URSS

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RedWarrior

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« Responder #120 em: Maio 15, 2006, 01:07:34 am »
Citação de: "TOMKAT"
A administração Bush tem responsabilidades no sucedido por ter colocado gente inapta em postos chaves, que acomudados ao lugar não ligaram a indícios fortes de que algo iria suceder
Deixaram passar os aviões...completamente desviados da rota....esquece, és demasiado fanático para discutires racionalmente.

Citação de: "TOMKAT"
O colapso das torres é fácilmente explicável.
E aço funde apenas a 1500 ºC, mas para o colapso das torres, não foi necessário que o aço fundisse

 Se a temperatura sequer se aproximásse desse valor, o que faria ali a mulher ??
 Já dei aqui o exemplo do Empire State Building....digam-me aí alguma exemplo de um edifício que tenha caído devido a um fogo...explica-me também as explosões no edifício reportadas no momento...
 E expliquem-me a queda da torre 7, vais-me dizer que também atingiu 1500º C...
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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TOMKAT

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« Responder #121 em: Maio 15, 2006, 01:57:56 am »
Citação de: "RedWarrior"
Deixaram passar os aviões...completamente desviados da rota....esquece, és demasiado fanático para discutires racionalmente.
Por falar em fanáticos....não cites apenas o que convem ao teu discurso.
Disse, e passo a citar a totalidade do parágrafo... "A administração Bush tem responsabilidades no sucedido por ter colocado gente inapta em postos chaves, que acomudados ao lugar não ligaram a indícios fortes de que algo iria suceder, quicá premeditadamente, servindo alguns interesses menos claros.
Não nutro especial simpatia pela arrogância norte-americana, mas simpatizo muito menos com os arrogantes donos da verdade, em que a verdade é apenas uma,... a deles.


Citação de: "RedWarrior"
Citação de: "TOMKAT"
O colapso das torres é fácilmente explicável.
E aço funde apenas a 1500 ºC, mas para o colapso das torres, não foi necessário que o aço fundisse
Se a temperatura sequer se aproximásse desse valor, o que faria ali a mulher ??

No meio de tanta fantástica conspiração, adulterar uma fotografia é brincadeira de crianças... :?

Nunca afirmei que as temperaturas atingiram os 1500ºC, aliás a essa temperatura tudo o que não é combustível é liquefeito, betão, aço..., exceptuando alguns tipos de cerâmica ou produtos refratários especiais para altas temperaturas.
IMPROVISAR, LUSITANA PAIXÃO.....
ALEA JACTA EST.....
«O meu ideal político é a democracia, para que cada homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado»... Albert Einstein
 

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RedWarrior

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Marauder

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« Responder #123 em: Maio 15, 2006, 09:53:36 am »
É uma história mal contada...

  Eu ainda tou para ver o buraco dos motores e das asas no Pentágono...aparentemente no WTC fizeram buraco, como é lógico, mas no Pentágono..nem por isso.

  E as caixas negras aonde andam?

  A sério, o episódio do WTC até se "engole" mais ou menos bem, mas a história do Pentágono está muito mal contada!!! Até quando mostraram as fotografias tiradas pela camara da "toll" do Pentágono pareceu ser um avião muito mais pequeno que um Boeing 707. Isto imagens dadas pelo governo americano. Sim, porque todas as outras filmagens foram recolhidas e não se percebe porqué mas nunca se voltou a falar disso..
 Já o outro avião também caiu na Pennsylvannia, um acidente mais ou menos normal com o que se passa no mundo. Não houve corpos, não houve partes do avião reconhecíveis, não houve caixa negra, até a forma como os destroços se espalharam é estranha. Mas a culpa é minha...secalhar penso demasiado....se fosse à 400 anos atrás a igreja católica perseguiria-me por pensar em cenas "básicas"...

  Mas e daí sou lunático sim, porque o USS Maine foi destruído por uma explosão interna, e não houve ataques a Destroyers americanos ao largo do Vietname. Nessa altura também me chamariam lunático..

  É pelo povo português não se perguntar sempre "Porquê" que muita porcaria acontece neste país. Exemplo : Política....

  Mas amigos, cada um tem a sua opinião, e entende da forma que quer as mensagens nos media.

