ForumDefesa.com
Outras Temáticas de Defesa => Área Livre-Outras Temáticas de Defesa => Tópico iniciado por: FoxTroop em Novembro 28, 2010, 09:42:13 pm
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Com estas revelações, feitas pela WikiLeaks, mostrando a opacidade e dualidade quase esquizofrénica do que à primeira vista parece um estado sem rumo e cleptado por interesses a roçar o mesquinho. Gostaria de saber os que os caros foristas pensam sobre isto e quais as reais consequências deste "furo".
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Existem 723 referencias sobre Portugal. Dessas uma referencias está catalogada como Ponta Delgada e as restantes 722 como Portugal. Ainda não há acesso ao conteudo dessas referencias.
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Existem 723 referencias sobre Portugal. Dessas uma referencias está catalogada como Ponta Delgada e as restantes 722 como Portugal. Ainda não há acesso ao conteudo dessas referencias.
Agora fiquei curioso
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Existem 723 referencias sobre Portugal. Dessas uma referencias está catalogada como Ponta Delgada e as restantes 722 como Portugal. Ainda não há acesso ao conteudo dessas referencias.
Agora fiquei curioso 
Infelizmente os relatórios estão a sair muito devagar. Os servidores estão sobre ataque. Vai demorar ainda.
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Também estou curioso em saber sobre o que dizem os cables sobre Portugal.
Como é óbvio os jornais vão lançar as coisas devagar para irem tendo lucro e ao mesmo tempo para que o escândalo não se evapore rapidamente.
Já é no entanto possível de consultar nos jornais do costume os cables sobre outros países.
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Agora é que se vai saber os podres do salvador da pátria...
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http://cablegate.wikileaks.org/
http://cablegate.wikileaks.org/articles/2010/Cablegate-Telegramas-das.html
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Wikileaks: Entre documentos divulgados, 722 telegramas são da embaixada dos EUA em Lisboa
2010-11-29 16:25:29
Lisboa – Portugal não escapa a envolvimento na maior fuga de informações da história. Nos documentos tornados públicos pela Wikileaks constam 722 telegramas que tiveram por origem ou destino a embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, dos quais 292 documentos confidenciais e 15 secretos.
Do lote de 250 mil documentos do Departamento de Estado norte-americano distribuídos pelo «site» Wikileaks a vários jornais constam 722 telegramas que têm como origem ou destino a embaixada dos Estados Unidos em Lisboa.
De acordo com a edição online do PÚBLICO, dos telegramas, 415 são de informação não classificada, 292 são documentos confidenciais e 15 são classificados como «secretos». O primeiro documento data de 24 de Maio de 2006, tendo como temas genéricos «Fronteiras entre Estados, Territórios e Soberania», «Relações Políticas Externas», «Questões de Política Interna», «Portugal» e «OSCE». Já o último é de 25 de Fevereiro deste ano, com referência a «Terroristas e Terrorismo», «Comunicações e Sistemas de Correios», «Condições Económicas» e «Relações Políticas Externas».
Juilan Assange, líder da Wikileaks, garante que a documentação abrange «todos os grandes assuntos» e revelou através do Twitter e do facebook, que o site foi alvo de piratas informáticos.
Entretanto os Estados Unidos pediram à Wikileaks para suspender a publicação, argumentando que «incontáveis vidas ficarão em risco, operações contra-terroristas serão postas em causa e as relações dos EUA com os seus aliados irão correr perigo». Também Londres teme reacções adversas nos países muçulmanos contra o Reino Unido.
(c) PNN Portuguese News Network
in: http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=24353 (http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=24353)
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EUA pressionaram Justiça da Espanha para arquivar três processos, aponta WikiLeaks
Os serviços diplomáticos americanos exerceram forte pressão sobre o governo e as autoridades judiciais espanholas para obter o arquivamento de três processos abertos no país contra os Estados Unidos ou militares americanos, informou nesta terça-feira o jornal "El País".
De acordo com documentos diplomáticos confidenciais divulgados pelo site WikiLeaks, "a embaixada dos EUA em Madri mobilizou importantes recursos nos últimos anos para frear ou boicotar as causas judiciais abertas na Espanha contra políticos e militares americanos", indicou o "El País".
A primeira das causas se refere à morte do cinegrafista José Couso, em Bagdá, provocada por disparos do exército americano em 2003, durante a invasão do Iraque.
A Justiça espanhola reabriu o caso recentemente, e emitiu três ordens de prisão contra militares americanos.
Outra das causas é a investigação aberta pelo juiz Baltasar Garzón (suspenso de suas funções em maio) após um processo por tortura na prisão de Guantánamo de um taleban de nacionalidade espanhola, Hamed Abderraman Ahmed.
O terceiro processo refere-se às escalas feitas na Espanha por voos secretos americanos usados para transportar prisioneiros para Guantánamo.
Por este caso, a promotoria espanhola pediu em maio a prisão de 13 dirigentes da CIA.
O "El País" destacou que o ex-embaixador Eduardo Aguirre, que permaneceu no cargo durante a administração Bush, "coordenou pessoalmente muitas das pressões exercidas sobre o governo espanhol e as autoridades judiciais espanholas" para que estes casos fossem arquivados.
ENTENDA
Ainda em julho deste ano o juiz espanhol Santiago Pedraz ordenou a busca e captura dos três militares americanos suspeitos de envolvimento na morte de José Couso, morto em 8 de abril de 2003, em um polêmico e notório ataque do Exército americano ao Hotel Palestina, lotado de jornalistas estrangeiros, em Bagdá, no Iraque.
Pedraz pediu ainda autorização ao Conselho Geral do Poder Judiciário para viajar ao Iraque entre outubro e novembro deste ano para a inspeção do local onde ocorreram os fatos, informaram fontes judiciárias.
Na época, o Pentágono alegou que as tropas viram foguetes sendo lançados da sacada do hotel, e por isso decidiram abrir fogo contra o prédio, que abrigava repórteres de vários países trabalhando para os principais meios de comunicação internacionais. As justificativas foram rechaçadas pelos jornalistas.
A ação das tropas americanas matou também o repórter Taras Protsyuk, da agência de notícias Reuters.
Três militares --o sargento Shawn Gibson, o capitão Philip Wolford e o tenente-coronel Philip DeCamp-- foram os responsáveis pelo ataque, lançado de um tanque de guerra posicionado próximo ao hotel.
Investigações dos EUA na época apontaram que os soldados agiram corretamente e o então secretário de Estado Colin Powell reafirmou que a ação era justificada, encerrando qualquer possibilidade de inquérito ou compensação às famílias das vítimas.
No início de julho deste ano, contudo, a Corte Suprema espanhola ordenou à Audiência Nacional que reabrisse a investigação sobre a morte do repórter, ao considerar que os responsáveis pela estratégia bélica, de bombardeio sobre pessoas e bens protegidos em conflito armado, devem ser responsabilizados criminalmente.
folhaonline
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ff.i.uol.com.br%2Ffolha%2Fpoder%2Fimages%2F10333109.gif&hash=b4e4ab482422d2e3d082784147ece0f6)
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Iranian spies 'used Red Crescent to enter war zones'
US embassy cables reveal claims that intelligence agents and weapons were smuggled into Lebanon and Iraq
Iran abused the strict neutrality of the Iranian Red Crescent (IRC) society to smuggle intelligence agents and weapons into other countries, including Lebanon during the 2006 war with Israel, according to claims in a leaked US embassy cable.
The society, which is supposed to be independent of government, is alleged to have provided cover for members of the Iranian Revolutionary Guard (IRG), the most powerful military force in Iran, to infiltrate a number of countries, including Iraq and Lebanon, according to a well-placed Iranian source who spoke to US diplomats.
The Iranian Red Crescent has strongly denied the allegations.
The claim of involvement by Iran will infuriate Israel, which has long claimed the Palestinian Red Crescent has helped to move Palestinian fighters around. Israel views Iran as a much more serious threat than the Palestinians.
Disclosure of the allegations comes amid a standoff between western powers and Iran over its nuclear programme. Tehran denies western allegations that it is trying to build a nuclear weapon.
Iranian influence has spread since the US-led invasions of Afghanistan and Iraq removed two enemies, Saddam Hussein and the Taliban.
The Iranian source, who had knowledge of the Red Crescent's overseas operations, said the Iranian intelligence service breached the society's rules of neutrality to send members into Lebanon to support the Shia militia force, Hezbollah militia during the Israel-Lebanon war. Among those allegedly sent in were members of the IRG's elite al-Quds force, a covert group of intelligence officers and special forces chosen to export the Iranian revolution.
The source said: "The only true Iranian Red Crescent officers dispatched to Lebanon were the doctors and drivers. Shipments of medical supplies served also to facilitate weapons shipments."
The source said IRC staff in Iran had seen missiles on a plane destined for Lebanon while delivering medical supplies to the airport. The plane was already half full of weapons before the medical supplies arrived. American diplomats regard the source as credible.
The cables say the IRC management was infused with hardliners after the election of Mahmoud Ahmadinejad in 2005, and that purged former staffers "now considered the IRC an agent of the IRG".
The IRC is one of 186 groups in the International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies, whose pledge of neutrality allows it access to war zones and prisons usually denied to others.
An IRC spokesman said: "The IRCS wishes to strongly deny all the allegations. All IRCS national and international partners are fully aware and confident about the pure humanitarian nature and objectives of IRCS activities."
Iran is one of the main supporters of Hezbollah, which inflicted a rare defeat on Israel after it invaded southern Lebanon in 2006. As well as providing personnel and weapons, the source claimed that an IRC-run hospital in southern Lebanon was transferred to Hezbollah.
He said Iran used the IRC to enter Iraq during the 1980-86 war between the two countries, to get into the Balkans in the 1990s and to support Shia opposition in Bahrain and Yemen from 1997-2000. According to the cable, he said he was asked to sign certificates for two or three al-Quds officers to travel to Iraq under cover of the IRC after the US invasion. He was then asked to sign between 10 and 30 certificates. He said he refused and they were signed by a superior.
The source went to Iraq after the invasion, with another IRC employee who maintained ties with the al-Quds force, an Iranian-trained Iraqi militia force and the Shia militia group of Moqtada al-Sadr.
The source met lots of purported members of the IRC working in Iraq and knew none of them. He assumed their certificates had been signed by someone else.
http://www.guardian.co.uk/world/2010/nov/28/iranian-spies-red-crescent-war
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Agora é que se vai saber os podres do salvador da pátria...
Também gostavas que todo o mundo soubesse dos teus podres ??? :roll:
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Terrorismo e economia dominam telegramas de Lisboa
por RUI PEDRO ANTUNES, PATRÍCIA JESUSHoje
Embaixador dos Estados Unidos na NATO avisou Portugal na passada quinta-feira sobre divulgação de 722 documentos confidenciais na WikiLeaks. Destes, 61 ligam País à ameaça terrorista global
O terrorismo é um dos assuntos mais referidos nos 722 telegramas relativos a Portugal, que foram revelados no domingo à noite pela WikiLeaks. Embora o seu conteúdo não seja ainda conhecido, o DN apurou que 61 dos documentos com origem na Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, entre 2006 e 2010, têm como tema Portugal e a ameaça terrorista global.
A última destas mensagens é de Fevereiro deste ano e - além das referências a Portugal e ao terrorismo - estão também relacionadas com "operações militares" (que poderão ser as do Afeganistão ou Iraque) e "controlo de armas e desarmamento".
Outra das temáticas mais sublinhada nos documentos sobre Portugal é, sem surpresas, as "condições económicas", assunto referido em 114 das mensagens.
Os documentos sobre Portugal que também estão em poder de jornais como o El País, Le Monde, The Guardian ou New York Times e têm a assinatura de três embaixadores: os republicanos Alfred Hoffman e Thomas Stephenson e o democrata Allan Katz. São quase todos confidenciais e versam sobre vários assuntos internacionais como o Afeganistão, NATO, Kosovo, Guantánamo e voos da CIA, e nacionais (258 referências) como eleições legislativas e Governo .
Os dois únicos documentos relativos a Portugal conhecidos na íntegra não saíram de Lisboa, mas sim de Bruxelas e Tripoli. O primeiro revela as dúvidas da diplomacia portuguesa relativamente às sanções ao Irão. Lisboa demonstrou preocupação num briefing com um assistente do secretário do Tesouro do EUA sobre o impacto destas medidas no sentimento antiocidental dos iranianos. O segundo analisa as "excentricidades" de Kadhafi e recorda uma escala feita em Portugal pelo líder líbio, em Setembro de 2009.
O embaixador norte-americano na NATO avisou na semana passada os representantes dos Estados membros da Aliança Atlântica, entre os quais Portugal, que a organização WikiLeaks iria divulgar uma série de documentos oficiais que poderiam comprometer as relações entre os EUA e seus aliados.
A revelação de Ivo H. Daalder fez tremer de imediato as chancelarias europeias porque os mais de 250 mil telegramas filtrados são secretos ou confidenciais e têm origem nas missões diplomáticas que os EUA têm no mundo. Significa isto que muitas das conversas que os diplomatas americanos tiveram em Lisboa com os seus colegas, políticos, empresários e analistas podem estar em breve estampadas num título de jornal ou no site de Julian Assange.
Os diplomatas americanos em Lisboa têm estado em contacto permanente com a Presidência da República e com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas, tal como está a suceder nas restantes capitais mundiais, não podem adiantar nenhuma informação sobre aquilo que o WikiLeaks ainda vai divulgar nos próximos dias ou meses, nem revelar as cópias dos telegramas que têm nos arquivos das suas embaixadas.
in: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior ... Am%E9ricas (http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1723621&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas)
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Banca e grandes empresas vão ser os próximos alvos
Julian Assange afirmou à revista Forbes que a revelação de documentos secretos está apenas a começar. O seu próximo alvo será o sector financeiro.
Numa entrevista dada à revista Forbes, Julian Assange assegura que no início do próximo ano, um dos maiores bancos norte-americanos ficará literalmente "virado do avesso". Milhares de documentos internos e comprometedores dessa instituição bancária serão divulgados no WikiLeaks.
Julian Assange não revela o nome do banco em questão, mas assegura que ficará exposto ao público o corporativismo de todo um sector e as suas práticas contrárias à ética. Sem querer dar detalhes à Forbes acerca das próximas revelações do WikiLeaks, Assange afirma que "poderemos chamar-lhes o ecosistema da corrupção": Uma imagem de como se pode fazer vista grossa a práticas menos éticas, quais as prioridades dos executivos dos grandes bancos e como eles conseguem manobrar as coisas em seu próprio interesse".
Depois de ter revelado ao mundo alguns dos grandes segredos militares e políticos dos Estados Unidos da América, segundo revela a revista Forbes, Julian Assange vira-se agora para os escândalos e segredos económicos. Irá Assange publicar documentos comprometedores para a indústria farmacêutica? Pergunta a Forbes. Assange responde que "sim". Sobre a alta finança? "sim, e muito mais do que um simples escândalo bancário". Sobre o sector energético? "Muito".
in: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior ... %25E9ricas (http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1724088&seccao=EUA%2520e%2520Am%25E9ricas)
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Interpol emite mandado captura em nome de Assange
A Interpol anunciou, na terça-feira à noite, ter emitido um mandado internacional de captura em nome do fundador do sítio Wikileaks, Julian Assange, procurado pela Suécia no quadro de um inquérito de um caso de «violação e agressão sexual».
O pedido de detenção para efeitos de extradição, feito pela Suécia, foi recebido em 20 de novembro pela organização policial internacional, sediada na cidade francesa de Lyon.
Julian Assange tinha justamente na terça-feira contactado o Supremo Tribunal da Suécia para contestar o mandado de detenção lançado em seu nome pela justiça sueca neste caso da alegada violação.
Lusa
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Interpol emite mandado captura em nome de Assange
A Interpol anunciou, na terça-feira à noite, ter emitido um mandado internacional de captura em nome do fundador do sítio Wikileaks, Julian Assange, procurado pela Suécia no quadro de um inquérito de um caso de «violação e agressão sexual».
O pedido de detenção para efeitos de extradição, feito pela Suécia, foi recebido em 20 de novembro pela organização policial internacional, sediada na cidade francesa de Lyon.
Julian Assange tinha justamente na terça-feira contactado o Supremo Tribunal da Suécia para contestar o mandado de detenção lançado em seu nome pela justiça sueca neste caso da alegada violação.
Lusa
A canalha tem de tentar tudo para calar o mensageiro, os podres têm obviamente de ser abafados... :twisted:
Telegrama da embaixada dos EUA em Lisboa admite pedido a Portugal para passagem de voos da CIA - Wikileaks
De António Sampaio (LUSA) – Há 2 horas
Madrid, 01 dez (Lusa) -- Um telegrama da embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, revelado hoje pelo 'site' Wikileaks, admite que o Governo norte-americano pediu a Portugal que voos da CIA com suspeitos de terrorismo passassem por território nacional.
Esse pedido viu-se "complicado" pela pressão da oposição e do Parlamento Europeu sobre o Governo português, lê-se no telegrama, que recorda a ameaça do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, se demitir se as suspeitas relacionadas com a passagem de voos ilegais da CIA por Portugal viessem a ser provadas.
"Apesar da investigação do Governo ter refutado estas alegações, a saga continua devido à pressão continuada da oposição e do Parlamento Europeu. Esta pressão complica o pedido dos Estados Unidos para repatriar detidos de Guantanamo através de Portugal", lê-se no telegrama.
© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
http://www.google.com/hostednews/epa/ar ... d=11836125 (http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5j_XpSSAA1388wMWE1Ue40GP7Rv3g?docId=11836125)
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Agora é que se vai saber os podres do salvador da pátria...
Também gostavas que todo o mundo soubesse dos teus podres ??? :roll:
Lusitano, a questão é que este tipo de coisas não se devia saber, é que vai produzir uma enorme desconfiância de qualquer politico em falar com a diplomacia dos EUA. De qualquer maneira o principal afectado não será o Obama ou os EUA, mas sim muitos e muitos politicos um pouco por todo o mundo. Por exemplo no Brasil já começaram a cair sobre o actual MDN porque ele falou mal de um outro ministro a um representante do governo Norte-Americano.
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Agora é que se vai saber os podres do salvador da pátria...
Também gostavas que todo o mundo soubesse dos teus podres ??? :roll:
Lusitano, a questão é que este tipo de coisas não se devia saber, é que vai produzir uma enorme desconfiância de qualquer politico em falar com a diplomacia dos EUA. De qualquer maneira o principal afectado não será o Obama ou os EUA, mas sim muitos e muitos politicos um pouco por todo o mundo. Por exemplo no Brasil já começaram a cair sobre o actual MDN porque ele falou mal de um outro ministro a um representante do governo Norte-Americano.
E na Eslovénia o Presidente (ou PM? já nã sei) que se ofereceu para receber Guatanameros e dar contratos a empresas Americanas em troca de... um encontro pessoal com o Obama.
De qualquer forma, e mesmo reconhecendo que estas leaks são pouco mais que coscuvilhice (até agora pelo menos), prefiro que o poder da Internet e da Informática sirva para os Governos terem medo dos cidadãos do que the other way around. Tanto que, aliás, os Governos também as usam para ter um controlo sobre cidadãos como nunca antes se tinha visto.
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Já há pessoas que dizem que isto foi trabalho interno da CIA para descredebilizar muita gente e ao mesmo tempo unir os governos dos principais países contra o WikiLeaks.
Verdade seja dita, que informação realmente compremetedora saiu desta fuga para o actual governo Norte-Americano?
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O Sr. Cabeça acertou na mouche.. não acaham estranho tantos documentos ao mesmo tempo, nesta altura?.. :mrgreen:
E as informaçãoes sobre os estados do golfo com receio do Irão e aprocurar armamento aos EUA?..
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O Sr. Cabeça acertou na mouche.. não acaham estranho tantos documentos ao mesmo tempo, nesta altura?.. :mrgreen:
E as informaçãoes sobre os estados do golfo com receio do Irão e aprocurar armamento aos EUA?..
Exatamente Duarte
A Guerra psicologica total
Como obrigar, os melhores aliados do meu inimigo a serem os meus alliados!!!
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WikiLeaks: onde pára o servidor dos 250 mil documentos secretos?
A organização informou esta manhã que se transferiu para a Suíça
O WikiLeaks já terá encontrado um servidor para se refugiar. Depois de ter sido expulso na passada quarta-feira do servidor norte-americano Amazon, os documentos secretos e confidenciais do mundo diplomático foram alojados num servidor francês OVH, mas agora será a Suíça quem lhe dará guarida.
Segundo informação colocada no Twitter da WikiLeaks, será este o novo endereço onde passarão a ser divulgados milhares de telegramas entre embaixadas norte-americanas e Washington, naquele que é já apelidado por cablegate - uma alusão ao caso Watergate que fez cair o presidente Nixon, em 1974.
A passagem provisória pela França, segundo refere a agência AFP, aconteceu apenas com parte dos conteúdos do WikiLeaks, pois o restante estaria alojado na Suécia.
O site WikiLeaks iniciou a divulgação de 250 mil documentos trocados por diplomatas americanos no passado domingo. A documentação - alguma secreta, outra confidencial - tem causado incómodo em vários países, incluindo Portugal
http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/wikileaks-servidor-julian-assange-suica-amazon-tvi24/1214851-4069.html
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"Telegrama: «Ministro dos Negócios Estrangeiros português disponível para se demitir se as alegações dos voos da CIA provarem ser verdade»."
http://multimedia.iol.pt/backoffice/oratvi/multimedia/doc/id/13356557//9
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Voos da CIA: PGR não dá relevância a documento do WikiLeaks
Procuradoria só admite reabrir inquérito se surgirem «factos novos, credíveis e relevantes»
O inquérito ao caso dos «voos da CIA», que alegadamente passaram por Portugal, só poderá ser reaberto se surgirem «factos novos, credíveis e relevantes» que indiciem ilícitos criminais, «o que ainda não aconteceu», revelou a Procuradoria-Geral da República (PGR).
«A PGR admite reabrir o inquérito conhecido por caso dos voos da CIA se surgirem factos (e não opiniões) novos, credíveis e relevantes, que possam indiciar ilícitos criminais, o que até agora não aconteceu», lê-se numa nota da PGR enviada à agência Lusa.
A PGR lembra ainda que a investigação anteriormente realizada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) não apurou «qualquer indício de crime», sublinhando que o Ministério Público «não investiga factos políticos nem pode ser utilizado para resolver questões político-partidárias».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/wikileaks-voos-cia-pgr-tvi24/1215097-4071.html
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WikiLeaks ‘Gate’ – Como o Gripen foi preterido na Noruega
A Suécia foi enganada, tanto pelos Estados Unidos como pela Noruega, sobre o real interesse em assinar um contrato de vários bilhões de coroas para que a nação vizinha comprasse o avião de caça sueco JAS Gripen.
Citando fontes diplomáticas dos EUA recentemente revelados pelo site WikiLeaks, os relatórios divulgados pelo jornal Aftonbladet, que o suposto interesse da Noruega no Gripen foi apenas um “show”.
A Noruega, recentemente, finalmente decidiu comprar os aviões de combate fabricados nos EUA, o Joint Strike Fighter / F-35 em um negócio supostamente no valor de 55 bilhões de coroas (7,9 bilhões dólares). Na época, a escolha norueguesa em prol do vetor norte americano ante o avião da SAAB, irritou profundamente um dos seus (hoje) ex maiores executivos.
“Estamos realmente surpresos sobre como isto foi tratado, o fato acontecido ontem e sobre a justificativa apresentada” , teria dito Jan Nygren, que serviu como vice-CEO da SAAB até dois anos antes da decisão , segundo a agência de notícias TT, à época.
“E, além disto, estamos apenas um pouco surpresos, para dizer o mínimo, que eles tão descaradamente tenham optado por criticar o Gripen, apesar do fato de que todos os envolvidos sabem que o Gripen é o melhor e mais capacitado vetor para as demandas funcionais estabelecidas na documentação fornecida no pedido de proposta (RFI)”.
De acordo com o jornal Aftonbladet, os Estados Unidos jogaram uma “chave inglesa” nos trabalhos de negociação do avião sueco no programa norueguês ao negar, ou postergar, a decisão de venda de um radar de sua fabricação. Em reunião ocorrida em 2008 entre o ministro da pasta da Defesa da Suécia, Sten Tolgfors e o embaixador americano na época, Michael Wood, Tolgfors pediu permissão para a compra de um sistema de radar AESA (Active Electronically Scanned Array) e sua incorporação aos sistemas de defesa do caça sueco.
Mas documentos divulgados agora pelo WikiLeaks, descrevem como os norte americanos trabalharam para negar o pedido feito pelos suecos.
“Nós sugerimos adiar a decisão de autorização de venda do radar AESA até depois da decisão da Noruega”, segundo documentos diplomáticos divulgados pelo jornal Aftonbladet. O jornal escreve que a embaixada dos EUA em Oslo também solicitou a “ajuda” de Washington para que se fizesse alto nível de pressão política sobre a Noruega de modo à neutralizar a seqüência de informações negativas sobre o F-35 na imprensa norueguesa.
Após estes fatos, as perspectivas para o caça norte americano se “iluminaram”; políticos noruegueses deram sinais de confiança de que o plano americano para vencer a concorrência norueguesa daria certo. Mas os americanos tiveram o cuidado de não exigir que a compra da aeronave fosse divulgada antes, por acordo, da Noruega anunciar a sua “decisão”.
“Devemos continuar a agir como um concorrente honrado e elegante” citava um documento da embaixada americana em Oslo.
O ministro da Defesa sueco, Sten Tolgfors, se recusou a comentar os detalhes dos documentos que vazaram, dizendo que ele não tinha planos para manter contato com o governo norueguês e saber exatamente o que aconteceu com o negócio de compra dos novos caças.
“Eu não vou fazer isto pela simples razão de que quando a decisão veio à público (sobre a escolha norueguesa em prol do F-35) tínhamos amplos contatos com o governo da Noruega, bem como com os especialistas, porque precisávamos compreender a avaliação que a Noruega tinha feito. Foi importante porque nós próprios possuímos o avião e continuaremos acreditando e investindo no mesmo por muitos anos ainda”, disse Tolgfors ao The Local (TT).
Já Hakan Juholt, presidente da comissão de defesa do Riksdag (parlamento) e ex-presidente da comissão de defesa da Suécia, acredita que o governo tenha sido ingênuo.
“Eu sempre tive a suspeita de que era algo diferente do preço e do desempenho que foram decisivos para este acordo” disse ele ao TT, acrescentando que era óbvio que as questões relativas a concorrência não eram “fair play”.
“O governo sueco tem sido ingênuo”, disse ele acrescentando que o ministro da Defesa sueco errou ao esperar que uma reunião com o embaixador americano para tentar a colaboração ou contar com o “carinho” norte americano, não deve ser a tática mais coerente em uma negociação.
Fonte: The Local / Aftonbladet
Tradução e adaptação: Poder Aéreo.
http://www.aereo.jor.br/ (http://www.aereo.jor.br/)
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Wikileaks apela aos internautas para criação de «sites-espelho»
Site explica estar a ser «vítima de grandes ataques» informáticos
O Wikileaks, especializado na divulgação de documentos secretos e vítima de ciber-ataques, apelou este domingo aos internautas para criarem "sites-espelho" nos quais o seu conteúdo ficaria acessível, para tornar «impossível» a sua supressão da Internet, escreve a Lusa.
