Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)

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Charlie Jaguar

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« Última modificação: Outubro 18, 2022, 09:06:05 pm por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 

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ricardonunes

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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #106 em: Outubro 19, 2022, 10:20:32 am »
Citar
GNR está a operar desde domingo avião garantido pela Agência de Fronteiras Europeia para patrulhar o mar dos Açores. Guarda só tem competência até às 12 milhas e, para lá dessa distância, patrulhamento é da Força Aérea e da Marinha, que não foram contactadas

A GNR pediu à Frontex, a Agência de Fronteiras Europeia, um avião para patrulhar o mar dos Açores. A notícia é avançada esta terça-feira pelo Diário de Notícias, que acrescenta que a aeronave, um Beechcraft C-12, está a operar desde o passado domingo e que tanto a Marinha como a Força Aérea não receberam qualquer pedido de apoio da GNR, pelo que a situação terá causado mal-estar no seio das Forças Armadas.

A competência da GNR termina nas 12 milhas - para além dessa distância, só Marinha e Força Aérea têm meios de vigilância. O DN questionou a GNR sobre este pedido, alegadamente inédito, e fonte da guarda respondeu que a solicitação foi feita "com o objetivo de garantir a vigilância da fronteira externa da UE, designadamente da Região Autónoma dos Açores, atendendo as competências que cabem à Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR, vertidas na Lei Orgânica da Guarda". A GNR lembrou ainda que "a UCC é a unidade especializada responsável pelo cumprimento da missão da Guarda em toda a extensão da costa e no mar territorial, com competências específicas de vigilância, patrulhamento e interceção terrestre ou marítima em toda a costa e mar territorial do continente e das Regiões Autónomas", escreve o DN.

O patrulhamento ocorrerá entre outubro e novembro e será suportado financeiramente pela Agência Europeia Frontex, "no âmbito dos EUROSUR (Sistema Europeu de Vigilância das Fronteiras) Fusion Services, com o objetivo de potenciar a vigilância das fronteiras da externas da UE, aumentando a probabilidade de deteção antecipada de ocorrências de criminalidade transfronteiriça", diz ainda ao jornal fonte da GNR.

O DN assinala que os patrulhamnentos e operações na maior extensão do mar das regiões autónomas são normalmente responsabilidade da Marinha e da Força Aérea que, contactadas pelo jornal, dizem não ter recebido, da parte da GNR, qualquer pedido.

A Frontex, recorde-se, foi criada em 2004 para apoiar os estados-membros da UE na defesa das fronteiras externas, destacando-se a sua ação no Mediterrâneo, por onde passam fluxos significativos de migrantes.

A ação da GNR está a motivar críticas de ambos os ramos das Forças Armadas. Ao DN, o Almirante Melo Gomes, ex-Chefe de Estado-Maior da Armada, diz que "as fronteiras externas da UE nos Açores são, em primeiro lugar, as nossas. Como tal, da nossa responsabilidade soberana. O princípio da subsidiariedade deve ser a regra e a Frontex não se deve sobrepor à ação prioritária dos Estados. Adicionalmente, parece-me que não caberá à UCC formular pedidos de apoio externo em questões que se prendem com a soberania de Portugal", garante.

https://cnnportugal.iol.pt/gnr/frontex/gnr-pediu-a-frontex-um-aviao-para-patrulhar-o-mar-dos-acores/20221018/634e4f010cf2f9a86ebb266a
Potius mori quam foedari
 

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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #107 em: Outubro 19, 2022, 01:39:18 pm »
O cabrita tratará de meter esses fedelhos da marinha e da força aérea na ordem
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #108 em: Outubro 24, 2022, 06:50:01 pm »
GNR vai ficar com controlo de toda a fronteira marítima
(24 de Outubro de 2022)
Citação de: MadreMedia / Lusa
No âmbito do processo de reestruturação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), segundo a lei de 2021 que estabelece a transferência de competências para a PSP e GNR, o controlo dos terminais de cruzeiros passaria para a competência da Polícia de Segurança Pública, mas tal já não vai acontecer, ficando a Guarda Nacional Republicana com o controlo de toda a fronteira marítima.

A PSP vai ficar responsável pelo controlo das fronteiras aéreas.

