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Chicken_Bone

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« Responder #105 em: Junho 26, 2009, 07:01:35 pm »
Piolho comemora hoje o centenário

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Os 100 anos do Café Piolho, no Porto, comemoram-se hoje, com actuação de tunas, fado e descerrar de placas. O presidente da Câmara do Porto vai ser umas das figuras presentes na festa do conhecido café dos estudantes.

Podia ser apenas mais um ano na longa história do Café Âncora douro, no Porto. Mas os 100 anos do conhecido Café Piolho são comemorados com pompa e circunstância. José Martins é gerente do café há 30 anos e por estes dias não tem mãos a medir. O trabalho é muito e a tensão é enorme. "São cem anos e temos sempre medo que alguma coisa não corra bem", confessa.

Hoje, o dia é especial. "A partir das 11 horas começamos a celebração com actuação de Tunas, fados", conta José Martins. A festa prolonga-se durante todo o dia. "Às 22 horas chega um eléctrico que vai parar aqui mesmo em frente para fazer uma homenagem musical", acrescentou o gerente.

Em cem anos, pouca coisa mudou. "Tentamos repescar todas as origens", garantiu José Martins. "Quando cá chegamos, há 30 anos, encontramos uma situação muito difícil. Demorou algum tempo até conseguirmos trazer novamente pessoas ao Piolho, mas começamos a apostar em fado, poesia e aos poucos conseguimos reerguer o café", acrescentou.

Situado na Praça de Parada Leitão, bem junto aos Leões, o Piolho tem uma vista privilegiada para a Reitoria da Universidade do Porto. E, apesar de os estudantes serem parte da tradição e da vida do Café, o Âncora Douro está aberto a todos. "Recebemos médicos, advogados, e toda a gente nos felicita. Vamos à Internet e não faltam comentários de pessoas a darem-nos os parabéns ", confidenciou.

"O que eu queria é que daqui a 100 anos o Piolho continuasse ligado aos estudantes, e de preferência que ainda fosse eu a estar aqui", gracejou José Martins.


http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/co ... id=1273824
"Ask DNA"
 

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Chicken_Bone

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« Responder #106 em: Junho 26, 2009, 07:15:55 pm »
Mais uma notícia sobre este monumento Portuense

Muitas histórias para contar nos 100 anos do Piolho
Actividades várias prolongam-se esta sexta-feira no café portuense

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Actuações de tunas, fado, inauguração de uma placa comemorativa e muita festa. Estes são os principais atractivos desta sexta-feira no Café Piolho que comemora os seus 100 anos.

Já pela manhã desta sexta-feira aconteceram várias actividades que enchem o Piolho de estudantes, curiosos e figuras que fazem parte da história do café. De acordo com o que contou ao tvi24.pt o proprietário do café Piolho, José Martins, a tarde vai ser marcada por actuações de tunas, encontros musicais das academias, declamação de poesia e actividades surpresa proporcionadas pelo actor António Capelo.

Quem visitar esta sexta-feira o café Piolho vai ter também direito a uma «chávena comemorativa dos 100 anos», revela José Martins. Às 18 horas inaugura-se uma placa comemorativa oferecida pela Câmara Municipal do Porto. O dia acaba com fogo de artifício.

As comemorações do Piolho não começaram, nem acabaram com esta data. Cada mês surgem novas actividades. O lançamento do livro «Piolho: cem anos» é uma das mesmas.

«Muitas histórias para contar»

José Martins confessou que existem muitas histórias que marcam o «Piolho» e que há sempre «coisas novas».

«A Amália Rodrigues deslocou-se ao balcão, quando eu estava lá e pediu-me uma bica. Foi um momento marcante pela pessoa e pela maneira como falou. Nunca mais me esqueci», contou o proprietário.

O «Piolho» é também feito de histórias «picantes». «Um estudante subiu para uma cadeira e abriu a braguilha das calças e disse «venha quem tenha uma maior!». Eu não achei piada nenhuma, mas depois eu é que fiquei mal porque foi tudo uma festa», conta.


http://diario.iol.pt/sociedade/tvi24-pi ... -4071.html
"Ask DNA"
 

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tgcastilho

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« Responder #107 em: Junho 26, 2009, 10:29:35 pm »
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O Metro do Porto bate mais um recorde absoluto
S. João com enchente no Metro: mais 278 mil clientes e novo máximo histórico de procura
O Metro do Porto acaba de bater mais um recorde absoluto procura, com 278.365 validações registadas no dia de S. João. A operação especial montada pelo Metro do Porto para a noite de 23 para 24 de Junho mereceu uma adesão massiva por parte da população da Área Metropolitana. Apesar do forte reforço do serviço, as composições circularam praticamente lotadas ao longo de toda a noite, madrugada e inicio da manhã de S. João.

