controlo de fronteiras Frontex.

O ministro da Administração Interna avançou ainda à Lusa que chegaram hoje a Portugal sete refugiados sírios que tinham deixado Portugal e estavam na Alemanha.

“Chegaram hoje as primeiras sete pessoas no âmbito do programa bilateral com a Alemanha sobre o controlo de movimentos secundários”, disse, frisando que Portugal foi o primeiro país da União Europeia a assinar um acordo desta natureza.

O acordo bilateral com a Alemanha sobre movimentos secundários de requerentes de asilo foi assinado em setembro.

Segundo o Ministério da Administração Interna, este acordo agiliza o processo de retoma relativamente a pessoas que, tendo inicialmente solicitado proteção internacional num dos países, tenham também indevidamente solicitado o mesmo estatuto no outro, ou que aí permaneçam em situação irregular.

Um comunicado entretanto divulgado pelo Ministério refere que estas sete pessoas, duas das quais menores, vão ser acolhidas no Centro de Acolhimento do Conselho Português para os Refugiados, na Bobadela (Loures).

Quem venham mais mil, pois trabalho não vai faltar.  :P 8)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 25, 2018, 12:07:52 pm
Turquia: um refúgio cada vez mais longe da Síria


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: mayo em Outubro 28, 2018, 04:52:29 pm
Portugal vai receber 100 refugiados que estão na Grécia
https://tvi24.iol.pt/sociedade/eduardo-cabrita/portugal-vai-receber-100-refugiados-que-estao-na-grecia/
(https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5b8eb9d30cf282952f0410fd/800)

Citar
Portugal vai receber 100 refugiados que estão em campos na Grécia no âmbito de um acordo entre os dois países, podendo este número chegar aos mil no próximo ano, anunciou hoje à Lusa o ministro da Administração Interna.

O acordo entre Portugal e Grécia foi alcançado durante a visita de dois dias que Eduardo Cabrita efetuou àquele país.

Os dois países vão apresentar à Comissão Europeia um projeto de programa bilateral de transferência de refugiados da Grécia para Portugal”, disse à agência Lusa o ministro, que hoje termina a visita.

O governante avançou que este programa vai começar com um projeto piloto de 100 pessoas, podendo depois ser alargado, ao longo de 2019, até cerca de mil refugiados.

Segundo Eduardo Cabrita, a estas 100 pessoas será atribuído um estatuto legal definido na Grécia.

Na sequência de entrevistas que vão ser realizadas por equipas portuguesas em campos de refugiados na Grécia, vai ser atribuído a estas 100 pessoas o estatuto de refugiado.

O ministro referiu que, para já, ainda não é possível estabelecer uma data quanto à chegada destes cem refugiados a Portugal, dependendo da realização das entrevistas de seleção e da apresentação da proposta conjunta à UE.
Eduardo Cabrita explicou que existem na União Europeia recursos disponíveis para apoiar processos de integração, sublinhando que a proposta apresentada à Comissão Europeia “tem fundamentalmente a ver com o modelo de financiamento”.
Temos um acordo de princípio, agora vamos discutir aspetos técnicos”, disse.

Eduardo Cabrita sublinhou igualmente que este acordo é encarado pelos governos de Portugal e Grécia “como um contributo para que se encontrem na Europa soluções permanentes e estáveis para tratar à escala europeia o tema das migrações e refugiados”.
Durante a visita à Grécia, Eduardo Cabrita teve encontros com os ministros gregos da Política de Migrações, do Interior e da Proteção dos Cidadãos, além de ter visitado na ilha de Samos, o contingente da Guarda Nacional Republicana e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, integrados em missão da agência europeia de controlo de fronteiras Frontex.

O ministro da Administração Interna avançou ainda à Lusa que chegaram hoje a Portugal sete refugiados sírios que tinham deixado Portugal e estavam na Alemanha.

“Chegaram hoje as primeiras sete pessoas no âmbito do programa bilateral com a Alemanha sobre o controlo de movimentos secundários”, disse, frisando que Portugal foi o primeiro país da União Europeia a assinar um acordo desta natureza.

O acordo bilateral com a Alemanha sobre movimentos secundários de requerentes de asilo foi assinado em setembro.