O Wikileaks explica no seu site estar a ser «vítima de grandes ataques» informáticos.
«Para que seja impossível suprimir completamente o Wikileaks da Internet, precisamos da vossa ajuda. Se tiverem um servidor Unix que aloje um "site" da Internet e se quiserem ceder uma parte dos vossos recursos de alojamento à Wikileaks, podem ajudar-nos», adianta o site.
O Wikileaks explica depois o processo técnico a seguir, precisando que se encarregará de «actualizar» os sites quando divulgar novas informações.
«O Wikileaks contra-ataca. Quanto mais nos batem, mais fortes ficamos», comenta este domingo o Wikileaks, numa mensagem na rede social Twitter.
Há uma semana a divulgar documentos diplomáticos norte-americanos, o Wikileaks irritou vários países, com os Estados Unidos à cabeça.
O seu site é alvo há vários dias de ciber-ataques, que bloquearam por diversas vezes o acesso e o obrigaram a encontrar novos endereços na Internet.
http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/wikileaks-internet-site-espelho-internautas-site-tvi24/1215447-4069.html
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Provavelmente a CIA já recebeu ordens para mata-ló!
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É estranho falar-se tanto do wikileaks, é que à cerca de 1 ano eles encerraram porque alegadamente precisavam de 600000€ para manter a sua equipa e desde aí literalmente apagaram todo o conteúdo que tinham, e agora só apresentam mensagens da palhaçada politica.. Antes tinham milhares de documentos sobre corrupção..
Do meu ponto de vista, a wikileaks acabou. Talvez consigam fazer download do site antigo, só os documentos sobre como os bancos da Islândia foram à falência, dão para perceber como não existe informação para o publico, apenas divertimento politico.
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Provavelmente a CIA já recebeu ordens para mata-ló!
A ironia é que a CIA está provavelmente pelo contrário a tentar evitar a todo o custo um eventual assassinato de Assange. Qualquer outro estado incomodado pelas acções da Wikileaks poderia aproveitar a situação, sabendo que a culpa iria invarialvelmente recair sobre os serviços norte-americanos.
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A morte do Assange faria dele um martir, e a ultima coisa que querem é ter carradas de sites a distribuir informação confidencial.
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Julian Assange vai entregar-se à polícia britânica
Londres, 07 dez (Lusa) - O fundador do «site» Wikileaks Julian Assange deverá entregar-se hoje à polícia britânica, no âmbito de uma investigação da polícia sueca, anunciou o advogado.
Mark Stephens disse que Assange, que se encontra em local desconhecido no Reino Unido desde que o Wikileaks começou a divulgar centenas de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos na semana passada, se iria encontrar em breve com oficiais da Scotland Yard.
Assange, de 39 anos, é acusado de violação e agressão sexual num caso e de agressão sexual e coerção noutro, de acordo com a polícia sueca.
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Tudo pretextos para iniciar a censura global da Internet.
Depois só "Rebelos de Sousa".
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Tudo pretextos para iniciar a censura global da Internet.
Depois só "Rebelos de Sousa".
Já começou. Estes ataques cibernéticos a sites de empresas que censuraram e expulsaram o Wikileaks teve o condão de deixar a "instituição" na defensiva mas vem resposta. Estão a acontecer coisas no mundo a velocidades vertiginosas e não são com carros de combate, aviõezinhos modernos e fuzis com casa de banho incluida que se pára certas coisas. Mas o pessoal está preocupado é com ligas "ibéricas" e afins. Como dizia o outro: Estamos Sarkozidos, vem aí Merkel da grossa e o pessoal preocupado com os Zapatinhos. Obrahama nos acuda neste aperto Jintao lixado.........
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Esse é que é o problema, o pessoal continua a olhar o mundo com a prespectiva do século XX para trás e não do século XXI para a frente. O mundo está em profunda mudança, e só Deus é que sabe como é que isto ficará quando acalmar.
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Tudo pretextos para iniciar a censura global da Internet.
Depois só "Rebelos de Sousa".
Já começou. Estes ataques cibernéticos a sites de empresas que censuraram e expulsaram o Wikileaks teve o condão de deixar a "instituição" na defensiva mas vem resposta. Estão a acontecer coisas no mundo a velocidades vertiginosas e não são com carros de combate, aviõezinhos modernos e fuzis com casa de banho incluida que se pára certas coisas. Mas o pessoal está preocupado é com ligas "ibéricas" e afins. Como dizia o outro: Estamos Sarkozidos, vem aí Merkel da grossa e o pessoal preocupado com os Zapatinhos. Obrahama nos acuda neste aperto Jintao lixado.........
Então se calhar devia sair do forum, visto que não acha que Portugal deve ter forças armadas.(pelos vistos, isto é o forumdefesa, não é)
Puro esquerdismo bloquista. Se você tivessse melhor visão das coisas, veria que a candidatura e a Liga ibéricas são usadas para a propaganda iberista.
Falou um daqueles que vocês chamam de "nacionalista de Domingo".
Cumprimentos.
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Tudo pretextos para iniciar a censura global da Internet.
Depois só "Rebelos de Sousa".
Já começou. Estes ataques cibernéticos a sites de empresas que censuraram e expulsaram o Wikileaks teve o condão de deixar a "instituição" na defensiva mas vem resposta. Estão a acontecer coisas no mundo a velocidades vertiginosas e não são com carros de combate, aviõezinhos modernos e fuzis com casa de banho incluida que se pára certas coisas. Mas o pessoal está preocupado é com ligas "ibéricas" e afins. Como dizia o outro: Estamos Sarkozidos, vem aí Merkel da grossa e o pessoal preocupado com os Zapatinhos. Obrahama nos acuda neste aperto Jintao lixado.........
Então se calhar devia sair do forum, visto que não acha que Portugal deve ter forças armadas.(pelos vistos, isto é o forumdefesa, não é)
Puro esquerdismo bloquista. Se você tivessse melhor visão das coisas, veria que a candidatura e a Liga ibéricas são usadas para a propaganda iberista.
Falou um daqueles que vocês chamam de "nacionalista de Domingo".
Cumprimentos.
E é quase tudo assim, Fox...
Por isso é que agora digo que o que podemos fazer é individualmente estarmos vigilantes e com fé no Altíssimo, porque de resto estamos bem nicados.
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Luso é dificil à maior parte das pessoas tentarem ver o panorama geral, é que como o mundo está formatado as pessoas vêm o que lhes metem à frente e pouco mais. Nunca como agora foi tão fácil chegar à informação e nunca como agora as pessoas estiveram alienadas do que realmente importa.
O inimigo de sempre é mais fácil de identificar do que as novas (?) ameaças que espreitam para nos lixar a nós e aos nossos filhos. E isto mal agora começou...
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Luso é dificil à maior parte das pessoas tentarem ver o panorama geral, é que como o mundo está formatado as pessoas vêm o que lhes metem à frente e pouco mais. Nunca como agora foi tão fácil chegar à informação e nunca como agora as pessoas estiveram alienadas do que realmente importa.
O inimigo de sempre é mais fácil de identificar do que as novas (?) ameaças que espreitam para nos lixar a nós e aos nossos filhos. E isto mal agora começou...
Que são?
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Cromwell, eu nunca disse que não necessitavamos de FA's. O que eu digo é que tudo isso é inutil perante as coisas que realmente ameaçam o que resta da nossa independencia. Porque a Defesa começa na consciência e consciência nos seus diversos estratos. Isso implica com muitas coisas, custa tempo, esforço e não é de borla. Sem a percepção que apenas a Consciência nos pode dar, perde-se a Identidade e a noção do que é realmente necessário defender e proteger. Sem isso, o resto são brinquedos que só servem para ajudar a enterrar o que supostamente deveriam defender.
Quanto à sua outra questão sobre "quem são", existe neste forum o necessário para que comece a procurar por si. Eu digo por si, porque uma coisa é o que nos dizem, por mais verdadeiro que seja, outra coisa é o que descobrimos por nós. tem outro peso na maneira como formamos a Consciência.
Cabeça, tens razão quando afirmas que nunca houve tanto acesso á informação, mas descartar o que interessa do que não interessa perante a inundação de estimulos e informação que recebemos todos os dias, pede muito às pessoas. E tal saturação causa tolerancia e desinteresse. Isso, aliado ao facto de a Educação ter retirado os instrumentos aos alunos para que busquem as coisas por si e passar a debitar dogmas e "verdades absolutas e incontestaveis" é a receita para um "mundo matrix".
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Cabeça, tens razão quando afirmas que nunca houve tanto acesso á informação, mas descartar o que interessa do que não interessa perante a inundação de estimulos e informação que recebemos todos os dias, pede muito às pessoas. E tal saturação causa tolerancia e desinteresse. Isso, aliado ao facto de a Educação ter retirado os instrumentos aos alunos para que busquem as coisas por si e passar a debitar dogmas e "verdades absolutas e incontestaveis" é a receita para um "mundo matrix".
Eu próprio sinto alguma dificuldade em separar o trigo do joio.
Uma coisa é verdade, a forma como eu via o mundo mudou radicalmente nos últimos anos...radicalmente. As minhas noções de esquerda e direita, o que é uma democracia e uma ditadura, liberdade e opressão, os "bons" e os "maus", etc. O mundo tornou-se muito mais complexo...e assustador.
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Eu próprio sinto alguma dificuldade em separar o trigo do joio.
Quem não sente, Martelo?
É preciso trabalho, conhecimento, atenção e vontade. E mesmo assim. Mas não há alternativa ao risco de errar.
Tem que ser assim, velho Martelo...
Há pouco tempo li uma citação curiosa e que em parte se aplica a isto: "Não confies em quem encontrou a Verdade mas sim em quem a procura."
O Fox deu uma resposta elegante e pedagógica. Eu já não tenho paciência para tal. Mas vou pegar no seu seu exemplo para colocar umas perguntas ao Crom (repetidas de outras ocasiões):
"O que queres defender?"
"O que está em risco?"
"Que ameaças existem?"
"Como se manifestam?"
Depois é que que se pergunta:
"Como se combatem?"
"Com que meios?"
Por exemplo, parece-me curioso que os ditos "profissionais" não sejam os primeiros a fazer essa pedagogia.
Mas não me surpreende: não é à toa que as coisas chegaram aonde chegaram.
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Um exemplo disso foi quando há pouco tempo uma mulher que pertencia a uma dita ONG foi morta por uma granada lançada por um militar das SF Norte-Americanas quando estavam a resgatá-la. O pessoal do Defesa Brasil já ia começar uma "guerra" entre "Vermelhos" e "Azuis" quando o FoxTroop explicou a que ONG é que ela pertencia e qual era o propósito da presença da mesma no Afeganistão. Com algo tão simples ele matou a charada.
É preciso investigar, perceber exactamente essas questões que tu colocaste. Raramente é pelos motivos que são descritos na imprensa.
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Não dá para confiar na imprensa, o que eles querem é noticias que vendam, se é verdade ou mentira não interessa.
Já o outro dizia: muitas vezes a única coisa certa num jornal é a data
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Será que só querem é mesmo que as notícias vendam? É que olhando para certos jornais e até os próprios jornalistas encontram-se ligações a certos políticos ou organizações, às vezes ou é um primo ou é um sobrinho de alguém. É algo bastante impressionante.
Cumprimentos,
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Isso tambem, mas fica descansado que estes jornaleiros são bons, eles conseguem juntar as duas coisas
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Não é tão seguro quanto o sítio onde está alojado o ForumDefesa.com, mas também não está mal
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Será que só querem é mesmo que as notícias vendam? É que olhando para certos jornais e até os próprios jornalistas encontram-se ligações a certos políticos ou organizações, às vezes ou é um primo ou é um sobrinho de alguém. É algo bastante impressionante.
Cumprimentos,
Vendas de jornais ajudam a manter a operação. Depois (ou primeiro) há a publicidade. Mas o importante mesmo é a formatação da opinião pública. Um exemplo claro disso foi a recente proposta de um grupo económico "pertencente ao governo" que propôs a um jornal (o Sol?) apoio "sem problemas" a nivel de financiamento bancário se não fosse tão hostil ou divulgasse tal notícia.
E isto é uma coisa pequena e perfeitamente documentada.
Outro exemplo disso foi a ideia de privatizar tudo e qualquer coisa, ou tecer loas às parcerias público privadas.
Ou a credibilidade de bancos.
Muitas "notícias" ou "artigos de opinião" escritos por gente a soldo de sabe-se lá quem ou o quê que querem formatar a opinião pública ou de quem decide. Quantos artigos de primeira página são escritos para influenciar não um povo mas apenas uma ou duas pessoas chave?
Ou mentiras como o "aquecimento global"?
Ou os exemplos fantásticos quer de "tigres celtas" ou paraísos romenos ou soviéticos?
Jornais são PROPAGANDA.
Esse é que é o seu verdadeiro poder e por isso são mantidos mesmo dando prejuízo, à semelhança de clubes de futebol (por motivos diferentes).
Já reparou quantos jornais ou "jornalistas" escrevem artigos com contraditório?
Quantos se limitam apenas a papagaiar o que as agências de "informação" ou assessores de imprensa ou relações públicas ou porta-vozes dizem, sem qualquer tipo de análise?
PROPAGANDA.
O "sistema" em boa parte apoiado nesta máquina de formatação mental teme a internet porque graças a espaços como este fórum é possível tomar conhecimento de realidades MUITO DIFERENTES das que nos contam.
O que tem graça, é que muitas vezes a realidade vem no próprio jornal, no mesmo número, mas é preciso relacioná-las (isto às vezes acontece, atenção).
Ou seja, o acto de pensar tem que estar sempre presente: quem pensa comprar muito cómodamente um formato de pensamento arrisca-se a alguns dissabores.
Está a ver como daria jeito a muita gente um "fenómeno disruptivo" para acabar com a liberdade de opinião da Internet?
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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Ffarm5.static.flickr.com%2F4106%2F5223278148_9cd334ba4f_z.jpg&hash=569741b6a52cd956727662eff91ebf35)
A nova dupla dinâmica, de acordo com o WikiFugas.
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Os americanos e a senhora hilarry clinto deviam fazer como a avestruz e meter a cabeça de baixo da areia. :idea:
Bem, eu pergunto onde esta a liberdade de imprensa? :idea:
Só me admira não sair nada sobre o 11 de Setembro?
Para além disso a contra-informação e a desinfomação das massas nunca foi tão grande como hoje em dia.
Cumprimentos.
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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwillyloman.files.wordpress.com%2F2010%2F08%2Fmade-by-the-cia.jpg%3Fw%3D337%26amp%3Bh%3D300&hash=f2de401f81c3ebce4e7678964a2d85de)
http://octopedia.blogspot.com/2010/12/w ... a-cia.html (http://octopedia.blogspot.com/2010/12/wikileaks-um-projecto-secreto-da-cia.html)
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
Wikileaks: um projecto secreto da CIA?
Os reais objectivos de Wikileaks não são claros, o seu site é nebuloso, o seu fundador opaco.
Este tipo de divulgação de documentos ditos secretos não é transparente.
O fluxo de informação parece demasiado coordenado e orquestrado. Mais parece que estamos perante um projecto secreto, de manipulação mediática, fabricado ao mais alto nível.
Wikileaks: muitas dúvidas.
Quando visitamos o site da Wikileaks, o que mais espanta é a enorme quantidade de documentos. Ao longo da história algumas dezenas de documentos secretos foram divulgados ao público, mas nunca uma quantidade desta dimensão. Parece que subitamente resmas de ficheiros secretos da CIA foram postas à disposição de uma única organização.
Outro facto estranho, é que no site da Wikileaks apesar de centenas de milhares de documentos, estes estão classificados por categorias e permitem a consulta precisa de qualquer documento por tema. Os próprios fundadores revelam que não conhecem o conteúdo de muitos dos documentos, dado o enorme volume de dados. Não deixa de ser curioso este trabalho gigantesco de classificação que deve ter sido obra de uma grande coordenação, não sendo o resultado de qualquer grupo amador.
Tanta informação de tantos centros diplomáticos em simultâneo faz pensar que, ou todos os seus sistemas são permeáveis, o que não deixa de ser estranho, ou que estas informações foram disponibilizadas ao mais alto nível.
Como é que de repente, aparecem tantos documentos secretos?
Porque é que estes documentos são publicados em simultâneo e não ao longo do tempo?
Porque é que não existe uma única referência a Israel, país com uma grande cumplicidade com os Estados Unidos?
Porque é que os jornais escolhidos pela Wikileaks são os controlados pelos grupos financeiros americanos?
Wikileaks é um site nebuloso e o seu fundador, Julian Assange, uma personagem ainda mais nebulosa que não gosta de falar do seu passado. E justamente o passado de Julian Assange tem factos curiosos. Um deles prende-se com o episódio em que apenas saído da adolescência, já ter sido acusado de ter penetrado nos ficheiros secretos do Pentágono. Será credível que um hacker deste calibre não fosse vigiado de perto pela CIA e tenha conseguido criar um site e recolher documentos secretos sem o conhecimento e a intervenção desses serviços secretos.
O princípio do fim da liberdade na internet?
Os Estados Unidos garantem que os documentos revelados põem em perigo a segurança mundial, como se eles fossem os garantes dessa segurança, quando são os próprios através das suas guerras que destabilizam o xadrez politico mundial.
A mensagem que querem fazer passar para a opinião pública é que a livre informação, que a internet ainda representa é perigosa, logo tem de ser controlada. Não tardará muito que a liberdade de opinião na internet seja enquadrada legalmente em nome da segurança, tal como as liberdades individuais estão a ser limitadas em nome do terrorismo.
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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwillyloman.files.wordpress.com%2F2010%2F08%2Fmade-by-the-cia.jpg%3Fw%3D337%26amp%3Bh%3D300&hash=f2de401f81c3ebce4e7678964a2d85de)
http://octopedia.blogspot.com/2010/12/w ... a-cia.html (http://octopedia.blogspot.com/2010/12/wikileaks-um-projecto-secreto-da-cia.html)
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
Wikileaks: um projecto secreto da CIA?
Os reais objectivos de Wikileaks não são claros, o seu site é nebuloso, o seu fundador opaco.
Este tipo de divulgação de documentos ditos secretos não é transparente.
O fluxo de informação parece demasiado coordenado e orquestrado. Mais parece que estamos perante um projecto secreto, de manipulação mediática, fabricado ao mais alto nível.
Wikileaks: muitas dúvidas.
Quando visitamos o site da Wikileaks, o que mais espanta é a enorme quantidade de documentos. Ao longo da história algumas dezenas de documentos secretos foram divulgados ao público, mas nunca uma quantidade desta dimensão. Parece que subitamente resmas de ficheiros secretos da CIA foram postas à disposição de uma única organização.
Outro facto estranho, é que no site da Wikileaks apesar de centenas de milhares de documentos, estes estão classificados por categorias e permitem a consulta precisa de qualquer documento por tema. Os próprios fundadores revelam que não conhecem o conteúdo de muitos dos documentos, dado o enorme volume de dados. Não deixa de ser curioso este trabalho gigantesco de classificação que deve ter sido obra de uma grande coordenação, não sendo o resultado de qualquer grupo amador.
Tanta informação de tantos centros diplomáticos em simultâneo faz pensar que, ou todos os seus sistemas são permeáveis, o que não deixa de ser estranho, ou que estas informações foram disponibilizadas ao mais alto nível.
Como é que de repente, aparecem tantos documentos secretos?
Porque é que estes documentos são publicados em simultâneo e não ao longo do tempo?
Porque é que não existe uma única referência a Israel, país com uma grande cumplicidade com os Estados Unidos?
Porque é que os jornais escolhidos pela Wikileaks são os controlados pelos grupos financeiros americanos?
Wikileaks é um site nebuloso e o seu fundador, Julian Assange, uma personagem ainda mais nebulosa que não gosta de falar do seu passado. E justamente o passado de Julian Assange tem factos curiosos. Um deles prende-se com o episódio em que apenas saído da adolescência, já ter sido acusado de ter penetrado nos ficheiros secretos do Pentágono. Será credível que um hacker deste calibre não fosse vigiado de perto pela CIA e tenha conseguido criar um site e recolher documentos secretos sem o conhecimento e a intervenção desses serviços secretos.
O princípio do fim da liberdade na internet?
Os Estados Unidos garantem que os documentos revelados põem em perigo a segurança mundial, como se eles fossem os garantes dessa segurança, quando são os próprios através das suas guerras que destabilizam o xadrez politico mundial.
A mensagem que querem fazer passar para a opinião pública é que a livre informação, que a internet ainda representa é perigosa, logo tem de ser controlada. Não tardará muito que a liberdade de opinião na internet seja enquadrada legalmente em nome da segurança, tal como as liberdades individuais estão a ser limitadas em nome do terrorismo.
x 2 :!:
Tal como está escrito, isto pode bem ser um projecto secreto, de manipulação mediática, fabricado ao mais alto nível para mais uma vez enganar as massas, o chamado Mind Control, com o objectivo de no futuro censurar a internet, visto que esta se transformou num veiculo por onde muita informação é veiculada, o que incomoda muitos governos.
Depois não deixa de ser estranho que tamanha fuga de informação seja imputada a um soldado raso de 22 anos, que supostamente era uma analista do serviços secretos e que teria descarregado dezenas de milhares de documentos.
Mesmo tendo ele a função que tinha, supostamente não devia ser assim tão fácil, devia haver diversos patamares e niveis de controle e acesso à informação.
Cumprimentos.
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De facto caro Luso aquilo que diz faz sentido, seria o esquema brilhante para justificar o controlo da internet, e depois do que os americanos foram capazes de orquestrar no 11/9 já nada me surpreende. Também será uma forma de desacreditarem outras acusações de conspirações, do genero: se não apareceu no wikileaks é porque é mentira...
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A WikiLeaks inaugurou o terrorismo digital
Paulo Pereira de Almeida
A divulgação via Internet - e, portanto, acessível a qualquer cidadão de um país democrático e onde exista liberdade de expressão - de documentos classificados como secretos pelo site WikiLeaks (imagina-se que o nome seja uma paródia de gosto duvidoso à Wikipedia) inaugurou a era do terrorismo digital.
Explicarei - naturalmente - esta afirmação em três pontos. Até porque estou consciente de que as posições assumidas por alguém como o fundador da WikiLeaks (um personagem de passado complexo e que chegou a abandonar em directo uma entrevista da CNN, mas cujos documentos foram antecipados pela Al-Jazeera) assumem, para algumas das franjas da opinião pública, um sentido quase quixotesco. Se mal explicadas, podem aparentar uma ideia de luta desigual entre poderosos e indefesos: uma espécie de versão do Robin dos Bosques da era digital. E esta é - obviamente - uma linha de raciocínio que apresenta tanto de enganador como de perigoso. Vamos, então, aos três pressupostos da minha tese.
Em primeiro, há na atitude da WikiLeaks uma intenção de causar dano em massa sem que, aparentemente, se controlem as suas consequências. Ou seja, se o responsável pelo site WikiLeaks tivesse alguma preocupação com as identidades das pessoas nomeadas nos diferentes documentos diplomáticos que divulgou teria - por uma questão de protecção da sua identidade e, no limite, da sua integridade -, demonstrado alguma vontade em ocultar nomes e datas. Mas não: a aparente necessidade de protagonismo e a de alcance de fama mundial foram os dois valores ponderados para este tipo de operação. Em bom rigor não se parou um momento para pensar que muitas destas pessoas são pagas pelos respectivos governos para fazerem este tipo de trabalho. Trata-se de cidadãos a cumprir orientações políticas.
Em segundo, há uma intenção de replicar os danos de forma reiterada e amplificar as suas consequências. Na verdade, a criação de sites-espelho que reproduzem vezes sem conta os conteúdos da WikiLeaks (encarregando-se mesmo alguns da sua tradução) está já a produzir um efeito de contágio e de disseminação da informação inicial, propagando as suas consequências e amplificando a intenção de dano. Ora este é um fenómeno que - muito à semelhança do que nos ensina o professor Cass Sunstein na sua obra Dos Rumores - dificilmente poderá ser contido e que, na verdade, terá um número considerável de consequências não inicialmente previstas. E perdurará no tempo.
Em terceiro, há na atitude da WikiLeaks um fundo ideológico de desafio aos sistemas de segurança nacional dos países. Ora, como bem sabemos, são justamente as nossas sociedades - livres e abertas - que, precisamente por terem essas características, se tornam elas próprias mais vulneráveis a este tipo de ameaças à segurança nacional. Infelizmente, esta tem sido uma vulnerabilidade muito explorada pelos grupos com intenções terroristas. E estes - como agora sabemos - podem aparecer aos comandos de um avião de inocentes colocado numa rota suicida; ou estar à distância de um comando de computador. Entrámos - a partir do dia 23 de Outubro - na era do terrorismo digital.
Jornal Defesa / DN
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A WikiLeaks inaugurou o terrorismo digital
Paulo Pereira de Almeida
A divulgação via Internet - e, portanto, acessível a qualquer cidadão de um país democrático e onde exista liberdade de expressão - de documentos classificados como secretos pelo site WikiLeaks (imagina-se que o nome seja uma paródia de gosto duvidoso à Wikipedia) inaugurou a era do terrorismo digital.
Pronto, aí está.
Já não é teoria de conspiração, pois não?
Quem é este Paulo Pereira de Almeida?
Está a contribuir para um lindo mundo, está, com a sua apologia indirecta da censura.
O que será no futuro quando alguém divulgar casos de corrupção ou de gestão danosa?
Está boa essa, do "terrorismo digital" que será o newspeak que servirá paar cercear o que se diz. Este forum disso não se escapa. Divulgar a pouca vergonha aqui também vai ser "terrorismo digital".
Mas afinal quem se aterroriza com este "terrorismo digital"?
Bimbo, este PPA!
PS: esse PPA será um prof universitário (claro!) do ISCTE, sítio famoso por produzir belas biscas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Pereira_de_Almeida (http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Pereira_de_Almeida)
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A divulgação via Internet - e, portanto, acessível a qualquer cidadão de um país democrático e onde exista liberdade de expressão - de documentos classificados como secretos pelo site WikiLeaks (imagina-se que o nome seja uma paródia de gosto duvidoso à Wikipedia) inaugurou a era do terrorismo digital.
Lá está a palavra maldita...... Tenham medo, muito medo, que os terroristas digitais andam aí..... num PC perto de si..... uhuhuhuhhhhh medo.....
Em primeiro, há na atitude da WikiLeaks uma intenção de causar dano em massa sem que, aparentemente, se controlem as suas consequências. Ou seja, se o responsável pelo site WikiLeaks tivesse alguma preocupação com as identidades das pessoas nomeadas nos diferentes documentos diplomáticos que divulgou teria - por uma questão de protecção da sua identidade e, no limite, da sua integridade -, demonstrado alguma vontade em ocultar nomes e datas. Mas não: a aparente necessidade de protagonismo e a de alcance de fama mundial foram os dois valores ponderados para este tipo de operação. Em bom rigor não se parou um momento para pensar que muitas destas pessoas são pagas pelos respectivos governos para fazerem este tipo de trabalho. Trata-se de cidadãos a cumprir orientações políticas
Pois é. Eu penso exactamente o mesmo dos guardas dos gulags siberianos, dos pobres SS dos campos de vergonha ou dos guardas de Bagram e outros sitios cheios de liberdade e amor à democracia. São apenas simples cidadãos a cumprir o que os seus governos lhe mandam.
