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Apple sobe lucros trimestrais em 2,2% para 19.881 milhões de dólares
A fabricante de telemóveis norte-americana viu o resultado líquido subir 2,2% face ao mesmo período do ano anterior, acima do esperado pelos analistas ouvidos pela Refinitiv.
(https://cdn3.jornaldenegocios.pt/images/2023-01/img_900x560$2023_01_23_20_34_13_444925.jpg)
A Apple fechou o terceiro trimestre fiscal com lucros de 19.881 milhões de dólares, o que corresponde a uma subida homóloga de 2,2%. Já no que diz respeito às receitas, a "empresa da maçã" fechou o trimestre com uma faturação de 81,8 mil milhões de dólares, menos 1,4% do que no mesmo período do ano anterior.
Tanto os lucros como as receitas superaram ligeiramente o consenso dos analistas ouvidos pela Bloomberg e pela Refinitiv.
As receitas com a venda de produtos recuaram 4,4% para 60.584 milhões. Por categoria, a empresa liderada por Tim Cook viu o valor com as vendas de iPhones ficarem praticamente mil milhões de dólares abaixo do valor registado no período homólogo. No total, a companhia faturou 39.669 milhões com a venda destes telemóveis. Já nos computadores Mac a queda foi de 7,3% para 6.840 milhões, enquanto nos iPads o tombo foi de 19,8% para 5.791 milhões - tratando-se da perda mais expressiva. Só a categoria "wearables" e acessórios - que inclui produtos como o iWatch e os iPods - viu um aumento das receitas: cresceram 2,5% para 8.284 milhões.
No que às receitas com serviços diz respeito, a Apple viu uma subida de 8,2% para 21.213 milhões, o que, segundo Cook, representa "um valor recorde para um terceiro trimestre fiscal", impulsionadas por "mil milhões de subscrições pagas".
Já a margem bruta fixou-se nos 36.413 milhões, o que representa um aumento de 1,5% face ao mesmo período do ano anterior.
"Durante este trimestre gerámos um forte cash flow de 26 mil milhões de dólares, devolvemos mais de 24 mil milhões aos acionistas, e continuamos a investir nos nosso planos de crescimento a longo prazo", revela ainda Luca Maestri, diretor-financeiro (CFO) da tecnológica, na informação disponibilizada no site da empresa.
As ações da fabricante de dispositivos eletrónicos estão a desvalorizar 1,29% para 188,71 dólares no "after-hours", uma queda que poderá ser explicada pelo facto de praticamente todos os segmentos de produtos terem gerado menos receita.
No final da negociação desta quinta-feira a Apple tinha uma capitalização bolsista de 3.006,9 biliões de dólares, o que representa um aumento de 47,13% desde o início do ano. Contudo, se a queda em bolsa continuar poderá ver o estatuto de "3 Trillion Dollar Baby" escapar.
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/apple-lucra-19881-milhoes-de-dolares-no-terceiro-trimestre#loadComments
Um país que se orgulha de empresas que crescem praticamente sem limites e com lucros pornográficos.......
Só a capitalização bolsista de 3 biliões de dólares (nos States são 3 triliões, escala curta), representam toda a riqueza produzida por Portugal em ........ 12 anos!!!!!!
Em 3 meses a Apple facturou 82 mil milhões de dólares e apresentou um lucro de quase 20 mil milhões de dólares (em cada 4 dólares de vendas, 1 é lucro líquido!!!!!).
Outra empresa também pobrezinha a Amazon, facturou em 3 meses 134 mil milhões de dólares e teve um lucro de 6 750 milhões de dólares....... só em 3 meses!!!!!
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/lucros-da-amazon-atingem-6750-milhoes-de-dolares-no-segundo-trimestre
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Biden limita o investimento de empresas norte-americanas em "países problemáticos"
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Como previram os experts defensores da invasão criminosa da Ucrãnia, o ocidente estava condenado, iriamos morrer de frio no inverno de 2022 e o dólar e o euro iriam ser varridos do mapa como principais moedas de negociação de qualquer activo à face da terra!
Os dados estatísticos de Junho de 2023 confirmam isso mesmo e o dólar + euro controlam 80% de todas as transacções mundiais :mrgreen:
O dólar é a moeda de negociação em 42,39% e o euro em 36,95%!
É o previsto colapso do ocidente :mrgreen:
https://www.statista.com/statistics/1189498/share-of-global-payments-by-currency/
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Congresso dos EUA chega a acordo sobre tecto de despesa para 2024
O acordo foi alcançado entre os líderes dos partidos republicano e democrata e terá ainda de ser ratificado no congresso.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2023-11/img_900x560$2023_11_23_18_24_14_465070.jpg)
Os líderes do congresso norte-americano chegaram este domingo a acordo na definição do tecto máximo de despesa para este ano, de 1,66 biliões de dólares, para evitar o risco de paralisação do governo federal.
O acordo foi alcançado entre os líderes dos partidos republicano e democrata e terá ainda de ser ratificado no congresso.
Segundo o jornal The New York Times, o acordo inclui um aumento na despesa do Pentágono para 886,3 mil milhões de dólares, e mantém a despesa nas restantes áreas, nomeadamente saúde e assistência, em 772,7 mil milhões de dólares.
A agência Associated Press escreve que o acordo baseia-se em limites de despesa que o congresso tinha já estabelecido num projeto de lei, para suspender o limite da dívida até 2025, mas ao mesmo tempo agrada aos republicanos da Câmara dos Representantes.
"Isto é o acordo orçamental mais favorável que os republicanos conseguiram em mais de uma década", afirmou o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Mike Johnson.
Em comunicado, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerou que o acordo vai salvaguardar "importantes prioridades nacionais" e "evita uma paralisação desnecessária do governo".
O acordo, prosseguiu, "evita cortes profundos nos programas com os quais as famílias trabalhadoras estão a contar e abre caminho para a aprovação de projetos de lei de financiamento, que vão beneficiar o povo americano e estão libertos de políticas extremas".
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/americas/detalhe/congresso-dos-eua-chega-a-acordo-sobre-tecto-de-despesa-para-2024#loadComments
Este acordo, com um aumento das despesas na área da Defesa para 886,3 mil milhões de dólares, pode haver boas notícias em breve, para a Ucrãnia.
Este acordo vai evitar também que se vejam funcionários públicos a irem de férias forçadas para casa, por falta de financiamento (se não for necessário um orçamento retificativo). Certamente por ser um ano de eleições, pesou para haver este acordo entre Democratas e Republicanos!
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Professora doa herança milionária a Universidade
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Jeff Bezos volta a ser o homem mais rico do mundo
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I just imposed a series of tariffs on goods made in China:
25% on steel and aluminum,
50% on semiconductors,
100% on EVs,
And 50% on solar panels.
China is determined to dominate these industries.
I'm determined to ensure America leads the world in them.
https://twitter.com/POTUS/status/1790385220983677016
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EUA anuncia corte de Juros em Setembro
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"Tupperware" declara falência
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REGRESSA O PODERIO INDUSTRIAL
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Trabalhadores portuários do Maine ao Texas entram em greve e arriscam nova escassez de bens
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Tarifas de 10%? “Seria desastroso para os EUA, não vai acontecer”, diz UBS
Alberto Teixeira
Por outro lado, se Trump deportar 20 milhões de pessoas como chegou a anunciar, a economia americana entrará em recessão, avisa o economista-chefe do UBS, Paul Donovan.