Segundo o Ministério da Administração Interna, este acordo agiliza o processo de retoma relativamente a pessoas que, tendo inicialmente solicitado proteção internacional num dos países, tenham também indevidamente solicitado o mesmo estatuto no outro, ou que aí permaneçam em situação irregular.

Um comunicado entretanto divulgado pelo Ministério refere que estas sete pessoas, duas das quais menores, vão ser acolhidas no Centro de Acolhimento do Conselho Português para os Refugiados, na Bobadela (Loures).

Quem venham mais mil, pois trabalho não vai faltar.  :P 8)

Nem mais um grunho !
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 01, 2018, 07:27:03 pm
Balanço de migrantes mortos ou desaparecidos aproxima-se dos 60 mil


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 02, 2018, 04:26:32 pm
Croácia reforça fronteira externa da UE


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 13, 2018, 06:24:16 pm
Do Aquarius para o Fundão, histórias de refugiados da Eritreia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 20, 2018, 02:11:45 pm
ONU critica envio de criminosos estrangeiros para ilha remota


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 25, 2018, 03:26:27 pm
Viena dá apoio escolar a refugiados



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 28, 2018, 06:12:26 pm
Suíça facilita contratação de refugiados


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 28, 2018, 07:57:00 pm
Dois barcos com 12 migrantes intercetados ao largo da costa de Kent


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 31, 2018, 11:45:09 am
França e Reino Unido acertam estratégia de combate à migração ilegal


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 31, 2018, 02:58:01 pm
Grécia atribui cidadania a migrantes heróis de Mati



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 03, 2019, 07:50:13 pm
Travessia do Mediterrâneo matou mais de seis pessoas por dia em 2018


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 06, 2019, 05:23:47 pm
Papa apela a "solidariedade concreta" para com migrantes



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 23, 2019, 02:27:08 pm
Alemanha suspende participação na Operação Sophia



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 28, 2019, 06:17:04 pm
Jovens querem sair de Gaza


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 29, 2019, 09:50:23 pm
Países do Sul da União Europeia pedem mais solidariedade dos países do norte


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 31, 2019, 07:00:06 pm
As crianças sem horizonte do maior campo de refugiados do Médio Oriente


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 11, 2019, 04:00:30 pm
Navio renomeado em homenagem a Alan Kurdi


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 11, 2019, 07:03:16 pm
Líderes africanos procuram solução para os problemas migratórios em Adis Abeba



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 20, 2019, 11:35:15 pm
"A Europa não está no meio de uma crise migratória"


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 21, 2019, 11:32:31 am
O drama dos refugiados malianos na Mauritânia



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Fevereiro 21, 2019, 04:15:08 pm
União Europeia apoia escolas para refugiados do Mali


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Daniel em Março 09, 2019, 10:23:42 am
Portugal vai acolher 100 refugiados que estão na Grécia
https://tvi24.iol.pt/sociedade/acolhimento/portugal-vai-acolher-100-refugiados-que-estao-na-grecia?_ga=2.32260990.1322029274.1550589552-1594700727.1529937894
(https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/5702397d0cf21e094bcbda6d/800)
Citar
Portugal vai acolher nos próximos meses 100 refugiados que estão na Grécia, no âmbito de um acordo formalizado entre os dois países, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).

Em comunicado, o MAI adianta que o acordo entre os dois países é o culminar da articulação técnica entre os serviços de asilo grego e português e vem no seguimento do entendimento político obtido na sequência da visita que o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, realizou à Grécia no passado mês de outubro.

Nessa deslocação, Eduardo Cabrita manifestou ao ministro da Política de Migrações, Dimitris Vitsas, a disponibilidade de Portugal acolher até cerca de mil refugiados que se encontram na Grécia, em resposta ao pedido do governo grego.

Segundo o MAI, o acordo bilateral que formaliza todos os procedimentos para esta transferência foi assinado esta semana entre o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (Portugal) e o Serviço de Asilo (Grécia).
O MAI indica que o documento prevê a realização de uma primeira missão de entrevistas a 100 beneficiários e requerentes de proteção internacional que se encontram em campos de refugiados na Grécia e que manifestem vontade de ser transferidos para Portugal.

O processo, que poderá levar ao acolhimento em Portugal de até mil pessoas, já recebeu luz verde da Comissão Europeia e tem vindo a ser acompanhado pela Organização Internacional para as Migrações.