Em segundo, há uma intenção de replicar os danos de forma reiterada e amplificar as suas consequências. Na verdade, a criação de sites-espelho que reproduzem vezes sem conta os conteúdos da WikiLeaks (encarregando-se mesmo alguns da sua tradução) está já a produzir um efeito de contágio e de disseminação da informação inicial, propagando as suas consequências e amplificando a intenção de dano. Ora este é um fenómeno que - muito à semelhança do que nos ensina o professor Cass Sunstein na sua obra Dos Rumores - dificilmente poderá ser contido e que, na verdade, terá um número considerável de consequências não inicialmente previstas. E perdurará no tempo
Ah...... Esses malvados terroristas, pá. Temos de criar para aí uns filtros à democrata chinês para ver se da próxima isso não acontece.
Em terceiro, há na atitude da WikiLeaks um fundo ideológico de desafio aos sistemas de segurança nacional dos países. Ora, como bem sabemos, são justamente as nossas sociedades - livres e abertas - que, precisamente por terem essas características, se tornam elas próprias mais vulneráveis a este tipo de ameaças à segurança nacional. Infelizmente, esta tem sido uma vulnerabilidade muito explorada pelos grupos com intenções terroristas. E estes - como agora sabemos - podem aparecer aos comandos de um avião de inocentes colocado numa rota suicida; ou estar à distância de um comando de computador. Entrámos - a partir do dia 23 de Outubro - na era do terrorismo digital.
Livres e abertas?!!! As únicas coisas livres e abertas que para aqui andam são umas loiras e morenas voluptuosas e, mesmo assim, abertas apenas quando há €'s, senão..... É que esta sociedade de livre e aberta só se for para nos oruscar cá num sitio.
Já cá faltava a comparação entre uns e outros, haja paciência...... Começo é a pensar que as pessoas são masoquistas e merecem mesmo o que lhe andam a armar.
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A WikiLeaks inaugurou o terrorismo digital
Paulo Pereira de Almeida
A divulgação via Internet - e, portanto, acessível a qualquer cidadão de um país democrático e onde exista liberdade de expressão - de documentos classificados como secretos pelo site WikiLeaks (imagina-se que o nome seja uma paródia de gosto duvidoso à Wikipedia) inaugurou a era do terrorismo digital.
Pronto, aí está.
Já não é teoria de conspiração, pois não?
Quem é este Paulo Pereira de Almeida?
Está a contribuir para um lindo mundo, está, com a sua apologia indirecta da censura.
O que será no futuro quando alguém divulgar casos de corrupção ou de gestão danosa?
Está boa essa, do "terrorismo digital" que será o newspeak que servirá paar cercear o que se diz. Este forum disso não se escapa. Divulgar a pouca vergonha aqui também vai ser "terrorismo digital".
Mas afinal quem se aterroriza com este "terrorismo digital"?
Bimbo, este PPA!
Pois é, caro Luso, teorias da conspiração, mas o certo é que tudo se alinha. Um belo bailado, cuidadosamente encenado, mas que é que isso interessa? Vamos todos é ver o Secret History oh lá que raio aquilo se chama.
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Fox, graças a este fdp PPA, tomei conhecimento da existência de um "Instituto Transatlântico Democrático"...
Estás já a topar o que é, não?
http://www.itd-tdi.org/quem_somos.html (http://www.itd-tdi.org/quem_somos.html)
http://www.itd-tdi.org/protocolos.html (http://www.itd-tdi.org/protocolos.html)
Pareces bruxo...
E o tipo ainda cita o Cass Sunstein...
http://www.americanthinker.com/blog/200 ... _idea.html (http://www.americanthinker.com/blog/2009/07/cass_sunsteins_despicable_idea.html)
July 12, 2009
Cass Sunstein's despicable ideas on regulating the internet
Ed Lasky
In the past, we have seen Barack Obama and his supporters attempt to chill any sort of scrutiny or criticism of him. Many of his records - whether they are transcripts from Occidental or Columbia - have not been released. He lost his senior thesis (on Soviet nuclear disarmament) from Columbia University (how likely was that to happen, given that he felt his own life was important enough to write an autobiography in his young 20s), and his records from his time in the Illinois state senate were "lost".
Having records "disappeared" (as well as ditching embarrassing people from his past under the bus) was just one aspect of attempts to avoid scrutiny. Another manifestation of this dynamic, was the constant use during the campaign of the "race card" to brand any critics as racists or smear artists (even Sean Wilent of the liberal The New Republic noticed this strategy).
One more manifestation of this phenomenon was his campaign's use of supporters to bombard radio hosts with calls to jam lines when critics of Barack Obama appeared on radio call in shows. The "authoritarian tactics being employed by the Obama campaign to stifle and intimidate its critics" were on full display. Of course, the specter of the Fairness Doctrine being passed by Congress is also another card in the deck meant to chill criticism of Barack Obama and his fellow travelers.
Now comes a more insidious form of thought control a la 1984, courtesy of long-time friend and probable new regulatory czar Cass Sunstein (who recently married another long-time confidant of Barack Obama's, foreign policy guru Samantha Power). Kyle Smith writes in the New York Post about one aspect of Sunstein's ideology:
Cass Sunstein, a Harvard Law professor who has been appointed to a shadowy post that will grant him powers that are merely mind-boggling, explicitly supports using the courts to impose a "chilling effect" on speech that might hurt someone's feelings. He thinks that the bloggers have been rampaging out of control and that new laws need to be written to corral them.
Advance copies of Sunstein's new book, "On Rumors: How Falsehoods Spread, Why We Believe Them, What Can Be Done," have gone out to reviewers ahead of its September publication date, but considering the prominence with which Sunstein is about to be endowed, his worrying views are fair game now. Sunstein is President Obama's choice to head the White House Office of Information and Regulatory Affairs. It's the bland titles that should scare you the most.
In "On Rumors," Sunstein reviews how views get cemented in one camp even when people are presented with persuasive evidence to the contrary. He worries that we are headed for a future in which "people's beliefs are a product of social networks working as echo chambers in which false rumors spread like wildfire." That future, though, is already here, according to Sunstein. "We hardly need to imagine a world, however, in which people and institutions are being harmed by the rapid spread of damaging falsehoods via the Internet," he writes. "We live in that world. What might be done to reduce the harm?"
Sunstein's book is a blueprint for online censorship as he wants to hold blogs and web hosting services accountable for the remarks of commenters on websites while altering libel laws to make it easier to sue for spreading "rumors."
Smith notes that bloggers and others would be forced to remove such criticism unless they could be "proven". The litigation expense would be daunting; the time necessary to defend a posting (or an article) would work to the benefit of the public figure being criticized since the delay would probably allow the figure to win an election before the truth "won out". The mere threat of retaliatory actions would be enough to dissuade many commentators from daring to issue a word of criticism or skepticism.
Often bloggers raise issues to encourage others (perhaps with more resources) to further investigate issues. Skepticism about candidates often begin on the web or talk radio-these steps (so vital to a democracy) would be chilled should Sunstein's ideas be put into practice. One should not dismiss that prospect: this is the most ideologically driven administration in many years. A Democratic Congress willing to do Barack Obama's bidding will not serve as a check on Sunstein (or Obama). Democrats know that criticism over their conduct often emerges from the web and talk radio since traditional media is so reliably in their corner. Sunstein did not join the administration for a title or to be close to his wife. He joined, as have other ideologues throughout history, to put his ideas into practice.
We should note that another step is being taken by Congress that might chill free speech on the internet. Representative Linda Sanchez from California is behind the Megan Meier Cyber Bullying Prevention Act, an effort to impose regulations on the internet. Eugene Volokh, the brilliant law professor who founded Volokh Conspiracy (one of the leading, and most stimulating, blogs) noted the overly broad language of the bill. and how it can be used by a politician to stifle criticism.
Federal Felony To Use Blogs, the Web, Etc. To Cause Substantial Emotional Distress Through "Severe, Repeated, and Hostile" Speech?
That's what a House of Representatives bill, proposed by Rep. Linda T. Sanchez and 14 others, would do. Here's the relevant text:
Whoever transmits in interstate or foreign commerce any communication, with the intent to coerce, intimidate, harass, or cause substantial emotional distress to a person, using electronic means to support severe, repeated, and hostile behavior, shall be fined under this title or imprisoned not more than two years, or both....
["Communication"] means the electronic transmission, between or among points specified by the user, of information of the user's choosing, without change in the form or content of the information as sent and received; ...
["Electronic means"] means any equipment dependent on electrical power to access an information service, including email, instant messaging, blogs, websites, telephones, and text messages.
He questions the motives of the lawmakers supporting such a constitutionally vague bill which would make just about any criticism made by blogs subject to fines or imprisonment.
As we should question the motives not just of them but of Barack Obama and his close friend, Cass Sunstein.
E ainda (isto está mesmo a compor-se!)
http://www.prisonplanet.com/obama-czar- ... sites.html (http://www.prisonplanet.com/obama-czar-wants-mandatory-government-propaganda-on-political-websites.html)
Obama Czar Wants Mandatory Government Propaganda On Political Websites
Cass Sunstein, who wrote a white paper calling for “conspiracy theories” to be banned, wants to legally force Americans to “do what’s best for our society” and dilute their own free speech
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Monday, May 17, 2010
Disturbing audio has emerged of White House information czar Cass Sunstein, who in a previous white paper called for banning “conspiracy theories,” demanding that websites be mandated by law to link to opposing information or that pop ups containing government propaganda be forcibly included on political blogs.
In an audio excerpt of an interview which was posted on the Breitbart.tv website today, Sunstein discusses how conservative websites should provide links to liberal websites and vice versa or even how political blogs should be made to include pop ups that show “a quick argument for a competing view”.
Sunstein said that if this system couldn’t be implemented voluntarily, “Congress should hold hearings about mandates,” which would legally force people to dilute their own free speech. The Harvard Professor also said that blogs should be forced to list a random draw of 25 popular websites, such as CNN.com.
“The best would be for this to be done voluntarily,” said Sunstein, “But the word voluntary is a little complicated and people sometimes don’t do what’s best for our society,” he added (emphasis mine).
“The idea would be to have a legal mandate as the last resort….an ultimate weapon designed to encourage people to do better,” Sunstein concluded.
As we previously reported, in a January 2008 white paper entitled “Conspiracy Theories,” the Harvard Professor who is currently President Obama’s head of information technology in the White House called for “conspiracy theories,” that is any political opinion which didn’t concur with the establishment view, to be taxed or even banned outright.
In a set of proposals designed to counter “dangerous” ideas, Sunstein suggested that the government could, “ban conspiracy theorizing,” or “impose some kind of tax, financial or otherwise, on those who disseminate such theories”.
So-called “conspiracy theories that Sunstein said could be subject to government censorship included beliefs held by the vast majority of Americans, such as the notion that the JFK assassination occurred as part of a wider plot.
In his white paper, Sunstein also cited the belief that “global warming is a deliberate fraud” as another marginal conspiracy theory to be countered by government censorship.
Ludicrously, the Harvard Professor even characterized as “false and dangerous” the idea that exposure to sunlight is healthy, despite the fact that top medical experts agree prolonged exposure to sunlight reduces the risk of developing certain cancers.
Essentially, Sunstein wants it to be written into law that the government can dictate the very nature of reality to Americans and that their opinions can only be voiced at best when accompanied by mandatory federal propaganda or at worst that Americans can be silenced entirely by federal decree.
This callous disregard for the First Amendment represents a fundamental threat the very fabric of the country and is even more alarming considering the position of Obama’s Supreme Court nominee Elena Kagan with regard to free speech. During the Citizens United vs. FEC case, Kagan’s office argued that the government can ban books and political pamphlets. In separate writings, Kagan argued that the government could “disappear” free speech it deemed to be offensive.
Ai e tal, checks and ballances...
Pois, pois...
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Fox, graças a este fdp PPA, tomei conhecimento da existência de um "Instituto Transatlântico Democrático"...
Estás já a topar o que é, não?
http://www.itd-tdi.org/quem_somos.html (http://www.itd-tdi.org/quem_somos.html)
http://www.itd-tdi.org/protocolos.html (http://www.itd-tdi.org/protocolos.html)
Pareces bruxo...
Luso, tudo "bons" nomes por lá. Até tem um "Marcelo de Sousa". 
Isto lembra-me um comediante americano, George Carlin. Ele era "terrivel" a mandar mensagens a quem quisesse realmente ouvir e num dos seus ultimos espectáculos disse uma verdade assustadora (a plateia preferiu rir a pensar sobre as palavras dele)
http://www.youtube.com/watch?v=acLW1vFO-2Q
http://www.youtube.com/watch?v=hWiBt-pqp0E&feature=related
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Luso, tudo "bons" nomes por lá. Até tem um "Marcelo de Sousa". 
Rebelo de Sousa, António Rebelo de Sousa, é um dos irmãos do Marcelo, este é economista,
http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html (http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html)
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Excelente, Fox!
E eu também vou deixar aqui uma para alguns pretensos iluminados (para ser simpático):
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Luso, tudo "bons" nomes por lá. Até tem um "Marcelo de Sousa". 
Rebelo de Sousa, António Rebelo de Sousa, é um dos irmãos do Marcelo, este é economista,
http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html (http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html)
Faz sentido, porque o Marcelo (honra lhe seja feita) deixou no ar (de forma ténue) no Jornal da TVIde Hoje (12-12-10) a eventualidade que agora aqui estamos a falar e que se estará a concretizar.
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Luso, tudo "bons" nomes por lá. Até tem um "Marcelo de Sousa". 
Rebelo de Sousa, António Rebelo de Sousa, é um dos irmãos do Marcelo, este é economista,
http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html (http://www.antoniorebelodesousa.pt/cv.html)
Faz sentido, porque o Marcelo (honra lhe seja feita) deixou no ar (de forma ténue) no Jornal da TVIde Hoje (12-12-10) a eventualidade que agora aqui estamos a falar e que se estará a concretizar.
Por acaso não vi. Qual foi o sentido que ele deu a esta "eventualidade"?
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Que poderá também ser um forma de legitimar a censura na net.
Lógicamente que estas não são as palavras que ele utilizou, por serem claras e óbvias. Mas deixou no ar essa possibilidade.
De forma discreta, como caracteriza um jogador sabidola.
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Começo a imaginar isto como uma bola a descer uma escadaria. Cada vez que a bola bate num degrau apenas sobe para descer ainda mais........ Confesso que nunca estive tão preocupado, tanto mais por sentir que algo "saiu do controlo" há já algum tempo. Se para cada acção existe uma reacção, onde é que pode acabar? E são demasiadas coisas a acontecer ao mesmo tempo e rápido demais......
Raios...... Sunstein, devia ter associado logo. É o gajo que quer acabar com o Casamento. Segundo ele o estado não deve reconhecer o casamento e deve mesmo ser abolido. Um ataque descarado ao alicerce nuclear de toda a sociedade humana. Lembro-me de ler algo sobre isso.
PS. Fui confirmar na net e é mesmo isso.
http://en.wikipedia.org/wiki/Cass_Sunstein
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O comediante Carlin era sem duvida um ser fora de serie e sem papas na lingua. Gostava do homem e ele era um perfeito exemplo de a "brincar se dizem as verdades"
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Fox, graças a tudo isto, e tendo sempre como referência as posições assumidas públicamente pelos mesmos, começo a questionar coisas que daria como impensáveis.
Exemplo de gente com ideias - e obras - bastante curiosas:
- Ben Bernanke;
- Alan Greenspan;
- Cass Sunstein;
- John Holdren;
- Rahm Emmanuel;
- Helena Kagan;
- Lawrence (Larry) Summers;
- Henry Kissinger;
- Peter Singer;
- Paul Ehrlich...
O que me espanta é o facto de um povo tão martirizado ser capaz de produzir gente com ideias tão...
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Novos documentos confirmam que EUA protegeram criminosos nazistas
Relatório revela detalhes de como serviço de inteligência dos EUA protegeu criminosos nazistas após a Segunda Guerra. Diante da Guerra Fria, EUA passaram a estar menos interessados em punir tais criminosos já em 1946.
Documentos recentemente liberados da CIA e das Forças Armadas norte-americanas confirmam que, após a Segunda Guerra Mundial, autoridades aliadas protegeram antigos nazistas e criminosos de guerras, caso provassem que poderiam ser úteis e cooperativos.
"Sem dúvidas, o advento da Guerra Fria outorgou à inteligência norte-americana novas funções, novas prioridades, e novos inimigos. Prestar contas com alemães ou com seus colaboradores se tornou menos urgente. Em alguns casos, isso se tornou até contraproducente", afirma o relatório divulgado na última sexta-feira (10/12) pelo Arquivo Nacional dos Estados Unidos.
"Apesar das variações, esses casos específicos apresentam um padrão: a questão de capturar e punir criminosos de guerra se tornou menos importante ao longo do tempo."
O relatório denominado Hitler's Shadow: Nazi War Criminals, US Intelligence and the Cold War (A sombra de Hitler: criminosos de guerra nazistas, inteligência dos EUA e a Guerra Fria), se baseia em informação considerada confidencial até 2005 e veio a público graças ao Ato de Divulgação de Crimes de Guerra Nazistas, um esforço de Washington com vista a uma posição mais crítica sobre seus próprios segredos.
O documento lança um olhar sobre uma série de antigos membros da SS e da Gestapo que escaparam da Justiça, com os Estados Unidos tolerando essa escapada ou mesmo ajudando-os a fugir.
Guarda de Auschwitz protegido da extradição
Rudolf Mildner, por exemplo, foi preso inicialmente em uma operação à procura de criminosos de guerra que pudessem levar a um movimento clandestino de resistência nazista.
As autoridades norte-americanas sabiam que Mildner havia pertencido à Gestapo durante muito tempo, mas nunca o pressionaram para saber mais detalhes sobre crimes da Gestapo contra judeus ou outros grupos. Capturado e interrogado em Viena, as autoridades norte-americanas o consideraram "muito confiável e cooperativo".
No entanto, um olhar mais detalhado sobre seu passado revelou que ele ordenara a execução de 500 a 600 poloneses no campo de extermínio de Auschwitz. Confrontado com as acusações, Mildner confessou e o relatório menciona que ele tentou racionalizar suas ações, defendendo que eram para "preservar a ordem e evitar sabotagem".
Posteriormente, países como a Polônia e o Reino Unido pediram a extradição de Mildner. Mas de acordo com o relatório "localizar e punir criminosos de guerra não estavam no topo das prioridades das Forças Armadas norte-americanas no final de 1946."
Acredita-se que autoridades dos EUA o protegeram da extradição e facilitaram até mesmo sua posterior fuga para a América do Sul, que se tornou um refúgio para muitos criminosos de guerra nazistas fugindo da Justiça.
Planos de Hitler para Palestina pós-guerra
O material recentemente liberado também lança luz sobre os planos da Alemanha nazista no Oriente Médio, onde as lideranças do regime de Hitler estabeleceram estreitos laços com o Grande Mufti de Jerusalém, Amin Al-Husseini.
Husseini recebeu substancial apoio financeiro e logístico da Alemanha nazista, que pretendia usá-lo para o controle da Palestina, uma vez que a Alemanha tivesse derrotado o Reino Unido no Oriente Médio. Na época, Husseini e Berlim se uniram principalmente por verem nos judeus um inimigo comum.
Os arquivos da CIA e das Forças Armadas norte-americanas recentemente liberados definem que os Aliados sabiam o suficiente sobre o passado de Husseini para considerá-lo um criminoso de guerra. Temendo a perseguição, ele fugiu para a Suíça, onde as autoridades locais o entregaram à França.
Por temer agitação política na Palestina, o governo britânico foi contra levar Husseini a julgamento. Ele foi então morar na Síria e no Líbano, sempre refutando acusações de ter tido laços com a Alemanha nazista. Ele alegou que visitou Berlim somente para evitar a prisão pelos britânicos.
Ex-nazistas empregados por serviços de espionagem ocidentais
No começo deste ano, a Alemanha liberou documentos da Stasi que mostravam em detalhes como o serviço de inteligência da antiga Alemanha Ocidental empregava antigos nazistas e criminosos de guerra em sua base de pessoal. O serviço de inteligência da antiga Alemanha Ocidental foi formado com a ajuda dos aliados.
Como o bloco soviético se tornou o inimigo comum após 1945, diversos historiadores afirmaram que autoridades aliadas aceitaram amplamente que ex-nazistas escapassem da Justiça, caso suas habilidades se provassem úteis para as novas frentes da Guerra Fria.
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6321720,00.html (http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6321720,00.html)
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Isso é velho.
Pouco antes da guerra acabar, um dos manos Dulles reuniu-se na Suíça com um dos chefões (o chefão) da espionagem nazi (Reinhard Gehlen), salvo erro. Posteriormente, a CIA absorveu (ou foi absorvida) por essa organização.
Ler "Nazi International", por exemplo.
Não é uma novidade.
A questão da "sobrevivência nazi" tem muito que se lhe diga.
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Os Israelitas e judeus em geral é que não devem ficar muito contentes com esta divulgação...
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O que me espanta é o facto de um povo tão martirizado ser capaz de produzir gente com ideias tão...
Isso vai ao encontro de um documentário da BBC que vi sobre a questão judaica na 2GM. Tudo muito politicamente correcto e de acordo com a linha oficial. Contudo durante a entrevista a um antigo guarda, quando o questionaram se não sentia remorsos do que tinha feito, o homem explodiu de raiva. Disse que a jornalista não sabia de nada, que falavam sobre o que não conheciam. Afirmou que a ignorancia das pessoas sobre tal assunto era total e que se julgavam que o povo alemão era estupido ao ponto de fazer o que fez só porque sim, então mereciam o que iriam receber. Que todos agora ignoram o que realmente se passou na Alemanha durante os anos 20 e 30 e que teriam tempo de provar o que eles tinham passado. Acabou dizendo que espera viver para ver como é que o povo inglês e americano vai resolver essa questão quando lhe explodir nas mão e depois, então falará.
Surpreendeu-me bastante e levou-me a procurar uma série de respostas. Uma lista de nomes, parecida à que colocou, existente à época, ajuda a perceber o que se estava a passar.
Isso é velho.
Pouco antes da guerra acabar, um dos manos Dulles reuniu-se na Suíça com um dos chefões (o chefão) da espionagem nazi (Reinhard Gehlen), salvo erro. Posteriormente, a CIA absorveu (ou foi absorvida) por essa organização.
Ler "Nazi International", por exemplo.
Não é uma novidade.
A questão da "sobrevivência nazi" tem muito que se lhe diga.
É um ponto muito bem notado, caro Luso. E neste caso existem até boas fontes de informação onde recorrer. Haja mente aberta para digerir o "improvavel" e o "impossivel".
Só que isso entra em contraditório com coisas como a que referi acima. A um outro nivel talvez seja tudo mais claro. Afinal a precepção do certo e errado, do "bem" e do "mal" muda a cada nivel e um só existe na presença do outro.
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Os Israelitas e judeus em geral é que não devem ficar muito contentes com esta divulgação...
O israelita da "rua" sim, não deve ficar contente. Os chefões e falcões devem estar a dar pulos de alegria, pois só ajuda os seus propósitos. Mais uma mina no caminho da pouca ou nenhuma vontade para que alguma vez se possa forçar a algum acordo real no OM.
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Efectivamente há incongruências aparentes nisto.
Se há primeira vista aceitamos uma influência aparentemente judaica no andamento das coisas (e eles estão efectivamente metidos nas coisas mais tenebrosas que a mente humana pode pensar - e atenção que digo isto baseado no que eles próprios dizem e fazem - para isso vejam a lista de nomes), por outro lado também se pode conceber a ideia de uma estrutura nazi que sobreviveu à segunda guerra.
Que sentido faz ver judeus a defender uma "solução final" à escala global?
E como é que os nazis se inserem nisto tudo?
Já li algures coisas sobre falsos judeus que seriam do topo dos topos.
Mas é uma incongruência que ainda não compreendi.
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É que os "judeus" que dizem ter sido exterminados tinham sido convertidos à 100 ou 200 anos em reinados que "escolheram" obrigar todos a converter-se a tal religião, simplificando eles extreminaram os emigrantes, e a seguir iam os cristãos,, e hoje exterminam todos ao mesmo tempo, já não é preciso dividir os povos em ilusões, é lançar venenos para eles respirarem e morrer ao fim de 10 anos, declarar toda a gente doente e distribuir medicamentos tóxicos, enquanto se glorifica uns palermas que dão chutos numa bola... Nada disto é novo..
Obviamente que perceber os conflictos religiosos é muito complexo, mas aos poucos chega-se lá.. http://video.google.com/videoplay?docid ... 5024764342 (http://video.google.com/videoplay?docid=4774360285024764342)
Quanto aos nazis, eram os nacionais socialistas... O povo comum com uma lavagem cerebral muito forte... comandado por gente alucinada e sobre o efeito de drogas fortes!
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Outra:
http://dailypaul.com/node/151665
Submitted by The_TSA_Is_A_Fraud on Wed, 12/08/2010 - 19:12
in Daily Paul Liberty Forum
Braverman, the TruTV "Conspiracy Theory" producer, says that the BP Oil Spill episode is scheduled to air tonight!
The global government and Big Oil are planning to remove all citizens from the Gulf region. They have the documents.
*************************************************
http://www.rollcall.com/news/-201224-1.html (http://www.rollcall.com/news/-201224-1.html)
Well, it seems that the disgraceful congress creep from Memphis, Cohen, who was exposed as a LIAR, by Jesse, on camera, has resorted to some more dirty tricks.
According to AJ, Cohen whined to the ADL, who then leaned on Time Warner to yank that Conspiracy Theory episode from their website and any future showings on TruTV.
Actually, TruTV has no future Conspiracy Theory episodes scheduled on their website. They have been removed. The next episode (in 2 days) was going to be on the Pentagram, I mean, Pentagon.
So, all you people who were wondering how the show was able be broadcast in the first place can now have your answer. It was so Big Sis can now have a reason to shut down any media that it doesn't like.
BTW- For those who never saw the interview...congress creep Cohen told Jesse Ventura that FEMA Camps do not exist, or perhaps they were the work of Martians. Then Jesse pulled out the bill (H.R.645) that a$$hat co-sponsored, authorized the camps to be built. Jesse stated that he visited a prison with children playing on a swing set. Cohen laughed and said that the camps were not being used to hold children who had been taken there in a machine by green monsters.
Read congressman a$$hat's new editorial here:
http://www.rollcall.com/news/-201224-1.html (http://www.rollcall.com/news/-201224-1.html)
http://www.rollcall.com/news/-201224-1.html
Cohen: We Must Hold the Media Accountable
By Rep. Steve Cohen
Special to Roll Call
Dec. 7, 2010, 11:17 a.m.
