Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #900 em: Abril 17, 2022, 01:40:50 pm »
Tão fofinhos e rabicholas, como se quer

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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dc

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #901 em: Abril 17, 2022, 09:03:14 pm »
Mas por cá tens a Marinha a reagir, como se fosse um crime "lesa-majestade", à existência do Bojador - pago a 75% pela UE, algo que não seria possível à Marinha - reação com um vigor desconhecido quando se trata de outros casos...  ::)

Pois, souberam reclamar dos navios da GNR, mas não souberam reclamar com o Governo para que desse à Marinha orçamento suficiente para conseguir executar tantas missões.
 
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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #902 em: Abril 18, 2022, 10:30:14 am »
Mas por cá tens a Marinha a reagir, como se fosse um crime "lesa-majestade", à existência do Bojador - pago a 75% pela UE, algo que não seria possível à Marinha - reação com um vigor desconhecido quando se trata de outros casos...  ::)

Eu não sei se não seria possível a Marinha beneficiar de fundos da UE, para missões menos militares, a GNR também é uma força militar, e sob a alçada da Marinha existem também várias entidades de carácter mais civil. Logo não sei até que ponto não seria possível a Marinha ter acesso a algum fundo de apoio para missões relacionadas com protecção de fronteiras e afins, aliás ao nível regulamentar cabe à marinha (Autoridade Marítima Nacional ) disponibilizar os meios navais que outras entidades (SEF, GNR, PJ,...) possam requisitar para desempenhar as suas funções, alias a falta de disponibilidade de meios por parte da Marinha já levou a que várias entidades reclamassem e até foi um dos motivos usados pela GNR para compra da Bojador e afins.
 

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #903 em: Abril 18, 2022, 10:41:31 am »
Pois, o problema é que a marinheca anda a engonhar há 10 anos e ainda não aprovou um estatuto para a Polícia Marítima. Se o fizesse, esta entidade poderia recorrer a fundos comunitários.

Por esta e por outras, é que continuo a defender a fusão entre a AMN e UEC, criando uma guarda costeira dedicada. Mas a marinheca tem muitos “interesses” espalhados pelo país (as capitanias) e são sempre necessárias posições para escoar os oficiais em excesso.
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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #904 em: Abril 18, 2022, 10:52:45 am »
Mas por cá tens a Marinha a reagir, como se fosse um crime "lesa-majestade", à existência do Bojador - pago a 75% pela UE, algo que não seria possível à Marinha - reação com um vigor desconhecido quando se trata de outros casos...  ::)

Eu não sei se não seria possível a Marinha beneficiar de fundos da UE, para missões menos militares, a GNR também é uma força militar, e sob a alçada da Marinha existem também várias entidades de carácter mais civil. Logo não sei até que ponto não seria possível a Marinha ter acesso a algum fundo de apoio para missões relacionadas com protecção de fronteiras e afins, aliás ao nível regulamentar cabe à marinha (Autoridade Marítima Nacional ) disponibilizar os meios navais que outras entidades (SEF, GNR, PJ,...) possam requisitar para desempenhar as suas funções, alias a falta de disponibilidade de meios por parte da Marinha já levou a que várias entidades reclamassem e até foi um dos motivos usados pela GNR para compra da Bojador e afins.

A FAP não teve 2 dos Merlin financiados por serem SAR?
O problema é outro e a conversa do financiamento é para atirar areia.

Interesses da GNR que está muito bem colocada e desinteresses/interesses de outros das FA consoante as pretensões. A ambiguidade e a falta de definição serve interesses.

Tudo tem a ver da forma como se apresentam os projectos. Se não tivéssemos uma GNR aquática decerto seria diferente. Afinal quem tem a busca e salvamento, não é a Marinha?
Já receberam alguma coisa de financiamento por isso?
Mas a GNR recebe por ser fiscal havendo uma Policia Marítima, que até tem swat aquático com verbas mais gerais desviadas da PM por não ser assim bem oficial. E contudo está o DAE da Marinha que nesse campo é excelente.
Depois a PM é o que se vê e o que se diz, de muita verdade.
Porquê?
Porque é deixada ao acaso não tendo a representatividade que poderia ter e onde devia nem efectivo tem. Fazem uns serviços "ocasionais".