Segundo o Ministério da Política de Migrações, atualmente vivem cerca de 75 mil refugiados na Grécia.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 18, 2019, 06:32:31 pm
Acordo UE-Turquia não solucionou crise de asilo


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 19, 2019, 02:30:35 pm
Requerentes de asilo atacados por residentes de Vilia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 30, 2019, 05:10:21 pm
Autoridades maltesas acusam autores do sequestro


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 13, 2019, 01:38:49 pm
Portugal vai receber parte dos migrantes do Alan Kurdi



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 17, 2019, 05:58:44 pm
Sérvia recebe ajuda da Hungria para controlar fronteira



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Maio 10, 2019, 07:00:10 pm
Discurso anti-imigração cresce na corrida para as eleições europeias



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Maio 14, 2019, 05:22:34 pm
Refugiados com cadastro podem obter asilo


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 03, 2019, 08:52:54 pm
União Europeia processada por mortes no Mediterrâneo



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 19, 2019, 11:43:55 am
Quase 71 milhões de deslocados no mundo em 2018


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 19, 2019, 04:33:34 pm
Racismo e Xenofobia classificados como ameaça em Itália


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 20, 2019, 02:32:57 pm
Refugiados reconstroem a vida em Portugal


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 20, 2019, 04:05:40 pm
ONG pedem ação urgente para resolver a crise dos refugiados


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Junho 22, 2019, 05:19:58 pm
Traficantes humanos apanhados em flagrante



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Julho 03, 2019, 10:47:12 am


Para além dos apoios governamentais, no que toca a privados e ONGs, quem está a financiar este fenómeno migratório é uma muito conhecida figura (por parte de quem investiga o mundo da chamada "deep politics") chamada George Soros (conhecido por ter uma enorme rede de ONGs por si financiadas e controladas: https://www.discoverthenetworks.org/individuals/george-soros/) - o qual é, por sua vez, um mero fantoche de outras elites, muito mais poderosas e que estão acima dele (https://www.globalresearch.ca/the-true-story-of-the-bilderberg-group-and-what-they-may-be-planning-now/13808 + https://www.google.pt/search?q=soros+site%3Alarouchepub.com).

A denúncia é feita, indirectamente, pelas próprias autoridades europeias:


‘Undesirable NGOs’ Fund ISIS-linked Refugee Boats to EU (http://williamengdahl.com/englishNEO5Apr2017.php)


(Ver também: https://www.rt.com/news/388031-msf-crew-investigation-migrant-rescue/ + https://twitter.com/Jonteinspain/status/891959001100976128)

(Tal como no caso da Greenpeace - https://www.activistfacts.com/organizations/131-greenpeace/#donations - é preciso mesmo *muito dinheiro* para comprar navios, como os que são usados por estas ONGs, e para operar os mesmos. E, não é através de donativos por parte de cidadãos comuns que isto é feito...)

O objectivo é trazer o maior número de população oriunda de países não europeus, para com isto substituir a população europeia por outras. Pois, eliminando a cultura local, que fez deste continente o mais cultural e economicamente avançado do Mundo, e substituindo-a por culturas atrasadas de populações sem qualificações, têm as elites o seu caminho muito mais aberto para fazer da Europa também um 3º Mundo (onde não exista uma classe média, mas apenas ricos e pobres).

Quanto mais pobre e culturalmente atrasada for uma população, muito mais fácil é de controlar a mesma (https://blackfernando.blogs.sapo.pt/o-acesso-a-cultura-e-ao-conhecimento-147909). E, enquanto estas populações imigrantes estão habituadas a ter classes governantes (assim como patronais) abusivas, os europeus (com a sua cultura de "direitos, liberdades e garantias") ainda têm a mania de refilar, e por vezes lutar, quando deparados com injustiças.

Já para não falar de que, com a imigração em massa que se tem observado, temos assistido a uma homogeneização dos vários países europeus (que se vão tornando indistintos, por acolherem o mesmo tipo de populações estrangeiras) e, com isto, temos uma progressiva erosão dos anteriores traços nacionais e uma cada vez maior falta de justificação para a manutenção dos actuais estados-nação existentes (a União Europeia agradece!).