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The press is often referred to as the fourth branch of government because of the role it serves in monitoring and reporting on what takes place in the executive, legislative and judicial branches of government.
Journalists serve a crucial role in our society and, for the most part, take their responsibilities seriously, providing truthful, frank, insightful reports on a wide range of topics. They know full well that their coverage can and will influence policymakers in Washington, D.C., and across the country.
But when the media purposely distort the facts to create confusion and mislead people, they must be held accountable. Unless we actively debunk false and misleading reports, we risk leaving the public with a dangerously skewed vision of this country. From the existence of health care “death panels” to the horribly inflated costs of presidential travel, the media is proliferating myths that only serve to deepen the mistrust of government that many people feel. As a fervent defender of the First Amendment, I believe that the best way to fight bad reporting is with good reporting.
As an example, I was recently the victim of bad reporting myself. A network owned by Turner Broadcasting System and Time Warner — truTV — aired a story on Nov. 12 called “The Police State Conspiracy” that contained grossly inaccurate information, insulted victims of the Holocaust and accused me and other elected officials of breaking the law.
The show, “Conspiracy Theory,” is hosted by former wrestler and Gov. Jesse Ventura and focused on legislation I co-sponsored with my colleagues, H.R. 645, which has never even passed out of a subcommittee. The bill would establish emergency operations centers to share information and provide assistance in case of emergencies and natural disasters. But in Ventura’s “report” he claimed that it created concentration camps across the country run by the Federal Emergency Management Agency.
This, of course, is an outrageous distortion and outright lie, but to tell viewers that there is a government conspiracy to drag innocent Americans to FEMA-run concentration camps is dangerous and irresponsible.
In the piece, Ventura continually insisted facilities he has uncovered are command centers for a network of concentration camps ready to be activated under martial law and that Americans should fear an inevitable government takeover. These are outright lies that were crafted to stimulate ratings for advertising revenue and to keep chatter going among conspiracy theorists.
Among Ventura’s irresponsible claims is that an Immigration and Customs Enforcement center in Texas and a low-security federal prison in California are actually concentration/prison camps. He then insinuated that coffin liners are being produced en masse for FEMA concentration camps across the country and that the federal government is preparing to start a pandemic as an impetus for martial law. Each of his claims can be easily refuted, but the program distorted my attempts to rebut them.
“Conspiracy Theory” is the very thing it purports to expose — dangerous lies and deception. I am shocked and appalled that TBS and Time Warner would produce a program so full of inaccuracies and irresponsible distortions and let an on-air personality like Jesse Ventura make outrageous and unsubstantiated comparisons between the Holocaust and an imagined FEMA concentration camp scenario. It is disrespectful to victims of the Holocaust and dangerously stirs fear among its viewers.
At the end of the piece, Ventura says, “We’ve already allowed our elected officials to break all kinds of laws designed to protect you and me,” implying that I and my colleagues in Congress are purposefully and illegally working against the people we represent. I find this statement, along with much of Ventura’s piece, a reckless and damaging insult. This show makes professional wrestling, where Ventura earned his fortune, look like an Olympic sport.
While the First Amendment serves a vital purpose in our society, the use of airwaves to incite citizens to distrust their government, based on deliberately told falsehoods, is appalling and could lead to people getting hurt. Remember that Timothy McVeigh blew up a federal building in Oklahoma City because of a consuming hatred and distrust of the government. Reputable media outlets must take it upon themselves to help expose media charlatans like truTV to protect the American public.
TBS and Time Warner have a moral and civic responsibility not to disseminate information they know to be false, particularly when it is dressed up to appear as investigative reporting. Should someone get hurt as a result of this unsubstantiated programming, the media will be undeniably held responsible for it. And I would hate to see someone get hurt as a result of callously airing lazy, irresponsible and fear-mongering programming. The media must take personal responsibility when airing what they purport to be fact, and we must take the responsibility to hold them accountable when they fall dangerously short.
Rep. Steve Cohen, a Democrat, represents Tennessee’s 9th district.
Já viram esse episódio?
MUITO interessante.
E quem é este Steve Cohen?
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Mais ainda:
http://www.salon.com/news/opinion/glenn ... censorship (http://www.salon.com/news/opinion/glenn_greenwald/2010/12/02/censorship)
Thursday, Dec 2, 2010 17:03 ET
More Joe Lieberman-caused Internet censorship
By Glenn Greenwald (updated below - Update II)
Following up on my post from earlier today about Joe Lieberman's Chinese-replicating Internet censorship efforts (and please read that first for the context), I wanted this to be highlighted separately: The New York Times reports that another company has now capitulated to Lieberman's demands: "a Seattle-based software company, Tableau, which provides a free Web platform for interactive graphics, removed charts uploaded by WikiLeaks in response to Sen. Joe Lieberman's public statement that companies should stop helping the whistle-blowers." Tableau issued a statement, which reads in part:
Wednesday afternoon, Tableau Software removed data visualizations published by WikiLeaks to Tableau Public. We understand this is a sensitive issue and want to assure the public and our users that this was not an easy decision, nor one that we took lightly. . . .
Our decision to remove the data from our servers came in response to a public request by Senator Joe Lieberman, who chairs the Senate Homeland Security Committee, when he called for organizations hosting WikiLeaks to terminate their relationship with the website.
I just spoke with the creator of the "visualizations": a British freelance journalist named James Ball. The only thing these "visualizations" presented were charts summarizing the material released by WikiLeaks (for instance, the charts counted the documents which originated from each country, the number of documents by year, and the like). These charts contained no classified information whatsoever, and disclosed nothing about the content of the cables. It was the completely innocuous work of a freelance journalist to inform the public about the categories of documents released. Those charts were then linked to from the WikiLeaks site, but hosted separately by Tableau.
Those are the benign, purely legal documents that have now been removed from the Internet in response to Joe Lieberman's demands and implied threats. He's on some kind of warped mission where he's literally running around single-handedly dictating what political content can and cannot be on the Internet, issuing broad-based threats to "all companies" that -- by design -- are causing suppression of political information. I understand Tableau's behavior here; imagine if you were a small company and Joe Lieberman basically announced: I am Homeland Security and you are to cease being involved with this organization which many say is a Terrorist group and Enemy Combatant. What Lieberman is doing is a severe abuse of power, and even for our anemic, power-revering media, it ought to be a major scandal (though it's not because, as Digby says, all our media stars can process is that "Julian Assange is icky").
If people -- especially journalists -- can't be riled when Joe Lieberman is unilaterally causing the suppression of political content from the Internet, when will they be? After all, as Jeffrey Goldberg pointed out in condemning this, the same rationale Lieberman is using to demand that Amazon and all other companies cease any contact with WikiLeaks would justify similar attacks on The New York Times, since they've published the same exact diplomatic cables on its site as WikiLeaks has on its (added: the only diplomatic cables posted on the WikiLeaks site thus far are the ones published by the newspapers with which WikiLeaks partnered -- such as the NYT, Guardian, Der Spiegel, etc. -- and they include those newspapers' redactions; no other cables have yet been posted to the WikiLeaks site). What Joe Lieberman is doing is indescribably pernicious and if "journalists" cared in the slightest about their own self-interest -- never mind all the noble things they pretend to care about -- they ought to be vociferously objecting to this.[/i]
Quem é Joe Lieberman?
Mais:
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Ah sim esse maroto do Sr.Alex, a prova que qualquer bimbo com um talk show é de repente um perito em politica. O verdadeira sonho americano. E esse Joe é outra rica peça...
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Porque é que diz isso do Alex, Tuga?
Porque diz "de repente é um perito em política"?
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O "novo mundo" das Wiki-Fugas não seria um verdadeiro mundo sem dissidentes (http://http):
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Funitednationsoffilm.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2010%2F12%2Fopenleaks.org_.png&hash=39fe97684540a47f63420112703d24fb)
Brevemente, Openleaks.org (http://http) promete fazer o mesmo que o seu irmão mais velho, apenas com menos "drama" (seja lá o que isso for)
Cortesia dos "mal-contentes" desagradados com a "falta de democracia" de Mister Assange.
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Porque é que diz isso do Alex, Tuga?
Porque diz "de repente é um perito em política"?
Porque esse menino é apenas mais um que pensa que "descobriu" a "verdade", (seja lá o que ela for) e alimenta as fantasia paranoicas de quem o esteja disposto a ouvir. Julga-se um "iluminado", um paladino da justiça. Tretas.
Passam se coisas estranhas por detras das nossas costas? Passam, seria ingenuo não acreditar nisso. É o drama e o horror que este menino apresenta? Não.
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Numa época em que tantos reclamam acerca da ausência de líderes fortes e sem papas na língua...
...Lula, no final do seu mandato histórico, confronta a imprensa com a "media-cracia" ambígua: a imprensa mundial regozija-se com a revelação dos escândalos e das patifarias, mas cala-se quanto ao mensageiro.
Ou muito me engano, ou tão depressa o mundo ocidental não conhecerá alguém tão politicamente desibinido como este pernambucano. Dilma, olha a responsabilidade
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Porque é que diz isso do Alex, Tuga?
Porque diz "de repente é um perito em política"?
Porque esse menino é apenas mais um que pensa que "descobriu" a "verdade", (seja lá o que ela for) e alimenta as fantasia paranoicas de quem o esteja disposto a ouvir. Julga-se um "iluminado", um paladino da justiça. Tretas.
Passam se coisas estranhas por detras das nossas costas? Passam, seria ingenuo não acreditar nisso. É o drama e o horror que este menino apresenta? Não.
Porque é que diz que ele pensa que descobriu a verdade, Tuga?
Tretas porquê, Tuga?
Porque é que diz que não é o "drama e o horror" que diz que ele apresenta, Tuga?
Porque é que você diz, o que diz, Tuga?
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Fox, graças a tudo isto, e tendo sempre como referência as posições assumidas públicamente pelos mesmos, começo a questionar coisas que daria como impensáveis.
Exemplo de gente com ideias - e obras - bastante curiosas:
- Ben Bernanke;
- Alan Greenspan;
- Cass Sunstein;
- John Holdren;
- Rahm Emmanuel;
- Helena Kagan;
- Lawrence (Larry) Summers;
- Henry Kissinger;
- Peter Singer;
- Paul Ehrlich...
O que me espanta é o facto de um povo tão martirizado ser capaz de produzir gente com ideias tão...
Estes pelo menos divulgam as suas ideias ou parte delas. O verdadeiro perigo vem daqueles que, vestidos de cordeiro, são os verdadeiros lobos.
Nesta lista há "personagens" com umas ideias um bocado bizarras...
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Porque é que diz isso do Alex, Tuga?
Porque diz "de repente é um perito em política"?
Porque esse menino é apenas mais um que pensa que "descobriu" a "verdade", (seja lá o que ela for) e alimenta as fantasia paranoicas de quem o esteja disposto a ouvir. Julga-se um "iluminado", um paladino da justiça. Tretas.
Passam se coisas estranhas por detras das nossas costas? Passam, seria ingenuo não acreditar nisso. É o drama e o horror que este menino apresenta? Não.
Porque é que diz que ele pensa que descobriu a verdade, Tuga?
Tretas porquê, Tuga?
Porque é que diz que não é o "drama e o horror" que diz que ele apresenta, Tuga?
Porque é que você diz, o que diz, Tuga?
Porque digo o que digo? A resposta é simples porque ja perdi demasado tempo a ver "documentarios" (um termo que utilizo entre aspas). E francamente tudo o que ele diz soa me a a um monte de tretas alarmistas e exageradas a la Gleen Beck. Especialmente as teorias descabidas sobre a ONU. É separar o trigo do joio e as verborreias deste menino não trigo coisa nenhuma. Cada um acredita no que quer.
E adoro a sua maneira de adicionar o meu nick a cada pergunta sua. È uma boa tentativa de parecer condescendete, mas lamento, não funciona. Continue a tentar no entanto. É engraçado.
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Ou seja, o seu julgamento resume-se ao que "lhe parece".
Está certo.
E também está certo quanto à condescendência: é o que está a pedir.
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Ou seja, o seu julgamento resume-se ao que "lhe parece".
Está certo.
E também está certo quanto à condescendência: é o que está a pedir.
Assim como o seu se julga ao "que lhe parece", já agora, pode lhe parecer um conceito absurdo, mas ninguém é senhor da verdade, e isto abrange qualquer pessoa. Mas continue, é intressante de observar estes fenomenos.
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É certo que Sr. Alex é espatafurdio na forma, mas ignorar todo o conteudo com base nessa permissa.......
Quanto a julgamentos, cada um observará sempre do seu prisma e com base nos seus conhecimentos. O que descarta ou deixa de descartar, seja por descrença, tédio ou ignorancia, será sempre pessoal mas ao menos é uma escolha que se faz livremente (uma das poucas que restam).
Quanto à Verdade, bem....... Essa é uma palavra que queima. Por muito que a procuremos não acredito que alguma vez ela se mostre completamente. Até porque, como Humanidade, mesmo que alguma vez chegassemos ao Como, ainda faltaria o Porquê e esse designio não nos pertence.
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Ao pessoal custa ouvir um tipo espalhafatoso dizer umas verdades que mais ninguém ousa dizer.
Mas aceita com toda a facilidade todo o tipo de doces mentiras ditas por gente eloquente ventindo fatos de bom corte.
Os resultados estão à vista.
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E depois temos pessoal que aceita ouvir qualquer porcaria dito por um banholas por detrás de um micro simplesmente porque não é "mainstream". Os resultados também estão à vista.
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O Alex falha em muito pormenores, só isso... são muitos, mesmo assim.. Deviam conhecer era o Daryl Bradford Smith, esse ainda tem conversas com pessoas que percebem mesmo disto ...em www.iamthewitness.com (http://www.iamthewitness.com), obviamente ninguém é perfeito neste mundo de se desvendar das ilusões..
O wikileaks antigo tinha um site com 500MB de artigos enquanto o novo tem 14MB !!!
O antigo está aqui http://www.torrenthound.com/hash/c6bdf2 ... gust,-2010 (http://www.torrenthound.com/hash/c6bdf29ec1efa955c47753fafdb811ba1a1dcf82/torrent-info/Old-Wikileaks-Site-including-Leaks--Offline-since-26-August,-2010)
Desde então foi posto abaixo, e tiveram 1 ano a pedir dinheiro...
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A hipótese monstruosa "judeus de topo Vs população judaica" começa a fazer sentido:
Christopher Hitchens: Latest Nixon tape buries Kissinger’s reputation
Comments Twitter LinkedIn Digg Buzz Email .Christopher Hitchens December 14, 2010 – 5:06 am
“The emigration of Jews from the Soviet Union is not an objective of American foreign policy. And if they put Jews into gas chambers in the Soviet Union, it is not an American concern.” — Henry Kissinger
Over the last few weeks, this modest little column of mine has been acquiring an almost eerie prescience and potency. I called for the death sentence on Tariq Aziz to be commuted, and it was only a matter of days before the president of Iraq announced that he would not sign Aziz’s death warrant. I called for Julian Assange to turn himself in, and he appeared at a London police station within hours of my words being published. Small stuff, you say. Show us something with a bit more heft and handle to it. All right, how’s this? In a November column, I denounced the shameful offer made by the Obama administration to the Netanyahu Cabinet in Israel and called for it to be withdrawn. And last week, in a wretched and furtive manner that befitted its original taint of bribery and corruption, withdrawn it was. How do you like that?
One of my main points in that article was the extent to which Prime Minister Benjamin Netanyahu was dependent on a coalition that gave important porfolios to political parties with insane ideologies. I instanced Israel Beitenu, the ultra-chauvinist group led by Foreign Minister Avigdor Lieberman, and the religiously orthodox Shas Party, under the spiritual leadership of deranged Rabbi Ovadia Yosef. “Fringe” though they might be, members of such groups hold key ministries, including the ones that dominate the “settlement” process. Since I last wrote about him, Rabbi Yosef has again been to the fore, blaming the calamitous forest fires in northern Israel on the failure of Jews to observe the Sabbath in the proper way. And the country’s interior minister, a Shas member named Eli Yishai, has rejected offers of fire-fighting equipment from Christian organizations, lest they use the opportunity to seduce Jews away to the worship of the Nazarene.
Men with this mentality were offered $3 billion worth of American aid, plus a full range of diplomatic support, in exchange for a one-month suspension of settlement-building, this non-freeze not even to include Jerusalem! And they rejected it as not good enough. It is difficult to say which is the worse national humiliation for the United States: the degraded initial offer or its contemptuous refusal. So I was thinking of demanding that the squalid bargain not be offered again. And then I decided that this would be a waste of a wish or a duplicate of a demand. So, while I am on a roll …
Here’s what should now happen, and let’s see if it does. Henry Kissinger should have the door shut in his face by every decent person and should be shamed, ostracized and excluded. No more dinners in his honour; no more respectful audiences for his absurdly overpriced public appearances; no more smirking photographs with hostesses and celebrities; no more soliciting of his worthless opinions by sycophantic editors and producers. One could have demanded this at almost any time during the years since his role as the only unindicted conspirator in the Nixon/Watergate gang, and since the exposure of his war crimes and crimes against humanity in Indochina, Chile, Argentina, Cyprus, East Timor and several other places. But the latest revelations from the Nixon Library might perhaps turn the scale at last.
Chatting eagerly with his famously racist and foul-mouthed boss in March 1973, following an appeal from Golda Meir to press Moscow to allow the emigration of Soviet Jewry, Kissinger is heard on the tapes to say:
“The emigration of Jews from the Soviet Union is not an objective of American foreign policy. And if they put Jews into gas chambers in the Soviet Union, it is not an American concern. Maybe a humanitarian concern.”
(One has to love that uneasy afterthought….)
In the past, Kissinger has defended his role as enabler to Nixon’s psychopathic bigotry, saying that he acted as a restraining influence on his boss by playing along and making soothing remarks. This can now go straight into the lavatory pan, along with his other hysterical lies. Obsessed as he was with the Jews, Nixon never came close to saying that he’d be indifferent to a replay of Auschwitz. For this, Kissinger deserves sole recognition.
It’s hard to know how to classify this observation in the taxonomy of obscenity. Should it be counted as tactical Holocaust pre-denial? That would be too mild. It’s actually a bit more like advance permission for another Holocaust. Which is why I wonder how long the official spokesmen of American Jewry are going to keep so quiet. Nothing remotely as revolting as this was ever uttered by Jesse Jackson or even Mel Gibson, to name only two famous targets of the wrath of the Anti-Defamation League. Where is the outrage? Is Kissinger — normally beseeched for comments on subjects about which he knows little or nothing — going to be able to sit out requests from the media that he clarify this statement? Does he get to keep his op-ed perch in reputable newspapers with nothing said? Will the publishers of his mendacious and purloined memoirs continue to give him expensive lunches as if nothing has happened?
After I published my book calling for his indictment, many of Kissinger’s apologists said that, rough though his methods might have been, they were at least directed at defeating Communism. I never quite saw how the genocide in East Timor, say, had any effect in eroding the Berlin Wall. But I also pointed out that Kissinger did many favours for the heirs of Stalin and Mao: telling president Gerald Ford not to invite Alexander Solzhenitsyn to the White House, for example, and making lavish excuses for the massacre in Tiananmen Square. He is that rare and foul beast, a man whose record shows sympathy for communism and fascism. It comes from a natural hatred of the democratic process, which he has done so much to subvert and undermine at home and abroad, and an instinctive affection for totalitarians of all stripes. True, full membership in this bestiary probably necessitates that you say something at least vicariously approving about the Final Solution. What’s striking about the Nixon tapes is that they show Kissinger managing this ugly feat without anyone even asking him. May my seasonal call be heeded: Let this character at last be treated like the reeking piece of ordure that he is.
Slate.com
Read more: http://fullcomment.nationalpost.com/201 ... z18Tb4P5F9 (http://fullcomment.nationalpost.com/2010/12/14/christopher-hitchens-latest-nixon-tape-buries-kissingers-reputation/#ixzz18Tb4P5F9)
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Wiki-percepções
João Cardoso Rosas
O Wikileaks e Julian Assange têm sido objecto de grande fascínio por parte daqueles que ocupam os extremos do espectro político (à direita, mas sobretudo à esquerda). Isso tem, provavelmente, uma explicação.
As revelações do Wikileaks transmitem uma ideia simples e tão velha quanto o mundo: a de que a nossa vida é governada por poderes ocultos que se movem nos bastidores da política visível. Assim, o Wikileaks mostra aquilo que os poderosos pensam uns dos outros, as suas estratégias e as suas decisões maquiavélicas, tomadas sem qualquer respeito pelos princípios legais ou morais que são proclamados pela política visível. Por outras palavras, o Wikileaks conjuga-se bem com uma visão conspirativa da política.
Mas qual a razão do especial interesse por parte dos extremos do espectro político em relação à visão conspirativa? Isso acontece devido ao seu elevado grau de desconfiança em relação ao "sistema". Assim, por exemplo, muitos na extrema-esquerda consideram que o mundo é teleguiado a partir dos gabinetes do último andar das grandes multinacionais, ou das chancelarias do mundo ocidental em geral - e dos Estados Unidos em particular. Outros, na extrema-direita, acham que quem conduz o mundo na sombra é a maçonaria, a internacional judaica, e outras coisas do género. Agora, o Wikileaks estaria a pôr tais realidades subterrâneas a descoberto.
Pelo contrário, aqueles que se situam no centro-esquerda ou no centro-direita tendem a ser menos entusiastas em relação às revelações do Wikileaks. Como o seu grau de adesão ao "status quo" é maior, têm menor motivação para a mentalidade conspirativa. Por essa razão são também mais cautelosos face a Julian Assange e gostam de pôr em causa a sua agenda demasiado radical ou mesmo anarquizante.
Do meu ponto de vista, ambas as atitudes são necessárias numa democracia. Se esta se limita a posições moderadas perde parte do seu élan. Mas se, por outro lado, cai apenas no extremismo, então tem os seus dias contados.
Porém, no caso das reacções ao fenómeno Wikileaks em Portugal, noto algumas contradições, à esquerda e à direita, em relação a um episódio recente: o caso Face Oculta e as gravações em que intervinha o primeiro-ministro. Alguns dos que condenaram então a revelação de fragmentos dessas escutas exultam agora com qualquer pequeno comentário privado revelado pelo Wikileaks. Pelo contrário, aqueles que, enquanto deputados ou jornalistas, procuraram a todo o custo que essas escutas fossem reveladas, agora apresentam-se como críticos acerbos de Assange. Ou seja, quando convém defende-se a necessidade de total transparência por parte dos agentes políticos democráticos. Quando isso não convém, defende-se o contrário.
Diário Económico
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Comentador da Fox News pede morte de Assange
* Veja video no interior
Bob Beckel, um comentador da estação televisiva Fox News, defendeu em directo que as forças especiais norte-americanas abatam Julian Assange, fundador do WikiLeaks.
«A maneira de lidar com isto nos EUA é muito simples. Nós temos Forças Especiais. Um homem morto não pode revelar fugas de informação. Este homem é um traidor e quebrou todas as leis dos EUA. Eu não sou a favor da pena de morte - por isso a única forma de o fazer é matar ilegalmente o filho da mãe», defendeu Beckel, que recebeu o apoio dos outros comentadores do painel.
Veja aqui o vídeo:
Not a valid youtube URL
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=484609
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Segundo este site " http://www.savethemales.ca/ (http://www.savethemales.ca/) " foram os Nazis que criaram a ideologia Zionista -> " In fact, Julius Streicher and other Nazis admitted their "Master Race" ideology was modeled on Judaism."
"Zionists collaborated in the holocaust in order to buttress the case for a Jewish homeland. All other Jewish leadership had been suppressed by the Nazis. Leaderless, Jews went to their death like sheep to the slaughter. "
"Past Jewish suffering provides a lesson for today. Their leadership was usurped by Masons (i.e. Zionism is a Masonic order) bent on sacrificing them to advance a grand plan."
Sabendo que a ajuda financeira a Israel é maior do que a ajuda ao resto do mundo, por parte dos Usa, continua complicado, mas se lerem sobre como os nazis foram enviados para o continente da America, dá para perceber melhor como a saga continuou..
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Que poderá também ser um forma de legitimar a censura na net.
Lógicamente que estas não são as palavras que ele utilizou, por serem claras e óbvias. Mas deixou no ar essa possibilidade.
De forma discreta, como caracteriza um jogador sabidola.
Ontem, numa conversa bastante interessante com um amigo, nós falamos destas questões e não chegamos a um consenso. Será que é possível censurar de facto a internet? Afinal há inúmeros servidores, tu podes fazer com que um servidor caia, mas há sempre alternativas. Será que é possível realmente controlar de facto a internet?
Não será a internet o derradeiro local da liberdade?
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Internet Identity System Said Readied by Obama Administration
January 07, 2011, 7:10 AM EST
Jan. 7 (Bloomberg) -- The Obama administration plans to announce today plans for an Internet identity system that will limit fraud and streamline online transactions, leading to a surge in Web commerce, officials said.
While the White House has spearheaded development of the framework for secure online identities, the system led by the U.S. Commerce Department will be voluntary and maintained by private companies, said the officials, who spoke on condition of anonymity ahead of the announcement.
A group representing companies including Verizon Communications Inc., Google Inc., PayPal Inc., Symantec Corp. and AT&T Inc. has supported the program, called the National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace, or NSTIC.
“This is going to cause a huge shift in consumer use of the Internet,” said John Clippinger, co-director of the Law Lab at Harvard’s Berkman Center for Internet and Society in Cambridge, Massachusetts. “There’s going to be a huge bump and a huge increase in the amount and kind of data retailers are going to have.”
http://www.businessweek.com/news/2011-0 ... ation.html (http://www.businessweek.com/news/2011-01-07/internet-identity-system-said-readied-by-obama-administration.html)
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"The Persecution Of Germar Rudolf--November 8, 2005..I just got a call from publisher Mr. Germar Rudolf from his jail (detention center), he left a message on my phone machine. In essence this is the bad news: Germar Rudolf's attorney informs him that he will be deported from the United States to Germany for 'Thought Crimes.' This will happen next Monday on November 14, 2005. Germar Rudolf will serve 5-15 years in prison for his writings (such as writings posted on his website) concerning the Holocaust."
Liberdade, ir para a cadeia por um " crime de pensamento "...
"Bolshevism, communism and international socialism, all of which are destructive political ideologies spawned by the Jew and self-confessed Satanist, Karl Marx, are also associated with the pentagram in its rendition as a red star"
"How Satanic Jews and the German Secret Service Use Psychological Terror and Assassination to Silence German Patriots and Prevent the Restoration of the German Reich." --> http://theinfounderground.com/forum/vie ... =20&t=1455 (http://theinfounderground.com/forum/viewtopic.php?f=20&t=1455)
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Informação veio das ilhas Caimão
Wikileaks promete divulgar dentro de semanas segredos da banca suíça
A Wikileaks promete libertar dentro de semanas informação bancária secreta ilegal de dois mil clientes, recolhida por Rudolf Elmer, ex-funcionário de um banco suíço nas ilhas Caimão, afirma Julian Assenge.
Wikileaks promete novas informações
Elmer não sabe precisar quantas pessoas ou entidades poderão ficar expostas com a informação que reuniu.
