URSS

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Pantera

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« Responder #30 em: Maio 05, 2006, 05:01:31 pm »
fdx..o povo vive na miséria e aqueles que tentam uma melhor vida ao fugir do país são executados e o Senhor Fídel vive no luxo :?

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dremanu

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« Responder #31 em: Maio 05, 2006, 05:33:00 pm »
Citação de: "RedWarrior"
Citação de: "Luso"
Então vem a este fórum para fazer o quê?
Li as regras do forum, e em nenhuma está referenciada a necessidade de aliança com a internacional socialista ou com a "pátria" ( é favor clarificar o significado disto ) para poder participar.


A pátria são várias coisas. É a historia comum dos Portugueses, é a cultura Portuguêsa, é a nossa língua, a arquitectura nacional, a comida, os valores de família, os maneirismos, o saber comum, o espaço geográfico que ocupamos, etc.

Agora como comunista, prestas fidelidade à ideologia marxista, e aos símbolos dessa ideologia, ou identificas-te com os símbolos da nação Portuguêsa(que são independentes de qualquer ideologia política)?
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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RedWarrior

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« Responder #32 em: Maio 05, 2006, 06:15:34 pm »
Citação de: "TOMKAT"
Fidel Castro é o sétimo líder de um país mais rico do mundo, com uma fortuna de 900 milhões de dólares. O primeiro é o saudita Abdullah Bin Abdulaziz. A lista dos «governantes» milionários da «Forbes» acaba de sair.

 Há qualquer coisa aqui que não bate certo...primeiro vamos definir "governantes". Dirigo-me à lista da forbes das pessoas mais ricas do mundo, a "world´s Billionaires complete list" na esperança de não encontrar lá nenhum "governante" nem o Fidel, visto que segundo a Forbes, não é um Bilionário ( apenas um milionário :lol:  

"Former Cuban officials living in U.S. assert that he has long skimmed profits. Castro insists his net worth is zero."
 Que engraçado...já agora gostava de saber quem são os ditos oficiais, nem o nome podem revelar??

 E ao que parece a riqueza pessoal de Fidel, cresceu em dois anos de 150 milhões de dollars para 900 milhões de dollars :lol:
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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Marauder

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« Responder #33 em: Maio 05, 2006, 06:15:54 pm »
Citação de: "RedWarrior"

 1917 - 140 milhões de habitantes
 1926 - 147 milhões de habitantes
 1939 - 170 milhões de habitantes
 1962 - 214 milhões de habitantes


http://www.library.yale.edu/slavic/census3739.html

Infelizmente só consigo esta fonte...americana.

Realmente é dificil navegar no meio de tanta contra-informação, americana e russa. Mas posso-lhe dizer que finalmente li o artigo do Mario Sousa, e realmente até acredito que muita coisa até seja criação americana e nazi, mas somente fazendo uma pesquisa mais funda poderei fundamentar melhor a minha opinião.

Entretanto consegui por sorte acesso a este documento, aparentemente um micro-filme russo acerca do problema do censo de 1937 e a fabricação do censo de 1939.

Cumprimentos
 

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RedWarrior

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« Responder #34 em: Maio 05, 2006, 06:29:08 pm »
Citação de: "dremanu"
prestas fidelidade à ideologia marxista
Não, eu não presto fidelidade a nada nem a ninguém. O marxismo deve ser constantemente questionado e interpretado à realidade actual e nunca dogmatizado.

Citação de: "dremanu"
identificas-te com os símbolos da nação Portuguêsa?

 A única coisa com que me identifico da nação portuguesa é a língua.
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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dremanu

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« Responder #35 em: Maio 05, 2006, 06:51:17 pm »
Citação de: "RedWarrior"
Citação de: "dremanu"
prestas fidelidade à ideologia marxista
Não, eu não presto fidelidade a nada nem a ninguém. O marxismo deve ser constantemente questionado e interpretado à realidade actual e nunca dogmatizado.

Noto contradições na tua afirmação.

Se o marxismo dever ser constantemente questionado e interpretado à realidade actual é porque se pressupôe que mantêm certos princípios ideológicos que são constantes e que se assumem detentores de verdades intemporaís. Na prespectiva de um marxista a questão que se pôe não é se esses príncipios são válidos, mas sim, como devem ser aplicados de acordo com a realidade do momento.

Em suma, o marxismo é um dogma político/social/económico.

Citação de: "RedWarrior"
Citação de: "dremanu"
identificas-te com os símbolos da nação Portuguêsa?
Citar
A única coisa com que me identifico da nação portuguesa é a língua.


Na verdade, é imcompatível a tua aderência ao marxismo, e o sentimento de amor à pátria, os dois são exclusivos. A tua ideologia busca a destruição de todas as dimensões que criaram essa pátria.

