Sector Bancário

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Viajante

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Re: Sector Bancário
« Responder #60 em: Março 24, 2023, 02:30:22 pm »
Ó diabo!
Eu só suspeitava que os bancos Suíços lavavam dinheiro para a rússia, mas mais pessoas ficaram com a pulga atrás da orelha, como é que os bancos suíços perderam no ano de 2022 centenas de milhares de milhões de euros de activos, assim de um momento para o outro!? Mistério!? Afinal não, onde há fumo......

Credit Suisse e UBS investigados por possível contorno a sanções contra oligarcas russos

Ainda antes do anúncio do acordo entre UBS e Credit Suisse, o Governo norte-americano enviou pedidos de informação a vários bancos sobre possíveis evasões a sanções impostas a oligarcas russos.



O Credit Suisse (CS) e o UBS estão a entre a lista de bancos que estão a ser alvo de uma investigação do Departamento de Justiça dos EUA, de forma a descobrir se se levantam suspeitas sobre ajuda ao contorno de sanções por parte de oligarcas russos, segundos fontes conhecedoras do assunto, contactadas pela Bloomberg.

O governo dos EUA já solicitou informação, através de intimações, aos dois bancos suíços, tendo os pedidos sido enviados antes do anúncio do acordo de compra do Credit Suisse pelo UBS.

Além dos trabalhadores dos dois gigantes suíços, também foram enviadas intimações a outros bancos norte-americanos, face aos quais existe suspeita de que os funcionários tenham ajudado a praticar evasão às sanções.

O inquérito levado a cabo pelo Departamento norte-americano de Justiça está focado em encontrar os bancários que trabalharam com oligarcas sancionados, investigando a forma como estes últimos foram tratados pelos primeiros.

Uma vez havendo suspeitas, é aberta uma investigação contra os bancários. Nem o Credit Suisse nem o UBS responderam às questões colocadas pela Bloomberg.

Antes da invasão russa à Ucrânia, o Credit Suisse era conhecido pelo "catering financeiro" oferecido aos milionários russos. No auge desta relação com os oligarcas, o banco agora liderado por Ulrich Körner chegou a gerir mais de 60 mil milhões de dólares em ativos detidos por russos, o que gerou receitas anuais entre os 500 milhões e os 600 milhões de dólares.

Quando em maio do ano passado o Credit Suisse decidiu fechar este "catering" detinha 33 milhões de dólares, cerca de 50% a mais do que o património gerido pelo UBS.

As ações do Credit Suisse seguem a cair 8,04% para 0,74 francos suíços, enquanto os títulos do UBS deslizam 7,6% para 16,55 francos.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/credit-suisse-e-ubs-investigados-por-possivel-contorno-a-sancoes-contra-oligarcas-russos
 

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Lusitano89

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Re: Sector Bancário
« Responder #61 em: Março 25, 2023, 11:52:50 am »
Wall Street termina semana em ligeira alta apesar dos abalos no setor bancário


 

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Viajante

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Re: Sector Bancário
« Responder #62 em: Abril 02, 2023, 06:18:23 pm »
UBS deverá cortar entre 20 e 30% dos trabalhadores após compra do Credit Suisse



A compra do Credit Suisse pelo UBS, que será feita por aproximadamente 3 mil milhões de euros, deverá levar a um corte que pode atingir quase um terço dos trabalhadores do novo gigante bancário que resultar da fusão.

A informação está a ser avançada pelo jornal suíço Tages-Anzeiger, que se baseia nas declarações de um gestor do UBS que não identifica.

Citado pela agência Reuters, o jornal helvético dá conta de que o banco pode cortar cerca de 11 mil empregos só na Suíça. Mas não só, porque o banco de investimento também deverá ser afetado nos EUA. No total, entre os dois países, estarão em causa entre 20 a 30% dos funcionários do novo grupo.

O acordo para a compra do Credit Suisse foi alcançado depois da intervenção do governo suíço, do banco central e do regulador do mercado do país, para evitar o descalabro no seu sistema financeiro e problemas maiores a nível global.