Julian Assange está a promover em Londres uma conferência de imprensa com Rudolf Elmer, coberta nomeadamente pelo site do jornal britânico The Guardian.
Durante o encontro com jornalistas Elmer mostrou dois discos em que supostamente está reunida a informação que se irá libertar.
Rudolf Elmer chegou a ser vice-director da filial do Julius Bar nas ilhas Caimão, considerado o quinto centro financeiro mundial. Despedido em 2002, o seu caso tornou-se um complexo problema de relações públicas para o banco. Elmer conta que se dirigiu a universidades e autoridades fiscais com a informação que recolheu, mas que ninguém quis se mexer. E, neste momento, a informação recolhida por Elmer arrisca-se a agitar os meios financeiros.
Tal como afirma, Elmer começou por deparar-se com um assunto que lhe pareceu a cauda de um rato, mas quando começou a puxar pareceu-lhe mais uma cauda de um dragão e, neste momento, lhe parece ser um dragão de várias cabeças.
O seu caso está presentemente em tribunal e está marcada para a próxima quarta-feira a sessão judicial onde vai começar a ser julgado por violação das regras de sigilo bancário suíças. Elmer está a bater-se contra as regras de sigilo no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem e nos tribunais suíços.
http://economia.publico.pt/Noticia/wiki ... ca_1475693 (http://economia.publico.pt/Noticia/wikileaks-promete-divulgar-dentro-de-semanas-segredos-da-banca-suica_1475693)
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Estou adorando o Wikileaks. E isto aqui faz todo o sentido:
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fmedia.riemurasia.net%2Falbumit%2Fmmedia%2Fbg%2Fia6%2Fmffz%2F311792%2Fnormal_777850029.jpg&hash=dbcc8381e454b05eeff8531f9f825873)
Para mim também...
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EUA tentaram impedir programa brasileiro de foguetes, revela WikiLeaks
RIO – Ainda que o Senado brasileiro venha a ratificar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas EUA-Brasil (TSA, na sigla em inglês), o governo dos Estados Unidos não quer que o Brasil tenha um programa próprio de produção de foguetes espaciais. Por isso, além de não apoiar o desenvolvimento desses veículos, as autoridades americanas pressionam parceiros do país nessa área – como a Ucrânia – a não transferir tecnologia do setor aos cientistas brasileiros.
A restrição dos EUA está registrada claramente em telegrama que o Departamento de Estado enviou à embaixada americana em Brasília, em janeiro de 2009 – revelado agora pelo WikiLeaks ao GLOBO. O documento contém uma resposta a um apelo feito pela embaixada da Ucrânia, no Brasil, para que os EUA reconsiderassem a sua negativa de apoiar a parceria Ucrânia-Brasil, para atividades na Base de Alcântara no Maranhão, e permitissem que firmas americanas de satélite pudessem usar aquela plataforma de lançamentos.
Além de ressaltar que o custo seria 30% mais barato, devido à localização geográfica de Alcântara, os ucranianos apresentaram uma justificativa política: “O seu principal argumento era o de que se os EUA não derem tal passo, os russos preencheriam o vácuo e se tornariam os parceiros principais do Brasil em cooperação espacial” – ressalta o telegrama que a embaixada enviara a Washington.
A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que “embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”. Mais adiante, um alerta: “Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”.
O Senado brasileiro se nega a ratificar o TSA, assinado entre EUA e Brasil em abril de 2000, porque as salvaguardas incluem concessão de áreas, em Alcântara, que ficariam sob controle direto e exclusivo dos EUA. Além disso, permitiriam inspeções americanas à base de lançamentos sem prévio aviso ao Brasil. Os ucranianos se ofereceram, em 2008, para convencer os senadores brasileiros a aprovarem o acordo, mas os EUA dispensaram tal ajuda.
Os EUA não permitem o lançamento de satélites americanos desde Alcântara, ou fabricados por outros países mas que contenham componentes americanos, “devido à nossa política, de longa data, de não encorajar o programa de foguetes espaciais do Brasil”, diz outro documento confidencial.
Viagem de astronauta brasileiro é ironizada
Sob o título “Pegando Carona no Espaço”, um outro telegrama descreve com menosprezo o voo do primeiro astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, à Estação Espacial Internacional levado por uma nave russa ao preço de US$ 10,5 milhões – enquanto um cientista americano, Gregory Olsen, pagara à Rússia US$ 20 milhões por uma viagem idêntica.
A embaixada definiu o voo de Pontes como um gesto da Rússia, no sentido de obter em troca a possibilidade de lançar satélites desde Alcântara. E, também, como uma jogada política visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Num ano eleitoral, em que o presidente Lula sob e desce nas pesquisas, não é difícil imaginar a quem esse golpe publicitário deve beneficiar.
Essa pode ser a palavra final numa missão que, no final das contas, pode ser, meramente ‘um pequeno passo’ para o Brasil” – diz o comentário da embaixada dos EUA, numa alusão jocosa à célebre frase de Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, dizendo que seu feito se tratava de um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a Humanidade.
FONTE: O Globo
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WICKEDLEAKS
Wicked significa moralmente mau, iníquo, pecador, maldoso. Como aquilo que penso da organização dirigida pelo alegado violador e agressor sexual Assange se enquadra nos significados deste adjectivo, não resisti a fazer o jogo de palavras.
O argumentário da Wickedleaks segundo o qual as suas acções defendem e promovem a liberdade do acesso à informação e o fim dos segredos nos negócios de estado é de uma falsidade e hipocrisia tremendas.
Em primeiro lugar, as suas acções não melhoram o acesso à informação e muito menos porão fim aos segredos de estado, que são necessários e continuarão a existir. Em qualquer esfera da vida social, ninguém é absolutamente transparente. Se toda a gente, organizações e países dissessem tudo aquilo que pensam em determinado momento, viveríamos numa selva de conflitos incontroláveis.
Em segundo lugar, muito daquilo que os documentos revelam é fofoca pura e simples: o que os Americanos dizem de Putin, qual é o nickname de Medvedev, o que pensam de Berlusconi ou Merkel, etc. A diferença entre esta informação e a veiculada pela imprensa do jet set está, fundamentalmente, nos protagonistas. Ora, isto não é informação, é alimentar a curiosidade perversa pela coscuvilhice internacional e diplomática. O que de bom traz à transparência e a Relações Internacionais cordatas é zero. Pelo contrário, ao revelar correspondência reservada, o que poderão conseguir é envenenar as Relações Internacionais e o entendimento entre estadistas e minar a confiança recíproca nos contactos político-diplomáticos.
Por outro lado, revela comunicações, nomeadamente do teatro do Afeganistão, que nada trazem de novo do ponto de vista político e estratégico, mas que revelaram o nome de mais de uma centena de espiões e informadores, para todos os efeitos lançando a eles e às suas famílias uma sentença de morte, por interpostos Taliban ou Al-Qaeda.
O que as acções da Wikileaks mostram, é que se trata de uma organização de índole criminosa que se dedica à espionagem, roubo de documentos confidenciais, suborno e incitamento à traição. Daí que wicked não seja, de facto, um adjectivo mal empregue.
A motivação da Wickedleaks é, portanto, vaidade e promoção pessoal e um indisfarçável anti-americanismo primário de alguém/alguns que sonharam ter o seu momento de reconhecimento global, o que conseguiram e abater a super-potência através de uma nova forma de terrorismo, o que nunca conseguirão.
http://tempos-interessantes.blogspot.com/ (http://tempos-interessantes.blogspot.com/)
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WikiLeaks Portugal: Expresso teve acesso a todos os 722 telegramas de Lisboa
O Expresso teve acesso aos 722 telegramas dos EUA sobre Portugal recolhidos pelo WikiLeaks. A partir de sábado, 26 de fevereiro, iniciaremos a publicação da investigação que estamos a desenvolver sobre o seu conteúdo.
Micael Pereira (www.expresso.pt (http://www.expresso.pt))
15:28 Quinta feira, 24 de Fevereiro de 2011
O Expresso começa a publicar na edição em papel do próximo sábado um extenso trabalho de análise e investigação, que se prolongará durante semanas, sobre o conteúdo que o WikiLeaks tem sobre Portugal e que é até agora inédito.
O Expresso teve acesso a todos os telegramas enviados pela embaixada dos Estados Unidos em Lisboa para o Departamento de Estado norte-americano entre 2006 e 2010. São 722 telegramas, num total de 2500 páginas.
Os telegramas considerados mais relevantes serão reproduzidos no site do Expresso.
O acesso ao material do WikiLeaks foi possível através de uma parceria que o Expresso estabeleceu com dois jornais de referência europeus: o diário dinamarquês "Politiken" (o único na Dinamarca que ainda é publicado em formato broadsheet e que foi premiado agora como o jornal europeu do ano) e o diário "Aftenposten", líder na Noruega.
Investigação conjunta
Em dezembro, o "Aftenposten" tornou-se o primeiro órgão de comunicação mundial a obter todos os 251 mil telegramas diplomáticos norte-americanos fora do esquema do WikiLeaks e da rede de cooperação que a organização dirigida por Julian Assange criou com cinco jornais de vários países: "The Guardian" (Reino Unido), "El País" (Espanha), "Le Monde" (França), "The New York Times" (Estados Unidos) e "Der Spiegel" (Alemanha). Em paralelo, o "Aftenposten" criou a sua própria rede de cooperação internacional, com o "Politiken" na Dinamarca e com jornais da Suécia, da Holanda, da Alemanha e da Bélgica. O acordo do Expresso com o "Politiken" e o "Aftenposten" prevê que os jornais investiguem juntos alguns dos casos expostos nos telegramas e que têm implicações internacionais.
in: http://aeiou.expresso.pt/wikileaks-port ... oa=f634158 (http://aeiou.expresso.pt/wikileaks-portugal-expresso-teve-acesso-a-todos-os-722-telegramas-de-lisboa=f634158)
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Wikileaks: Telegrama "arrasa" negócios da Defesa
O Expresso divulga outro telegrama sobre um alegado plano dos Estados Unidos para dominar a Fundação Luso-Americana (FLAD) e afastar o então presidente Rui Machete.
O semanário Expresso começa hoje a publicar conteúdos de parte dos 722 telegramas enviados a partir da Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa e a que o Wikileaks teve acesso. São conteúdos até agora inéditos, com o jornal a escrever na primeira página que os negócios da Defesa em Portugal são “arrasados” pelos diplomatas norte-americanos.
“Ministério move-se pelo desejo de ter brinquedos caros”, refere um dos telegramas atribuído a um diplomata norte-americano.
Em declarações à SIC Notícias, o ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, afirma que não comenta documentos confidenciais e condena a sua divulgação.
Na edição deste sábado, o Expresso divulga outro telegrama sobre um alegado plano dos Estados Unidos para dominar a Fundação Luso-Americana (FLAD) e afastar o então presidente Rui Machete.
“Chegou o momento de decapitar Rui Machete”, escreveram os diplomatas norte-americanos a Washington.
in: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.asp ... did=143998 (http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=143998)
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http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portuga ... id=1793848 (http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1793848)
aqui ja falam mais sobre os submarinos e as capacidades da marinha
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http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=EUA-arras ... t=10&tm=81 (http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=EUA-arrasam-Ministerio-da-Defesa-e-militares-portugueses.rtp&article=419730&visual=3&layout=10&tm=81)
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EUA arrasam Ministério da Defesa e militares portugueses
O Ministério da Defesa português "move-se pelo desejo de ter brinquedos caros" diz um dos telegramas da embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, que faz parte do pacote de 722 documentos libertados pelo site Wikileaks e que o jornal "Expresso" vai publicar a partir de hoje. "O Ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não".
Mas os telegramas secretos hoje revelados vão mais longe nas críticas que fazem a toda a estrutura militar portuguesa: "Os militares têm uma cultura de statu quo em que as posições-chave são preenchidas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias, em vez de serem preenchidas com pensadores criativos, promovidos pelo seu desempenho", diz um telegrama de 5 de Março de 2009. "Espera o tempo suficiente, dizem-nos os oficiais, e chegarás a coronel ou general. Esta cultura fomenta um pensamento adverso a correr riscos e um corpo de oficiais superiores para quem adiar uma decisão é quase sempre a melhor decisão".
Num telex do dia seguinte, Thomas Stephenson, embaixador em Lisboa, faz considerações nada abonatórias do então ministro da Defesa, Severiano Teixeira: "Fraco, não muito respeitado pelas chefias militares, ridicularizado pela imprensa e com pouca influência dentro do Governo português". Pelo contrário, Thomas Stephenson, tece elogios ao secretário de Estado da Defesa João Mira Gomes e descreve um encontro que tivera com ambos: "Era notório como Teixeitra hesitava com frequência enquanto falava, olhando para Mira Gomes à procura de apoio".
Ontem, o ministro da Defesa já tinha reagido com indignação à publicação dos documentos: "A minha posição é de condenação da divulgação desses documentos", afirmou Augusto Santos Silva, justificando-a com o facto de a confidencialidade atribuída a esses e outros documentos ser necessária "para que os países assegurem a liberdade e segurança das suas populações".
Na edição de hoje, um dos temas do pacote de telegramas revelado é sobre os gastos da defesa. "Muita daquela matéria é extraordinariamente complexa. Há temas variadíssimos, desde os mais fúteis aos extremamente complexos. O primeiro lote que vamos utilizar é sobre o Ministério da Defesa e sobre a Fundação Luso-Americana", explicou ontem Ricardo Costa.
Do conteúdo dos telegramas foi dado conhecimento ao Governo através do Ministério da Defesa. Todos os jornais que assinem um acordo para poder ter acesso e revelar os telegramas ficam obrigados a dar conhecimento do seu conteúdo às autoridades nacionais dos seus países.
"Todos eles são obrigados a um acordo, nomeadamente mostrar com alguma antecedência todos os documentos com materiais que possam ser considerados sensíveis às autoridades nacionais. É isso que os outros jornais têm feito e é isso que estamos a fazer também. O Governo sabe desde terça-feira que temos estes telegramas e, neste caso, o Ministério da Defesa já sabe desde ontem os telegramas que vamos publicar", esclareceu o diretor do Expresso, Ricardo Costa.
"As democracias publicitam informação, incluindo informação secreta, mas passados vários anos, passado o prazo necessário para que os motivos que levaram à classificação de informação como secreta, confidencial ou reservada tenham deixado de existir", disse Augusto Santos Silva.
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=EUA-arras ... t=10&tm=81 (http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=EUA-arrasam-Ministerio-da-Defesa-e-militares-portugueses.rtp&article=419730&visual=3&layout=10&tm=81)
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Então, P44, achas que essas fugas são novidades?
Acho piada a essa dos brinquedos caros, vindo de quem vem.
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WikiLeaks
EUA dizem que Portugal compra “brinquedos caros e inúteis” por “orgulho”
Um telegrama divulgado pela WikiLeaks e enviado para Washington pelo então embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Thomas Stephenson, arrasa os negócios do Ministério da Defesa português.
“No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)”, lê-se num pequeno parágrafo a meio do telegrama de seis páginas citado pelo Expresso.
O semanário anunciou esta semana que se juntou aos jornais mundiais que divulgam os documentos da WikiLeaks e vai, assim, analisar os 722 telegramas da Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa que integram o seu espólio.
O telegrama intitulado “O que há de errado no Ministério da Defesa português” foi enviado em 5 de Março de 2009 e a diplomacia norte-americana é a arrasadora para a pasta da Defesa, apesar de incorrer em alguns erros factuais. Thomas Stephenson, que foi embaixador em Lisboa entre Novembro de 2007 e Junho de 2009, escreve também que o país não tem sistemas de mísseis, o que significa que os submarinos não têm capacidade de ataque em caso de missão.
“Complexo de inferioridade”
Depois, o diplomata diz que Portugal sofre de um complexo de inferioridade e que tem a percepção de que é mais fraco do que os aliados, acabando por gastar em submarinos dinheiro que faz falta noutras áreas. E dá o exemplo de que Portugal tem poucos navios patrulha para a defesa do litoral e para lutar contra o narcotráfico e a imigração e pescas ilegais. “Com 800 quilómetros de costa e dois arquipélagos distantes para defender, os submarinos alemães comprados em 2005 não são o investimento mais sensato”, explica Stephenson que, contudo, mostra algum desconhecimento, já que os submarinos estão equipados com torpedos, minas e um sistema de mísseis Harpoon – curiosamente fabricado nos Estados Unidos.
O diplomata explica também que Portugal é pressionado a fazer compras aos parceiros europeus, em vez de optar por material dos Estados Unidos, dando o exemplo das fragatas holandesas adquiridas em 2006, em detrimento das norte-americanas, por decisão do então ministro da Defesa, Luís Amado. “O Ministério da Defesa optou por gastar mais de 300 milhões de euros em fragatas holandesas usadas. As americanas teriam exigido apenas cerca de 100 milhões de euros na sua modernização e apoio logístico”, especifica.
Nas mensagens enviadas a Washington, o embaixador passa a imagem de um país de “generais sentados”, dizendo que o Ministério da Defesa não é capaz de tomar decisões e que “os militares têm uma cultura de status quo, em que as posições-chave são ocupadas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias”. O embaixador sublinha ainda que o dinheiro na Defesa é gasto de forma imprudente e que Portugal tem mais almirantes e generais por soldado do que quase todas as outras forças armadas.
Thomas Stephenson tece comentários específicos sobre antigo ministro da Defesa Nuno Severiano Teixeira, num outro telegrama enviado a 6 de Março de 2009: “Embora seja reconhecido como um académico brilhante, Teixeira é considerado um ministro da Defesa fraco, não muito respeitado pelas chefias militares, ridicularizado pela imprensa e com pouca influência dentro do Governo português.” O embaixador diz que quando Severiano Teixeira sucedeu a Luís Amado no cargo “não tinha experiência em liderança nem experiência militar”. Por seu lado, o secretário de Estado da Defesa, João Mira Gomes, actual embaixador português na NATO, é descrito como “quase o oposto de Teixeira”. Nenhum dos dois quis fazer comentários ao Expresso.
Já o actual ministro português da Defesa, Augusto Santos Silva, recusa comentar este comunicado, e condena a divulgação do telegrama. “Não comento conteúdos de documentos confidenciais, que foram, aliás, seleccionados”, o que impede de saber o que diz o conjunto dos documentos, afirmou à SIC Notícias. “Não comento documentos confidenciais que são do meu ponto de vista necessários para que os países assegurem a liberdade e a segurança das suas populações”, acrescentou.
in: http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/eua ... ho_1482236 (http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/eua-dizem-que-portugal-compra-brinquedos-caros-e-inuteis-por-orgulho_1482236)
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Sem dúvida, mas há que reconhecer que há compras extremamente prementes que estão relegadas para segundo plano pelas chefias. O pessoal ainda anda de G-3/Galil/Sig-543, não há coletes balisticos em quantidade suficiente, o fardamento é mediocre (defendo que se adopte um outro padrão de camuflado), etc.
O carreirismo é algo inerente na sociedade portuguesa, ainda há pouco tempo estive a falar com um ex-colega dos bombeiros que é actualmente sapador e as coisas que ele disse... :evil:
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Mas ainda existe orgulho em Portugal! :lol:
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Orgulho é coisa de meninos, home que é home quer é rasgar a bandeira em prol de um bom salário e altas regalias.
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Mais telegramas insultuosos da RIEUA (República Imperialista dos Estados Unidos da América).
É o que o país recebe em meter-se em alianças como a NATO, em vez de apostar mais nas ligações com o mundo lusófono.
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Telegrama dos EUA acusa Rui Machete de má gestão na FLAD
26.02.2011 - 12:42 Por PÚBLICO
Um telegrama confidencial que a WikiLeaks conseguiu interceptar acusa o ex-presidente da Fundação Luso-Americana (FLAD) de má gestão e de se recusar a prestar contas à Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa.
Em Dezembro de 2008, o antigo embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Thomas Stephenson, num telegrama intitulado “Problemas na Fundação Luso-Americana” enviado para Washington, acusa Rui Machete de ter feito um aproveitamento pessoal do cargo que desempenhava na FLAD.
O documento é citado pelo semanário Expresso, que anunciou esta semana que se juntou aos jornais mundiais que divulgam os documentos da WikiLeaks e vai, assim, analisar os 722 telegramas da representação diplomática norte-americana em Portugal que integram o seu espólio.
O diplomata norte-americano, no mesmo telegrama, refere também que Rui Machete tem ligações aos dois maiores partidos portugueses e é suspeito de atribuir bolsas como forma de pagamento de favores políticos. E defende que “chegou a hora de decapitar Machete”, propondo uma campanha para mudar a direcção da FLAD.
“Obteve o cargo como prémio de consolação depois de ter perdido o lugar de ministro numa mudança de Governo e 1985”, concretiza Thomas Stephenson, dizendo que “tem sido há muito tempo um crítico dos EUA, que sempre resistiu à intervenção da embaixada”. Depois, o diplomata critica as elevadas despesas de funcionamento da fundação, descrevendo “gabinetes luxuosos decorados com peças de arte, pessoas supérfluo, uma frota de BMW com motorista e custos e administrativos e de pessoal que incluem por vezes despesas de representação em roupas, empréstimos a baixos juros para os trabalhadores e honorários para o pessoal que participa nos próprios programas da FLAD”.
Mas a questão não é propriamente nova: sucessivos embaixadores norte-americanos em Lisboa teceram comentários semelhantes sobre o desempenho de Rui Machete. Em declarações ao Expresso, o antigo presidente da FLAD defendeu-se dizendo que se tratam de ataques pessoais e de acusações sem fundamento, que derivam de o facto de os Estados Unidos nunca terem percebido que a fundação é uma instituição portuguesa.
in: http://ww2.publico.pt/Pol%C3%ADtica/tel ... ad_1482247 (http://ww2.publico.pt/Pol%C3%ADtica/telegrama-dos-eua-acusa-rui-machete-de-ma-gestao-na-flad_1482247)
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A RIEU esta a dizer o que nos todos já sabemos, temos que admitir que compramos coisa inúteis, os submarinos foram milhares milhões de euros enquanto deveria ser menos, o dinheiro que sobrava dava perfeitamente para comprar um NPL, e também o submarino dispoe de quantos torpedos, nós temos meia duzia torpedos, já dá para afundar um barquinho de pesca ou de lazer
.
eles falaram dos 39 F-16, qual é o problema de ter este número? é útil, os EUA a falarem dos navios de patrulha litoral, isto já é verdade, mas pronto, mas quem é os EUA para falar de brinquedos caros, eles compram f-22, 11 porta-aviões, para quê que eles querem 11 porta-aviões, é para mamar montes de dinheiro na manutenção ou uma espécie de atracção, acusa portugal de ter orgulho, eles têm orgulho em começar guerras e dizem que os seus soldados estavam a defender interesses da NATO e do MUNDO, estavam é a servir para os interesses da casa branca, falam do dinheiro mal gasto, o EUA já gastou mais do que portugal gasta na defesa num século em experiências e projectos que não foram para a frente, e também os EUA têm a mania de intervir a qualquer parte do mundo, como no caso da Líbia o único que discursou para que os presidentes da líbia e do egipto se retirassem e fossem depostos, o EUA são do aqueles "BULLYS" que metem medo a todos, ninguem se atreve a oferecer resistência,mas há sempre alguém que o faz e na hora da verdade os BULLYS são tão covardes como os que costumavam abusar.
Nos últimos dois séculos houve centenas de guerras, de certeza, de que mais 70% o EUA participou nelas, foram os únicos a usar a bomba atómica e ainda dizem que o irão ou a coreia do norte não podem ter energia nuclear, eles são uma cambada de abusadores e uma cambada de intermetidos e oportunos.
Ainda mais, os EUA neste momento estão em duas guerras, afeganistão e iraque, este último tendo mais de 50,000 homens para apenas treino (eles pensam que as pessoas são parvas para acreditar nisto), da invasão de 2003, qual foi o motivo deste ataque, armas de detruição maciça, nunca foram encontradas, será que os EUA são dependentes da guerra como os drogados são com a droga, pensem muito bem nesta pergunta.
Aguardo comentários
Cumprimentos,
-
ESTADOS UNIDOS, O PAÍS MAIS ODIADO DO PLANETA
Por que será que os EUA são o país mais odiado do planeta?
O que será que gera
esse ódio?
Não foram os EUA que em 1945 bombardearam Dresden a
partir
de uma onda de
1.400 aviões lotados de bombas incendiárias, carbonizando
em horas mais de
100.000 civis ? Num só dia os EUA mataram o dobro do
número de todos os civis
ingleses mortos pelos nazistas ao longo de 6 anos de
guerra. Após o bombardeio,
nada restava intacto a não ser o único possível alvo
militar nazista existente naquela
cidade – os depósitos de combustíveis.
Será que não foram eles que lançaram 2 devastadoras
bombas
atômicas, vaporizando
quase instantaneamente 200.000 civis em Hiroshima e
Nagasaki,
mesmo após a
Alemanha e a Itália já terem sido derrotadas e o próprio
Japão já ter dado sinais
inequívocos do desejo de capitulação? Nos anos seguintes,
o número de vítimas pela
radiação chegou a 2 milhões.
Será que os EUA não despejaram muitos milhares de toneladas
de Napalm em
milhares de aldeias camponesas numa guerra jamais declarada
ao Vietnã, e que
durante 11 anos virtualmente torrou vivos mais de um
milhão de civis, camponeses,
mulheres, velhos e crianças que depois de mortos passavam
a ser chamados de
vietcongues? E a tal arma química conhecida como "agente
laranja", despejada às
toneladas e que esterilizou milhões de acres de terras
cultiváveis e que contaminou e
envenenou todos os rios e lagos do país, causando o
nascimento
de milhares de
crianças disformes?
E as ondas de bombardeios diários, ininterruptos, e
mantidos
secretos do
conhecimento ocidental por mais de 5 anos sobre o Laos
e o Camboja, aniquilando
dezenas de milhares de pessoas que morriam sem mesmo
saber quem e porque os
estavam bombardeando, chegando a utilizar inclusive
o
gás de nervos Sarin?
E as torturas e carnificinas de civis aperfeiçoadas
na
guerra da Coréia pelos EUA ao
inventarem a "guerra fria", e que em 3 anos matou 3
e
meio milhões de pessoas
inutilmente, pois ao fim do massacre as
12/05/07
Anônimo
fronteiras permaneciam
exatamente as
mesmas? Neste massacre os EUA chegaram a jogar 3 bombas
em cada vítima.
E os sangrentos golpes militares na Guatemala e no Chile
e em dezenas de outros
países, patrocinados pelos EUA, que derrubou governos
democraticamente eleitos,
como os de Jacobo Arbenz e Salvador Allende, e que foram
engendrados e planejados
pelos conspiradores da CIA, e que instituíram as mais
sangrentas ditaduras? A tirania
da Guatemala durou mais de 40 anos e exterminou 100.000
pessoas no mínimo. A de
Pinochet, dezenas de milhares.
Na Indonésia, a CIA tentou o assassinato de Ahmed Sukarno
- líder da independência
do país -, e o golpe que se seguiu, liderado pelo tirano-lacaio
da CIA, Suharto,
promoveu uma hedionda execução em massa de mais de 1
milhão civis.
