Economia nacional

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Re: Economia nacional
« Responder #375 em: Junho 28, 2021, 10:35:08 am »
Bem, todos nós estamos cientes do Cartel da indústria do petróleo, o que secalhar temos também de estar atentos é à nova indústria da mobilidade eléctrica associada às subsidiadas indústrias das energias renováveis! Até líderes que se oponham são derrubados:

Depois de se posicionar contra os carros elétricos, o CEO da Bosch deixa o cargo: https://pplware.sapo.pt/motores/depois-de-se-posicionar-contra-os-carros-eletricos-o-ceo-da-bosch-deixa-o-cargo/

Volkswagen vai acabar com as vendas de carros com motores de combustão em 2035: https://pplware.sapo.pt/motores/volkswagen-vai-acabar-com-as-vendas-de-carros-com-motores-de-combustao-em-2035/

Combustíveis sobem a partir de segunda-feira! Quais os novos valores?: https://pplware.sapo.pt/motores/combustiveis-sobem-a-partir-de-segunda-feira-quais-os-novos-valores/comment-page-1/#comment-2806901

Os combustíveis aumentam hoje mais um bocado e temos o combustível mais caro hoje com o Brent a 75 dólares o barril, do que em 2008 quando o mesmo Brent andava pelos 140 a 150 dólares: https://pt.investing.com/commodities/brent-oil

Secalhar mandaram calar o Ferro Rodrigues com receio que os tugas dessem conta dos preços de combustível que são comercializados nesse país africano onde a selecção jogou ontem e quem nem sequer usa o euro!!!!
 

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Re: Economia nacional
« Responder #376 em: Julho 15, 2021, 09:23:28 am »


Mais campanhas difamatórias
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: Economia nacional
« Responder #377 em: Julho 20, 2021, 10:09:38 am »
Portugal foi o maior produtor de bicicletas da UE. Produziu 2,6 milhões

Foram produzidas mais de 12,2 milhões de bicicletas na UE no ano passado, 2,6 milhões das quais em Portugal.



Portugal foi o maior produtor de bicicletas no ano passado, tendo sido produzidas, por cá, 2,6 milhões de unidades, de acordo com os dados divulgados, esta terça-feira, pelo Eurostat. No total da União Europeia (UE) foram produzidas 12,2 milhões de bicicletas.

Este valor representa um aumento de 1,2% em comparação com 2019, de acordo com o gabinete de estatísticas europeu.

Entre os três maiores produtores, além de Portugal, estão Itália (2,1 milhões) e Alemanha (1,3 milhões).

Do lado oposto, foi na Dinamarca que se produziram menos bicicletas, ainda segundo os dados do gabinete de estatísticas.

    Which EU Member State is the biggest producer of bicycles
    🇵🇹 Portugal with 2.6 million bicycles in 2020, followed by:
    🇮🇹 Italy (2.1 million) and
    🇩🇪 Germany (1.3 million)
    For more info: https://t.co/o1dkGdYjJd pic.twitter.com/IyBY2Rk3oC
    — EU_Eurostat (@EU_Eurostat) July 20, 2021

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1798847/portugal-foi-o-maior-produtor-de-bicicletas-da-ue-produziu-2-6-milhoes
 
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Re: Economia nacional
« Responder #378 em: Julho 21, 2021, 06:45:05 pm »
Só “um louco investe em Portugal”, diz Luís Todo Bom
https://eco.sapo.pt/2021/07/21/so-um-louco-investe-em-portugal-diz-luis-todo-bom/
Citar
"O fascínio provinciano por ‘startup’, para mim, sempre foi um enigma. As ‘startup’ não mexem o ponteiro. As empresas grandes é que inovam", afirmou Luís Todo Bom.

O membro da direção do Fórum para a Competitividade Luís Todo Bom afirmou esta quarta-feira que só “um louco investe em Portugal”, condenando o “calvário” com licenciamentos e os atrasos nos tribunais, e criticou o “fascínio provinciano” por ‘startup’.

“O fascínio provinciano por ‘startup’ [empresas com rápido potencial de crescimento económico], para mim, sempre foi um enigma. As ‘startup’ não mexem o ponteiro. As empresas grandes é que inovam“, afirmou Luís Todo Bom, no debate “PRR: Potenciar os efeitos dos fundos europeus na economia nacional”, organizado pelo Fórum para a Competitividade, que decorre no Centro de Congressos de Lisboa.
Para o responsável, a aposta em pequenas e médias empresas (PME) leva a uma “pobreza sistemática”, acrescentando que só é possível ter empresas de grande dimensão em Portugal através do investimento estrangeiro ou de processos de fusões e aquisições de empresas existentes.