No entanto, como recorda a Reuters, a criação deste novo gigante também deixa algumas preocupações, tendo em conta que passa a gerir ativos equivalentes a quase 1,5 biliões de euros (mais de sete vezes o PIB anual português), empregando 120 mil colaboradores em todo o mundo.

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/usb-devera-cortar-entre-20-e-30-dos-trabalhadores-apos-compra-do-credit-suisse

Já era esperado. 2 bancos juntos e com a rede duplicada em mercados semelhantes..... não faz sentido!
« Última modificação: Abril 02, 2023, 09:18:15 pm por Viajante »
 

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Daniel

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Re: Sector Bancário
« Responder #63 em: Abril 03, 2023, 04:05:22 pm »
Dá para perceber que gosta muito dos Bancos Suiços, mas não te preocupes, pois a Suiça não é Portugal, longe disso.
Há uma grande diferença entre um país de 1 mundo e de 3 mundo, por isso as pessoas dormem bem, pois existe sempre guito.
Quando fui ler, pensei que era a notícia, que cada vez mais jovens, e não só, entregam às suas casas aos Bancos em Portugal, e isso é que realmente é preocupante e triste, mas enganei-me.
« Última modificação: Abril 03, 2023, 04:19:52 pm por Daniel »
 

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Viajante

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Re: Sector Bancário
« Responder #64 em: Abril 03, 2023, 05:04:42 pm »
Para quem não conseguia acreditar que o CS podia fechar portas num fim-de-semana!

Realmente a Suíça é um país do 1º mundo, com o 2º maior banco falido! Credores do banco ficam a arder 16 mil milhões de euros e o próprio Banco Central deu avais de 109 mil milhões de euros para o UBS ficar com o CS...... a somar aos milhares de desgraçados que ficam sem trabalho!!!!

Realmente é um orgulho muito grande viver num país do 1º mundo em que a principal actividade do país é lavar dinheiro do mundo inteiro!?!?!?!

Já percebeu onde param 200 mil milhões de activos do CS que desapareceram em 2022?

É melhor apostarem nos chocolates e relógios, ao menos são negócios legais em todo o mundo e que não envergonham ninguém!

Você tem complexos em ser português. Eu não tenho nenhum problema e falo com alemães, espanhóis, italianos...... não tenho qualquer complexo a falar com eles!
Diga-me, é esse complexo que leva a que ao regressarem a Portugal leva a que esqueçam de falar português?
Mas isso também não é problema, porque normalmente percebemos várias línguas!
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #65 em: Abril 03, 2023, 05:20:12 pm »
Para quem não conseguia acreditar que o CS podia fechar portas num fim-de-semana!

Realmente a Suíça é um país do 1º mundo, com o 2º maior banco falido! Credores do banco ficam a arder 16 mil milhões de euros e o próprio Banco Central deu avais de 109 mil milhões de euros para o UBS ficar com o CS...... a somar aos milhares de desgraçados que ficam sem trabalho!!!!

Realmente é um orgulho muito grande viver num país do 1º mundo em que a principal actividade do país é lavar dinheiro do mundo inteiro!?!?!?!

Já percebeu onde param 200 mil milhões de activos do CS que desapareceram em 2022?

É melhor apostarem nos chocolates e relógios, ao menos são negócios legais em todo o mundo e que não envergonham ninguém!

Você tem complexos em ser português. Eu não tenho nenhum problema e falo com alemães, espanhóis, italianos...... não tenho qualquer complexo a falar com eles!
Diga-me, é esse complexo que leva a que ao regressarem a Portugal leva a que esqueçam de falar português?
Mas isso também não é problema, porque normalmente percebemos várias línguas!