«É isso que está garantido e já foi articulado com a PSP ao abrigo do estabelecido num acordo de cooperação entre as duas forças. A lei 73/2021 deixou previsto que efectivamente seria a PSP a controlar os terminais de cruzeiro. Contudo, por uma questão de continuidade no controlo fronteiriço, já foi objecto de diálogo com a PSP e GNR tendo em vista garantir a prossecução desse princípio que tem que depois de ser materializado num acordo de cooperação policial», disse aos jornalistas José Luís Carneiro, no final da cerimónia militar comemorativa do aniversário da Unidade de Controlo Costeiro da GNR.

Fonte do gabinete do ministro da Administração Interna esclareceu, entretanto, à Lusa que «esta medida é implementada ao abrigo do desejável estabelecimento de um acordo de cooperação operacional entre as forças de segurança».

Nas declarações aos jornalistas, o governante sustentou que «era importante que houvesse uma unidade da gestão de fronteira».

«Assim como pretendemos que haja uma unidade na gestão integrada da fronteira aérea, por isso é que GNR não estará no aeroporto de Beja, estará a PSP. Também procuremos garantir que a Unidade de Controlo Costeiro garanta o controlo da fronteira marítima, procurando garantir uma continuidade e integridade da fronteira aérea e marítima», disse José Luis Carneiro.

O ministro explicou que, no âmbito da transferência das competências policiais do SEF, o controlo aéreo será garantido por parte da PSP e o controlo marítimo e terrestre será garantido pela GNR, enquanto «tudo o que tem a ver com dimensões de criminalidade organizada, nomeadamente tráfico de seres humanos, será da responsabilidade da PJ».

José Luís Carneiro realçou que a Unidade de Controlo Costeiro da GNR «terá responsabilidades acrescidas no domínio da fronteira marítima».

«À luz dos dados objectivos que temos hoje, ficaremos com um controlo integrado e com uma gestão de fronteira marítima muito mais robusto do que aquilo que tínhamos até agora», disse.

No âmbito da extinção do SEF, que entretanto foi adiada até à criação da Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo (APMA), as competências policiais do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras vão passar para a PSP, GNR e Polícia Judiciária, enquanto as actuais atribuições em matéria administrativa relativamente a cidadãos estrangeiros passam a ser exercidas pela APMA e Instituto dos Registos e do Notariado.

[continua]
Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/gnr-vai-ficar-com-controlo-de-toda-a-fronteira-maritima

Cumprimentos,
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #109 em: Outubro 24, 2022, 07:06:10 pm »
F-16 para a PSP?
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #110 em: Outubro 25, 2022, 02:12:02 am »
Rapidamente tinham radar AESA, novos pods de guerra electrónica e reforço de armamento.
Talent de ne rien faire
 
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #111 em: Outubro 25, 2022, 04:12:11 pm »
E super tucanos para os Guardas Florestais para controlarem o caçadores furtivos de javalis.
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #112 em: Outubro 27, 2022, 04:22:27 pm »
GNR persegue traficantes no Rio Guadiana


 
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #114 em: Novembro 11, 2022, 05:31:24 pm »
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #115 em: Novembro 12, 2022, 11:47:06 am »
Avião da Frontex tem equipamento de "espionagem". GNR em silêncio
(12 de Novembro de 2022)
Citação de: Diário de Notícias
A polémica aeronave da Frontex que está a patrulhar o mar dos Açores volta a motivar preocupação por parte de militares das Forças Armadas, principalmente da Força Aérea Portuguesa (FAP) que foi afastada desta operação.

O avião, um Beechcraft, pertence à companhia inglesa DEA, especializada em operações de recolha de informações, vigilância e reconhecimento e todos os seus aparelhos estão equipados com tecnologia sofisticada, como radares, equipamento electro-óptico, sensores, comunicações por satélite, com capacidade de geo-referenciação para mapear toda a costa e área marítima açoriana.

(...)

De acordo com fontes militares que têm estado a acompanhar a missão nos Açores, a aeronave está a voar uma média de 4/6 horas por dia. Fonte oficial da GNR disse que a solicitação foi feita "com o objectivo de garantir a vigilância da fronteira externa da União Europeia (UE)" e que duraria cerca de um mês, entre Outubro e Novembro.

Alguns Oficiais Generais ouvidos pelo DN já tinham manifestado a sua indignação pelo facto de esta missão não ter sido pedida à FAP ou à Marinha.

Acresce agora o receio de que os dados que possam estar a ser recolhidos sejam utilizados por forças ou entidades estrangeiras.

