A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3255 em: Novembro 24, 2022, 11:43:43 pm »
Estou a tentar perceber qual a táctica.
Não pode ser pior que a do engenheiro
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3256 em: Novembro 25, 2022, 07:54:13 am »
 O NPO D. Carlos I, armado até aos dentes





Citar

Navio “D. Carlos I” prossegue viagem em direção ao Golfo da Guiné na “Iniciativa Mar Aberto 22.2”
 
O navio hidro-oceanográfico “D. Carlos I”, da Marinha Portuguesa, partiu no dia 17 de novembro, da Base Naval de Lisboa, para integrar a “Iniciativa Mar Aberto 22.2”, no âmbito o Grupo Tarefa do Golfo da Guiné constituído para a realização de missões de segurança marítima e apoio à política externa do Estado naquela região, encontrando-se, atualmente, a sul do arquipélago das Canárias ao largo da costa ocidental de África, prevendo-se chegar ao Mindelo a 3 de dezembro.
 
No âmbito de um dos objetivos desta missão, realização de levantamentos hidrográficos, e decorrente do trânsito efetuado até ao momento, o navio, com recurso ao sondador EM 120 para grandes profundidades e com perfis de velocidade do som, tem vindo a maximizar a sondagem com incidência em áreas sem cobertura batimétrica. Complementarmente às tarefas de hidrografia, o navio contribui com apoio às várias Divisões de trabalho do Instituto Hidrográfico. Assim, têm também sido recolhidas amostras de água superficial para análise de microplásticos, observação e registo de lixo marinho e lançamento de boias derivantes no âmbito da cooperação entre o Instituto Hidrográfico e a NOAA (“National Oceanic and Atmospheric Administration”) – “Global Drifter Program” no sentido de contribuir para o conhecimento do clima e aprimorar as previsões numéricas globais.
 
No âmbito da segurança marítima o navio tem mantido vigilância e realizado a monitorização da área em que se encontra a navegar e realizado treino contra ações de pirataria e ataque armado à navegação mercante.
 
O Comandante da missão é o Capitão-de-mar-e-guerra Nicholson Lavrador e o navio “D. Carlos I”, comandado pelo capitão-de-fragata Aires de Castro, integra na sua guarnição 55 militares, incluindo uma equipa de segurança, uma equipa de mergulhadores, uma equipa hidrográfica e um médico naval.

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3257 em: Novembro 25, 2022, 01:57:03 pm »
Um CMG? Uma missão com um navio disruptor e resiliente como o Dom Carlos I devia, no mínimo, ser liderado por um CALM.
Talent de ne rien faire
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3258 em: Novembro 25, 2022, 05:36:02 pm »
Calma que o Tridentov vai protegê-lo

Ou então o Arponevich
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3259 em: Novembro 25, 2022, 07:03:58 pm »
O NPO D. Carlos I, armado até aos dentes





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Perdoem-me a futilidade da observação mas os marinheiros estão com um aspecto deplorável.
Faz-me lembrar as reportagens da Raids do início dos anos 90 na Roménia e Bangladesh.
Isto está lindo, está...

Navio “D. Carlos I” prossegue viagem em direção ao Golfo da Guiné na “Iniciativa Mar Aberto 22.2”
 
O navio hidro-oceanográfico “D. Carlos I”, da Marinha Portuguesa, partiu no dia 17 de novembro, da Base Naval de Lisboa, para integrar a “Iniciativa Mar Aberto 22.2”, no âmbito o Grupo Tarefa do Golfo da Guiné constituído para a realização de missões de segurança marítima e apoio à política externa do Estado naquela região, encontrando-se, atualmente, a sul do arquipélago das Canárias ao largo da costa ocidental de África, prevendo-se chegar ao Mindelo a 3 de dezembro.
 