As mais de 278 mil validações registadas entre as 8H00 de dia 23 e as 8H00 de dia 24 de Junho representam uma nova marca histórica na operação do sistema, demonstrando a sua capacidade para responder eficazmente a eventos especiais e a elevados picos de procura. Um exemplo: apenas no período compreendido entre as 0H00 e as 8H00, mais de 75 mil pessoas utilizaram o Metro. No conjunto dos dois dias de festividades, o número global de clientes ascendeu a cerca de 350 mil. Sublinhe-se que esta operação especial S. João decorreu sem qualquer tipo de incidente ou problema de segurança.

Este novo máximo de procura superior supera largamente o anterior recorde fixado pelo Metro do Porto (265 mil clientes a 5 de Maio de 2009, dia do cortejo académico da Queima das Fitas). Comparativamente ao ano anterior, refira-se o elevado crescimento absoluto e percentual agora obtido: as 278.365 validações de 2009 superam em 26,6% as registadas em 2008 (219.758, na altura).
Na noite de S. João e mesmo não podendo efectuar um aumento da capacidade, também o Funicular dos Guindais correspondeu assim ao acréscimo geral de procura: 6.311 clientes utilizaram esta ligação entre a Ribeira e a Batalha nos dias 23 e 24 de Junho.
 

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André

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« Responder #108 em: Junho 27, 2009, 05:53:56 pm »
Putin manda baixar preço das salsichas


Primeiro-ministro foi a um supermercado e deu ordens aos empregados que reduzissem os preços dos produtos que considerou caros.

A história decorre como numa peça de teatro. Vladimir Putin está numa reunião com comerciantes na Casa Branca de Moscovo. O primeiro-ministro russo fala na alta dos preços e critica a ganância dos comerciantes.

Depois levanta-se, irritado, e manda os executivos seguirem-no até ao supermercado. Percorre as prateleiras e pára a olhar para latas de salsichas de seis euros. Ao seu lado aparece, o director de relações públicas. Putin pergunta-lhe: "Porque é que esta lata custa 240 rublos? Acha normal?" O director, atrapalhado, responde: "São salsichas de alta qualidade." E com um ar mais aliviado, pousa os olhos numa lata mais barata, que se apressa a mostrar: "Estas custam só 49 rublos".

O primeiro ministro mantém o ar sério e responde. "Demasiado caras." Enquanto tira uma lista de preços do bolso diz: "Sei que vocês têm 52 por cento de lucro". O director responde de cabeça baixa:" Baixaremos o preço amanhã".

A visita de Putin ao supermercado fez furor na Rússia e foi ridicularizada na imprensa internacional que a descreveu como uma encenação do primeiro-ministro - que até foi acompanhada por fotografo e operador de câmara.

O episódio, curiosamente, aconteceu dois dias depois de uma sondagem revelar que os preços da comida são a maior preocupação de 75 por cento dos russos.

Numa altura de crise económica e alta inflação (14%), os analistas dizem que o chefe do Governo quer criar a imagem de um homem de acção que está do lado do povo contra os ricos.

Há três semanas, Putin protagonizou um número igualmente mediático quando humilhou , à frente dos trabalhadores de um fábrica encerrada, o oligarca Oleg Deripaska e o forçou a assinar um contrato para indemnizá-los.

DN

 

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André

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« Responder #109 em: Julho 03, 2009, 04:28:27 pm »
Mourão tenta entrar no Guinness com ensopado de borrego


Cerca de 1.500 quilos de carne e 2.400 de batatas são alguns dos ingredientes a utilizar sábado, em Mourão, para confeccionar o «maior ensopado de borrego do mundo», para tentar entrar no Livro dos Recordes do Guinness.

A iniciativa, integrada no primeiro Encontro Transfronteiriço Terras do Grande Lago de Alqueva, que decorre no fim-de-semana, é organizada por um grupo de moradores da vila alentejana, com o apoio da Câmara Municipal de Mourão.

