Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas

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Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« em: Setembro 29, 2020, 09:30:13 am »
Palavras para quê?
Se não é gozo ou mais uma humilhação a que as cobardes carreiristas e traidoras chefias das Farsas Desarmadas aceitam e toleram, face ao descalabro geral, não sei o que será...

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-quer-que-forcas-armadas-passem-a-usar-linguagem-mais-inclusiva

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Governo quer que Forças Armadas passem a usar linguagem mais inclusiva

Foi enviada uma diretiva ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares para que estes passem a utilizar linguagem mais inclusiva no que toca a questões de género, tanto nas comunicações escritas como na oralidade.

De acordo com o documento, obtido pela TSF, o Ministério da Defesa Nacional pretende que a linguagem utilizada pelas Forças Armadas seja inclusiva e não discriminatória, principalmente no que toca às questões de género.

"Na língua portuguesa é comum o recurso à utilização do género masculino para designar as pessoas de ambos os sexos, o que gera indefinições quanto às pessoas, homens e mulheres a que se refere, e torna as mulheres praticamente invisíveis na linguagem", lê-se na diretiva, citada pela emissora, destinada ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares (Exército, Marinha e Força Aérea).

Por isso mesmo — e de forma a fazer cumprir o plano setorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2019-2021 — vai ser exigido às forças armadas nacionais a que se passe a escrever "a coordenação" em vez de "o coordenador" ou que se diga "boas vindas a todas as pessoas" em vez de "sejam bem-vindos".

São ao todo 16 páginas de orientações a serem utilizadas não só em todo o tipo de documentos oficiais, como também em cerimónias públicas. "Salientar a importância para a utilização de linguagem sensível ao género, dar a conhecer exemplos práticos que previnam a utilização de linguagem discriminatória e contribuir para a eliminação dos estereótipos existentes" são os objetivos mencionados na diretiva.

Se na linguagem escrita o objetivo é que se passe a usar termos neutros em vez de termos que obriguem à utilização de um pronome ou à especificação de um género — por exemplo, escrever "data de nascimento" em vez de "nascido/a em" —, no que toca a imagens institucionais, é pretendido que se dê igual foco a "homens e mulheres em atividades relevantes" para que se mostrem "pessoas de géneros diferentes em papéis de igual valor" e que se demonstre que "instituição não tem preconceitos de género".

Datado de 18 de setembro, o documento não avança uma data para que esta nova política de comunicação seja implementada.
« Última modificação: Outubro 01, 2020, 01:36:31 am por HSMW »
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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asalves

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Re: Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #1 em: Setembro 29, 2020, 10:35:52 am »
Palavras para quê?
Se não é gozo ou mais uma humilhação a que as cobardes carreiristas e traidoras chefias das Farsas Desarmadas aceitam e toleram, face ao descalabro geral, não sei o que será...

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-quer-que-forcas-armadas-passem-a-usar-linguagem-mais-inclusiva

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Governo quer que Forças Armadas passem a usar linguagem mais inclusiva

Foi enviada uma diretiva ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares para que estes passem a utilizar linguagem mais inclusiva no que toca a questões de género, tanto nas comunicações escritas como na oralidade.

De acordo com o documento, obtido pela TSF, o Ministério da Defesa Nacional pretende que a linguagem utilizada pelas Forças Armadas seja inclusiva e não discriminatória, principalmente no que toca às questões de género.

"Na língua portuguesa é comum o recurso à utilização do género masculino para designar as pessoas de ambos os sexos, o que gera indefinições quanto às pessoas, homens e mulheres a que se refere, e torna as mulheres praticamente invisíveis na linguagem", lê-se na diretiva, citada pela emissora, destinada ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares (Exército, Marinha e Força Aérea).

Por isso mesmo — e de forma a fazer cumprir o plano setorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2019-2021 — vai ser exigido às forças armadas nacionais a que se passe a escrever "a coordenação" em vez de "o coordenador" ou que se diga "boas vindas a todas as pessoas" em vez de "sejam bem-vindos".

São ao todo 16 páginas de orientações a serem utilizadas não só em todo o tipo de documentos oficiais, como também em cerimónias públicas. "Salientar a importância para a utilização de linguagem sensível ao género, dar a conhecer exemplos práticos que previnam a utilização de linguagem discriminatória e contribuir para a eliminação dos estereótipos existentes" são os objetivos mencionados na diretiva.