  Cumprimentos
 

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RedWarrior

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« Responder #124 em: Maio 16, 2006, 11:28:56 am »
Michael Zebuhr era um dos "Scholars for 911 truth" e um estudante a trabalhar no seu doutoramento em Bioengenharia.
Encontrava-se em Minnesota com a mãe, a irmã e um amigo. Depois de um jantar quando regressavam ao carro foram abordados por dois indivíduos que pediram a mala da mãe de Michael, sendo esta entregue sem qualquer resistência...já com a mala na mão, um dos indivíduos dispara dois tiros à cabeça de Michael Zebuhr sem razão aparente.
Michael Zebuhr morreu hora e meia depois, podem ler mais aqui e aqui.

( copy/paste )
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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Leonidas

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« Responder #125 em: Junho 02, 2006, 09:11:08 pm »
Citação de: "RedWarrior"
Bem podia ter morrido que não faz cá falta nenhuma...
 Em relação à tolerância religiosa, aconselho alguma leitura.

http://www.marxists.org/history/ussr/art/photography/religion/index.htm


Se me desse a escolher uma entre estas personagens para eu as fuzilar com dois tiros ou para lhes dar umas valentes marretadas, qual escolheria?

1ª RedWarrior

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3ª Estaline

4ª Mao Tze Tung
 

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Yosy

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« Responder #126 em: Junho 03, 2006, 12:55:58 am »
Citação de: "Leonidas"
Citação de: "RedWarrior"
Bem podia ter morrido que não faz cá falta nenhuma...
 Em relação à tolerância religiosa, aconselho alguma leitura.

http://www.marxists.org/history/ussr/art/photography/religion/index.htm

Se me desse a escolher uma entre estas personagens para eu as fuzilar com dois tiros ou para lhes dar umas valentes marretadas, qual escolheria?

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4ª Mao Tze Tung


 :lol:

Bem dito
 

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emarques

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« Responder #127 em: Junho 03, 2006, 02:19:45 am »
Sobre a grande conspiração da alunagem:
http://www.badastronomy.com/bad/tv/foxapollo.html
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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RedWarrior

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« Responder #128 em: Junho 03, 2006, 03:34:58 am »
Citação de: "Leonidas"
Se me desse a escolher uma entre estas personagens para eu as fuzilar com dois tiros ou para lhes dar umas valentes marretadas, qual escolheria?

1ª RedWarrior

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3ª Estaline

4ª Mao Tze Tung

 Não tens muito por onde escolher...a menos que queiras bater/alvejar os mortos.
 Se estiveres mesmo interessado nisso ( Ó Maria Viril ), usa as mensagens privadas.
A primeira vítima de todas as guerras é a verdade
 

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TOMKAT

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« Responder #129 em: Junho 03, 2006, 11:54:47 am »
Falando de URSS e das relações estreitas e seguidistas entre os diversos partidos comunistas, e dos sapos que por vezes se têm que engolir, no caso que nos interessa os do PCP, um texto interessante...

Citar
Álvaro Cunhal no Inverno de 1939-40

Antes do pacto germano-soviético, as posições do PCP, na imprensa clandestina e na imprensa legal (O Diabo), eram favoráveis a um pacto anglo-russo, como factor estabilizador e anti-fascista. Estavam em uníssono com a política de Litvinov. Todavia, o PCP não se apercebeu, antes da assinatura do pacto germano-soviético e do eclodir da guerra, que a nova política da URSS, após a substituição de Litvinov por Molotov, oscilava entre a frente anti-fascista e um acordo com a Alemanha, dependendo das respectivas “compensações”.

Como a assinatura do Pacto precedeu de pouco mais de uma semana o desencadear da guerra e apenas 2 semanas após esse início, a URSS invadia igualmente a Polónia, o PCP não conseguiu digerir rapidamente todo esse “cataclismo” político.

No “Informe sobre a Situação Internacional”, redigido provavelmente na 2ª quinzena de Outubro de 1939, o PCP (Cunhal, entenda-se) afirma, referindo-se ao Pacto, que “Nem por isso a URSS desistiu de lutar contra o bloco fascista. A URSS não quis limitar-se a ficar de fora da guerra imperialista. Prosseguindo na sua luta contra o fascismo e o imperialismo desmascarou o carácter da guerra e desmembrou o bloco fascista, por meio do pacto germano-soviético, que imediatamente fez desligar o Japão do bloco, considerado inabalável, das potências fascistas”, o que é uma visão absolutamente delirante dos efeitos do pacto, como se viu pelo decurso posterior dos acontecimentos, e acrescenta, mais adiante “Nomeadamente a atitude dos países bálticos (a de serem obrigados a cederem à chantagem soviética) e da Turquia cria uma situação extremamente grave para o capitalismo internacional”.
Mas onde a nova posição do PCP, de equidistância entre a Alemanha nazi e as potências democráticas, se revela mais clara é quando escreve que “Terminadas as operações militares na Polónia e destruída a mistificação da guerra ideológica, as propostas da paz de Hitler criaram a Chamberlain e Daladier uma situação difícil. São efectivamente vagas as propostas de Hitler, mas a argumentação que as acompanha e alguns dos seus princípios gerais não podem ser facilmente contrabatidos pelos representantes do imperialismo franco-britânico? Como podem eles justificar a continuação da guerra ofensiva contra a Alemanha? Pela reconstituição da Polónia? Mas o Estado polaco revelou-se um aglomerado inconsistente”.