Marta Medinas, da organização, explicou hoje à agência Lusa que o «maior ensopado de borrego do mundo» vai começar a ser confeccionado «por volta das 09:30» de sábado, para que o almoço, em que são esperadas «cerca de cinco mil pessoas», seja servido às 12:00.

«A ideia começou por ser uma coisa pequena, mas como houve muitas pessoas a aderir, decidimos tentar entrar no Livro dos Recordes do Guinness», disse, adiantando que a iniciativa pretende também «divulgar e dinamizar os concelhos abrangidos pelo lago de Alqueva».

Para confeccionar aquele que é apresentado como o «maior ensopado de borrego do mundo», vão ser necessários cerca de 1.500 quilos de carne de borrego, 2.400 quilos de batatas, 200 quilos de alhos e 25 litros de azeite.

Na confecção, entram ainda 50 molhos de coentros, dois quilos de louro e cinco de pimentão verde, 25 litros de vinho branco e sal e pimenta, entre outros ingredientes.

O «mega tacho» para preparar o repasto terá 12 metros de comprimento, 80 centímetros de largura e 30 de altura, precisou Marta Medinas, indicando que a confecção do ensopado vai envolver «mais de 20 pessoas».

«É um prato típico da região e de que toda a gente gosta. Esperamos muitas pessoas de fora e, normalmente, o prato mais procurado é o ensopado de borrego», garantiu, para justificar a escolha da ementa.

De acordo com Marta Medinas, o ensopado é também muito apreciado pelos vizinhos espanhóis, que vão marcar presença no evento.

«Esperamos muitos espanhóis porque convidámos todos os municípios espanhóis que são abrangidos pelo lago de Alqueva, desde Badajoz até Villanueva del Fresno», disse.

Para os menos apreciadores de ensopado de borrego, a organização, que vai cobrar 10 euros de entrada, preparou como alternativa porcos no espeto e frangos assados.

Além desta tentativa de entrar no Livro dos Recordes do Guinness, o primeiro Encontro Transfronteiriço Terras do Grande Lago de Alqueva inclui ainda outras actividades, como um concurso de pesca, passeios de barco, prova de canoagem, passeios a cavalo, a pé, de bicicleta, moto e jipe, assim como jogos tradicionais, actuações musicais e fogo de artifício.

Lusa

 

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André

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« Responder #110 em: Julho 04, 2009, 07:45:56 pm »
Leitão da Bairrada faz furor em Wall Street




O Wall Street Journal de hoje dedica duas páginas inteiras a esta especialidade da Mealhada. As origens e fases de preparação do prato, onde ficar e comer, são o "prato forte" do artigo.

Se a maioria das cidades portuguesas tem monumentos em homenagem a heróis locais, a Mealhada é um pouco diferente. Em vez de  um navegador ou poeta a dar as boas vindas aos visitantes, há à entrada da cidade um monumento com um pequeno leitão.

É assim que o Wall Street Journal começa um plano de duas páginas dedicado a esta especialidade portuguesa. No dia seguinte ao ministro da Economia português se ter demitido, é o leitão da Bairrada que está em destaque.

O periódico norte-americano tenta perceber porque é que a Bairrada se tornou na região por excelência desta especialidade, já que os porcos são uma espécie criada em todo o país.

O presidente da Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada, António Duque, dá uma ajuda e explica ao jornal que a indústria de vinhos da região foi um factor importante, já que os ramos das vinhas foram sempre usadas como lenha nos fornos de tijolo onde os leitões eram assados, dando-lhes um sabor especial.

Todo o processo de limpeza, preparação e apresentação do leitão da Bairrada é descrito com detalhe para que não haja dúvidas sobre esta "arte".

O Wall Street Journal sugere também vários restaurantes como o "Pedro dos Leitões" ou "A Meta dos Leitões", "O Picnic", "Churrasqueira Rocha" ou a "Floresta dos Leitões", onde um visitante se pode deliciar com o prato típico da região.

O jornal deixa ainda algumas sugestões de locais onde pode ficar hospedado para uma visita de mais de um dia a este local de culto para quem gosta de carne, mas que é um "pesadelo para os vegetarianos".

Diário Económico

 

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André

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« Responder #111 em: Julho 06, 2009, 05:04:23 pm »
Marvão acolhe centro de investigação europeu sobre cidades romanas


A cidade romana de Ammaia, em Marvão (Portalegre), vai transformar-se num centro de investigação europeu sobre cidades romanas e os seus territórios, através de um projecto tecnológico “extremamente avançado” desenvolvido pela Universidade de Évora.

