Equipamento a oferecer à Ucrânia

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FoxTroop

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1140 em: Fevereiro 17, 2024, 08:37:39 am »
Então todos concordamos que o governo Português devia entrar com mais dinheiro.

Ok, siga carta para o MDN.  :G-beer2:

Sim, e devia incluir um reerguer da indústria de defesa, nomeadamente a produção de certas munições. Mas o conflito vai fazer 2 anos, e por cá não se mudou nada, nem sequer um esforço, de pedir apoio UE para investir numa fábrica de munições 155mm (ou outro calibre).

Essa fábrica há em Espanha...e a Rheinmetall já a comprou para dar vazão à procura...e mesmo assim vai demorar cerca de um ano...porque a ordem de grandeza da encomenda é significativa e há falta de matéria prima para produção na Europa.

Investir em fábrica, ter fábrica e depois faltar matéria prima...

Nós; Portugal; podemos ser os gajos da produção de drones...não tem de ser de munições de artilharia... diria que isso ia ser bastante complicado dada a conjuntura atual, porém não impossivel.

Não pensei nisso!! É um excelente ponto, bem observado!! Embora considere que devemos ter capacidade para as armas ligeiras, também não acho que munições de artilharia fosse exequível, pelo menos a médio prazo, mas essa dos drones é um campo onde nós, em Portugal, podemos dar cartas e onde já temos alguma expertise. Para mais, pode criar cadeias de produção de valor acrescentado, coisa que temos extrema falta em Portugal.
 

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dc

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1141 em: Fevereiro 17, 2024, 03:54:27 pm »
Então todos concordamos que o governo Português devia entrar com mais dinheiro.

Ok, siga carta para o MDN.  :G-beer2:

Sim, e devia incluir um reerguer da indústria de defesa, nomeadamente a produção de certas munições. Mas o conflito vai fazer 2 anos, e por cá não se mudou nada, nem sequer um esforço, de pedir apoio UE para investir numa fábrica de munições 155mm (ou outro calibre).

Essa fábrica há em Espanha...e a Rheinmetall já a comprou para dar vazão à procura...e mesmo assim vai demorar cerca de um ano...porque a ordem de grandeza da encomenda é significativa e há falta de matéria prima para produção na Europa.

Investir em fábrica, ter fábrica e depois faltar matéria prima...

Nós; Portugal; podemos ser os gajos da produção de drones...não tem de ser de munições de artilharia... diria que isso ia ser bastante complicado dada a conjuntura atual, porém não impossivel.

Não precisa ser especificamente da artilharia. Existem N munições que é necessário produzir, e que nós podíamos ter cá uma fábrica. Estamos a falar desde bombas largadas de aeronaves, a kits de guiamento, a mísseis, a munição de arma ligeira, drones kamikaze, e por aí fora.

Entre os vários países da NATO, não era necessário ter todos os países a fabricar todos os calibres, muitos podiam optar por fabricar um tipo específico de munição. Essencialmente especialização na produção.
 

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Lusitano89

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1142 em: Fevereiro 18, 2024, 11:22:04 am »
 

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ricardonunes

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1143 em: Fevereiro 18, 2024, 11:46:33 am »
Lusitano89, tens noção dos disparates que publicas ???
Potius mori quam foedari
 

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raphael

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1144 em: Fevereiro 18, 2024, 01:54:50 pm »
afinal...

"Denmark already donated all its existing artillery, the Caesar system, last year. That is what she's referring to. We have an order for new artillery, but delivery has been delayed. It simply isn't available for donation to Ukraine yet."

ou seja, o ano passado já tinham dado os sistemas Caesar todos...não é uma nova doação...mas fica bem dado o contexto atual de alguns problemas logísticos enfatizar isso...

além dos CV90 que já deram...

Porém a Chéquia já tem outras boas noticias (caso haja financiamento para tal)...

https://www.reddit.com/r/ukraine/comments/1at9ozv/president_pavel_on_video_we_have_identified_500k/?utm_source=share&utm_medium=web3x&utm_name=web3xcss&utm_term=1&utm_content=share_button


Um abraço
Raphael
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Lusitano89

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1145 em: Fevereiro 18, 2024, 03:38:20 pm »
 
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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1146 em: Fevereiro 20, 2024, 03:07:07 pm »
 
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Malagueta

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1147 em: Fevereiro 21, 2024, 08:48:12 am »
⚡️🇸🇪Sweden donates 10 Combat Boat 90 (CB90) to 🇺🇦Ukraine is a military high-speed armored amphibious assault ship developed by the Swedish company Dockstavarvet, part of Saab.