Por isso o teu único apego é à língua. É um apego prático, não emotivo, pois a língua serve como instrumento de transmissão de informação, algo que é necessário para a implementação da doutrina marxista.

Daí tu não és patriota de coisa nenhuma, és um estrangeirado tal qual os nazis tugas. A vossa identidade é construida na base das ideologias politico/partidárias, e não nos valores concretos que construiram a indentidade Portuguêsa ao longo dos séculos.
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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komet

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« Responder #36 em: Maio 05, 2006, 07:51:22 pm »
Citação de: "komet"
O RedWarrior, que conheçe melhor que eu as virtudes do comunismo, e seus relatórios, consegue dar-me um número aproximado de mortes civis durante o séc.XX directamente relacionados com o regime? (divergência de opinião política, fome, controlo de natalidade, trabalhos forçados, etc).

Não só da URSS, mas dos restantes também.


Fica uma possível resposta:
http://www.hawaii.edu/powerkills/COM.ART.HTM
"History is always written by who wins the war..."
 

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RedWarrior

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« Responder #37 em: Maio 05, 2006, 08:06:14 pm »
Citação de: "dremanu"
Se o marxismo dever ser constantemente questionado e interpretado à realidade actual é porque se pressupôe que mantêm certos princípios ideológicos que são constantes e que se assumem detentores de verdades intemporaís.
Não, esses princípios são uma visão e analise da sociedade ao longo da história. Para mim não há verdades intemporais, tudo deve ser questionado.

Citação de: "dremanu"
Na verdade, é imcompatível a tua aderência ao marxismo, e o sentimento de amor à pátria
Discordo, isso acima de tudo é pessoal e não ideologico.

Citação de: "dremanu"
A tua ideologia busca a destruição de todas as dimensões que criaram essa pátria.
Não sabia dessa.

Citação de: "dremanu"
A pátria são várias coisas. É a historia comum dos Portugueses
A história existe. O marxismo não a pretende destruir, quanto muito tem uma visão muito própria dela.

Citação de: "dremanu"
é a cultura Portuguêsa, é a nossa língua
Nem coube ao marxismo a destruição das nossas culturas populares, o capitalismo fez isso. Nem estou a ver o porquê do marxismo querer destruir a nossa língua.

Citação de: "dremanu"
os valores de família
Os valores são pessoais e não generalizaveis a uma pátria.

Citação de: "dremanu"
os maneirismos
Olha que os maneirismos estão muito mais ligados às classes que às nações :wink:

Citação de: "dremanu"
Por isso o teu único apego é à língua. É um apego prático, não emotivo, pois a língua serve como instrumento de transmissão de informação, algo que é necessário para a implementação da doutrina marxista.
Exacto

Citação de: "dremanu"
A vossa identidade é construida na base das ideologias politico/partidárias, e não nos valores concretos que construiram a indentidade Portuguêsa ao longo dos séculos.

 Os valores divergem de pessoa para pessoa como disse.
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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RedWarrior

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« Responder #38 em: Maio 05, 2006, 08:07:45 pm »
Citação de: "komet"
Fica uma possível resposta:
http://www.hawaii.edu/powerkills/COM.ART.HTM


"With this understood, the Soviet Union appears the greatest megamurderer of all, apparently killing near 61,000,000 people. Stalin himself is responsible for almost 43,000,000 of these"

Um pouco improvável pelas razões que já referi.
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komet

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« Responder #39 em: Maio 05, 2006, 08:10:12 pm »
Quanto toca aos nazis, o mesmo texto refere aproximadamente 20 milhões, definitivamente não é um texto de propaganda fascista como seria de esperar....
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RedWarrior

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« Responder #40 em: Maio 05, 2006, 08:35:13 pm »
Citação de: "komet"
Quanto toca aos nazis, o mesmo texto refere aproximadamente 20 milhões, definitivamente não é um texto de propaganda fascista como seria de esperar....

 20 milhões :lol:  :lol:  :lol:
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emarques

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« Responder #41 em: Maio 06, 2006, 01:11:59 am »
Citação de: "TOMKAT"
Não tem relação directa com a URSS, mas é um seu produto...ou algo parecido...

E ainda dizem que os sistemas comunistas não produzem riqueza, e são pouco competitivos...

Viva o "capitalismo" proletário... G'anda Fidel. :?  :(

Bom mas como a "Forbes" é americana... deve ser desinformação.
Só pode ser....