“O projecto representa um salto qualitativo em termos internacionais para a nossa instituição”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Fundação Cidade Ammaia (FCA), Carlos Melancia.

Designado de "Radio-Past: Radiografia do Passado. Abordagens integradas não destrutivas para compreender e valorizar sítios arqueológicos", o projecto está a ser desenvolvido por dois professores contratados pela UE, o belga Frank Vermeulen e a italiana Cristina Corsi.

Com o apoio de fundos da União Europeia, este projecto, que resulta de uma parceria entre a UE e a FCA, permitirá aos arqueólogos efectuar uma radiografia de todas as estruturas que se encontram no subsolo antes de efectuar as escavações.

Através deste projecto tecnológico, não haverá destruição de paredes, pisos e objectos ainda enterrados, limitando, desta forma, intervenções destrutivas e dispendiosas como as escavações.

“A tecnologia utilizada é extremamente avançada, de tal forma que permite fazer a radiografia de todas as estruturas que estão enterradas antes de escavar. Isto significa que somos capazes de fazer um levantamento que levaria, pelo método normal, alguns 50 anos”, explicou.

Numa primeira fase deste projecto, a FCA considera que os resultados obtidos nos trabalhos de campo foram “surpreendentes”.

Num primeiro levantamento com um georadar e com instrumentos geomagnéticos na área do fórum romano da Ammaia foi possível produzir uma planta detalhada daquela cidade.

Desta forma, foi possível apurar que a praça pública da Ammaia romana está rodeada por vinte lojas, um templo e uma basílica (tribunal) e foi embelezada com pórticos, estátuas e fontes.

De acordo com os especialistas, a partir deste plano desenvolvido em 2D vai agora desenvolver-se um outro modelo daquele espaço em 3D e a “longo prazo” está projectada uma completa reconstrução digital da cidade.

“Não tenho dúvidas que este projecto vai trazer até nós muitos visitantes, estudantes e o turismo vai crescer com esta nova realidade”, sublinhou Carlos Melancia.

Através deste projecto, a FCA vai agora transformar-se num centro de formação e treino de estudantes nas mais recentes técnicas arqueológicas de levantamento, escavação e conservação.

Contudo, desde Abril deste ano que se encontram também em Marvão equipas de toda a Europa que têm como objectivo desenvolver um conjunto de investigações em toda a área da cidade romana de Ammaia.

Para que o projecto cresça e que consiga captar mais entusiastas, a FCA está ainda a preparar um conjunto de workshops internacionais sobre diferentes temas arqueológicos.

O projecto “Radio-Past” foi hoje apresentado no auditório do Parque Natural da Serra de São Mamede, numa iniciativa que contou com a presença da secretária de Estado da Cultura, Maria Paula Fernandes dos Santos.

Ionline

 

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André

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« Responder #112 em: Julho 06, 2009, 06:59:01 pm »
Costa Rica é o pais mais feliz do mundo, Portugal o 98.º


A New Economics Foundation, uma organização não governamental britânica, estudou 143 países segundo o Índice do Planeta Feliz. Nove dos dez primeiros lugares foram para a América Latina.

A Costa Rica foi considerada o país mais feliz do mundo, num estudo que mede o Índice do Planeta Feliz, ou seja, a capacidade que cada país tem para proporcionar um bem-estar sustentável aos seus cidadãos.

Neste pequeno país da América Central, este índice é de 76,1, o mais elevado dos 143 estudados pela New Economics Foundation, uma organização não governamental ecológica britânica, que divulgou o seu relatório durante este fim-de-semana.

Na Costa Rica, diz o estudo, a esperança de vida é de 78,5 anos, o grau de satisfação da população é de 8,5, numa escala de zero a dez, a pegada ecológica, ou seja, a quantidade de terra e água que seria necessária para sustentar as gerações actuais tendo em conta todos os recursos materiais e energéticos gastos pelos seus cinco milhões de habitantes, é de apenas 2,3.

Os autores do relatório apresentam algumas razões para os bons resultados do Estado que é liderado pelo Prémio Nobel da Paz Oscar Arias: a fusão entre os ministérios da Energia e do Ambiente, logo nos anos 70, o uso das renováveis em 99%, o objectivo declarado de tornar o país neutro em emissões de dióxido de carbono dentro de dois anos, a reflorestação dos últimos 20 anos e a libertação de verbas para programas sociais depois da abolição do Exército em 1949.

