Missão militar portuguesa na RCA

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typhonman

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1065 em: Maio 16, 2021, 11:06:30 pm »
Não sei se foi na RCA ou no Mali, mas as forças portuguesas que por lá operam, parte deles não estão vacinadas contra a Covid-19.
Um dos militares estava de colete e tapando a cara disse que era uma vergonha que o país o mandou para ali e vacinas nem ve-las.


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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1066 em: Maio 17, 2021, 09:11:13 pm »
Não sei se foi na RCA ou no Mali, mas as forças portuguesas que por lá operam, parte deles não estão vacinadas contra a Covid-19.
Um dos militares estava de colete e tapando a cara disse que era uma vergonha que o país o mandou para ali e vacinas nem ve-las.


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Claro senão os professores não podiam ser vacinados...
 

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typhonman

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1067 em: Maio 17, 2021, 10:14:31 pm »
Não sei se foi na RCA ou no Mali, mas as forças portuguesas que por lá operam, parte deles não estão vacinadas contra a Covid-19.
Um dos militares estava de colete e tapando a cara disse que era uma vergonha que o país o mandou para ali e vacinas nem ve-las.


 :bang: :bang:

Claro senão os professores não podiam ser vacinados...

Sarcasmo só pode....
 

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Lightning

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1068 em: Maio 17, 2021, 10:46:41 pm »
Não sei se foi na RCA ou no Mali, mas as forças portuguesas que por lá operam, parte deles não estão vacinadas contra a Covid-19.
Um dos militares estava de colete e tapando a cara disse que era uma vergonha que o país o mandou para ali e vacinas nem ve-las.


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Era do Mali, da EUTM.
 
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LM

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1069 em: Junho 01, 2021, 05:59:44 pm »
Bomb Kills 2 CAR Police, 3 Russian Paramilitaries

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The attack also wounded five members of the Central African security forces, UN sources said.

Citar
A military convoy struck a roadside bomb in the northwest of the conflict-wracked Central African Republic, leaving two policemen and three Russian paramilitaries dead, the government said Sunday.

Tensions have been high in the country of 4.7 million since a December presidential election, although a recent surge in violence is just the latest in a civil war that has lasted since the ouster of President Francois Bozize in 2013.

“Three Russian allies and two Central African police officers were killed,” government spokesman Ange Maxime Kazagui told AFP, while UN sources said the attack Thursday also wounded five members of the Central African security forces.

They said the convoy was blown up on the road between Berberati and Bouar, more than 400 kilometers (250 miles) from the capital Bangui.

A Russian helicopter was sent to the scene to recover the victims’ bodies and the wounded, the sources said.

Moscow, which wields significant influence in the poor African nation, has since 2018 maintained a large contingent of “instructors” to train the Central African army.

They were joined in December by hundreds more Russian paramilitaries, along with Rwandan troops, who were key in helping President Faustin Archange Touadera‘s army to thwart a rebellion.

Bangui referred to the Russian “military” in a bilateral defense accord, before Moscow corrected it by referring to them as “instructors.”

Numerous witnesses and NGOs say the instructors are in fact paramilitaries from the Wagner Group, a shadowy private military company that is actively participating in the fight against CAR rebels, alongside Rwandan special forces and UN peacekeepers.

On Friday the UN said 11 people were killed in less than a month by mines in the country, mainly in the northwest where some of the last bastions of rebel groups are located.

The presence of roadside bombs and mines is a rather new phenomenon in the country, years of conflict.

Most of the territory of the perennially unstable former French colony is divided among numerous armed bands.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
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Lightning

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1070 em: Junho 15, 2021, 07:37:07 pm »
Ainda não vi noutros média mas aquilo com os russos, não ficou mais calmo. E foi em Bambari onde as nossas forças andam muitas vezes.

E os Russos lá já não são meia dúzia de concelheiros, a ONU estima em 2300 Russos na RCA (parece que o governo da RCA não quer confirmar isso).

Se a RCA se tornar um palco para o conflito geopolítico Russo, sabe-se lá o quê pode acontecer, mas normalmente não fica melhor para as forças ocidentais.

https://edition.cnn.com/2021/06/15/africa/central-african-republic-russian-mercenaries-cmd-intl/index.html?utm_source=fbCNNi&utm_medium=social&utm_term=link&utm_content=2021-06-15T11%3A00%3A28

PS: logo no início têm vídeo mas é preciso esperar um bocado.
« Última modificação: Junho 15, 2021, 07:54:23 pm por Lightning »
 

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goldfinger

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1071 em: Junho 17, 2021, 05:57:37 pm »






A España servir hasta morir
 

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LM

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1072 em: Julho 07, 2021, 01:10:23 pm »
https://www.facebook.com/emgfa/videos/840217750205255/

Citar
Os militares portugueses, da 9ª Força Nacional Destacada, maioritariamente composta por Paraquedistas, ao serviço das Nações Unidas na República Centro-Africana, estiveram empenhados numa operação de paz, em Bouar, a cerca de 430 Km da capital, Bangui.

Face à situação de tensão existente na região Oeste da República Centro-Africana, com relatos de confrontos entre elementos afetos ao Grupo Armado 3R (Regresso, Reclamação, reconciliação) e as Forças Armadas Centro Africanas, a MINUSCA lançou uma operação, com a finalidade de garantir a proteção de civis, a liberdade de movimentos e criar condições para um ambiente estável e seguro nesta região.

No dia 10 de junho, a Força Portuguesa, que é a Força de Reação Rápida da MINUSCA, constituída por 154 militares e 48 viaturas táticas, foi projetada por via terrestre, para a cidade de Bouar, localizada na região Oeste da República Centro-Africana, num movimento que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de dois dias.

Durante a operação, a Força de Reação Rápida realizou ações de reconhecimento aéreo, com o apoio de helicópteros do Grupo de Aviação do Bangladesh e de Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven”, do Exército Português, que contribuíram para a recolha de informação sobre, entre outros, a presença e movimentação dos Grupos Armados.

A Força Portuguesa realizou, ainda, patrulhas de segurança terrestres, em várias povoações da região de Bouar, nas quais estabeleceu contacto com a população local, verificando as suas condições de segurança e recolhendo informação sobre eventuais ameaças.

No dia 4 de julho a Força Portuguesa regressou à Base, em Bangui, encontrando-se agora a cumprir o período de regeneração, com vista a recuperar a sua máxima capacidade operacional, para futuras missões que lhe possam ser atribuídas.

Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e contribuiu para o estabelecimento de um ambiente estável e seguro na região de Bouar.

Esta é a 9ª Força Destacada neste teatro de operações, sendo o atual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.

“QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM”!
« Última modificação: Julho 07, 2021, 01:11:08 pm por LM »
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #1073 em: Julho 09, 2021, 12:03:38 am »

No dia 10 de junho, a Força Portuguesa, que é a Força de Reação Rápida da MINUSCA, constituída por 154 militares e 48 viaturas táticas, foi projetada por via terrestre, para a cidade de Bouar, localizada na região Oeste da República Centro-Africana, num movimento que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de dois dias.

Durante a operação, a Força de Reação Rápida realizou ações de reconhecimento aéreo, com o apoio de helicópteros do Grupo de Aviação do Bangladesh e de Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven”, do Exército Português, que contribuíram para a recolha de informação sobre, entre outros, a presença e movimentação dos Grupos Armados.

No dia 4 de julho a Força Portuguesa regressou à Base, em Bangui, encontrando-se agora a cumprir o período de regeneração, com vista a recuperar a sua máxima capacidade operacional, para futuras missões que lhe possam ser atribuídas.
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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