No Iraque, o genocídio foi de 150 mil civis só em bombardeios,
podendo chegar a 1
milhão de vítimas se considerarmos os mortos indiretamente
em decorrência da falta
de medicamentos e alimentos imposta pelo embargo.
E o uso de projéteis de urânio - lixo nuclear altamente
tóxico e contaminante,
subproduto da indústria bélica norte-americana - despejado
às toneladas no Iraque, na
Iugoslávia, e no Kosovo, violando frontalmente a Convenção
de Genebra?
E os crimes ecológicos contra o planeta, gerando 90
%
de todo o tipo de poluição,
extinção da biodiversidade, o contrabando de sementes
e a implantação forçada de
culturas transgênicas? E a manipulação do clima através
do bombardeamento secreto
da atmosfera com microondas, em países em desenvolvimento,
visando provocar a
destruição de colheitas com inundações, secas e toda
sorte de catástrofes
aparentemente "naturais"? E a dispersão de vírus, doenças
e pragas agrícolas sobre
Cuba, outro crime hediondo executado em diversas ocasiões,
e confessado por
ex-agentes da CIA?
12/05/07
Anônimo
Não apoiaram e mantiveram durante décadas o odioso regime
racista do "apartheid"
na África do Sul e mesmo em seu próprio território,
segregando,
humilhando,
encarcerando, espancando, supliciando e assassinando
milhares de negros e seus
líderes de descendência africana?
E as 670 tentativas de assassinato de Fidel Castro planejadas
pela CIA, e milhares de
outras bem sucedidas como a de Patrice Lumumba, Salvador
Allende, Jacobo Arbenz,
Trujillo, Torrijos, Manley, Mossadegh, Bhuto, e centenas
ou milhares de outros?
A lista de crimes do imperialismo norte-americano é
infindável.
República Dominicana,
Porto Rico, Haiti, Guatemala, Indonésia, Chipre, Oman,
Vietnã, Laos, Camboja, Coréia,
Honduras, Nicarágua, Panamá, Filipinas, Guam, El Salvador,
Costa Rica, Sudão, Zaire,
Libéria, Iraque, Kuwait, Bósnia, Iugoslávia, Somália,
Líbia, Turquia, Albânia, Líbano,
Egito, Arábia Saudita, Grécia, Granada, Angola, Peru,
Guiana, Moçambique, Colômbia,
Irã, Afeganistão. A lista de países que sofreram intervenções
e invasões armadas pelos
EUA é interminável. Foram mais de 100 operações em um
século. Muitos desses
países chegaram a ser violentados mais de seis vezes.
Isto sem contar as
intervenções e intromissões mantidas e realizadas secretamente
pelos espiões da CIA
e da NSA disfarçados e que nunca chegaram ao conhecimento
e à indignação
internacional.
Essas intervenções se caracterizaram sempre pelas agressões
armadas,
desestabilização de governos e instituições democráticas,
golpes de estado,
quarteladas, sufocamento de movimentos sociais, assassinato
de líderes políticos,
instalação de governos fantoches, fraudamento de eleições,
infiltração em sindicatos
de trabalhadores, operações psicossociais de propaganda
e desinformação,
desorganização, submissão e supressão do poder judiciário,
dos direitos humanos e
das liberdades civis, hipocrisia, confiscos, imposição
de "líderes" marionetes,
repressão, policialização e militarização generalizadas,
12/05/07
Anônimo
alienação e censura cultural,
sabotagens, manipulação de notícias e dos meios de comunicação,
ensino e prática
de torturas, treinamento e arregimentação de mercenários,
criação de milícias
paramilitares e esquadrões da morte, "tonton macoutes",
desnacionalização,
endividamento, guerra bioquímica, estupros, tráfico
de
armas e drogas, uso de aviões
de passageiros civis para encobrir operações militares
de espionagem, seqüestros,
desaparecimentos, espoliação, extorsão, banditismo,
corrupção,
saques, pilhagens,
disseminação de pragas agro-biológicas com o fim de
devastação
de safras e
rebanhos, escutas clandestinas, espionagem, homicídios
em massa, execuções
sumárias, seviciamentos e todo tipo de atrocidades,
arbitrariedades,
traição e covardia.
Suas relações internacionais até mesmo com outros países
mais desenvolvidos
sempre foram baseadas na intimidação, na chantagem,
na
dissimulação, na
desinformação, na opressão, na ameaça, na imposição
intransigente
de seus
interesses pela força, e pelo terrorismo de estado.
As
mesmas práticas odiosas dos
ingleses contra a colônia americana, denunciadas na
Declaração
de Independência
deles, hoje são políticas de estado dos EUA contra o
mundo.
Não são os EUA os principais cúmplices da política judaico-sionista
expansionista e
anexadora de Israel, que há 54 anos vem violando e desacatando
as resoluções da
ONU que determinam os direitos dos Palestinos a um estado
próprio, e promovendo
há décadas um banho de sangue para roubar terras, fontes
de água e outros recursos
que
há milênios pertenciam aos palestinos? Não vivem a espionar
o resto do mundo,
inclusive seus aliados, desrespeitando fronteiras, violando
acordos, convenções e
regras internacionais sem a menor cerimônia?
A atuação nefasta do terrorismo de estado perpetrado
pelos EUA se reflete no seu
desprezo pelas resoluções da ONU, e pelo consenso mundial,
haja visto o boicote ao
Protocolo de Kyoto, às convenções sobre o racismo, sobre
12/05/07
Anônimo
o Tribunal Internacional, às
convenções sobre o desarmamento, contra o protecionismo
e a favor de práticas justas
e honestas de comércio internacional. Não querem apropriar
à força e patentear o
patrimônio genético da humanidade em seu único benefício?
A política belicosa e imperialista dos norte-americanos
já existia mesmo antes do início
do século passado. Todo o sudoeste dos EUA, incluindo
o Texas e a Califórnia
pertenciam aos mexicanos. Foram tomados à força a custa
de guerras provocadas
intencionalmente. Aliás, não foram eles que promoveram
em seu próprio território a
maior limpeza étnica já vista no planeta, a qual exterminou
milhões de nativos
peles-vermelhas? Não são eles que
estão reintroduzindo a escravatura, ao manter a maior
população encarcerada do
mundo - quase dois milhões de pessoas, sendo que 80
%
são negros, latinos e
asiáticos e que estão sendo submetidos a maus tratos
e a trabalhos forçados em
prisões particulares?
A intolerância do país atinge até mesmo os seus cidadãos,
que são bisbilhotados
secretamente pelo governo, são proibidos de viajarem
para certos países, de
possuírem certos programas de computador de criptografia,
de consumirem até uma
simples dose de rum ou um charuto de origem cubana,
sujeitando
os infratores a
mofarem meses e anos na cadeia antes de serem julgados.
Qual país expulsa uma criança de 5 anos da escola por
beijar uma colega? Não é sem
motivo que em seu maior produto cultural, a indústria
do entretenimento, o principal
ingrediente é aquilo que eles sabem fazer melhor - a
violência generalizada,
indiscriminada e em todos os seus aspectos. Não é à
toa
que o país é a maior fábrica
do mundo de sociopatas, os famosos "serial killers"
que
todas as semanas entram em
uma escola ou lanchonete e descarregam a esmo todo tipo
de armas de grosso
calibre, compradas livremente pela Internet até por
crianças.
12/05/07
Anônimo
Hoje têm mais de 450 bases militares espalhadas no mundo
por 35 países, na sua
maioria forçados a abrigar os próprios carrascos. Estão
sempre empenhados em
inventar e aperfeiçoar novas e cada vez mais poderosas
máquinas da morte. O
orçamento anual de saúde, educação e justiça, mesmo
somados,
mal chegam a um
terço do gasto em armamentos.
Já é hora do mundo civilizado dar um basta a esta nefanda
política hegemônica e
genocida cada vez mais violenta. O mundo não pode aceitar
passivamente o terrorismo
de estado dos EUA. É preciso denunciar e dizer não as
guerras que os EUA querem provocar tudo isto.
Tirei isto dum site, não é de minha autoria, eu concordo com isto, queria alguns comentários acerca disto.
http://www.orkut.com/CommMsgs?tid=25318 ... 3&hl=pt-BR (http://www.orkut.com/CommMsgs?tid=2531851859157666063&cmm=32077123&hl=pt-BR)
Cumprimentos
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Não vale a pena atacarem os EUA, o que eles dizem não deixa de ser verdade e estarem a comparar-nos a eles como forma de defesa é ridículo. Os EUA são a maior economia do mundo, podem dar-se ao luxo de comprarem o que quiserem, nós não. Temos que estudar muito bem as nossas aquisições para não pesarem demasiado na economia ou seja tem que haver um equilíbrio entre custo e proveito.
-
Estados Unidos, eles acham que são melhores que outros, sempre querem tirar proveito de tudo, acham que o mundo é deles.
Está bem que os EUA tem boas universidades e bom hospitais (sendo os seguros de saúde muito mau), mas têm boa economia, o problema está na guerra, crimes, invasões inexplicadas, metem o nariz onde não são chamados, mas pronto há opiniões, a CHINA, a rússia, a coreia do norte, o irão e israel (israel é um "WARLORD" em cada guerra no médio oriente eles começam ou acabam), estes países são piores devido ás suas ditaduras e atitudes tais como CUBA, VENEZUELA mas isso não é um pretexto para que o EUA faça um baia de porcos,invasões e ataques á "black ops", os direitos humanos nos EUA é do excelente, esses direitos são muito influentes e começaram nos EUA, mas é o problema que eu já referi nos textos acima.
A beleza do país, a cultura, a arte - o cinema por exemplo -entre muitas coisas americanas geram admiração pelo resto do mundo - inclusive a minha.
Já o outro lado, se deve ao poder dos Estados Unidos e as suas consequências, gerando a repulsa mundial. Muitos se incomodam com o poder econômico, militar e político, muita vezes resumidos pelo povo ao termo "imperialismo americano".
Hoje o mundo está com ódio de Israel, mas isso é algo momentâneo, da mesma maneira que a Alemanha de Hitler e a França de Napoleão foram odiadas um dia. Sem dúvida, o país que consegue o feito de ser amado e odiado da mesma maneira ontem, hoje e sempre é os E.U.A.
Eu particulamente não gosto ou gosto dos EUA, povinho imundo! Só serve pra matar, pode ver... na maioria das guerras eles estão no meio... só pensam neles mesmos.
Mas o mundo continua a cheira o rabo e a seguir os EUA para onde quer que vá.
Eles não tem amigos, eles tem interesses.
Enquanto um país lhe dá lucro, tudo bem. Depois disso, torna-se um inimigo.
O ultimo presidente (W. Bush) virou símbolo do preconceito à religião mulçumana.
Eles são a maior potência mundial (o país mais rico e mais bem armado) do mundo.
Estrangeiros clandestinos são tratados como criminosos neste país.
governo desse país se mete no destino do planeta inteiro. É como se as regras criadas para o resto da humanidade não se aplicassem a eles. É uma pena, porque muita gente tende a confundir o governo com o povo; conheci muitos americanos e posso garantir que tem muita gente legal por lá também.
o governo é c34x
Mas também porque odiar o EUA, não irei ganhar nada com isso, mas pronto cada um tem a suas opiniões, eu não odeio o EUA eu só condeno algumas das suas atitudes e mais se eu tivesse a oportunidade de ir para um pais para ter uma vida melhor iria para o EUA ou para canada.
Eu não tenho que odiar o EUA, tirei isto de vários sites e meti minhas opiniões, eu não odeio o EUA mas como já disse eu só condeno suas atitudes.
Aguardo vossos comentários
Cumprimentos,
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Bruno, não leves a mal, mas eu tenho uma enorme dificuldade em ler o que tu escreves. Uma pessoa não deve escrever como fala, por isso respira e relê o que escreves antes de clicares na tecla "enviar".
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Bruno, não leves a mal, mas eu tenho uma enorme dificuldade em ler o que tu escreves. Uma pessoa não deve escrever como fala, por isso respira e relê o que escreves antes de clicares na tecla "enviar".
eu não escrevi grande parte, foi tudo tirado de um site, eu tenho algumas opiniões.
Não percebes como assim?
Está confuso?
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LOL mais vale dares logo o link do site em vez de tomares opiniões de terceiros como tuas.
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E um ano depois do email do Rui Machete na FLAD:
FLAD: Maria de Lurdes Rodrigues substitui Rui Machete na presidência
09 de Janeiro de 2010, 00:14
Lisboa, 09 Jan (Lusa) - A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues é a nova presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), confirmou à Lusa fonte do gabinete do primeiro-ministro.
in: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10527206.html (http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10527206.html)
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Apagadíssimo!
aqui deixo-vos o link para aqueles que chegam mais "tarde".
http://www.orkut.com/CommMsgs?tid=25318 ... 3&hl=pt-BR (http://www.orkut.com/CommMsgs?tid=2531851859157666063&cmm=32077123&hl=pt-BR)
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LOL mais vale dares logo o link do site em vez de tomares opiniões de terceiros como tuas.
meti o link dos sites o que não esta nos sites e que esta neste forum são minhas opiniões, meti os links em cada resposta.
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A RIEU esta a dizer o que nos todos já sabemos, temos que admitir que compramos coisa inúteis, os submarinos foram milhares milhões de euros enquanto deveria ser menos, o dinheiro que sobrava dava perfeitamente para comprar um NPL, e também o submarino dispoe de quantos torpedos, nós temos meia duzia torpedos, já dá para afundar um barquinho de pesca ou de lazer
.
eles falaram dos 39 F-16, qual é o problema de ter este número? é útil, os EUA a falarem dos navios de patrulha litoral, isto já é verdade, mas pronto, mas quem é os EUA para falar de brinquedos caros, eles compram f-22, 11 porta-aviões, para quê que eles querem 11 porta-aviões, é para mamar montes de dinheiro na manutenção ou uma espécie de atracção, acusa portugal de ter orgulho, eles têm orgulho em começar guerras e dizem que os seus soldados estavam a defender interesses da NATO e do MUNDO, estavam é a servir para os interesses da casa branca, falam do dinheiro mal gasto, o EUA já gastou mais do que portugal gasta na defesa num século em experiências e projectos que não foram para a frente, e também os EUA têm a mania de intervir a qualquer parte do mundo, como no caso da Líbia o único que discursou para que os presidentes da líbia e do egipto se retirassem e fossem depostos, o EUA são do aqueles "BULLYS" que metem medo a todos, ninguem se atreve a oferecer resistência,mas há sempre alguém que o faz e na hora da verdade os BULLYS são tão covardes como os que costumavam abusar.
Nos últimos dois séculos houve centenas de guerras, de certeza, de que mais 70% o EUA participou nelas, foram os únicos a usar a bomba atómica e ainda dizem que o irão ou a coreia do norte não podem ter energia nuclear, eles são uma cambada de abusadores e uma cambada de intermetidos e oportunos.
Ainda mais, os EUA neste momento estão em duas guerras, afeganistão e iraque, este último tendo mais de 50,000 homens para apenas treino (eles pensam que as pessoas são parvas para acreditar nisto), da invasão de 2003, qual foi o motivo deste ataque, armas de detruição maciça, nunca foram encontradas, será que os EUA são dependentes da guerra como os drogados são com a droga, pensem muito bem nesta pergunta.
Aguardo comentários
Cumprimentos,
estas são todas as minhas opiniões não tirado de um site.
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E era esse texto que eu comentei, não o texto do orkut.
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Tipico texto que prolifera na internet. O autor primeiro diz que o povo americano é imundo e depois diz que afinal o problema é o governo. Ele que se decida.

A questão é que os textos falam dos Norte-Americanos e a partir de agora o interesse vai ser falar do que o embaixador disse e se isso tem algum fundamento.
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Wikileaks
Passos: Comentários à Defesa têm "pouca adesão com realidade portuguesa"
O líder social-democrata considerou esta sábado que a opinião que um embaixador norte-americano expressou sobre as Forças Armadas ou o Ministério da Defesa é um assunto entre ele e o seu Governo e "tem pouca adesão com a realidade portuguesa".
"A opinião que um embaixador americano possa ter expressado em correspondência para com o seu Governo sobre as Forças Armadas portuguesas ou sobre o Ministério da Defesa não me merecerão mais comentário do que o assunto vale, que é um assunto do próprio Governo americano com o seu próprio Governo, tem pouca adesão com a realidade portuguesa", afirmou o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas à saída da última sessão da revisão do programa do partido.
Lamentando os termos que são utilizados na correspondência, Passos Coelho defendeu ainda que as Forças Armadas portuguesas não devem ser retratadas dessa forma.
"As Forças Armadas portuguesas não só são uma instituição prestigiada, como não devem ser retratadas nesses termos ainda que por intermédio do Ministério da Defesa seja por quem for. Lamento que isso tenha sucedido", sublinhou.
O semanário Expresso publica hoje excertos de telegramas enviadas em 2009 pelo então embaixador norte-americano em Lisboa, Thomas Stephenson, nos quais este diz que a política de compras de armamento do Governo português "é guiada pelo desejo de ter brinquedos caros".
"No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O Ministério compra armamento por questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)", pode ler-se no telegrama/relatório citado pelo Expresso.
Além do negócio dos submarinos, que o embaixador diz não serem "o investimento mais sensato", Stephenson comunica ainda a Washington as suas críticas quanto à compra de fragatas holandesas (em detrimento das norte-americanas), dos helicópteros para substituir os Puma (mais uma vez europeus em detrimento dos norte-americanos) e da aquisição de 36 carros de combate Leopard à Holanda.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ... portuguesa (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/passos-comentarios-a-defesa-tem-pouca-adesao-com-realidade-portuguesa)
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Tipico texto que prolifera na internet. O autor primeiro diz que o povo americano é imundo e depois diz que afinal o problema é o governo. Ele que se decida. 
A questão é que os textos falam dos Norte-Americanos e a partir de agora o interesse vai ser falar do que o embaixador disse e se isso tem algum fundamento.
Gente como você, caro Martelo, é o que o país merece de tanta ignorância e de joelhos no chão face ao imperialismo americano.
Os EUA são a nação mais assassina da era contemporânea. Estou chocado como ainda não vi mais ninguém deste forum a condenar estes insultos a Portugal.
Caro, camuflage, eles têm razão? Os americanos não gostaram da compra dos submarinos e da compra das fragatas holandesas, porque Portugal decidiu comprar material a outros países, e não aos EUA. Quanto aos submarinos, são necessários, e quem diz que não o são, que por favor investigue mais factos sobre o assunto, que não sejam ditas pela imprensa ou pelo Bloco de Extrema-esquerda.
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Ó Cromo da minha vida, vê-la se decides por uma vez por todas se queres brincar ou não, ok?!
Quando uma pessoa tenta-te ilucidar, escreves que a partir de agora só vais limitar-te a colocar textos, depois vens por detrás e sem QUALQUER fundamento começas a atacar.
Onde é que eu disse que apoiava os Norte-Americanos? Onde é que eu disse que sou contra a compra de material europeu? Onde é que eu disse seja o que for do que tu me acusas?! 
Decide-te uma vez por todas, ou participas realmente no fórum ou deixas de participar. Virar as costas sempre que apontam-te erros no que dizes é uma autêntica infantilidade, tal como sem mais nem menos começares a chamar de bloquista ou extrema-esquerda ou seja lá o que for a uma pessoa que nem sequer o é.
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Ó Cromo da minha vida, vê-la se decides por uma vez por todas se queres brincar ou não, ok?!
Quando uma pessoa tenta-te ilucidar, escreves que a partir de agora só vais limitar-te a colocar textos, depois vens por detrás e sem QUALQUER fundamento começas a atacar.
Onde é que eu disse que apoiava os Norte-Americanos? Onde é que eu disse que sou contra a compra de material europeu? Onde é que eu disse seja o que for do que tu me acusas?! 
Decide-te uma vez por todas, ou participas realmente no fórum ou deixas de participar. Virar as costas sempre que apontam-te erros no que dizes é uma autêntica infantilidade, tal como sem mais nem menos começares a chamar de bloquista ou extrema-esquerda ou seja lá o que for a uma pessoa que nem sequer o é.
Claro, você tinha que contra-argumentar com insultos, mentiras e falsas esperanças.
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Caro, camuflage, eles têm razão? Os americanos não gostaram da compra dos submarinos e da compra das fragatas holandesas, porque Portugal decidiu comprar material a outros países, e não aos EUA. Quanto aos submarinos, são necessários, e quem diz que não o são, que por favor investigue mais factos sobre o assunto, que não sejam ditas pela imprensa ou pelo Bloco de Extrema-esquerda.
A questão aqui não é se eles gostaram ou não, mas sim os preços que fariam. Se há material mais barato e melhor no mercado então que se compre... E eu não me pronunciei contra submarinos. Mas acho sinceramente acho que falta um plano de objectivos pela defesa nacional e o que disseram no geral é verdade.
Acho piada que só quiseram saber o que o lider do PSD tem para dizer, então e os outros partidos não contam nada? Ah foram de férias durante o fim-de-semana e ninguém os quis chatear...
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Sr. Pinto, talvez fosse melhor ideia colocar as suas opiniões em vez de sujar o forum com disparates e mentiras.
Metade do que você copiou pode ser comentado e demonstrado como distorção ou então como mentira pura e simples.
As notas da embaixada norte-americana, reflectem a opinião do Departamento de Estado sobre Portugal.
Nós lidamos sempre muito mal quando os outros países dizem o que realmente pensam de nós.
O Departamento de Estado (o equivalente americano do ministério dos negócios estrangeiros) sempre teve esta visão de Portugal. O Penagono (ou seja, o ministério da defesa americano) normalmente teve uma opinião diferente.
A CIA, idem.
Como na esmagadora maioria destas fugas, trata-se do que um funcionário pensa, com base na informação que vai recolhendo das conversas privadas e até dos comentários que vê nos jornais e em fórums como este, que são uma fonte (mais uma) para recolher opiniões sobre o que se pensa de um ministro, ou de uma politica.
Parte do que os americanos pensam hoje sobre as forças armadas, é aparentemente o mesmo que pensavam os mesmos americanos nos anos 50 sobre o exército português.
Alguém tem ideia do que os franceses, os ingleses, os espanhóis ou os alemães escrevem nos relatórios que enviam para os respectivos ministérios ?
Estou convencido de que serão muito mais ofensivos
Os que ficaram escandalizados com estas informações, sejam bem vindos ao mundo real.
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Exactamente papatango, há uma ideia generalizada em transmitir que somos bem-vistos no resto do mundo no que toca a forças armadas. Como é óbvio quando precisam de gente não vão estar a dizer que não valemos um chavo... mas na verdade o que importa é o que dizem pelas costas ou seja nestes emails, podes constatar o que todos já sabemos, mas odiamos quando os vizinhos sabem sobre nós. E mesmo assim eu não os considero ofensivos, alias até foram muito levianos, só tenho pena é que não venham servir para acabar com este carreirismo podre nas fileiras.
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Sr. Pinto, talvez fosse melhor ideia colocar as suas opiniões em vez de sujar o forum com disparates e mentiras.
Metade do que você copiou pode ser comentado e demonstrado como distorção ou então como mentira pura e simples.
As notas da embaixada norte-americana, reflectem a opinião do Departamento de Estado sobre Portugal.
Nós lidamos sempre muito mal quando os outros países dizem o que realmente pensam de nós.
O Departamento de Estado (o equivalente americano do ministério dos negócios estrangeiros) sempre teve esta visão de Portugal. O Penagono (ou seja, o ministério da defesa americano) normalmente teve uma opinião diferente.
A CIA, idem.
Como na esmagadora maioria destas fugas, trata-se do que um funcionário pensa, com base na informação que vai recolhendo das conversas privadas e até dos comentários que vê nos jornais e em fórums como este, que são uma fonte (mais uma) para recolher opiniões sobre o que se pensa de um ministro, ou de uma politica.
Parte do que os americanos pensam hoje sobre as forças armadas, é aparentemente o mesmo que pensavam os mesmos americanos nos anos 50 sobre o exército português.
Alguém tem ideia do que os franceses, os ingleses, os espanhóis ou os alemães escrevem nos relatórios que enviam para os respectivos ministérios ?
Estou convencido de que serão muito mais ofensivos
Os que ficaram escandalizados com estas informações, sejam bem vindos ao mundo real.
Como eu referi acima, os do sites são para discussão e não fui eu que as fiz, essas cr´ticas era só para discussão não queria e não era a minha intenção "sujar este forum" sejam elas mentiras ou não cabe a vocês dizerem-se se são ou não mas não amim mas para todos os utilizadores, essa critica que o senhor fez não foi uma crítica muito fundamentada, se tentasse dizer o que estava de errado ou que não está era melhor do que criticar outras pessoas, isso é falar mal por falar, eu também já referi quais as minhas opiniões e quais as críticas vindas do site.
A minha opinião é que se pode criticar, os sites são para discussão, diga-me quais são as mentiras do "ORKUT", para ver se a sua crítica é baseada em fundamentos, ou vai-me dizer que não foram os Americanos que despejaram duas bombas atómicas contra o JAPÃO.
Qual é o mal de um funcionário expressar as suas opiniões, desde que seja com alguma verdade, é só os políticos é que têm direito de eprimir as suas opiniões, se assim fosse, este forum não existia.
Passe bem e boa tarde.
Cunprimentos.
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Wikileaks
O semanário Expresso publica hoje excertos de telegramas enviadas em 2009 pelo então embaixador norte-americano em Lisboa, Thomas Stephenson, nos quais este diz que a política de compras de armamento do Governo português "é guiada pelo desejo de ter brinquedos caros".
Não concordo, cada país compra o armamento que acha que lhe faz mais falta, se queremos ter poder temos que ter armas modernas, nós não somos um país da América latina. Eu acredito que para os americas nós ainda deveriamos estar a voar F5 como o México.
"No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O Ministério compra armamento por questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)", pode ler-se no telegrama/relatório citado pelo Expresso.
Quanto aos F16 o atraso deveu-se mais ao processo de aprendizagem do que outra coisa, se for-mos ver hoje esse programa é dos melhores, ao ponto de já não haver nenhum OCU a voar e hoje já voamos mais de 22 aeronaves na sua versão MLU M4 e M5 e se tudo correr bem M6.1 em pouco tempo. Os sub já cá estão, agora é pôr-los a patrulhar a costa e pôr os PA americanos em sentido
Além do negócio dos submarinos, que o embaixador diz não serem "o investimento mais sensato", Stephenson comunica ainda a Washington as suas críticas quanto à compra de fragatas holandesas (em detrimento das norte-americanas), dos helicópteros para substituir os Puma (mais uma vez europeus em detrimento dos norte-americanos) e da aquisição de 36 carros de combate Leopard à Holanda.