Se na linguagem escrita o objetivo é que se passe a usar termos neutros em vez de termos que obriguem à utilização de um pronome ou à especificação de um género — por exemplo, escrever "data de nascimento" em vez de "nascido/a em" —, no que toca a imagens institucionais, é pretendido que se dê igual foco a "homens e mulheres em atividades relevantes" para que se mostrem "pessoas de géneros diferentes em papéis de igual valor" e que se demonstre que "instituição não tem preconceitos de género".

Datado de 18 de setembro, o documento não avança uma data para que esta nova política de comunicação seja implementada.

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dc

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Re: Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #2 em: Setembro 29, 2020, 02:37:01 pm »
Que lógica de m*rda. Durante anos todos aprendemos na escola que o "eles" é alheio ao género quando se trata do plural (grupo de homens e mulheres). Vão estar a complicar o que era simples. Mais burocracias e mais tretas, como se os despachos e outros documentos já fossem curtos e sem conversa para encher chouriços, vai ficar ainda pior!

Para substituir o Bérrio é que não enviam directivas nem despachos nem treta nenhuma de 16 páginas.
 

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zawevo

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Re: Política em Portugal
« Responder #3 em: Setembro 30, 2020, 12:16:28 pm »
O politicamente correcto e os demais flocos de neve ( https://pt.wikipedia.org/wiki/Gera%C3%A7%C3%A3o_floco_de_neve ) a começarem a fazer estragos nas forças armadas.
É o que dá nomearem civis (boys) para a estrutura do MDN. Como não percebem nada de nada dedicam-se a fazer estes jogos florais.

Ministério da Defesa proíbe expressões como “porta-te como um homem”
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/ministerio-da-defesa-proibe-expressoes-como-porta-te-como-um-homem?fbclid=IwAR02ormJ8n6MsR_TWNAUYxtkxs5lHKimICSJL6MFnAMTHobSK4MEsdM_Vus
https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/defesa-proibe-porta-te-como-um-homem?ref=HP_OutrasNoticias2

Por decreto, nas forças armadas portuguesas, deixaram de existir as "amélias". Isto é patético!!!!

A continuar assim daqui a alguns anos só vamos ter gente como esta nas forças armadas
https://www.dropbox.com/s/r8zp0frgqbwpyfc/1.mp4?dl=0
« Última modificação: Setembro 30, 2020, 06:53:34 pm por zawevo »
 
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Re: Re: Política em Portugal
« Responder #4 em: Setembro 30, 2020, 02:03:04 pm »
A paneleiragem tomou conta do poder , a nível mundial, portanto o futuro vai ser isto,depois passamos para as quotas por raça, orientação sexual, etc etc....
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Re: Política em Portugal
« Responder #5 em: Setembro 30, 2020, 03:41:36 pm »
Disseram-me muita coisa na tropa, porta-te como um homem não foi uma delas.

Estas ordens são ridículas, da mesma forma que andou-se a mudar o nome das especialidades nas Forças Armadas Norte-Americanas para que fossem mais "universalistas". Um atirador é um atirador, certo?!

Com tantos problemas que há na tropa, andam para aqui a inventar tretas que nada têm a ver.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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HSMW

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Re: Re: Política em Portugal
« Responder #6 em: Setembro 30, 2020, 07:16:37 pm »


Enquanto os pára-quedistas, apoiados por militares de outras armas e serviços do Exército e pelos controladores aéreos tácticos da Força Aérea enfrentam novas ameaças na RCA, o Ministério da Defesa preocupa-se com...”mariquices” (palavra que vai ser banida, vou usá-la antes que esta doença alastre ao Facebook).
Agora até as imagens vão ser censuradas, se não tiver mulher não entra.

Pilotos, Operações Especiais, Fuzileiros, e outros vão ter que mascarar alguns dos seus militares senão desaparecem do espaço público!
Nota positiva: no documento em apreço são dados mesmo exemplos com 11 “fotografias tipo”... em 3 aparece o ministro da defesa!
É bom que assim tenha sido, convém não esquecermos quem fez esta cagada/o

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10218024942721917&set=a.3364589160313
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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tenente

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Re: Re: Política em Portugal
« Responder #7 em: Setembro 30, 2020, 07:24:10 pm »
Disseram-me muita coisa na tropa, porta-te como um homem não foi uma delas.

Estas ordens são ridículas, da mesma forma que andou-se a mudar o nome das especialidades nas Forças Armadas Norte-Americanas para que fossem mais "universalistas". Um atirador é um atirador, certo?!

Com tantos problemas que há na tropa, andam para aqui a inventar tretas que nada têm a ver.

Podes crer, não lembra a ninguém, tanto problema para ser resolvido e esta gentinha lembra-se de cada merda !!!!

