Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha

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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #30 em: Setembro 04, 2022, 07:44:36 pm »
Para operar UAVs maiores era preciso nada mais nada menos que um Nimitz, para operar brinquedos tipo MQ-25, ou ter um LHD tipo Juan Carlos para um dos Bayraktar navais turcos, ainda em desenvolvimento.

Fora isso, vai ser só mesmo pequenos UAVs, e já era uma sorte se tivessem a inteligência de comprar uns Camcopter S100, que ao menos ainda levam um par de mísseis LMM, servindo para mais do que simplesmente vigilância.

A rampa e a pista não serão para operar grandes UAVs mas para estender a distância dos sistemas VTOL. Assim em vez de teres UAVs com 6h de autonomia se calhar podes chegar às 7h se conseguires poupar combustível no take off e aterragem. Um pouco como os F35 conseguem poupar quando fazem um VTOL "corrido" em vez de levantar na vertical.
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #31 em: Setembro 14, 2022, 04:17:13 pm »
Novos meios aéreos em testes


"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #32 em: Setembro 14, 2022, 04:37:43 pm »
CLWN NAVY !
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #33 em: Setembro 14, 2022, 11:30:28 pm »
Novos meios aéreos em testes





É para substituir os Lynx. São os helis mais lindos e versáteis da SOCACA.  :mrgreen:
Talent de ne rien faire
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #34 em: Setembro 16, 2022, 07:58:43 pm »
NATO, partners testing new maritime unmanned systems in Portugal
TRAINING & EDUCATION
September 16, 2022, by Fatima Bahtić
Around 1,500 military and civilian personnel from NATO and partner countries are gathering in Portugal this month for two maritime exercises aimed at testing the interoperability of new maritime unmanned systems.

Exercise REPMUS 22, held from 12 to 22 September, brings together a wide range of contributions from NATO and partner countries, NATO Centres of Excellence, the NATO Centre for Maritime Research and Experimentation (CMRE), as well from industry and academia.

During this period, the crews will test the coordination of unmanned systems above the water, on the water and under the sea.

Approximately 120 unmanned assets are being integrated into a single network for a range of experimentation scenarios.

REPMUS 22 is led by Portugal and supports the NATO Maritime Unmanned Systems Initiative (MUSI).

The NATO Maritime Unmanned Systems Initiative (MUSI) was launched in October 2018 to promote interoperability in the development of maritime unmanned systems and since then it has been playing a growing role in the REPMUS exercise series.

On the other hand, exercise DYNAMIC MESSENGER 22 will take place from 23 until 30 September 2022 with an emphasis on integrating maritime unmanned systems into maritime operations.

It will be the first-ever exercise with a focus on unmanned underwater systems held under NATO command and on integrating unmanned systems into NATO naval task groups.

Specifically, the exercise will test Alliance’s readiness to use unmanned systems to counter security challenges ranging from conventional submarine threats, to sea mines and asymmetric threats.

Both NATO’s Standing Naval Maritime Group 1 (SNMG1) and Standing NATO Maritime Counter Measures Group 1 (SNMCMG1) will be part of DYNAMIC MESSENGER 22.

DYNAMIC MESSENGER 22 will be conducted under joint leadership of NATO’s Allied Command Transformation in the United States and NATO’s Allied Maritime Command MARCOM in Northwood, UK.

Both exercises are being held in areas around the Troia Peninsula.

https://www.navaltoday.com/2022/09/16/nato-partners-testing-new-maritime-unmanned-systems-in-portugal/
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #35 em: Setembro 16, 2022, 08:06:13 pm »
Novos meios aéreos em testes





É para substituir os Lynx. São os helis mais lindos e versáteis da SOCACA.  :mrgreen:

Espero que sejam brasileiros  8)
 

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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #36 em: Outubro 11, 2022, 10:39:45 am »
Ontem quadcopter "caça-drones" com radar AESA no Twitter.

Dizer que estamos na vanguarda dos drones quando ainda andamos a fazer viagens para testar o alcance dos sistemas é ridículo.
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #37 em: Outubro 11, 2022, 08:17:13 pm »
Mais que ridículo é o mesmo que a complexidade de fragata. É atirar areia aos olhos.
Esta malta mais os seus servos ou ignorantes da comunicação, mandam essas para o povito num intervalo entre a discussão da bola e os feitos de qualquer acasalamento no big brother
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #38 em: Outubro 12, 2022, 02:13:44 pm »
O problema é pegarem em algo que é positivo, como o desenvolvimento de drones nacionais, e tentar agigantar a coisa, como se já fossem os melhores do mundo.

Se os NPOs servem de exemplo, de se agigantar algo nacional, que depois não dá em nada, então já sabemos o desfecho disto.

Nós para já ainda estamos na fase de criar drones que já se considera um sucesso voarem sem problemas e fazerem vigilância. Mas ainda estamos longe dos outros, que já vão em UCAVs, UAVs com sensores topo de gama, baías internas de armamento, UAVs a jacto, e começam a investir em UAVs supersónicos e/ou stealth.

Irónico, é que o melhor drone até agora feito em Portugal, não é usado pelas FA do próprio país.  ::)
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #39 em: Outubro 12, 2022, 08:30:33 pm »
O problema é pegarem em algo que é positivo, como o desenvolvimento de drones nacionais, e tentar agigantar a coisa, como se já fossem os melhores do mundo.