Cada vez estou mais convencido que o Bispo das finanças gosta muito dos Bancos suiços, a maneira como escreve, parece aqueles meninos inocentes, mundo dos negócios meu caro. c56x1
Não diga o que eu não disse, fica-lhe mal, e não é a primeira vez, até que eu o achava uma pessoa inteligente.
Quanto a complexos etc, você lá sabe, não perco tempo com palhaçadas.
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #66 em: Abril 11, 2023, 12:41:17 pm »
Colapso do Credit Suisse "teria consequências desastrosas", defende governo suíço

A aquisição da instituição bancária pelo UBS está esta terça-feira - e continuará nos próximos dias - sob escrutínio nas duas câmaras que compõem o parlamento da Suíça.



O governo helvético defendeu esta terça-feira a sua intervenção no Credit Suisse, alegando que esta foi essencial para impedir o colapso do banco.

A aquisição da instituição bancária pelo UBS está esta terça-feira sob escrutínio nas duas câmaras que compõem o parlamento da Suíça. As conversações poderão ir até três dias.

"O Conselho Federal foi obrigado a intervir para manter a estabilidade tanto na Suíça como internacionalmente e proteger a economia. O colapso do Credit Suisse teria consequências desastrosas", afirmou o presidente do país Alain Berset perante o parlamento.

O Executivo invocou o "Swiss Banking Act" que permite a imposição de medidas relacionadas com remunerações "no caso de ser garantido a um banco sistemicamente importante apoio estatal direto ou indireto de fundos federais".

A aquisição do Credit Suisse pelo UBS, que foi anunciada pelo governo suíço a 19 de março, foi hoje descrita por Berset como a melhor opção para restabelecer a confiança nos mercados. O valor do negócio ronda os 3 mil milhões de euros.

A compra do banco pelo UBS deverá levar a um corte que pode atingir quase um terço dos trabalhadores da nova entidade que resultar da fusão, o que equivale a cerca de 11 mil trabalhadores só na Suíça.

A situação reputacional do Credit Suisse enfrentava problemas há vários anos, mas a queda em bolsa acentuou-se após o principal acionista, o presidente do Banco Nacional Saudita, ter dito que não injetaria mais dinheiro na instituição. Palavras que surgiram num ambiente já escaldado, uma vez que os investidores tinham assistido recentemente ao colapso de dois bancos nos Estados Unidos, um dos quais o Silicon Valley Bank.

Associação pede suspensão de despedimentos

A Associação de Trabalhadores dos Bancos suíços pediu esta terça-feira que os despedimentos sejam congelados até ao final deste ano. O apelo foi feito numa carta aberta dirigida ao parlamento.

"Pedimos que apoiem o nosso pedido de um congelamento nos despedimentos até ao final de 2023", escreveu a responsável pela associação, Natalia Ferrara, na carta em causa, a que a Reuters teve acesso.

Ferrara defende que nas últimas três semanas, muitos dos 17 mil funcionários do Credit Suisse e dos 22 mil do UBS olham para o futuro "com incerteza". "No debate pública sobre a aquisição do Credit Suisse pelo UBS há muita conversa sobre números, dinheiro, regulação e bónus (...) mas os trabalhadores afetados dos dois bancos continuam a ser apenas uma nota. Isso tem de mudar", refere.

No total, o Credit Suisse emprega 45 mil pessoas a nível mundial e o UBS 74 mil.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/colapso-do-credit-suisse-teria-consequencias-desastrosas-defende-governo-suico#loadComments
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #67 em: Abril 24, 2023, 11:08:29 am »
Credit Suisse perde 62 mil milhões de euros em depósitos e ativos sob gestão no primeiro trimestre

Os lucros antes de impostos do Credit Suisse foram de 12,8 milhões de francos suíços, resultado motivado pela redução a zero das obrigações "tier 1" em 15 mil milhões de francos.  Em termos líquidos, o Credit Suisse registou um lucro de 12,43 milhões de francos suíços, depois de dois exercícios trimestrais no vermelho.