This boat is designed for the rapid delivery of landing groups, conducting shock operations, coast guard and patrolling, and supporting special operations.

The boat can accommodate 21 fully equipped fighters and up to 4.5 tons of cargo. The debris-protected wheelhouse has seating for two operators and an optional reclining swivel seat between them. A bulkhead is located directly under the cabin, in which there is a passage to the bow landing ramp. The ramp ensures prompt disembarkation of troops and quick evacuation of victims from the shore.

The CB90 is armed with three turrets located behind the wheelhouse and one on each side. They can be equipped with a large-caliber 12.7-mm Browning M2HB machine gun or a 40-mm automatic grenade launcher.

In addition, for strike or sabotage missions, the boat can be armed with light anti-ship missiles RBS 17 SSM (Hellfire), as well as carry four sea mines weighing 2.8 tons or six depth charges.

https://twitter.com/i/status/1760009745149153414
 

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Anthropos

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1148 em: Fevereiro 21, 2024, 07:50:49 pm »
Não sabia da capacidade de minagem do CB90, mas é interessantíssimo. Gostava de ver como seria uma ação de desminagem, e o que seria um navio russo interceptar com sucesso uma mina naval moderna.
 

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Tiamate

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1149 em: Fevereiro 22, 2024, 03:13:23 pm »


P.S. A Ucrânia precisa de umas forças armadas doutrinadas ao nível ocidental e não soviético. Pedem caças mas não aparelhos de EW, ELint ou Awacs.

 

Mas isso faz algum sentido?!

É necessário material que possa ser posto em combate o mais rápido possível.

Quanto tempo seria necessário para treinar a tripulação e o pessoal técnico para operar um AWACS??

Quando nem necessitam dessas aeronaves porque a NATO já fornece a mesma informação!



Cambada de maluquinhos das armas...
 

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mafets

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1150 em: Fevereiro 22, 2024, 04:23:44 pm »


P.S. A Ucrânia precisa de umas forças armadas doutrinadas ao nível ocidental e não soviético. Pedem caças mas não aparelhos de EW, ELint ou Awacs.

 

Mas isso faz algum sentido?!

É necessário material que possa ser posto em combate o mais rápido possível.

Quanto tempo seria necessário para treinar a tripulação e o pessoal técnico para operar um AWACS??

Quando nem necessitam dessas aeronaves porque a NATO já fornece a mesma informação!



Cambada de maluquinhos das armas...



P.S. A Ucrânia precisa de umas forças armadas doutrinadas ao nível ocidental e não soviético. Pedem caças mas não aparelhos de EW, ELint ou Awacs.

 

Mas isso faz algum sentido?!

É necessário material que possa ser posto em combate o mais rápido possível.

Quanto tempo seria necessário para treinar a tripulação e o pessoal técnico para operar um AWACS??

Quando nem necessitam dessas aeronaves porque a NATO já fornece a mesma informação!



Cambada de maluquinhos das armas...

Maluquinhos das armas são tipos que só querem o que dispara. Aqui tirando os Ef18, nada dá tiros... :mrgreen:

Mas respondendo às sua questão e colocando em cima da mesa que são meios que a maior parte dos países usa e são seus (nós, enfim, somos aves raras)  :mrgreen: :

 Um Awac na fronteira da Polónia não recebe nem consegue a mesma informação de um que opera no interior do território Ucraniano. E se não recebe, não vai detectar nem orientar os caças para essas ameaças e muito menos misseis via data link. Se calhar parte do gasto de munições vai por aqui...

Um avião de Guerra Electrónica como o EF18, acompanha as formações amigas, cegando os radares inimigos.  Não existe algo similar nas Forças Ucranianas e com certeza não são os EUA que empregam os seus dentro de território ucraniano.



Elint ainda é a área que a NATO mesmo à distancia pode fornecer mais informação, mas mesmo assim não vai recolher informações em toda a área Ucraniana e muito menos mesmo em áreas fronteiriças da Rússia.