Por acaso, se bem me lembro de uma explicação da própria Forbes, só posso mesmo considerar que é desinformação. O que eu vi é que contavam como património pessoal de Fidel Castro um monte de empresas estatais cubanas que eram geridas por ele ou por alguém nomeado por ele. Fazendo o mesmo tipo de contas para Portugal, o Sócrates deve ser... (hã, como é que se chama alguém que tem um património de milhares de milhões de €? Bilionário não é, que tinha que ter biliões, não milhares de milhões).
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Marauder

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« Responder #42 em: Maio 06, 2006, 11:39:50 am »
Citação de: "RedWarrior"
Citação de: "Marauder"
Curioso, e RedWarrior, nunca pensaste que consultar fontes comunistas pode levar a erro?
Aponta aí os erros da análise de Mário Sousa.


http://www.library.yale.edu/slavic/micr ... amine.html

Aparentemente os russos tem documentos sobre a Holodomer...ah..deixa-me adivinhar...a propaganda nazi era tão boa que até a União Sovietica fez documentários sobre isso?

http://engforum.pravda.ru/showthread.ph ... nextoldest

http://www.newscentralasia.com/modules. ... e&sid=1615

Curioso...até os próprios ucranianos acreditam que houve a crise....epá...a propaganda nazi é mesmo 5 estrelas. Vai na volta a crise da batata da Irlanda também foi uma criação nazi.

Redwarrior, demostras saber do que falas, mas a sério, tenta analizar bem estes dados. Ou vais simplesmente negar tudo? Pediste-me para criticar Mario Sousa, e, olhando ao seu primeiro tópico, já o fiz. Eu estou convencido com a informação que encontrei, os ucranianos também, e até a enciclopédia soviética apontava diminuição da população ucraniana naquela época. Deixo-te estes factos.

Posso também analizar o resto, embora tenha-te a dizer que a vontade não abunda, mas e daí, talvez tu possas fazer isso por ti.


Uma coisa que me chateia é a falta de acesso (sem pagar é claro) que temos aos dados. Por exemplo, a biblioteca de Yale (que referi acima) tem montes de microfilmes adquiridos à Russia e etc.

http://www.library.yale.edu/slavic/microforms.html
Pena é que não dá para realmente fazer os downloads via internet. Anyway, os filmes estão em russo, portanto a mim seria o mesmo que sopas.

Cumprimentos

Antes de aceitar unilateralmente Mario Sousa, convém investigar antes..caro colega
 

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RedWarrior

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« Responder #43 em: Maio 06, 2006, 07:14:10 pm »
Citação de: "Marauder"
http://www.library.yale.edu/slavic/microform/ukraineholodomorfamine.html
Este site diz-nos que entre 1932 e 1933, morreram entre 3 a 6 milhões de pessoas de fome consequência directa da colectivização. Ou seja, recolheram as colheitas não lhes deixando nada e eles acabaram por morrer à fome.

Citação de: "Marauder"
Aparentemente os russos tem documentos sobre a Holodomer...ah..deixa-me adivinhar...a propaganda nazi era tão boa que até a União Sovietica fez documentários sobre isso?
Não vi documentos soviéticos nenhuns.

Citação de: "Marauder"
http://engforum.pravda.ru/showthread.php3?threadid=126629&goto=nextoldest
Neste forum alguém abre o tópico com acusações mais graves, subindo a parada do número de mortes, entre 7 e 9 milhões de mortes. Ele afirma que os censos dizem que em 1927 a população era de aproximadamente 32 milhões e passou a 28 milhões em 1939.
 Contudo vão surgindo comentários...

"Considering that Ukraine was yet to go through World War Two in 1938, the population growth rates are pretty similar after 1938.
 If you want to consider people who were never born as genocide victims, then over the past 15 years Ukraine has been subject to a greater genocide."

Também não leste este comentário

"During the years 1930--1935, the Soviet Union was short of labor, especially in newly developed regions.

In 1932, the Ukrainian population was 25 million inhabitants. To kill 7-9 million people would have been economic and demographic suicide. The entire industrialised workforce of the SU at the time was only around eight million workers.

The main proponent of the 'Terror Famine' hypothesis is a former OUN and Nazi collaborator called Dushnyck. He invented a 'scientific' method to calculate the dead during the `famine-genocide'.

"(Taking the data according to the 1926 census ... and the January 17, 1939 census ... and the average increase before the collectivization ... (2.36 per cent per year), it can be calculated that Ukraine ... lost 7,500,000 people between the two censuses."

These calculations are meaningless.

The world war, the civil wars and the great famine of 1920-1922 all provoked a drop in the birth rate. The new generation born in that period reached physical maturity, 16 years of age, around 1930. The structure of the population would necessarily lead to a drop in the birthrate in the thirties.

Free abortion had also dramatically reduced the birthrate during the thirties, to the point where the government banned it in 1936 to increase the population.