Impor tarifas de 10% sobre todas as importações “seria desastroso” para os EUA, considera o economista-chefe do UBS, Paul Donovan, que alerta ainda que, se o recém-empossado Presidente Donald Trump deportar 20 milhões de pessoas, irá atirar a economia americana para a recessão.
“A determinado momento, o Presidente Trump falou em tarifas de 10% para tudo o que fosse comprado pelos EUA. Não acho que isso vai acontecer, porque seria desastroso e iria haver muito lobby contra”, sublinha Paul Donovan num encontro com os jornalistas em Lisboa.
O economista também não antecipa que Trump venha a impor tarifas de 25% sobre o México e Canadá, como tem repetidamente dito. “A principal razão para isso é que os dois países quase apenas vendem e alimentos e combustíveis. Os consumidores não sentem os preços das televisões, mas sentem os preços dos alimentos e dos combustíveis, o dano político seria maior”, explica.
Em relação à China, Paul Donovan vê as tarifas triplicaram para 30%, ainda assim a metade dos 60% anunciados por Trump. “Isso vai ter implicações económicas, mas as tarifas seletivas são possíveis de serem contornadas”, frisa o economista do banco suíço.
Deu o exemplo do que se passou no primeiro mandato de Trump. “Até 2018, as importações dos EUA eram 15% mais em valor do que as exportações e isso reflete os custos de transporte dos bens. Isso é perfeitamente normal. Mas, a partir de 2018, algo muito estranho aconteceu. A China está agora a vender mais do que os EUA estão a comprar. As exportações da China estão 19% mais elevadas dos que as importações dos EUA. Isso não faz sentido. Ou os bens estão a perder-se no fundo do mar, ou a china está a ter novas rotas para vender aos EUA, através do Vietname ou México”, explica.
“Com o tempo, as tarifas seletivas tornar-se-ão menos efetivas”, aponta.
20 milhões de deportados atira EUA para recessão
Quanto à política de migração, Paul Donovan também considera que a ideia de deportar 20 milhões de pessoas vai ter um custo económico elevado: “O Presidente Trump falou em deportar entre 10 milhões a 20 milhões de pessoas. Seria um mix de imigrantes ilegais e cidadãos. Se isso acontecer, será muito grave”.
O economista lembrou que no mandato de Joe Biden foram deportadas cinco milhões de pessoas, “uma média de 1,2 milhões por ano”. “Mas Biden estava a falar de pessoas que estavam na fronteira e que foram deportadas. Trump está a falar de retirar pessoas que estão profundamente incorporadas na economia, e isso tem consequências económicas diferentes”, sinaliza.
Donovan recorda que em qualquer país os migrantes legais ou ilegais tendem a ir para áreas do mercado de trabalho onde há escassez de mão-de-obra, pois é onde é mais fácil encontrar emprego. “Se fores imigrante ilegal, vais procurar uma área onde há uma escassez ainda maior, porque aí o empregador não faz questões. O empregador está contente apenas por ter trabalhadores”, diz.
O problema é que, se tirarmos essas pessoas do mercado, “a cadeia de abastecimento quebra, e isso cria muitas disrupções na economia”. “Se deportarem 20 milhões de trabalhadores migrantes num ano, os EUA irão entrar em recessão seguramente”, atira Paul Donovan.
Para o responsável do UBS, não vamos ter mudanças significativas na política de migração. “Vamos ter essencialmente o mesmo, mas com mais notícias da Fox News. É a narrativa que vai interessar, mais do que os números”, refere.
“Se virmos 1,2 milhões de pessoas serem deportadas este ano, não irá mudar economicamente. Mas se estiver em grande destaque na Fox News, isso muda politicamente, muda a narrativa, mas nada muda do ponto de vista económico”, observa Paul Donovan.
https://eco.sapo.pt/2025/01/22/tarifas-de-10-seria-desastroso-para-os-eua-nao-vai-acontecer-diz-ubs/
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Tarifas de 10%? “Seria desastroso para os EUA, não vai acontecer”, diz UBS
Mas será uma oportunidade de ouro para os bilionários comprarem tudo ao desbarato. Os MAGAtrasados, a maioria dos quais não tem um penico onde mijar ou onde cair morto, vão ficar na merda.
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Tarifas de 10%? “Seria desastroso para os EUA, não vai acontecer”, diz UBS
Mas será uma oportunidade de ouro para os bilionários comprarem tudo ao desbarato. Os MAGAtrasados, a maioria dos quais não tem um penico onde mijar ou onde cair morto, vão ficar na merda.
Pode explicar o racional?
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Temos sempre de considerar o que Trump diz sem ser "literal"... a esmagadora maioria do que diz é para "show off" ou para impressionar os MAGA, independentemente se é o pensa ou não (ie simplesmente e sem problemas está a mentir); depois temos - com um estilo mt próprio - uma forma de começar a negociar; sobra pouco para ser mesmo o que vai fazer.
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Arábia Saudita diz a Trump que quer investir 600 mil milhões de dólares nos EUA
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Mas será uma oportunidade de ouro para os bilionários comprarem tudo ao desbarato. Os MAGAtrasados, a maioria dos quais não tem um penico onde mijar ou onde cair morto, vão ficar na merda.
Pode explicar o racional?
Se houver uma queda na bolsa nos EUA (que se estenderá `a Europa e ao resto do mundo de certeza porque está tudo interligado), é uma oportunidade de comprar ações de empresas, bancos, etc. em saldo de 20%-30% ou mais. Quem perde e quem ganha neste caso? Um investidor pequeno ou os bilionários ? Os bilionários e os tech bros não vão levar layoff, e perder casa e as suas poupanças, são as pessoas comuns.
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Temos sempre de considerar o que Trump diz sem ser "literal"... a esmagadora maioria do que diz é para "show off" ou para impressionar os MAGA, independentemente se é o pensa ou não (ie simplesmente e sem problemas está a mentir); depois temos - com um estilo mt próprio - uma forma de começar a negociar; sobra pouco para ser mesmo o que vai fazer.
É verdade, muito do que ele diz é para consumo dos mentecaptos MAGAs que acreditam em tudo o que ele diz. Os mercados, e os detentores de obrigações do estado podem ter outras opiniões e ideias.
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Soluções simples (simplórias?) para problemas complexos. :mrgreen:
https://finance.yahoo.com/news/trump-says-he-will-demand-interest-rates-drop-hinting-at-coming-clash-with-powell-175554668.html
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Mas será uma oportunidade de ouro para os bilionários comprarem tudo ao desbarato. Os MAGAtrasados, a maioria dos quais não tem um penico onde mijar ou onde cair morto, vão ficar na merda.
Pode explicar o racional?
Se houver uma queda na bolsa nos EUA (que se estenderá `a Europa e ao resto do mundo de certeza porque está tudo interligado), é uma oportunidade de comprar ações de empresas, bancos, etc. em saldo de 20%-30% ou mais. Quem perde e quem ganha neste caso? Um investidor pequeno ou os bilionários ? Os bilionários e os tech bros não vão levar layoff, e perder casa e as suas poupanças, são as pessoas comuns.
Acha que se as tarifas subirem para 10% irá existir uma queda da bolsa americana é isso?
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Acha que se as tarifas subirem para 10% irá existir uma queda da bolsa americana é isso?
Caro PTWolf,
Podes tratar-me por tu `a vontade. "I've been called worse" c56x1
Não necessariamente, mas é um passo na direção errada. A inflação resulta num aumento dos juros, que afeta a bolsa de forma negativa.