A GNR é bombeiro, é resgate de montanha, aquática, tudo e mais alguma coisa, onde poderiam estar outros, menos nos Postos territoriais mesmo nas urbes de maior movimento, que quase sempre não estão disponíveis seja por meios ou o que for.
Isto porque neste País não existe uma verdadeira estratégia e isenção de "proximidades" ou de influencias e, tudo quer o seu quintal muito colorido. Até a PJ em tempos quis a sua swat. Era a moda na altura ter swats e toca a criar brincadeiras.
Mas levar a sério as FA e os meios é que está escasso. Excepto algumas coisinhas devido às missões no estrangeiro. Ou não é visível que algum apetrechamento no exército tem sido na base disso?
Até a FAP recebeu uns misseis melhores por causa da missões externas, senão nem versão "M" eram. Ainda assim bem contadinhos e alguns modelos ficaram de fora.

País rico, de brincalhões e fantasias

Lembrei-me desta, será que a Marlin e o EO dos NPO não podiam vir ao abrigo da missão internacional de combater pirataria, ou aquilo é mesmo só para turismo a sul?  :D :D :D


« Última modificação: Abril 18, 2022, 11:10:39 am por Pescador »
 

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #905 em: Abril 18, 2022, 11:48:13 am »
Julgo que a UE não financiava forças (verdadeiramente) militares (agora com a guerra não sei se isso vai mudar), portanto a GNR, como força de segurança, conseguiu o tal financiamento que a Marinha não conseguia.

A realidade é que, com financiamento a 75%, a poupança é considerável, e devia ter sido visto como um facilitador para a criação de uma guarda costeira, reduzir os encargos da Marinha, e reduzir a despesa com meios supérfluos que pouco ou nenhum valor militar têm.

Outras marinhas por esse mundo fora, nem pensavam duas vezes perante esta possibilidade, de ver reduzidos os encargos de fiscalização, e assim poder canalizar os esforços para as restantes missões.
 
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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #906 em: Abril 18, 2022, 12:02:04 pm »
A FAP não teve 2 dos Merlin financiados por serem SAR?

Foram os dois Mk.515 SIFICAP (Sistema de Fiscalização das Pescas), financiados a 50% pela UE. Ficaram assim a 12,5M€ cada um.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
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Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
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asalves

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #907 em: Abril 18, 2022, 12:13:02 pm »
Julgo que a UE não financiava forças (verdadeiramente) militares (agora com a guerra não sei se isso vai mudar), portanto a GNR, como força de segurança, conseguiu o tal financiamento que a Marinha não conseguia.

A realidade é que, com financiamento a 75%, a poupança é considerável, e devia ter sido visto como um facilitador para a criação de uma guarda costeira, reduzir os encargos da Marinha, e reduzir a despesa com meios supérfluos que pouco ou nenhum valor militar têm.

Outras marinhas por esse mundo fora, nem pensavam duas vezes perante esta possibilidade, de ver reduzidos os encargos de fiscalização, e assim poder canalizar os esforços para as restantes missões.

Atenção que existe uma diferença entre forças militares e forças de segurança, no papel a GNR é uma força militar, apesar de estar sob alçada do MAI, em tempos de necessidade, Guerra, estado sitio, Emergência, podem ficar sob alçada do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

Aliás foi por ser uma força militar que já participou em diversos teatros de operações (Timor, Iraque,...)
 

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PereiraMarques

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #908 em: Abril 18, 2022, 04:07:57 pm »


Aliás foi por ser uma força militar que já participou em diversos teatros de operações (Timor, Iraque,...)