The years 1929-1933 were characterized by great, violent struggles in the countryside, accompanied by times of genuine famine. Economic and social conditions of this kind reduce the birthrate.

The number of people registered as Ukrainians changed through inter-ethnic marriages, changes in the declared nationality and by migrations.

The borders of the Ukraine were not even the same in 1926 and 1939. The Kuban Cossaks, between 2 and 3 million people, were registered as Ukrainian in 1926, but were reclassified as Russian at the end of the twenties. This new classification explains by itself 25 to 40 per cent of the `victims of the famine-genocide' calculated by Dushnyck.

In addition, the Soviet State Archives (GARF) were opened in the early 90s. A team of American professors analysed the data relating to the deportations. Their research was published in the American Historical Review in October 1993.

It can be quickly summed up.

During the most violent period of the collectivization, in 1930--1931, the Bolsheviks expropriated 381,026 kulaks and sent their families to unplowed land to the East. These included 1,803,392 persons. As of 1 January 1932, there were 1,317,022 people in the new establishments. The difference is of 486,000. The disorganization helping, many of the deported were able to escape during the trip, which often took three months or more. (To give an idea, of the 1,317,022 settled, 207,010 were able to flee during the year 1932.)

Others, whose case was reviewed, were allowed to return home. An undetermined number, that we have estimated at 100,000, died during the travels, mainly because of epidemics. The considerable number of deaths during displacements must be seen in the context of that epoch: a weak administration, precarious living conditions for the entire population, sometimes chaotic class struggles among the peasant population overtaken by leftism. The Party's position is clearly stated in one of the numerous reports about this problem, this one dated 20 December 1931 by the person responsible for a work camp at Novossibirsk.

The high mortality observed for convoys nos 18 to 23 coming from the North Caucasus --- 2,421 persons out of 10,086 upon departure --- can be explained by the following reasons:

1. A negligent, criminal approach to the selection of deported contingents, among whom were many children, aged over 65 years of age and sick people;

2. The non-respect of directives about the right for deportees to bring with them provisions for two months of transfer.

3. The lack of clean water, which forced the deported to drink unclean water. Many are dead of dysentery and of other epidemics.'

Conquest `calculated' that 3,500,000 kulaks were 'exterminated' in the camps.

But the total number of dekulakized in the colonies never exceeded 1,317,022! And between 1932 and 1935, the number of departures exceeded by 299,389 the number of arrivals. From 1932 to the end of 1940, the exact number of deaths, essentially due to natural causes, was 389,521. And this number does not just include dekulakized, since after 1935 other categories were in the colonies as well.

According to GARF, only 35,000 people were judicially executed for serious crimes between 1930 and 1933, with the bulk of these (30,000) being executed in 1930 and 1931. Not all of these were Kulaks or even Ukrainians.

These are the FACTS."

 É engraçado que depois deste post, a conversa mudou de rumo e acabaram a discutir as indeminizações dos sionistas. :lol:

Citação de: "Marauder"
Curioso...até os próprios ucranianos acreditam que houve a crise....epá...a propaganda nazi é mesmo 5 estrelas.
Tens razão, aposto que muitos desses ucranianos até estavam lá em 1932 e confirmam a morte de qualquer coisa entre 3 e 9 milhões de pessoas.

Citação de: "Marauder"
Ou vais simplesmente negar tudo?

 Não vou negar, vou questionar que é diferente. E apenas aceito como verdade ou como mentira aquilo que me fôr factualmente provado.
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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Marauder

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« Responder #44 em: Maio 06, 2006, 10:52:16 pm »
Não vês tu e não vejo eu. Porque não temos acesso. Mas se estudássemos ou trabalhássemos em Yale teriamos acesso a estes. Seja como for eu aceito como verdadeira a existencia de tais informações dentro do partido comunista acerca da fome na Ucrânica. Tive a tentar ver se seria a pagar, mas não, penso que somente está disponivel para Yale ou trabalhos de investigação.

 Continuo a achar curioso que o governo russo e o governo ucraniano aceitem que ocorreu a dita fome e que causou morte a milhões. Se voltares a ler o comunicado da NewsCentralAsia, o que está é causa é o chamar de genocídio, não das mortes.

 Por acaso não tinha lido o resto, realmente são factos mais convincentes que os de Mario Sousa no que toca à fome na Ucrania. No entanto, por tudo o que escrevi anteriormente, alguém está errado. Penso que o acesso aos ditos microfilmes dariam muitas respostas.

 Relativamente à pessoa envolvida,  Dushnyck, não encontrei em outros sites associações destes com os nazis, embora 1 site falasse da associação com facistas.

Cumprimentos