O Credit Suisse viu escorrer por entre os dedos 61,2 mil milhões de francos suíços, o equivalente a cerca de 62 mil milhões de euros ao câmbio atual, em depósitos e ativos sob gestão no primeiro trimestre, segundo as contas publicadas esta segunda-feira.

"O desempenho do Credit Suisse no primeiro trimestre foi sobretudo influenciado pelo anúncio da fusão entre o Credit Suiss e UBS, anunciado a 19 de março, e pela saída de depósitos significativos e ativos líquidos", começa por explicar a instituição em comunicado.

O movimento agudo de levantamentos dos depósitos verificou-se "na primeira quinzena de março", quando se registou "um [número] significativo de levantamentos de depósitos em numerário, bem como a não renovação" da maturidade outros.

"Estes  fluxos de saída foram mais expressivos nos dias imediatamente anteriores ao anúncio de fusão", acrescenta o Credit Suisse, o qual alerta ainda que até esta segunda-feira ainda não se observou uma inversão desta tendência.

Os lucros antes de impostos do Credit Suisse foram de 12,8 milhões de francos suíços, resultado motivado pela redução a zero das obrigações "tier 1" no valor de 15 mil milhões de francos (valor semelhante em euros), na sequência do acordo de aquisição pelo UBS. Sem este ajuste, o banco teria registado um prejuízo antes de impostos de 1,2 mil milhões de francos (cerca de mil milhões de euros). 

Este resultado foi ainda impulsionado pela venda de produtos de capital garantido à Appolo Management e fundos afiliados a esta entidade, o que contribuiu positivamente para a rubrica de lucros antes de impostos com 700 milhões de francos suíços (714 milhões de euros).

Em termos líquidos, o Credit Suisse registou um lucro de 12,43 milhões de francos suíços, depois de dois trimestres no vermelho.

O comunicado frisa ainda que o acordo anunciado de fusão entre Credit Suiss e UBS continua "sujeito às condições habituais" deste tipo de contratos, para que possa ser concluído, porém assegura que o Credit Suisse irá "trabalhar em estreita colaboração com o UBS para assegurar que a transação é concluída em tempo útil".

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/credit-suisse-perde-62-mil-milhoes-de-euros-em-depositos-e-ativos-sob-gestao-no-primeiro-trimestre#loadComments

Não abona muito a favor da Suíça, perderem assim 260 mil milhões de euros em 15 meses. É capaz de fazer mossa na economia! Até porque esse número representa 1/3 de toda a riqueza Suíça produzida num ano!!!!!!!
 

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Daniel

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Re: Sector Bancário
« Responder #68 em: Abril 24, 2023, 02:39:56 pm »
Credit Suisse perde 62 mil milhões de euros em depósitos e ativos sob gestão no primeiro trimestre

Os lucros antes de impostos do Credit Suisse foram de 12,8 milhões de francos suíços, resultado motivado pela redução a zero das obrigações "tier 1" em 15 mil milhões de francos.  Em termos líquidos, o Credit Suisse registou um lucro de 12,43 milhões de francos suíços, depois de dois exercícios trimestrais no vermelho.



O Credit Suisse viu escorrer por entre os dedos 61,2 mil milhões de francos suíços, o equivalente a cerca de 62 mil milhões de euros ao câmbio atual, em depósitos e ativos sob gestão no primeiro trimestre, segundo as contas publicadas esta segunda-feira.

"O desempenho do Credit Suisse no primeiro trimestre foi sobretudo influenciado pelo anúncio da fusão entre o Credit Suiss e UBS, anunciado a 19 de março, e pela saída de depósitos significativos e ativos líquidos", começa por explicar a instituição em comunicado.

O movimento agudo de levantamentos dos depósitos verificou-se "na primeira quinzena de março", quando se registou "um [número] significativo de levantamentos de depósitos em numerário, bem como a não renovação" da maturidade outros.

"Estes  fluxos de saída foram mais expressivos nos dias imediatamente anteriores ao anúncio de fusão", acrescenta o Credit Suisse, o qual alerta ainda que até esta segunda-feira ainda não se observou uma inversão desta tendência.