Uma tarifa de 10% = um aumento de 10% ao preço a pagar pelo consumidor. A inflação de preços não beneficia ninguém, nem o consumidor, nem os investidores, nem as empresas. Calcula-se que tarifas de 10% traduzir-se-ão em 0,50% de diminuição em GDP (PIB) dos EUA. Ninguém ganha com estas guerrinhas "tarifeiras". Na primeira administração Trump ele implementou estas tarifas contra a China, que retribuiu de forma igual, causando enormes estragos à agricultura americana, que teve que receber subsídios do governo. Apoios "Socialistas" ::)
Mas eu não sou especialista em economia. Fica melhor vindo de quem percebe do assunto melhor que eu:
https://taxfoundation.org/blog/trump-tariffs-impact-economy/
https://apnews.com/article/trump-tariffs-china-mexico-canada-fentanyl-inflation-cf905e75e863511baef959a80ee2eea2
https://www.bbc.com/news/articles/c20myx1erl6o
https://www.bu.edu/articles/2024/would-trumps-tariffs-send-prices-soaring/
https://news.gsu.edu/2024/10/15/are-tariffs-good-or-bad-for-the-economy/
https://carnegieendowment.org/china-financial-markets/2021/01/how-trumps-tariffs-really-affected-the-us-job-market?lang=en
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A resposta dos conservadores canadianos à decisão do Trump.
https://x.com/PierrePoilievre/status/1885819065710829892
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A resposta dos conservadores canadianos à decisão do Trump.
https://x.com/PierrePoilievre/status/1885819065710829892
Mas agora o X do nazi Musk já vale?
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Tirado do link publicado pelo Cabeça de Martelo : um discurso nacionalista que não esperava da parte de liberais :-P
"...Reconstruir nossas forças armadas e retomar o controle de nossas fronteiras para recuperar a confiança de nossos parceiros, afirmar nossa soberania, proteger nosso povo e colocar o Canadá em primeiro lugar. Protegeremos nossa economia, defenderemos nossa soberania, traremos produção e salários para casa e nunca recuaremos. Colocaremos o Canadá em primeiro lugar — agora e sempre.
Liberalismo + nacionalismo = fascismo 8)
...parece que é contagioso :)
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Canadian fans boo US anthem as tariffs spur 'buy local' pledge
https://www.bbc.com/news/articles/c3348gk8my0o
Quem ganha? ::)
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Tirado do link publicado pelo Cabeça de Martelo : um discurso nacionalista que não esperava da parte de liberais :-P
"...Reconstruir nossas forças armadas e retomar o controle de nossas fronteiras para recuperar a confiança de nossos parceiros, afirmar nossa soberania, proteger nosso povo e colocar o Canadá em primeiro lugar. Protegeremos nossa economia, defenderemos nossa soberania, traremos produção e salários para casa e nunca recuaremos. Colocaremos o Canadá em primeiro lugar — agora e sempre.
Liberalismo + nacionalismo = fascismo 8)
...parece que é contagioso :)
Make Canada Great Again
Espero que consigam, já que a florzinha woke destruiu o que era um país fantástico
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o DOGE do Musk a fazer moça
(https://i.postimg.cc/N0Dt7zRW/photo-2025-02-02-21-29-15.jpg)
(https://i.postimg.cc/GtfT3jK5/photo-2025-02-02-21-43-34.jpg)
Ainda vão comprovar a existência dos biolabs na Ucrânia....
Mais as ONGs que andaram a traficar crianças para redes pedofilas na europa e usa
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o DOGE do Musk a fazer moça
(https://i.postimg.cc/N0Dt7zRW/photo-2025-02-02-21-29-15.jpg)
(https://i.postimg.cc/GtfT3jK5/photo-2025-02-02-21-43-34.jpg)
Ainda vão comprovar a existência dos biolabs na Ucrânia....
Mais as ONGs que andaram a traficar crianças para redes pedofilas na europa e usa
O gajo mudou de sexo ??? :mrgreen:
Nao será antes " fazer mossa " ??
Abraços
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O gajo mudou de sexo ??? :mrgreen:
Nao será antes " fazer mossa " ??
Abraços
Bem visto, :bang:
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(https://i.ibb.co/cS2hsB18/Screenshot-20250204-004729-Opera-Mini.jpg) (https://ibb.co/DHwfjJtM)
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(https://pbs.twimg.com/media/Gi3fKIfWoAA_Wa9?format=png)
Pessoal que vão dos 18 aos 24 anos. Tenho quase a certeza que é pessoal que o Musk tirou das suas empresas, no entanto acho estranho são as idades.
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Uma fraude para encher os bolsos aos amigalhaços bilionários. ::)
https://www.marketwatch.com/story/why-trumps-sovereign-wealth-fund-wont-make-america-great-again-1c62c1cd
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Trump anunciou a criação de vistos Gold nos EUA
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$5M???????????? Parece mau negócio. Por $500k tem visto gold em Portugal com acesso ao SNS que é gratuito.
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Vanguard is forecasting that International stocks of all kinds and even bonds will outperform US stocks in the coming decade.
https://www.mrmoneymustache.com/2025/02/25/stock-market-ai-boom-2025/
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Trump adia por um mês tarifas sobre automóveis vindos do México e Canadá
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/americas/detalhe/trump-adia-tarifas-sobre-produtores-automoveis-do-mexico-e-canada-por-um-mes
Parece que os mercados estão bastante assustados com a cabeça laranja.......
Cuidado a quem investe em acções, criptomoedas.......
Vejam a cotação das acções das empresas americanas, principalmente desde o início de 2025!!!!
Acho particularmente interessante o facto da Tesla ser das empresas que mais aposta em publicidade e notícias em todos os países do mundo, e até agora, escapou um simples facto, as acções da Tesla caíram só este ano para metade do valor!!!!!!! Uma coisa perfeitamente normal, já que estamos a falar só de 2 meses.......
Confirmem quanto valia no início do ano e agora (Tesla Shares)!
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(https://pbs.twimg.com/media/GlW7iBjWwAA9Luz?format=jpg&name=large)
(https://cdn.statcdn.com/Infographic/images/normal/33321.jpeg)
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Este fulano anda a brincar com e economia e o futuro dos EUA!
(https://pbs.twimg.com/media/GlY2aLlWUAAbsvs?format=jpg)
(https://pbs.twimg.com/media/Gla72cPW0AAzXh2?format=jpg)
Tudo isto dá uma visão de uma estabilidade e de governo absolutamente risível!
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Suecos lançam boicote aos produtos americanos em resposta às recentes mudanças de política
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Bolsas de valores dos EUA caem a pique: “7 Magníficas” da tecnologia são as mais afetadas
O índice S&P 500, que reúne 500 das empresas mais relevantes dos EUA, sofreu uma queda de 7,39% num único mês, recuando para níveis observados há seis meses, precisamente antes das eleições presidenciais nos EUA. O impacto tem sido especialmente severo para as grandes tecnológicas, enquanto as criptomoedas também registam uma forte desvalorização.
(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/03/mercado_EUA.webp)
Uma perda de 5,5 biliões de dólares nos EUA
De acordo com The Kobeissi Letter, nos últimos dois meses, tanto o índice S&P 500 como o setor das criptomoedas viram desaparecer 5,5 biliões de dólares. A maior parte dessas perdas ocorreu no último mês, com a Nasdaq a apenas 8% de distância de entrar num bear market pela primeira vez desde 2022.
Especialistas apontam para uma mudança brusca na disposição para o risco: passámos de um período de "ganância extrema" para um de "medo extremo", levando muitos investidores a desfazerem-se das suas posições para garantir os lucros obtidos anteriormente.