Abraços
 
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ricardonunes

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Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« Responder #8 em: Setembro 30, 2020, 10:59:49 pm »
Na minha opinião este assunto merece um tópico próprio,  opinem la sobre o assunto :mrgreen: :mrgreen:

Diretiva do Ministro da Defesa sobre a utilização de linguagem não discriminatória nas Forças Armadas

Ministro da Defesa relativiza relevância da linguagem não discriminatória

O ministro da Defesa relativizou hoje o impacto da diretiva do uso de linguagem "não discriminatória" nas Forças Armadas para a promoção da igualdade de género, defendendo que outras medidas em curso são mais relevantes.

O que é verdadeiramente importante é o trabalho que está a ser feito na promoção da igualdade de género dentro das Forças Armadas. Depois se se deve prever "nascido em" ou "data de nascimento", isso é absolutamente menor, não tem relevância nenhuma e, do meu lado, confesso que não pretendo passar muito tempo a pensar nessa matéria", considerou João Gomes Cravinho, em declarações à agência Lusa.

A TSF noticiou quarta-feira que a Secretaria-geral do Ministério da Defesa Nacional enviou aos ramos e ao Estado-Maior-General uma proposta de diretiva com orientações para uma "liguagem não discriminatória" e mais igualitária nas Forças Armadas, na qual se propõe, por exemplo, que em vez de escrever "o coordenador", deverá utilizar-se "a coordenação", em vez de "os participantes", "quem participa", ou até o "sejam bem-vindos" deve ser trocado por "boas vindas a todas as pessoas".

Questionado pela Lusa, Gomes Cravinho afirmou que apesar de considerar as temáticas da igualdade de género e da promoção do acesso da mulher à carreira militar como "temas importantes" no âmbito da Defesa Nacional, Gomes Cravinho admitiu não atribuir "a mínima relevância" ao documento em causa.

Para o ministro, "é uma matéria para os ramos [das Forças Armadas] e para os diferentes patamares de decisão escolherem a melhor forma de apresentar as Forças Armadas".

"Eu acho que nós não devemos perder a noção da distinção entre aquilo que são os aspetos verdadeiramente importantes e aquilo que são uns meros 'faits divers'", concluiu Gomes Cravinho, em declarações à Lusa, por telefone, a partir da Estónia, onde terminou hoje uma visita oficial.

A "Orientação sobre a utilização de linguagem não discriminatória", à qual a Lusa teve hoje acesso, data de 18 de setembro, e foi elaborada no âmbito do Plano Setorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2019-2021, "com vista à utilização de uma comunicação mais inclusiva".

O objetivo, de acordo com o documento, é "salientar a importância para a utilização de linguagem sensível ao género, dar a conhecer exemplos práticos que previnam a utilização de linguagem discriminatória e contribuir para a eliminação dos estereótipos existentes".

No campo da comunicação escrita, recomenda-se a "neutralização ou abstração" de género, substituindo determinadas palavras por termos neutros -- como por exemplo, em vez de "nascido em" preferir "data de nascimento", ou substituir "os políticos" por "classe política".

É ainda recomendada a "especificação" de género nos textos, quando a neutralização anterior não é possível, utilizando formas duplas ("os alunos e as alunas"), barras de separação ("O/A candidato/a") ou ainda a menção "m/f".

A comunicação oral não 'escapa' às recomendações, com a diretiva a recomendar que se evite linguagem que "muitas vezes descreve as mulheres de forma não valorativa ou mesmo depreciativa, até quando usada para insultos a homens", como por exemplo, "as expressões "deixa-te de mariquices" ou "pareces uma menina, porta-te como um homem".

Quanto à comunicação visual, é proposto que as Forças Armadas escolham "imagens que reflitam a diversidade no ambiente do seu organismo", mostrando pessoas de géneros diferentes "em papéis de igual valor" ou ainda que exiba imagens "onde a presença do sexo sub-representado é diminuta".

Estas diretrizes seriam aplicadas a "todos os documentos oficiais", designadamente, "decisões de dirigentes e chefes militares e respetivas comunicações internas e externas, incluindo ofícios", "apresentações institucionais e materiais usados em sessões de formação e apresentação", bem como à "comunicação e relações públicas" -- como guiões para cerimónias públicas, convites, notas de imprensa ou a comunicação nas redes sociais.

De acordo com o Ministério da Defesa, a proposta de diretiva sobre utilização de linguagem não discriminatória foi enviada a todas as entidades na esfera da Defesa "no sentido de recolher contributos e melhorias" e "só após audição de todos os envolvidos e integrados os contributos considerados pertinentes, a referida Diretiva se assumirá como um documento final".