Existe versões de aparelhos que orientam tanto as forças amigas para alvos aéreos como terrestres. Algo que a Ucrânia não tem e a Nato não pode fornecer, face às zonas onde opera, em boa parte do território ucraniano. 



Treino a operar um avião de EW, um Awac ou aparelho de Elint leva tempo. Mas também não é em 4 meses que se treinam os pilotos de caça e em 2 anos de guerra certamente que já haveria um número.

Por ultimo, os Ucranianos não possuem o mesmo número de caças ou aviões de ataque que os Russos. Logo, tem de usar os seus onde vale a pena, onde existem alvos de forma a rentabilizar as munições, como bons sistemas de EW que minimizem as perdas. E isto consegue-se com aparelhos que os orientem, lhes forneçam as informações e cobertura decente.

 E Plataformas Elint, EW e Awac já começam a aparecer em drones, o que minimiza perdas, tempo de treino e valores dos aparelhos.



Já agora os Britânicos que ganharam a Batalha de Inglaterra não apenas com Spits e Hurricanes, mas muito graças aos radares. Não basta só andar aos tiros, é preciso saber para onde se dispara e como se dispara, olhando ao número de munições, onde mais são precisas, onde fazem a diferença ...

https://www.rafmuseum.org.uk/research/online-exhibitions/history-of-the-battle-of-britain/radar-the-battle-winner/

Saudações   

P.S. O Goering, nunca percebeu os radares ingleses nem para que os radares serviam. Até dizia que era bom que detetassem as formações alemãs sobre o canal da mancha, pois assim sabiam que a Lufth ia a caminho.. No fim foi o que foi...  :mrgreen:
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1151 em: Fevereiro 23, 2024, 10:00:44 am »
 
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Cabeça de Martelo

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1152 em: Fevereiro 23, 2024, 10:53:23 am »
Não pensei nisso!! É um excelente ponto, bem observado!! Embora considere que devemos ter capacidade para as armas ligeiras, também não acho que munições de artilharia fosse exequível, pelo menos a médio prazo, mas essa dos drones é um campo onde nós, em Portugal, podemos dar cartas e onde já temos alguma expertise. Para mais, pode criar cadeias de produção de valor acrescentado, coisa que temos extrema falta em Portugal.

Drones garantem recorde nas exportações para a Ucrânia


A portuguesa Tekever fabrica aeronaves não tripuladas nas Caldas da RainhaD.R.


Portugal sempre foi um grande cliente dos cereais ucranianos. Agora tornou-se um fornecedor de drones a Kiev: só em 2023 foram €20 milhões, quase um terço do total exportado

22 FEVEREIRO 2024 
Pedro Carreira Garcia

Jornalista


As exportações de Portugal para a Ucrânia dispararam em 2023. Nunca antes fora alcançado um montante tão alto na venda de bens e serviços para o país do Leste europeu. Face a 2022, o ano do início da guerra, quase duplicaram em montante, alcançando valores superiores a €60 milhões. Esta evolução deveu-se exclusivamente a uma linha muito específica de equipamentos: a venda a Kiev de aeronaves não tripuladas, vulgo drones.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) consultados pelo Expresso, as empresas portuguesas venderam à Ucrânia, no ano passado, €20 milhões em drones, quase um terço do montante total de exportações do ano passado: €66 milhões.

Este foi o segundo ano consecutivo em que Portugal vendeu drones para a Ucrânia. Em 2022, o país já tinha exportado €4 milhões na categoria de aeronaves não tripuladas a clientes ucranianos. As exportações de bens aeronáuticos eram, antes do primeiro ano da guerra, residuais, incidindo apenas na venda de componentes e alcançando, pontualmente e no máximo, as dezenas de milhares de euros por ano.

Tekever confirma que tem colaborado com a Ucrânia desde a primavera de 2022

Esta é uma mudança relevante, ainda que mal perturbe a extremamente desequilibrada balança comercial entre os dois países. As importações portuguesas da Ucrânia atingiram os €362 milhões em 2023, o máximo de sempre, na sua maioria cereais e sementes. Já nas exportações, até 2022, estas consistiam maioritariamente em cortiça e componentes eletrónicos, com o papel e pasta de papel e as bebidas a ganharem peso nos últimos anos. Até à chegada dos drones.