Tendo em conta a sensibilidade estratégica das zonas marítimas em causa, o DN enviou várias perguntas à GNR, no passado dia quatro, sobre que salvaguardas tinham sido tomadas para garantir que todos os dados recolhidos, imagens e outros, sobre aquela área, apenas e só fossem utilizados pelas autoridades portuguesas. Questionámos ainda se estes voos são acompanhados em permanência pelas autoridades portuguesas. O comando-geral da GNR ainda não respondeu.

Por seu turno, questionado pelo DN, o porta-voz oficial do Chefe de Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Cartaxo Alves, que já antes tinha afirmado que a FAP não tinha recebido «qualquer solicitação da GNR» para esta missão, reafirma de novo: «A Força Aérea não participa na operação.» A FAP lembra que «de acordo com a lei e no âmbito das capacidades de vigilância e patrulhamento marítimo e terrestre, executa missões que visem assegurar, no espaço estratégico de interesse nacional, a vigilância e o controlo das fronteiras marítimas, das actividades de contrabando aduaneiro, de tráfico de estupefacientes e de imigração ilegal, entre outras». Para tal, tem as modernizadas aeronaves P-3C CUP+ e as C-295M.

«Isto é um atentado directo à nossa soberania. É óbvio, que podendo e não sendo tomadas medidas de salvaguarda, qualquer país ou empresa estrangeira, e os ingleses não são excepção, vão aproveitar toda a informação que aqui for recolhida, para usar em benefício próprio ou de algum cliente», exclama o ex-CEMFA, General Luís Araújo, quando confrontado com as características e origem do Beechcraft.

«É gravíssimo o que está a acontecer. É mostrar, erradamente, à UE que não temos capacidade para vigiar as nossas áreas de soberania e, consequentemente as fronteiras externas da UE. Então a GNR vai pedir à Frontex um avião para isso? É gravíssimo. A FAP tem feito estas missões com os P3, que têm todas as capacidades e equipamentos sofisticados que são precisos para fazer o patrulhamento nesta área que é um pilar da nossa soberania», assinala Luís Araújo.

Este General não tem dúvida que esta situação «afecta a nossa soberania, a nossa visão estratégica de ter o mar como um dos pilares da nossa soberania».

Frisa que «temos uma projecção no mar impressionante, quer do ponto de vista da segurança e defesa, como ambiental, recursos e economia» e que «a protecção do mar, em toda a sua profundidade, é tão importante como o espaço aéreo».

O Ex-CEMFA recorda que «o país está neste momento a negociar o alargamento da sua plataforma continental», em que Portugal se propõe adquirir soberania sobre um dos territórios marítimos mais extensos da Europa (mais 4,5 milhões de quilómetros quadrados), «e isto pode ser entendido como sinal de incapacidade. Não percebo como a Sra. Ministra da Defesa veio defender a iniciativa da GNR, como se fosse normal».

E deixa a pergunta: «Qual foi o papel do Almirante Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas (Silva Ribeiro)? É a ele que compete fazer a articulação com o Sistema de Segurança Interna».

Outro General da FAP, na reforma, Alfredo Cruz, que já foi Comandante Operacional nos Açores, acompanha as apreensões de Luís Araújo. «O que anda ali a fazer um avião civil? Qual é o papel das Forças Armadas, da Marinha e da FAP? Tanto quanto sei a Frontex apoia países que não têm capacidade para vigilância marítima e Portugal é dos países com mais capacidades nessa área, investimos centenas de milhares de euros nessa capacidade que é das melhores da Europa», assinala.

Adianta que conhece «bem a realidade geo-estratégica açoriana» e que «as únicas ameaças viáveis são o tráfico de droga e não é com um avião da Frontex, que só pode agir nas águas territoriais (12 milhas) ou contíguas, que se combate. O tráfico de droga vai muito para além disso. Imigração ilegal é que não de certeza».

A questão que se coloca, frisa este General, é «com esta área marítima tão grande, se não formos capazes de vigiar a nossa área, outros o farão por nós. E isso é o cerne da questão. Põe em causa a nossa soberania. Nem a GNR, nem o Ministério da Administração Interna, nem o Ministério da Defesa foram ainda capazes de explicar o que anda o avião a fazer que não pudesse ser feito por nós. A coordenação desta missão devia ser entregue à FAP e sermos nós a fazer».