Junte-se a isto o facto de uma grande parte destas novas populações serem islâmicas, e temos uma receita garantida para guerras civis (de maior ou menor intensidade: https://www.prisonplanet.com/belgian-politician-says-civil-war-in-europe-closer-than-we-think.html) e também para atentados terroristas, causados pela conhecida intolerância islâmica para com outras religiões (https://www.theguardian.com/uk-news/2013/dec/06/muslim-vigilantes-jailed-sharia-law-attacks-london) que servirão como pretexto para as elites governantes passarem leis ainda mais restritivas dos nossos direitos e liberdades (aumentando o controlo sobre a população).

Alguns resultados visíveis:

- Crimes de natureza nunca vista em Portugal (https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mulher-sem-abrigo-agredida-e-abusada) e noutros países da Europa (https://www.standard.co.uk/news/met-alarm-at-somali-gangs-violence-6300485.html + https://www.express.co.uk/news/world/754247/Muslim-migrant-broke-teenage-jaw-Sharia-Patrol + https://www.politicalite.com/khans-london/burning-issue-1-5-thousand-london-acid-attacks-since-2011-highest-in-world/).
- Freguesias inteiras, habitadas por população de origem estrangeira, onde vários serviços se recusam a entrar (https://www.breitbart.com/europe/2017/11/20/french-postal-service-refuses-deliver-troubled-migrant-suburbs/).
- Rejeição dos valores democráticos e culturais europeus, por parte das populações de origem estrangeira (um exemplo da cultura islâmica: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b6/A_public_demonstration_calling_for_Sharia_Islamic_Law_in_Maldives_2014.jpg).


- Uma grande parte da população islâmica europeia que apoia atentados terroristas em solo europeu (https://www.infowars.com/study-one-third-of-young-muslims-in-france-think-terrorism-is-acceptable/).
- Cidades europeias onde a população nativa é uma minoria (https://www.prisonplanet.com/white-brits-will-soon-be-a-minority-in-uks-second-largest-city.html) sendo também que, na Suécia, a população nativa irá tornar-se uma minoria dentro de 25 anos e na Alemanha é esperado que o mesmo aconteça por volta de 2060 (https://voiceofeurope.com/2018/04/germans-a-minority-by-2060/ + https://sputniknews.com/europe/201704281053100872-german-migrant-crisis/).
- E, em Bruxelas, capital da União Europeia e onde há árabes por todo o lado, temos *todas* as mesquitas da cidade controladas por radicais (https://www.westmonster.com/brussels-mayor-all-of-our-mosques-are-controlled-by-radical-islamists/).

Mas, atenção. As elites governantes e seus média controlados não acham nada disto preocupante. E, à custa das leis restritivas da Liberdade de Expressão que têm vindo a ser passadas, se criticarem vocês fortemente o fenómeno da imigração ou do islamismo, arriscam-se a ser apelidados de "criminosos de pensamento" ou "xenófobos".


Jihad expert: Stop accepting refugees – Europe is importing a civil war (https://voiceofeurope.com/2018/04/jihad-expert-stop-accepting-refugees-europe-is-importing-a-civil-war/)
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Julho 06, 2019, 01:04:37 am
(...) na Suécia, a população nativa irá tornar-se uma minoria dentro de 25 anos (...)

E porque, no caso específico da Suécia, falhei em providenciar uma fonte para o que afirmava na minha anterior colocação...

Já agora, aqui vai então uma fonte, contida num vídeo, sobre este caso de grande sucesso - do que será o primeiro país da Europa a desaparecer (tal como o conhecemos) para se tornar numa mera extensão de África ou do Grande Médio Oriente.

Mas, lembrem-se... Nada de serem "politicamente incorrectos" - e de pensarem sequer em criticar este fenómeno migratório.


(Vídeo tirado da seguinte notícia, ontem publicada: "Author: Sweden is Experiencing a 'Small Scale War'" (https://www.prisonplanet.com/author-sweden-is-experiencing-a-small-scale-war.html))

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Julho 21, 2019, 04:56:34 pm
Navio Ocean Viking começa operações de resgate no Mediterrâneo



Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Julho 25, 2019, 08:54:02 pm
Video: Algerians Tear Down Statue of General de Gaulle in France (https://www.prisonplanet.com/video-algerians-tear-down-statue-of-general-de-gaulle-in-france.html)

("France used to colonize us, but today we colonize them.")
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Julho 25, 2019, 10:40:09 pm
[O outro lado deste fenómeno migratório de massas, que os média controlados (pelos mesmos interesses que fomentam este fenómeno) nunca vos mostram - numa pequena compilação do que aconteceu, em vários locais da Europa, por altura da literal invasão que ocorreu, há poucos anos, na zona leste deste continente.]