Os lucros antes de impostos do Credit Suisse foram de 12,8 milhões de francos suíços, resultado motivado pela redução a zero das obrigações "tier 1" no valor de 15 mil milhões de francos (valor semelhante em euros), na sequência do acordo de aquisição pelo UBS. Sem este ajuste, o banco teria registado um prejuízo antes de impostos de 1,2 mil milhões de francos (cerca de mil milhões de euros). 

Este resultado foi ainda impulsionado pela venda de produtos de capital garantido à Appolo Management e fundos afiliados a esta entidade, o que contribuiu positivamente para a rubrica de lucros antes de impostos com 700 milhões de francos suíços (714 milhões de euros).

Em termos líquidos, o Credit Suisse registou um lucro de 12,43 milhões de francos suíços, depois de dois trimestres no vermelho.

O comunicado frisa ainda que o acordo anunciado de fusão entre Credit Suiss e UBS continua "sujeito às condições habituais" deste tipo de contratos, para que possa ser concluído, porém assegura que o Credit Suisse irá "trabalhar em estreita colaboração com o UBS para assegurar que a transação é concluída em tempo útil".

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/credit-suisse-perde-62-mil-milhoes-de-euros-em-depositos-e-ativos-sob-gestao-no-primeiro-trimestre#loadComments

Não abona muito a favor da Suíça, perderem assim 260 mil milhões de euros em 15 meses. É capaz de fazer mossa na economia! Até porque esse número representa 1/3 de toda a riqueza Suíça produzida num ano!!!!!!!


Lol,  :mrgreen: por isso é que infelizmente Portugal é o que é, pois tem os piores políticos da EU e arredores, mas os economistas esses são do melhor, e não só.
Ainda bem que os suiços vive na Suiça,  ;D olha se fosse em Portugal. 8)
« Última modificação: Abril 24, 2023, 03:52:43 pm por Daniel »
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #69 em: Abril 24, 2023, 04:22:16 pm »
Eu se perder uma nota de 20€ fico lixado, imagino um banco perder em 15 meses 260 mil milhões de euros de depósitos!!!!!!

Mas como dizia o lema da pandemia, vai ficar tudo bem!  :mrgreen:

O seu problema Daniel, é a vergonha de ser quem é. Mas já lhe disse, isso é problema seu!

Lamento desiludí-lo, se pensa que está num país com banqueiros que têem a ética acima de todos os princípios, mas não é verdade.
Mas o que interessa falar-lhe de economia!
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #70 em: Abril 24, 2023, 04:35:28 pm »
Eu se perder uma nota de 20€ fico lixado, imagino um banco perder em 15 meses 260 mil milhões de euros de depósitos!!!!!!

Mas como dizia o lema da pandemia, vai ficar tudo bem!  :mrgreen:

O seu problema Daniel, é a vergonha de ser quem é. Mas já lhe disse, isso é problema seu!

Lamento desiludí-lo, se pensa que está num país com banqueiros que têem a ética acima de todos os princípios, mas não é verdade.
Mas o que interessa falar-lhe de economia!

Claro o pobre perder um nota de 20 euros é realmente muito dinheiro, já para o rico é migalhas, quanto ao reste também já lhe disse, e isso é problema seu. :-P ;)
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #71 em: Abril 26, 2023, 01:58:37 pm »
Forte queda em bolsa do First Republic Bank renova alarmes no setor financeiro

A queda do First Republic Bank em bolsa, após ter revelado fugas dos depósitos no valor de 100 mil milhões de dólares e as dificuldades em vender a instituição estão a renovar alarmes no setor.



Os resultados do First Republic Bank foram a gota que faltava para gerar renovados receios de uma nova crise no setor financeiro nos Estados Unidos. Isto, depois de a instituição ter apresentado contas referentes ao primeiro trimestre e ter indicado que registou fugas de 100 mil milhões de dólares dos depósitos.