Alfredo Cruz acentua que «há três áreas críticas de que nunca podemos abrir mão: a defesa aérea, a vigilância marítima e a busca e salvamento. O mar é desde a nossa fundação um desígnio nacional. Nada contra a Frontex, mas há limites. Os nossos políticos ainda não perceberam o problema fundamental que é a soberania nacional».

Recorda que «um dos requisitos para a extensão na nossa Plataforma Continental é termos capacidade de vigilância contra as ameaças aos fundos marinhos. Não podem plantar lá um avião sem coordenarem com a Autoridade Marítima Nacional e com a FAP».

A completar, o ex-Chefe de Estado-Maior da Armada, Almirante Melo Gomes, que já tinha alertado para a questão da soberania poder estar em causa, diz que «hoje em dia a dita "espionagem" faz-se pela agregação sucessiva de informação, sendo que os elementos da nossa Zona Exclusiva Económica dos Açores são muito úteis quer no domínio económico quer militar. Por isso mesmo conviria saber se existe alguém (português) qualificado a bordo e no centro de análise de dados para efectuar alguma espécie de controlo».

Melo Gomes já afirmara ao DN que «as fronteiras externas da UE nos Açores , são, em primeiro lugar, as nossas» e «como tal, da nossa responsabilidade soberana».

No seu entender, «o princípio da subsidiariedade deve ser a regra e a Frontex não se deve sobrepor à acção prioritária dos Estados».

Acrescentou ainda que «não caberá à Unidade de Controlo Costeiro da GNR formular pedidos de apoio externo em questões que se prendem com a soberania de Portugal».
Fonte: https://www.dn.pt/edicao-do-dia/12-nov-2022/aviao-da-frontex-tem-equipamento-de-espionagem-gnr-em-silencio-15343279.html

O general Alfredo Cruz já não parece estar a par com o que se passa neste país.

Cumprimentos,
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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #116 em: Novembro 15, 2022, 09:10:41 am »
Despacho n.º 13232/2022
Administração Interna - Gabinete da Secretária de Estado da Administração Interna
Subdelegação de competências no Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana (GNR), no âmbito da aquisição de uma Coastal Patrol Boat para o Comando Territorial dos Açores da GNR

https://dre.pt/dre/detalhe/despacho/13232-2022-203452330
 

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« Responder #117 em: Novembro 15, 2022, 10:26:51 am »
À partida será do tipo da Mar de Creta, que é considerada um coastal patrol boat:

https://www.marinetraffic.com/pt/ais/details/ships/shipid:5969446/mmsi:263673980/imo:0/vessel:MAR_DE_CRETA

https://www.alvorada.pt/index.php/oeste/1980-peniche-dia-da-unidade-de-controlo-costeiro-da-gnr-assinalado-com-nova-embarcacao

Ficava era a rir se fosse algo mais nestes moldes:



Aprovada candidatura nº PT/2019/FSI/459 – Expansão do EUROSUR – FASE II, no âmbito do OE2.ON1 - EUROSUR, do Fundo de Segurança Interna - FSI
(27 de Agosto de 2019)
Citação de: SGMAI
Informa-se que, no âmbito do Aviso de Abertura nº 96/FSI/2019, com a dotação de Fundo de 1.567.154,00 €, foi apresentada uma candidatura - nº PT/2019/FSI/459 – Expansão do EUROSUR – FASE II, pela Guarda Nacional Republicana, a qual foi aprovada com um investimento total elegível de 2.089.538,00 €, a que corresponde uma comparticipação comunitária de 1.567.153,50 €.
 
A candidatura está centrada na prossecução da implementação do SIVICC, tendo como objectivos:
- Desenvolver o conceito de EUROSUR na Região Autónoma dos Açores;
- Aumentar os níveis de segurança interna nacional e da EU, através do reforço da participação nas operações FRONTEX;
- Reforçar a capacidade nacional na vigilância, gestão e controlo das fronteiras através da aquisição de material de transporte;
- Consolidar os investimentos feitos na criação do NCC/SIVICC, através da aquisição de material informático.

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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #118 em: Novembro 15, 2022, 08:08:34 pm »
Já começaram os treinos

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Re: Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (UCC-GNR)
« Responder #119 em: Novembro 23, 2022, 07:52:01 pm »
Reforço na vigilância costeira nos Açores