Além da Costa Rica, os oito países que se seguem no ranking são também latino-americanos. O país do G-20 melhor classificado é o Brasil. Governado por Lula da Silva, este membro da Comunidade de País de Língua Oficial Portuguesa surge no nono lugar da tabela.

Portugal só aparece em 98.º, mas mesmo assim à frente dos Estados Unidos da América, que estão no 114.º lugar do ranking do Índice do Planeta Feliz. 77,7 anos é a esperança média de vida dos cidadãos portugueses, 5,9 é o grau de satisfação dos mesmos. 4,4 é a pegada ecológica do país. O Índice do Planeta Feliz é de 37,5.

Estados Unidos, Índia e China, que têm seguido modelos de desenvolvimento muito agressivos baseados no crescimento, têm visto cair as suas pontuações entre os anos de 1990 e 2005. Os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico registaram mesmo um desempenho pior em 2005 do que em 1961.

O bem-estar e a esperança de vida aumentaram 15% em 45 anos nos membros desta organização, entre os quais está Portugal, mas isso teve um custo demolidor para o planeta Terra: um aumento da pegada ecológica de 72% por cada indivíduo, sublinha o relatório daquela ONG britânica.

Assim, ainda que nenhum dos 143 países reuna uma situação ideal nos três indicadores que formam o Índice do Planeta Feliz, é na América Latina e no sudeste asiático que as condições para um bem-estar sustentável parecem estar mais reunidas.

DN

 

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André

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« Responder #113 em: Julho 06, 2009, 07:43:49 pm »
Passageiro repara avião e evita atraso de oito horas


Perante a possibilidade de um atraso de oito horas num voo entre Espanha e a Escócia, devido a um problema técnico, um passageiro da Thomas Cook, mecânico profissional, chegou-se à frente e decidiu oferecer-se para reparar a aeronave.

O problema em causa provocaria um atraso de mais de oito horas no voo TXC 9641, da companhia aérea Thomas Cook, porque seria necessário transportar um engenheiro do Reino Unido para Espanha, relata a BBC.

Um passageiro identificou-se então como engenheiro de aviões devidamente qualificado e ofereceu-se para arranjar o defeito.

Resolvido o problema, o avião pôde deixar a ilha de Menorca no sábado e aterrar em Glasgow com um atraso de apenas 35 minutos.

Uma porta-voz da Thomas Cook disse que a companhia seguiu procedimentos rigorosos de segurança para confirmar que o passageiro possuía a qualificação necessária para trabalhar no Boeing 757-200.

Segundo a Thomas Cook, o engenheiro trabalha para outra companhia aérea, a Thomsonfly, que tem um contrato de manutenção com a Thomas Cook.

«Quando eles anunciaram que havia um problema técnico, ele apresentou-se e disse quem era», afirmou a porta-voz. «Confirmámos o seu registo profissional e verificámos que ele era quem dizia ser».

A porta-voz agradeceu ao passageiro pelo esforço que evitou o atraso do voo. «Estamos muitos gratos que ele estivesse no voo naquele dia».

SOL

 

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Daniel

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« Responder #114 em: Julho 07, 2009, 06:14:27 pm »
Interceptado atuneiro espanhol nos Açores

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Portugal interceptou um atuneiro da ilha de Lanzarote que pescava perto da costa dos Açores, de acordo com o que informou o gabinete de pescas do governo das Canárias.

De acordo com o «El Pais», uma patrulha portuguesa terá pedido ao pescador para se dirigir ao porto por considerar que a pesca estava a ser efectuada em águas territoriais portuguesas.

O governo das Canárias defende que o atuneiro, que tem bandeira espanhola, está abrangido pelas normas europeias, visto tratar-se de um barco comunitário.

Desconhece-se o número de tripulantes a bordo do atuneiro «Zeruko Erregina». O executivo das Canárias está em conversações com o Ministério das Relações Exteriores para proceder à libertação do atuneiro.

Martín Marrero, porta-voz do governo das Canárias, afirmou que a embarcação tinha até 30 de Junho para pescar em águas açorianas, acrescentando que apenas os barcos não comunitários carecem de autorização específica para pescar entre as 100 e as 200 milhas.
 