Na realidade participaram no Iraque por não serem precisamente parte das Forças Armadas, ou seja, a sua participação não implicou a reunião do ​​​​Conselho Superior de Defesa Nacional​​​ e/ou "palpite" por parte do Presidente / Comandante Supremo das FA.

https://www.publico.pt/2003/11/12/politica/noticia/sampaio-admite-que-missao-da-gnr-no-iraque-e-de-grande-risco-1175141
 

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Pescador

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #909 em: Abril 18, 2022, 04:34:02 pm »
Resumindo, temos o exemplo em dois EH 101 financiados, sendo da FAP mas com missão virada para aspectos civis. Como o fazem as lanchas de fiscalização da Marinha e agora da GNR.
A GNR esteve no Iraque enquadrada com os Carabineri, seja em colunas ou no aquartelamento destes, que são "paramilitares" com funções semelhantes.

Então parece que é preciso por ordem nesta amalgama de quintinhas.

Se é para ter GNR naval, faz falta ter policia marítima?
Se é para ter GNR naval, faz falta ter lanchas de fiscalização na Marinha de Guerra? Ou seria mais adequado deixar a fiscalização para outros e existirem umas lanchas para os fuzileiros como acontece no norte da Europa e nos EUA?
E não me refiro tradicionais LDG, mas as outras.

Deixar o trabalho de fiscalização e policiamento e dedicar a MDG a vertentes de combate, mesmo logo a partir da baixa intensidade como a pirataria. E tinha também de ser repensada essa conversa da vertente tão prazenteira e atraente para alguns, do turismo não combatente. É reencaminha-los para a GNR naval

Se calhar ganhava, ou não, porque causa da conversa do duplo uso. Aí ficava o duplo uso nos tais navios logísticos com capacidade de apoio geral, sejam lá de que natureza forem, dado a versatilidade de opções existentes. O que era bom.

Mas por outro lado, porque carga de água salgada, tem de estar sempre a conversa do duplo uso no assunto da Marinha?
Parece que se pede desculpas por existir uma Marinha de Guerra.
E são os Bonecos os primeiros "a pedir desculpas".
É triste

 
 
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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #910 em: Abril 18, 2022, 11:09:29 pm »
Na Itália, os Carabinieri não são simplesmente “paramilitares”. São parte integrante das forças armadas italianas, são o quarto ramo. Além de gendarmeria, como a GNR, são a polícia militar italiana e têm unidades de combate, inclusive paraquedistas. A força italiana mais parecida com a GNR, em termos de estatuto (e parte das funções), será a Guardia di Finanza.
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« Responder #911 em: Abril 19, 2022, 01:15:02 am »
Resumindo, temos o exemplo em dois EH 101 financiados, sendo da FAP mas com missão virada para aspectos civis. Como o fazem as lanchas de fiscalização da Marinha e agora da GNR.
A GNR esteve no Iraque enquadrada com os Carabineri, seja em colunas ou no aquartelamento destes, que são "paramilitares" com funções semelhantes.

Então parece que é preciso por ordem nesta amalgama de quintinhas.

Se é para ter GNR naval, faz falta ter policia marítima?
Se é para ter GNR naval, faz falta ter lanchas de fiscalização na Marinha de Guerra? Ou seria mais adequado deixar a fiscalização para outros e existirem umas lanchas para os fuzileiros como acontece no norte da Europa e nos EUA?
E não me refiro tradicionais LDG, mas as outras.

Deixar o trabalho de fiscalização e policiamento e dedicar a MDG a vertentes de combate, mesmo logo a partir da baixa intensidade como a pirataria. E tinha também de ser repensada essa conversa da vertente tão prazenteira e atraente para alguns, do turismo não combatente. É reencaminha-los para a GNR naval

Se calhar ganhava, ou não, porque causa da conversa do duplo uso. Aí ficava o duplo uso nos tais navios logísticos com capacidade de apoio geral, sejam lá de que natureza forem, dado a versatilidade de opções existentes. O que era bom.