Apesar da necessidade dos sub, cada vez mais acho, que o que nos faria mais falta eram os NPO as LFC e o NPO. Como já foi referido no fórum mais do que uma vez, as fragatas estavam podres e as holandesas foram sem dúvida nenhuma uma excelente aquisição e pelo que sei, vai sofrer um MLU bem porreiro e como tal iremos ter 5 fragatas bem capazes, para um país como nosso. Em relação aos helis já ouvi de tudo, mas acredito que se fossem americanos a logística seria bem melhor, mas mesmo assim os EH101 foram uma boa compra. Quantos aos LEO foram uma fantástica compra de ocasião, apesar das criticas americanas, não fazia sentido fazer um MLU aos M60A3 ou comprar M1 Abrams, porque ninguém na Europa o usa e tendo em conta que foram apenas 36, fariam mais sentido ser europeu que americano (em termos de logística). Não criticando a qualidade do M1, mas os únicos países que os usam, são países cujo os exércitos controlados na sua integralidade e muito dependentes a todos os níveis dos americas, como é o caso do Egipto, os restantes tem optado por material russo ou leos, até Israel preferiu ter o seu a comprar M1.
A única coisa que concordo com o america é mesmo a quantidade de chefias, o número é exageradamente elevado para um país com apenas 32000 Homens.
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Mas quando é para nos venderem sucata estão sempre prontos.
Os M-60, que eram mais antigos que alguns M-48 já ao serviço,
Chaparral, M-901 ITV, A-7, M578, M816...
E ainda nos queriam impingir aquela sucata das OHP...
Não podemos ser tratados como um país da América do Sul!
Portugal tem quase 900 anos!
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Mas quando é para nos venderem sucata estão sempre prontos.
Os M-60, que eram mais antigos que alguns M-48 já ao serviço,
Chaparral, M-901 ITV, A-7, M578, M816...
E ainda nos queriam impingir aquela sucata das OHP...
Não podemos ser tratados como um país da América do Sul!
Portugal tem quase 900 anos!
Basicamente...o pessoal tem que se habituar a baixar as calças, apontar o alvo e no fim agradecer (seja dos EUA, seja da Alemanha seja de quem for).
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É por estas e por outras que eu não consigo entender a profunda e cega admiração que alguns elementos do fórum têm pelos EUA. Para os EUA Portugal só serve para uma coisa, ser um pequeno financiador da secção de usados da sua industria bélica. Quando nós, nas nossas compras militares, não recorremos à industria Made in USA somos merda para eles, e não temos qualquer importância, nem sequer pelo facto de lhes cedermos uma base aérea. Tenho a certeza que se a Espanha nos quisesse invadir, sendo a Espanha um maior comprador de armamento Made in USA eles não se iriam opor, ainda tentavam fazer negocio vendendo aos dois lados.
Quase que aposto que se nos desse uma loucura temporária de querer comprar um porta-aviões Made in USA em segunda mão, mesmo sem termos aviões, eles diriam que era uma boa compra e um meio essencial à nossa defesa...
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Obviamente, isto não passa de uma birra por termos escolhido o material europeu em vez do material dos "meninos".
Se bem que essa afirmação do "complexo de inferioridade" não deixa de ter um fundo de verdade...
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Meus caros, de vocês esperava mais prudência, análise e objectividade, mas foram logo recorrer às armas de destruição maciça! :mrgreen:
O Ministério da Defesa optou por gastar mais de 300 milhões de euros em fragatas holandesas usadas. As americanas teriam exigido apenas cerca de 100 milhões de euros na sua modernização e apoio logístico.
Não faz a mínima ideia do que está a falar. É até ridículo e patético. Alguém (profissional) do Departamento de Estado, para já não falar do Pentágono ou da CIA, que leia isto, no mínimo dá umas grandes gargalhadas, ou então fica preocupado por um embaixador do seu país produzir relatórios com esta “riqueza” informativa.
De facto, e como o papatango disse, dá a impressão de que produziu esses relatórios lendo a nossa iluminada e muito culta imprensa, ou então lendo os fóruns do bloco de esquerda.
A propósito da nossa imprensa, ainda ontem e a propósito desta “polémica” toda, fomos brindados com um editorial, do chefe de redacção do Jornal de Notícias, que diz o seguinte:
Brinquedos caros
Ontem
É um facto: os relatórios diplomáticos norte-americanos que o semanário Expresso começou a publicar neste fim-de-semana não trazem revelações surpreendentes. Não ficamos a conhecer nenhum grande segredo, daqueles capazes de fazer cair governos, ou, vá lá, algum ministro. E mesmo que ficássemos, manda a tradição lusa que os ministros são inimputáveis.
Mas se não houve revelações surpreendentes, deu para perceber que os relatórios são mesmo assim relevantes para perceber melhor como se gasta, neste país falido, o escasso dinheiro dos contribuintes. Em Março de 2009, o então embaixador dos EUA em Lisboa, Thomas Stephenson, embora revelando uma boa dose de ressentimento, não deixava de ser certeiro na avaliação que fazia da forma como no Ministério da Defesa se gastava dinheiro com "brinquedos caros".
A saber, coisas para a nossa tropa se entreter nos quartéis, nem tanto para lhe dar uso efectivo, até porque, por norma, acabou tudo estacionado ao fim de poucos meses, por falta de manutenção, falta de peças, falta de dinheiro, ou tudo isto ao mesmo tempo.
Da edificante lista a que se dedica o ex-amigo americano não podiam ser excluídos os dois submarinos comprados à Alemanha, que aliás estamos agora a estrear. Mil milhões de euros que, percebeu logo o embaixador, não serviriam para grande coisa a não ser para tornar mais lustrosos os galões de um qualquer almirante. É o próprio a dizer que, com a enorme extensão de costa que temos, teríamos feito mais útil negócio a comprar navios-patrulha. Sempre serviriam para dar caça ao narcotráfico, imigração e pesca ilegais.
Que uso se pudesse dar aos caças F-16, comprados precisamente aos americanos, também não entrevia o embaixador Stephenson. Aliás, dos 39 que orgulhosamente os nossos governos foram comprando, só 12 estão ainda em condições de voar. Os outros foram-se abaixo sem ao menos terem derrubado uma aeronave inimiga.
O mesmo com os tanques Leopard, outro negócio de milhões, agora com a Holanda. Eram 36, hoje estão quase todos parados porque não há dinheiro para peças de substituição. Tiros com o canhão que trazem, só se foi nos treinos. E finalmente os helicópteros EH-101, que poucas semanas depois de chegarem já estavam a parar por falta de peças, uma vez que um dos tais ministro inimputáveis não se preocupou em mandar fazer um contrato de manutenção.
Pergunto: e não se pode exterminá-los? Não os políticos, evidentemente. No que estava a pensar é se não nos ficaria mais barato acabar com as nossas inúteis Forças Armadas e vender os submarinos, os caças e os tanques. É certo que já não os podemos despachar para o carismático líder Kadafi, mas ainda temos o amigo Chávez.
Fonte (http://http)
E o Miguel Sousa Tavares também foi pelo mesmo caminho ontem à noite na SIC.
É inacreditável. Jornalistas pagos a peso de ouro, são incapazes de investigar e de se prepararem antes de falarem sobre algo que desconhecem totalmente e que faz com que produzam comentários e artigos estapafurdiamente absurdos e desprovidos de qualquer sentido da realidade. Tenho pena que empresas como a SIC e o Jornal de Notícias não arranjem melhor!
Ou então existe alegada má-fé e intenção de deturpar a realidade e aí a questão já é muito mais grave. É que o próprio Expresso quando revelou o conteúdo dos telegramas, explicou claramente onde estavam os erros cometidos pelo embaixador.
Nas citações que coloquei, passo também a citar a explicação dada pelo expresso:
Os submarinos não têm uma missão formal atribuída e faltam-lhes os meios para fazer patrulhas sem objectivos. Portugal comprou os submarinos mas não encomendou sistemas de mísseis, o que significa que não terão capacidade de ataque mesmo que tenham uma missão.
Fazendo eco da polémica discussão pública sobre o assunto, o embaixador toma partido, mas demonstra algum desconhecimento. Com uma área marítima 20 vezes maior que o seu território terrestre, há muito que a doutrina militar portuguesa prevê uma missão formal para os submarinos. Além disso, estes estão equipados com torpedos, minas e um sistema de mísseis Harpoon (ironicamente, fabricados nos EUA).
O Ministério da Defesa optou por gastar mais de 300 milhões de euros em fragatas holandesas usadas. As americanas teriam exigido apenas cerca de 100 milhões de euros na sua modernização e apoio logístico.
Na realidade, as Perry tinham mais 20-25 anos que as holandesas e, a acreditar em fontes contactadas pelo Expresso, nunca foi feita uma estimativa do seu custo de modernização “por ser uma dor de cabeça a sua eventual sustentação”. As holandesas custaram 248 milhões
Se com a informação à frente dos olhos, muitos jornalistas continuam a produzir artigos e opiniões intoxicantes para a opinião pública em relação às nossas Forças Armadas, como podemos esperar nós, que um pseudo-diplomata norte-americano produza informações fidedignas?
P.S. Não deveriam as relações públicas dos diferentes Ramos das Forças Armadas pôr os pontos nos i’s? É que senão, dá a sensação de quem cala consente!
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No que estava a pensar é se não nos ficaria mais barato acabar com as nossas inúteis Forças Armadas e vender os submarinos, os caças e os tanques.
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?c ... %20Barbosa (http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1794806&opiniao=Rafael%20Barbosa)
Inúteis?
Quando vejo "inúteis" como este a mandarem estas bocas, o que tem sido cada vez mais comum nos últimos tempos, só me lembro das palavras do José António Saraiva:
"E não deixa de ser insólito que, num mundo em que por toda a parte se vêem povos a bater-se pela independência ou por uma maior autonomia, os portugueses dêem a independência de barato e aceitem abdicar dela.
Provavelmente, o nosso problema é sermos há tanto tempo independentes que já não reconhecemos as vantagens que isso traz (ou as humilhações que evita)."
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Estes inúteis têm liberdade para dizer isto porque estamos à demasiado tempo em paz.
Desde as invasões napoleónicas?
A 1ªGG e o ultramar foram fora do Portugal continental. Não se sente o perigo dentro da própria casa e não existe uma bandeira inimiga no que era antes o nosso país.
De vez em quando dá jeito uma para limpar o lixo, os maricas e os inúteis.
A guerra é uma característica, uma capacidade inerente do ser humano.
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A minha opinião é que se pode criticar, os sites são para discussão, diga-me quais são as mentiras do "ORKUT", para ver se a sua crítica é baseada em fundamentos, ou vai-me dizer que não foram os Americanos que despejaram duas bombas atómicas contra o JAPÃO.
As mentiras do ORKUT são as que são.
Na sua maioria afirmações completamente descabidas produzidas por fanáticos rançosos e viuvas de Estaline, quando não disfarçadas de viuvas de Hitler e vice versa.
<setubalense mode on>
Você tem o direito de achar os disparates que quiser e acreditar nas petas, nas mentiras, nas distorções que todos os comunistas ou nazistas publicam, polvilhadas de algumas verdades, para dar a impressão de que há alguma verdade no resto.
Como tanto os comunistas, como os nazistas são visceralmente anti-americanos, eu naturalmente aplico-lhes etiquetas, para distinguir o animalário com maior facilidade.
De qualquer forma o que critico é a colocação das fábulas comunistas neste fórum, com todo o chorrilho de disparates cretinos que você nos brindou, quando poderia apenas ter colocado o link.
A sua liberdade de expressão ficaria assegurada e o forum não teria sido conspurcado com o esterco que você teve a infelicidade de despejar aqui.
<setubalense mode off>
Estou de acordo com a afirmação de que estamos realmente a dar demasiada importância a um embaixador de quinquagésima categoria.
No entanto há coisas que temos que engolir e de preferência estudar com alguma atenção.
Já aqui discutimos várias questões, e muitas delas relacionadas com o que o maior dos relatórios afirma.
A verdade é que comprámos as fragatas e não temos patrulhas. Quer se queira quer não, e ainda mais com os problemas que se avolumam quase à nossa porta, são os patrulhas e não as fragatas que fazem mais sentido.
A verdade é que não temos uma doutrina clara para a arma blindada. Ela foi criada durante a II guerra mundial, mas era essencialmente destinada aos desfiles e a impressionar a oposição, demonstrando a inutilidade de uma reacção armada contra o regime.
Desde aí, e ainda que os americanos nos tenham oferecido sempre os carros de combate pesados (sim os Leopard II A6 são os primeiros tanques que compramos) a verdade é que a utilidade dos carros de combate pesados é dificil de explicar.
Das várias vezes que discutimos a questão nunca chegámos a grandes conclusões.
Os americanos são um povo muito simples e essa é uma das características que os define. Tradicionalmente na Europa as elites culturais são descendentes de outras elites e toda a gente das elites tem alguém na familia que já pertenceu anteriormente a algum tipo de elite cultural ou politica.
Isso criou um maneira de ser demasiado rebuscada e diplomatica.
Os americanos são muito mais terra a terra e não têm pruridos em dizer o que pensam.
Os americanos são uma mistura da lógica prática de uma peixeira do mercado da ribeira com um professor universitário.
Não se preocupam muito com os acessórios e vão normalmente directo ao essencial.
Perguntam o que se quer fazer, que meios existem, fazem contas e respondem logo sim ou não.
Se é não, acabou-se, se é sim, querem começar a trabalhar no dia seguinte.
Isto é assim no mundo dos negócios e também na política.
Em Portugal, ficamos irritados com a maneira de ser dos americanos. Não somos só nós, a maioria dos europeus tem este tipo de complexo.
A verdade porém, é que fazendo uma análise prática, terra-a-terra, muito do que se diz nos documentos é realmente assim.
Vejam que no inicio de 2009, há quase dois anos, o embaixador americano dizia que o chefe de estado maior da força aérea queria ser CEMGFA e que faria tudo para conseguir o cargo.
Agora digam-me, quem é o actual CEMGFA ?
Será que o embaixador americano é assim tão maçarico ?
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E o Miguel Sousa Tavares também foi pelo mesmo caminho ontem à noite na SIC.
Eu achei a intervenção do MST particularmente esquizofrénica pois 5 minutos antes no mesmo programa, ele estava a defender uma intervenção militar da UE na Líbia!
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A minha opinião é que se pode criticar, os sites são para discussão, diga-me quais são as mentiras do "ORKUT", para ver se a sua crítica é baseada em fundamentos, ou vai-me dizer que não foram os Americanos que despejaram duas bombas atómicas contra o JAPÃO.
As mentiras do ORKUT são as que são.
Na sua maioria afirmações completamente descabidas produzidas por fanáticos rançosos e viuvas de Estaline, quando não disfarçadas de viuvas de Hitler e vice versa.
<setubalense mode on>
Você tem o direito de achar os disparates que quiser e acreditar nas petas, nas mentiras, nas distorções que todos os comunistas ou nazistas publicam, polvilhadas de algumas verdades, para dar a impressão de que há alguma verdade no resto.
Como tanto os comunistas, como os nazistas são visceralmente anti-americanos, eu naturalmente aplico-lhes etiquetas, para distinguir o animalário com maior facilidade.
De qualquer forma o que critico é a colocação das fábulas comunistas neste fórum, com todo o chorrilho de disparates cretinos que você nos brindou, quando poderia apenas ter colocado o link.
A sua liberdade de expressão ficaria assegurada e o forum não teria sido conspurcado com o esterco que você teve a infelicidade de despejar aqui.
<setubalense mode off>
Estou de acordo com a afirmação de que estamos realmente a dar demasiada importância a um embaixador de quinquagésima categoria.
No entanto há coisas que temos que engolir e de preferência estudar com alguma atenção.
Já aqui discutimos várias questões, e muitas delas relacionadas com o que o maior dos relatórios afirma.
A verdade é que comprámos as fragatas e não temos patrulhas. Quer se queira quer não, e ainda mais com os problemas que se avolumam quase à nossa porta, são os patrulhas e não as fragatas que fazem mais sentido.
A verdade é que não temos uma doutrina clara para a arma blindada. Ela foi criada durante a II guerra mundial, mas era essencialmente destinada aos desfiles e a impressionar a oposição, demonstrando a inutilidade de uma reacção armada contra o regime.
Desde aí, e ainda que os americanos nos tenham oferecido sempre os carros de combate pesados (sim os Leopard II A6 são os primeiros tanques que compramos) a verdade é que a utilidade dos carros de combate pesados é dificil de explicar.
Das várias vezes que discutimos a questão nunca chegámos a grandes conclusões.
Os americanos são um povo muito simples e essa é uma das características que os define. Tradicionalmente na Europa as elites culturais são descendentes de outras elites e toda a gente das elites tem alguém na familia que já pertenceu anteriormente a algum tipo de elite cultural ou politica.
Isso criou um maneira de ser demasiado rebuscada e diplomatica.
Os americanos são muito mais terra a terra e não têm pruridos em dizer o que pensam.
Os americanos são uma mistura da lógica prática de uma peixeira do mercado da ribeira com um professor universitário.
Não se preocupam muito com os acessórios e vão normalmente directo ao essencial.
Perguntam o que se quer fazer, que meios existem, fazem contas e respondem logo sim ou não.
Se é não, acabou-se, se é sim, querem começar a trabalhar no dia seguinte.
Isto é assim no mundo dos negócios e também na política.
Em Portugal, ficamos irritados com a maneira de ser dos americanos. Não somos só nós, a maioria dos europeus tem este tipo de complexo.
A verdade porém, é que fazendo uma análise prática, terra-a-terra, muito do que se diz nos documentos é realmente assim.
Vejam que no inicio de 2009, há quase dois anos, o embaixador americano dizia que o chefe de estado maior da força aérea queria ser CEMGFA e que faria tudo para conseguir o cargo.
Agora digam-me, quem é o actual CEMGFA ?
Será que o embaixador americano é assim tão maçarico ?
bem eu não disse que concordava eu só deixei este tópico para discussão, algumas coisas são verdade outras nem por isso é por isso é que eu meti estas críticas e não queria que as culpas caissem em cima de mim, não fui eu que o escrevi, calma, eu pessoalmente não concordo muito com isto mas tem que adimitir que há e deverá ser algo de verdadeiro.
Já deixei a minha opinião referida em outro post.
Eu não concordo com as "ofensas" por parte da "AMERICANA", acusam-nos de ter brinquedos caros, como já referi num tópico, os EUA tem mais 10 porta-aviões, sendo um em construção e F22 Raptors e ainda por cima a sua Força Aérea, Aviação Naval, Aviação do Exército, Aviação de outros departamentos, Aviação dos Fuzileiros (já abriram um tópico sobre os USMC?, eu irei procurar, não respondam a isto!)e Aviação da Guarda Nacional Aérea ,isto ao tudo dá mais de 15,000 aeronaves! para não falar dos mais de 2500 f16 e centenas de f-18, pergunto, sim eles têm dinheiro, mas para quê que querem tanto isto?
Que numa guerra a sério eles irão construir mais 15,000 aeronaves mais!
Minha gente eles gastam mais de 4% do PIB (600-680 mil milhões de dólares, a média europeia é de 1,5 +- 1,8% do PIB ou seja quase 3 vezes mais).
"A sua liberdade de expressão ficaria assegurada e o forum não teria sido conspurcado com o esterco que você teve a infelicidade de despejar aqui."
Pesso imensa desculpa acerca disto, eu irei perguntar aos encarregados ou moderadores deste forum ou se puder irei eliminar estas coisas, não queria
"sujar" este forum, mais uma vez peço desculpas pelo o sucedido.
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Eu já apaguei todos esses posts, meti ................., se não importassem, porque não queria estar a falar com moderadores e isto,se houver alguma incógnita eu peço aos moderadores ou a outros responsáveis para eliminar estes posts, mas já fiz melhor que pude, não posso fazer mais nada.
Mais uma vez peço desculpas a todos os membros deste fórum pelo sucedido, especialmente ao PAPATANGO, não sabia que estes posts iriam causar controvérsia.
Cumprimentos,
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brunopinto -> Você não precisa pedir desculpa a ninguém.
Nem todos temos o mesmo tipo de discurso diplomático, mas a verdade é que muito do discurso anti-americano que vemos em textos da esquerda brasileira no ORKUT sao um autêntico lixo que mete impressão.
Eu apenas me insurgi contra isso.
Quanto aos americanos precisamos apenas de entender a mentalidade deles e entender porque o embaixador produziu um relatório onde fez as afirmações que fez.
O individuo parece ser relativamente limitado e a mentalidade americana não ajuda nada.
Os americanos têm uma mentalidade muito linear resultado de serem um país que embora tenha 200 anos, continua a ser demasiado jovem e impulsivo.
Os americanos fazem contas simples:
Existem ameaças directas contra Portugal ?
R: Não
O exército português tem utilidade para os tanques que comprou ?
R: Não
Há algum inimigo contra o qual sena necessário utilizar os submarinos U214 ?
Resposta: Não
O exército português precisa de tantos generais ?
R: Não
Condicionado por estas respostas, qualquer americano chegaria às mesmas conclusões.
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Mas nós, portugueses com 900 anos pensamos de maneira diferente.
Nascemos da guerra. Lutamos contra os nossos vizinhos desde então!
Já tanto foi discutido cá no fórum sobre isso que não vale a pena estar a repetir.
Se existem ameaças directas contra Portugal?
Ainda não. Estamos em paz. Mas a paz é o intervalo entre a guerra.
O exército português precisa de tantos generais ?
Não, tal como não precisamos de tantos deputados, ministros, secretários gerais, administradores e sei lá que mais... É mal geral.
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Mas nós, portugueses com 900 anos pensamos de maneira diferente.
Nascemos da guerra. Lutamos contra os nossos vizinhos desde então!
Já tanto foi discutido cá no fórum sobre isso que não vale a pena estar a repetir.
Se existem ameaças directas contra Portugal?
Ainda não. Estamos em paz. Mas a paz é o intervalo entre a guerra.
O exército português precisa de tantos generais ?
Não, tal como não precisamos de tantos deputados, ministros, secretários gerais, administradores e sei lá que mais... É mal geral.
há uma coisa que os americanos se esquecem, é que ao contrario deles nos não temos dois oceanos a proteger-nos. Sendo a paz um intervalo entre guerras, faz sentido manter uma escola e pelo menos algumas unidades bem equipadas para poderem responder nos primeiros momentos do ataque. A maioria dos politicos não passam de gestores incompetentes, que so pensam no amanhã e esquecem-se que para ser bom é necessário experiencia e que eu saiba essa experiencia não aparece de um dia para o outro.
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papatango
Os americanos fazem contas simples:
Existem ameaças directas contra Portugal ?
R: Não
O exército português tem utilidade para os tanques que comprou ?
R: Não
Há algum inimigo contra o qual sena necessário utilizar os submarinos U214 ?
Resposta: Não
O exército português precisa de tantos generais ?
R: Não
Condicionado por estas respostas, qualquer americano chegaria às mesmas conclusões.
A meu ver simples demais, vamos continuar a ser os eternos coitadinhos, Portugal como qualquer outro país mesmo não tendo essa presumível ameaça directa precisa ter o mínimo de armamento para se defender, creio que isso é um ponto em que estamos todos de acordo, até porque Portugal tem um número de armamento muito reduzido para o que realmente deveria ter se compararmos com outros países, exemplo os F16.
Portugal como país soberano tem todo o direito de ter ou comprar o armamento que bem quizer, mete repulsão a política americana de meter o nariz na casa de todo o mundo quando ninguém pode por o nariz em sua casa, talvez por isso ser um país tão odiado.
Dizer que a política exterior americana deixa muito a desejar, chamo de política de conveniência e de desigualdades, incorrecta muitas das vezes e que os casos são simplemente iguais.
Outra coisa, deve haver mais respeito a Portugal o que esse embaixador não teve, não importa se percebe ou não do que disse, não se pode sair por aí falando a torto e a direito dizendo mal de um país (suas forças armadas) porque esse senhor acha que deveria ser feito a sua maneira.
Chamo a isso arrogância sem limites para terminar, deveriamos ter muito mais até de graça pelo uso da base nos Açores, mas infelismente e como sempre baixamos as calças e deixamos seguir como se nada fosse.
Papatango será que as contas simples dos americano são iguais por exemplo no que diz respeito aos nossos vizinhos c34x
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Papatango será que as contas simples dos americano são iguais por exemplo no que diz respeito aos nossos vizinhos
Você conhece o que os americanos dizem dos espanhóis nos documentos diplomáticos da embaixada americana em MAdrid ?
Eu não.
Não há volta a dar à coisa.
Os americanos pensam da maneira que pensam e a maneira de pensar deles está expressa nos documentos divulgados.
A realidade é que o que os americanos pensam não é muito diferente do que pensam os outros.
Portugal precisa de um numero mínimo de sistemas de armas para se defender. O problema é que presentemente os americanos consideram que nós estamos dentro da área de influência deles, pelo que até que isso mude, ninguém vai atacar Portugal se isso puder colocar em causa os interesses dos americanos.
É claro que nós queremos ter uma defesa autónoma, o que acontece é que os americanos acham que nós apenas podemos oferecer uma resistência simbólica ou quixotesca, pelo que acabaríamos sempre sendo derrotados.
Logo, para eles faz muito mais sentido poupar dinheiro e ser mais racional.
Portugal continua sem ter capacidade para enviar tropas ou sequer apoio humanitário para as ilhas em caso de necessidade, mas tem capacidade em teoria para afundar até porta-aviões.
As cinco fragatas da marinha são relativamente modernas, mas o país continua a utilizar patrulhas da classe Cacine, ao mesmo tempo que reclama o controlo de uma gigantesca ZEE.
Eu não estou necessariamente de acordo com o que os americanos dizem.
Tento no entanto, perceber que tipo de linha de raciocínio eles seguiram para chegar às conclusões a que chegaram.
Isso é útil, para tentar perceber o que os americanos pensam, mesmo quando não há Wikileaks.
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Portugal continua sem ter capacidade para enviar tropas ou sequer apoio humanitário para as ilhas em caso de necessidade
Errado PT, nunca na historia moderna, Portugal teve tantas capacidades como hoje.
6 C130
12 C295
Para apoio humanitario podem sempre ser utilizadas as Corvetas e as Fragatas.
O documento da wiki revela sobretudo a meu ver A tentativa do embaixador, de se desculpabilizar por nao ter conseguido influir nas compras do estado portugues.
Quando ele diz que a maioria dos LeosII, estao parados por faltas de peças, por acaso ele sabe que em todos os paises da NATO isto é a norma? Em regra geral apenas 1/3 do material e de pssoal esta pronto a 100% o resto seria apto em pouco tempo. O que seria o nosso caso.
Esse embaixador americano nao passa de um incompetente, e o jornal Expresso apenas aproveitou essas fontes para vender papel sem fazer o seu trabalho de jornalismo.
Perderem um cliente.
Cumprimentos
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..........A tentativa do embaixador, de se desculpabilizar por não ter conseguido influir nas compras do estado português.
Exactamente o que eu penso. Apesar de umas pedradas bem mandadas ao excesso de "gordura" das nossas FA's e ao "seguidismo" e "carreirismo" que caracteriza boa parte dos quadros militares, o discurso é acima de tudo uma justificação para uma falha como lobby, do embaixador.
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..........A tentativa do embaixador, de se desculpabilizar por não ter conseguido influir nas compras do estado português.
Exactamente o que eu penso. Apesar de umas pedradas bem mandadas ao excesso de "gordura" das nossas FA's e ao "seguidismo" e "carreirismo" que caracteriza boa parte dos quadros militares, o discurso é acima de tudo uma justificação para uma falha como lobby, do embaixador.
Sem dúvida.