A firma de investimento Apollo Global Management previu, em Dezembro, uma probabilidade nula de recessão nos EUA em 2025, mas alertou para uma probabilidade de 90% da implementação de novas tarifas aduaneiras, o que acabou por se concretizar.
A política agressiva de tarifas comerciais imposta por Trump e o receio de uma recessão, hipótese que o próprio presidente não excluiu, têm impactado os mercados bolsistas e as criptomoedas, que sentiram um golpe particularmente severo.
A Apple (5%), Microsoft (2%), Alphabet (4%), Amazon (2%), NVIDIA, Meta (4%) e Tesla (15%) registaram perdas significativas. Segundo a CNBC, estas empresas perderam, no total, 750 mil milhões de dólares apenas na última segunda-feira, tornando esse o pior dia da Nasdaq desde 2022. As ações destas gigantes tecnológicas estão agora 14% abaixo dos seus recentes máximos históricos.
(https://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/08/chips-eua.jpg)
Criptomoedas com perdas ainda mais acentuadas
Simultaneamente, o entusiasmo em torno das criptomoedas, que atingiu um pico em 2024, deu lugar a preocupações, especialmente após Donald Trump anunciar a criação de uma reserva estratégica.
A Bitcoin viu o seu valor cair mais de 15% no último mês, passando de 97.000 dólares para os atuais 81.000. A Ethereum sofreu ainda mais, com uma desvalorização próxima dos 28% no mesmo período.
Outras criptomoedas como XRP, SOL e DOGE registaram quedas mais moderadas, entre 3% e 6%, mas a tendência é clara: o mercado das criptomoedas continua altamente sensível às flutuações no setor tecnológico.
A volatilidade dos mercados nos EUA também afetou as bolsas europeias, embora de forma menos pronunciada. O CAC francês e o FTSE britânico recuaram cerca de 0,9%, enquanto o DAX alemão caiu 1,75%. As próximas semanas serão cruciais para determinar a evolução dos mercados financeiros na Europa.
https://pplware.sapo.pt/informacao/bolsas-de-valores-dos-eua-caem-a-pique-7-magnificas-da-tecnologia-sao-as-mais-afetadas/
Não estava nada à espera! Com os actuais génios na Casa Branca, a ameaçarem os principais aliados e parceiros comerciais, não percebo porque a economia e mercado de capitais caiem a pique! Como é possível! :mrgreen: ::)
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Trump quer “vencer a guerra comercial” contra a UE
https://sol.sapo.pt/2025/03/12/trump-quer-vencer-a-guerra-comercial-contra-a-ue/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
É uma chatice quando alguém aplica taxas elevadas e julga que a outra parte fica quieta sem responder......... ::)
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O alaranjado não tem jeito para a diplomacia nem o comércio internacional, agora dedica-se a vender carros marca Swasticar ::)
(https://i.ibb.co/NdB0GDhM/20250312-202503.jpg) (https://ibb.co/sdYTXxSZ)
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Qual foi o melhor Presidente dos EUA para a economia Norte-Americana dos últimos 30 anos?
Determinar o "melhor" presidente dos EUA para a economia norte-americana nos últimos 30 anos (de 1995 a 2025) depende de quais métricas econômicas você considera mais importantes — crescimento do PIB, criação de empregos, desempenho do mercado de ações, redução da desigualdade, ou estabilidade financeira, por exemplo. Vou analisar brevemente alguns presidentes desse período com base em dados econômicos gerais e oferecer uma visão equilibrada, sem escolher um "vencedor" definitivo, já que isso é subjetivo.
Bill Clinton (1993-2001)
Pontos fortes: Clinton presidiu um dos períodos de maior prosperidade econômica na história recente dos EUA. O PIB cresceu consistentemente (média de 3,8% ao ano), o desemprego caiu para 4% em 2000 (o menor em décadas), e o mercado de ações (S&P 500) triplicou de valor. Ele também transformou déficits orçamentários em superávits, deixando o governo federal com um saldo positivo em 2001.
Contexto: Beneficiou-se da expansão da internet e da globalização, mas críticos apontam que políticas como a desregulamentação financeira (ex.: revogação da Lei Glass-Steagall) plantaram sementes para a crise de 2008.
George W. Bush (2001-2009)
Pontos fortes: Introduziu cortes de impostos que estimularam o crescimento em alguns anos (PIB médio de 2,1% ao ano até 2007).
Pontos fracos: Seu mandato terminou com a Grande Recessão (2007-2009), a pior crise desde a Grande Depressão. O desemprego subiu para 10%, o mercado imobiliário colapsou, e o déficit disparou com gastos em guerras e resgates financeiros. A economia encolheu em 2008-2009.
Barack Obama (2009-2017)
Pontos fortes: Herdou a Grande Recessão e liderou uma recuperação sólida. O desemprego caiu de 10% para 4,7%, o PIB voltou a crescer (média de 2,1% ao ano após 2010), e o S&P 500 mais que dobrou. O resgate da indústria automotiva e o Affordable Care Act também são vistos como vitórias econômicas por alguns.
Pontos fracos: O crescimento foi mais lento que em ciclos anteriores, e a dívida nacional dobrou (embora isso reflita gastos para evitar um colapso maior). A desigualdade de renda continuou a aumentar.
Donald Trump (2017-2021)
Pontos fortes: Antes da pandemia, a economia cresceu a uma média de 2,5% ao ano, o desemprego atingiu 3,5% (menor em 50 anos), e o mercado de ações subiu cerca de 67%. Os cortes de impostos de 2017 impulsionaram lucros corporativos.
Pontos fracos: A pandemia de COVID-19 devastou a economia em 2020, com desemprego atingindo 14,8% e PIB caindo 3,4% — a maior contração anual desde 1946. Críticos também apontam que os benefícios dos cortes de impostos favoreceram mais os ricos.
Joe Biden (2021- presente, março de 2025)
Pontos fortes: Supervisionou uma rápida recuperação pós-pandemia, com o PIB crescendo 5,9% em 2021 (o maior desde 1984) e o desemprego caindo para 3,8% em 2023. Investimentos em infraestrutura e energia limpa (Inflation Reduction Act) são vistos como apostas de longo prazo.
Pontos fracos: A inflação atingiu 9,1% em 2022 (maior em 40 anos), embora tenha recuado desde então. A dívida nacional segue em alta, e o crescimento desacelerou em 2023-2024.
Comparação e Conclusão:
Clinton destaca-se por crescimento robusto e superávits fiscais, mas em um contexto global favorável.
Obama brilha pela recuperação após uma crise herdada.
Trump teve números fortes pré-pandemia, mas a crise de 2020 manchou seu legado econômico.
Biden mostra resultados mistos: recuperação rápida, mas inflação e dívida como desafios.
Bush fica atrás devido à crise de 2008.
Se você valoriza crescimento e estabilidade, Clinton e Obama costumam ser os mais elogiados pelos economistas. Se prefere baixas taxas de desemprego e mercado de ações, Trump (pré-2020) entra na conversa. Qual métrica você acha mais importante? Posso aprofundar nisso!
Fonte: Grok 3
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(https://i.ibb.co/b59kzzXy/Screenshot-20250313-182100-JStock.jpg) (https://ibb.co/F4TFggzf)
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https://www.msnbc.com/chris-jansing-reports/watch/-no-endgame-in-sight-u-s-stock-market-loses-5-trillion-in-value-amid-trump-tariffs-234447429884
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https://www.investors.com/news/tesla-stock-biggest-sp-500-loser-2025/
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Forbes Recession Tracker: What Data Says About Health Of The Economy
https://www.forbes.com/sites/dereksaul/2025/03/17/forbes-recession-tracker-what-data-says-about-health-of-the-economy/
O cabeça cor de laranja é um génio!!!!!