Se os NPOs servem de exemplo, de se agigantar algo nacional, que depois não dá em nada, então já sabemos o desfecho disto.

Nós para já ainda estamos na fase de criar drones que já se considera um sucesso voarem sem problemas e fazerem vigilância. Mas ainda estamos longe dos outros, que já vão em UCAVs, UAVs com sensores topo de gama, baías internas de armamento, UAVs a jacto, e começam a investir em UAVs supersónicos e/ou stealth.

Irónico, é que o melhor drone até agora feito em Portugal, não é usado pelas FA do próprio país.  ::)

Não é usado cá porque decerto não deve "sobrar" verbas para descair.
Pior, não se vê interesse em mudar a situação de forma relevante.
Existe alguma a tenção da Marinha com os AR3. Modelo que atualmente tem versão que já consegue voar 16 horas e equipado, além do EO, com radar de abertura sintética. Mas o AR5 que tem autonomia de mais de 20 horas, capacidade de lançar salva vidas, meios de vigilância e comunicação satélite, não chega para dar atenção.
É operado via satélite. Grande dificuldade em adquirir.
Continuam com as trotinetes aéreas que umas vezes conseguem voar outras nem por isso.

https://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigos/empresa-aeroespacial-tekever-esta-a-desenvolver-o-primeiro-radar-de-abertura-sintetica-produzido-em-portugal

Já na área da floresta, o equipamento poderá detetar através das copas das árvores a existência de movimentações, situação que poderá contribuir para evitar furtos de madeiras mais valiosas.

“Num drone, nós conseguimos ver cerca de 20 a 40 quilómetros para cada lado, com as antenas do radar, depende da altura a que estamos a voar. Se estivermos a voar a oito mil pés, conseguimos ver seguramente mais de 30 quilómetros para cada lado, estamos assim a varrer uma faixa de 60 quilómetros”, explicou.


Não é Embraier. Se fosse era a melhor coisa do mundo a vender cá
« Última modificação: Outubro 12, 2022, 08:33:57 pm por Pescador »
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #40 em: Novembro 04, 2022, 03:06:16 pm »
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Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #41 em: Novembro 05, 2022, 12:15:38 pm »
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Um falhanço de operação e não problemas de qualidade. Isso já foi usado em forum militar.br para gozar com tugas. Se calhar em vez de gozarem compravam uns AR5 para vigiar lá o burgo deles.
Cá ficamos agarrados aos ogassa que logo de inicio umas vezes voavam outras não, durante muito tempo metade inop.

Mas importante é as empresas nacionais vingarem lá fora, porque no País dos saloios basta umas mordomias "de acordo com a dignidade da função", como gostam de lhe chamar os de dignidade relativa. 
 

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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #42 em: Novembro 05, 2022, 01:22:08 pm »
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Um falhanço de operação e não problemas de qualidade. Isso já foi usado em forum militar.br para gozar com tugas. Se calhar em vez de gozarem compravam uns AR5 para vigiar lá o burgo deles.
Cá ficamos agarrados aos ogassa que logo de inicio umas vezes voavam outras não, durante muito tempo metade inop.

Mas importante é as empresas nacionais vingarem lá fora, porque no País dos saloios basta umas mordomias "de acordo com a dignidade da função", como gostam de lhe chamar os de dignidade relativa.

Quais ogassa? Os da Marinha ou da FAP?
 

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Re: Sistemas Aéreos não Tripulados da Marinha
« Responder #43 em: Novembro 05, 2022, 02:29:27 pm »
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Um falhanço de operação e não problemas de qualidade. Isso já foi usado em forum militar.br para gozar com tugas. Se calhar em vez de gozarem compravam uns AR5 para vigiar lá o burgo deles.
Cá ficamos agarrados aos ogassa que logo de inicio umas vezes voavam outras não, durante muito tempo metade inop.

Mas importante é as empresas nacionais vingarem lá fora, porque no País dos saloios basta umas mordomias "de acordo com a dignidade da função", como gostam de lhe chamar os de dignidade relativa.

Quais ogassa? Os da Marinha ou da FAP?

Ambos.
A Marinha andou também a fazer testes num NPO com o AR3 da Tekever, mas não sei de nada. Até porque na altura dos testes não havia a versão AR3 VTOL, só a versão com pequena rampa de lançamento e recolhido na rede e, agora existe o AR3VTOL para além de maior autonomia (16 h) também radar de abertura sintética.

Tudo começou com a pressa da FAP em adquirir 12, mas grande parte nunca funcionou de jeito
O problema está em ser à vontade do momento e do freguês. Se assim não fosse haveria mais critério, exigência, etc

As FA, o País, tem de perceber que mais importante que a vontade de uns carolas, seus meandros de ligações, é ter meios disponíveis verdadeiramente optimizados e eficazes.

Se um AR3 ou AR5 prestam, e não há dúvida disso, melhor serviço e até são nacionais como os ogassa, porque razão são os de fora a adquirir e cá seguem caminhos dúbios?
Se temos melhor disponível porque se insiste no pior e se faz "filmes"?

Isto é como a conversa dos tucanos e a sua "necessidade imperativa" em detrimento de meios mais versáteis de uso e de teatro de operação.
"Bora lá gastar e depois se vê"