No âmbito de um dos objetivos desta missão, realização de levantamentos hidrográficos, e decorrente do trânsito efetuado até ao momento, o navio, com recurso ao sondador EM 120 para grandes profundidades e com perfis de velocidade do som, tem vindo a maximizar a sondagem com incidência em áreas sem cobertura batimétrica. Complementarmente às tarefas de hidrografia, o navio contribui com apoio às várias Divisões de trabalho do Instituto Hidrográfico. Assim, têm também sido recolhidas amostras de água superficial para análise de microplásticos, observação e registo de lixo marinho e lançamento de boias derivantes no âmbito da cooperação entre o Instituto Hidrográfico e a NOAA (“National Oceanic and Atmospheric Administration”) – “Global Drifter Program” no sentido de contribuir para o conhecimento do clima e aprimorar as previsões numéricas globais.
 
No âmbito da segurança marítima o navio tem mantido vigilância e realizado a monitorização da área em que se encontra a navegar e realizado treino contra ações de pirataria e ataque armado à navegação mercante.
 
O Comandante da missão é o Capitão-de-mar-e-guerra Nicholson Lavrador e o navio “D. Carlos I”, comandado pelo capitão-de-fragata Aires de Castro, integra na sua guarnição 55 militares, incluindo uma equipa de segurança, uma equipa de mergulhadores, uma equipa hidrográfica e um médico naval.

Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3260 em: Novembro 25, 2022, 09:09:13 pm »
Um CMG? Uma missão com um navio disruptor e resiliente como o Dom Carlos I devia, no mínimo, ser liderado por um CALM.

Com um CALM, era de fazer uma gávia e meter lá o boneco a perscrutar o horizonte, já que EO não existe. É coisa de luxo
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3261 em: Novembro 26, 2022, 02:28:11 pm »
Riam-se riam-se ...


Quando vejo estas situações, acrescentando aqui os NPO sem armamento digno desse nome, vem-me sempre à memória a leitura de dados sobre o que aconteceu com um arrastão de pesca  modificado, que deslocava 800t, em 1918.

A embarcação foi aumentada ao efetivo em 1916 e recebeu o nome de Augusto de Castilho.
Colocaram-lhe uma peça de 65mm `a proa e uma mais comum peça de 47mm à popa.

O arrastão convertido em patrulha atingia 9 nós e  enfrentou já na fase final da guerra o submarino U-139, um de uma classe de apenas três submarinos de longo alcance alemães. O navio alemão atingia 15 nós e estava equipado com duas peças de 150mm.

Num combate desigual, que durou horas, a traineira que tinha por missão proteger um navio de passageiros, conseguiu atrasar o navio alemão que a afundou.

As pessoas responsáveis pelas forças armadas, pura e simplesmente não olham para a história.
Eu sei, que ninguém gosta de olhar para a História, porque é chato, mas ainda assim ...

Devem estar à espera, que como no passado os militares se sacrifiquem ... quer dizer... MORRAM porque politicos em Lisboa, não cumprem o juramento que prestam quando tomam posse ...

É muito mais fácil enganar uma pessoa, que explicar-lhe que foi enganada ...
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3262 em: Novembro 26, 2022, 06:32:44 pm »
Um navio desse com umas MG e miras de ferro dá cá uma senaita.

Os bonecos cheios de brilhantes da treta querem é tacho e mamar a grande. Comandantes de barcos de papel no gabinete e adidos carteiros dos outros
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3263 em: Novembro 29, 2022, 08:45:58 am »
Que Marinha, ou melhor, que Forças Armadas Portuguesas queremos/desejamos ter quando se chega a este triste e inaceitável ponto? :(