Portanto, a luta contra o Eixo fascista era “a mistificação da guerra ideológica”. Enuncia, além disso, a tese dos Estados inconsistentes saídos do Tratado de Versalhes, que era uma dos refrãos preferidos dos dirigentes nazis e que a nova política soviética estava igualmente a utilizá-los, como escrevi no meu artigo anterior. O PCP revelava-se um aluno fiel da nova política soviética.

Mais adiante, no mesmo informe, Cunhal assinala que “a paz criaria dificuldades económicas insuperáveis para os governos capitalistas. Tornar-se-ia necessário canalizar para a produção útil todas as actividades de guerra; superprodução e desemprego voltariam, enormemente agravados. Cada um dos governos capitalistas da Europa sabe o que isto significa para o capitalismo. Por isso todos fogem da paz, mesmo quando são obrigados a propô-la. Por isso os trabalhadores devem lutar obstinadamente pela paz”. Portanto, as potências democráticas eram igualmente responsáveis pela guerra. Já não havia diferença entre democracia e fascismo.

Essa indiferenciação era visível num artigo sobre uma mensagem de Jules Romains: "Diz Jules Romains que a guerra foi provocada pelos países totalitários. Mas não sei por que razão, refere-se sempre e unicamente à Alemanha. Não existirão para Jules Romains outros países totalitários?" (O Diabo, 16/12/1939). Os beligerantes são iguais, ambos têm «telhados de vidro»(O Diabo, 23/12/1939).

Quando foi desencadeada a agressão à Finlândia uma nota de O Diabo sugere que «não seria por acaso que os ingleses e americanos protestam contra a invasão da Finlândia em auxílio ao governo popular de Otto Kuusinen».(O Diabo, 23/12/1939) Motivo? “Interesses imperialistas nos jazigos de níquel de Petsamo”. Este texto é paradigmático da propaganda comunista. O “governo popular de Otto Kuusinen” era um governo fantoche cujas circunstâncias da sua criação descrevi no meu artigo anterior. Portanto a URSS invadiu a Finlândia em auxílio de um “governo” fantoche cuja “existência” só veio a público depois do início da invasão. O governo virtual de Kuusinen foi criado para orquestrar a agressão e desvaneceu-se, sem deixar vestígios, logo que foi assinado o tratado de paz em 12-3-1940.

Nas vésperas da agressão alemã à Dinamarca e Noruega (iniciada em 9-4-39) e posterior ataque à Holanda e Bélgica, PCP publica esta brilhante e consistente previsão política :«Não há pois perigo da Alemanha atacar os neutros. Seria estender a frente e reduzir as suas possibilidades de resistência numa frente reduzida. Podemos concluir portanto que a violação dos neutros, vizinhos da Alemanha, convém mais aos aliados Ocidentais que à própria Alemanha? De certo que convém [...]. Outro factor é o constante apelo feito aos neutros para que entrem na guerra contra a Alemanha [...]. À Grã-Bretanha convinha-lhe a extensão da frente de batalha. Por isso se explica o convite feito aos neutros para estarem a seu lado.»(O Diabo, 10/2/1940).

Isto é, 2 meses antes da Alemanha iniciar a agressão aos países neutros , o PCP escrevia que o perigo para esses países vinha essencialmente da França e da Grã-Bretanha, os principais autores da guerra. Deveria igualmente dizer que esse perigo vinha da URSS, que à data mantinha uma guerra de agressão contra a Finlândia, tentando à custa de pesadas baixas perfurar a Linha Mannerheim, o que só viria a conseguir em fins daquele mês.