Escalada de tarifas derruba PIB dos EUA. Zona Euro quase imune
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/escalada-de-tarifas-derruba-pib-dos-eua-zona-euro-quase-imune
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O Vice "de facto", deixa de ser o homem mais rico do mundo:
(https://pbs.twimg.com/media/GmVKwDYXQAAFH6Q?format=jpg)
Ainda por cima perde para um francês! :mrgreen:
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https://www.forbes.com/sites/dereksaul/2025/03/18/tesla-stock-slides-another-6-as-more-firms-warn-of-musk-led-companys-sales-woes/
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O Trump prometeu baixar os impostos... só não tinha dito a quem.
(https://pbs.twimg.com/media/GmaNxRGWoAAGP2J?format=jpg)
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O Trump não sabe uma letra do tamanho de um comboio.
Em grande parte dos temas ele ouve alguns ditos especialistas e depois cozinha qualquer coisa que na maior parte dos casos não serve para nada ...
O que aqui é importante, é entender o que está por detrás de toda esta rajada de ordens executivas, ou como nós chamamos, decretos presidenciais.
A ordem executiva, ou decreto presidencial, não é uma lei e pode ser revogada por outra ordem executiva do presidente que se segue.
A ideia do Projet-2025, é atingir todas as estruturas do estado de tal forma e com tal violência, que mesmo que no futuro se tente revogar as leis de Trump, as estruturas do estado estarão de tal forma arrasadas, que já não há nada a fazer.
Entre as ideias a longo prazo do Project-2025 está a ideia de que ou a América volta a ter capacidade para produzir bens manufaturados em grande quantidade, ou a revolução tecnológica deixará milhões no desemprego, além de deixar o país completamente dependente da China.
Este é o principal problema dos americanos. Garantir que não vão sofrer as consequências de um embargo aos produtos chineses, que terá que ocorrer quando houver confrontações mais violentas.
Esta "blindagem" da América é no entanto extraordinariamente custosa e pode levar a problemas que ninguém consegue sequer imaginar.
Os americanos querem por exemplo, forçar a industria automóvel a voltar a produzir carros 100% fabricados nos EUA.
Isto está tudo muito bem, o problema é que isso também implica construir fábricas de raiz, o que vai demorar anos, e vai implicar preços mais altos.
Mas em teoria, a ideia tem pés para andar. Vai provocar uma revolução na estrutura industrial americana e não se sabe se os americanos têm como fazer isto. A ideia é que toda a gente vai querer participar nesse desenvolvimento e que dinheiro da Europa, do Médio Oriente e da Ásia, vai jorrar de todo o lado para a América.
Isto evidentemente vai fazer "mirrar" o Canadá e vai levar a problemas no México com o desagregar do estado.
Por essa razão estarão já a ser desenvolvidos planos para ocupar uma faixa de território dentro do México, que sirva como área tampão.
O Canadá é igualmente importante deste ponto de vista, porque tem mais recursos minerais e energéticos que os Estados Unidos.
A América Central e América do Sul, será o passo seguinte...
Esses países estão perfeitamente habituados a ditaduras e facilmente podem ser controlados por populistas, caudilhos e extremistas. É irrelevante se vão conseguir fazer alguma coisa. Se falharem, culpam-se uns aos outros e matam uns quantos milhares de pessoas e pronto.
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A América Central e América do Sul, será o passo seguinte...
Esses países estão perfeitamente habituados a ditaduras e facilmente podem ser controlados por populistas, caudilhos e extremistas. É irrelevante se vão conseguir fazer alguma coisa. Se falharem, culpam-se uns aos outros e matam uns quantos milhares de pessoas e pronto.
É curioso que tenhas que os países latino-americanos estão habituados à ditaduras.
Assumo que falas com conhecimento de causa pois talvez deves ter passado parte de sua vida baixo uma já que, a exceção dos países da Cortina de Ferro europeia e da ilha cárcere cubana, os países de cultura ibérica que mais tempo estiveram sob ditadura no século XX foram justo o seu Portugal e a Espanha, praticamente meio século o primeiro e três dúzias de anos o segundo.
Enquanto que em América o 'record' está com o Brasil e suas quase três décadas a somar Vargas e os militares (eu atingi a maioridade sob o regime militar) e a Argentina, com duas décadas no mesmo período. O resto dos países da região todos mal têm três lustros ou menos sob regime ditatorial.
No século XXI estamos isentos desse mal até o momento à exceção, claro, da ditadura chavista-madurista venezuelana, o Ortega e a cubana. Agora isso sim, as ditaduras dos países hispânicos foram muito mais sangrentas que às dos lusófonos, com uma guerra fratricida em Espanha e dezenas de milhares de desaparecidos em Argentina e Chile.
Quanto a populistas sim é do gosto do Novo Mundo, já agora mesmo estão à cabeça dos EUA, Brasil e Argentina: coisas do presidencialismo, que é bastante personalista. E se tomas a irrelevância como algo negativo para nós é uma bênção: num mundo conflituoso, quanto mais afastados estivermos dos problemas de outrem, melhor.
Sds
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Tudo gente fina, do mais alto valor, ética e honradez... No pasa nada. ::)
https://www.ft.com/content/62df8d8d-31f2-445e-bfa2-c171ac43db6e
https://autos.yahoo.com/tesla-reportedly-cant-1-4-154009957.html
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Trump avança com tarifas recíprocas mínimas de 10% para todos os países. UE com 20%
Presidente norte-americano promete "biliões" de receita com as novas tarifas, iniciando o que considera ser o início da "era dourada" dos Estados Unidos.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2025-04/img_900x560$2025_04_02_21_32_40_498679.jpg)
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/americas/detalhe/trump-avanca-com-tarifas-reciprocas-minimas-de-10-para-todos-os-paises
O génio avançou mesmo com as tarifas, até apresentou o Menu de tarifas que vai aplicar!!!!
Mas o grupo de "cérebros" é tão inteligente, que até mistura o IVA aplicado na UE e que é aplicado a todos os produtos, venham eles de onde vierem, incluindo dos próprios países da UE! Um exemplo, a nossa taxa normal de IVA é de 23%, mas que é aplicada a todos os produtos, sejam eles produzidos em Portugal, no Brasil ou nos EUA........
Mas houve um pormenor muito interessante, nomeou vários países que aplicam taxas a produtos dos EUA, mas repararam que mal referiu o nome da UE? Alguém deve saber fazer contas e sabe que a UE ao aplicar uma tarifa qualquer a um produto americano, pode provocar um vendaval nos EUA!!!!!!!
Imaginemos que a Apple passa a pagar mais do que os 2% que paga na Irlanda ao facturar para toda a UE!!!!! ::)
A Microsoft igual!
A Google!!!!
E se a UE caír em cima de Hollywood?
E o maior rombo de todos...... e se o mundo deixar de usar o dólar como moeda de referência para compra e venda de matérias-primas? Lá se ía ao ar o maior trunfo americano sobre o resto do mundo, que é andarem a financiar os americanos ao comprarem dólares para negociarem matérias-primas!!!!!
Quem mais vai sofrer com estas tarifas, são em primeiro lugar os próprios americanos, principalmente os mais pobres, porque quem é rico tanto faz ter taxas de 1000% como 0%!!!!!
Parece que os génios da Casa Branca não sabem muito bem o que são impostos (o caso do IVA) e o que são taxas que agora aplicam. Misturam taxas e impostos!!!!!