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 01, 2019, 10:45:48 am
A longa espera dos requerentes de asilo


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 26, 2019, 03:35:19 pm
Número de chegadas de migrantes desce na Itália e Espanha e sobe na Grécia, Malta e Chipre


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 24, 2020, 02:55:13 pm
MUITO BOM debate sobre Islamismo. Visionamento obrigatório.

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Fevereiro 24, 2020, 03:35:14 pm
Realmente o conflito criado na Siria é aproveitado para servir outros interesses para além do geralmente apontado que é o traçado do gasoduto Irão-Mediterraneo.

Existe claramente uma intenção de desiquilibrar a Europa com esse importante fluxo de refugiados. Não sei até que ponto Camus e a sua teoria do "Grand Remplacement" se confirma mas da que pensar.

Por um lado temos um conjunto de leis impostas pela UE que incita e obriga os estados membros a medidas de desarticulação das comunidades nacionais, temos os Media que falam todos a uma so voz no sentido de desacreditar quem não concorda com as diretivas da UE, chamando-lhes "nacionalistas", "extremistas de direita", xenofobos, racistas, etc.  Temos ainda,... coisa muito suspeita e desconhecida de quase todos, ...o European Jewish Parliament,  constituido por 120 deputados com sede no Parlamento Europeu de Bruxelas. Esta comunidade, à qual pertence Soros,  fechada, muito coesa, tribal e impermeavel a misturas, uma vez divididas as outras comunidades,  cumprira talvez  o seu destino traçado no antigo testamento : o de Povo Eleito, designado por Deus para reinar sobre todos os outros (sic). (o antigo testamento foi escrito pela e para a parte interessada : os judeus)

Isto tem um perfume anti-semita, não tem ?  No entanto não escrevi nenhuma mentira.

NT. Os  catolicos puseram o "Antigo Testamento" de parte ha mais de 2000 anos e adotaram o "Novo Testamento" e a sua mensagem de igualdade diante de Deus, de humanidade, de caridade e de perdão.  Exit pois a "lei de Talião" e as teorias de racismos  ou de "povos eleitos". :)

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 24, 2020, 05:44:05 pm
Ser crítico de certos grupos de judeus não é ser "anti-semita". E, há de facto certos grupos de judeus, com influência política, para os quais a preservação das culturas europeias não é uma preocupação: https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13296.msg318819#msg318819

Quanto ao resto,

Há, também de facto, uma política (não explícita) da União Europeia, em curso, que visa substituir a população nativa por populações de países islâmicos (há quem lhe chame a "Arabização da Europa") - a qual chega ao ponto ridículo de fazê-lo fisicamente, ao desalojar pessoas de suas casas, para dar lugar a imigrantes: https://www.google.pt/search?q=evicted+migrants+site%3Aprisonplanet.com

Pois, as populações islâmicas são geralmente populações que estão habituadas a (1) ser pobres, a (2) serem abusadas pelas classes dominantes e (3) produzem culturas quase incapazes de um sério desenvolvimento cultural, científico etc - e (quando não usam a "batota" do petróleo) consequentemente económico. E, todas estas três características favorecem objectivos ocultos das elites europeias.

Mais do que isto, por serem estas populações oriundas de países economicamente atrasados, a maioria dos seus constituintes não tem qualificações - e, por isso, obviamente que não encontra trabalho na Europa e constitui um imenso rombo para os orçamentos dos vários Estados Sociais europeus, para os quais estas ou os seus antepassados não contribuíram (https://www.prisonplanet.com/german-government-admits-just-2-8-of-1-2m-migrants-have-gotten-jobs.html + https://www.prisonplanet.com/in-sweden-just-one-in-sixteen-new-migrants-have-a-job-that-isnt-being-subsidised-by-taxpayers.html).