As ações do banco, que já desvalorizou mais de 93% este ano, voltaram a tombar com estrondo esta terça-feira ao assinalarem uma queda de 49,4% colocando cada ação a valer 8,1 dólares, um mínimo histórico. A 3 de janeiro deste ano cada ação valia 121,54 dólares.

A instituição revelou na segunda-feira que estava a trabalhar em "opções estratégicas" para estabilizar a instituição, estando em cima da mesa a criação de um "banco mau" ou a venda de um conjunto de ativos, revelou uma fonte familiar com o assunto à Reuters.

Ainda assim, segundo o Financial Times (FT), a instituição estará com dificuldades em arranjar uma solução viável, nomeadamente uma venda parcial ou total do banco.

Fontes consultadas pelo jornal britânico indicam que o First Republic está em contacto com a Casa Branca, a Reserva Federal e o tesouro norte-americano, que se encontram em estado de alerta depois da falência do Silicon Valley Bank e do Signature Bank no mês passado.

Duas das hipóteses mais realistas que estão em cima da mesa, revela o FT, é de os bancos que recentemente depositaram 30 mil milhões junto do First Republic resgatarem a instituição, ou a agência Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) ficar com o controlo do banco oferecendo uma garantia para todos os depósitos, tal como foi feito com o Silicon Valley Bank.

Alguns fundos de investimento mostraram interesse em adquirir alguns ativos do First Republic, mas o governo está cauteloso relativamente à imagem pública de existirem empresas a beneficiar da recente turbulência no setor financeiro.

No entanto, não haverá elevados receios de contágio, até porque apesar da queda acentuada do First Republic o KBW, índice regional da banca nos Estados Unidos, caiu menos de 4%, o que sugere que os investidores possam estar mais relaxados do que estavam na falência do SVB que gerou um "sell-off" generalizado no setor.

O banco PacWest, com sede em Los Angeles e que tem fortes ligações à indústria tecnológica, tal como o SVB, registou esta terça-feira uma queda de 8,92%, um dia antes de apresentar resultados relativos aos primeiro três meses do ano.

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/bolsa/detalhe/forte-queda-em-bolsa-do-first-republic-bank-renova-alarmes-no-setor-financeiro

As nuvens negras continuam a pairar sobre o sector financeiro! Depois do Credit Suisse, o First Republic Bank poderá estar na iminência da insolvência, depois de perder 100 mil milhões de dólares em depósitos (O CS tinha perdido 200 mil milhões e ainda continua a sangria, mesmo depois de ter sido engolido pela UBS).

Mais um alerta que os governadores de bancos centrais com acento no BCE, deviam de ver com olhos de ver, porque estamos cientes de que a banca não pode viver na incerteza e desconfiança, caso contrário caiem como peças de dominó!!!!

Continuem a subir as taxas de juro e depois vão provavelmente, ter de salvar bancos da UE!!!!!!!
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #72 em: Junho 28, 2023, 10:40:40 am »
UBS vai despedir mais de metade dos funcionários do Credit Suisse

Os despedimentos, que vão afetar sobretudo quadros em Londres, Nova Iorque e algumas partes da Ásia, vão ser divididos em três rondas, todas a ter lugar ainda este ano. Estão em causa aproximadamente 35 mil postos de trabalho.



O banco suíço UBS planeia cortar mais de metade do universo de 45 mil funcionários do Credit Suisse já a partir do próximo mês, avança a Bloomberg esta quarta-feira.

Os despedimentos vão afetar principalmente banqueiros, 'traders' e pessoal que exerce funções de apoio no banco de investmento em Londres, Nova Iorque e nalgumas partes da Ásia e ser divididos por três rondas, todas a ter lugar ainda este ano, com a primeira prevista para finais de julho e as restantes para setembro e outubro, indicaram fontes familiarizadas com o processo à agência de noticias.