Mas eram excusadas as falácias de só ter-mos 1 C-130, e só ter-mos 12 F-16 "airworthy"...
A única coisa americana que provavelmente teria servido ao Exército eram os Blackhawk que em 2002, supostamente iriam ser comprados por Portas..
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..........A tentativa do embaixador, de se desculpabilizar por não ter conseguido influenciar nas compras do estado português.
Exactamente o que eu penso. Apesar de umas pedradas bem mandadas ao excesso de "gordura" das nossas FA's e ao "seguidismo" e "carreirismo" que caracteriza boa parte dos quadros militares, o discurso é acima de tudo uma justificação para uma falha como lobby, do embaixador.
Sem dúvida.
Mas eram excusadas as falácias de só ter-mos 1 C-130, e só ter-mos 12 F-16 "airworthy"...
A única coisa americana que provavelmente teria servido ao Exército eram os Blackhawk que em 2002, supostamente iriam ser comprados por Portas..
Isso é que seria uma boa compra, 12 Blackhawk dava-nos um grande jeito, caso é claro se fossem iguais aos colombianos.
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Exactamente o que eu penso. Apesar de umas pedradas bem mandadas ao excesso de "gordura" das nossas FA's e ao "seguidismo" e "carreirismo" que caracteriza boa parte dos quadros militares, o discurso é acima de tudo uma justificação para uma falha como lobby, do embaixador.
Por favor, diga-nos quando foi tomada a decisão de comprar as fragatas holandesas e ao mesmo tempo, diga-nos quando é que o embaixador Stevenson chegou a Lisboa.
Mas eram excusadas as falácias de só ter-mos 1 C-130, e só ter-mos 12 F-16 "airworthy"...
Isso deve ter sido culpa do areamilitar.net que creio que indicava 12 F-16A disponíveis na altura. :mrgreen:
Quanto ao C-130 não sei onde ele terá inventado aquilo. Provavelmente foi gralha e confusão com a disponibilização de um C-130 para o Afeganistão.
Creio que não podemos levar muito isto a sério.
O homem chamou ao Oliveira Salazar, Alberto Salazar.
Quanto à nossa capacidade, os factos falam por si. A Força Aérea não pode transportar de forma eficiente ajuda humanitária para ilhas. Para isso precisamos de navios adequados e as fragatas e corvetas são completamente inadequadas para esse tipo de missão.
Nos anos 70, a Força Aérea dispunha de aeronaves Boeing 707 e os 707 da TAP também acabaram por servir para transportar militares. Portugal foi dos primeiros países do mundo a comprar o Boeing 747 por alguma coisa.
Portugal teve até 30 Nordatlas ao serviço, o que é mais ou menos equivalente a 25 C-295.
É claro, que estávamos em guerra e eram meios para uma realidade muito diferente, no entanto os números não deixam de ser significativos.
Não nos serve de nada ficarmos ofendidos com o que os outros pensam de nós.
Ainda hoje o Socrates foi beijar os pés da Merkel à Alemanha...
É o que dá o extremo europeismo.
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E o Miguel Sousa Tavares também foi pelo mesmo caminho ontem à noite na SIC.
Eu achei a intervenção do MST particularmente esquizofrénica pois 5 minutos antes no mesmo programa, ele estava a defender uma intervenção militar da UE na Líbia!
Mas o que esperavam do MST ? Esse senhor deveria cingir-se a escrever romances, coisa para a qual tem algum jeito , e deixar-se de fazer comentários sobre assuntos que não percebe, fazendo figuras tristes. Pelo menos poderia tentar informar-se antes de falar , mas não . Julga que o "estrelato" que atingiu , permitr-lhe dizer as bacoradas que por vezes diz.
Um Abraço
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Wikileaks: Portas justifica submarinos
http://www.tvi24.iol.pt/politica/wilile ... -4072.html (http://www.tvi24.iol.pt/politica/wilileaks-tvi24-submarinos-iol-ultimas-noticias-paulo-portas/1236746-4072.html)
Nem mais!!!
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Aí está, claro e conciso.
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Exactamente o que eu penso. Apesar de umas pedradas bem mandadas ao excesso de "gordura" das nossas FA's e ao "seguidismo" e "carreirismo" que caracteriza boa parte dos quadros militares, o discurso é acima de tudo uma justificação para uma falha como lobby, do embaixador.
Por favor, diga-nos quando foi tomada a decisão de comprar as fragatas holandesas e ao mesmo tempo, diga-nos quando é que o embaixador Stevenson chegou a Lisboa.
Tem razão Papatango, o embaixador Stephenson foi embaixador de Dezembro de 2007 até Junho de 2009 e as fragatas foram compradas em 2006 
http://portugal.usembassy.gov/ambassador2/former-ambassadors.html
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e??
Mas mesmo assim manda bitaites.
Nunca se esqueçam que somos um país independente e que do nosso dinheiro fazemos o que queremos!
Quanto aos tachos, eles existem em todo o lado, seja França seja Portugal!
E tipos que nasceram para dizer mal de tudo também, mas o mais engraçado é que quando são chamados agir, dizem logo que não.
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papatango
Ainda hoje o Socrates foi beijar os pés da Merkel à Alemanha...
Bom eu não vi nada disso pelo contrário mas é mais facil bater no cheguinho. A verdade é que Portugal sofre de graves problemas estruturais e não é de hoje começando por um tecido empresarial muito fraco, que produz muito pouco ou quase nada constituído de pequenas e médias empresas e que os boys fogem aos impostos.
Portugal após o 25 de abril parou no tempo não evoluiu sua indústria foi morrendo e, a situação actual do país não é culpa do Sócrates mas do sucessíveis governos que a longo de anos não têm tido a capacidade de resolver a fundo os problemas estruturais que teimam em ficar.
Ministros que simplesmente usam o país para seu proveito pessoal, a corrupção em portugal é enorme e enquanto não for erradicada o problemas vão continuar.
Tentar passar a imagem de que os problemas actuais é culpa de uma só pessoa ou seja Sócrates, é pura demagogia ou será falta de bom senso.
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E o Miguel Sousa Tavares também foi pelo mesmo caminho ontem à noite na SIC.
Eu achei a intervenção do MST particularmente esquizofrénica pois 5 minutos antes no mesmo programa, ele estava a defender uma intervenção militar da UE na Líbia!
Mas o que esperavam do MST ? Esse senhor deveria cingir-se a escrever romances, coisa para a qual tem algum jeito , e deixar-se de fazer comentários sobre assuntos que não percebe, fazendo figuras tristes. Pelo menos poderia tentar informar-se antes de falar , mas não . Julga que o "estrelato" que atingiu , permitr-lhe dizer as bacoradas que por vezes diz.
Um Abraço
O que disse o beto ?
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Relatórios do WikiLeaks retratam política nacional
Documentos revelados pela WikiLeaks e publicados hoje no jornal Expresso permitem saber qual é a visão dos EUA sobre a política nacional. José Sócrates, por exemplo, é visto como um político que tenta silenciar jornalistas, que j0oga duro, faz tudo para ser popular, no país e dentro do partido, mas já o PSD é comparado a um barco à deriva, como conta a jornalista Natércia Simões.
in com audio: http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=46 ... cle=421803 (http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=9&t=Relatorios-do-WikiLeaks-retratam-politica-nacional.rtp&article=421803)
Wikileaks: Sócrates gosta de «controlar tudo»
A diplomacia norte-americana em Lisboa descreve alguns políticos portugueses em vários documentos a que o jornal «Expresso» teve acesso. Alguns exemplos: Cavaco Silva: é citado por causa do caso das alegadas escutas no Palácio de Belém, onde é referido que «a recusa do presidente em clarificar as declarações do seu assessor de imprensa» prejudicou a sua imagem e «comprometeu a campanha eleitoral do PSD»;
José Sócrates: É descrito como uma pessoa pragmática, mas que gosta de «controlar tudo». Refere o «Expresso» que os documentos referem também que é visto pelos eleitores como «agressivo, autoritário e arrogante»; Os docuemntos secretos fazem ainda referência ao caso Freeport e às relações com os familiares de Sócrates, que aponta como ligações «divertidas»;
Manuela Ferreira Leite: É criticada pela embaixada dos EUA em Lisboa por ter «feito uma campanha negativa, com ataques a Sócrates, em vez de apresentar ideias»;
Manuel Alegre: É referido num documento com quatro páginas, escreve o jornal, com o título de «Alegrosaurus absentus», em referência ao facto de ter faltado ao congresso para «ostensivamente ir à caça»;
in: http://diario.iol.pt/politica/wikileaks ... -4072.html (http://diario.iol.pt/politica/wikileaks-jose-socrates-cavaco-silva-tvi24/1237347-4072.html)
WikiLeaks: português poderá ter ligações a Bin Laden
Um português de origem síria a viver em Portugal é suspeito de ter relações com a célula da Al-Qaeda na Europa. Esta é uma das informações reveladas pelo jornal «Expresso», que teve acesso a documentos secretos do WikiLeaks que envolvem Portugal.
O suspeito é descrito como um empresário com nacionalidade portuguesa, que está a ser investigado desde 2008 pelas autoridades norte-americanas por alegadamente manter relações com o líder da célula da organização terrorista na Europa, Ibrahim Buisir, tido como «colaborador próximo» de Bin Laden pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O seu nome constará desde 2006 da lista de terroristas criada pela administração de George W. Bush em 2003.
O documento, escreve o jornal, foi enviado pelo embaixador norte-americano em Lisboa, Thomas Stephenson, para Washington, a 14 de Novembro de 2008 e obteve a classificação de NORFORM, vedada a estrangeiros.
O jornal «Expresso» contactou o empresário português e origem síria, que se encontra a viver em Portugal há oito anos, e este disse desconhecer que se encontrava a ser investigado ou com o telefone sob escuta, apesar de confirmar ouvir «muitas vezes barulhos estranhos» quando se encontra ao telefone - o que pode indiciar a existência de escuta.
Ao jornal, o empresário revela que foi abordado há cerca de três anos por uma pessoa que lhe fez várias perguntas relacionadas com o terrorismo e com Ibrahim Buisir. Tratou-se de uma conversa com contornos estranhos e que terminou, segundo conta, com o indivíduo a mandar um copo de sumo, zangado, para cima do seu carro. «Não tenho problemas que me ponham sob escuta, não cometi nenhum erro», garante.
O jornal «Expresso» resume ainda alguns documentos secretos onde constam vários políticos portugueses, como José Sócrates ou Cavaco Silva.
in: http://diario.iol.pt/sociedade/wikileak ... -4071.html (http://diario.iol.pt/sociedade/wikileaks-expresso-al-qaeda-terrorismo-tvi24/1237341-4071.html)
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Vi ontem a capa do Expresso, mas não encontro as noticias online, alguém consegue arranjar?
Sei que na capa dizia o seguinte: Portugal conta tudo aos EUA antes das reuniões em Bruxelas
E depois do caso dos submarinos mencionado em posts atrás, vir o Portas dizer que Portugal não é protectorado de ninguém, pelos vistos se não é, parece querer ser.
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Portugal conta tudo antes das reuniões na Europa
Há 30 telegramas entre 2006 e 2009 que mostram como, antes de cada Conselho Europeu de ministros dos Negócios Estrangeiros, Portugal informa os EUA sobre o que lá se vai passar. (Aceda aos telegramas na íntegra através deste texto)
Durante três anos seguidos, entre 2006 e 2009, os Estados Unidos obtiveram regular e sistematicamente informações sobre a política externa portuguesa e europeia, seguindo de perto alguns dossiês e pressionando os que consideravam mais "sensíveis". É isto que se conclui da análise dos telegramas oriundos da embaixada americana em Lisboa durante aquele vasto período (e, ao que se sabe, depois disso) que relatam, mês a mês e ponto por ponto, as reuniões dos seus diplomatas com homólogos portugueses.
Aos americanos interessa-lhes tudo, das questões europeias em geral a questões da política externa em particular. Uma obsessão, todavia: o Kosovo e a sua independência, declarada unilateralmente a 17 de fevereiro de 2008 e só reconhecida por Portugal em outubro desse ano. E um interesse especial: a cimeira UE-África, realizada em dezembro de 2007, no âmbito da presidência portuguesa da União, em cuja unidade de missão esteve previsto participar um diplomata americano, ao abrigo de um programa de intercâmbio.
Em ambos os temas, os EUA fizeram sentir a sua "forte oposição" em relação às atitudes portuguesas, não coincidentes com as suas, como refere o embaixador Alfred Hoffman, ao relatar, num telegrama de 24/10/2007, um encontro sobre o Kosovo com as diplomatas portuguesas Liliana Araújo e Rita Laranjinho. "Respondemos veementemente que as discussões da troika não podiam ser inconclusivas e que adiamentos sucessivos só contribuiriam para a instabilidade", diz, a propósito da informação de que o relatório sobre a situação naquele território, que seria entregue posteriormente, não seria considerado "o fim" do processo.
O tom é semelhante num outro documento, de 18/7/2007, desta feita sobre o Zimbabwe, quando o diplomata americano Daniel Fried se reúne em Lisboa com os diretores políticos dos 27 Estados da UE. Narrando a reunião, escreve Hoffman: "O embaixador Fried elogiou os esforços portugueses para realizar uma cimeira UE-África, mas expressou a sua esperança de que Portugal enviaria um forte sinal de apoio à boa governação, não convidando o Presidente do Zimbabwe Robert Mugabe". A resposta portuguesa foi lapidar: "Portugal encontrará uma solução". Como se sabe, Mugabe veio à cimeira, mas o convite foi assinado por José Sócrates, "apenas" como primeiro-ministro do país anfitrião, não de presidente em exercício da UE.
Os americanos, reconhecem, aliás, que "os portugueses estão determinados em realizar com êxito uma cimeira UE-África" (telegrama de 28/3/2007) e que Portugal "aguenta firme" quanto a Mugabe. "Não controlamos quem representa África, isso é com a União Africana", responde o assessor diplomático do primeiro-ministro ao embaixador Hoffman, quando este lhe "expressa a profunda preocupação" com a eventual presença do líder africano, num telegrama de 5/11/2007.
Curiosamente, o Tratado de Lisboa, a maior 'conquista' da presidência portuguesa, nem sequer é referido nos telegramas a que o Expresso teve acesso.
Porém, muitos outros temas são abordados, ao ponto de nos indagarmos se os próprios deputados portugueses seguem com tanta atenção os passos da política externa portuguesa.
Small fish
Os americanos querem saber tudo e de tudo dão conta para Washington. Desde os Balcãs ao Médio Oriente (com realce para o Irão), passando pela Rússia e Geórgia, a propósito de cuja guerra o embaixador Stephenson acha "interessante que Portugal ainda confie nas promessas de Medvedev". Abordam África, mas também a Ásia, onde conta a China, a Coreia do Norte ou até a Birmânia. Frequentemente, comentam as posições portuguesas, ou fazem a distinção entre o que lhes parece ser a posição oficial e a pessoal do seu interlocutor.
Sobre a cimeira UE-Rússia, por exemplo, que Portugal organizou em outubro de 2007 e que mereceu grande atenção à parte americana, diz Hoffman: "Os portugueses estão atentos em marcar os mesmos pontos que nós, embora não tão assertivamente como gostaríamos". E comenta: "Sócrates e outros funcionários governamentais caracterizaram a cimeira como um sucesso... mas parece-nos a nós de pequena monta (small fish)".
Mais tarde, num texto sobre um encontro com Jorge Rosa de Oliveira (ex-assessor diplomático do PM), o embaixador anota que este lhe afirmou que o "objetivo de Portugal era garantir que as relações com a Rússia fossem melhores no fim do que no princípio da cimeira". "Não me surpreende" - escreve - "a satisfação de Portugal em ter cumprido objetivos tão pouco ambiciosos". Sobre o próprio Rosa de Oliveira, é mordaz: "Apesar de amigável e acessível, tende às vezes a inclinar-se para uma inútil retórica socialista".
Nestes telegramas não se estranha que tantos e variados assuntos da política portuguesa e europeia sejam referenciados. Os encontros onde tais assuntos são conversados fazem parte da rotina diplomática. O que surpreende é a sua regularidade e intensidade. Praticamente todos os meses, sempre antes das reuniões do antigo Conselho de Assuntos Gerais e Relações Externas (CAGRE) e, muitas vezes, das reuniões informais dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, há um encontro... e um relatório para Washington sobre as opiniões portuguesas e as posições europeias.
"Fora do quadro da União, falamos com vários países amigos, a seu pedido, mas os americanos praticamente institucionalizaram estes encontros e aparecem sempre. Os outros só de vez em quando". comentou ao Expresso fonte diplomática portuguesa. Os americanos não brincam em serviço.
Porque Portugal não reconhece o Kosovo?
Portugal tardou a reconhecer o Kosovo - em outubro de 2008, oito meses após a sua declaração unilateral de independência - por uma tripla conjunção: porque Cavaco Silva punha reticências; porque o Governo temia que "os partidos à esquerda e à direita se unissem contra o PS e o PSD" (PC, BE e CDS eram contra); e para preservar o entendimento com a Sérvia e evitar que esta cortasse relações com Portugal. Quanto ao ministro Luís Amado, queria, primeiro, evitar a declaração unilateral, depois conseguir o consenso na EU e, finalmente, reconhecer o Kosovo logo "na primeira leva". É assim que o embaixador Thomas Stephenson vai comentando, em sucessivos telegramas, o "incompreensível" atraso de Portugal no reconhecimento. Só em julho o diplomata obtém a garantia de que o processo é "uma questão política, mais do que legal", uma afirmação que lhe é feita pelo então diretor de política externa, Nuno Brito. O tema é objeto de uma atenção obsessiva, ao ponto de o embaixador questionar o próprio Presidente sobre o assunto até admitir, ironicamente no próprio dia do reconhecimento (7/10), que "só acreditará quando o vir".
in: http://aeiou.expresso.pt/portugal-conta ... pa=f637482 (http://aeiou.expresso.pt/portugal-conta-tudo-antes-das-reunioes-na-europa=f637482)
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- «WikiLeaks: Cavaco travou tropas no Afeganistão». Governo ponderou enviar companhia para lutar na frente.
In: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/quios ... -4071.html (http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/quiosque-revista-de-imprensa-expresso-semanario-noticias-tvi24/1247067-4071.html)
Alguém viu essa release do Expresso ontem?
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Cavaco travou envio de comandos para o pior cenário de guerra
O Governo português ponderou enviar uma companhia de comandos entre 2009 e 2010 para o pior cenário possível da guerra no Afeganistão, em que 150 militares iam combater sem quaisquer restrições, sob as ordens dos ingleses. Cavaco travou o plano.
Uma companhia de 150 comandos esteve para ir combater na zona mais perigosa do Afeganistão, entre 2009 e 2010, sob o comando das tropas britânicas, sem qualquer restrição no uso da força e com um risco elevado de vir a ter baixas, pelo que se percebe na correspondência diplomática norte-americana. O contingente iria ser colocado em Helmand, a mais difícil de todas as províncias, no sul do país, ao lado de Kandahar. Com uma forte presença de talibãs, intensificada a partir de 2006, é lá que é produzido quase todo o ópio afegão.
Um telegrama confidencial enviado para Washington a 21 de maio de 2009 pela embaixada dos Estados Unidos em Lisboa revela que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, confirmou ao embaixador Thomas Stephenson a intenção de Portugal “em fazer regressar uma Quick Reaction Force à ISAF (a missão da NATO no Afeganistão), muito provavelmente integrada com o comando britânico na província de Helmand”, o ponto nevrálgico da guerra naquela altura. No verão de 2009, a província entraria numa fase de ferro e fogo, com a maior operação de marines desde a guerra do Vietname.
A intenção de enviar tropas especiais para o “inferno” de Helmand e “sem caveats”, sem limitações de combate, parece ter-se mantido de pé durante pelo menos sete meses. Em novembro de 2009, o comandante-chefe das forças terrestres britânicas, Peter Wall, veio a Portugal para se encontrar com o Estado-Maior do Exército, admitindo ao Expresso que os ingleses “adorariam trabalhar juntos com os portugueses” e que os 150 comandos portugueses destacados para irem para o Afeganistão podiam contar com apoio logístico para participarem na frente de batalha. Os britânicos tinham o comando de toda a região sul do país, incluindo Helmand e Kandahar.
Os americanos tinham sabido por fontes informais no Governo, e um mês antes do encontro com o ministro, da missão a Helmand. Stephenson promoveu nessa altura uma reunião com os seus homólogos da França, da Itália, da Dinamarca, da Polónia e da Austrália para convencerem Lisboa a mandar mais homens para a guerra, ao mesmo tempo que revelava ao Departamento de Estado que ia passar a trabalhar com o embaixador britânico no mesmo sentido.
O plano Helmand, contudo, nunca foi assumido publicamente pelo Governo português e caiu por terra. Uma companhia de comandos foi em missão para o Afeganistão nos primeiros meses de 2010 mas ficou instalada em Cabul, sem se envolver em manobras de ataque.
No encontro com o embaixador, de maio de 2009, o ministro dos Negócios Estrangeiros explicou que estava à espera de que o Conselho Superior de Defesa Nacional, que inclui o Presidente, desse luz verde ao plano. “Amado contou que os contactos com o Presidente dão a entender que ele está inclinado a apoiar esse cenário”, escreveu Stephenson. Mas o apoio, pelos vistos, não veio.
O que não seria, de todo, uma surpresa. Cavaco Silva é referido várias vezes na correspondência como o principal entrave a uma maior participação portuguesa na guerra, em contraste com o Governo.
Num almoço de um assessor diplomático de Amado com um conselheiro da embaixada dos EUA, relatado num telegrama confidencial de 9 de novembro de 2007, a clivagem com Belém já era notória. “Paulo Lourenço disse que a decisão de reduzir a contribuição de Portugal na ISAF de uma companhia de reação rápida (150 comandos) para um C-130 e uma equipa de 15 militares em agosto de 2008 foi tomada durante uma discussão acalorada do conselho superior de defesa”, vem no telegrama.
“Ele disse que os chefes dos ramos, o CEMGFA, o primeiro-ministro e os ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros se opuseram todos à redução de tropas. Foi claro que a força de bloqueio foi o próprio Presidente, aparentemente motivado pela preocupação sobre a escalada da violência, a possibilidade crescente de haver baixas e o impacto disso na opinião pública”.
A retirada dessa companhia de comandos em agosto de 2008, que tinha estado em Kandahar e sofreu uma baixa, foi muito mal recebida pelos americanos, criando um embaraço diplomático. “Nós expressámos a nossa profunda preocupação por termos conhecido inicialmente essa decisão ao lermos um artigo de uma agência de notícias iraniana sobre uma ida do ministro da Defesa a uma comissão parlamentar”, lê-se no mesmo telegrama. Numa nota final, o embaixador nota que o assessor diplomático, Paulo Lourenço, “foi franco nos seus comentários, que são consistentes com relatos anteriores de uma série de fontes de que o Presidente Cavaco Silva não era um grande fã da participação de Portugal na ISAF”.
Confrontado com o teor dos telegramas, o gabinete do ministro da Defesa não quis comentar, remetendo para as declarações públicas feitas por Augusto Santos Silva quando o Expresso começou a publicar os telegramas do WikiLeaks, a 26 de fevereiro, em que condenou a divulgação dos documentos. O ministro dos Negócios Estrangeiros também optou por não reagir.
in: http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/04/c ... de-guerra/ (http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/04/cavaco-travou-envio-de-comandos-para-o-pior-cenario-de-guerra/)
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Para quem quiser aceder a todos os telegramas já o pode fazer aqui: http://cables.mrkva.eu (http://cables.mrkva.eu) a password para acesso aos 250 mil telegramas foi revelada num livro.
Achei muito curioso o telegrama censurado pelo jornal Expresso aqui: http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expre ... BON273.pdf (http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/Telegrama_35_09LISBON273.pdf) e quando se vai ver o telegrama original: http://cables.mrkva.eu/cable.php?id=208130 (http://cables.mrkva.eu/cable.php?id=208130) percebe-se que afinal a parte censurada era algo positivo sobre o Governo português, onde o Amado mostrava preocupação e queria rapidamente resolver as questões salariais que afectavam os civis portugueses a trabalhar para a base das Lajes. Qual o motivo por detrás do jornal Expresso para censurar algo deste género?
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Para quem quiser aceder a todos os telegramas já o pode fazer aqui: http://cables.mrkva.eu (http://cables.mrkva.eu) a password para acesso aos 250 mil telegramas foi revelada num livro.
Achei muito curioso o telegrama censurado pelo jornal Expresso aqui: http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expre ... BON273.pdf (http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/Telegrama_35_09LISBON273.pdf) e quando se vai ver o telegrama original: http://cables.mrkva.eu/cable.php?id=208130 (http://cables.mrkva.eu/cable.php?id=208130) percebe-se que afinal a parte censurada era algo positivo sobre o Governo português, onde o Amado mostrava preocupação e queria rapidamente resolver as questões salariais que afectavam os civis portugueses a trabalhar para a base das Lajes. Qual o motivo por detrás do jornal Expresso para censurar algo deste género?
Muito simples, tentar deitar a baixo um ministro/governo que era contrário ao patrão desta empresa.
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WikiLeaks: EUA preocupados após encontro de Sócrates com Chávez
A embaixada norte-americana em Lisboa mostrou, em 2006, ao Governo português, «fortes preocupações», relativamente a um encontro entre o então primeiro-ministro José Sócrates e o Presidente venezuelano Hugo Chávez. É pelo menos isso que consta de mais um telegrama diplomático divulgado pelo portal WikiLeaks.
A representação diplomática norte-americana relata, num documento com a data com 28 de Julho de 2006, que o então embaixador dos EUA na capital portuguesa, Alfred Hoffman, se reuniu com o chefe da diplomacia portuguesa, pasta na altura assumida por Luís Amado, para expressar as «fortes preocupações» de Washington em relação ao «crescente reforço militar» de Caracas, noticia a agência Lusa.
De acordo com o mesmo telegrama, a conversa surgiu depois de um encontro entre Sócrates e Hugo Chávez, que decorreu a 23 de Julho no aeroporto de Lisboa, durante uma escala de reabastecimento do avião do líder venezuelano.
O embaixador norte-americano disse que a imagem transmitida do encontro terá sido «infeliz», uma vez que Chávez estava a realizar um périplo que incluía países como a Bielorússia, Irão e a Rússia.
A representação norte-americana frisa, no mesmo documento, que o Governo português, «acredita que cativar Chávez é mais eficaz que isolar [o líder venezuelano] e que ouvir uma mensagem de senso comum de países como Portugal irá desviar a atenção dos disparates populistas que ouve de líderes como o Presidente bielorusso [Alexander] Lukachenko e do Presidente iraniano [Mahmud] Ahmadinejad».
Ainda no documento, a embaixada norte-americana refere que Portugal trata com particular cuidado o relacionamento com o líder venezuelano, uma vez que 600 mil cidadãos portugueses vivem na Venezuela, «a maior comunidade portuguesa fora da Europa».
O telegrama diplomático acrescenta também que José Sócrates terá transmitido algumas destas mensagens durante o encontro, e que terá sublinhado o forte relacionamento de Portugal com os Estados Unidos.