Mas por outro lado, porque carga de água salgada, tem de estar sempre a conversa do duplo uso no assunto da Marinha?
Parece que se pede desculpas por existir uma Marinha de Guerra.
E são os Bonecos os primeiros "a pedir desculpas".
É triste

O problema é  a nossa burocracia que cria varias camadas de redundância, uma vez vi uma imagem com os limites de jurisdição da costa de cada entidade e era algo de outro mundo. Desde uma quantidade irreal de entidades com jurisdição a limites sobrepostos com diferentes missoes que entra em conflito por vezes, e até limites muito subjectivos.

Isto aliado à cultura de quintinhas tem tudo para dar confusão, e agora coragem/vontade política para mudar alguma coisa?
 

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #912 em: Abril 19, 2022, 02:15:15 pm »
Na Itália, os Carabinieri não são simplesmente “paramilitares”. São parte integrante das forças armadas italianas, são o quarto ramo. Além de gendarmeria, como a GNR, são a polícia militar italiana e têm unidades de combate, inclusive paraquedistas. A força italiana mais parecida com a GNR, em termos de estatuto (e parte das funções), será a Guardia di Finanza.

Sim pertencem  um ramo, por isso disse "semelhantes", porque abrangem também algumas das funções por cá feitas pela GNR . E cá a GNR agarrou-se a isso da Guarda de Finança até no aspecto naval
 

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Pescador

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #913 em: Abril 19, 2022, 02:19:28 pm »
Resumindo, temos o exemplo em dois EH 101 financiados, sendo da FAP mas com missão virada para aspectos civis. Como o fazem as lanchas de fiscalização da Marinha e agora da GNR.
A GNR esteve no Iraque enquadrada com os Carabineri, seja em colunas ou no aquartelamento destes, que são "paramilitares" com funções semelhantes.

Então parece que é preciso por ordem nesta amalgama de quintinhas.

Se é para ter GNR naval, faz falta ter policia marítima?
Se é para ter GNR naval, faz falta ter lanchas de fiscalização na Marinha de Guerra? Ou seria mais adequado deixar a fiscalização para outros e existirem umas lanchas para os fuzileiros como acontece no norte da Europa e nos EUA?
E não me refiro tradicionais LDG, mas as outras.

Deixar o trabalho de fiscalização e policiamento e dedicar a MDG a vertentes de combate, mesmo logo a partir da baixa intensidade como a pirataria. E tinha também de ser repensada essa conversa da vertente tão prazenteira e atraente para alguns, do turismo não combatente. É reencaminha-los para a GNR naval

Se calhar ganhava, ou não, porque causa da conversa do duplo uso. Aí ficava o duplo uso nos tais navios logísticos com capacidade de apoio geral, sejam lá de que natureza forem, dado a versatilidade de opções existentes. O que era bom.

Mas por outro lado, porque carga de água salgada, tem de estar sempre a conversa do duplo uso no assunto da Marinha?
Parece que se pede desculpas por existir uma Marinha de Guerra.
E são os Bonecos os primeiros "a pedir desculpas".
É triste

O problema é  a nossa burocracia que cria varias camadas de redundância, uma vez vi uma imagem com os limites de jurisdição da costa de cada entidade e era algo de outro mundo. Desde uma quantidade irreal de entidades com jurisdição a limites sobrepostos com diferentes missoes que entra em conflito por vezes, e até limites muito subjectivos.

Isto aliado à cultura de quintinhas tem tudo para dar confusão, e agora coragem/vontade política para mudar alguma coisa?

O ridículo é até em terra com a PSP e a GNR. Um assalto com fuga por exemplo na freguesia da Charneca de Caparica ou do Monte da Caparica só se sabe duas horas ou mais depois ali ao lado em Almada ou Seixal. Primeiro andam a  ver se encontram depois mais tarde dão a noticia. Isto já foi alvo de noticia varias vezes.
Protagonismos e arrogância quanto a autoridades da área.
Com a PM e a GNR no litoral é soma e segue
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nelson38899

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Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Responder #914 em: Maio 31, 2022, 06:03:15 pm »
Podem não ser integrados na marinha, mas uma coisa é certa o alfeite tem andaimes a mais.







"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva