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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Portugal => Tópico iniciado por: dc em Janeiro 20, 2026, 01:58:29 pm
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Como o título indica, abre-se este tópico para debater especificamente o que deve ou não ser incluído num hipotético SAFE 2.0, cujo valor fosse aproximadamente o mesmo do primeiro SAFE - 5800M.
Dica: após ser tornada pública a revisão da LPM deste ano, era aconselhável a inclusão de programas que nela não estejam incluídos.
Veto para a compra de Eurocanards - com o SAFE éramos obrigados a comprar novos de fábrica, que não é o que a FAP precisa, e tal programa absorveria a quase totalidade da verba.
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Ideias de programas:
-novos submarinos - caso o Governo não tenha coragem de incluir na LPM a compra dos subs sul-coreanos;
-mais fragatas - caso a LPM não contemple a substituição das restantes fragatas em serviço por EPC ou mais fragatas;
-aeronave de treino a jacto;
-defesas AA de longo-alcance e/ou reforço das baterias IRIS-T SLM;
-mais sistemas VSHORAD e C-UAS;
-continuidade ao programa Boxer - depende dos detalhes do que vai acontecer com o SAFE original;
-MLRS/capacidade stand-off do Exército;
-navio/s anfíbio/s - MPSS, LST 100, LPD, LHD, ...
-MRTT, A-400 ou ambos;
-capacidade EW, SIGINT, COMINT, ELINT;
-sistemas não tripulados - UAV/UCAV, USV, UGV, UUV.
Óbviamente que o SAFE 2.0 não daria para tudo, e ainda faltarão coisas que não me ocorreram, mas é um complemento à LPM, portanto nem tudo tem estar incluído no programa.
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Creio que o mais concensual seriam novos submarinos e reforço da defesa aerea no pós Safe 1.
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Ideias de programas:
-novos submarinos - caso o Governo não tenha coragem de incluir na LPM a compra dos subs sul-coreanos;
-mais fragatas - caso a LPM não contemple a substituição das restantes fragatas em serviço por EPC ou mais fragatas;
-aeronave de treino a jacto;
-defesas AA de longo-alcance e/ou reforço das baterias IRIS-T SLM;
-mais sistemas VSHORAD e C-UAS;
-continuidade ao programa Boxer - depende dos detalhes do que vai acontecer com o SAFE original;
-MLRS/capacidade stand-off do Exército;
-navio/s anfíbio/s - MPSS, LST 100, LPD, LHD, ...
-MRTT, A-400 ou ambos;
-capacidade EW, SIGINT, COMINT, ELINT;
-sistemas não tripulados - UAV/UCAV, USV, UGV, UUV.
Óbviamente que o SAFE 2.0 não daria para tudo, e ainda faltarão coisas que não me ocorreram, mas é um complemento à LPM, portanto nem tudo tem estar incluído no programa.
Assim por alto:
- Reforço dos meios do corpo de Fuzileiros, a todos os níveis
- Reforço dos meios da Engenharia de Combate
- Renovação profunda dos meios de comunicações do Exército
- Artilharia de campanha: 36 Caeser adicionais
- Viaturas especiais lança-pontes, de recuperação, logísticas de diversos tipos
- Equipamentos de visão noturna em quantidades que se vejam
Por agora é só....
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Para não estar a repetir o que já disseram alem disso digo prioritário
- Leopard 2A8 - 60 unidades ( se possivel serem cá montados na nova fabrica :mrgreen:) e sistema de engenheiria de combate.
- Corvetas ( construção em Portugal, após termino dos npo
- sistemas defesa área
- submarinos
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Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)
Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros
Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?
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Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)
Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros
Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?
Esqueci-me de uma coisa que é muito necessária em caso de conflito na Europa: guerra de minas!
Precisamos de minas, de equipamentos de lançamento de campos de minas e, claro está, de desminagem.
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Já aqui existe boas ideias vou só juntar algumas penso serem positivas
Exército:
- Comprar a licença da Scar e produzir em portugal substituição de todas G3 com estas serem reservas de guerra.
-Continuar com o Programa do boxer com a compra de mais variantes incluindo o Skyranger.
- Reservas de munição de artilharia, mísseis anti aéreos, anticarro, etc em quantidade industrial!
Força aérea:
- compra de um caça europeu me parece inevitável dado os episódios recentes estamos a falar de chantagem o que se nos torna um alvo mais fácil se dependemos de fornecimento de manutenção de um único caça...
- Continuação com o projecto dos satélites aumentando a ambição do programa.
- Defesas anti aéreas e electrónicas para todas as bases importantes.
- Reservas de mísseis europeus.
Marinha
- EPCs ( sem aumento dos efectivos da marinha é a solução mais racional e se for necessário reduzir os NPOs)
- Submarinos (existe a possibilidade para o safe2 mais países entrarem nesse programa a Coreia é um deles...)
- Veículos anfíbios para os fuzileiros para juntar ao futuro navio anfíbio aqui falado...
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1. Marinha — 3,55 mil milhões de euros
2 fragatas (classe FREMM EVO)
Custo: 1,8–2,0 mil milhões de euros
3 MMPCs (família EPC) * ou possivelmente SAMP/T para a FAP
Custo: 750–900 milhões de euros
1 novo submarino (SSK) totalmente financiado + 1 opção
Custo: 900 milhões de euros
Candidatos: Type 214/212CD, Scorpène, HDS-1500
Pacote USV/AUV
Custo: 80–120 milhões de euros
Subtotal da Marinha: 3,55 mil milhões de euros
2. Exército — 1,15 mil milhões de euros
1-2 baterias MLRS (K239 Chunmoo)
Custo: 225M a 450M de euros
6-8 ou 12–16 lançadores
Apoio de fogo profundo apoiando ambas as brigadas FT2045
Sistema de defesa antiaérea em camadas (IRIS-T SLM + Stinger ou Mistral/Skynex)
Custo: 400–500 milhões de euros
Médio alcance + SHORAD/C-RAM
Função: defender Lisboa, bases-chave e brigadas destacadas
Contra-UAS + Guerra Electrónica
Custo: 150–200 milhões de euros
Sistemas de proteção de brigada e de base
Mobilidade Protegida (Boxer)
Custo: 150–200 milhões de euros
mais Artec Boxer
Função: colmatar as restantes lacunas de mobilidade na frota Boxer
Subtotal do Exército: 1,15 mil milhões de euros
3. Força Aérea — 800 M€
Aeronaves de Patrulha Marítima (MPA)
Custo: 250–350 milhões de euros
ATR-72 MPA ou Airbus A320 MPA
UAVs MALE
Custo: 200–300 milhões de euros
Eurodrone ou Falco Xplorer
Entrada no programa de caças
Custo: 200–250 milhões de euros
Rafale / Eurofighter / Gripen E / KF-21
SAMP/T. 800-900M. *. em lugar dos MMPC da Marinha
Subtotal Força Aérea: 800 M€. (ou 1,7MM)
EMGFA, projetos transversais aos ramos, uso comum — 300 M€
Produção de munições
Custo: 100–150 milhões de euros
155 mm, 120 mm, 40 mm, armas ligeiras
Modernização da MRO naval e aérea
Custo: 120–150 milhões de euros
Manutenção para fragatas, MMPCs, SSKs, MPA
Infraestrutura conjunta C4ISR
Custo: 50–80 milhões de euros
Rede de comando segura e interoperável com a NATO
Subtotal Transversal: 300 M€
Total do SAFE 2.0: 5,80 mil milhões de euros