Também, ao incentivar-se que as pessoas de países em guerra fujam para a Europa, estão com isto as elites europeias a eliminar uma grande parte da resistência que poderia haver aos grupos armados, criados pelo Ocidente, que visam controlar os recursos naturais de tais países. (Recursos esses, que irão ser usufruídos por tais elites - e não pela população europeia em geral, nativa ou não, que é cada vez mais pobre).

Veja-se o exemplo da Síria e do Iraque - onde há até quem, entre o sector da população que é politicamente mais consciente, se aperceba de parte disto:

Citar
"...the women are conscious of a 'white' or bloodless genocide, as EU governments — especially Germany — try to lure Yazidi women abroad, uprooting them from their sacred homes and instrumentalizing them for their own agendas."

--- https://roarmag.org/essays/yazidi-women-genocide-resistance/

(E isto, já para não falar dos ataques terroristas que irão certamente haver (mais) por se estar a acolher populações de religião islâmica: http://www.prisonplanet.com/study-one-third-of-young-muslims-in-france-think-terrorism-is-acceptable.html)

E, sobre os ditos "refugiados",

Refugiados a sério, são os que a geração dos meus pais conheceu pessoalmente - e que foram, e muito bem, acolhidos ou empregados por várias famílias em Portugal - que fugiram de uma invasão nazi à qual não tinham hipóteses de oferecer resistência - o que não é o caso de na Síria e em muitos outros países, que nunca foram totalmente conquistados pelos terroristas em causa.

Isto é, grande parte desta gente não quer é lutar pelo seu País (e vem antes atrás de dinheiro). E, isto vê-se na composição dos ditos refugiados, onde muitos são homens em idade de poderem combater. (Onde é que está o Patriotismo desta gente? É este tipo de gente, sem valores, que queremos acolher?)

Querem ajudar estes ditos "refugiados"? Então dêem-lhes uma Kalashnikov e desejem-lhes Boa Sorte.

(E, se vier um político mentir e dizer-vos que está muito preocupado com o bem-estar deles, então digam-lhe que é livre de se voluntariar para o cenário de guerra em causa, tal como fizeram muitos portugueses durante a Guerra Civil Espanhola.)

Vejam o que acabou por fazer o pai do miúdo afogado no Mediterrâneo, que a imprensa controlada europeia usou imenso como propaganda:


Aylan Kurdi's Father: 'I Will Stay and Fight for Kobane' (https://www.newsweek.com/aylan-kurdis-father-i-will-stay-fight-kobane-332653)


(Ou, em alternativa, continuem a praticar a vossa dita "Tolerância" (https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=3698.msg324626#msg324626) - e depois admirem-se de que haja até quem goze convosco, pelo que fazem ou deixam fazer: https://voiceofeurope.com/2018/11/migrant-joke-about-working-germans-and-migrant-benefits-goes-viral/)

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Fevereiro 24, 2020, 06:52:06 pm
Eu sou muito tolerante em tudo e sendo assim, sou contra os intolerantes. Não sou absolutamente nada racista .Isto não é conversa fiada, é a minha pratica de todos os dias. A minha filha é mestiça e existe uma aldeia em Africa onde uma boa parte do pessoal de uma certa franja étaria me chama "pai" e outros "avô" , coisa que nunca pude verificar apesar de alguns realmente se parecerem comigo  :mrgreen:     

A intolerancia vem de certas religiões ou ideologias que pregam a sua superioridade racial, religiosa ou ideologica. Esta intolerancia ocorre entre muitos muçulmanos que ridiculamente, querem impôr a Charia na Europa porque o Islão é regido por principios superiores aos nossos.  Ocorre tambem entre os seguidores do judaismo ; sejam eles de origem Khazar, Falacha ou Semita, porque, segundo o livro sagrado que eles proprios escreveram, estão destinados pela potência Divina a governar e a dominar os  Goïm (não-judeus).
Esta gente é intolerante e não lhe devemos reconhecimento nenhum mesmo se um dos seus longinquos antepassados emprestou os seus serviços à causa da expansão nacional. Certamente que o fez, como todos, a troco de ouro : judeus ou muçulmanos foram pagos, Portugal não lhes deve nada ! O BlackFerdy diz num topico que o nosso declinio começou com a expulsão dos judeus...estes foram corridos com Dom Manuel, principios de 1500. O nosso declinio começou quase um século depois , certo ?