Enfim
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(https://i.imgur.com/b5OQ7Ym.jpeg)
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Então nesse caso (porque também não percebi como chegaram a essas taxas, até imaginei que estavam a somar o IVA, que é pago por toda a gente), é ainda mais grave!!!!!!
Quer dizer que os EUA e o seu líder, tomaram uma decisão abstrusa sem qualquer base racional!!!!!
Podiam simplesmente dizer que como têem um déficite comercial gigantesco, então vamos aplicar taxas alfandegárias sobre os produtos estrangeiros!!!! Agora inventarem números!!!!!!
E se os outros países deixarem de usar o dólar como moeda de compra de matérias-primas? (indirectamente o resto do mundo está a financiar a dívida americana, porque só os EUA imprimem dólares........)
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Trump lança pânico nas bolsas. Bancos centrais impelidos a agir
A escalada da guerra comercial está a fazer ricochete nos mercados financeiros: Wall Street e o dólar afundaram. Investidores e analistas preparam-se para o impacto das novas tarifas na economia, fugindo das ações em direção às obrigações.
(https://cdn.jornaldenegocios.pt/images/2025-04/img_900x560$2025_04_03_18_37_08_498816.jpg)
https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/trump-lanca-panico-nas-bolsas-bancos-centrais-impelidos-a-agir
Os EUA são governados por génios!!!!!
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Nova crise mundial causada pelos EUA em 3, 2, 1... :bang:
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Nova crise mundial causada pelos EUA em 3, 2, 1... :bang:
Para mim o que é mais admirável, é os apoiantes de Trump serem tão desprovidos de um mínimo de inteligência (parece que é uma característica que também temos por cá na Europa, com as aves raras da extrema direita), para perceberem que são eles os americanos que vão pagar estas taxas!!!!!!
E ficam contentes e batem palmas, sem perceberem que estas taxas vão prejudicar todo o mundo, mas principalmente quem é americano e é pobre (porque aos ricos as taxas não os afligem), quem vai saír prejudicado. Todos os americanos que quiserem comprar qualquer mercadoria ou matéria-prima estrangeira, vai pagar uma taxa!!!! Parece que não se importam com a inflação nem com taxas de juro altas. Quando a inflação americana subir (e podem crer que vai subir com a aplicação destas taxas), o que acham que a Reserva Federal Americana vai fazer? Claro que vai subir os juros para combater a inflação!!!!!!
Sem perder grande tempo sobre a estupidez das taxas inventadas pelos génios, basta relembrar a quem vai pagar aquelas taxas (apenas os americanos), que vão pagar tudo mais caro de um dia para o outro!!!!! Até os queridos iphones (feitos na China).
E a somar a tudo isso (e por isso e muito bem, todos os analistas prevêem uma crise mundial), os americanos acharem que não têem nada a perder e que o mundo não vai retaliar!!!!!!
E se o mundo se lembrar que normalmente é o dólar quem é utilizado para a negociação de matérias-primas e mercadorias mundiais........
São uns génios!!!!!!
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Powell avisa que impacto das tarifas será "significativamente maior do que o esperado"
O presidente da Fed admite que o relançamento da inflação possa ser mais persistente, mas diz ter tempo para avaliar ajustamentos à política monetária norte-americana.
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O impacto económico das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos (EUA) será, provavelmente, bastante maior do que o esperado inicialmente. O aviso foi feito esta sexta-feira pelo presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, Jerome Powell, durante um discurso na conferência anual da Society for Advancing Business Editing and Writing (SABEW), em Arlington.
Powell diz que o banco central norte-americano deve certificar-se de que as tarifas não conduzam a um problema de inflação crescente, mas sublinhou: "O nosso papel não é comentar as políticas" da Administração norte-americana. "Embora a incerteza permaneça elevada, está agora a tornar-se claro que o aumento das tarifas será significativamente maior do que o esperado", disse o presidente da Fed. "É provável que o mesmo aconteça com os efeitos económicos, que incluirão uma inflação mais elevada e um crescimento mais lento."
"Embora seja muito provável que as tarifas gerem, pelo menos, um aumento temporário da inflação, também é possível que os efeitos possam ser mais persistentes", disse Powell, num tom mais cauteloso do que aquele revelado a 19 de março, após o último encontro de política monetária da Reserva Federal, quando afirmou esperar que o efeito das tarifas fosse transitório. Na altura, o banco central dos EUA manteve os juros diretores inalterados no intervalo entre 4,25% e 4,5%.
Após o anúncio do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que atiram as tarifas para o nível mais elevado num século, os mercados monetários passaram a incorporar uma possibilidade de 50% de a Fed efetuar quatro reduções de taxas, de 25 pontos-base cada, este ano, um cenário que não era sequer tido em consideração na véspera. Aumentaram também as apostas na flexibilização monetária por parte do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco de Inglaterra. No entanto, o líder da autoridade monetária norte-americana garantiu que há tempo.
"A nossa obrigação consiste em manter as expectativas de inflação a mais longo prazo bem ancoradas e em assegurar que um aumento pontual do nível dos preços não se transforme num problema de inflação permanente", afirmou Powell. "Estamos bem posicionados para aguardar uma maior clareza antes de considerar quaisquer ajustamentos à nossa orientação política".
Minutos antes de Powell começar a falar, Trump resolveu usar a sua rede social, Truth Social, para se dirigir ao presidente da Fed: "Esta seria uma altura perfeita para o presidente da Fed cortar juros", escreveu numa publicação. "Ele está sempre 'atrasado', mas pode agora mudar a sua imagem e rápido. Os preços da energia desceram, as taxas de juro desceram, a inflação desceu, até o preço dos ovos desceu 69% e o emprego aumentou, tudo em dois meses - uma grande vitória para a América. Corta as taxas de juro Jerome e pára de fazer jogos políticos", pode ler-se na publicação do republicano.
https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/taxas-de-juro/detalhe/powell-avisa-que-impacto-das-tarifas-sera-significativamente-maior-do-que-o-esperado#loadComments
Acho que o cabeça laranja, apesar de o ter nomeado em 2017, nem lhe vai dar ouvidos e ainda o vai culpar quando a economia americana descarrilar!!!!! O homem está a implorar e implicitamente está a afirmar que terá de subir as taxas de juro....... num dos países mais endividados do mundo, tem todos os ingredientes para correr bem!!!!!
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Do you still think that the US is the best place to invest?
It's I think it's probably still the best place, but it's less best than it used to be, because I think that, you know, if you think about the things that made it the best place:
One of them was the rule of law. That may be less the fact today.
One of them was the predictability of outcomes that may be less today.
If people don't like the dollar, don't like investing in the United States, don't want to hold an unlimited number of treasuries.
If we just make people mad and say the U.S. is still a great credit, but I don't want to hold their debts because look how they're treating me, the fiscal situation will be very complicated.
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(https://pbs.twimg.com/media/Gn-7BuNWIAIHTEx?format=jpg&name=medium)
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Peter Navarro VS Musk, quem ganhará esta batalha?
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https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/americas/detalhe/trump-avanca-com-tarifas-de-104-sobre-produtos-chineses
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Aos economistas do fórum, confirma-se?
(https://pbs.twimg.com/media/GoBlCqIWUAAkzSX?format=jpg&name=large)
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Não é uma pessoa minimamente fiável, mas toda a comunicação social fala do assunto!
Uma guerra comercial tão vincada não vai acabar bem!
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Aos economistas do fórum, confirma-se?