Luís Todo Bom considerou ainda que só “um louco investe em Portugal”, condenando o “calvário” com os licenciamentos e os atrasos nos tribunais.

Presente na mesma sessão, o administrador do El Corte Inglés Portugal lamentou que o país esteja entre os que têm melhores infraestruturas rodoviárias e que, mesmo assim, 26% do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) seja destinado a estes investimentos.

“Portugal é o 8.º país no World Economic Forum com melhores infraestruturas rodoviárias, mas 26% do PRR é dedicado a este tipo de investimento. Temos um défice no investimento privado, dedicando apenas 20%, enquanto Grécia e Espanha atribuem, respetivamente, 49% e 43%”, indicou Alexandre Patrício Gouveia.

Durante a sua intervenção, este responsável vincou que não há crescimento económico sem investimento, notando que Portugal, “ano após ano, tem desprezado a criação de condições favoráveis ao aparecimento de investimento”.

Por outro lado, o administrador do El Corte Inglés Portugal lamentou que o país esteja a gastar mais de 14.000 milhões de euros em despesas públicas, dinheiro que deixa de ser aplicado em “investimento e poupanças”.

Já no que se refere ao investimento privado líquido, Patrício Gouveia lembrou que esteve sempre abaixo da média da União Europeia, sendo que em 2011 passou mesmo a ser negativo.

“Isso é fatal para um país que queira crescer. O investimento que nós temos é desequilibrado porque uma parte importante é dirigida à construção e obras públicas“, acrescentou.

O PRR tem um período de execução até 2026 e prevê um conjunto de reformas e investimentos para alavancar o crescimento económico.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Re: Economia nacional
« Responder #379 em: Julho 22, 2021, 05:15:45 am »
Preço da eletricidade atinge os valores mais altos de sempre

A eletricidade é um bem essencial a qualquer família, a qualquer empresa! Em Portugal, apesar de toda a aposta em sistemas de energia alternativos, o preço da eletricidade continua a ser dos mais elevados da Europa.

O preço da eletricidade atingiu esta terça-feira o valor mais elevado de sempre!



O preço da eletricidade no mercado grossista ultrapassou, pela primeira vez desde que há registo os 100 euros por megawatt hora, tendo no mercado ibérico atingido nesta terça-feira, os 106,57 euros por megawatt hora, batendo o máximo histórico do dia anterior, que fora já de 101,8 euros.

A Associação de Comercializadores de Energia no Mercado Liberalizado admite que esta tendência se irá “agravar mais ainda” nos próximos tempos e que o custo da componente energética da fatura “aumente exponencialmente durante este período de transição energética”.



ERSE aplica multa de 72 mil euros por cortes de eletricidade

A ERSE- Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos condenou a SU Eletricidade ao pagamento de uma coima de 72 mil euros por interrupções indevidas do fornecimento de energia elétrica a consumidores.

Durante a investigação, a ERSE solicitou elementos à visada e ao operador da rede de distribuição de energia elétrica, tendo sido apurada a prática de contraordenações e deduzida nota de ilicitude contra a visada

Ponderados todos os factos e o direito aplicável, a ERSE aceitou a proposta de transação e aplicou à visada, pela prática de 12 contraordenações por interrupções a título negligente do fornecimento de energia elétrica fora dos casos excecionados ou permitidos por lei, uma coima única de 72 mil euros, reduzida nos termos legais para 36 mil euros, já pagos.

https://pplware.sapo.pt/informacao/preco-da-eletricidade-atinge-os-valores-mais-altos-de-sempre/

Ainda bem que apostamos só em energias renováveis para baixar a factura de energia e também ainda bem que viramos a página da austeridade e o estado nem carrega nos impostos  :mrgreen:

Boas notícias para os visionários que querem acabar em breve com os carros com motor a combustão para sermos mais ecológicos  :mrgreen:
 
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Re: Economia nacional
« Responder #381 em: Agosto 02, 2021, 04:23:19 am »
Empresa de vestuário Dielmar pediu a insolvência