Citar
Família Naval Solidária Entre os Seus - Natal 2022

Por esta altura decorre uma campanha de recolha de alimentos para ajudar as famílias mais carenciadas da família naval.
Temos militares cuja única refeição que têm é o almoço na unidade, temos cada vez mais militares que na segunda metade do mês, nem a casa vão por não terem dinheiro para se deslocar, isto sem contar com os que já só vão a casa um fim de semana por mês.
Não sabemos se é este o objectivo, mas parece ser o destino.
Dito isto, ficam algumas questões:
Como é possível alguém que serve ou serviu a instituição, estar necessitado a este ponto?
Estando os militares neste estado, como se pode pedir que se ajudem uns aos outros?
Qual é o papel da instituição?
Qual é o papel da DAS (IASFA)?
Qual é o papel do governo?
Bem, o papel do governo é para esquecer, visto que tem sido esse a guiar-nos até aqui.
Uma profissão com especial penosidade, com mais restrições que os demais, com quem nela serve ou serviu, a ter que depender da caridade de terceiros.
Não sendo a primeira campanha deste género, será cada vez mais crítica a situação se o governo não atuar, valorizando realmente a carreira militar, repondo todos os salários e suplementos, no mínimo de acordo com a inflação. De outro modo, o futuro não só dos militares e ex militares, mas como o das Forças Armadas estará em sério risco.

https://www.facebook.com/NavalZERO/posts/pfbid0cuUZjwNipZsHupUdRsvYLR9VN8wvkWAuP3Hz3WfFNhHVhdW8cLTtxaSHZF9NoapEl

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3264 em: Novembro 29, 2022, 09:37:30 am »
O NPO D. Carlos I, armado até aos dentes





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Perdoem-me a futilidade da observação mas os marinheiros estão com um aspecto deplorável.
Faz-me lembrar as reportagens da Raids do início dos anos 90 na Roménia e Bangladesh.
Isto está lindo, está...

Navio “D. Carlos I” prossegue viagem em direção ao Golfo da Guiné na “Iniciativa Mar Aberto 22.2”
 
O navio hidro-oceanográfico “D. Carlos I”, da Marinha Portuguesa, partiu no dia 17 de novembro, da Base Naval de Lisboa, para integrar a “Iniciativa Mar Aberto 22.2”, no âmbito o Grupo Tarefa do Golfo da Guiné constituído para a realização de missões de segurança marítima e apoio à política externa do Estado naquela região, encontrando-se, atualmente, a sul do arquipélago das Canárias ao largo da costa ocidental de África, prevendo-se chegar ao Mindelo a 3 de dezembro.
 
No âmbito de um dos objetivos desta missão, realização de levantamentos hidrográficos, e decorrente do trânsito efetuado até ao momento, o navio, com recurso ao sondador EM 120 para grandes profundidades e com perfis de velocidade do som, tem vindo a maximizar a sondagem com incidência em áreas sem cobertura batimétrica. Complementarmente às tarefas de hidrografia, o navio contribui com apoio às várias Divisões de trabalho do Instituto Hidrográfico. Assim, têm também sido recolhidas amostras de água superficial para análise de microplásticos, observação e registo de lixo marinho e lançamento de boias derivantes no âmbito da cooperação entre o Instituto Hidrográfico e a NOAA (“National Oceanic and Atmospheric Administration”) – “Global Drifter Program” no sentido de contribuir para o conhecimento do clima e aprimorar as previsões numéricas globais.
 
No âmbito da segurança marítima o navio tem mantido vigilância e realizado a monitorização da área em que se encontra a navegar e realizado treino contra ações de pirataria e ataque armado à navegação mercante.
 
O Comandante da missão é o Capitão-de-mar-e-guerra Nicholson Lavrador e o navio “D. Carlos I”, comandado pelo capitão-de-fragata Aires de Castro, integra na sua guarnição 55 militares, incluindo uma equipa de segurança, uma equipa de mergulhadores, uma equipa hidrográfica e um médico naval.


Não sei o que se tem passado com os meus postais que não ficam registados, geralmente associados a alguma citação.
O que pretendia dizer é que fico espantado com o ar deplorável e miserável dos marinheiros que fazem lembrar os militares da Roménia ou Bangladesh mostrados na revista RAIDS do início dos anos 90.
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3265 em: Novembro 29, 2022, 09:39:56 am »
Que Marinha, ou melhor, que Forças Armadas Portuguesas queremos/desejamos ter quando se chega a este triste e inaceitável ponto? :(