A nossa fraqueza vem do facto de estarmos subvertidos por ideais muito bonitos mas que fazem de nós fracos. Essa ideologia é-nos incutida ao longo de todo o dia pelos Media que obedecem a uma linha de conduta traçada pelos seus propriétarios frequentemente pro-sionistas ou , no caso da França, onde a maioria dos media são propriedade de sionistas descarados.
Esta avalanche de imigrantes, não sei se foi planeada por um qualquer Poder Oculto , mas é real, é agressiva, é intrusiva, é destabilizadora. Nao tenho soluções, so constato.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 24, 2020, 08:22:32 pm
Sobre o que diz dos judeus,

Eu não fazia ideia de que "segundo o livro sagrado que eles próprios escreveram, estão destinados pela potência Divina a governar e a dominar os Goïm (não judeus)".

E, realmente, isso encaixa muito bem com o pouco que eu sei dos tais grupos específicos de judeus, com influência política, que menciono em tal colocação noutro tópico.

Terei então de me informar sobre isso (tal como fez o activista britânico - cuja participação num debate/entrevista eu acima chamo a atenção para - que, ao ler o Corão, percebeu porque razão os muçulmanos com os quais andou na escola se recusavam a socializar com os não muçulmanos).

Quanto ao que eu digo sobre o declínio do Império Português,

Eu não sou nenhum historiador (a História nunca foi a minha área favorita) nem tenho tempo para pesquisar (a sério) sobre tudo o de que falo. E, como tal, há coisas em que tenho de me limitar a acreditar no que dizem os aparentes entendidos.

Suponho que, tal como noutras situações, possivelmente o declínio se tenha iniciado de facto logo, mas só se tenha começado a notar um bom tempo depois(?)... (Talvez, por perda de capacidade de inovação, que depois se revelou importante, quando surgiram outras potências?) (E, também pela perda do financiamento judeu, que é mencionada na notícia que me serve de fonte?)

Mas, sim... Não me surpreenderia se tal não fosse verdade - e, se tal declínio tivesse ocorrido apenas porque surgiram outras potências rivais (e estejam agora grupos de judeus a querer sobrevalorizar o seu papel).
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 24, 2020, 09:50:25 pm
E, já agora, sobre tolerâncias e afins,

É apenas sobre o aspecto cultural (ou de mentalidades) - e não sobre raça - que, usualmente, as pessoas estão a falar, quando criticam este ou aquele grupo de indivíduos.

E, o termo "xenofobia" é um termo ridículo, certamente criado pelo poder estabelecido, para ridicularizar e ultimamente demonizar quem seja crítico desta clara intenção de alterar as populações europeias. Pois, o querer preservar a sua cultura única (ou os valores culturais do seu País) - não deixando, para isso, que o fenómeno da imigração seja algo de exagerado - é algo de perfeitamente legítimo.

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: BlackFerdyPT em Fevereiro 28, 2020, 05:27:47 pm

Erdogan 'Opens The Gates' And Begins Flooding EU With Migrants
After Syrian Army Airstrike Kills 33 Turks
(https://www.informationliberation.com/?id=61247)

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Março 02, 2020, 09:23:01 pm
A Turquia fez a escolha de invadir a Siria e acha que não é elegante serem rechaçados plas forças sirias como se o geverno sirio não tivesse o direito e até a obrigação de defender o seu territorio na sua integralidade.

A Turquia, mesmo com todos os equipamentos high-tech e a massa impressionante das suas unidades mecanizadas assim como dos seus importantes meios aéreos, a unica coisa que esta a conseguir é  provocar mais uma crise humanitaria.

A Turquia não tem arcaboiço para levar a bem os seus objectivos e reclama o opoio da OTAN e da UE.

A Turquia faz chantagem com a UE :  "ou nos ajudam ou levam com milhões de refugiados".

Eu penso que a Turquia deve saltar da OTAN e que deve ser declarada nação agressora ,  claramente condenada pela ONU e pelas potências civilizadas, com todas as consequências que isso implica.

A Grécia e a Bugaria devem usar de todos os meios necessarios para impedir a violação das suas fronteiras e nesta missão devem ser assistidos sem condições pela UE.