Os dados consultados pelo Expresso chegam a dar detalhes relativos ao tipo de drones vendidos à Ucrânia. Em 2022 venderam-se apenas equipamentos com peso máximo de descolagem (o peso definido pelo fabricante como limite para a descolagem do aparelho, tendo em conta os seus limites estruturais) entre os 150 e os 2000 quilos, correspondendo, grosso modo, a drones de média e grande dimensão, fabricados para uso militar, segundo a tabela classificativa do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Em 2023 foram exportados outros modelos (nomeadamente com pesos máximos de descolagem entre os 7 e os 25 quilos e os 25 e os 150 quilos), mas os modelos de maior dimensão representaram a maioria do montante exportado, que foi à volta dos €7,5 milhões.

UMA ÚNICA EMPRESA

De acordo com fontes ouvidas pelo Expresso, a esmagadora maioria destes montantes deverá ser atribuída à atividade da Tekever, empresa do sector aeronáutico, especializada em aparelhos voadores não tripulados. Fonte oficial da Tekever, contactada pelo Expresso, não quis fazer quaisquer comentários aos números.

“Por razões de segurança temos de ser muito criteriosos na informação que expomos ao mercado”, disse a Tekever, em resposta às questões colocadas pelo Expresso. No entanto, a empresa não esconde que a Ucrânia é um dos seus mercados. “A Tekever tem colaborado com as forças ucranianas desde a primavera de 2022, fornecendo tecnologia não tripulada, operada no terreno por diferentes forças ucranianas em missões de reconhecimento e vigilância de longo alcance”, afirma.



Drones garantem recorde nas exportações para a Ucrânia

Segundo a fonte oficial da Tekever, Portugal está a exportar estes aparelhos para a Ucrânia através de “organizações governamentais e coligações internacionais, de que é exemplo o Fundo Internacional para a Ucrânia”, um fundo criado pelo Reino Unido, em parceria com outros países, que visa a aquisição de material militar para apoiar o esforço de guerra de Kiev.

A empresa diz que a atividade não termina no fabrico, estando a acompanhar o uso destes aparelhos no local. “Desde o início desta colaboração já realizámos e implementámos no terreno mais de 100 alterações, num esforço que envolve as nossas equipas de investigação e desenvolvimento, produto e operações e abrange um enorme espectro tecnológico”, explica a Tekever.

Os drones fabricados pela empresa sediada nas Caldas da Rainha servem principalmente para reconhecimento e vigilância, destacando-se o modelo AR5, o maior da gama da Tekever, já usado para o patrulhamento do Canal da Mancha pelo Reino Unido.

Segundo fonte ouvida pelo Expresso conhecedora do tema, o papel da Tekever no apoio à defesa ucraniana tem sido crescentemente valorizado no Ocidente. No último trimestre de 2023, representantes da Tekever acompanharam elementos do Governo português numa visita à Ucrânia. Também no final do ano passado, a Tekever esteve num encontro de indústrias de países aliados na sede da NATO, em Bruxelas, na qual se desafiaram os presentes a apresentar os seus contributos individuais para o esforço militar de Kiev, tendo sido a única empresa ibérica a ser convidada.

NÚMEROS

66 milhões de euros foi quanto Portugal exportou para a Ucrânia em 2023, face a €34 milhões em 2022

20 milhões de euros foi o valor das exportações de drones para a Ucrânia no ano passado; em 2022 tinham sido €4 milhões

362 milhões de euros foi quanto Portugal importou da Ucrânia em 2023, um novo recorde, concentrado nas compras de cereais e sementes

https://expresso.pt/economia/2024-02-22-Drones-garantem-recorde-nas-exportacoes-para-a-Ucrania-d32d62bf
« Última modificação: Fevereiro 23, 2024, 11:00:43 am por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1153 em: Fevereiro 23, 2024, 02:10:52 pm »
 
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Re: Equipamento a oferecer à Ucrânia
« Responder #1154 em: Fevereiro 24, 2024, 05:18:35 pm »
Ukrainian soldiers have deployed M1A1 Abrams tanks donated by the US