Citar
Família Naval Solidária Entre os Seus - Natal 2022

Por esta altura decorre uma campanha de recolha de alimentos para ajudar as famílias mais carenciadas da família naval.
Temos militares cuja única refeição que têm é o almoço na unidade, temos cada vez mais militares que na segunda metade do mês, nem a casa vão por não terem dinheiro para se deslocar, isto sem contar com os que já só vão a casa um fim de semana por mês.
Não sabemos se é este o objectivo, mas parece ser o destino.
Dito isto, ficam algumas questões:
Como é possível alguém que serve ou serviu a instituição, estar necessitado a este ponto?
Estando os militares neste estado, como se pode pedir que se ajudem uns aos outros?
Qual é o papel da instituição?
Qual é o papel da DAS (IASFA)?
Qual é o papel do governo?
Bem, o papel do governo é para esquecer, visto que tem sido esse a guiar-nos até aqui.
Uma profissão com especial penosidade, com mais restrições que os demais, com quem nela serve ou serviu, a ter que depender da caridade de terceiros.
Não sendo a primeira campanha deste género, será cada vez mais crítica a situação se o governo não atuar, valorizando realmente a carreira militar, repondo todos os salários e suplementos, no mínimo de acordo com a inflação. De outro modo, o futuro não só dos militares e ex militares, mas como o das Forças Armadas estará em sério risco.

https://www.facebook.com/NavalZERO/posts/pfbid0cuUZjwNipZsHupUdRsvYLR9VN8wvkWAuP3Hz3WfFNhHVhdW8cLTtxaSHZF9NoapEl

Vergonhoso

Miseráveis
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3266 em: Novembro 29, 2022, 02:56:23 pm »
Mais GT...

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------- Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada n.º 66/22, de 25
de novembro:
ESTRUTURA DE APOIO PARA A AQUISIÇÃO DOS NAVIOS DE PATRULHA COSTEIRA (EA-NPC).
Considerando que as Lanchas de Fiscalização Rápida (LFR) da classe Argos ultrapassaram já o seu tempo de vida útil e que se iniciou o processo progressivo de paragem operacional, e que as Lanchas de Fiscalização Rápida (LFR) da classe Centauro e as Lanchas de Fiscalização Costeira (LFC) da classe Tejo se aproximam do seu final de vida, torna-se necessário desenvolver e executar um plano que permita garantir a manutenção da disponibilidade das capacidades que estas classes de navios asseguram, antecipando ao máximo o programa de aquisição de Navios de Patrulha Costeira (NPC), de forma a garantir uma Capacidade de Patrulha Costeira credível, prevista no Sistema de Forças;
Considerando que o NPC visa assegurar a satisfação das necessidades de patrulhamento e fiscalização no mar, salvaguarda da vida humana no mar, controlo de fronteiras e combate às atividades ilícitas no mar (pirataria, tráfico, etc.), apoio a atividades económicas e científicas relacionadas com o mar, no contexto nacional e no âmbito de compromissos internacionais assumidos, materializando os requisitos estratégicos e operacionais definidos no Sistema de Forças de 2014;
Considerando que a Lei Orgânica n.º 2/2019, de 17 de junho, que aprova a Lei de Programação Militar (LPM), assegura, na Capacidade de Patrulha e Fiscalização, a
programação financeira necessária para a concretização do programa de aquisição de um NPC;
Considerando que a estratégia de negociação deste programa deverá estar alinhada com a dos restantes, no contexto da renovação da esquadra prevista na LPM 2019–2030, com enquadramento no Programa Intersetorial de Renovação da Esquadra (PIRE), sendo fundamental assegurar a coordenação da relação com as diferentes entidades envolvidas,
nacionais e internacionais;
Considerando, ainda, a necessidade de se proceder à análise e ao acompanhamento, sob o ponto de vista da autoridade e da direção técnica, do cumprimento do futuro contrato, assim como de desenvolver as ações tendentes à aquisição dos NPC, estruturadas sob a forma de um Programa de Aquisição especifico, que englobará para além dos próprios meios navais, a organização do apoio logístico integrado, formação e treino das guarnições e demais pessoal-chave identificado, bem como da futura integração na Marinha do referido meio naval;
Assim, ao abrigo do disposto na Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas /LOBOFA), aprovada pela Lei Orgânica n.º 2/2021, de 9 de agosto, determino a
criação da Estrutura de Apoio para a Aquisição dos Navios de Patrulha Costeira (EA-NPC), com a arquitetura estrutural ilustrada no Anexo ao presente despacho e que a seguir se detalha:
I. A EA–NPC é operacionalizada pelos seguintes quatro grupos interdependentes:
a. Grupo de Trabalho para a Revisão dos Requisitos Operacionais dos Navios de Patrulha Costeira (GT-NPCREQ);
b. Equipa de Projeto para o Acompanhamento Técnico do Programa de Aquisição dos Navios de Patrulha Costeira (EP-NPCTEC);
c. Equipa de Apoio à Negociação do Contrato de Aquisição dos Navios de Patrulha Costeira (EA-NPCNEG); e
d. Grupo de Acompanhamento do Programa de Aquisição dos Navios de Patrulha Costeira (GA-NPC).