O plano setorial para a promoção da igualdade de género na Defesa e Forças Armadas foi apresentado publicamente no Dia Internacional da Mulher, 08 de março, em 2019, numa cerimónia em que participou o ministro João Gomes Cravinho.

A utilização de "linguagem não discriminatória nos documentos e discursos oficiais" já era uma das 30 medidas previstas, tal como a criação de gabinetes de igualdade nas Forças Armadas no Ministério da Defesa e a realização de um estudo sobre as dificuldades de incorporação e retenção de mulheres na instituição militar são outras medidas contidas no plano setorial.

Entre as 30 medidas a aplicar até 2021, destacava-se a criação da figura do "conselheiro de género" em cada ramo militar e no Estado-Maior-General das Forças Armadas, a reportar diretamente aos chefes militares.

Atualmente, os ramos e o Ministério da Defesa já têm pessoal a desempenhar este tipo de funções visando a promoção da igualdade mas não em exclusividade e tem poderes limitados, segundo disse à Lusa na altura fonte da Defesa Nacional.

O plano setorial para a promoção da igualdade na Defesa e nas Forças Armadas previa ainda a elaboração de um "código de boa conduta para a prevenção e combate ao assédio nos locais de trabalho" e de um "guia da profissão militar".

Se no pessoal civil se verifica "uma relativa paridade", no que respeita "ao pessoal militar e militarizado a disparidade em prejuízo das mulheres é muito acentuada (12% e 2% de mulheres, respetivamente)".

Quanto à conciliação da vida familiar e profissional, o plano incluía a criação de equipamentos e estruturas de apoio à infância, como creches e jardins de infância, e incentivava a colocação de militares o mais perto possível da sua área de residência.

Ao nível do ensino militar, o plano propunha um curso de formação de formadores para a Igualdade, a criação de uma "linha de investigação" sobre a igualdade de género e a inclusão de um módulo sobre o tema "em todos os cursos de formação e promoção".
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Re: Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« Responder #9 em: Setembro 30, 2020, 11:06:17 pm »
entretanto perdi a paciência para negritos e sublinhados

mas destaco esta

pessoas de géneros diferentes "em papéis de igual valor"


 
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ricardonunes

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Re: Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« Responder #10 em: Setembro 30, 2020, 11:14:41 pm »

“Isto é uma baboseira e uma provocação aos militares”: Associação de Oficiais das Forças Armadas arrasa diretiva para comunicação inclusiva

Governo quer que os militares utilizem comunicação com “termos neutros” que seja “sensível ao género”, evitando a “utilização de linguagem discriminatória”. Presidente do Conselho Nacional da Associação de Oficiais das Forças Armadas admite pressões de oficiais para uma reação pública “dura”. Muito-muito dura



http://www.aofa.pt/rimp/Expresso_noticia.pdf?fbclid=IwAR2tTsrhZAZ2UWFiQNFjN0IN4USgmqBKk5L2ZlcWVrW4bs84xmgEX5Ye-dE
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Re: Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« Responder #11 em: Setembro 30, 2020, 11:38:05 pm »
Ao que isto chegou...
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ocastilho

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Re: Re: Política em Portugal
« Responder #12 em: Setembro 30, 2020, 11:39:41 pm »




Enquanto alguns gritam aos sete ventos um suposto fantasma da extrema-direita, o outro extremo (não menos perigoso) continua vivinho da Silva e a fazer das suas, mas é tudo do BEM. Ou será que devo dizer "dx bem"?
"Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma."
 

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Re: Linguagem não discriminatória nas Forças Armadas
« Responder #13 em: Setembro 30, 2020, 11:52:00 pm »
Mais palhaçada. De um lado, os políticos a ditarem linguagem e a continuarem a política de desinvestimento maciço na Defesa Nacional. Do outro lado, os militares a utilizarem níveis de indignação exagerados e desproporcionais, mas impassíveis perante o desmantelamento da Instituição Militar. "Mariquices" de ambos os lados, mas quando chega a abordar o que realmente importa, "está quieto oh preto".
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typhonman

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Re: Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #14 em: Outubro 01, 2020, 12:47:30 am »
Palavras para quê?
Se não é gozo ou mais uma humilhação a que as cobardes carreiristas e traidoras chefias das Farsas Desarmadas aceitam e toleram, face ao descalabro geral, não sei o que será...

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Datado de 18 de setembro, o documento não avança uma data para que esta nova política de comunicação seja implementada.

Dão me vótimos !
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