Estes processos vão implicar a saída de 30% dos funcionários das duas entidades financeiras juntas, ou seja, de aproximadamente 35 mil oriundos, na sua maioria, do Credit Suisse que dá emprego a 45 mil pesssoas.

Os cortes de pessoal devem permitir ao UBS poupar 6.000 milhões de dólares (5.474 milhões de euros) nos próximos anos.

Há menos de duas semanas, o CEO do UBS sugeriu "corte maciços", afirmando que poderia repetir o que fez no UBS depois da crise de 2008. Sergio Ermotti sublinhava ainda que uma estrutura simplificada e uma "cultura corporativista prudente" são essenciais no setor.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/ubs-vai-despedir-mais-de-metade-dos-funcionarios-do-credit-suisse
 

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Re: Sector Bancário
« Responder #73 em: Agosto 16, 2023, 12:27:09 am »
Fundo soberano da Noruega ganha 131 mil milhões de euros até junho à boleia das "big tech"

O maior fundo soberano do mundo está bem encaminhado para um regresso em força aos lucros depois de no ano passado ter sofrido perdas de 151 mil milhões de euros.



O fundo soberano da Noruega, o maior do mundo, obteve um ganho de 10%, que corresponde a 1.501 biliões de coroas norueguesas (131 mil milhões de euros) no primeiro semestre, revelou esta terça-feira o fundo gerido pelo Banco da Noruega. Os números contrastam com as perdas de 151 mil milhões de euros registadas no conjunto do ano passado, quando foi penalizado pelo fraco desempenho do mercado financeiro impactado pela guerra na Ucrânia e pelo enfraquecimento da economia global.

O fundo obteve ganhos de 13,7% em ações nos primeiros seis meses do ano, enquanto nos investimentos de rendimento fixo o retorno foi de 2,3%.

No relatório, o fundo assinala que as empresas tecnológicas foram as que proporcionaram um maior retorno: 38,6%. Os bens de consumo deram um retorno de 20,7%, enquanto o setor industrial apresentou um retorno de 15%. Já os investimentos em empresas do setor energético deram apenas um retorno de 0,4%.

Os maiores investimentos do fundo são, aliás, em empresas tecnológicas. À cabeça surge a Apple, seguida da Microsoft, Alphabet, Amazon e Nvidia. A completar o Top 10 encontram-se a Nestlé, a Meta, as fabricantes de "chips" TSMC e ASML e, por fim, a Tesla.

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/fundos-de-investimento/detalhe/fundo-soberano-da-noruega-ganha-131-mil-milhoes-de-euros-ate-junho-a-boleia-das-big-tech#loadComments

Assim vale a pena!
Um país relativamente grande, mas com metade da nossa população, teve uma decisão brilhante ao investir o dinheiro que ganha com a venda de petróleo e gás, criando um fundo, gerido pelo seu Banco Central.
O fundo investe em praticamente todas as grandes empresas à face da terra (em Portugal é accionista em várias empresas). O segredo está na diversificação das fontes de rendimentos.

Mas ganhar 10% ou 131 mil milhões de euros, é imenso! É metade da riqueza anual de Portugal!

Um aspecto interessante do fundo norueguês, só permite que o Estado invista uma parte do lucro gerado anualmente, com o intuito de fazer crescer o fundo sem parar!!!!

Neste momento o Fundo gere algo como 1,3 biliões de euros de activos ou 5 anos de toda a riqueza criada por Portugal!!!!!

A título de exemplo, Portugal tem na prática 2 "fundos", um é gerido pelo Banco de Portugal e refiro-me às 382 toneladas de ouro, que valem mais de 20 mil milhões de euros. O outro é gerido pela Segurança Social, e foi criado em 1989. Inicialmente, parte das privatizações do Estado, alimentaram este fundo, neste momento é sustentado apenas por parte dos descontos dos trabalhadores, os saldos da SS e a rentabilidade do próprio fundo. Neste momento o Fundo da SS vale mais de 23 mil milhões de euros ou 1/80 do Fundo Soberano da Noruega  :mrgreen:

Mas são uma excelente opção, cada Estado ter um Fundo Soberano, que só deve ser utilizado em caso de emergência!
 