(https://pbs.twimg.com/media/GoBlCqIWUAAkzSX?format=jpg&name=large)
O problema da Economia (que não é uma ciência exacta), é de que só quem é da área percebe integralmente ou quase o que se escreve!!!!
O último superavite americano aconteceu em 2000! Desde essa data teve sempre déficites!
No período de Biden continuou a ter déficite, apenas reduziu a magnitude, da Trampa que o Trump deixou!!!!
Trump no 1º mandato fez como o Sócrates, rebentou dinheiro que o país tinha e não tinha e o déficite disparou (próximo das eleições). A seguir o Biden continuou com déficites mais baixos, mas mesmo assim apreciaveis!!!!
Agora o gráfico: (U.S. Deficit by Year):
https://fiscaldata.treasury.gov/americas-finance-guide/national-deficit/
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Quando as feridas são autoinfligidas ::)
In other market disruptions, the common thread has been a challenge we’ve mobilized our efforts around solving. In 2020 it was covid; before that, the housing market and banking system; prior to then, 9/11; and so forth. Those efforts took the form of generally supportive, if not perfect, fiscal and monetary policy founded on the conviction that a vibrant economy and functioning capital markets were essential. That seems to have been upended now, with the tumult we’re seeing—which appears to be directly attributable to policy choices—seeming to serve as a means to an end goal of realigning global trade, reindustrializing, and rightsizing the federal balance sheet. In other words, this time the call is coming from inside the house. If that doesn’t scare you at least a little bit, I’m not sure what would.
https://www.morningstar.com/portfolios/weve-been-through-market-corrections-before-heres-what-were-doing-now
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Aos economistas do fórum, confirma-se?
(https://pbs.twimg.com/media/GoBlCqIWUAAkzSX?format=jpg&name=large)
O problema da Economia (que não é uma ciência exacta), é de que só quem é da área percebe integralmente ou quase o que se escreve!!!!
Exactamente, apesar de factualmente o post parecer estar correcto, é bastante impreciso para vender a ideia de que com os Democratas o deficit baixa e com os Republicanos aumenta.
O deficite de facto aumentou $1.54T durante o periodo do Bush filho, mas isto é o valor agregado durante os 2 mandatos, o que é justificado pelas 2 guerras travadas no medio oriente a seguir ao 11 de Setembro. O Obama teve sempre deficites mais altos que o Bush filho, o valor agregado dos 2 mandatos ascendeu a $7T, justificado pela continuaçao das 2 guerras mais a consequencia do subprime com a nacionalizaçao de vário bancos e seguradoras. Ou seja, o deficite no ano em que o Obama deixou a Casa Branca foi metade do que o Bush deixou em 8 :mrgreen:
O Trump teve sempre maiores deficites que no ultimo ano do Obama, e em 2020, devido á pandemia este explodiu, mas de 2021 a 2024 o Biden teve sempre deficites maiores que o Trump á excepçao de 2020.
A conclusao que se tira é que independentemente da cor partidaria da Casa Branca, os gastos do Governo Federal estao fora de controlo.
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(https://pbs.twimg.com/media/Gov8FKzXEAEpNPP?format=jpg&name=large)
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https://crr.bc.edu/the-truth-about-immigrants-medicare-and-social-security/
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https://youtube.com/shorts/craJNfT5wJw?si=JRSxGu2lU6KC9I9F
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https://x.com/SpencerHakimian/status/1915996815574380715
https://www.youtube.com/shorts/96gQMdkmhbY
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Moody’s corta notação da dívida dos EUA citando défices recorrentes e contínua subida da dívida
A maior economia do mundo perde assim a última nota máxima nos seus títulos de dívida, sendo que a agência se diz preocupada com a incapacidade de sucessivas administrações em “reverter a tendência de grandes défices anuais e custos de financiamento crescentes”.
(https://jornaleconomico.sapo.pt/wp-content/themes/yootheme/cache/d5/DOC.20250417.44796064.12037883-scaled-e1744975094501-d56300fb.webp)
A Moody’s cortou a notação da dívida norte-americana de ‘Aaa’ para ‘Aa1’, uma decisão histórica e motivada, explica a agência, pela contínua subida do endividamento do governo federal e recorrentes défices orçamentais. Há mais de um século que os títulos do Tesouro norte-americano detinham a melhor avaliação possível da Moody’s, que foi a última das três grandes agências a baixar o rating da dívida dos EUA.
A decisão foi anunciada sexta-feira, mas já se fazia adivinhar dada a deterioração de perspetivas sinalizada pela agência em 2023, quando reviu em baixa o outlook norte-americano de ‘estável’ para ‘negativo’. A maior economia do mundo perde assim a última nota máxima nos seus títulos de dívida, isto depois de o S&P ter revisto o rating em 2011 e a Fitch ter feito o mesmo em 2023.
Tal como as suas homólogas, a Moody’s diz-se preocupada com a incapacidade de sucessivas administrações em “reverter a tendência de grandes défices anuais e custos de financiamento crescentes”, apontando a saldos orçamentais negativos em torno de 9% do PIB em 2035. O ano passado fechou com um défice de 6,4%, sendo que 2025 deverá fechar com igual situação orçamental, aponta o Deficit Tracker do Bipartisan Policy Center.
Segundo esta ferramenta, o défice deste ano até abril vai, ainda assim correndo acima do registado em termos homólogos nos dois anos anteriores, superando o bilião de dólares (895,9 mil milhões de euros) nos primeiros quatro meses do ano.
Trump e a sua administração têm colocado frequentemente a tónica na necessidade de cortar custos no governo federal e conter a subida da dívida, embora os seus esforços tenham sido, até agora, de sucesso limitado. A agência liderada por Elon Musk para a eficiência estatal teve inúmeros problemas de reporte, mas parece ter ficado abaixo dos objetivos propostos.
Já a política tarifária, que visava reequilibrar a balança externa e aumentar a receita para compensar os planeados cortes fiscais de Trump e do Partido Republicano, resultou num máximo histórico de receita alfandegária, mas a sua suspensão significa que este aumento deverá ser de pouca duração. Abril contou com cerca de 500 milhões de dólares (446,7 milhões de euros) de entrada diária com as barreiras nas alfândegas, ou seja, 16,3 mil milhões de dólares (14,6 mil milhões de euros) no total do mês.
Esta notícia surge ainda numa altura em que Trump procura pressionar o Congresso a prolongar os cortes fiscais com que avançou em 2017, mas onde encontrou rara resistência dentro do seu partido. Representantes da ala mais extremada republicana na câmara baixa juntaram-se aos democratas na rejeição de ‘Uma Grande e Bela Lei’, nome dado à legislação por sugestão do presidente.
Numa tentativa de fazer passar a lei, o Congresso volta a reunir numa rara sessão noturna de domingo, tendo marcado para as 10h da noite em Washington, DC (3h da manhã de segunda-feira em Lisboa) nova votação. Segundo fontes anónimas revelaram ao ‘Politico’, alguns republicanos mais conservadores estão descontentes com a falta de cortes na despesa ou por não serem terminados benefícios fiscais a famílias de menores rendimentos, pelo que bloquearam a lei.
Em resposta, Trump defendeu na sua conta na rede social X que o partido “tem de se unir” em torno desta “grande e bela lei”.
Este falhanço em conter os gastos é visada também pela Moody’s, que perspetiva uma dívida pública detida pelo governo federal de 134% em 2035 caso se mantenha a atual tendência. O indicador estava, no final de 2024, em 98%. Segundo o Comité para um Orçamento Responsável, as propostas fiscais de Trump acrescentarão 5,2 biliões de dólares (4,7 biliões de euros) ao stock de dívida nacional nos próximos dez anos.