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André

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« Responder #115 em: Julho 09, 2009, 05:09:48 pm »
Turista britânico oferece 52 mil euros no aeroporto de Palma de Maiorca


Se lhe perguntassem o que faria com 52 mil euros teria, com certeza, vários destinos a dar ao dinheiro. Podia optar por gastar tudo num Mercedes C250 CDI BlueEfficiency. Se o mundo automóvel lhe dissesse pouco, poderia aplicar os 52 mil euros num vestido de noiva: foi quanto gastou Jennifer Lopez na fatiota do casamento. Provavelmente até distribuía algum por quem mais precisa. Ou, num acto avarento, guardava tudo para si e os outros que se arranjem, afinal o dinheiro era seu.

Há quem prefira oferecê-lo, como quem dá milho aos pombos. A história não é única, mas a quantia envolvida nunca foi tão alta. Aconteceu ontem no Aeroporto de Palma de Maiorca, em Espanha: um turista britânico distribuiu 52 mil euros  pelos passageiros no terminal. Não, não foi um acto de caridade nem tão-pouco o senhor em causa, James B.N., 59 anos, pretendia ficar famoso pelo feito. Apeteceu-lhe. Simplesmente.
A história, essa, foi contada pelos funcionários do aeroporto e pelos felizes contemplados. James B.N., que tinha acabado de aterrar de um voo procedente de Manchester, começou a dirigir-se aos turistas que encontrou e, pelo caminho, oferecia um de dois “presentes”: vales de viagem ou dinheiro vivo. No total, em viagens estavam 50 mil euros e o restante era dinheiro em mão.

Nenhum dos presenteados se fez rogado a tamanha gentileza. A festa acabou com a intervenção das autoridades. Segundo o comunicado emitido pela Polícia das Baleares, James B.N. estava “claramente embriagado e inconsciente dos seus actos”. Tinha aspecto de indigente. “Estava sujo, cheirava mal e parecia estar abandonado”, garantiram ainda os agentes.

Desconfiados de que o dinheiro não era do turista com mau aspecto, os plícias contactaram imediatamente o consulado britânico em Palma de Maiorca e, confirmada a legitimidade sobre os milhares de euros - recebera uma herança -, James B.N. foi metido num avião de regresso ao Reino Unido.

Não há duas sem três E se ninguém dá nada a ninguém, saiba-se que o episódio de Maiorca é o terceiro caso de oferta de dinheiro registado este ano. Os dois primeiros aconteceram nos EUA e, apesar de as histórias não se cruzarem, o objectivo foi sempre o mesmo.

O primeiro caso é de Fevereiro. Um homem mistério começou a distribuir dinheiro a quem passava por ele em Nova Iorque. Assim ficou durante uma manhã. Em troca não pediu rigorosamente nada. Em San Diego, em Março, a oferta foi a mesma mas o método de distribuição marcou pontos pela extravagância. Em plena auto-estrada um condutor abriu os vidros do carro e, pela janela, lançou - no ar - centenas de notas de dólares, qual Rainha Santa Isabel a dar pão aos pobres. Daí ao caos demorou pouco. Carros parados no meio da auto-estrada, gente que se atropelava para apanhar um ou outro dólar.

O episódio de ontem foi igualmente inesperado. A embriaguez do britânico faz pensar que, talvez, em estado sóbrio e perfeitamente consciente, James B.N., não tivesse dado nada a ninguém. Afinal, a crise toca a todos.

Ionline

 

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André

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« Responder #116 em: Julho 09, 2009, 05:27:20 pm »
Árvore nazi causa polémica na Polónia




Uma árvore de origem nazi está a dividir os habitantes de Jaslo, na Polónia. A polémica já chegou às Filipinas.

Tem 67 anos, mede 12 metros, é robusta e frondosa. Até há poucos dias era só mais uma árvore numa qualquer rua de Jaslo, no Sudeste polaco. Mas agora está no centro de uma azeda polémica que divide os 38 mil habitantes da cidade entre partidários do abate e defensores da conservação.

O carvalho foi um presente de Hitler ao governador alemão de Jaslo durante a Segunda Guerra Mundial. Oriundo da localidade natal do Führer, Braunau am Inn (Áustria), chegou em 1942 embrulhado numa suástica e, uma vez plantado, foi decorado com simbologia nazi. "Falo um pouco de alemão e por isso consegui perceber que a cerimónia [de plantação] assinalava o aniversário de Hitler", conta o historiador local Kazimierz Polak à televisão polaca.