Eu sei que é uma coisa terrivel de se dizer mas acreditem que uma ação de brutalidade extrema por parte das forças gregas, bulgaras ou europeias, que provoque 100 vitimas pode impedir que haja no futuro 100 000 vitimas.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Viajante em Março 02, 2020, 09:48:16 pm
A UE já respondeu, mas apenas no plano económico/financeiro.

Hoje mesmo, a ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) colocou os Turcos e o capital Turco na lista negra, penalizando os intermediários financeiros e de seguros que negoceiem com os Turcos!

Mas nada de mais musculado!
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 07, 2020, 12:15:43 pm
Civis ajudam a proteger fronteira entre a Grécia e a Turquia


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: HSMW em Março 07, 2020, 01:56:52 pm

A Turquia não tem arcaboiço para levar a bem os seus objectivos e reclama o opoio da OTAN e da UE.

A Turquia faz chantagem com a UE :  "ou nos ajudam ou levam com milhões de refugiados".

Eu penso que a Turquia deve saltar da OTAN e que deve ser declarada nação agressora ,  claramente condenada pela ONU e pelas potências civilizadas, com todas as consequências que isso implica.


O problema não é a Turquia.
O problema é aquele chanfrado do Erdogan.
Ele é que tem de saltar fora.

Só de pensar que quase estiveram para entrar para a UE....
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Março 07, 2020, 03:38:53 pm
O Erdogan foi eleito democraticamente, o povo turco tem que assumir.  Legitimamente posso dizer a "Turquia".

Eu até tenho uma certa inveja e acho que Portugal merecia um lider carismatico do tipo Erdogan , Putine ou o outro maluco que grita alto e forte "América first".   São tipos que molham a camisa pelas suas Patrias. Tenho o mesmo respeito pelos clubes de futebol adversarios...mas com todo o respeito que tenho pelos turcos e pela Turquia : eles são uma equipa adversaria, eles jogam contra a nossa equipa.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 10, 2020, 12:10:10 pm
Fronteira entre a Turquia e a Grécia repleta de migrantes e de dúvidas


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: P44 em Março 10, 2020, 02:31:37 pm
Deixem esses gajos entrar todos e contribuam para a hecatombe
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Março 11, 2020, 10:19:08 pm
Ha alturas na vida de um homem em que é necessario tomar medidas dificeis. Não sei se temos na Europa, politicos capazes para esse tipo de medidas.
Os canhões de agua e as granadas de gás lacrimogêneo não chegam para travar a entrada de uma avalanche de centenas de milhar de refugiados que serão literalmente empurrados pelos miltares turcos que, para este efeito, estão neste momento a abrir entradas através das linhas gregas.

O contagio generalizado entre a multidão de clandestinos é um enorme risco.  Essa gente, espalhada no meio das comunidades europeias, infectados, sem dinheiro para se alimentar, completamente destabilizados e endurcidos pelas provas que tiveram que atravessar, vai provocar um desastre.

Parece que os turcos não deixam os refugiados regressar para territorio turco e que estes não terão outra solução senão investir a fronteira europeia. A policia grega e policias europeus que a apoiam, têm que usar as armas de fogo sem piedade.  A reação europeia tem que ser exemplar . Requiem pelos refugiados.
Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Março 18, 2020, 05:24:32 pm
Grécia diz ter evitado entrada ilegal de migrantes


Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: legionario em Março 18, 2020, 11:05:31 pm
Esse pessoal recebeu os 2000 euros que a UE  pagou a cada um para voltarem para a terra deles.  Voltaram à carga para receber a segunda prestação.  Andam os europeus a pagar impostos para subsidiar o regresso desses tipos ; é incrivel !
Eles recebem e telefonam aos amigos : hey , os otarios estão a distribuir dinheiro, venham todos !
Ja passamos a fase dos paninhos quentes, estamos na altura de aplicar o método pedagogico alternativo para os impedir de passar. Quem provocou esse problema que o resolva.  Eu sinceramente fico sensibilizado com o sofrimentos de vitimas inocentes e indefesas mas que inocência tem essa gente que carrega sobre a policia grega , apedrejando e incendiando ? 

Título: Re: Crise de refugiados e imigrantes na UE e em Portugal
Enviado por: Lusitano89 em Abril 29, 2020, 11:32:09 am
Refugiados ajudam portugueses durante a pandemia