A empresa de vestuário Dielmar, com fábrica em Alcains (Castelo Branco) e 11 lojas próprias, apresentou o pedido de insolvência. A decisão surge na sequência da pandemia e da quebra de faturação e põe em causa mais de 300 postos de trabalho, a maioria no interior do país. Até março, a empresa liderada por Ana Paula Rafael faturou pouco mais de 700 mil euros, quando no ano anterior tinha registado um volume de negócios da ordem dos cinco milhões de euros.
A unidade fabril entrou em período de férias no final de julho, mas a gestão entendeu que não teria condições para manter o pagamento de salários a partir de agosto, mesmo beneficiando de apoio do lay-off, como sucedeu nos últimos meses. A Dielmar pagou os salários aos trabalhadores e as responsabilidades fiscais e da Segurança Social, mas há dívidas à banca, cujos números não foram possíveis de apurar, que vão passar a malparado.

O pedido de insolvência da Dielmar entrou no tribunal na sexta-feira e deverá ser agora nomeado um gestor de insolvência para liderar processo. Fundada em 1965, a empresa de vestuário era a maior empregadora da região de Castelo Branco. Liderada por Ana Paula Rafael, filha de um dos quatro fundadores, produzia roupa para homem e mais recentemente entrou no segmento feminino. Chegou a ser a marca de vestuário oficial da seleção portuguesa de futebol, mas a pandemia levou a uma quebra abrupta da produção e das vendas. Não só nas lojas próprias, mas também para exportação. A Dielmar trabalhava para cerca de 20 países, e a maior parte suspendeu as encomendas nos últimos meses com o confinamento nos respetivos países.

Nos últimos meses, a gestão da Dielmar alertou os poderes políticos, o central e o local, para o risco de insolvência da empresa na sequência do confinamento e tentou, em simultâneo, atrair investidores que entrassem no capital, mas tal processo revelou-se infrutífero. A ausência de vendas, associado aos custos parciais com os trabalhadores e com as lojas, nomeadamente os custos gerais nos centros comerciais, tornou a operação inviável.

O encerramento da Dielmar, que só uma solução de última hora poderá travar, vai ter um impacto regional relevante no emprego. Situado no interior do país, no distrito de Castelo Branco, a Dielmar era das maiores empregadores, juntamente com a fábrica de farinha Lusitânia.

https://www.msn.com/pt-pt/financas/noticias/empresa-de-vestu%C3%A1rio-dielmar-pediu-a-insolv%C3%AAncia/ar-AAMOMKd?ocid=msedgdhp&pc=U531

Infelizmente acho que vão começar a surgir mais casos destes de empresas com alguma dimensão a tombar devido à pandemia. Mas como é privada, suas excelências que desgovernam o país não estão preocupadas. O PRR que não tem nenhum projecto que venha salvar empresas do género, nada vai fazer para salvar postos de trabalho (https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=plano-de-recuperacao-e-resiliencia-recuperar-portugal-construindo-o-futuro).
Quase só tem alíneas para gastar dinheiro no próprio estado!

Quase 400 pessoas em risco de irem para o desemprego (a não ser que algum investidor ou os credores, salvem a empresa)!
« Última modificação: Agosto 02, 2021, 04:32:32 am por Viajante »
 
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Re: Economia nacional
« Responder #382 em: Agosto 03, 2021, 03:52:40 pm »
Siza Vieira sobre Dielmar: "Não vale a pena pôr dinheiro fresco em cima de uma empresa que não tem salvação”

O ministro da Economia frisou que "as dificuldades da Dielmar são evidentes" e que é importante salvaguardar os cerca de 300 postos de trabalho em risco. "Os dinheiros públicos não servem para apoiar empresários", destacou Siza Vieira.



"Não vale a pena pôr dinheiro fresco em cima de uma empresa que não tem salvação", disse Pedro Siza Vieira, ministro da Economia, em declarações sobre a insolvência da empresa Dielmar. 

Em declarações feitas na Madeira, transmitidas pela RTP3, o ministro frisou que as "dificuldades da Dielmar são evidentes", notando que o Estado acompanha a situação da empresa "há mais de uma década".

"O Estado ao longo dos anos foi assegurando a capitalização da empresa, primeiro entrando no capital com 30%. Depois em 2017, aquando de uma reestruturação financeira que a empresa passou, o Estado ainda adquiriu imóveis por 2,5 milhões de euros. O Estado garante ainda uma parte muito substancial da dívida da Dielmar, mais de 3,2 milhões de euros de dívida são garantidos pelo Estado." Em 2019, ainda antes da pandemia, a empresa já tinha capitais próprios negativos, disse o ministro.