Polak, de 81 anos, é um dos poucos sobreviventes da invasão alemã. Antes de fugir do Exército Vermelho, as tropas nazis destruíram Jaslo e apenas 39 das 1200 casas foram preservadas. Agora o historiador é o mais ardente defensor da árvore, que tinha passado despercebida até que se soube que que ia ser cortada para fazer uma rotunda.

Quando Polak revelou a origem do carvalho numa entrevista televisiva, a presidente da câmara, Maria Kurovska, reagiu imediatamente. "A árvore comemora o maior criminoso da história da humanidade", afirmou à imprensa local há duas semanas.

Controvérsia mundial Desde então não param de chegar mensagens a favor e contra o carvalho da discórdia. Os residentes estão divididos e adiaram a decisão das autoridades, mas Kurovska está empenhada em melhorar o trânsito e não esconde as intenções. "Temos centenas de árvores aqui", explica, "e no lugar dela podemos plantar árvores em homenagem às vítimas de Hitler."

A controvérsia deu a volta ao mundo e chegou ao jornal israelita Ha'aretz. "Esta árvore deve ser derrubada, embarcada num comboio e incinerada", recomenda um comentador anónimo, talvez inspirado pelos campos de extermínio de judeus. "É estúpido cortar uma árvore - pouco importa quem a mandou plantar - numa era de aquecimento global", responde um leitor das Filipinas. "O carvalho de Guernica tinha um significado político ancestral. Em contrapartida, não creio que a árvore em questão encarne o mal hitleriano", opina Paulo Tunhas, professor de Filosofia da Universidade do Porto.

Plantar árvores no aniversário do ditador era um dos mais importantes rituais nazis ligados à silvicultura e um dos poucos legados que perduram. Em Jaslo está a gerar acesos debates, que podem prolongar-se ainda algumas semanas.

"A árvore não fez mal a ninguém e não tem culpa de nada", insiste Polak. "É alta e forte, deixem-na crescer." A presidente da câmara não recua: "As árvores plantam-se em memória de pessoas realmente grandiosas, como João Paulo II, diz Kurovska. "Se decidimos conservá-la, cada vez que passearmos no centro da cidade iremos lembrar-nos de que é a árvore de Hitler", sentencia.

Ionline

 

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Chicken_Bone

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« Responder #117 em: Julho 10, 2009, 03:32:08 pm »
Quem me dera estar no Puorto....

   
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Erotismo do tempo medieval
Começou ontem, quinta-feira, o primeiro Festival Erótico Medieval em Perosinho, Vila Nova de Gaia. Até domingo, os visitantes vão poder assistir a espetáculos de striptease a cavalo, lutas na lama e sexo ao vivo, sempre envolvidos num ambiente que remete para a Idade Média.


http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx ... id=1304450
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cromwell

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« Responder #118 em: Julho 10, 2009, 10:07:07 pm »
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BPP vendido à Orey por um euro
Pedro Duarte  
10/07/09 07:50

   
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Banco de Portugal sem posição sobre a compra do BPP 09:30

Clientes do BPP ganham esperança com compra pela Orey 10:10
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Partilhe:                       A Orey Antunes revelou hoje que chegou a acordo para comprar a totalidade do capital do Banco Privado Português (BPP) e de mais duas empresas do grupo, pelo montante total de um euro.

A aquisição foi efectuada pela Orey Financial, participada da Orey Antunes, e incluiu ainda a compra das empresas Gest Advisors e Pcapital, anteriormente detidas pelo Grupo Privado Holding, revelou a Orey Antunes em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A Orey adianta que o acordo está sujeito à verificação de certas condições, em particular da autorização do Banco de Portugal.

“Atenta à actual situação financeira do BPP, a Orey Financial acordou que seja de imediato submetido à aprovação das Entidades Públicas e Privadas relevantes, por parte da administração do BPP, um plano de recapitalização para a recuperação e saneamento do BPP”, adianta o documento.

Simultaneamente, a Orey Financial irá apresentar um programa de reestruturação do produto “Retorno Absoluto – Investimento Indirecto com Garantia” do BPP para garantir “aos clientes que subscreveram este produto uma solução de recuperação a médio prazo do capital investido”.

A Orey Antunes precisa que a aquisição do BPP se enquadra na estratégia de centrar a actividade do Grupo Orey na área financeira, “desenvolvendo as actividades não financeiras através de um fundo de ‘Private Equity’, denominado Orey Capital Partners”.