Mas a agressão àqueles países não alterou as posições do PCP. Se um mês antes colocava a interrogação: «Mas haverá na verdade alguma diferença entre a Alemanha do sr. Hitler e a França do sr. Daladier ou mesmo a Inglaterra do sr. Chamberlain? («Nem Maginot, nem Siegfried», O Diabo, 9/3/1940), dias depois da capitulação da Dinamarca, quando a batalha da Noruega se desenrolava, Cunhal escrevia, falando na primeira pessoa, e com um cinismo brutal: «Eu muito francamente declaro que, hoje em dia, o sr. Chamberlain me merece tanta simpatia como o sr. Hitler ou o sr. Daladier (a ordem dos nomes é arbitrária)».(Álvaro Cunha!, «Ricochete - 2 », O Diabo, 290, 13/4/1940).

Se Chamberlain era conservador, Daladier era radical-socialista e havia sido, com Leon Blum e outros, um dos obreiros do Front Populaire, onde os comunistas franceses entravam. A Alemanha tinha acabado de ocupar a Dinamarca, que capitulara, e estava em vias de ocupar totalmente a Noruega. O que estava na base da argumentação de Cunhal naqueles artigos não era nenhuma razão ideológica, nem a “emancipação da classe trabalhadora” mas apenas a justificação cínica, e contrária aos mais elementares princípios da ética que defendia, da política externa da URSS.
Ao longo do Inverno de 1939/40, Cunhal foi passando, lentamente, da equidistância entre as potências democráticas e a Alemanha Nazi, para posições claramente germanófilas, na mesma linha das posições seguidas pela liderança soviética, de que Cunhal foi sempre um fiel discípulo.
Cunhal é preso a 30-5-1940, quando as Panzerdivisionen apoiadas pelos Stukas atingiam o mar, cortando a retirada dos exércitos franco-britânicos que combatiam na Bélgica. O reembarque de Dunkerke começava e os alemães estavam a horas de lançar a demolidora ofensiva na frente do Somme que lhes abriria o caminho de Paris.

Quer o afastamento de Cunhal da vida política activa, quer a queda de Paris, refrearam a germanofilia de O Diabo, mas o que foi escrito durante o Inverno de 1939/40 é o paradigma da perversão política mais despudorada, a desvergonha mais absoluta de um homem que exaltava e exalta a “superioridade moral dos comunistas” e, obviamente, a dele próprio, e a prova de que a única coerência que Cunhal tinha era a relativa ao domínio do mundo pelo modelo soviético do comunismo, quaisquer que fossem os meios utilizados para tal.


http://semiramis.weblog.com.pt/arquivo/2003/12/alvaro_cunhal_n.html
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RedWarrior

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(sem assunto)
« Responder #130 em: Junho 04, 2006, 01:55:51 am »
Citação de: "TOMKAT"
Falando de URSS e das relações estreitas e seguidistas entre os diversos partidos comunistas, e dos sapos que por vezes se têm que engolir, no caso que nos interessa os do PCP
Seguidistas não eram de certeza...O PCP tinha e teve posições dissidentes da União Soviética, mas esses textos normalmente não têm interesse :?
 Nada daquela argumentação faz sentido hoje em dia ( 2006 ) mas não me aquece nem arrefece se ela fôr verdadeira porque foi feita em 1939, e mesmo tendo em conta o Tratado de Munich, como se costuma dizer, a verdade é a primeira vítima de uma guerra.
 A única razão pela qual tu podes hoje estar a inventar/citar textos supostamente ligados ao PCP, é porque foi o único partido da actualidade que existia nesta altura e que teve uma posição nela e dela retirou ensinamentos, corrigiu erros e afirmou posições. Todos os outros partidos que hoje se dizem democratas, durante o Estado Novo não existiam, ao contrário daquele que hoje nos governa que foi fundado em 1973 na Alemanha :lol: :lol:
 
Citar
"Diz Jules Romains que a guerra foi provocada pelos países totalitários. Mas não sei por que razão, refere-se sempre e unicamente à Alemanha. Não existirão para Jules Romains outros países totalitários?" (O Diabo, 16/12/1939). Os beligerantes são iguais, ambos têm «telhados de vidro»(O Diabo, 23/12/1939).
Concordo.

Citar
PCP publica esta brilhante e consistente previsão política
Não se esqueçam que "O Diabo" não era o jornal oficial do PCP, teve apenas algumas colaborações.

Citar
«Eu muito francamente declaro que, hoje em dia, o sr. Chamberlain me merece tanta simpatia como o sr. Hitler ou o sr. Daladier (a ordem dos nomes é arbitrária)».(Álvaro Cunha!, «Ricochete - 2 », O Diabo, 290, 13/4/1940).

 Discordo. Eles convergem no objectivo, mas divergem nos métodos.
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Lusitano89

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Re: URSS
« Responder #131 em: Novembro 17, 2022, 06:24:33 pm »