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/moodys-corta-notacao-da-divida-dos-eua-citando-defices-recorrentes-e-continua-subida-da-divida/
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Já era expectavel e só peca por ser tarde uma vez que a divida nao para de aumentar. Agora vai ser interessante a posiçao do FED, vai aumentar as taxas de juro ou manter tudo como está?
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Já era expectavel e só peca por ser tarde uma vez que a divida nao para de aumentar. Agora vai ser interessante a posiçao do FED, vai aumentar as taxas de juro ou manter tudo como está?
Não gostaria de estar na pele do Powell, perante um Presidente com um comportamento semelhante ao alcoólico! De manhã afirma uma coisa, de tarde outra e à noite o seu oposto!!!!!
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https://youtube.com/shorts/3qO1kmfthJ8?si=uXd0nVoCtNVKPQya
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HAHAHAHAHAHAHA
https://eutoday.net/danish-french-consortium-greenland-mining-permit/
Agora o Trump retirar a base militar de lá e dizer que a Europa tem de defender a Gronelandia. :mrgreen:
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HAHAHAHAHAHAHA
https://eutoday.net/danish-french-consortium-greenland-mining-permit/
Agora o Trump retirar a base militar de lá e dizer que a Europa tem de defender a Gronelandia. :mrgreen:
A Base da Força Espacial que está lá não é para proteger a Gronelândia, mas sim os EUA. Em caso de ataque nuclear é esta uma das bases encarregues de rastrear os misseis.
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Obrigado, pensava que tinham mais funçoes.
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Elon Musk classificou hoje o Projeto de Orçamento dos EUA como uma "Abominação Repugnante"
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Reserva Federal mantém taxas de juro inalteradas perante incerteza sobre tarifas de Trump
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GDP data shows U.S. economy shrank more than previously thought in early 2025
By Aimee Picchii
June 26, 2025 / 11:04 AM EDT / CBS News
The U.S. economy shrank faster than previously thought during the first three months of 2025, with growth contracting for the first time in three years.
The country's gross domestic product fell at an annual rate of 0.5% from January through March, the Commerce Department reported Thursday in its third and final GDP report for the period. The agency's initial first-quarter GDP report, issued in April, estimated a 0.3% decline, which was later revised to a 0.2% dip in its second print.
First-quarter growth was weighed down by a surge of imports as U.S. companies and households rushed to buy foreign goods before the Trump administration's tariffs went into effect. Although a surge in imports can appear to lower economic growth because it shows a shift away from domestic consumption, that doesn't tell the whole story about the U.S. economy, experts say.
A category within the GDP data called "real final sales to private domestic purchasers," which measures the economy's underlying strength, rose at a 1.9% annual rate from January through March. While that represents a solid number, it's down from the 2.9% pace in the fourth quarter of 2024 and from the Commerce Department's previous estimate of 2.5% January-March growth.
The new data also shows that consumers sharply pared spending earlier this year, with growth at 0.5%, down from a robust 4% during the last three months of 2024. First-quarter consumer spending fell to its lowest level since the pandemic ended, with Americans particularly cutting back on recreation and dining, Greg Daco, EY-Parthenon chief economist, said in a research note.
"What we're witnessing is an economy temporarily buffered from the tariff shock by smart logistics maneuvers, proactive pricing strategies and some foreign exporter concessions," Daco said.
On Tuesday, Federal Reserve Chair Jerome Powell told a House committee that businesses' rush to build their inventories earlier this year ahead of tariffs taking effect has helped delay any inflationary impacts from the import duties.
Because tariffs are paid by domestic importers, all or some of the costs are typically passed onto consumers. Stocking up on inventory early in the year has allowed companies to sell those goods without the added costs of tariffs, Powell noted.
"The things that are being sold at retail now, they might have been put into inventory before the tariffs in February or March," the Fed chief said. "We think we should start to see this over the summer, in the June numbers and in the July numbers."
Second-quarter rebound?
The category of real final sales to private domestic purchasers includes consumer spending and private investment, but excludes volatile items like exports, inventories and government spending. Ryan Sweet of Oxford Economics called the decline in that figure "troubling,″ though he doesn't expect to make a significant change to his near-term economic forecast.
Sweet noted that he'll be looking Friday's release of personal consumption expenditures, or PCE, because it will "show how the revisions impacted the trajectory of consumption headed into this quarter."
The PCE, the Federal Reserve's preferred inflation measure, shows household spending on goods and services.
Economists are forecasting that the first-quarter's influx in imports won't be repeated in the second quarter, which spans April through June, and shouldn't weigh on GDP during the period.
Economic growth is forecast to bounce back to 3% in the second quarter, according to economists polled by financial data firm FactSet. The Commerce Department will release its first estimate of second-quarter GDP on July 30.
The Associated Press contributed to this report.
:arrow: https://www.cbsnews.com/news/gdp-report-first-quarter-2025-declined-commerce-department/
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Tesla is in deeper trouble than you think
https://www.cnn.com/2025/07/08/business/tesla-troubled-financial-outlook
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Aviões, carros, bourbon, fruta e até armas: Como a UE pretende retaliar tarifas dos EUA
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/avioes-carros-bourbon-fruta-e-ate-armas-como-a-ue-pretende-retaliar-tarifas-dos-eua
Para já não há resposta nenhuma à ameça de Trump em impor tarifas de 30% a produtos oriundos da UE (nova forma de negociar, a ameaça, principalmente a parceiros tradicionais).
É uma estratégia muito rasteira de forçar um acordo antes da data chegar!!!!!
Se as tarifas avançarem mesmo eu tenho dúvidas que tão cedo se fale no F-35 por cá!!!! Porque a seguir vem a guerra comercial!!!!!
Pessoalmente acho que vai haver uma espécie de acordo, ainda para mais os EUA têem um acordo com a Europa (NATO), muito vantajoso, que lhes permitem vender quase todo o tipo de armas que a Ucrãnia quiser, desde que a Europa pague a factura!!!!!!
Estou a ver uma retaliação muito soft....... bastava atacar as tecnológicas e indústria automóvel e a do armamento e o Trump percebia que uma guerra comercial tem sempre consequências negativas para quem as aplica!!!!!!
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Trump anuncia acordo comercial com o Japão que reduz para 15% os direitos aduaneiros ameaçados
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Tourist Decline Sends Vegas Jobs Falling—Time to Reconsider Economic Strategy
https://thenevadaglobe.com/702times/tourist-decline-sends-vegas-jobs-falling-time-to-reconsider-economic-strategy (https://thenevadaglobe.com/702times/tourist-decline-sends-vegas-jobs-falling-time-to-reconsider-economic-strategy)
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Georgia lending firm that positioned itself as part of the ‘patriot economy’ abruptly closes, leaving hundreds worried their money is gone for good
https://moneywise.com/news/investing/georgia-lending-firm-that-positioned-itself-as (https://moneywise.com/news/investing/georgia-lending-firm-that-positioned-itself-as)
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Trump orders firing of statistics chief after weak jobs report and data revisions
https://www.bbc.com/news/live/cpqvdxzwv22t (https://www.bbc.com/news/live/cpqvdxzwv22t)
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AI experts return from China stunned: The U.S. grid is so weak, the race may already be over
By Eva Roytburg
Fellow, News
August 14, 2025 at 3:55 PM EDT
“Everywhere we went, people treated energy availability as a given,” Rui Ma wrote on X after returning from a recent tour of China’s AI hubs.
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:arrow: https://fortune.com/2025/08/14/data-centers-china-grid-us-infrastructure/