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Daniel

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Re: Sector Bancário
« Responder #74 em: Agosto 16, 2023, 03:24:22 pm »
Fundo soberano da Noruega ganha 131 mil milhões de euros até junho à boleia das "big tech"

O maior fundo soberano do mundo está bem encaminhado para um regresso em força aos lucros depois de no ano passado ter sofrido perdas de 151 mil milhões de euros.



O fundo soberano da Noruega, o maior do mundo, obteve um ganho de 10%, que corresponde a 1.501 biliões de coroas norueguesas (131 mil milhões de euros) no primeiro semestre, revelou esta terça-feira o fundo gerido pelo Banco da Noruega. Os números contrastam com as perdas de 151 mil milhões de euros registadas no conjunto do ano passado, quando foi penalizado pelo fraco desempenho do mercado financeiro impactado pela guerra na Ucrânia e pelo enfraquecimento da economia global.

O fundo obteve ganhos de 13,7% em ações nos primeiros seis meses do ano, enquanto nos investimentos de rendimento fixo o retorno foi de 2,3%.

No relatório, o fundo assinala que as empresas tecnológicas foram as que proporcionaram um maior retorno: 38,6%. Os bens de consumo deram um retorno de 20,7%, enquanto o setor industrial apresentou um retorno de 15%. Já os investimentos em empresas do setor energético deram apenas um retorno de 0,4%.

Os maiores investimentos do fundo são, aliás, em empresas tecnológicas. À cabeça surge a Apple, seguida da Microsoft, Alphabet, Amazon e Nvidia. A completar o Top 10 encontram-se a Nestlé, a Meta, as fabricantes de "chips" TSMC e ASML e, por fim, a Tesla.

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/fundos-de-investimento/detalhe/fundo-soberano-da-noruega-ganha-131-mil-milhoes-de-euros-ate-junho-a-boleia-das-big-tech#loadComments

Assim vale a pena!
Um país relativamente grande, mas com metade da nossa população, teve uma decisão brilhante ao investir o dinheiro que ganha com a venda de petróleo e gás, criando um fundo, gerido pelo seu Banco Central.
O fundo investe em praticamente todas as grandes empresas à face da terra (em Portugal é accionista em várias empresas). O segredo está na diversificação das fontes de rendimentos.

Mas ganhar 10% ou 131 mil milhões de euros, é imenso! É metade da riqueza anual de Portugal!

Um aspecto interessante do fundo norueguês, só permite que o Estado invista uma parte do lucro gerado anualmente, com o intuito de fazer crescer o fundo sem parar!!!!

Neste momento o Fundo gere algo como 1,3 biliões de euros de activos ou 5 anos de toda a riqueza criada por Portugal!!!!!

A título de exemplo, Portugal tem na prática 2 "fundos", um é gerido pelo Banco de Portugal e refiro-me às 382 toneladas de ouro, que valem mais de 20 mil milhões de euros. O outro é gerido pela Segurança Social, e foi criado em 1989. Inicialmente, parte das privatizações do Estado, alimentaram este fundo, neste momento é sustentado apenas por parte dos descontos dos trabalhadores, os saldos da SS e a rentabilidade do próprio fundo. Neste momento o Fundo da SS vale mais de 23 mil milhões de euros ou 1/80 do Fundo Soberano da Noruega  :mrgreen:

Mas são uma excelente opção, cada Estado ter um Fundo Soberano, que só deve ser utilizado em caso de emergência!

Isso normal mas apenas em países de 1 mundo, onde os políticos são pessoas de bem, responsáveis, que querem o bem estar do seu povo e onde praticamente não existe corrupção.
Onde às pessoas e empresas não enganam o estado fugindo aos impostos etc etc, já em Portugal com a ENORME quantidade de corruptos é o que todos sabemos.