Quando vi esta notícia, pensei que estava a sonhar. :lol:
"A Patria não caiu, a Pátria não cairá!"- Cromwell, membro do ForumDefesa
 

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André

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« Responder #119 em: Julho 11, 2009, 04:31:05 pm »
Há Estados que falham. Portugal não é um deles

Foreign Policy coloca Portugal entre as 20 melhores democracias.


O que é um estado falhado? Segundo o sociólogo alemão Max Weber, é um estado que perdeu o "monopólio do uso legítimo da força" - uma definição do século 19 que dificilmente encaixa nos moldes diplomáticos actuais. A versão inglesa da Wikipedia refere que a expressão é utilizada também para descrever falhas graves nas condições básicas e nas responsabilidades de um governo soberano. Para a revista norte-americana Foreign Policy, o país que melhor representa este conceito é a Somália, pelo segundo ano consecutivo.

A publicação fundada por Samuel T. Huntington, autor da célebre teoria do choque das civilizações, e dirigida por Moisés Naím, acaba de publicar o último índice anual (o quinto) dos estados falhados. Na introdução, o destaque vai para o Iémen: "Reservas de água e de petróleo prestes a desaparecer; uma horda de migrantes, alguns com alegadas ligações à Al-Qaeda, vindos da Somália, o estado falhado vizinho", um conjunto de circunstâncias que colocam o país árabe em risco de ser "o próximo Afeganistão".

A nota explicativa alerta para o agravamento da situação em muitos países por causa da crise financeira mundial, um problema "quase mortal" para nações africanas como os Camarões, a Nigéria e a Guiné Equatorial e asiáticas como o Bangladesh e o Paquistão, que ocupa o número dez na lista dos países mais frágeis. "Isso é mentira. Para um paquistanês médio como eu, é muito engraçado ver que o Paquistão é pior que a Nigéria e pouco melhor que o Iraque na lista", adverte Saghir Ahmed, um leitor de Islamabad. "É falso e provavelmente está baseado em percepções erradas."

Divergências

A Foreign Policy desenvolve o índice em conjunto com o Fundo para a Paz, uma ONG sedeada em Washington. Nesta parceria, os indicadores utilizados vão do declínio económico (numa escala de 0 a 10, o Zimbabué lidera com 10 pontos) ao facciosimo das elites, passando por conceitos heterodoxos como a "ameaça convergente", que segundo a organização assenta na ideia de que "os estados fracos ou fracassados podem constituir ameaças globais tais como a proliferação das armas de destruição maciça e o terrorismo".

A própria Foreign Policy reconhece as deficiências da lista deste ano ao revelar que a queda da Geórgia em 2009 (23 lugares) é causada por um indicador "escorregadio" intitulado "Invadida pela Rússia". Outro caso que ilustra as arbitrariedades da tabela é o Irão, que perde onze posições em relação ao índice anterior. O país dos aiatolas é apresentado como uma "economia imperfeita", mal administrada por um estado "vampiro". Mas o motivo principal do descalabro iraniano no ranking é a "intenção" de construir armas nucleares, uma insinuação que não foi provada e que o regime continua a negar (e não só: a oposição reformista liderada por Mousavi também).

A lista da FP contrasta fortemente com o conhecido Índice de Desenvolvimento Humano, que começou a ser publicado pela ONU em 1990 como uma alternativa às estatísticas meramente económicas utilizadas até à data. No último relatório divulgado, em 2008, a ONU constata que o "fosso entre ricos e pobres continua", mas também que "muitos países testemunharam melhoras importantes em áreas chaves".

Os três estados que completam o pouco invejável pódio da FP (Somália, Zimbabué e Sudão) não aparecem no índice da ONU, um pormenor que ilustra bem as divergências entre as duas fontes, que além do mais seguem ordens inversas e não analisam o mesmo número de países.

Por outro lado, na parte baixa da tabela (superior no ranking das Nações Unidas), apenas há diferenças. Dos dez países mais desenvolvidos, oito são europeus e dois da Oceania. Quanto às ex-colónias portuguesas, Timor Leste é o estado com mais risco de falhar na lista da FP (20º) seguido pela Guiné-Bissau (27º).

A conceituada revista é responsável também pela lista das "Ideias mais perigosas do mundo", um relatório elaborado há cinco anos que alguns críticos consideraram "alarmista". Neste bizarro top 8 coexistem itens quase antagónicos como a "Guerra contra o mal" e o "Ódio contra a América".

Ionline