No total, Siza Vieira referiu que "mais de 8 milhões de euros públicos já estão a apoiar a empresa". E, questionado sobre a possibilidade de o Estado recuperar esse montante, Siza Vieira reconheceu que "se calhar o Estado não vai recuperar" esse valor.

"Acordámos sucessivamente com a administração da empresa a possibilidade de serem alienados determinados ativos ou de ser assegurada uma gestão mais profissional para a empresa. Isso não foi possível, empenhámo-nos também em encontrar investidores para entrar no capital da empresa, mas dado o elevado endividamento da dita não foi possível encontrar interessados", explicou Siza Vieira. O ministro classificou também a gestão da Dielmar como uma "situação muito pouco clara".

"Com esta gestão não foi possível assegurar a salvação da empresa", esclareceu, salientando a necessidade de "encontrar um novo destino" para a Dielmar, em "mãos mais capazes".

O ministro afirmou que agora é tempo de "gerir esta situação de insolvência no sentido de encontrar novas entidades que sejam capazes de dar destino útil à empresa" e, sobretudo, "salvaguardar empregos".

"Os trabalhadores da Dielmar têm uma experiência acumulada muito significativa, existe hoje em dia escassez de mão de obra no setor têxtil e de vestuário e estamos seguros de que, trabalhando com credores, vamos encontrar uma solução que salvaguarde aquilo que tem solução na empresa, que são os trabalhadores e que assegure que estes possam estar ao serviço da nossa economia", notou Pedro Siza Vieira.

"É necessário empenharmo-nos no sentido de assegurarmos novos destinos para estes ativos e sobretudo para estes trabalhadores", explicitou o ministro da Economia, assegurando que será nesta área que o Governo irá trabalhar.

A insolvência da Dielmar, em Alcains, em Castelo Branco, foi anunciada esta segunda-feira, dia 2 de agosto. Em comunicado, a administração da empresa têxtil, uma das maiores empregadoras da região, explicou que a Dielmar "sucumbiu à pandemia da covid-19", ao fim de 56 anos de atividade.

A empresa garantiu que "pagou pontualmente e até à data os salários aos seus trabalhadores". No mesmo comunicado, Ana Paula Rafael, a presidente da empresa, disse que "talvez a insolvência da Dielmar seja o alerta e o farol para que possam repensar com carácter de urgência o interior e apoiar as indústrias que ainda aqui existem".

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/industria/detalhe/siza-vieira-sobre-dielmar-nao-vale-a-pena-por-dinheiro-fresco-em-cima-de-uma-empresa-que-nao-tem-salvacao

A sério Senhor Ministro? A Dielmar não é viável pelo seu prisma de estratega, e qual foi a lente que o senhor usou para ver viabilidade na TAP e enterrar lá vários milhares de milhões de euros?!

É admirável como ainda temos cola-cartazes que pensam que estão a falar para analfabetos!!!!!!!

Pela lógica deste governo, uma empresa que emprega 350 pessoas, tem dívidas inferiores a 15 milhões de euros e facturava antes da pandemia, cerca 15 milhões por ano, é para fechar. Já uma empresa que sempre deu prejuízos de acumulados de vários milhares de milhões e já custou mais de 2 mil milhões de euros, por agora (TAP), é uma empresa viável!?!?!
https://www.publico.pt/2021/07/16/economia/noticia/bruxelas-volta-aprovar-ajuda-estatal-1200-milhoes-tap-1970609

Portanto, para o Governo, mesmo que o estado gastasse 14 milhões (8 milhões do estado + os 6 milhões de dívidas a fornecedores), o que dá um apoio de 40 000€ por posto de trabalho (14 000 000€ / 350 trabalhadores), não vale a pena, mas no caso da TAP, que já estão comprometidos pelo menos 3,2 mil milhões de euros ou seja, um apoio de 355 555€ (3,2 mil milhões de euros / 9 000 trabalhadores), é uma empresa viável e que vale a pena salvar!!!!!

Será pelo facto da TAP ter vários boys lá dentro? Ou porque a sede da TAP é em Lisboa?
« Última modificação: Agosto 03, 2021, 04:00:15 pm por Viajante »
 
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