[...]

Blá, Blá, Blá

[...]

VI. Disposições finais
1. Os encargos associados às atividades da EA–NPC são suportados pela Lei de Programação Militar - Capacidade de Patrulha e Fiscalização, e/ou por outra fonte de financiamento que venha a ser determinada.
2. O GT-NPCREQ, a EP-NPCTEC, a EA-NPCNEG e o GA-NPC serão extintos após a conclusão do Programa de Aquisição dos NPC e o cumprimento integral dos demais compromissos assumidos neste âmbito.
3. O presente despacho produz efeitos na data da sua assinatura.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3267 em: Novembro 29, 2022, 06:54:43 pm »
Burros ainda são os que lá estão...Saiam enquanto é tempo.
Cps
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3268 em: Novembro 30, 2022, 03:09:35 pm »
LOL

Peçam à GNR

Cambada de bonecos
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #3269 em: Hoje às 01:00:31 pm »
O NPO D. Carlos I, armado até aos dentes





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Perdoem-me a futilidade da observação mas os marinheiros estão com um aspecto deplorável.
Faz-me lembrar as reportagens da Raids do início dos anos 90 na Roménia e Bangladesh.
Isto está lindo, está...


Navio “D. Carlos I” prossegue viagem em direção ao Golfo da Guiné na “Iniciativa Mar Aberto 22.2”
 
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No âmbito de um dos objetivos desta missão, realização de levantamentos hidrográficos, e decorrente do trânsito efetuado até ao momento, o navio, com recurso ao sondador EM 120 para grandes profundidades e com perfis de velocidade do som, tem vindo a maximizar a sondagem com incidência em áreas sem cobertura batimétrica. Complementarmente às tarefas de hidrografia, o navio contribui com apoio às várias Divisões de trabalho do Instituto Hidrográfico. Assim, têm também sido recolhidas amostras de água superficial para análise de microplásticos, observação e registo de lixo marinho e lançamento de boias derivantes no âmbito da cooperação entre o Instituto Hidrográfico e a NOAA (“National Oceanic and Atmospheric Administration”) – “Global Drifter Program” no sentido de contribuir para o conhecimento do clima e aprimorar as previsões numéricas globais.
 
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O Comandante da missão é o Capitão-de-mar-e-guerra Nicholson Lavrador e o navio “D. Carlos I”, comandado pelo capitão-de-fragata Aires de Castro, integra na sua guarnição 55 militares, incluindo uma equipa de segurança, uma equipa de mergulhadores, uma equipa hidrográfica e um médico naval.


Não sei o que se tem passado com os meus postais que não ficam registados, geralmente associados a alguma citação.
O que pretendia dizer é que fico espantado com o ar deplorável e miserável dos marinheiros que fazem lembrar os militares da Roménia ou Bangladesh mostrados na revista RAIDS do início dos anos 90.

O que o Luso escreveu, ficou no início da citação, a seguir às fotos.
 
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